O OUTRO EM MIM - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/07/2025 (há 8 meses) 46:35 1,367 visualizações

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Transcrição

Convido então a todos vocês paraa nossa prece de abertura tão necessária. Não é um ritual, apesar de o parecer, né? Mas é uma necessidade para que todos busquemos uma pacificação em nossas emoções, em nossos pensamentos. Procuremos concentrar-nos aqui e esqueçamos o que está do lado de fora, pois necessitamos dessa paz que seja provisória para absorvermos ideias novas ou antigas que nos trarão alguns atalhos nos caminhos que nós precisamos percorrer. Deus, nosso pai, criador do universo, pai de amor e bondade, Jesus, nosso mestre, guia e modelo da humanidade, que possamos uma vez mais obter neste que é um de muitos templos espalhados por este mundo, onde vossos filhos se reúnem para pensar em vós, sentir a todos vós e obter uma pacificação oriunda das bênçãos que vossa misericórdia e compaixão derramam permanentemente sobre nós, mas que geralmente apenas nesses templos é que conseguimos absorver esse vosso amor por aqui encontrarmos as condições necessárias para senti-los e ouvi-los com nossa consciência e nosso coração, a nos tornarmos suscetíveis a compreender-nos e a compreender os nossos semelhantes nesta jornada maravilhosa dessa escola da vida que o Espiritismo nos ensina assim a percebermos. oportunidade de crescimento em tantos atributos que possuímos, bastando aprender a enxergarmos cada dia e cada semelhante como uma lição diária dessa nossa escola. E aqui, uma vez mais, então, voltamos a um desses muitos educandários, onde o amor, a fé, a esperança e a coragem nos são reforçadas pelos vossos ensinos, amado Cristo, os ensinos de vossos emissários divinos, para que despertemos e caminhemos a andar de forma resoluta para a frente, para o alto. na estrada luminada que nos deixastes com teus ensinos e exemplos. Que a vossa paz seja conosco hoje e sempre. Assim seja. Com a palavra então nosso irmão Mário. Olá pessoal, boa noite. Quero desejar boa noite aqui para Ed Leusa lá do Rio de Janeiro, Joana Dark de Volta Redonda, Renan, Luís Gonzaga, muito obrigado Luiz Gonzaga,

palavra então nosso irmão Mário. Olá pessoal, boa noite. Quero desejar boa noite aqui para Ed Leusa lá do Rio de Janeiro, Joana Dark de Volta Redonda, Renan, Luís Gonzaga, muito obrigado Luiz Gonzaga, Marcos e Azira que nos assistem aí no canal do YouTube nessa noite de hoje, cujo tema se propõe a uma reflexão que vem lá na terceira parte do livro dos espíritos, na lei de sociedade. o outro e mim. como essas interferências, como essas inferências, como essa socialização nos atinge e vai nos moldurando. É um assunto bastante dinâmico e complexo que toda hora, pelo menos para mim, é um bom momento para a reflexão. É tanto aqui que nesses 5 minutos que nos precederam, tive uma aula aqui de Roberto sobre esse tema de socialização. E aqui, com toda deferência e respeito, vou fazer uma citação de um exemplo que ele me trouxe sobre essa questão da socialização, sobre essa questão do outro em mim, sobre essa questão do outro na gente. Certa vez, Roberto foi dar uma palestra sobre filosofia para a juventude. E é bom falar paraa juventude por causa do ímpeto da juventude e da certeza. da juventude, que o que o mundo não passa da ponta do nariz. E Roberto fez a seguinte dinâmica: vamos imaginar o número um. E todo mundo assim fez. E ali começou uma reflexão da sequência dos números até o número seis, por exemplo. E naquela dinâmica, cada um foi falando a sua percepção e foi trazido à mesa, foi trazida a conversa, o exemplo de um cubo, um dado que tem lá do um ao seis. O que é que isso significa? que a verdade ela é multifacetada. Enquanto eu vejo um na minha ótica sobre o mesmo fato, literalmente sobre o mesmo dado, Roberto pode ver seis e assim sucessivamente. o convite que o evangelho nos faz quando a gente vai efetivamente vivenciá-lo. E isso é outro fato que estávamos aqui conversando, que o evangelho é socialização. O evangelho é o desafio da convivência em qualquer dimensão que se pense. Quando a gente vai vivenciar o evangelho e nosso processo reencarnatório nas duas

