O duelo, com Marta Antunes | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 13/10/2025 (há 6 meses) 42:41 215 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: O duelo. ESE, cap. 12, itens 11 a 16. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Boa tarde, queridos irmãos e irmãs, encarnados e desencarnados, que aqui nós nos encontramos nesse momento de estudo, de leitura e de reflexão, como foi anunciado pelo Amigo Jorge, nós hoje temos um estudo sobre o duelo, eh, dentro do capítulo 12º do Evangelho Segundo o Espiritismo, amai os vossos inimigos. E hoje nós vamos desenvolver o estudo dos itens 11 ao 16. E com isso conclui, faz o fechamento do capítulo 12. Na semana que vem estaremos iniciando o capítulo 13º Evangelho Segundo o Espiritismo. Uma coisa que é interessante é que é do item 11 até o 15º até o item 15 são mensagens de espíritos a respeito do assunto o duelo. A temática é o duelo. E o item 16, Kardec faz uma nota fazendo um fechamento do capítulo. Quando a gente vê o esse tema, o duela, a gente fala: "Ah, mas isso não existe mais, isso era antigamente." Aí a gente começa a refletir, será que não existe mais duelo no mundo? Talvez não existe na forma da lei, porque o duelo era regulado por lei, por legislação. No passado, era rara a sociedade do Ocidente e do Oriente, em que não existia na sua legislação a prática do duelo. Era ela, era, digamos assim, era uma ação legalizada. Hoje não, nenhum país do mundo. Eu fiz uma pesquisa, andei, não encontrei nenhum país do mundo que tenha o duelo como uma ação legal estabelecida pelo Estado. Mas a gente pergunta, será que existe duelo? Então, quando a gente começa a ver essas facções criminosas que existem não só no Brasil, espalhada pelo mundo, elas não estão cometendo uma espécie de duela, ela escolhe uma pessoa ou um grupo de pessoas que elas não gostam ou que elas foram se sentiram agredidas, ofendidas por aquelas pessoas e faz a execução, comete o assassinato. às vezes individual, às vezes em em massa. Será que não estaria havendo duelo nas guerras em que a pessoa revida? Eu quero uma parte do território que pertence a tal país. O o tal país não aceita e iniciam e o começo o revide, o começo dos assassinatos e hoje com muit com desenvolvimento tecnológico

essoa revida? Eu quero uma parte do território que pertence a tal país. O o tal país não aceita e iniciam e o começo o revide, o começo dos assassinatos e hoje com muit com desenvolvimento tecnológico com recursos que destrói uma quantidade enorme, milhares de pessoas. Isso não seria um duelo, ainda que não esteja estabelecido na legalidade do estado, que não seja do estado de direito, mas é um um é um duelo, é um assassinato e é programado, porque a questão do duelo é essa, é algo que é programado deliberadamente, como vai ser esse ato, essa execução. Mas existe uma outra forma de de duelo, que é o duelo mental dos espíritos que perseguem, que destróem e aqueles que ou que acatam aquelas ideias malignas. E então o tempo todo tá duelando para que nós possamos realmente ter um pouco de paz, de equilíbrio, a gente tem que duelar com muitas coisas, mas não no sentido é de destruir alguém, mas no sentido de combater, de matar, de eliminar as nossas imperfeições morais. Então, é nesse sentido geral que que os espíritos nos traz contribuições muito atuais. Então, nós vamos começar com uma mensagem do a primeira mensagem que está no item 11. Eu peguei assim as ideias principais que não dá para falar de todo tudo tudo que tá nas mensagens. São mensagens curtas, mas tem mensagem que é não passa de dois parágrafos, mas tem muitos ensinamento. Então aqui, por exemplo, nós temos essa mensagem de Adolfo, bispo de Argel, da Argélia, né? Ele foi bispo em Argel. E essa mensagem ele transmitiu no ano de 1861 em Marmand. Marmand é uma é uma cidade da região da França, daquela região eh noroeste da França, chamada Ectânia. E nessa mensagem ele tá, ele fala sobre o duelo, ele se expressa assim, eu peguei as ideias principais, começa dizendo assim: "Só é verdadeiramente grande aquele que considera a vida uma viagem". Olha só, ele começa assim: "Só é verdadeiramente grande aquele que considera a vida uma viagem. e pouco se importa com as asperezas do caminho. Mantém-se focado no alvo sem desvio.

