Roda de Conversa Final | 2ºENER
2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo Tema-geral: “Pedro, tu me amas?” (Jo 21:15) Local e data: Federação Espírita Brasileira — 19 a 21 de setembro de 2025 🎤 Palestra Título: Roda de Conversa Final Expositor(a): Carlos Campetti, Geraldo Campetti, Hélio Blume, Marta Antunes e Severino Celestino Este vídeo integra a série de publicações individuais do 2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo, realizado na sede da Federação Espírita Brasileira (FEB). O encontro promoveu confraternização...
Então, amigos queridos, eh passamos ao nosso novo momento, que é a roda de conversa será conduzida por Geraldo Campete. por favor. Severino Celestino, professor Severino, Hélio Blum, Euzita e Euzi, abordando as perguntas que foram formuladas durante o evento e colocadas na caixinha. Tem mais, pode, pode sentar aqui. Vou ficar aqui. >> OK. >> Perdoem amigos. também. Ah, teremos nessa roda de conversa Carlos Campete. >> Muito bem. >> Vamos ali Osita, por favor, sente-se. Gente, bom dia a todos. >> Shalom. >> Shalom. Eh, no esperanta a gente aprende o acusativo aí você faz uma, né, que é um M com N junto, não é, professor? Fica tão gostoso. Então, esse Shalom é bem interessante. Que alegria, não é, gente, estarmos juntos. Quem está alegre aqui, por favor, se manifeste aí, ó. Que gostoso. Bem espontâneo, né? Aí a gente, nós temos aqui, gente, uma centena de perguntas para serem feitas. Claro que nós vamos responder todas em 50 minutinhos de bate-papo. Então, os nossos convidados especiais serão objetivos nas respostas, não é? Mas com tempo para poder esclarecer, para poder a gente dialogar sobre elas todas. Olha, vocês sabem que o Evangelho Rede Vivo é um programa constituído de nove livros. Seis desses livros já estão publicados, o sétimo já vai paraa impressão e o oitavo já está em elaboração. Significa que depois, né, virá o apocalipse aí, né, professor? professor, já tá encomendado ali o livro da revelação tá vindo também. Então, nós teremos em breve até o próximo ano, provavelmente esses livros todos à disposição, no máximo, senão em 26 e 27, mas dá tempo que a gente tem muito estudo pela frente, não é? E há uma pergunta que é recorrente, que é muito importante que se esclareça. E eu queria ouvir aqui eh mais especificamente, eu acho que da Eusita e do Mano, é sobre a questão do primeiro livro, porque é uma dúvida. No que que se constitui esse primeiro livro? Se a gente deve sempre usar o primeiro livro, né, do Evangelho Rede Vivo. >> E a gente não deve se preocupar com
ão do primeiro livro, porque é uma dúvida. No que que se constitui esse primeiro livro? Se a gente deve sempre usar o primeiro livro, né, do Evangelho Rede Vivo. >> E a gente não deve se preocupar com outras referências a mais. Basta o primeiro livro e o que tem o primeiro livro é suficiente para dar formação àquele que está querendo ser um facilitador do evangelho rede vivo. Então eu queria queit humano objetivamente esclarecesse esse ponto para que não restasse mais nenhuma dúvida. por favor. >> Muito bem. O primeiro livro é o livro de introdução da metodologia do Evangelho Rede Vivo e nos traz exatamente o modos operandologia. E mesmo nesse primeiro livro, em todos os capítulos, nós temos as referências dos livros, onde nós encontramos subsídios para as ideias que estão ali eh desenvolvidas. Se nós não dominarmos o que está no primeiro livro, nós poderemos estudar tudo nos outros livros, menos Evangelho Rede Vivo, porque a gente não faz a aplicação da técnica na nesse linear de um pensar crescente que nos leva a deduzir todo o trabalho do conhecer, meditar, sentir e vivenciar a mensagem do Cristo. Isso é importante. Agora, precisamos ficar no nosso trabalho desenvolvendo apenas o que tá que está no primeiro livro, nos outros demais livros, gente, são aberturas. Quanto mais pesquisa, quanto mais referências nós buscarmos sem ferir a metodologia, mais enriquecido será o estudo. >> Uhum. >> Ou não? >> Correto. Muito bem. Então, primeiro livro é base. A pessoa pode entrar lá no terceiro livro, ela não vai saber qual é a metodologia. Se o facilitador considerar que pode, vai ter que explicar essa metodologia paraa pessoa sem ter feito o livro um. Não é? Ela vai, pode até ir aprendendo, mas se você tem uma turma de de 10 pessoas e você coloca cinco novos, você vai ter um problema seríssimo, porque essas cinco pessoas não sabem da metodologia. Aí nós vimos logo no começo quando saiu, ah, mas a gente estava esperando tanto para estudar Mateus à luz do Espiritismo, para que a gente vai
imo, porque essas cinco pessoas não sabem da metodologia. Aí nós vimos logo no começo quando saiu, ah, mas a gente estava esperando tanto para estudar Mateus à luz do Espiritismo, para que a gente vai ficar perdendo tempo nesse livro um. Aí a resposta que eu digo: "Bom, então você vai estudar agora Mateus conforme você não sabe o jeito, porque não é vai pegar e vai ler, vai sentar numa roda para fazer o estudo, tem que fazer o primeiro livro para conhecer a metodologia. Basicamente é isso. Nós podemos agregar coisas, podemos. Agora tem que tomar muito cuidado, né? Depois do livro um, a gente entendeu a metodologia. A gente tá usando ele inclusive para fazer formação de pessoas em serviço, de facilitadores na própria ação. A partir do livro dois, algumas das pessoas já podem começar a ajudar a facilitar quando elas têm habilidade, t interesse em fazer, porque nem todo mundo tem interesse e nem todo mundo tem habilidade. Então, aqueles que têm, que tem interesse, podem até começar a facilitar já a partir do livro dois. Mas o que que acontece? Eh, depois da gente já tá usando a metodologia, os livros foram feitos sob inspiração, com muita meditação. Eles têm uma orientação para fazer o estudo. Aí eu pego lá e crio tudo de novo. Vou ir pesquisar texto, vou buscar não sei aonde, não sei o quê, e esqueço o que tá colocado no livro. Então, não é mais evangelho red vivo. Só essa é a preocupação que a gente tem que ter, tá bem? Tem que seguir a orientação do livro. Ah, mas eu posso trocar esse texto por outro? Você encontrou um texto que paraa sua turma vai ser mais efetivo? Então sim, ah, não vou trocar porque eu gosto mais desse. E se mas vai ser adequado pro pessoal que está? Então sim, se não é, não é porque eu gosto que eu vou trocar. Tudo bem, gente? >> Muito bem. É muito importante essa compreensão. Não sei se alguns dos amigos tem mais algum complemento, >> porque tudo começa com o começo, né, gente? Se a gente não tiver uma compreensão da base, depois a gente não
