Perdoai para que Deus vos perdoe, com Marta Antunes | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 09/06/2025 (há 10 meses) 56:56 297 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Perdoai para que Deus vos perdoe. ESE, Capítulo 10, itens 1 a 4. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Todos. Boa tarde. Vamos fazer a nossa prece de abertura para dar início aos nossos trabalhos. Sejam todos bem-vindos. Senhor Jesus, mais uma vez que buscamos para primeiramente agradecer o dom da vida. a experiência em novo corpo, a família que temos, os amigos e até mesmo por aqueles que nos testam a paciência, que nos testam perdão e que nos testam a persistência na seara do bem. Queremos também, Senhor, como necessitados que somos do teu amor, pedir-te que nos dês forças para que continuemos perseverando até o fim, aprendendo contigo a amar como tu amaste, a viver em paz como soubeste viver. diante das mais difíceis dificuldades. Obrigado, Pai. Obrigado, Jesus. E que os nossos irmãos que nos trarão a palavra à luz do Espiritismo cristão, possam ser inspirados e que os aqueles que não puderam estar presentes, os familiares de todos nós, a nossa sociedade brasiliense do Distrito Federal, do Brasil e do mundo possa cada vez mais se conscientizar de que somente a paz nos traz felicidade aliada ao amor ao nosso próximo e a nosso Pai Celestial, como tu igualmente nos ensinaste. Muito obrigado, Jesus, e permaneça conosco nesta tarde. Que assim seja. Vou passar agora a palavra ao nosso irmão Esimar, que vai fazer um comentário para nós sobre o item 153 da obra Fonte Viva. Boa tarde a todos do livro Fonte Viva pelo Espírito Emanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, a lição 153. Ouçamos e logo os chamou. Marcos, capítulo 1, versículo 20. E alguns ciclos do cristianismo, semelhante passagem alusiva ao encontro do Senhor com os discípulos é interpretada simplesmente como um apelo do Cristo ao ministério religioso. Todavia, podemos imprimir-lhe significado mais amplo. Em cada situação do caminho, é possível registrar o chamamento celeste no templo familiar, onde surgem problemas difíceis, ante o companheiro desconhecido que pede cooperação, à frente do adversário que espera entendimento e tolerância, ao pé do enfermo que aguarda assistência e carinho, à face do ignorante que reclama socorro e

companheiro desconhecido que pede cooperação, à frente do adversário que espera entendimento e tolerância, ao pé do enfermo que aguarda assistência e carinho, à face do ignorante que reclama socorro e ensinamento. Junta a criança que roga bondade e compreensão. Por onde formos, Jesus, mestre silencioso, nos chama ao testemunho da lição que aprendemos nas menores experiências, no trabalho ou no lazer, no lar ou na vida pública. Eis que nos convida ao exercício incessante do bem. Nesse sentido, o discípulo do Evangelho encontra no mundo o santuário de sua fé e na humanidade a sua própria família. Assinalando, pois, a norma cristã como inspiração para todas as lidas, ouçamos a palavra do Senhor em todos os ângulos do caminho, procurando segui-lo em invaliável fidelidade hoje e sempre. Esta mensagem de Emmanuel nos traz a reflexão que nós necessariamente não precisamos estar num templo religioso para vivermos ensinamento do Cristo, porque no tempo religioso é muito mais fácil, né, viver esses ensinamentos. Mas Emanuel nos convida a refletir que esse templo que Jesus fala é a humanidade toda. nós possamos aplicar os ensinamentos do Cristo que nós já temos em prol da sociedade, em prol primeiro da nossa família, sendo um bom filho, um bom irmão, um companheiro responsável, um pai que possa dar o exemplo. E assim vamos estendendo para os amigos de cada dia, para os colegas de trabalho, onde possamos ser pessoas responsáveis e possamos fazer a diferença onde quer que estejamos. Ser honesto, essa é a mensagem. Então, a LED, a lavoura do bem é toda a humanidade para que possamos aplicar os seus ensinamentos. É aí que vem as nossas provas, muitas vezes as nossas expiações, os nossos testes para que possamos exercitar a paciência, o perdão, que será o tema de hoje. E tem uma frase aqui que Emanuel nos traz, que ele fala: "O discípulo do Evangelho encontra no mundo o santuário de sua fé e na humanidade a sua própria família". Eman traduz aqui com profundidade o espírito universalista e fraterno do

