Mário e Solange com Paulo de Tarso, Lusiane Bahia e Adilton Pugliese • Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 29/08/2025 (há 7 meses) 1:09:11 11,259 visualizações 1,967 curtidas

ESPECIAL DIA DO VOLUNTÁRIO Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE OS NOSSOS CONVIDADOS » Nascido em Salvador, Bahia, Adilton Santos Pugliese é ex-militar e ex-funcionário público, atualmente aposentado. Iniciou suas atividades no Movimento Espírita em 1975, no Centro Espírita Cristo Redentor, onde exerceu a presidência por dez anos. Foi presidente da Federação Espírita do Estado da Bahia e é colaborador ativo do Centro Espírita Caminho da Redenção (Mansão do Caminho), fundado pelo médium Divaldo Franco, e da Casa de Oração Bezerra de Menezes, ambos localizados na capital baiana. Atua como palestrante, articulista e escritor, sendo sua última obra intitulada Regenere-se. Contribui regularmente com publicações como a Revista Presença Espírita, O Reformador (órgão da Federação Espírita Brasileira) e a Revista Internacional de Espiritismo. » Lusiane Bahia é Evangelizadora espírita e colaboradora voluntária da Mansão do Caminho e da FEB (Federação Espírita Brasileira). » Paulo de Tarso é analista de sistemas com pós-graduação em Redes de Computadores e Gestão de Empresas de Base Tecnológica. Ele também possui formação na área de Terapia Holística Transpessoal, com foco em Terapia Sistêmica de Família e Constelações Familiares. Atualmente, Paulo desempenha o papel de coordenador do Sistema de Comunicação Social da Federação Espírita do Estado da Bahia, sendo ainda um membro ativo do corpo de palestrantes da referida instituição. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Estamos dando início ao conversando sobre o espiritismo. Convidamos a professora Solang de Seixas para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, hoje elevamos os nossos pensamentos até o teu coração generoso e bom, para agradecer ao teu voluntário. que seguiu a risca os teus ensinamentos de amor. Tu que foste o modelo e guia da humanidade e continua a sê-lo, foi a trilha generosa e boa que o nosso companheiro seguiu intimoradamente. as suas mãos hábeis e trabalhadoras, servindo as vozes espirituais, trabalharam incessantemente para que a humanidade pudesse reter além das tuas, Senhor, as mensagens dos espíritos superiores que abnegadamente velam a tua que é a mensagem de paz, de esperança e de renovação. Ele que foi mais próximo de nós, uma referência contínua e constante, abnegado no servir, trabalhador incansável. que atingiu o ápice da humildade, seguindo a trilha da iluminação consciencial, atingindo o medunato. As nossas vibrações desta noite são para agradecer a esse voluntário, incansável, trabalhador do bem, que junto a ti, un ergueram essa obra gigantesca que acolhe os corações aflitos do mais humilde necessitado, aquele poderoso que se curva diante do Pai Celestial. E assim, seguindo os exemplos que tocaram muito fundo os nossos corações, nós te louvamos, Senhor da vida. Tu que iluminaste o nosso Divaldo e que hoje com ele com certeza ergue novas balizas na direção da libertação da criatura em prol da felicidade de todos. Nós te agradecemos, nós te louvamos, nós te bendizemos. Fica conosco, Senhor. Fica em nossos corações. Gratidão eterna aos teus servidores incansáveis. >> Então, muito boa noite a todos. Hoje é uma data especial, é 28 de agosto, é o dia aí que nós comemoramos aí o dia do voluntariado. E sempre foi um custum na nossa casa com nessa data o Divaldo fazia uma pré-leção, uma exposição a respeito do trabalho voluntário da casa. Se vocês também observarem no nosso painel aí em frente tem uma frase onde a Tunilson diz mais ou menos assim que sem

