O mandamento maior, com Marta Antunes | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. O mandamento maior. Fazermos aos outros o que queiramos que os outros nos façam. Parábola dos Credores e dos Devedores. ESE, Cap. 11, itens 1 a 4. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
ar por eles e pedir a Jesus que os abençoe em seus lares, em suas casas. Nós vamos dar início então à nossa reunião fazendo a nossa prece, elevando os nossos pensamentos, a espiritualidade maior, buscando querido amigo Jesus. E suplicando, Senhor, neste momento que aqui nos reunimos, que as tuas bênçãos possam se derramar sobre todos nós que estamos aqui presentes, nos envolvendo, nos fortalecendo em nossas necessidades, amparando-nos, Senhor, em todas as os problemas, as dificuldades que temos. Pedimos ainda, Senhor, que essas vibrações amorosas que sabemos teus emissários nos trazem neste momento sejam também levadas aos lares dos amigos que nos vem, nos ouvem à distância, que eles possam ser envolvidos também nessas bênçãos do teu coração generoso. a paz, a harmonia possa envolver os seus lares, os seus familiares, abençoando-os. Pedimos ainda, Senhor Jesus, pelo nosso trabalho da tarde de hoje. Pedimos bênçãos, inspiração para os nossos companheiros que estão responsáveis pelo estudo do tema de hoje. E que todos nós possamos nos fortalecer, nos envolver nessas bênçãos de paz, de harmonia que Jesus nos envia através dos mentores espirituais desta casa. Obrigado, Senhor. Que a tua paz permaneça sempre conosco, Jesus, hoje e sempre. Bem, nós vamos então passar a palavra ao que vai fazer a leitura e os comentários da página inicial da nossa reunião. >> Boa tarde a todos. Do livro Fonte Viva pelo espírito Emanuel, psicografia Chico Xavier. Eh, lição 177. Riqueza para o céu. Ajuntai tesouros no céu. Jesus. Mateus, capítulo 6 versículo 20. Quem se aflige indebitamente ao ver o triunfo e a prosperidade de muitos homens impiedosos e egoístas, no fundo dá mostras de inveja, revolta, ambição e desesperança. É preciso que assim não seja. Afinal, quem pode dizer que retém as vantagens da terra com devido merecimento? Se observamos homens e mulheres despojados de qualquer escrúpulo moral, detendo valores transitórios do mundo, tenhamos ao revés pena deles. A palavra do Cristo é clara e
terra com devido merecimento? Se observamos homens e mulheres despojados de qualquer escrúpulo moral, detendo valores transitórios do mundo, tenhamos ao revés pena deles. A palavra do Cristo é clara e insofismável. Ajuntai tesouros no céu, disse-nos o Senhor. Isso quer dizer, acumulemos valores íntimos para comungar a glória eterna. Efêmera será sempre a galeria da evidência carnal. Beleza física, poder temporário, propriedade passageira e fortuna amoedada pode ser podem ser simples atributo da máscara humana que o tempo transforma em infatigável. Amealhemos bondade e cultura, compreensão e simpatia. Sem o tesouro da educação pessoal, é inútil a nossa penetração nos céus, porquanto estaríamos órfãos de sintonia para corresponder aos apelos da vida superior. na virtude e incorporemos a verdadeira sabedoria, porque amanhã serás visitado pela mão niveladora da morte, e possuirás tão somente as qualidades nobres e ou avultantes que houvera instalado em ti mesmo. uma passagem de mano, né, com tamanha riqueza de informações. Primeiro chama a atenção daqueles que a que recolhem a riqueza do mundo de forma sórdida e moral. E também a nós mesmos, que muitas vezes invejamos essas pessoas. E ele é bem claro aqui, na verdade, no fundo, mostra o quanto somos invejosos, quanto temos de ambição e também a desesperança. Mas o Cristo nos traz a ideia do tesouro, da riqueza verdadeira que precisamos para o céu. Como diz aqui, a bondade, a cultura, a compreensão, a simpatia. Aí se junta tudo, a caridade, né, a benevolência, a indulgência. São os tesouros que nós temos que amealhar aqui na terra. Evidentemente, a doutrina não é contra o dinheiro, não é contra a riqueza. A doutrina, os espíritos nos alerta apenas para que nós façamos bom uso do dinheiro que tenhamos, da riqueza que tenhamos, para que possamos levar progresso, fazer caridade para com as pessoas que estão em nossa volta. Nós nos preocupamos muito quando estamos reencarnados apenas, muitas vezes, para o crescimento horizontal,
ra que possamos levar progresso, fazer caridade para com as pessoas que estão em nossa volta. Nós nos preocupamos muito quando estamos reencarnados apenas, muitas vezes, para o crescimento horizontal, apenas para o crescimento material, e esqueçamos de fazer aquela busca vertical, a busca para o alto. Esta é a verdadeira riqueza que devemos buscar. É evidente que passamos por experiência aqui na terra da pobreza. da riqueza, da eh eh muitas vezes remediados e são experiências. E a vida física representa, você pode viver até 100 anos, representa apenas um minuto na nossa jornada espiritual. Nós não podemos esquecer que somos espíritos eternos e estamos na matéria e não ao contrário. Muitas vezes nos esquecemos, ficamos amealhando tesouros aqui na terra como se a morte jamais fosse nos alcançar. Nós podemos viver até mais de 100 anos, mas é certo que um dia a morte vai nos colher. E