Para Viver o Evangelho | Episódio 191 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (cap. 45 e 46)
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Ah. [música] Ah. Muito boa noite, meus amigos internautas, aqueles que estão nos acompanhando, seja aqui do Brasil ou do exterior. Já temos uma pessoa de Portugal sinalizando que nesse momento está em sintonia conosco. A Boa Terra está nos acompanhando. Pois é, hoje nós teremos o formato online, não estamos no salão nobre da Federação Espírita do Estado da Bahia, propriamente dito, porque tivemos este final de semana um grande encontro dos trabalhadores da federação chamado a imersão, aquela viagem para analisar todo ano que fase-se e o ano novo que se inicia e que está prenead Mas gostaríamos de, além da boa noite a todos, perguntar: "Você ainda não tem programação para dezembro? Não seja por isso. Eu vou lhe arranjar umas datas que você vai gostar." Ou seja, dia 19, daqui a pouco mais de 12 dias, 10 dias, nós estaremos juntos no Parque da Cidade, no bairro do Itaigara, aqui em Salvador, com a 20ª edição do movimento Você e a Paz, que pela primeira vez será no Parque da Cidade, que possui uma excelente arena multishow e que vai nos proporcionar o conforto necessário para recebermos nossos convidados. um padre católico, uma representante de matriz africana, um pastor evangélico vinculado a Polícia Militar e um representante espírita para o momento da educação para paz, para esse cultivo da paz e do desarmamento íntimo. Portanto, dia 19 deste mês, a partir das 14 horas, o movimento começa a funcionar no Parque da Cidade aqui em Salvador, Bahia, no bairro do Itaigara. Dias depois, você é nosso convidado. Dia 25, 25 de dezembro. Exatamente. Dia 24 não saia de casa. Natal é família, mas dia 25 saia. umas 10 horas você apareça lá na federação, porque teremos a tradicional palestra que Divaldo Franco realizou por 60 anos consecutivos. Teremos a tradicional palestra de Natal. Não só homenagei a Jesus pela passagem dos seus anos, que ele nasceu novamente entre nós, mas também homenagei a Federação Espírita do Estado da Bahia por estar completando 110 anos, fundada que foi em
ão só homenagei a Jesus pela passagem dos seus anos, que ele nasceu novamente entre nós, mas também homenagei a Federação Espírita do Estado da Bahia por estar completando 110 anos, fundada que foi em 1915 por José Titinga com o nome de União Espírita Baiana. Mas você ainda quer programação neste mesmo mês? Eu lhe trago outra pro dia 31. 31 às 10 horas da manhã na FEB, o tradicional encontro do encontro com a paz. Nós com Rute Brasil Mesquita, que estará realizando uma meditação, uma reflexão, onde cada um poderá ferir o ano que fecha e que ano novo deseja, sobretudo na companhia da paz. Outros informes nós no fim do mês daremos porque manteremos o formato virtual durante todo este mês de dezembro deste programa em que estamos analisando como é do seu conhecimento, você que vem nos acompanhando, Lázaro Red Vivo, a obra de Humberto de Campos de Irmão X. Mas se você deseja um caminho diferente em janeiro, não se preocupe, nós vamos caminhar com Jesus. Olha a capa antiga. Você vai encontrar esse livro hoje com uma nova capa, mas o conteúdo é o mesmo. Mais uma vez nós vamos nos rever com Amélia Augusta Sacramento Rodrigues, esta notável aquarelista do Evangelho. Ela não escreve. Essa mulher pinta o evangelho com uma beleza comum. Então nós vamos deixar irmão X agora em dezembro. E a partir de janeiro estaremos na companhia de Amélia Rodrigues. Nossas amigas já estão apostos pelo que passamos para a nossa Naddia, que vai dar continuidade já comentando os capítulos 45 e 46 que vão pontuar o nosso trabalho desta noite. É contigo, Nádia. >> Obrigada, Marcel. Uma boa noite aos companheiros que estão conosco aqui virtualmente. Eh, estamos longe do ponto de vista físico, até no exterior, até em Portugal, mas vibratoriamente estamos próximos e também pela tecnologia. Obrigada pela presença de todos. Hoje, como Marcel disse, vamos trabalhar com o os capítulos 45 e 46. E esses dois capítulos, eles nos falam sobre reflexões acerca da espiritualidade. Não a espiritualidade, os espíritos, a
de todos. Hoje, como Marcel disse, vamos trabalhar com o os capítulos 45 e 46. E esses dois capítulos, eles nos falam sobre reflexões acerca da espiritualidade. Não a espiritualidade, os espíritos, a espiritualidade dimensão espiritual na nossa vida. Que é que isso significa? Como é que nós podemos hã incluir, integrar, vivenciar plenamente a dimensão espiritual em nossas vidas? E o capítulo 45 ele é interessante porque é sobre, é uma uma história, uma narrativa que o irmão X faz sobre um homem que estava muito, muito doente. E ele então decidiu pedir a Jesus que o curasse, pedir a Jesus que o socorresse. Ele sofria muito, ele tinha muitas dores, muitas angústias. E Jesus então teria enviado um personagem mítico, não real, o anjo da saúde. E esse anjo da saúde começa a conversar com esse homem sobre eh o que é mesmo que ele estava pedindo e o que é mesmo que ele pretendia fazer com a saúde. Vai nos dar a oportunidade de refletir sobre a saúde na nossa vida. E eu queria só começar nesse primeiro momento propondo uma reflexão sobre o que é que a gente pede quando a gente está doente