Para Viver o Evangelho | Episódio 197 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Cap. 1)
Para Viver o Evangelho é um web programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Apresentado por Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa dedica-se ao estudo e à reflexão dos ensinamentos de Jesus à luz da Doutrina Espírita, com fidelidade aos princípios cristãos e ao legado deixado pelos grandes benfeitores espirituais. Nesta nova etapa, o programa passa a estudar a obra “Pelos Caminhos de Jesus”, de Amélia Rodrigues, pela psicografia de Divaldo Franco. Capítulo a capítulo, os encontros conduzem o público a uma análise cuidadosa das lições do Cristo, convidando à renovação moral, ao fortalecimento da fé e à vivência sincera do Evangelho no cotidiano. Com linguagem clara, abordagem respeitosa e profundidade doutrinária, Para Viver o Evangelho mantém-se como um espaço de aprendizado contínuo e reflexão edificante. 👉 Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe semanalmente este estudo esclarecedor. 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro da programação e de outros conteúdos espíritas. 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #PelosCaminhosDeJesus #AmeliaRodrigues #DivaldoFranco #DoutrinaEspirita #EstudoDoEvangelho #EvangelhoComJesus #EspiritismoCristao #MansaodoCaminho #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Caros irmãos e irmãs, boa noite aos que estão aqui conosco, presentes no salão da sede da Federação Espírita do Estado da Bahia e aos aos nossos internautas que nos acompanham e assistem pelas TVs FEB e Mansão do Caminho. Mais uma vez, boa noite. Sigamos juntos pelos caminhos de Jesus. Mas antes, como de costume, vamos trazer os nossos informes da semana. Relembrando que no dia 25 de janeiro, no domingo, de 8 até às 12:30, estaremos reunidos aqui na Federação na abertura do ano federativo com o tema Vivenciando o Espiritismo. Nesse dia, teremos uma programação específica, onde então o calendário e as atividades serão apresentados, bem como a nossa organização para o início da caravana baiana da fraternidade. Então, todos aqueles que trabalham, atuam nos centros espíritas, que integram o movimento espírita e que possam estar presentes em Salvador, cidades próximas, o convite está feito e aguardamos a todos com muito carinho. Além da abertura do ano eh do nosso ano federativo, nesse mesmo dia, só que às 10 horas da manhã, no dia 25 de janeiro, nós vamos ter a palestra com Rute Brasil Mesquita na sede histórica. A palestra é feita de um modo presencial, mas também transmitida pela TV FEB, com o tema Como sair da vitimização e ser protagonista da evolução. Um tema instigante que pode nos fazer refletir a partir do nosso desejo em nos tornarmos melhores e senhores dos nossos destinos. Seguindo com os nossos avisos, relembrar, começou um outro dia, mas já estamos na fase de término do nosso programa de verão, no mês de janeiro. E no dia 26/01, na segunda-feira, a temática vai ser aprimorando a vivência em comunidade das 18 até às 19:30. O mesmo horário dos nossos grupos de autoconhecimento, como aqueles que vêm até aqui a FEB, já conhecem e já participam. Lembrando que o programa de verão ele é aberto para toda e qualquer pessoa interessada na temática e além do programa de verão que também deseje integrar um dos nossos grupos de autoconhecimento. Além dessas informações, vocês devem
o ele é aberto para toda e qualquer pessoa interessada na temática e além do programa de verão que também deseje integrar um dos nossos grupos de autoconhecimento. Além dessas informações, vocês devem lembrar quem esteve conosco na semana passada que nós mencionamos que estamos passando por um processo de adequação paraa melhoria da nossa infraestrutura e transmissão do programa. E nesse investimento, as nossas câmeras serão levadas para manutenção. Até que elas retornem, o programa na sua etapa presencial ficará então suspenso até que essas máquinas, essas câmeras retornem e vamos torcer e vibrar para que seja rápido, para que esse nosso convívio fraterno aqui se perpetue e continue de modo presencial. Para aqueles que nos acompanham online, a transmissão permanecerá e os que estão aqui presencialmente acompanham online e retornam. Quando então tudo já estiver dentro da normalização, não vamos fazer chamada de quem estará aqui quando retornar, mas nós contamos com o retorno de vocês, porque nós também contamos com as vibrações e a presença fraterna nos confere uma psicosfera de aconchego, de bem-estar e vivência dessa nossa possibilidade fraterna e familiar em estar com vocês. Hoje nós estamos no capítulo um desse nosso livro novo pelos Caminhos de Jesus, que vocês já conhecem. fizemos na semana passada para quem por algum motivo não pôde estar conosco, embora tenha gravação. Comentamos sobre o prefácio e também sobre um capítulo ou um trecho intitulado Síntese Histórica, eh, trazido por Amélia Rodrigues, onde aqui ela faz uma uma afirmação de que não houve na história um momento em que as perseguições foram tão cruentas e incisivas. E tudo isso porque o amor acabou provocando a ira daqueles ainda acostumados à mesmice, a exploração, a falsa ideia de superioridade. E como isso acaba mexendo com as estruturas que se sentem ameaçadas quando a partilha e a convivência fraterna se constituem imperativos libertadores da existência. O capítulo um, que se intitula o Grande
