Roda de Conversa | O impacto do CENSO no Movimento Espírita - Desafios e Oportunidades

Mansão do Caminho 29/06/2025 (há 9 meses) 1:36:46 15,701 visualizações 2,216 curtidas

🎥 Roda de Conversa na Mansão do Caminho: O Impacto do CENSO 2022 no Movimento Espírita. 📅 Dia 28 de junho de 2025 às 20h 📍 Ao vivo no nosso canal no YouTube O que nos revela o mais recente CENSO do IBGE sobre a realidade do Espiritismo no Brasil? Pela primeira vez em décadas, os dados mostram uma redução no número de pessoas que se declaram espíritas. Mas o que isso realmente significa? Nesta live, vamos refletir sobre os desafios e oportunidades que esses números nos revelam. O Espiritismo está perdendo espaço? Houve mudança na forma como as pessoas se identificam religiosamente? Como o movimento espírita deve encarar estes dados e manter a sua relevância diante de uma sociedade em constante transformação? Com Mário Sérgio, Adilton Pugliese, Carlos Campetti, Jorge Elarrat, Lusiane Bahia e Paulo de Tarso. Vamos conversar sobre o presente e o futuro do Espiritismo à luz dos dados mais recentes. 🔔 Ative o lembrete e participe conosco nos comentários! Para assistir palestras inéditas e históricas do médium espírita Divaldo Franco, assine o http://www.espiritismoplay.com Para conhecer mais sobre as Obras Sociais Mansão do Caminho que atendem cerca de 5 mil pessoas gratuitamente por dia, acesse: http://www.mansaodocaminho.com.br Para adquirir livros mediúnicos de Divaldo Franco acesse http://www.livrarialeal.com.br Instagram: http://www.instagram.com/mansaodocaminho Facebook: http://www.facebook.com.br/mansaodocaminho Toda a renda com a venda de livros e assinaturas do EspiritismoPLAY é destinada às Obras Sociais Mansão do Caminho. Para doações: https://mansaodocaminho.com.br/como-ajudar/

Transcrição

Muito boa noite a todos. Vamos dar início então a nossa reunião especial, nossa roda de conversa da noite de hoje. E para tanto, vamos iniciar com a prece. Preparemo-nos. Então, amado Mestre Jesus, nosso amigo incondicional de todas as horas, nos ensinaste, Senhor, a sempre estarmos atentos as coisas do mundo. E o mundo, como sabes, é muito envolvente e algumas situações traz sueiro e a nossa atenção sempre deve pautar, regida pelos vossos ensinos no teu evangelho. A nossa proposta hoje é buscar justamente isto. podermos sob a luz do Evangelho, através dos teus ensinos e a grande herança que nos deixastes, que é a doutrina espírita, esclarecer para todos nós os novos rumos, os novos caminhos deste grande mundo que nos aguarda, o mundo de regeneração. Os nossos propósitos, Senhor, são exclusivamente de servir e amar. Ampara-nos, auxilia-nos na tarefa desta noite e permita-nos que a generosidade dos vossos benfeitores, espíritos de luz, possam estar conosco nesse instante, inspirando-nos, direcionando-nos e criando a grande, o grande caminho desse mundo que nos propomos a desenvolver. Abençoa-nos. S conosco, Senhor, hoje e sempre. E que assim seja. Então, nossa reunião hoje é uma reunião especial, mas antes da apresentação, nós vamos fazer um pequeno aviso relativamente a um evento que teremos, um seminário no dia 19 de julho, Centro Espírita aprendizado, autoconhecimento e transformação, né? está das 16 às 19 horas, é no sábado e logo depois às 20 nós teremos então a nossa reunião doutrinária convencional. Farão parte desse seminário o Adilto Burglies, que está aqui hoje conosco, e os membros componentes do projeto Manuel Filomeno de Miranda, Ulíisses Guimarães, a Tânia Menezes e José Amorim. Aqueles que se inscreverem para esse evento no site da Mansão do Caminho receberão o livro aí na ocasião da autoria do do nosso irmão Adilto Buges, né? Então vamos ao nosso a nossa roda de conversa do dia de hoje. Eh, foi feito um um censo, último censo, 2022 relativamente à quantidade, a presença dos espíritas

ria do do nosso irmão Adilto Buges, né? Então vamos ao nosso a nossa roda de conversa do dia de hoje. Eh, foi feito um um censo, último censo, 2022 relativamente à quantidade, a presença dos espíritas nesse centro sobre a a abordagem da religião, né? Então nós vamos apresentar agora inicialmente é um vídeo. Esse vídeo é nosso irmão Jorge Eleerrate, que ele é um analista do IBGE. Ele trabalhou diretamente no censo de 2010 e no censo de 2022. Ele não pode estar não pôde estar conosco nesta noite, né? mas nos enviou um vídeo com algumas considerações que nós vamos passar a exibir após a apresentação aqui dos nossos convidados, né? Então, nós temos aqui Carlos Campete, que está remotamente. O Carlos Campete é jornalista com pós-graduação em marketing MBA. Ele é funcionário aposentado do Banco do Brasil, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, administra em colegiados centros espírita sem fronteiras e de estudos espíritas sem fronteiras com todas as atividades virtuais. Ele é médium e palestrante. Entre as suas obras, ele é coautor do livro Trabalho Mediúnico, Desafios e Possibilidades. Nós temos a nossa Luziane Bahia, que está aqui conosco, é evangelizadora, espírita e colaboradora voluntária da mansão do Caminho da Federação Espírita Brasileira. Paulo de Tarso é analista de sistema com pós-graduação em redes de computadores e gestão de empresas de base tecnológica. Ele também possui formação na área de terapia holística transpessoal com foco em terapia sistêmica da família e constelações familiares. Atualmente para o desempenho papel de coordenador do sistema de comunicação social da Federação Espírito do Estado da Bahia, sendo ainda um membro ativo do Corpo de Palestrantes da referida instituição. O nosso irmão Adilto Buglies, ex-funcionário do Banco do Estado da Bahia, Buglies é formado em contabilidade e administração de empresas. iniciou suas atividades espíritas em 1975 no Centro Espírito da Cristo Redentor. Foi o presidente da Federação Espírito do Estado da Bahia

glies é formado em contabilidade e administração de empresas. iniciou suas atividades espíritas em 1975 no Centro Espírito da Cristo Redentor. Foi o presidente da Federação Espírito do Estado da Bahia entre 91 e 94 e é sócio efetivo do nosso Centro Espírito da Caminho da Redenção, onde desenvolveu diversas atividades como a gestão de pessoas e a direção do departamento doutrinário. Ele é palestrante, articulista das publicações da revista Presença Espírita do Reformador e da revista internacional de Espiritismo. O nosso irmão Jorge Ela é espírita desde 1980 e palestrante, escritor espírita. Reside em Curitiba e é ligado à Federação Espírita de Rondônia e ao Centro Espírita Recanto da Pressce, onde realiza palestras. atua na divulgação e unificação do movimento espírita com palestras e forte presença nas redes sociais. Dentre suas obras estão os livros, As Parábolas do Amor, Vida e afetividade, vencendo a culpa, o medo e a depressão. Então, uma rápida apresentação dos nossos convidados desta noite e como nosso tempo vai ser muito, muito curto para muito assunto, né, eu vou pedir então ao Júnior para iniciar a apresentação do nosso vídeo com as a a preleção do Jorge Ela. Olá, eu me chamo Jorge Elarrá, sou analista do IBGE e trabalhei diretamente no censo 2022 e no censo 2010 e gostaria de deixar algumas contribuições na discussão sobre os resultados do senso com relação à religião. É importante observar que o IBGE ele é um órgão eh de governo e esse órgão, ele é um órgão preocupado especificamente com pesquisas que levem à orientação de políticas públicas. Então, não é objetivo do IBGE pesquisar por pesquisar, mas ele dá suporte ao Ministério do Planejamento e ao Planejamento dos Estados e Municípios para a orientação do que fazer para melhorar a qualidade de vida da população. E dentro desse objetivo, as discussões sobre religião não são as maiores preocupações que o órgão tem nesse sentido. Portanto, entre as 40 pesquisas que o IBGE possui diárias, semanais, mensais, bimestrais,

ro desse objetivo, as discussões sobre religião não são as maiores preocupações que o órgão tem nesse sentido. Portanto, entre as 40 pesquisas que o IBGE possui diárias, semanais, mensais, bimestrais, trimestrais, semestrais, anuais, e o senso que é decenal, a religião, ela se apresenta em apenas uma dessas pesquisas que é o senso demográfico. E é por esta razão que nós, na verdade, não encontramos outras pesquisas do IBGE trabalhando esta questão. E para ela ser uma questão periférica, o IBGE trata essa questão da religião em um formulário específico dentro do senso demográfico que atende apenas a 11% dos domicílios. É o chamado formulário amostra. Nos municípios com menos de 10.000 habitantes, nós trabalhamos uma amostra de aproximadamente 50% dos domicílios. À medida que a população cresce, esta amostra se torna cada vez menor. E nós chegamos a um resultado em que, de repente, nas populações acima de 500.000 habitantes, apenas 5% dos domicílios respondem o formulário amostra. E é nesse formulário amostra que está a pergunta de religião. Muitas pessoas dizem: "Não fui perguntado sobre religião". É verdade. Pegou o formulário básico que é entregue para a grande maioria das pessoas. E a coisa mais importante dentro disso, o IBG não pesquisa o número de espíritas, nem de católicos, nem protestantes. Ele pergunta o número daqueles que se declaram, ou melhor, ele divulga o número daqueles que se declaram, se autodeclaram como tais. Então, nós não temos uma informação segura de quantos são os espíritas, mas nós temos a informação de quantos se auto declararam espíritas. E esse número ele varia a cada senso que é feito. Eu cheguei até a pegar algumas informações. Em 1950 era 1,7 da população. No censo de 1960 o espiritismo não foi separado. Portanto, nós não temos. Ele ficou junto com outras religiosidades. Em 1970 ele chegou a ser 2,2%. E no censo de 1980, atenção, censo de 1980 foi 0,7% da população. E o movimento espírita eh não se desesperou por conta disso. Em 1991, no censo dessa década, ele foi

