#reprise Divaldo Franco, Mário Sérgio e Severino Celestino • Conversando Sobre Espiritismo (Reprise)

Mansão do Caminho 01/01/2026 (há 2 meses) 1:02:13 8,497 visualizações 1,210 curtidas

📺 Conversando Sobre Espiritismo – Reexibição Especial de Ano-Novo Para marcar o início de um novo ciclo, o canal da TV Mansão do Caminho apresenta a reexibição do programa Conversando Sobre Espiritismo, originalmente transmitido em 25 de agosto de 2022, com a presença de Divaldo Franco, Mário Sérgio e Severino Celestino. Em diálogo claro e fundamentado, os convidados abordam temas relevantes da Doutrina Espírita, relacionando conhecimento, fé e responsabilidade moral. A conversa conduz o público a reflexões profundas sobre a vida, o autoconhecimento e o compromisso com os ensinamentos do Cristo, tão necessários para o recomeço que o Ano-Novo simboliza. Nesta data significativa, a reexibição convida à pausa reflexiva, ao fortalecimento espiritual e à renovação dos propósitos à luz do Espiritismo, mantendo viva a tradição do estudo sério e do diálogo respeitoso. 📅 Reexibição: 1º de janeiro de 2026 🎙️ Participações: Divaldo Franco | Mário Sérgio | Severino Celestino 👉 Acompanhe, reflita e compartilhe este conteúdo, contribuindo para que a mensagem espírita alcance mais corações. 🔔 Inscreva-se no canal, ative as notificações e permaneça conosco em nossos encontros doutrinários. #ConversandoSobreEspiritismo #DivaldoFranco #SeverinoCelestino #MarioSergio #Espiritismo #DoutrinaEspírita #AnoNovo #ReflexãoEspiritual #MansãoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho

Transcrição

Betânia é uma cidade pequena. Naquela época foi. Hoje ainda é mais ou menos uma vila. E é chamada a cidade das rosas pelo seu clima. Ali as rosas encontram temperaturas muito próprias, principalmente as chamadas rosas de charom. São umas rosas muito especiais, de grande volume e de muito perfume. Ele vem com os discípulos a Betânia. E quando lá ele chega, Maria, que era mais extrovertida e que lhe dava mais atenção do que Marta, que era muito preocupada com a casa, com as visitas, constituindo as duas uma lição viva, pessoas que adoram e pessoas que agem. Esses dois biótipos representados em Maria e Marta são muito comovedores. E quando Maria lhe disse: "Ó Senhor, se tu estivesses aqui, tenho certeza que meu irmão não teria morrido." Ele sorriu e disse: "Vamos ao túmulo". É necessário lembrar um detalhe. O sepultamento em Israel não era em covas rasas, eram em covas abertas nas montanhas, nas pedras, e uma m, uma pedra de moinho vedava a entrada. Normalmente era cavada uma saleta para receber os convidados e a sala onde se depositava o cadáver. normalmente também de pé. Então ele vai até ali, removem a pedra e curiosamente todo mundo automaticamente leva a mão às narinas porque ao terceiro dia o cadáver já deveria estar em decomposição insuportável, mas ele não. Ele se adentra. O corpo de Lázaro está envolto em ataduras. E ele diz com uma energia em vulgar, Lázaro, surge tambolã, levanta-te e anda. Então, Lázaro sai, estava vivo. Era um dos exemplos notáveis deste fenômeno de natureza nervosa chamado catalepsia. Até hoje esse fenômeno ocorre, é muito comum no sonabulismo, a catalepsia. E a partir dali disseram que ele havia ressuscitado Lázaro, havia dado-lhe a vida de volta. Em verdade, quando ocorre a morte, mas a morte real, porque do ponto de vista médico, uma parada cardíaca pode provocar a morte cerebral, a falta de oxigênio no cérebro, que a partir de 4 minutos a mais produz uma degenerescência muito grande. E ele então hoje a medicina verifica que a verdadeira morte não é essa que nós

morte cerebral, a falta de oxigênio no cérebro, que a partir de 4 minutos a mais produz uma degenerescência muito grande. E ele então hoje a medicina verifica que a verdadeira morte não é essa que nós encontramos mantida por aparelhos, mas aquela na qual o tronco encefálico, o cérebro, o cerebelo, o sistema nervoso simpático e todas as suas ramificações morrem. Aí então é a morte. real. Desta na história, não há nenhum caso de alguém que haja ressuscitado na expressão da palavra, exceto o próprio Jesus. Porque quando vem a sua morte na cruz, ele vai sepultado e retorna, não, porém, com o mesmo corpo que estava danificado pelos pregos. pelos suplícios, pelas chibatadas, mais de 70 chibatadas, ele ressuscita com um corpo novo, ideal, cheio de vida, que esplende. E isto provoca um impacto muito grande. Quando ele está indo fazer a viagem a Jerusalém pela última vez, anuncia que está no momento de voltar para o reino dos céus. E os discípulos que estavam acostumados com ele, já fazia quase 3 anos, foram tomados de surpresas quando ele começa a despedir-se na viagem. E Pedro, que era o mais fácil de diálogo, porque convivia, era talvez um dos mais idosos, assim: "Senhor, não nos deixes órfã. Que será de nós se tu abandonas? Como viveremos? Como divulgaremos o evangelho a todas as nações?" E ele olha para Pedro e para os 12 com muita ternura e responde: "Eu não vos deixarei órfãos. Eu rogarei a meu Pai e pedirei que ele mande o consolador, o espírito de verdade que o mundo ainda não conhece. Mas quando ele vier, o espírito de verdade repetirá as minhas lições, vos há coisas novas que ainda não podeis suportar. Então eles ficam aturdidos. Mas quem será esse espírito de verdade? A quem se refere Jesus que vai mandar um consolador? Passam-se os tempos, a doutrina cristã foi profundamente desfigurada. Ontem nós celebramos uma data muito importante no calendário das religiões, a noite de São Bartolomeu, aquele incidente histórico com Catarina de Médices em Paris, na França toda e ao mesmo tempo com as