mo isso acaba mexendo com as estruturas que se sentem ameaçadas quando a partilha e a convivência fraterna se constituem imperativos libertadores da existência. O capítulo um, que se intitula o Grande Desafio, que abordaremos hoje, me chamou atenção inicialmente pela afirmativa de que jamais igualado, Jesus é o grande desafio para a humanidade. Quando a gente para para pensar que um ser, e aí, claro, dentro do nosso ideário, eh, que a gente pode entender como filosófico, que é voltado para uma conexão com o divino, todos nós entendemos que Jesus é um espírito que alcançou o ápice da caminhada evolutiva. E, portanto, podemos nos colocar em uma armadilha de dizer Jesus, não posso comparar, não entra na conta, porque já é um espírito perfeito. Como então o espírito nessa condição pode se constituir em nosso modelo e guia? Lembrando que quando nós tratamos de modelo, significa que tem algo para que tomemos por base. E essa base é que vai nos permitindo, dentro daquilo que podemos fazer avançar. À medida que tentamos nos aproximar, nós vamos mexendo em estruturas psíquicas, emocionais, energéticas, até que a vibração nos permite experimentar novas possibilidades na existência. E isso vai contribuindo para que a gente consiga evoluir. Eu estava pensando, é uma comparação, talvez esdrúxula, mas que me ajuda no raciocínio, que é estar acostumado a um bom tempo a nos alimentar de coisas bem açucaradas e por qualquer decisão, saúde, determinação, você vai reduzindo o consumo do açúcar ou até mesmo a retirá-lo da alimentação. Quando você volta a experimentar algo que não precisa nem ter uma dose muito grande ou significativa de açúcar, você sente uma diferença. Suas papilas gustativas já estão acostumados com um outro sabor e com algo que não seja com uma quantidade tão expressiva. Então você chega até a colocar de lado, a negar ou sentir uma diferença. Isso é o que a gente vai buscando quando a nossa sintonia e as nossas buscas vão se tornando mais espiritualizadas. Aí o grosseiro, o que é agressivo, o que não
lado, a negar ou sentir uma diferença. Isso é o que a gente vai buscando quando a nossa sintonia e as nossas buscas vão se tornando mais espiritualizadas. Aí o grosseiro, o que é agressivo, o que não nos permite experimentar outro tipo de elevação, vai se tornando algo que não é mais aprasível, prazeroso ou que a gente cultive no dia a dia. É quando a gente desperta e tem aquela sensação de que determinadas convivências, situações, conversas e contextos já não mais me apetecem, já não são mais agradáveis e já é algo que eu não desejo pro meu cotidiano. E aí eu vou lembrar de Joana de Angeles quando ela fala lá em O filho de Deus. Isso sem assumir a soberba de que já se constitui em alguém melhor do que o outro. Você apenas mudou seu patamar vibracional. Aí depois aqui já para compartilhar com Nadia e Marcel na sequência, Amélia vai dizer que Jesus nasceu entre pessoas simples e desatentas. O problema não foi nenhum simples, mas o desatentas pega a gente pelo pé. é forte, porque ela vai dizendo que se foi esse Jesus que ainda é o nosso e vai ser por muito tempo desafio da humanidade, um ser que consegue dividir a história, um ser que até hoje é estudado a despeito das vertentes religiosas, mas sociológica, antropologicamente, filosoficamente, é um ser que desperta a curiosidade, ainda é investigado e até agora a neurociência vem tentando explicar aquilo que as parábolas colocam e que fazem sentido para a nossa vivência e uma libertação daquilo que até hoje nos encontramos escravizados pelo excesso de superficialidade. E ela vai dizer que a sua existência global divisória dos acontecimentos históricos e que se fizeram assinalar pelo berço de palha, sinal épico das épocas passadas e futuras. pensar nessa figura que esteve entre nós, que nos possibilitou o aprendizado a partir do exemplo e que ainda estamos labutando por exemplificar pela nossa própria postura, faz com que a gente perceba, e não é para desanimar, um distanciamento, que é um distanciamento que gera um
partir do exemplo e que ainda estamos labutando por exemplificar pela nossa própria postura, faz com que a gente perceba, e não é para desanimar, um distanciamento, que é um distanciamento que gera um incentivo para chegar na condição que ele nos apresentou, na ideia de que é pelo exercício e pelo trabalho. que nós vamos conseguir avançar. A ideia não é ser Jesus, mas entender que todos temos um Cristo interno, olhar para o modelo e vivenciar dentro do que é possível aquilo que o mestre nos ensinou. E nesse primeiro momento, nessa primeira rodada de reflexões que estamos fazendo, vamos pensar qual é o grande desafio para todos nós que seguimos simples e desatentos. Não é só o pessoal de 2000 anos atrás que era desatento de modos diferentes, por motivos diferentes, num contexto diferente. Eh, comparando com Jesus, nós em geral temos uma vida muito simples. E isso não é um elogio, mas também não é um demérito, é uma constatação que Amélia Rodrigues nos traz. e principalmente desatentas. A gente só percebe as coisas geralmente depois. Sim, mas parece que a pessoa disse isso. Ah, mas parece que aquilo tinha a ver com aquilo outro. E quando ela fala de que Jesus nasceu num contexto comum, quem olhasse assim quando ele nasceu e logo depois, quando era pequeno, ele ficou um tempo eh fugindo da perseguição de Herodes, né? José, Maria e Jesus foram para o Egito, mas depois voltaram. Ele cresceu em Nazaré. as pessoas eh o conheciam, mas esse não é o filho de José, o carpinteiro? Todo mundo conhecia um lugar pequeno. No entanto, era uma um contexto comum, mas ele não era comum. E de novo, eu vou retomar aí a partir da fala de Jamile. Eh, não é porque é Jesus, um espírito puro, um ser extremamente elevado, que a gente não consegue nem alcançar a dimensão. Não, não é isso. Todos nós, estando encarnados estamos num contexto comum. é o contexto compartilhado por toda a humanidade. Agora, devido a a segmentações do mercado, né, consumidor, do mercado produtor, a gente tem gerações que duram
