Para Viver o Evangelho | Episódio 198 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Capítulo 2)

Mansão do Caminho 27/01/2026 (há 1 mês) 1:00:22 1,102 visualizações 180 curtidas

Para Viver o Evangelho é um web programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Apresentado por Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa dedica-se ao estudo e à reflexão dos ensinamentos de Jesus à luz da Doutrina Espírita, com fidelidade aos princípios cristãos e ao legado deixado pelos grandes benfeitores espirituais. Nesta nova etapa, o programa passa a estudar a obra “Pelos Caminhos de Jesus”, de Amélia Rodrigues, pela psicografia de Divaldo Franco. Capítulo a capítulo, os encontros conduzem o público a uma análise cuidadosa das lições do Cristo, convidando à renovação moral, ao fortalecimento da fé e à vivência sincera do Evangelho no cotidiano. Com linguagem clara, abordagem respeitosa e profundidade doutrinária, Para Viver o Evangelho mantém-se como um espaço de aprendizado contínuo e reflexão edificante. 👉 Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe semanalmente este estudo esclarecedor. 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro da programação e de outros conteúdos espíritas. 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #PelosCaminhosDeJesus #AmeliaRodrigues #DivaldoFranco #DoutrinaEspirita #EstudoDoEvangelho #EvangelhoComJesus #EspiritismoCristao #MansaodoCaminho #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Caros internautas, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos a mais um programa Para Viver o Evangelho e a todos que estão aqui presencialmente conosco, vibrando, participando e acompanhando a dissertação da nossa querida Amélia Rodrigues no livro Pelos Caminhos de Jesus. Vocês hoje devem estar observando que estamos no formato quem nos acompanha desde o início de para viver o evangelho no formato inicial até que consigamos os ajustes necessários de natureza tecnológica neste salão. Considerando que isso não é prioridade, o momento é que nós consigamos pensar e refletir sobre o evangelho, esses detalhes vão sendo ajustados com o tempo. Mas desejo compartilhar com todos vocês que ontem, no domingo, nós fizemos a abertura do ano federativo da nossa federação do estado da Bahia. Então, passamos uma manhã muito agradável, de convivência com a apresentação de todas as atividades programadas para o ano, que não vamos aqui descortinar uma a uma porque são muitas e à medida que elas forem se aproximando, faremos então essa partilha com todos vocês. Temos cursos, seminários, o encontro estadual de 31 de outubro a 2 de novembro. Temos os encontros macrorregionais que terão início em 24 de julho e mais próximo de nós nós temos a Caravana Baiana da Fraternidade, já na próxima segunda-feira, dia 2 de fevereiro, com início programado com o tema espíritas, univos. Então, os nossos conselhos regionais e distritais, casas espíritas, estejam então atentos para as visitas que terão início e nosso momento de confraternização e fazer com que os nossos laços fiquem ainda mais próximos e duradouros. Nesta noite, como vocês já estão sabendo, estamos com o capítulo dois, a grande luz. E vamos então ter o início dos comentários com a nossa irmã Nádia Matos, seguida então de Marcel Mariano. Boa noite a todos. Muita alegria estarmos juntos aqui com o pessoal que tá presente fisicamente, que sempre vem e também com vocês aí à distância através da internet. Como Jamile falou, nós estamos dando continuidade a esse texto precioso

mos juntos aqui com o pessoal que tá presente fisicamente, que sempre vem e também com vocês aí à distância através da internet. Como Jamile falou, nós estamos dando continuidade a esse texto precioso de Amélia Rodrigues. Quando ela vai falar nesse capítulo dois sobre a grande luz, ela vai falar basicamente sobre Jesus na Galileia, Jesus presente entre nós, Jesus se apresentando. Por quê? Ele nasceu. Aí temos no relato de Lucas a os episódios da natividade, os pastores, a a viagem para Belém, todas as coisas que nós já conhecemos. Depois tem a perseguição de Herodes e através de um sonho, José fica sabendo que havia um risque que ele deveria fugir com a criança e com Maria para evitar essa perseguição. Então Jesus passa aí um período que eu não sei dizer quanto tempo, mas foi um período curto no Egito. E retorna para Nazaré, que era onde a família morava e aonde Jesus cresceu. Mas cresceu, viveu, trabalhou na carpintaria com José, a vida normal, até que ele começa a sua vida pública. E ele começa a sua vida pública, eh, mostrando os conhecimentos, mostrando os ensinamentos, mostrando a que veio. Essa é a grande luz que nós vamos ver nesse capítulo. Tem uma coisa que a Amélia Rodrigues, ela, eu diria que ela idealiza um pouco a Galileia, porque se se levarmos ao pé da letra tudo que ela fala, a Galileia era um lugar de seres evoluíds é, acredito eu, um recurso da descrição da narrativa para mostrar que, na verdade, foi naquele lugar do planeta que Jesus pôde trazer a sua mensagem. Então, havia uma comunidade de pessoas simples, pescadores, eh trabalhadores de outras ordens ali na Galileia, onde ele podia se apresentar, onde ele tinha amigos, onde ele tinha, ele foi chamando os seus seguidores. Então, essa eh as características da ação de Jesus, elas são trazidas nesse capítulo para mostrar Jesus chegou com a sua presença e a sua qualidade. Podemos refletir que nós também, tudo que nós fizermos na vida, a gente só vai saber fazer através das qualidades que já temos.

