Para Viver o Evangelho | Episódio 178 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (Capítulos 15 e 16)
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser, é proposta de crescimento e novas perspectivas para a elevação moral e para o progresso. A espiritualidade trouxe, por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional. Entre encarnados e desencarnados, a vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo às questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, F, realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Godim, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Margarete Ál São Paulo, Maí e Braga, Brasília, onara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do Corpo de Palestrantes da FEB e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador, Bahia. Inscrições www.feb.org.br. BR. Venha, participe. >> Meus amigos internautas que nos acompanham remotamente e cumprimentamos também os que presencialmente estão aqui no salão principal da Federação Espírita do Estado da Bahia. Nossos votos de muita paz a todos, abrindo as nossas atividades de hoje do nosso programa para Viver o Evangelho. Aí esteve a programação do Congresso. Mas se você me disser, mas eu ainda estou sem programação, eu estou sem saber os eventos, tenha calma, eu vou lhe abastecer. Agora quarta-feira, daqui a 48 horas, nós teremos aqui nesse salão uma exposição de Dr. Cláudio Amorim. Ele é doutor em educação, um homem de densidade cultural extraordinária na educação e no espiritismo, falando sobre inteligência artificial. 20 horas, próxima quarta-feira aqui presencial às
o Amorim. Ele é doutor em educação, um homem de densidade cultural extraordinária na educação e no espiritismo, falando sobre inteligência artificial. 20 horas, próxima quarta-feira aqui presencial às 20 horas. Ainda não temos possibilidade, por enquanto, de transmissão online, mas pode ocorrer, mas por enquanto será 100% presencial. Ele falará por uma hora e durante meia hora responderá questões sobre esse palpitante tema da atualidade, colóquio sobre inteligência artificial. E setembro chegou, portanto, no final do mês, dia 28, vamos ter André Trigueiro aqui em na Federação Online participando de um tema sobre ecologia e evangelização. Como todos sabem, André Trigreiro é um dos grandes professores de faculdades de universidades no Rio e que criou uma matéria que ninguém pensava que podia ser ministrada. ecologia. Hoje ela é professor de ecologia em renomadas universidades cariocas, né, do Rio de Janeiro e vai estar conosco inteiramente online. Então você não precisa se movimentar, basta no dia reservar, dia 28 de 10 até às 11:30 ele online pelo canal YouTube da FEB, ele estará participando desse tema que casa e a necessidade da evangelização. Mas setembro tá aí e a nossa casa seccional, a sede histórica da federação que fica lá no Pelourinho, vai se integrar esse grande apelo mundial, Setembro Amarelo. O que é isso? é uma resposta de conscientização a esses rindes absurdos de suicídio. Então, haverá palestras todos os domingos e atividades como caminhadas e atividades de exposições, de modo que você interessado, você pode achar todas as palestras, todos os temas e os pré-eleitores no Instagram da Federação Espírita do Estado da Bahia. Então, como se vê, há uma forte programação aí no mês de setembro. Estamos hoje no oitavo dia e em outubro a gente se encontra no 20º Congresso Espírita da Bahia, cuja programação já foi divulgada aos expositores, com sua abertura na quinta-feira, dia 30 de outubro, a partir das 19 horas, e seu encerramento no domingo, o dia dos finados, de modo
írita da Bahia, cuja programação já foi divulgada aos expositores, com sua abertura na quinta-feira, dia 30 de outubro, a partir das 19 horas, e seu encerramento no domingo, o dia dos finados, de modo que sendo no feriado, nós estaremos lá no domingo até à 1 da tarde para o encerramento desse maior evento federativo do estado da Bahia, que é o nosso congresso de dois em do anos. Retomando hoje o nosso Lázaro Red Vivo, vamos fazer hoje o casamento, a junção de dois capítulos muito interessantes. O número 15 seria uma resposta do além. Uma mãe dirige um apelo a Humberto de Campos e ele numa crônica inspiradíssima orienta sobre a educação dos filhos. Apesar do livro ser bem antigo, parece que a página foi escrita ontem com sabor de atualidade, tem profundo interesse para esses dias dos filhos recalcitrantes, das famílias em distúrbio. E o capítulo 16, ele faz novamente uma releitura da parábola do rico. tem duas parábolas sobre o rico, mas ele tá se referindo à parábola narrada por Lucas no capítulo 16, a partir do versículo 19. Pelo que ele faz interessantes colocações profundas, reflexivas sobre a chegada desse personagem de nome Benjamim, que era o Rico e Lázaro. Chegando ao lei encontrando uma realidade que não esperava. Por isso, nós vamos começar com nossa Nádia Matos. Logo depois, Jamille. Boa noite a todos os companheiros que estão aqui conosco na sede central da FEB. Obrigada pela presença, pelo carinho, pelo calor e vibração. Da mesma maneira, saudamos aqueles que nos assistem em tempo real através da eh fé té, né, na mansão do caminho. É isso, a palavra web que eu tinha esquecido, web mansão do caminho e a TV FEB também, ambas à distância. E aqueles que vão assistir em algum outro momento, que essa é a magia da internet. Alguém pode assistir isso que para nós é presente num futuro completamente impossível de prever. Como Marcel disse, a gente tá juntando esses dois capítulos e os dois vão tratar exatamente de educação, como educar os filhos, como educar a família,