s traz, que ele fala: "O discípulo do Evangelho encontra no mundo o santuário de sua fé e na humanidade a sua própria família". Eman traduz aqui com profundidade o espírito universalista e fraterno do espiritismo. Quando ele disse aqui discípulo do evangelho, refere-se àele que realmente vive e pratica os ensinamentos de Jesus, não apenas com palavras, mas atitudes. Quando ele diz, encontra no mundo o santuário de sua fé, em vez de se limitar sua espiritualidade em templos físicos, verdadeiro discípulo vê o próprio mundo com seus desafios, dores e belezas como um campo sagrado para viver a sua fé. Cada experiência é uma oportunidade de aprendizado, caridade e elevação espiritual. Quando ele diz, "E na humanidade a sua própria família", ele quer dizer, enfatiza o princípio da fraternidade universal, uma base essencial da doutrina espírita, independentemente de raça, nacionalidade, crença ou condição social, todos somos filhos do mesmo pai, partilhando da mesma jornada. Então essa visão amplia o conceito da religião, fé, chamando o ser humano a vivência prática do amor ao próximo e da compaixão com o verdadeiro serviço de Deus. Então, o mundo todo espera o nosso trabalho e o Cristo espera que nós possamos desenvolver, aplicar o seu evangelho na humanidade. Um dia teremos o mesmo amor que temos pelos nossos filhos para com a humanidade toda. Esse é o processo. Mas começamos primeiro em pequenos círculos para que possamos aos poucos ir ampliando. Que Jesus possa estar conosco sempre. Graças a Deus. Vou passar a palavra agora para a nossa irmã Marta Antunes, que vai falar sobre o tema perdoai para que Deus vos perdoe. está no capítulo 10º itens primeiro a quarto. Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs. É com grande alegria que nós estamos aqui hoje para estudar, para fazer algumas reflexões a respeito das do assunto que que consta aqui, como foi anunciado por Jorge no capítulo 10º, no 10º capítulo do livro Evangelho Segundo Espiritismo, cujo título é Bem-aventurados que são

mas reflexões a respeito das do assunto que que consta aqui, como foi anunciado por Jorge no capítulo 10º, no 10º capítulo do livro Evangelho Segundo Espiritismo, cujo título é Bem-aventurados que são misericordiosos. Então, Kardec deu, denominou esse capítulo com esse título, bem-aventurados que são misericordiosos. E nós vamos no analisar mais de perto o os itens um, o primeiro, o segundo, terceiro e o quarto. São itens pequenos. Quando a gente lê, que vai estudar, a gente vê que são itens pequenos, mas tem um conteúdo, uma profundidade que um estudo como o de hoje, algum é pouco, nós teríamos até semanas para desdobrar esses ensinamentos que o codificador nos traz. Eh, a primeira coisa que nós gostaremos de destacar é que bem-aventurados os misericordiosos, né, que é o nome do capítulo, faz parte das bem-aventuranças. As bem-aventuranças, por sua vez, faz parte do chamado sermão da montanha, o sermão do monte, que Jesus proferiu. Ele já estava sendo conhecido, ele já tinha começado fazer as suas palestras, algumas curas. Então, nesse momento, ele consegue reunir uma quantidade enorme de pessoas que vão para ele numa região mais elevada, no monte. E ali Lucas até fala no Evangelho de Lucas que não seria propriamente um monte, talvez uma planície, mas os autores falam que é no monte mesmo, porque conforme o lugar que você vem entrando é uma planíci. Se vem de outro lado, é um lugar mais elevado. Claro que não era uma montanha, mas uma região mais elevada, uma região agradável, onde que as pessoas podiam, ficaram sentadas por ali e ouvirem, ouviram uma pregação do mestre. O o sermão da montanha, no Evangelho segundo Mateus, ele abrange três capítulos. Então ele vai do três capítulos. E isso é importante a gente destacar porque ele é o evangelista que mais analisa aquelas ideias que Jesus transmitiu no sermão da montanha. Jesus tinha um uma, vamos dizer assim, uma metodologia de ensino, de nos transmitir as os seus ensinamentos. é muito inteligente, muito agradável. Ele se rodeava dos amigos, do

no sermão da montanha. Jesus tinha um uma, vamos dizer assim, uma metodologia de ensino, de nos transmitir as os seus ensinamentos. é muito inteligente, muito agradável. Ele se rodeava dos amigos, do simpatizante e mesmo daqueles que não o conheciam, mas que ficava atraído poros seus ensinamentos de uma maneira informal, pessoa sentada no chão ou em volta de uma mesa. Então ele assim, ele pregava, ele ensinava num ambiente, vamos dizer assim, fraterno, alegre. que não havia aquela hierarquia, que não é, não havia aquela formalidade. Então, de forma que todos se sentiam muito à vontade iguais. via assim, ah, aquele é o chefe, aquele é o superior, não. Ele fazia de uma tal maneira que era uma informalidade. E essa forma é uma forma que muito agradável, que faz com que as pessoas possam perguntar, as pessoas podem obter obter as respostas, trocam ideias entre si e com isso vem o aprendizado. Então, o sermão da montanha é uma oportunidade e que em que Mateus destaca em três capítulos a esses ensinamento de Jesus. E ele começa o sermão da montanha com as bem-aventuranças, que eu vou ler para você aqui, para vocês aqui cada uma dessa, desse item que Kardec destaca para o nosso estudo de hoje. O estudo de hoje são quatro itens, quatro pequenos itens. Mas meus amigos, minhas amigas, irmãos e irmãs queridas, é um verdadeiro tratado de relacionamento humano que ele apresenta nesses quatro itens, nesses quatro pequenos itens. Então nós vamos analisar cada um desse item, desse cada um desses itens e fazer alguns comentários sobre a respeito. Então ele começa com a citação de Mateus no capítulo 5. Capítulo 5 é o primeiro, é o início das eh das bem-aventuranças, é o início do sermão das montanhas, que é o sermão da montanha vai até o capítulo sétimo. São três capítulos. Então ele fala assim, Jesus diz assim: "Bem-aventurados que são misericordiosos, porque alcançarão a misericórdia". Essa é a bem-aventurança número sete, porque anteriormente, nos capítulos anteriores do Evangelho Segundo