conversando, que o evangelho é socialização. O evangelho é o desafio da convivência em qualquer dimensão que se pense. Quando a gente vai vivenciar o evangelho e nosso processo reencarnatório nas duas dimensões em que se pensa, tanto na reencarnada quanto na desencarnada, na perspectiva da influência espiritual em nossos comportamentos e atos. Nós temos uma perspectiva a respeito da ponderação, que a ponderação ensinada pelo livro dos espíritos, trazida lá pela lei de liberdade, ela se dá em três perspectivas que são escalonadas como se fossem camadas, escalonadas como se fossem em degraus. liberdade de pensar, liberdade de agir, liberdade de consciência. Quando a gente trabalha aí a questão do livre arbítrio, o que é que o espiritismo ensina no que diz respeito a essa questão do progresso espiritual que todos nós, todos nós temos o nosso tempo e o que nós podemos entender, que não necessariamente nós entendemos, não entendemos, é que o outro, assim como a gente, também tem o seu próprio tempo. E às vezes a gente tenta acelerá-lo da mesma forma de outro lado, o outro às vezes tenta nos acelerar, quer seja em um processo de ansiedade, quer seja em um processo de remorço, quer seja em um processo de tentativa de reconciliação, que o digam, por exemplo, os nossos arrependimentos. quando a gente magou alguém. E às vezes a pessoa pode ser um pouco mais rancorosa do que a gente e o coração pode ser um pouco mais empedrecido do que o nosso. E a gente faz de tudo, de tudo para tentar se reconciliar. E a gente não consegue, porque a reconciliação vai muito além do nosso arrependimento. Depende, por exemplo, a depender da ótica, da validação do outro. Quando a gente procura, procura, procura e diz: "Me desculpe, eu não estava no dia ruim. No fundo, no fundo, você sabe quem eu sou". E a pessoa às vezes magoada não quer nem saber da gente presencialmente e nem por WhatsApp, por telefone. Às vezes, por exemplo, nós ou bloqueamos ou somos bloqueados, como se isso resolvesse os problemas da

soa às vezes magoada não quer nem saber da gente presencialmente e nem por WhatsApp, por telefone. Às vezes, por exemplo, nós ou bloqueamos ou somos bloqueados, como se isso resolvesse os problemas da alma, como se isso cicatrizasse as dores do coração. Jesus, na maestria que lhe é peculiar, ele vem falar na perspectiva existencial do ser. E a perspectiva existencial do ser, ela pode ser compreendida em um alicerce tridimensional. Pensamentos, sentimentos e comportamentos, cada um com sua etapa. É o que a psicologia social, por exemplo, vem nos ensinar sobre o nosso processo dinâmico, que é a vida, das inferências que o outro tanto provoca na gente e que a gente muitas vezes nem sequer percebe. E o diga, por exemplo, uma pessoa que exerça uma liderança, porque quem exerce uma liderança provoca uma reflexão nos seus liderados a respeito de uma curva de crescimento, no sentido em que nós nos observamos enquanto seres limitados, mas vemos em um líder um caminho a seguir e não uma pessoa a ser igual e não uma pessoa a ser idêntica. Porque todos nós, todos nós somos criaturas individuais perante a obra de Deus. E o exercício da da liderança vem nos ensinando atalhos, vem nos ensinando caminhos, vem nos ensinando perspectivas de ponderações, de reflexões. O exercício de uma liderança em nosso coração, em nossas mentes nos causam, por exemplo, sentimentos como paciência. Não, o mundo não acaba hoje. E se acabar, se cai um meteoro agora, Deus queira que não, todo mundo vai sobreviver do lado de lá. E como é o lado de lá? Dizem as reuniões mediúnicas que é quase a mesma coisa do que o lado de cá. A diferença é que no lado de lá nós não temos as máscaras sociais que tanto controlam ou tentam controlar os nossos comportamentos. Porque no fundo, no fundo, já nos ensina Jesus que a boca fala do que o coração está cheio. Muito embora tentemos represar as nossas emoções, muito embora tentemos represar os nossos sentimentos, uma hora naturalmente eles virão à tona, porque nós somos seres