a vida uma viagem". Olha só, ele começa assim: "Só é verdadeiramente grande aquele que considera a vida uma viagem. e pouco se importa com as asperezas do caminho. Mantém-se focado no alvo sem desvio. Então a gente vai ver que no evangelho de Jesus, o próprio Marcos, ele fala com muita calma, caminhar em direção ao alvo. Paulo fala isso mais de uma vez, de buscarmos o alvo. E para buscarmos o alvo da nossa melhoria moral, de combatermos as nossas imperfeições, nós temos que ser muito fortes. Nós não podemos ficar choramingando pelo caminho, deixando se abater pelas provações, pelos obstáculos que surgem. Porque na verdade essas provações, honestamente falando, foram nós que provocamos ação e reação, né? Nós temos liberdade, somos livres na semeadura e escravo na colheita. Por que que tal provação acontece comigo e não acontece com outro? Então aqui Adolfo, ele tá falando para nós irmos em direção do alvo diante nessa longa viagem da vida, que não é só uma viagem reencarnatória, é uma viagem na em várias encarnações e nos estádios, no plano espiritual, que nós temos que focar no alvo. O que que eu quero? O que que nós queremos? Eu quero ser uma pessoa melhor, eu quero me transformar no bem. Então, a gente tem que caminhar firme, direção ao alvo. Outra ideia, olha que interessante que ele fala que quando nós nessa viagem da vida paramos para vingar-se de injúrias, é recuar diante das provações da vida. Então, alguém nos ofendeu, alguém nos magoou, alguém nos feriu e nós paramos, eu vou vingar. Aí se isso faz, nós já não estamos mais caminhando com firmeza. Nós já estamos criando provações para nós e não naquela encarnação, encarnações cultura. Então, quando nós paramos para fazer uma vingança, para revidar ofensas, porque a ofensas menores ofensas verdadeiramente grandes, graves, ele diz: "Há sempre um crime no homicídio pelo duelo". É um homicídio, é uma programação. Duas, duas pessoas não vão programar quem vai destruir o outro, quem vai matar o outro. é um homicídio, não tem

le diz: "Há sempre um crime no homicídio pelo duelo". É um homicídio, é uma programação. Duas, duas pessoas não vão programar quem vai destruir o outro, quem vai matar o outro. é um homicídio, não tem outro nome. Então é, há sempre crime no homicídio pelo duelo, pois ninguém tem o direito de atentar contra a vida dos semelhantes, ainda mais no caso do que é tudo programado, tudo, dia, hora, tipo de arma, tudo direitinho. Então, eh, Adolfo fala aqui que quando nós viamos de uma ofensa, mesmo uma ofensa que nos magoou muito e que nos ter muitas perdas, nós usarmos de clemência, olha aquele caminhar para o alvo na viagem na vida. Eh, e o e buscar o reino de paz e amor não é fuga. Não é fuga, é ao contrário, é buscar, é a neutralizar a animosidade, a discórdia, neutralizar a guerra, porque às vezes é uma coisa de indivíduo para indivíduo, às vezes é de uma sociedade para outra, de um país para outro. Aí vem as guerras. Essa foi assim as ideias gerais que Adolfo, o bispo de Argel, trouxe para nós. O no item 12 nós temos uma mensagem de Santo Agostinho. Ela foi transmitida em Paris em 1862. Vocês observam, nós observamos que como essas ideias são atuais, né, gente? Parece que nós não estamos falando de mais de um século, 1852, 1851, parece que é para aqui, para hoje. Então, Santo Agostino, nessa mensagem dele, ele diz o seguinte, que o duelo, tal como existia naquela época, na França, em Ováes, inclusive no Brasil, século XIX, Brasil teve duelo como um mecanismo eh de eh estatal da legislação nossa. O o duelo acabou aqui no Brasil no início do século XX, século passado, século XIX, início do século XX, nos primeiros anos do século XX, que foi que acabou do aqui no no Brasil como uma ação para rejeitar as ofensas, lavar a honra a existir aqui porque tinha que lavar a honra, então se permitiu duelo Então, Santo Agostinho fala que o duelo pode até ser considerado para muitos uma prova de coragem física. Eu vou enfrentar o adversário, vou tentar matá-lo e ele vai tentar me matar. Posso até para alguns,