tem nós celebramos uma data muito importante no calendário das religiões, a noite de São Bartolomeu, aquele incidente histórico com Catarina de Médices em Paris, na França toda e ao mesmo tempo com as consequências dantescas das perseguições a pessoas de outras das religiões. A noite de São Bartolomeu, que ensanguentou a França na primeira noite somente em Paris, 25.000 pessoas a partir da meia-noite foram assassinadas cruelmente, sem motivo nenhum. Hoje sabemos que os motivos eram políticos, não eram religiosos. Porque Catarina de Médiches, viúva católica, era a regente. Seu marido morrera e ela era mãe de quatro filhos, três rapazes e uma moça. E o rei era Charles Noveno, Carlos. Mas ele era um tanto imbecil, de temperamento frágil que a mãe manipulava. Em verdade, a regente era a verdadeira rainha. E por questões muito pessoais, ela tivera a tentação de matar os protestantes, atendendo a um apelo do rei de Espanha, que havia solicitado, através do seu representante no encontro com ela no sul da França, para que houvesse essa matança. E de tal forma ele exigia para fazer um pacto político com ela contra a Holanda. Ele exigia que daqueles assassinados fosse retirado banha de tal forma que se fizesse uma vela para ser acesa na Catedral de Madrid. E naturalmente este pedido foi atendido porque foi mandada a duquesa de Alba. A família Alba ainda existe na Espanha. No ano passado morreu a última herdeira, considerada mulher mais rica do mundo, a duquesa de Alba. Pois a duqueza de Alba e o seu marido, o duque, que era o regente, haviam pedido isso. E a noite de São Bartolomeu ficou como um marco histórico dos mais degradantes da humanidade. 200 anos depois, por volta de 1719, a humanidade volta a outra conflagração, que é a lei do karma. o mal que fizeram. 200 anos depois vem a Revolução Francesa de 1789, em que a França se conflagra e nesse período nós vemos o resgate coletivo, as dores, as angústias e vem a era nova quando nasce Allan Kardec no dia 3 de outubro de 1804.

a Revolução Francesa de 1789, em que a França se conflagra e nesse período nós vemos o resgate coletivo, as dores, as angústias e vem a era nova quando nasce Allan Kardec no dia 3 de outubro de 1804. À medida que os séculos e os anos se sucedem, na noite de 31 de março de 1848 em Heidersville, no estado de Nova York, acontecem os célebres fenômenos das irmãs Fox, o movimento das mesas, os ruídos e começa a chegar o consolador. As irmãs Fox abrem o período das comunicações espirituais. Elas se alongam pelos Estados Unidos e nasce em Nova York pela regência do juiz Edmundes, juiz da Suprema Corte, o chamado espiritualismo moderno. Os fenômenos viajam para Inglaterra, depois para Paris, por volta de 1852 e em 1855. Na última terça-feira de maio, o professor Rivaio, um pedagogo notável, vai assistir a uma experiência desses fenômenos na casa de Madame Plenzon. Aizinha era comum uma mesa de sala, tampa arredondado, uma aste e três patas. As pessoas ficavam à volta, colocavam a mão espalmada sobre a mesa e a mesa agitava-se sem contacto humano. Depois levantava uma pata e batia. E o povo achava aquilo adorável. Então alguém teve uma ideia de perguntar: "Você é o diabo? O povo adora o diabo. Qualquer coisa ruim é o diabo. Ele está aí na televisão toda hora. É o diabo, é Satanás, é Satanás. Deus tá meio cansado. Então ele vai poupado. Então duas pancadas. Estabeleceu-se um código. Uma pancada sim, duas não. Três talvez. E isso se tornou letnante, nas mesas que se movimentam. O professor Rivaio foi chamado para ver. Ele era magnetizador. Fazia pouco, Mesmer havia levado o magnetismo à corte de Luís X. Maria Antonieta, austríaca, rainha da França, sofria de uma enxaqueca e todos os médicos consultados não conseguiram nada. Ela foi consultar Mesmer, que colocava uma barrica de madeira na sala, com vários buracos, cheia de água até os buracos e astes metálicas saíam por esses buracos. Um tamburetezinho era colocado do lado. A pessoa segurava essa aste metálica e recebia o magnetismo,