aldo fazia uma pré-leção, uma exposição a respeito do trabalho voluntário da casa. Se vocês também observarem no nosso painel aí em frente tem uma frase onde a Tunilson diz mais ou menos assim que sem as vossas mãos nada teríamos feito, né? Então o trabalho que foi desenvolvido na mansão do caminho sempre teve um foco na nas pessoas que exer exercem o o trabalho voluntário, né? Hoje nós temos aproximad no centro espírita aproximadamente 350 colaboradores e temos mais de 400 voluntários. E o nosso organograma ele é dividido em duas partes. Uma parte do lado direito é nós temos os trabalhos que é as atividades meias, atividades administrativas exercida pelos nossos colaboradores. E no lado esquerdo é sempre são as atividades fim, né, na parte da saúde, na educação, na assistência social, na parte religiosa. E o Divaldo tinha uma um carinho muito especial pelos voluntários, né, que se vinculavam à casa desde as primeiras horas, sempre exercendo tarefas significativas. Então, no começo não tinha um tesoureiro, era feito assim, era um trabalho voluntário na parte também da de gestão de pessoas no recursos humanos, que o Adilto que está aqui, ele trabalhou uma grande parte do seu tempo, da sua atividade aqui da mansão, sempre na direção do Departamento de Recursos Humanos, né? hoje é gestão de pessoas e e ali ele que recebia os voluntários, direcionava. Então, muitas pessoas nos procuram nos dias de hoje buscando uma atividade, né, de voluntariado na casa. Então, nós procuramos sempre direcionar, primeiramente nós sugerimos que faça uma visita, né? Faça uma visita, faça um roteiro, conheça os diversos departamentos, as diversas atividades que o Centro Espírit Caminho da Redenção desenvolve, que é pra pessoa se vincular, gosta mais da creche ou gosta mais do setor médico ou gosta mais do dispensário, laboratório, ou na parte mesmo da assistência social, na caravana ou na mansão do caminho trabalhando com idosos ou com crianças. Então, tem uma variedade, uma multiplicidade de atividades que a

ário, laboratório, ou na parte mesmo da assistência social, na caravana ou na mansão do caminho trabalhando com idosos ou com crianças. Então, tem uma variedade, uma multiplicidade de atividades que a pessoa pode desenvolver as suas habilidades eh no exercício realmente da da caridade. E o Divaldo tinha essa valorização especial, né, pelos pelos voluntários. Então, hoje é o dia é um dia especial, conversando sobre espiritismo especial, onde nós iremos procurar trabalhar esse item do voluntariado. Todos nós que aqui estamos, nós somos voluntários, né? E e as nossas atividades do centro espírita, eu posso dizer que elas não funcionariam, não teria como funcionar se não fosse pelo voluntariado, né? Não teríamos como exercer as atividades que nós desenvolvemos se não fosse a presença dos voluntários aqui na casa. Então, hoje está aqui conosco o Adilto Buglies. O Adilto é ex-presidente da Federação Espírito do Estado da Bahia, é um escritor, articulista da revista, né? Eu foi um voluntário aqui desde 1994 no Centro Espírito Caminho da Redenção e é membro do nosso Conselho Editoral Editorial e articulista da revista Presença Espírita. A Luziane Bahia que é colaboradora e voluntária da Mação do Caminho e atua como evangelizadora e expositora espírita. Colabora com os grupos de estudo na Federação Espírita Brasileira. O Paulo de Tarso, né? É diretor do Centro Espírita Maria Imaculada em Salvador e da Federação e da Federação Espírito do Estado da Bahia e é apresentador do programa em Busca do Sagrado, que é vinculado pela web TV Mansão do Caminho aos sábados. A professora Solange é a colaboradora ventada da mansão do caminho de 1977. Ela realizava reforço escolar para os alunos da escola Jesus Cristo e alfabetização para meninos de rua através da caravana Alta de Souza. Atividade que deu origem à escola Alvorada Nova em 1988. Também é revisora da revista Presença Espírita e colaboradora nas decorações dos eventos que ela sempre participa. Atualmente participa de grupos de estudo

