Momentos Evangélicos com Paulo de Tarso – A Nova Aliança
Palestra doutrinária realizada no *Cenáculo da Mansão do Caminho,* todos os sábados, com *transmissão ao vivo* pela TV Mansão do Caminho. #MomentosEvangélicos #MansãoDoCaminho #PalestraEspirita #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #EstudoEspirita #ReflexaoCrista #DivaldoFranco #CentroEspirita #Espiritismo #espiritualidade #Espiritismo #Evangelho #Deus #Jesus #AllanKardec #JesuseNós #BezerradeMenezes #PerseverançanaLuta *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Meus irmãos, boa noite. Muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita, esteja conosco, nos trazendo paz e luz no coração. Vocês estão bem? >> Vocês já sabem que eu faço isso, né? Vocês fazem para pirraçar, né? Eu vou perguntar de novo. Vocês estão bem? Amém. >> É assim que a gente responde quando a gente tá vivo, né? Que a gente tá vivo, a gente responde assim, com energia. O tema da nossa conversa de hoje é sobre um capítulo do livro Jesus e nós. E esse capítulo é a Nova Aliança. É uma proposta, é uma mensagem trazida por Bezerra de Menezes, o meu querido vovô Bezerra. Para quem não sabe, eu fui apresentado a ele assim quando tinha 3 anos de idade. Meu pai eu perguntava quem é esse na parede? Dizia é seu vovô. Então era pai dele. Então, né, meu vovô bezerra. E ele trazia essa mensagem, traz essa mensagem desse livro. É uma mensagem muito inspiradora, porque fala da nossa doutrina e do seu papel transformador na sociedade. O que é uma aliança? Desde muito antes, há muitos milênios, o homem primitivo, ele percebia a chegada de uma energia que estava além do físico. Era algo que transcendia a sua mera condição de mortal, de humano, um ser que vivia da mão paraa boca, mas havia algo na natureza que lhe chamava atenção. E esse algo, com certeza, não era de natureza humana, era algo que estava para além do humano. E a esse a essa força, a essa, esse desconhecido, ele começou a desenvolver determinadas relações e estabelecer atributos, porque não bastava ser uma força, essa força tinha que ter propósito, essa força tinha que ter sentido, ela tinha que trazer algum tipo de inteligência embutida. não podiam aquelas coisas acontecerem aleatoriamente. Era algo muito mais eh do que simplesmente um uma força de um vento ou alguma coisa que empurre algo na direção X ou Y. Então, com essas relações um pouco mais próximas, ele sentiu também a necessidade de ter um contato mais
o que simplesmente um uma força de um vento ou alguma coisa que empurre algo na direção X ou Y. Então, com essas relações um pouco mais próximas, ele sentiu também a necessidade de ter um contato mais próximo e algo que pudesse estabelecer um verdadeiro diálogo para que aquela aquela energia que para ele era tão forte e poderosa pudesse interferir na sua vida de uma forma positiva. E com isso começam a surgir as histórias dos primeiros diálogos de Deus com a criatura humana. A primeira aliança que é firmada entre Deus e os seres humanos acontece em a Gênese, quando aquele casal primordial, símbolo da aquisição da consciência, estava vivendo na animalidade plena. O Senhor faz um acordo com o casal, dizendo: "Olha, vocês podem viver aqui no mais pleno de tudo que vocês puderem. Experimente de tudo, só não daquela árvore. Esse é o acordo. O acordo é: viva em liberdade, mas não coma daquela árvore. E acontece algo interessante, porque o homem ele, você pode fazer tudo com ele, mas se você disser que ele não pode fazer, você matou o homem literalmente, porque a curiosidade vai aguçar. O que terá nessa árvore? O que essa árvore representa o quê? E ele fez um quebrou essa aliança. E ao quebrar essa aliança, qual foi a consequência? A gente sabe a consequência disso, porque ele adquire consciência. E ao adquirir consciência, ele faz sentimento de culpa. Observe que ele estava escondido ali atrás do mato, quando o Senhor chega e procura por ele e ele chega e diz: "Eu estava escondido porque estava com vergonha. Vergonha quem tem é quem tem consciência. Então ele adquire a consciência e junto com a consciência todo o peso de ter consciência. Ele agora é senhor dos seus atos. Ele agora vai refletir sobre os seus atos. Ele vai ter uma série de consequências disso. Até a mulher também assume o seu papel nessa história. A partir daí passa o tempo e uma segunda manifestação vai acontecer também diante de um de uma relação meio paradoxal, porque Deus é perfeito, mas parece que ele errou. dessa vez. E ele diz assim:
ia. A partir daí passa o tempo e uma segunda manifestação vai acontecer também diante de um de uma relação meio paradoxal, porque Deus é perfeito, mas parece que ele errou. dessa vez. E ele diz assim: "Noé, vem aqui. Eu não estou satisfeito com a humanidade. O homem transgrediu, o homem eh concupente, o homem não tem jeito. Eu fiz errado, eu errei no cérebro do homem. Então eu vou te pedir, constru um barco, eu vou salvar todos os animais para destruir o homem." E aí manda lá uma chuva, um dilúvio e diz: "Olha, o símbolo da minha aliança será o arco-íris, porque quando o arco-íris surgir, eu não mais destruirei a humanidade com chuvas e tempestades." Mas parece que não deu muito certo, porque a humanidade depois dali continuou fazendo as mesmas coisas e passou mais um tempo e mais uma aliança se firma. Agora, um determinado povo parece que desperta a atenção especial do Senhor. E para esse povo, Deus se dirige, dizendo: "Olha, a sua descendência será aquela que vai dominar toda a terra. Os seus descendentes serão aqueles que vão popular todo o ambiente do universo aqui da