s. Em 1970 ele chegou a ser 2,2%. E no censo de 1980, atenção, censo de 1980 foi 0,7% da população. E o movimento espírita eh não se desesperou por conta disso. Em 1991, no censo dessa década, ele foi 1,12. Depois, no censo 2000 foi 1,3. No censo de 2010 foi 2 e agora 1,8, mais precisamente 1,84. É muito importante que a gente perceba que esses números eles oscilam e que isso não nos torne uma grande preocupação. Eu ficaria, na verdade, até mais preocupado se nós tivéssemos 30% de pessoas que se declarassem espíritas e o mundo estivesse enlouquecido do jeito que ele está. Então, é verdade que nós temos uma redução desse número daqueles que se autodeclararam, mas há alguns pontos interessantes. O culto afro saiu de ponto 3 para 1%. Será que não tem parte daqueles que se declaravam espíritas e que agora se declaram do culto afro, fazendo com que esse número experimente um discreto de decréscimo? É possível. E existe uma grande preocupação dentro do movimento espírita de que com a redução dos espíritas, o movimento espírita vai acabar. E ainda há aqueles que levantam o perfil etário do movimento espírita. E é verdade, o perfil etário do movimento, ele é realmente bem predominantemente marcado pel aqueles que são mais adultos. E isso vai ficando cada vez mais evidenciado a cada senso. E as pessoas acenam como se de repente isso determinasse o fim do movimento espírita. Isso não é verdadeiro, porque a principal porta de entrada no movimento espírita não é a juventude, é o grupo de adulto. O êxito da campanha do estudo sistematizado, dos grupos de estudo de André Luiz, de Joana de Angeles, das obras básicas, de Manuel Filomeno e de várias outras sequências de obras mostram o êxito que nós estamos tendo com o trabalho de adultos. poderíamos estar tendo um êxito muito bom também como jovens, mas isso não determina que o movimento ele está caminhando para o fim. Ao contrário, o ingresso de pessoas no movimento espírita na idade adulta é muito grande. Façam uma enquete nas

mbém como jovens, mas isso não determina que o movimento ele está caminhando para o fim. Ao contrário, o ingresso de pessoas no movimento espírita na idade adulta é muito grande. Façam uma enquete nas casas espíritas e verifiquem qual percentual de pessoas que chegaram ao movimento espírita depois dos 25 anos. E poderemos ver o quão exitoso tem sido o trabalho realizado com os adultos. Talvez a gente precise melhorar o trabalho com os jovens. É verdade. É preciso catar esses jovens e trazê-los para o movimento espírita. E quando falo em catar, tem cinco letras. C A T A R. C de conteúdo, A de acolhimento, T de trabalho, o outro A de arte. e o último de reunir fora do centro. Não é necessário que abramos mão do conteúdo para que nós tenhamos juventudes mais pujantes. O melhor benefício que podemos fazer pela juventude é oferecer-lhes o conteúdo da doutrina espírita, acolhê-los, oferecer trabalho na casa espírita, permitir a arte e garantir que a amizade entre nós nos faça reunir fora da casa espírita. Uma preocupação que muitas pessoas têm é indagar o que aconteceu, por que isso se deu. E aqui tem uma coisa bastante interessante. Os espíritas costumam se autodeclarar assim quando tem uma tarefa na casa espírita. As pessoas que vão à casa espírita simplesmente para assistir palestras e que é um número bastante expressivo, nem sempre se consideram espíritas, mas sim os trabalhadores da casa espírita é que assim se nomenclatuam. Então, evidentemente, nós podemos dizer que nós temos 1,8% da população de trabalhadores espíritas. Essa seria uma medida até mais razoável em função de muitos não se autodeclararem. E como última reflexão, eu queria deixar um um ponto para que a gente pens. As pessoas podem não se declarar espíritas, mas a quantidade de gente no Brasil que tem compreensão de que existe vida após a morte, de que os espíritos se comunicam e de que a reencarnação é uma lei, é muito maior do que aqueles que se declaram espíritas, nos fazendo perceber o interesse da população por

existe vida após a morte, de que os espíritos se comunicam e de que a reencarnação é uma lei, é muito maior do que aqueles que se declaram espíritas, nos fazendo perceber o interesse da população por novelas, filmes e demais séries que apresentam esse tipo de temática, nos fazendo que perceber que o espiritismo caminha, é verdade, mas as verdades espíritas, essas essas galopam. E o mais importante para a consolação da humanidade é que nos apropriemos das verdades espíritas, para que sim, o espiritismo se derrame não como uma doutrina específica, mas como uma verdade que está assentada na lei da natureza e para onde convergirão todos os pensamentos humanos. Esse vídeo do Jorge é muito muito bom, muito esclarecedor e a gente vê que ele realmente participou dessas análises do EBGE e ele, assim como eu, ele acredita muito no crescimento da doutrina espírita. Eu ontem tive uma reunião com o presidente da Federação Espírita Brasileira e também com o João Rabelo, né? E eles anunciaram, vão ter no eh para o próximo ano quatro filmes novos espíritas, né? Então vai ter o o Voltei, que é um livro, vai ter vai ser um filme também, né? Então quatro novos filmes espíritas, isso que dá tá demonstrando um crescimento realmente grandioso dentro da doutrina espírita. Então, nós vamos projetar aqui agora um slide que mostre os resultados dos últimos 11 censos, equivalente aos últimos 150 anos, no que diz respeito à religião. É o slide número um. Eh, o Ela comenta no vídeo que o IBGE divulga o número daqueles que se autodeclaram espíritas e esse número naturalmente tem variado. Então, considerando as variações que podemos observar nesses slide, seria precipitado dizer que o movimento espírita está vivendo uma crise. Vocês vem lá lá no iniciozinho 1872, se eu não me engano, é 98 ou quase 100% é católico. Então a Igreja Católica foi a grande doadora das demais religiões, né, fornecendo adeptos ao longo dos anos. Então eu perguntaria ao Carlos Campete, Carlos, se considerando as variações que podemos observar nesse

ja Católica foi a grande doadora das demais religiões, né, fornecendo adeptos ao longo dos anos. Então eu perguntaria ao Carlos Campete, Carlos, se considerando as variações que podemos observar nesse slide, seria precipitado então dizer que o movimento espírita está vivendo uma crise? Microfone. O áudio Júnior tá sem áudio. Desculpe, gente. Eh, bom, saudações fraternas a todos. Uma alegria imensa estarmos aqui juntos. Com certeza, meu céo, eh é precipitado dizer que existe uma crise, porque na realidade, como ela a voltou, há um crescimento e há um amadurecimento do movimento espírito, né? Os espíritas vão se tornando cada vez mais conscientes. Nós temos hoje a nossa disposição, está à disposição de toda a humanidade, na realidade, todos nós bem que a humanidade já recebeu de interpretação do Novo Testamento para o entendimento de quem de fato é Jesus. Ainda hoje estava vendo uma enquete que fizeram informal na universidade e o maior parte dos alunos se declaram ateus e inclusive lá coloca que estão recebendo uma lavagem cerebral, não é, para ter esse tipo de comportamento. E o que é que acontece? A juventude realmente ela ela se manifesta, se afasta normalmente de todo tipo de religião durante o período em que vai para a universidade. Isso é muito natural. Uma boa parte dos jovens realmente se afasta. Mais tarde vem as agruras, dificuldades da vida, as dores naturais do processo e o indivíduo acaba voltando porque não encontra respostas. Agora, onde é que de fato estão as respostas a respeito? do que nós somos, de onde nós viemos, o que nós estamos fazendo aqui e para onde nós vamos, qual é o nosso papel dentro da humanidade? O espiritismo tem essas respostas e aquele que busca, ele vai acabar encontrando. Então é muito importante que nós não nos preocupemos, como ela chamou atenção, com essa possível diminuição que não está acontecendo. O que está ocorrendo de fato é um amadurecimento do movimento espírita e vai se ampliando devagarinho, não é? Sem pressa, o espiritismo não tem