ou quando os nossos entes queridos estão doentes e nós oramos por eles. Eu diria que na grande, na esmagadora maioria das vezes, o que pedimos é a cura, é a sensação da doença, é a sensação dos sintomas, é a sensação da dor e de qualquer sofrimento. É interessante que muitas pessoas associam cura com fé e dizem isso aí eu tô falando no geral da nossa cultura, não necessariamente pessoas espíritas, mas também pessoas espíritas dizem que se você tiver fé você vai ficar curado, significando que se você continuar doente, é porque você não tem fé. O que é algo para se pensar? Significa então que a nossa fé é a fé em que sendo espíritas ou sendo cristãos não teremos doenças, não teremos dores, não teremos problemas de saúde. Não é isso que a gente aprende na doutrina espírita e nem mesmo no evangelho. É isso que a gente aprende, porque eh a doença ela expressa série de coisas. Primeiro, ela expressa um nível
mas de saúde. Não é isso que a gente aprende na doutrina espírita e nem mesmo no evangelho. É isso que a gente aprende, porque eh a doença ela expressa série de coisas. Primeiro, ela expressa um nível evolutivo planetário. Este é um mundo de expiações e provas. É um mundo onde a doença é uma realidade constante. É preciso eh compreender as leis eh físicas, biológicas, etc. Para que se consiga debelar as doenças. É preciso entender a construção da saúde através de hábitos eh saudáveis. hábitos mais naturais para que a gente possa evitar as doenças. É preciso usar a tecnologia, é preciso entender que certos hábitos que nós cultivamos largamente na nossa sociedade são hábitos adoecedores, tanto do ponto de vista físico, muitos produtos eh com químicas presentes que não facilitam a saúde, ao contrário, prejudicam, quanto mentalmente relacionamentos, situações de trabalho, situações de vida em geral que prejudicam a saúde. Então, a saúde é algo bem mais complexo do que simplesmente não sentirmos dores, não termos sofrimentos, não estarmos com a nossa com a doença, com um problema, com sintomas desagradáveis. E nem o desaparecimento dos sintomas vai significar que houve a cura. Então, a primeira coisa que a gente vai eh que eu proponho que nós pensemos é sobre o que fazemos quando estamos doentes. Nós pedimos a cura, nós pedimos que aquilo cesse, nós pedimos que a nossa saúde seja restaurada inteiramente ou nós aproveitamos para refletir sobre os significados, os sentidos, os aprendizados daquela experiência, visto que todas as experiências que nós temos no mundo físico são experiências para o nosso crescimento espiritual, as desejadas, as não desejadas, as provocadas por nós. e as decorrentes das circunstâncias em que vivemos. Sim, o nosso planeta é um planeta ainda de problemas, de dificuldades. Nós somos espíritos imperfeitos e produzimos doenças e vivenciamos doenças no nosso caminho. A pergunta é: como é que nós vamos construir saúde? Eh, basta acreditar que tendo fé e pedindo a
iculdades. Nós somos espíritos imperfeitos e produzimos doenças e vivenciamos doenças no nosso caminho. A pergunta é: como é que nós vamos construir saúde? Eh, basta acreditar que tendo fé e pedindo a Jesus, ele vai magicamente nos curar, ele vai retirar de nós ou dos nossos entes queridos o sofrimento da doença. Vale a pena pensar sobre isso, inclusive considerando a resposta que o nosso companheiro teve aí do anjo da saúde, não é isso, Jamile? >> Exatamente, Nia. E a resposta chama muita atenção, porque ela já nos aponta a caminhos para que nos mantenhamos saudáveis, harmoniosos, tranquilos. E isso é interessante que nós pensemos, porque o hábito é olhar a condição do nosso planeta ou a nossa condição interna e afirmarmos que é muito difícil manter o equilíbrio, nos mantermos sãos, garantir nossa saúde mental, porque o nosso entorno de fato nos apresenta situações muito difíceis. Enquanto ouvia, Marcel na abertura do nosso programa e do nosso encontro e as considerações de Nadia, fiquei acompanhando os cumprimentos, as saudações, as expressões de carinho no chat, ver algumas pessoas conhecidas, os cumprimentos, abraços, enfim, o quanto também a convivência e a possibilidade de nos dedicarmos a uma causa às outras pessoas e ao nosso próprio próprio crescimento também nos alimenta nesse campo e faz com que mantenhamos, pelo menos numa parte significativa do nosso tempo, bons pensamentos, boas posturas, tudo aquilo que nos aproxima do que podemos entender como comportamento saudável, coerente com aquilo que nós desejamos. Quem não deseja viver em paz, não só com a saúde do corpo físico, mas também harmonicamente com a sociedade, com as pessoas ao redor, com o seu próprio mundo íntimo. Eu fico imaginando o esforço que todos nós fazemos, porque estamos temporariamente na condição de espíritos imperfeitos para nos mantermos, digamos que pelo menos em um período razoável de tempo, em condição em que possamos afirmar: "Estou em paz, me sinto leve, estou pleno". Mesmo que