Jesus diz assim: "Bem-aventurados que são misericordiosos, porque alcançarão a misericórdia". Essa é a bem-aventurança número sete, porque anteriormente, nos capítulos anteriores do Evangelho Segundo Espiritismo, Kardecisou as outras. E tem mais bem-aventurança. Então, a de hoje é a bem-aventurança número sete. Bem, bem-aventurados são os misericordiosos, porque alcançarão a misericórdia. Uma palavra muito comum que a gente usa no dia a dia é bem-aventurança. Mas os eruditos, aquelas pessoas mais cultas, eles falam que o melhor seriam chamar felizes os misericordiosos, porque alcançarão. Em vez de usar a palavra bem-aventurado, seria felizes. Estaria mais de acordo com a origem do ensinamento. De qualquer maneira, a gente entende. Bem-aventurados seremos sempre que agimos com misericórdia. E então, eh, nós entendemos que é importante destacar isso, que o, quando a gente analisa esses ensinamentos de Mateus, né, a gente vai ver o seguinte, que são começa com as benaventuras e vai terminar lá com a figueira estéril. Nesses três capítulos que são muito importantes e sobretudo o sermão da montanha, Mateus divide em quatro partes que são chamados discursos. Primeiro discurso, segundo discurso, terceiro discurso e quarto discurso do sermão da montanha. Você veja como é que é importante esses ensinamentos que Jesus transmitiu de uma maneira informal, alegre, todo mundo falando, todo mundo rindo, todo mundo participando. E desses quatro discursos são o seguinte, eh, o primeiro dele, as bem-aventuranças, como nós já falamos, que vai do capítulo 5 de Mateus, versículo 1 a 12. São 12 versículos para falar das bem-aventuranças. Outros evangelistas falam, mas falam de uma forma muito sintética, prática. Lucas é o que fala um pouquinho mais e o Mateus e eh Marcos e João fala bem menos. E também em seguida, eh, essa vem o segundo discurso que é a mensagem de Jesus e a ordem antiga. E na hora que ele tava falando, que ele tava falando das bem-aventuranças, que são 12 versículos

menos. E também em seguida, eh, essa vem o segundo discurso que é a mensagem de Jesus e a ordem antiga. E na hora que ele tava falando, que ele tava falando das bem-aventuranças, que são 12 versículos de no Evangelho segundo Mateus, em seguida ele começou a comparar os ensinamentos que ele tava trazendo de uma maneira muito ética para não criar conflitos com a ordem antiga. O que que é a ordem antiga? É os são os ensinamentos de Moisés, a Torá dos judeus, das leis da tradição, com aquele sacrifício. Inclusive no início, bem no início, tinha ter sacrifício de animais. Naquela época de Jesus ainda havia sacrifício de animais para que a pessoa que era religiosa demonstrasse a sua religiosidade, a sua crença. Imagina a gente ter que matar um animal para provar a nossa crença, mas era a tradição, era a ordem antiga e muitas outras coisas, né? sacrificava o cordeiro e tudo isso. Por isso que João chama Jesus o cordeiro de Deus que foi sacrificado, que foi crucificado. Então, nesse segundo eh discurso, nesse segundo discurso vai de Mateus, do capítulo 5, 17 ao 48. É bem longo, 17 a 48. Depois vem o terceiro discurso. Nós estamos falando só do serrão da montanha. Depois vem o terceiro discurso dentro do sermão da montanha que é chamado instruções prática para a conduta ao re no reino que vai de Mateus. Aí já entra no capítulo 6, no sexto capítulo, versículo 1 a 7 e o versículo 12. Então aqui nesse terceiro discurso que faz parte do sermão da montanha, desse conjunto, é Jesus mostra como é que a pessoa pode alcançar, pode eh chegar ao reino de Deus. Como é que é a nossa conduta? que que o Jorge falou ali na prece, de uma maneira que ele resumiu a lei antiga, todos os mandamentos, os 10 mandamentos da lei de Moisés, estabelecida por Moisés, da legislação de Moisés, Jesus reduziu em dois. amar a Deus sobre todas as coisas de todo o teu coração, de todo o teu, os teu ser e ao próximo como a si mesmo. Então, se nós conseguirmos realizar isso, nós precisamos de mais nada. Amar a Deus e amar ao próximo. E o