a sala, com vários buracos, cheia de água até os buracos e astes metálicas saíam por esses buracos. Um tamburetezinho era colocado do lado. A pessoa segurava essa aste metálica e recebia o magnetismo, a energia que vinha da água e do metal. Ela então foi a este aparelho chamavam baquê. Este baquê tinha uma média de seis clientes em volta. Seguravam e entravam em convulsão epiléptica. tal na força da energia que saía do tonel. Maria Antonieta com duas sessões, o rei Luís X apoiaram Mesmer. Quando ele voltou para Áustria, o magnetismo ficou na França e o professor Rivaio com um grupo de estudiosos, adotou o magnetismo, conseguindo levar as pessoas ao estado de transe. Um desses magnetizadores estava certo dia conversando com seu empregado na Adega e o empregado estava com uma doença inexplicável. Enquanto o marquês de Pirra conversava com o empregado, o empregado adormeceu. Adormeceu e ele perguntou: "Mas o que que acontece? O empregado estava em transe, diagnosticou a doença, recomendou o remédio e aí nasceu o hipnotismo que se tornaria ciência. O professor Rivaio, que era magnetizador, colocava as pessoas em transe, fazia consultas médicas com as suas sensitivas, foi assistir a reunião e ficou deslumbrado como é que uma mesa podia responder a perguntas. E ele raciocinou dentro desse aforisma. Como é que uma mesa destituída de cérebro e de nervos pode pensar? Então ele perguntou à mesa: "É você quem pensa?" Era através de pancadas? Respondeu: "Não somos nós, as almas das pessoas que viveram na terra. A mesa é apenas um instrumento. Aí vai surgir o espiritismo. Porque ele investiga se aquilo era possível. Ele então coloca a mesa no ar sem tocar. Alguém senta na mesa, ela levanta. Ela levanta e flutua no ar. Ele volta e através de duas meninas, as irmãs Bodã, ele recebe 59 cadernos de anotações que foram feitos pelo senhor Bodã, que morava na Martinica, uma ilha pertencente à França, produtora de tabaco, e que ele havia consultado as meninas que produziam aqueles ruídos.

adernos de anotações que foram feitos pelo senhor Bodã, que morava na Martinica, uma ilha pertencente à França, produtora de tabaco, e que ele havia consultado as meninas que produziam aqueles ruídos. Ele então vai fazer perguntas e de pergunta em pergunta ele descobre que a morte é apenas um instrumento para levar a um outro estado vibratório. Naquele tempo só se conheciam três propriedades da matéria: altura, espessura e peso. E então não se conheciam ondas, raios, não se tinha ideia. A primeira descoberta de raios foi no ano de 1872 por William Crux, que descobriu chamados raios catódicos. E hoje nós estamos aqui entre raios, a televisão, o telefone, tudo. Nós estamos no universo de ondas, de vibrações. Então o professor Rivaio percebe que a morte é vida e começa a interrogar os espíritos até que no mês de junho de 1856, estando numa reunião com a senhorita Jafé, uma moça de 15 anos, ela entra em transe como nós hoje e um espírito diz benizar. A hora é chegada. O machado está na velha árvore e tu deverás cortar a árvore. A partir daquele momento, ele adota o pseudônimo de Allan Kardec e corta a velha árvore. No dia 18 de abril de 1857, ele apresenta o livro dos espíritos. Eram sábado às 10 horas da manhã. Este livro é a revelação de uma nova. É o consolador prometido por Jesus. Porque tudo isso numa breve apresentação, porque nunca a humanidade chorou tanto quanto hoje. Estamos diante de um telescópio que está devaçando o universo até tentar encontrar o momento da grande explosão. Um amigo dos Estados Unidos mandou-me um conjunto de fotografias deste telescópio e é impressionante. Ele foi trabalhado durante 25 anos, alguns bilhões de dólares. Ele é um verdadeiro satélite solto espaço, fotografando e mostrando como o universo é infinito. Vou dar apenas uma ideia. Será que existe algo maior do que as areias das praias do mundo? Imaginemos as areias das praias do mundo todo. Pois sim, no universo existem mais astros do que os grãos de areia das praias do mundo. Então aí é que nós vemos a nossa

e as areias das praias do mundo? Imaginemos as areias das praias do mundo todo. Pois sim, no universo existem mais astros do que os grãos de areia das praias do mundo. Então aí é que nós vemos a nossa pequenez, a nossa insignificância, a nossa galáxia é mínima diante da grandeza. desse universo. Nunca se teve tanta ciência. O robô faz aqui uma cirurgia dirigido pro médico do hospital de Washington, de Nova Yorca, do Rio de Janeiro, com perfeição, operam um cérebro sem o mínimo equívoco que poderia matar o indivíduo ou inutilizá-lo, um robô. Então, nós vivemos a ciência de uma forma impressionante. Eu, que vivi o século passado desde 1927, eu me lembro, por exemplo, de como era a vida, a eletricidade. Meu Deus, quando meu pai colocou luz elétrica lá em casa, eu saí para dizer aos vizinhos que a partir de agora nós tínhamos luz elétrica. E a luz elétrica era um fio com a lâmpada na ponta, uma coisa horrível, mas era luz elétrica. Quando meu pai deu de presente a minha mãe um ferro de engomar, eu agradecia a Deus porque ela tinha um de soprar. aquele que fica de coca soprando a brasa ou abanando. Então a revolução foi incrível. Eu trabalhava numa máquina datinográfica por 40 anos e era um excelente datinógrafo. De repente o amigo me disse: "Divaldo, você já viu o computador?" Eu digo, "Ah, já havia em Atlanta o primeiro computador, sabe de que tamanho era? 40. edifícios, cada edifício de 10 andares era o irmãozinho computador. Depois ele passou a ser algo desse tamanho, como também os gravadores. O primeiro gravador pesava 15 kg. Hoje nós temos um botão de camisa que pode ser gravador, telefone, o que a gente imaginar da evolução. Então, nesta evolução que a nossa vida se prolongou, eu tenho 95 anos. Meu pai, que era também um macróbio, morreu com 86, minha mãe com 85. E eu acho que eu vou a 150 nesse ritmo. Eu estou indo. Pois bem, neste momento de tanta ciência, eu me lembro minha mãe com uma dor de dente, tinha que arrancar, porque na cidade só tinha um dentista.