, Santo Agostinho fala que o duelo pode até ser considerado para muitos uma prova de coragem física. Eu vou enfrentar o adversário, vou tentar matá-lo e ele vai tentar me matar. Posso até para alguns, nossa, ele é corajoso, vai enfrentar a morte de olho no olho na morte. Mas Santo Agostinho considera que pode ser também uma pessoa que tem um desprezo pela vida, que não sabe o que é viver, que tá pouco legando. Não é que ele seja corajoso. Pode ser alguém que tenha desprezo pela vida, mas de qualquer maneira analisa Santo Agostinho, um dos pais da igreja, né, da Igreja Católica, diz Agostinho de Ipona, mas é incontestavelmente uma prova de covardia moral. pode ser uma uma coragem física, a pessoa destemida que vai em campo aberto enfrentar o adversário, mas acima de tudo é vista, olha como é que é vista, como uma covardia moral, como o suicídio. Olha, Santo Agostinho fala que é equivalente a igual semelhantemente ao suicídio. Porque você tá programando e eu suicido direto que você tá programando morrer. Coisa interessante isso. Então ele fala que o suicida, assim como o duelista não tem coragem de enfrentar as vicissitudes da vida. Não tem coragem moral para baixar a cabeça se necessário, tocar e continuar andando. Não tem coragem. O duelista é aquele que não suporta as ofensas. As ofensas então quer revidar. Então ele fala assim: "Daí a orientação sempre atual de Jesus sobre a lei de causa efeito e recomendada a Pedro nos jardins das oliveiras, naquele momento final em que Jesus cai prisioneiro dos soldados, dos guardas, dos sacerdotes. O que, qual é a recomendação que Jesus deu para Pedro naquele momento cruciano que ele tirou a espada em bainha tua espada? Porque aquele que matar por ela, por ela perecerá. Então é por isso que Santo Agostinho tá falando que quem doela ou quem suicida, que tá no mesmo nível, que tá programando o suicida consciente, não é aquele inconsciente, ele está na, ele cai na verdade na lei de causa efeito. Colheita é livre, a semeadura é livre,

quem suicida, que tá no mesmo nível, que tá programando o suicida consciente, não é aquele inconsciente, ele está na, ele cai na verdade na lei de causa efeito. Colheita é livre, a semeadura é livre, colheita obrigatória. Então veja o que aspecto que eles estão analisando a questão. Eles estão analisando a questão sobre um aspectos diferente. Eles não estão lá querendo saber como é que foram as armas que era usada pelo pelos adversários, que tinha ter padrinhos, que tinha testemunhas, né? Era um era um verdadeiro teatro. Era um verdadeiro teatro. E então montava todo aquele teatro, geralmente é o ar livre, pessoas ficavam até em cima de árvore para que ocorresse o duelista. Inclusive tinha duelista que vestia roupas específicas, algum alguns que eram que tinha recursos amoedados. Eles, eles usavam suas roupas melhores, todo arrumado, todo chique, todo a a bem com roupas muito bem vestidas para o duelo. Eles não mediam as consequências que ele sendo um pai de família que tinha esposa, que tinha filhos, das consequências e a história mostra das consequências terríveis. Muitas vezes aqueles duelistas, aqueles que se que morriam, que desencarnavam no duelo, a família ficava às vezes a míngua e o e o como ele morreu, como o pai morreu e naquela época sociedade patriarcal que a mulher não podia trabalhar, os filhos dependiam do pai, o pai morreu e eles ficava sendo mal visto. uma família mal vista, porque foi morto no duelo, não soube revidar a ofensa, a ofensa que recebeu. Tja que coisa mais estranha a gente pode nos dar. A família que não tinha nada a ver com essa história, os filhos, a esposa passam ser visto como perdedores, pessoas fracas, pessoas que não souberem que o chefe da família não soube revidar a ofensa à altura e morreu. Então, às vezes até os próprios familiares, os próprios familiares, avós, tios, abandonavam, abandonavam quantas jovens que era encaminhada para os conventos, mesmo sem ter vocação religiosa para ser freira, ou outros que jovens que homens que