aí teremos que apresentar quais as riquezas que nós conquistamos durante o tempo que estivemos na Terra. São essas riquezas trazidas pelos espíritos superiores que vai nos abrir as portas do céu ou as riquezas que vão nos escravizar na matéria? Somos espíritos já de muitas jornadas. Somos espíritos milenares. Milenares. E esta é mais uma de tantas encarnações que já tivemos. E hoje nós temos a bênção de ter a doutrina espírita aquilo que nos oriente, que não há que nos abre os olhos para as verdadeiras conquistas. A pergunta que façamos para nós mesmos. Vamos falhar novamente? Vamos deixar de passar essa oportunidade de ouro que a doutrina nos apresenta? De repente, 500 anos atrás, nós não tínhamos essas orientações fantásticas que temos hoje através da doutrina espírita. Hoje não podemos mais alegar ignorância. Então, cabe a cada um buscar aquilo que realmente precisa para atingir os planos mais altos. Esse é o nosso objetivo, o único objetivo, crescer espiritualmente. Graças a Deus. Obrigada, Esimar. Então, nós vamos agora passar a palavra a Marta, que vai então desenvolver o tema, o assunto da tarde de hoje, que
objetivo, o único objetivo, crescer espiritualmente. Graças a Deus. Obrigada, Esimar. Então, nós vamos agora passar a palavra a Marta, que vai então desenvolver o tema, o assunto da tarde de hoje, que é muito bom. Boa tarde a todos vocês, irmãos e irmãs, que aqui se encontram e os que também estão online, né, à distância. via internet, como a presada Ed avisou, informou, o tema de hoje é um tema eh todos os temas que nós estudamos no evangelho são bons, mas hoje, o de hoje que nós estamos iniciando o capítulo 11º do Evangelho Segundo Espiritismo, ele é especial. Então, nós temos aqui nesse novo capítulo que nós estamos começando hoje, um assuntos muito importantes e e o nome do o título do do capítulo Kardec Amar o Próximo como a si mesmo. E para o nosso estudo de hoje, nós temos quatro itens, quatro itens pequenos, eh, que tem como subtítulo o mandamento maior, fazermos aos outros o que gostaríamos que os outros nos fizessem e a parábola dos que dos credores e dos devedores. Então são esses assuntos que nos mereceu e eu acredito que merece a todos nós muitas reflexões sobre como nós temos conduzido a nossa existência, como nós temos agido. É uma, são assuntos que eu fiz até um roteirinho. Eu sempre faço que eu não posso confiar mais tanto na memória. e para não perder o fio da meada, mas a gente pode ver que nesses quatro itens eles estão divididos em duas partes, né? Nós vamos fazer uma análise, uma pequena interpretação da primeira parte e da segunda parte. Então, nessa primeira parte, eh, Kardec faz três citações do Evangelho. Uma que está em Mateus, no capítulo 22, versículos 34 e 35, que nós vamos ler. Aliás, desculpa, versículo 34 a 40, não é 35 a 40. Nós vamos ler e comentar. Ele faz também uma referência de um versículo de Mateus no capítulo 7, no final do sermão da montanha e faz uma citação de Lucas que é semelhante a essa última de Mateus que é no Lucas capítulo 6 versículo 31. Então essa é a primeira parte, a parte do evangelho que eles colocam, em que Kardec a gente entendeu
a citação de Lucas que é semelhante a essa última de Mateus que é no Lucas capítulo 6 versículo 31. Então essa é a primeira parte, a parte do evangelho que eles colocam, em que Kardec a gente entendeu realmente o que que ele queria fazer aquilo. Ele queria fornecer as bases para que depois nós continuássemos estudar os assuntos que viriam, que se seguem no capítulo 11 do Evangelho Segundo Espiritismo. E na segunda parte do estudo, é, nós vamos nos deter nessa informação de Mateus, capítulo 18, versículo 23 a 35, que é a parte que ele mais analisa, que ele mais faz reflexões. Então, vamos começar. Ele aqui em Mateus, no capítulo 22, 34 a 40. diz o seguinte, Kardecolo essa informação. Nós temos que lembrar que conforme a tradução da dos dos textos neotestamentários ou do Antigo Testamento, às vezes tem uma modificação de uma palavra, de uma frase, mas o sentido é o mesmo. Essa tradução de Kardec FEB foi do chamado mestre Sassi. que era o francês, que quem traduzia as obras do Novo Testamento no na época de Kardec. Então, a gente mantém até hoje porque são atuais. Então, em Mateus, no capítulo 22, versículo 34 a 40, quase no final do livro de Mateus, Mateus tem 28 capítulos, tá escrito o seguinte: "Os fariseus, tendo sabido que ele fechar a boca dos saduceus, reuniram-se e um deles, que era Dr. da lei propôs-lhe esta questão para o tentar. Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Jesus respondeu: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito? Este é o maior e o primeiro mandamento. E aqui tendes o segundo semelhante a esse. Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos. Eh, e em seguida, eh, Kardec cita Mateus 7:12, "Fazei aos homens o que gostaria que eles vos fizessem, pois é nisso que consiste a lei os profetas". E semelhantemente encontrado em Lucas, Lucas 6:31, "Tratai todos os homens como gostariam que eles vos trataram". Então, nós temos aqui a seguinte
