Para Viver o Evangelho | Episódio 177 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (cap. 14)
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser. é proposta de crescimento e novas perspectivas para a elevação moral e para o progresso. A espiritualidade trouxe, por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo às questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, Pep, realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Godinho, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Margarete Atla, São Paulo, Maí e Braga, Brasília, on Carrara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do Corpo de Palestrantes da FEB e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador, Bahia. Inscrições www.feb.org.br. br. Venha, participe. Meus amigos, amigas, caros internautas que nos acompanham pela TV Web Mansão do Caminho, TV FEB, aos que estão aqui presentes e optam por assistirem presencialmente, por aqueles que vão assistir durante a semana, conforme seus horários e suas agendas, os nossos votos efusivos de muita paz. Setembro chegou, como diz a música, quando entrar setembro e as boas novas prepararem-nos para daqui a 21 dias a primavera. Então, está aí o convite para o Congresso Espírita da Bahia, já plenamente anunciado toda segunda-feira, de modo que nos preparemos para este ágape de 12 pessoas previstas para irem ao Hotel Fiesta, participarem de um congresso que pretende discutir justamente a temática que Allan Kardec
a segunda-feira, de modo que nos preparemos para este ágape de 12 pessoas previstas para irem ao Hotel Fiesta, participarem de um congresso que pretende discutir justamente a temática que Allan Kardec aplicou num dos seus livros, o Nascer, viver, crescer. morrer, daí renascer novamente para progredir incessantemente. É a lei, pelo menos na Terra, é o funcionamento automático da evolução pelas linhas da palingesia ou da reencarnação. Então, dado o nosso aviso que é a grande figura do congresso, daqui a pouco mais de 60 dias nós estaremos neste ágape, um dos maior, o maior evento espírita do estado. 1200 convidados para esse ano no Hotel Fiesta. Hoje nós temos Lázaro Red Vivo no capítulo 14, que é uma viagem à Grécia. é contemplar as duas cidades que rivalizavam naquele período, Esparta e Atenas. Mas nas tintas de Humberto de Campos ganharam uma conotação bastante interessante, porque ele vai mostrar o apogeu, a decadência e depois o desaparecimento dessas grandes civilizações que ficaram no passado. E no final ele encerra colocando sempre a figura de Jesus. Quase todos os capítulos ele cita como sendo o príncipe do túmulo vazio, aquele que tá sempre ressurrecto, dando as mãos aos seus trabalhadores, aos seus servidores, para que permaneçam de pé nos experimentos evolutivos da terra. Então nós vamos passar para a nossa irmã Nádia Matos, em seguida Jamile para os comentários sucessivos em torno desse capítulo fascinante. Uma boa noite a todos que estão aqui conosco, presentes na sede central da FEB, trazendo seu calor, seu carinho, suas vibrações e também os companheiros que se encontram assistindo à distância pelo pela TV Mansão do Caminho e pela web TV. E cumprimentamos também aqueles que ao longo do tempo, ao longo da semana, mais adiante irão também compartilhar essas nossas reflexões. O Marcel falou, esse capítulo é um capítulo que traz el a maior parte do capítulo, irmão X está falando sobre uma uma parte da história eh de Esparta, de Atenas e algumas coisas que eu não sabia, né? Fiquei
el falou, esse capítulo é um capítulo que traz el a maior parte do capítulo, irmão X está falando sobre uma uma parte da história eh de Esparta, de Atenas e algumas coisas que eu não sabia, né? Fiquei sabendo nesse texto porque são particularidades da história local onde como Esparta se tornou. Eu sabia que Esparta era uma sociedade que eh priorizava a as guerras, a saúde perfeita, que as crianças que nasciam com problemas, elas eram sacrificadas, todos eram guerreiros, homens e mulheres tinham uma educação guerreira. Mas aí ele vai dizer como isso começou, etc. Eu aproveitei para trazer para nós uma reflexão sobre a questão da violência, que é muito detalhada na atitude dos governantes de Esparta e e na própria sociedade espartana durante o seu auge, que é o período que ele descreve. Então, violência é uma expressão de uma lei natural, de uma lei divina, de uma lei moral. natural no sentido de ser uma lei de Deus, não é uma lei biológica, é uma lei moral, que é a lei de destruição. A lei de destruição vai nos dizer que tudo que existe no mundo físico é transitório. Tudo que existe entre os seres humanos vai acabar um dia, mais cedo ou mais tarde. Nós esquecemos disso a maior parte do tempo. Nós eh apostamos em construções materiais que são e destinadas ao fim. Como toda a matéria, a matéria tá sempre se transformando por causa da lei de destruição. E as construções humanas no plano físico, todas as construções no plano físico, elas vão fazer isso. A gente esquece. Mas a lei de destruição, ela como uma lei divina, ela não é ruim, ela não é nos eh não é algo que vai que existe para nos trazer sofrimento. Ao contrário, a lei de destruição, ela serve a lei de progresso, porque se tudo ficar sempre como está, vai progredir como o progresso, a evolução se dá à medida que as coisas se transformam. E o que nós chamamos e vemos como destruição no mundo material nada mais é do que transformação. Mesmo a morte do corpo físico, onde nós vemos aqui a destruição, viropó, todos