capítulo para mostrar Jesus chegou com a sua presença e a sua qualidade. Podemos refletir que nós também, tudo que nós fizermos na vida, a gente só vai saber fazer através das qualidades que já temos. Nós podemos ter os melhores ideais do mundo, mas é com as ferramentas de caráter, de personalidade, de conhecimento, de práticas, de relacionamentos que nós adquirimos, que nós vamos poder fazer aquilo. Então, a ação que nós fazemos, ação no bem, ação que nós fazemos em benefício do coletivo, ela é feita sempre a partir da pessoa que nós somos. E isso não significa que nós temos que esperar ser pessoas perfeitas, maravilhosas, extraordinárias para fazermos alguma coisa. Não. Nós vamos fazer sendo quem somos, com as qualidades e com os defeitos. Por quê? Porque ao longo da vida, ao longo dos relacionamentos, ao longo das ações, ao longo das tarefas, é que nós vamos inclusive nos aperfeiçoar. Então, uma pessoa quer, deseja eh fazer algo a benefício do próximo, do coletivo, da própria comunidade, aqui nós falando como espíritas no centro espírita, na coletividade espírita. Ah, mas eu sou uma pessoa impaciente. Ah, mas eu sou uma pessoa tímida, toda preocupada. Ah, mas eu sou uma pessoa toda sensível. Tudo me ofende. Isso são imperfeições que se eu carrego comigo, eu não devo deixar de fazer o bem esperando o dia que eu vou ser uma pessoa corajosa, o dia que eu vou ser uma pessoa tolerante, o dia que eu vou ser uma pessoa calma. a gente vai com o que tem, vai fazendo o possível para se melhorar, vai tolerando as consequências das nossas os nossos equívocos, mas vai buscando se aperfeiçoar também. Aí vale aquele conceito que nós sabemos de cor. Conhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega em dominar suas más inclinações. Não é que eu fique sentada confortavelmente, ah, eu sou assim mesmo, sou uma pessoa impaciente, acabou. Não, eu vou reconhecer as limitações, mas eu vou priorizar fazer o bem, sabendo que vou tomar muita bordoada das

ue sentada confortavelmente, ah, eu sou assim mesmo, sou uma pessoa impaciente, acabou. Não, eu vou reconhecer as limitações, mas eu vou priorizar fazer o bem, sabendo que vou tomar muita bordoada das pessoas por causa daquela impaciência ou da timidez ou da precipitação, seja qual for a o defeito que a gente observa ainda. Mas é preciso ter a coragem de fazer o bem. E isso a gente vê nos apóstolos que Jesus chamava. Ele não olhou assim, deixa eu chamar os mais evoluídos para virem trabalhar comigo. Certamente eles eram mais evoluídos do que a maioria. consta nos relatos de espíritos que foram espíritos que vieram com ele, mas eram pessoas com limitações. A gente vê que eh Pedro era impaciente com todo mundo. A gente vê que os irmãos boanéges, os filhos de João e Thago, eh eles participaram, foram com a mãe para pedir um lugar privilegiado no reino de Jesus. Eles estavam de olho no cargo. Repare a gente, ah, meu Deus, não é isso aí. Com as imperfeições, você vai, porque se você quer fazer o bem, você vai ao longo da vida, com muito esforço, com muito empenho, você vai se aperfeiçoando e enquanto isso vai ajudando com as qualidades que você já tem, que ninguém é só defeito. Toda atividade realizada por um guru, por um avatar ou por um missionário, nunca é desempenhada no solo do mundo junto aos necessitados de maneira unilateral. Invariavelmente, a história registra que estes missionários, quando pousam na terra e se vestem de carne, aliciam discípulos, preparam obreiros, treinam continuadores ou escrevem ou permitem que determinados companheiros escrevam sobre suas vidas, de modo a que a mensagem fique como herança para aqueles que virão depois. Assim vemos a figura do filho de Termutes, Moisés, que foi escrevendo os cinco primeiros livros da Bíblia de modo a deixar agrafada as ideias, os pensamentos que tinha sobre a visão monista, a visão de um Deus único, a visão deísta em contraponto a aqueles dias de pluralidade de deuses. Jesus nada escreveu, mas permitiu que dois dos seus

as, os pensamentos que tinha sobre a visão monista, a visão de um Deus único, a visão deísta em contraponto a aqueles dias de pluralidade de deuses. Jesus nada escreveu, mas permitiu que dois dos seus discípulos, testemunhas oculares, o fizessem e dois que não conviveram com ele o fizessem, ouvindo terceiros, Lucas e João Marcos, mas conhecido só como Marcos, que era muito pequeno, conheci Jesus, mas era de criança para adolescente. na idade madura escreveu o seu evangelho. Somente Mateus e João, o evangelista estiveram com ele na maioria das circunstância e dos fatos que se deram. Aí a aquarelista do Evangelho situa também a região onde ele viveu e onde ele escolheu, demonstrando de que a cultura, como era conhecida em Jericó, comerciantes astutos, raposas da casuística, o Jerusalém que estava cheia de doutores da lei no colegiado do templo de Salomão, discutindo as tricas e elaborando teologias complicadas que o povo mal entendia, mas cumpria com medo. Ele então aproveita um terreno de simplicidade, de profunda amorosidade, de homens que estão vinculados a um aprendizado simples. Importava aquelas pessoas a extensão além do colegiado de discípulos. Importava aquelas pessoas comer, beber, dormir e procriar, atender suas necessidades básicas. Mas eis que surge um homem que onde espalha a sua virtude, onde tocam no seu manto, se cura, aí é convidar o palito de fósforo a ter uma entrevista com o barril de pólvora. É natural que a massa de doentes, desenganada por uma medicina absolutamente impotente, a época, paraa maioria das doenças, só tinha panaceias, não remédios específicos, levasse seus enfermos, seus lunáticos, seus obsidiados ou endemoniados para que ele os libertasse. Aí o cântico de que Israel nunca via um profeta desse que late, mas costuma-se dizer de que ninguém é santo, né? Ninguém é santo na sua própria terra natal. O que pode vir de bom de Nazaré? Driam outros, aquela terra miserável, pequena, reclusa, só tem ignorantes, parvos. E de repente surge uma voz profética que

Ninguém é santo na sua própria terra natal. O que pode vir de bom de Nazaré? Driam outros, aquela terra miserável, pequena, reclusa, só tem ignorantes, parvos. E de repente surge uma voz profética que arrebanha multidões. Quanto mais ele curava, quanto mais ele pacificava as criaturas em agonias e aflições superlativas, mas a novidade corria de boca em boca, de ouvido em ouvido, atraindo multidões de várias regiões que acorriam ali para escutá-lo, mas invariavelmente atrás do seu toque curativo. Rodrigues, a nossa poetisa do Evangelho, situa muitos dos curados não ficaram com ele. Ainda hoje se observa essa estranha processão. Estão muita gente atrás dos antônios conselheiros de ocasião, os profetas, os arrastadores de massa, que aparentemente apresentam indícios de cura no êxtase que as pessoas são tomadas. curada estas pessoas, elas fogem, elas vão buscar outras doenças para atender o seu processo de vitimização, que não tratado, vai engendrar sempre mecanismos de aglutinamento, de agregação de uma outra enfermidade para o indivíduo continuar sendo coitadinho, tadinho no dizer do cantor Fernando Mend. Ele então percebendo que na terra de sapo de cócoras com eles, ele distribuiu as curas dos tecidos físicos que iam morrer, porque todo mundo que ele curou morreu. Ele distribuía a cura na certeza de que alguns despertariam, iriam buscar a palavra, a verdade libertadora, mais do que a saúde do corpo transitória, sempre passageira, a saúde integral, o conhecimento, a libertação das imperfeições internas. E isso ele foi fazendo com a pedagogia que ele cabia. era um excelente contador de histórias e o semeador saiu a semear. Se eu coloco aí reticências, todo mundo vai começar a se perguntar: "Quem eram esses semeadores? Que tipo de semente, onde é que eles estavam plantando o que com pretensão de recolher o quê? Isso ele só disse mais tarde, mas começando a história era uma vez. Existiu isso, um rei. Aí contava a história e prendia a atenção daquelas pessoas. Dentro da história, um ensino