e deu origem à escola Alvorada Nova em 1988. Também é revisora da revista Presença Espírita e colaboradora nas decorações dos eventos que ela sempre participa. Atualmente participa de grupos de estudo e das nossas reuniões mediúnicas, né? Então, nós temos aqui um grupo já com bastante experiência nessa atividade do voluntariado, né? Então, eu ia fazer uma primeira pergunta aqui pros nossos convidados pro Paulo. Pode começar, né, Paulo? Eh, o que faz, o que te fez dar o primeiro passo no voluntariado e que lições você pode nos trazer desta sua experiência como voluntário? >> Meus irmãos, boa noite. Muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa que nos ajuda esteja conosco, nos trazendo paz e luz no coração. Nos anos de 1960, por volta do ano de 1968, eu era menino na cidade de Jquier e lá havia um centro espírita que foi fundado por meu pai, era o Centro Espírita Bezerra de Menezes, que existe até hoje, com amigos. E nós tínhamos uma uma atividade que não era muito ligada à infância, talvez mais a madureza, que era meu pai colocava a gente no carro nos dias de sábado para que nós acompanhássemos os serviços que eles faziam na rua. Então eu me lembro de entrar nas casas de pessoas. Tinha inclusive um senhor que nós visitávamos, ele tinha mal de parson. E a gente achava curioso aquele aquele senhor que ficava sentado na porta da casinha humilde que foi construída para ele, recebendo ali o farnel, recebendo a cesta, que iria eh servir de sustentação para ele durante a semana. Então, isso foi um dos muitos casos. era uma casa que recebia ou abrigava os moradores de rua no fundo. E para todas essas atividades exercia-se ali um um empenho, um esforço realmente muito grande. Então eu posso dizer que a experiência de trabalhar de maneira voluntária no movimento espírita, ela veio através de um exemplo. Não foi uma um convencimento, não foi uma coisa para dizer assim: "Ah, isso é legal, isso é bom". É o tal do efeito. Como assim, né?

a voluntária no movimento espírita, ela veio através de um exemplo. Não foi uma um convencimento, não foi uma coisa para dizer assim: "Ah, isso é legal, isso é bom". É o tal do efeito. Como assim, né? Quando o pessoal pergunta assim, mas esse trabalho voluntário exige tanto esforço? Como assim? é como se não fosse de outro jeito, não pudesse ser de outro jeito. Ele hoje, esse trabalho voluntário, ele ocupa um espaço na agenda igual a qualquer outra atividade, com a mesma importância, com o mesmo grau de severidade, de responsabilidade, porque eu entendo que essa seja a forma mais correta de se fazer esse tipo de de esforço, né? Então, foi assim, Mário, através do exemplo do meu pai >> que me levou aí a ficar encantado com essa possibilidade de servir. >> Ô Paulo, fico impressionado quando você me faz as suas narrativas assim das viagens que você desenvolve fazendo palestras praticamente a semana inteira pelo interior da Bahia, né? Se o pagamento for quilômetro rodado, você será um grande vencedor. >> Ô Mário, eu já disse que meu pai botou meu nome de Paulo de Tá. Daí eu digo que eu sou genérico, o outro é o verdadeiro. O verdadeiro andou 10.000 km, mas andou 10.000 km de camelo, de cavalo, né, de barro, a pé, não tinha as facilidades que nós temos hoje. Então eu acredito que a gente tenha que andar um pouco mais para compensar os 10.000 o dele da dificuldade, mas eu ainda tenho uma conversa com ele lá em cima que eu vou dizer, da próxima vez você bota o nome do filho que ande menos. Porque a gente sai aqui de Salvador às vezes para fazer uma palestra, anda 1600 km de carro. Recentemente nós fomos para uma atividade em Paratinga e nós saímos daqui na sexta-feira o movimento macrorregional. é uma iniciativa da Federação Espírita do Estado da Bahia, aonde nesse período todas as casas espíritas, a regiões, né, se juntam para fazer eventos de qualificação dos profissionais da do espiritismo, né, do movimento espírito. Então, nós saímos aqui um grupo de amigos na sexta-feira de carro, levamos