os próprios familiares, avós, tios, abandonavam, abandonavam quantas jovens que era encaminhada para os conventos, mesmo sem ter vocação religiosa para ser freira, ou outros que jovens que homens que buscava batina, porque Era uma forma de ficar sobre um amparo esquecido do mundo, daquela vergonha que o chefe da família foi abatido porque não soube revidar a ofensa. É uma E o outro, o outro ofensor era tido como uma pessoa de respeito. Aí ele conseguiu derrubar aquele adversário. Aquele adversário fez isso. E não era só uma questão individual, não, viu, gente? Era uma questão até política administrativa. Se alguém eh criava uma ação contra o Estado, contra uma administração, contra um órgão, um grupo de pessoas e descobria a falta, marcava-se o dueto. Marcava-se o dueto. Uma coisa assim era muito ampla. A gente percebe até que de uma certa maneira, apesar da gente saber que ainda existem formas, manifestações que lembram do elo, mas melhorou um pouco a legislação, pelo menos não tem essas coisas assim declarada. Então, Santo Agostinho lembra com muita propriedade essa mensagem, essa essa orientação de Jesus naquele momento em que ele estava sendo agredido, ele tava orando, veio Judas, beijou para que o soldado o beijou na face para que o soldado reconhecesse. Pedro impetuoso, um temperamento assim um bucólico, pegou a espada para cortar. para, né, contra o soldado. E Jesus calma em Bahia espada, porque a aquele que matar pela espada por ele perecerá. Quer dizer o quê? Aquilo em que nós errarmos, nós vamos responder por aquilo, não que seja exatamente igual o espelit y lit literes, mas nós vamos, uma ação vai gerar sempre uma reação. A, o item 13, então você vê como é que ele, esses espíritos traz a questão de uma maneira muito atual para nós. O item 13, o 13º é uma mensagem de um espírito protetor e ela foi transmitida no ano de 1861 na cidade Bordô ou Bordéu. Nossos irmãos e irmãs de Portugal falar Bordeus é uma cidade linda, cidade Bordô, maravilhosa. muito boa, muito dinâmica, uma cidade