condição de espíritos imperfeitos para nos mantermos, digamos que pelo menos em um período razoável de tempo, em condição em que possamos afirmar: "Estou em paz, me sinto leve, estou pleno". Mesmo que em algum momento, inclusive pelas condições que nós temos, sejamos acometidos por um adoecimento, um resfriado, uma gripe ou outras coisas que podem até ser um tanto quanto mais graves, mas internamente a paz consegue encontrar um ambiente em que ela possa se manter, proliferar e inclusive trazer esse bem-estar para as pessoas que estão ao nosso redor. Quando Nadia sinalizou este anjo tutelar, eu fiquei muito atenta às perguntas, que são perguntas feitas a este personagem da nossa noite, no capítulo primeiro, mas que são perguntas que se adequam, com toda a certeza, ao nosso cotidiano. Estamos vivendo conforme a vontade de Deus. Mas o que é mesmo viver conforme a vontade de Deus? é entender que aquilo que nos é apresentado na nossa existência é fruto das escolhas que nós fizemos em algum momento. Aqui o capítulo está centrado na questão física, que nós sabemos que é possível. Nós somos, pelo nosso pensamento, aqueles que criam as possibilidades de nos mantermos em condições de estabilidade ou de desarro, de desequilíbrio, de instabilidade. É o que vai também ensejar que espíritos que não contribuem para o nosso equilíbrio sejam atraídos pelo nosso mundo interno. Há uma estreita correspondência entre aquilo que ofertamos e aquilo que recebemos. Então, se nós queremos receber algo de bom, é preciso que o nosso movimento seja dessa oferta, coerência acima de tudo, com o que desejo e com aquilo que faço para alcançar o que é o mesmo. Quando ele coloca aqui para todos nós, se estamos vivendo de acordo com a vontade de Deus, é entender que os seus desígnios na nossa existência estão proporcionais ao que necessitamos, precisamos e merecemos. E isso faz com que consigamos perceber que a exata medida da retribuição dialoga com a contribuição que nós estamos dando no mundo. O que
tão proporcionais ao que necessitamos, precisamos e merecemos. E isso faz com que consigamos perceber que a exata medida da retribuição dialoga com a contribuição que nós estamos dando no mundo. O que mesmo estamos fazendo aqui? Primeiro pensar na contribuição individual para o meu aprimoramento espiritual. A que venho me dedicando? As minhas horas, além do labor diário, estão voltadas paraa família, para as boas leituras, para a prática do voluntariado, para a prática do bem. O que é que eu venho semeando? Isso é pensar saúde para além de ser ausência de doença. A saúde é muito mais ampla, envolve uma dimensão de possibilidades que precisam estar colocadas sempre em pauta no nosso dia a dia. E aquela que a gente já conhece, que é tão disseminada, um tanto quanto menos realizada em relação ao conhecimento, que é auscuta íntima e permanente do que estamos fazendo, do que estamos pensando, do que estamos emitindo para o mundo e daquilo que estamos fazendo, corroborando com a obra do mestre Jesus. Concorda, Marcel? Perfeitamente. Recordei-me aqui, quem não tiver aí, quem quem não tiver muito novo, quem tiver na faixa dos seus 30, 40 anos, não deve ignorar que tivemos na televisão brasileira um programa de humor chamado A escolinha do professor Raimundo, sobre a coordenação de Chico Anísio, o notável humorista brasileiro. E nessa escolinha tinha um personagem chamado Paulo Cintura, cujo bordão era: "Y, saúde é o que interessa, o resto não tem pressa." Ele participava do quadro, dizia uma, fazia o a parte dele, a piada. era um ator assim bem malhado, alguém que se dedicava à academia. hoje deve estar bem envelhecido e fora do meio da teledramaturgia e também do humor, mas era um atleta que inspirava porque falava sempre de saúde. Bom, isso é verdade. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa, porque claramente notamos que uma pessoa sem saúde física não tem disposição para o trabalho, para as atividades em família. não tem disposição para o estudo, para o investimento intelectual,
pressa, porque claramente notamos que uma pessoa sem saúde física não tem disposição para o trabalho, para as atividades em família. não tem disposição para o estudo, para o investimento intelectual, porque a primeira grande agonia de qual de qualquer indivíduo é cuidar da saúde e restabelecendo ela para níveis que permitam ele interagir na sociedade. Só que à luz da moderna medicina e das suas imensas variantes, começamos a perceber de que o estado de saúde vai além de células físicas aparentemente saudáveis. Tem muita gente que fisicamente é um touro, é um trator, é um Boeing 737 voando raso. Ou seja, o organismo exibe uma saúde de ferro. emocionalmente, mentalmente, psicologicamente, até espiritualmente. Aí nós começamos a perceber que estamos mergulhados numa sociedade profundamente enferma. E essa colocação não é nossa, é de Joana de Angeles na sua série, num dos seus livros da série psicológica. Apenas irmão X chama-nos a atenção dentro desse capítulo de que um personagem, um homem que pode ser qualquer um de nós, se dirige ao anjo doador, o anjo doador da saúde e reclama saúde integral. Ele gostaria que as suas peças físicas defeituosas fossem sanadas para que ele pudesse voltar a ter saúde integral. Só que o anjo parecia um recenciador do IB é submeteu o homem a uma série de interrogações, constatando de que ele mental e emocionalmente estava completamente divorciado das leis de Deus. Ele não conseguia acompanhar nem entender. Aí, Enquanto os nossos irmãos retomam as a conexão de internet, eu gostaria de comentar com vocês um aspecto interessante. Se vocês bem observaram, porque já nos acompanham nas leituras do capítulo, foram feitas aqui então oito perguntas para esse nosso personagem. A primeira pergunta eu já coloquei para vocês, achei até interessante o comentário que foi trazido aqui por Pedro, que se ainda não fizemos essas perguntas, nós sim podemos fazê-las. Isso é muito natural e devemos fazê-las com frequência. Primeiro a ideia de que se estamos vivendo de modo coerente com