te num futuro completamente impossível de prever. Como Marcel disse, a gente tá juntando esses dois capítulos e os dois vão tratar exatamente de educação, como educar os filhos, como educar a família, como lidar com isso. De um lado, eh, é muito interessante o modo que irmão X vai eh lidar com a carta. uma mulher escreve uma carta para ele pedindo orientações sobre como educar os filhos e ele vai responder naquele jeito dele. Então ele se diz muito honrado, etc. dá todas as opiniões dele, diz todas as orientações e no final ele diz que ela não se importe não se ela não quiser dar atenção ao que ele tá dizendo, porque se ele tivesse encarnado, ele também não ia dar atenção nenhuma àquelas orientações. Eh, referindo-se ao fato de que nós, quando encarnados, temos muita dificuldade de olhar as coisas do ponto de vista espiritual. Tem um tem um texto no Evangelho Segundo o Espiritismo, o ponto de vista que é muito interessante que vai exatamente falar, ou você olha a vida do ponto de vista material e tudo é limitado, todas as dificuldades parecem enormes, ou você olha a vida do ponto de vista espiritual e aí você tem uma uma dimensão, você tem uma perspectiva que torna tornam os problemas materiais efetivamente possíveis de serem resolvidos e pela distância, por você estar olhando de uma outra dimensão, você tem as condições para ã lidar com aquilo muito mais facilmente. Seria mais fácil olhar tudo do ponto de vista espiritual, mas não para nós. A nossa característica como espíritos imperfeitos é de estarmos muito identificados com a matéria. Então, para nós é muito difícil alçar voos a dimensões mais elevadas para considerar as coisas do cotidiano. Então, o mais comum é que nós mergulhemos na vida cotidiana, mergulhemos na vida material e tenhamos que fazer normalmente grandes esforços quando oramos, quando necessitamos elevar o pensamento para sair desse que é o nosso habitual. Isso repercute naturalmente na educação dos filhos. Nossos filhos são espíritos. Um livro de
des esforços quando oramos, quando necessitamos elevar o pensamento para sair desse que é o nosso habitual. Isso repercute naturalmente na educação dos filhos. Nossos filhos são espíritos. Um livro de Hermínio Miranda, muito interessante, e uma realidade, nossos filhos são espíritos, tanto como nós. Porém, é muito, como eu disse, não é fácil rompermos os hábitos de considerar as coisas no imediato para educá-los como espíritos. É isso que o irmão X diz, que na verdade ele vai falar como espírito desencarnado, já que ela mandou a carta para ele. Então ele vai dizer coisas muito diferentes do que as pessoas diriam para ela. E toda a orientação dele se refere a lidar com os filhos como espíritos. E aí, eh, nós vamos lembrar primeiro que na questão 917, Kardec tá falando, eh, da perfeição moral, é o capítulo sobre a perfeição moral. E os espíritos respondem as perguntas e ele vai fazer uma colocação dizendo assim que quando se souber, quando se compreender a arte de manejar caracteres, quer dizer, o caráter das pessoas, do mesmo jeito que a pedagogia já sabe, a arte de manejar as inteligências, processos de aprendizagem, processos de desenvolvimento, processos cognitivos que são estudados aí já na época em que ele trabalhava. E antes disso, quando a gente souber, do jeito que a gente sabe manejar a inteligência, o processo de aprendizado, a gente souber manejar o caráter, tiver um processo pedagógico para educação moral, então nós vamos ter uma outra possibilidade. E ele vai dizer que esse processo de educação moral, ele vai exigir muito tato, muita experiência e profunda observação, sendo essas as principais características de quem quer educar um espírito encarnado. Aí a gente vai dizer assim: "Mas venha cá, na hora que a pessoa tem o primeiro filho, ela não tem muita experiência, não tem muita experiência prévia nessa encarnação. Talvez tenha outras, talvez não tenha, mas esse muito tato que é o cuidado, é prestar atenção, é olhar a sensibilidade do outro, olhar qual é a
ncia, não tem muita experiência prévia nessa encarnação. Talvez tenha outras, talvez não tenha, mas esse muito tato que é o cuidado, é prestar atenção, é olhar a sensibilidade do outro, olhar qual é a situação concreta, não ter atitudes precipitadas, ele vai nos dando a experiência daquele momento. Então, com o primeiro filho, você tem a experiência da novidade. Com o segundo filho você já tem mais experiência, mas vai descobrir que aquela experiência não serve pro segundo, porque é outro espírito, outras características, outras necessidades, muitas vezes. E profunda observação. Não é possível fazer uma uma educação do espírito, uma educação de profundidade, se não olharmos com quem estamos tratando, se não observarmos as características, as tendências, os interesses, os gostos, as inclinações daquela pessoa que tá sendo educada. Então ele vai dizer, Kardec tá dizendo isso e irmão X vai corroborar de que o processo educativo ele não é superficial, ele não é algo que vai eh ser automático. Então eu vou ter uma receita para qualquer situação, para qualquer filho. A gente gosta muito de receita, manda perguntas, faz perguntas a expositores, eh, manda perguntas em programas, como é que eu faço isso? e fica esperando o bebá, você faça isso, faça aquilo. Isso não existe em educação. Isso existe quando você tá instruindo, quando você tá treinando, quando você tá fazendo educação, sobretudo uma educação para o espírito imortal, você tem que ter uma relação com aquele ser. Profunda observação, muito tato e muita experiência. Significa você vai praticando, cada vez é nova. Cada dia você acorda para olhar de novo aquele ca, prestar atenção, ter cuidado, então experimentar aquilo que é o seu processo educativo. É um aprendizado de evolução, de fato, um grande aprendizado. Tudo que Nádia já nos trouxe, eu corroboro. E fiquei na escuta percebendo algumas colocações aqui de irmão X. Tem um trecho desse capítulo em que ele vai dizer que antes de serem os rebentos temporários do nosso sangue, eram