s coisas se transformam. E o que nós chamamos e vemos como destruição no mundo material nada mais é do que transformação. Mesmo a morte do corpo físico, onde nós vemos aqui a destruição, viropó, todos aqueles elementos que constituíam aquele corpo físico, eles voltam à natureza reduzidos a elementos mais simples no nível do reino mineral, né? Então, a destruição, que a gente chama, ela é um processo de transformação. Porém, a violência no sentido de crueldade para com os outros, de atitude destrutiva para com o próximo, é uma característica do ser humano nesta fase que nós vivemos. E nós vamos ver nesse nesse registro do capítulo assim passa, eh, que Esparta fez uma opção por endurecer. Ele vai comparar num certo momento com Atenas. a gente sabe, Atenas, a filosofia, a arte, o cultivo do belo, o corpo e as letras, as todas as belezas da vida, né, no sentido mental, no sentido físico, no sentido social, de acordo com os critérios da época, porque toda sociedade tem suas falhas. E Esparta resolveu abandonar tudo isso pela força e pelo poder de dominar os seus inimigos e considerando necessário dominar os sentimentos, as sutilezas. Então, o mais fraco, ele era destinado à destruição. O mais fraco era para ele não atrapalhar o caminho daquela sociedade que se queria vitoriosa. Nós podemos dizer que nós estamos longe de Esparta. Jamais. Nós somos, não somos espartanos. Nossa sociedade é muito dedicada ao prazer, mas ainda é uma sociedade que com frequência tem dificuldade de dar lugar aos mais fracos. tem um aspecto da eh da teoria da evolução de Charles Darwin, que foi mal compreendido, mal interpretado e usado no interesse do mais forte, que é a ideia de que a seleção natural é a seleção do mais forte. Isso é uma camada do processo de seleção. Você não vai dizer que o ser humano, o homo sapiens, a nossa espécie, é mais forte do que os outros. Ele é mais inteligente. E foi isso, foram habilidades mais sutis do que a força física que nos fizeram eh dominar a ser a espécie que domina o planeta. Então,
a espécie, é mais forte do que os outros. Ele é mais inteligente. E foi isso, foram habilidades mais sutis do que a força física que nos fizeram eh dominar a ser a espécie que domina o planeta. Então, em nenhum momento da natureza, a lei do mais forte pressupõe a dominação do outro pura e simples, a não ser no nível dos brutos, no nível animal. O ser humano, ele tem outra possibilidade. Contudo, nesse contexto que nós vivemos, nesse contexto eh que essa humanidade se desenvolveu, ainda hoje existe o egoísmo feroz, que é uma expressão que Emanuel usa e que é bastante interessante. O egoísmo feroz é aquela dedicação ao interesse pessoal tão absoluta que não consegue considerar o interesse dos outros que sendo considerados mais fracos precisam ser dominados, que é o oposto exato da mensagem de Jesus. Basta a gente olhar pro sermão da montanha e ele vai trazer toda a orientação de como vencermos essa lógica, que é a lógica da imperfeição, do egoísmo, do orgulho, eh do interesse pessoal acima de tudo, que é o que ainda é a principal característica da maioria de nós que constituímos a humanidade nesse momento e que é o que precisa ser vencido. Então, lá atrás, há 2000 anos, Jesus estava falando para espíritos de terceira ordem, espíritos materializados, espíritos embrutecidos em muitos casos, espíritos egoístas, orgulhosos, limitados, presos nas paixões pessoais. Mas ele estava falando sobre como é você ser mais evoluído, como é você ser um espírito de segunda ordem. O amor é a lei que vence. E aí a lei de destruição, ela não causa sofrimento e dor. Ela não é vivenciada como algo que vai destruir você. Ela vai fazer as transformações necessárias para que, vivido aquilo com amor, nós possamos sim avançar e nos tornarmos cada vez mais livres da necessidade de destruição, porque cada vez mais livres da prisão da matéria e cada vez mais espiritualizados. É algo muito interessante pra gente refletir. >> De fato, concordo com NJ. É muito importante que a gente reflita. E desde
e cada vez mais livres da prisão da matéria e cada vez mais espiritualizados. É algo muito interessante pra gente refletir. >> De fato, concordo com NJ. É muito importante que a gente reflita. E desde o início do capítulo a gente vê aí a afirmativa de que houve uma invasão, uma apropriação e não necessariamente a aplicabilidade do conhecimento que ali então eh propiciou um certo contato e uma apropriação dos traços culturais do povo que foi então subjugado. E é interessante que nós conseguimos observar práticas no que a gente denomina de sociedade moderna e na pós-moderna também, porque nóemos aqui que o irmão X vai dizer que a cultura do espírito foi relegada a patamar de só menos importância. Então, a opulência, a soberba, o militarismo, uma ideia de superioridade racial, uma cultura de castas, foi sendo então colocada como prioridade e que os outros nessa relação de superioridade e inferioridade não tinha então o mesmo valor aqui no caso que os espartanos. já uma civilização, e isso é importante que a gente traga discussão sobre civilização, como Kardec nos apresenta em o livro dos espíritos, na lei do progresso, já aqui mencionada por Naddia, que nos ajuda a fazer esse tipo de reflexão. Um outro ponto, quando eu trouxe o paralelo com a sociedade moderna, é que aqui foi dito que não se teria a devida importância legada a filósofos e os artistas também. E aí a gente precisa lembrar que a arte é um campo do conhecimento que nos leva à sensibilização, a reflexão, a conexão com aspectos da natureza e a outros pontos que não estão só no racional, mas pensar ou refletir do ponto de vista da intuição, da percepção, de uma certa leveza na dinâmica da vida. e a filosofia, que é o que nos faz questionar a ideia de onde viemos, para onde vamos, qual é a utilidade da vida, o que é mesmo que estamos fazendo por aqui. Quando a gente vê disciplinas sendo suprimidas, nós já com certeza conseguimos perceber alguma intencionalidade. É muito mais fácil lidar com as mentes, digamos que um tanto quanto obscurecidas