todas as coisas de todo o teu coração, de todo o teu, os teu ser e ao próximo como a si mesmo. Então, se nós conseguirmos realizar isso, nós precisamos de mais nada. Amar a Deus e amar ao próximo. E o próximo, a gente começa a ver que é o instrumento da nossa evolução, que tem muito a ver com o estudo de hoje. Bem-aventurados misericordiosos, porque alcançarão a misericórdia. Então, mostra o relacionamento nosso com o nosso próximo. Então, é aí ele coloca, ele vai dando exemplo, vai explicando, vai contando uma parábola e vai ali a as parábolas também, que é uma forma de ensinamento através de símbolos. E a a vantagem das parábolas é que elas são atemporais em qualquer época, em qualquer momento, independente da evolução do ser humano, da humanidade, a pode-se entender aquele ensinamento de Jesus. E por último, a gente chega no quarto discurso do sermão da montanha, o sermão do monte, é o desafio para uma vida de dedicação. Como é que nós podemos levar uma vida de dedicação a Deus e ao próximo? Como fazer? Aí você vê que termina lá na figueira que secou, que não produz frutos. Então vai de Mateus. Aí já é outro capítulo, capítulo 7. sétimo, do versículo 13 ao 29. Eu fiz essa introdução para vocês para que a gente possa ter ver a visão do conjunto para nós analisarmos uma das bem-aventuranças que é a de número sete, a sétima bem-aventurança. Então, uma coisa que é que vale a pena também destacar que quando se fala em misericórdia, bem-aventurados misericordiosos que alcançarão a misericórdia, a palavra misericórdia ela tem um, vamos dizer assim, uma importância fundamental em qualquer momento da nossa vida, independentemente da nossa idade, independentemente do que fizermos, da hora, do dia, de manhã, de tarde, de noite, na infância, na juventude, na vida idosa e na vida pós desencarnação. A misericórdia, ela é tão, ela é importante, ela é fundamental, é porque ela envolve o desenvolvimento da compaixão. Todas as vezes que se fala em misericórdia, que que o indivíduo, que a

sencarnação. A misericórdia, ela é tão, ela é importante, ela é fundamental, é porque ela envolve o desenvolvimento da compaixão. Todas as vezes que se fala em misericórdia, que que o indivíduo, que a pessoa, que nós começamos exercitar a misericórdia, nós estamos desenvolvendo, nós começamos com a compaixão. Ninguém desenvolve misericórdia sem ter compaixão. O nosso olhar para o próximo é diferente quando a gente tem compaixão. que é o olhar de Deus para conosco. Porque apesar dos nossos atentados à lei de Deus, dos nossos erros, das nossas falhas, Deus age com justiça, porque nós fizemos mal escolha, vamos responder por ela. Mas ele tem misericórdia, ele tem compaixão daquele espírito que errou, que faliu. Então ele dá oportunidade de reparar o mal que ele fez, que às vezes o mal que fez abrange muitas pessoas e é, mas ele age por compaixão. A justiça se cumpre, mas age por compaixão. E essa compaixão se traduz na misericórdia divina. Então, a medida que a gente vai desenvolvendo, a gente olha pra pessoa, nossa, aquela pessoa me ofendeu gratuitamente, aquela pessoa me ou às vezes me ofendeu, me magoou, tinha um motivo para magoar. Quando a gente começa a olhar para aquele agressor com olhar de compaixão, quando a gente começa a olhar com mais espírito de fraternidade, né, de tolerância, a gente perdoa o perdão, como foi anunciado aqui hoje e no papelzinho que a companheira entregou pra gente na entrada numa uma página de Emanuel, o perdão, o perdão verdadeiro, não da boca para fora. Ora, o perdão legítimo, ele vem com o desenvolvimento da compaixão, que leva a misericórdia para com o outro, leva a fraternidade, leva, enfim, vão resumir tudo, a prática da caridade. Então, veja como é que uma coisa vai levando. Kardec traz para nós, para nós aqui nesse estudo em quatro, quatro itens e quatro itens pequenos. um tratado de comportamental. E então, eh, Emanuel, por exemplo, fala no no livro Palavras de Vida Eterna, no capítulo 69 desse livro, é um livro maravilhoso, Palavras