ouxe, eu corroboro. E fiquei na escuta percebendo algumas colocações aqui de irmão X. Tem um trecho desse capítulo em que ele vai dizer que antes de serem os rebentos temporários do nosso sangue, eram companheiros espirituais no campo da vida infinita e se retornaram por meio da reencarnação, é que necessitavam atender ao resgate junto de nós outros, adquirindo mais luz no entendimento. Então, não há uma estranheza, ou pelo menos ela não deveria existir no trato que nós temos com os filhos. Enfim, e aí a gente tá falando aqui de uma relação bem direta, porque parte do pedido de orientação de uma mãe e como essa relação pode ser desafiadora e até incompreensível se não observarmos os laços espirituais. Quando nós vamos então ao evangelho, no capítulo 14, que vai falar: "Honra teu pai e a tua mãe, Santo Agostinho vai fazer uma espécie de introdução para que nós nos lembremos que primeiro nós nos arrependemos daquilo que fizemos, que já é o primeiro passo para a possibilidade reencarnatória. Logo, todo aquele que se arrepende tem um desejo que parte ou de uma tristeza profunda ou de uma sensação de inadequação ou que não fiz como deveria. E peço então uma chance para retornar. Essa chance vai configurar aquilo que nós entendemos como expiação. Então, eu vou conviver com as consequências dos atos passados para poder reparar junto àeles que de algum modo eu prejudiquei ou até fui prejudicado de alguma forma. Então ele vai dizer que o arrependimento que o espírito vivencia lhe propicia o retorno junto àeles que podem se transformar aí em seu pai ou em sua mãe. E ele vai dizendo mais à frente que essa decisão não é fácil, porque aí é o espírito, ao escolher a sua programação e a sua vida futura, ele de antemão já vai saber que irá conviver diariamente em uma mesma estrutura, com aqueles que não lhe causam boas sensações, emoções e sentimentos. Você não vai recordar com fidelidade aquilo que aconteceu no passado e que motivou algumas contendas e algumas situações difíceis, mas
aqueles que não lhe causam boas sensações, emoções e sentimentos. Você não vai recordar com fidelidade aquilo que aconteceu no passado e que motivou algumas contendas e algumas situações difíceis, mas energética vibracionalmente isso vai com certeza ser evidenciado a partir do momento em que as aspirações, as tendências se apresentem e claro a convivência vai fazer com que aquilo que aparentemente não é explicável se transforme em grandes dificuldades. no dia a dia desse espírito, que aí a gente vai dizer que são as famílias desestruturadas, com dificuldade relacional, mas que traz essa explicação devido a esses laços que foram estabelecidos no passado. Só o saber que irei voltar entre aqueles que me causam algum de sabor e que eu os inquieto, a gente já fica imaginando qual é a nossa disposição para o retorno. Mas é aí que o próprio Santo Agostinho vem então nos dizer que não é só e de dificuldade ou uma ansiedade para essa volta antevendo a dificuldade. Os espíritos também aconselhados pelos bons espíritos e seus mentores vêm imbuídos de uma vontade em melhorar. Aí que vem aquela explicação. Quando nós estamos no mundo espiritual, a nossa visão não é restrita quanto nós a temos quando estamos na matéria. Porque o que o espírito olha não são necessariamente as provações, mas sim que ele pode avançar mais rápido se passar por determinada experiência e situação. É a mesma coisa. Eu gosto muito desse exemplo que Kardec nos apresenta de que quando estamos com algum mal de natureza física, nós nos submetemos a tomar um remédio de gosto amargo ou que até cause efeitos colaterais, como nós denominamos e entendemos, mas eu acabo me submetendo a recebê-lo porque eu entendo que a cura vai ser a consequência. espiritualmente é a mesma coisa, fazendo uma espécie de analogia. Eu sei que pode haver um desagrado, mas eu entendo que reconciliar é me tornar livre espiritualmente falando para continuar. Então eu aceito essa volta com uma vontade que vai precisar ser muito firme, vai precisar de resiliência, vai
, mas eu entendo que reconciliar é me tornar livre espiritualmente falando para continuar. Então eu aceito essa volta com uma vontade que vai precisar ser muito firme, vai precisar de resiliência, vai precisar de doses de espiritualidade e dedicação a essa melhoria. Mas a gente sabe que em assumindo uma vestimenta corpórea, os anseios e as dificuldades se apresentam de uma forma um tanto quanto incisiva, que não é determinista, porque Kardec nos afirma que não tem arrastamento irresistível, se a vontade conseguir sobrepujar a essas tendências que nós trazemos. Então ele vai fazer trazer no Evangelho Santo Agostinho essas perguntas. Qual será então a conduta nessa família do espírito que retorna? Ela dependerá, é a resposta, da maior ou menor persistência das suas boas resoluções. E ele já diz em seguida: "Não te espantes se a malquerença, a animosidade aparecer desde tenraidade". Isso se justifica pelos débitos do passado que Deus em sua misericórdia nos permite retornar para rever aquilo que nós fizemos no passado. Então, não é castigo, não é punição e não é vingança. É oportunidade de desfazer os nós e construir laços saudáveis numa relação familiar. E é por isso que ele vai dizer mais à frente, depois a gente volta para que escutemos Marcel, que não podemos então pensar que o excesso do mimo, como ele aqui traz, ele diz, nó não devíamos cercá-los de mimos inúteis, mas de lições proveitosas. E aí é que está uma linha tênua entre o excesso daquilo que entendemos que é cuidado, enquanto que deixamos de lado as corrigendas amorosas e o bom encaminhar desse espírito que não é nosso, é filho de Deus e que estamos ali a partir dessa oportunidade revendo as nossas caminhadas. Eu vou preferir saltar para o capítulo 16, que é o caso do rico, onde irmão X faz uma espécie de releitura da parábola narrada por Jesus entre as 36 que ele narrou do a parábola do rico Lázaro. Do rico e de Lázaro, o pobre. Não há nome para o rico, é rico. E aí a parábola deixa a entender que a situação de Lázaro no além foi
por Jesus entre as 36 que ele narrou do a parábola do rico Lázaro. Do rico e de Lázaro, o pobre. Não há nome para o rico, é rico. E aí a parábola deixa a entender que a situação de Lázaro no além foi acolhimento, porque tinha suportado suas dores, suas dificuldades com resignação, porque vivia às portas do rico, que vivia engalanado e se rejubilando numa mesa farta. Então, passa-se logo à ideia de que um sofrimento bem experimentado, bem suportado na Terra nos prepara para uma vivência boa no mundo espiritual. Já se passa inicialmente essa ideia e que também passa a ideia de que a riqueza é um perigo. A riqueza nas mãos de qualquer pessoa é um perigo. Agora, a doutrina espírita nos fornece ferramentas para começar a pensar. Sim. E os ricos de desprendimento, de renúncia, de bondade. Qual é o seu tratamento para eles no além? E os pobres, cheios de orgulho, de avareza, de ambição, de despeito, de inveja, vai ser o quê? que tá sempre se cogitando a questão, até se chega a dizer em nosso movimento, é bom que se atente, ah, os pobres de hoje são os ricos de ontem que voltam para carpi o mau uso da riqueza. Isso ofende até a matemática. Sempre as classes pobres foram imensas, as classes ricas foram pequenas. Em todas as civilizações da terra, o grupinho de ricos se conta nos dedos da mão e os pobres nas areias do deserto. De onde é que tá vindo tanto rico para se reencarnar no morro e na miséria e no geteto? Isso ofende até a matemática. Tem alguma coisa errada. Nós temos que ter senso crítico para pensar que não é bem aí todo esse caminho. Às vezes a a pobreza material de hoje tem a ver ainda com a pobreza mal utilizada no passado, em que a revolta, o orgulho, a presunção, a arrogância assinalou a pessoa. Porque essas questões de materialidade, elas são muito adestritas às leis sociais. Hoje, de certa maneira, as pessoas podem ter a ascensão social e financeira muito rápida. Lance uma música que tem o mesmo refrão, que se repete 8.944 vezes. Você tá podre de rico. Jogue bem