i por Pedro, que se ainda não fizemos essas perguntas, nós sim podemos fazê-las. Isso é muito natural e devemos fazê-las com frequência. Primeiro a ideia de que se estamos vivendo de modo coerente com aquilo que a gente entende como a vontade de Deus. Depois ele traz uma pergunta sobre se ele estava disposto a esquecer de imediato o pretérito criminoso. O que faz com que percebamos que a dificuldade em perdoar, lembrando que perdoar não é um ato de extrema bondade, em que nós, se estivermos então numa superioridade evolutiva, a gente diz ao outro: "Mesmo que você apresente essa condição indigna, eu lhe perdoo porque sou bondoso". Não, perdão. É libertação de um peso que nós carregamos porque ainda não conseguimos entender e acolher o outro de acordo com o seu nível evolutivo. E o quanto isso nos adoece, porque nós ficamos ali mantendo o pensamento vinculado ao outro por meio da mágoa, do ressentimento. E isso naturalmente vai adoecer as nossas células. E para voltar à partilha com Marcel, depois a gente vai retomando as reflexões, tenhamos consciência do quanto esse processo de ruminar essas energias que são malsães. Eu gosto sempre de trazer aquela eh, digamos que definição bem simples, mais profunda do que é fluidoterapia. substituição de moléculas maçãs por moléculas sãs. Enquanto vamos alimentando internamente ressentimento e mágoa, o corpo que adoece é o nosso, porque o perespírito acaba dando vazão para o corpo físico daquilo que lhe incomoda. E nós vamos de fato, pelo perdão, não libertar o outro lhe concedendo a beness de nossa superioridade, mas libertar a nós mesmos da dificuldade de olhar para o outro e se compadecer da sua condição e não ficar com o orgulho atingido por aquilo que nós entendemos como ofensa. autoconhecer-se pode também nos ajudar a não cair nesse tipo de armadilha, a nos enredar naquilo que o outro vê ou percebe de nós. E sem termos ciência do que somos e sermos coerente com a vontade de Deus, aí estaremos em paz. Porque não será mais o outro agitar
e armadilha, a nos enredar naquilo que o outro vê ou percebe de nós. E sem termos ciência do que somos e sermos coerente com a vontade de Deus, aí estaremos em paz. Porque não será mais o outro agitar aquilo que sou, mas sim o que eu entendo por viver em consonância com os princípios divinos. Marcel, por favor, nos traga o raciocínio que você estava construindo conosco. >> É fundamental. Estamos aguardando a nossa Nádia voltar porque até a internet adoece, viu? Temos que anotar. E aí não tem cura, temos que aguardar mesmo ela se recompor. Nesse período do século XX, nós tivemos um avanço extraordinário das ciências da psiquê e elas foram demonstrar um outro lado que ignorávamos. Nós tínhamos pessoas muito saudáveis fisicamente, mas enfermas emocionalmente. Agora sabemos que raiva, ódio, rancor, maldade, vingança são doenças tão destruidoras e devastadoras quanto a varicocele, quanto o câncer, quanto aides, a Covid ou as grandes enfermidades que assinalaram os períodos históricos. O homem lutou contra a tuberculose, venceu. O homem criou medicamentos contra a o mal de Rance, venceu. Ele existe, mas ele tem medicações extremamente ativas, competentes e curativas. O câncer. Diante da oncologia, hoje nós temos uma bateria de armas contra as neoplasias malignas ou benignas. que dão sobrevida a milhares de pessoas. E quanto mais cedo se descobre o câncer, mais chance de cura ele tem. As gripes, hoje temos vacinas, a COVID, que acabou de sair da terra, um estado de pandemia, nós tivemos, chegamos a ter 12 imunizantes à disposição, hoje reduzidos a uns três ou quatro de eficácia, mas dominamos a pandemia que nos assolou há pouco mais de 2 anos. Entretanto, o que falar com essa massa? O que dizer a essa massa de enfermos depressivos, ansiosos, os aflitos, os solitários, os angustiosos, que são outras manifestações mórbidas da personalidade da criatura humana. Por isso mesmo, nós estamos de certa maneira na posição deste homem, dessa voz, desse personagem do capítulo, onde ele se dirige ao anjo
ras manifestações mórbidas da personalidade da criatura humana. Por isso mesmo, nós estamos de certa maneira na posição deste homem, dessa voz, desse personagem do capítulo, onde ele se dirige ao anjo curador, porque parece que ele já tinha desistido de procurar os recursos da terra. E é comum, nós notamos que os templos religiosos, via de regra, estão absolutamente apinhados de orantes e de pedintes, cuja primeira regra é: Senhor, me ter saúde. Seja quem for o seu senhor, Alá, Deus, Jeová, Buda, o indivíduo se dirige invariavelmente atrás de saúde, porque o resto ele correrá atrás. Então é, a busca disso nos impõe começar a analisar que precisamos cuidar do corpo físico. Isso é incontestável. Tá aí as campanhas contra o tabaco, tá aí as campanhas contra o sedentarismo, contra o uso