o de recolher o quê? Isso ele só disse mais tarde, mas começando a história era uma vez. Existiu isso, um rei. Aí contava a história e prendia a atenção daquelas pessoas. Dentro da história, um ensino moral. era um homem fabuloso. >> De fato, concordamos com essa ideia de que era um homem fabuloso. E eu estou impressionada com a manifestação dos nossos internautas que já elegeram o capítulo dois como um dos preferidos do livro, só que ainda temos uns 23 à frente. [risadas] De fato, é um capítulo instigante, com muitas coisas para que a gente aborde. Talvez não consigamos todas, até porque as visões são diversas e diferentes, mas vamos tentar trazer o máximo possível para trocar com vocês. Logo no iniciozinho, Nadia já trouxe essa questão do de uma narrativa que vai descrevendo a Galileia como o lugar ideal paraa chegada de Jesus. E nós vamos notando que a autora espiritual vai dando ênfase à simplicidade dessas pessoas, sendo até denominadas como puras de sentimento. Então foi um lugar escolhido pela característica das pessoas que ali habitavam e, portanto, pessoas mais suscetíveis a captarem a mensagem do Cristo. E aqui ela vai dizer que isso aconteceu porque ainda não estavam essas pessoas acometidas pelo processo da cultura van, superficial, esvaziada, sem valores espirituais ou espiritualizantes. E isso fez com que os seus hábitos não fossem pervertidos. E aí eu fico pensando que esses hábitos, como aqui foi colocado, despertariam apetites e paixões amesquantes. Olhando o nosso panorama atual, não nos falta processo de cultura van. E o quanto esse nosso exercício precisa ser redobrado para que não nos submetamos a algo que nos impõe comportamentos, posturas, fugas que nos distanciam de uma ideia de vivência mais espiritual. Então aqui essas pessoas, embora vivessem numa escassez do ponto de vista material, a ausência das distrações lhes permitia centrar a atenção e a vivência naquilo que era essencial, crescimento espiritual, possibilidade de vislumbrar essa divindade de um modo mais tranquilo

material, a ausência das distrações lhes permitia centrar a atenção e a vivência naquilo que era essencial, crescimento espiritual, possibilidade de vislumbrar essa divindade de um modo mais tranquilo e mais puro. Isso nos ajuda então a chegar à conclusão de que o excesso gera distrações e a escassez nos permite focar a atenção naquilo que é primordial. Mais à frente, ela vai então dizendo conforme a descrição de Mateus, que Jesus vai percorrendo a Galileia, ensina nas sinagogas, proclama a boa nova e, como Marcelo já trouxe, ia curando o povo das doenças e enfermidades. É interessante a gente ir notando que o próprio espiritismo quando se descortina e se apresenta como a revelação dos espíritos, também em primeiro lugar traz os fenômenos, mesas girantes, as batidas para despertar a atenção. Jesus precisou fazer um caminho semelhante com as curas, porque isso despertava a atenção. dores muito evidentes eram então eh colocadas como algo que ele poderia sanar, curar ou aliviar aqueles corações, não só os corpos, mas também as dores da alma. E observando ali também o que foi trazido, teve um internauta nosso que destacou essa questão da dor como o que mais chamou a sua atenção. E aqui a gente vai vendo, conforme a descrição de Amélia, que dor vai ser vivida de acordo com os nossos níveis evolutivos. Aqui é dito que enquanto a dor a selvage alguns indivíduos, a outros docifica. Então, se nós estamos vivenciando situações de dor, angústia, constrangimento, sofrimento, quero uma coisa e não consigo fazer, desejava que a minha vida, a minha existência se desenvolvesse de um modo, mas as injunções ou aquilo que Kardecinou de vicissitudes, circunstâncias que nos arrodeiam por aquilo que nós atraímos a partir da nossa semeiadura, faz com que a gente questione, se revolte, não aceite aquilo que busquei. Porque eu estou tirando uma fotografia estanque da minha caminhada espiritual. Então, se olho a atual existência como algo que me aprisiona e não me permite viver o que entendo como felicidade, a

uei. Porque eu estou tirando uma fotografia estanque da minha caminhada espiritual. Então, se olho a atual existência como algo que me aprisiona e não me permite viver o que entendo como felicidade, a minha vida vai ser de desgosto, frustração, decepção, porque eu queria estar presenciando e vivendo horizontes outros. Então isso me deixa selvajado no sentido de ser aquele que não compreende que a minha existência está caminhando a par e passo com uma lei de justiça e bondade. E aqueles que conseguem se ducificar nos processos de reeducação são justamente aqueles que já conseguiram compreender que tudo o que estão passando é para o seu crescimento, o que não tem a ver com essa ideia de que só pela dor conseguimos evoluir. A dor se torna recurso pedagógico adotado, ou melhor, didático adotado pela divindade. E aí pedagógico, a gente pode até adotar como crianças. espirituais que ainda estamos, mas o didatismo divino se vale desse mecanismo que nós criamos a dor pela invigilância para nos trazer novamente a um caminho com o qual nós podemos chegar até ele. E aqui ela denominou de uma forma muito interessante a dor como um mecanismo que nos acompanha no organismo social em todas as épocas e que também pode ser identificado como um fenômeno biológico de desgaste emocional, de reajustamento. E aí eu fiquei pensando fenômeno biológico de desgaste emocional de reajustamento. E aí realmente fui lembrando que quando vamos nos desequilibrando, nos preocupando excessivamente com coisas que ainda não aconteceram num contexto de ansiedade, de dificuldade, de sempre querer mais, a ideia do destaque, uma sociedade imagética como essa que estamos então experienciando, a imagem vale tudo, enquanto que aquilo que de fato somos não é considerado ou criamos uma personagem para sermos aceitos, isso causa um desgaste emocional que quando então nos percebemos como criaturas esvaziadas, desejosas de amorosidade, o processo de reajustamento causa esse desgaste aqui colocado e já nos percebemos adoecidos. Mas é esse