E eu acho que eu vou a 150 nesse ritmo. Eu estou indo. Pois bem, neste momento de tanta ciência, eu me lembro minha mãe com uma dor de dente, tinha que arrancar, porque na cidade só tinha um dentista. Então agora a gente tem dentes plásticos, tem molde, tem alvejador, faz da boca o que quiser e guarda. Terminou a palestra, tira os n guarda da boca para não estragar. Quanta ciência. Minha mãe tinha dores de cabeça homéricas. Agora a gente pega um demoninho pequenininho em dóle. Acabou a dor, esta evolução, mas nunca houve tanto sofrimento como agora. 7 bilhões, 800 milhões de pessoas, todos com raras exceções, com sofrimentos inacreditáveis. As doenças que foram develadas foram substituídas por outras muito piores. Quando eu era criança, que a pessoa envelhecia ficava bruca. Agora não. Agora tem mal de Alzheimber, né? Eu tinha um amigo que tremia a mão e eu achava aquilo tão chique. Agora é mal de Parkinson. Eu via pessoas tristes, eram chamadas melancólicas, agora são depressivas. 30% do povo que está aqui depressivo, porque a depressão não é somente ficar triste, não, ficar exaltado, ansioso, é depressão. Só que o código é outro, é estresse. A palavra estresse foi criada no ano de 1942. E de lá para cá, o mundo mudou no sistema nervoso. Uma pessoa é mal educada. tá estressado. Nada, falta debata na infância. Quer dizer, hoje não se bate mais. Então, o mundo mudou e nós que temos tudo ao alcance da mão. Nós estamos aqui com uma caravana de Sergipe que saudamos com muito carinho, como também de outras cidades, Santa Catarina. Rio Grande do Sul e etc. Em 1956 eu trabalhava e fui nomeado para fazer um inquérito administrativo de Sergipe em Aracaju. Agora a gente vem de Sergipe pela Ilha Verde, vem de Aracaju. Lindo. Antes saía daqui de Salvador de ônibus às 5 da manhã. chegava Aracaju quando chegava às 5 da tarde, porque bem pertinho de Aracaju tinha uma lama que mais de 10 anos nenhum técnico em rodovia conseguiu consertar. A gente saltava aqui do ônibus, atravessava na Maçal aapé,

uando chegava às 5 da tarde, porque bem pertinho de Aracaju tinha uma lama que mais de 10 anos nenhum técnico em rodovia conseguiu consertar. A gente saltava aqui do ônibus, atravessava na Maçal aapé, pegava o outro ônibus para chegar Aracaju. Hoje ir a Aracaju é mais rápido do que ir ali à igrejinha do pau da Lima. Mas a dor nunca as criaturas humanas viveram tão inconformadas. Ai Jesus mandou o consolador. Vieram os espíritos explicar a razão da nossa depressão, do nosso sofrimento, da nossa angústia. E são eles que através desta doutrina maravilhosa vão modificar o mundo e salvar a humanidade neste momento de transferência para mundo de regeneração. Não seja de estranhar o sofrimento, a angústia, todos os males que hoje nos acontecem. Porque Jesus previu e mandou o consolador. que ao terminarmos a reunião, o consoladorize nossa alma e que os nossos visitantes retornem às suas praias vitais, levando a certeza de que é possível ser feliz hoje, orando, entregando-se a Deus e tendo a certeza de que nenhum mal poderá nos fazer mal se nós tivermos fé. Vamos ao segundo tempo. Então vamos à nossa segunda parte aqui do Conversando sobre Espiritismo. Nós já estamos no ar aí com o nosso irmão Severino Celestino e ele é professor de ciência das religiões da Universidade Federal da Paraíba, é estudioso em línguas antigas e um profundo conhecedor da Bíblia. Severino, você poderia então fazer a sua apresentação para o nosso público aqui presente e para aqueles que nos assistem também remotamente pelos carnais virtuais. Boa noite, querido irmão Mário Sérgio, meu querido professor Divaldo Pereira Franco, queridos irmãos aí presentes neste magnífico auditório, especialmente a nosso companheiro de Sergipe, meu abraço fraterno a todos os internautas. Gostaria de agradecer a Deus a oportunidade de estar aqui estudando essa doutrina libertadora e aprendendo com todos vocês. >> Muito bem. Então vamos começar com você mesmo, Severino. Agora a primeira pergunta. Vamos lá. É uma pergunta de Álvaro.

estar aqui estudando essa doutrina libertadora e aprendendo com todos vocês. >> Muito bem. Então vamos começar com você mesmo, Severino. Agora a primeira pergunta. Vamos lá. É uma pergunta de Álvaro. Ele pergunta se existe ou não o acaso. Aí ele dá um exemplo. O espírito disseram para Kardec que se um tijolo caísse na sua cabeça, não quer dizer que estava escrito. Você poderia explicar melhor então o que é se existe ou não o acaso? Na verdade, meu caro Mário Sérgio e Álvaro fez a pergunta: "Nós somos criados como a questão 115 do livro dos espíritos, simples e sem conhecimento, parodiando metaforicamente o primeiro casal do paraíso, Gan Éden, Adão e Eva". Mas entra nesse ambiente, segundo a própria Bíblia e o livro dos espíritos, a questão do nosso livre arbítrio. Nós somos sempre livre para escolher. O acaso é como se a gente quisesse comparar, como algumas outras religiões acreditam, que existe um destino. Não é sempre assim que as coisas acontecem. Nós aprendemos e recebemos a revelação messiânica no paraíso e o livre arbítrio e a lei de causa de efeito como do suporte da doutrina que nos dá sempre a colheta daquilo que plantamos. Se plantamos o bem, naturalmente colheremos o bem, que é outro princípio que está na questão do capítulo 30 do Deuteronômio. E que Jesus fala sempre na estrada larga e na porta estreita. Nós sempre somos absolutos senhores daquilo que semeamos. A parábola do semeador nos dá essa questão. Se semehamos bem, colheremos bem. Tá aí a necessidade de vigiarmos e orarmos, como dizia e nos orientou o mestre Jesus. Então, fatalidade não existe. O próprio Jesus disse que não cai uma folha de uma árvore sem que Deus seja se o absoluto desse acontecimento. Por isso, eu eu acredito muito mais na lei de causa e efeito, na semeadura e na colheta e naquilo que nós vigiando e orando somos somos capazes de construir em nossas vidas. Muito obrigado pela resposta, Severino. Divaldo, a Adriana faz uma pergunta aqui. Ela ficou um pouco de dúvida sobre a questão do da ressurreição, entre