Terra." E por isso eu darei o sinal da minha aliança. E esse sinal é a circuncisão. Aqueles que estiverem com essa marca no seu corpo serão os escolhidos. A gente sabe o que acontece depois de Abraão. E a humanidade ainda persistindo nessa relação um tanto quanto difícil com Deus, afinal de contas, entender a linguagem divina não é fácil. E mais uma aliança surge. Dessa vez um hebreu que foi criado entre os egípcios estava ali aprendendo a respeito das leis, de toda a ciência que existia naquele lugar. E ele, por algum motivo, ele resolve fugir com 40 anos de idade para o deserto. Abandonou sua vida de faraó e foi viver como nômade e se casa com a filha de um pastor chamado Getro, aonde por mais 40 anos ele será aquele homem conhecido pela sua simplicidade. E mais uma vez Deus tentando se aproximar da humanidade faz com ele uma aliança. E essa aliança, ele tinha que ir lá buscar seu povo, trazer, levar
e será aquele homem conhecido pela sua simplicidade. E mais uma vez Deus tentando se aproximar da humanidade faz com ele uma aliança. E essa aliança, ele tinha que ir lá buscar seu povo, trazer, levar para a terra prometida e ele lhe daria, como símbolo dessa aliança, um marco de 10 leis. E essas leis seriam armazenadas em uma arca feita de ouro, para que ninguém esquecesse da importância desse compromisso do homem. Qual que é a diferença dessas alianças? A primeira é uma aliança um tanto quanto mais existencial, é o início de tudo. A segunda, talvez fosse uma correção de rumo, mas na terceira já existe uma particular diferença, porque existem códigos de conduta que estão ali estabelecidos, não matar, não roubar, não cobiçar o que não é seu. Então já existiam algumas coisas que estavam ali sendo postas. Então essa terceira aliança, ela é diferente das outras duas. Mas igualmente, o que que os homens fizeram da terceira aliança? Transformaram aquelas 10 leis em 613 leis. E essas 613 leis eram leis de costume. A moral continua ainda num segundo plano. O desenvolvimento humano ainda continua num segundo plano. A prioridade é a convivência social. São as prioridades da carne, da matéria, as coisas prementes do ser humano que vive no planeta Terra. Além de ser, claro, uma lei etnocentrada, voltada para um povo, como era a proposta de Abraão, também com Moisés não era diferente. Parece que também não deu muito certo. Passados 13 anos, mais uma aliança se firma e essa aliança aparece nas mãos de um homem, de um carpinteiro simples de Nazaré, que vai trazer na conexão com Deus a releitura do divino, dizendo: "Não é mais o Senhor dos Exércitos. Agora é Deus Pai, amoroso e amigo. É aquele que vai fazer a revolução das almas. é aquele que vai transformar o amor no esteio principal da humanidade. É aquele que vai fazer com que nós simplesmente entendamos que a nossa relação com Deus não é uma relação eventual, mas é algo absolutamente constante que precisa ser visto assim. E esse homem simples foi
uele que vai fazer com que nós simplesmente entendamos que a nossa relação com Deus não é uma relação eventual, mas é algo absolutamente constante que precisa ser visto assim. E esse homem simples foi convertendo corações e colocando aquelas pessoas, dedicando as suas vidas em nome desta causa. E agora sim ele faz uma transformação fundamental, porque a humanidade existe antes dele e depois dele. Ele mudou a história antes dele chegar e depois dele chegar. Parecia que essa aliança realmente daria certo, mas acontece que o homem que sucede ao Galileu, ele é o homem ignorante que nós somos. E o que que ele faz com todo o conhecimento do Rabi? Ele aproxima essas leis, esses costumes novos dos seus hábitos antigos. vai adaptando todo o código da conduta divina trazida por Jesus simplesmente em algo fácil a ser atingido pelos homens em externalidades. Agora são os códigos, os rituais, são as hierarquias que eram colocadas dentro das estruturas das igrejas. Isso é o que estava imperando diante de todos eles. Passados 2000 anos, o que que aconteceu? com a mensagem de Jesus, ela se perde em algo de essência e ganha em corpos diferentes, em interpretações diferentes, milhares de seitas, de grupos diferentes falando a mesma coisa, a humanidade dividida. E hoje nós podemos dizer que nem esses que eram os divididos, mas ainda se considerando cristãos, estão protegidos da intolerância religiosa no mundo. Porque 380 milhões de pessoas hoje, cristãos são perseguidos no mundo em 60 países. Eles são perseguidos pela sua fé, como eram antigamente aqueles iniciantes que estavam ali sob o julgo da águia dourada e que estavam também sendo perseguidos. Hoje os cristãos são perseguidos do mesmo jeito. Na África existem lugares aonde 12 pessoas, 12 cristãos morrem todos os dias perseguidos pela sua fé. É óbvio que nós precisávamos de um algo mais. O século X foi o século das luzes, foi o século da inteligência, foi o século das ciências. Acima de tudo, nós tivemos desde ali o século X, 17, 18 já
