O Significado das Leis de Liberdade Responsabilidade e Causa e Efeito em Nossas Vidas | 07 de 16
📝 Slides: https://bit.ly/2XXx5jY | 💦 Conheça a campanha Gotas do Bem e nos ajude a seguir produzindo conteúdos gratuitos como este: http://gotasdobem.org/ | 🔹 Quer fazer parte da nossa Lista de Transmissão? Manda um Whats: https://wa.me/556581127262 --- 👤 Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho Este é o oitavo módulo do programa de Estudo sistematizado reflexivo-sistêmico das obras básicas da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus, desenvolvido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso. Apresenta reflexões sobre o processo o funcionamento conjunto das Leis de Liberdade, Responsabilidade e Causa e Efeito pautadas em textos da Codificação Espírita e do Evangelho de Jesus. --- 🎧 Este conteúdo também está disponível em formato de podcast no Spotify! Basta procurá-lo pelo nome. --- 🔹 Outros módulos deste programa de estudo disponíveis no YouTube: 01 – A Presença Amorosa de Deus em Nossas Vidas: https://youtu.be/h-duAPDrXXM?list=PL1r1wspRthZQ1-pP_Tf6Lcjaxb9ys2aGG 02 – O Significado das Leis Divinas em Nossas Vidas: https://youtu.be/l8jKHRHDQB0?list=PL1r1wspRthZTCumYlFjJpkhmRvR6aRSOi 03 – A Presença Amorosa de Jesus em Nossas Vidas: https://youtu.be/iIRIsUXaAq0?list=PL1r1wspRthZR53-ziIwcoIbXip54m8MwW 04 – A Influência dos Espíritos em Nossas Vidas: https://youtu.be/igXLJLQ4tiA?list=PL1r1wspRthZRK3OmT_H5czAaG9oznR8b- 05 – O Significado da Imortalidade em Nossas Vidas: https://youtu.be/og4JjgQ2UHM?list=PL1r1wspRthZQmBP2fnVavaeI2X2YE7bOn 06 – O Significado da Lei de Reencarnação em Nossas Vidas: https://youtu.be/r_yjXV5wTFU?list=PL1r1wspRthZR35pAEYy0kWzpVZAUYrjuY 07 – O Processo da Desencarnação em Nossas Vidas: https://youtu.be/ekU30qNj2mA?list=PL1r1wspRthZR6WOnvvCvpngE1X3GsnbDp 08 – O Significado das Leis de Liberdade, Responsabilidade e Causa e Efeito em Nossas Vidas: https://youtu.be/Iyh4uS8M7uQ?list=PL1r1wspRthZQNxTaMHLH_oYYVDbDvKEOU 09 – O Significado das Leis de Progresso e Trabalho em Nossas Vidas: https://youtu.be/Iyh4uS8M7uQ?list=PL1r1wspRthZQNxTaMHLH_oYYVDbDvKEOU 10 – O Significado das Leis Divinas nas Relações Sociais: https://youtu.be/Iyh4uS8M7uQ?list=PL1r1wspRthZQNxTaMHLH_oYYVDbDvKEOU Saiba mais: https://bit.ly/3anWisg --- Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do Projeto Espiritizar em: http://www.livrariaespiritizar.com.br 🔹 Material relacionado: - Introdução ao Estudo Reflexivo da Doutrina Espírita (livro): https://bit.ly/2VRgk9c - A Presença Amorosa de Deus em Nossas Vidas (livro): http://bit.ly/2GCDyq0 - O Significado das Leis Divinas em Nossas Vidas (livro): http://bit.ly/2rPYuW4 - A Presença Amorosa de Jesus em Nossas Vidas (livro): http://bit.ly/2IzYALY - O Centro Espírita e a Promoção do Espírito Imortal (livro): http://bit.ly/2IYUJqW 🔹 Nos acompanhe: - Facebook: http://www.facebook.com/feemt.oficial - Instagram: http://www.instagram.com/feemt.oficial 🔹 Mais informações: http://www.feemt.org.br/ comunicacao@feemt.org.br 🔹 O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Feemt para o Movimento Espírita. Conheça: http://espiritizar.feemt.org.br/
Vamos refletir sobre o significado das provas e expiações em nossas vidas, de modo a que possamos utilizá-las para a nossa evolução. Inicialmente vamos meditar sobre o tema fechando os olhos. Entre em contato com você mesmo em essência, buscando sentir-se um espírito imortal, filho de Deus, aprendiz da vida, capaz de fazer escolhas para utilizar as provas e expiações como instrumento de evolução. Como é para você pensar em seu livre arbítrio e na responsabilidade que lhe cabe pelas suas escolhas? Como você sente essa realidade? Você tem feito as escolhas com base nas leis divinas em sua consciência, buscando seguir o caminho do bem? Deixe os seus pensamentos e sentimentos fluírem. evitando qualquer mascaramento num processo de autoengano. Seja verdadeiro, verdadeira com você, analisando-se com autenticidade. Ть. gradualmente. Vamos retornando ao estado de vigília para a reflexão doutrinária. Nos nossos encontros anteriores, nós estamos trabalhando a questão das provas e no último encontro que tivemos com estudo reflexivo das obras de Kardec, estudamos como se acontecem as expiações. Neste encontro, nós continuaremos trabalhando a questão de como funcionam as expiações e também as provas, porque não dá para separar uma da outra. A separação é apenas didática. Nós vamos adentrar agora no estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5, o item 3, um capítulo bastante reflexivo que Kardec aborda a justiça das aflições. Esse capítulo, capítulo C, se intitula Bem-aventurados Aflitos. Ele tem como base as chamadas bem-aventuranças proferidas no chamado sermão do monte por Jesus. E Jesus começa o sermão do monte dizendo dos bem-aventurados os aflitos, bem-aventurados os pobres espíritos, bem-aventurados aqueles que sofrem perseguição em nome dele. E e são várias as bem-aventuranças. Uma delas é a ele fala bem-aventurados aflitos. Vamos refletir antes de começar no texto de Allan Kardec do Evangelho Segundo Espiritismo sobre essa palavra bem-aventurado os aflitos. Quando nós observamos
elas é a ele fala bem-aventurados aflitos. Vamos refletir antes de começar no texto de Allan Kardec do Evangelho Segundo Espiritismo sobre essa palavra bem-aventurado os aflitos. Quando nós observamos essa palavra, o que normalmente nós nos remetemos? O Lep tá dizendo que o aflito é bem-aventurado, é aquele que percebe já a razão pelo qual ele está passando pela aflição. Vejamos, para ser bem-aventurados o que é necessário. A palavra bem-aventurados ainda é vista de forma passiva para por pela maioria das pessoas. Basta sofrer. Pronto, nós já vamos ter um lugar no céu nos esperando. Somos bem-aventurados por termos sofrido. É assim que funciona? É assim que nós temos refletido? Não, não. Então isso que o Liebe falou é bastante pertinente. Bem-aventurado é aquele que está no movimento venturoso, segundo o mentor Honório. O que é o movimento venturoso? A ventura é algo que gera satisfação, que gera alegria interior, que gera um estado de bem-estar. Isso é aventura. Então Jesus quando fala bem-aventurado, ele está nos convidando a uma ação, não a sermos passivos diante da aflição, diante da perseguição, diante da injustiça. Jamais um espírito crítico nos convidaria a uma postura sem sentido, simplesmente sofrendo uma situação sem uma razão de ser em relação àquela situação. Concordam? Então, vejamos. bem-aventurados significa no nível mais profundo, no movimento em direção à aventura. Qual seria o movimento em direção à aventura daquele que está passando por uma aflição, por exemplo, uma expiação? Nós vimos no nosso encontro passado que as expiações são provas que Deus nos envia quando nós nos afastamos da lei de amor, justiça e caridade. Nós vimos que toda expiação é uma prova. Nem toda prova é uma expiação. A expiação surge quando nós fazemos o quê? Somos submissos às às leis ou somos rebeldes? Murmuramos em relação às leis. Quando nós murmuramos, num segundo momento, as expiações surgem para que nós voltemos e nos tornemos submissos às leis. Então, quando Jesus diz