mos somos capazes de construir em nossas vidas. Muito obrigado pela resposta, Severino. Divaldo, a Adriana faz uma pergunta aqui. Ela ficou um pouco de dúvida sobre a questão do da ressurreição, entre aspas, de Jesus Cristo. Ela diz o seguinte: Jesus apresentou-se em corpo físico e não espera espírito após a crucificação. Uma interrogação. Achei que eles estavam vendo Jesus como espírito, como médiuns e não como corpo mesmo. você poderia explicar, >> ele se apresentou com um corpo material. Ele materializou-se depois da morte porque se apresentou várias vezes em lugares diferentes. Ele esteve no cenáculo da última ceia duas vezes e era tão físico que eles assavam peixe naquela hora. E Jesus comeu o peixe para que tivesse certeza que havia uma organização material, materializada, fluídica de carne. Porque o que é a matéria? É a energia condensada e a energia é a matéria desagregada. entrar no corpo material. Ele conversa com dois discípulos no caminho de Emaús. Era uma cidade a uns 20 km distante de Jerusalém. E ele se liga e conversa o dia inteiro até chegar a Emaús. Ele aparece logo no jardim em que foi sepultado a Maria de Magdala. Depois a chamada pesca milagrosa, quando ele vai para Galileia e ali no mar da Galileia, Simão estava pescando, não conseguia nada. Ele vai, aparece e diz a Simão: "Atire esquerda". E trouxeram 58 peixes, alguns pesados. Enfim, isso era um homem. Na última vez que ele aparece, foi ali na Galileia. João estava diante de uma multidão. Era o último discurso que ele fazia quando Jesus apareceu. Daí a tradição, os 500 da Galileia, tinha uma média de 500 pessoas como testemunha. E isso é perfeitamente físico, mas não era um corpo como o meu corpo que eu estou condensado aqui porque reencarnado, ele materializou. Nas mediúnicas, o espírito vem, materializa-se, toma o pulso, se mede a altura, ele elastece, ele diminui. As experiências em Belém do Pará com a médium Ana Prado eram tão formidável que os espíritos brincavam com as crianças da família e assim em toda parte.

o, se mede a altura, ele elastece, ele diminui. As experiências em Belém do Pará com a médium Ana Prado eram tão formidável que os espíritos brincavam com as crianças da família e assim em toda parte. Portanto, foi uma reorganização física, material. Eh, Severino, uma pergunta de Mateus. A vida humana em sociedade é bastante recente, considerando o tempo de existência do planeta. As almas que vivem atualmente na Terra, será que viveram em outros planetas também? Jesus fala em João nas suas despedidas com os discípulos lá depois da última cena no cenáculo. Não se turbe o vosso coração. Credes no Pai, credes também em mim. Na casa do meu pai tem muitas moradas. Se assim não fosse, eu v teria dito, irei preparar o caminho. Então, nós temos inúmeras regiões, como agora mesmo o nosso querido professor falou a respeito desse novo eh telescópio que tá descobrindo bilhões e bilhões de de galáxias. E esses planetas todos têm os seus compatíveis habitantes, de acordo com o perespírito, segundo nos informa Kardec, formado daquele planeta. Mas o planeta Terra, por ser um planeta de terceira ordem e ainda onde o mal sobrepõe o bem, daí porque é um planeta de expiação e de provas, ele é uma escola, é um é um hospital, é um local, é uma prisão. E o o grande Salomão na obra Eclesiastes, lá no no capítulo primeiro, ele diz assim: "Geração vai, geração vem e a terra permanece a mesma. A Terra tem aqueles espíritos que aqui vem são compatíveis de evoluir neste planeta como a prisão. A semelhança dos exilados de capela que não evoluíram aqui. Existem evolução em outros planetas como o próprio Cristo que nunca reencarnou aqui. João disse que o verbo se revestiu de carne e tabernaculou entre nós. morou, habitou de uma forma muito evoluída e elevada, diferente de nós. Nós moramos, Jesus habitou. É uma diferença muito forte que a gente encontra nos textos e na forma original, como esse verbo é colocado. Então, a Terra em si, há uma uma seleção para aqueles que aqui vêm, evolui e depois vão para outros planetas. E podem

