Para viver o Evangelho 160 - Estudo da obra "Ave, Cristo!" Parte 2, cap. 4
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa promove uma reflexão profunda sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, trazendo conteúdos enriquecedores para quem busca compreender e vivenciar o Evangelho no dia a dia. Atualmente, a série de episódios está dedicada à análise detalhada do livro "Ave, Cristo!", de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier. A cada semana, um capítulo da obra é estudado e comentado, proporcionando ao público uma jornada inspiradora pela história e pelos valores espirituais transmitidos na narrativa. Com uma abordagem envolvente e esclarecedora, Para Viver o Evangelho é um convite ao aprendizado e à vivência dos princípios cristãos, fortalecendo a fé e a compreensão dos ensinamentos de Jesus sob a perspectiva espírita. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum episódio! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro de todas as novidades! #evangelho #jesus #avecristo #emmanuel #chicoxavier
Boa noite aos internautas, aos nossos irmãos e irmãs que aqui presencialmente estão conosco. Como já é de hábito, toda semana até que estejamos ou já sem inscrições ou com a proximidade do congresso, que vocês fiquem atentos, se inscrevam, vejam as datas, busquem a programação, busquem informações no site também da Federação e estejam conosco no período já aqui divulgado todas as segundas-feiras e como vocês podem então eh ver, ler e registrar pelo card que está sendo compartilhado. Um outro evento também importante irá acontecer no dia 14 de junho, de 8:30 às 18 e no dia 15 de junho, das 8:30 às 12:30. Esse evento será presencial, o público alvo serão todas as pessoas interessadas no conhecimento da mediunidade. E isso justifica-se porque trata-se do nosso seminário de mediunidade. O tema será aperfeiçoamento da mediunidade, o contributo de Manuel Filomeno de Miranda. Teremos expositores como Marceloa, Paulo de Tarso, Marco Antônio Pinto, Tânia Menezes, José Amorim, Nádia Matos e Elvio Guimarães. Ou seja, vai ser um seminário e um evento impergível e todos vocês são então convidados a participar. Nós temos, como está sendo também apresentado, o AP ticket, que é onde vocês podem então conseguir o a inscrição e mais informações que vocês venham a precisar. Como vai ser um evento presencial e um dos dias, a duração do evento será de dia inteiro, com almoço vocês podem então fazer um investimento de R$ 130 e sem almoço um investimento de R$ 80. Aí fica de fato na escolha de cada um. Os nossos internautas também são de outras cidades, mas que são convidados a vir. Mesmo que estejam em outro estado, se sentirem mobilizados, compareçam. E o seminário ocorrerá aqui na sede da Federação Espírita do Estado da Bahia, no Parque Bela Vista de Brotas. E a última partilha de evento esta noite fica com a palestra doutrinária que a nossa irmã Rute Brasil Mesquita fará no dia 11 de maio às 10 horas da manhã em homenagem ao Dia das Mães. A temática será dia das mães, reverência pela vida.
oite fica com a palestra doutrinária que a nossa irmã Rute Brasil Mesquita fará no dia 11 de maio às 10 horas da manhã em homenagem ao Dia das Mães. A temática será dia das mães, reverência pela vida. Vai ser uma palestra presencial, mas também aqueles que não puderem estar presencialmente poderão acompanhar a transmissão online e vai acontecer na sede histórica da Federação Espírita aqui em Salvador, casa de Pititinga, como também a denominamos. E como eu imagino que do mesmo jeito que eu, todos vocês que acompanham a Cristo estão tanto quanto ávidos para a partilha da noite de hoje, vamos então começar com Marcel, seguido de Nádia para o capítulo 4, sacrifício e haja em Emoção. Amigos, amigas que aqui no salão da FEB e remotamente nos acompanham. Com a permissão das duas queridas companheiras de Ideal, me refiro que o capítulo de hoje, além de extenso, 93 páginas, o que o que constitui praticamente um opúsculo cai numa data profundamente emocional. Hoje, 5 de maio, o nosso Edivaldo Pereira Franco completou 98 anos de idade, mais de 70, 75 para 76 anos, dedicado inteiramente à divulgação da boa nova pelo mundo. Agora vai ultimando a sua tarefa. Não sabemos quando soará o instante do seu regresso. Isso é tarefa do plano espiritual sobre os auspícios da lei de Deus. Ele está em repouso se recuperando em seu lar. A ele a nossa profunda homenagem e gratidão, dizendo que qualquer homenagem que que se preste a ele ainda será pequena para dimensionar o valor moral. e cultural deste trabalhador impressionante, com uma folha de serviço inigualável. Mas o capítulo de hoje de Ave Cristo nos arrebata também a aqueles dias tumultuados, onde as nossas personagens, como Taciano e a filha saem das galhas lugdunense, Lyon, hoje na França e seguem até Roma a fim de ajudarem a filha Lucila, convalescente de uma enfermidade. Mas ao mesmo tempo em Lyon, a sua esposa Helena, acompanhada daquele fiel seguidor que é praticamente a sua sombra, Teódulo, chegam a Leon, o que causa uma grande estranheza nos nossos
ma enfermidade. Mas ao mesmo tempo em Lyon, a sua esposa Helena, acompanhada daquele fiel seguidor que é praticamente a sua sombra, Teódulo, chegam a Leon, o que causa uma grande estranheza nos nossos personagens, Basílio e Lívia. E ali começa um novo drama, porque é o período da recrudescência, da perseguição ao cristianismo. para piorar, porque parece que catástrofe pouca é bobagem. Uma peste que era uma enfermidade cruel para os padrões da época, onde não havia qualquer tipo de tratamento, cura, eram raros, havia assolado o império e estava chegando depois de nascer em uma determinada cidade do império romano, havia chegado às Galias. É natural que os sacerdotes do templo, defensores intransigentes do paganismo, da mitologia dos deuses, proclamavam de que aquela enfermidade cruel, aquela pandemia para o mundo da época era uma resposta dos deuses do Olimpo à propagação do cristianismo. Porque a gente viu isso na introdução do livro Aveco Cristo quando