to importante essa compreensão. Não sei se alguns dos amigos tem mais algum complemento, >> porque tudo começa com o começo, né, gente? Se a gente não tiver uma compreensão da base, depois a gente não consegue aplicar da maneira adequada. E eu confesso a vocês assim, o que eu vejo, o Evangelho Rede Vivo, ele é maravilhoso. E essa metodologia ela é absolutamente inovadora, porque ela resgata, ela é evolucionária porque ela resgata a essência. Parece uma coisa tão assim óbvia. Ah, mas que que tá fazendo de novo? Qual é a novidade? Não é? Eu queria até perguntar pro professor Severino Pelestino. O Hélio quer falar alguma coisa? O Hélio quer falar aqui sobre esse assunto. Então, qual é a novidade? A boa nova o evangelho de Jesus tá aí para nós, né? 2000 anos. >> É só queria lembrar na minha exposição, não falei de que a gente tem que ter cuidado para não fazer com o espiritismo as mesmas coisas que nós fizemos com as outras religiões, ou seja, fomos nós mesmos. Então, acrescentamos, interpretamos e ficamos fazendo uma série de coisas e que o que o Carlos falou é extremamente importante. Nós precisamos ter esse cuidado. Sim, >> nós temos que nos segurar porque a gente tem vontade de ir direto em João, o bem amado. É interessante, realmente, porque por por incrível que pareça, eu estou revendo e reorganizando um estudo no João, o bem amado. Não é coincidência, mas o a minha preocupação com relação a fazer parte do evangelho Red de Virv para mim foi a maior escolha que Jesus podia ter feito paraa minha vida, é que vocês fizeram uma metodologia perfeita e eu jamais vou mudar nem querer alterar, mas eu vou nos originais e reforço essa metodologia e esse estudo que é o que vai dar corpo, é o que vai dar suporte para dizer às pessoas: "Não, nós extraímos tudo isso". dos textos originais. Não dependemos de nenhuma outra interpretação, porque qualquer qualquer pessoa que interprete a Torá ou evangelho, qualquer obra, eh, eu diria do da Bíblia, chamemos assim, a primeira preocupação ou autoridade que
s de nenhuma outra interpretação, porque qualquer qualquer pessoa que interprete a Torá ou evangelho, qualquer obra, eh, eu diria do da Bíblia, chamemos assim, a primeira preocupação ou autoridade que ele pode ter antes de qualquer interpretação é traduzir. Porque se ele não fizer isso, ele vai pode receber uma tradução viciada. E é essa preocupação que eu tenho visto aqui desde desde sexta-feira com a a pureza e a cristalinidade que o Evangelho Red Vív precisa ter, porque eu vejo isso como uma luz. Eu quero até fechar com algumas informações que eu recebi da espiritualidade para trazer para o grupo para que seja a base do cuidado do evangelho Red Vivo. >> Ótimo. Vai fechar aqui no momento que a gente tiver fechando, o professor vai trazer já antecipando o apocalipse para nós, né? A revelação. Coisa linda. Professor, ficando ainda com o senhor aí, com Hélio, por favor. A Marta Antônies e o Mano Cal também falaram ontem sobre a necessidade de revisão de alguns pontos, o que é perfeitamente natural. Isso é um programa, é um estudo, está aí a aplicação, não é? Euzia, são professoras didáticas, né, metodológicas e tudo a gente vê. O Hélio também na área acadêmica, o professor, enfim, e a gente sente a necessidade de revisão que é perfeitamente natural. Eh, o Evangelho de Mateus, por exemplo, né, o maior de todos em termos aqui de extensão nesse, né, nesses nove volumes. A gente poderia eventualmente agrupar alguns, né, versículos semelhantes. Como é que ficaria esse processo de revisão? Queria ouvir rapidamente do professor e também do Hélio. >> Revisar não é mudar, é descobrir a verdadeira essência que sedimente o, eu diria assim, o projeto, o esqueleto, o todo que já está colocado desde o livro um. Então a gente pode acrescentar coisas que refundamente ou dê muito mais corpo ao que a gente já tem. Agora mudar, tirar isso aqui que não vale não. Aqui aqui nós temos que obedecer a Jesus em Mateus 5:18. Não passará um só Iú da Torá sem que tudo seja cumprido. Ou seja, a menor
ao que a gente já tem. Agora mudar, tirar isso aqui que não vale não. Aqui aqui nós temos que obedecer a Jesus em Mateus 5:18. Não passará um só Iú da Torá sem que tudo seja cumprido. Ou seja, a menor letra do alfabeto hebraico é o Iud. E Jesus disse que ele não passará diante da verdade que ele trouxe, jurando fidelidade à Torá. E é natural que a gente evoluindo, a gente passe a fazer uma leitura mais ampla dos aspectos e consequentemente, né, como diz o professor Severino, a gente possa estar acrescentando isso, né, a aos nossos textos. >> Pergunto agora pro Mano Carlos. Qual é a diferença entre dizer, estamos vivendo a transição do mundo de expiação em provas para mundo de regeneração e afirmar: "Já entramos no início do mundo de regeneração". Essas expressões não significam a mesma coisa ou tão sentidos diferentes? Nós nós vamos encontrar lá na Gênese uma informação do espírito Barry de que quando o espiritismo foi codificado, o planeta Terra tinha entrado aproximadamente 100 anos no período de transição, de expiação e provas para a regeneração. E o espiritismo foi codificado com propósito de auxiliar a humanidade a adentrar a regeneração. O codificador previu que isso aconteceria no início do século XX. mas foi informado pelos espíritos que haveria um atraso de 100 anos e o atraso de 100 anos seria começo do século XX. Então tem coerência com a própria codificação que nós estaríamos adentrando o período de regeneração. Agora agora não há, como a gente explicou, saltos, não há nada brusco na natureza. tudo evolui passo a passo. Então, é natural que a gente ainda veja comportamentos de expiação e provas, consequências de expiação e provas no início da regeneração e por um bom tempo ainda, mas isso vai diminuindo progressivamente. O período de transição no no entendimento da do que está colocado passou. A transição entre expiação e provas para a regeneração aconteceu de 100 anos antes do espíritismo até o começo do século XX. Agora nós estamos iniciando a regeneração.
da do que está colocado passou. A transição entre expiação e provas para a regeneração aconteceu de 100 anos antes do espíritismo até o começo do século XX. Agora nós estamos iniciando a regeneração. Esse é a gente entende como fato. Agora o entendimento de cada um a gente respeita. Lógico que ainda temos muito que a gente esteja morreu de novo. Oxe, eu tô acabando com as baterias. Não sou eu não, hein. Bom, >> bom, eh, então, eh, respeitando todos os entendimentos, a pergunta que fica e que é crucial é de essência. Qual é o meu comportamento? Eu estou sintonizado com expiação e provas ou com regeneração? A proposta de nós trabalhadores é de se sintonizarmos com a regeneração, que é a próxima etapa que está começando. Essa é a ideia. Tá bem, gente? >> Muito bem. Tem uma pergunta aqui bem abrangente, muito interessante, que aí eu vou querer ouvir. Euzi, Euzita, por favor, queridas professoras, o Brasil divulgando e implantando o programa do Evangelho Rede Vivo no mundo, estaria também cumprindo a sua missão de pátria do evangelho? >> Pátria do evangelho e coração do mundo. Que que o coração faz? sustenta o todo. Então, realmente, cada um de nós é esse coração com a responsabilidade de passar adiante aquilo que já sabe, que vivencia, que testemunha. Mesmo para as crianças. Se uma criança pergunta: "O que que é meditação?" Eu já ouvi falar, vi na televisão, que que é isso? Aí você entra na dialética socrática. Ah, você viu? foi na televisão, né? Pois é. Meditação é você ficar quieto e prestar atenção no que é bonito, que não foi feito pelo homem. Você não acha? Que que você acha? Como é que você acrescenta aí? Então, nós brasileiros somos responsáveis pela mudança transplantação da árvore que veio pro Brasil. Mas eu até gosto, posso fazer pergunta? Não, ó, >> se não forem responder >> depois eu quero perguntar para ele por que que o Brasil tão privilegiado, por que que ele foi privilegiado? Você conta para nós por que o Brasil foi privilegiado? Porque a população que nós