aqui. Quando a gente vê disciplinas sendo suprimidas, nós já com certeza conseguimos perceber alguma intencionalidade. É muito mais fácil lidar com as mentes, digamos que um tanto quanto obscurecidas pela falta de possibilidade de reflexão, porque a gente consegue manter uma determinada estrutura ou ordem social, porque eu não tenho, não é somente uma noção dos meus direitos para que eu os exija, mas eu não consigo me valer de liberdade, de criatividade, das potencialidades que libertam o ser na sua existência. Então a gente vai vendo que não só em Esparta isso aconteceu, mas a gente vai percebendo as consequências nefastas que essas posturas vão tendo no nosso convívio, nos tornando pessoas muito mais individualistas, voltadas para a competição e que não tem uma inclinação para uma vida em coletivo. E essa frasezinha final, no parágrafo em que fala da aniquilação dos filósofos e dos artistas, que diz: "Era proibido pensar para obedecer". Então, não havia possibilidade de reflexão. É uma ideia em que as pessoas tinham os atos repetida e mecanicamente executados por uma ordem sobre a qual eu não poderia refletir. Porque se eu não tenho a sensibilidade que a arte traz e nem o pensamento estimulado pela filosofia, eu me torno um ser totalmente manipulável e repetidor de padrões. Então, não se questiona, apenas se obedece. E aí a gente vai ver Kardec nos perguntando, nos perguntando, é ótimo, perguntando aos espíritos se é um progresso a civilização ou como entendem alguns filósofos, uma decadência da humanidade. E a resposta é que é um progresso incompleto. O homem não passa subitamente da infância para madureza. E olhemos que aqui a pergunta é a ideia que já estamos numa civilização devidamente constituída e que já estamos na condição de civilizados. Mais à frente eu vou eh partilhar com vocês, embora já saibamos o que se encontra no livro dos espíritos, o que mesmo caracteriza uma civilização. E nós estabelecemos para com o nosso próximo, a relação de civilizado e do não
artilhar com vocês, embora já saibamos o que se encontra no livro dos espíritos, o que mesmo caracteriza uma civilização. E nós estabelecemos para com o nosso próximo, a relação de civilizado e do não civilizado. Geralmente há um grupo étnico, racial específico, onde a gente diz que essas pessoas, por não terem o mesmo código cultural, estão em estado de selvageria. Mas o estado de selvageria não os leva a depredar a natureza como nós, os ditos civilizados. Então, esses conceitos variam de acordo com os interesses daqueles que subjulgam, que oprimem e que não entendem ou percebem no outro semelhante. E nós passamos a reproduzir essa forma de convivência porque não estamos acostumados a refletir e a sentir. Porque essas são possibilidades que o espírito possui quando sai do seu centro e dos seus interesses particulares e passa a pensar no coletivo como o espelho do seu mundo íntimo. um espelho que deixa de ser do campo do interesse e passa a ser do bem-estar próprio e dos que estão ao seu redor. Há um episódio muito curioso na vida de Chico Xavier, quando no Grupo Espírita da Prce em Uberaba, o Emanuel, o benfeitor incorporado nele, atendia algumas pessoas pela voz. E presentes na sala estavam dois jornalistas da Grécia que tinham vindo ao Brasil para conhecer o fenômeno Chico Xavier e haviam comprado os romances de Emanuel. Como os dois estavam com viagem marcada para aquelas próximas horas, havia o deslocamento até aeroporto, o voo até os Estados Unidos, Portugal e depois uma escala para Atenas, na Grécia, eles perceberam que era difícil conversarem com o médium porque ele tava cercado de muita gente. Não é que Emanuel, que estava psicofonizando pelo Chico, sem ninguém perceber, de maneira tão natural, pediu que o povo abrisse, viu os dois e pediu que eles se aproximassem, fez um gesto. Eles tomados de surpresa, foram até a mesinha e o Emanuel tomou uma caneta, pediu os livros e autografou em grego aos caros amigos fulano de tal, vindos da Grécia para visitar a nossa Uberaba e
gesto. Eles tomados de surpresa, foram até a mesinha e o Emanuel tomou uma caneta, pediu os livros e autografou em grego aos caros amigos fulano de tal, vindos da Grécia para visitar a nossa Uberaba e trazemos as mais doces e caras recordações da Grécia, onde peregrinamos pelo seu solo em incontáveis reencarnações, desejando muita paz aos companheiros de retaguarda. Algo mais ou menos assim. Em grego, colocou prefácio em um livro e no outro, porque eles estavam voltando para a Grécia com a permissão pessoal de Emânuel de Chico para traduzirem os cinco romances para o grego. Chico deu a permissão verbal atendendo a diretriz de Emanuel. para se ver que talvez tenha sido berço de muitos de nós, porque eram as primeiras civilizações cultas da Terra. E foi em seu solo que nasceu a filosofia, seja com os pré-scráticos, Anaximandro, Anaxímenes, Anaxágoras e outros, atravessando o pensamento de Sócrates, que deu toda uma estrutura ética à filosofia e um comportamento psicológico e a tornou espiritualista, porque o início foi de uma filosofia eminentemente materialista, atomista e depois ela se tornou espiritualista, energeticista com Sócrates e atravessou os pós Sócrates, né, Platão, Aristóteles e outros pensadores que deixaram notável acervo de cultura para a humanidade. Mas nesse período a que a crônica de irmão Chi se refere, ele, um apaixonado por mitologia grega e romana, irmão X, toda a sua cultura na Terra, enquanto escritor encarnado, foi muito vazada usando os mitos da mitologia para poder fazer referências ou paralelo com certas figuras do da sociedade carioca de então que ele caricaturava para submeter ao ridículo. era o estilo de Humberto, que era muito sarcástico. Ele mudou depois que morreu. Depois da morte e quase que todo mundo altera um pouquinho o comportamento porque encontra com a verdade, faz cursos no além. E aí gostaria tanto de destruir os livros que o próprio irmão X Humberto de Campos aqui no caso, ele deixou um livro em vida guardado num cofre sobre a