e emocional que quando então nos percebemos como criaturas esvaziadas, desejosas de amorosidade, o processo de reajustamento causa esse desgaste aqui colocado e já nos percebemos adoecidos. Mas é esse mecanismo que faz com que voltemos à condição de seres que buscam o seu equilíbrio, que aqui ela apresenta como impositivo de evolução. E para compartilhar com Naddia esse momentinho que ela coloca aqui, que quando o amor se recusa à realização do progresso ou quando nos fechamos aquilo que a divindade apresenta como possibilidade de crescimento, a dor aparece e nos impulsiona a conquista. E acho importante que vamos continuar nessas reflexões sobre a dor. Eh, quem tem o hábito de ler o Evangelho, isto é, os textos de Marcos, Mateus, Lucas e João, que estão no Novo Testamento, reconhece a experiência do sofrimento como predominante entre aqueles que buscavam Jesus. Eh, nós temos então coxos, cegos, paralíticos, mudos, surdos, pessoas com o que hoje a gente chamaria de transtornos mentais, eh, aí chamavam de lunáticos, pessoas com transtornos neurológicos dados a crises convulsivas, caíam no fogo, na água, pessoas com problemas espirituais. O sofrimento é extraordinário. E Jamile já fez várias considerações. Acho que a gente pode continuar essas considerações lembrando qual é a concepção e qual é, vamos dizer assim, a abordagem que nós temos sobre a dor. É muito comum nós vermos no ambiente espírita as pessoas considerarem que a dor está diretamente relacionada a algo que eu fiz no passado, a vidas passadas. Eu de uso uma palavra karma, que não é uma palavra originária do da doutrina espírita. Na doutrina espírita a gente tem lá em O céu e o inferno, eh, a justiça divina. Kardec coloca o Código Penal da Vida Futura, como é que a lei de Deus se manifesta. Então, ele não usa a expressão karma em momento nenhum e também nem a expressão lei de causa e efeito que a gente incorporou. Eh, porque se lembrarmos aí do texto do Evangelho Segundo o Espiritismo, que fala sobre a bem-aventurados os aflitos,

ento nenhum e também nem a expressão lei de causa e efeito que a gente incorporou. Eh, porque se lembrarmos aí do texto do Evangelho Segundo o Espiritismo, que fala sobre a bem-aventurados os aflitos, ele vai dizer que a grande maioria dos problemas que nós temos, a causa se encontra na vida presente, não em vidas passadas. E no entanto, toda vez que a gente pensa assim, como é que o espiritismo considera o sofrimento? ah, considera que é fruto da reencarnação. Não, o Espiritismo, tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, considera que o nosso sofrimento geralmente é causado por algo que nós estamos fazendo agora. Então, às vezes a pessoa diz assim: "Ah, mas eu sofro com essa doença, eu sofro com esse desequilíbrio, eu sofro com essa ingratidão, com qualquer coisa que me cause sofrimento?" Porque eu já soube, um médium me disse, eu tive um sonho, eu tive uma regressão espontânea e eu vi que na idade média, gente, a gente não sofre pelo que a gente fez no passado. A gente sofre porque quem a gente era naquela ocasião, a gente continua sendo. Nós sofremos porque não mudamos. No momento em que a gente muda, a gente não precisa mais sofrer. E não é porque Deus é uma pessoa que fica lá com o livro na mão anotando, ah, ela já mudou, então vamos suspender o sofrimento dela. Não é assim. A lei de Deus, ela é o tecido da realidade. As coisas acontecem de acordo com a lei de Deus. Não precisa ninguém fazer acontecer. Então vamos olhar a nossa dor de hoje procurando o que é hoje que eu faço, que alimenta essa dor, o que é hoje que eu estou fazendo hoje nessa vida, hoje a semana passada e às vezes hoje, hoje mesmo. forma como nós encaramos a situação, a forma como nós consideramos o sofrimento, tudo isso muitas vezes está diretamente vinculado ao que tá nos causando sofrimento. Porque em síntese, a dor, Jamile colocou isso a partir da da das colocações de Amélia Rodriguez de uma outra forma, mas podemos dizer que a dor é fruto do nosso afastamento da lei divina. Quem vive de acordo com a lei de

dor, Jamile colocou isso a partir da da das colocações de Amélia Rodriguez de uma outra forma, mas podemos dizer que a dor é fruto do nosso afastamento da lei divina. Quem vive de acordo com a lei de Deus não sofre. Ah, mas a pessoa vai morrer porque a morte existe. É, mas você repare, a morte pode ser uma experiência de libertação ou pode ser uma tragédia horrível, um desespero, uma angústia. É a posição diante da morte que vai fazer com que ela seja uma coisa ou outra. Eh, pensar na dor como algo que representa uma necessidade para a nossa evolução é correto. Mas é correto se lembrarmos que isso ocorre em função do nosso nível de consciência, do nosso nível evolutivo. Os espíritos de segunda ordem, os bons espíritos, está escrito no livro dos espíritos, já gozam a felicidade dos bons. Por quê? Porque os espíritos de segunda ordem compreendem a lei de Deus e buscam ativamente se harmonizar com ela. Se a gente busca se harmonizar com a lei de Deus, a gente reduz enormemente o sofrimento. Jamile falou dos vários tipos de sofrimento que nós temos, que são da nossa cultura. A pessoa sofre porque não tem determinados equipamentos. A pessoa sofre porque quantos pais ficam desesperados porque ah, meu filho, ele sofre porque todos os coleguinhas vão não sei para onde, todos os coleguinhas têm isso e aquilo e ele não tem. Eu não posso deixar ele sofrendo desse jeito. Não, eu não posso deixar ele sofrendo desse jeito. Mas a solução é eu trabalhar com ele, que aquele sofrimento é absurdo, não tem razão de ser. ele não tá perdendo nada com aquilo. Eu redireciono a visão de mundo, a concepção. Então, é muito importante que a gente siga buscando na divindade de nos bons espíritos e principalmente na nossa transformação moral, a solução para as nossas dores. Mas isso começa com cada um de nós analisando qual é a dor que eu tenho e qual o sentido dessa dor. Ela é real, ela é profunda, ela é necessária? Vamos pensar muito bem. Eu tenho certeza que, como o Evangelho Segundo o Espiritismo disse, a gente vai poder

