Para viver o Evangelho 166 - Estudo da obra "Lázaro Redivivo" cap. 1
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita
Queridos amigos, uma boa noite a todos. Estamos muito felizes de retornar nosso trabalho aqui na sede central da FEB, já climatizada. E nós vimos isso no seminário de média unidade durante o fim de semana. Nosso salão estava cheio, as pessoas compareceram bastante e puderam usufruir da do ar condicionado. Então, por isso já terminaram as obras. Nós estamos de volta. Na próxima semana nós não faremos a o programa daqui da SED, faremos de modo telepresencial porque sendo véspera de São João, etc. a sede ficar fechada. Então, quem desejar assistir presencialmente, será muito bem-vindo a partir do dia 30, quando nós estaremos de volta normalmente paraa nossa atividade aqui na sede central da FEB. Os avisos que nós temos serão colocados. Nós temos o aviso do nosso Congresso Espírita da Bahia que vai acontecer de 30 de outubro até 2 de novembro. As inscrições já estão abertas, a programação está muito interessante, então recomendo que todos façam as inscrições logo, porque vai acontecer no Fiesta Convention Center que tem vagas limitadas. Então vamos a correr aí pra gente se inscrever. Uma outra atividade do calendário federativo que vai começar a partir do dia 4 de julho são os encontros macrorregionais. Vocês vão ver aí a data, as datas, como o vídeo fica gravado. Vocês depois podem revisar. Não vou ler tudo agora, mas eu só quero dizer que os encontros macrorregionais são parte do calendário da Federação Espírita do Estado da Bahia e propõe o encontro com os trabalhadores dos centros espíritas. Acho que todos se lembram que no início do ano nós fazemos o a caravana baiana da fraternidade, que é um um trabalho para que as pessoas que frequentam os centros, os trabalhadores também possam se encontrar com frequentadores e trabalhadores de outros outras casas espíritas. No caso dos encontros macrorregionais, a gente vai trabalhar as várias áreas de serviço do centro espírita, compartilhando experiências, trazendo eh inovações que surgem em vários lugares, eh atualizando
caso dos encontros macrorregionais, a gente vai trabalhar as várias áreas de serviço do centro espírita, compartilhando experiências, trazendo eh inovações que surgem em vários lugares, eh atualizando os conhecimentos. é sempre uma oportunidade preciosa para a participação. Nós temos aqui em Salvador e Lauro de Freitas, região metropolitana, temos em vários polos do interior, em datas diversas durante o mês de julho até o primeiro final de semana de agosto. E para os que estão em Salvador, nós teremos, né, no domingo, 22 de junho, às 10 horas, na sede histórica da Federação, que fica ali no centro histórico, uma palestra com Rute Brasil Mesquita. Ela faz um trabalho regular na sede histórica, mensalmente ela faz palestras e nesse dia ela vai falar sobre as lições do apóstolo Pedro, Antônio de Pádua e João Batista para nossa vida atual. Vai ser muito interessante, Rute sempre pesquisa e vai ser uma oportunidade da gente aprender e refletir. Essas são as programações previstas. Nós vamos então dar continuidade à obra Lázaro Red Vivo, que nós estamos trabalhando desde a semana passada. A semana passada nós trabalhamos com o prefácio e hoje nós vamos trabalhar com o primeiro capítulo. E eu chamo a atenção que esse capítulo é um capítulo que está eh é uma fala para Jesus. O título é Ante o amigo sublime da cruz. O autor, irmão X, se dirige a Jesus de forma muito emocionada. E nós vamos então conversar sobre essa essa fala dele, eu e Jamile, infelizmente o nosso companheiro de todas as segundas-feiras, Marcel Mariano, ele não pode estar presente hoje, não vai poder participar porque ele está com um problema que deve ser um resfriado. Ele tá torcindo muito e a pessoa para falar torcindo muito não é possível. Ele precisa descansar, precisa se cuidar. E hoje seremos Jamile e eu. Caros irmãos e irmãs, boa noite à nossa plateia presencial. Mais uma vez, sejam muito bem-vindos e aos nossos internautas que nos acompanham pela TV Mansão do Caminho e TV FEB. Boa noite. Como Nadia já anunciou, o capítulo da
noite à nossa plateia presencial. Mais uma vez, sejam muito bem-vindos e aos nossos internautas que nos acompanham pela TV Mansão do Caminho e TV FEB. Boa noite. Como Nadia já anunciou, o capítulo da noite Ante o amigo sublime da Cruz, fez com que o irmão X nos convidasse também a um diálogo com o Mestre Jesus, a estarmos diante desse grande amigo. E no início do capítulo, ele vai então trazendo uma espécie de tradução do que temos nas profecias de Isaías e vai narrando quem seria esse Messias, quem seria este ser então enviado das alturas para nos ajudar na nossa ascensão espiritual. E tem uns termos que me chamaram atenção, como Jesus, que seria o homem de dor, e que ocultaria a sua grandeza ante os nossos olhos. Além disso, um ser que preferiu a renúncia e, além disso, caminhou como ovelha muda para o matadouro. Quando nós então nos reportamos aos textos de Isaías, primeiro a gente vai ver uma afirmativa de que um menino nasceu para nós, um filho nos foi dado e o governo estará sobre os seus ombros. Ele será chamado maravilhoso conselheiro, Deus forte, pai da eternidade e príncipe da paz. Todas essas afirmativas foram confirmadas e constatadas com a vinda de Jesus. A leitura que nós podemos fazer aí está em Isaías, capítulo 9 versículos 6 e 7, vai fazer com que a gente de fato perceba que essa descrição ela foi seguida a risca e recordamos muito facilmente daquela que foi uma observação e não necessariamente uma reprimenda quando Jesus então recomenda Pedro no episódio do corte da orelha do soldado, que deixasse que as profecias se cumprissem, que ele não fizesse uma intervenção que pudesse vir a prejudicar aquilo que já estava então predito. E o fato de Jesus fazer essa afirmação não era necessariamente para manter as pessoas em algo como crendice, fantasias ou coisas semelhantes, mas sim para que ele de fato pudesse ser reconhecido como tal. O episódio então quando é dito que quando ele entrasse na cidade com as oliveiras e montado ali naquele burrinho, a afirmativa é de que era