tor e ela foi transmitida no ano de 1861 na cidade Bordô ou Bordéu. Nossos irmãos e irmãs de Portugal falar Bordeus é uma cidade linda, cidade Bordô, maravilhosa. muito boa, muito dinâmica, uma cidade linda mesmo no passado e no presente. Então essa mensagem de um espírito protetor e ele traz uma série de informações. Eu consegui enxugar um pouco dessas informações para nosso estudo aqui e paraa nossa reflexão. Ele começa a falar de uma coisa que quando eu li isso, eu tive que fazer uma pesquisa que eu não sabia. Eu não tinha a menor ideia dessa informação e eu fui em outras fontes pesquisar. Ele diz o seguinte, que na Idade Média, na Idade Média, eh, quando uma pessoa agredia a outra, ofendia a outra ou fazia uma difamação e não tinha provas para comprovar a inocência do outro, então uma pessoa chega aqui e faz uma acusação, faz uma acusação sobre uma outra pessoa, Mas aí investigam, vão investigar e não encontra provas que aquela pessoa é culpada, mas foi feita uma acusação. Se era uma pessoa assim que não tinha muito na hierarquia social, de baixa hierarquia social, eles não ligavam para eles, ficava por alimento. Inclusive, eh, eles eram até preso porque você fez uma difamação de alguém importante. Mas se a queixa, se aixa que a gente quando quer fazer uma queixa, vai na delegacia de polícia e faz um registro lá, fazia a queixa, mas se fosse uma pessoa da sociedade, uma pessoa conhecida, uma pessoa com certo destaque, então o que que acontecia? Eles iam procurar saber se aquela queixa tinha razão, mas digamos que nessa investigação não encontrasse provas. É como a gente hoje em dia não vê nem sempre contra prova de lavagem de dinheiro, uma série de coisas. Então o que que acontecia isso que eu fiquei perplexo que o esse espírito protetor fala que me levou essa pesquisa. Eles, como não tinha prova e era uma pessoa importante que estava fazendo acusação, mas não tinha prova da inocência, então sabe o que que faziam? Aplicavam o juízo de Deus. Eu não sei se você sabe o que que

omo não tinha prova e era uma pessoa importante que estava fazendo acusação, mas não tinha prova da inocência, então sabe o que que faziam? Aplicavam o juízo de Deus. Eu não sei se você sabe o que que significa isso. Aplicava o juízo de Deus. Meu Deus, era horrível. Era pior do que eu que o que eu que eu no meu entendimento, a minha interpretação era pior do que o próprio que o próprio duelo. O que que representava esse juízo de Deus? Os dois adversários, o acusado e o acusador, eram mergulhados em água fervente. Veja só, isso era o juiz de Deus. Como é que Deus tão malvado, tão severo, tão cruel, né? a concepção que se fazia. Talvez nós mesmos que hoje estamos aqui lá naquela época tínhamos essa concepção, um Deus cruel, um Deus vingativo. tanque pegava o acusado e o acusador colocava dentro de um tanque, dentro de um lugar com água fervente ou então num local que não tinha água fervente, mas a pessoa não tinha como se mexer muito, se a mobilidade era limitada porque tinha um ferro em brasa. Se você encostasse para cá queimava, se encontrasse para lá queimava. Olha que coisa horrível. Então, era a forma que eles resolviam eh entendiam, aplicava o juízo de Deus. Não tem prova. Você acusou, você é uma pessoa importante, você não ia inventar. Mentira, inventava, mas teoricamente não inventava. Então o outro não, o outro é inocente. Então pegava aquele que que não encontrou a prova, botava dentro de um de um tanque de água fervendo ou num lugar que tinha ferro quente para todo cano e eles ficavam se fazendo uma contenda, brigando entre si. No final o vencia, um vencia. O que vencesse era vitorioso, nem que sair de lá todo machucado, todo ferrito todo queimado, mas era vencedor e outro morria. Esse era o juízo de Deus. Então a gente vê que o juízo de Deus era mais cruel, era pior do que o juízo dos homens que falava assim: "Nós vamos encontrar na floresta, na no lugar mais aberto, no meio de um campo, na periferia da cidade, a arma vai ser tal, vai ser pá, vai ser geralmente era pistola, aquelas