, com essa possível diminuição que não está acontecendo. O que está ocorrendo de fato é um amadurecimento do movimento espírita e vai se ampliando devagarinho, não é? Sem pressa, o espiritismo não tem preocupação de proselitismo. A intenção não é ter um grande número de pessoas, mesmo porque se muita gente viesse para dentro dos centros espíritas, nós poderíamos não ter condições de recebê-los adequadamente. Então essa vinda ela é progressiva e na medida em que nós vamos amadurecendo também para receber, inclusive há uma situação que é interessantíssima, porque se reconhece o verdadeiro espírita por sua transformação moral e pelos esforços que empreende para dominar as suas más inclinações. Definição do codificador Allan Kardec. Então, não há espírita que seja não praticante. Todo espírita consciente se torna um trabalhador em benefício da humanidade, seja no no centro espírita, seja junto à família, seja no seu ambiente de trabalho, seja na sociedade onde ele está. E esse é o nosso papel. É o que Jesus fez quando ele chegou aqui, reuniu uns poucos no começo e aí foi ampliando devagarinho. E quanto mais passa o tempo, maior é o número das pessoas que vão entendendo de fato qual é a proposta que Jesus veio apresentar pra humanidade. E o espiritismo tem uma grande contribuição nisso, porque ele é o próprio evangelho rede vivo. é a o ensinamento do Cristo que nos é oferecido hoje em sua pureza primitiva, sem a ganga das religiões tradicionais, sem essas liturgias, rituais, paramentos, o espiritismo é objetivo, claro e direto. Muito obrigado, Carlos. O Paulo deu uma estudada no assunto, né, Paulo, sobre essa presença dos espíritas e ele queria fazer uma colaboração também. Eh, boa noite, gente. Fazendo uma análise dos dados do censo de 2022 em relação aos números apresentados na Bahia, por exemplo, nós somos cerca de 150.000 espíritas. Somos 150.000 pessoas que nos declaramos espíritas para conforme esse parâmetro que está aí colocado por Elará. A predominância de espíritas no Brasil

or exemplo, nós somos cerca de 150.000 espíritas. Somos 150.000 pessoas que nos declaramos espíritas para conforme esse parâmetro que está aí colocado por Elará. A predominância de espíritas no Brasil está em São Paulo do Rio, Rio Grande do Sul. A Bahia vai aparecer aí em sétima posição depois de Minas Gerais e de outros estados. Mas isso significa o quê? Em verdade significa que há uma amostra significativa de pessoas que estão eh engajadas nesse movimento, se sentindo confortáveis e dizerem assim que são espíritas. Mas como Carlos está colocando, o ser espírita nos chama a uma responsabilidade um pouco maior e diferente das outras religiões. Nós não fazemos proseritismo. Não há proseritismo no sentido de engajamento a qualquer custo. Nós não ocupamos as televisões, nós não prometemos o que não podemos entregar. O espiritismo é uma é uma religião de verdade, de verdade mesmo, no sentido de despertamento das nossas potencialidades e fazer com que os indivíduos possam enfrentar as suas vidas, passar pelas suas vidas de uma forma mais tranquila, sem os sobressaltos naturais daquelas teorias do vazio que estão tão comuns na atualidade. Então, a gente sabe e acredita que no futuro nós teremos uma humanidade muito mais próxima desses conceitos do que daqueles que são os tradicionais, que hoje eventualmente podem estar fazendo mais eh arregimentando mais pessoas, mas a gente sabe que no futuro será diferente, porque se nós tivéssemos hoje 150.000 pessoas, vou pegar aqui a fala de Carlos, se nós tivéssemos 150.000 pessoas no estado do Bahia trabalhando ativamente pelo movimento. Imagine cada pessoa atingindo 100 pessoas no seu entorno, quer seja numa casa espírita, quer seja numa comunidade, olha o que o estado seria, em que beleza nós teríamos de reflexão a respeito das possibilidades de estarmos mudando o padrão vibratório, pelo menos do nosso estado. Isso sem contar São Paulo, por exemplo, que é 10 vezes o número de espíritas que nós temos na Bahia. Então nós temos sim um grande

de estarmos mudando o padrão vibratório, pelo menos do nosso estado. Isso sem contar São Paulo, por exemplo, que é 10 vezes o número de espíritas que nós temos na Bahia. Então nós temos sim um grande contingente de trabalhadores, de pessoas do bem, que podem fazer a diferença no futuro desse país. Obrigado, Paulo. Nós vamos levar agora um pequeno trecho do livro Novos Rumos para o Centro Espírita. É um opúsculo de autoria do Divaldo Franco e que ele fala justamente sobre isso. O que é ser espírita? Ouvimos pessoas dizerem: "Bem, eu estou no espiritismo faz 10 anos, mas ainda não sou espírita. Eu sou um neófito. É uma altitude desculpista, porque para ser espírita basta adotar os postulados da doutrina espírita. A crença em Deus, na imortalidade da alma, na concabilidade dos do espírito, na reencarnação, na pluralidade dos mundos habitados, aceitar o evangelho de Jesus. Eis aí o código que define a criatura espírita. Poder-se dizer que não é um espírita perfeito, mas sim um espírita por estar esforçando-se para aplicar-se às suas lições. Outros se utilizam de ardis para escamotear o desinteresse pela transformação moral e pela realização de um mundo mais justo, dizendo sempre que são apenas espiritualistas. É óbvio que sendo espírita, ele é espiritualista, mas sendo espiritualista não é necessariamente espírita. Ô Paulo, essa observação do Divaldo pode estar relacionado ao número de pessoas que se declararam espíritas no senso? Sem dúvida. essa questão do ser espírita e o que que caracteriza um espírita, isso faz uma uma diferença muito grande, porque há pessoas que eventualmente podem estar frequentando um movimento espírita, frequentando uma casa espírita, se beneficiando até das terapêuticas espíritas, da água fluidificada, do passe, da desobsessão, dos trabalhos de cura e por esse motivo, por essa afinidade, se sentirem mais aproximados aí da questão da doutrina espírita e se afirmarem como tais espíritas. Mas há também aqueles que eventualmente podem estar um pouco mais distantes e que são

ssa afinidade, se sentirem mais aproximados aí da questão da doutrina espírita e se afirmarem como tais espíritas. Mas há também aqueles que eventualmente podem estar um pouco mais distantes e que são grandes simpatizantes da doutrina, que estão realmente próximos a todos esses conceitos que Divaldo traz aí nesse texto, é a questão da existência de Deus, da reencarnação, pluralidade dos mundos habitados, comunicabilidade entre vivos e mortos, a questão da imortalidade da alma, a questão de Jesus como o espírito mais perfeito e puro que já pisou na face da terra, que são pressupostos que sustentam toda a doutrina espírita. Quantas pessoas estão agora realmente em suas casas com esses desejos, com essas aspirações. Então, sem dúvida nenhuma que isso pode também representar a aqueles que eventualmente podem ter essas ideias e não necessariamente estarem dentro de um centro espírita. Por isso, muitas vezes não se declaram como tais. outros que eventualmente até possam não estar, mas se estão tão presos ou tão vinculados a esses conceitos que se declaram assim como tais. O verdadeiro espírita em verdade é aquele que traz esses conceitos em sua vida e os aplica de um modo geral. Agora, isso não quer dizer, gente, que o espírita necessariamente, conforme está ali no texto, os espíritas perfeitos, não é? Então, a gente poderia pensar que nós somos os espíritas imperfeitos, mas nós somos todos imperfeitos porque estamos vivendo no mundo passando por um processo de aprimoramento, de desenvolvimento, de progresso. Por isso somos imperfeitos. O conceito de imperfeito é o conceito de você não estar no seu mais alto grau de feição. Todos estamos assim. Não é um demérito, não é uma diminuição da qualidade, é apenas uma circunstância. Estamos a caminho de uma coisa. a gente sabe que dia virá que nós teremos realmente uma possibilidade maior de assimilar esses conceitos e transformar isso no na sustentação das nossas vidas. Fazer isso de uma maneira que a nossa existência nesse planeta deixe de ser

eremos realmente uma possibilidade maior de assimilar esses conceitos e transformar isso no na sustentação das nossas vidas. Fazer isso de uma maneira que a nossa existência nesse planeta deixe de ser dura e passe a ser prazerosa. E ao invés de chorar, agradecemos a Deus a oportunidade de estarmos aqui vivos, passando por essa experiência. Isso é que o Espiritismo nos oferece. Ele nos oferece, como diria Pedro, na entrada da porta formosa: "Não te dou o ouro, eu não te dou a prata, mas o que eu tenho eu te dou". O Espiritismo nos dá a vida, nos dá a possibilidade da compreensão da vida. E por isso é importante a gente dizer isso para o mundo, fora da bolha espírita, fora da casa espírita, apresentar o que é o espiritismo, dizer até dentro de uma ideia que Allan Kardec trazia, que era a ideia de unidade de crença, que é algo interessante. Você pode ter a religião que quiser, mas se você combinar nos pressupostos dessa doutrina, você não precisa mais discutir se seu Deus é melhor do que o Deus do outro, porque seremos todos iguais nos nossos pressupostos e nos nossos fundamentos. E assim, eu tenho certeza de que a intolerância e outras coisas que hoje primam dentro do campo da religiosidade deixa de existir na medida em que a gente se alinha, a gente se ajusta em relação a essas bases fundamentais daquilo que a gente crê. O espiritismo nos traz felicidade, nos traz propostas de uma vida nova e certamente que eh será ainda algo muito importante para o desenvolvimento de toda a humanidade. Não tenho dúvida nenhuma disso. Muito obrigado, Paulo. Há pouco nós conversáamos com a Luziane e a Luziane tem um um apontamento relativamente a esse assunto e eu solicitaria a ela que pudesse fazer a exposição para nós agora. E irmãs e irmãos queridos, cumprimento a todos aqui do presencial e também que nos acompanham virtualmente essa mesa linda aqui e também o nosso querido Carlos que tá aí com a gente. E é uma alegria estarmos aqui conversando sobre espiritismo, sobre esse assunto que é