Emmanuel diz 200 anos de cristianismo. O paganismo começava a agonizar e o cristianismo, a semelhança de um trabalho de formiguinha, ia invadindo os corações. Quanto mais se matavam cristãos, mais cristãos renasciam na terra pelo escopro, pela pelo instituto da palingesia, pela reencarnação, e voltavam imbuídos de darem suas vidas, se necessário fosse, pelo ideal de Jesus. Então, começamos a compreender de que uma tragédia ia se abater, porque naquele momento o velho Basílio foi despojado de seus bens, hipotecou a própria casa, teve que morar com determinadas figuras do cristianismo de então que o acolheram. A solidariedade que existia era muito grande entre aqueles cristãos da primeira hora, dos especialmente dos três primeiros séculos de cristianismo. E Helena, essa figura execrável, alguém que tinha uma mente fértil para produzir o mal e também a destruição de quem se colocasse em seu caminho. Uma mulher espicaçada pelo sentimento de posse e pelo ciúme doentil. articula uma trama nefasta que nas 93 páginas torna-se absolutamente
mal e também a destruição de quem se colocasse em seu caminho. Uma mulher espicaçada pelo sentimento de posse e pelo ciúme doentil. articula uma trama nefasta que nas 93 páginas torna-se absolutamente dramático. Quanto mais se lê, vamos observando como Emanuel acelera, dá uma celeridade ao romance para demonstrar a dor que vai assinalar muitos dos personagens, mas em outros vai marcar o destino. com sombras indeléveis de difícil reparação para o futuro. E no momento da prisão, uma figura chega a dizer vestino, chega a dizer de que podem matar o corpo. Podemos, devemos temer, não os que matam o corpo, mas aqueles que podem matar a alma, instilando dentro dela o pessimismo, a raiva, o ódio, o descrédito, a desesperança. E as mulheres que também se colocavam como sendo o dentro do martírio que prenunciava aqueles dias, fortaleciu umas as outras, a fim de que suportassem o assédio dos gladiadores, dos homens rudes e e marchassem impolutas para Jesus. São páginas que vão desfilar no programa de hoje. Uma boa noite a todos. Agradecemos a presença. É muito bom ter os companheiros aqui conosco e é muito bom tê-los também à distância. Esse capítulo de hoje, ele é um desafio. Marcel sempre conta as páginas. Então, 90 páginas é um livro, um livro dentro do livro e acontecem muitas coisas. Depois de uma certa calmaria, as coisas mais assim nos processos internos, reflexões, vivências, se desencadeia aí uma série de elementos, uma série de ocorrências. Hã, desde a semana passada, no capítulo anterior e em alguns antes disso, que eu tenho refletido e às vezes eu falo um pouco aqui sobre a relação de Taciano com Lucila, a filha dele mais velha. A gente lê um romance e a gente se envolve com os personagens, a gente se envolve com as o que é colocado, toma partido. Táciano é a gente torce por ele. Já sabemos porque foi que ele reencarnou, o que é necessário. Então nós estamos totalmente do lado dele. Ele ao longo da vida vai meio lá, meio cá, como todos nós, comete erros, acertos, tem uma resistência às
s porque foi que ele reencarnou, o que é necessário. Então nós estamos totalmente do lado dele. Ele ao longo da vida vai meio lá, meio cá, como todos nós, comete erros, acertos, tem uma resistência às transformações que ele nasceu para fazer. Isso acontece muito, que o espírito pede uma reencarnação onde ele vai precisar enfrentar determinada característica, determinada atitude, determinada situação ou relacionamento ou traço de personalidade. E ele então programa uma reencarnação e ele vai precisar se deparar com isso para resolver. Mas acontece com frequência que justamente ele evita aquilo que é o necessário. Então, como espírito sabemos que é necessário, participamos da programação reencarnatória, mas uma vez reencarnado entramos aí numa espécie de mecanismo de defesa e resistimos à aquela experiência. Taciano faz isso. Não é uma pessoa má, ao contrário, à medida que o tempo passa, ele tem muitas qualidades, mas ainda é um homem voltado para as questões mais imediatas, para as suas necessidades. A gente vai vendo. É interessante que ele, a a Emanuel vai dizer isto nesse capítulo, uma coisa que já vínhamos percebendo, ele é omisso em relação a Lucílapa. E aí cabe refletirmos sobre os nossos deveres e compromissos familiares que nem sempre são agradáveis, nem sempre são algo que a gente se lança com prazer. Eh, Taciano tem esse relacionamento difícil com Helena, que lá no início do casamento ou era um relacionamento bom, houve o problema, né, em relação ao pai dele, o problema com Vetúrio, ele se afastou, mas ele nunca incluiu Helena nas suas preocupações. Então, não podemos dizer que Helena não quis apoiá-lo, porque ele nunca disse o que tava acontecendo. Ela não compreende. Ela tem em casa um marido silencioso que de repente rompe com o pai dela, ela não sabe o que ouve, não é comentado, então é uma forma de exclusão. E a filha mais velha, ela fica muito muito próxima da mãe. E o pai em vários momentos que nós já vimos, ele ele não se posiciona como pai. Ele mesmo
ve, não é comentado, então é uma forma de exclusão. E a filha mais velha, ela fica muito muito próxima da mãe. E o pai em vários momentos que nós já vimos, ele ele não se posiciona como pai. Ele mesmo sabendo que não vai adiantar, que a filha não vai obedecer, que a Helena não vai deixar, mas ele se omite. E e Emandel vai dizer isso agora. Chega a carta falsa, nós já sabemos, né? Vimos isso no capítulo passado que faz parte da trama de Helena. Essa carta vai chamar Taciano para Roma a pretexto de que Lucila está passando mal à beira da morte. Então ele vem e ao mesmo tempo ela vai para Leon eliminar da vida deles tanto Basílio quanto Lívia. Esse é o projeto, esse é o plano muito bem engendrado, que começa lá com a situação de Marcelo Volusiano, que essa altura já foi assassinado. E ela muito simplesmente já diz, ela vai vai com o seu grande amigo, né? Como é o nome? Eu esqueci o nome dele, Teódulo. Ela vai com Teódulo, vai com a filha, vai o irmão, que é o noivo da