rque encontra com a verdade, faz cursos no além. E aí gostaria tanto de destruir os livros que o próprio irmão X Humberto de Campos aqui no caso, ele deixou um livro em vida guardado num cofre sobre a gestão de seus familiares, três filhos, duas moças, um rapaz e a esposa para ser publicado depois da morte. E nesse livro ele fazia cada crítica a certas figuras da sociedade do Rio de Janeiro, que era de desmontar o perespírito. Mas ao desencarnar, ele certamente percebeu que aquele livro, viesse a lume, viesse a público, ia manchar a biografia dele como príncipe dos cronistas. Ele deve ter feito muitas intervenções de natureza espiritual para que esse livro nunca viesse ser publicado. E esse livro, na década de 50, foi destruído. O original foi queimado pela família e nenhuma editora quis publicar para também não manchar a da reputação da própria das editoras que existiam na época, livrarias. Só para você ter uma ideia, por isso que ele não foi muito reconhecido depois que voltou a escrever agora dos anos médio. Ora, mas esse espírito era tão sarcástico, tão ferino, escarnecia e debochava, usavam linguajar mesmo para de alguma maneira machucar certas feridas, como quando ele fosse um homem muito sensível. agora volta tão evangelizado porque o seu maior crítico e amigo pessoal era Gripino Grieco, que era duríssimo na crítica, um homem católico que conhecia profundamente o pensamento de Humberto de Campos. E quando Chico psicografou uma página de Humberto de Campos na União Espírita Mineira em Belo Horizonte, onde tinha mais de 700 pessoas assistindo a noite de psicografia, Agripino, para não ser ludibriado, pediu todas as folhas estavam sobre a mesa e as eh deu a sua assinatura, a rubrica. Ele rubricou todas as folhas no verso para depois não estarem usando folha e ludibriando ele. Chico ficou na tranquilidade, recebeu as folhas, caiu no transe e enquanto algum alguém fazia uma palestra, o Chico psicografava. Ao final era uma carta dirigida a ele, ao meu caro amigo agripino greco. E ele
cou na tranquilidade, recebeu as folhas, caiu no transe e enquanto algum alguém fazia uma palestra, o Chico psicografava. Ao final era uma carta dirigida a ele, ao meu caro amigo agripino greco. E ele desfilava a mitologia grega, fazendo aquelas velhas comparações que Agripino já estava como crítico literário acostumado. Ao final, Close, todo mundo centrou os olhos em Agripino. Ele vai confirmar ou ele vai desmentir? E ele ficou de pé e como bom literato respondeu: "Eu não acredito nisso, psicografia, mas que é Humberto de Campos puro é formidável essa saída, né? Formidável essa saída. E ele se saiu e ficou muito bem. Agora que tá desencarnado, diz: "Agora eu confirmo suas páginas". Tá morto também? Um morto conversando com o outro. Então, falar da Grécia nos remonta a essas duas cidades que polarizavam a vida. Atenas, que ficava na região da Ática e Esparta, a cidade de militarizada, que ficava às margens do Eurotas na região do Peloponeso. Essas duas cidades tinham características completamente diferentes, revela a história. Como disse Naddia, Esparta tinha um sistema criado por Licurgo, um dos seus grandes administradores, que era na verdade um déspota, né, que era uma uma figura que dominou o poder com mãos de ferro, um radical. Quando a criança nascia, toda criança, os pais eram obrigados a levar os meninos recém-nascidos para uma comunidade de idosos, todo mundo acima de 60 anos, que moravam todos fora da cidade. Não podia morar ninguém na cidade com 60 anos. Eles tinham uma outra cidade próxima onde ficavam os velhos, a comunidade dos anciãos. Era o primeiro spa da terceira idade da época. Mas eles tinham uma função, analisar as crianças recém-nascidas. Então eles iam para a beira do Eurotas, um desfiladeiro, uma um alto mirante de pedra, e seguravam a criança pelas pernas, de cabeça para baixo. E lá embaixo o rio e o precipício só tinha pedra. Se a criança chorasse, perneasse com frio da manhã, reclamasse contra a maneira tá sendo segurado de cabeça para baixo, era
nas, de cabeça para baixo. E lá embaixo o rio e o precipício só tinha pedra. Se a criança chorasse, perneasse com frio da manhã, reclamasse contra a maneira tá sendo segurado de cabeça para baixo, era saudável. Os velhos então tiravam a criança do perigo e devolviam os pais para criarem até os 7 anos. Aos 7 anos, as famílias eram obrigadas a entregar os filhos ao estado que os educava como soldados ou serial killer, assassinos em série, porque matavam a emoção. O soldado não podia ter emoção, não podia ter sensibilidade. Ele tem que ser uma máquina de guerra para lutar contra peças, contra sírios, contra atenienses e contra outros povos que ameaçavam a Elade, o nome da velha Grécia. Mas se a criança não fizesse nenhum gesto brusco de reclamar contra o fil da madrugada, o velho abria a mão, a criança se despedaçava lá embaixo. Filosofia de Licurgo e de Esparta. Esparta não pode lidar com crianças com defeito físico. A criança é eliminada ao nascer em guerra. O código militar de Esparta era claro. Se você vê seu melhor amigo ferido gravemente, não traga ele paraa Esparta, porque não temos hospitais para feridos. Mate-o no próprio campo de batalha. Então, o melhor amigo, o melhor vizinho matava o outro, porque você tá muito ferido, sangra muito e eu não posso levar um despojo ou despojo, para a cidade cuidar para se ver. Mas tudo isso, Humberto de Campos, irmão X, vem dizer o quê? Passa que o título não pode ser mais sugestivo. Isso também passa. O que é hoje a Grécia? um dos modestos países da Europa, com a vivendo ainda uma grave crise econômica, teve uma quebradeira econômica alguns anos atrás, greve geral, e profundamente vinculada ao turismo, porque se visita Miconos, se visita Atenas, os palácios de Zeus, o palácio de Diana, a deusa da caça. se subiu o Monte Olimpo, de onde se admitiam que os deuses moravam lá no Monte Olimpo Zeus, comandando o palácio que os deuses viviam. Então tem muita coisa linda para se ver em Atenas, seu folclore, aquelas danças de quebrar os