encarnados estamos num contexto comum. é o contexto compartilhado por toda a humanidade. Agora, devido a a segmentações do mercado, né, consumidor, do mercado produtor, a gente tem gerações que duram poucos anos. As gerações ger durava assim o tempo de você ter um filho e o filho crescer. Essas gerações de poucos anos é porque elas segmentam aqueles grupos para eh que se possa fazer mais adequadamente as vendas. Mas é interessante observar que aquele grupo que compartilha aquele conjunto de situações que ocorreram naquele período, eles têm algo em comum. cada geração de espíritos que reencarnam, aí nós vamos trazer a partir de uma concepção espírita, cada geração de espíritos que reencarnam, ela vai encontrar o mundo de um dado jeito. Ela tem, embora os projetos individuais sejam diferentes, sejam proporcionais às condições de cada espírito, de todo modo, como coletivo, eles têm uma função. Eles vão se deparar com o contexto X e deverão idealmente ajudar a contribuir nessa e naquela direção. Eh, então nós sim nascemos em contextos comuns, comuns porque são eh não tem diferenciações, não são extraordinários, mas comuns porque são compartilhados. Eh, no entanto, embora não possamos ser tão elevados como Jesus, ele é o nosso modelo e guia, porque a vida dele expressa qual é a direção a ser tomada. E os ensinamentos dele nos trazem qual é a prioridade. Eu lembro de algumas vezes em que pessoas especiais o procuravam no registro do evangelho para algo além de ser curado. A maioria procurava porque precisar de cura. Cura espiritual, cura de doenças mentais, de doenças físicas, de problemas em geral. Mas alguns iam perguntar como obter a vida eterna? Quer dizer, como eu posso ampliar a minha realidade como espírito imortal? Como eu posso construir e viver nessa identidade? E a esse Jesus dava direções bem mais profundas, bem mais específicas. Então, quando ele diz assim: "O mandamento eu vos dou que vos ameis uns aos outros como eu vos tenho amado". Ele tá dizendo uma direção. É verdade que
ireções bem mais profundas, bem mais específicas. Então, quando ele diz assim: "O mandamento eu vos dou que vos ameis uns aos outros como eu vos tenho amado". Ele tá dizendo uma direção. É verdade que nós não conseguimos aquele amor pleno, absoluto, crístico ainda, mas nós já sabemos que o foco é em amarmos uns aos outros como Jesus nos amou. Quando ele diz, "No mundo tereis tribulações, mas tende confiança, eu venci o mundo, ele tá dizendo que é possível vencer o sofrimento mesmo para nós." Ele não disse: "Eu não tenho problemas de tribulações". Ele disse: "Não, no mundo tereis tribulações, então a gente vai ter problema, porque somos espíritos ainda problemáticos". Mas ele diz: "Tende confiança, eu venci o mundo". Não é uma coisa pessoal, é que a forma como ele se posiciona, o nível de consciência que ele alcançou, o vínculo dele com Deus, a vivência dele das leis de Deus, permite vencer as limitações, os sofrimentos e as dificuldades do mundo. Eu penso que hoje, no momento em que vivemos, é importante que aprendamos isso. Por mais que estejamos num contexto comum, nós não devemos ceder a a confortável tentação de sermos comuns. Ao nosso redor existe uma prioridade absoluta pela aquisição de bens, carro, moda, etc. A gente pode estar no mundo sem ser do mundo, como Jesus disse. Então, nós não vamos naturalizar essas escolhas. Nós vamos compreender que elas são comuns, elas são contextuais, elas não são o projeto do espírito imortal, elas são transitórias. O que é moda hoje daqui a pouco é um absurdo. Ninguém nem quer saber ou nunca mais se ouviu falar. O que é muito importante que se faça hoje, daqui a 100 anos ou menos não vai ter importância. Então, vivemos numa época que todo mundo se agonia com a transição planetária. Quem é espiritualista ou espírita? Ah, alguns acham que é o fim do mundo, outros que não tm nenhuma crença espiritual se preocupam com as questões políticas. Evidentemente esse é um dado do nosso contexto, mas a gente pode viver isso como o Cristo viveu o
é o fim do mundo, outros que não tm nenhuma crença espiritual se preocupam com as questões políticas. Evidentemente esse é um dado do nosso contexto, mas a gente pode viver isso como o Cristo viveu o contexto dele e como ele nos convida a viver o nosso contexto. Não é se aguniando, não é correndo pra internet e dizendo e pegando tudo quanto é tipo de teoria. Veja, mesmo nós que somos espíritas, a transição planetária é só um processo. A grande questão é que façamos o processo evolutivo que a gente tá fazendo desde lá do reino mineral e que vamos continuar até chegarmos a espírito puro. Então, vamos lembrar da lição e que esse é o nosso grande desafio. Recordando o que as duas garotas acabaram de falar. Nessas pinceladas sobre esse capítulo um, recordo que Jesus veio para os enfermos. E aí a internet pródiga em pps e vídeos engraçados mostra uma dona de casa indo ao açogue em um supermercado. Ô moço, com o magaref ou açogueiro, o senhor me arranja aí uma peça boa de costela para me fazer lá em casa? O homem abre o freezer, retira aquela peça graúda e disso aqui. Essa peça aqui é boa. Aqui dá para cinco pessoas sem problema. Ela disse: "Eu tô vendo que a peça é boa, é que eu não tenho em casa cinco pessoas sem problemas". É terrível, né? A piada é infame, mas é um retrato do cotidiano. Não tem quem escape. E onde a mensagem do Cristo chega, ela atinge primeiramente os enfermos, os doentes, os solitários, os aflitos, os cansados. Foi para estes que a mensagem veio. Mas quem é que leva esta mensagem para estes? os que estão mais ou menos saudáveis. Então nós temos na Terra, não vou colocar aqui metade, metade, nós temos na Terra algumas pessoas razoavelmente sadias, com possibilidade instrutivas, intelectuais, cognitivas, de sentimentos, de levar à mensagem do Cristo. A outra grande massa, a maior parte, são de enfermos dos mais variados. degradeza, enfermos psíquicos, emocionais, enfermos da alma, do corpo, de ambos ou deste deste conjunto todo de enfermidades, para quem a palavra do