fé. É óbvio que nós precisávamos de um algo mais. O século X foi o século das luzes, foi o século da inteligência, foi o século das ciências. Acima de tudo, nós tivemos desde ali o século X, 17, 18 já os primeiros pródromos dessa revolução que se chamou de revolução do Iluminismo, o positivismo, a religião que vai perdendo o seu espaço para a razão. Não precisamos mais de Deus. Nós precisamos da ciência. Deus perdeu o seu espaço. Deus está morto. Agora é a ciência e razão que interessam. A espiritualidade se agiganta e começa a se preocupar com essa humanidade. Diz: "Está chegando a hora de uma nova aliança. Está chegando a hora de uma nova mensagem e nós precisamos trazer essa mensagem para a terra. E no dia 31 de março do ano de 1848 acontece numa cidadezinha lá no interior da do estado de Nova York aqueles fenômenos que ficaram conhecidos como nascimento do novo espiritualismo, aqueles aqueles fenômenos da cidade de Heidesville na casa dos família Fox. Esse fenômeno ele vai chamar atenção porque ele não aconteceu só em Heidesville, ele aconteceu em outros lugares. em outros lugares quando se chama se ouviu esse essa chama ardente descer sobre a terra e em vários ouvidos a mensagem de uma nova de uma nova aliança estava sendo escrita a partir da manifestação ostensiva dos espíritos e Andrew Jackson Davis, um médium, ele teria ouvido nesse dia que um combate novo estaria sendo colocado sobre a terra e que a libertação das almas passaria a partir de então por um novo processo. Agora, não mais um processo de Deus ajudando o homem, Deus orientando o homem, mas o próprio homem encontrando a essência da sua alma na sua própria vida, se conectando definitivamente com Deus. Precisou que os espíritos sacudissem as mesas, sacudissem as cadeiras. precisou que os espíritos invadissem as casas dos comuns para que as pessoas comecem a começassem a compreender que existia sim uma realidade espiritual. E essa realidade espiritual não estava mais nos nas grutas, nos gurus, nos lugares
as casas dos comuns para que as pessoas comecem a começassem a compreender que existia sim uma realidade espiritual. E essa realidade espiritual não estava mais nos nas grutas, nos gurus, nos lugares especiais, mas estava em todo canto e sobretudo dentro das nossas casas, nas nossas próprias vidas, porque nós éramos esses os mesmos entes que agora estamos encarnados e eles eram os desencarnados que estavam fazendo a sua manifestação para que nós pudéssemos dizer: "Os espíritos existem, a morte não existe, A reencarnação é uma verdade absoluta. Precisou que Artur Conandó chamasse isso de invasão organizada. Os espíritos se organizaram e eu tenho uma tese em relação a isso, que eu não sei se eu já contei isso para vocês, mas a minha tese é o seguinte: vocês sabem que o primeiro centro espírita aconteceu na Bahia. Luís Olímpio Teres de Menezes teve a ideia de formar o primeiro centro espírita institucionalizado que aconteceu aqui em Salvador. E obviamente que tudo acontece na Bahia é a terra de todos os santos, não é verdade? Então aqui tem lugar para todo santo. E aí o que que aconteceu nesse ano de mais ou menos aí 1845, na cidade de eh aqui de Mata de São João, a polícia foi chamada para uma casa para poder acudir, porque os móveis estavam voando. E chegou lá, pensou que era uma briga de casal e não era, não tinha ninguém dentro da casa. E quando viu era era espírito, era pottergas que tava acontecendo, um fenômeno de efeito físico que estava acontecendo naquela casa. E aí, obviamente, aquilo gerou um BO, ou seja, existe uma uma queixa na polícia em relação a invasão dos espíritos em no estado da Bahia, aqui mata de São João. Então, a minha tese é que a invasão organizada ia começar na Bahia, gente. Mas deu polícia e o pessoal foi para Nova York porque disse que lá o negócio era mais calmo. Vamos para Nova York lá. É chique, né? é chique. E aí o que que acontece? Esses fenômenos começam a demonstrar realidades outras da nossa vida. E obviamente que quando a gente tem a certeza de que nós somos
para Nova York lá. É chique, né? é chique. E aí o que que acontece? Esses fenômenos começam a demonstrar realidades outras da nossa vida. E obviamente que quando a gente tem a certeza de que nós somos espíritos e que nós vivemos numa realidade espiritual, é natural pensar que os seres humanos precisam viver de outra maneira que não aquela que viviam. Porque até um determinado momento, e observe que o grande, a grande proposta da escola materialista, do pensamento materialista, ele é baseado nas concretudes. E é claro, nós estamos sentados em cadeiras, nós pegamos nas coisas, temos corpos, sentimos o frio, o calor, a gente sente isso. E obviamente que quando nós estamos diante dessas sensações, a gente sabe que o concreto é real. E quando se fala de espírito e a gente não é médium, a gente acha que isso é fantasia. E muitas pessoas não acreditam que são espíritos. Não acreditam sequer que depois que a gente passa dessa para uma melhor, que a gente sai numa condição espiritual, a gente não acredita. Muitas pessoas não acreditam, t medo de morrer e etc. Por quê? Porque sabem que isso tudo pode ser uma especulação. E se não for? E se realmente a gente acabar depois que terminar tudo isso? Essas são perguntas pertinentes, que uma coisa é uma coisa, gente, outra coisa é outra coisa. Uma coisa é você estudar sobre a espiritualidade. Uma coisa é você saber que somos imortais, que tem reencarnação, que a gente se encontra com os amigos, que é tudo feito pra gente virar luz. A outra coisa é a gente chegar assim e sentir que a ditcuja tá chegando perto da gente. É sentir que esse negócio se aproxima. Aí realmente é que a gente sente aonde a internalização do conhecimento faz a diferença. Então essa transformação social, essa transformação na própria estrutura do planeta. Observe que falar de transição planetária, Allan Kardec fala desde o livro a Gênesis, no capítulo 18, quando ele diz: "São chegados os tempos". Falando sobre a geração nova, esses espíritos que estão chegando, essa
