Para Viver o Evangelho | Episódio 193 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (Capítulo 48)
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Meus amigos, minhas amigas, caros internautas, Natal está chegando. Muito boa noite para vocês que estão nos acompanhando em mais uma noite pelo sistema online. Não está sendo realizado no salão da FEB são e sim de pontos diferentes, mas estamos nos encontrando na grande web, que é a rede mundial de computadores que nos agrega. Olha a programação que tá aí nos aguardando pela frente. Hoje já estamos dia 22 e, portanto, dentro de 3 dias, no dia 25, quinta-feira que vem, às 10 horas da manhã, nós teremos no salão da FEB a comemoração do Natal de Jesus, 2025 anos, do nascimento do homem mais importante da história, o espírito mais puro que veio à terra. E teremos a comemoração do aniversário de uma veneranda senhora de 110 anos de idade que está inteira. Nasceu lá em 1915 no Natal com o nome de União Espírita Baiana, graças aos esforços de José Pititinga e chegou até essa época prestando serviços a todo o estado da Bahia, agregando e reunindo mais de 800 casas espíritas, sendo que 400 lhe são adesas formalmente. é nosso convidado para o aniversário da federação na próxima quinta, 10 horas da da manhã. Se você quiser mais programação, tem olhe que dia 28, lá na casa de Pititinga, a nossa sede seccional que fica sede histórica, melhor dizendo, que fica lá no Pelourinho, esse prédio aí belíssimo, né? Nós vamos ter o Natal pereno em nossas vidas com nossa querida Rute Brasil Mesquita às 10 horas da manhã também. Então, mais um domingo pra gente estar vivendo a mensagem de Jesus com quanto seja três dias depois do Natal. Mas Natal é todo dia. Mas se você não quiser programação, temos sim. Dia 31, 10 horas da manhã, novo encontro com a paz. So coordenação já vários anos com Rute Brasil Mesquita. 10 horas da manhã no último dia do ano, você ter um encontro de meditação sobre a paz. Três letras que merecem ser meditadas e refletidas e conjugadas, porque pais agora é verbo, é o verbo passear. Então você tá aí convidado para esses três grandes eventos que vão culminar no encerramento deste ano. E nós estamos,
meditadas e refletidas e conjugadas, porque pais agora é verbo, é o verbo passear. Então você tá aí convidado para esses três grandes eventos que vão culminar no encerramento deste ano. E nós estamos, né, Naddia e Jamíli marchando para o crepúsculo de Lázaro, Red V. Não, Lázaro não vai morrer porque ele foi ressurto [risadas] lá em A gente apenas vai deixar um livro, nós vamos nos despedir de Humberto de Campos, de irmão X e vamos agora adotar a companhia de Amélia. Augusta Sacramento Rodriguez, a aquarelista do Evangelho pelos caminhos de Jesus, que vai nos pontuar, nos margear e nos sinalizar o ano de 2026. Então, se você não tem esse livro ainda, fiquei sabendo que na livraria da Federação tem 19 exemplares. Nem sei mais se tem esses 19, mas tem. Mas às vezes no seu centro espírita tem, você tem um livro antigo, o conteúdo é o mesmo, as capas foram renovadas, mas o conteúdo permanece dessa obra extraordinária pelos caminhos de Jesus que vai nos pontuar no novo ano. Dado estes avisos, hoje nós temos o capítulo 48, que é de uma riqueza e ao mesmo tempo de uma profundidade muito grande, porque traz à tona um personagem que invariavelmente todo mundo sabe disso. Quando chega a época no Brasil de São João, há uma prática social, uma prática cultural de se fazer uma cruz e malhar aquele sujeito. Ele é queimado, ele apanha, ele é destroçado por bombas. Se faz um boneco, se bota bombas e se acende. E as pessoas destilam ainda a ferocidade contra esse personagem do Novo Testamento. Vamos conhecê-lo com alguns detalhes, começando com Nádia e logo em seguida prosseguindo com nossa Jamile. >> É verdade. Boa noite a todos os companheiros que estão aqui conosco hoje. É sábado de aleluia, né, Marcel? A malhação do Judas que mostra o cultivo de um ódio, de uma raiva, de uma assim fica eh Judas sendo o depositário de todo o mal, o discípulo que traiu. E no entanto existem várias leituras possíveis da vida de Judas, porque como todo ser humano, ele é complexo, né? O que irmão X vai nos oferecer aqui nesse
itário de todo o mal, o discípulo que traiu. E no entanto existem várias leituras possíveis da vida de Judas, porque como todo ser humano, ele é complexo, né? O que irmão X vai nos oferecer aqui nesse capítulo é uma leitura possível, existem várias, e ele vai fazer uma leitura de alguém que fez péssimas escolhas com boas intenções. Existe um provérbio, minha mãe sempre disse esse provérbio, que é um provérbio popular, portanto, que diz assim: "No inferno tem uma caldeira pros bem intencionados por". Ou então uma outra forma de dizer é de boas intenções o inferno está cheio. Porque raramente, e isso é é uma verdade, eu diria, raramente as pessoas fazem as coisas com más intenções. A maioria das vezes no nosso cotidiano, no nosso relacionamento com aqueles que nos servam, nós temos ótimas intenções, mas não observamos a a necessidade do outro, não observamos a escolha do outro, o direito do outro. Às vezes seguimos as coisas a partir do nosso modo de pensar e não refletimos muito, às vezes agimos impulsivamente. Então, com todas as boas intenções, frequentemente são causados problemas sérios. E é o que a gente vai ver aqui nesse capítulo que se refere exatamente como Marcel falou a Judas, a escolha que Judas fez de entregar Jesus, fazer o pacto com os fariseus, com os homens do Sinédrio e entregar Jesus acreditando que estava fazendo uma coisa ótima, era ótima na ótica dele. E o capítulo todo nós vamos ser convidados a refletir sobre um fato humano de que vivências espirituais, crenças espirituais, experiências religiosas, vinculações com Deus, elas são mediadas pelo pela nossa consciência e, portanto, elas são delimitadas pelo nível evolutivo que nós temos. Eh, a gente ouve muito falar de como é que transformar o cristianismo numa coisa como a Inquisição, como transformar o cristianismo em guerras para eh libertar a Terra Santa. Eh, na verdade, o nível de consciência dos seres que tiveram essas práticas e que até hoje pessoas que se colocam com profundo amor a Jesus, leituras de