sociais. Hoje, de certa maneira, as pessoas podem ter a ascensão social e financeira muito rápida. Lance uma música que tem o mesmo refrão, que se repete 8.944 vezes. Você tá podre de rico. Jogue bem bola. Em poucos anos no dentro do campo, você ganha mais do que eu vou ganhar. Em 834 reencarnações. Você ganha em 20 anos jogando bola. Mas você é craque. Você sabe drible. você vai ganhar Copas do Mundo, títulos por seu clube e ele vai lhe remunerar até quando seus joelhos não aguentarem mais entrar em campo. Então, quando você tem um talento ou você tem, entre aspas, sorte, geralmente no final do ano, no dia 31, quando ocorre a tal da Mega, continua o outro nome, com dois dois sorteados ali, acabou, sua reencarnação está, seus problemas acabaram e não foi graças à interferência das organizações Tabajara. Tá resolvido porque você ganhou uma bolada que você nem calcula o tamanho daquela fortuna. Pessoas simples que ganha uma quantidade tão grande de dinheiro que não sabe de imediato o tamanho daquele dinheiro e se desestrutura, se desestabiliza, perde a paz, perde a harmonia e em poucos anos ou meses perde o dinheiro também nas dissipações. Então ele vem relatar que esse rico tinha nome Benjamim. E quando Lázaro chegou no além, ele reencontrou o Benjamim. E os dois naquele diálogo ali, o Rico então disse que estava numa situação muito precária, muito pobre, mas o Lázaro estava numa situação muito boa, porque tinha sido acolhida no seio de Abraão, sempre voltando aos patriarcas da raça, né, Abraão. E aí os dois estão dialogando e um fica impressionado e se pergunta a o rico Lázaro, o pobre pergunta: "Mas você deixou tanta fortuna quando você chegou a voltar à terra? O rico disse: "Voltei, mas ninguém me deu atenção. Minha mulher se engraçou com outro homem que levoua para Cades, uma cidade distante, onde ali foi dissipou parte de minha fortuna. Meus bois morreram, meus jumentos foram assassinados e meus guardas todos foram embora. Meus filhos passaram a brigar entre si a
des, uma cidade distante, onde ali foi dissipou parte de minha fortuna. Meus bois morreram, meus jumentos foram assassinados e meus guardas todos foram embora. Meus filhos passaram a brigar entre si a ponto de que um cortou o braço do outro na disputa por herança. Foi o que o Rico disse. Então eu ninguém pôde me ouvir. Então eu fiquei de assombra em sombra percorrendo a velha família. E como eu não cuidei dos filhos, não cuidei da próle, dando a eles valores morais, eles se engalfinharam lutando pela minha herança, pelo meu espolho, até se matarem entre si. O rico tava profundamente atormentado. Deitou-se no purgatório, que é a análise, na cinza quente do purgatório, e ficou ali para aguardar o troque das trombetas de Jeová. O Lázaro veio dizer a situação dele depois de carpira e sofrimento estava ali numa situação um pouco melhor. Mas a divindade tem mecanismo de avaliar as intenções, porque há realmente pessoas profundamente ricas na terra de valores, mecenas, pessoas que erguem creches, hospitais, orfanatos, abrem fábricas para empregar as pessoas, auxiliam as grávidas, os idosos, os abandonados, os vulneráveis. E há muita gente pobre de recurso que onde passa o peito tá estufado que nem pombo na praça, de orgulho, de ambição, de inveja, disputando o espolho e aguardando uma chance de dar o bote sobre a riqueza ou sobre os valores de outra pessoa. Somente Deus pode ver o que cada um carrega de moeda interna, porque a externa como é passageira. Muito interessante essa análise que irmão X vai fazer da parábola do do rico e Lázaro, alguns lugares chamad de a parábola do mau rico, porque eh ele também, o amigo dele com quem ele encontra, e ele ele vai dizer a Abraão, Abraão, mande Lázaro avisar meus irmãos que eh eh não é para agir da forma que eu ai. E Abraão disse: "Não, eles têm os profetas, etc." E aí ele encontra o amigo que, como eh Marcelo narrou, teve essa experiência direta. É muito comum que o espírito desencarnado ele fique preocupado com os encarnados,
"Não, eles têm os profetas, etc." E aí ele encontra o amigo que, como eh Marcelo narrou, teve essa experiência direta. É muito comum que o espírito desencarnado ele fique preocupado com os encarnados, com aqueles que ele, digamos assim, deixou para trás. Eh, no momento em que você desencarna, você precisa se liberar da vida física, da vida material. Você precisa compreender que aquele projeto que está representado por aquela encarnação, ele se findou. Vamos avaliar, vamos verificar o que é possível considerar como ganho, o que não é possível, o que foi feito, o que não foi feito e traçar novos planos. O livro dos espíritos vai dizer que a missão dos pais é desenvolver espiritualmente seus filhos pela educação. É muito incomum a gente ver pais se preocuparem com o desenvolvimento espiritual dos seus filhos. Na maioria das vezes, eles não se preocupam nem com o próprio desenvolvimento espiritual. se preocupam, se empenham, eh gastam muito tempo, muito esforço, muito trabalho, muito dinheiro na educação material, na formação, visando uma vida profissional eh bem-sucedida, visando que aquela aquele filho possa ter uma condição social melhor. Naturalmente ensinam regras de bom bom comportamento, às vezes valores, mas vamos observar que os espíritos dizem pela lei divina, a função dos pais é a educação para o desenvolvimento espiritual. As outras coisas a gente faz porque faz parte de uma sociedade. E na nossa sociedade é assim, se nós fôssemos eh alguém da Idade Média Europeia, por exemplo, nós não iríamos ter muito o que pensar nisso. Nosso filho ia seguir a profissão da família, porque era assim que era, né? Era, esses eram processos, era editais. Ele não tinha que pensar. O pai dele era padeiro, ele ia ser padeiro naturalmente. A família acha isso, o próprio filho acaba achando isso, mesmo que ele goste de navios. Mas não existia um espaço assim muito definido no sentido de que ele se tornasse um marinheiro, todo mundo ia estranhar. Na nossa cultura não. Você tem como eh