lar de transição planetária, Allan Kardec fala desde o livro a Gênesis, no capítulo 18, quando ele diz: "São chegados os tempos". Falando sobre a geração nova, esses espíritos que estão chegando, essa transição, essa migração de espíritos para outros planos. Isso está tudo na obra de Kardec, porque de alguma maneira a Terra ela não poderia jamais, depois desse novo advento, ela não poderia jamais continuar do jeito que estava. guerras, a a os assassinatos de todo jeito, as traições, as vilanias, os seres humanos vivendo apenas para os seus corpos e para suas necessidades materiais. Isso necessariamente precisaria de uma revisão. Por isso, os espíritos foram tão incidentes, tão assim eh incisivos em mostrar a sua cara, mostrar suas feições e mostrar as suas potencialidades. Mas não foi só isso. A invasão organizada trouxe também seus missionários. Trouxe também, assim como Jesus trouxe os seus trabalhadores, a invasão organizada trouxe aqueles que iriam trabalhar com o Cristo no advento desta nova bandeira que seria colocada sobre a terra. e trabalhadores, trabalhadores que se que sebuíram desse trabalho, que vestiram a camisa e que vieram para a terra, a pegaram no no na ferramenta e foram para o campo Arar, esse campo árido, duro, de pedras para poder fazer nascer ali a semente nova do semeador. Não é fácil tirar o homem da dureza da discrença, tirar o homem da heteronomia, tirar o homem da fantasia de que ele pode ser salvo por forças sobrenaturais e dar a ele a responsabilidade de ele mesmo dar o seu destino. Isso não é tarefa fácil. É preciso que nós tenhamos realmente paciência e, acima de tudo, compreendendo as dinâmicas humanas que estão envolvidas nesse processo para que possamos ter na Terra pessoas transformadas de fato pela perspectiva de que somos espíritos imortais. Por que que o espiritismo é diferente? O espiritismo nasceu como ciência. E por que ele precisava ser ciência? Porque ele precisava que homens como Charles Richet, por exemplo, que não acreditavam
is. Por que que o espiritismo é diferente? O espiritismo nasceu como ciência. E por que ele precisava ser ciência? Porque ele precisava que homens como Charles Richet, por exemplo, que não acreditavam nas teses espíritas, se dedicasse ao estudo dos fenômenos mediúnicos e criasse como ciência a sua metapsíquica. Foi preciso que Busano, foi preciso que Delan, foi preciso que outros estivessem insistentemente fazendo seus estudos sobre os fenômenos para poder comprovar de forma inequívoca de que isso não é algo sobrenatural. Isso não é algo fora da natureza. Quando Alexander Moreira, ele teve aqui com fazendo a apresentação do seu livro, que é um pesquisador do NUPS de Juiz de Fora, que faz todo esse trabalho sobre a imortalidade e também os estudos, a pesquisa sobre a vida após a vida, quando ele diz que os tais fenômenos anômalos, esses que a ciência gosta de chamar assim com esse nome, os fenômenos mediúnicos, que eles ocorrem em 96% dos casos dentro das amostras pesquis adas. E eu pergunto a vocês, se você tem uma amostra e você pesquisa nessa amostra e 96% das pessoas dizem que já tiveram algum tipo de fenômeno de natureza mediúnica, eu pergunto: "Isso é anômalo aonde? Isso é absolutamente normal? É absolutamente natural nós percebermos que existe essa grandeza e aí onde entra o Cristo? é que não é fácil fazer uma transformação espiritual sem uma orientação moral. Não é fácil fazer toda essa transformação do eu sem que nós tenhamos um modelo e um guia de referência para nos orientar. E aí conversávamos há pouco sobre isso. Esse Cristo que veio à terra e que nos apresentou na sua própria vivência a experiência do do entregar-se, do amar incondicionalmente, ele veio para dizer que se o seu corpo cabia a um espírito daquela magnitude, o nosso também cabe. Que a nossa alma também pode se estender à aquele tamanho. Porque ele dizia, se você tiver fé do tamanho de um caroço de mustarda, você pode fazer a mesma coisa que eu faço e muito mais. É esse empoderador de almas que é Jesus,
e se estender à aquele tamanho. Porque ele dizia, se você tiver fé do tamanho de um caroço de mustarda, você pode fazer a mesma coisa que eu faço e muito mais. É esse empoderador de almas que é Jesus, que depois ganha a partir do consolador, aquele que ele promete no capítulo 14 de João, quando ele diz que se você me ama, olha o que Jesus diz, você cumpre os meus mandamentos e eu rogarei ao Pai e ele vos enviará um consolador que haverá de ficar convosco para sempre. O espiritismo não é uma religião que acaba. O espiritismo não é uma seita. O espiritismo não é uma ciência que morre nas comprovações que vão contradizer os seus ditos. O espiritismo veio para nos aliviar a consciência e dizer: "Olha, você pode até não acreditar, mas você é um espírito imortal e você vai reencarnar e o seu objetivo único nessa vida é se tornar uma pessoa melhor." E o o que que a gente pode encontrar de motivação para sermos melhores? Como é que nós podemos entender que a vida pode ser um convite à melhoria contínua, constante? Como é que a gente pode fazer isso? Simplesmente imagine que um jog navegador está no mar perdido, está ali tudo absolutamente nublado. Ele tá no seu barco navegando sem uma direção definida. De repente, na sua frente, uma fimbre de luz, um pedacinho de luz aparece. E aí ele diz assim aos seus companheiros de viagem: "Olha, ali, tem uma luz. Vamos na direção daquela luz. E à medida em que eles vão caminhando na direção da luz, eles vão percebendo que a paisagem vai mudando, que vão aparecendo novos personagens na viagem, dando a entender que eles estão indo no caminho certo. E outro efeito da sua viagem, a sua luz vai aumentando, vai aumentando de tamanho e ele vai dizendo: "Nossa, é esse o caminho". E cada vez que a luz aumenta, mais claridade acontece naquele mar. E ele consegue perceber com mais clareza que existe na sua viagem um propósito que está sendo atendido. Essa luz é o que motiva o viajor. No nosso coração, como é que funciona esse processo? Cada vez que a