ismo em guerras para eh libertar a Terra Santa. Eh, na verdade, o nível de consciência dos seres que tiveram essas práticas e que até hoje pessoas que se colocam com profundo amor a Jesus, leituras de evangelho, vivências de evangelho, mas quando a gente olha são vivências estreitas, limitadas, não porque necessariamente as pessoas desejem fazer o mal, Mas sobretudo porque a mente, a mente não, a consciência, a consciência moral, lembra que as leis de Deus estão registradas na nossa consciência? Mas se a nossa consciência for materializada, for limitada às condições de um espírito de terceira ordem que desconhece Deus, não se adapta às suas leis, pelo contrário, entra em conflito com Deus, entra em conflito com as leis de Deus, tem uma rebeldia extraordinária, tem uma identificação material extraordinária, todo o bem que aquelas pessoas querem fazer, ele não tem um alcance espiritual, ele é muito muito pessoal. Ele é muito a partir de suas concepções pessoais e é muito a partir das suas paixões, paixões e vícios, como a gente vê lá na eh na escala espírita. Então, inicialmente, eh, a gente tem uma reflexão sobre a vaidade de de Judas, sobre a cobiça de Judas, sobre o anseio de poder que Judas tinha. Judas era uma pessoa que tinha uma leitura política limitada àquele momento histórico da mensagem e da missão de Jesus. Ele amava Jesus, ele achava maravilhoso o que Jesus estava fazendo, mas ele acreditava piamente que isso só seria conquistado a partir da luta política. Ele não tinha a possibilidade de ver o que Jesus chamava de reino dos céus. Quando Jesus nos convoca a uma dimensão espiritual, a superação da identidade material, a superação do apego à matéria, ao a vencer as paixões, transformar a vivência em amor, Judas não conseguia. Ele via o reino, ele via o trono de Israel, ele via Israel transformado novamente num reino poderoso, eh, não sendo, eh, invadido por romanos, governado por estrangeiros. E ele só achava que Jesus tinha boas ideias, mas não sabia fazer. E ele sabia fazer. Era
transformado novamente num reino poderoso, eh, não sendo, eh, invadido por romanos, governado por estrangeiros. E ele só achava que Jesus tinha boas ideias, mas não sabia fazer. E ele sabia fazer. Era aí que tava a vaidade, né? Ele sabia fazer. E por isso ele se entrega a este plano infeliz, cujas consequências nós já sabemos. Então vamos pensar as nossas boas intenções. Qual é o nível de consciência moral, espiritual que as nossas boas intenções estão colocadas para ver o alcance do bem que podemos fazer? De fato, Nádia, quando eu estava realizando a leitura desse capítulo, eu fiquei pensando quantas vezes nós também agos de modo similar ao de Judas. A precipitação dele adveio de um desejo que as coisas acontecessem no tempo que ele estabeleceu. olhar para aquele homem que mudava a vida de tantas pessoas, sabendo que tantos já o seguiam, o que é que de fato lhe faltava para que então ele se apresentasse como o rei de Israel, o Messias, o filho de Deus, aquele que poderia fazer com que as estruturas do reino romano pudesse então ser abaladas. E isso trazia nele uma certa intranquilidade, uma pressa, como já foi dito, em que essas coisas se sucedessem. Ao mesmo tempo que esse espírito com características de precipitação, de ambição e também da vaidade em achar que a sua estratégia era mais adequada, a um que de ingenuidade, porque acreditar no que Caif colocou para ele significa que ele estava um tanto quanto cego por conta dos seus próprios interesses. Então ele não conseguiu perceber o ardio. E aí a gente também pode pensar numa certa distância geracional, a maturidade. Caifaz percebeu como o homem acostumado aos tratos relacionais, inclusive conhecedor da natureza humana, ele identifica ali então em Judas alguém que trazia essa necessidade também de chegar ao poder. Isso é importante que a gente diga, Naddia já trouxe essa afirmação que nós conseguimos perceber e encontrar nos demais escritos que não faltava amor a Judas. É uma espécie de ajuda de uma certa pressa que ele quis
nte que a gente diga, Naddia já trouxe essa afirmação que nós conseguimos perceber e encontrar nos demais escritos que não faltava amor a Judas. É uma espécie de ajuda de uma certa pressa que ele quis dar e que a gente já conhece quais foram os desdobramentos. E quando a gente vai acompanhando a narrativa e que a gente vendo como Caifaz conduz aqui nas palavras e na narrativa do irmão X, que ele vai conseguindo convencê-lo de que tudo aquilo que ele dissesse seria considerado como verdade. Quando eu falo da cegueira em relação a Judas, ele conhecia o Sinédrio, ele conhecia como os fariseus atuavam. E a simples pergunta: "É verdade que ele odeia os romanos?" E a resposta é sim, era uma afirmação com nenhuma margem de dúvida de que aquilo colocaria Jesus em péssimos lençóis. Mas o fato e o desejo de querer que a sua vontade se concretizasse não lhe permitiu um mínimo de raciocínio. E quantas vezes a