sponder >> depois eu quero perguntar para ele por que que o Brasil tão privilegiado, por que que ele foi privilegiado? Você conta para nós por que o Brasil foi privilegiado? Porque a população que nós temos, de onde vem? Pronto. Obrigada. Segurem essa, porque perfeitamente o Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, recebendo a transplantação da árvore do evangelho para um povo que dê mais atenção a ela, tem essa missão. E acima de tudo, o brasileiro que está sob a gestão de Ismael, que é o acolhimento personificado, tem esse jeitinho diferenciado e tem toda essa capacidade de interpretar o evangelho em espírito, em verdade, e com esse programa, abraçando-o intensamente, levar para o mundo inteiro. É, cadê os meninos da música? Aquela música do César Tuck do Brasil pro mundo inteiro. Depois vocês fecham para nós, por favor. É, eu queria dar um testemunho vivo. Sou conselheiro de uma associação mundial e tanto no Emirados Árabes como em Taiwan, China, como na Holanda e nesses países todos, a gente chama atenção. E aí eles nos perguntam: "Por que que vocês não fazem o que os evangélicos fazem se eles estão espalhando essas notícias pelo mundo?" Eu falei: "Porque nós não prometemos uma salvação como eles prometem". E de uma certa forma, então, as organizações do mundo, vou citar aqui o professor Mangabeira Unger, que diz o seguinte: "O mundo tá descobrindo que ele precisa ser colaborativo, contributivo, e aí ele vai descobrindo que isso tem base na religião, porque quem não, se nós nos apoiamos em leis básicas, temos segurança." E aí nós temos, de uma certa forma, pelo nosso exemplo, pela forma de ser, todo mundo faz orações e as organizações mundiais neste momento, elas estão aflitas, elas estão sedentas disso que nós estamos falando. E nós temos uma responsabilidade imensa. Nem sempre podemos estar fisicamente presentes, mas em oração nós podemos levar uma boa vibração e ajudar a fazer que a humanidade descubra quem é Jesus. >> Muito bem. Olha só, tem uma pessoa
imensa. Nem sempre podemos estar fisicamente presentes, mas em oração nós podemos levar uma boa vibração e ajudar a fazer que a humanidade descubra quem é Jesus. >> Muito bem. Olha só, tem uma pessoa querida com um grupo de amigos que querem fazer uma entrega à Federação Espírita Brasileira. Eu vou pedir que esses queridos irmãos façam entrega ao diretor Rabelo, é o diretor Moroni e também ao diretor Marco e também o Zé Valdo. Tá cheio de diretores da FEB ali, olha. Por favor, queridos amigos, podem fazer isso lá com eles. Eu agradeço de coração, tá bom? Eu sei que eles têm que sair e a gente fica aqui à vontade também. Obrigada. Aí o Marquinho recebe lá com o pessoal. Muito agradecido pela gentileza. Olha, queria ouvir aqui agora. Você vê que a nossa roda de conversa, qualquer um pode pegar o microfone, né, e fazer abordagem aí sobre o assunto tá sendo tratado. Mas aqui, professor e mano, pessoal tá parabenizando pelo evento e tem uma pergunta. Ah, a questão dos livros que são desenvolvidos para o Evangelho Rede Vivo trazem um bom material para os modos conhecimento e, né, meditação, conhecer e meditar, mas não para sentir e viver. Essa é a colocação. Isto é, de propósito para que cada grupo desenvolva estes itens conforme suas características ou por isso acontece. Qual é a explicação? Então, ouvi aí o mano do professor nos ajuda também nesse esclarecimento, por favor. >> Muito bem. Eh, gente, eh, quando a gente chega na questão do sentir, cada um tem que sentir, não tem? O facilitador, ele precisa est tão integrado que conforme ele vai desenvolvendo, ele vai se preparando, naquela hora, ele já vai percebendo, ele vai vendo o que que ele tem que colocar para levar o pessoal ao sentir. Se não houver essa integração do facilitador com o texto dentro do contexto, então fica artificial. É a questão mesmo da meditação. Todo meditador ensina outro a meditar até um ponto, mas daí paraa frente ele não pode ir porque é pessoal, é um caminho. Então o facilitador tem que fazer o seu papel
. É a questão mesmo da meditação. Todo meditador ensina outro a meditar até um ponto, mas daí paraa frente ele não pode ir porque é pessoal, é um caminho. Então o facilitador tem que fazer o seu papel aí e isso ajuda. Vocês estão vendo que tá acontecendo com a gente. Na hora que a gente tá trabalhando isso, a gente começa a sentir as transformações lá dentro da gente. Se não acontece isso, eu não vou ser um bom facilitador do Evangelho Rede Vivo. Então é natural, mas tem toda a orientação lá. de como fazer isso. É por isso que tem que fazer livro um. É por isso que tem que fazer a capacitação em serviço e aprender uns dos outros. A gente até desenvolveu uma fichinha, depois tem que conversar com o professor Celestino, que leva a pessoa, né, a gente comentou com vocês sobre essa fichinha, leva a pessoa a ela entender a metodologia, não é? E como ela vai fazer aplicação. Aí a questão do vivenciar, olha só que interessante, o vivenciar é pessoal já não apenas do facilitado, que ele não pode ajudar o outro a vivenciar. Então a gente não tem como dar um caminho pronto. Agora nós vamos usar essa na metodologia, sempre vamos fazer assim, não vai funcionar. Então, a depender do grupo, a depender do assunto que tá se tratando, da necessidade daquele grupo nas percepções do facilitador, por isso que a gente recomenda que não seja sozinho, seja no mínimo dois. E a gente já tem trabalhado bem com mais de dois facilitadores para trocar ideias e ver, conhecer melhor a a turma. E aí vem a questão de como a gente vai disparar o gatilho pra pessoa sair daqui vivendo isso. Tudo bem, professor? Eu ontem falei de cinco verbos aqui para vocês. Se lembra? Ouvir, calar, assimilar, praticar e ensinar. Então o facilitador é aquele que já tá no último estágio. É aquele que já ouviu, já calou, já assimilou, já praticou. Então ele tá pronto para ensinar. Então ele nunca, ele é tão humilde no seu ensino que ele chama-se de, ele se titula de facilitador. Isso é muito bonito no programa, como se ele
similou, já praticou. Então ele tá pronto para ensinar. Então ele nunca, ele é tão humilde no seu ensino que ele chama-se de, ele se titula de facilitador. Isso é muito bonito no programa, como se ele não fosse aquele que sabe tudo, mas é aquele que quer facilitar a sua vida para que você possa sentir, viver, tá certo? Que é um são verbos do do programa que não se chocam com ouvir calar, assimilar, praticar e ensinar. É um acréscimo que dá suporte a esses esses princípios desses verbos. que já existe no programa. Então, depois que a gente ouviu, calou e assimilou, que eu até brinco, né? Ouvir é ótimo, calar é que é difícil, sobretudo para as mulheres, né? Mas é a fase que você calando aí você vai ouvir você mesmo, porque você vai o quê? Assimilar. Então, é o quê? A meditação é procurar o que? A beleza daquilo que eu vi, que eu soube calar. E agora eu já estou assimilando na minha meditação. Depois desses três verbos prontos, aí eu vou paraa prática. E depois que eu pratiquei, aí eu passo a ensinar. Lembra-se que Jesus não começou ensinando. Quando ele partiu para o sermão do monte, ele já tinha curado, ele já tinha orientado. As multidões já o seguiam, como diz Mateus 4:25. multidões já tinham notícias dele por todos os lugares. >> E o grande exemplo, né, professor, da própria humildade, que é o testemunho logo no nascimento ali. >> Exatamente. Exatamente. Ele ele deixou o exemplo desde desde a preparação lá do alto, né? Então Jesus mostrou que a gente só pode ensinar depois que a gente ouviu o calor, assimilou e praticou. >> Olha, gente, o pessoal, todo mundo quer falar. Já vou lançar outra pergunta que vocês já respondem com essa daqui, por favor. Que isso? Todo mundo aqui, o L também, né? A nossa querida Euzita também quer falar. Euzita, é o seguinte, ó. A metodologia do evangelho de vivo aqui, ela poderia ser utilizada, aplicada inclusive nos estudos introdutórios da doutrina na casa espírita? >> Isso é perfeito. Mas antes de entrar nesse detalhe, é o seguinte. Para a