zessem, pois é nisso que consiste a lei os profetas". E semelhantemente encontrado em Lucas, Lucas 6:31, "Tratai todos os homens como gostariam que eles vos trataram". Então, nós temos aqui a seguinte situação. Vamos ver se a gente entra no contexto, né? Os fariseus, né? Eh, estavam junto com Jesus para o tentar. Fez uma pergunta que eh que fecharam os saduceus, fecharam a boca dos saduceus e fizeram uma pergunta para tentar Jesus. Bom, quando a gente fala fariseus, saduceus, na época contemporânea, nos tempos atuais, a gente fala assim: "Quem era esse?" Ainda existe algumas algumas dessas classes sacerdotais lá em na religião judaica, mas praticamente não existe. Hoje é mais homogênea, sacerdotes de uma maneira geral do judaísmo. Mas a época do Cristo havia muitas classes sociais, como nós tivemos também ainda temos na Igreja Católica, em jesuíta, atualmente o papa é de formação ou o papa anterior é de formação jesuítica, então temos a ordem de dos dominicanos, do dos menores, né, que era do dos fradios franciscanos. Então, eram ordens que eram classes, mas o que que acontece? que entre eles, apesarem de conhecer todas a a as tradições da religião judaica, de serem judeus, religiosos judeus, havia uma disputa muito grande entre essas classes. Os saduceus, os fariseus, melhor dizendo, eram considerados os mais cultos, os mais preparados, como os jesuítas são paraa Igreja Católica, considerados mais estudiosos, né? Os saduceus, eles eram bons também e se destacavam, mas não tanto quanto os fariseus, por exemplo, Paulo de Tarso, Gamaliel, eles eram fariseus. eram muito preparados e além do mais havia uma diferença que não era só de cultura, de conhecimento, de prática da religião deles. Havia também algumas diferenças, tem várias, mas a gente vai citar apenas uma, porque não é esse o objetivo, o o objetivo do nosso estudo. Os fariseus acreditavam na ressurreição, que o espírito depois que morreu havia ressurreição, que nós hoje ch a ressurreição para nós é o espírito
não é esse o objetivo, o o objetivo do nosso estudo. Os fariseus acreditavam na ressurreição, que o espírito depois que morreu havia ressurreição, que nós hoje ch a ressurreição para nós é o espírito permanecer imortável na sua individualidade no plano espiritual. Mas eles, mesmo entre eles, os fariseus que era tão preparado, havia uma confusão de ideia. Eles confundiam a reencarnação com ressurreição. Ressurreição depois que morreu, aparece o espírito com Jesus, aconteceu com Jesus, é o mais conhecido. Reencarnação é voltar o corpo físico. Então havia essa disputa. Os saduceus não aceitava em hipótese alguma a questão da ressurreição. Então havia disputo e tinha outras ordens menores. E além de tudo havia na religião os chamados anciãos, era formava um sinédrio sem falar na figura onipresente que era que dava a palavra final, que batia o martelo chamado o sumo sacerdote. Então a situação no contexto é esse. Procura Jesus porque os fariseus fecharam a boca dos saduce numa questão lá. Então eles perguntam a Jesus para o tentar qual é o maior mandamento da lei? Tudo é importante na lei de Deus, mas qual maior? Qual que é mais importante? Qual é o mandamento mais importante? E vejam como é que a resposta de Jesus foi tão sábia como tudo que ele falava, que ele ensinava. Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, toda o seu ser, todo o seu espírito. Esse é o maior e o primeiro. E um outro que é semelhante e ao próximo como a ti mesmo. Até então, até o momento, ninguém tinha falado desse segundo mandamento de amar ao próximo como a si mesmo. Jesus apresenta isso e eu imagino e fechou. Aí ele que calou a boca deles que eu estava tentando, porque merece uma reflexão. E nós vamos ver aqui que quando Jesus anuncia esse maior mandamento, amar a Deus e amar ao próximo, ele está fazendo também uma coisa que de imediato a gente não percebe. Só quando a gente começa a estudar um pouquinho mais, que a gente vai vendo as pistas, é que ele naquele momento quando ele
ximo, ele está fazendo também uma coisa que de imediato a gente não percebe. Só quando a gente começa a estudar um pouquinho mais, que a gente vai vendo as pistas, é que ele naquele momento quando ele anunciou esses dois mandamentos que ele colocou como os dois como um só mandamento maior, respondendo a pergunta, ele faz uma síntese do decálogo dos 10 mandamentos ensinados por Moisés. Então aqueles 10 mandamentos ensinados por Moisés, não estão errado, não tão certo, mas só que o Cristo pegou e fez um resumo, uma síntese, sintetizou aqueles 10 em dois, que é esses dois que é considerado um mandamento maior. Então isso é uma coisa muito importante, porque se nós amamos a Deus, se nós amamos o próximo, a gente não mata, a gente não persegue, a gente não não faz, não comete nada de errado, não faz nada de errado. Eh, isso é importante também que vale a pena destacar por que amar o próximo é tão necessário. Eu não diria tão importante que importante a gente sabe que é, mas por que que é necessário? Uma coisa ser importante que se destaque, outra coisa é necessária. Necessário da nossa sobrevivência espiritual, não é sobrevivência do corpo físico, da nossa sobrevivência evolutiva. Nós só evoluímos de fato, como o querido amigo falou, saímos da horizontalidade, caminhamos na verticalidade em direção ao a dentro. Quando nós começamos compreender essa questão de relação com o próximo, e o Cristo não fala apenas numa relação boa de amizade ou superficial, que pode ser bem superficial, às vezes tá ali mais pelas aparências, aquela gentileza, aquela conversa é mais pela aparência. Ele fala de amar ao próximo. E qual é a referência que ele dá? como a si mesmo, porque realmente não existe ninguém que a gente ama mais do que a nós mesmos. Nós queremos fazer tudo para nós. Nós queremos preservar de tudo. Tudo que for possível de evitar, de ruim, de desagradável para nós, nós evitamos. Isso é outra questão eh relacionada ao processo evolutivo, evolutivo inclusive biológico das espécies. Ela as espécies elas