ala do que o coração está cheio. Muito embora tentemos represar as nossas emoções, muito embora tentemos represar os nossos sentimentos, uma hora naturalmente eles virão à tona, porque nós somos seres emocionais, que o digam as lágrimas que por muitas vezes a gente tenta controlar. a ponto, por exemplo, de trincar os dentes. E quando aquele rio de emoção eclode, nós choramos de soluçar. Nós choramos até não ter mais lágrimas, até ficar com dor de cabeça. Quem nunca ficou com o rosto inchado não sabe o que é bom, porque o choro é o grito da alma pedindo um socorro a Deus. O choro é o grito da alma pedindo a clemência do Cristo. E por falar em liderança, que estávamos falando em liderança, a melhor liderança que nós temos é Jesus. com toda a sua maestria que me tira o fôlego. Porque a liderança de Jesus nos mostra o caminho da humildade, o caminho da solidariedade, o caminho da fraternidade, o caminho da empatia é só coisa boa. Certa vez, em uma turma de estudo sistematizado da doutrina espírita em que nós estávamos tentando conceituar Deus, fizemos o seguinte exemplo. Vamos aqui dentro de uma dinâmica, tentar conceituar Deus. Deus é amor, Deus é perdão. Deus é compaixão, Deus é reconciliação. E os conceitos muito semelhantes, alguns idênticos. E uma reflexão para o espírito imortal, que todos nós somos espíritos imortais. Não existe, não existe construção linguística que descreva Deus. Deus é uma percepção neurossensorial que todos nós temos perante a jornada da vida na qual todos nós estamos caminhando. João Evangelista, por exemplo, escreve em uma das suas cartas que Deus é amor. E a gente verticaliza a reflexão trabalhando um pouco da filosofia espírita. Qual o conceito que nós temos de amor? A depender do contexto em que nós estejamos passando, amor pode ser uma coisa boa, mas amor pode ser uma coisa um sentimento ruim, de desilusão, por exemplo, de incompreensão, de mágoa. Mas o amor na proposta do Cristo é uma porta para o alvorecer. Imaginemos um dia nublado,

sa boa, mas amor pode ser uma coisa um sentimento ruim, de desilusão, por exemplo, de incompreensão, de mágoa. Mas o amor na proposta do Cristo é uma porta para o alvorecer. Imaginemos um dia nublado, contextualizando com os tempos de Brasília hoje, nublado de frio, bem frio, passa o dia e nesse exemplo hipotético, no amanhã pode surgir um sol brilhante. pode surgir um dia mais acolhedor. A proposta de João Evangelista, quando ele vem escrever que Deus é amor, é no sentido de acolhimento, é no sentido de Deus saber que nós somos somos falíveis. Deus saber que nós não somos infalíveis e nos delegar de confiança o anjo da guarda que é um espírito protetor, é uma babá espiritual que nos conhece, que sabe não quando, mas que nós vamos errar, mas mesmo assim insiste incansavelmente e nos ajudar. O nosso anjo da guarda, se ele pudesse não, porque ele fala conosco, ele emite vibrações, ele tem uma ascendência sobre a gente. O nosso anjo da guarda é mais um outro na gente. O meu anjo da guarda ou a minha anjo da guarda é mais um outro em mim. E a questão 495 de O livro dos Espíritos registra por uma comunicação de São Luís, salvo me engano, que o anjo da guarda ele fala o seguinte: "Não se preocupe em mecar. Não se preocupe se eu estou cansado, se eu estou ocupado, porque eu vou dar um jeito de lhe ajudar. Por quê? Porque para quem ama uma oportunidade basta. Ampliando o conceito de amor para quem ama. A pessoa procura uma oportunidade para ajudar. E nessa ideia de o outro na gente, nós temos que fazer uma ponderação em relação ao nosso processo de autoconhecimento e de autocuidado. Ou, em outras palavras, é lá o orai e vigiai que Jesus nos ensina no Evangelho de Marcos. Mas o orai e vigiai não deve ser visto como algo punitivo, como se tivesse uma câmera incansavelmente nos vigiando, como se tivesse um drone em cima das nossas cabeças. Não é bem assim como a gente chama lá no interior do Nordeste que a banda toca. Orai e vigiai significa sabermos que nós somos vulneráveis.