nossa boa vontade, o nosso desejo de fazer o bem ao outro, sem nem consultar se esse bem é o que o outro aguarda, nos coloca em situações em que a gente expõe o outro, faz com que o outro passe por situações constrangedoras. Essa aqui foi muito séria e muito dolorosa, mas a gente também comete as pequenas traições no dia a dia quando observamos apenas o nosso ponto de vista e achamos que ele é o único, o exclusivo e o correto. O simples fato dele ouvir a frase, saída de Caifás, responda sim a tudo e logo mais você terá o poder e em seguida Jesus então será declarado como o grande rei de Israel. Então ele teria ao mesmo tempo o poder, facilitaria a ascensão do mestre e ainda faria com que as pessoas saíssem daquele julgo vivido. O que é que a ilusão? A ideia que foi trazida aqui no início do capítulo é uma escravização a todos esses sonhos superficiais materiais de um reino não compreendido. Mas Judas ainda assim amou. amor, mas esqueceu de analisar suas próprias atitudes quando a paixão falou mais alto. É uma página tão rica de detalhes trazidas por irmão X, que eu estou com a forte suspeita e me
ainda assim amou. amor, mas esqueceu de analisar suas próprias atitudes quando a paixão falou mais alto. É uma página tão rica de detalhes trazidas por irmão X, que eu estou com a forte suspeita e me inclinando a admitir que Judas naquela época inaugurou o que a gente chama hoje de delação premiada. Ele foi chamado a um local onde as respostas já estavam previamente ajustada. Só respondo assim. Caifás chamou copistas, escravos copistas. Portanto, eram escribas, homens encarregados de fazer a escrita em pergaminhos das perguntas e das respostas para comprometer de vez. e ele recebeu 30 moedas. Temos aí uma delação premiada, a pior delação que já houve na história, porque ali a empresa do mestre, a tarefa do mestre ganhou um outro romo inesperado. São tantas as variantes que que tem em torno desse personagem que nós temos que olhar cada uma delas com muito vagar, com muito cuidado, porque elas têm contextos da época, contextos materiais, humanos, psicológicos, emocionais. Mas para nós, os espíritas há uma programação espiritual por detrás de todo aqueles acontecimentos, além de uma interferência psíquica de entidades que queriam o malogro, que queriam o fracasso daquela atividade. Ninguém esqueça que todas as vezes que uma ideia nova chega num ambiente, numa comunidade, ela enfrenta uma forte resistência. No primeiro momento, ela é ignorada. Ignore aquela ideia nova. Continue do mesmo jeito que você já vivia. Ou seja, a liderança impõe que você não absorva aquelas novas ideias ou utilize aquele novo artefato. Se você já vem fazendo há tempos daquela maneira, por que é que você agora vai mudar? Isso é uma novidade, isso é uma coisa excêntrica. Mas aquela ideia nova chegou para alterar. Então ela enfrenta o primeiro rigor de ser ignorada. Num segundo momento, porque ela se sustenta pelos seus próprios argumentos, ela passa a ser combatida. Então, é necessário agora combater aquela ideia. E um dos artifícios é mate os idealistas. Uma maneira de matar uma ideia é elimine os idealistas que a
próprios argumentos, ela passa a ser combatida. Então, é necessário agora combater aquela ideia. E um dos artifícios é mate os idealistas. Uma maneira de matar uma ideia é elimine os idealistas que a abraçam, que a divulgam. Mortos não poderão mais defender aquela ideia. Então você ou trancafia, joga esse povo na cadeia, em calabolços, ou você simplesmente os extermina. Mas só que a ideia que chega já contaminou muita gente e mesmo os que morrem, renascem outros com as mesmas ideias. Aí num terceiro momento, aquela ideia nova é assimilada. Ela é assimilada e ela começa a desidratar a ideia que predominava. Ora, Jesus vem numa época em que o Estado de Israel está submisso à pátria romana. O Império Romano domina praticamente toda a bacia do Mediterrâneo. E a Judeia e a Palestina não passavam de uma simples província. Os romanos tinham uma tática. Eles não interferiam nas querelas religiosas dos povos que eram dominados. Não, o romano não impunha que você adorasse os deuses olímpicos. Zeus, Júpiter. Zeus e Júpiter variando de um para outro. Zeus para gregos, Júpiter para os romanos. E vem aí Dionício e tantas outras deusas e deuses que os romanos adoravam nos seus templos de Roma em diante. Veja que em na Palestina nenhum templo romano foi erguido e se trouxe uma estátua. Quando se tentou isso, teve uma rejeição tão grande que Roma achou prudente retirar esses templos. Não, eles perceberam que todos os povos que eles dominavam, os romanos, eles próprios já tinham fissuras, eles próprios já tinham divergências religiosas. O judaísmo não era unanimidade. Entre os judeus você tinha aqueles que pensavam como os fariseus, como os pensadores mais diferentes, os samaritanos. Haviam judeus e judeus fazendo interpretações de acordo com a cultura. Na Samaria existiam 10 cidades, as Decápolis, a Decápoli, onde os judeus ali resident respeitavam a lei, mas não seguiam os rigores daqueles 613 hábitos que o Torá impunha o indivíduo adotar diariamente. 613. Então, se a gente não consegue nem ter