, a maior parte, são de enfermos dos mais variados. degradeza, enfermos psíquicos, emocionais, enfermos da alma, do corpo, de ambos ou deste deste conjunto todo de enfermidades, para quem a palavra do Cristo, a mensagem de Jesus é um verdadeiro bálsamo. Mas essa palavra, como frisa Amélia Rodriguez de maneira muito muito direta neste primeiro capítulo, ela foi muito deturpada porque se passou a perceber que era uma mensagem de que eu podia tirar dividendos. Bom, eu conheço esse texto, sei manipular esses textos e se eu começar não a servir esse texto, mas me servi desse texto para alcançar objetivos monetários. O que surgiu foi, foram castas, foram colegiados, conjunto de sacerdotes, teologias complicadas, dogmas. Amélia Rodrigues chega a dizer claramente que colocaram não Jesus como filho de Deus, ele é o próprio Deus encarnado. Ou seja, quem inventou isso tá dizendo uma coisa óbvia. Jesus é mentiroso. Jesus andou mentindo. Eu foi aquele que me enviou. Eu vim do Pai, foi o Pai que me enviou. Rogarei ao Pai, suplicarei. Se ele é o próprio pai, o diálogo tinha que ser outro. Eu mesmo me mandei, né? Foi eu mesmo que resolvi descer. O universo ficou momentaneamente 33 anos sem regência, porque eu tô aqui na Terra visitando vocês. É o planeta mais importante do infinito. Nós, um planetinha azul perdido na periferia da Via Láctea, no terceiro lugar, é o único habitável até agora, banhado por um sol decadente, que já é de quinta grandeza, já está morrendo esse sol. Nós não somos nem alfavile do universo, a gente é favela. A gente mora na minha casa, minha vida. A gente mora em casinhas cedidas pelo governo do universo e estamos nos achando o máximo. Que audácia, que presunção, que empáfia. Ele veio para nos situar na nossa realidade, espíritos imortais em progresso lento, lutando contra as próprias aflições, as imperfeições. E por isso vou buscar uma outra imagem da internet, quando 2, 3 anos atrás, salvo engano de memória, alguém teve a feliz ideia de fazer um vídeo, talvez
o contra as próprias aflições, as imperfeições. E por isso vou buscar uma outra imagem da internet, quando 2, 3 anos atrás, salvo engano de memória, alguém teve a feliz ideia de fazer um vídeo, talvez manipulado pela IA, inteligência artificial, mostrando aquela tradicional reunião da ONU todo ano no mês de outubro. Para ali migram todos os chefes de estado. E o que a gente vê são grandes discursos comovedores. Termina uma semana de assembleia geral da ONU. Soluções que é bom, nada, só discurso de paz, de harmonia, de defesa da ecologia, disso e daquilo. Sai todo mundo dali, volta os mesmos problemas. Tá aí a terra cheia de guerra, de conflitos e de sujeira. Mas alguém fez uma ideia genial, botou um tiranossauro Rex, aquele predador de 60 milhões de anos atrás, um tiranossauro, o mais violento dos dinossauros da época. O tiranossauro falava, entrou dentro do salão da ONU e foi até aquele púlpito onde só é usado por chefes de estado. Virou-se para as delegações dos 213 países signatários da ONU e fez um discurso ecológico. Olha, nós somos dizimados por um meteorito. Há 60 milhões de anos caiu no México meteorito, ensombrou a terra, levantou poeira, a luz do sol não poôde entrar, a terra penetrou uma grande era glacial e morremos todos. Eu sou único. Mas o que é que vocês estão fazendo com a terra atual? Vocês estão destruindo também. Como eu já desapareci, sou a única espécie e o que fala, vocês também. Aí leva todo mundo a pensar. E esse tiranossauro era bilingue. Tudo que ele falava todo mundo entendia no seu idioma. Não precisava de tradutor. Só via delegação tirando o fone de ouvido porque estava ouvindo no seu idioma. Prova que era um tiranossauro evoluído, extremamente evoluído. Bom, dura 2 ou três minutos. O impacto é grande. Esse discurso a gente já sabe. Quem criou botou na boca cheia de dentes de um tiranossauro Rex. Eu tenho dúvidas. Se tirando esse animal, o próprio Cristo andasse por ali, fosse até o púlpeto, não tivesse uma delegação. Quem é esse sujeito aí?
otou na boca cheia de dentes de um tiranossauro Rex. Eu tenho dúvidas. Se tirando esse animal, o próprio Cristo andasse por ali, fosse até o púlpeto, não tivesse uma delegação. Quem é esse sujeito aí? não veio da rua, recolhe, recolhe, porque isso aí é só chefe de estado. Então ela coloca que ele realmente nosso maior desafio é compreendê-lo, introjetá-lo e vivenciá-lo, o que nos leva, talvez a afirmar que nós precisamos de um grande esforço para recristianizar os próprios cristãos. Que esforço esse traduzido aqui em alguns itens ou tópicos listados por Amélia. Eu vou voltar ao que ela trouxe sobre essa figura emblemática de Jesus. Era uma figura que impressionava todos aqueles que o fitavam. Eu não tive na atual experiência reencarnatória a possibilidade de ter olhado nos olhos um espírito que alcançou a perfeição. Mas se nós observarmos, o simples fato de mencionar Jesus já nos transforma, pelo menos emocionalmente. nos tornamos um tanto quanto mais tranquilos, em si mesmos, porque nos voltamos em profundidade para o íntimo, semelhante a algo que a gente pode denominar de magia, quando todos os anos, no mês de dezembro, nós sentimos vibracionalmente que há algo diferente no ar. E aqui não estou discutindo se no calendário isso, no calendário aquilo, não foi em dezembro, foi em março. Isso é superficialidade, como foi apontado aqui pela própria autora espiritual, que nós estamos falando é quando boa parte deste planeta se volta, quando a gente consegue deixar o bom velhinho de lado para refletir sobre Jesus, nada contra o bom velhinho. Mas o que estamos discutindo é a centralidade ou espírito do Natal. Voltar à atenção, o sentimento e a emoção faz com que a gente experimente vibracionalmente outra perspectiva de vida a ponto de nos levar a afirmações como: "Ah, isso é só no Natal, depois passa". Mas nós percebemos que há uma mudança pela simples menção deste ser. O que é um poder que atravessa milênios, circunstâncias, crenças e que se mantém prevalecendo e que estamos aí nessa luta ou pelos
Mas nós percebemos que há uma mudança pela simples menção deste ser. O que é um poder que atravessa milênios, circunstâncias, crenças e que se mantém prevalecendo e que estamos aí nessa luta ou pelos caminhos para chegar até ele? Aqui a própria Amélia fala isso, que ele ultrapassou o período que viveu. E eu gostei dessa afirmativa que ela trouxe. Ele abalou o império romano. Qualquer um de nós que tenha lido os livros de história, que tenha participado das aulas na escola, ninguém se penitencia, se faltou alguma, sempre tinha aquela ideia, o maior império que o mundo já viu, que foi o império romano, cada vez mais fazendo com que o seu território se expandisse, o poder se manifestando, estratégias como adquirir ou deixar a cultura do outro para que não houvesse tantas dificuldades. Isso a expansão vinha vindo até que a questão moral levou a derrocada, que não é aqui o mote da nossa análise. Mas um ser filho de carpinteiro que