onde se admitiam que os deuses moravam lá no Monte Olimpo Zeus, comandando o palácio que os deuses viviam. Então tem muita coisa linda para se ver em Atenas, seu folclore, aquelas danças de quebrar os pratos, categorizada ou eh recordada no filme Zorba, o grego, com Anthony Quint fazendo o papel daquele grego que dançava aquela música que é contagiante, a música grega. E também nos ligou um grande cantor, já falecido, Demis Russo, que na verdade era egípcio, nasceu em Alexandria, mas viveu a vida inteira em Atenas e foi uma das vozes mais cristalinas da música universal foi Demis Russo. Então ele deixa claro que tudo isso hoje é escombros, onde vivem víboras, onde o vento passa lamentando a noite e a agonia. Então, no fundo, ele na adianta aqueles capítulos que a gente vem estudando sobre a morte. Tudo se renova, novas pessoas chegam para dar um outro significado a uma nação que vai ter que crescer e evoluir sempre em busca do seu desiderato, que é a iluminar as criaturas humanas que em seu solo nascem. E esse processo que irmão X descreve como sendo aquilo que passa tem a ver com a lei de destruição, que eu falava há pouco, que é uma lei que tá a serviço da lei de progresso. Então, aquilo que a gente olha melancolicamente, talvez, e diz: "Ó, mas essa civilização acabou, todos os impérios passam. Todas as civilizações se renovam. Quando você olha de um ponto de vista físico, você diz: "Aquela civilização acabou, se destruiu Roma, eh, a Grécia, Esparta, impérios antigos, impérios modernos. E vamos vendo isso também com os impérios pós-modernos, com a civilização atual. No entanto, esse processo que é vivenciado principalmente por quem faz parte daquelas sociedades e quem está vivendo no período do fim, né, daquela civilização. A gente gosta do auge, Roma no seu auge. Que maravilha. Você ser romano era uma coisa extraordinária, maior orgulho da vida. Esparta, Atenas, todos os impérios, Egito, isso aí não muda porque a gente não compreende esse processo de transformação e sobretudo
ocê ser romano era uma coisa extraordinária, maior orgulho da vida. Esparta, Atenas, todos os impérios, Egito, isso aí não muda porque a gente não compreende esse processo de transformação e sobretudo não olhamos de um ponto de vista espiritual para ver que as pessoas continuam, os espíritos continuam. Aqueles seres que estavam em Atenas, que estavam em Esparta, que estavam no Egito, que estavam em Roma, que estavam no império britânico, sobre o qual o sol não se punha, e em todos os grandes impérios, persas, etc., são os espíritos que continuam reencarnando em busca da evolução. Então, a gente faz parte de uma dada sociedade num dado período e a lei de sociedade vai nos dizer que nós nos agregamos por afinidade. Aquele grupo de seres, ele tem afinidade. Então, não é à toa que Licurgo conseguiu implantar aquele modelo social em Esparta. os espíritos que ali estavam naquela coletividade tinham afinidade com essa lógica, com essa forma de ver e estavam no seu processo evolutivo experienciando como seria você viver pela força, você sufocar os sentimentos, você vivenciar isso, isso passa, se esgota o processo de aprendizagem e aí você nasce em Atenas, você aquele aquele império foi dominado por outro, você vai nascer no outro império também. Você vai vivenciar diversas formas de eh ser humano, diversas formas de construir uma sociedade. O que é que fica disso tudo? O que fica disso tudo é o processo da evolução. A evolução é a evolução do espírito, é a evolução da consciência. Os espíritos vão nos dizer que a lei de Deus está escrita na consciência de todos os seres. Então, a gente não depende. É ótimo você ter um livro, é ótimo você ter a Bíblia, é ótimo você ter os upanchades, é óbvio, é ótimo você ter vários livros sagrados que a humanidade foi construindo ao longo do tempo, porque ajuda, até porque nossa consciência assim, não, nós não estamos tão lúcidos assim, mas quando se trata de saber se eu estou ou não de acordo com a lei de Deus, é a consciência que vai dizer
po, porque ajuda, até porque nossa consciência assim, não, nós não estamos tão lúcidos assim, mas quando se trata de saber se eu estou ou não de acordo com a lei de Deus, é a consciência que vai dizer naquele nível evolutivo, Então, nesse processo, os espíritos vão evoluindo individualmente e também nas suas coletividades. Eh, povos e nações vão construindo modelos de funcionamento. Roma foi uma coletividade que se dedicou ao direito. O direito que a gente tem na nossa sociedade hoje, nas sociedades ocidentais, ele foi construído pelos romanos. Atenas se dedicou, como Marcel falou, ao desenvolvimento do espírito, no sentido do pensamento, no sentido da elevação, tanto através da arte como da filosofia. Eh, você vai ter no Egito uma coletividade que se dedicava aos mistérios da vida espiritual. O que acontece após a morte? Aí isso era feito de acordo, o modelo físico era de acordo com o nível de consciência da época. Então vamos mumificar, vamos botar lá as coisas que a pessoa vai precisar. Bota uma moeda porque ele vai precisar pagar o barqueiro, né, o Caronte para atravessar o rio. OK. Isso não. Todos nós temos uma formatação que tem a ver com a cultura, tem a ver com aquele sistema. O que importa é que você reencarnando na no Egito, você aprendia a importância da vida espiritual, reencarnando na em Atenas, você aprendia a pensar, aprendia o belo. Eh, reencarnando em Roma, você aprendia o direito, você aprendia a lei, a organização, a estrutura de uma sociedade. e assim vai se sucedendo. Não há o que lamentar da dos problemas, do fim das sociedades. Elas lembra que tudo no plano físico termina porque vai precisar se transformar em algo mais avançado. E aí com isso vai precisar se agregar aos outros. a lei na lei de destruição, o livro dos espíritos, os espíritos vão dizer, os povos podem se reunir, podem fazer essa troca de experiências por amizade, pelo muitas vezes não fazem. Então, a guerra é uma experiência dolorosa que a nosso nível de consciência ainda permite.