que for possível de evitar, de ruim, de desagradável para nós, nós evitamos. Isso é outra questão eh relacionada ao processo evolutivo, evolutivo inclusive biológico das espécies. Ela as espécies elas sobrevivem porque elas estão focadas nela, nas suas necessidades de não só de alimentação, de convivência e de gregarismo, de mas também de tudo. Mas a partir do momento que a gente tem esse referência, olha como é que esse ensinamento do Cristo abre uma comporta de ensinamentos que a gente nessa simples frase. Então, mas por que que é necessário? A pergunta mais ao próximo como a si mesmo, eh, aqui nos fal os espíritos, é a prática da verdadeira, da legítima caridade. Aí a gente que caridade, muitas vezes nós confundimos a prática da caridade com a filantropia. é necessário, sobretudo no país que nós vivemos, é necessária a filantropia, é necessário a gente dar uma casalha a quem tem frio, a comida quem tem fome, a amparar os que estão numa situação material ou até espiritual, ou é, ou espiritual, eh, numa situação mais difícil, isso é necessário. Mas às vezes a gente dá o que é o excesso, o que não nos falta. Eu vou dar uma roupa usada porque eu não preciso mais dela, que eu vou comprar uma nova. E por aí vai. São vários os exemplos. Mas quando se fala em prática da de caridade, a coisa muda de figura. Muda de figura, porque a prática da caridade exige perdão das ofensas. No mínimo, no mínimo, no mínimo, exige nós uma uma relação de empatia de se colocar no lugar do outro. Nem que seja uma coisinha pequena, mas nós temos que exercitar. A gente quando vê uma pessoa nos agredindo ou que fala um palavrão ou que ofende ou que comete até coisas mais graves, a gente teve que tomar uma postura, não é, de aprovar ou de criticar aqueles Mas por que que aquela pessoa está agredindo? Por que que aquela pessoa está agindo de uma maneira tão violenta? Não é que a gente vai dizer que é certo ou errado, porque todos os nossos atos eles têm causa e efeito. Semeadura é livre, mas a colheita é
e que aquela pessoa está agindo de uma maneira tão violenta? Não é que a gente vai dizer que é certo ou errado, porque todos os nossos atos eles têm causa e efeito. Semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Isso é do indivíduo, é da pessoa, nós com Deus. Mas diante e nós estamos vivendo um mundo assim muito violento, o que que tá acontecendo? O aí a gente começa a fazer essa pergunta. Se eu tô achando que essa pessoa, se eu tô criticando mentalmente ou verbalmente ou por gesto, essa pessoa que tá sendo violenta, que por palavras, por gestos, o que que eu posso fazer para melhorar essa situação ou para não ficar numa situação semelhante? Aí inicia com esse processo de empatia, de ficar no lugar do outro, começa, inicia-se o processo da prática da caridade. Porque eu eu acredito que todos nós já tivemos oportunidade de conhecer pessoas, inclusive no meio familiar, no ambiente familiar, de pessoas que falavam de uma maneira assim desprezando ou ofensiva, mas era como se tivesse assim uma maneira dela se defender, dela se mostra, não se submeter. Quer dizer, na verdade ela estava revelando uma fragilidade da personalidade, uma desarmonia que ela trazia no inío. Essas coisas não são difíceis da gente, não são fáceis de lidar no dia a dia, mas nós nós aprendemos. Nós vamos devagarzinho, uma hora aqui, um pouquinho ali, a gente vai aprendendo, a gente vai adquirindo aprendizado. Então, eh, um, essa é a primeira coisa que nos chama atenção, porque a prática da caridade em qualquer nível, ela, como nos fala Kardec, ele mesmo fala no item quatro, resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar um guia mais seguro. Então aí Kardec fala, resume os deveres para com o próximo. Aí ele fala dever. Olha gente, nós temos muit obrigações, muitos deveres uns para com o outro. Se a gente for analisar a nossa vida, nós temos deveres familiares de pai, de mãe, de filhos, de genitores. Temos deveres, são obrigações, aquilo que a gente não pode deixar de