o itens e quatro itens pequenos. um tratado de comportamental. E então, eh, Emanuel, por exemplo, fala no no livro Palavras de Vida Eterna, no capítulo 69 desse livro, é um livro maravilhoso, Palavras de Vida Eterna. Eh, ele diz que todas as vezes que agimos com misericórdia, a misericórdia é o ato de tratar o ofensor com menor rigor. Com menor rigor. Nos dias atuais, mais do que nunca, necessitamos exercitar a misericórdia. Então, Emanuel aconselha ainda, deixa que a luz da misericórdia te clareia a nota que a rota deixe que a luz da misericórdia te clareia a rota que a sombra te não envolva. Então, eh, parece fácil a gente falar, nós estamos falando, as palavras são palavras de vida eterna, essa que o Senhor nos ensinou, mas o dia a dia no lar, no ambiente profissional, na vida social, na casa espírita, a gente exercitar a misericórdia, a tolerância, a paciência, a gente precisa ter um pouquinho de compaixão no coração. Porque todo ofensor, todo aquele que ofende, seja por palavras, por gestos, por ações e e que ofende às vezes comete coisas graves, outras menos, é uma pessoa infeliz. é uma pessoa infeliz, é uma pessoa que precisa de compaixão, não aquela compaixão, intolerância, eu sou superior, então eu vou perdoar esse que tá me ofendendo. Não, não é nada disso. Nós estamos falando de um sentimento verdadeiro do coração que a gente envolve aquele que tá ofendu no sentimento, numa vibração positiva de amorosidade. é diferente naquela que ele fala: "Ah, perdoa, é o que diz perdoa da boca para fora". Ou com áreas de superioridade, nada disso. Nós tá falando sentimento puro, verdadeiro. Então a gente precisa disso, que nós somos seres imperfeitos, então nós erramos. Nós erramos. Nós não somos espíritos puros, nós não temos nem muita evolução. Eu tô falando por mim. Então a gente ainda tem uma longa caminhada andar. Então é uma o que é imperfeito é é desinformado, é ignorante e não só intelectualmente, mas moralmente. Então a gente comete erros, a gente ofende, a gente

a gente ainda tem uma longa caminhada andar. Então é uma o que é imperfeito é é desinformado, é ignorante e não só intelectualmente, mas moralmente. Então a gente comete erros, a gente ofende, a gente magoa. Então é preciso que nós aprendamos a perdoar, porque nós ofendemos também e agindo com misericórdia. Daí que Jesus, uma das atitudes para de conduta, que é o quarto discurso de Mateus do no sermão da montanha, como viver na, né, no uma vida de dedicação. É esse exercício, gente, não é um exercício de vez em quando, não é de todo dia, de toda hora. A gente chega em casa, à vezes uma coisa que um filho, que um parente tá fazendo que nos aborrece, aí a gente já vai com uma palavra agressiva, a gente precisa se conter, aprender a administrar esses impulsos, esses impulsos da raiva, às vezes até do ódio, esses impulsos que às vezes a gente não pensa, não pensa e fala ou comete algum desasto. E aí cria aquele clima ruim, crima crima de inimizade, bate boca. que a gente pode começar a exercitar, né, agindo com compaixão, eh, com com outro, conosco mesmo. Aí nós passamos agora para o segundo. O tempo, o tempo voa inexorável. Então nós passamos agora para o segundo item, o item dois do capítulo 10, que é outra citação de Mateus em que em que diz assim, vou ler para você, Mateus, capítulo 18 versículo 13, capítulo 21 e e versículo 21 e 22. Mateus capítulo 18 versículo 15 e versículo 21 e 22. Aí vocês já notam que é o capítulo 18, já não é mais do sermão da montanha. Então, eh, Kardec pega outro ensinamento de Jesus em outro momento e diz o seguinte: "Se vosso irmão pecou contra vós, cobrai-lhe a falta em particular e a sós com ele. Se vos atender, ganhardes o vosso irmão." Então, aproximando-se dele, o apóstolo Pedro, se aproximando de Jesus, perguntou: "Senhor, quantas vezes perdoarei ao meu irmão quando ele houver pecado contra mim?" Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: "Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas 70 até 70 vezes sete vezes." E nós estava até brincando ali

oarei ao meu irmão quando ele houver pecado contra mim?" Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: "Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas 70 até 70 vezes sete vezes." E nós estava até brincando ali um pouquinho antes de começar que quando um indivíduo, quando uma pessoa, quando nós conseguimos perdoar uma pessoa sete vezes, a gente já perdoa infinitamente. Se a gente conseguiu vencer a barreira da vaidade, do orgulho, da raiva, do rancor e já conseguiu perdoar até o sete que Pedro pergunta, eh perdoa todo, mas Jesus mostra que o perdão é infinito, é muitas a gente vai perdoar muitas sempre que nós nos sentimos ofendidos. Agora, isso é um exercício, né, gente? Isso não, a gente não adquira assim. não é um passo de mágica. Às vezes a gente precisa de reencarnações para saber perdoar. A gente vê essas pessoas que, por exemplo, como nós estamos vivendo um momento agora de guerra, que destrói essa cidade, destrói crianças, jovem, aquela quantidade de pessoas que são mortas ou que vivem assim na medincância, esperando uma ajuda internacional. Muitas vezes essa ajuda não chega porque tá com os bloqueios lá. Então a gente fica pensando quanta dor, quanto sofrimento deve pairar ali naquela região da Rússia, da Ucrânia, da Palestina, que nós estamos vivenciando agora. Então é muita dor, muita gente chorando, muita gente implorando. Então essas pessoas, esses indivíduos, provocadores, autores desses crimes contra a humanidade, desses crimesos, eles levam mesmo muitas encarnações em vidas de verdadeiro sofrimento, de privações, porque os o ato dele não foi contra uma pessoa, foi para multidões. Então nós temos que exercitar esse nosso alevabedo no dia a dia da nossa vida. Exercitar com as pequenininhas coisas. Mas ó, fez uma palavra ali, deu um, fez um gesto assim que a gente não gostou muito, perdoa. Morro. Muitas vezes a gente tem dificuldade para perdoar e a gente tem mais dificuldade para perdoar as pessoas que estão próximo da gente, as pessoas que nós amamos. Porque há um subentendido aí que