ndo isso, mesmo que ele goste de navios. Mas não existia um espaço assim muito definido no sentido de que ele se tornasse um marinheiro, todo mundo ia estranhar. Na nossa cultura não. Você tem como eh Marcel falou, a a mobilidade social, etc. O que é relevante para o espírito é a educação espiritual. E essa educação espiritual, ela é avaliada depois que você desencarna. Porque como tudo na nossa vida, enquanto a gente tá encarnado, a gente vai avaliando, mas são avaliações parciais. Depois que a gente desencarna, a gente tem uma visão de conjunto da obra completa e aí vai saber, né, qual é a qualidade dessa obra. Os espíritos dizem: "A infância é útil, porque na infância o espírito encarnado, como cérebro é novo, corpo é novo, o contexto é novo, a memória do passado tá eh suspensa, ele tá maleável a a orientação. E tal como irmão X vai dizer no capítulo, em geral os pais descuidam, porque uma idade que o menino é tão bonitinho, é tão maravilhoso, faz tanta gracinha e é mesmo e é muito bom e é maravilhoso e é ótimo. Mas olhar a condição espiritual ali pode ser que você não tem que corrigir coisas. Por exemplo, é claro que uma criança pequena ela quer tudo para si. Então você não espera, não olha isso, ai é um indicador que é um um egoísmo latente, não. Mas você começa a introduzir essa criança numa prática, por exemplo, de conexão espiritual, numa prática de oração. A criança vai ver você respeitar, tratar com respeito as pessoas da casa, sejam ou não da família, os vizinhos, a própria criança. Veja, tem ali já um monte de coisas relacionadas à educação espiritual e que na infância vai absorver. Sabemos que na adolescência, a partir da adolescência, é como se as características do espírito começassem a assumir mais o controle. Então, a o adolescente, ele já vai escapando da influência dos pais, ainda que nessa época os pais tenham muita influência. E quando o filho se torna adulto, temos a situação do do amigo de Lázaro e do próprio Lázaro. Veja, o processo educativo você já fez. Tem muitos pais
a que nessa época os pais tenham muita influência. E quando o filho se torna adulto, temos a situação do do amigo de Lázaro e do próprio Lázaro. Veja, o processo educativo você já fez. Tem muitos pais que ficam querendo educar filhos adultos. O filho adulto, você vai orar por ele, você vai dar exemplo, você vai faz manter um vínculo cada vez mais próximo, mais amoroso para ter uma influência, mas você não pode esperar que uma pessoa adulta esteja maleável ao processo educativo como as crianças são. E aí para você exercer essa função de educação espiritual depende muito das suas condições, das suas características, das características daquele espírito, do contexto. Na idade média você tinha pouca coisa, se você fosse pobre, você tinha pouca coisa a fazer na vida além de trabalhar. Então, não tinha muitas opções. Nós vivemos numa cultura, ele vai falar muito dos mimos. Por isso que Marcel disse que parece que foi feito ontem, porque isso foi escrito nos anos 40, Marcel, nos anos 40, que era uma coisa bem diferente. Hoje a e é é sempre preciso dar brinquedos novos, é preciso dar objetos novos. A nossa cultura é muito assim e a gente tem dificuldade de sair disso, mas há o processo de educar. Eu quero finalizar essa intervenção agora só dizendo uma coisa. É preciso que a gente respeite muito as pessoas que escolhem ser pais. Não é uma missão fácil. Parece simples. Às vezes a própria pessoa acha que é muito simples, mas não é fácil. Não é fácil numa época tão complexa, não é fácil num mundo eh tão falto de valores, de de estímulo ao bem, você fazer esse processo educativo. E não é fácil, porque nós não somos seres perfeitos. Nós vamos caminhar no nosso autoconhecimento, na nossa autotransformação, na nossa própria evolução e reconhecer as limitações. Eu ouvi de um expositor recentemente que assim, os pais perfeitos, os melhores pais que fazem tudo certo, que não cometem erros, são aqueles que não têm filhos. Porque se a gente tem filho, sabe que vai errar. Apesar de desejar
entemente que assim, os pais perfeitos, os melhores pais que fazem tudo certo, que não cometem erros, são aqueles que não têm filhos. Porque se a gente tem filho, sabe que vai errar. Apesar de desejar fazer o melhor, você começa a paternidade, a maternidade ali firme na decisão, mas somos imperfeitos. Então, veja que tarefa extraordinária e que experiência evolutiva extraordinária é a maternidade e a paternidade para nós, seres tão imperfeitos. E pensando ainda sobre as reflexões aqui trazidas, eu vou retomar o Evangelho quando vai nos dizer que o que nós já sabemos, que os males se originam no egoísmo e no orgulho, o que não se constitui em uma novidade para nós. E isso vai ter repercussão no nosso trato e na convivência com a família. Aqui nós temos uma explicação em que Santo Agostinho continua no Evangelho a nos dizer que devemos desde que aquele espírito está na forma de uma criança. E aí, como Nja colocou, a gente tende a mimar, a cuidar, a achar um tanto quanto engraçado determinadas posturas e comportamentos. Lembrando que nesta fase a criança tem muito mais a tendência a repetir o que ela vê, exemplos, palavras, os atos, enfim, mas obviamente que o espírito vai trazer aquilo que ele já conquistou. Então, a recomendação de Santo Agostinho é que tenhamos como pais e educadores uma visão atenta para aquilo que vai despontando e aparecendo. E ele faz uma comparação com o jardineiro. Quando ele vai notando que as ervas daninhas vão aparecendo ali nas árvores e nas plantas de um modo geral que ele cuida, ele vai então arrancando para que isso não se espalhe e depois não tenha uma solução. se torne então indefinitivo que as dificuldades campeem e comprometam o serviço desse bom jardineiro. Depois ele vai dizendo pra gente que se deixarmos que essas tendências ou as mais tendências como são colocadas por Kardec apareçam, maior será a dificuldade em depois retirá-las. Principalmente como Naja colocou já na fase adulta, que o espírito tá ali toda a sua pujança, já digamos que senhor de