filha, vai se casar com a sobrinha. E ela disse: "Não, quando ele voltar, eu digo que a menina melhorou de repente, pronto, tá resolvido o problema". Então, eh, na hora que a carta chega, observe que ele fica sensibilizado. Ele diz que ele reconhece que ele nunca deu muita atenção a essa filha e que, quem sabe é um momento em que ele deveria, né, ir cuidadoso como pai. Só que mais paraa frente ele muda de ideia que quando ele pensa em ficar longe de Lívia, quando ele pensa em ficar longe de Basílio, que é um amigo, é, e ficar e ter que estar em Roma, ter que tá na casa de Vetúrio, ter que tá perto de Helena, nada disso ele quer. Eh, aí a gente tem uma fuga ao dever que é bem trabalhada através do diálogo, porque ele resolve que ele não quer ir. Ele começa a dizer: "Não, mas ela não precisa mesmo de mim. Ela tem a mãe, tem os recursos do avô, eles vão conseguir, né, fazer tudo que for necessário. Para que que eu vou estar lá?" Ele não se posiciona como pai desta filha. com a qual ele não tem tanta afinidade assim, ele resolve ficar, ele
ô, eles vão conseguir, né, fazer tudo que for necessário. Para que que eu vou estar lá?" Ele não se posiciona como pai desta filha. com a qual ele não tem tanta afinidade assim, ele resolve ficar, ele tá com um certo pressentimento, mas o principal motivo é que ele se desobriga. Lívia, um pouco eh envolvida também na preocupação, talvez num pressentimento, ela sugere, não, mas seria bom, talvez. E é Basílio que vai dizer que ele precisa corresponder ao dever paterno. Ele não vai por prazer. Ele não vai porque ele adora Roma. Ele não vai porque ele ama profundamente essa filha. Ele vai porque ele é o pai dela. Ele foi chamado. E Basílio ainda tem uma estratégia que silencia Lívia, que é assim, se você fosse a esposa que tivesse com uma filha doente, você não ia querer que ele fosse? E Lívia reconhece. Esse é um trecho pequeno num volume de acontecimentos, de experiências que a gente vai falar hoje, mas que serve para nós pensarmos assim com um certo cuidado, como é que nós lidamos com os nossos deveres, principalmente aqueles deveres que não são agradáveis, que a gente não faria se não fosse dever, se fosse escolha, não faríamos e que, no entanto, precisamos fazer. É uma reflexão que Basílio ilumina quando ele diz: "É necessário". É para fazer. Você é preciso fazer isso e logo adiante, Basílio e Lívia vão se encontrar numa situação extremamente difícil, onde também são convocados ao dever. Aí já em outro nível que não é mais pessoal, mas vale paraas nossas reflexões. Em reflexões podemos dizer que é o que mais nos suscita, o capítulo intitulado sacrifício. Primeiro que leva a gente refletir sobre essa ideia de que estarmos experimentando a nossa existência, essa atual existência, não significa que ela vai se manter nesse equilíbrio, nesse paradeiro ou como se nós não tivéssemos outras perspectivas. Se observarmos aqui no início do capítulo, Emanuel vai ratificar que Helena já havia mais de 12 meses que não estava ali naquela convivência. Se a gente pensar que Helena já estava
utras perspectivas. Se observarmos aqui no início do capítulo, Emanuel vai ratificar que Helena já havia mais de 12 meses que não estava ali naquela convivência. Se a gente pensar que Helena já estava mais de um ano distante de Taciano e que por isso ele experimentava felicidade, porque ele poderia estar mais próximo de Lívia, mais próximo de Basílio e com Blandina, espírito com o qual ele mantinha algum nível eh de afinidade, o que nós não víamos, claro, com Helena e nem com Lucila. Então isso para ele, como aqui foi dito, deixava ele feliz, muito bem disposto. A gente poderia dizer que ele estava vivendo um verdadeiro paraíso. Só que a gente vai vendo o contexto que estava ali ao redor deles, que foi do acirramento da perseguição aos cristãos e ainda assim com uma descrição de que os métodos e o rigor estavam cada vez mais ganhando intensidade. Claro, a perversidade, a crueldade, as vilezas que eram praticadas e ainda as urgiduras que eram feitas para que eles fossem caçados e perseguidos e tivessem então as suas vidas ceifadas. Marcel já trouxe a perspectiva da peste ainda, além das perseguições à peste. E a e Taciano, ele se sentia um tanto quanto satisfeito com a perseguição aos cristãos, mas ele não sabia que Basílio e Lívia eram cristãos, coisa que a gente já viu que Teódulo conseguiu identificar quando os seguiu à noite, mas ele não tinha a eh percebido ou se atentado que uma vez por semana pai e filha saíam e então iriam para eh o encontro com outros cristãos exercitar sua fé e tudo mais. Aí a gente vê um outro evento que é a tal carta de Helena que chega. E como a gente já tinha visto no capítulo passado, Helena tem uma capacidade imaginativa que quando casa com Teódulo acho que ambos são imbatíveis. Nessa carta, ela vai relatando a moléstia da primogênita, eh, colocando inclusive Lucila na condição de que já estava próxima ao desenlace. E ela pede então que ele vá até ela e a filha e que leve Blandina. Daí a gente vai lembrar que todo esse plano já estava traçado tanto
clusive Lucila na condição de que já estava próxima ao desenlace. E ela pede então que ele vá até ela e a filha e que leve Blandina. Daí a gente vai lembrar que todo esse plano já estava traçado tanto por ela quanto por Teódulo e eles cumprem a risca esse planejamento efetuado. Nja já trouxe essa relação de Taciano com a filha, mas aqui ele retrata o distanciamento mais evidente de Taciano em relação a Vetura e Helena. Mas diante da condição da filha apresentada naquela carta, ele não tinha alternativa. Ele precisava ir. E ele sente isso intimamente, mas ainda assim, devido à amizade e confiança, ele leva essa carta para ser analisada tanto por Lívia quanto por Basílio. Mas aí a gente há de convir que não é uma mera análise de uma carta. Já conhecemos e estamos acompanhando o sentimento alimentado entre ambos. Já imaginaram que foi para Lívia ouvir essa carta e o que foi também para Taciano perceber que iria se distanciar dessa convivência amorosa e satisfatória para