s uns para com o outro. Se a gente for analisar a nossa vida, nós temos deveres familiares de pai, de mãe, de filhos, de genitores. Temos deveres, são obrigações, aquilo que a gente não pode deixar de cumprir. Nós temos deveres profissionais no exercício de uma profissão. Nós temos deveres na sociedade de como agir na sociedade, como nos guiar. Até nós vamos no shopping, como que nós vamos guiar, nos como é que nós vamos nos manifestar em público, nas vias, nas ruas, numa casa espírita, em outro. Então, num clube, numa reunião social, numa festa, temos deveres. Deveres são aquilo que que nós temos obrigação de realizar. Alguns desses deveres tempam na lei e a lei estabeleceu esse assim para que a sociedade se tornasse melhor. Por exemplo, no no século XIX, início do século passado, no século XX, mais ou menos, era muito comum o duelo. a pessoa ficava com raiva da outra, marcava um, matava o outro, acabou, mas acabou com as legislações. Então, mesmo que as pessoas façam, cometam crimes e tem muitas outras coisas que a legislação modificou para que a sociedade se tornasse mais, vamos dizer assim, responsável. Então, os deveres são as nossas obrigações. Então, se nós, por exemplo, adquirimos, resolvemos, optamos pelo casamento e temos filhos, nós temos obrigações. Isso independe amarmos ou não amarmos. Veja a coisa, quando a gente ama é a mais, é uma algo a mais, é complemento, é suplemento, é a nutrição. Mas se nós não conseguimos amar como dever, nós temos que cumprir os nossos deveres como cidadão e com pessoas que estão aqui. Então é, você veja como é que o assunto puxa a outros que nós eh vamos refletindo por muita reflexão. Então Kardec também fala lá no item 4 do capítulo 11, com esse direito, com que direito, nós dizemos, com que direito exigiríamos dos nossos semelhante melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento do que é que temos para com eles. Então, se nós somos agressivos, se nós somos pessoas que temos raiva, que não perdoamos, que
lhante melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento do que é que temos para com eles. Então, se nós somos agressivos, se nós somos pessoas que temos raiva, que não perdoamos, que somos egoísta, como é que não vai querer que o próximo, que o outro, mesmo que seja o próximo mais próximo, aja da mesma forma com a gente. Se a gente tá sempre apontando dedo, tá sempre criticando, como é que nós vamos querer que os outros não nos critiquem? É uma pergunta que Kardec faz para nós. Então, realmente a gente começa a pensar e a refletir que como que essa resposta de Jesus é sábia e serve para qualquer época, mesmo quando estejamos numa posição muito evoluída, o planeta, a humanidade terrestre estiver numa posição muito evoluída, amar ao próximo como a si mesmo. Então é uma, é algo que realmente precisamos, necessitamos até por uma questão de sobrevivência moral, espiritual. Aí Jesus nos traz uma outra questão com essa resposta. amar ao próximo a si mesmo. Ele nos mostra, eles nos revela que o próximo passa a ser então o instrumento da nossa evolução. medida que nós desenvolvemos essa habilidade, esse trato, esse trato amoroso, esse trato de gentileza, mas gentileza verdadeira, não falsa, não aparentes, com o próximo, à medida que vão fazer, nós vamos, por nossa vez, evoluindo, vão melhorando. Então, é por isso que a prática da caridade ela implica todas as questões, porque na prática da caridade é uma caridade que a gente envolve os outros. Às vezes a gente não tem condições de fazer muito pelas pessoas. O máximo que a gente consegue fazer às vezes ou um pouquinho mais são os nossos deveres, as nossas obrigações. Mas a gente pode envolver o outro com a prece. A gente pode enviar uma mensagem, mais hoje que tem internet, enviar uma mensagem de solidariedade, de apoio, palavras amigas, de estímulo. Mas a pessoa tá lá no fundo do poço, tá mostrando forte, mas já tá lá no fundo do poço. Então nós podemos fazer alguma coisa direta ou indiretamente. Então, vejo uma uma mensagem de Emanuel que eu
lo. Mas a pessoa tá lá no fundo do poço, tá mostrando forte, mas já tá lá no fundo do poço. Então nós podemos fazer alguma coisa direta ou indiretamente. Então, vejo uma uma mensagem de Emanuel que eu pesquisei, eu achei muito interessante que eu anotei aqui para não esquecer de dizer. Então, é quando o próximo enquanto instrumento da nossa evolução é fazer o outro que eu gostaria que o outro nos fizesse. Então, no livro Caminho, Verdade e Vida, pode anotar aí no capítulo 41, quem não tem esse livro Caminho Verdade Viva, nós estamos para um feirão aqui na febre e vale a pena ir lá. Então, na pela psicografia do nosso querido Chico Xavier, Emanu diz o seguinte, que essa questão de amar o outro, de amar o próximo, de como a nós mesmos, já diz, é uma lei universal que Jesus endossou, que Jesus aprovou, uma lei antiguíssima. Olha como dizia Emmanuel nos fala encaminho verdade de vida. Capítulo 41 diziam os gregos: "Não façais ao próximo o que não desejais receber dele." Quer ver? Muito antes do Cristo. Afirmava os peças. Os peças são os habitantes hoje do Irã. Fazei como quereis que vos faça. Diziam, declaravam os chineses, o que não desejais para vós, não fazei a outrem. Recomendavam os egípcios: passar aquele que faz aos outros o que desejava para si. Então, Emanuel continua finalizando, continua e finaliza. Doutrinavam os hidus, né, os habitantes das Índias. O que não quiser para vós, não desejais para o próximo. Insistiam os romanos, que eram os dominadores daquela época. A lei gravada nos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmo. Eles falavam isso naquela época, né? Mas na realidade dominavam e subjugava os povos. Então veja que é um conceito universal que o Cristo, quem trouxe esse conceito universal? V, vários povos falam a mesma coisa, palavras diferentes, mas a ideia é a mesma. São aqueles orientadores espirituais do planeta que estão a serviço do Cristo, do Messias planetário, que é Jesus. Então, vejo que eles estão falando uma coisa e e Jesus fez questão nessa