fala para maus inimigos dá César o que é de César, começou a dizer umas coisinhas pros fariseus e para alguns soldados. conseguir mexer com o império que foi o maior já visto. E notemos que não havia uma intencionalidade, uma agressividade ou um ataque, era a sua simples presença e postura. Então, fazer com que o império dessa pujança fosse abalado, estamos percebendo que não é de qualquer criatura divina que estamos tratando. E depois ela finaliza essa afirmativa dizendo que ele altera completamente a história do Ocidente. E quanto a isso, nós não temos nenhuma dúvida. Só que ela trouxe aqui pra gente uma reflexão que fez com que eu me transportasse à casas espíritas. Ela vai falar que Jesus adotava uma linguagem simples, não era uma linguagem com rebuscamento, erudição. Primeiro que havia um magnetismo na fala que adivinha da sua própria condição espiritual e que já arrebanhava as pessoas que ali estavam. Eu fico pensando, não só nesse livro, mas quando a gente vê os relatos de Humberto em Boa Nova, eh, falei até com intimidade, né, os relatos de Humberto,
que já arrebanhava as pessoas que ali estavam. Eu fico pensando, não só nesse livro, mas quando a gente vê os relatos de Humberto em Boa Nova, eh, falei até com intimidade, né, os relatos de Humberto, Humberto de Campos, não é bem íntima, quando ele traz lá no nos relatos que os discípulos o acompanhavam, mas não necessariamente o compreendiam, mas estavam alimentando ali a ideia de que o reino surgiria, que alguns até teriam eh cargos e funções de natureza política e que sairiam do julgo de Roma. Imaginam, como Nadia colocou há pouco, que a desatenção que ainda nos acompanha era natural e típica do nível evolutivo em que eles se encontravam. Então, não era um movimento de invalidação daquele império romano, de destituição, eh, de poder ou de você fazer críticas ferrenhas àquela estrutura, como João Batista o fez. Mas é interessante também os relatos que trazem que quando o cordeiro aparece, eh, há uma docificação na forma em que ele se referia aos demais. Então, a docilidade e a mansuetude do mestre também faz com que João consiga apontar as situações que precisam ser modificadas, mas não com tamanha incisividade. O que é um ser pela simples aproximação, promover mudanças na estrutura de pensamento emocional do outro? Eu fico pensando se nós com fluidoterapia, com prece, com vibração, conseguimos ocasionar e promover mudanças que as pessoas até contam, eu melhorei, eu agradeço as preces. Imaginemos o que um ser dessa envergadura poôde fazer. Outro dia eu tentei fazer um um exercício de imaginação o que seria Jesus chegar, tocar na pele de alguém com ranceníase e essa pele simplesmente voltar ao seu estado de pureza, de ausência de Isso é do campo que, claro, já conhecemos as leis, mas que poderíamos entender como fantástico. Não poderia ser algo que não causasse comoção, alguém que mexe com o poder, que faz curas diante de toda e qualquer pessoa e que fala com essa linguagem simples, que toca os tais puros de coração, aqueles que conseguiram ver a Deus. Eu até lembro de Peixinho porque
m o poder, que faz curas diante de toda e qualquer pessoa e que fala com essa linguagem simples, que toca os tais puros de coração, aqueles que conseguiram ver a Deus. Eu até lembro de Peixinho porque ele dizia que essa é a bem-aventurança que ele mais gostava, que os puros de coração verão a Deus. E ele fazia essa proposta para que nos tornássemos esses puros de coração e víssemos a Deus. E a gente ficava intrigado, como é que faz isso mesmo? E aqui a Amélia nos ajuda nesse sentido, quando ela fala aqui que teorias complexas foram criadas para explicar o simples, que é a vivência da amorosidade. Jesus então pelo magnetismo e fala que chegava até os corações, tocou esses puros porque eles sentiam vibracionalmente qual era a proposição diante do rei. você conseguia experimentar naquele momento de êxtase uma vivência genuína do que é estar naquele reino que ele trouxe, que não é o reino em que a gente vai ter vivências fustas, mesas opulentas, roupas caras. Não era disso que se estava falando. É de um reino interno onde se encontra paz a despeito do contexto adverso, o reino dos céus que tá dentro de cada um. Encontrar Jesus ou estar a caminho ou em busca dele é, acima de tudo, encontrar a simplicidade que se encontra em cada um de nós. A simplicidade no gesto, a simplicidade no encontro, na fala, no cuidado com o outro. Não se faz palestras com erudição para quem está com dor, para quem entende no momento a linguagem da fome, para quem vive luto. Nesse momento é o aconchego. Claro que o espiritismo vai contribuir, mas a simplicidade e a proximidade que as relações permitem também são fruto desse relacional exemplificado com Jesus. Queres que eu te cure? Acredita que eu posso fazê-lo? É nesse momento que a conexão se estabelece é por esses caminhos que Jesus nos convida a trilhar. Então, temos aí uma mensagem extraordinária, belíssima, tocante, profunda, simples na aparência e complexa por abordar as próprias leis da vida. E tem uma coisa que muitas vezes nos intriga, e aí Marcel já falou sobre
ma mensagem extraordinária, belíssima, tocante, profunda, simples na aparência e complexa por abordar as próprias leis da vida. E tem uma coisa que muitas vezes nos intriga, e aí Marcel já falou sobre isso. Eh, nesse capítulo Amélia Rodrigues vai falar das distorções da mensagem crística. Mas veja, Jesus falou de amor e poucos séculos depois você, se você não for cristão, você precisa morrer mesmo, porque vamos lá, nós vamos invadir tal região, no caso a Terra Santa, porque foi lá que Jesus nasceu, é um lugar maravilhoso. a gente mata todo mundo que tá morando lá para poder tomar essa terra, porque Jesus nasceu lá. É um absurdo, né? A gente olhando historicamente, olhando ao longo do tempo, a Amélia Rodrigues vai dizer: "A libertação se transforma em escravidão". Jesus era um libertador e as pessoas ficam escravizadas a modelos, a formas, a ponto de discutirem infinitamente e criarem divisões na própria cristandade, porque é para fazer desse jeito, não é para fazer desse. O ritual