, a regiões, né, se juntam para fazer eventos de qualificação dos profissionais da do espiritismo, né, do movimento espírito. Então, nós saímos aqui um grupo de amigos na sexta-feira de carro, levamos 12 horas de carro para chegar em Paratinga. É longe, é muito longe. Parece que a régua não chega no fim. e retornamos no domingo depois do almoço, às mesmas 12:30 de carro no final de semana. Então isso é comum, né, para essa atividade que a gente faz, porque não existe a distância, é só uma questão de um detalhe, porque às vezes você pode ir de ônibus e tal, mas às vezes não tem, né? Eu me recordo uma vez, eu cheguei em Bom Jesus da Lapa, Luziane estava lá, sua menina tava novinha, né? >> Dois aninhos, né? E ela tinha vindo de Brasília, de Brasília. Ela foi para Brasília, Figueiredo foi buscar ela lá. Figueiredo é um rapaz ali da região, foi buscar ela lá e trouxe e ela com a bebezinha de colo, né, foi fazer uma palestra. Então, isso aí que é, ó, que é bacana, né? >> É, é um, é um realmente é um ato de voluntariado heróico, né, essa viagem pelo interior da Bahia, às vezes com as estradas que não estão uma qualidade boa, né? E é até um risco de de um acidente, alguma coisa assim, né? Mas Boglies, você nessa parte do voluntariado, eu me lembro lá como lá no Cristo Redentor, não foi verdade? As suas atividades, saudações fraternas a todos. Nós começamos aqui na mansão no dia 1eo de agosto de 94, >> mas há uma particularidade interessante. Foi na segunda-feira eu tinha encaminhado uma carta de Valdo, porque foi uma promessa que eu fiz a ele no dia 13 de dezembro de 1980, quando aqui eu estava perdido no Paulo da Lima, apareci aqui na mansão e graças a uma pessoa que tem um nome quase igual ao meu chamado Dr. Dilton e que me apresentou Adivaldo. Tomamos café junto às 5 horas da tarde e ia começar uma jornada. Mas em 1994 o destaque que eu me permitiria fazer é que não cheguei aqui sozinho naquela segunda-feira. Cheguei junto com uma pessoa que se transformaria num grande amigo da minha

começar uma jornada. Mas em 1994 o destaque que eu me permitiria fazer é que não cheguei aqui sozinho naquela segunda-feira. Cheguei junto com uma pessoa que se transformaria num grande amigo da minha vida, o Mário Sérgio. >> Lembra-se? >> Me lembro, Glle. Me lembro sim. >> Lembra como o Divaldo não recebeu? >> É, >> eu fiquei hoje imaginando a gente dissesse assim: "Cheguei, Divaldo, chegamos, Divaldo." E ele disse: "Chegaram a caridade e a doutrina". Lembra? >> Me lembro. É, >> foi uma manhã inesquecível, mas eu teria que recuar um pouco no tempo. 20 anos antes, uma madrugada, no ano de 1974, era aí que tudo ia começar. Quando eu fugi do apartamento que eu morava, já falaram, já ouviram falar em casa mal assombrada, pois eu morava num apartamento mal assombrado, novo, novíssimo, recém casado. Mas eu tinha um problema de alucinação pela madrugada, acordava em desespero. Minha mãe era muito devota de Santa Bárbara e nos doou no casamento uma uma imagem da Santa Bárbara. A minha esposa não entendia o que que estava acontecendo comigo, me dava passe passando a Santa Bárbara na minha cabeça e aconteceu o que aconteceu aqui. Foi assim que tudo começou. Então, naquela madrugada inesquecível, fugi do apartamento e aqui na em Brotas passei exatamente na casa que iria me libertar e que seria a minha salvação. Eu não vi, mas passei o centro espírita Cristo Redentora, uma baixada. Logo depois aconteceria outro momento do convite para o voluntariado, porque tudo começaria assim. Meu pai que havia desaparecido, surge de repente e nunca mais me deixou. Espírita desde jovem e disse: "Eu passei aqui à noite, hoje não era um sábado à noite e tem um centro espírito aí em cima". Digo nunca vi. Domingo de manhã acordei ele, ele ficou comigo lá em casa. Meu pai, eu quero ir nesse centro espírito. Ele me deu evangelho segundo espiritismo naquela noite de sábado. Eu não conseguia dormir lendo o livro a noite toda. No domingo pela manhã já estava lá no centro, no Cristo Redentor, onde tudo começaria como mar.