são colocadas por Kardec apareçam, maior será a dificuldade em depois retirá-las. Principalmente como Naja colocou já na fase adulta, que o espírito tá ali toda a sua pujança, já digamos que senhor de si e das suas condições e que aí já vai ficar muito difícil que algo possa influenciar ou moldar esses caracteres. Depois ele vai trazer, que isso eu acho muito importante, até porque o espiritismo ele é consolador, porque dá uma certa impressão em alguns momentos que as famílias serão núcleos em que a dificuldade vai sempre prevalecer ou existir e que não tenham aqueles núcleos em que a harmonia, o equilíbrio, as relações saudáveis também existam. Mas aí ele vai dizer que antes teve um cultivo para se chegar a esse ponto e que não há nada mais que nos mantenha com a esperança do que saber que se a dificuldade existe hoje no presente, é que é preciso lançar um olhar para o passado e bem dizer a oportunidade de reverrota, de reconstruir as relações para que esses laços sejam então duradouros, que a gente saia do campo meramente consanguíneo e constitua sua famílias de natureza espiritual, que foi a que Jesus nos recomendou com a grande pergunta: "Quem é meu pai? Quem é minha mãe? E quem são os meus irmãos?" Mais um pouquinho à frente, Santo Agostinho então vai dizer assim: "Olha, Deus não vai permitir provas que não consigamos dar conta. Se não conseguirmos, ou na condição dos educadores, é porque faltou vontade ou deixamos afrouxar aquilo que deveria ter um pouco mais de energia e efetividade na condução dos filhos ou os filhos que assumem a condição dos ingratos. Em um ou noutro papel, novas oportunidades que são concedidas pelo arrependimento surgirão. Então, sempre vamos ter oportunidade de refazer as relações para que tenhamos paz num futuro que torcemos para que não seja muito distante, o que vai depender, obviamente, dos nossos esforços. E algo que eu acho de uma beleza e riqueza que Santo Agostinho traz é que ele diz, ele afirma: "Escutai bem as grandes provas, que é aquele
stante, o que vai depender, obviamente, dos nossos esforços. E algo que eu acho de uma beleza e riqueza que Santo Agostinho traz é que ele diz, ele afirma: "Escutai bem as grandes provas, que é aquele momento em que a doce agudiza, que a gente parece que não vai suportar." E ele vai falar mesmo desse espaço mais discreto que ninguém percebe das dores familiares. Inclusive nas nossas casas espíritas podemos ser frequentadores, podemos ser os trabalhadores e que estamos sorrindo, cumprimentando as pessoas, mas cada um vai saber onde a dor lhe incomoda e podemos até nem ter noção do que cada um vivencia nos seus lares. Ele vai dizer: "As grandes provas, escutai bem, são quase sempre o indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do espírito, desde que sejam aceitas por amor a Deus." E ainda a recomendação, pais e mães que se dedicaram aos seus filhos e que este se mantém no atraso que ele denomina de momentâne, não se entristeça e tenha sua consciência tranquila. Embora o desejo é que as coisas, entre aspas, dessem certo, porque elas estão dando certo, mas vão florescer no tempo do espírito. Então ele recomenda a paciência, o bom cultivo, mas a garantia de que o seu papel foi cumprido da forma devida. E ele finaliza o capítulo dizendo que sim, tem as famílias com relações saudáveis porque construíram esse laço anteriormente, mas que elas também podem receber espíritos totalmente dissonantes, porque não dá para viver sempre na alegria, sendo aqueles que contribuem com a divindade, deixando outros espíritos ainda perturbados, sem o exemplo da boa convivência. Então, sim, essas famílias podem receber espíritos totalmente dípares, porque eles precisam do exemplo da amorosidade, da compaixão e do bem viver. Então, não estranhemos. Às vezes a gente diz: "Nem parece que é da família. Olha que comportamento diferente." Então, aí a gente vai entendendo que é a misericórdia divina se fazendo presente pelo núcleo familiar. E os retalhos do cotidiano não deixam de nos alcançar.
amília. Olha que comportamento diferente." Então, aí a gente vai entendendo que é a misericórdia divina se fazendo presente pelo núcleo familiar. E os retalhos do cotidiano não deixam de nos alcançar. Na última semana, no bairro Santa Esmeralda, na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, o Conselho Tutelar, acompanhado da Polícia Militar recebeu a denúncia de uma casa que provavelmente teria uma criança sob cárcere privado e tortura. Com fundamentos de que a denúncia era robusta, o conselho lá foi, insistiu com o pai e a mãe, ele 54 anos de idade, a mãe 44 para entrar. Eles ofereceram certa resistência e os policiais disseram que voltaria um com mandado judicial de busca e apreensão. Aí eles abriram numa cama, tá? Menina de 6 anos de idade com as seguintes características: anêmica, desnutrida. O cabelo dela nunca foi lavado em 6 anos, tava amarrado por uma dessas cordinhas, esses elásticos que usa hoje em dia, 6 anos sem lavar o cabelo. Aos 6 anos de idade, a menina não tinha nenhum dente, porque toda a alimentação dela até hoje foi líquida, dada pela família. Ela nunca comeu nada sólido, nunca foi à escola, nunca tomou nenhuma vacina. O que que eu estou querendo dizer é que essa menina nasceu em casa e nunca saiu de casa. Quando foi retirada pelo pela conselheira tutelar que fez o relatório, a menina olhava para o sol, para as plantas e para as outras crianças, como quem disse, o que que é isso aqui? Porque ela nunca tinha visto, ela nunca saiu de casa, nem do quarto, tava retida. De imediato, o casal foi preso e o juiz, fazendo audiência de de custódia, decretou imediatamente a prisão preventiva dos dois, que vão responder por tortura, maus tratos, abandono e quase infanticídio pela condição que a menina está. Ela não fala, tem outra caracter. Ela só emite sons culturais. E os psicólogos estão tentando entender a ela porque ela nunca foi registrada, então ela não tem nome, ela não é uma cidadã, nasceu, tá aí. Qual o problema desses pais vai ser investigado? fanatismo religioso,