consegue perceber com mais clareza que existe na sua viagem um propósito que está sendo atendido. Essa luz é o que motiva o viajor. No nosso coração, como é que funciona esse processo? Cada vez que a consciência se expande, cada vez que a gente amplia o nosso saber sobre o mundo espiritual, a nossa visão sobre as coisas da terra se modifica. Nós passamos a ter um outro olhar sobre o meu irmão, a minha irmã, o companheiro de viagem. a gente começa a ter uma outra ideia sobre família, sobre situações adversas que nos acontecem, a gente começa a ter uma visão plural do mundo, a nossa visão vai ampliando e nós vamos nos sentindo mais seguros de estarmos vivos. E observe que coisa interessante. Isso vai acontecendo e à medida em que a gente vai se motivando, vai galgando esses espaços mais profundos no eu, mais segurança, mais alegria, mais satisfação e plenitude com a vida, nós vamos conseguindo. E é por isso que desistir é uma opção ruim para quem está viajando. É por isso que sentar-se numa cadeira e deixar a vida acontecer sem agir proativamente é uma atitude que nós não deveríamos fazer. Porque se nós viemos aqui para nos descobrir como espíritos e capazes e a partir dessa nossa capacidade a gente tiver, a gente passe a ter a condição de alcançar novos patamares na nossa existência, não fazer isso, é perder o tempo, porque a gente sabe que a gente vai morrer e vai chegar no plano espiritual e vai fazer uma revisão dos nossos passos e vai dizer: "Meu Deus, eu devia ter feito feito e não fiz. Eu devia ter abraçado aquela pessoa e não abracei. Eu devia ter caminhado naquele caminho e não caminhei. Eu devia ter feito aquela opção e não fiz. E esse arrependimento nos leva a querer voltar e repetir a experiência e repetir a experiência e repetir a experiência. Adnausen, até o dia em que esse repetir constante vai fazer com que nós tenhamos a possibilidade de nos enxergarmos capazes de nunca mais errarmos do mesmo jeito. Então, a pergunta que Bezerra nos faz é se nós recebemos esses mananciais todos
nstante vai fazer com que nós tenhamos a possibilidade de nos enxergarmos capazes de nunca mais errarmos do mesmo jeito. Então, a pergunta que Bezerra nos faz é se nós recebemos esses mananciais todos através da espiritualidade que nos advertiu sobre as nossas faculdades. E ele fala uma coisa linda nesse texto. Deus não se manifesta somente através das figuras mediúnicas dos espíritos. Deus se manifesta na beleza da rosa, no sorriso da criança, nas lágrimas que escorrem, naquelas pessoas que conseguem se levantar diante dos infortúnios e nas impossibilidades. Você consegue enxergar forças que estão naquela alma e que só poderiam vir de uma fonte primária, que é Deus. Então, é esse o nosso lugar nesse instante aqui na Terra, o Espiritismo nos trazendo empoderamento. O qual que é o nosso cuidado, gente? é que quando o espiritismo chegou com os fenômenos, nós nos acostumamos com os fenômenos e achamos que o espiritismo é fenômeno. Olha, em 1862, Allan Kardec faz uma viagem e ele escreve algo importante dizendo: "Graças a Deus, acabaram os fenômenos. Agora é a vez dos médiuns moralistas". O que Allan Kardec está dizendo naquele instante é que não existe mais a necessidade de processos fenomênicos para poder mostrar nada absolutamente. Vamos explorar o mundo espiritual. Vamos trazer do mundo espiritual as lições que vão nos edificar. Vamos trazer algo que possa mudar a nossa perspectiva sobre a vida. E assim é que se dá esse processo de muitos espíritos estarem escrevendo suas mensagens edificantes até hoje. São muitos livros. Quantos livros nós temos de Joana? 250 livros. Entre Joana e outros só Divaldo, 250 com mais Chico, 450. 700 livros de dois autores espiritu, dois autores mediúnicos, dois médiuns, produzindo 700 livros. Imagina quanto nós temos numa constelação maior de livros e possibilidades de entendermos quantas mensagens já chegaram para todos nós e nós podemos simplesmente recorrer a todas elas quando estamos diante do fenômeno da morte, quando estamos diante do fenômeno
ossibilidades de entendermos quantas mensagens já chegaram para todos nós e nós podemos simplesmente recorrer a todas elas quando estamos diante do fenômeno da morte, quando estamos diante do fenômeno da da impermanência, quando estamos diante dos problemas da vida, quando estamos diante das nossas impossibilidades humanas. E nós podemos simplesmente recorrer a esse grande manancial para dizer: "A vida é algo mais. A vida pode ser algo mais. Nós podemos alcançar patamares superiores da nossa existência se tivermos a vontade de olhar para dentro de cada um de nós, encontrando esta força imensa que nós carregamos aqui dentro para que ela possa nos transformar em verdadeiros serventuários do Cristo nesta terra. não virá de outro lugar a transformação e a transição planetária. A transição planetária não virá de outro planeta, não virá de forças externas, não virá de forças invisíveis, virá dos braços dos homens e mulheres de bem desse mundo, que vão através dos seus atos fazerem as transformações, vão através das suas transformações pessoais, através da sua reforma íntima, através do seu processo de melhoramento. São essas pessoas que vão fazer a transição planetária. O mundo é lindo e perfeito, não precisa mudar mais nada. As abelhas, as flores, tudo perfeito. Quem tem que mudar somos nós. E vamos mudar na medida em que nós entendemos que temos espaços de mudança. E por que resistir? A ignorância não pode vencer a a razão. A sombra não pode vencer a luz. Quando a luz adentrar num quarto escuro, a sombra vai embora, a ignorância vai embora e a luz vai trazer o discernimento para que nós possamos modificar o cenário dessa terra. Se a gente ficar ainda pensando que vai ser dobrando joelhos e siliciando o corpo, que nós vamos conseguir salvação, gente, os espíritos já disseram: "É a caridade, é a caridade quem garante essa condição espiritual. E a caridade não é simples como a gente imagina. Não é simples como chegar simplesmente ali na rua e ficar distribuindo comida. Não é