s leis ou somos rebeldes? Murmuramos em relação às leis. Quando nós murmuramos, num segundo momento, as expiações surgem para que nós voltemos e nos tornemos submissos às leis. Então, quando Jesus diz bem-aventurados os aflitos que tipo de aflito ele tá convidando? Ele está convidando a um processo de não murmurar em relação à aflição, um processo de espiar e provar verdadeiro. Quando é que nós espiamos e provamos de forma verdadeira? Quando nós colocamos o amor sobre a dor, quando nós aprendemos com a dor, exatamente, com amor aprendemos e o aprendizado vai é exatamente o movimento de receber a dor com o amor. E aí nós, ao receber a dor com o amor, nós vamos fazer o que com essa aflição? Ela se torna o quê para nós? um grande instrumento de reeducação. Então, o espírito que se afastou do amor entra em aflição, toma consciência de que a aflição é um afastamento da lei de amor, justiça e caridade e amorosamente utiliza daquela aflição, daquela expiação para evoluir e crescer, se tornando uma pessoa melhor. Então, é esse aflito que é o bem-aventurado. Não é qualquer aflito, é aquele que está realmente utilizando das aflições para evoluir, né? Então, dentro da das leis que nós estamos trabalhando, lei de liberdade, lei de responsabilidade e lei de causa efeito, é aquele que usa da sua liberdade com responsabilidade, fazendo com que as consequências dos atos passados sejam bem utilizados agora com o objetivo de evoluir e crescer. Isso no caso das expiações, porque a expiação já não tem mais como a gente se libertar dela, a não ser desse dessa forma. Nas provações, nós podemos escolher agir amorosamente e já aproveitar para nos educar desde a primeira vez, sem necessidade de reeducação. O processo de expiação, como nós vimos no nosso encontro passado, ele sempre será um convite à reeducação do espírito que não utilizou da da lei de liberdade, do seu livre arbítrio para se educar desde a primeira vez, né? Normalmente o espírito repete muitas vezes o processo de rebeldia para que entre na expiação.
to que não utilizou da da lei de liberdade, do seu livre arbítrio para se educar desde a primeira vez, né? Normalmente o espírito repete muitas vezes o processo de rebeldia para que entre na expiação. Nós vimos naquela questão do livro dos espíritos que fala que Deus não apressa a expiação. Então nós vamos ter várias oportunidades para evoluir pelo amor. Como nós recusamos todas elas, aí vem a dor para que espiemos. Nesse momento, o que que nós podemos fazer quando vem a dor? Podemos agir sem murmurar e aí nós vamos ser bem-aventurados. E se nós escolhermos outra coisa, quando vem a dor, nós murmuramos mais ainda. Porque se já murmurávamos com amor, agora que vem a dor, o que que é mais comum? continuar murmurando, continuar revoltado perante a própria lei de amor, justiça e caridade. Nesse caso, o que que acontece conosco? Então, o espírito, em vez de se tornar um bem-aventurado com aflição, ele próprio se amaldiçoa. Ele cria um processo perverso para si mesmo, um processo em que ele acaba por sofrer muito mais do que deveria. Porque na verdade a dor quando nos nós somos submissos à lei, à lei de amor, justiça e caridade, ela não vai gerar sofrimento propriamente, mas vai gerar uma reeducação do espírito. Mas o espírito rebelde, ele torna esse processo extremamente perverso, exatamente pelo desamor, né? Então, essa é a característica daquele que não se coloca como um bem-aventurado, aquele que está em marcha, em movimento venturoso, no movimento de realmente conexão com as leis divinas na sua própria consciência para a partir dessa conexão realmente eh evoluir na vertical da vida. Então, todos nós temos essa opção de evoluir na vertical da vida ou continuar de forma horizontal, nos rebelando frente às leis divinas, especialmente a lei maior. Então, nesse texto de de Kardec, do item três, ele fala exatamente disso. Novamente vamos nos reportar a linguagem do século XIX, que devemos atualizar, não pensamento cardequiano, porque o pensamento cardequiano é muito justo, mas a
do item três, ele fala exatamente disso. Novamente vamos nos reportar a linguagem do século XIX, que devemos atualizar, não pensamento cardequiano, porque o pensamento cardequiano é muito justo, mas a linguagem do século XIX para a linguagem do século XX, como nós temos estudado, né? Porque Kardec fala de pecado, fala de punição. E nós sabemos que tudo isso, na verdade, é foi uma transição entre a a visão mais medieval da justiça divina e uma visão mais moderna que na verdade dentro do conceito, o conceito é pleno. forma do conceito, que são as palavras, e ainda traz uma uma forma ainda do século XIX, né, que no século XX não é própria. No século XX benfeitores já ressignificaram isso. os espíritos superiores que se comunicaram, principalmente Emânia, Jana de Angeles, Honório e outros, no século X, 21 tem se comunicado sem colocar a palavra e punição, a palavra pecado, a a palavra castigo, nada disso é colocado eh por pelos benfeitores modernamente. Então, com esse cuidado, vamos adentrar no pensamento cardequiano, que é profundamente reflexivo. Somente na vida futura pode efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da terra. Sem a certeza do futuro, estas máximas seriam contracenso, mas ainda seria um engodo. Mesmo com essa certeza, dificilmente se compreenda, se compreende a conveniência de sofrer para ser feliz. É, dizem, para ter maior, para se ter maior mérito. Mas então pergunta-se, por que sofre uns mais do que outros? Então, vejamos. Kardec começa falando do do da bem-aventurança que nós já acabamos de comentar. A bemaventura bem-aventurados aflitos, porque deles é o reino dos céus. Vamos aprofundar um pouco mais aqui no pensamento kardequiano. Quando Kardec fala da vida futura, quando ele diz: "Somente na vida futura podem efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da terra. Quando começa a vida futura? Aqui e agora. Por vejamos, Jesus diz: "Bem-aventurados aflitos, porque deles é o reino dos céus". O que nós temos estudado sobre o
que Jesus promete aos aflitos da terra. Quando começa a vida futura? Aqui e agora. Por vejamos, Jesus diz: "Bem-aventurados aflitos, porque deles é o reino dos céus". O que nós temos estudado sobre o significado do reino dos céus? O que significa reino dos céus? Quando ele Jesus diz, "Buscai o reino dos do de Deus ou o reino dos céus, que é a mesma coisa, e a sua justiça e tudo mais lhe será acrescentado." De que ele está falando? Das leis divinas. Que mais? Hã? Das leis divinas da nossa consciência. Que mais? E das virtudes do espírito imortal. Então, vejamos. Bem-aventurados os aflitos, porque dele é o reino dos céus. Kardec, ao falar da vida futura, do que ele está falando propriamente? De um processo de expectativa da vida futura ou de uma construção da vida futura? construção construção da vida futura. Por quê? Se nós levarmos em consideração a passividade, basta que eu esteja aflito para que eu tenha o reino dos céus, como muita gente pensa. Seria um convite a que Jesus estaria fazendo o convite a quê? A preguiça, o menor esforço, né? Ou nenhum esforço, como gosta a maioria. E simplesmente quanto mais sofrimento melhor, né? Porque aí já vou lá pro sétimo céu, não vou nem pro primeiro. Não tem, as pessoas não dizem que são sete céus, na verdade é um uma mitologia. já vai lá pro sétimo como um foguete. Quanto mais sofrimento, melhor. Então, seria uma eh um processo de simplesmente focar no sofrimento. Então, se o sofrimento gerasse esse reino dos céus de forma passiva, quem causa sofrimento seria um benfeitor, não seria? Um ritre da vida seria uma uma coisa maravilhosa, porque quanta gente sofreu na mão desse homem. Então tudo que ele fez seria uma benfeitoria. Então, vejamos que essa proposta nada tem de passiva, porque iria justificar o injustificável, iria justificar o passivo que vai evoluir, vai pro reino dos céus simplesmente de uma forma expectante, passiva, e do causador de sofrimento, que seria um benfeitor, porque ajudaria aquele outro a ir mais rápido pro reino dos céus.