a é a mesma. São aqueles orientadores espirituais do planeta que estão a serviço do Cristo, do Messias planetário, que é Jesus. Então, vejo que eles estão falando uma coisa e e Jesus fez questão nessa passagem de Mateus e também registrada por Lucas de afirmar essa sabedoria tão antiga, essa sabedoria tão antiga que é chamada, generalizada na filosofia, na ciência, na religião, como a regra áurea, quer dizer, a regra de ouro, a lei de ouro. Bom, e essa fechamos a primeira parte. Você vê, ainda tem mais coisas, mas na segunda parte, que é o finalzinho, eu vou ler para vocês, porque Carbec se baseia também no no numa citação de Mateus que tá no capítulo 18 versículo 23 a 35. Eu vou ler para ficar mais rápido e pra gente encaminhar daqui a pouquinho para o encerramento. O reino dos céus é comparável a um rei que quis tomar contas aos seus servidores. Tendo começado a fazê-lo, apresentaram-lhe um que ele devia 10.000 talentos. É como se fosse equivalente a hoje uns 10.000. reais ou quem tá na na no dólar, no 10.000, coisa assim, era muito, 10.000 talentos, era muito dinheiro. Tendo começado a fazê-lo, apresentaram-lhe um que lhe devia 10.000 1 talentos, mas como não tinha meios de os pagar, mandou seu senhor que o vendessem a ele, sua mulher, seus filhos e tudo que pertencesse para o pagamento da vida. Então, a pessoa tinha uma dívida de 10.000, uma dívida grande naquela época podia vender a mulher, podia vender os filhos, podia fazer tudo isso. Graças a Deus que isso acabou. Então ele falou para eu pagar essa dívida tão alta, eu tenho que fazer isso, vender as mulheres, vender minhas propriedades, vender meus filhos para poder pagar a dívida. O servidor então lançou-se aos pés da pessoa com ele devia e o conjurava, dizendo: "Senhor, tem um pouco de paciência e eu te pagarei tudo". Então, o Senhor, tocado de compaixão, deixou ir e perdoou a dívida, que não era uma dívida pequena. Mesmo que fosse uma dívida pequena, o fato de ter perdoado já mostra uma compaixão, um coração generoso, um espírito elevado.
e compaixão, deixou ir e perdoou a dívida, que não era uma dívida pequena. Mesmo que fosse uma dívida pequena, o fato de ter perdoado já mostra uma compaixão, um coração generoso, um espírito elevado. Essa parábola, ela está no evangelho com o nome a parábola do devedor implacável. Então, olha só, é também chamado credor incompassível. E continuando, então a pessoa ficou feliz. A dívida, aquela dívida enorme dele pela benevolência daquele daquele senhor foi perdoado. Então ele saiu. Esse servidor, porém, ao sair encontrou, ele deparou com um dos seus companheiros que ele devia 100 dinheiros. Outro era 100.000, 10.000 talentos. Vamos imaginar R$ 10.000, vamos fazer uma conversão. E o outro devia R$ 100 para ele. Então ele encontrou essa pessoa que devia R$ 100 para ele. É uma dívida pequena, né, gente, comparando com a outra dívida que ele tinha. Então ele o segurou pela goela e quase a estrangulá-lo, dizia: "Paga-me o que deves". O companheiro, lançando-se ali aos pés o conjurava, dizendo: "Tenha um pouco de paciência e eu te pagarei tudo". Igual ele falou com o outro, que ele devia milhares, mas o outro não quis escutá-lo e o mandou prender para tê-lo preso até pagar o que devia. Uma mexaria, né? Coisa muito pequena que ele devia. acontece que os outros perplex os outros servidores perplexos, vendo o que se passavam, foram extremamente aflitos e informar o Senhor do que acontecera. Então o Senhor, tendo mandado vir a sua presença, aquele servidor lhe diz: "Meu servo, eu te havia perdoado tudo que me devias, como me pedistes. Não estava desde então num dever de também ter piedade do teu companheiro como eu tive de ti." E o senhor tomando de cólera, é a a a linguagem forte, né, que tem nos no nos textos tomado de color entregou aos verdugos para que eu retivesse até que pagasse tudo que ele devia. ficou preso. Ó, você vai ficar com ele até ele pagar tudo. E é assim conclui Jesus segundo as palavras de Mateus. E é assim que meu Pai, que está no céu, vos tratará, se não perdoardes do fundo
devia. ficou preso. Ó, você vai ficar com ele até ele pagar tudo. E é assim conclui Jesus segundo as palavras de Mateus. E é assim que meu Pai, que está no céu, vos tratará, se não perdoardes do fundo do coração as falta que vossos irmãos houverem cometido contra qualquer um de vós. Então, nós temos aqui uma história que parece com uma história lá de mais de 2000 anos à tarde, negativo. Às vezes nós somos perdoados infinitas vezes, milhares de vezes. Pessoas que são físicas, pessoas aqui que convive conosco, benevolentes, outros fala: "Não, você vai pagando devagarzinho, não tem pressa". O próprio banco, os próprio sistema bancário, mesmo colocando juro, dando condições de financiamento, de dívidas. Mas nós muitas vezes agimos dessa maneira desastrada. contra o outro que tá nos devendo a verharia. Às vezes aquilo