giando, como se tivesse um drone em cima das nossas cabeças. Não é bem assim como a gente chama lá no interior do Nordeste que a banda toca. Orai e vigiai significa sabermos que nós somos vulneráveis. Por outro lado, num processo de autoconhecimento, e ó como são coladinhos, em um processo de autoconhecimento, sabermos quais são as nossas vulnerabilidades para assim tentarmos, não que vá conseguirmos, aumentar o nosso campo de defesa, aumentar o nosso processo de fortale fortalecimento espiritual. E o que é que vem a ser um processo de fortalecimento espiritual? É o exercício de um sentimento inato que todos, todos nós temos. É um sentimento de fábrica que não tem defeito, chamado fé. Fé uma conexão que nós temos com Deus e não que nós podemos ter. Por quê? Kardec escreve no capítulo 2 do livro a Gênesis, já no finalzinho, um texto incrível que às vezes é esquecido pelo movimento espírita, salvo me engano, chamado a providência e que ele vem falar na providência divina. Como são os bastidores do mundo espiritual? Como são os bastidores de Deus sempre nos acessando. E às vezes somos nós que não percebemos. Quem falar isso é Jesus na parábola da ovelha perdida, lá naquela historinha de 99 contra um. O que é que Jesus vem dizer com a sua proposta reflexiva na parábola da ovelha perdida? Ele vem nos ensinar que ele nos procura incessantemente, sobretudo quando nós estamos perdidos. E Jesus sempre, sempre se faz disponível. Sempre. E quando a gente percebe o seu psiquismo, é como se ele dissesse mais ou menos assim: "Meu irmão, minha irmã, ainda bem que você chegou, porque eu já não vi a hora" no nosso processo de fé que Jesus nos convida diariamente. Ele só fala o seguinte: "Permanecei em mim, porque meu Pai não te abandonará". Estamos falando de uma passagem incrível, incrível do Evangelho de João, que é o texto da videira, lá no capítulo 15. No evangelho de João, para quem porventura ainda não saiba, tem um detalhe, tem até falar baixo, uma fofoca de bastidor. Porque no evangelho de João, Jesus se

é o texto da videira, lá no capítulo 15. No evangelho de João, para quem porventura ainda não saiba, tem um detalhe, tem até falar baixo, uma fofoca de bastidor. Porque no evangelho de João, Jesus se apresenta como primeira pessoa. Quando a gente vai estudar os evangelistas, cada um tem a sua característica. Porque todos nós somos individualidades. Todos nós temos a nossa própria maneira de nos comunicar. E no Evangelho de João, quando a gente vai estudar, tem um monte de passagem. Eu, eu, eu é como de, como se Jesus dissesse mais ou menos assim: "Pelo amor de Deus, acreditem em mim, porque eu sou o pão da vida. Porque eu sou a luz do mundo, porque eu sou o caminho, a verdade e a vida." Aí vem no Evangelho de João, no capítulo 15, porque eu sou a videira. A videira é uma planta que ela se ramifica em vários braços, em várias estratificações. E Jesus se apresenta como um centro nuclear que vai se espalhando. Ele vem dizer assim: "Eu sou a videira do reino dos céus. E tudo que eu peço é que vocês permaneçam em mim. Tudo que eu peço é que vocês estejam comigo, porque vocês ainda não conseguem entender as palavras de vida eterna que eu trago. Por isso que eu preciso me personificar. Se tem uma coisa, dizem as pessoas maduras, se tem uma coisa que a maturidade traz é ponderação. Dizem as pessoas maduras que se tem uma coisa que a maturidade traz é empatia e principalmente paciência. consigo e paciência com o outro. Porque todos nós estamos construindo uma história, não é nem secular, é milenar. E essa perspectiva em relação do outro na gente, no nosso processo de socialização, nós temos uma oportunidade de escolher o que o outro nos apresenta. Se o outro nos traz um comportamento afável, excelente, que possamos consolar e adaptando a linguagem para esse tempo de hoje, esquentar os nossos corações. Se o outro nos traz uma mensagem de inconformismo, tentemos nos acalmar. Se o outro nos é agressivo, pensemos nos nossos processos de desequilíbrio, porque ao final e ao cabo,