r, os povos podem se reunir, podem fazer essa troca de experiências por amizade, pelo muitas vezes não fazem. Então, a guerra é uma experiência dolorosa que a nosso nível de consciência ainda permite. Quando a gente evoluir não vai mais precisar, mas é um meio que vai fazer com que o povo domina o outro e aí ele traz a sua cultura e você precisa integrar aquela experiência. Então, a responsabilidade da gente fazer parte de um país, de fazer parte de um grupo, é uma responsabilidade compartilhada. Nós todos somos responsáveis. Mesmo que não concordemos, mesmo que não participemos, vamos lembrar que por afinidade nós temos a tarefa de melhorar aquele grupo do qual fazemos parte. seja uma família, seja uma um grupo profissional, seja uma nação que é o nosso espaço de evolução. >> E o que na atrás me leva a refletir e voltar mais uma vez à explicação dos espíritos sobre a questão de civilização. E fico pensando no conceito moderno de cidadania, que cidadania é todo aquele, o cidadania é uma característica de todo aquele denominado cidadão que pertence a um estado. Então ele, ao pertencer à aquele estado, ele consequentemente vai ter direitos e deveres e além disso, ele vai ter uma participação política. Aí a gente vai lembrar do que a filosofia nos apresenta da pól, que é uma ideia de política mais ética. Logo, todo aquele que vivenciasse a política deveria ter um atributo indispensável, que era a postura e a prática ética. Então, para viver a política é preciso ser ético. Então, isso é uma perspectiva indispensável, mas assumir a postura ética vai depender de minha consciência, do senso moral. Essa origem vai falar mais uma vez do que estamos aqui discutindo sobre interesse voltado para o coletivo, que ainda não é a nossa fase eh evolutiva, digamos que primordial. Temos ensaios. Então, pensando desse modo que eu devo pertencer a algum lugar para ser considerado cidadão, ter direitos e deveres e participação política significa que nem todo mundo pode ser considerado como cidadão. E isso já fala
sse modo que eu devo pertencer a algum lugar para ser considerado cidadão, ter direitos e deveres e participação política significa que nem todo mundo pode ser considerado como cidadão. E isso já fala de uma característica egoística nossa, que é tirar dos outros a possibilidade de ter as suas necessidades atendidas. Quando a gente vem para o livro dos espíritos, tem uma pergunta: se algum dia apurar-sear a civilização de modo a fazer com que os males que ela produz sejam então extirpados, que desapareçam? E a resposta é sim. quando o moral estiver tão desenvolvido quanto a inteligência, já que o fruto não surge antes da flor. Então, estamos nessa caminhada já tem um certo tempo, esperando que o nosso fruto possa então florescer. E aqui no capítulo, o irmão X vai dizer que homens honestos e cultos foram foram submetidos sem comiseração na época em que ele relata e que os amigos da humanidade eram atirados ao desprezo e à morte. Então, tudo que sensibilizasse, tudo que levasse a reflexão e mudança da forma de vida era aniquilado sem a menor piedade. E eu observo e lembro que quando estávamos no período da pandemia, em que não tínhamos eh uma noção ou ideia do que estava acontecendo, víamos diariamente pelos veículos de comunicação, artistas que iriam então tocar para as pessoas que estavam em suas casas, trazendo uma outra ideia. que seria uma conexão, uma leveza, um respirar uma outra possibilidade diante da agonia e do desespero em que se vivia. Daí a importância da arte que pode vencer a angústia e acalmar o íntimo que está ali passando por situações complicadas e difíceis. a gente sempre nota a possibilidade de uma poesia que leve a estados mais elevados de conexão, de pensamento. Uma mensagem que a gente abre eh achando que é o acaso, mas que sempre responde algumas perguntas de natureza íntima e tantos outros recursos que nós podemos utilizar. Um pouquinho mais à frente, eu achei a resposta assim bem direta e que nos ajuda a pensar por não efetua a civilização imediatamente
natureza íntima e tantos outros recursos que nós podemos utilizar. Um pouquinho mais à frente, eu achei a resposta assim bem direta e que nos ajuda a pensar por não efetua a civilização imediatamente todo o bem que poderia produzir? E os espíritos nos contam, porque os homens ainda não estão aptos nem dispostos a alcançá-lo. Então, não é porque Deus está a nos castigar. Nós ainda estamos numa condição em que achamos interessantes viver desse modo. Atendendo primeiro as minhas perspectivas e os meus interesses, posso até aumentar um pouquinho é o altruísmo estendido para os que me são mais próximos, familiares, amigos íntimos, mas ainda não consigo ver a inteireza ou viver aquilo que Jesus nos apresentou como família universal. Então, quem é minha mãe e quem são meus irmãos? todos aqueles que fazem a vontade do pai. Então, não é a parentela, não é o laço consanguíneo, embora importante, mas não é quem define que, de fato, o meu amor se limita a um núcleo e os demais que vivam da forma que puderem. O que vai fazendo com que essa fraternidade, colaboração ou identificação vá sendo consumida por um egoísmo e uma justificativa muito fácil. Ah, eu até gostaria, mas como eu já tenho os meus filhos, como eu tenho os mais próximos, tenho idosos na família, infelizmente eu não posso tirar do outro aquilo que já tem garantido para alguém que, infelizmente, não é um problema meu, está com algum tipo de dificuldade, esquecidos de que nada temos. Até o nosso corpo é por empréstimo. Daqui a um tempo, pode ser curto, pode ser um pouco mais longo, iremos devolvê-lo ao fluído universal. E aí sim que a gente vai precisar responder a nossa consciência sobre o que é que nós fizemos, saber se a nossa Constituição íntima ela está mais para Atenas ou para Esparta. Aí cada um já pode fazer essa reflexão interna. E para compartilhar com Marcel, vou trazer aqui um outro ponto. Só quando os espíritos adotam como resposta o termo aptitos, é preciso entender que não é essa qualificação que às vezes a gente