e que a gente encontra nos textos e na forma original, como esse verbo é colocado. Então, a Terra em si, há uma uma seleção para aqueles que aqui vêm, evolui e depois vão para outros planetas. E podem vir também como cego de nascença, como outros espíritos que Jesus recebeu, porque os discípos perguntaram a ele lá no tanque de Siloé em Jerusalém, quem errou, ele ou seus pais para que ele nascesse século? E Jesus dá uma resposta. A pergunta é uma pergunta reencarnacionista, mas a resposta de Jesus é, de uma certa forma desconcertante, porque ele diz: "Nem ele, nem seus pais". até eh ratificando o que diz Ezequiel 18, que ninguém paga pelo outro, cada um paga por si. Coloca Ezequiel capítulo 18, a responsabilidade individual. Portanto, a aquele espírito veio em missão. Jesus disse que nem ele, nem seu pai, nem ele, nem seus pais erraram, mas o que nele se procede é para que o filho do homem seja identificado entre vocês. É curioso, ali nós temos dois tanques, o tanque de Siloé e o tanque de Betesda. Um Jesus por um paralítico que nem conhecia ele. Mas nesse cego de Siloé, Jesus foi ao encontro do cego. Era um espírito que não precisava habitar o planeta. veio em missão e não a expiação. Mas aqui a maioria, o geral no qual nós nos enquadramos pelas nossos débitos, pelas nossas eh dificuldades do passado, nós somos espíritos em expiação. Os missionários existem, mas são bem eh distinguidos, como a gente sabe, de grandes amigos espíritos espirituais que estiveram entre nós, não só na doutrina, mas que vieram em missão ao planeta Terra. Outros vieram auxiliar, como foram os exilados de capela, que já tinham evoluído eh materialmente, mas ainda não tinham evoluído moralmente. Por isso que vieram aqui para nos legar o conhecimento. E segundo Eman Caminho da Luz, depois de executar as suas missões, todos regressaram aos seus planetas de origem. Muito bem, Celestino. Vamos então a próxima pergunta pro Divaldo aqui. Eh, vem da Jusara. O que pode ser feito sob a luz do Espiritismo para auxiliar os dependentes

ssaram aos seus planetas de origem. Muito bem, Celestino. Vamos então a próxima pergunta pro Divaldo aqui. Eh, vem da Jusara. O que pode ser feito sob a luz do Espiritismo para auxiliar os dependentes químicos? Orientá-los, educá-los? Este é um grave problema espiritual da humanidade, porque muitos dependentes químicos de hoje são reincidentes. Eles já vieram de outras encarnações marcados por vícios profundos, porque muitos pais cuidadosos, famílias dedicadas acompanham o filho com maior carinho e uma força maior do que a vontade deles leva-os para os antros mais terríveis nos quais se entregam a essa decadência. Que é que nós podemos fazer? Orar. dialogar quando consultados, porque ninguém pode resolver o problema de outra que não queira resolver e criar neles a disposição de querer sair dessa situação. Mas é um trabalho principalmente de preces para afastar os obsessores, os espíritos maus que os utilizam, a fim de continuarem no vício, porque depois da morte nós continuamos com os nossos hábitos. O indivíduo alcólatra, o tabagista, o indivíduo que usa substâncias letais, eles continuam. A morte somente tira a nossa aparência física e nos coloca numa outra realidade. Daí nós poderemos, como espíritas colaborar com passes, magnetizar a água, desde que os pacientes queiram. Normalmente eles não querem porque é uma dependência, mas nós podemos insistir com paciência, compaixão e ternura. e nunca desistir, porque o nosso trabalho é o do bem, perseverá sempre. Celestino, uma pergunta sobre as bem-aventuranças. As sete bem-aventuranças podem ser consideradas como uma escalada evolutiva para o espírito? >> Não tem a menor dúvida. as bem-aventuranças, que na verdade realmente são sete, mas ao todo são nove, mas elas são exortações, esperanças e consolações que nos foram deixados por Jesus. A primeira que ele fala em humilhados do espírito é aquela que eu considero a base, porque aquele povo naquela época sob a opressão romana, Jesus cresceu ouvindo todas aquelas histórias de viuvez, de

A primeira que ele fala em humilhados do espírito é aquela que eu considero a base, porque aquele povo naquela época sob a opressão romana, Jesus cresceu ouvindo todas aquelas histórias de viuvez, de orfandade, de escravidão, de intolerância, de de despotismo de Roma. Porque quando Jesus começa aquele sermão magnífico do lado ocidental do mar da Galileia, aquela brisa magnífica que sempre leva nossos espíritos, ele trazia uma preocupação para aquele povo oprimido, sofrido e sobretudo injustiçado, que entre elas Jesus fala em fome e sede de justiça, porque o profeta Isaías falava que para Deus não há acepção de pessoas. E se para Deus não há acepção de pessoas, todos nós somos iguais. E se todos somos iguais, o que é que Roma poderia fazer com aquele povo que estava fazendo? Então Jesus vem exatamente trazer conforto, esperança e uma exortação de que eles não desistissem. Porque se existia um reino romano opressor, ele trazia um reino espiritual libertador. Jesus não, o o sermão do monte e além de ser um um grande poema de consolações e esperanças, é também um uma uma mensagem de certeza de que nós superamos tudo. E Jesus não ensinava a reagir, ele ensinava a agir ao contrário. Porque enquanto os romanos promoviam a morte, ele mandava as pessoas, os seus conterrâneos, promover a paz. A falando que a pureza de coração, ser pacífico, ser humilde, seria o caminho mais lógico no ascendente, né? Até o os que promovem a paz, a Xirei o Se shalom, como ele fala no texto original, são aqueles que poderão ser chamado filho de Deus. Porque a palavra shalom em hebraica, ela tem vários significados. Entre um deles é o nome de Deus. Então, seria uma sequência natural de ascendente até a conquista da plena paz, como sonharam os profetas, sobretudo Isaías, que o se trocaria o arado, o a espada pelo arado e que no final dos tempos o leão deitaria com o cordeiro e haveria realmente plena paz. E Jesus quando ele diz: "Axirei o sealão". Não desistam, continue, sejam firmes que promovem a paz, porque vocês serão