homens que falava assim: "Nós vamos encontrar na floresta, na no lugar mais aberto, no meio de um campo, na periferia da cidade, a arma vai ser tal, vai ser pá, vai ser geralmente era pistola, aquelas pistolas que dava um tiro só dois pistola, tem testemunha e matava um, matava o outro. Aqui não era uma contenda até que um terminasse fer e o que saía dali saía também todo machucado, porque esse era o juízo de Deus. Achei assim uma coisa que eu realmente não conhecia. Então, eh, como fala o espírito, o espírito mesmo fala, era um dos bárbaros costumes da sociedade antiga para resolver essas contendas entre uma pessoa que acusa e outro que recebe acusação. Então os dois, o duelo aqui, o espírito protetor fala, é um assassinato cometido deliberadamente a sangue frio, porque ele é premeditado e e geralmente decorre da vaidade do orgulho ferido, da vaidade ferida, do orgulho, ainda mais se aquela agressão foi pública, não foi em particular, não. Aí ele fecha o item 13 com essa seguinte informação: Não basta interditar e prescrever o bem. Nós falarmos no bem, nós dizemos onde que encontra frases, citações, livros que falam e prescrevem bem. Não basta, não é suficiente. É preciso que o princípio do bem e o horror do mal estejam no corações dos homens. Isso não é uma coisa que a gente adquira às vezes numa vida só. Fazer o bem, praticar a lei do amor é o maior desafio da espécie humana. Fazer o mal é muito fácil. Bom, o 14º item foi uma mensagem de Francisco Xavier também espírito, né? Um padre católico na mesma cidade de Bordôia em 1861, na França, em Bordô. Aí ele diz o seguinte: "Responder uma ofensa com outra ofensa ou exigir reparação é uma imperfeição espiritual. Pode ser quem for, pode ter todos os argumentos, os mais lógicos, mas revidar uma ofensa e ou revidar exigir uma reparação, porque às vezes uma pessoa nos ofende, nós revidamos. A pessoa fala grosseiramente com a gente, a gente responde grosseiramente. A pessoa dá um tapa, a gente dá outro tapa. Aquela história dão que Jesus fala, se alguém

a pessoa nos ofende, nós revidamos. A pessoa fala grosseiramente com a gente, a gente responde grosseiramente. A pessoa dá um tapa, a gente dá outro tapa. Aquela história dão que Jesus fala, se alguém te bater numa fase, dê a outra face. É diferente aqui. A pessoa bateu na gente, a gente vai lá e bate na na face. Então nós estamos revidando. Aí ele falou assim: "Não adianta, Francisco Xavier, padre Francisco Xavier fala: "Não adianta, mesmo agindo assim, é uma imperfeição espiritual, querendo ou não, não seria uma imperfeição espiritual se você humildemente usasse da humildade, fechasse a boca, não revidas ofenda, ou segurasse os braços, as mãos, colocasse para trás. para não esbofetear quem te esbofeteou. Então, e a é por isso que o a fazer o bem, se tornar em pessoa melhor é o maior desafio, mas a gente chega lá e nós estamos destinados ao bem. Nós chegaremos lá mais cedo ou mais tarde, nós chegaremos lá. E aí, eh, Francisco Xavier também fala assim: "Não seria mais honroso?" Ele faz essa pergunta para nós. Não seria mais honroso reconhecer as próprias faltas do que expor a falta de alguém? Ah, aquele ali me ofendeu por isso, por isso. Ele é isso, ele faz ou ela ou ele faz isso, faz isso. Então, não seria mais honroso reconhecer que eu tenho fraco, minhas faltas, minhas imperfeições, que ficar expondo do outro. Até porque tem uma lógica nisso. Tem uma lógica, uma lógica divina. Nós vamos dar conta de nós mesmos diante de Deus, perante Deus, nós vamos dar conta dos nossos atos. O outro, o outro é entre ele e Deus. Então, veja como é que ele nos chama a a atenção para essas coisas. Então ele fala, a reparação, toda reparação, seja verbal ou por um gesto ou por uma perseguição, seja lá o que for, é sempre decorre do amor próprio ferido. A pessoa que não se importa, não é que a pessoa vai se rastejar, eu não sou nada não, mas ela quer, a pessoa quer construir, ela quer se edificar no bem. Chega um ponto, vai chegar um ponto, como diz o Marratma Gand, né, aquele da não da prática da não