s sim para que ele de fato pudesse ser reconhecido como tal. O episódio então quando é dito que quando ele entrasse na cidade com as oliveiras e montado ali naquele burrinho, a afirmativa é de que era então o burrinho filho de uma mãe, não? Então ele faz uma alusão que precisava ser o filhote que estava ali aguardando aquele momento e seus discípulos pegam esse animal e de fato é sobre ele que ele entra na cidade. Se a história não fosse essa, com toda a certeza alguém questionaria. Se isso estava predito e não aconteceu, de fato, ele é o Messias. Então eles até vão, os discípulos ali, eh, procurando o animal e o animal vai aparecer, como já estava predito. Eles até ficam um tanto quanto não assustados, mas surpresos, se é que ainda dava para se surpreender com o que Jesus fazia, porque era tudo de fato feito dentro da sua grandiosidade. E nos textos a gente vai vendo a beleza da programação, vinda desse espírito. E ele cumpre de fato exatamente como nós encontramos nessas passagens. Depois a gente vai encontrar em Isaías 52 versículo 13, afirmativa: "Eis que o meu servo procederá com prudência, será exaltado e elevado e será muit sublime." No versículo seguinte aparece: "Como pasmaram muitos à vista dele, pois o seu parecer estava tão desfigurado mais do que o de outro qualquer. a sua figura mais do que a dos outros filhos dos homens. Aqui a gente identifica o que o irmão X resgata como esse homem de dor. Então, aquela ideia do grande eh digamos um certo guerreiro vestido de ouro não foi confirmado com a vinda do cordeiro. A gente até faz uma reflexão do que foi a surpresa das pessoas quando João Batista então anuncia a chegada do cordeiro de Deus. Não era bem um cordeiro que se estava esperando, mas alguém que conseguisse destronar a Roma. E nós vimos que não foi o que aconteceu. Então o texto de Isaías, especialmente 53, vai trazendo essas minúcias que o irmão X traz pra gente. Depois ele vai falar que eh irá surgir aquele que seria o continuador, os continuadores, melhor dizendo, nessa
to de Isaías, especialmente 53, vai trazendo essas minúcias que o irmão X traz pra gente. Depois ele vai falar que eh irá surgir aquele que seria o continuador, os continuadores, melhor dizendo, nessa abnegação santificante. lhes recomendo uma releitura eh desse item Isaías 53, onde a gente vai conseguindo identificar todas essas questões que foram trazidas aqui por irmão X. Ele vai dizendo, ele não tinha nenhuma beleza ou majestade que nos atraísse. Nada havia na sua aparência para que o desejássemos. Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores. Isso está em Isaías. E é isso que o irmão X está trazendo para todos nós. E experimentado no sofrimento, como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado e não o tínhamos em estima. E ele vai seguindo fazendo uma descrição do martírio, então, passado por Jesus. Depois ele vai dizer: "Todos nós, como ovelhas, nos desviamos. Cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós. E nós vimos, recuperamos isso da história, relemos o tempo inteiro. paradeiro de Jesus ali também no madeiro aconteceu, embora estivesse previsto, porque não estávamos preocupados eh em trazer a verdade, em reconhecê-lo como tal e, principalmente, efetuar a mudança que ele propôs. Mas no finalzinho, eh, de todos os versículos vinculados ao capítulo 53 de Isaías, tem lá o que, eh, o irmão X trouxe pra gente. Depois do sofrimento da sua alma, ele verá a luz e ficará satisfeito pelo seu conhecimento. Aí seria Deus se colocando: "O meu servo justo justificará a muitos e levará a iniquidade deles. Porque ele levou o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu, que eram aqueles que estavam ao seu lado." Então, no final de toda essa passagem vem a confirmação desse reino dos céus que chegaria, das provas de imortalidade e tudo mais. Uma leitura dessa natureza requer de nós uma reflexão e entender que esse homem de dor aqui apresentado não é um homem voltado para o
ino dos céus que chegaria, das provas de imortalidade e tudo mais. Uma leitura dessa natureza requer de nós uma reflexão e entender que esse homem de dor aqui apresentado não é um homem voltado para o sofrimento, mas o que renuncia a esses prazeres superficiais e que entende que o reino dos céus ele é encontrado pela renúncia de nós mesmos. É importante quando nós lemos uma obra, qualquer que seja, e aqui no nosso caso, quando a gente tá estudando para viver o evangelho, nossa intenção aqui, a gente estuda os livros, os capítulos e comenta e reflete com a intenção de facilitar a vivência do evangelho. É importante a gente entender, pelo menos procurar perceber como o autor escolheu organizar o conteúdo. Vocês lembram quando a gente estava estudando o livro de Amélia Rodrigues, como nós falávamos do estilo dela, da forma como ela colocava as passagens evangélicas, como no livro O Essencial, ela falou trechos, ela comentou trechos evangélicos já muito comentados, inclusive por ela mesma de uma vez, mas que naquele livro intitulado o Essencial, ela buscava em cada trecho menos a sua a configuração externa, menos o desenvolvimento dos fatos e mais qual é a lição essencial ali. Aqui nós estamos com um novo livro, irmão X. Na semana passada nós vimos o prefácio em vários capítulos, são 50 ao todo, em vários capítulos, Irmão X vai comentar eh passagens evangélicas mais ou menos como Amélia Rodrigues faz, claro, no seu próprio estilo. Entretanto, nesse primeiro capítulo, o autor escolheu eh colocar uma fala emocionada dirigida a Jesus. Então, talvez alguns de nós possamos estranhar a linguagem. Frases como o homem daador, que a nossa companheira Jamile já comentou, as suas chagas e pisaduras. Ele eh coloca, por exemplo, eh nas tuas chagas e nas tuas pisaduras sararíamos as nossas iniquidades, redimindo nossos crimes. O capítulo é todo assim e nós não estamos familiarizados com esse tipo de linguagem. Esse livro foi escrito em 1945. E ah, no entanto, a gente observa que é