Decápoli, onde os judeus ali resident respeitavam a lei, mas não seguiam os rigores daqueles 613 hábitos que o Torá impunha o indivíduo adotar diariamente. 613. Então, se a gente não consegue nem ter 13 hábitos, imagine 613 diariamente. Então, nós tínhamos, eles já tinha divergência. O que os romanos faziam eram sutilmente jogar uma elite, um grupo contra o outro. E eles próprios se dizimavam entre si, porque não tinham unanimidade. Ora, entre os discípulos que Jesus conseguiu reunir, nós temos 10 pescadores, um coletor de impostos e um comerciantes. Justamente nosso personagem da noite. Ele vendia cariotes, a cidade e era comerciante. Somente dois eram letrados. Mateus, o Levi, e Judas sabiam ler e escrever. Os outros 10, tudo analfabeto de pai e mãe, viviam da pesca e andavam armados. Todos carregavam a peixeira, uma cimitarra na cintura, porque era a ferramenta do desbaste do peixe. Mas eles também eram violentos. Se houvesse necessidade, eles respondiam à altura. Olha Pedro cortando a orelha de Malco ou o soldado, o esbirro de tigelinos e vai por aí a Então, foi o material que Jesus pode reunir, foi esse povo. Então, Jesus tinha um projeto, mas o material humano era precário. Mas eu imagino Jesus reunir esse povo em alguma reunião que ele fez à noite e quando olhar assim pros 12, imagino que Jesus deve ter: "Meu Deus, eu tenho que trabalhar com esse material, cruz crédito, que que eu vou fazer com esse povo?" 10 sequer sabem ler. E eu creio que em algum momento Deus olhou para Jesus e disse: "Ah, tá, não tá gostando do material humano não? Não, senhor. Só tem esse material. É, mas se você não quiser, eu lhe arranjo doutores do Sinédrio de Jerusalém, do quilate de Anás, Caifás, Nicodemos e outros. Você quer? Aí Jesus disse: "Deus me livre, deixe esses 12 mesmos aqui. Eu vou ver o que é que eu posso fazer com eles." E revolucionou a Terra, mudando completamente a história, porque o seu projeto residia em almas, na espiritualização do ser, que ia começar naqueles dias e ainda se estende por
posso fazer com eles." E revolucionou a Terra, mudando completamente a história, porque o seu projeto residia em almas, na espiritualização do ser, que ia começar naqueles dias e ainda se estende por 2025 anos. Haja paciência. >> Temos que lutar bastante ainda, viu? Porque 2025 anos na trajetória do espírito não é nada, né? É um espirro quase. A gente ainda tem aí um caminho de construção e eh esse convite que Marcel fala, né, que o Cristo ele se dirige ao espírito imortal. algumas pessoas eh que têm uma visão eh dicotômica da relação espírito e matéria que a doutrina não mostra essa dicotomia. Não é assim, um é bom, o outro é ruim. Um é válido, outro não é válido. Eh, a gente compreende a o próprio a própria lei da da encarnação. O espírito precisa encarnar, porque o princípio espiritual ele vai eh dentro da matéria, no âmago da matéria. Eh, a expressão é intelectualiza a matéria, quer dizer, traz uma dimensão além para a matéria. É muito necessário. E para o próprio espírito, o seu progresso, ele passa por essa integração. Então não é, a gente não tem, na verdade, essa visão de cotone, mas para muitas pessoas que muitos de nós que trazemos eh a de momentos passados um atavismo dessa rejeição à matéria, a gente facilmente se encaminha por esse para esse lado. Sendo que quando Marcel tá dizendo, Jesus falava ao espírito imortal, não é que ele dissesse que a matéria não fazia sentido. Olha, ele comia, ele ia pra festa de casamento, ele se sentava com os discípulos e conversava. Ele tinha paciência com as questões humanas, mas ele sabia que a dimensão espiritual ela se sobrepõe, porque é ela que produz a dimensão material. Nós sabemos que viveremos no num planeta que seja do nível evolutivo da nossa consciência e não o oposto. Não é o planeta que vai se tornar pior ou melhor simplesmente de uma forma aleatória. E aí os espíritos podem não ter a ver com isso, não. O nosso mundo, por exemplo, é um mundo de expiação e provas, porque somos espíritos imperfeitos. Daí o convite
simplesmente de uma forma aleatória. E aí os espíritos podem não ter a ver com isso, não. O nosso mundo, por exemplo, é um mundo de expiação e provas, porque somos espíritos imperfeitos. Daí o convite permanente que a gente possa avançar, que a gente possa evoluir, porque quando formos espíritos de segunda ordem, necessariamente estaremos vinculados a um mundo de regeneração, um mundo feliz. Por aí vai. Então, dentro dessa dessas colocações que a gente ouviu agora a pouco com o Marcel sobre o Império Romano, etc., ele tá falando do poder político. Não é que se ignore. Jesus não desqualificava as relações sociais, o poder político. Eu lembro da da situação do imposto que ele disse: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Nós estamos inseridos nessas dimensões múltiplas e precisamos vivenciá-las. Mas é porque a concepção de poder que Jesus traz para o espírito imortal é uma concepção de poder espiritual. Não é o poder político, não é o poder militar, não é o poder sequer o poder afetivo. Jamile falava, Judas amava Jesus, mas se deixou tomar pela paixão, porque o amor dele era um amor limitado, porque a consciência dele era limitada, como acontece muitas vezes com a gente. Quando Jesus fala o espírito imortal, ele vai falar, por exemplo, uma coisa que não faz sentido para muita gente. Quem quiser ser o maior seja o servo de todos. Não cabe na cabeça, não cabia na cabeça de nenhum romano, não cabia na cabeça nenhum, de nenhum dos membros do Sinédrio, não cabia na cabeça nem da população em geral, mesmo as pessoas iletradas se têm uma ideia de que poder é força física, aí é o poder físico, é conhecimento, seria um poder intelectual, é a capacidade de gerenciar melhor as forças e os eh os elementos, as riquezas que existem, um poder político, um poder administrativo, enfim, poderes humanos. E Jesus disse: "Olha, poder de verdade você tem quando você é o servo de todos, porque aí você não tá preso a nada material. Todos os poderes humanos, eles implicam troca.