ólogos estão tentando entender a ela porque ela nunca foi registrada, então ela não tem nome, ela não é uma cidadã, nasceu, tá aí. Qual o problema desses pais vai ser investigado? fanatismo religioso, eles têm um distúrbio, são psicóticos, são doentes. Isso aí é um campo da psicologia, da psiquiatria a ser examinado. Esses pais que vão responder judicialmente a um delito. Isso foi quinta da semana passada. Sábado agora, um menino pegou R$ 10 da mãe, foi a um mercadinho e fez compra. Imagine de quê? pirulito, comprou bala, comprou refrigerante, coisas que criança gosta. A mãe o alcançou dentro do mercadinho, tirou um chinelo e deu uma lapada de chinelada na moça do caixa. Por que é que você vendeu essas coisas a meu filho? A moça apanhou sem saber porque que tava apanhando. A mãe bateu de imediato, chamou a polícia e a polícia deu voz de prisão a essa senhora por eh agressão, né, lesão corporal no rosto que a funcionária do caixa chorava muito. O deleite do menino achou R$ 10 da mãe e foi no mercadinho comprar. Por isso que isso me leva a recordar até uma coisa anedota, né? dizia um humorista a um a outro sentado num banco da praça, num programa já muito conhecido, mais de 40 anos, veio do pai, agora é o filho que apresenta. Pois é, quando eu era criança, eu ia com R$ 5. Se o valor fosse cruzeiro, cruzado na época, eu ia com R$ 5 a uma venda e eu voltava com pirulito, com zorro, com nego bom, com bala, com algodão doce, com refrigerante. E agora? Agora eu não posso trazer nada para casa porque tá cheio de câmera ou piada infame, mas a sutileza que tá por detrás dela, é a sutileza que está por detrás dela, né? Então a educação parece ser a pedra de toque e o espiritismo é uma doutrina profunda, essencialmente educativa. Comquanto o convite do Espírito de Verdade, Espíritas, amai-vos, instruí-vos. Exodo deve ser lido na faixa da educação. Espíritos, vossos filhos não são vossos filhos. São filhos da ânsia da vida. Nascem de vós, vem por vós, mas não vos pertencem. São flechas. Eu tenho arco, mas depois
ve ser lido na faixa da educação. Espíritos, vossos filhos não são vossos filhos. São filhos da ânsia da vida. Nascem de vós, vem por vós, mas não vos pertencem. São flechas. Eu tenho arco, mas depois que eu disparo, a flecha vai viajar pelo mundo. São como aves. Depois que abandono o ninho, elas vão para a floresta. fazer seus próprios ninhos. E a maior herança que eu posso passar a esse a um filho que se deixar na terra é a educação, torná-lo bom. Não é torná-lo espírita, nem católico, nem evangélico, não. É incutir nele senso de religiosidade respeito à vida, aos animais, à natureza, ao semelhante. Se conseguir fazer isso, terei cumprido a missão de ser cocriador com Deus, revestindo o ser de matéria. E nesse período em que ele parece uma massa de modelar, eu vou deixar uma boa digital, fazendo com que ele fique na Terra fim de cumprir o seu desiderato evolutivo, que não posso substituir ele nos testemunhos que ele vai passar. todo o discurso ecológico. E o André Trigueiro sabe muito bem disso, vamos trabalhar para deixar uma terra melhor para os nossos filhos. Não, de jeito nenhum. Vamos deixar filhos melhores para a terra, que se eu deixar uma terra boa para filhos depravados, eles acabam com tudo. Mas se eu deixar filhos melhores, mesmo que a terra esteja devastada, eles reconstró. Quem viver verá. >> Quem viver verá. Quer dizer, quem não viver nessa encarnação vai vai viver em outra. Então veremos todos. A verdade é que eu falava complexidade da de educar, de ter filhos, da coragem dos pais. A verdade é que a coragem não é muita não, porque raramente o povo pensa antes de ter filho, né? a gente vai. Ah, que bom, que bom, maravilhoso. Mas vamos assumir como coragem e vamos no com mais profundidade respeitar esse esforço. Nossa cultura critica os pais por tudo. Nossa cultura a cada um acha que os pais deviam fazer de uma forma. Então, ser pai e ser mãe é sempre ser criticado. Você precisa de um centramento mais profundo, uma conexão com o alto e todo o esforço. O que que a
cada um acha que os pais deviam fazer de uma forma. Então, ser pai e ser mãe é sempre ser criticado. Você precisa de um centramento mais profundo, uma conexão com o alto e todo o esforço. O que que a gente faz se falhou? Primeiro o livro dos espíritos vai responder. Kardec pergunando e os pais podem falir? Podem. Por quê? Porque são espíritos imperfeitos. Então, se a gente tirar de do dos nossos ombros o peso de que ah, eu vou fazer diferente dos meus pais. Eu não vou cometer os erros que meus pais cometeram comigo. Eu estudo isso, estudo aquilo, leio isso, leio aquilo, faço isso, faço aquilo, vou fazer maravilhas. Isso vai ser difícil para você, porque você não vai conseguir, já que a perfeição não tá no nosso caminho hoje. A perfeição é uma meta, mas isso pode ser trocado pela ideia. Eu vou fazer o melhor que eu puder. Eu vou ter muito tato, vou ter cuidado, vou ter atenção, vou observar, vou pedir ajuda espiritual, vou fazer o meu melhor. Se a gente olha para trás e diz assim: "Mas olha para isso, não devia ter feito isso, porque claro que depois que passa você aprendeu. Depois que você aprendeu, você descobre os erros todos que não sabia antes." Óbvio, antes de fazer uma coisa, você não sabe se vai acertar, não sabe o que é aquilo exatamente no concreto. Depois que faz, se diz: "Ah, aquilo ali eu não devia ter feito". Tranquilo. A doutrina espírita, ela não trabalha com o conceito de punição. Ela não trabalha com a ideia de que seremos punidos eternamente. Não. A gente pode entrar num processo de culpa patológica inadequada, que os espíritos dizem que não é útil para nada. Eh, no céu e o inferno, no Código Penal da Vida Futura, Kardec vai falar que quando as pessoas, os espíritos cometem erros, eles vão fazer três coisas. El precisa um primeiro momento que é o arrependimento, a expiação e a reparação. Arrependimento não é culpa. Arrependimento é você se dar conta de que aquilo você não devia ter feito. Se você não tinha opção, você não sabia, não tem do que se arrepender. Não foi um