angelho segundo espiritismo naquela noite de sábado. Eu não conseguia dormir lendo o livro a noite toda. No domingo pela manhã já estava lá no centro, no Cristo Redentor, onde tudo começaria como mar. A partir daquele dia eu me tornaria um voluntário. Mas naquele dezembro de 1980 eu prometi a Edivaldo que logo que me libertasse de alguns compromissos, eu viria aqui para ajudá-lo na obra. Ele me recebeu com as suas mãos generosas e nobres. >> Obrigado, Bogs. Luziane, e você como é que começou, Luziane? Hein? >> Vamos lá, queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Cumprimento a todos vocês aqui do presencial e também que nos acompanha virtualmente. Mário, queridos amigos, esse primeiro passo pro pro voluntariado surgiu na infância. A minha mãe nos conduziu à evangelização com 4 anos, só que minha mãe é evangelizadora. Então, evangelizadora, cultiva na criança o gosto pela evangelização. E a minha mãe lembra muito aquela dama do evangelho que a gente lê na experiência daquela dama de que ela leva a sua filhinha pros momentos e pras atividades, pros instantes com o encontro, com as dores ou com as dificuldades. E naquele instante a criança pede: "Eu também quero ajudar". E a mãe diz para ela: "Mas tem de vir algo de você". E assim minha mãe sempre fez comigo, me estimulou a vir algo de mim. Então, na infância nós visitávamos, além dos projetos da evangelização, nós também tínhamos atuações nos hospitais, nos orfanatos, nos asilos. Só que os adultos levavam os trabalhos deles e nós crianças também. Então, gente, eu criança, eu dançava, fazia coreografias para levar alegria à aquelas crianças que não tinham pais, não tinham mães, aquelas crianças que estavam enfermas. Então, foi assim que a minha mãe cultivou em mim esse gosto pelo voluntariado. E com 11 anos ela me convidou a ser apoio de evangelização. Então, no apoio da evangelização com crianças de 3, 4, 5 anos, teve um dia que eu escutei assim: "Tia, ah, gente, quando eu escutei isso com 11 anos, eu

s ela me convidou a ser apoio de evangelização. Então, no apoio da evangelização com crianças de 3, 4, 5 anos, teve um dia que eu escutei assim: "Tia, ah, gente, quando eu escutei isso com 11 anos, eu disse: "É isso que eu quero pra minha vida". E aí nunca mais eu saí da evangelização, porque eu amo a infância, amo a juventude e imagino que esse jardim que é a evangelização, é uma grande oportunidade pro ser ter um autoencontro para sempre com Jesus. e as lições que advém desse voluntariado, que daí a gente foi iniciando e foi se engajando, a receptividade dessa casa, a oportunidade, todo o avanço que aqui nos permite em termos de amadurecimento, o voluntariado traz pra gente lições de vida. Nós aprendemos no voluntariado o que é a vida. Às vezes a gente pensa assim: "Ah, é porque a gente vai levar algo para alguém". No voluntariado, a gente aprende a compartilhar e aprende a receber, a entender qual é o mecanismo da receptividade também. E aquela história de que, ah, às vezes a gente vai conhecer dores que são piores do que as nossas para que a gente valorize o que a gente tem ou que a gente não tem. as dores. A gente não tem como medir se uma dor é maior ou não. O voluntariado nos ensina a compartilharmos e aprendermos sobre dores. Porque muitas vezes o voluntário está com dificuldades, com embates, mas aquela tarefa de encontrar também dificuldades, desafios, vai nos trazendo crescimento e amadurecimento. Então, a principal lição que a gente traz aqui, que a gente nutre dessa experiência de voluntário, é o aprender a viver, a conviver, a compartilhar e perceber quais são as lições especiais que podemos nutrir desta convivência uns para com os outros. Fala um pouquinho sobre essa sua atividade que você exerce, que é com o Dr. Edilton nos sábados, né? uma atividade com as crianças, a visita, o trabalho que é que é desenvolvido. >> Pois bem, aqui no sábado à tarde, a partir das 14 horas nós temos uma atividade que é o grupo de ação comunitária Jabanhos e tem muitos