ivo, enfim, poderes humanos. E Jesus disse: "Olha, poder de verdade você tem quando você é o servo de todos, porque aí você não tá preso a nada material. Todos os poderes humanos, eles implicam troca. Então, se eu sou eh um juiz, como a Bíblia traz, os juízes, a época que Israel foi governada pelos juízes, o próprio Sinédrio que fazia julgamentos, quando eu estou nessa posição, eu recebo algo em troca, eu recebo prestígio. Eu recebo a consciência de estar fazendo o que é justo. Eu recebo eh no nível máximo poderia ser isso, mas em outros níveis eu recebo a apreciação dos meus pares, eu recebo a as os favores em troca. E aí você já tem uma coisa que esse poder tá limitado por essa troca. A mesma coisa. Um poder militar, você tem um exército poderoso, você tem a força de obrigar os demais a fazerem o que você quer. Você Isso aí na história tá cheia. Você tem leis, você impõe leis, você impõe comércio, você impõe, escraviza, você faz o que quer. Quando Jesus fala que o maior é o servo de todos, ele tá dizendo: "Você não recebe nada. Você só recebe o prazer de servir e de dar felicidade ao outro". de fazer o outro se sentir bem. Ninguém tem você na mão, ninguém pode lhe manipular, ninguém pode governar você. Aí você tem mais poder do que todos, porque você tá livre. A ideia é que viver de acordo com o espírito, com a natureza espiritual mais elevada, nos liberta, obviamente das injunções da matéria, das paixões, dos vícios. Eh, difícil é a gente colocar isso em prática, mas não é impossível. Nós estamos há 2000 anos tentando. Reencarnamos e desencarnamos, reencarnamos e desencarnamos e todo o planeta está mesmo. E aí não tem a ver com religião, com ser cristão, não ser cristão, tem a ver com nível evolutivo. Todo o planeta está buscando esse avanço. Vamos seguir buscando porque com certeza nós hoje estamos mais perto do que estávamos há 2000 anos. E amanhã estaremos mais perto do que hoje, se seguirmos nos empenhando. E esse empenho pode ser traduzido como um esforço particular que cada um
hoje estamos mais perto do que estávamos há 2000 anos. E amanhã estaremos mais perto do que hoje, se seguirmos nos empenhando. E esse empenho pode ser traduzido como um esforço particular que cada um de nós tem que fazer de acordo com aquilo que deseja alcançar. E eu fiquei refletindo também sobre isso, não só na leitura, mas observando as contribuições de Naara, Mércia e João aqui no chat, em que eles estão comentando sobre os significados de ambição. E de fato são duas possibilidades. A questão é só ver o contexto. Não tem um sentido, digamos que positivo ou negativo necessariamente. é preciso ver dentro daquilo que estamos abordando, lendo, conhecendo. Se a gente pensa, por exemplo, numa pretensão, algo que a gente deseja, ou no campo da intencionalidade, podemos ambicionar, por exemplo, a sairmos da condição de espíritos imperfeitos para sermos espíritos bons. é uma ótima ambição, mas no caso que nós estamos tratando, essa ambição, ela tava centrada no alcançar o poder. E esse poder, que é o poder temporário, é que acabou, digamos que enchendo os olhos de Judas e levando a essa condição do discípulo ambicioso. Em outros textos, a gente encontra Judas como o discípulo iludido, iludido pelas suas próprias convicções. Mas para que a gente não se esqueça de que a cada um, segundo as suas obras, e que todos nós temos um pouco de Judas dentro de nós, porque estamos sempre buscando a melhoria, é interessante olhar e relembrar da sua caminhada. Ele foi colocado na condição de tesoureiro do grupo, se é que a gente pode usar esse termo considerando o que ele fazia. ele cuidava da bolsa, digamos assim, do grupo. E a gente tem relatos de que de vez em quando ele fazia um uso que o coletivo não aprovaria. ele tirava algumas coisas desta bolsa para usar de outro modo que não seria aquele, digamos que acordado. e ele já trazia algumas questões relacionadas ao uso do dinheiro, por exemplo, digamos que ele olhasse mais pra questão monetária ou uma certa ganância, porque naquele