se rastejar, eu não sou nada não, mas ela quer, a pessoa quer construir, ela quer se edificar no bem. Chega um ponto, vai chegar um ponto, como diz o Marratma Gand, né, aquele da não da prática da não violência, que o mal não te atinge mais, nem chega perto. Nós nem vamos precisar mais perdoar ninguém, porque o mal não nos atinge mais. E ele fala assim: "Quando a caridade, olha que beleza de frase, de orientação que ele dá, quando a caridade regular a conduta humana, estará colocando em prática este ensinamento, não fazer outro, porque ele gostaria que o outro nos fizesse." É a regra aura, é uma das regras mais antigas, muito antes de Jesus e que Jesus endosçou no seu evangelho. Chegando, aproximando o final do nosso estudo, chegamos no item 15. Olha o tanto de coisa que nós estamos fazendo resumidamente. É uma mensagem de Agostinho de novo, na mesma cidade Bordô, na França, em mais de 1861. O duelista, fala gostinho de pona, é o mais culpado do do que quem revida por impulso. Porque às vezes na hora do impulso, na hora da paixão, como ele fala aqui, no momento de exasperação, você faz uma coisa, você você tá fora do juízo, é como diz, não tava no meu juiz, não tava no meu juiz perfeito. O duelista não, por eh, Agostinho fala, o duelista não tem desculpa s de agir sobre um arrebatamento no momento de forte emoção. Ele não tem essa desculpa porque entre o insulto e a reparação, ele dispõe de tempo para refletir e vai programar o doelho, vai procurar a reparação. Antes era para doelar. E quantas pessoas nós sabemos que programa perseguir uma pessoa no ambiente profissional até o dia que consegue, às vezes leva meses, anos perseguindo para revidar aquela ofensa. Então ele fala: "A pessoa é pior do que aquele que agiu por impulso. Tava errado, ele agiu por impulso, fez uma besteira. Mas esse que que prepara é um duelista, ele prepara, ele tem tempo entre o insulto e a reparação para pensar. Inclusive ele tem tempo para falar assim: "Quer saber de uma coisa? Não vou ligar para isso, não vou revidar".

para é um duelista, ele prepara, ele tem tempo entre o insulto e a reparação para pensar. Inclusive ele tem tempo para falar assim: "Quer saber de uma coisa? Não vou ligar para isso, não vou revidar". No duelo, duelista age com frieza e cálculo premeditado. Aí ele já não tá falando doquele com havia antigamente. Pessoa nos ofendeu e nós vamos revidar. Eu não posso revidar agora. Eu vou pensar friamente, então ajo com frieza e cálculo. Que semeadura terrível que estaríamos fazendo. E ele fecha o item 15, dizendo: "O duelo é o resquício da barbárie, que desaparecerá quando o homem depositar a fé mais viva na vida futura. que a gente de onde, quem sou eu, de onde eu vim, para onde eu vou, quando a gente começar a ter uma compreensão mais clara que nós não temos esse corpo firmo, nós vamos voltar, nós vamos reencarnar, nós vamos sobreviver, nós estamos edificando não somente a nossa inteligência, o nosso conhecimento, mas também a nossa melhoria moral. Aí as coisas vão se acalmando. Por fim, nós chegamos ao final, queridos amigos. Mas tem uma curiosidade. Eu fiquei curioso. Eu fiquei pensando qual foi o país, o último país no mundo. O Brasil, eu sei que ele acabou o duelo com uma legislação no início do século XX, final do século XIX, ní do século XX. Mas qual foi o país no mundo o último que acabou com duelo? Vocês não vão acreditar. Foi o Uruguai. 1980. 1980. Há pouquinho tempo atrás, Uruguai acabou com a legislação do duelo. Foi o último país do mundo, graças a Deus, antes tarde do que nunca, né? antes tarde do que nunca. Então, Kardec fecha o esse estudo, fecha o capítulo 12º Evangelho, segundo o Espiritismo, né? Amai os vossos inimigos. E ele diz o seguinte: "Os duelos foram se tornando raros. A medida que o tempo foi passando, que ou começou a haver uma melhoria, pesso que aquilo não tava certo. O que revela uma melhoria de hábitos e costumes pra sociedade. Para muita gente pode não ser nada, mas era uma melhoria nos hábitos e costume. Presentemente, quer dizer, presentemente