também que nos acompanham virtualmente essa mesa linda aqui e também o nosso querido Carlos que tá aí com a gente. E é uma alegria estarmos aqui conversando sobre espiritismo, sobre esse assunto que é tão importante. Sobre esse assunto a gente queria trazer um pensamento de Allan Kardec que está no livro Obras Póstumas, que é um verdadeiro diário do codificador, onde ele faz anotações expressivas acerca do próprio movimento espírita. E Kardec ali aponta a não ocupação em relação aos destaques dos números, porque não temos como aferir, quantificar aquilo que está no mundo íntimo. Isso é muito expressivo. Como é que uma pesquisa vai adentrar o mundo íntimo, sentimental, moral, com um questionamento que, como o próprio Lará disse, não traz um olhar para as políticas públicas. Responder sobre a sua religião é um olhar moral, tem um comprometimento, tem uma ideiação de responsabilidade e se autodeclarar espírita faz com que nós pensemos uma gama de situações, como nosso tio Divaldo perfeitamente apontou nesse livro Novos Rumos do Centro Espírita. Porque existem as dúvidas, existem as percepções pessoais, sou espírito ou não? por frequentar, por estudar, por fazer alguma coisa para me movimentar, por buscar uma transformação. Então, Allan Kardec nos sinaliza que o nosso dever quanto espírita é o dever do consolador. O consolador prometido, ele tem a função trazida pelo próprio Jesus, anunciada, anotada pelo evangelista, de trazer-nos esclarecimentos acerca do evangelho do mestre. trazendo elucidações sobre fatores que nós não compreendemos naquele momento. Se esses conceitos, minhas irmãs, meus irmãos, ficarem pulverizados por toda a humanidade e não tivermos o rótulo intitulado espírita, a função do espiritismo foi atendida. Porque ele veio para trazer essa consolação que é a verdade, que se desnuda e se apresenta sem rótulos, sem indumentárias, sem convenções para invadir o coração da humanidade e trazer aí sim o grande estímulo paraa transformação moral. Então, declarar-se

rdade, que se desnuda e se apresenta sem rótulos, sem indumentárias, sem convenções para invadir o coração da humanidade e trazer aí sim o grande estímulo paraa transformação moral. Então, declarar-se ou não declarar-se passa por aspectos que têm nuances diversas, mas o objetivo do espiritismo está sendo atendido a cada passo, a cada instante. E nós estamos aqui para presenciar esta beleza de consolação ao coração da humanidade. Muito obrigado, Luziane. São palavras que nos deixam assim entusiasmado em relação à doutrina espírita. Vamos agora apresentar mais um slide. que é relativamente ao percentual de espíritas, né? Vocês podem ver aí que tem um aquela subida, depois desce ali 1990, aí tem um 2010 atinge um clímax e deu essa pequena descida aí em 2022. Então aí vai nós vamos questionar, fazer uma pergunta muito interessante. O que é ser espírita verdadeiramente? Será que é que quem lê as obras espíritas é espírita? Quem frequenta a casa espírita é espírita? O que é que o Boglies pode nos falar sobre esse assunto do que é realmente ser espírita? Saudações fraternas a todos. Abraços para o Carlos Campete, os amigos que estão conosco aqui participando desse momento muito significativo. Recordei-me de Divaldo, muito jovem e um espírito dizendo a ele: "Divaldo, você é médio, mas não é espírita". Ele disse: "Realmente não sou. O que devo fazer para sê-lo? Estudar as obras espíritas. Comece pelo livro dos espíritos. Eles que adquiriu naquela época era um livro enorme. Ele leu, mas achou primeiro a palavra pregômenos logo no início, muito complicada. não encontrava a definição nenhum dicionário. Leu, olhou algumas páginas, voltou algum tempo depois e disse ao espírito, já li. O que é que eu leio agora? O espírito disse: "Leia de novo o livro dos espíritos". Ele disse: "Ah, ele acha ele o espírito não viu que eu não li coisa nenhuma." Isso ele contando. Então ele voltou a ler o livro dos espíritos. e leu esse livro, podemos afirmar a vida toda, sempre contrando nuances,

ele acha ele o espírito não viu que eu não li coisa nenhuma." Isso ele contando. Então ele voltou a ler o livro dos espíritos. e leu esse livro, podemos afirmar a vida toda, sempre contrando nuances, novidades, porque é o livro núcleo, é o livro da nossa doutrina que eu fico imaginando o codificador naqueles dias recuados, a emoção e receber do mundo espiritual, enquanto a humanidade durante séculos buscou essas informações na horizontalidade da vida, ele verticaliza e busca as informações no mundo federal. Fico imaginando o dia que ele, talvez é emocionado, criou o adjetivo espírita. Eu me emociono no dia que meu pai me possibilitou isso, colocar ao lado do meu nome. Adilto, um espírita. Foi tudo na minha vida, um adjetivo, porque eu já fui adilto marinheiro, adilto bancário, mas adilto espírita é um salto existencial. Para ser espírita, realmente precisamos então conhecer as obras. Kardec desde o início se preocupou com isso nas viagens, na primeira viagem que ele fez a sua cidade natal. Quantos espíritas existem aqui? Não conseguiu identificar. Em 1861, achou que tinha 5 ou 6.000. Ele viu alguma coisa, provavelmente o comportamento depoimentos. em 1862 é quando ele vai ter a certeza de que já existiam os primeiros adeptos. Porque eu acredito que perguntaram a ele, professor, o que é que o espiritismo tem feito na terra? E ele diz: "Tem evitado inúmeros suicídios, devolveu a paz e a concórdia a várias famílias, transformou homens violentos e coléricos em homens bons e pacíficos. Eis o que ele faz, o que está fazendo e vai fazer muito mais à medida que for divulgado. Naquele mesmo ano de 1862, ele vai fazer um estudo que ele vai publicar depois num livro chamado Viagem Espírita em 1862, onde ele fala dos três graus de espíritas. primeiro grau, aquele que via os fenômenos, mas não via nenhuma informação ética ou moral que lhe interessasse. O segundo grau seria daqueles que viam os fenômenos, viam que existia ali uma proposta ética transformacional, mas achava que deviam ser aplicadas

nhuma informação ética ou moral que lhe interessasse. O segundo grau seria daqueles que viam os fenômenos, viam que existia ali uma proposta ética transformacional, mas achava que deviam ser aplicadas essas atitudes éticas em outros e não nele. Finalmente o que Kardec chamou dos verdadeiros espíritas, aqueles que viam as os fenômenos provocados pelos espíritos, mas viam ali um conteúdo ético e o que utilizavam para mudar as suas próprias existências. Então, ser espírita é encontrar na doutrina motivos transformacionais. Deolindo Amurim, um grande espírita baiano. Ele examinando essa questão do espiritismo ser uma ciência, ser uma filosofia e também ser uma religião com sentido no sentido filosófico, ele dizia que se aceitasse apenas o lado filosófico do espiritismo, a sua substância filosófica seria apenas um devaneio, porque o espiritismo, acima de tudo, ele tem uma proposta transformacional. Há de haver uma transformação. Por que ser espírita? Mas a pergunta fundamental é: ser espírita? É para ocorrer uma transição nas nossas vidas, transistar do egoísmo para o altruísmo, como também ensina Joana de Angeles, transitarmos do orgulho, vencermos a vaidade, vencermos os desafios existenciais, compreendermos a grande estrada que abre-se no momento em que Kardec diz que não existe a morte, que a vida sempre continua. Quando nos fala sobre a reencarnação, sobre a consciência de imortalidade, transitarmos do homem carnal para o homem moral. É Kardec que diz isso no livro dos espíritos, a grande transição de consciência, um novo estado de consciência nos leva à doutrina espírita. Então, é maravilhoso podermos dizer: "Sou espírita". Muito obrigado, meu irmão. O Carlos lá. Gostaria de fazer uma observação. Carlos fique à vontade. Sim, muito obrigado, Mário. Eh, nessa questão, né, o que é ser espírita, a gente já tem aí vários elementos muito importantes, né, para essa definição. E não há como ser alguma coisa que a gente não conhece, né, gente? Como é que eu vou ser espírita se

que é ser espírita, a gente já tem aí vários elementos muito importantes, né, para essa definição. E não há como ser alguma coisa que a gente não conhece, né, gente? Como é que eu vou ser espírita se eu não sei o que é o espiritismo? Então, primeiro precisa ter o conhecimento do que que é o espiritismo. Ah, a gente pode até se autodeclarar como o senso faz, não é, de uma religião A ou B, mas a questão é que eh não existe espírita por osmose, porque a família é espírita. O verdadeiro espírita, ele o é por convicção. Eu me lembro que quando estava na universidade havia um professor que se autodenominava ateu e ele se chateava muito pelo fato de eu ser espírita. E um dia ele me ofereceu carona da da escola para o meu trabalho, que eu saía da da universidade, ia pro trabalho e aí depo ele era rumo da casa dele. Então no caminho ele tava ansioso para me fazer uma pergunta, né? Mas ele não queria ouvir a resposta propriamente. Eh, a sua família é espírita? Aí eu disse: "Sim". E aí eu fui ia tentar explicar para ele, né? Mas ele não deixou explicar nada. Disse: "Ah, agora eu sei porque que você é espírita". Isso é tradição de família. E não deixou falar até a hora que ele parou para eu descer do carro, né? Fazendo as justificativas dele para a convicção que ele tinha. e não deixou dizer a ele: "Minha mãe era filha de Maria católica quando meu pai casou com ela. Meu pai vem de uma família católica, se tornou espírita porque os desafios da vida tinha um irmão dele, o mais velho, que ia desencarnar, morrer. Tava desenganado de três médicos e um senhor através do passeio o evangelho segundo o espiritismo, simplesmente ele foi curado. Então, a família toda com o tempo se tornou espírita, mas papai nunca impôs a mamãe em que ela deixasse de ser católica, porque o espírita não faz isso com as outras pessoas, respeita a religião e as convicções alheias. Aliás, o próprio codificador disse que a pessoa pode estudar o espiritismo, conhecer o espiritismo, ser espírita, inclusive, sem deixar a religião com a qual ele tem