excessivo de alimentos ultraprocessados e outras mazelas da vida moderna. Tudo isso nós já sabemos, está na mídia intensamente todo dia. Mas nós precisamos conhecer agora as leis de Deus. E Deus tem leis porque o município tem, o estado tem, a união tem. Se falam em leis internacionais, o pacto disso, o pacto daquilo. A divindade também estabeleceu leis. E é por isso que a doutrina espírita, na terceira parte do livro dos espíritos, expõe de maneira muito clara, como fez Kardec, a posição de existirem para nossa compreensão na Terra 10 leis, que vai desde a lei de adoração, que é inata na criatura humana, até a lei de amor, justiça e caridade, mas passa por uma delas chamado lei de destruição. Por mais que eu cuide do vaso físico, dia chega em que esse vaso físico capota, ele naufraga ante o assédio ou da própria velice, o perecimento dos órgãos que leva ele a uma falência sistêmica, ou ele é atingido por uma enfermidade ocasional, uma doença que seja lenta ou é fulminante, fora os acidentes, as balas perdidas, os acidentes de trânsito e tudo mais que hoje seifam milhares de vidas na Terra. Esse corpo físico, portanto, ele tem prazo de validade por uma razão óbvia. Ele é uma máquina e toda máquina que tem
s, os acidentes de trânsito e tudo mais que hoje seifam milhares de vidas na Terra. Esse corpo físico, portanto, ele tem prazo de validade por uma razão óbvia. Ele é uma máquina e toda máquina que tem um uso desgasta suas peças. Até o motor de um carro moderno, muito bem construído, ele tem que em algum momento passar por aqueles mecânicos chamam de retífica. Você refaz aquele motor, o coração dele que se desgasta de tanto trabalhar ao longo de milhares e milhares de quilômetros rodados. O corpo também chega o momento em que a morte o convoca à sua consção. Mas o espírito, a essência imortal prossegue vivendo. Essa não pode ser mais atingida pela morte, mas pode ser atingido por doenças. Doenças emocionais, doenças da alma, doenças do sentimento e das emoções. Encontramos todos os dias em nossa, em nosso derredor, no seio da família, dentro do ambiente de trabalho, pessoas que são enfermas tanto quanto podemos sê-lo também. Ou seja, ainda demonstram o desequilíbrio das emoções vinculados a estresse, as neurastenias modernas, a problemática da ansiedade, que é um drama hoje mundial. Temos uma sociedade profundamente ansiosa, que tem ânsia de viver e não sabe como, apenas convive. E quando de repente pretende começar a viver, aí chega o momento de deixar de abandonar o carro físico por positivo da morte. Então, tudo isso nos leva a ver que somos um pouco parecidos com esse cidadão, com esse personagem de mão X, que recorre ao anjo dispensador dos dons da saúde. Mas o anjo não encontrou nele ainda lacunas ou pontos onde pudesse colocar o pen drive da saúde. As entradas USB dele estavam todas contaminadas por um programa pirata. Vai, Naddia. OK. Obrigada. Desculpem aí, eu tive uma dificuldade com a internet. Eh, isso que Marcel acabou de falar, o que Jamile também falou. Eu gostaria de dar sequência a essa reflexão, eh, ainda colocando a questão, eh, uma questão que Jamíli abordou, que é que diz respeito à função da saúde. Ela foi, ela nos disse como eh o mensageiro do Alto vai fazer perguntas
ia a essa reflexão, eh, ainda colocando a questão, eh, uma questão que Jamíli abordou, que é que diz respeito à função da saúde. Ela foi, ela nos disse como eh o mensageiro do Alto vai fazer perguntas pertinentes. Eu gostaria de fazer uma pergunta que é assim: para que nos serve o corpo e consequentemente a saúde? Porque nós em geral consideramos pouco o nosso corpo físico. Nós, eh, os médicos são testemunhas disso. Nós dilapidamos o patrimônio da saúde com frequência. Eh, uma vez alertados pelos profissionais de saúde, eh, resistimos muito em mudar o nosso estilo de vida para que ele seja mais saudável e conserve melhor o corpo, sendo que a função do corpo é a função do processo reencarnatório, que é permitir que o espírito evolua. E para evoluir, ele precisa se alinhar às leis divinas e viver a essas leis no nosso caso, tal como o Evangelho nos aponta. E é interessante que na condição de espíritos imperfeitos, eh, com muita frequência nós ouvimos a frase a vontade de Deus como se Deus fosse uma pessoa, alguém com cuja vontade eu posso competir, eu posso brigar, eu posso discordar. Na verdade, quando se fala a vontade de Deus, está se falando das leis cósmicas que regem a vida, que são sim expressão de Deus, mas não um Deus pessoal que tem vontade própria, que quer que eu fique boa ou quer que eu desencarne ou quer que eu esteja doente. Não é assim que funciona. Deus não tem vontade que a gente adoeça. Deus não tem vontade que a gente se cure. A vontade de Deus como inteligência supa, criador de todas as coisas, ela está expressa nas leis perfeitas que regem o universo material, universo moral, universo espiritual, toda a realidade que nós conseguimos abranger. Então, não há por eh brigarmos com a doença, brigarmos com a dor. Há porque compreendê-las. Qual o significado disso? Eh, como eu coloquei essa experiência na minha vida? Como eu posso utilizar essa experiência para o propósito real da existência, que é o processo de evolução, ampliação da consciência, sintonia com o divino.