ali podia ser praticamente totalmente irrelevante. Então o que que mostra aqui nessa imagem que Kardec nos traz? Que nós estamos falando de amar a Deus sobre todas as coisas ao próximo a si mesmo? Então, nessa mensagem aqui mostra que aquele senhor que perdoou aquela dívida, ele tinha recursos, ele tinha condições, ele ficou com pena, ele ficou com piedade, mostra uma alma elevada, um espírito que já compreendia as necessidades do outro que se endividou. Podia até ser que aquele que se endividou tenha se endividado de uma maneira irresponsável, que não tinha controle sobre os seus gastos. Pode até ser. Nós não sabemos da história, mas pode ser que aquela pessoa também tenha sido alguém que gastava porque tinha necessidades. A gente não sabe. A história foi colocada isso. Ele tinha uma dívida muito grande e foi perdoada essa dívida. Então, às vezes a gente fala: "Eu não vou perdoar a dívida por para a pessoa aprender, aprender não fazer dívida". Então, nós nos tornamos juízes e ao mesmo tempo que emitimos ascensão, nós também somos aqueles que fazemos que a sentença seja cumprida. Nós temos que tomar, ter muita vigilância, muita vigilância em tudo. Veja como é que nós precisamos tomar
empo que emitimos ascensão, nós também somos aqueles que fazemos que a sentença seja cumprida. Nós temos que tomar, ter muita vigilância, muita vigilância em tudo. Veja como é que nós precisamos tomar cuidado com os nossos atos, amar a Deus e ao próximo. Então, há o segundo, aquele que teve a dívida perdoada, mostra o espírito atrasado, ainda atrasado. Ele podia até ser muito inteligente, ele podia até ser muito capaz, ter muitas habilidades, mas moralmente ele ainda tava num retardo, num atraso. Ele por uma questão mínima, ele ainda segurou o outro, como fala aqui, com força de expressão, a quase sufocando, quase enforcando e falou e entregou pros guardas para ficar na prisão. você por causa de uma comparando com a dívida que ele tinha com o outro. Então as pessoas ficaram horrorizadas, ele acabou de ser perdoado, uma dívida imensa e ele não consegue perdoar. E foi lá e falou com o dono, com senhora, olha o que que aconteceu. E aí ele chamou e falou: "Não, então agora você não agiu com perdão, com benevolência, eu me compadeci". Então ele aproveitou daquela benevolência do outro para se livrar de uma día, que ele lhe tinha contraído, mas não soube aproveitar do perdão da mesma ação para ajudar o outro que estava necessitado. Então, meus amigos, a gente vê aqui uma coisa, é uma história, mas acontece no dia a dia. Às vezes a gente faz uma coisa, é, é, isso é uma coisa que tem sido um, uma preocupação constante. Às vezes a gente faz uma coisa esperando no mínimo um agradecimento, no mínimo uma retribuição de alguma forma. Às vezes a pessoa fala: "Mas eu fiz tanto por ela, por ela ou por ele, eu ajudei nisso, ajudei naquele relata, coloca todo assim, ó, eu fiz isso, eu não aqui em tal ocasião assim e agora ela age com ingratidão comigo ou age com ingratidão com uma pessoa que eu gosto, que da minha família, dos meus amigos. Quer dizer, nós quando nesse processo de relação com o próximo, a gente auxilia, a gente faz uma um ato de bondade, mas esperando uma retribuição,
que eu gosto, que da minha família, dos meus amigos. Quer dizer, nós quando nesse processo de relação com o próximo, a gente auxilia, a gente faz uma um ato de bondade, mas esperando uma retribuição, um pagamento. Ora, se a gente espera um pagamento, então a gente não fez ato de caridade, nem mesmo um simples ato de filantropia. inspirou a resposta, inspirou o pagamento. Então a gente quando auxilia a gente precisa colocar em prática essa lei da caridade. Por isso que eu falo, é uma necessidade nossa. Às vezes, quando eu fui estudei isso hoje, ontem e hoje eu falei: "Meu Deus do céu". Aí eu comecei a refletir na minha vida. Será que eu tenho agido? Como que eu tenho agido? Como é que tem sido? a gente começa a analisar no âmbito dos filhos, da família, dos pais, do dos amigos, em todos os aspectos, na profissão, na sociedade. Então, é uma lição preciosa que nós teremos muito mais do que falar. Então, ele, o que incompassivo, ele recebeu misericórdia, mas ele não soube dar misericórdia. Ele recebeu perdão, mas não soube perdoar. Então, veja que amar ao próximo é acima de tudo perdoar. E não é só perdoar os atos, perdoar as ofensas, perdoa tudo. A a partir do momento em que a gente auxilia alguém, a partir do momento que a gente dá um trocado aí no no nossa gama, aí a gente vê que nesses sinais de tran sempre tem alguém pedindo alguma coisa. Qualquer real que a gente der para aquela pessoa, aquele dinheiro não é mais nosso, é da pessoa. Quando a gente tira uma roupa e dá uma agasalha, uma coisa para pessoa, que não é mais meu, a pessoa pode até botar fogo, isso é problema dela. Já não, a gente não vai ficar naquela expectativa se a pessoa fez bom uso daquele ensinamento, daquela doação. Não. A partir do momento que a gente deu é dado. Nós não temos que saber o destino que vai acontecer lá e nem vamos cobrar. Então, para nós fecharmos, né, já estamos no final da nossa da nossa reunião. Eu vou ler para vocês aqui um pequeno trecho do daquele livro do Eliseu Rigonate.