é esse, o ritual é aquele. Jesus é o ser, um ser extraordinariamente elevado. E no entanto, você olha a vivência do cristianismo eivada de paixões mesquinhas, interesse pessoal, orgulho, eh profundo, materialidade, a gente precisa cobrar, a gente precisa ganhar, a gente precisa, você só se salva se você pagar, se você der um dinheiro, se você não der, você não se salva. E Jesus que traz essencialmente a realidade espiritual. Eu vim para que todos tenham vida e tenham vida em abundância. Então, a vida que é eterna é a dimensão espiritual. A matéria, ela é por definição transitória. Eh, a gente confunde isso com a matéria. É sobre rituais, é sobre formas, é sobre eh o externo. A primeira impressão que pode nos dar é de que houve algum equívoco. E normalmente a leitura que se faz dessa desse contexto histórico que nós vivemos nesses 2000 anos é de que não. Aí Jesus trouxe a mensagem, nós não quisemos ouvir, nós resistimos, nós distorcemos tudo porque somos maus, somos horríveis e tal. Repare, tem um uma outra forma de olhar
esses 2000 anos é de que não. Aí Jesus trouxe a mensagem, nós não quisemos ouvir, nós resistimos, nós distorcemos tudo porque somos maus, somos horríveis e tal. Repare, tem um uma outra forma de olhar isso que é a ideia de que Jesus sabia com quem estava lidando, né? Sabemos que ele foi eh o, digamos assim, o organizador deste orb planetário. Ele é um espírito tão elevado junto com a sua equipe, uma pleade de espíritos elevados. Eles então constituíram desde tempos imemoriais o planeta, as experimentações sobre a vida, a vida inteligente, a possibilidade do espírito reencarnar, fase humana. Gente, será que ele pensou mesmo que era só chegar lá na Galileia, dizer essas coisas maravilhosas e o povo ia entender? Aí eu me lembro de um místico italiano, Pietro Baldi, muito interessante a obra dele, que ele vai falar de uma coisa chamada A descida dos ideais. Ele vai dizer, e podemos tomar isso como hipótese, que essa é a forma normal de nós aprendemos, aprendermos e conceitos mais elevados. Num primeiro momento você fica deslumbrado. Jamile falou sobre isso. A presença de Jesus, ela produzia um efeito por si mesma, um impacto por si mesma, não só pelo fenômeno, mas algo naquele ser era extraordinário. Algo naquele ser falava a alma. E a gente compreende um espírito puro, eh, falando com espíritos de terceira ordem, espíritos muito materializados, eh, a ele, a pessoa não entende o que é, mas ela sente que aquilo é pura luz. No entanto, a estrutura de consciência, o nível de consciência, a capacidade de compreender a realidade, vamos lá pra escala espírita. Eu gosto muito de Jamil sempre fala, mas é muito interessante quando ele vai dizer a característica principal dos espíritos de terceira ordem, eles não compre eh eh o o interesse pessoal eh eles vivem identificados com a matéria, eles não compreendem Deus, tem uma vaga intuição e não entendem as leis de Deus. Por isso a rebeldia de tá brigando. Então não é porque são maus, é porque no nível de evolução eles estão num ponto onde a
s não compreendem Deus, tem uma vaga intuição e não entendem as leis de Deus. Por isso a rebeldia de tá brigando. Então não é porque são maus, é porque no nível de evolução eles estão num ponto onde a dificuldade é muito grande. O que é então que a gente faz quando a gente assiste um filme muito complexo que a gente não entendeu nada, ou lê um livro ou ouve uma falar de uma situação, você traduz aquilo pro seu nível. Então, eu não posso crer que Jesus não sabia desse mecanismo. A, mais ainda que Jesus não compreendia o processo evolutivo, que é você traz aquela coisa maravilhosa pro seu nível e o seu nível é o nível do egoísmo. Então, só eu que sou cristão. Vamos lá. Quem os outros que tem que ser cristãos, senão eu mato porque eu tenho que me impor, eu tenho que ter poder e outras coisas mais. Ao longo dos séculos, veja aí sim quantos espíritos elevados reencarna. Aí você tem um Francisco de Assis, por exemplo, né, que ele chega e é muito interessante que ele tem uma percepção, ele tem um ele ouve parece que a voz de Jesus, algo assim dizendo concerte a minha igreja. Com certeu, então restabeleça, restaure a minha igreja. E ele tava numa igreja em ruínas. Ele entendeu que era para consertar a igreja. Então, prontamente se pôs mãos à obra, consertou, botou a igreja toda bonitinha. Aí ele entendeu que não era aquela igreja de pedra para ser consertada, era outra lógica. E ao longo do tempo veio muita gente. O que é que isso nos diz a nós como indivíduos? Nós também fizemos e faremos isso. A gente só não vai fazer isso quando a gente for espírito puro. Verão a Deus, Jamile falou, estarão em contato direto com Deus. Jesus diz: "Eu e o Pai somos um". Quando a gente chegar nesse nível, a gente vai ver tudo e compreender tudo. Até lá nós vamos sempre trazer pro nosso nível o que que a gente precisa fazer. A gente precisa não desistir, a gente precisa refletir, a gente precisa ampliar a nossa consciência, a gente precisa vivenciar cada vez mais, cada vez com mais intenção, porque aí
gente precisa fazer. A gente precisa não desistir, a gente precisa refletir, a gente precisa ampliar a nossa consciência, a gente precisa vivenciar cada vez mais, cada vez com mais intenção, porque aí sim vamos fazê-lo de uma forma melhor aquilo que Jesus nos ensinou. No livro Boa Nova, irmão X, nosso caro Humberto de Campos, ali pelo capítulo 4 situa de uma entrevista de profunda emoção. Um homem, evidentemente Galileu, adentra-se em Jerusalém, mas fica à margem do templo porque fazia muito calor naquele momento. era quase meio-dia, a chamada terceira hora. E um grupo de sacerdotes da principal sinagoga do estado israelita, a sinagoga de Jerusalém, que era dentro do templo, passando por ali, vem aquele homem e se incomoda com sua beleza, seus traços israelitas de uma beleza em comum. E um dos sacerdotes é Anã. E Anã quebra o silêncio. Galileu, que fazes em Jerusalém? É um inquisidor mesmo. Passo por Jerusalém buscando fundar o reino de Deus. Reino de Deus. E que pensas tu vem a ser isso? O reino de Deus é o amor do Pai no coração da criatura