ntar os nossos corações. Se o outro nos traz uma mensagem de inconformismo, tentemos nos acalmar. Se o outro nos é agressivo, pensemos nos nossos processos de desequilíbrio, porque ao final e ao cabo, nós somos uma única família que é a família espiritual. Temos a perspectiva da família sanguínea pela lei de amor, que é consequência da lei de progresso. Nós temos hoje as famílias substitutivas, que são as famílias adotivas, e nós temos a família espiritual. No nosso processo de socialização, a gente projeta muito, muito as nossas expectativas no outro, o que é um processo natural, porque nós fomos criados, por incrível que pareça, para sermos felizes. E quando a gente vai se envolvendo, quando a gente vai se socializando, a gente tem uma perspectiva, por exemplo, de fazermos escolhas. Mas, por outro lado, às vezes a gente não faz escolhas. É quando chegam, por exemplo, as paixões avaçaladoras que nos arrancam suspiros. Antigamente, na década de 90, e me desculpem o gosto musical, tinha um conjunto musical chamado Cheiro de Amor, que tem uma música que ficou muito gravada para mim, Pureza da Paixão, que eu cantava muito com a minha avó essa música. Certamente que eu não vou cantar, mas eu vou ler aqui a letra só pra gente ter a dimensão do outro na gente. Meu bem, você chegou, me tirou da solidão, acabou minha tristeza numa forte sedução. Se hoje estou feliz, agradeço a você. Esse amor é verdadeiro e me faz sentir prazer. Eu te dou o meu carinho com a pureza da paixão. Te desejo eternamente dentro do meu coração. Nossas vidas se completam como a língua e o sol. Eu adoro amar você. Não há nada melhor. Você já sabe que eu sou o seu amor. Vou te abraçar, me aquecer no teu calor. Aquilo é a historinha lá da Disney. É a historinha legal. do outro na gente, num processo de amor, num processo de enamoramento, num processo, como a juventude chama hoje, de met. Mas nós temos outras perspectivas também, como respeitar o outro. E aí tem outro conjunto musical chamado paralas do

r, num processo de enamoramento, num processo, como a juventude chama hoje, de met. Mas nós temos outras perspectivas também, como respeitar o outro. E aí tem outro conjunto musical chamado paralas do sucesso. Saber amar é deixar saber alguém te amar. nos nossos processos de socialização. É muito sério isso. É natural que nós cedamos, é natural que nós façamos um juízo de razoabilidade, de proporcionalidade. Aqui eu posso ceder, aqui eu posso ser flexível, mas não esqueçamos quem nós somos, porque todos nós temos um pensamento nuclear. É a nossa individualidade, é a nossa autenticidade. O outro em mim tem uma ascendência até onde eu queira que ele tenha. O outro em mim tem uma ascendência até onde eu queira aprender. E se tem algo, se tem algo que eu aprendo com espiritismo todo dia, eu tava falando aqui com Roberto, é a capacidade de conviver com a adversidade. Eu tenho a capacidade, eu ainda não consigo conviver. Porque o processo de evolução espiritual demanda tempo. E na lei de sociedade, o espiritismo nos ensina que nós devemos procurar, não que vai encontrarmos o psiquismo do outro. E para finalizar, falando em psiquismo do outro, vou contar aqui, terminar com a fofoca de Jesus. Antes, porém, deixa eu ver se tem alguma dúvida aqui no canal do YouTube. Se tiver pelo tempo vai ficar para depois. Boa noite, Alzira. Emanuele, muito obrigado, Rubens. Obrigado, Rubens. Eliane, Getúlio, Reinaldo, Cláudia de Oraci, Caroline e Mororó. Há quanto tempo. A historinha de Jesus é uma das suas curas. Tá lá no Evangelho de Mateus. São duas curas na mesma passagem. Tem a cura da filha do Jairo e tem a cura da mulher que tava com hemorragia. Jesus estava saindo para pregar e como sempre a multidão acompanhava. O acompanhava. Muito não acompanha Jesus até hoje. E um monte de gente se batendo nos cotovelos, uma pessoa em desespero puxou assim, tô adaptando exemplo, tá? Puxou assim a sandália do Cristo. Jesus parou, alguém me tocou. E os discípulos de Jesus, realmente aqui tá lotado, alguém deve ter te tocado.