nterna. E para compartilhar com Marcel, vou trazer aqui um outro ponto. Só quando os espíritos adotam como resposta o termo aptitos, é preciso entender que não é essa qualificação que às vezes a gente adota em processo seletivo, ápto e inapito, como se o inapto não tivesse mais chance alguma na sua vida. Apto aqui significa uma habilidade inata. E se é inata, é porque o espírito já conquistou anteriormente, ou uma habilidade que vai sendo exercitada até que consigamos evoluir e praticar o bem pensando na comunidade da qual eu pertenço. E aí é que ele diz: "Além da aptidão, ou eu já trago ou desenvolvo, eu preciso estar disposto, porque eu posso ter todo o conhecimento, todo o domínio das teorias ou das dos pensamentos de natureza filosófica. Eu posso conhecer os cinco livros centrais, o Pentateuco, como a gente denomina, ou a codificação que Kardec nos apresenta. Mas se eu não consigo trazer isso para a prática, há uma invalidação do tesouro que nós temos em mãos. Então, não basta a aptidão, é preciso estar disposto a servir. >> Emanuel, com muita sabedoria, em roteiro, afirma que a história conferiu a seis civilizações do passado tarefas para a própria história. A Grécia, a filosofia, Roma, o direito. No Egito, a transcendência, na Índia, a busca do paranormal, o contato com o sagrado. Israel, a revelação espiritual e a Fenícia coube, Turquia de hoje, a as descobertas na área das navegações marítimas. Sabemos hoje que os fenícios reencarnaram-se mais tarde na Península Ibérica para constituir a extraordinária escola de Sagres e fazer aquele desenvolvimento das nautas caravelas do astrolábio para as descobertas que viriam pós Idade Média. Sabemos hoje que os atenienses estão reencarnados na França. É fácil saber quem que tá reencarnado nos Estados Unidos. Fácil, fácil. Qual era o símbolo dos romanos? Uma águia. Qual é o símbolo dos americanos? Uma águia. Até o símbolo eles transportaram milhares de anos, 2000 anos depois, o símbolo é o mesmo. Então, romanos hoje estão, a maior parte agregados no solo
águia. Qual é o símbolo dos americanos? Uma águia. Até o símbolo eles transportaram milhares de anos, 2000 anos depois, o símbolo é o mesmo. Então, romanos hoje estão, a maior parte agregados no solo americano por afinidade. E aí vai. Mas Emân disse que em pleno século XX, época que o livro foi escrito, roteiro, ele disse que a história delegou a seis civilizações século XX, portanto, de menos de 100 anos para cá, da época do Lível para cá, de que nós deveríamos observar que a Alemanha cabe a tarefa da Revolução Industrial ou tecnológica. Nós temos a Itália com a arte. a beleza, a estesia, a Inglaterra, a educação. A China, haja paciência. Tem que ter paciência. Por isso que a mã disse, ensinar a técnica da paciência só o chinês para ter mesma. Aí ele vai dizer que a Suíça, as liberdades individuais na Suíça. E ele não usa um último país, o sexto, ele disse nas Américas a revelação do mundo espiritual. América. Mas a América vai desde o Alaska até a terra do fogo na Argentina, a Patagônia. Desses mais de 54 países da América do Norte, central e do Sul, qual é o país que está mais vinculado a revelação mediúnica, espiritual? Tem liberdade plena religiosa? Só nós, só o Brasil. Mas ele não citou o Brasil, disse nas Américas. Então você vê que lá de trás vem já uma um caldo cultural de história que despeja na atualidade. Então, as civilizações elas não necessariamente morrem, elas se alteram, elas se modificam, elas decaem no momento para aparecerem outras civilizações que se projetam no tempo e tem o seu começo, tem o seu apogêu, depois a sua decadência e apagam-se novamente. Desde quando Naddia citou Caronte, né, o barqueiro da morte dentro da mitologia, uma caveira que hoje todo mundo tem no imaginário como sendo na figura da morte. E ele era o homem, o guardião que velava a transição do de quem morria para o mundo espiritual. Então ele tinha uma jangada e ele encostava a jangada no porto da morte para receber os mortos, transportava pelo rio Estige e despejava as pessoas na pátria da imortalidade.
para o mundo espiritual. Então ele tinha uma jangada e ele encostava a jangada no porto da morte para receber os mortos, transportava pelo rio Estige e despejava as pessoas na pátria da imortalidade. Mas ele já era mercenário, caronte. Só transportava se o morto pagasse. De onde vem o hábito de se enterrar os defuntos com uma moeda na língua dentro da boca? Então, toda os os as urnas funerárias do passado, especialmente na Grécia, o morto, no morto se colocava moeda de prata ou de ouro na língua para que ele depois da morte pudesse pagar. Hoje basta um vale transporte porque Caronte evoluiu também. Nada de Angado, estado de ferreibot, né? Então ele faz outro tipo de transporte. Então, por isso mesmo, como vai se modificando, mas as sociedades vão evoluindo, como bem frisou Jamil, com a substância de Livro dos Espíritos, porque nós temos dois tipos de evolução individual e coletiva. A medida que os indivíduos evoluem, eles provocam necessariamente uma revolução de natureza coletiva. As leis passam a ser mais brandas. O que é que o livro dos espíritos passa a dizer que para uma sociedade depravada são necessários leis duras, duríssimas? Nós temos na Terra dezenas de países com pena de morte instalada, onde o cidadão é fuzilado em estádios de futebol, com milhares de pessoas assistindo o tiro fatal e depois a família ainda paga a bala. Em outros é a forca, é a decaptação, é a cadeira elétrica, a injeção letal, ou seja, é o estado reconhecendo que não pode recuperar o cidadão que delinquiu. Eu não tenho consumo de recuperar você, então eu elimino porque você é tóxico, você é uma célula cancerosa pra sociedade, vai embora. Aí elimina, só faz tirar ele do corpo. Ele deixa de ser um assassino, um psicopata, se transforma num obsessor, ou seja, torna-se agora um psicopata no além, invisível, passa a ter uma vantagem, porque ninguém vê o que é que ele vai tramar contra o próprio país, contra as pessoas que o mataram. Então, é preciso uma revolução que só o Espiritismo vai trazer porque está