dor que eu tenho e qual o sentido dessa dor. Ela é real, ela é profunda, ela é necessária? Vamos pensar muito bem. Eu tenho certeza que, como o Evangelho Segundo o Espiritismo disse, a gente vai poder afastar muito sofrimento do nosso caminho. Sempre que uma invenção ou um inventor, um revelador chegou à Terra, causou um grande impacto na sociedade onde viveu. Coloquemos a imaginação para voltar aí alguns milhares de anos, o surgimento da pólvora. Primeira coisa que se pensou em fazer com a pólvora foi fogos de artifício. Você juntou determinados ingredientes coloridos, se explodiu aquilo e surgiram festas com fogos de artifício até hoje existentes, tendo como base a pólvora colorida para os efeitos especiais. Depois foi que a pólvora evoluiu para uso da guerra, impulsionar estiletes, você explodir um barril todo de pólvora e levar o paiol ou levar a cidade ou as muralhas das cidades de antigamente pelos ares, permitindo a invasão por terra. Mas de modo geral, a pólvora está ficando obsoleta. Existem outros mecanismos de disparar, mas o impacto foi grande. A escrita, em que momento terá surgido na Terra o primeiro livro, o primeiro pergaminho? Alguém teve a ideia de escrever alguma coisa? Há muitos anos, Pereira Franco se referiu, bote anos aqui, foi na época de 80, eu tava na palestra que ele disse isso no antigo prédio dos Correios lá na Pituba. Isso tem quase 40 anos. Ele se referir de que foi um plantador de morangos na China. Chegando uma geada, o plantador de morangos, um chinês, teve a ideia de cobrir as plantas do morango com um saco, com uma tela de pano. Jogou um pano por cima e os morangos ficaram protegidos do frio que a gente chama geada. Passada a geada, ele tinha morangos. Todos os vizinhos perderam tudo na geada. Ele então resolveu escrever em pergaminhos uma técnica. Quando surgia geada e nós sabemos o período pelas estações da lua, vamos cobrir os nossos morangos com um saco de pano construído de algodão. Ele ficará aquecido e a geada não fará o efeito da destruição.

do surgia geada e nós sabemos o período pelas estações da lua, vamos cobrir os nossos morangos com um saco de pano construído de algodão. Ele ficará aquecido e a geada não fará o efeito da destruição. Dali surgiu o primórdio do livro, 800 anos antes de Jesus. Mas existiam as plaquinhas, né? Os alfarábios, as escritas em peles de carneiro, os pergaminhos, as tabuinhas. Então, as criaturas humanas encerrava, mas foi uma revolução da escrita e depois da imprensa com João Gutemberg no século X, 15 ou 16, mais ou menos, ali na Alemanha. E assim a vacina, a penicilina com flaming, eh, a o barco a vapor com o Watson, a máquina locomotiva com Fulton, nós temos o rádio com Marcone, tudo isso é um impacto. Mas qual é o impacto que é uma ideia, uma filosofia, uma crença capaz de provocar naqueles que recebem um aralto, que recebem um missionário do quilate de Jesus, um Messias é muito maior porque ele vergasta, ele dilui, ele expõe as nossas necessidades íntimas. O mundo tá cheio de pão material, os estômagos estão fartos. Hoje, se nós pegarmos qualquer fotografia de crianças do século XIX para início século XX, as crianças eram dessa finura. Pode pegar fotos antigas, preto e branco da Europa. Os meninos eram magros, que dava para ver o perespírito e as quatro últimas reencarnações. Tudo seco. pegue fotografia dos meninos de hoje em dia, tudo obeso, já com hipertensão, com diabetes, porque invadem o supermercado, compram aquelas caixas, aqueles pacotes de que eles chamam de porcaria, aquela comida ultra mega hiper processada e comem como se tivesse comjado os deuses, porque ali tem ingredientes que assulam o apetite. Aí o indivíduo se acaba naquilo. Então que contraste. Quando vem alguém para uma reeducação alimentar, ué, você quer que eu viva de quê? Não, agora corrija isso, tire isso, tire aquilo, bote mais folha. O indivíduo recorda da reencarnação que foi lagarto, né? E começa um processo de reeducação alimentar. Então é um impacto que que bom que bom seria se nós tivéssemos

sso, tire aquilo, bote mais folha. O indivíduo recorda da reencarnação que foi lagarto, né? E começa um processo de reeducação alimentar. Então é um impacto que que bom que bom seria se nós tivéssemos pessoa que treina o outro em academia, né? Personal style, né? O personal style é o da moda, um personal train, um professor de educação física. E se a gente tivesse alguém do nosso lado, dispuséssemos de alguém que nos corrigisse nas imperfeições? Ah, eu vou dizer isso? Não diga isso não. Você segure sua língua dentro da caverna da boca e ainda desça os dentes que é a porta. Se ela sair a língua que o dente morda, para que a língua não saia. Porque é um órgão tão perigoso que a divindade deu dois olhos pra gente enxergar bem, dois ouvidos para ouvir bem, dois canais de narina para cheirar bem, duas mãos, dois pés, mas língua só deu uma dentro da caverna da boca. cerrada pelos dentes, porque a danada é um perigo quando sai sem controle. Aí sempre vem a ideia daquele pastor norte-americano de 1896. Como é que eu devo usar minha voz, a minha boca, a minha fala imitando Jesus? O que é que ele faria nessa circunstância? Agredido, revidaria, ofendido, ofenderia? Ou ele se calaria observando que o outro é um doente, que o do outro é um transtornado, que diz coisas a provoca para que haja uma revanche, talvez ele mate, talvez ele morra, aí acaba para ele o sofrimento. Ele quer que alguém mate ele, por isso ele provoca. E eu passo a entender se eu pego de apasão de Jesus. Foi isso que aconteceu naqueles dias da Galileia. Ele provocou um grande impacto, uma grande mudança no comportamento de pessoas simples que tinham dificuldade, como é natural, de entender o que ele estava dizendo. Ainda mais um homem que se valia de parábolas, linguagem metafórica, onomatopeias, expressões que tinham sentido moral por detrás para aqueles homens que só entendiam de peixe, levar pro mercado, limpar o peixe das vícias, vender, pegar o dinheiro, passar na cidade e comprar víveres. No dia seguinte no mar da