não tava certo. O que revela uma melhoria de hábitos e costumes pra sociedade. Para muita gente pode não ser nada, mas era uma melhoria nos hábitos e costume. Presentemente, quer dizer, presentemente no século XIX, a Kardec tá falando, o assassinato causa sempre emoção na sociedade, fato que no passado ninguém dava atenção. Ah, assassinou, era uma coisa banal, o assassinato era uma coisa banal. Hoje a gente se choca. Qualquer que seja a o assassinar a gente se choca. Significa que nós já melhoramos um pouquinho, mas melhoramos. E ele fecha o capítulo, a nota no item 16, no capítulo 12. O espiritismo, a compreensão do espiritismo apagará esses vestíges de barbária, incutindo no homem o espírito da caridade e da fraternidade, cotindo no homem o espírito da caridade e da fraternidade. Afinal de contas, nós todos somos irmãos um dos outros. Muito obrigada. Que Deus nos abençoe, tem uma boa semana todo mundo de muita paz, que chova em Brasília, que não fica só nesse ventinho, que a gente já melhora sua umidade, né? Levanta um pouco. Saúde e paz para todos nós. Isso mesmo, né? Quando o homem compreender que fora da caridade não há salvação, nunca mais haverá qualquer sentimento de revig, de pr predeterminação ao mal nas nossas mentes, né? Porque como a nossa irmã Marta bem colocou, o duelo é algo odiendo ou odiondo, justamente porque ele se baseia num planejamento, uma ideia preconcebida da pessoa em se vingar da outra, quando a melhor vingança que ela deveria ter é demonstrar para com aquele que a ofendeu o amor, a tolerância, a compreensão, né? E é nisso que nos ensina a doutrina espírita a agir sempre colocando na nossa mente a benevolência para com todos, a indulgência para com as imperfeições alheias e o perdão das ofensas, conforme nós vemos escrito na resposta à questão 886 do livro dos espíritos. Que Deus nos abençoe para que nós possamos cada vez mais refletir no quão é importante vivermos a mensagem de Jesus, que é o caminho, a verdade e a vida eterna. E que o Espiritismo vem para reforçar e

Que Deus nos abençoe para que nós possamos cada vez mais refletir no quão é importante vivermos a mensagem de Jesus, que é o caminho, a verdade e a vida eterna. E que o Espiritismo vem para reforçar e relembrar esses ensinamentos, permanecendo permanentemente conosco. Vamos orar. Jesus querido, ao final de mais uma reunião, queremos te agradecer pela inspiração das nossas irmãs, pelos espíritos amigos que aqui estiveram conosco, ainda se encontram e ainda rogar por todos aqueles que citamos no início desta reunião, a nossa irmã Maria Oni, a nossa nossa irmã Karina e outros mais que nos vierem à mente, aqueles dos nossos entes queridos que necessitam da nossa assistência. Nós pedimos, Senhor, também a assistência dos amigos espirituais para todos. Que nós tenhamos, querido amigo, um feliz dia das crianças, que possamos cada vez mais viver como as crianças, com a simplicidade, a ingenuidade mesmo, mas estando sempre com os pensamentos voltados para o teu amor, para a tua bênção, para a tua proteção, rogando a Deus por todos, não somente pelos nossos familiares, mas pelos nossos inimigos encarnados e desencarnados. Abençoa-nos, Jesus e fica conosco hoje e sempre. Que assim seja. Muito obrigado a todos. Aqueles que desejarem o passe deverão permanecer sentados, que vão sendo chamados, dando sempre preferência às pessoas idosas, aos que estão com problemas de saúde, aos portadores de necessidades especiais, aos que estão com crianças e todos serão chamados, tá? Um bom domingo para todos. Muito obrigado.

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