m as crianças, a visita, o trabalho que é que é desenvolvido. >> Pois bem, aqui no sábado à tarde, a partir das 14 horas nós temos uma atividade que é o grupo de ação comunitária Jabanhos e tem muitos voluntários aqui dessa atividade nesse exato momento. É uma atividade que a gente convive com a criança, com o jovem, com o idoso, com o adulto. E é nesse contexto aqui no entorno da mansão do caminho. A mansão do Caminho está incrustrada no bairro do Pau da Lima. E aqui ao redor a gente tem muitas experiências e vivências com as quais nós podemos nos enveredar para aprendermos. Então é o trabalho de evangelização. Algumas crianças e jovens vêm para cá e nós também vamos à comunidade e somos muito bem recebidos porque a comunidade quando a gente chega, ah, é a mansão do caminho, ah, é tio Divaldo. E as portas estão abertas para lá nós aprendermos um pouco mais. com a vivência e com a experiência dessas pessoas. Então, a gente tem esse trabalho de evangelização, de visita, de evangelho, do culto do evangelho no lar para aqueles que estão sem a condição de caminhar, estão enfermos, a gente vai ao encontro e também o auxílio de direcionar para exames, para consultas, para médicos, para que assim também essas pessoas possam se sentir acolhidas, respeitadas e com dignidade, que é o mais importante. Então é um trabalho que todos vocês estão convidados para que venham conhecer. Sábado, 14 horas a gente se encontra aqui no salão em frente do li Jabanhos. E quantas pessoas aproximadamente nós temos aqui no sábado? >> Nós temos o público total desse trabalho são 500 pessoas. Tem um grupo que vem para cá e tem outro que a gente vai à comunidade. Então deve vir para cá cerca de 200 crianças, mães e nós nos direcionamos para o o compartilhamento das experiências com essas outras pessoas. >> É um grande público, né? Quase a a lotação do nosso cenáculo de pessoas que comparecem aqui no sábado para essa atividade, professora. E a senhora então agora vai nos falar um pouquinho sobre o seu a sua ação

nde público, né? Quase a a lotação do nosso cenáculo de pessoas que comparecem aqui no sábado para essa atividade, professora. E a senhora então agora vai nos falar um pouquinho sobre o seu a sua ação voluntária que começou de longa data nas escolas. >> Começou ontem. >> É, começou ontem, faz pouco tempo, é a mais novinha. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos. Aqueles que nos escutam pela web TV também. a nossa alegria de estar partilhando com vocês a tarefa que dignificou a nossa vida, porque nós vimos para cá depois de uma situação difícil na família, aonde a minha mãe começou a frequentar lá embaixo, lá no Barão de Cotegipe, 124, né? É. Então nós começamos também a assistir as palestras do Divaldo. Achava ele um gênio. Que homem é esse? Que cabeça. E mamãe foi se integrando no trabalho da casa. entrou pra caravana Alta de Souza e começou a partilhar o trabalho dela, passando para nós o que acontecia na mansão. E nós, nessa época já éramos casados e eu tinha filho, marido e tal. E comecei na casa de Seudória. Deve ter muita gente aqui que conheceu seu Dória. Eu saía escapulido porque o marido era teu. Eu aí escapolia paraa casa de Seodório para ver o culto no lar que eu não conhecia. E aí eu comecei a me interessar pela doutrina espírita. Depois o tempo foi passando, a gente foi se achegando aqui à mansão do caminho, aonde mamãe passou a trabalhar intensivamente. E resultado, eu vim para cá mais ou menos em 77, 78. Aí Edivaldo disse assim para mim: "Você é professora? os meninos da casa, os internos, estão eh sem aula porque houve uma greve geral dos professores do estado. E aí a Jesus Cristo estava parada, disse: "Agora você vai dar reforço escolar pros meninos, os internos." E eu vim, comecei assim, mas em 79 eu ele foi transferido o meu marido, para o Rio de Janeiro. Aí eu saí daqui, pedi a orientação Adivaldo e ele me deu o endereço lá do André Luiz, que era no Maracanã, longe como que de Laranjeiras. e também de Ana Jaici Guimarães e Geraldo Guimarães.