que vai acontecer lá e nem vamos cobrar. Então, para nós fecharmos, né, já estamos no final da nossa da nossa reunião. Eu vou ler para vocês aqui um pequeno trecho do daquele livro do Eliseu Rigonate. Ele escreveu Evangelho dos Humildes é muitos anos. Ele já desencarnou há muitos anos no espírita muito dedicado e depois escreveu um livro os no Evangelho dos Humildes e o Atos dos Apóstolos. Então ele fala assim, a parábola essa que nós acabamos de falar do crido incompassível, a parábola ilustra muito bem o que se passa com a humanidade. Todos estamos sobrecarregados de imensos débitos para com a providência divina. Todos continuamente estamos suplicando perdão a Deus pelas nossas dívidas dessa existência de outros. Todavia, somos incapazes de perdoar do fundo do coração a menor falta que alguém comete contra nós. Queremos que Deus nos perdoe e nos dê uma boa vida e nos tolere também, mas não queremos perdoar nem tolerar os nossos semelhantes. Por meio dessa singela e tão expressiva palestra, Jesus nos ensina que devemos cobrir com um manto do perdão e de amor os erros que são cometidos contra nós. Erro que são cometidos contra nós. Sedotia vai ter um reajuste nessa situação e nada acontece por acaso. Nós não somos vítima de nada, porque se assim não fizermos, compareceremos com os nossos erros descobertos na presença de Deus, o qual nos tratará exatamente como temos tratado os nossos irmãos. E o apóstolo Pedro, Simão Pedro, ele não fala na sua segunda epístola que o amor cobre multidão de pecados. Significa dizer, em outras palavras, que mesmo que tenhamos cometidos muitas falhas e estamos sousa e efeito para reparar o passado culposo, não significa que a gente tem que sofrer aquilo que a gente fez sofrer, porque o amor cobre multidão de pecado. Nós podemos fazer opção pelo amor, que é a lei da caridade. Muito obrigado. Tenham todos uma boa semana, muito feliz. E que Deus continue nos abençoando sempre. A nossa gratidão, né, a Marta por essa esse essa palestra fabulosa.
amor, que é a lei da caridade. Muito obrigado. Tenham todos uma boa semana, muito feliz. E que Deus continue nos abençoando sempre. A nossa gratidão, né, a Marta por essa esse essa palestra fabulosa. E eu tava aqui ela falando e eu reflexionando aqui, né, como é que eu estou, né, ela falando lá e eu falando e eu, como é que eu faço? como é que eu reajo, como é que eu, né? E é sempre negativo, né? Ai, não tô fazendo, ai eu tô errando, ah, eu tô cometendo erro. Mas nós devemos, né, eh, não ser muito muito severos conosco mesmo e procurar sempre aprender as lições como essas que ouvimos hoje, né, de Jesus, que nos ensina a perdoar e nos ensina a amar aos outros, que é de grande importância na nossa existência. Se queremos que os outros nos amem, nós também temos que amar, né? Então é muito importante isso, meus amigos, nós estamos chegando ao final da nossa reunião. Eh, teremos a o passe, a aplicação do passe para aquelas pessoas que o desejarem, podem permanecer nos seus lugares que a equipe irá chamá-los, tá bom? Eh, gratidão pela presença de vocês aqui. Gratidão aos nossos irmãos que pela internet nos assistem, nos assistiram, vibraram conosco. Que Jesus possa iluminar os seus lares, os seus familiares e irá a todos nós. Vamos então mais uma vez elevar o nosso pensamento a Jesus na nossa prece que encerra os nossos trabalhos. Querido amigo Jesus, a nossa gratidão, Senhor, pelo teu amor, pela tua bondade, pela proteção para com todos nós. Somos ainda, Senhor, espíritos endividados nas nossas na nossa difícil trajetória e confiamos, Senhor, no teu amparo, na tua proteção, nos dando forças, nos dando coragem para que nós possamos vencer as nossas dificuldades, os nossos males. fortalecendo-nos para que cada vez mais nós possamos entender o que é o amor, o verdadeiro amor, e possamos praticá-lo, Senhor, uns com os outros. Gratidão e que essa paz que que temos a oportunidade de sentir no nosso ambiente possam ser possa ser levada pelos mensageiros, os mentores espirituais desta casa,
aticá-lo, Senhor, uns com os outros. Gratidão e que essa paz que que temos a oportunidade de sentir no nosso ambiente possam ser possa ser levada pelos mensageiros, os mentores espirituais desta casa, a os nossos irmãos em agonia, em processo de sofrimento, de angústia, de doenças. Que essa paz, Jesus, do teu coração amoroso envolva todos os nossos irmãos de humanidade. Obrigado, Jesus. Fica conosco nos abençoando, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Obrigado, meus amigos. Uma boa tarde a todos. M.
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