ossas iniquidades, redimindo nossos crimes. O capítulo é todo assim e nós não estamos familiarizados com esse tipo de linguagem. Esse livro foi escrito em 1945. E ah, no entanto, a gente observa que é o o autor se dirigindo a Jesus, o autor tentando mostrar a Jesus a profunda importância e o profundo sentido da presença de Jesus em sua vida. Quando ele fala eh de redenção, quando ele fala de salvação, ele vai falar várias vezes isso, é importante que a gente possa absorver o sentimento que o irmão X traz, que é muito intenso, muito profundo em relação a Jesus, o amor a Jesus, a emoção de estar diante de um ser tão elevado como Jesus. e ao mesmo tempo que nós possamos como que hã analisar as frases dentro de um contexto espírita. Por exemplo, a doutrina espírita, ela não fala de salvação no sentido de que Jesus é um salvador que veio para redimir os nossos pecados. Jamile falou do texto do Antigo Testamento de Isaías. O cordeiro olado era toda uma cultura e toda uma relação com Deus fundamentada no sacrifício, muitas vezes o sacrifício de animais e onde se considera na teologia cristã tradicional, católica, ortodoxa, eh, protestante, de que então Jesus foi, ele se sacrificou, ele morreu para nos salvar por causa dos nossos pecados. Nós compreendemos essa lógica, nós acolhemos e aceitamos, mas é importante para nós fazer uma análise a partir da doutrina espírita. Por exemplo, de que jeito a dor de Jesus nos cura? Do ponto de vista espírita, cada ser vai viver as suas experiências e vai criar uma vida a partir das suas ações, dos seus pensamentos, daquilo que a pessoa alimenta e constrói. E ela vai viver as consequências dessa construção. Então, é difícil pra gente pensar numa ideia de que, ah, então ele se sacrificou e nos salvou. Não é assim que a gente pensa, né? Na verdade, Jesus nos cura, a sua dor, né? Nos cura não como a vítima olada, não. Porque ele ficou no nosso lugar e sofreu e pagou os nossos pecados. E sim, porque ele era um exemplo, ele é e ali quando ele estava
esus nos cura, a sua dor, né? Nos cura não como a vítima olada, não. Porque ele ficou no nosso lugar e sofreu e pagou os nossos pecados. E sim, porque ele era um exemplo, ele é e ali quando ele estava conosco, ele era um exemplo de um novo padrão vibratório. É muito comum, e eu tive essa vivência na minha educação religiosa na infância, eu não cresci numa família espírita. Eh, que se falava muito no sacrifício de Jesus, porque foi sacrifico, foi crucificado e no sofrimento físico. Tem até um filme recente de Mel Gibson que enfatiza enormemente a dor física, a tortura, todo esse processo sem quase sem maquiar o a história. Por quê? Porque falam dessa dor. Na nossa compreensão espírita, essa dor ela é e esse sacrifício principalmente é que um espírito puro que Jesus é, ele já está totalmente livre da matéria. A matéria para nós é muito familiar. Nós, espíritos de terceira ordem estamos muito identificados com a matéria. A gente se sente super bem. Um espírito puro, ele não tem limitação nenhuma. Ele não tem limitação de tempo, ele não tem limitação de espaço. Ele está diretamente unido a Deus. Por isso Jesus dizia: "Eu e o Pai somos um". E ele, por um tempo ele eh eu não vou dizer que abandona, porque ele continua sendo um espírito puro, mas ele se desloca e ele se reduz a uma vivência de um ser encarnado. Ele encarna no mundo material e num mundo que vamos saber que não é lá, não é um mundo evoluídíssimo, né? Nós temos aqui um planeta de expiações e provas que a Terra já era há 2000 anos. Então, a o sacrifício que nós vemos é esse sacrifício. Por quê? Porque ele está totalmente livre disso. Na hora que ele encarna num corpo humano, na hora que ele encarna numa vida humana, ele vai passar por um processo de restrição transitória que não o limita como ser, porque ele não sofre limitações, mas que sim, esse padrão vibratório marcou o planeta. Esse padrão vibratório marcou a todos nós. Um quem é de média única sabe como você se sente quando um mentor da reunião dá uma comunicação. A vibração fica ótima,
e padrão vibratório marcou o planeta. Esse padrão vibratório marcou a todos nós. Um quem é de média única sabe como você se sente quando um mentor da reunião dá uma comunicação. A vibração fica ótima, a pessoa se sente bem. Quem é médium de psicofonia quando dá uma comunicação de um espírito elevado, se sente super bem. Nós, em geral, quando oramos profundamente, com consciência, a gente se sente bem. Por quê? Porque a vibração eleva e olhe que é o tanto que nós conseguimos. Imagine um ser que é um espírito puro compartilhando a psicosfera do nosso planeta. É claro que não tivemos consciência porque não tínhamos condições, mas a presença do Cristo no planeta, ela marcou vibratoriamente todos os serios, os que perceberam e os que não perceberam. Tem uma parte lá adiante que ele vai dizer que a gente ainda ouve a voz do Cristo há 2000 anos. é, a gente tá sentindo essa vibração. Então, o que nós lemos como sofrimento é essa esse esforço que ele fez amorosamente, por amor a nós, para implantar, impregnou essa marca como como se dissesse assim: "É aí que vocês vão chegar, podem caminhar que é aí que vocês vão chegar". A redenção numa concepção espírita não é a liberação de pecados. A redenção é o processo evolutivo. A gente tem agora uma percepção, mesmo que muito profunda, muito sem consciência dessa meta de elevação espiritual. Sabemos o livro dos o Evangelho Segundo do Espiritismo vai dizer: "Foraidade não há salvação. Caridade é o amor ao próximo como a si mesmo tá na lei de Deus". Então, a salvação não vem de outra pessoa, ela não vem de fora, ela vem do nosso processo de evolução. Contudo, esse mestre que é puro amor e que fez se fez homem por amor a nós, ele marcou vibratoriamente o nosso ser. A gente pode fazer o mal, a gente pode se perder, a gente pode ir paraas trevas, po, mas não vai ficar lato porque estamos eh convocados pelo Cristo planetário. Então, ele vai falar muitas coisas emocionadas, ele vai falar muitas coisas sensíveis a Jesus. E nós vamos comentar aqui, mas vamos comentar sempre