"É a caridade, é a caridade quem garante essa condição espiritual. E a caridade não é simples como a gente imagina. Não é simples como chegar simplesmente ali na rua e ficar distribuindo comida. Não é simples como colocar um cobertor sobre um homem, uma mulher caída na na rua. Não é simples assim. Porque se fosse simples assim, qualquer pessoa faria. É preciso haver transformação de alma e coração para que tenhamos a vontade de fazer tudo isso. Para que nós tenhamos a percepção do outro como um ente igual a mim, que precisa de ajuda nesse instante. Que ninguém precise me mandar fazer. Que não haja nenhuma energia que me obrigue a fazer algo que está no meu coração fazer, porque eu entendo que isso é necessário. E nada mais, nada menos do que a percepção da igualdade espiritual. me leva a essa condição de ajudar o outro incondicionalmente, porque eu não preciso de paga, porque se eu não fizer isso, a minha alma fica revirando ali dentro, simplesmente absolutamente quieta e sem estar satisfeita de não fazer aquilo. Eu me lembro uma vez que eu estava distribuindo comida aqui no no comércio e e era uma zona ali, aquela zona é muito perigosa de noite, né? Não tem, não tem guarda, não tem nada. E a gente anda por ali distribuindo comida. E certa feita, passando ali no elevador Lacerda, um rapaz desce de um táxi com as garrafas no braço e um saco na mão. O saco tinha pão e as garrafas tinha café. E nós nos aproximamos dele e perguntamos: "O amigo, para onde você vai?" Ele disse: "Eu estou indo distribuir café para as pessoas da rua". Ele disse: "Nós estamos fazendo a mesma coisa, distribuindo comida. Você não quer nos acompanhar?" Ele disse: "Não, porque para onde eu vou vão. Eu vou entrar aqui no lugar que vocês não tem coragem de entrar". E ele então partiu em direção a uma rua escura e depois nós ficamos sabendo que ele faz isso todas as noites. Então existe uma alma aqui nessa cidade que quando chega em casa de noite, ao invés dele simplesmente deitar-se numa cama para dormir, ele se
pois nós ficamos sabendo que ele faz isso todas as noites. Então existe uma alma aqui nessa cidade que quando chega em casa de noite, ao invés dele simplesmente deitar-se numa cama para dormir, ele se incomoda de ter pessoas na rua que não tem um café para tomar à noite. E essa sua alma lhe leva a rua escura a despeito de qualquer perigo que ele possa estar correndo naquele instante para que ele possa satisfazer essa vontade da sua alma. Isso é o espírito, gente. Isso. A rua escura. Ninguém vê o rosto dele. Se nós não perguntássemos quem ele era, ele nunca anunciou que estava fazendo isso. Ele não precisa. Ele é uma pessoa que está fazendo pela sua alma e não por ninguém. Ele está fazendo porque ele reconhece no outro a necessidade. E por isso é importante sabermos que a caridade quando chega nesse ponto, ela se expressa na sua mais absoluta força de transformação. Ela não é um ato, ela é um indicador evolutivo importantíssimo. Porque quando isso me incomoda, quer dizer que essa alma aqui já conseguiu quebrar os selos da minha ignorância e do meu egoísmo. Quer dizer que o outro já penetrou no espaço onde antes era apenas eu. Agora existe um outro que também merece a minha atenção. É tão bonito falar sobre isso. É tão lindo falar sobre as possibilidades humanas, porque a gente vê isso em seres humanos simples. Quando a gente vê Madre Teresa de Calcutá, vê dois meninos pobres construírem essa obra, quando a gente vê as pessoas se dedicando uma vida inteira em nome da coletividade, o que é isso? Quem são essas pessoas? Não são humanos? Não são seres de carne e osso, não são homens e mulheres que simplesmente nasceram de uma mãe igual qualquer um de nós? Sim. A única diferença é que eles disseram não para o mundo e sim para o espírito. Eles disseram não para o egoísmo e sim para Jesus. Eu posso não saber os versículos da Bíblia. Eu posso não saber recitar poemas. Eu posso não saber falar as coisas na linguagem estruturada, mas o meu coração será o poema do exemplo de uma vida bem