ai evoluir, vai pro reino dos céus simplesmente de uma forma expectante, passiva, e do causador de sofrimento, que seria um benfeitor, porque ajudaria aquele outro a ir mais rápido pro reino dos céus. Trai trazendo do da alegoria para a vida real. Reino dos céus não tem nada a ver com o céu hipotético, com o céu teológico, como muita gente ainda pensa ainda hoje. O céu teológico, aquele céu que tem lá o velhinho que é Deus, que tem anginhos tocando arpa, que tem que mais? É uva. da da para pra gente comer da melhor qualidade. Isso o céu dos dos chamados cristãos, né, que é o céu judaico cristão. O céu dos muçulmanos tem outro tipo de conotação. O céu do dos de outras religiões são é diferente. Mas na cultura judaico cristã o céu é esse, ó. Aquele velhinho cheio de anjos tocando arpa. E a gente vai ficar comendo uva lá até enjoar, né? Porque só tem isso para fazer, ouvir arpa e chupar uva. Imagina por toda a eternidade, não se fazer nada. Seria um supremo. Esse é o céu teológico, mitológico, que não tem nada a ver com a proposta de Jesus. Então, nós acabamos de ver que o reino dos céus é exatamente a conexão com as leis divinas, a justiça divina, que são as suas leis, o desenvolvimento de virtudes dentro de nós. Então, se na vida futura nós vamos obter as recompensas, como diz Kardec, pelas aflições, quando começou essa recompensa? Aqui e agora. Porque quanto mais virtudes nós vamos desenvolvendo, o que que vai acontecer com as aflições? elas diminuem, elas tomam outro sentido. Qualquer aflição vai ser bem-vinda no sentido de que nós estamos reparando débitos perante a nossa consciência. Todo o processo de expiação é um convite dentro de que lei? Hã, ele está ligado à lei de causa efeito, mas uma outra lei também ligado à lei de justiça também. Mas uma outra lei específica, hã, responsabilidade, tá ligado à lei de responsabilidade também, hã, lei da reparação. A lei da reparação se dá em três etapas. Nós já vimos aqui arrependimento, expiação e reparação. Então, quando o espírito
nsabilidade, tá ligado à lei de responsabilidade também, hã, lei da reparação. A lei da reparação se dá em três etapas. Nós já vimos aqui arrependimento, expiação e reparação. Então, quando o espírito ele faz esforços para receber as situações aflitivas, fazendo exercícios para conexão, conectar com as leis divinas na sua consciência e desenvolver virtudes, o que que ele está fazendo? Espiando. Vamos recordar o conceito de expiação. Que que significa expiação? O prefixo X significa extrair pia, pureza, ação para extrair a pureza. Então, expiação extrair a pureza. A pureza está onde? Na essência divina que somos, na essência de amor que somos. Então, extrair a pureza é aprofundar no sentimento de amor. Que amor é esse? Qual que é o mais significativo e mais importante? O autoamor, né? O amor a si mesmo. Ninguém consegue espiar se não fizer um esforço grande de alto amor, porque é isso que vai fazer com que nós nos tornemos bem aventurados. Aí Kardec começa a dizer que não faz sentido a gente sofrer para ser feliz. É verdade, não é verdade? Imagina, Deus quer todo o amor. Quanto mais sofrimento, mais você vai ser feliz. Será que essa proposta seria divina? Jamais, né? Aí a pergunta que Kardec faz também muito lógica. Por que sofrem uns mais do que os outros? Hã? Porque uns murmuram, outros não. Aceitam. passa por isso também, mas é mais profundo ainda. Vamos, vamos seguir que a gente vai entender melhor. Por que nascem uns na miséria e outros na opulência sem coisa alguma haverem feito que justifique essas posições? Então, outra pergunta muito interessante e inteligente. Muitos nascem na miséria e outros na opulência. Por que disso? Porque uns nada conseguem, ao passo que a outros tudo parece sorrir. Todavia, o que ainda menos se compreende é que os bens e os males sejam tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude, e que os homens virtuosos sofram o lado dos maus que prosperam. A fé no futuro pode consolar, infundir paciência, mas não explica essas anomalias que parecem desmentir a
dos entre o vício e a virtude, e que os homens virtuosos sofram o lado dos maus que prosperam. A fé no futuro pode consolar, infundir paciência, mas não explica essas anomalias que parecem desmentir a justiça de Deus. Então, num mundo de contraste como nós em que eh há uma minoria que detém muita riqueza, inclusive muita riqueza, desviada de recursos públicos, como nós vemos do nosso país, desviada de do suor e do sangue de muitas pessoas que faltam o necessário para que outras vivam numa numa bastança enorme. Por se Deus é amor, é soberanamente justo e bom, é onisciente, onipresente, onipotente, por que que ele permite tudo isso? Porque estamos no mundo de próxiações. Então é por causa do mundo, não só não é por causa de nós. Não confundamos a causa com efeito. O fato do nosso mundo ser de provas e expiações é efeito. Efeito do quê? dos habitantes que que fazem o mundo. Não é a terra que é simplesmente assim, porque é assim, porque nós habitantes estamos num processo de prova de expiações. Mas por que tanto contraste? Vamos continuar para entender melhor. Vejamos que Kardec está fazendo aqui perguntas bastante reflexivas, né? Quando as pessoas falam que nós estamos inventando estudo reflexivo, aqui Kardec está fazendo um estudo profundamente reflexivo. Basta ter olhos de ver, né? não está fazendo. Ele tá fazendo perguntas com base na realidade, na prática diária de de todos nós. São perguntas que filósofos de de todas as épocas têm feito ao longo da história da humanidade. E poucos aqueles que souberam responder essas perguntas. São perguntas que quase todas as pessoas fazem diariamente. Pode fazer de forma um pouco diferente dessas, mas por que de tanto sofrimento? Por que qual é o sentido da vida assim dessa forma que temos aqui? Hã? Muitas pessoas inclusive vão à descrença, negam Deus totalmente, exatamente por causa desses contrastes. Mas por que que negam Deus? Porque são poucos aqueles que vão fundo para compreender o sentido de tudo isso. A maioria fica focado nos dogmas