ele? E aí, Emanuel, com a sua bela pena, vai então dizer que Lívia, ela já tinha essa convicção, mas é como se a carta pusesse uma pical sobre a impossibilidade deles viverem essa alegria de modo muito mais completo. E ela ainda tenta fazer um aconselhamento de que se Taciano não estava se sentindo à vontade, se ele já estava distante, porque mesmo queria. Mas aí Basílio, do auto de sua experiência, de sua elevação, chama a atenção dele sobre o compromisso paterno e ainda faz uma pergunta à filha que eu acho que como ela também tem uma robustez moral, que é uma conquista como espírito, mas também a divinda do pai, essa pergunta aqui é muito diretiva. Fosses tu a esposa atormentada pela aflição, desculpar-lhe ias a ausência, eu acho que eu imagino pela expressão, ela não deve ter dito, mas não tinha mais o que fazer depois de uma observação dessa natureza. Então, por mais que a saudade jamacerasse, a angústia incomodasse, a renúncia precisava ser feita nesse momento. E é belo quando então nas despedidas e na
azer depois de uma observação dessa natureza. Então, por mais que a saudade jamacerasse, a angústia incomodasse, a renúncia precisava ser feita nesse momento. E é belo quando então nas despedidas e na decisão de que sim, ele iria ver a esposa e a filha, eh, a saída de Taciano com Blandina já guarda para Lívia a certeza de que não mais os veria. Então, a angústia nesse momento para ela foi muito grande, embora a Taciano estivesse compartilhando com ela todos os planos pro futuro. Pode ficar tranquila que eu vou conversar com Helena aqui. A prova de que Táciano não conhecia Helena. A gente vai ter um divórcio muito tranquilo. Então eu volto, a gente vai para uma casinha simples, leva Basílio, cuida dele. Ficamos com Bandina porque na cabeça de Taciano, Lucila iria casar-se com o Tio, então tudo estaria resolvido. E ele tinha conhecimento da relação de Helena com Teódolo. Na cabeça dele, tudo se resolveria na mais santa paz. Contudo, nós veremos mais um pouquinho à frente que esse sonho de Taciano de nada tinha, vamos dizer assim, que calcado sobre uma rocha. Era uma areia e que uma mínima brisa, que foi o retorno de Helena, fez com que esse sonho fosse por terra. A dureza do relato de Emanuel se sobressai evidenciando como determinadas figuras são capazes de permanentemente estarem articulando a destruição de outras pessoas, ignorando que estão preparando para o próprio destino, ante a lei de caos e efeito, reações altamente ente perturbadoras para o porvi. Mas não havia esse conhecimento deles à época. Eles agiam de maneira fria e cruel, arquitetando assassinatos, cegueiras, deportamento, exílio de pessoas para outros continentes. Tirar alguém da Itália e jogar pessoa cega na África. O que é que essa moça vai fazer Macília? na África. Depois vai retornar a Sicília, a ilha acompanhada apenas de um menino que vai conhecer já o nosso quinto varro reencarnado de quinto varro agora volta como 5to céus, filho de uma tuberculosa hortênsia que no contato com Lívia vai impregná-la das sementes deste mal, o
no que vai conhecer já o nosso quinto varro reencarnado de quinto varro agora volta como 5to céus, filho de uma tuberculosa hortênsia que no contato com Lívia vai impregná-la das sementes deste mal, o bacilo de coque, nas cavidades pulmonares, onde ela começa já a preparar a retirada dela do corpo, futuramente vitimada pela infecção insidiosa. Mas os personagens que tramaram tudo isso estão nem aí. Eles estão preocupados em dinheiro, tão um tá preocupado com dinheiro porque sempre bem remunerado. Ninguém fazia isso a época de graça. Só recordar Flávio Súbrio, quantos crimes ele cometeu em Roma amando de famílias patrícias. Era o Jagunço da época, era o serial killer, era o matador de aluguel da época. Ao final, tocado pela mensagem cristã, se arrepende, mas marcha para a desencarnação com propósito de renovar. E dentro desse capítulo muito extenso, encontramos duas personagens da serva Sinésia e um outro personagem, o próprio Teódulo, que em determinado momento no contato com Lívia, a sinésia narcotiza Lívia, faz adormecer, aplica uma tisana cáustica sobre os olhos dela pra moça acordar completamente cega. as pupilas destruídas pelo ácido fabricado com uma certa planta muito conhecida na época. Mas a moça é tão humilde agora na cegueira que ela sensibiliza a sinésia, que se arrepende do que fez, mas não pode mais voltar atrás, não pode mais socorrer aquela figura. Depois Teódolo, que ao levar Lívia para um outro continente e deixar uma mulher cega, sentada numa praça para passar o dia inteiro, chegar de manhã com ela e ela ficar ali sabendo que eu não posso me sair daqui porque se seu teódulo voltar não me acha. E ali ficou até a noite chegar. Aí vem um momento de uma fé que é arrebatadora. Lívia ora. Ora na sua cegueira, na sua aflição, no seu abandono total, num lugar estranho. Perguntou aos transeúntes: "Seu teólogo, seu TIAN, ninguém sabia nem quem era as duas figuras. Ela estava sozinha. Mas n depois dessa prece, rasga-se uma visão psíquica. E ela então contempla o pai Basílio que
aos transeúntes: "Seu teólogo, seu TIAN, ninguém sabia nem quem era as duas figuras. Ela estava sozinha. Mas n depois dessa prece, rasga-se uma visão psíquica. E ela então contempla o pai Basílio que volta do alentúmulo já falecido. Esse homem morreu de maneira extremamente cruel e ele volta para confortar a filha e ao mesmo tempo dizer à filha que se apegasse com o que ela mais sabia fazer. Música. Minha filha, às vezes na música nós vamos ouvir o cântico de libertação. É quando ela para, perde a visão psíquica do pai desencarnado e ela então percebe um canto melodioso. É quinto cé sua adolescente cantando nas ruas de Marcília, ao lado de uma mãe tuberculosa. E o povo passa ali, deixa um vintém qualquer, a moeda da época para eles comprarem qualquer coisa para se manterem vivo. No dia seguinte, ele volta para cantar o lamento de uma mãe tomada pelo mal insidioso. Lívia toma aquele lugar, se junta, porque ela sabe tocar harpa, o menino sabe cantar. Então forma uma