Morro. Muitas vezes a gente tem dificuldade para perdoar e a gente tem mais dificuldade para perdoar as pessoas que estão próximo da gente, as pessoas que nós amamos. Porque há um subentendido aí que as pessoas que amam não devem nos ofender, mas ofenderfeitos como nós até às vezes nós somos até mais imperfeitos. Então a pessoa, nós temos que começar a exercitar isso. E para exercitar esse perdão, a gente tem que olhar, mas começar a ver as qualidades daquela pessoa. E mentalmente a gente começa para aquela coisa não ficar como se tivesse tomando um ácido que tá sendo ali corrosivo, né? fica corruendo por dentro, fica pensando naquilo. Tem gente que fica roendo a unha, pensando, outra fica puxando os fios de cabelo. Conhecia pessoas assim, eu conheço pessoas assim que fica pensando naquilo assim 24 horas, naquela, naquele ato que a pessoa cometeu contra ela, que às vezes não é nem lá grande coisa. Às vezes aquele que cometeu com aquela pessoa não é para outra, não tem importância. Agora, o fato da gente não ser importante para nós não significa que não deve valorizar no outro, mas no o outro quanto nós precisamos no dia a dia começar botar em prática. A primeira coisa é ver as qualidades do outro. As pessoas vão lembrar que a pessoa em outras ocasiões foram foi generoso conosco ou que fez algum bem. E se essa pessoa nunca foi generosa ou que a gente não detecta uma qualidade, mas que a gente vê que é um filho de Deus, é o nosso irmão. Nós somos filho do mesmo pai, então nós temos que vê-los como irmãos, porque às vezes quando nós ofendemos alguém, depois vem um remorço. O remorço é uma tristeza, é uma, quem não passou por remorço, só quem não passou por remorço, quem sabe que não sabe quanto sofrimento há no remo. E às vezes a a mágoa que a gente provocou no outro, a gente não tem chance, como fala aqui nesse texto que Pedro pergunta a Jesus quantas vezes deve perdoar, né? Porque Jesus tava ensinando, tava orientando. Antes de Pedro perguntar, Jesus tava falando o quê?

não tem chance, como fala aqui nesse texto que Pedro pergunta a Jesus quantas vezes deve perdoar, né? Porque Jesus tava ensinando, tava orientando. Antes de Pedro perguntar, Jesus tava falando o quê? que todas as vezes que um irmão nosso, que alguém errar contra nós, fizer algo que não não cometer um pecado contra nós, nos fazer infeliz todas as vezes que isso acontecer, é chamar em particular. Conversa com ele, vamos conversar em particular. Você falou isso, você provocou aquilo. Vamos tentar entrar num acordo em particular. Jesus tava ensinando isso. Aí Pedro vem pergunta porque havia uma informalidade na relação de Jesus com os discípulos, não só os apóstolos, com todos. Então Pedro tomou em liberdade, perguntou quando quantas vezes deveria perdoar. Então é isso. Eh, tudo isso é prática de vida. Tudo isso é comportamento que a gente vai adquirindo. Não vai cair do céu, não. Nós temos que nos esforçar para desenvolver essa capacidade de compaixão, de entendimento, de dialogar. E se a gente não consegue chamar a pessoa em particular para confessar, para ver o que que foi que houve, mostrar boa vontade, a gente pode achar arranjar um intermediário, alguém que possa servir de intermediário, né? Aliás, hoje em dia nas grandes negociações de comerciais, industriais, sempre é um mediador, o mediador que se a pessoa não conseguir, às vezes a pessoa é excelente comerciante, é um grande industrial, mas não tem a arte de dialogar, então coloca o mediador. Então veja para Flora, será que você podia, minha irmã, meu irmão, conversar com o Flor? Nós tivemos desentendimento, mediar. Às vezes até é bom ter o mediador, é até desejável, porque naquele impacto de querer reconciliar, às vezes aumenta mais a discussão. Então isso é que Jesus nos orienta no versículos, no não no item três, eh, no item três, né, que nós acabamos de ver, nós vamos que nós vimos o um, o dois, o seis, né? Eu pulei o segundo item e vou voltar agora. O segundo item fala, é o capítulo 6, capítulo 14 e 15.