e a reparação. Arrependimento não é culpa. Arrependimento é você se dar conta de que aquilo você não devia ter feito. Se você não tinha opção, você não sabia, não tem do que se arrepender. Não foi um ato voluntário. Mas se você negligenciou, etc., para você tomar consciência de que aquilo, seja o que for, não devia ter sido feito. Este é o arrependimento. Porque parece óbvio, mas muitas vezes as pessoas ficam procurando o erro dos outros. Você faz uma coisa errada e você diz: "Ah, mas também fulano fez isso, também fez aquilo, também o menino era insuportável, também você não teve um filho difícil como o meu". Isso não é arrependimento, isso não ajuda o espírito a avançar no processo evolutivo. Então o arrependimento não é culpa, não é se sentir a última das criaturas. Não somos a última das criaturas, somos espíritos em evolução. Mas a gente precisa tomar consciência que aquilo não deveria ter sido feito. Aí vem a segunda etapa que é a expiação. Ai que horror. Então o quê? vai, vai ficar torto, vai ficar com não sei o quê, vai sofrer horrores. Não, gente, expiação significa viver com as consequências do que a gente livremente escolheu. Não tem que ser uma coisa horrível, um castigo, não é um castigo. Expiação é uma etapa necessária. Porque assim, quando você vê que você não devia ter feito aquilo e você vê que a lei de causa e efeito, né, faz e retorne para você a lei divina, você vai precisar lidar com as consequências daquilo, com tranquilidade. Ah, mas eu não eduquei bem o meu filho, mimei, estimulei o egoísmo dele, estimulei a agressividade, agora ele é egoísta e agressivo comigo. Você vai compreender que aquela é a consequência natural. Aí você vai paraa terceira parte que é a reparação. A reparação é como é que eu conserto isso? Esse conserto pode ser na própria encarnação, se você já vai começando a lidar com isso, a trabalhar, a se empenhar. Ah, mas nada você não disse o filho é adulto, o filho adulto você não pode educá-lo como se ele fosse uma criança ou um adolescente, mas você pode
meçando a lidar com isso, a trabalhar, a se empenhar. Ah, mas nada você não disse o filho é adulto, o filho adulto você não pode educá-lo como se ele fosse uma criança ou um adolescente, mas você pode ficar perto dele, você pode dar exemplo, você pode mostrar fortaleza moral. e ter essa paciência. Acho que foi Jamile que falou tempo ou foi você? Não foi, Jamil? >> O processo educativo é longo. Às vezes os pais sofrem horrivelmente porque o filho, olha, mas eu queria tanto que ele fosse uma pessoa que gostasse de fazer o bem, de fazer caridade, que se dedicasse a a algo assim grandioso. Gente, às vezes aquele espírito, até a encarnação passada era um assassino, era um ladrão, era um criminoso, era uma pessoa cruel. E você já conseguiu com a ajuda, né, com a contribuição dele, vocês já conseguiram que ele seja uma pessoa comum. Para mim pode não ser o bastante, mas deixa eu ter metas para mim e deixe observar aquele ser e ver o caminho que ele tá fazendo. E se a gente desencarna como Lázaro e só descobre isso depois, você vai ter novas oportunidades. Os espíritos dizem claramente no livro dos espíritos, se os pais fizeram tudo que podiam, o máximo que podiam, não tem problema nenhum. O filho é livre. Se ele se desorganizou, se não conseguia o que queria, às vezes conseguia muita coisa. O problema é quando você poderia ter feito mais, porque tem informação, tem possibilidade, não faz. Aí o mundo não acaba. Você se arrepende, descobre que não era para ter feito, você espia, você convive com as consequências daquilo. Às vezes é a mágoa de ver o filho sofrendo, fazendo os outros sofrerem, fazendo você mesmo sofrer. E se empenha desde logo para restaurar isso como for possível. Acho que a maternidade e a paternidade são experiências de amor e com certeza é uma oportunidade de evolução bastante significativa. De fato, Naja, bastante. E só para eh não dizer que não falei das flores, aqui no capítulo 16 a gente viu que os ricos também se encontram no além. E o interessante que um rico que já tinha
ificativa. De fato, Naja, bastante. E só para eh não dizer que não falei das flores, aqui no capítulo 16 a gente viu que os ricos também se encontram no além. E o interessante que um rico que já tinha visitado a família e o outro desejoso, como é natural, de visitar a sua. Só que aí a pergunta é se eles o reconheceram e o rico vai responder que não. Inclusive eles espantados, o que é que aquele pai tá fazendo ali? se ele já desencarnou, até porque eles não tiveram essa vivência de espiritualidade. Mas o importante é que o rico recém-chegado pergunta se ele não fez reclamações ao pai Abraão. Ao que ele nos conta a resposta. Pedi o amparo dos mensageiros. Entretanto, em nome dele, nosso eterno Senhor, esclareceram-me que a obra era minha, que nunca fui verdadeiramente esposo de minha mulher e pai de meus filhos, nem amigo dos cooperadores e dos animais que me serviam diariamente. Apegara-me simplesmente à usura, ao egoísmo, à admiração e culto de mim mesmo, dilatando a vaidade de minha dominação indébita. Então, já entendemos que o rico que não faz o bom uso de sua riqueza vai ser o sofredor do futuro. Que com esse exemplo todos nós então escolhamos ser os pobres de espírito. Com isso, vamos marchando para o término, faltando 2 minutos, considerando que a maior herança que podemos deixar aos nossos descendentes é educação calcada, pautada em atos, porque o ato, o exemplo é mais convincente do que toda uma biblioteca que apenas programe ou formate a educação. Quanto ao capítulo 16, o caso do rico, sim, há pessoas na bababescas na terra e todo ano há Forbes lança a lista das 400 pessoas mais ricas da terra. Todo ano essa lista se modifica porque alguns demandam o além para acerto de contas. Outros ficam na terra para administrar os vultosos bens que tem. Mas para todos os 400, 40.000, para os 8 bilhões da terra, uma única certeza. Mortalha de morto não tem bolso. Caixão de defunto não tem gaveta. Ninguém leva nada porque a alfândega do cemitério confisca tudo, até o corpo
, 40.000, para os 8 bilhões da terra, uma única certeza. Mortalha de morto não tem bolso. Caixão de defunto não tem gaveta. Ninguém leva nada porque a alfândega do cemitério confisca tudo, até o corpo físico. O indivíduo vem à terra nu e volta pelado para o além. até segunda-feira com os capítulos 17, 18 e 19 que faremos uma junção. Uma ótima noite para todos.
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