porque estamos eh convocados pelo Cristo planetário. Então, ele vai falar muitas coisas emocionadas, ele vai falar muitas coisas sensíveis a Jesus. E nós vamos comentar aqui, mas vamos comentar sempre lembrando como é que a gente olha essas mensagens. Exatamente como Nadia nos trouxe, a lembrança do que o Espiritismo nos apresenta, está colocado aqui nas entrelinhas desse texto do irmão X. Quando ele faz uma espécie de comparativo entre os madeiros, com toda a certeza o madeiro do Mestre Jesus é mais do que iluminado. Estamos ali diante de um espírito puro que já não tinha mais nada, é espiar. E é esse comparativo que ele faz. Se o mestre que esteve naquela condição já tinha conseguido avançar em todas as possibilidades evolutivas, imagine ele na condição de um caminhante para essa evolução. Então ele pede ajuda para suportar o madeiro de lágrimas, mas notem que ele não perde de vista o merecimento no resgate dos próprios débitos. Notem que quando adotamos o verbo merecer, muitas vezes a conotação estar nu. Você merece está passando por determinadas situações porque fez juiz a elas. Tem um certo gostinho de viu que não era para ser feito dessa forma. Ou será que alguém não te avisou que não procedesse de tal modo? Então, tem quase um gosto em ver o outro naquela condição e dizer: "Bom, se você está assim, fez por onde? e até o nosso próprio comodismo e egoísmo em não ajudar o outro. Porque se eu entendo que essa condição foi uma busca particular, eu não preciso me envolver para lhe consolar, para lhe ajudar a sair dessa situação em que você se encontra. Se os nossos mentores pensassem desse modo, estaríamos todos relegados ao abandono, porque estamos sempre na colheita daquilo que semeamos. É natural. E as oportunidades reencarnatórias é que anunciam essa misericórdia divina. Todos temos a possibilidade de reescrever as histórias iniciadas em vidas passadas e algumas histórias até que iniciamos nesta por invigilância, por desequilíbrio ou até mesmo por já saber quais são as consequências. Mas ainda
e de reescrever as histórias iniciadas em vidas passadas e algumas histórias até que iniciamos nesta por invigilância, por desequilíbrio ou até mesmo por já saber quais são as consequências. Mas ainda assim, como Kardec afirma, nós nos comprazemos em algumas posturas que não nos permitem avançar como gostaríamos ou deveríamos em um determinado momento. Então é interessante e essa observação que nas atrás é de suma importância de que nós olhemos essa linguagem sob a luz do espiritismo. A linguagem que o autor aqui traz, ele está falando da perspectiva do sentimento. que é uma alma se desnudando. E essa característica faz com que esses termos sejam utilizados, mas que não contribuam para que a gente entenda de um outro modo que não aquele trazido pelo espiritismo. Diante, depois desse parágrafo em que ele pede essa ajuda para que ele consiga avançar, apesar das lágrimas, ele pede ao amigo sublime, notem que a relação nesse diálogo não é distanciada. Ele vem Jesus de fato um amigo e alguém que pode ajudá-lo a avançar. Que subsiste o monte da crucificação redimindo a alma do mundo. Alma do mundo aqui no sentido de coletividade, de espíritos que estão labutando por avançar. E não que todos nós já estamos livres de todo e qualquer esforço evolutivo, porque Jesus nos redimiu, como bem já foi pontuado aqui. Então, não nos desistamos da nossa caminhada, porque ainda é preciso fazer e seria injusto da parte de Deus. Já imaginou um único ser responsável por tudo aquilo que nós fazemos. Seria uma comodidade impossível diante de um Deus que é soberanamente justo e bom. Ele não poderia não ser bom com o seu filho, colocando nos ombros dele todas as responsabilidades decorrentes dos nossos atos. Então ele vai dizendo, ensinando-nos do cume a estrada de teu reino. Então o cume já o coloca na condição de um ser superior e que estamos eh buscando neste exemplo de sacrifício e renúncia alcançar, sabendo que aqui estamos renunciando aos prazeres imediatos, às coisas que são menores, mas que espiritualmente ainda
uperior e que estamos eh buscando neste exemplo de sacrifício e renúncia alcançar, sabendo que aqui estamos renunciando aos prazeres imediatos, às coisas que são menores, mas que espiritualmente ainda não enxergamos como empecílios para o nosso crescimento espiritual. E achei de uma extremada importância essa expressão. Auxilia-me a descer para o vale fundo do anonimato. Negar ao anonimato significa renunciar a si mesmo, aos desejos, às vaidades, ao orgulho, encontrar-se com as próprias dificuldades, reconhecer, é claro, as virtudes, mas fazer um mergulho no âmago do ser e perceber o que lhe falta para essa caminhada que é de crescimento moral, espiritual, que vai reverberar no social e nos permitir uma vida muito mais igualitária. fraterna e colaborativa. Essa reflexão me chamou particular atenção, porque embora no texto ela pareça tranquila e de fácil entendimento, o anonimato ou o mergulho no anonimato ainda é uma prática muito difícil, até porque nós temos apelos cada vez mais ao status, a uma ideia imagética, como a gente vê nas redes sociais, onde a imagem, que é o superficial, fala muito mais do que o profundo. Nós não temos uma tendência ao anonimato. Nós queremos sempre estar em destaque, sendo sempre enaltecidos. E esse convite aqui trazido requer coragem no mergulho íntimo e no anonimato, em um mundo em que os holofotes são colocados como algo de central importância. O autor vai nos dizer num dado momento, falando a Jesus, uma frase que eu vou ler. Ele diz assim: "Ah, Jesus, compadece-te de minhas fraquezas e vem ainda balsamizar meu coração ferido e desalentado. Ensina-me a despiragem da mundana de mundana esperança. Dá-me forças para ouvidar as últimas ilusões. Ele pede a Jesus que o ajude a se despir das ilusões. Qual é a grande ilusão que nós alimentamos durante a nossa vida terrena? é a ilusão de que somos matéria. É a ilusão de que esta é a realidade última, é realidade fundamental, é realidade que nos define. Jesus vem e nos diz: "Não, o que nos define, o que