s. Eu posso não saber os versículos da Bíblia. Eu posso não saber recitar poemas. Eu posso não saber falar as coisas na linguagem estruturada, mas o meu coração será o poema do exemplo de uma vida bem vivida. A minha vida será aqueles versos que não puderam ser escritos pelo poeta, porque simplesmente será aquilo que move o outro na emoção, tanto quanto moveria palavras bem articuladas na boca de alguém que sabe dizer. Então, simplesmente, gente, nós estamos diante do quadro divino mais belo que ele pôde pintar, o ser humano, a sua mente, a sua capacidade de escolher, dizer sim e não para as coisas que precisam ser ditas. É essa a aliança que Bezerra nos propõe, a aliança da mansuetude. Ele diz: "Perca os anéis, mas não deixe de transformar as suas mãos em conchas em favor da caridade. Não deixe que a tristeza transforme o coração em pedra. Não deixe que as desilusões da vida façam que cada um pense que foi desafortunados por foi desafortunado por Deus, porque os problemas existem e eles vieram como experiências evolutivas importantes. Falava sobre isso logo mais à tarde. Estava em outra casa espírita. O tema era de outra natureza. Mas de certa forma algo parece. é justamente sobre essa natureza das dificuldades que nos são apresentadas, que fazem muitas pessoas desistirem de seguirem no caminho do bem. Eu estava tudo bem na minha vida. Na hora que eu inventei de ser espírita, começou a aparecer problema de todo canto. O problema começou a entrar pela janela, entrou pela porta, entrou por isso. Então eu largo porque se eu largar pode ser que meus problemas desapareçam. Será que a gente não parou para pensar que o espiritismo veio antes para preparar para a chegada dos problemas? Que se esses problemas chegassem sem que houvesse a base do Espiritismo, nós não teríamos força para superar. Quantas pessoas passam diariamente por dificuldades e passam com a cabeça erguida e são capazes até de agradecer a Deus por tudo aquilo que está acontecendo, porque é a partir daquela
ça para superar. Quantas pessoas passam diariamente por dificuldades e passam com a cabeça erguida e são capazes até de agradecer a Deus por tudo aquilo que está acontecendo, porque é a partir daquela experiência que ele vai conseguir chacalhar a sua vida de uma forma e pensar diferente sobre si mesmo. Como é que a gente vai aprender a perdoar alguém se alguém não nos magoar de verdade? Como é que a gente vai aprender a amar incondicionalmente se nós não tivermos a necessidade de derramar amor sobre pessoas que não nos amam? Como é que nós vamos poder viver no mundo e sair do mundo mais fortalecidos se a nossa força não for testada todos os dias pelas dificuldades do mundo? Então, quando chegar uma dificuldade na sua casa, você pode ter certeza de que alguém que confia muito em você diz assim: "Te mandei um recado e te mando agora a experiência. Se for capaz de olhar o recado e entender o recado, passará pela experiência sem problema. Mas se não tiver ouvidos de ouvir, a dificuldade será grande o tanto quanto seja a necessidade do seu sofrimento. Cada dia um novo dia, uma nova descoberta. Mas uma coisa nós não podemos esquecer jamais. Nós viemos aqui para vivermos juntos. juntos em sociedade. É uma lei e essa sociedade está nos impondo a necessidade de estarmos juntos, juntos numa família, juntos num convívio, juntos nas diferenças, juntos nas desarmonias, para criarmos os espaços das harmonias. E qualquer um de nós podemos fazer a diferença na vida dessas pessoas que passam pelas nossas existências. Quando o espiritismo entra na nossa vida como conceito e faz aquilo que Calderar propõe em a casa maior, o telhado de cima, as superaspirações que estão sendo transformados em as atitudes de hoje para viarem os automatismos de amanhã. É esse o exercício que Joana diz, que os hábitos vão se constituir em uma segunda natureza, em a natureza de cada um de nós. Se nós não fizermos o esforço de o turno das transformações, que dia é que a gente vai se transformar quando tiver
s hábitos vão se constituir em uma segunda natureza, em a natureza de cada um de nós. Se nós não fizermos o esforço de o turno das transformações, que dia é que a gente vai se transformar quando tiver perto de morrer? Quando a doença chegar no nosso corpo? Talvez não, gente. Talvez o que a gente precisa é apenas de um pouco de paciência. Olhar os braços que abraçam, olhar as pernas que caminham, os olhos que vêm, os ouvidos que ouvem, a boca que fala, o coração que consola, a alma que acolhe, que energiza, que amoriza, que cria a possibilidade de ambiências mais fortes e vigorosas entre nós. O que que pode perder um homem quando abandona a si mesmo na direção do amor? Nada. Porque ele está entregando uma pena em nome de uma pepita de ouro. Ele está entregando simplesmente algo que lhe atrasa o passo na direção de algo que lhe liberta. Essa aliança não pode ser perdida de novo. Nós não podemos transformar essa aliança em promessa. Nós não podemos transformar essa aliança de novo em métodos fáceis para alcançar liberdades fáceis. Nós precisamos entender que Deus está no nosso coração, que é a nossa alma e o nosso espírito e que é a partir dele que nós vamos desenvolver todas as potencialidades da nossa vida e da nossa existência. Por isso, nós temos que agradecer, agradecer por tudo que recebemos e dizermos assim todos os dias: "Obrigado, meu Pai, pela vida que me deste, por tudo que me dá. Obrigado pelo meu corpo, pelos meus olhos, pela minha boca. Obrigado pelas palavras que eu posso dizer pelo meu coração. Obrigado por aqueles que estão no meu caminho, pelos espinhos que furam os meus pés. Obrigado pelas trilhas, pelas montanhas, que sou obrigado a escalar. Obrigado pelos mares que sou obrigado a navegar. Obrigado, porque sei que estou fazendo tudo isso e não estou sozinho porque você está ao meu lado. E mais do que ao meu lado, você está dizendo: "De todas as potências que eu carrego dentro de mim, se eu precisar nadar, eu nadarei. Se eu precisar voar, eu voarei. Se eu precisar