m Deus totalmente, exatamente por causa desses contrastes. Mas por que que negam Deus? Porque são poucos aqueles que vão fundo para compreender o sentido de tudo isso. A maioria fica focado nos dogmas religiosos. E os dogmas religiosos estão centrados em quê? Na lei natural. ou naquilo que os homens com suas idiossincrasias, com seus costumes, criaram, estão focado naquilo que os homens criaram para manipular consciência nas várias religiões. E essas concepções religiosas dogmáticas para pessoas que pensam, que refletem, acabam levando muita gente a o ateísmo, muita gente a duvidar de tudo que é espiritual, exatamente por causa dos dogmas. Kardec logo em seguida vai adentrar nos dogmas. Vejamos aqui. Entretanto, desde que admita a existência de Deus, ninguém o pode conceber sem o finito da infinito das perfeições. Ele necessariamente tem todo o poder, toda justiça, toda a bondade, sem o que não seria Deus. Se é soberanamente bom e justo, não pode agir caprichosamente, nem com parcialidade. É esse o conceito que a doutrina espírita tem de Deus. Deus é todo poderoso, toda justiça, toda bondade, né? e jamais age com imparcialidade. É com parcialidade, melhor dizendo, ele é sempre imparcial e nunca caprichoso. Não, eu vou escolher esse aqui para sofrer e este aqui para ser feliz. Se Deus fizesse isso, ele não seria eh toda justiça e toda bondade. Porque escolheu eu e não o meu vizinho, né, para sofrer? Pensaria aquele que está passando por um sofrimento, ele pode pensar isso, porque na visão dogmática religiosa, o que que os os dogmáticos religiosos que não aceitam a reencarnação dizem? Exatamente isso. Deus escolheu você para sofrer. Mas por que que escolheu eu e não fulano de tal que é tão mal, né? E eu que busco ser bom, Deus escolheu, me escolheu para sofrer. E fulano de tal que é tão mal, passa por situações de ausência total de sofrimento. Kardec, nessas nesses textos que nós vamos estudar eh hoje e no próximo encontro, provavelmente ele aborda exatamente isso. Logo, as
que é tão mal, passa por situações de ausência total de sofrimento. Kardec, nessas nesses textos que nós vamos estudar eh hoje e no próximo encontro, provavelmente ele aborda exatamente isso. Logo, as vicissitudes da vida derivam de uma causa. E pois que Deus é justo, justa há de ser essa causa. Isso de que cada um deve bem compenetrar-se. Por meio dos ensinos de Jesus, Deus pôs os homens na direção dessa causa e hoje, julgando os suficientemente maduros para compreendê-la, lhes revela completamente aludida causa por meio do espiritismo, isto é, pela palavra dos espíritos. Então aqui Kardec tá falando de quê? Esse parágrafo aqui do do item três, de que que ele está falando? Da lei de causa e efeito. Da lei de causa e efeito. Por quê? A lei de causa e efeito está intimamente ligada a que lei? Lei de liberdade está também, mas ela não, a a intimidade dela é com outra lei. Hã? a lei de justiça ou a dimensão justiça da lei maior, né? Por isso ele diz: Deus é justo, justa há de ser uma a essa causa. Então, a dimensão justiça da lei de maior determina que tudo seja justo. Não há nada que seja injusto. Se nós não conseguimos ver a justiça, significa o quê? Tá acontecendo o quê? Quando nós não conseguimos ver nas coisas à nossa volta, a justiça, significa o quê? Que tá acontecendo? O quê? Que nós estamos num processo de ignorância em relação às leis. Hoje, depois de 100, mais de 150 anos da deutrina espírita, justifica permanecer nessa ignorância? Não justifica mais. Por isso que Kardec fala, a humanidade, ele tá falando num tá num texto do século XIX, a humanidade já madura para compreender as leis, compreender os ensinamentos de Jesus, que conforme a questão 627 de o livro dos espíritos, os espíritos superiores vieram para eh tornar explícita aquilo que Jesus falou de forma alegórica. Então, aqueles de nós que é a grande parte da humanidade, inclusive dentro do próprio movimento espírita, que permanece ignorante, está fazendo o quê consigo mesmo? Está murmurando, né? Essa
legórica. Então, aqueles de nós que é a grande parte da humanidade, inclusive dentro do próprio movimento espírita, que permanece ignorante, está fazendo o quê consigo mesmo? Está murmurando, né? Essa ignorância gera o estado de rebeldia, que é o murmúrio, de você não se conectar com as leis divinas na consciência. Então isso é muito sério, né? Quando os benfeitores da questão 627 dizem que eles vieram, os espíritos superiores estão nas nossas vidas para nos explicar as leis divinas, para que nós possamos respeitá-las e vivenciá-las. É muito séria essa questão e tem a ver com isso aqui que nós acabamos de refletir, a revelação que o Espiritismo nos gera, nos nos permite acessar por meio das palavras dos espíritos, como diz Kardec. Então, nós temos um manancial muito grande de ensinamentos para quê? para que nós possamos refletir profundamente e superar definitivamente a ignorância. Não há efeito sem causa e toda causa eminentemente justa. Se eu em algum momento estou vendo injustiça, é porque eu não estou adentrando profundamente nas causas. E aí eu vejo injustiça onde não deveria estar vendo injustiça por ignorância. Mas a maior ignorância qual é? Aquela do desconhecimento de não ter acesso ou a ignorância de ter acesso e não adentrar no conhecimento profundo. Essa é a pior. As duas são ruins, né? Por quê? Hoje ninguém pode alegar ignorância, a não ser aqueles países totalmente fechados, que existem ainda muito na Terra. Nós estamos falando da realidade no Brasil. Quem é que poderia alegar no Brasil hoje que desconhece algo chamado espiritismo? É aquilo que nós estamos falando. A pessoa tem a oportunidade de deixar de ser ignorante, mas continua sendo ignorante por preguiça moral. Isso acontece fora do movimento espírita. Agora, o que é pior acontece com aqueles que estão dentro do movimento espírita. Permanecem imatur amadurecer. Os espíritos superiores vão nos provocar o amadurecimento, produzir de alguma maneira o amadurecimento? Ou eles vão nos convidar sempre a amadurecer.