ia aquele, digamos que acordado. e ele já trazia algumas questões relacionadas ao uso do dinheiro, por exemplo, digamos que ele olhasse mais pra questão monetária ou uma certa ganância, porque naquele episódio em que ele fala do perfume caro, que foi usado, né, ali para ungir os pés de Jesus por aquela mulher no episódio na casa de Lázaro, e ali ele coloca então que é como se fosse uma espécie de desperdício. que aquele dinheiro poderia ser usado para outras coisas e não para um perfume caro que seria derramado ali nos pés de Jesus. Então, vamos observando que ele já traz, como todos nós, algumas condutas que sinalizam a nossa condição evolutiva, mas tanto nós quanto Judas estão ambicionando alguma coisa de melhor, embora as imperfeições ainda nos levem a oscilar. Isso eu vi um pouco na fala de Antônio também aqui no chat, onde ele disse que as certezas dele com esse capítulo acabaram virando incertezas. Por isso a necessidade do autoconhecimento, do questionamento permanente não é uma paranoia ou que a gente vai ficar o tempo inteiro eh como se fôssemos autômis e vigiando os nossos atos. Orar e vigiar significa uma autoobservação para ver se há uma coerência entre aquilo que eu desejo ser e o que eu estou esforçando ou me esforçando para alcançar. porque a gente ainda não tem condição de estar lá, mas é olhar os esforços para que eu chegue nessa condição, a tal da imagem objetiva. Então, essa caminhada que todos nós vamos fazer, eh, e que estamos fazendo, faz com que a gente, eh, precise olhar com uma certa compreensão e indulgência todas as pessoas que estão ao nosso redor e nós também, porque em alguns momentos esse desejo de fazer mais pode fazer com que a gente não consiga alcançar aquilo que a gente precisa. Jesus era alguém eh que foi apresentado como uma criatura eh mansa, pacífica, que recomendava amar os inimigos. Então, era praticamente impossível querer que desse ser saísse um guerreiro, que montasse um exército, que tivesse aquele que disse: "Bem-aventurados os pobres de
ca, que recomendava amar os inimigos. Então, era praticamente impossível querer que desse ser saísse um guerreiro, que montasse um exército, que tivesse aquele que disse: "Bem-aventurados os pobres de espírito, que fosse criar castelos, palácios, ministérios, viver do ouro." nasceu na condição que nós conhecemos, filho de carpinteiro, demonstrando a humildade, mas a grandeza que a alma apresentava em todos os exemplos e todas as vivências. Então isso foi fazendo com que Judas observasse, não é possível, ele tem todas as possibilidades, mas o tempo em que ele poderia aí na nossa linguagem atual lançar uma espécie de partido ou a sua candidatura, ele tá se preocupando em curar leprosos e andar entre as pessoas de uma vida. O que que tava na cabeça de Judas? Ele precisa se relacionar com pessoas importantes, com pessoas que têm algum poder e influência. Ele vai andar com leprosos, prostitutas e pescadores, homens ignorantes. Que reino é esse que ele vai fundar e quando ele vai fundar? Aí ele tem, como aqui no capítulo, a grande ideia: "Eu tenho um plano traçado. Ele pode continuar a sua missão evangélica, mas eu vou cuidar do reino dele para ele." Mas qual foi a questão? Judas não compreendeu qual era de fato o reino proposto por Jesus e a dor que ele sente depois, quando ele percebe que não tem mais volta, faz com que a gente experimente grande compaixão. E quantas vezes nós também já nos deparamos com situações em que já fizemos e não temos mais como reverter a situação. Existe em uma outra obra intitulada Crônicas de Além Túmulo uma entrevista. Visitando Jerusalém, eis que Humberto de Campos em um outro momento, foi avisado de que era um homem, um espírito desencarnado que estava sentado numa pedra às margens do rio Jordão, era Judas. E Humberto de Campos, que sempre foi um jornalista, mas aquele é o Iscariote. É, mas hoje ele não deve ser um espírito muito evoluído, super evoluído, mas mesmo as almas já alcandoradas sentem vontade de em períodos como da Semana Santa Católica, eles volvem aos
é o Iscariote. É, mas hoje ele não deve ser um espírito muito evoluído, super evoluído, mas mesmo as almas já alcandoradas sentem vontade de em períodos como da Semana Santa Católica, eles volvem aos sítios onde se sublimaram ou onde prevaricaram para voltarem a sentir aquelas lições e se preparam para novas tarefas no solo do mundo. E o que a gente ganhou foi uma entrevista em que Humberto de Campos é o senhor mesmo, Judas? Sim, sou eu, filho de Iscariotes. E os fatos que narram no evangelho a seu respeito são verdadeiros. Ele confirma em grande parte, com quanto haja uma certa desfiguração aqui acular, porque eu acreditava que o mestre poderia vencer com a política do mundo e ele ia ser sagrado rei dos judeus. Nós íamos expulsar os romanos e instituir um reino a partir de Jerusalém, que ia dominar todas as tribos de Israel espalhadas, unificando nosso povo novamente. Era no que eu acreditava, eu não imaginava o que ia acontecer. Mas aí os fatos se deram da maneira que se deram. E Juda disse que depois ralado de profundo remorço, recorreu a Caifás, tentando reverter aquela semana dramática desde a prisão no Getsemman, no Orto das Oliveiras, até a condução dele ao Calvário na sexta-feira, depois de uma semana de profundos tormentos para Jesus, de tortura, ele tentou reverter, mas o que Cai faz? Seus amigos disseram disse: "Isso é lá contigo. Nós não temos nada a ver com isso. Isso é um problema seu. O nosso tá resolvido. O homem que criava dificuldade pra gente, nós tiramos do caminho. Jesus era um obstáculo e com tua ajuda, nós tiramos ele do caminho. Agora, se tu tens remorço, o problema é teu." Então ele diz a Humberto de Campos, ralado de remorço, recorria ao suicídio. Humberto de Campos não perde chance e pergunta: "E resolveu o problema?" Ele disse: "Claro que não. Eu saí de um problema e caí num problema muito maior, mas a misericórdia do Cristo foi me auxiliar." Nós temos uma crônica de Maria Dolores dizendo que Maria também após a sua morte desceu aos Umbrais para assistir