cê está ao meu lado. E mais do que ao meu lado, você está dizendo: "De todas as potências que eu carrego dentro de mim, se eu precisar nadar, eu nadarei. Se eu precisar voar, eu voarei. Se eu precisar perdoar, eu perdoarei. Se eu precisar amar, eu também serei capaz de amar. Porque essa essência que eu carrego dentro de mim veio dessa fonte inesaurível de amor que é Deus que nos criou a todos e nos colocou aqui como iguais. A única coisa que nos diferencia é a nossa vontade. É o grau da nossa vontade de nos entregarmos ao Cristo, de nos entregarmos à proposta da liberto. E outros vão dizer não, ainda não. Como agostinho. Senhor, dai-me a castidade e a liberdade. Só que ainda não. Eu preciso aproveitar um pouco mais da terra. O momento é chegado. A enchada está nas nossas mãos. A semente está na outra mão. Tudo o que nós precisamos para plantar o amor nesta terra está aqui em cada um de nós, na nossa decisão imediata de dizer sim à proposta que nos foi conferida, sim a esta aliança com Deus, que nós poderemos agora não mais simplesmente conversar com ele, porque ele não fala, mas nós poderemos sentir ele no nosso coração, na nossa alma todos os dias. Quando das nossas palavras saírem as suas vibrações de amor e de luz, quando nós formos capazes de ser luz do mundo, salda a terra. Quando formos capazes de mudar o sabor das coisas do mundo, então nós estaremos sim com essa aliança na mão, dizendo: "Senhor, pode confiar, mande a tarefa que o tarefeiro está aqui pronto para servir." que certafeita eu estava numa janela e me deu vontade de falar aquela frasezinha de Francisco de Assis. Senhor, fazei de mim um instrumento da sua paz. Eu me preparei todo porque eu vou contar para vocês um hábito que eu tenho. É minha fraqueza. Não contem para ninguém. Eu peço que você fica aqui entre nós, viu? Pessoal da internet também, por favor. Eu tenho uma mania de rezar na igreja ou na janela de casa. As minhas orações eu faço na janela. Você pergunta: "Por que Paulo?" Porque quando o vento bate no
u? Pessoal da internet também, por favor. Eu tenho uma mania de rezar na igreja ou na janela de casa. As minhas orações eu faço na janela. Você pergunta: "Por que Paulo?" Porque quando o vento bate no meu rosto, é como se Deus dissesse: "Tô te ouvindo". Por isso que eu falei que é minha limitação. E certa vez eu estava ali na minha oração, o vento batendo forte na minha na no meu rosto. Eu digo: "Tá na hora, ele tá aqui, tá me ouvindo". E eu não tive coragem de falar. Por quê? Porque se ele me transformasse no instrumento da sua paz, eu teria que abrir mão de coisas que talvez eu não estivesse disposto a abrir mão. Eu não falei, fiquei muito envergonhado. Passados alguns anos, eu estava na mesma janela, o vento forte. Eu disse agora. E eu fiquei impressionado com a facilidade, como eu falei essas coisas, porque talvez naquele momento eu estivesse entregando a minha vida a Deus. Jesus entregou a sua vida a Deus. estava com seus braços furados, seu corpo furado. E ele disse: "Senhor, Pai, aba, em tuas mãos eu entrego o meu espírito. Quando será que nós vamos entregar os nossos espíritos a Deus?" Talvez quando fizermos isso, essa aliança vai ser para nós a aliança definitiva que vai nos conduzir como almas ao reino celestial. que as nossas reflexões vibrem em torno da paz do mundo. Jesus agora no mês de dezembro comemoram um natalício que inventaram para ele. Mas é importante saber que Jesus nasce para a terra todo o mês de dezembro. E eu espero que um dia Jesus nasça para a terra todos os dias, quando nós nos lembrarmos da sua mensagem e soubermos que nós somos os seus tarefeiros aqui na terra em nome da sua paz. Muita paz a todos. Obrigado, Paulo, pela pré-eleção da noite. Eu noto sempre a atenção, eu presto atenção nas pessoas e vejo o desenvolvimento da palestra pela fisionomia dos rostos e fico à minha frente. e todos estavam atenciosos, prestando atenção, reflexionando a respeito do tema que nos foi proposto. É muito bom. Vamos nos preparar agora então para o encerramento da nossa
os e fico à minha frente. e todos estavam atenciosos, prestando atenção, reflexionando a respeito do tema que nos foi proposto. É muito bom. Vamos nos preparar agora então para o encerramento da nossa reunião e eu convido os médiuns passistas da nossa casa para se colocarem aí ao longo dos corredores na aplicação dos passos coletivos. Senhor e Mestre Jesus, fiel amigo, nos apresentastes uma proposta, uma proposta sublime, como sublimes são os vossos conceitos e os vossos ideais. nos dissestes que haveria uma grande transformação nas nossas vidas, quando realmente entendêssemos as vossas palavras e os vossos conceitos a respeito do amor. Tudo nessa vida passa pelo amor. Tu és a paz, tu és a misericórdia, tu és o amor que transforma as multidões, que arrebata os corações, que liberta as almas dos seus vícios, dos seus problemas, das suas dificuldades, dos seus medos, traumas, Os benfeitores espirituais nos trouxeram neste momento a lembrança dos vossos ensinos, dos vossos ditos, dos vossos feitos e mais uma vez diante de nós o convite para a transformação real, a mudança de homem velho para o homem novo. Auxilia-nos, Senhor, nesta tarefa para que possamos desenvolvê-la. Segundo o exemplo que nos foi dado por Divaldo Pereira Franco e por Nilson de Souza Pereira, eles abandonaram a vida e viveram para ti. viveram o teu amor, a tua paz, os teus exemplos de caridade. Abençoa-nos, pois, abençoa os nomes que colocamos na entrada desse cenácro com a vossa misericórdia dos encarnados e dos desencarnados. fluidifica a água, transformando num remédio para os nossos problemas físicos, mentais, espirituais. Conduz-nos de retorno ao lar, felizes como agora estamos, pensando em ti, satisfeitos, levando a mensagem da boa nova para aqueles que lá nos aguardam. S conosco, Jesus, hoje, por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Nossa gratidão a todos. Muito obrigado.
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