dupla, ela passa a tocar maravilhosamente, incorpora outras músicas e emano chegou ao ponto de dizer que Liv escolheu o repertório das músicas para não criar suscetibilidade. Sabendo que ali tinha cristãos e pagãos, ela fez uma seleção de músicas neutras para não gerar mal-estar em ninguém. E aí a bolsa se encheu de recursos, as pessoas se sensibilizaram com a música. Aí vai para uma enxerga, umild, depois muda para uma casa melhor, o dinheiro consegue, eles começam a ter uma renda maior com essa mendicância, porque ainda não passa de uma mendicância na rua para depois ela se transportar para Sicília. O destino, a lei de causa e efeito, já começa a envolver as personagens para novo reencontro nos capítulos que virão. Mas aqueles que tramaram o mal estão todos destinados a desencarnar, como os bons também. E o vestino, salvo engano, esse personagem, o pregador, diz isso quando foi preso. Não tenhamos receio todos que estão aí, onde estão os césares? Todos mortos, prestando contas à divindade. Onde estão os nossos
o, salvo engano, esse personagem, o pregador, diz isso quando foi preso. Não tenhamos receio todos que estão aí, onde estão os césares? Todos mortos, prestando contas à divindade. Onde estão os nossos perseguidores? Todos passaram e os que estão vivos estão marchando para o reencontro com a verdade e o tribunal na própria consciência. aquilo ensuflou e há o momento em que ele na pregação diz que está vendo grandes mártires que participaram em Lyon de um momento dramático ali mesmo naquela localidade no ano 177. a escrava Bandina, o trabalhador chamado Santos e tantos outros que passaram como Corvino e outros e que pereceram naquele trágico incidente cujo resgate se deu no Brasil, na cidade de Niterói, em dezembro de 1961, quando quem promoveu aquela carnificina reencarnou para desencarnar a incomovedora tragédia de um circo queimado por Um funcionário despedido duas semanas antes. Mais de 700 crianças desencarnaram carbonizadas. A velha turma voltando pela dele reencarnação. O que importa é que ninguém fica blindado contra os delitos que comete e a misericórdia não pune ninguém. resgata, educa e aprimora o diamante bruto de hoje para que ele resplandeça na coroa amanhã. E esse capítulo ele nos coloca diante da questão da dor, várias partes do livro, mas aqui a gente tem pelo menos dois momentos de intenso sofrimento. A gente tem o momento em que Basílio e Lívia, que ficaram lá, ela fica muito agoniada depois que que Taciano viaja. Mas eles ficam mais ou menos até que recebe a visita de eh Teódulo e ele vai colocar em andamento, né, dar continuidade à trama que fizeram lá ele e Helena. Eles compraram, acho que vocês devem lembrar, eles compraram porque Basílio era escravo numa numa numa família, escravizado. Eh, e ele o ele ele tinha uma dívida que ele deveria pagar ao seu antigo senhor. Houve um acerto entre os dois, mas esse homem morreu. O filho dele é que agora era o herdeiro e era conhecido lá de Helena. Tanto que Helena visita, isso aí já já vimos. Ele se queixa muito porque ele considera
certo entre os dois, mas esse homem morreu. O filho dele é que agora era o herdeiro e era conhecido lá de Helena. Tanto que Helena visita, isso aí já já vimos. Ele se queixa muito porque ele considera que o pai fez muitos favores, deu alforria que não devia ter dado, isso era prejuízo e dívidas que ele não cobrou, etc. E Basílio tinha o compromisso moral, estava empenhado em resgatar essa dívida. O problema é que ele era muito pobre, ele tinha muitas dificuldades e ele, mas ele trabalhava e ele desejava resgatar essa dívida. Eh, sendo que Helena o que é que faz? Ela faz um acerto com o herdeiro desse antigo patrão e eles eh compra a dívida. Ela diz que é porque a moça era preceptora da filha dela e não queria que houvesse problemas. se faz de boazinha, sendo que aí o e o o filho do do senhor, ele fica satisfeitíssimo porque um dinheiro que ele tava dando como perdido, ele iria receber esse dinheiro. Então, com essa esse documento de nas mãos, eh, Teódolo vai para falar com Basílio assim que Taciano viaja e ele vai falar o seguinte: "Olha, temos aqui essa dívida e você vai precisar pagar". e ele não tem como pagar. Então ele entra numa angústia terrível que ele não sabe o que fazer. Eles tentam, eles já tinham tentado visitar a Helena como uma forma de homenagem à dona da casa. Ela se recusou a recebê-los. Eles ficaram muito angustiados assim, porque ela recusou a receber. A gente nunca fez nada a ela. Eles não tinham ideia das tramas que chegaram até ela. Eles não tinham ideia do comentário de Marcelo. Eles não tinham ideia do comentário do próprio Teódulo que chega para Helena que havia um caso extraconjugal entre Taciano e Lívia. Então eles não sabiam disso, não tinham feito nada, mas ficaram um pouco ofendidos. é muito desrespeitoso ela, a forma que ela não aceitou e agora havia a pressão de Teódolo, é preciso pagar. E ele disse, mas eu não tenho dinheiro, que ah, mas você precisa conseguir o dinheiro, etc. E quem poderia ajudar ele era Taciano. Então, ele tenta um prazo para esperar Taciano
dolo, é preciso pagar. E ele disse, mas eu não tenho dinheiro, que ah, mas você precisa conseguir o dinheiro, etc. E quem poderia ajudar ele era Taciano. Então, ele tenta um prazo para esperar Taciano voltar, que é tudo o que Teódulo não queria e Helena. E no fim das contas, ele entra nesse processo de angústia, resolve eh eles dois conversam, ele resolve ir até a comunidade cristã para orar, para pedir alguma ajuda, para ver, porque tem alguns cristãos com posses ali, ele ele pensa que talvez ele poderia conseguir alguma coisa enquanto Taciano não volta. E então Teódolo vai atrás deles, localiza, porque o plano era veio um um preposto de de Roma que iria desencadear uma perseguição. Quando eles chegam lá, a comunidade já está sabendo. Então, Marcel referiu ao momento das orações. É um momento muito bonito, porque tanto Basílio quanto Lívia estavam muito angustiados. E aquele momento de oração, as descrições, as leituras, tudo isso alimentou a alma deles. Eles