religião e as convicções alheias. Aliás, o próprio codificador disse que a pessoa pode estudar o espiritismo, conhecer o espiritismo, ser espírita, inclusive, sem deixar a religião com a qual ele tem afinidade. Porque o espiritismo não faz concorrência com as outras religiões, não faz. Aliás, o espiritismo não tem relação com religiões tradicionais. O espiritismo no aspecto religioso, ele é a religião natural que Jesus apresentou para a mulher samaritana. Vejam que naquela época as mulheres não contavam. E ela ela foi fazer a pergunta crucial que era da moda na época, inclusive, onde é o local ideal para adorar a Deus? No templo onde dizem vocês os judeus ou aqui no morro onde dizemos nós os samaritanos que eles tinham feito um templo especial lá para eles? Então Jesus vai dizer: "Chegará o dia, mulher, em que o homem não adorar a Deus, nem no templo, ou seja, não vai ser preciso essas religiões e nem no morro ou no no campo vai adorar a Deus em espírito e verdade, porque Deus é espírito. Essa é a religião natural. Isso é o que o Espiritismo nos oferece. E aí, gente, nós somos imperfeitos, como o Paulo chamou atenção, mas nós somos perfectíveis, né? Nós vamos entender isso. Nós nos fazemos, Deus nos deu de graça a vida. Tudo mais reconquista do nosso esforço para termos o mérito de nós sermos reconhecidos e a nossa própria concessão nos reconhecer como filhos de nosso pai, o nosso criador, que é Deus. Então é nossa obrigação como espíritas oferecer o espiritismo para todas as pessoas, não para substituir a religião das pessoas. Mas para que elas tenham a bênção do conhecimento que nos ilumina a vida, que nos faz mudar completamente e nos faz nos direcionar para os propósitos para os quais Deus nos criou, que é os propósitos que todos nós como filhos dele deveremos alcançar algum dia. Então é uma bênção, de fato, não é como o Adilton disse e a gente deve ser muito grato por nós sermos espíritas. Vou finalizar com isso. O meu pai já desencarnado, nosso pai, que nós somos

algum dia. Então é uma bênção, de fato, não é como o Adilton disse e a gente deve ser muito grato por nós sermos espíritas. Vou finalizar com isso. O meu pai já desencarnado, nosso pai, que nós somos quatro irmãos, ele dizia sempre: "Se não fosse o Espiritismo, eu seria um diabo em vida". Era católico, não é? E ele dizia isso. Se não fosse o espiritismo, seria um diabo em vida. Porque antes era conforme tocava a música, a gente dançava, desafiou, tinha o troco. Provocou vai receber de volta. Mas o espiritismo ensinou tudo diferente. Ensinou a fazer a caridade, a perdoar o semelhante, a compreender as necessidades e as limitações do outro, porque nós também temos as nossas. E essa relação, então, que é o dos maiores desafios da humanidade, que é o relacionamento com os demais, com o espiritismo, se torna algo mais leve. Não é que as dificuldades não continuarão a aparecer, elas seguirão existindo, mas a nossa maneira de encarar as coisas muda completamente. E é por isso que o espírita não tem preocupação de convencer as outras pessoas a ser espíritas, porque o espiritismo é a lei natural, é a própria lei divina oferecida pra humanidade, que foi o que Jesus veio trazer pra humanidade. E toda a religião, mais cedo ou mais tarde vai chegar lá. Por isso é que Leon Deni nos colocou que o espiritismo não é a religião do futuro, é o futuro das religiões. Porque os conceitos espíritos, que são a própria lei natural, a própria lei divina, alcançarão todos os corações dos habitantes deste planeta, porque os puros de coração verão a Deus e os pacíficos e pacificadores herdarão esse planeta. Então, neste período, nós todos estaremos pacificados. Ah, então a religião, o espiritismo será a religião de todo mundo. Não, ninguém tem que se preocupar com isso. Nós temos que nos ocupar em fazermos o melhor. Porque a melhor maneira da gente oferecer o espiritismo por nosso semelhante é através do nosso próprio exemplo. É a gente fazer as transformações necessárias e viver com o nosso próximo

mos o melhor. Porque a melhor maneira da gente oferecer o espiritismo por nosso semelhante é através do nosso próprio exemplo. É a gente fazer as transformações necessárias e viver com o nosso próximo da melhor forma que a gente puder, sendo útil em todas as circunstâncias que a vida nos oferecer. Mas nos enganaremos, como Paulo chamou atenção nossa. Nós ainda somos limitados. Nós ainda temos nossas limitações. Estamos a caminho. Não podemos ter a pretensão de não nos enganar, porque isso faz parte do nosso aprendizado. Mas uma vez que percebemos que nos enganamos, por que ficar retido no engano? damos, fazemos o esforço de recapacitação, damos a volta por cima, vamos reparar o engano que a gente cometeu e vamos então no resumo o que caracteriza o verdadeiro espírita. Hoje eu sei que eu preciso ser melhor do que eu fui ontem e amanhã ser melhor do que eu estou sendo hoje. Muito obrigado, Carlos, pela pelas palavras. Nós vamos apresentar um slide agora muito interessante que vai demonstrar o crescimento em algumas religiões e o decréscimo em outras. Esta variação entre 2010 e 2022. Nós veremos aí que o catolicismo teve um decréscimo de 5%, o espiritismo 7, os evangelhos um crescimento de 35% e o sem religião 28, né, Luziane? Que é que nós podemos pensar a respeito desses brasileiros que hoje estão se declarando sem religião, que teve um crescimento significativo? tem uma vastidão reflexiva nesse conteúdo. Primeiramente, tudo que a gente já ponderou aqui, começando desde o Elarai, passando por todos nós acerca da própria pesquisa, mas também o aspecto de esse olhar da do sem religião não necessariamente significar que não acredita em Deus ou que não tem vinculação com o sagrado, mas talvez, e aí traz um olhar para nós religiosos, algo que Emanuel chama atenção lá no livro O Consolador, na questão 260. senta quando reflete sobre o conteúdo da religião. E ele traz essa nuance religiosa pro olhar do espiritismo, por exemplo, trazendo que ciência, filosofia, na nossa doutrina traz o

or, na questão 260. senta quando reflete sobre o conteúdo da religião. E ele traz essa nuance religiosa pro olhar do espiritismo, por exemplo, trazendo que ciência, filosofia, na nossa doutrina traz o olhar de experimentação, de investigação. Mas que religião ganha a alçada de uma palavra mais profunda do que o que a gente tá habitualmente eh assim acostumado a considerar. Então esse ponto também, antes da gente trazer o conceito de Emanuel, é um ponto relevante. O que que se entende por religião? O que que se observa? Porque se olharmos a tradição de religião do planeta, nós temos uma opressão intelectiva, uma ausência de possibilidade de pensar, uma ausência de exercer a sua vontade, uma obrigatoriedade em determinados aspectos em que cerceia o próprio livre arbítrio da pessoa. Então, aquele que tá sendo entrevistado e que responde: "Não tenho religião", está pensando em que conceito de religião? Uma religião que cerceia a própria atuação do ser, que obriga a que determinados comportamentos sejam aqueles quadrantes que definam aquela pessoa. E Emanuel vem com conceito de religião, que é lindo, e ele atrela a religião a sentimento. Então, ele atrela a religião à religiosidade e coloca-nos diante desse conceito amadurecido. E é o que o Carlos trouxe aí. À medida que a gente vai tendo consciência, amadurecimento emocional, amadurecimento nessa perspectiva da responsabilidade do que é se abraçar uma religião, a gente percebe que a gente deve fazer uma escolha e apontar para aquele norte do sentimento, o norte dessa empatia, desse envolvimento, que é algo muito mais profundo. E aí também a gente pode elocubrar, e o tio Divaldo colocou isso lá naquele trechinho que o Mário leu. Alguns podem não se declarar religiosos pela responsabilidade e pela força que adotar uma religião cabe. Isso está lá descrito por Leon Tstoy em um livro O Reino de Deus está em voz. É um livro de Tó enquanto encarnado esse escritor russo. E ele reflete sobre o cristianismo puro. E no capítulo 5to ele

e. Isso está lá descrito por Leon Tstoy em um livro O Reino de Deus está em voz. É um livro de Tó enquanto encarnado esse escritor russo. E ele reflete sobre o cristianismo puro. E no capítulo 5to ele diz assim, mais ou menos assim, que o cristão que imagina que pode trazer para si a cunha de cristão sem transformação moral está vivendo um engodo e uma enganação, está vivendo uma ilusão. Então vai muito dessa perspectiva do que eu observo ser religião. Religião para mim é um evento social. Religião para mim é estar numa conjugação entre pessoas que pensam da mesma forma. religião para mim traz um comprometimento de responsabilidade nas minhas atitudes, no meu pensamento e a minha ação de vida vai dizer muito a partir daquela alcunha que eu adoto. Porque não é o rótulo, não é a quantidade. Quantidade é rótulo, qualidade é conteúdo, é perspectiva profunda de mexer com as nossas entranhas, com os aspectos mais íntimos em nós e nós podermos dizer: "Eu sou espírita ou eu sou católico ou eu sou evangélico". Mas também tem uma perspectiva que esse número pode sinalizar, as nossas atuações como religiosos. Porque na história muitas guerras existiram em nome das religiões, muitas disputas aconteceram entre religiosos. E até hoje, no contexto social existem divergências, brigas, disensões por conta da condição religiosa. Então esse olhar também pode trazer um aspecto de ausência de esperança para aqueles que estão preferindo dizer: "Não tenho religião". Então isso traz uma responsabilidade para nós, uma pesquisa como essa, um anúncio, uma reflexão como essa, de pensarmos juntos quais são as nossas atitudes enquanto religioso. Nós estamos dialogando como com as pessoas que professam um pensamento diferente do nosso. Nós somos irmãos. E onde estamos vivendo essa fraternidade? Será que o religioso está falando muito e vivendo pouco? Então, uma perspectiva dessa chama-nos a atenção, trazer responsabilidade para nós, para que tenhamos diante dessas alcunhas que nos definem dessa