assa a ter uma vantagem, porque ninguém vê o que é que ele vai tramar contra o próprio país, contra as pessoas que o mataram. Então, é preciso uma revolução que só o Espiritismo vai trazer porque está centrado nas fontes cristãs, baseado em Jesus de ponta a ponta, mas com a revelação do mundo espiritual que esclarece os caminhos da história, de onde nós vamos palmilhando desde o primitivismo até esses estágios mais racionais a caminho da intuição. Como os chineses, haja paciência. Em 2 minutos vamos pensar que essa trajetória que irmão X descreve, a trajetória de Esparta, tudo aquilo que a gente falou precisa eh reverberar dentro de nós como uma experiência para o presente. E a grande experiência é que nos lembremos de utilizar as qualidades que aprendemos ao longo das diversas reencarnações. Nós temos o hábito de pensar em tudo do ponto de vista pessoal. Então, reencarnação. Ah, eu estava onde? Eu era o quê? Eu era escravo, eu era nobre, eu era isso, eu era aquilo. OK, tudo bem. Vamos pensar nas qualidades individuais, mas vamos pensar que nós transitamos por essas civilizações e outras que não falamos, né? Eu lembrei da civilização celta, a as deusas mães de várias culturas. Hoje nós vivemos um período de transição planetária. A gente fala muito sobre isso. Na a transição planetária nada mais é do que, segundo o Kardecolo capítulo A Nova Geração em A Gênese. É um período de aceleração do processo evolutivo. A evolução coletiva, ela se dá de modo gradual, cada dia um pouquinho, aprende aqui, aprende ali. Em certos momentos ela se acelera. Como acontece na nossa vida? A criança nasce, ela vai crescendo aos pouquinhos, aprende isso, aprende aquilo, entra na puberdade, parece que você dormiu, a criança era uma, era uma criança, acorda um adolescente, né? Então, em vários momentos acontece isso. Vamos pensar como nós vamos usar as qualidades que adquirimos nas diversas vidas hoje nessa sociedade para fazer a transição que Jesus nos colocou lá atrás. Porque essa é a transição. Por isso a gente diz: "Jesus
como nós vamos usar as qualidades que adquirimos nas diversas vidas hoje nessa sociedade para fazer a transição que Jesus nos colocou lá atrás. Porque essa é a transição. Por isso a gente diz: "Jesus é o modelo e guia e o evangelho é o roteiro de luz". É o roteiro para o mundo de regeneração. É o roteiro para quando resolvermos ser melhores e, portanto, viver numa sociedade melhor e mais feliz. É o amor, é o amor ao próximo, é o amor ao inimigo, o amor como roteiro absoluto, é a vivência do evangelho no nosso cotidiano. E ainda finalizando a partilha com vocês essa noite, também na lei do progresso tem uma afirmativa de que uma civilização incompleta em estado transitório, ela vai gerar mais males, enquanto que uma civilização mais avançada é aquela em que vai existir menos egoísmo, menos cobiça e menos orgulho. E aí a gente já vai observando se a nossa civilização está mais próxima ou ainda na caminhada e na labuta para chegar nesse ponto que Kardec menciona junto aos espíritos. E aí eu vou eh fiquei pensando enquanto vi aqui os pensamentos de Valdice e de Raílsa que estão conosco no chat, enquanto as meninas estão trazendo uma correlação de que aqueles que estão na liderança ou no governo guardam uma espécie de aproximação e sim com o seu povo. E aí a gente pensa em representatividade, a gente tem numa personificação a representação de uma escolha, mas também de perspectiva vibracional, energética, similaridade de pensamentos, o que faz com que a representação seja um retrato daqueles que têm pensamentos e posturas similares ou correspondentes. Pode não ser o do coletivo, mas daqueles que entenderam que essa seria a melhor representação. E Raísa trouxe essa ideia de que os impérios cairão e não há outra perspectiva à medida que o que aquilo que entendíamos como bem, quando evoluímos percebemos que é um mal, porque a gente amplia a consciência. E aí finalizo com o que Kardec traz aqui, ó. A civilização vai ser aquela em que a inteligência se desenvolva com maior liberdade. Por isso
ercebemos que é um mal, porque a gente amplia a consciência. E aí finalizo com o que Kardec traz aqui, ó. A civilização vai ser aquela em que a inteligência se desenvolva com maior liberdade. Por isso então que no capítulo que nós vimos, filosofia e arte não eram conhecimentos interessantes, em que haja mais bondade, boa fé, benevolência e generosidade recíprocas, e em que menos enraizados se mostrem os preconceitos de casta e de nascimento. Por isso que tais preconceitos são incompatíveis com o verdadeiro amor do próximo. >> Dessa maneira passeamos pela Velha Grécia, anotando o fugor desta civilização que nos ligou à filosofia. E por justiça, o codificador do espiritismo inseriu Allan Kardec, inseriu Sócrates, Kardec, inseriu Sócrates, no Evangelho, logo na introdução, como um dos precursores do Espiritismo, porque Sócrates era espírita e não sabia. Ele só não tinha codificação disponível na época, 2500 anos atrás, mas todo o seu pensamento era compatível com o pensamento espírita. e ele foi um dos colaboradores da codificação, fazendo parte da pleia de de entidades venerandas sobre a coordenação do espírito de verdade. E por isso mesmo se ressalta essa cultura extraordinária de mitos, de filósofos, porque estamos carente nos nossos dias, diz Amélia Rodrigues. espírito. Enquanto as sociedades forem governadas por generais, haverá uma tendência inata para a guerra. As sociedades, as nações, quando passarem a ser governadas por filósofos, pensadores, poetas, menestréis, altruistas, vai pensar mais em flores do que em canhões. Vai se preocupar mais com enchadas do que com fuzis. Então isso é um sonho de que a paz deve começar em nós e começar a fazer os seus frutos em direção à paz social. No próximo, segunda-feira nós vamos unir dois capítulos, o 15 e o 16, porque eles têm temática muito parecida e a gente tá com essa técnica agora de fazer a fusão de Cosmo e Damião, né? Ou seja, de dois capítulos que têm proximidades, que tem mesmo tema. de modo a nós explorarmos.
têm temática muito parecida e a gente tá com essa técnica agora de fazer a fusão de Cosmo e Damião, né? Ou seja, de dois capítulos que têm proximidades, que tem mesmo tema. de modo a nós explorarmos. Então, você que está nos acompanhando, já vá adiantando sua leitura do 15 e do 16 para a próxima segunda-feira nós abordarmos esta questão nova que Humberto de Campos vai nos trazer. A todos os nossos acompanheiros internautas que estão aqui presentes ou remotamente, formulamos ardentes votos de paz e que venha à primavera. Да.
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