movimento espírita. Permanecem imatur amadurecer. Os espíritos superiores vão nos provocar o amadurecimento, produzir de alguma maneira o amadurecimento? Ou eles vão nos convidar sempre a amadurecer. Eles nos convidam sempre. que é o que Kardec tá colocando aqui. Se nós tivermos suficientemente maduros, nós vamos compreender todas as orientações dos espíritos, dos os ensinos de Jesus, que esses espíritos superiores vêm para nos explicitar e vamos seguir numa direção muito mais justa. Nós vamos agora adentrar no capítulo 5 do Evangelho dos itens 6 a 10. Vamos começar e vamos terminar no próximo, no nosso próximo encontro. Os itens quatro e cinco nós já estudamos as causas atuais das aflições. Nós vimos que as causas atituais das aflições são processos de reprovação às quê? as provas nós reencarnamos, trazemos as provas. As provas são as experiências desafio da vida. E por rebeldia, o que que nós fazemos? Nós nos recusamos a aproveitar as experiências desafio para transformá-las em experiências aprendizado. Podemos criar muita dor com isso. Muita dor. Essas dores são inevitáveis? Não. Não. Por que que não são inevitáveis? aceitar, porque se nós utilizarmos as provas para trabalhar e e no nas experiências aprendizado, que que vai acontecer? Nós vamos evoluir gradualmente e não vamos sofrer. É essa a primeira a forma que Deus se utiliza para a nossa melhoria. Quando nós não acolhemos as provas, nós murmuramos e aí nós vamos criar as aflições atuais, que são as dores reprovacionais. Existe as dores expiatórias, que são das causas anteriores e as dores reprovacionais que são resultado da forma como nós estamos lidando nesta encarnação. E antes de adentrarmos o conteúdo que vamos trabalhar, se na nossa vida é num planeta como o nosso é um mísso de expiações e provas, o que que podemos avientar de possibilidades para esta existência no sentido das aflições, que existem aflições inevitáveis. Existe aflições evitáveis, né? Se nós formos espíritos mais dóceis, o que pode acontecer?
mos avientar de possibilidades para esta existência no sentido das aflições, que existem aflições inevitáveis. Existe aflições evitáveis, né? Se nós formos espíritos mais dóceis, o que pode acontecer? As provações, nós vamos passar por elas tranquilamente. E as expiações, que que vai acontecer conosco? Com base tudo que nós já refletimos hoje, nós entraremos num processo amoroso de colocar o amor sobre a dor e suavizaremos as expiações. Vejamos que as expiações não têm como ser impedidas, elas podem ser suavizadas. Então, quem está num processo de expiação e praticamente não há quem não esteja na terra no processo de expiação, salvo muito poucas exceções, podem pode suavizar as expiações e pode, no caso das provações, fazer esforços para aprender com todas elas e não passar pela dor reprovacional. Então, nós vimos a dor reprovacional no nos encontros anteriores. Hoje vamos trabalhar a a dor expiatória, que são que provém das causas anteriores de outras existências. Aquilo que aconteceu em outras existências, nós não temos como mudar. Então, toda a consequência dos atos de outras existências, nós não temos como mudar. O que que nós temos utilizando a lei de liberdade e a lei de responsabilidade? Que que nós podemos, utilizando a lei de de liberdade e de responsabilidade com base na lei de causa efeito? Podemos suavizar. Exatamente. Então, utilizar da nossa liberdade de escolha para receber todas as aflições das expiações com mansidão e humildade. Então, entra três virtudes, já falei duas, qual é a outra? Quais as quatro virtudes que vão nos auxiliar a tornar suave as nossas expiações? Amor de que tipo? Alto amor. Alto amor. Que mais? Tá faltando mais uma. Sentimento. Sentimento de aprendiz. Exatamente. Então, amor, sentimento de aprendiz, mansidão e humildade. Porque aí o que que acontece? A, quando a aflição expiatória vem, nós nós acolhemos a aflição para aprender com ela e não para blasfemar. frente à vida, para nos rebelar frente à vida. É o que Kardec vai abordar aqui nesses textos que
uando a aflição expiatória vem, nós nós acolhemos a aflição para aprender com ela e não para blasfemar. frente à vida, para nos rebelar frente à vida. É o que Kardec vai abordar aqui nesses textos que trabalharemos a partir de agora. Mas se amares nesta vida, cuja causa primária é o homem, outros há também aos quais, pelo menos na aparência, ele é completamente estranho e que parece atingi-lo como por fatalidade. Tal, por exemplo, a perda de entes queridos. e a dos que são o amparo da família. Tais ainda os acidentes que nenhuma previsão poderia impedir, os reveses da fortuna que frustram todas as precauções aconselhadas pela prudência, os fragelos naturais, as enfermidades de nascença, sobretudo as que tiram a tantos infelizes os meios de ganhar a vida pelo trabalho, as deformidades, a idiotia, o cretinismo, etc. Os que nascem nessas condições certamente nada hão feito de na existência atual para merecer sem compensação tão triste sorte que não podiam evitar, que são impotentes para mudar por si mesmos e que os põe a mercê da comiseração pública. Então vamos voltar aqui para refletir o que Kardec está abordando nesse parágrafo. Então, nós temos uma série de circunstâncias que na aparência, como diz Kardec, são situações fatais que a pessoa não tem como mudar. Se a vida fosse apenas uma só, como dizem os os religiosos dogmáticos, os cristãos dogmáticos, que dizem que Deus cria o espírito junto com o corpo. Então, quando alguns a eh dizem que Deus cria o espírito na hora da concepção, outros na hora do nascimento, mas junto com o corpo, seja na concepção, seja no nascimento, aquele é um espírito, entre aspas, 0 km, nunca viveu antes, não tem nenhuma experiência de vida e vai ser criado por Deus para vir ao mundo. Só que Deus coloca ele num corpo débil de um débo mental, com uma debilidade mental, um problema sério no cérebro, que esse esse espírito vai ocupar um corpo danificado. Deus coloca esse uma uma criatura que ele acabou de criar para nascer lá numa num lugarejo
m uma debilidade mental, um problema sério no cérebro, que esse esse espírito vai ocupar um corpo danificado. Deus coloca esse uma uma criatura que ele acabou de criar para nascer lá numa num lugarejo miserável da África, que não tem às vezes a mínima condição de vida biológica, quanto mais outras condições. Falta água, falta comida, falta tudo. e coloca uma outra pessoa na mesma condição para nascer num país riquíssimo como os Estados Unidos, que só de comida se joga fora diariamente, toneladas e toneladas. Seria uma fatalidade isso? Não seria injustiça, seria uma uma fatalidade profundamente injusta, se assim fosse. Por isso que Kardec diz aqui, parece atingir como por uma fatalidade. A pessoa não fez nada para merecer aquilo. Então, se ela não fez nada para merecer aquilo, de onde que tá vindo? Deus. Deus. Deus aqui é um um homem, um ser extremamente maquiavélico que vai lá, não, esse aqui vai vai eh passar muito bem, comer de tudo que tem de melhor. Esse aqui vai passar fome. Esse aqui vai ser extremamente inteligente, esse aqui vai ser débil mental. Imaginemos Deus escolhendo cada pessoa para passar por uma situação de prazer ou de dor simplesmente pela escolha dele. É outra outra concepção. Ah, porque os pais merecem o castigo. Então, porque os pais merecem o castigo, o filho vai ser castigado junto? Porque quem é que tá sendo castigado? É o pai ou o filho? Se o filho nasce idiota, entre aspas, se houvesse castigo, seria um castigo pro filho. O pai sofre junto, mas seria muito mais pro filho. Não concordam? Então não, não, não faz sentido. Então, Kardec relata aqui fragelos naturais. Tem gente que nasce em Cuiabá, que nem enchente tem mais. Depois que fizeram a represa aqui do do manso, não tem mais enchente, não tem furacão, não tem não tem uma série de de fragelos naturais, nós não temos, né? No máximo uma inundaçãozinha quando chove demais, mas é muito raro aqui. Aí outra pessoa nasce lá numa ilha da da Polinésia que tem furacão, tufão, tem tudo que até as ilhas estão sendo ameaçadas