vangelho de vivo aqui, ela poderia ser utilizada, aplicada inclusive nos estudos introdutórios da doutrina na casa espírita? >> Isso é perfeito. Mas antes de entrar nesse detalhe, é o seguinte. Para a facilitação do sentir, nós temos como eh usar um recurso estratégico. Por exemplo, aí o Z começou a falar sobre a análise de SU na na fala dela. Quando nós adaptamos para a percepção do evangelho os ensinamentos de Jesus, o uso de força, oportunidade, fraqueza e ameaça que você vai se identificar, você aprende a questionar nesses quatro passos. O sentir flui como a pluma, não é? E com relação a usar a metodologia em outros estudos, em outras atividades, gente, é mamão com açúcar, é café perfeito, porque a pessoa aprende a pensar com uma agilidade que ela vai direto ao ponto. Ela deixa de ser uma pessoa prolixa, porque o prolixo, tudo que ele fala vai pro lixo. Então, tem que aprender a reduzir. E a gente consegue isso, falar com sensatez, deixar o lixo de lado e pegar as pérolas e trazer a lume. >> Bem, meu filho, >> pera aí bem rápida essa história de de perguntar por que que os vírus não falam no sentir, no viver. Sabe quem vai responder? Todo mundo que faz o Rede Vivo. Porque quando você pergunta assim, que que você tá achando do Rede Vivo? Ah, minha filha, nunca senti tanto a Bíblia como agora. E outra coisa, meu, o jeito de viver mudou. Pronto, tá respondido. Muito bem. >> Incrível. >> Eu o aqui comentado me fez lembrar Kardec. Kardec nos ensina que ele traz as primeiras notícias que quando a gente aprender isso, colocar em prática, novas janelas e novas portas vão se abrir, né? E que não existem dois espíritos iguais. Obviamente a compreensão, a desnecessadas entre nós. Mas aí respondendo já uma pergunta feita, essa diversidade nesse país é única. Não tem nenhum país no mundo que tem a diversidade que nós temos. consequentemente nós somos um manancial mesmo de espíritos para poder ajudar a fazer os outros entender essa mensagem. E me lembrei da Clara Coralina. Feliz é aquele que aprende o
idade que nós temos. consequentemente nós somos um manancial mesmo de espíritos para poder ajudar a fazer os outros entender essa mensagem. E me lembrei da Clara Coralina. Feliz é aquele que aprende o que ensina. Muito bem. Olha só para não deixar a a se aqui a Z que eu tô segurando ela. Essa mulher é fogo. Se não segurar, não é? Mas é é só lembrando que quando Jesus, eu estive em Cafarnaum já uma vez e ali tem uma luz diferente. Ali realmente Jesus começou oficialmente seu ministério e dali parou uma luz como um farol. Por isso que ele nasceu, ele chegou Farnaum está no centro do planeta. Jerusalém tem um marco diferente do do sepulcro, aonde você põe a mão e diz assim: "Eu estou põe a mão, estou pondo a mão no centro do mundo. Todo mundo tira foto ali." Então, não é por acaso que Jesus chegou ali e a sua luz emana para oriente, ocidente, para todas as nações do planeta. Por isso que ele disse: "Eu sou luz do mundo e eu vim para que todos tenham vida". Então não significa que ele veio só para nós. Mas quando Jesus quis criar a pátria do evangelho, ele começou pelo velho continente, chamando Francisco de Assis, que não conseguiu porque chegou numa época diversa, deixou uma mensagem maravilhosa, mas não resolveu o problema. E aí ele transfere pro Brasil. Ele chama Ismael e ele pede a Ismael que vá a os Umbrais com a bandeira e vá trazendo aquilo que tinha de mais difícil lá nos Umbrais >> para formar essa nação. >> Então nós somos os mais doentes, os mais ressacados, mais estrupados da história da vida. >> Isso aí. E ainda somos tão diferentes dentro da diversidade que o nosso querido falou, que a qual é a etnologia do povo brasileiro. Você conhece a teologia japonesa, você conhece a os a a os europeus, né? Todos têm uma identidade. O Brasil não tem. É índio, português, holandês, chindês, alemão. Tem tá todo mundo aqui. Por isso que tudo quando cai no Brasil é bem recebido, porque é um lugar para tudo. É igual cemitério que recebe o corpo da gente. >> Uma beleza. Olha,
landês, chindês, alemão. Tem tá todo mundo aqui. Por isso que tudo quando cai no Brasil é bem recebido, porque é um lugar para tudo. É igual cemitério que recebe o corpo da gente. >> Uma beleza. Olha, >> o cemitério recebe o nosso corpo e não rejeita, porque nós estamos voltando com toda a essência que a terra já nos ofereceu e devolvendo para um lugar que a terra recebe de braços abertos. É mais ou menos isso. >> Só só mais uma, só mais uma coisinha coisinha prática dentro dessa questão da da da formação do do facilitador, não é? E porque a questão da vivência da do do sentido do viver dentro do que a gente estava colocando, nós estamos aprendendo na prática que é muito importante que num grupo onde há vários facilitadores, já mais de um grupo, que se reúna ao final do encontro por alguns minutinhos para avaliar o que está, o que aconteceu naquele dia. E nós temos descoberto que é excelente para os facilitadores, porque ali às vezes o nosso ego vem à tona, porque alguém criticou o que a gente fez o negócio. Uh. Aí a gente tem que aplicar o evangelho para saber ouvir, calar, meditar sobre a coisa para ver onde é que realmente a gente tem que trabalhar e nem sempre o facilitador consegue. E aí fica a meditação. Eu tô ensinando, né? O professor falou de ensinar, eu tô ensinando que eu não aprendi ainda. Como é que fica? Tudo bem? Então, a gente sugere que se crie essa avaliação no finalzinho, alguns minutinhos rápidos sobre a coordenação de alguém. Então, cada um fala dos outros facilitadores, porque se tem quatro facilitadores, eles de preferência tem que estar em todos os encontros. Nem sempre é possível, mas de preferência preciso estar nos encontros todos. E eles ficam no final para conversar com aqueles que tiveram incumbência os dois naquele dia para então a gente avançar com a coisa. Tudo bem? E lembrando que a avaliação não como a questão pessoal, não tá avaliando a pessoa, >> mas um desempenho, uma postura eventualmente aquele momento, >> metodologia, às vezes até o tema, por