rês, eh, no item três, né, que nós acabamos de ver, nós vamos que nós vimos o um, o dois, o seis, né? Eu pulei o segundo item e vou voltar agora. O segundo item fala, é o capítulo 6, capítulo 14 e 15. Se perdoardes aos hometeram contra vós, também o vosso Pai celestial vos perdoará os pecados. Mas se não perdoardes aos homens quanto vos tenham ofendido, o nosso Pai celestial também não perdoará. Deus sempre perdoa, mas esse é o que consta no versículo, né, no versículo no capítulo seis, que é do sermão da montanha. É aquilo que nós falamos no início. Nós fizemos escolha, resolvemos agredir, resolvemos ofender. Ação que tem uma reação. Se nós fizemos uma escolha boa, fizemos um ato bom, vai ter uma reação boa. Se foi negativo, vai ter uma reação negativa. Então, se foi negativo, é um débito. E foi uma ação positiva no bem, temos um crédito que vai tornando a nossa vida mais fácil, nossa caminhada evolutiva mais fácil. Mas se foi um débito, nós temos que pagar. Nós criamos uma dívida. Um endividamento menor que seja. Então nós temos que pagar. Então, Deus age com misericórdia e nós vamos conviver ou no mesmo com aquelas mesmas pessoas que nós ofendemos ou em situações similares àquela que às vezes aquelas pessoas que nós ofendemos ou aquela pessoa que magoamos, elas já evoluíram e já perdoaram, mas nós temos uma dívida. Então, às vezes, encontra uma situação similar para que nós tenhamos oportunidade de reparar o erro cometido. Então, Deus age com misericórdia. Se Deus não agisse com misericórdia, as nossas provas seriam insuportáveis, seradores atrozos. E por último, meus amigos, nós chegamos ao item quatro, em que Kardec analisa basicamente a situação da misericórdia, que é o título do capítulo bem-aventurados misericordiosos, porque alcançarão ou porque obterão a misericórdia e é o é o inicia com essa citação que das dessa bem-aventurança. Então, Kardec, ele nos lembra que a misericórdia, nós exercitando, é um complemento da brandura. Nossas ações, as nossas palavras, os nossos

é o inicia com essa citação que das dessa bem-aventurança. Então, Kardec, ele nos lembra que a misericórdia, nós exercitando, é um complemento da brandura. Nossas ações, as nossas palavras, os nossos gestos, eles passam a ser mais brandos, mais serenos. Não é aquela frieza do indiferente, não. Nós passamos a ser mais moderado e ponderados. E isso se revela nas nossas expressões. Então, eh, Kardec nos lembra que, como a misericórdia é um complemento da brandura, aquele que for misericordioso pode ser brando, aquele que não é misericordioso não pode ser brando. E muito menos passo. Então, nós chegamos aí à raiz do problema do problema. as guerras, as inimizades, as brigas, seja pequenas ou grandes, ela não é porque nós não somos brandos, não somos ponderados, nós não os temos, nós não exercitamos misericórdia. É a conclusão óbvia. Então nós não podemos falar em paz só da boca para fora. Nós não somos pacíficos. Eh, outra coisa que Kardec destaca que quando a pessoa age com ódio e com rancor, tá revelando, na verdade uma alma sem elevação e sem grandeza, um espírito muito atrasado. A medida que a gente se esforça, reconciliar com o seu adversário, coloca o mediador, tenta perdoar ou perdoa sobretudo, aí nós já estamos nos desprendendo dessa libertando essas algemas que mantém presa a nossa imperfeição. Eh, Kardec também destaca mais um ponto, o esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada. Uma sempre ansiosa de sombreira suscetibilidade e cheia de fé. A outra é calma, plena de mansidão e caridade. Gente, esse é o dia a dia da nossa vida. Pode ser que ao longo de uma encarnação, pode ser que pessoas que já andaram um pouquinho mais, em 10 anos, 5 anos, já tô assim vivendo a misericórdia. Mas pode ser que a gente só o final da existência, depois de muitas provas, que a gente começa a exercitar mais. E por último, o codificador nos fala, eh, ele nos faz dois destaques. Final do item quatro, que ele tá analisando a misericordiosa, o valor da misericórdia. Primeiro, há, porém, fala, o codificador