ossa vida terrena? é a ilusão de que somos matéria. É a ilusão de que esta é a realidade última, é realidade fundamental, é realidade que nos define. Jesus vem e nos diz: "Não, o que nos define, o que define os espíritos, os filhos de Deus, é a realidade espiritual. Nós somos espíritos imortais. Todas as os mensagens, todos os ensinamentos de Jesus, eles eram voltados pro espírito imortal. O sermão da montanha, ele não pode ser compreendido e ele não pode ser vivido por quem exclusivamente se coloca na matéria. Ele precisa, ele exige de nós, ele nos impulsiona, ele nos estimula para que possamos abandonar a ilusão de que somos matéria. Abandonar a ilusão de que nosso tesouro é um tesouro material. Tem várias parábolas que ele falou isso. Onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração. A nossa vida em geral, ela é voltada na maioria, maioria de tempo, maioria de esforço, maioria de energia, maioria de pensamento para construções materiais. E a gente passa a vida com frequência nós vamos sofrer desilusões. E sempre a gente acha que desilusão é uma coisa ruim, como se ilusão fosse uma coisa boa. Observe que a palavra desilusão ela ela refere-se a uma coisa terrível. Ô, mas sofri uma desilusão tão grande. A gente dizer: "Graças a Deus porque eu tava iludida". Mas a gente gosta de estar iludido. Esta ilusão maior que nós temos, a ilusão de sermos matéria. Reencarnamos, esquecemos a nossa nossa vivência espiritual, mas nós continuamos a ser espíritos e construímos uma cultura que prioriza, que premia, que que estimula as construções materiais e valorizamos o que é material. valorizamos o que é imediato. Qual o resultado disso? A dor. Ele vai falar muito da dor. E nesse trecho ele diz: "Compadece-te de minha fraqueza". A nossa principal fraqueza é não assumirmos a realidade espiritual como a nossa realidade profunda. Isso se deve naturalmente ao nosso período, né? dentro do processo evolutivo. Nós somos espíritos ainda atrasados, mas não tão atrasados assim, porque há 2000 anos a
l como a nossa realidade profunda. Isso se deve naturalmente ao nosso período, né? dentro do processo evolutivo. Nós somos espíritos ainda atrasados, mas não tão atrasados assim, porque há 2000 anos a mensagem de Jesus, de Jesus está conosco. Ele fala sobre amar os inimigos, ele fala sobre dar a outra face, ele fala sobre deixar tudo que a gente tem para segui-lo. Ele fala sobre isso. Ele sabia, é claro, que naquele momento nós não poderíamos, a grande maioria da humanidade não poderia fazer essa transformação. Mesmo alguns indivíduos diferenciados que iam ao encontro dele não chegavam a fazer isso. Nós vamos lembrar que Nicodemos estava todo confuso. Nicodemos era um doutor da lei e foi procurá-lo porque tinha interesse no que ele estava dizendo, queria aprender, mas ele sabia muito pouco a ponto de Jesus dizer: "Olha, se eu tô falando com você das coisas da terra, no caso a reencarnação, e você não sabe, imagine quando eu falar das coisas do céu, eh, sobre a própria vida material, com essa ilusão da matéria, nós ficamos presos e nós temos dificuldade de compreender O moço rico, nós sabemos, era um rapaz, um jovem que ele já cumpria toda a lei, os profetas. Repare que Jesus não diz a todo mundo que é para deixar tudo, deixar seus bens, dar aos pobres e segui-lo. Ele diz isso a alguns. E um desses alguns, foi esse jovem, mas ele não podia ainda. Ele eh o evangelho diz assim: "E ele se retirou muito triste porque tinha muitos bens". Não é uma questão de ser rico materialmente. Eu compreendo de um ponto de vista espiritual que ele tava muito preso na matéria. Ele tava muito apegado os bens dele e era essa identidade material. É por isso que irmão X vai pedir a Jesus força para vencer essa ilusão. E nós também precisamos nos trabalhar para vencer essa ilusão. Na nossa vida a gente passa, a gente trabalha, a gente ama, a gente faz um monte de coisa, a gente busca Deus, a gente ora, a gente faz o bem. Só que é preciso exercitar a consciência de que tudo isso é transitório e é uma das coisas mais
rabalha, a gente ama, a gente faz um monte de coisa, a gente busca Deus, a gente ora, a gente faz o bem. Só que é preciso exercitar a consciência de que tudo isso é transitório e é uma das coisas mais difíceis. a gente vive, realiza e envelhece e cada vez mais vai vendo o desencarne, a hora do retorno à vida espiritual à nossa frente. E é muito difícil porque nossa cultura faz de conta que a morte não existe. Não no sentido espiritual, que ela não existe para o espírito. A gente finge que ela não existe para o corpo. E é uma grande surpresa quando ela chega. Por quê? Por estarmos presos à vida material. Aí Jesus vem, Jesus vive entre nós, Jesus ensina, Jesus é condenado, é crucificado, sofre, morre e ressuscita e diz: "Olha aqui, vamos aprender. Somos espíritos imortais". De fato, Naja, eu acho interessante nessa parábola do rico, eu gosto do desfecho dela, né? Quando ele pede para eu dar o exemplo. E aí a resposta que se tem, né? Ele até insiste, não, pai Abraão, eh, mas se alguém dentre os mortos fosse até os meus parentes, então contar o que aconteceu? E aí vem a resposta, né? que quem responde é Abraão. E ele vai dizer: "Se eles não ouvem nem a Moisés e os profetas, tampouco vão se deixar convencer por aqueles que vão voltar dos mortos". E a gente viu isso no prefácio com Lázaro. De fato, não houve uma espécie de convencimento a mudança interna. Isso vai muito mais do nosso desejo de avançar do que necessariamente dos fenômenos. Se formos pensar até na mediunidade, em tantas coisas belas que vemos, ela também teria um poder de nos transformar de imediato. E vemos que isso eh também não acontece de uma forma corriqueira, ligeira ou com número expressivo. Tem uma parte aqui em que o irmão X vai fazer uma pergunta, eh, de quantas chagas necessita o meu frágil coração para expungir os cancros seculares do egoísmo e de quantos açoites precisarei para exterminar o orgulho impenitente? Eu fico imaginando que Jesus diria nenhum, basta que siga a lei. Então, nós não precisamos do