eu coloquei essa experiência na minha vida? Como eu posso utilizar essa experiência para o propósito real da existência, que é o processo de evolução, ampliação da consciência, sintonia com o divino. Essas são as perguntas que a gente poderia se fazer. Precisamos estar atentos para não antropomorfizar Deus, não transformá-lo em uma pessoa. Ah, mas Deus quer que eu esteja doente? Não, não existe isso. Existe que as leis que regem a vida, elas a partir das minhas ações, produziram isso que eu chamo de doença. O que eu vou fazer com essa experiência é algo que eu preciso decidir, é algo que eu preciso escolher, aproveitar a experiência, manter-me firme no processo evolutivo, em fazer o bem, em realizar o melhor de acordo com as leis divinas, independente da condição em que eu esteja. Isso significa vencer a doença. Interessante, N, essa reflexão, porque agora a gente ficou avaliando e analisando as perguntas, inclusive aplicando essas perguntas para nós mesmos. E as respostas que a nossa personagem da noite nos apresenta está sempre na negativa. Não, ainda não servia as leis do Senhor. A outra resposta e infelizmente ainda não posso. A outra não posso ainda. Ainda não me é possível. Ainda não sigo o semelhante caminho. Ainda não. E a última significa uma afirmativa em que ele diz: "Eu confiarei em Jesus. Ou seja, eu confio que a cura virá porque eu acredito em Jesus, mas em nenhum momento a possibilidade do esforço se apresenta. Eu desejo que algo milagrosamente me tire das agruras que eu experimento, como se não fosse responsável por todas elas. Eu achei interessante o comentário de Mércia. Ela traz uma expressão: "Ave Maria, esse anjo não achou nada na criatura. M. Isso é importante que a gente reflita porque este anjo tutelar, ele já vislumbra ali aquele ser que vai alcançar, digamos que a iluminação, a perfeição, o seu caminho reto. Como Joana de Angeles afirma, ela traz pra gente essa ideia de que a retidão, que é o que Naddia já nos apresentou, a persistência naquilo que nos faz bem,
iluminação, a perfeição, o seu caminho reto. Como Joana de Angeles afirma, ela traz pra gente essa ideia de que a retidão, que é o que Naddia já nos apresentou, a persistência naquilo que nos faz bem, faz com que a psicosfera se acostume a um outro modo de vida e nos habituemos aquilo que nos traz bem-estar. Por isso que a recomendação da oração, da persistência em fazer o bem é recomendada. A gente ainda tem uma espécie de oscilação que estamos indo bem crescendo, evoluindo, de repente vem alguma coisa que diz: "Eu não estava no caminho certo, por que que agora eu sou então abatido por um adoecimento? Alguém do meu campo da afetividade, do meu carinho, do meu amor, então passa por um momento difícil. Eu fiz tudo que devia." Você continua fazendo tudo aquilo que deve e aquilo que pode, mas é preciso lembrar que nós trazemos experiências do passado e elas vão nos pedir que entremos novamente em equilíbrio com a lei divina. Então, nós estaremos sempre construindo um caminhar que nos apresente um futuro salutar, mas ao mesmo tempo convivendo com as consequências do passado para que a gente reescreva essa história. A misericórdia está nisso. Eu entendo que a dificuldade é temporária porque eu vou reverar a felicidade. Outra coisa interessante que vocês trouxeram aqui, a Naiara sinalizou que pelo texto, pelo que o irmão X está trazendo pra gente, pedimos mais do que temos condições de usar. A questão, Naiara, é que nós podemos pedir, mas entender que vamos receber exatamente proporcional aquilo que estamos ofertando. Nem sempre aquilo também que peço eu deixo de receber por falta de condição, mas porque naquele momento não é a prioridade nem o mais importante para que eu possa crescer. É preciso fazer por onde? Criar um terreno ou aquela ideia mesmo de que a casa precisa estar sobre a rocha para que eu tenha condições de levá-la à frente. Eh, e de fato, Messi, ele não alcançou ainda essas fases necessárias. O que o anjo tutelar veio então dizer para ele? Olha, tem caminhos. A sua dor, ela não vai
eu tenha condições de levá-la à frente. Eh, e de fato, Messi, ele não alcançou ainda essas fases necessárias. O que o anjo tutelar veio então dizer para ele? Olha, tem caminhos. A sua dor, ela não vai desaparecer e nem ser curada por algo externo. Ela já está dentro de você. E que a sua luz brilhe, faça-se a luz. É a partir disso que nós vamos precisar regar, cuidar, acarinhar, perceber como estamos para mudar. Por isso que ter ciência da nossa condição atual, investir em autopercepção, faz com que essa cegueira desapareça e a gente consiga então avançar. E concordo com Silene. É mesmo a oportunidade de refletir sobre o passado. Se eu estou passando por momentos de dor, desilusão, não só no adoecimento, mas em outras coisas, malquerença, dificuldade relacional, invisto em determinada coisa, mas outras aparecem que parece que me tragam, me puxam, eu não consigo avançar. É preciso ter calma para entender o que é que essas circunstâncias querem nos dizer. Ninguém tá falando de uma ideia de submissão, de que as coisas não vão sofrer alteração. É primeiro entender que mensagem ela nos passam e depois então traçar novas metas sempre com aquilo que já foi trazido aqui, entendendo que o evangelho é o nosso roteiro e é um roteiro que cura e liberta. Por isso que conhecer a verdade, não só a dos livres, a verdade interna do ser imortal nos liberta de nós mesmos. A grande, o grande anjo, doador, dispensador da saúde na terra inegavelmente é Jesus Cristo. Quando esteve fisicamente entre nós há 2000 anos, as massas estavam doentes e acorreram a ele basicamente atrás de duas coisas: comida para o estômago atormentada. Era um povo que passava fome porque estava sob a dominação de um arbitrário invasor, os romanos, e Saú. Alguns se interessaram por sua doutrina, alguns poucos. A maioria via neles, via nele, em Jesus, a possibilidade de transformar pedras em pães. E as multidões se fizeram enorme, o seguindo atrás justamente do farnel e também da cura das mazelas do corpo ante a precariedade da medicina, que naquele