né? No máximo uma inundaçãozinha quando chove demais, mas é muito raro aqui. Aí outra pessoa nasce lá numa ilha da da Polinésia que tem furacão, tufão, tem tudo que até as ilhas estão sendo ameaçadas de serem submersas no mar. E aí, então Deus escolheu, nos escolheu para nascer aqui em Cuiabá ou para viver aqui em Cuiabá de uma forma muito sem fragelos naturais e outras pessoas para viver com fragos naturais, como o pessoal lá da Flórida que morre de medo de um furancãozinho, né? O pessoal lá tá nos assistindo agora. Então, de vez em quando vem uns furacões que leva, arrebata até a casa das pessoas lá. ou os tornados, que também são muito comuns lá naquela região. Os Estados Unidos, como praticamente todo tem. Então, enfermidades de nascença, outra situação, a pessoa nasce com uma doença genética. Então, Deus escolheu a aquela pessoa para ter a doença genética. deformidades. Um nasce todo alejado, todo torto, toda eh com corpo eh deformado, a idiotia, o cretinismo, né? Então os que nascem nessas condições de Kardec, certamente nada feito na existência atual para merecer aquilo, porque elas já nascem assim, no caso dos das enfermidades de nascença, nascem naquele lugar que tem fragelos naturais, quase constante, né? Podemos dizer: "Ah, mas a pessoa que nasce num lugar, ela pode mudar pro outro". Não é tão fácil assim, mas pode. Mas eh se todo mundo que eh nascesse no lugar onde tem fragelos naturais, mudasse pros outros lugares, faltaria espaço para todo mundo. Então não é dessa forma simplista que se resolve o problema, né? Vamos ver a causa do problema. Por que, pois, serem seres tão desgraçados, enquanto ao lado dele, sob o mesmo teto, na mesma família, outros são favorecidos de todos os modos? Vejamos que são perguntas muito reflexivas que Kardec está falando, fazendo. Que dizer, enem dessas crianças que morrem terridade da vida só conhecem sofrimentos. Então, do ponto de vista da justiça, se não houvesse uma causa anterior, seria profundamente injusto. Como diz Kardec, às vezes na mesma
crianças que morrem terridade da vida só conhecem sofrimentos. Então, do ponto de vista da justiça, se não houvesse uma causa anterior, seria profundamente injusto. Como diz Kardec, às vezes na mesma família, um nasce débil mental e outro nasce super inteligente. Não acontece na mesma família? Acontece. crianças que t com tr 2 3 4 anos ou menos tem cânceres devoradores, as eh gera problemas sérios e vão uma desencarnação depois de dois, três ou um pouco mais de anos em profundo sofrimento. Por que disso tudo? Problemas são esses que ainda nenhuma filosofia pode resolver. Anomalias que nenhuma religião pôde justificar e que seriam a negação da bondade, da justiça e da providência de Deus. Se se verificasse a hipótese de ser criada a alma ao mesmo tempo que o corpo e de estar a sua sorte irrevogavelmente determinada após a permanência de alguns instantes na Terra. Então, vejamos a a lógica que Kardec vai fazendo a abordagem dos conceitos. Então, nenhuma filosofia conseguiu resolver essa questão da desses contrastes que nós temos no nosso planeta. as religiões dogmáticas, elas, em vez de esclarecer, acaba gerando mais confusão. Inclusive nos próprios eh dirigentes dessas religiões, aqueles que são mais são mais conscientes, eles ficam sem ação. recentemente eh conversando com o líder religioso da da ele perguntando coisas bem básicas sobre a justiça divina que a religião dele não sabe explicar. e uma pessoa, um cristão de verdade, né? Mas que diante de muitas situações do cotidiano, do dia a dia, fica sem palavras até para consolar os fiéis daquela religião, né? Isso acontece nas religiões cristãs dogmáticas que dizem que Deus cria a alma ao mesmo tempo que o corpo. São espíritos completamente novos. Só vão ter essa existência. Nunca mais terão outra. nunca tiveram outra e estão ali. E quando é uma situação de sofrimento, como explicar para uma pessoa que há bondade e justiça naquele sofrimento que ela está passando? Como explicar para uma mãe de uma criança de 3 anos com câncer
. E quando é uma situação de sofrimento, como explicar para uma pessoa que há bondade e justiça naquele sofrimento que ela está passando? Como explicar para uma mãe de uma criança de 3 anos com câncer terminal, que é justo o que ela está passando, que é justo aquilo que o filho dela está passando. E nós apenas aceitarmos essa ideia de que Deus criou aquela criança para sofrer, porque ele ele gosta muito daquela criança. Faz sentido, né? Vejamos que são são questões que não consola porque não não fogem a lógica e ao bom senso. É isso que Kardec tá dizendo aqui. Tem as questões várias dogmáticas, mas relacionadas a essas questões da justiça divina são muito graves as afirmações dogmáticas, porque elas, ao invés de colocar Deus como soberanamente justo e bom, coloca ele como um um ser extremamente injusto, par eh eh parcial, que escolhe uns para serem felizes e outros para sofrer. Já a explicação que os benfeitores, que os espíritos superiores deram com base nas na própria orientação de Jesus é muito clara. Que fizeram essas almas que acabam de sair das mãos do Criador para se verem neste mundo abraços com tantas misérias e para merecerem no futuro uma recompensa, uma punição qualquer, visto que não hão podido praticar nem o bem nem o mal. O espírito que foi que ocupou o corpo de um idiota, a existência inteira, ele não fez nem o bem, nem o mal e passou a vida toda sofrendo. Qual é o sentido disso? Todavia, por virtude do axioma, segundo o qual todo efeito tem uma causa, tais misérias são efeitos que hão de ter uma causa. E desde que se admita um Deus justo, essa causa também há de ser justa. Ora, ao efeito, precedendo sempre a causa, se esta não se encontra na vida atual, há de ser anterior a essa vida, isto é, há de estar numa existência precedente. Então, vejamos de que leis que Kardec está abordando aqui, gente. Quais leis que ele está lei de causa efeito, que mais? Justiça. Lei de justiça, que mais? Lei de reparação, que mais? Vamos enxergar as leis no texto, reencarnação. A lei da