a. Tudo bem? E lembrando que a avaliação não como a questão pessoal, não tá avaliando a pessoa, >> mas um desempenho, uma postura eventualmente aquele momento, >> metodologia, às vezes até o tema, por exemplo, se desdobrou, o assunto, ficou muito histórico. A gente já tem casos práticos disso e é uma delícia, porque quem está avaliando está exercendo a humildade e quem está sendo avaliado também está exercendo a humildade, né? Então não é acusar de maneira alguma, é aprender todos, né, conjuntamente. Euzita, agora de utilidade públicas, senhores. Haverá abertura de novas turmas do estudo do Evangelho Rede Vivo voltado para o público deste evento? Olha só, Daísson Carlos, eu acredito que sim, porque o nosso objetivo é eh multiplicar e sobretudo em questão dessa história da avaliação que nós temos que torná-la efetiva e entender o que que é que nós avaliamos. Nós avaliamos o processo, não avaliamos a pessoa ou as pessoas. Então, com isso aí a gente vai num crescendo, cortando o que precisa ser cortado, acrescentando o que necessita e clareando mais onde necessário for. Mas eu acredito que daí em breve estará anunciando para nós uma nova turma iniciando o livro um dentro das bases do evangelho Rede Vivo. >> Excelente. Já conversamos sobre isso. Eh, sempre agora com indicação da federativa. Se tiver alguém que não fez ainda o livro um e gostaria de fazer, busque a sua federativa e peça para ser indicado, não é? para que a federativa indique. Ah, mas a federativa do meu estado não dá apoio. Então fala com a FEB que a gente vai resolver com a federativa que não dá apoio, tá? >> Ótimo. >> Muito bem. >> Isso aí. >> Olha, >> e a gente já comentou com vocês rapidamente, nós estamos criando a segunda turma também em espanhol, tá? da primeira já vai nascer a segunda. >> Ótimo. Gente, nós temos aqui, eu queria ouvir e o Eu Z e o Hélio, eh, no momento do estudo do Evangelho Rede Vivo, né, gente? Tá todo mundo atento aí? Eh, >> é >> muita conversa. O pessoal tá conversando, tá dialogando, mas é uma,
eu queria ouvir e o Eu Z e o Hélio, eh, no momento do estudo do Evangelho Rede Vivo, né, gente? Tá todo mundo atento aí? Eh, >> é >> muita conversa. O pessoal tá conversando, tá dialogando, mas é uma, como é que é? É uma dialógica hermenêutica, não? >> É diversificada. >> É diversificada. Aqui, aqui tá parecendo aquele Pentecostes, né? conversa, a gente entende, tá feito aqui. Eu estou vendo só os perespíritos de vocês. Gente, gostaria que assim, no momento do estudo, a gente às vezes pede, né, como facilitador, são dois facilitadores, geralmente a gente tem, não é? Gostaria que um ou dois participantes aí contribuísse conosco. A pessoa tá perguntando aí, eh, queria ouvir o CT o o Hélio, né, Eusélio. Seguinte, e esta pergunta que o facilitador faz convidando para a participação, está em consonância com a metodologia do Evangelho Rede Vivo ou de repente tá intimidando, não é? Ou talvez também trazer outros participantes a mais. Como é que vocês veem isso? por favor. >> É, nós temos que pensar na nossa diversidade e o estudo interativo nada melhor do que com essa participação a gente poder esclarecer. E as perguntas são sempre extremamente interessantes porque elas são formuladores de um texto, de uma resposta, de um aprendizado. Então, eu acho que isso é importante. Nós sentimos que em determinados momentos ainda há uma espécie de inibição, como se todo mundo tivesse que pensar da mesma forma. E não é isso. Nós, isso empobrece o o assunto porque a diversidade só tem que enriquecer. Então, eu acho que a grande possibilidade desses estudos eh promoverem a interação e para fazer com que a gente ganhe com isso a união e atinja uma espécie de unificação mais adiante. >> Foi ótima essa pergunta porque é uma advertência para nós facilitadores. Nós temos que vivenciar a mediação dialógica. Que que é isso? Mediação dialógica é a capacidade que o facilitador tem de colocar o participante tão à vontade que ele tem coragem de errar. Então, muita gente fica calado, até tímido, de orgulho, de medo de
é isso? Mediação dialógica é a capacidade que o facilitador tem de colocar o participante tão à vontade que ele tem coragem de errar. Então, muita gente fica calado, até tímido, de orgulho, de medo de errar. O tímido tem uma acho uma vantagem. Eu sou tão tímido. Horror. O tímido é um orgulhoso porque ele fica calado. Os outros ficam pensando que ele sabe e ele sabe, ele não tem coragem de falar porque tem medo de tá errado. É inseguro, não é mesmo? Então isto, nós sentimos isto com os facilitadores, tanto é que as os próprios facilitadores hoje são os próprios participantes hoje são facilitadores da nossa turma e já tem por hábito também. Leva o texto ali e diz: "Quem quer ler a pessoa lê". E ela sabe que ela vai ser inquirida. E o que que você entendeu do que você leu quando fazemos a fofa? Suarat fala assim: "Tá, você já falou de força, de fraqueza, de oportunidade e de ameaça. Agora, por favor, tire o espírito da letra. Não é uma oportunidade, é confiança. Você tem que dar ao outro a confiança dele dialogar, mesmo que ele fale bobagem". Mas da bobagem você tira a verdade, faz o inverso, não é mesmo? Muito bem. Tem tem um >> ó, tá lembrando aqui, na bobagem está o sentimento. >> É, e muitas vezes está o que é que precisa ser, né, encaminhado para se solucionar. Muito bem. Eh, tem um viés nessa pergunta, porque às vezes os facilitadores enfrentam aquela situação da pessoa que fala muito >> e não dá chance pros outros. qualquer pergunta que aparece, a pessoa já levanta a mão. Então, a gente usa algumas estratégias. Então, eh, levantou a mão. Se alguma pessoa que não falou ainda levantar a mão para falar, não é no caso, ou pediu a palavra, aquele que já falou vai esperar o outro falar primeiro e que se o outro falar o que ele iria dizer, ele já não precisa falar mais. Se ele só vai falar se for para agregar, porque também começa às vezes fala e aí começa a repetir com outras palavras a mesma coisa. repetir com outras palavras a mesma coisa e fica tomando o tempo das
e ele só vai falar se for para agregar, porque também começa às vezes fala e aí começa a repetir com outras palavras a mesma coisa. repetir com outras palavras a mesma coisa e fica tomando o tempo das pessoas. O facilitador tem que ter habilidade para ir colocando as coisas, né, no seu no seu devido lugar. E às vezes o tempo está curto e o assunto já tem o aprofundamento que foi, não é, que foi que necessário alcançar. Ele está lançando uma pergunta de reforço e ele pede para uma ou duas pessoas comentarem brevemente, porque ele só deseja realmente dar aquele reforço. Aí por isso pode acontecer alguém mais vai que ele falar tem tempo, tudo bem, não tem tempo, não vai dar para hoje, guarda pra próxima vez, porque também tem que respeitar, porque o que que acontece? Deu a hora de ir embora, não é? Se a gente tá na internet, que a gente tem muitos grupos na internet, o pessoal começa a sair e vai embora antes da prece. Agora, se a gente tá na sala, você vê a agonia das pessoas, porque tem outros compromissos, a família tá esperando aquela coisa toda, deu hora, precisa. Então também tem que aprender disciplina. Tudo bem? >> Tudo bem, mano. Nós chegamos no momento dessa roda de conversa. Pode aplaudir, por favor. Nós chegamos na hora da roda de conversa que o nosso tempo está curto. Então, bem, as respostas bem assim objetivas. Professor querido, o senhor se torna um filósofo diante de nós, assim, que é uma beleza. Estava falando, tava falando de revisão, professor, aquela situação toda. E, e eu achei interessante uma fala do senhor. E tem a pergunta aqui que às vezes uma casa espírita, uma pessoa, conseguir ler aqui, né, usa assim como argumento porque por serem autônomas, né, eh, podem alterar os programas da FEB. Isso é preocupante. O que fazer? Senhor tava falando de revisão, né? De o cuidado tem que se ter rapidamente para falar sobre isso. A pessoa, qualquer casa espírita, qualquer pessoa pode alterar o programa, por exemplo, um programa do Evangelho Rede Virgo,