se sentiram reconfortados, principalmente o auge na descrição que o pregador vai fazer do que ele estava vendo espiritualmente. Ele diz: "É um momento em que seremos atingidos. Nem todos vão morrer de imediato, mas estamos, né, no momento do testemunho. Temos que ter coragem, temos que ter força. E esse momento há há um um eles se sentem revigorados. Tanto Basília, tanto Basílio quanto Lívia se sentem revigorados. Quando a gente tá numa situação de angústia, existe uma tentativa natural de resolver o problema. Óbvio, isso é o que a gente precisa fazer o tempo todo. Precisamos tentar resolver o problema. Eh, no entanto, chega um momento, se a situação é uma situação necessária, onde a dor realmente bateu à nossa porta, em que nós precisamos reconhecer que já não temos o que fazer em relação à aquilo. Pode ser uma doença, pode ser uma situação financeira, pode ser uma situação afetiva, um problema familiar, alguma situação até às vezes de guerra, de de tempestade, de coisas. Temos visto e ouvido falar de muitas coisas
pode ser uma situação financeira, pode ser uma situação afetiva, um problema familiar, alguma situação até às vezes de guerra, de de tempestade, de coisas. Temos visto e ouvido falar de muitas coisas dolorosas que estão acontecendo, como eh eh mudanças climáticas, como guerras, muitas coisas têm acontecido e é sobre isso que tá colocado. E às vezes bate a nossa porta, se não bateu até hoje, algum dia pode acontecer. E é interessante a forma como eles lidam. Eles tentam resolver, eles buscam a comunidade de apoio e lá eles encontram o apoio espiritual. E no fortalecimento espiritual eles se recompõem, eles passam a desenvolver uma outra coragem perante a dor. A coragem perante a dor, ela não é uma desistência. Se houver possibilidade legítima de resolver o problema, se resolve. Mas é preciso reconhecer que em algumas situações não há o que fazer. E é isso que Basílio e Lívia compreendem, que é chegada a hora deles, é chegada a hora do testemunho, porque o contexto deles era o contexto das perseguições. Todo mundo que era cristão, alguma hora ia ter problema naquele momento histórico. Ninguém era iludido, ninguém achava que iria ficar a vida toda e que não ia ter nenhum problema. E eles viram que chegou o momento. Então o problema pessoal, que era a questão da dívida, era secundário. Ele volta, ele pede a eh a Teódulo que dê, que fique com a casa como garantia, porque ele iria se mudar para outro local enquanto ele iria tentar conseguir alguma coisa se eles poderiam tomar conta da casa. Teódulo vai levar isso à Helena e Helena acha ótimo porque quando o Taciano voltar e eles estiverem mortos porque ela já fez a delação, o que que vai acontecer? Ela vai dizer a Taciano: "Olha, fizemos o que foi possível para ajudá-los, para impedir que eles fossem sacrificados. Até a gente tá tomando conta da casa, porque ele pediu, a gente deixou tudo como estava." Veja o que Marcel falou, né? da capacidade de tramar de Helena sem nenhuma reflexão sobre o que vai ser feito. O que eu gostaria de salientar
casa, porque ele pediu, a gente deixou tudo como estava." Veja o que Marcel falou, né? da capacidade de tramar de Helena sem nenhuma reflexão sobre o que vai ser feito. O que eu gostaria de salientar nessa reflexão agora é isso, é que a dor chega para todos em maior ou menor grau nesse planeta. Na época que nós vivemos, há dores coletivas que estão se desenvolvendo, que estão se desenrolando e que sim podem chegar à nossa porta. E tal como os cristãos desse período descrito no livro, nós somos convocados a utilizar os conhecimentos do evangelho, utilizar a vivência da doutrina espírita para enfrentar as experiências dolorosas, eh, sabendo que faremos todo o possível, mas precisaremos entregar-nos à misericórdia divina e confiar nas leis de Deus. Uma passagem muito bela e sensível desse capítulo é um primeiro olhar dentre muitos outros que Lívia concedeu ao seu pai. E isso foi depois da prece, no momento em que eles estavam ali no cárcere e que ela então reflete sobre a beleza do rosto calmo de Basílio, uma expressão fisionica de calma, de confiança e de esperança, mesmo com um futuro sombrio que os aguardava, sombrio para os nossos olhos materiais, mas que seria a grande libertação e um momento almejado e esperado pelos cristãos, que era o sacrifício, o grande testemunho. E Em Emanuel vai dizer para nós que pela primeira vez Lívia refletiu nas aflições e nas lutas que o velho filósofo havia atravessado. É como se ela ali vislumbrasse o Pai pela primeira vez com toda a sua caminhada e todo o sacrifício que por ela fez ao longo da vida. A ponto dele perguntar se ela estava feliz. E ela responde que sim. Primeiro, ela estava ali pensando em nunca mais eh no caso, ver nem Blangina e nem o amor de sua vida. E então ela para e reflete que ela tinha um grande tesouro ali que era o seu próprio pai, que não necessitava estar a lamentar-se ou a sentir saudade de uma forma eh tão profunda como vinha se apresentando. Um outro ponto que eu quero trazer é que eu fico imaginando
era o seu próprio pai, que não necessitava estar a lamentar-se ou a sentir saudade de uma forma eh tão profunda como vinha se apresentando. Um outro ponto que eu quero trazer é que eu fico imaginando que para quem adota a truculência como modelo de vida, a malquerença, o despeito em relação aos outros, porque pensam diferente, porque tem uma outra cultura. Eu acho interessante como aqui no momento em que há uma conversa, Helena vai vendo que os seus planos estão indo muito bem e o que é considerar que um plano dessa natureza vai muito bem, um plano em que você mata, em que você fica criando coisas mirabolantes, mas tá dando tudo certo, vamos adiante. Vem a tal conversa entregácio Valeriano e a própria Lena. E se a época, eu fiquei imaginando as mulheres pudessem estar como hoje, Helena, no campo da política teria um poder de persuasão incrível, porque ela tem uma capacidade de criar histórias e convencer, porque aqui nesse trecho ela vai convencendo o valeriano que há mesmo uma grande