possibilidade de transformar pedras em pães. E as multidões se fizeram enorme, o seguindo atrás justamente do farnel e também da cura das mazelas do corpo ante a precariedade da medicina, que naquele tempo não auxiliava nem mesmo os que tinham dinheiro. Nós já estudamos aqui o livro há 250 anos depois e até 2000 anos também. E vimos que Públios Lentolos, o nosso Emmanuel de hoje, levou a filha de Roma para a região da Palestina na busca de melhorando o ar, o ambiente, um ambiente próximo a um lago de de ventos mais frescos, a menina pudesse melhorar. A menina tinha e ela só ficou curada porque Jesus interferiu a pedido em súplica daquele senador que estava absolutamente derrotado, vendo a filha ser definhando lentamente pela doença que a vitimara. Então nós começamos a compreender que ele foi o grande dispensador e ainda hoje é buscado agora na forma religiosa, na forma do Cristo crido, do Cristo adorado, para que ele possa curar as problemáticas físicas para cuja solução a medicina. Muitas vezes só tem um, talvez um, quem sabe, um entretanto, uma medicação relaxante, uma medicação paliativa, onde o indivíduo vai conduzir a enfermidade, mas ela é inoperável, ela é incurável, não é mais, não é tratável porque a medicina não tem recurso. Nós temos filmes na área da ficção científica que registram pessoas que gostariam de se submeterem à criogenia. você congelar o seu corpo físico e aguardar 100 anos, 200 anos congelado. Depois, a ciência da criogenia tiraria você do estado de congelamento total e você voltaria daqui a 150 anos com a idade que tinha. Aí você despertaria e a primeira pergunta sua disse: "Olha, eu fui congelado com tal doença, já tem cura?" Claro, há mais de 40 anos que a gente já tem cura paraa sua doença. Aí eu saio do congelamento, me submeto a um tratamento e me curo. Só que nesses filmes de ficção científica, ninguém disse, nem abordou os roteiros de que você despertaria 150, 200 anos depois sem todos os seus familiares que morreram. Você estaria num mundo
e curo. Só que nesses filmes de ficção científica, ninguém disse, nem abordou os roteiros de que você despertaria 150, 200 anos depois sem todos os seus familiares que morreram. Você estaria num mundo inteiramente novo, cheio de máquinas e de equipamentos que você não acompanhou, que você não viu. Será que você teria condições de se adaptar a esse admirável mundo novo quando você chegaria com toda uma cultura de 200 anos atrás? Como você iria viver novos hábitos, novos comportamentos naquela sociedade que lhe encarou como um picolé, em que você esteve congelado por dois séculos até encontrar cura paraa sua doença. Essa é uma proposta impactante porque nos leva a perceber a necessidade de conhecer as leis de Deus, as 10, as todas as leis que sejam possíveis na terra, compreendê-la e incorporá-las ao cotidiano lentamente, procurar viver. Nós precisamos nos libertar desses verdugos, desses tóxicos emocionais que diariamente estamos ingerindo, contaminando o corpo e o enfermando. Tem muita gente saindo da terra antes da hora. Não, não tô me referindo aqui ao suicídio consciente, aquele premeditado. Tem muita gente saindo da Terra como suicida inconsciente. Vai matando lentamente o corpo, não só pelo tabaco, pelo álcool, pelo pela glutonaria, vai também acumulando resíduos mentais destruidores. Vale a pena a gente refletir com quanto toque de humor do homem que procura o médico e o médico exibindo uma radiografia diz aquele seu paciente: "Seu José, estou aqui com os exames do senhor. O senhor não tem nada." E o homem abre um largo sorriso, olha para o médico, assim: "Ih, doutor, deixa eu ver essa radiografia". Então, depois de 30 anos comendo muito, fumando todo dia e bebendo cachaça, eu não tenho nada. Exatamente. O senhor não tem mais fígado, o senhor não tem mais pâncrea, o senhor não mais tem rim, o senhor não tem mais órgão nenhum interno, só tem uma seta no local apontando onde esses órgãos existia. Isso deve ser desesperador, porque inevitável retroceder a órgãos
, o senhor não mais tem rim, o senhor não tem mais órgão nenhum interno, só tem uma seta no local apontando onde esses órgãos existia. Isso deve ser desesperador, porque inevitável retroceder a órgãos saudáveis depois que eles são destruídos. Mas nós podemos retroceder diante de um tóxico mental, emocional, uma prece, um instante de meditação, alguns instantes de silêncio, uma música suave, uma reflexão de que aquela situação que nos aconteceu ou que provocamos pode ter uma lição embutida para o nosso crescimento. Quem viver verá. Na verdade, essa esse processo, essa visão da saúde, essa eh muito bem ilustrada na nos filmes de ficção científica, onde as pessoas são congeladas para serem despertadas quando houver cura da doença, ela representa um nível evolutivo que está eh nos remetendo às reflexões do capítulo 46 desajustado. Por quê? Porque esse essa forma de ver a realidade é a forma materialista. Só existe o corpo, só existe a vida física. É a única coisa que eu tenho certeza e eu vou me agarrar ela para sempre. Existem eh pessoas que acreditam que em algum momento vai se chegar a a condição da medicina das outras ciências, vai chegar um ponto em que todos nós viveremos para sempre no corpo físico. para quem crê na realidade do espírito e mais ainda para quem compreende como que o mundo espiritual é o mundo normal primitivo e o mundo material é por si mesmo transitório, limitado e imperfeito. Ainda um processo de construção, essa ideia é desesperadora, mas ela não é desesperadora para as pessoas que estão presas a uma visão materialista. No capítulo 46 acontece uma coisa muito interessante que é um processo de transição. Todos nós passamos por processos de transição e dentro da nossa jornada evolutiva, nós já tivemos no passado, estamos tendo no presente e teremos no futuro várias etapas. uma etapa é essa etapa onde todo o foco está na nos interesses materiais, na realidade material, nas gratificações materiais e tudo se resume à matéria. A ideia de que se possa eh perder o corpo físico, que