revisão, né? De o cuidado tem que se ter rapidamente para falar sobre isso. A pessoa, qualquer casa espírita, qualquer pessoa pode alterar o programa, por exemplo, um programa do Evangelho Rede Virgo, professor, ou como é que é isso? >> Essa chama, meu filho, ninguém apaga, pode ficar tranquilo, né? Ele vai, ele vai ficar, se ele não aderir, esse projeto é tão profundo, ele não nasceu conosco. Nós somos instrumentos de Jesus para ele. Então, alguém que quisesse opuser a esse a esse programa, eu me lembro de Pietro Balde em Deus e universo, quando ele diz assim: "Deus criou leis, leis imutáveis, perfeitas e invioláveis. Qualquer um que queira alterar as suas leis sofrerá em si mesmo as consequências dessa tentativa. Então, qualquer casa espírita que se oponha ou qualquer nesse sentido, ele vai terminar sozinho cantando amor febril, porque ele não vai ter apoio de ninguém. Olha aqui, nessa mesma linha, eh, a gente vai passar pro Monocal aí rapidamente, Cal, pensando na ideia de agregar, né, de quais maneiras a gente pode, eh, intervir para que as federativas trabalhem juntas >> e não um movimento de críticas ou competições >> eh no campo da formação de multiplicadores do Evangelho Redevil. Isso é muito interessante, né? A gente tá tá falando de a vivência do evangelho, ajudar as pessoas a encontrar o caminho da vivência do evangelho. E nós, na própria organização, nós não encontramos o caminho do entendimento entre a gente. Então, nessas situações, a gente tem que ser muito objetivo. Tem ego, mas todo mundo tem medo de falar que tem ego aí interferindo. Alguém precisa dizer, gente, por gentileza, vamos parar aqui. Que que é que nós estamos discutindo de fato? O que é que nós estamos discutindo? estão discutindo a minha opinião, a opinião do Marcelo, a opinião da Euzita. Sabe quanto vale a opinião do Marcelo, da Euzita e a minha? Sabe quanto vale? Nada. Então nós vamos nos encontrar na proposta que não é nossa, como o professor Severinho chamou atenção. O que é que Bitencu Sampaio está trazendo
do Marcelo, da Euzita e a minha? Sabe quanto vale? Nada. Então nós vamos nos encontrar na proposta que não é nossa, como o professor Severinho chamou atenção. O que é que Bitencu Sampaio está trazendo para nós a mando do Cristo, a pedido do Cristo? Então nós vamos nos centrar qual é a proposta do evangelho de Redville. Ah, mas acontece que eu não concordo com a proposta. Então vai concordar, discordar no outro lugar, porque no trabalho espírita nós estamos fazendo uma atividade em conjunto na tentativa de cumprir o papel que o Brasil recebeu como instrumentos dessa tarefa. Então não vem atrapalhar essa equipe. A equipe tá aqui tentando fazer o trabalho. Você acha que tem alguma coisa melhor para fazer do que isso? Como Kardec disse e ele falou várias vezes isso, se acham que poderiam fazer melhor porque não fizeram antes e se acha que pode fazer agora, uai, pode fazer como estou fazendo, a mesma coisa. Faça melhor. E naturalmente vai preponderar o que realmente não é atender a necessidade das pessoas. Por que que o espiritismo deu a volta ao mundo em 10 anos sem haver internet e os meios de comunicação que a gente tem hoje? Porque ele atendia uma necessidade da humanidade. Por que que o evangelho rediv tá se alastrando de tal maneira que quem não concorda acaba ficando isolado? Porque está atendendo uma necessidade reprimida da humanidade nesse momento. >> OK? E olha só, nada impede, evidentemente, que a equipe, não é, de eh de facilitadores, de revisores, de preparadores, né? Martinha trabalha com uma equipe grande no Brasil inteiro, mundo afora, eh que recebam sugestões, evidentemente, porque é um programa que está em desenvolvimento, não está completo e mesmo se tivesse completo, estaria sujeito à revisão, mas não a substituição, a modificação que você perde, né, a sua metodologia, conforme o professor tá explicando. >> Foi revisado quatro vezes. O ESG sofreu quatro revisões, uma delas inclusive com a com foi colocada à disposição de todo o movimento espírita. Todas as
odologia, conforme o professor tá explicando. >> Foi revisado quatro vezes. O ESG sofreu quatro revisões, uma delas inclusive com a com foi colocada à disposição de todo o movimento espírita. Todas as federativas podiam opinar para fazer a a modificação. >> Só uma palavra também reforçando o que tá dizendo. Kardec revisou todas as obras da codificação. >> Todas, >> todas. O Evangelho Segundo o Espiritismo, que nós estamos trabalhando com ele, chamava-se Imitação do Evangelho. E hoje tá tá essa potência de de moral do Cristo no planeta. Então, sejamos humildes, revisemos como for possível. Em 18, Kardecenou em 1869, em 1868 ele recebeu uma mensagem do espírito da verdade dizendo assim: "Faz logo as transformações e e os aperfeiçoamentos que precisa fazer na obra Gênese. Porque o tempo urge eles já sabiam em julho de 1868 que ele ia desencarnar em março do ano seguinte. Então, Kardec era um inquieto, ele mudava tudo, aperfeiçoava tudo, alterava o que precisava, mas não perdia a essência da mensagem do Cristo. Temos que ter isso em mente. Se ele revisou tanto quanto mais nós, >> sem dúvida >> tudo é tudo eh permite que seja revisto para ser melhor, >> professor, para contribuição de boa vontade que queiram colaborar para essa revisão. Ele buscava, né, as informações dos vários lugares, né, >> gente, eu dei aula para pastores, viu? E e e e na universidade muitos pastores se opunem o que eu dizia. Eu dizia: "Olha, pessoal, nós somos copo com água. Se o copo está super cheio, ele não não cabe mais nenhuma gota, ele não deve ficar aqui. Se você é um copo cheio, acha que você já sabe de tudo, você pode sair da sala porque não tá aberto a receber nada. Porque na minha opção, aquele que acha que já sabe tudo, já encerrou tudo, morreu, esqueceu de deitar. Olha, eh, tem duas perguntas aqui que estão muito conjugadas, né? E eu vou querer a gentileza aqui, né, que as meninas e o Hélio respondam para nós. Eh, são duas perguntas, mas com o mesmo sentido. Inevitavelmente a gente precisa fazê-las
estão muito conjugadas, né? E eu vou querer a gentileza aqui, né, que as meninas e o Hélio respondam para nós. Eh, são duas perguntas, mas com o mesmo sentido. Inevitavelmente a gente precisa fazê-las e precisamos ter objetividade na resposta. Percebemos uma certa resistência nas casas espíritas quanto à implantação do estudo do Evangelho Red Vivo. Pensa-se que este concorrerá com estudos já existentes nas casas, inclusive estudos da área da mediunidade, como agir perante essa resistência. E outra pergunta que tá no mesmo sentido, agradece a oportunidade de participar aqui do desse encontro maravilhoso, né, e do que já está disponibilizado também. Jesus é transformador e o evangelho é luz para todos. Porém, ainda encontramos resistência de implantação em nossas federativas, em algumas delas. Aqui a pessoa diz da dela, nossa federativa no singular. O que fazer? Então, Hélio, Euzita, por favor. >> É muito natural. Nós ainda temos personalismos imperando, mas a gente precisa trabalhar isso a luz do evangelho, sempre com ponderação. Os exemplos do Kardec são interessantíssimos, né? O bom senso encarnado de ajudar a fazer com que, na verdade, não há eh substituição, há complementos, vamos se dizer assim. O evangelho Rede Vivo vai nos ajudar a entender melhor uma série de segmentos e consequentemente vamos passar a entender melhor a própria mediunidade. Então é interessante que a gente retire o espírito da letra e consiga ampliar cada vez mais. Antes que me esqueça, cada um de nós vive um mundo e nós já podemos ver um mundo de regeneração. Nós não precisamos esperar que o mundo se transforma num planeta de regeneração, quando nós temos a condição de em nós mesmos identificarmos esta realidade. Le first. >> Ah, legal. Eu acho que nós temos que considerar e devemos ter respeito por essa posição e paciência, como você falou. inevitavelmente chegarão lá. Quer falar um pouquinho de o que você já explicou? >> É, gente, contra fato não há argumento, não é? Isso é uma pororoca do Manaus que