do moral por detrás para aqueles homens que só entendiam de peixe, levar pro mercado, limpar o peixe das vícias, vender, pegar o dinheiro, passar na cidade e comprar víveres. No dia seguinte no mar da Galileia de novo. Se eu já tenho essa rotina, surge alguém que me propõe fazer uma revolução interna, é natural que me desestabiliza, me desestrutura, mas ninguém se acha estranho não. Ainda hoje, nos tempos que atravessamos tecnológicos, digital, de viagens espaciais, de IA, inteligência artificial, ele permanece um incompreendido. Jesus é crido, é lido, é comentado, é biografado, mas o seu sentido ainda não foi integralmente experimentado até mesmo por aqueles que se dizem seus seguidores. Pois é, a situação agora é braba. É necessário, se não fundamental, recristianizar os cristãos. hashtag. Tenho dito, >> seguindo aqui essa esses nossos pensamentos, trocas e reflexões, NJA já pontuou isso, que há uma variação da da dimensão nessa escala da dor, dependendo de como cada um de nós eh esteja, vislumbre, entenda, compreenda ou até mesmo deseje compreender. Não é só uma questão intelectual, não é só uma questão de memorização conteudista, é de sentir e perceber que aquilo tem sentido, valia, importância, querer mudar. Nós sempre dizemos isso. A gente pode ter a codificação todinha inserida no nosso cérebro, nas repetições, nas palavras, em características de cunho retórico. Mas a questão é a vivência de tudo isso. Por isso que aqui Amélia traz essa ideia dos puros de coração, porque verão a Deus. não é a intelectualidade ou a supremacia do conhecimento ou de quantos livros nós lemos ou às vezes até de um hábito que a gente tem que linguístico e de trazer, embora entendamos a intencionalidade, ah, eu já tenho 40, 50 anos de espiritismo. Sim. E dentro disso, o que é que a gente já conseguiu avançar? Obviamente que essa fala não tem nada de depreciativo ou uma crítica, mas que não é uma medida quante, é a qualidade daquilo que nós estamos conseguindo reverter na nossa caminhada. E aqui ela

vançar? Obviamente que essa fala não tem nada de depreciativo ou uma crítica, mas que não é uma medida quante, é a qualidade daquilo que nós estamos conseguindo reverter na nossa caminhada. E aqui ela vai trazer, eu fiquei pensando, isso a gente precisa observar nas casas espíritas, no nosso comportamento, no dia a dia. Um amigo, por exemplo, que se aproxime de nós com alguma dificuldade ou querendo apenas ser escutado, aí nós já vamos querer adotar a postura do evangelizador e dizer: "Olhe, segundo Kardec, fulano diz tal coisa, Camille Flamarion, segundo Leon Deni." E aqui a gente tá vendo, olha, o estômago esfaimado não consegue guard não permite ao outro ter atenção naquilo que é dito. Impede o raciocínio. Nós que estamos aqui, sem sermos os famintos do mundo, quando estamos próximos daquele horário das refeições, alguns ficam mal humorados. Nós não, que somos espíritas, não é? estamos elevados, ficamos bem equilibrados ou então sentimos uma tontura. Eu vi um dedinho assim dizendo, ó, [risadas] não consegue ainda. A gente vai percebendo que não dá para impor o outro discurso evangélico enquanto o estômago dói revira de fome. E lembrar que quando pensamos, há o movimento, ah, os espíritas, a gente precisa lembrar nos espíritas que t dificuldade socioeconômica, que passa por preconceito e quem não é espírita e que também chega para nós. E adiante, ela vai dizer: "Quem tá enfermo, enfraquecido em suas resistências físicas, não vai ter discernimento para palavrório. Aqui é o que ele, o que ela coloca que Jesus então diz. Ele se apresenta com a palavra, toca o outro pela emoção e pelo magnetismo e faz uma pergunta simples, sem rebuscamento, sem grandes discursos, que queres que eu faça? crê que eu possa te curar? E ela vai aqui dizer que diante de Jesus, os homens se despiam de todo e qualquer atavismo, tornavam-se crianças e diante dele falavam de suas dores, mas também dos seus anseios e de suas aspirações, porque reconheciam ali, mesmo que inconscientemente, um ser

iam de todo e qualquer atavismo, tornavam-se crianças e diante dele falavam de suas dores, mas também dos seus anseios e de suas aspirações, porque reconheciam ali, mesmo que inconscientemente, um ser elevado, o seu senhor, o Messias prometido. E aqui então rogava o apoio. Muitos de nós estamos nessa condição dos famintos de amorosidade e dos enfermos das emoções, rogando a esse mestre que nos escute e que nos apoie. E ela vai dizendo então que ele passeava a sua misericórdia sobre as humanas tristezas e espalhava alegrias. Então, quem espalha as alegrias e apresenta misericórdia para os outros tá muito mais preocupado em não sanar a dor, mas nos fazer conscientes de que nós as provocamos e que somos os próprios sujeitos que podem fazer com que ela seja debelada, com vigilância. E essa vigilância não é uma ideia atenta e paranoica e permanente. É de ausculta, é de percepção. Como estou? O que quero alcançar? Como estou na minha vivência em comunidade? Como estou comigo em relação aos meus próprios sentimentos, minhas emoções, os meus pensamentos? É de fato um mergulho íntimo. E aí ela vai trazer uma palavrinha. Vocês devem ter notado, porque eu sei que quem acompanha esse programa é leitor vorais, ela vai colocar reticências e diz e responsabilidades. Então Jesus passeava misericórdia sobre as humanas tristezas, espalhava alegrias e responsabilidades. E ele não veio destruir a lei, e a cada um, segundo as suas obras, as curas não se constituíam em espetáculo para que os demais vissem ou para que ele tivesse adesão. Era chegada a hora de cada pessoa. Que hora será a nossa? Quando essa dedicação e esse momento da virada ou da nossa revolução interna, do despertamento do reino dos céus, será uma permissão nossa? E aí ela vai narrando que o contato com ele deveria mudar os rumos das vidas. Olhem, o verbo deveria mudar, mas só que ela diz que nem todos, porém, o buscavam. E aí a gente vai então fazendo análise de que qual é a posição em que nós nos encontramos. Optamos por ser aqueles que