no final dos tempos o leão deitaria com o cordeiro e haveria realmente plena paz. E Jesus quando ele diz: "Axirei o sealão". Não desistam, continue, sejam firmes que promovem a paz, porque vocês serão chamados filhos de Deus. Porque todo esse sermão ele tem um um início e uma conclusão de que se nós perseverarmos, lançar, formos perseverante até o final, que é uma das coisas que Jesus coloca também, pegar o arado, não olhar para trás, perseverará até o fim, porque nós teríamos, como diz Agostinho, uma consolação no mundo espiritual, não no mundo em que eles viviam, onde eram oprimidos, injustiçados e sofridos, esperançosos de alguém que os libertasse. E Jesus traz esse discurso da certeza de que mesmo sofrendo como eles estavam sofrendo, eles um dia colheriam na pátria espiritual a vida eterna ou o seio de Abraão ou o mundo espiritual libertador, o reino dos céus, como ele João Batista falava. Obrigado, Celestino. Divaldo, uma um esclarecimento. Na programação reencarnatória de Judas, a traição fazia parte para que a profecia da crucificação de Jesus se realizasse. Fazia parte, mas não obrigava o indivíduo a ser o embaixador da tragédia. Para que Jesus morresse na cruz, o motivo deveria ser muito grave. E Judas hoje as referências são muito variadas. Pelo seu temperamento, pela sua cultura, achava que Jesus estava demorando muito proclamar o reino dos céus. Para ir o reino dos céus era dar a Israel o trono de rouba a Roma. Israel tem todo o poder. E como Jesus não se decidia, ele teve a ideia de criar a situação na expectativa de que naquela hora ele então tomasse a circunstância. Mas ele fez porque quis. Na última ceia pergunta, ele falando da tragédia, ele diz assim: "E aquele que me vai trair neste momento está comendo pão?" Judas estava exatamente e ninguém se deu conta. Quantas vezes nós estamos ao lado do perigo e não nos damos conta. Ele deve ter escolhido essa tarefa difícil, mas com outra intenção. Essa é uma linha de comportamento. A outra foi a ambição

u conta. Quantas vezes nós estamos ao lado do perigo e não nos damos conta. Ele deve ter escolhido essa tarefa difícil, mas com outra intenção. Essa é uma linha de comportamento. A outra foi a ambição pelas 30 moedas. É outra linha de raciocínio. A verdade, porém, é que ele cometeu o crime e restaurou esse crime através dos séculos. Várias reencarnações na lepra. E a última de todas que foi na figura de Joana, a grande mártir, Joana Dark, a menina que nasceu em Dorremi, um lugarejozinho e que aos 15 anos teve a visão de entidades superiores que mandaram ela colocar o rei no trono. E foi exatamente o que ela fez. Ela saiu, fez a campanha, restaurou o poder do rei, que era muito ignorante e pouco interessado. Era a guerra dos 100 anos, uma guerra entre a França e a Inglaterra. E ela veio com a missão de fazer a paz e de preparar o período de paz para a chegada de Allan Kardecis. Mas a fatalidade estava escrita agora. O livre arbítrio era de cada um. Ele disse a Pedro: "Tu me negarás antes que o galo cante, me negarás três vezes." Pedro disse: "Eu nunca daí a pouco negou três vezes." É a nossa opção pessoal. Temos que ter muito cuidado diante de determinadas opções, interesses, porque eles estão programados, mas ai daquele que faz o programa. É a outra frase de Jesus. O escândalo é preciso, mas ai do escandaloso. Eh, Celestino, a pergunta é a seguinte: o perespírito é a ligação entre o corpo e a alma e sendo esta com o formato do corpo físico? E ela pergunta o seguinte: é ela que dá forma ao nosso eu? No outro mundo, quando desencarnamos, >> o perespírito, segundo Kardec nos coloca, ele faz o elo entre o espírito e o corpo. As sensações, o perespírito não sofre, ele transmite as sensações do corpo ao espírito. Ele tem um papel muito especial de armazenar na nossa encarnação tudo aquilo que ocorre. é como se fosse aquele chip open drive que guarda perfeitamente tudo aquilo que nós realizamos na encarnação e a e o conserva. Porque segundo André Luiz, nós podemos retornar

o tudo aquilo que ocorre. é como se fosse aquele chip open drive que guarda perfeitamente tudo aquilo que nós realizamos na encarnação e a e o conserva. Porque segundo André Luiz, nós podemos retornar a pelo menos três encarnações anteriores depois que a gente desencarna, quando isso é necessário para recebermos ensinamentos ou descobrirmos às vezes quem fomos lá atrás, porque como nós somos eh regidos pela lei do progresso, o espírito não retroage, ele pode até estagnar. Mas quando ele às vezes é tão recrudescente, que diz André Luiz, que às vezes ele é obrigado a retornar uma, duas ou três encarnações para descobrir quem foi no passado. E quem o identifica naquelas encarnações anteriores é exatamente o perespírito. cada encarnação, a nós nós conhecemos os nossos parentes, os nossos eh pessoas com quem convivemos, colegas de trabalhos, que no mundo espiritual seremos identificados por esse perespírito. E é através desse perespírito que ele aparece os que aqui estão para serem identificados através desse elemento que é tão importante cientificamente. Perespírito, já está aprovado um um mestre, um grande estudioso, filhof Capra, austríaco, eh, a PhD em física quântica e em física, aliás, ele diz que o perespírito, ele mostra que o perespírito eh hoje é a energia quântica flutuante do vácuo no átomo. Isso é uma coisa muito interessante, porque a gente é regido, quem estudou um pouco de química sabe que as cargas positivas se repelem e e as ligações entre os átomos do nosso corpo e das células são promovidos pelas diferenças de carga, mas essas cargas fica na coroa do átomo, fica externamente. Mas o perespírito, segundo ele, que o o a ciência chama e energia fr, essa energia externa que une uma célula a outra e a e a energia que está no núcleo, aonde fica exatamente os nêutros e aqueles outros elementos, eles chamam de energia quântica flutuante do vácuo. que essa energia ela é quem é responsável durante o processo reencarnatório pela a o programa que rege o futuro corpo. É a ciência