apa é essa etapa onde todo o foco está na nos interesses materiais, na realidade material, nas gratificações materiais e tudo se resume à matéria. A ideia de que se possa eh perder o corpo físico, que ele possa ser atingido pela morte, que não é uma ideia, é um fato inevitável, mas essa só de pensar nisso, as pessoas ficam desesperadas. Mas aí ele vai mostrar um indivíduo que viveu assim a vida toda, uma parte da vida, e que num dado momento ele começa a descobrir a dimensão espiritual, ele começa a se perceber espírito, ele fica fascinado. E é interessante que o que é dito é como dentro dele, mesmo vivendo na materialidade, como dentro dele havia uma busca sincera da verdade. Seja naquele nível que ele estava anteriormente, era o nível que ele tinha alcançado, mas ele continuava como ser, buscando caminhar e buscando avançar. E aí, por causa disso, havia dentro dele valores, qualidades, eh, espirituais que permitiram a sua transformação. E aí ele começou a ter interesse em valores mais elevados, em realidade espiritual, em eh construções espirituais de avanço de consciência, de elevação moral. E aí é que entra o título desajustado, porque ele ficou desajustado, ele não se encaixava. E na verdade vamos reconhecer honestamente que nós nos encaixamos plenamente na sociedade atual à medida que concordamos com ela. Se nós consideramos a violência algo execrável que precisa ser superado com qualquer nível, violência contra os outros seres humanos, violência contra animais, violência contra vegetais, a natureza, a própria Terra, o planeta. Se nós consideramos isso de verdade, nós vamos ter vários problemas de ajustamento. As pessoas vão nos achar estranho, tal como acontece com esse indivíduo. E a gente vai ver que ele tem essa essa essa angústia. Ele diz: "Olha, eu encontrei a fé, mas perdi a tranquilidade, porque a tranquilidade que ele construiu era baseada na chamada normose, viver como todo mundo, porque é assim mesmo, porque a vida é assim mesmo, porque não precisa agora ficar
perdi a tranquilidade, porque a tranquilidade que ele construiu era baseada na chamada normose, viver como todo mundo, porque é assim mesmo, porque a vida é assim mesmo, porque não precisa agora ficar com muita coisa, com muita reflexão. Quando ele supera isso, ele vai perder a tranquilidade, ele vai precisar construir outra tranquilidade, que é a tranquilidade de quem se identifica com as leis divinas e através da vivência do evangelho vai expressar isso, ocorra o que ocorrer, sejam quais forem as circunstâncias, seja qual for o desagrado ao redor, não que a pessoa queira provocar desagrado, mas as pessoas vão ficar incomodadas. com aquela conduta, com aquela postura. E ele, eh, irmão X termina falando de como Jesus sabia que aqueles que o seguem, ele diz assim: "Quem quiser vir após mim, tome a sua cruz e siga-me." Essa cruz pode ter muitos significados. Um deles é o fato de que você vai perder a identificação de com as outras pessoas, vai perder a oportunidade de ser uma pessoa comum, igual a todo mundo, porque todo mundo sente isso, todo mundo faz isso. Você vai estar em busca de algo mais. você vai dedicar sua vida a um outro tesouro e onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração. Isso faz com que a gente fique sim desajustado até que possamos ter tranquilidade com este fato, sintonizar com o alto, vibratoriamente com aqueles seres que estão na mesma busca que nós e possamos um dia construir um planeta, uma humanidade e viver num mundo onde sim todos estão cientes e investidos da sua identidade espiritual. Verdade, Nja. Eu concordo muito com essa ideia de investirmos no reconhecimento de nossa identidade espiritual. Eu aproveito o momento para deixar um abraço para todos vocês que estiveram aqui conosco, nas pessoas de Magali Machado e na querida amiga Fátima de Tapetinga. Um abraço para vocês e me despeço mais uma vez com a reflexão que é trazida, que é uma espécie de reflexão no finalzinho do capítulo 45, em que o anjo então vai nos afirmar que não basta confiar, é preciso fazer juiz
ocês e me despeço mais uma vez com a reflexão que é trazida, que é uma espécie de reflexão no finalzinho do capítulo 45, em que o anjo então vai nos afirmar que não basta confiar, é preciso fazer juiz a essa confiança quando nos dirigimos e nos referimos ao Mestre Jesus. Então, que todos nós saiamos daqui com essa reflexão. O que venho fazendo para merecer a confiança do mestre divino. >> Meus amigos, vocês todos que nos acompanharam, estamos chegando ao final do nosso programa, já quase 9 horas da noite. Nós voltaremos na próxima segunda-feira e que fique para nós o estímulo de que estamos no mês natalino. Ele foi a criatura mais saudável que já passou pela terra. Jesus não se encontrará em todos os seus quatro evangelistas qualquer versículo ou capítulo que retrate Jesus doente, porque ele era saudável internamente. Sendo saudável por dentro totalmente, ele não adoecia por fora porque as doenças não encontravam ressonância magnética nele para se proliferarem. é o contrário nosso. Nós somos enfermos, quase todos nós, porque trazemos determinados estímulos internos de natureza vibratória, de natureza psíquica. E os bacilos, os espiroquetas, os micróbios e os vírus encontram ressonância onde se instalam, proliferam e causam danos ou de grande monta ou de pequena monta, benigno ou maligno, muitas vezes nos criando embaraço à existência física. Então é fundamental recordar os latinos. mensana, incorpore sano. Uma mente sã pode gerar e manter um corpo saudável, porque a questão básica, fundamental não é ter doenças. Ter doenças todo mundo vai ter um momento ou outro da vida. O importante é não ser doente, não sintonizar-se mentalmente com a enfermidade e mesmo se ela venha a debilitar, nós estarmos trabalhando e sermos encontrados pelo anjo dispensador em atividade e prosseguir rumo acima para os cimos da vida. Um grande abraço, uma ótima noite, até segunda-feira que vem.
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