lhem, o verbo deveria mudar, mas só que ela diz que nem todos, porém, o buscavam. E aí a gente vai então fazendo análise de que qual é a posição em que nós nos encontramos. Optamos por ser aqueles que se permitiram mudar os rumos da vida ao encontrar o modelo e guia? Ou ainda estamos na caminhada de quem apenas ouviu, conheceu, soube, achou belo, mas ainda não conseguiu fazer com que isso tenha desenvolvimento na própria existência. Tem aqui no no chat duas colocações bastante interessantes, discutindo aí a questão da dor. É muito miudinha aquela letra. Então eu tentei pegar o essencial, anotei aqui algumas coisas. Me parece que uma primeira fala diz assim, já com as minhas palavras, se todos nós somos espíritos de terceira ordem, vamos sofrer a bênção da oportunidade. Observamos o paraqu da evolução e suportamos os processos da dos, eu mesmo não sei o que foi que eu escrevi. os processos de dor exercitando a mudança. É, é interessante que é assim, bênção não traz sofrimento, não. Se eu estou sofrendo assim na minha cabeça o que eu aprendi, aquilo é uma bênção, é uma oportunidade. Se eu vivencio isso como uma bênção, gente, eu não sofro não. Eu fico feliz porque eu recebi uma bênção. Mas a gente sofre porque essa ideia é uma ideia que ainda está entrando na nossa vida, não se tornou uma prática. Toda vez que a gente vê, lê os textos do Novo Testamento, da fala de Jesus, da presença de Jesus, o Evangelho é definido como uma oportunidade de transformação e alegria. Existem vários relatos de indivíduos que ficaram até curados, mas não se transformaram em nada. eles continuaram funcionando no mesmo padrão. E existem indivíduos que, mesmo não tendo sido curados, mesmo mantendo as situações difíceis, eh, se transformam interiormente. O evangelho, né, a palavra evangelho significa a boa nova. Então, esta boa nova traz alegria pra vida. Eh, eu trago a frase do Evangelho Segundo o Espiritismo por acreditar que ela é muito importante. Não, não é o que eu fiz nas vidas passadas. Todos nós fizemos coisas

a boa nova traz alegria pra vida. Eh, eu trago a frase do Evangelho Segundo o Espiritismo por acreditar que ela é muito importante. Não, não é o que eu fiz nas vidas passadas. Todos nós fizemos coisas terríveis nas vidas passadas. É como eu estou lidando com essas mesmas situações. Hoje tem um trecho, acredito que é no livro dos Espíritos, mas aí eu não me lembro, que é um texto de Kardec. onde ele diz assim que acho que é no Evangelho segundo o Espiritismo, eh, ele diz assim que é muito importante que nó que ao invés da gente querer saber quem a gente foi nas vidas passadas, quer dizer a história, o enredo, o romance, os fatos, a situação, quem tava, quem não tava, o que foi que eu fiz, o que foi que eu não fiz. Ele disse que pela reflexão, olhando as minhas características hoje, eu já sei por quê. Porque aquilo que não está transformado, que não está curado, que eu não evoluí, tá presente hoje. Então, se hoje eu sou uma pessoa orgulhosa, não há motivo para que eu não fui orgulhosa no passado. Então, hoje que eu sou pobre, que eu não tenho, não tenho cargo nenhum, não mando em ninguém, meu orgulho aparece, calcule. Como era quando eu tinha posses, tinha dinheiro, tinha servos, tinha, sei lá, cargo era rei, era rainha, era qualquer coisa, entende? Então, a essência, o a questão da dor é assim, é o como nós vivenciamos doenças físicas existem vivências em relação à doença física, o nível de sofrimento variam. No céu e o inferno, Kardec relata casos de são mais de 70 espíritos que ele vai relatar a história do espírito, etc. E ele relata espíritos que viveram anos acamados. E olhe, é acamado, não é? No século XX, com uma série de recursos, fralda descartável, soro, etc. Não é lá no século XIX, muitas vezes no meio da pobreza. E que, no entanto, esses seres não demonstravam sofrimento, desespero, angústia. A gente, se tiver uma unha encravada e passar três dias doendo, a gente já não consegue funcionar direito de angústia e desespero. Já tá pedindo aí uma cirurgia espiritual para resolver a unha

gústia. A gente, se tiver uma unha encravada e passar três dias doendo, a gente já não consegue funcionar direito de angústia e desespero. Já tá pedindo aí uma cirurgia espiritual para resolver a unha engravada. Repare, isso tem a ver com a forma como a gente lida. Então, o que eu trouxe, que eu acho que é importante a gente pensar assim, não vamos dar a dor uma função que ela não tem. Não é a dor que faz a gente evoluir. A dor mostra pra gente que nós estamos fazendo o caminho errado. Da mesma forma que se você vai por uma rua e quer ir para um tal lugar e você vai toma a rua errada, você vai ter problema, você vai ficar cansado de andar, você vai não encontrar o lugar, você vai ter dificuldades. Essas dificuldades eles dizem: "Pera aí, não é aqui não. Vamos embora rever o caminho, você tem que ir para outro caminho." Então, a função da dor é só essa. Muita gente diz assim: "Não, eu tenho que suportar essa pessoa, esse familiar, essa situação, esse contexto para que eu resgate o que eu devo e na próxima encarnação eu seja feliz." Gente, o que vai me libertar não é eu suportar a doar. Quanto mais eu sofrer, mais eu tô me libertando. Não é eu descobrir o que é que eu preciso mudar, porque eu tô nessa situação, como é que eu posso viver de outra forma, aí eu me liberto. Então essa ideia da dor é muito importante que a gente possa pensar mais. Vamos ler lá. Eh, o céu e inferno todo fala muito sobre isso, principalmente o Código Penal da Vida Futura. E esse capítulo do do Evangelho Segundo o Espiritismo, que fala das causas atuais, das aflições, ele vai dizer que tem causas anteriores. Óbvio, óbvio. Isso aí não precisa dizer nada, é verdade, mas que pesa muito a forma como a gente lida hoje. E essa outra pessoa diz assim: "Já já reencarnamos com as dores, né, dos equívocos de outora. É natural a associação com a causa passada. É natural. Do mesmo jeito que quando a gente tá aprendendo a escrever, é natural que a letra saia toda torta, um garrancho, mas a gente pode escrever melhor. Então,