essoa em desespero puxou assim, tô adaptando exemplo, tá? Puxou assim a sandália do Cristo. Jesus parou, alguém me tocou. E os discípulos de Jesus, realmente aqui tá lotado, alguém deve ter te tocado. Não, alguém me tocou. Eu senti o psiquiso dessa pessoa que me tocou para todo mundo. Aí chega a mulher. Faz 9 anos que eu tô doente. 9 anos que eu tô doente. Gastei tudo que eu tinha. adaptando o exemplo, mudei até de plano de saúde, mudei de médico, fiz um tratamento espiritual na comunhão e não deu certo. Aí Jesus olha, começa ali a estabelecer um diálogo e toca a mulher. E a mulher se sente renovada em seu psiquismo, renovada em seu psiquismo e fica sem entender aquele sopro de bom ânimo. Porque quando Jesus nos acessa, nós temos um sopro de bom ânimo. E a mulher atônita, aí Jesus olha e diz: "Mulher, vai que a tua fé te curou. Segue a cena. Uma pessoa chamada Jairo. Procura o Cristo, chefe de sinagoga. Jesus, minha filha tá doente, tá dada praticamente como morta. Sério? Sério. Me leva lá na tua casa. Aí virou pros apóstolos, ó. Só vai dois e Jairo. Vamos lá. Chega, vê a filha lá naquele estádio e é mais uma cura do Cristo. E o tempo não me permite aprofundar nas curas de Jesus. Mas essa questão da cura da filha de Jair, eu quero fazer um registro aqui, sobretudo para quem seja mãe, passando por um processo com um filho, eventualmente em alcolatria, em drogadição, um filho que a mãe tenta ter um controle educativo a todo custo e não consegue. Porque na história da cura da filha de Jairo tem quatro personagens. Um é anônimo, tem Jesus, tem a filha, tem o pai que é Jairo e tem a mãe que não é falada. E por que uma deferência às mães? Porque os choros das mães são silenciosos. Os choros das mães normalmente são no banheiro, tomando banho, fazendo comida de madrugada enquanto tenta dormir. Mas se tem algo que as obras de André Luiz ensinam, é que o pedido de uma mãe é tratado com urgência no plano espiritual. Tem uma frase de Chico que diz: "A prece uma mãe arrumba as portas. do céu.

r. Mas se tem algo que as obras de André Luiz ensinam, é que o pedido de uma mãe é tratado com urgência no plano espiritual. Tem uma frase de Chico que diz: "A prece uma mãe arrumba as portas. do céu. O outro em mim, o outro em você, Roberto, o outro na gente, sempre vai ter na perspectiva reencarnatória e desencarnada. Cabe a gente nos nossos processos de convivência puxarmos o evangelho para dentro. Porque a luz, quando Jesus fala, brilha a vossa luz, é de dentro para fora. Fiquemos em paz. Minhas irmãs, meus irmãos, neste encerramento com a prece a Deus e a Jesus, a ti, amado Pai, amado Mestre, neste final dessas reflexões, nos lembramos da nossa oração inicial em que dissemos que viemos neste templo buscar a paz e até a felicidade nos instantes que aqui comungamos convosco. Nas reflexões de hoje passadas a nós encarnados e desencarnados, nosso irmão destacou que a paz, a pacificação e até a felicidade não são um local, mas uma construção que devemos ter em nós mesmos. E nessa construção devemos refletir sobre tudo aquilo que abala a nossa paz, a nossa felicidade e normalmente está no outro, no nosso próximo. esses desafios existenciais que nos desequilibram, porque ainda não temos ferramentas necessárias para lidar com a adversidade. Mas o Senhor amado Cristo nos ensinou dentre muitas coisas que devemos fazer ao próximo o que gostaríamos que nos fizessem. O próximo então passa a ser o nosso professor das lições que ainda não aprendemos, que devemos buscar naquela compreensão da verdade que aqui nos foi dita para constatarmos o que nos falta, o que nos falta descobrir, o que nos falta enxergar, o como enxergar, o como refletir, a compreensão E mais ainda a aceitação do outro. Que difícil. Pois é nele que estamos aprendendo que está a nossa paz, que temos de aprender a não nos desequilibrarmos tanto, amando mais. A diferença, grandes desafios para nós, espíritos em evolução, mas que nesse atual momento de despertamento que devemos andar, caminhar nessa estrada do vosso evangelho,

ilibrarmos tanto, amando mais. A diferença, grandes desafios para nós, espíritos em evolução, mas que nesse atual momento de despertamento que devemos andar, caminhar nessa estrada do vosso evangelho, iluminada pelos conhecimentos do Espiritismo, promessa feita por vós do Consolador que chegaria. que aprendamos a nos consolar e mais ainda a consolar nossos semelhantes. O outro tão importante, nosso irmão, nosso parente espiritual, como nos foi lembrado aqui hoje. Pois somos da mesma família, de laços mais fortes que o do sangue, mas os laços do espírito que estamos construindo por uma fraternidade, uma amorosidade ensinada e exemplificada pelo nosso mestre, guia e modelo da humanidade, Jesus, que agora com essa paz como nosso irmão lembrou, como se estivéssemos sendo tocado pelo seu dedo e nosso espírito daqui saísse mais pacificado, a nossa mente menos turbilionada pelas ideias e emoções com que aqui chegamos, possamos encontrar um novo campo e que estendamos a duração desse encontro o mais que pudermos. para novamente continuarmos construir a nossa paz e a nossa felicidade. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores

anquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

hos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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