movimentação, uma organização tanto quanto criminosa dos cristãos e que eles iriam em alguma insurreição comprom Roma. Então ele acaba acreditando nessa história e vai então fazer com que as perseguições aconteçam muito mais rapidamente e grande eh responsabilidade parte da própria Helena. Depois a gente vai ter um contato de liberado no míssil que é encaminhado, indicado inclusive pela corte romana e o próprio Teódolo. E Emanuel quando ele diz: "Ó, os amigos ali se reconheceram, tinham um pouco tempo, mas a afinidade fez com que brotasse entre eles uma espécie de amizade. e vai trazendo outras coisas belas, como Lucano e Vestino no momento do testemunho, a quem, né, Lívia e o pai foram pedir ajuda e eles ficaram na casa deles. E chega esse trecho aqui interessantíssimo, quando depois de ser agredido, então há um olhar de compadecimento que é destinado ali ao Algozela situação. destino. Então, olha para ele e diz: "O homem que nos espanca é liberado no míssilo, chefe de uma corte romana. Já lhe vi as mãos por duas
r de compadecimento que é destinado ali ao Algozela situação. destino. Então, olha para ele e diz: "O homem que nos espanca é liberado no míssilo, chefe de uma corte romana. Já lhe vi as mãos por duas vezes, flagelando os tutelados do evangelho. E ele vai descrevendo tudo aquilo que liberato no míssil fez." Daí a gente percebe intuição, percepção, uma orientação daquilo que ele ia falar, a ponto de que os que estavam acompanhando no míssil ficaram espantados. como é que ele sabe de tantas coisas e tantos detalhes? E o próprio valeriano, claro, que tentou reagir, não conseguiu. Ele ficou impossibilitado eh de falar qualquer coisa que ele imaginasse ali naquele momento. E o último trechinho desse momento que eu quero eh destacar com vocês foi a troca de olhar entre Lucano e Basílio. Quando eles entraram naquela sala onde eles perceberam que as torturas iriam ser desenvolvidas. Eles trocam um olhar significativo e ali eles dizem: "Aqui é o nosso fim, é o nosso momento de dar o nosso testemunho ao Cristo." E Emanuel fala de um choque, que é um choque energético entre os ímpios e os heróis do evangelho. E aí me vem mais uma criança interessantíssima nesse livro que é Aurélio, que vem fazer então uma prece não só interessante como muito corajoso, mesmo em tenra idade, que pense que diante de tantos algozes você agradecer e glorificar a Jesus, já dá para perceber que esse é um típico cristão eivado de coragem, porque tem a fé naquilo que poderia eh ser o seu futuro de imortalidade. E lembrar que todos nós sabemos quem é Lívia em relação a Helena. Então, talvez o nosso início do sentimento de uma certa raiva, um rancor, como pode ser assim, já vai se transformando em piedade, porque a gente imagina o que a espera. época de litígio entre o bem e o mal, de conflito entre as sombras que paivam sobre as criaturas humanas enceguecidas e a nova luz projetada por Jesus 250 anos que havia chegado à Terra para esbater as sombras. Portanto, esse capítulo constituído de 94 páginas nos remete a uma funda e
s criaturas humanas enceguecidas e a nova luz projetada por Jesus 250 anos que havia chegado à Terra para esbater as sombras. Portanto, esse capítulo constituído de 94 páginas nos remete a uma funda e grave reflexão sobre o cristianismo que herdamos nos dias de hoje. Que cristianismo é esse que estamos hoje contemplando na mídia, que estamos vendo em templos abarrotadas sob manipulação vergonhosa daqueles que se dizem lideranças, prometendo aquilo que não possuem nem para si próprio, como se a vender o Cristo no atacar e no varejo, no retalho e na completude, compondo novos Judas Iscariotes dos dias atuais. Quando não, Pôcio Pilatos a lavar as mãos, como dizer, não é comigo, vai resolver isso com outra pessoa. Esse quadro que se desenha hoje não era aquele quadro daqueles dias. Havia uma profunda solidariedade dos grupos cristãos. As pessoas ficavam juntas, com quanto em mano eu tenha dito nesse capítulo que quando essas forças policiais, as forças do estado chegavam em alguns agrupamentos, havia aqueles que renunciavam à chamada apostasia, negavam a mensagem cristã para preservarem a vida física. Em todos os lugares vamos encontrar as pessoas fragilizadas. Mas uma pergunta não pode ser calada. E se hoje o cristianismo entrasse em clandestinidade? Estamos aqui agora, né? Aquelas portas da federação ali são arrombadas por um monte de soldados, todo mundo preso. Cristianismo é para que vocês estão fazendo aqui. Estamos cultivando o cristianismo. Quem renegar é liberado imediatamente. Quem permanecer vai para matura. Vai para Lafa Coutinho agora. Quem ficaria? Quem garantir? Pode pode passar as algemas, mas como disse uma personagem aí, é preferível morrer com Cristo do que viver escrava de César. Ser livre com César foi o brado de uma das mulheres à mulheres que eram as mais sofridas da época. Porque dos 14 homens presos haviam sete mulheres, 21 pessoas. Três eram maduras, senhoras foram separadas com outra finalidade. Mas três eram solteiras e chamativas pela beleza
mais sofridas da época. Porque dos 14 homens presos haviam sete mulheres, 21 pessoas. Três eram maduras, senhoras foram separadas com outra finalidade. Mas três eram solteiras e chamativas pela beleza física. Os soldados mandam para uma cela e um deles como é que vamos visitar as meninas? Não, o a figura, o cabo de guerra que representava Galo, o imperador da época, ele tinha a primazia de que as mais belas iam seram eram colocadas numa cela que só ele tinha acesso. Imagine com quem ele se engraçou, Lívia. Por causa de quê? Dos olhos. Os olhos de Lívia eram magnetizadores. Ele se apaixonou mesmo sendo homem casado, mas era venal, era vi, era execrável, era tóxico. E se namora do olhar daquela mulher que ele conhece de algum lugar, ele só não sabe de onde. As reminiscências reencarnatórias o vinculam a Lívia. Então ali é o troféu e ela passou duas semanas intocada. Quando o auto não quer, não permite, o auto cria mecanismos que impedem que aquela mulher fosse poluída por aquele homem vulgar. Mas