gir os cancros seculares do egoísmo e de quantos açoites precisarei para exterminar o orgulho impenitente? Eu fico imaginando que Jesus diria nenhum, basta que siga a lei. Então, nós não precisamos do castigo, da penitência, do sofrimento. Basta a observância as leis divinas. Claro que no nosso nível evolutivo ainda temos a dificuldade de uma escolha que nos mantenha permanentemente voltados para as leis divinas. Por isso que precisamos rever os nossos atos. Por isso que a recomendação é de oração e vigilância. aquela afirmativa que Joana nos deixa, né? Antes de agir, reflete, depois de agir reflexiona. Então, pensa antes de agir, tem vagar sobre as tuas decisões e depois do feito, reflita sobre aquilo que você fez. Foi da forma devida? Teria alguma coisa a melhorar? Que já nos lembra Santo Agostinho lá na questão 919. Observa o teu dia. Tem alguma coisa que você melhoraria? ou se fosse o outro a fazer, teria alguma repreensão do seu ponto de vista? Faria melhor, mas aí lembrar que não é julgar o outro, é se distanciar, se olhar, reavaliar e fazer melhor. Não tem nada de característica de julgamento, crítica ou qualquer coisa que o valha. Uma outra pergunta ou reflexão que ele traz pra gente, que eu achei interessante, é que ele depois sinaliza, depois dessa passagem do rico da parábola, ele usa uma expressão dos caminheiros aparentemente sem rumo. O que é estar aparentemente sem rumo? Na nossa condição que ainda temos uma dificuldade de aprender as coisas para além da matéria, tem uns questionamentos que aparecem de vez em quando do tipo: "Tem valia o que eu estou fazendo? Esse esforço será mesmo recompensado? Será que eu não ganharia ou seria mais importante investir em outras coisas como profissão, riqueza, meu conforto?" E vai a gente de novo esmurecendo do ponto de vista espiritual, porque ainda estamos colocando o nosso tesouro em um outro lugar e vamos deixando que as questões espirituais e a conquista dos tesouros da alma perca a riqueza, a beleza e o brilho que de fato elas nos
rque ainda estamos colocando o nosso tesouro em um outro lugar e vamos deixando que as questões espirituais e a conquista dos tesouros da alma perca a riqueza, a beleza e o brilho que de fato elas nos apresentam. Ele entrevê essas dificuldades e aqui ele solicita: despojado de meus transitórios tesouros, mãos limpas das joias que me fugiram dos dedos trêmulos, concede-me o bordão dos caminheiros, aparentemente sem rumo, porque se destina aos países ignorados do céu. Realmente, se nós analisarmos o que é seu espírito e condição acima da que nos encontramos, nós vamos ter dificuldade. Mas há um consenso. Todo mundo sabe que fazer evangelho no lar, que buscar autoconhecimento, que tomar água magnetizada ou fluidificada, que a fluidoterapia, que o bem proceder, que as boas leituras, o ato voltado para o bem. Todas essas questões que o espiritismo nos apresenta, que parecem coisas simples, mas que têm uma efetividade significativa, podem ser adotadas no nosso dia a dia para nos ajudar nessa melhoria e nesse crescimento. Então, mesmo que não saibamos o final, mas nós temos um propósito e um ideal que diz: "Por esse caminho você avança e pode ter conquistas que farão com que você fique até embasbacado." Mas essa tal fé vacilante que a gente ainda tem faz com que a gente pare, titube, evite, porque ainda não estamos habituados a experimentar os estados de bem-aventuranças, mas só vai sabê-lo como eles são se experimentar. Estamos em condição de vivermos neles eh o tempo todo 100% não, porque oscilamos. Mas quanto mais substituímos hábitos que nos afastam de Deus por aqueles que são saudáveis, vamos nos habituando a uma outra psicosfera elevada, tranquila, que harmoniza, que equilibra. E mesmo diante das dificuldades, nós vamos conseguir ter força para sair delas. demoraremos menos no queixume, nas dificuldades, nos entristecimentos que nos são ainda naturais para que a gente consiga então chegar nessa condição aqui. E a expressão aparentemente é magistral, porque nós somos caminheiros ainda
nas dificuldades, nos entristecimentos que nos são ainda naturais para que a gente consiga então chegar nessa condição aqui. E a expressão aparentemente é magistral, porque nós somos caminheiros ainda desacostumados ao bem, mesmo sabendo que é ele que vai nos garantir uma posição mais feliz no futuro. E o aparente está, porque nós sabemos que isso nos possibilitará uma vida de plenitude. Temos essa certeza. A questão é quando deixaremos os tais prazeres que ainda nos manter nível evolutivo. Vamos recordar de Paulo, o apóstolo, na questão 1009. O espírito avança quando se enfada das próprias imperfeições. Aí aqueles costumes já não são mais os prazerosos. determinadas conversas já não me trazem a alegria e o prazer de antes, aí eu vou atraindo outras companhias. Não, aquela conversa ali agora me parece atrativa, esse tipo de filme, esse tipo de programa, essa leitura, essa postura e vamos nos melhorando espiritualmente falando. Então, nós não estamos sem rumo, de fato, é uma aparência. Agora, é preciso experimentar e viver, que é a proposta desse programa. Estamos aqui nos esforçando para de fato viver o evangelho. E nesse esforço vamos aproveitar a emoção de irmão X, porque ele vai num crescendo a cada momento. Ele continua se dirigindo a Jesus e ele traz eh palavras que nós conseguimos sentir. a emoção que ele tá tendo. Ele diz num dado momento: "Rendo-me agora sem condições ao teu amor infinito. Confio-me, confio-te minhas ansiedades supremas e meus sonhos mais ternos de lutador. E já que é necessário abandonar o meu velho cântaro de fantasias, troca-me a túnica das últimas vaidades literárias pelo burel humilde do viajor e interessado em atingir o berço distante, embora os atalhos difíceis e pedregosos. Vamos lembrar que irmão X, na verdade, quando estava encarnado, se chamava Humberto de Campos, foi um grande escritor, um grande cronista brasileiro e que viveu toda essa exaltação da sua pessoa. Então ele está nesse texto, ele tá sendo muito pessoal e nós vamos ver