á que o religioso está falando muito e vivendo pouco? Então, uma perspectiva dessa chama-nos a atenção, trazer responsabilidade para nós, para que tenhamos diante dessas alcunhas que nos definem dessa identidade, no nosso caso, que define como espírita que nós somos, a responsabilidade de carregarmos conosco inúmeras pessoas que desbravaram esse terreno com muita seriedade, com muita responsabilidade. o nosso próprio codificador, doando a sua existência, fazendo da sua vida o exemplo vivo para essa transformação e tantos outros nomes. Ivone Pereira, Chico Xavier, Divaldo Franco, um exemplo vivo de entrega da vida a esse movimento que é do sentimento, esse movimento que é da transformação moral. Muito obrigado, Luziane. O Paulo, o Paulo quer dar um excelente Paulo. Vamos lá. Eh, só complementando essa fala de de L que foi bem completa em relação a essa temática, eh uma coisa importante da gente considerar é que quando Kardec falava da fé, ele dizia que existe uma fé vacilante, que é aquela que existe até o momento dos embates. Então, será que essa esse número não reflete os cheques sem fundo que estão voltando, as promessas que não foram cumpridas, as as realizações que eram tão fáceis do ponto de vista das propostas e que, na prática não se não se apresentaram como factíveis. Então, essa é uma pergunta pra gente fazer, não tem resposta. A outra pergunta é: será que esse movimento anticristo que está sendo colocado hoje no mundo não impacta na descrença? Será que essa ideia de jogar Jesus na rua, arrastado nas ruas, nas praças, não está contribuindo para essa descrença em relação às religiões? Será também que a propaganda, a grande, o grande proselitismo que é feito em nome de determinadas denominações não esteja, de certa forma confundindo o tema da religião, como Lu bem trouxe, com práticas específicas de religiosidade. Então, a gente precisa fazer essas questões, porque quando a gente pensa que tá aumentando o número de pessoas sem religião, a gente vê que talvez o

trouxe, com práticas específicas de religiosidade. Então, a gente precisa fazer essas questões, porque quando a gente pensa que tá aumentando o número de pessoas sem religião, a gente vê que talvez o prospecto da religiosidade entre nós não esteja bem esclarecido. E é por isso o cuidado que a doutrina espírita tem na divulgação das suas, dos seus postulados, dos seus fundamentos, é não ultrapassar a linha que divjetiva e as propostas que não podem ser alcançadas. ainda no nosso plano evolutivo, no nosso momento atual. Então, é a confiança que se estabelece. Então, quem é e quem está vivendo esse momento pode dizer: "Eu sou espírita porque eu confio na proposta do Espiritismo e é essa proposta que me levanta quando eu caio. É esse lugar que enxuga as minhas lágrimas. É esse lugar que consola o meu coração. É esse lugar que me dá a esperança de um futuro glorioso do do amanhã, do por vir. É isso que faz com que eu me levante todos os dias, enfrente a minha vida, sabendo que eu sou aqui colocado por Deus e caminho na sua direção. Então, eu acho que esse número ele fala muito sobre o nosso momento atual, sim, de uma sociedade pós-moderna, hedonista, materialista, mas também fala que é um momento de mudança, que as pessoas estão mudando o seu quadro de pensamento e as suas expectativas em relação ao reino dos céus. Obrigado, Paulo. Vamos olhar agora no próximo slide algo muito interessante relativamente a ao fato do analfabetismo e onde poderemos verificar que aquele numerozinho 1% ali é dos espíritas, né? Então, entre os espíritas, o esse fato de analfabetismo, ele é mínimo. Isso nos pode levar a algumas reflexões. Eu convidaria então o Carlos Campete para fazer uma análise, uma análise positiva relativamente a essa, essa grande conquista que nós tivemos na doutrina espírita de termos esse índice tão baixo. O microfone aí, o Carlos, o Júnior. Eh, muito bem. Eh, Mário Sérgio, primeiro queria agradecer essa oportunidade que nós estamos tendo, não é, de debater esse assunto eh com com

esse índice tão baixo. O microfone aí, o Carlos, o Júnior. Eh, muito bem. Eh, Mário Sérgio, primeiro queria agradecer essa oportunidade que nós estamos tendo, não é, de debater esse assunto eh com com essa objetividade e com esses esclarecimentos que vão aportando, não é, eh um entendimento mais profundo sobre o assunto. Eh, é interessante, gente, vocês veem aí que, eh, entre os espíritas 1% só de analfabetismo, né, entre aqueles que se declaram, né, espíritas ali. Mas é um é uma realidade que a gente observa realmente. E aqui nós temos um desafio também, não é? Eh, as propostas não propriamente de inclusão, porque o espiritismo não exclui ninguém, mas de acolhimento. Os nossos irmãos, não é, que estão em situação de fragilidade social e que muitas vezes não tem oportunidade de ir para as escolas. Uma vez que nós temos o maior índice, não é, de pessoas alfabetizadas com condições de ler, de estudar, então nós temos essa oportunidade, não é, de compreender melhor as coisas, mas também nos traz uma responsabilidade, porque aquele que tem mais será dado, mas aquele que também tem mais lhe será cobrado. Então aquele que tem vai ter mais, vai receber mais oportunidade de fazer, de realizar, de trabalhar e então lhe será cobrado mais em relação a isso que precisa dar um resultado. Por isso a importância de nós acolhermos. E Marta Antunes, antes de ainda vice-presidente da FEB de unificação na época, ela eh recebeu de um médium que ela não conhecia numa visita que ela fez num centro espírita de Minas Gerais, uma informação de que Bezerra de Menezes tinha recebido de Jesus e através de Ismael uma incumbência e que ele teria 300 anos para isso, que era fazer eh que o evangelho à luz do Espiritismo chegasse às pessoas com fragilidade social, para que não apenas elas ficassem dependentes de receber das religiões ou das instituições de benemerência a ajuda de cesta básica, mas que elas ganhassem a condição da promoção espiritual dessas criaturas e da sua promoção social também.

ndentes de receber das religiões ou das instituições de benemerência a ajuda de cesta básica, mas que elas ganhassem a condição da promoção espiritual dessas criaturas e da sua promoção social também. Então, que elas pudessem, com o tempo, inclusive, vir administrar as instituições espíritas nos locais onde elas vivem, não é? como um local de acolhimento para as pessoas, não é, que eh quisessem eh se dedicar ao seu autoconhecimento e ao seu aperfeiçoamento. É, um companheiro nosso, uma vez falando para um grupo ligado à área de estudo do espiritismo, ele disse que nós tínhamos que acabar com essa história de estudo do espiritismo no centro espírita, porque tínhamos que fazer com que as pessoas aprendessem a ler, interpretar os livros, para que elas lessem sozinhas, não ficassem dependentes do centro espírita. Nós fomos refletir sobre o assunto. No primeiro momento não concordamos com ele e não concordamos totalmente, mas ele tinha razão em certos aspectos, porque de fato nós temos um processo atávico de substituição. A gente sai das religiões tradicionais, sendo aí já nessa encarnação ou às vezes já viemos de outras encarnações e agora nascemos no Lar Espírita, mas fazemos um processo de substituição. A gente troca a igreja ou o templo pelo centro espírita. A gente troca o representante da religião pelo representante do espiritismo. Seja o principal médium do centro, palestrante, né, com maior capacidade, que mais se destaca, seja pelo suposto dono do centro. E aí a gente vai fazer a substituição. Não tem ritual no espiritismo, mas a gente não é, não tem lá eh a oração, então a gente faz da oração ritual. Ah, não tem hóstia, mas tem passe, não é? Tem água fluidificada, não tem água benta, mas tem água fluidificada. Bom, não tem confissão, mas tem o acolhimento fraterno. Isso tudo tá errado no espiritismo? Não, não tem nada de errado nisso. Não tem mesmo. Inclusive, o estudo é fundamental no centro espírita. É justamente para ajudar a pessoa que não tem condições de