s. E por último, o codificador nos fala, eh, ele nos faz dois destaques. Final do item quatro, que ele tá analisando a misericordiosa, o valor da misericórdia. Primeiro, há, porém, fala, o codificador nos fala, há, porém, duas maneiras bem diferentes de perdoar. Kardec destaca, há duas maneiras bem diferentes de perdoar. Uma é grande, nobre, verdadeiramente generosa, sem segunda intenção, que evita com delicadeza ferir o amor próprio do adversário. pessoa acabou de ofender. E se nós tivermos um pouquinho de grandeza, precisa ser um espírito muito elevado, mas um pouquinho de elevação, a gente procura não ofender o amor próprio do adversário. Então, como é que a gente vai aprender isso? Exercitando. A segunda, Kardec fala, a outra maneira de perdoar é é oposta. impondo ao ofensor condições humilhantes que irrita e produz amargura, dificultando reconciliações. Então, eh, já é um aprendizado. Muitas vezes a gente fala assim: "Eu perdoo, mas nunca mais eu quero ver essa pessoa nem na minha frente. Eu perdoo, mas não quero nem ouvir o nome dessa pessoa." Isso, isso não é perdão. Perdão. Quando você perdoa com coração aberto, sabe que o outro feriu, mas perdoa. Ah, sou forte, tenho um coração, tem um escudo que me protege, que é o escudo do amor. E outra forma de perdoar é essa que Kardec fala, que não é perdão, é humilhar, seja em particular, seja publicamente a a pessoa que aquela aquele ser tá dando o seu perdão. Então, queridos irmãos, que essa semana, nós encerramos aqui, mas que essa semana seja uma semana de reflexão a respeito desse estudo. Não é por acaso que hoje é o primeiro dia da semana e no nosso calendário e nós refletir sobre isso, sobre a misericórdia, sobre o perdão, tolerância não é fazer de conta que não tá vendo. Pelo contrário, eu estou vendo, mas estou agindo com amor. em última análise, resumindo tudo dessa desse desse manual de comportamento que Kardec nos trouxe, é a prática da caridade, a da lei do amor. Então, ali na entrada a companheira deu para nós

com amor. em última análise, resumindo tudo dessa desse desse manual de comportamento que Kardec nos trouxe, é a prática da caridade, a da lei do amor. Então, ali na entrada a companheira deu para nós esse essa essa mensagem de Emmanuel que fala do livro Assim Vencerás da Editora Leal, né? E ali fala: "Não te detenhas toma a presença do companheiro que te feriu e perdoa, ajudando a recuperar. reflete e ampara-o. Quer dizer, aqui a mensagem de Emmanuel da Ideal, que é uma editora que tá em conjunto com a FEB, ele tá pedindo não só para perdoar, para relevar as ofensas, mas amparar o ofensor. Amparar o ofensor. É, é, vale a pena ler essa mensagem que eu encerro para encerrar o nosso estudo, a nossa reflexão. É uma conversa fraterna e e vou ler o final da mensagem. Não hesites, porém não hesites. Perdoa agora enquanto a oportunidade da reaproximação te favorece os bons desejos, porque provavelmente amanhã o ensejo luminoso terá passado e não encontrarás ao redor de ti senão a cinza do arrependimento e o choro amargo da improdutiva Lamentação. Tá aí, Emanua, Ideal, Ideal e FEB, um livro Assim Vencerás. que tenha todos nós uma semana e um resto de meses com muita paz, muita saúde, muita alegria. Agradecemos primeiramente a Deus pelas bênçãos recebidas nesta tarde e depois aos nossos irmãos, não somente do plano espiritual, mas os nossos irmãos encarnados, esse marta essas palavras para reflexão e para que nós Mas nos esforcemos a cada dia para trabalhar em nós a compaixão ao nosso próximo. Porque o perdão é fruto da compaixão. A partir do momento que nós soubermos ser misericordiosos para com todos, nós não nos deixaremos ofender por nada mais e viveremos em paz, na paz que o Cristo nos trouxe e que ele nos deixou. Assim, Jesus, muito obrigado pela tua assistência. pela assistência dos amigos espirituais que estiveram conosco, inspirando os nossos irmãos, nos trazendo estes ensinamentos que precisam ser cada vez mais sentidos e vividos por nós. Abençoa-nos, Senhor Jesus, no

ncia dos amigos espirituais que estiveram conosco, inspirando os nossos irmãos, nos trazendo estes ensinamentos que precisam ser cada vez mais sentidos e vividos por nós. Abençoa-nos, Senhor Jesus, no propósito de cada vez mais nos esforçarmos em relevar as imperfeições do nosso próximo, a já vista, que as trazemos por vezes até piores em nós. Ajuda-nos, Senhor, a saber conviver em nosso lar, exercitando o perdão, a compreensão, a tolerância a cada dia. Ampara as nossas forças para que possamos continuar contigo até o fim. Abençoa todos os presentes, os seus familiares, os nossos governantes. Estende as tuas bênçãos de paz a toda a humanidade, Jesus. E que assim seja. Aqueles que desejarem receber o passe, permaneçam sentados em seus lugares, que serão chamados, dando sempre prioridade às pessoas idosas, pessoas que tenham necessidades especiais e as crianças. Um bom domingo, um bom resto de domingo para todos. Uma excelente semana para todos nós. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos. Conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. É, independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar

rutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.

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