chamava Humberto de Campos, foi um grande escritor, um grande cronista brasileiro e que viveu toda essa exaltação da sua pessoa. Então ele está nesse texto, ele tá sendo muito pessoal e nós vamos ver eh como é importante essa entrega a Jesus e como para conseguir fazê-la a gente precisa ter se despido ou ir se despindo das ilusões da matéria como centralidade da nossa vida. Quando ele diz sem condições, me entrego totalmente, é bom que a gente possa refletir, aproveitando a palavra dele, com o que frequência ou com que profundidade ou até onde a gente consegue se entregar a Jesus, até onde a gente confia que ele, o mestre amoroso, vai nos sustentar. Ele disse em oração a Deus: "Pai, das ovelhas que me confiaste, nenhuma se perderá. Jesus nunca nos abandona. Ele não fará isso. Ele nunca fez no passado. Ele organizou todo um planeta, todo um orbe. Ele segue governando, ele sebe, ele segue criando as condições para que nós tenhamos um espaço seguro de evolução. Mas na ilusão da matéria a gente não consegue se entregar, porque a gente é que sabe o que é bom pra gente, a gente é que sabe o que é justo. Ah, cada um de nós acha que sabe do que necessita. Essa entrega que, por exemplo, Francisco de Assis fazia facilmente, porque era um espírito muito mais elevado, para nós é extremamente difícil. Toda vez que uma coisa mínima contraria o nosso planejamento do dia, a gente dá uma topada, a gente perde uma condução, a gente esquece uma coisa, tem que voltar. Coisas mínimas nos desorganizam na maioria das vezes, ou então requerem um esforço enorme para que a gente não se desorganize. Por quê? Porque tem uma das muitas ilusões que nós não abandonamos é a ilusão de que somos nós que temos que cuidar de tudo. Somos nós que temos que dar conta de todas as coisas. Quando a única coisa que a gente tem que dar conta é compreender a lei de Deus, se entregar a ela, é ouvir a mensagem do mestre, deixar se envolver por esse amor profundo e viver a partir daí. Mas a gente não consegue, porque a gente tem
que dar conta é compreender a lei de Deus, se entregar a ela, é ouvir a mensagem do mestre, deixar se envolver por esse amor profundo e viver a partir daí. Mas a gente não consegue, porque a gente tem que saber tomar conta de tudo. Os seres que amamos estão agindo certo, estão agindo errado, estão sendo protegidos. Eu preciso fazer isso. Eu preciso antecipar daqui a não sei quantos anos o que vai acontecer. A gente não sabe o que vai acontecer daqui a um segundo. Os budistas dizem que nós não temos certeza nem da próxima respiração. Você respira, tá tudo ótimo, daqui a pouco o coração para, você não respira mais. Nem isso a gente tem certeza. E Jesus, ele nos ensina que a melhor forma de viver é a gente fazer essa entrega. Não vos preocupeis com o dia de amanhã. Não vos preocupeis com que haver de vestir, com que haver de comer. Não, não façais isso. Ele diz, ele não tá dizendo, é óbvio que a gente deve ficar sentado olhando pro tempo. Nós temos as tarefas da vida física. No entanto, a gente precisa saber que são tarefas. O objetivo é outro. E a regência do universo, a regência do mundo, a regência das nossas vidas é feita a partir da sabedoria divina, de leis perfeitas que a gente não precisa estar fiscalizando para ver se estão sendo conduzidas adequadamente. As leis perfeitas de Deus, elas provem para nós oportunidades de felicidade, de crescimento. É isso que ele vai dizer quando ele diz assim a Jesus. No parágrafo seguinte, enche a solidão do meu espírito com a tua luz, como encheste de perdão um dia a noite de nossa ignorância. Lembra lá na cruz, depois que ele foi torturado, preso, traído, eh crucificado, ele diz: "Pai, perdoai-les, eles não sabem o que fazem". Então ele e eh irmão X está dizendo: "Encheste de perdão a noite da nossa ignorância. Agora enche a solidão do meu espírito". Essa solidão é a solidão daquele que compreende, afinal que não há amor humano que preencha a necessidade de luz que o espírito tem. Porque é uma necessidade de Deus, é uma necessidade do divino, é uma necessidade
é a solidão daquele que compreende, afinal que não há amor humano que preencha a necessidade de luz que o espírito tem. Porque é uma necessidade de Deus, é uma necessidade do divino, é uma necessidade do crístico. É aquele que finalmente consegue compreender que não há realização humana que nos torne completos, porque a grande realização do espírito é se tornar espírito puro, é ser um com Deus. Aí não tem solidão, não tem nada. Ele pede que Jesus preencha isso com a sua luz e com o seu amor. É um capítulo que a gente vai ler meditando. A gente vai ler passando além das palavras que não nos são familiares e chegando ao âmago de um coração que se dirige a Jesus. Não é isso, Jamile? É isso sim, Nja. Estou de pleno acordo. Quando Naja recupera essa questão das ansiedades e sonhos, eu lembrei automaticamente do que Peixin sempre trouxe pra gente quando ele dizia: "Ao invés de concentrar-se naquilo que é do dia a dia, nas miudezas, nas pequenas coisas, insubsistência, tudo isso tá na ordem da condição do espírito encarnado nesse planeta e nas condições que ele apresenta, mas viva na sua condição real de espírito, alimentando sonhos e aspirações. À medida que o espírito na condição de alma, porque estamos temporariamente encarnados, sonha e aspira na condição de quem pensa nos tesouros que irá amealhar, ele vai criar uma espécie de estrutura psíquica e companhias espirituais que o ajudem a edificar esse tal reino dos céus. Mas nós estamos demasiado presos à ansiedade, as preocupações do dia a dia, as coisinhas pequenas. Isso que N já trouxe, a gente nem sabe como vai ser o futuro, mas a gente quer garantir desde hoje, inclusive o futuro alheio de como as coisas vão ser. Isso gera um sofrimento enorme, porque não temos condição de abarcar. Então, vivamos o hoje e vamos construindo na condição de imortais que somos, pensando na ideia espiritual e que é permanente. Aqui à frente, logo depois desse trechinho que Nadia trouxe pra gente da solidão, eh, no clamor que o irmão X faz então no diálogo com