. Isso tudo tá errado no espiritismo? Não, não tem nada de errado nisso. Não tem mesmo. Inclusive, o estudo é fundamental no centro espírita. É justamente para ajudar a pessoa que não tem condições de interpretação a encontrar o caminho de interpretar. E nós temos visto muitas vezes a pessoa analfabeta ou ser uma analfabeta com uma sabedoria de vida impressionante e que a entende o espiritismo porque é um espírito maduro que nessa encarnação está nessa condição, mas que tem amadurecimento espiritual. Então é muito importante nós entendermos que nós seros espíritas e nós temos dentro do espiritismo de analfabetismo muito pequeno. é uma responsabilidade muito grande nossa, para que as outras pessoas que não tiveram chance de estudo tenham condições também ter elementos com o tempo capacidade desenvolvida, não é para ler sozinho, interpretar. Mas aí então entra o estudo no centro espírita das obras é fundamental, mas o espírita tem condições de estudar o espiritismo sozinho. Então que faça isso aí. São três âmbitos do estudo ou três aspectos. O estudo sozinho. E aí Allan Kardec diz que o que caracteriza o estudo sério é a continuidade que se lhe dá. Então, o estudo sério é continuado, é todo dia, não é hora hoje, depois quando der outra vez, é um programa de leitura e de estudo do espiritismo sozinho. Aí vem o segundo âmbito que é: "Eu sou espírita, a minha família é espírita, nós fazemos o evangelho no lar". Ótimo, excelente. Não fazemos ainda, é preciso implantar o evangelho no lar uma vez por semana, 30, 40 minutos. Mas isso é suficiente? Hoje a gente já vai entendendo que foi suficiente, mas nós estamos demandado algo mais. A gente estudar o espiritismo em casa com a família todo dia. Isso não é fanatismo, não. Não, isso é consciência. Eh, nós entendermos que se a gente tem três, no mínimo, refeições por dia para alimentar o corpo, quantas a gente tem refeições por dia para alimentar a alma com a família? Não tem, né, muitas vezes. Então é importante que a gente também e a gente não pode

refeições por dia para alimentar o corpo, quantas a gente tem refeições por dia para alimentar a alma com a família? Não tem, né, muitas vezes. Então é importante que a gente também e a gente não pode recomendar para os outros que a gente não faz. Desde o ano 2002 a nossa família estuda o espiritismo todos os dias em casa, a família. E aí vem o terceiro â do estudo, que é o estudo no centro espírita. Isso é importantíssimo. Isso é a nossa responsabilidade. Nós espíritas temos um índice baixo de analfabetismo, temos a responsabilidade de ajudar a diminuir o índice de analfabetismo espiritual da humanidade como um todo. Esse é o nosso trabalho, é o nosso papel e para o qual nós estamos sendo chamados. Então, que Jesus nos ilumine e que nós possamos, não é, seguir firme. Parabéns pelos comentários muito lúcidos dos que nós ouvimos, não é, dos nossos participantes dessa mesa redonda hoje. Muito obrigado. Muito obrigado, Carlos. É interessante que a mansão do Caminho tem uma preocupação com a editora, nossa editora Leal. Eh, os livros nossos têm um glosário do lado e a gente faz a as palavras mais difíceis, ela tem ali um significado, uma interpretação e o que facilita muito, né? Isso é uma preocupação que se Odivaldo teve, que a gente puder trazer o conhecimento para as pessoas. e a benfeitora Joana de Angeles, eh, também ela tem uma uma escrita muito escorreita, muito perfeita, com palavras às vezes que fora do cotidiano, mas nós temos o glosário para ajudar a nessa interpretação. Vamos então agora rapidamente ao nosso último slide, muito interessante sobre as faixas etárias, né? Onde é que tá concentrado o grupo dos espíritas? Nós vamos verificar ali que é na dos 25, os 30 anos até os 60, 60 e poucos, nós temos uma concentração maior. Mas foge ali no início os jovens, né? Os jovens têm que ser mais incentivados a procurar doutrina espírita. Você, Luziane, que é uma especialista com os jovens, não é? Que que você vai nos dizer a respeito desse assunto? O que que nós podemos

ovens têm que ser mais incentivados a procurar doutrina espírita. Você, Luziane, que é uma especialista com os jovens, não é? Que que você vai nos dizer a respeito desse assunto? O que que nós podemos fazer para criar um magnetismo, né? e atrair esses jovens para a doutrina espírita. Nós temos um desafio intenso nessa época, nessa era, que é a virtualidade, a tecnologia, a comodidade. E isso traz aspectos que vão trazendo alguns desafios para vivenciarmos a doutrina. Porque às vezes convocar o jovem para estar na casa espírita, se ele pode acessar pela pela internet, pelo YouTube, para estar e tornar o jovem trabalhador espírita, se ele pode acessar de onde ele estiver esse conteúdo e multiplicar estas informações. Mas é importante que a gente se lembre de que juventude, ela é juventude em todas as épocas. A marca que representa a minha juventude, a juventude de vocês, a juventude de agora, tem características muito comuns. A característica do questionamento, do idealismo, do sonho, da inquietação, da vontade de aprender, mas para além das palavras. E o desafio que se vivencia na casa espírita para atração ao jovem é um desafio que as universidades também estão enfrentando, que as escolas também estão enfrentando em tornar o conteúdo do conhecimento agradável à juventude por conta dessa marca questionadora, por conta dessa marca que cada vez mais, e aí é um dizer do nosso codificador, lá no último capítulo de Aênesis, capítulo 18, quando ele reflete sobre a geração nova, em dizer que esses espíritos estão nascendo cada vez mais com conteúdos impressos em si, com naturalidade. Aquilo que às vezes nós precisamos várias vezes ficar, olha, existe Deus, existe a reencarnação, existe a possibilidade de comunicarmos com os espíritos, eles já trazem isso com naturalidade e já conversam e dialogam sobre estes aspectos principiológicos da nossa doutrina com muita facilidade. Mas o que é que faz com que a gente possa atrair o jovem para o movimento espírita? Quando se faz essa pergunta,

dialogam sobre estes aspectos principiológicos da nossa doutrina com muita facilidade. Mas o que é que faz com que a gente possa atrair o jovem para o movimento espírita? Quando se faz essa pergunta, às vezes o espírita mais amadurecido, o adulto, pensa assim: "O shopping center está lotado de jovens, então vou trazer o shopping center para dentro da casa espírita. O clube está lotado de jovens, então vou trazer o clube para dentro da casa espírita. As festas estão lotadas de jovens, então vou trazer as festas paraa casa espírita. Não, não é o mundo que tem que influenciar o espiritismo. É o espiritismo que tem que influenciar o mundo e mudar os parâmetros e paradigmas viciosos. Porque se shopping, festas, clubes atendessem às necessidades humanas, os índices de alarmantes de suicídio não estariam expressos como estão. A depressão e a ansiedade não estariam alarmantes como estão. Então é o movimento de dentro da casa espírita para fora. O Elará falou um verbo catar. Nós temos de catar os jovens. Como é que a gente cata os jovens? Ele colocou lá o significado de cada letrinha no estímulo de buscar esses jovens paraa casa espírita. Mas pra gente fazer isso, a modificação e a transformação é em nós. O jovem não adentra muitos conceitos e muitos aspectos religiosos, porque os religiosos não são sinceros na prática com aquilo que falam. E às vezes a decepção está presente no comportamento daquele que se diz religioso. Da mesma forma que o jovem questiona os seus pais, por que que os pais quando chegam a o ser na fase da juventude diz: "Ai, meu Deus do céu, e agora?" Porque aqueles parâmetros que foram apresentados e que às vezes a criança aceita, o jovem não aceita. E não é para aceitar, porque é instigando nestas questões de aparência e verdade que as coisas vão sendo modificadas, o ser humano vai saindo da aparência e vai mergulhando na verdade. E a juventude ou a jovialidade, como eu sempre digo e vou repetir sempre, o jovem mais jovem jovial que eu conheci chama-se Divaldo Pereira Franco.

ai saindo da aparência e vai mergulhando na verdade. E a juventude ou a jovialidade, como eu sempre digo e vou repetir sempre, o jovem mais jovem jovial que eu conheci chama-se Divaldo Pereira Franco. mentalidade jovial, a manutenção da jovialidade, que é se questionar, que é se perguntar em relação às suas faltas, será que eu estou agindo de forma correta? Aos 70 anos, ele disse: "Eu não fiz tudo pela paz". E ele sai extrauros, sai de dentro, porque é confortável falar de espírita para espírita, mas não é confortável falar de espírita para o mundo. Não é confortável. E ele desafiou-se em relação a isso, achando que não tinha feito muito pela paz. Juventude gosta de verdade e não de aparência. A juventude busca a verdade. Então, o desafio nosso é sim trazer criatividade para as atividades da evangelização. é convidar a juventude para ser protagonista em uma palavra muito usual no contexto da atualidade, de trabalhar, de vivenciar as experiências da casa, mas principalmente ele olha, o jovem olha para a família, para os pais. Qual o comportamento religioso dos pais? O jovem olha pro evangelizador, pro palestrante, para aqueles que estão nas atividades dos trabalhos, como é que eles se comportam uns para com os outros? A verdade, a afeto ou a aparência? Qual é o significado da atuação religiosa? E assim, se a gente responde em atitude, em exemplos, a gente cata os jovens, aliando ao conhecimento. E isso é uma proposta do Evangelho Rede Vivo. Conhecer, meditar, sentir para viver. Como é que a gente propõe conhecimento? É estudo. E não é estudo fantasioso. Ah, porque é o jovem, eu tenho que trazer milagres para ser conquistada a doutrina. A doutrina é linda. Ler Allan Kardec é maravilhoso. É fazer com que o jovem se apaixone e se encante pela letra da nossa codificação, como nós nos encantamos, mas nós estimularmos tudo isso neles. Meditar é refletir sobre as próprias posturas. Sentir é trazer a verdade de dentro para fora, na sinceridade das relações, da convivência, da compreensão, da