osição e paciência, como você falou. inevitavelmente chegarão lá. Quer falar um pouquinho de o que você já explicou? >> É, gente, contra fato não há argumento, não é? Isso é uma pororoca do Manaus que vem e quem não quem não sai da frente vai se vai vai ser vai ser levado na corrente, não é? Vai ser levado a aquilo que Jesus determinou. Ninguém vai mudar. Só pode >> bom. Perfeito. Olha só. Respeito? Sim. Que pena. Não tem olhos para ver e nem ouvidos para ouvir. Vamos aguardar. Evangelho Red Vivo é fato, não é fake, tem pernas próprias. Tem uma federativa que só aderiu o ESD 30 anos depois do ESG está em vigor e quando aderiu deu uma contribuição excelente, está dando uma excelente contribuição, inclusive nos ajudou a avaliar porque a gente perde o horizonte do começo. Quando a gente já tá com, né, 30 anos de a gente já via outras coisas e vai perdendo. Aí quando eles começam, a gente teve que revisitar várias coisas que tem casas mesmo onde já tá implantando, que tá implantando agora. nós não podemos esquecer delas e aquela coisa toda. Então tudo, eu fico arrepiado quando falo isso, tudo tem sua razão de ser, não é? Às vezes os resistentes vão dar a sua contribuição lá na frente e vai nos ajudar a ver coisas que a gente não tá vendo ainda. Que maravilha. E e outra e outra coisa também que a gente tem que ponderar é que as pessoas que estão paradas no tempo e no espaço têm resistência ao novo. Então o Evangelho Rede Vivo não compete com nada, não vem retirar nada, não vem revogar nenhuma lei, ao contrário, vem contribuir com tudo. Então, nós estarmos abertos para esse novo processo de aprendizado que não somos nós, mas a espiritualidade superior está trazendo para nós através da equipe de boa vontade que se submeteu a essa programação. Então, vamos respeitar e aguardar e tocar em frente. >> Muito bem. Nós estamos aqui por causa de Pedro que foi renitente, perguntou a Jesus que tava ganhando com isso. Deixamos tudo, família, estamos contigo. Que que a gente tá ganhando? Um
r em frente. >> Muito bem. Nós estamos aqui por causa de Pedro que foi renitente, perguntou a Jesus que tava ganhando com isso. Deixamos tudo, família, estamos contigo. Que que a gente tá ganhando? Um interesseiro, um materialista, um oportunista. E graças a ele estamos aqui revivendo tudo isso, porque Jesus não o condenou. Chamou Judas de amigo, como disse o querido Hélio. E e Pedro não perguntou como ele estava, perguntou: "Você me ama? Tu me amas?" deu todas as chances de Pedro se regenerar, se recuperar, sem condená-lo em absolutamente nada. Porque qualquer um de nós, vendo o que Pedro fez, Senhor, darei minha vida por ti. E meia hora depois negar três vezes. Quando encontrasse ele no mar da Galileia, a primeira palavra que eu dizia, bonito pra tua cara, hein? Você me disse que ia morrer por mim, me negou três vezes, 10 minutos depois, rapaz, que tipo de h você é? Essa seria a nossa conduta, não é? Mas Jesus se preocupou em recuperá-lo, reestruturá-lo, dizendo: "Tu me ama três vezes, tu negou três, eu tô te dando três chances de tu te regenerar". Então o exemplo tá aí. Não podemos nos preocupar com aqueles que são opositores. Eles valorizam o nosso trabalho. >> O professor Severino tá tá fazendo uma chave de ouro aqui na interpretação de Pedro. Todo o trabalho que a gente fez com Pedro, olha o que ele colocou agora. É. É. É sim. >> Ótimo. Eh, eu, Zi, querida, só pra gente fechar aqui na sua sabedoria objetiva de professora e mestra, como a gente viu aqui, >> de antiga, >> das antigas, tão modernas contemporâneas. Olha, gostaria que comentasse sobre a participação dos espíritos encarnados também neste momento na transição planetária, que não eh que não são espíritas. eh, que não conhecem o evangelho rediv vivo e talvez nem conheçam o Cristo. Somos minoria no planeta e sabemos da transição que é para todos. Basta a vivência do amor para essa transição. E esses que não conhecem o Cristo, que não conhece o evangelho, o que fazer? >> Inevitavelmente, como diz aqui o nosso
emos da transição que é para todos. Basta a vivência do amor para essa transição. E esses que não conhecem o Cristo, que não conhece o evangelho, o que fazer? >> Inevitavelmente, como diz aqui o nosso amigo, eles chegarão lá, poderão demorar mais. Eu me dou direito de lembrar de uma live que a gente fez. A Hilda está aqui, ela foi a tradutora simultânea e nós falávamos para os alemães e eles se diziam o mesmo ateus. Então, toda a exposição foi feita sobre o Rede Vivo e um deles disse: "Eu sou ateu, mas respeito e admiro profundamente a lógica e a ciência do senhor Allan Kardec, porque a Europa é muito sofrida com as com as cruzadas, com a Inquisição. Eles têm todo o direito de ter essa posição de afastamento, hostilidade, né? Mas há tempo para tudo, não é mesmo? Acho que sim. Quer complementar? >> Na verdade, vocês não sabem a dificuldade que a gente tem lá fora, sobretudo com os conterrâneos de Jesus, os israelitas. Eu não falo israelense, tem israelense, tem israelita. Mas os israelenses eles não gostam de Jesus, detestam, entre outra, entre outras palavras. Sabe por quê? Porque o Jesus que apresentaram a ele foi o Jesus da Inquisição e das Cruzadas, antissemita, perseguidor. Nós ocidentais criamos o verbo judiar para representar o povo um verbo que Jesus era judeu. Imagina a gente o sinônimo que dão judiar pras pessoas, a gente dissesse: "Não, não brasilei não com ele". no sentido o Brasil fosse uma coisa pejorativa. Então, dificuldades haverão, mas o amor cobre a multidão dos erros, tá? Foi Pedro, a frase dele, né? Eu até eu resgatei Pedro agora na minha opinião, o amor cobre a multidão dos erros. Então, nós temos que trabalhar com paciência, perseverança, humildade e resignação e saber que nós estamos no caminho porque Jesus está conosco. E eu eu acho, eu eu me perdoe a palavra, mas o melhor produto para se oferecer a qualquer pessoa, a teu ou não a teu, é Jesus. Não tem outro. E não adianta discutir, é ele, eu estarei com vocês até a consolação dos séculos. E vocês é