humana. E aí começa um interrogatório. De onde seguirão surgirão os teus aprendizes? Pensas erguer um império todo feito de lama? E aí vai tentando ridicularizar. A ideia de um reino é sempre palácios, casas, animais, exércitos, burras, aquelas arcas cheias de ouro, de pedra, como foi Creso, como foi Alexandre Magno da Macedônia, que ao chegar a Corinto, o golfo de Corinto na Grécia, de águas infinitamente azuis, encontrou Diógenes, o filósofo cínico. Cínico é uma filosofia, não é o contexto de que hoje se aprecia essa palavra, a pessoa cínica, o cara de pau. Não é isso não. Diog era cínico porque ele perseguia um princípio filosófico. A felicidade tá contida em você, não tem nada. Quer ser feliz? Desprenda-se de tudo. Pronto. Você não tendo nada, você não tá refém de nada. Eis que Alexandre Magno chega a Corinto e fica num barco bem grande no mar e manda seus capitães, seus cabos de guerra. Um deles vai até Diógenes, que tá sentado na soleira de de casa, no
fém de nada. Eis que Alexandre Magno chega a Corinto e fica num barco bem grande no mar e manda seus capitães, seus cabos de guerra. Um deles vai até Diógenes, que tá sentado na soleira de de casa, no alprio da casa, tomando tomando banho de sol, pelado, peladão, como vê a terra, uma boa, bem tranquilo. Chega aquele homem parrudo e disse: "Diógenes, eu sou enviado de Alexandre Magno da Macedônia, o Senhor do mundo. Ele é teu admirador como filósofo e te convida a ir a bordo do barco. Ele mandou me chamar. Eu não chamei ele. Eu vou ficar aqui. Ah, mas se tu não fores até o barco dele, ele destrói Corinto. Corinto. Diord respondeu: "E eu com isso não moro na cidade, moro na zona rural. Pode destruir a cidade, tô nem aí." A alegria do palhaço é ver o circo pegar fogo. Pode quebrar com tudo. Mas o capitão achou aquilo tão ridículo, né? Desafiar Alexandre. voltou ao barco e disse: "E Alexandre, isso é meu filósofo, por isso que eu amo, que ele só dá respostas diferentes. Foi a terra, ficou na frente dele. Diógenes olhou para aquele homem poderosíssimo, temido, e ele disse: "Diógenes, eu sou teu admirador. Vem ser meu filósofo no meu reino e eu te darei metade do meu reino." Georgen só disse: "Não me tire o que você não pode me dar. Sai da frente que eu tô tomando banho de sol. Você tá criando sombra, eu tô sem pegar meu bronze." Aí ele saiu, deu risada. Meses depois, Alexandre morreu aos 44, 34 anos vítima de uma febre que o matou. E Diógenes ficou com a sua filosofia propondo o desprendimento das coisas. Jesus sofreu esse interrogatório de um de um juiz, de um sacerdote, que dois anos depois seria o inclemente magistrado de sua causa. Jesus conhecia a sombra que tava nele, como conhece a sombra que tá em todas as ovelhas que ele pastoreia na terra. E nem por isso perdeu a esperança. Eu vejo frequentemente, né, até mesmo religiosos estamos incluídos, tiramos férias, pausas, fechamos igrejas, fechamos centros espíritas, fechamos lugares e religiosos, porque há momentos no ano,
nça. Eu vejo frequentemente, né, até mesmo religiosos estamos incluídos, tiramos férias, pausas, fechamos igrejas, fechamos centros espíritas, fechamos lugares e religiosos, porque há momentos no ano, Natal, carnaval, que é preciso dar uma pausa e a gente fecha. Eu tô muito preocupado se Jesus tirar 30 dias de licença premmium. O que é que vai ser da terra? Se o Jesus disser assim para Deus: "Senhor, em 2000 anos que eu labuto por esse povo, tô cansado. Vou tirar 30 dias licença prêmio, vou para uma outra galáxia, daqui a pouco eu volto." Aí é que a gente se perde com ele tá difícil, sem ele será quase impossível avançar. Então, a importância desse homem rasgando a história, dividindo a história e trazendo uma mensagem que a criatura humana que o interpreta complicou, mas quando ele é analisado de perto e com o coração, ele é simples como o lírio do campo. Ele é vigoroso como a labareira de fogo. Ele é astuto como a serpente. Ele é suave como trigal, balançando ao vento com suas espigas maduras. E ele tem a força do nascente do sol e tem a poesia do crepúsculo quando o astro rei se deita sobre a montanha. Beleza, né? Nessa nossa última rodada nesta noite, eu vou trazer alguns pontos que eu acredito que mereçam destaque, se é que tem algum que esteja fora dessa condição, mas essa afirmativa de que todas as pessoas que eu entenderam pelo coração ofereceram-se em holocausto de amor ao seu amor. Pronto, a gente já pode ir para casa e passar a noite refletindo sobre essa afirmativa, porque mexe com a gente. Não estamos fazendo nenhum tipo de convite, não tem nenhuma cruz aí fora para que sejamos então nela apregados. Fiquem muito tranquilos quanto a isso, porque todos nós temos ciência e até consciência das cruzes que trouxemos e que estamos carregando. Eu gosto daquela afirmativa que Kardec traz pra gente eh em a gênese. Não são mais as entranhas geológicas do planeta que estão se mobilizando, mas as entranhas dos espíritos na labuta por crescer e por evoluir. Então, todos nós em algum
c traz pra gente eh em a gênese. Não são mais as entranhas geológicas do planeta que estão se mobilizando, mas as entranhas dos espíritos na labuta por crescer e por evoluir. Então, todos nós em algum momento estamos em holocausto, estamos em sacrifício, mas na concepção do sagrado ofício do servir a Deus. essa ideia que ela traz complementando de que aqueles primeiros cristãos marchavam felizes para o martírio porque já estavam certos da vitória fora do corpo, que era a imortalidade. E não é para que a gente use aquela afirmação: "Ah, mas viram o que denominamos ou é conhecido como ressurreição?" Os primeiros cristãos, aqueles outros que temos conhecimento, não participaram desse momento, ouviram no mesmo tempo, na contemporaneidade, aquela situação, mas bebiam das histórias. Então, não é necessariamente a vivência ou ter visto que faz com que a gente se mobilize, mas a certeza da imortalidade, da responsabilidade pelos atos, pela busca por esse autoconhecimento. Conheceis a verdade, ela vos libertará. a verdade que está íncita em cada um. Nisso eu fiquei pensando que cada um tem a sua cota de sacrifício e que às vezes achamos que só se nos tornarmos mártires que isso vai ter de fato efetividade. Não é essa a perspectiva trazida aqui. É que cada um tem o seu quinhão trazido, entendido e que vai vivendo os seus sacrifícios diários. E isso já significa que estamos ou entendendo ou na busca por entender Jesus nos nossos corações. Tenhamos essa perspectiva que é de esperança, que martírio significa simplesmente olhar os atos do passado reescrevendo a nossa história na atualidade. É isso que é espiar, olhar de perto as consequências do que fiz para não repetir e encontrar a Deus. Tenhamos esperança. Ela se encontra no evangelho. E sim, nós percebemos como eh há há vivências degradadas da mensagem do Cristo. Toda vez que se odeia em nome do Cristo, toda vez que se busca destruir o outro em nome do Cristo, eh está se degradando a mensagem do Mestre. Contudo, a nós cabe