l a associação com a causa passada. É natural. Do mesmo jeito que quando a gente tá aprendendo a escrever, é natural que a letra saia toda torta, um garrancho, mas a gente pode escrever melhor. Então, podemos revisitar e repensar as aflições e nos libertarmos da ideia de que elas são necessárias. A gente pode não sofrer e a gente pode sofrer menos. E há exemplos concretos de seres que viveram experiências extremamente dolorosas e porque se elevaram espiritualmente, eles não experimentaram isso com o sofrimento que muitas vezes nós experimentamos. Vamos continuar refletindo porque esse assunto tem muito que se pensar. O co da sabedoria ancestral afirma que um monge vivendo num casebre à beira de um rio, todas as manhãs se alimentava de uma maçã. Toda a sua refeição do dia era uma maçã, mas ele pegava um canivete, descascava a maçã e jogava no rio as cascas da maçã, comia apenas a polpa branco amarelada. E sempre agradecia a Deus ter a fartura da maçã nas florestas. E eu sou o monge mais desprendido da terra. Eu só como uma maçãzinha por dia e fica em jejum o resto do dia. A 500 m dali, um outro monge vivia que o primeiro não conhecia, se alimentava das cascas que flutuavam na água e nunca disse que era o mais humilde da terra. Que saudade das maçãs. A outra é de que nós três, qualquer um de nós aqui, vamos fazer eh trios de três. Estamos em trios de três, a redundância proposital, e fomos ao campo, colher pedras, colher flores, apreciar o campo. Quando diante de nós surge uma grande luz, uma luz inesperada, um foco, um quadrado, um redondo de luminosidade, uma espécie de de portal para uma outra existência ou uma outra dimensão. A atitude do número um corre e deve até hoje correndo. Viu a luz desesperado, saiu dali. O segundo colocou o antebraço na frente dos olhos para não enxergar a claridade que o ofuscava. O terceiro mergulhou na luz, quer nem saber de onde a luz veio. Se é luz, é bom. E ele mergulha na luz e Deus sabe onde é que ele vai parar. em outro planeta, em

o enxergar a claridade que o ofuscava. O terceiro mergulhou na luz, quer nem saber de onde a luz veio. Se é luz, é bom. E ele mergulha na luz e Deus sabe onde é que ele vai parar. em outro planeta, em outra dimensão, no Stargate, em algum lugar fora da galáxia onde ele tá morando, mas ele se se une, se vincula a luz. E se tivesse uma quarta pessoa, esse diria mais tarde aos amigos, depois além dos três, rapaz, eu tava lá, não vi nada. Isso é cego. Vejamos aqui um internautas. Eu estou atenta aos pedidos que vocês estão colocando, mas eu preciso consultar os meus dois companheiros. Estão pedindo parte dois semana que vem. E aí, >> mesmo capítulo, >> do mesmo capítulo, como vocês avaliam, nós temos 2 minutos para pensar. Vamos para o três. Mas vocês não fiquem preocupados. Eu lhes recomendo, como a gente tem que viver o evangelho todos os dias, que vocês leiam a leiam, releiam e aprofundem a questão 1009 de O livro dos Espíritos, especialmente o que Paulo, o apóstolo, vai tratar sobre o que é castigo, o que é o culpado e a função da dor. E isso vai ajudar nas pontuações que estão aqui trazidas ao final. E aí, para que a gente finalize, nós sabemos que vocês não vão ficar com raiva porque estão vivendo o evangelho e a gente continua. Olha a Mia dando força a Valdícia, ó. É bom, não é, Valdícia? Dando risada, fingindo parte dois. Mas eu vou só deixar aqui uma comparação aqui. Os os galus são trazidos como embora ingênuos aqueles que ficavam pensando só nas coisas do cotidiano. Somos nós, tá? Não precisa estar nessa condição aqui, não. Mas o verbo divino despertava. Nós estamos nessa condição dos que se sentem despertados pelo verbo divino. Já experimentaram a sensação? Estamos todos aqui ou em outras instâncias que nos elevam o pensamento, em nossas orações, no evangelho, no lar, a gente sente essa necessidade de conexão e aproximação, mas as dificuldades vão nos arrastando que nem a onda do mar. Nós estamos ali paradinhos, ela faz aquele movimento e nós voltamos para trás, nos sentimos

nte essa necessidade de conexão e aproximação, mas as dificuldades vão nos arrastando que nem a onda do mar. Nós estamos ali paradinhos, ela faz aquele movimento e nós voltamos para trás, nos sentimos atraídos pelo mar e voltamos novamente. Isso o evangelho também faz conosco. Mas que esse despertamento possa ser permanente. Mas não posso me despedir de vocês sem essa afirmativa sob a leitura de Amélia de que o pão ele faz o alimento e traz o alimento para o corpo, mas se desgasta, enquanto que o alimento da alma é perene, nos acompanha. E aí ela vai dizer o que é verdade. Lembram-se, eu sou caminho, verdade e vida. E a verdade aqui é dita como conhecimento de si mesmo, autoafirmação no bem, transformação pessoal para melhor, com incessante esforço de superação, incessante a busca de vida eterna e saúde integral. E ainda fecho o capítulo dizendo que toda a consciência culpada é alcançada pela misericórdia do mestre. Todo aquele que além da condição de autoflagelado é perseguido, é alcançado pela misericórdia do mestre. E termina dizendo que os perseguidores também têm lhes concedida a oportunidade de libertação. Nós é que nos separamos entre os brutos, os que estão adiantados, os que merecem e os que não merecem. Já Jesus vê a todos como ovelhas do seu rebanho. E é nele que nós nos encontramos. Deus nos abençoe e até segunda-feira, continuando pelos caminhos de Jesus. Oh.

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