alavra, mas o melhor produto para se oferecer a qualquer pessoa, a teu ou não a teu, é Jesus. Não tem outro. E não adianta discutir, é ele, eu estarei com vocês até a consolação dos séculos. E vocês é plural, não somos nós, somos todos nós. >> Muito bem. Olha, gente, nós vamos paraa última pergunta dessa roda de conversa. Gente, nós vamos para a última pergunta dessa rola de can. A espontaneidade é sempre e depois dessa pergunta que vai ser feita para vocês também e todos nós vamos pensar na resposta. Eu cada um aqui vai responder objetivamente numa palavra ou numa frase e depois nós vamos passar a palavra ao nosso querido professor para que ele faça a revelação que ele prometeu. Tem uma revelação, não tem professor aqui no final? Então, mais um recado, um recado, >> é um recado. Ótimo. Olha, então, a pergunta é a seguinte: o que falta e vale para todos nós, o que falta para que nós possamos colaborar ou colocar em prática a tarefa essencial do Evangelho Red Vivo, o que está nos faltando? Essa é a pergunta para cada um de nós aqui. Começa aí, mano. Vamos passando para cá. Tudo começa com a boa vontade >> de despertar-se para essa nova luz. Vontade, coragem, determinação, só >> lucidez, discernimento, fazer com que a gente consiga mobilizar todos os nossos potenciais que leão deneni tanto nos chama atenção. Nós somos ricos desses potenciais, colocá-los em ação. Olha, eu gostaria de encerrar com vocês primeiro, agradecendo do fundo do meu coração a essa oportunidade, mas eu recebi uma intuição de que eu deveria fechar esse encontro falando em quatro palavras. As palavras chamam-se Torá, Rurim e Moré e Arafá, que é a quarta Torá. Por quê? A palavra Torá, eh, quando o planeta na no seu início, como nós abrimos o a nossa palestra, mostramos que Deus plinava naquela palavra sobre o planeta com muito amor para poder criá-lo. E ele sabia de tudo porque ele é onisciente, onipresente, inclusive de que nós estaríamos aqui hoje, ele já sabia desde a criação do planeta. Então Jesus declara lá em Mateus 5:17
para poder criá-lo. E ele sabia de tudo porque ele é onisciente, onipresente, inclusive de que nós estaríamos aqui hoje, ele já sabia desde a criação do planeta. Então Jesus declara lá em Mateus 5:17 que não veio destruir a Torá nem os profetas, porque Torá é uma palavra curiosa. No momento que a terra estava nas trevas, no caos, palavra hebraica torro, vvor significa desordem, perplexidade diante do que você observa, você fica pasmo, perplexo, chama torro va. É, é a situação que a terra se encontrava. E Deus, numa palavra só, ele diz: "E ri or, or é luz". Essa é a palavra chave que eu gostaria que a gente encerrasse com ela. Or é luz. Então, a palavra Torá começa com um tave, termina com um rei, mas no meio tem a palavra ouro. É ouro sem H. Tem muita mulher italiana, chama ora. Então é que é representa luz. Então Torá é revelação divina porque ela é luz. Então Jesus diz: "Eu sou a luz do mundo". Em João 8:12. E no momento que Deus disse, exista luz e rior, essa luz é Jesus. Porque ele tanto ele se intitula como Emânuel na sua maravilhosa obra Caminho da Luz. Ele disse que Jesus é a luz do princípio, porque a luz foi criada no primeiro dia, não é a luz do sol, que os astros foram criado no quarto dia. Então é a luz que foi criada para combater as trevas da ignorância, do desconhecimento, do orgulho. Então, Torá é a primeira palavra que a gente fecha aqui, como se fosse a luz divina, que é a raiz que o evangelho é de vivo, é a luz do Cristo voltando entre nós. Então essa luz foi criada no primeiro dia da criação. Foi criada para combater o desamor, o egoísmo, a inveja, o desconhecimento, tudo, a ignorância, o que for, porque a luz é traduzir Torá por lei. É um é um é um é um desfavor que a gente faz, porque lei regulamenta e revelação divina liberta. a conhecimento da luz nos faz livres e não submetidos a leis humanas, principalmente. Então, a revelação divina é a primeira palavra e rorimo é a segunda, porque rorimo significa paz, não paz da letra de Shalom, mas paz os
nos faz livres e não submetidos a leis humanas, principalmente. Então, a revelação divina é a primeira palavra e rorimo é a segunda, porque rorimo significa paz, não paz da letra de Shalom, mas paz os nossos mestres que nos deram a vida. Pai e mãe em hebraico chama rorino. E essa palavra tem um rei no início, tem luz no mesmo, ó. O or rorimo. Então é a luz da Torá que Deus transfere através de Jesus para aqueles que nos deram a vida biológica, porque vida é luz. E João diz, ele e ele foi a luz que brilhou nas trevas e as trevas não a compreenderam. João traz aquele princípio para o prólogo do seu evangelho sintonizado com essa luz. E essa luz até Roberto Carlos já disse que é claro que é Jesus. Então não restamos dúvida que a luz da Torá, que é Jesus, veio para os nossos pais que nos deu a vida que é luz. E essa luz está no na última palavra que eu quero falar antes de amor, que é moré. Moré tem um mem, tem or e depois tem um rei que é a mesma, só muda a primeira e a última letra. O núcleo é luz. Sabe o que é moré? Mestre, professor, são os nossos facilitadores que são os instrumentos de trazer a luz para aqueles que estão nas trevas do desconhecimento, inclusive aqueles que achando na sua ortodoxia que estão corretos, dirigindo federaç federações, eles também ainda não atingiram essa luz, mas essa luz é paciente, porque a palavra arravar que é amor, que Deus é formado de amor e unidade, como eu mostrei, Deus é unidade porque ele é o único. Errade é unidade porque dá o no quarto nível profundo desse de interpretação da Torá significa que Deus é unidade. Ele é único. Até na criação tem homens richon primeiro dia. Richon é primeiro, mas não é ordem, é rad, é único, é unidade. Então, Deus é formado de amor e unidade. O amor é Jesus que ele dedicou para cuidar de todos nós. Então, a luz da Torá, a luz dos nossos pais, a luz dos nossos mestres e a luz do Cristo é o que representa a nossa responsabilidade. Eu escuto Jesus dizer: "Vão, meu filhos, levem essa luz para o mundo, porque essa
a Torá, a luz dos nossos pais, a luz dos nossos mestres e a luz do Cristo é o que representa a nossa responsabilidade. Eu escuto Jesus dizer: "Vão, meu filhos, levem essa luz para o mundo, porque essa semente vai extrapolar, porque a verdade em hebraico é uma palavra chama-se em. Ela é única. Não existe plural, porque não pode existir b verdade, nem muitas verdades. A verdade só difere a minha, da sua, enquanto a gente ainda não atingir a verdadeira verdade, porque quando atingir acaba tudo. E essa verdade é o que Jesus quer que a gente leve, porque a verdade liberta. Conhecereis a minha verdade e a e essa verdade vos libertará. João 8:32. Então, essa é o esse é o recado que o esse microfone sem pilha, esse esse instrumento desafinado que sou eu, que fui escolhido para trazer para o grupo nessa madrugada, para que a gente não se esqueça que nós estamos representando a luz do mundo num num órgão que veio pra federação, que não foi por acaso, não é algo colocado de cima para baixo, é porque a FEB, pela hierarquia do grupo, pela responsabilidade que ela tem pelo até a localização no Planalto Central do Brasil, ela pode ser a mesma luz que eu vi lá em Cafarnaum que irradiou para o Brasil e que Brasília do Planalto Central de Goiás vai irradiar para o planeta. Que Jesus coloque em cada um de nós essa consciência do que representamos nesse projeto. A Martinha não está aqui, mas ela foi a grande celina do projeto e precisa ser lembrada, precisa das nossas preces. É uma guerreira, é uma liua. Eu acho que mais braba do que ela ou igual só tem aqui a nossa querida Eli. Eu tô segurando ela aqui o tempo todo, mas quero dizer da minha felicidade de poder estar compartilhando com vocês. Não sou melhor do que vocês em nada, pelo contrário, me considero o mais devedor. Muito obrigado. Obrigado. A nossa gratidão a todos vocês por esse momento tão especial. a gente devolve aqui ao nosso querido Daíson para fazer o encerramento neste ambiente, né? Muito grato, gente, de coração. Obrigado.
gado. A nossa gratidão a todos vocês por esse momento tão especial. a gente devolve aqui ao nosso querido Daíson para fazer o encerramento neste ambiente, né? Muito grato, gente, de coração. Obrigado.
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