stá abordando aqui, gente. Quais leis que ele está lei de causa efeito, que mais? Justiça. Lei de justiça, que mais? Lei de reparação, que mais? Vamos enxergar as leis no texto, reencarnação. A lei da reencarnação. Então, diretamente essas leis, lei de amor, justiça e caridade, lei de causa efeito, lei da reparação, lei da reencarnação, tá? Então, são as leis que Deus se utiliza para que aquele que sofre sofre porque existe uma causa profunda para esse sofrimento. Nunca vai ser um capricho de Deus, uma escolha divina, mas é uma escolha de quem? do próprio espírito. Do próprio espírito. Foi o espírito que escolheu praticar ações que ele não gostaria que fosse feito a si. Então, por exemplo, o idiota de hoje que nasce com uma debilidade mental, que que ele que o que ocasiona esse tipo de expiação? Nós vamos ver um caso da revista espírita, provavelmente no nosso próximo encontro, que aborda esse um caso de diia. O que o espírito dessa eh nesse tipo de expiação pode ter só com base nas leis, não precisa nem conhecer o caso. Nós vamos estudar o caso, mas sem conhecer ainda o que que nós podemos inferir pela lógica, pelo bom senso, que ele usou mal a inteligência, né? Então ele, uma pessoa que que utiliza da inteligência que é um a inteligência é o quê? Do espírito. Um atributo do espírito. Então a inteligência é um atributo do espírito. Quem é que ofereceu esse atributo para o espírito? Deus. Deus. Deus que nos eh oferece todos os atributos como uma dádiva. O atributo de pensar, de sentir, de da vontade são atributos que Deus nos ofereceu gratuitamente, sem nós não termos mérito ainda. O desenvolvimento desses atributos e a utilização desses atributos vai depender de quê? de nós, de nós fazermos o quê? Conectar com as leis divinas na nossa consciência. Então, se nós tivermos conectados sempre com a lei de amor, justiça e caridade, o que que nós vamos fazer com o atributo da inteligência? Com ato de saber pensar, que que nós vamos fazer? uso, sempre um bom uso. Nós nunca vamos
ctados sempre com a lei de amor, justiça e caridade, o que que nós vamos fazer com o atributo da inteligência? Com ato de saber pensar, que que nós vamos fazer? uso, sempre um bom uso. Nós nunca vamos utilizar da nossa inteligência para ferir alguém, para fazer mal alguém. Já a pessoa que não está conectada com a lei de amor, justiça e caridade, o que que ela pode fazer com a inteligência? praticar maldades, que são atos que ela não gostaria que fizesse com ela. Quando o espírito cai em si, percebe essa realidade, o que que ele pede? Consciente ou subconscientemente? Hum. reparação, ele pede a reparação. Esse pedido pode ser consciente ou subconsciente, mas ele clama por reparação. É aí que entra as expiações. Nós vamos ver bem claro isso no nos próximos textos aqui de Kardec. Por outro lado, não podendo Deus punir alguém pelo bem que fez, nem pelo mal que não fez, se somos punidos, é que fizemos o mal. Se esse mal não o fizemos na presente vida, tê-lo hemos feito noutra. É uma alternativa que ninguém pode fugir e em que a lógica decide de que parte se acha a justiça de Deus. Então, de que que Kardec tá falando aqui? Sim, do funcionamento das leis. E qual qual a a principal le de causa efeito que pede o quê? Reparação. Reparação. Então ele tá falando exatamente aqui da reparação que o espírito pede consciente ou subconsciente que Kardec chamou aqui de quê na linguagem do século XIX? Punição. Pção. Pção. A punição tá lá no no livro Céu e Inferno. O céu e inferno. No no no no capítulo que fala das penalidades da da vida futura, diz que o processo de reparação começa na no arrependimento, passa pela expiação e aí vai até a reparação. que o perdão não é uma graça, mas uma anulação. Então, tem a ver com isso que nós acabamos de ver aqui agora. Se nós fazemos o mal, agimos contrariamente à lei de amor, justiça e caridade numa existência, na existência anterior, vamos, vamos supor o que que a nossa consciência pede? E como que é o processo da reparação completo? Arrependimento,
iamente à lei de amor, justiça e caridade numa existência, na existência anterior, vamos, vamos supor o que que a nossa consciência pede? E como que é o processo da reparação completo? Arrependimento, expiação e reparação. Vamos recordar. Nós vimos isso em outro módulo, mas tem tudo a ver com esse módulo que estamos falando. Como se dá o arrependimento? O arrependimento é um ato de quê? de reconhecimento perante a lei de a lei de amor, justiça e caridade, que agiu de forma injusta, de forma desamorosa, injusta, descaridosa. Então, o espírito que reconhece isso ou é levado a entender isso, porque quando o processo é subconsciente, o que que acontece com o espírito? O que que os espíritos superiores fazem com os espíritos desencarnados quando eles estão subconscientes dos atos deles? Hã, eles reencarnam compulsoriamente. Se houver a chance deles faz fazer um um processo de que a pessoa se torne consciente, eles fazem isso ou não fazem? Pela lei de misericórdia, o que que eles vão fazer? vão fazer todos os esforços para que a pessoa se torne consciente. Eles vão explicar, vão mostrar as encarnações anteriores, o que que aconteceu, como aconteceu. Não é assim que funciona. Nós não vimos isso na lei de reencarnação, que o processo da reencarnação é bastante complexo e todo um trabalho é feito. Isso é o processo de conscientização. O espírito que estava subconsciente vai se tornar mais consciente. Se ele se torna mais consciente, ele pode fazer boas escolhas. Então ele se arrepende. E aí o que que ele pede? arrependeu, depois já vai paraa reparação. A lei total é de reparação, ele vai para a expiação, que nós estamos estudando. Depois da expiação que ele vai ser convidado a reparar ou na mesma encarnação, se houver possibilidade. Porque se o espírito nasce débo mental, ele vai poder reparar alguma coisa? Não. Se ele nasce numa situação de miséria extrema, ele vai ter condições de reparar alguma coisa? Não, ele vai precisar de novo da riqueza para poder reparar. Vai ser uma prova e
eparar alguma coisa? Não. Se ele nasce numa situação de miséria extrema, ele vai ter condições de reparar alguma coisa? Não, ele vai precisar de novo da riqueza para poder reparar. Vai ser uma prova e vai ser para ele uma tentação muito grande de reincidir nos erros passados. Se nós precisamos de duas encarnação para para espiar uma para reparar uma falta, pois muitas vezes precisamos de 10, 20, até mais. duas é muito pouco. É possível alguns casos especiais da pessoa espiar e e reparar numa mesma existência. Um grande exemplo dentro da área mediúnica é Ivone Pereira. Ivone Pereira era para reencarnar numa expiação em que ela seria, teria uma debilidade mental devido aos suicídios passados. Então, ela renasceria num corpo deformado, numa situação que só serviria para ela. O mentor dela por colocou uma alternativa. Ela poderia reencarnar com corpo normal desde que ela se dispusesse a tarefa mediúnica. e uma uma tarefa mediúnica que não seria fácil, seria extremamente sacrificial, pediria dela muito esforço, muita dedicação, muito suor e muita lágrima. Ela optou pela segunda segunda eh escolha. E graças a Deus ela se optou por isso, porque hoje nós estamos falando dela. Porque se ela optasse pela que seria mais fácil, que seria a expiação dolorosa, ninguém a conheceria no movimento espírita hoje, porque elas teria uma uma encarnação que só serviria para ela, para ela espiar, para depois uma outra encarnação vir a reparar. Ela transformou uma encarnação expiatória numa grande fonte de reparação. Isso acontece, acontece com almas resolutas. Espíritos exolutos podem passar por expiações e provas reparadoras ao mesmo tempo. A grande maioria, quando ainda falta a resolução, espia primeiro para depois eh eh numa outra oportunidade já com mais fôlego, com mais possibilidade de vir a reparar. Então, voltando aqui, o espírito, ele pede de uma forma consciente ou subconsciente, se ele não se torna consciente, ele permanece subconsciente. Como que esse pedido ele não tomou consciência de que ele