aí Lívia vai ganhar outro caminho, outra destinação aqui já mencionada. E nós ficamos recordando a força que o cristianismo tinha naqueles dias heróicos, onde os indivíduos preferiam morrer com Jesus do que permanecerem subservientes a César. E muito brevemente eu encerraria as reflexões acompanhando o raciocínio de Marcel, retomando o que eu falava anteriormente sobre as angústias e os sofrimentos. Eh, são tempos surpreendentes e aqueles esses em que vivemos. Eu acho, Marcel, muito provável que se acontecesse a cena que você eh descreveu, conhecendo a nossa cultura e a nossa época, a gente faria elaborações mentais. Ah, não, mas o que importa é o que a gente sente no coração, não é o que a gente diz. Ah, porque preciso voltar para casa. Ah, porque aquelas pessoas elas estavam vivendo num contexto, mas o fato de que não há soldados à nossa porta no momento nos ameaçando de prisão pela vivência do ideal cristão, pela vivência do ideal espírita, não nos coloca numa situação tão mais favorável como parece, porque
ue não há soldados à nossa porta no momento nos ameaçando de prisão pela vivência do ideal cristão, pela vivência do ideal espírita, não nos coloca numa situação tão mais favorável como parece, porque na verdade a a época em que vivemos tem seus sofrimentos e suas dores talvez não estejam atingindo alguns de nós por causa dos privilégios de classe, por causa dos privilégios de educação, de local onde habitamos. Mas aqueles que prestam atenção aos noticiários sérios do mundo, do nosso país, de toda parte, estão percebendo uma situação muito parecida com a situação de Roma, que é como uma decadência de uma época. Então você tem, por exemplo, comentários de guerras, você tem guerras, várias guerras que surgiram, você tem países da Europa hoje que liberam para suas populações cartilhas orientando o que fazer em situação de guerra. Isso tá acontecendo na na Escandinávia, isso tá acontecendo na Espanha, isso tá acontecendo na Alemanha, em vários países. Ah, mas não tá acontecendo no Brasil. O Brasil tem suas próprias dores, suas próprias lutas e suas próprias dificuldades. Então, se não há alguém que que pode mandar uma guarda polícias atrás de nós por sermos cristãos ou espíritas, a gente vive outras situações de violência e somos igualmente convocados a lidar com o agressor da forma que Basílio lidava, a lidar com a agressão da forma que ele lidava, a lidar com a dor, a perda de tudo que se tem, de tudo que se construiu, de toda a esperança na vida, da forma que ele lhe dava, porque é o que o Cristo ensina. Então vamos refletir eh ao invés da gente só afastar a ideia, ah, não, não vai acontecer, não tem essa lei, não vai acontecer, vamos pensar no que já está acontecendo. Quantas vezes nos defrontamos com situações difíceis, situações dolorosas e nós agimos como o Basílio age. A gente tá dando testemunho do Cristo nos momentos difíceis da nossa vida e da nossa época. Essa é a pergunta que fica. Uma ótima pergunta para nossa reflexão e também percebermos que mesmo em meio à perversidade, à crueldade, a
do Cristo nos momentos difíceis da nossa vida e da nossa época. Essa é a pergunta que fica. Uma ótima pergunta para nossa reflexão e também percebermos que mesmo em meio à perversidade, à crueldade, a toda essa dor, sempre há o apoio dos bons espíritos, eles encarnados ou desencarnados. E vamos também observando o crescimento da sensibilidade em algumas das nossas personagens. Sinésia, mesmo tendo aceitado rapidamente cumprir com o plano, experimentou o remorço. Mais à frente, a gente percebe que Teódolo, mesmo com a orientação de Helena, de que desse veneno ou colocasse alguma coisa na comida ou a afogasse, ele experimenta piedade diante da resignação e não aniquila a sua vida física. Ele abandona, mas não a mata. Mais à frente a gente vai vendo que Lívia ela tem um momento de questionamento. Por que duas vezes abandonada? Porque duas vezes na mesma existência experimentar a solidão tão cruel, a materna. E agora o momento em que ela vê no abandono de Teódulo mais um momento de solidão e de uma sensação de menos de não ser importante para as demais pessoas. Mas como nunca estamos sozinhos e sempre temos a proteção, Basílio aparece então em seu socorro e lhe orienta. E logo depois que a gente vê que Hortênsia vem a desencarnar, estava cometida de tuberculose, ela mais uma vez se encontra em uma situação difícil, porque agora ela precisa cuidar de célo. Eis que então ela pensa em pedir ajuda a mais um alma boa que é Esupério. Upério, ele é um evangelizador cristão e em um dado momento, isso Basílio já tinha dito, que ela ficasse muito tranquila, que a solução chegaria, ele vem então anunciar que o panificador Lúcio Agripa estava então naquelas paragens e que a o seu sustento poderia então partir dali. Então a gente vai observando o quanto além de não estarmos abandonados, mas quando cultivamos fé, oração, conexão, trabalho no bem, nós temos as respostas. Finalizamos esse capítulo. Interessante que a gente sai do sacrifício e na segunda que vem a gente vem paraa expiação. Então, emuel não nos dá
oração, conexão, trabalho no bem, nós temos as respostas. Finalizamos esse capítulo. Interessante que a gente sai do sacrifício e na segunda que vem a gente vem paraa expiação. Então, emuel não nos dá trégua, não nos deixa respirar para que a gente vá conhecendo o que é mesmo essa entrega ao Cristo, o nosso modelo e guia. E se você deseja tanto quanto esse panificador ser alguém que pratica fraternidade e solidariedade, esteja conosco aqui na sede da Federação Espírita do Estado da Bahia, na no Parque Bela Vista de Brotas, 19 de maio, a partir de 10 horas da manhã, no primeiro bazar solidário da FEB. Vocês poderão encontrar roupas, sapatos, bolsas, tudo em excelente estado, como estamos garantindo, e toda a renda será revertida para a reforma dessa sede que nos acolhe, que nos fortalece e que nós temos a possibilidade de aprender cada vez mais. Boa noite a todos, muita paz e até a próxima segunda-feira.
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