mos, mas nós estimularmos tudo isso neles. Meditar é refletir sobre as próprias posturas. Sentir é trazer a verdade de dentro para fora, na sinceridade das relações, da convivência, da compreensão, da misericórdia, do amadurecimento, do amor, acima de tudo, para viver. E aí o nosso codificador, e assim a gente vai encerrando essa expressão aqui nesse momento, o nosso codificador na viagem de 1862, ele é questionado porque ele faz uma viagem justamente para aquecer o movimento espírita e também para identificar como é que estava o movimento espírita. E ele é questionado por um daqueles trabalhadores ou que se consideravam espíritas. E a pergunta é se existia algum código em que os espíritas pudessem se identificar. Existia alguma senha onde eu posso dizer essa palavra? Ah, eu também professia sentido, porque até mesmo essa senha ou esse código, o mal poderia fazer uso e perecer os princípios espíritas. Mas Kardec disse: "Se eu tivesse de dizer uma senha, a senha seria a caridade". E quando ele traz o planejamento ideal, que seria para as sociedades espíritas criadas no planeta, ele coloca um dos princípios no segundo artigo: fora da caridade não há salvação. Fora da caridade não há verdadeiro espírita. Catar a juventude é catar a juventude com amor, trazendo aos corações da juventude com toda essa força, com toda essa vontade de viver a beleza da vida, dar-lhes o propósito da caridade. Ferramenta instrumento indispensável paraa nossa libertação das amarras e das faltas que revestem o nosso mundo íntimo. Obrigado, Luziane. Ô Paulo, para que o jovem venha, o pai tem que vir também. precisa de um médio de transporte que são os pais. Eu sou de um tempo. Como como vão atrair os pais para vir aqui para casa? Eu sou de um tempo, é só do meu, viu, gente? Que eu já eu já tive 13 anos. E aí o meu tempo era o seguinte, meu pai dizia assim: "Me respeite que eu sou seu pai". Vocês estão falando é porque vocês também viveram isso, foi? Eu achei que era só lá em casa. Aí só que hoje não é mais assim.

mpo era o seguinte, meu pai dizia assim: "Me respeite que eu sou seu pai". Vocês estão falando é porque vocês também viveram isso, foi? Eu achei que era só lá em casa. Aí só que hoje não é mais assim. Hoje na sociedade moderna, pós-moderna, é, me respeite, porque eu sou digno de ser respeitado. Então, se a gente quer ter filhos caminhando na estrada de luz, caminhemos nós inicialmente pela luz. Sejamos nós os exemplos da superação, da escolha dos valores, daquilo que nós vamos trazer como algo importante para as nossas vidas, para que os nossos filhos possam, em vendo as nossas disposições, se espelharem ou até mesmo se motivarem a seguir os nossos caminhos. Porque essa ideia do que eu faço, o que eu digo, não faço o que eu faço, isso não funciona mais, gente. Acabou esse tempo e isso é bom porque nos tirou a o estado de estarmos conformados, porque antes eu cuidava do meu filho, dava a ele tudo de bom, como se eu fosse um provedor de coisas boas. Não é mais assim. A responsabilidade agora é minha. Eu tenho que fazer isso por mim. E em fazendo por mim, eu estou fazendo pelos meus filhos. Em fazendo pela minha vida, eu estou fazendo pela vida deles. Agora, eles podem não fazer, mesmo eu fazendo, mas a gente tem que respeitar, porque os espíritos que vem aqui na terra vem com as suas disposições. O que a gente não pode nunca, absolutamente correr o risco é de ao terminarmos essa jornada, chegarmos de repente em algum lugar no plano espiritual. e alguém nos perguntar o que fizeste dos filhos que vos confiei? Muito bom, Paulo. Então agora pro nosso fechamento, Boglie vai dar uma um resumão de tudo que nós conversamos aqui. Bug mesmo discurso de 1862, que minha irmã gêmea lembrou aqui com muita propriedade, Kardec diz que a caridade é a alma do Espiritismo. Flamené, um grande filósofo francês que nasceu no século XVII. Ele declarou um dia que o passado é uma espécie de de uma chama, de um achote que colocada à entrada do futuro vai ajudar a dissipar as trevas que o envolvem.

lósofo francês que nasceu no século XVII. Ele declarou um dia que o passado é uma espécie de de uma chama, de um achote que colocada à entrada do futuro vai ajudar a dissipar as trevas que o envolvem. Então esse achote que ilumina o presente da doutrina espírita e o seu movimento espírita e o seu futuro é Allan Kardec. foi que meu pai sempre me orientou na dúvida, pergunte ao codificador. E todas essas questões ele previu, sobretudo quando em 1865 ele perguntou a um espírito que havia desencarnado com uma imagem de ter sido uma pessoa virtuosa, bondosa, ele ficou curioso. O espírito foi evocado e ele perguntou: "Você professava o espiritismo?" E o espírito respondeu: "Professar não é a mesma coisa que acreditar". Eu acreditava, mas não professava. acreditava na reencarnação, acreditava na lei de causa e efeito, acreditava na imortalidade da alma, mas não profess concluiu então da força da ideia espírita se disseminando. E em 1869 ele irá realizar provavelmente também um censo que ele publicou em 11 páginas na revista espírita de 1869 que ele intitulou estatística do espiritismo. É impressionante os dados que ele coletou, a mesma coisa, a questão da idade da da parte etária, das pessoas que eram atraídas pela doutrina, as questões da sociedade, aqueles outros casos dos operários interessados. Então, na nossa dúvida para a construção do futuro da doutrina espírita, do movimento espírita, recorramos a podemos, devemos recorrer a Allan Kardec. em 1868, ele vai fazer uma anotação na sua agenda íntima, que ele tinha uma agenda íntima que é conhecido como testamento doutrinário de Allan Kardec, que é a segunda parte do livro Obras Postoras. Ele faz uma anotação. Ao mesmo tempo que eu me preocupava com a elaboração da obra, também me preocupava com o futuro, com a parte prática da doutrina. e vai dedicar o ano de 1868, depois de publicar a Gênese, a fazer um plano de trabalho para o futuro do espírito, da doutrina espírita, onde ele vai estabelecer algumas alguns pilares para isso.

rina. e vai dedicar o ano de 1868, depois de publicar a Gênese, a fazer um plano de trabalho para o futuro do espírito, da doutrina espírita, onde ele vai estabelecer algumas alguns pilares para isso. a questão da unidade da doutrina, a união entre os espíritas para fortalecimento do do movimento espírita, um espírito, o espiritismo organizado e ainda preocupado com esse futuro, ele destaca da importância de uma administração central e ele ele destaca inclusive a razão disso, da sua preocupação, a fim de que não parasse no meio do caminho a doutrina. Então, o codificador foi assim muito visionário, muito futurista quanto ao que poderia acontecer com a evolução da doutrina, que como disse Leonir, o espiritismo será o que fizeram os homens. E Kardec conclui, a doutrina é imperecível porque faz parte da lei da natureza, mas ela será ela, ela é resultado de uma origem divina, mas é fruto do trabalho dos homens. Então, recorramos sempre os Allan Kardec, que ele certamente vai nos direcionar para aquelas atitudes que nós devemos tomar para que a nossa doutrina continue, como colocou Jorge Alará no seu vídeo. Ele destaca lacer, ele diz que o espiritismo caminha, mas as verdades espíritas galopam. Muito obrigado a todos. Muito eu que agradeço a participação de todos, do Jorge Alarrá, Carlos Campete, a ditto Buglies, a Luziane, Paulo de Tarso. Passou rápido o tempo, já são 21:25. Se fosse uma palestra, estaria todo mundo aqui dormindo com sono, né? Mas como foi uma roda efetiva de conversa muito animada, nós ficamos extremamente atentos. Agora vamos nos preparar para encerramento da nossa reunião. Eu convido aqui os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Amado mestre Jesus, verdadeiro amigo das nossas vidas, nós vos agradecemos, Senhor, sempre, sempre o agradecimento, a gratidão por tudo que fizestes por nós. por todos nós que aqui estamos. Sabemos do vosso empenho para com a humanidade. Muitos não estão ainda interessados em ti, mas

sempre, sempre o agradecimento, a gratidão por tudo que fizestes por nós. por todos nós que aqui estamos. Sabemos do vosso empenho para com a humanidade. Muitos não estão ainda interessados em ti, mas nós, nós espíritas estamos despertos, ó Senhor, despertos e atentos. atentos e alegres. Alegres porque estamos contigo. Abençoa-nos. Abençoa esse esforço pessoal que cada um dos passistas está desenvolvendo nesse instante, doando o fundamento do seu ser, a caridade, a vontade de servir. É a vontade de doar. a preciosidade do seu íntimo, da sua saúde, para que o próximo possa receber os benefícios que o mundo espiritual se propõe a nos dar também. Assim a nossa gratidão aos dirigentes desta casa, a benfeitora Joana de Angeles, a Francisco de Assis, Adivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira e aos bons espíritos que nos conduzem a todos nós. pensou o nome que colocamos na entrada desse cenáculo dos encarnados e dos desencarnados. Estende sobre eles a vossa misericórdia de acréscimo, Senhor. Fluidifica a água para que ela se torne um medicamento para cada um de nós. Abençoa-nos na condução de retorno ao lar, onde sempre estaremos pensando em ti. Assim sendo, Senhor, permita-nos declarar o encerramento da nossa reunião, formulando os nossos votos de gratidão e penhoradamente vos rogamos que nos abençoe hoje e por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos.

Mais do canal