rtais que somos, pensando na ideia espiritual e que é permanente. Aqui à frente, logo depois desse trechinho que Nadia trouxe pra gente da solidão, eh, no clamor que o irmão X faz então no diálogo com Jesus, ele fala de vontade soberana e de grajes infelizes dos caprichos terrestres. Ele já deu a sinalização. Quem seis aprisiona é o próprio ser pelos seus caprichos, pelas ilusões que cultiva e alimenta, pelas metas que estabelece, que vão ficar todas por aqui quando retornarmos à pato espiritual. Isso não quer dizer que vamos viver sem objetivos, mas são objetivos que nos ajudem a crescer espiritualmente no campo profissional, social, familiar, na vida comunitária, na nossa participação na casa espírita ou no simples ato de fazer o bem. Nós podemos vivenciar essa vontade soberana e não simplesmente o meu capricho. Ah, eu até gosto da minha casa espírita, mas acho que os trabalhadores deveriam proceder de tal e de tal modo. O filho que eu tenho, eu gostaria que essa fosse a função que abraçasse ou se comportasse desse modo. Não vamos ser felizes moldando os demais. Deus não nos molda, ele nos criou e espera o despertamento. Mas aí também esses tais caprichos aqui vão precisar ser deixados a pouco e pouco, com trabalho, disciplina, perseverança, repetição, porque o condicionamento também nos puxa e nos traga. Então eu preciso o tempo inteiro tá fazendo novas repetições, novos esforços, esforços até que se estabilize o novo comportamento. Mas só que a gente não para por aí. Daqui a pouco a tal chama da evolução vem diz: "Olha, é preciso avançar, você agora já tem condição." E nova inquietação, a inquietação que Joana chama de inquietação positiva, que é aquela que não se conforma enquanto a iniquidade permanece, mas que não se aliena, que não se desmotiva e não se entristece. O seu combustível é saber que a sua potência está a serviço de Jesus. Enquanto o outro estiver a sofrer, estarei me empenhando em uma sociedade mais justa, igualitária e sem iniquidade. E um pouquinho aqui para me
ível é saber que a sua potência está a serviço de Jesus. Enquanto o outro estiver a sofrer, estarei me empenhando em uma sociedade mais justa, igualitária e sem iniquidade. E um pouquinho aqui para me despedir de vocês na noite de hoje. Não pude deixar de lembrar do Evangelho nessa afirmação. Mestre, atende ao peregrino solitário que te fala ao pé da cruz com a dor sem revolta de quem compreendeu que aquilo que vive não é castigo, e sim oportunidade educativa, e com a amargura, sem desespero, porque compreendo que esse elixir é o remédio para as mazelas da alma que eu mesmo construí. Então, eu tenho certeza que o meu caminho é de libertação e de alegrias espirituais. Que sigamos a recomendação aqui ao final do capítulo. Nos levantemos com Jesus e sigamos em paz. Então, nós vamos ter a oportunidade, é o que tá previsto, de semanas e semanas onde irmão X vai nos brindar com trechos do evangelho, parábolas, curas, experiências diversas. Hoje ele nos trouxe o tesouro do seu coração. Ele nos trouxe o seu sentimento profundo. Ele nos trouxe a sua relação com Jesus. E aí nós podemos aproveitar para atualizar qual é a nossa relação com Jesus. E de que jeito a gente fala com o mestre? A gente fala pedindo a ele que nos ajude a evoluir, que nos ajude a avançar, que nos ajude a ir ao encontro dele. A gente fala só pedindo coisas e solução de problemas e eh situações imediatas. Vamos pensar um pouquinho sem crítica, sem julgamento, mas vamos olhar com calma, porque esse mestre amoroso, ele está sempre batendo a nossa porta. Tem um trecho do Evangelho que ele diz: "Eis que bato a porta". Quando ele diz, "Es que bato a porta", é a porta do nosso coração, da nossa vida, da nossa consciência. A gente só precisa abrir. Ele tá sempre aí, ele tá sempre conosco. Ele tá sempre ao nosso lado. Esse trecho final e no parágrafo final ele vai dizer: "E enquanto passam inquietas as multidões ociosas do mundo no turbilhão de poeira envenenada, fala-me, Senhor, como falavas aos paralíticos e cegos de teu caminho.
e no parágrafo final ele vai dizer: "E enquanto passam inquietas as multidões ociosas do mundo no turbilhão de poeira envenenada, fala-me, Senhor, como falavas aos paralíticos e cegos de teu caminho. Fala com a gente, mestre, o que ele pede que Jesus diga. Levanta-te e vai em paz. A tua fé te salvou. Ele, Jesus, está sempre aí ao nosso alcance. A gente pode fazer isso. A gente pode conversar com ele, eh, e dizer: "Mestre, olha, um dia curaste o leproso. Eu hoje não tenho uma lepra física, mas eu tenho tantas dores, eu tenho tantas angústias. Me cura. Um dia curaste o cego. Tem tantas coisas que eu não consigo ver. Me cura. A gente pode ter essa relação pessoal com Jesus. Então, na vivência do evangelho, como Jamile falou, ele pode ser algo concreto na nossa vida. Ele pode ser uma presença crística para todos nós. Vamos fazer isso, vamos reler o capítulo, vamos conversar com Jesus e vamos eh a cada semana retornar para viver o evangelho. Muita paz.
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