outros elementos, eles chamam de energia quântica flutuante do vácuo. que essa energia ela é quem é responsável durante o processo reencarnatório pela a o programa que rege o futuro corpo. É a ciência chegando com através de André Luiz que tem sido muito estudado nas associações de medicina e espiritismo, como sempre pontuou Allan Kardec e que eu sempre respeitei. Uma das coisas que me auxiliou muito foi a ciência, porque espiritismo sem ciência diz caderno Kardec que ele sofre bastante. Um é a a ciência sem o espiritismo é manca e vice-versa, né? O espiritismo sem sem a ciência não tem suporte. E a ciência hoje tá começando a trazer essas questões para a nossa realidade, para que a gente respeite cada vez mais, porque a questão 798 diz que o espiritismo será conhecido no futuro como respeitado por todas as crenças do planeta. Daí, porque eu eu agradeço muito a Deus ter conhecido essa doutrina num momento tão difícil da minha vida e foi ela que através da sua filosofia, do evangelho do Cristo, a o ensino moral e a ciência são, vamos dizer assim, três aspectos da doutrina que me preenche perfeitamente e cada vez mais me faz ter suporte e ser feliz por ter conhecido. Tão bela, tão confortadora e tão auxiliadora doutrina. Obrigado, Celestino Divaldo. Pergunta de Valéria Paiva. Como nasce um espírito? A primeira primeira encarnação? Se eu soubesse, eu agradeceria muito a Deus. Nada obstante, é uma onda, uma vibração mental. O espírito em si é Deus e miniatura. Trazemos todas as potencialidades divinas. Então, a divindade periodicamente emite ondas e vai povoando o universo. É o máximo que a minha capacidade intelectual pode falar sobre o início do existir espiritual. Muito bem, nós vamos dar aqui por encerrada a nossa reunião da noite de hoje e eu convido aí o Severino Celestino para fazer a despedida do público aqui presente e daquele que nos assistem remotamente. Eu queria agradecer, Maro Sérgio a você, ao meu mestre, professor Divaldo, pelo convite, aos queridos irmãos internautas

er a despedida do público aqui presente e daquele que nos assistem remotamente. Eu queria agradecer, Maro Sérgio a você, ao meu mestre, professor Divaldo, pelo convite, aos queridos irmãos internautas e esses irmãos aí do auditório que colaboraram com a nossa noite, com o nosso estudo, e pedir a Deus que nos convoque sempre a racionalidade, a lógica e o bom senso na prática do bem, no fora da caridade, não a salvação, sobretudo no período em que o Brasil, coração do mundo, pátria, do evangelho, está precisando muito das nossas preces e das nossas vibrações. Que Jesus possa habitar nossas mentes, os nossos corações hoje e sempre. Muita paz para todos. >> Muito obrigado, Severino. Um fraterno abraço em você. E agradecemos também aqui a nossa tradutora de Libras, Visiane, que está aí, a equipe da Mansão do Caminho na televisão, Júnior, ao Sérgio, né? a todo o público aqui presente, aqueles que nos ass nos assistem pelos canais virtuais, Adivaldo Franco e, enfim, a todos que puderam estar conosco neste momento. Então, para o encerramento da nossa reunião, nós vamos convidar o Divaldo para a prece final e convidando os médiuns passistas da casa para a aplicação dos passes coletivos na noite de hoje. Muito obrigado a todos pela presença. Que Jesus abençoe. Este é o momento mais significativo da nossa reunião, porque é o momento em que produziremos a busca das energias para o nosso bem-estar, para as nossas mazelas, para as nossas dificuldades. Então, peçamos a Deus que a todos nos abençoe. Peçamos por nós mesmos, por aqueles a quem amamos, pela nossa família, mas também por aqueles que nos odeiam. que geram situações difíceis em nossa vida. pela nossa saúde física, mental, espiritual. Que as energias do bem nos penetrem e pedimos pelos suicidas. Os que tombaram na ilusão do aniquilamento físico, pelos espíritos maus que se arvoram em adversários do Cristo. Pedimos em benefício de todas as propostas de luz que desenhamos para o futuro. Pedimos pela nossa instituição, pelas instituições do bem,

pelos espíritos maus que se arvoram em adversários do Cristo. Pedimos em benefício de todas as propostas de luz que desenhamos para o futuro. Pedimos pela nossa instituição, pelas instituições do bem, pelos nossos diretores, frequentadores e clientes, e sobretudo pela paz, pela paz pessoal. doméstica no trabalho, na sociedade, pela paz na terra e bênçãos para fluidificar a água, tornando instrumento de saúde para quem absorver. S conosco, Jesus, acompanha-nos e permite que em teu nome, em nome de Deus, da mãe santíssima e dos espíritos bons, encerremos a nossa reunião com votos de muita paz para todos. Está encerrada a nossa reunião.

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