roblema e caí num problema muito maior, mas a misericórdia do Cristo foi me auxiliar." Nós temos uma crônica de Maria Dolores dizendo que Maria também após a sua morte desceu aos Umbrais para assistir Judas e depois ele se teve várias reencarnações naqueles círculos evolutivos de pessoas que estavam mergulhando no corpo e deles saindo no período das grandes perseguições. de Nero em 58 até Dioclesiano em 305, quando o cristianismo sofreu as maiores 10 grandes perseguições e chegaram a matar cerca de 3 milhões de cristãos. é que quanto mais matava, mais cristão nascia, inclusive dentro da cultura patrícia, dentro das principal sociedade dos romanos, que era a sociedade ou a casta dos patrícios. E isso ele diz que então foi se sublimando lentamente até que século XV ele fez o último mergulho dele na matéria quando foi vendido também. Ele foi traído, foi vendida e foi queimada. Ele não chega a dizer, mas nós temos aí mais ou menos a presunção de que foi uma heroína francesa que deu sua vida para salvaguardar a França da invasão britânica, garantindo que mais tarde, cerca de 4 séculos depois, a França fosse o berço do consolador prometido. E para isso, a França tinha que ser preservada de interferências externas. Se a Inglaterra permanecesse na França, eh, mancharia, macularia a cultura francesa para onde ia renascer o grande, a grande figura de Allan Kardec mais tarde. Mas isso são detalhes que nós vamos vendo. O que é certo é que hoje Judas está sublimado, então nós não encontramos mais razão para essa festa, né, Nádia? O sábado de aleluia. Ah, vamos malhar o Judas, explodi-lo com bombas de São João e tudo mais, como se ele fosse o eterno devedor. A luz do mundo espiritual, ele já se sublimou, ele já conseguiu a sua redenção. E por isso a nossa compreensão hoje é que ele era um espírito de escol que tambémora com o Cristo e com os apóstolos pela redenção da terra no rumo do mundo de regeneração, pelo qual todos nós ansiamos. Agora, esse capítulo deixa uma verdade. Sempre que nós naufragamos,
que tambémora com o Cristo e com os apóstolos pela redenção da terra no rumo do mundo de regeneração, pelo qual todos nós ansiamos. Agora, esse capítulo deixa uma verdade. Sempre que nós naufragamos, sempre que nós derrapamos em alguma atividade com alguém ou conosco mesmo, invariavelmente o remorço é o sentimento, é a ferramenta, é o aplicativo que vem para nos renovar. E aí nós deveremos passar por três etapas. A primeira é o arrependimento do equívoco. Isso ele teve. Depois a expiação. Em algum momento o indivíduo espia a sua falta pelo sofrimento, pelo amor e no final o indivíduo se reabilita. Ele consegue a reabilitação, a regeneração, porque ele recompõe o quadro que danificou dentro das trilhas da normalidade. Isso pode ser feito numa existência, isso pode ser feito em várias existências, onde o indivíduo vai pagando as notas promissórias, as duplicatas da dívida suavemente. Porque se o banco da providência divina mandar a conta cheia, o indivíduo não aguenta. Aí a divindade divide em suaves prestações, joga no cartão de crédito da consciência e vai resgatando lentamente a duplicata devida. Isso a isso se chama compaixão e misericórdia. Realmente, Marcel, essa esse você falou desde o início e acho que tá ficando claro cada comentário que a gente faz dá profundidade, porque eh nesse capítulo cada às vezes cada trecho que você se debruça, pode ser feito vários comentários, podem ser feitas várias reflexões e a questão do da dimensão espiritual, do poder espiritual, do que é o poder real. Poder real é a capacidade de amar. É o que Jesus nos ensina, né? Tanto que quando ele pergunta, qual é quando ele diz qual é a síntese da lei dos profetas, é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. É amar. E eh esse amor é que coloca o serviço acima de tudo. Eu quero retomar assim na minha nas minhas colocações finais essa essa questão da ambição. Eu li um livro quando era criança, onde uma personagem dizia assim: "A ambição é boa serva, porém má senhora".