ão, voltando aqui, o espírito, ele pede de uma forma consciente ou subconsciente, se ele não se torna consciente, ele permanece subconsciente. Como que esse pedido ele não tomou consciência de que ele deve reparar, se arrepender, espiar e reparar dentro do da lei da reparação. Como que se como que acontece uma reencarnação compulsória? Hum. Hum. Mais ou menos. Funcionaria pela lei da atração. Não. Qual lei que que impulsiona os espíritos? Lei do progresso. Lei do progresso. Há intrinsecamente em nós o convite divino ao progresso. E o espírito que traz isso em si mesmo, lá no íntimo, às vezes ele não se dá conta, mas os benfeitores dão conta. sabem que tá acontecendo isso, um anseio, um movimento na direção do progresso. E aí ele é trazido à reencarnação, que não seria propriamente compulsória no sentido de que ele vai obrigado aquilo. Ele pede sem palavras a reparação. Deu para entender isso, gente? Quando é que um espírito pede, por exemplo, o exílio planetário? Vejamos, os espíritos que estão sendo exilados, eles estão indo voluntariamente, consciencialmente eles estão indo? Não, eles estão sendo levados eh de uma certa forma a alheia vontade deles. Não é contra a vontade, mas alheia. Mas lá no íntimo do espírito, no âmago, na essência dele, que que ele está pedindo? Punição. Ele está pedindo progresso. E se ele permanecer na terra, o que que acontece com esse espíritos? Se ele permanecer na terra, ele não progride. Por quê? Porque ele vai continuar num planeta de regeneração fazendo mal. Então veja, esse pedido é de que tipo? Consciente ou subconsciente?Cente. subconsciente. Subconsciente. Então, subconscientemente o espírito está pedindo reparação do débito passado dele. Ele ainda não está arrependido, mas ele já está pedindo reparação. as possibilidades de ao reencarnar num planeta que a natureza ainda tá hostil, que o processo de de evolução ainda é muito materializado, muito bruto, e a saudade dos amores que vão permanecer da terra pode auxiliar o espírito a se arrepender mais rápido ou
reza ainda tá hostil, que o processo de de evolução ainda é muito materializado, muito bruto, e a saudade dos amores que vão permanecer da terra pode auxiliar o espírito a se arrepender mais rápido ou não? Deu para entender como que funciona a lógica divina? Há punição no exílio. Então não. Como nunca há punição em nenhuma situação. O que há é o espírito pedindo reparação dos seus débitos, pedindo reparação de forma subconsciente ou consciente. Acontece de forma consciente naqueles que já estão arrependidos. Aí o arrependido, ele mesmo pede. Eu quero reparar, muita gente vai ser exilada dessa forma. A pessoa que não puder continuar aqui, mas arrependido dos erros praticados, vão pedir o exílio para poder reparar com mais facilidade do que permanecer num planeta que já vai estar numa outra condição diferente da deles, mas a grande parte está eh indo de forma subconsciente pela pela vontade não iriam pelo porque ainda não desenvolveram a vontade, não ainda não trabalharam à vontade para conectá-la com a lei divina. Ainda estão mais focados nos desejos. Os desejos são mais egóicos e menos de trabalho efetivo na direção do bem. Se o Romildo pergunta se esse é um anseio que o espírito tem de ser feliz, é um pedido para o progresso. Exatamente isso. Esse anseio pela felicidade é um anseio que eh vem de onde? Da nossa consciência. De onde? Na nossa consciência. Vamos lembrar da questão, da resposta da questão 115, da meta assinada na nossa consciência. Lembro daqui que no na questão 115 fala de uma meta assinada na consciência em que nós trazemos essa meta que é de conhecer a verdade para nos aproximarmos de Deus. Nesse conhecimento, nós vamos adquirir a pura e eterna felicidade. Então, passando pelas provas, nós vamos gradualmente na direção dessa meta. Quando o espírito ainda está preguiçoso em relação às leis e às virtudes, o que que vai acontecer com a meta? Desaparece ou ela permanece convidando o espírito? Ela permanece convidando o espírito por todo sempre. Cedo ou tarde, ele vai sentir o
lação às leis e às virtudes, o que que vai acontecer com a meta? Desaparece ou ela permanece convidando o espírito? Ela permanece convidando o espírito por todo sempre. Cedo ou tarde, ele vai sentir o anseio de conectar com essa meta que ele traz assinada na consciência. E aí que ele pede, de uma forma subconsciente ou consciente a reparação, tá? Começando pelo processo de arrependimento, expiação e reparação, ou, caso não seja possível, colocando num ambiente onde propicie o arrependimento para de posterior expiação e reparação. Então, o espírito vai ser colocado no meio propício. Aquele que está subconsciente, ele vai ser trazido para meio propício, seja na Terra, seja num outro planeta. para que ele possa apressar o processo do arrependimento para de posterior expiação e posterior reparação, porque ele ele anseia por isso lá no nível subconsciente e aí ele é colocado no meio propício. Vejamos que nós fizemos um aprofundamento bastante significativo nas falas de Kardec. que tem tudo a ver com as leis que nós estamos trabalhando em conjunto com outras leis, lei de liberdade, de responsabilidade, de causa efeito. É muito importante compreender as leis dentro desse mecanismo, as leis de forma global, para que conhecendo as leis de forma global, nós possamos aí com esse conhecimento nos libertar. É isso que ensina Jesus. Conhecereis a verdade, a verdade vos libertará. Então, se nós fizermos, fazemos esforços nessa direção, a verdade faz se tornando patrimônio da nossa vida vai nos libertando gradualmente. Vamos para a nossa avaliação reflexiva agora. Vamos fechar os olhos. Entre em contato com você mesmo em essência. buscando sentir o conteúdo estudado neste encontro. Que você entendeu do conteúdo que se aplique à sua vida? M. O conteúdo estudado mudou a forma como você entende as expiações. Caso positivo. Que mudança foi essa? Neste encontro, refletimos sobre o significado das expiações em nossas vidas, sobre o bom uso do livre arbítrio, para que possamos nos responsabilizar pela própria felicidade.
o. Que mudança foi essa? Neste encontro, refletimos sobre o significado das expiações em nossas vidas, sobre o bom uso do livre arbítrio, para que possamos nos responsabilizar pela própria felicidade. Como você se sente em relação às suas escolhas nas várias experiências desafio que tem que tem devido ao seu gênero de provas e expiações? Você as tem utilizado para a sua evolução? Como você sente a sua vida aplicando todo o conteúdo estudado? Você sente que ele pode melhorar a sua vida em sua busca de autotransformação e nas as suas atividades, na prática do bem? Sinta-se agora um espírito imortal que traz em si mesmo a determinação divina. de evoluir até a perfeição relativa pelo conhecimento pleno e cumprimento das leis divinas, pela prática das virtudes e pela busca da unidade com Deus. Mergulhe profundamente nessa verdade espiritual. Sinta, veja-se cumprindo as leis divinas e desenvolvendo todas as virtudes essenciais da vida ao longo do tempo, sentindo plenamente o objetivo pelo qual você está reencarnado. para que você conquiste a perfeição. Não.
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