ias degradadas da mensagem do Cristo. Toda vez que se odeia em nome do Cristo, toda vez que se busca destruir o outro em nome do Cristo, eh está se degradando a mensagem do Mestre. Contudo, a nós cabe buscar qual é a percepção mais ampla que eu consigo ter quando eu leio o evangelho, quando eu penso em Jesus, quando eu vejo a diante de mim os seus ensinamentos, como é a percepção mais ampla que eu posso ter. E aí eu busque viver essa percepção, não criticar os outros porque estão fazendo assim, porque estão fazendo desse jeito, porque só tem interesse material. Nunca foi, não tem nenhum trecho do evangelho que vejamos o ensino de Jesus onde ele diga que é pra gente ficar fiscalizando a vivência espiritual dos outros. a gente tem que fazer o nosso caminho. E aí, como Jamile falou, é o que nos cabe fazer. E faremos isso na certeza de que a mensagem crística não desapareceu. É uma ilusão. A mensagem crística não vai desaparecer, não pode desaparecer, porque ela traz para nós a lei de Deus que já existe, completamente registrada na nossa consciência de espíritos imortais que somos filhos de Deus. Qualquer coisa que a gente vê não é essência, é forma, porque ainda estamos no mundo das formas, ainda temos uma consciência voltada para as formas. Mas não vamos esquecer que Jesus, este ser extraordinário, marcou para sempre a nossa alma. Todos nós que somos humanidade nesse planeta, em qualquer época, veio de outro planeta, veio, vai para outro planeta. Isso não é importante nós aqui, a presença dele caminhando entre nós marcou para sempre este planeta, todos os reinos, não só o reino humano, com aquele padrão vibratório de um espírito puro, aquele que é um com o pai, a luz do Cristo, a luz da presença divina, isso está em nós. Então, o que nós vamos fazer é buscar realizar da melhor forma que pudermos, sem julgamento, sem crítica, sem comparação, sem desânimo. Eu vou fazer o melhor que eu puder para vivenciar o máximo que eu entendo da mensagem do Cristo. É só isso que a
a melhor forma que pudermos, sem julgamento, sem crítica, sem comparação, sem desânimo. Eu vou fazer o melhor que eu puder para vivenciar o máximo que eu entendo da mensagem do Cristo. É só isso que a gente tem que fazer, estar sempre com ele. Ela começa o capítulo dizendo: "Ele é um grande desafio". encerra o capítulo dizendo que ele faz falta, mas no pescoço de muitos cristãos daquela correntinha com aquela cruz. Ele permanece 20 séculos depois crucificado por aqueles que o dizem amar. Seria bom nós entrarmos combias corpos, solicitar aos tribunais que soltassem Jesus mediante tornoseleira eletrônica ou pagamento de fiança pra gente apurar qual foi o delito dele, que foi é o prisioneiro mais longevo da história. 2000 anos crucificado até quando? Eis a pergunta, Marcel, até quando? E aproveitando os nossos momentos finais, eu desejo responder a Edinalva. Ednalva nos perguntou no chat se o programa de verão é só presencial. Sim, Edinalvo, ele é só presencial. E vou aproveitar esse ensejo para relembrar que na próxima segunda às 18 horas aqui na sede da Federação Espírita do Estado da Bahia, teremos o último momento de encontro do programa de verão com a temática Aprimorando a Vivência em comunidade. Se você estiver em Salvador, Edinalv é convidada. Aguardaremos por você e os demais irmãos e irmãs interessados. Voltar a lembrar a abertura do ano federativo no domingo, dia 25, às 8 horas da manhã, também aqui na Federação Espírita do Estado da Bahia. E como prece e vibração podem ser atendidos quando fazemos com espírito genuíno e com desejo que as coisas se efetivem, eu vou atribuir a plenária aqui presente o fato de que na próxima segunda-feira, sim, estaremos aqui presencialmente. Alguma solução foi encontrada para a nossa alegria e voltaremos a estar aqui agradecendo ali, ó, a nossa equipe que está comemorando Luí e Ariel ali festejando. Vocês não veem, mas são os nossos apoios. E agradecer a Jaqueline pela pesca aqui no WhatsApp. agradecer os três que me permitiram trazer essa
a equipe que está comemorando Luí e Ariel ali festejando. Vocês não veem, mas são os nossos apoios. E agradecer a Jaqueline pela pesca aqui no WhatsApp. agradecer os três que me permitiram trazer essa excelente notícia, porque partilhar presencialmente da companhia das vibrações, de fato, é diferente, embora apreciemos muito a companhia de todos vocês aí no chat, tanto na TV FEB quanto Mansão do Caminho. E agora só vou enumerar para de fato nos despedirmos e agradecer as presenças daqueles que estão em Lauro de Freitas, Feira de Santana. Nossa querida Valéria, Viamão, no sul do Brasil, Portugal, Cascavel, Paraná, Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, Recife, Pernambuco, Santa Maria da Vitória, Curitiba, o Centro CelaV em Conceição do Coité está conosco toda segunda-feira, Chapada Diamantina, o Centro Espírita Caminho da Luz em Irará, que eu acho que tem a maior frequência porque tem vários nomes do a Caminho da Luz. São Paulo, Bom Jesus da Lapa, Ilhelus, Juiz de Fora, Minas Gerais, Alagoinhas, Aramari, com querido irmão Luiz, Juazeiro e Barreiras. Tenhamos todos uma excelente noite e continuem conosco pelos caminhos de Jesus. Até segunda. [música]
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