u quero retomar assim na minha nas minhas colocações finais essa essa questão da ambição. Eu li um livro quando era criança, onde uma personagem dizia assim: "A ambição é boa serva, porém má senhora". Quer dizer, se a gente colocar a ambição, esse impulso para realizar mais a serviço da nossa dimensão mais elevada, é ótimo, vai dar uma força. É como as paixões que tá lá no livro dos espíritos, as paixões não são mais, elas se tornam um problema quando elas governam a gente. E a ambição não pode ser senhora da nossa vida. Nós não podemos não ter um projeto e seguir a ambição. E aí isso me lembra um detalhe sobre essa questão do poder, que é a famosa frase os fins justificam os meios que de alguma forma era o que tava na cabeça de Judas e é o que tá na cabeça a maioria de nós. Às vezes você deseja fazer uma coisa boa, vai ser maravilhoso, vai ajudar muita gente, vai beneficiar, vai ser uma maravilha. Vamos dar aqui uma um uma entortadazinha só no caminho, porque o fim é bom. Na verdade, esse é um equívoco extraordinário, porque quando a gente pensa que os fins justificam os meios, a gente diz: "Para um fim bom, para um fim elevado, nós podemos fazer coisas inferiores, nós podemos alimentar paixões, nós podemos eh repetir padrões eh fora da lei do amor, contanto que chegue lá, mas esses meios nunca vão levar um sim elevado, porque é O oposto são os meios que modelam o fim onde eu vou chegar. Não é somente a intenção. Então isso Judas não entendia. Isso a gente não entende muitas vezes. A, você tá vendo ali, é tão bom fazer aquilo, mas eu não posso trair este ideal que eu busco alcançar, esse essa construção elevada que eu tô buscando realizar aqui. Porque na hora que eu faço isso aqui, na no meio que eu estou usando para alcançar esse fim, eu não chego lá. Lembra uma eh uma informação que eu vi aí é sobre astronomia, que é assim, você vai lançar um foguete daqui para tal lugar, para Júpiter, lá para onde seja, às vezes 1 mm que você calcule errado. 1 mm não é nada. Meu Deus, é uma besteirinha, não dá nem
tronomia, que é assim, você vai lançar um foguete daqui para tal lugar, para Júpiter, lá para onde seja, às vezes 1 mm que você calcule errado. 1 mm não é nada. Meu Deus, é uma besteirinha, não dá nem para medir. Só que 1 milímetro no começo, quando chega lá, ele tá anos luz de distância de Júpiter. Não chega em Júpiter de jeito nenhum porque se desviou da rota. Então, quando nós buscamos ser o servo de todos, viver o evangelho, que é complexo, que pra gente é difícil, porque as nossas imperfeições estão sempre atrapalhando, a gente tem que se esforçar muito, é preciso lembrar que não há como atingirmos uma um objetivo elevado por meios inferiores. Por meios inferiores nós vamos atingir objetivos inferiores. E é só isso que a gente pode, se nosso nível de consciência tá nesse nível que que Judas, por exemplo, tá expressando nesse capítulo, é paciência, ele não conseguiu. Os outros 11 discípulos, os outros 11 apóstolos brigavam, discutiam, mas meio que conseguiam entrever ou conseguiram pelo menos se manter na rota para mais adiante encontrarem experiências que iriam lapidando espiritualmente a eles até que alcançassem. Judas perdeu o milímetro dele cá atrás na hora que ele disse: "Ah, mas Jesus com esse negócio de mansidão, ele não vai saber fazer isso não? Deixa que eu ajudo". Na hora que ele faz isso, ele pegou aquele milimetrozinho e aí ele já não conseguiu. Vai ter que retomar porque nada é permanente. Ele vai retomar. Mas é importante que a gente tenha essa clareza nas ações cotidianas, na na nas nossas vivências e na nossa compreensão também. para que a gente não fique julgando os outros. Muitas pessoas viverão experiências religiosas como nós mesmos no passado, talvez até no presente, viverão experiências religiosas de um modo muito imperfeito, que quando você olha, você diz: "Gente, o que é isso? A é essa vivência cristã, mas é esse roteiro que a gente vai precisar, como Jamil falou, refletir, repensar, fazer escolhas pra gente poder caminhar melhor. E eu creio, Nadia e Marcel que João se
sso? A é essa vivência cristã, mas é esse roteiro que a gente vai precisar, como Jamil falou, refletir, repensar, fazer escolhas pra gente poder caminhar melhor. E eu creio, Nadia e Marcel que João se sentiu motivado com o anúncio que Marcel reforçou no início, que a gente vem fazendo ao longo da semana sobre o novo livro. E ele pergunta se a gente começa já na sequência. Sim, João, não perderemos tempo. Vamos logo na sequência, especificamente no dia 12 de janeiro. Você é convidado com os demais a estar conosco, tá bom? E eu vou me despedir de vocês hoje lendo trechos de um texto onde a gente tem a descrição desse reino que Jesus veio nos apresentar. Já que estamos embalados pelas energias natalinas e pensando no nosso mestre, eu lhes digo, já era a hora do entardecer quando ele galgou um altiplano, iluminou-se de poente e contemplou aquele sem número de pessoas que em esperançosa expectativa aguardava o verbo esclarecedor. Entre os ruídos da natureza, na quase noite, irmã do mistério, ouviu-se sua voz doce e enérgica: Bem-aventurados, bem-aventurados. A simples pronúncias de tais palavras, almas aflitas e sequiosas de paz, corações dilacerados e inquietos, mentes agitadas e confusas, subidamente se realinharam. Ele completa bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Entre as imaginações daquelas mentes, a palavra do mestre despertava um sentimento de plenitude, além de qualquer conjectura ou ilação. Indisível, inovidável, e cada um, do seu jeito, nos limites de suas possibilidades, compreendeu que o citado reino estava no seu próprio âmago. Esvelá-lo é a fundamental missão de quem se pretende candidato à Suprema Felicidade. Já que estar rico como estado de espírito é estar orgulhoso da sua sabedoria, do cargo que exerce, da casa onde mora. é estar apegado ao transitório. Já estar pobre de espírito é viver a liberdade sem algemas do passado e sem amarras do futuro, superando a escravidão do tempo e a limitação do espaço por experimentar o
estar apegado ao transitório. Já estar pobre de espírito é viver a liberdade sem algemas do passado e sem amarras do futuro, superando a escravidão do tempo e a limitação do espaço por experimentar o eterno e o infinito. Assim liberto, encontra o fluir do efêmero impregnado da seiva do permanente, reino dos céus, conquista ou descoberta de seres livres. inteiramente livres. Me despeço com esse trecho do texto de André Luiz Peixinho.
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