Janeiro. Aí eu saí daqui, pedi a orientação Adivaldo e ele me deu o endereço lá do André Luiz, que era no Maracanã, longe como que de Laranjeiras. e também de Ana Jaici Guimarães e Geraldo Guimarães. E aí nós fomos para lá, ficamos de 70 79 a 86. Primeiro frequentei o o Centro Espírita de Júlio César Sarroriz, que era ali perto do catete. E eu morava em Laranjeiras, era pertinho para levar as crianças para evangelização e também ajudava no centro. Fui aprendendo até um dia que Divaldo chegou lá para fazer uma palestra e Júlio todo animado. Olha, Divaldo, ela está trabalhando com a gente. Ele disse, está emprestada. Assim mesmo. Eu aí arregalei os olhos. Eu não sabia, eu não tinha intimidade ainda com a mediunidade de di, né, assim, conhecer as potencialidades dele. Aí eu falei assim: "Meu Deus, por que de?" Ele disse: "Espere, não deu outra". Em 86 nós retornamos, ficamos lá frequentando o Caminho da Esperança, onde a gente começou um trabalho voluntário também distribuindo sopa às 9 horas da noite no Rio de Janeiro. É uma experiência fascinante, porque você aprende muito mais do que você dá. Primeiro, a solidariedade é uma coisa fantástica, porque a presença do mundo espiritual é algo inenarrável. Nós estávamos íamos encostando naqueles locais onde tinham muitas pessoas para distribuir a sopa. E aí nós parávamos, um levava pão, outro levava os pratos, outro levava a sopa. Aliás, era eu que fazia a sopa, saía com panelão de casa e o e o marido disse: "Para, onde você vai uma hora dessa?" Eu disse assim: "Olhe, o centro vai distribuir sopa e eu tenho obrigação de levar sopa, mas eu nunca disse que era na rua". E aí a gente ficou nessa atividade em 86 voltamos para aqui. Chegando aqui, aí eu vou paraa caravana Alta de Souza, trabalhar na caravana. E frequentei quase 8 anos lá ou 7 anos no centro de Geraldo Guimarães. Camin e caminho da esperança, porque Geraldo foi daqui, conviveu com Divaldo, então ele não queria botar mansão do caminho. Então botou Caminho da Esperança, o nome do

no centro de Geraldo Guimarães. Camin e caminho da esperança, porque Geraldo foi daqui, conviveu com Divaldo, então ele não queria botar mansão do caminho. Então botou Caminho da Esperança, o nome do centro, que seu Júlio Trindade, que foi quem levou Divalda, pela primeira vez pra Europa, era dono dessa casa que cedeu para o centro funcionar. E nós voltamos em 86. 87 eu fui pra caravana, 88 de dis, agora você vai pegar esses meninos que vem pra caravana tomar sopa. Eles chegavam 9 horas. Aí disse: "Agora você vai ensinar eles a lei e a escrever." Eu disse: "É mesmo". Ele disse: "É". E aí começou o trabalho de voluntário dedicado, porque aí eu já deixei, eu já não trabalhava mais só com os filhos, direcionando a família, atendendo ao marido, atendendo aos filhos. O marido não era era era espírita, nem acreditava em Deus, mas eu acho que os espíritos hipnotizavam ele, porque ele diz: "Para onde você vai?" Digo, "Para mansão do caminho de Divaldo Pereira Franco. Ele tinha o maior respeito pro seu Divaldo." Então eu vinha pra mansão do caminho, pois ia pra cidade baixa para frequentar o centro lá. E depois Divaldo me deu essa tarefa de voluntária, que eu já tava na caravana, mamãe já tava há muito tempo aqui e dona Elsa gostava muito de mim. A gente se dava muito bem, ela era diretora da caravana e ela ficava muito feliz porque eu cantava, inventava música. Eu sou muito assim, um pouquinho calminha, sabe? Aí os meninos adoravam. Aí, Edivaldo virou para mim no outro ano e disse assim: "Agora você vai abrir a vai reabrir a escola Alvorada Nova." Nós começamos mais ou menos era 98 isso, se eu não me engano, se eu não estiver enganada. Ali no fundo, aonde funcionou a caravana, antes de ir pra creche tinha uma garagem enorme. Aí a gente aproveitou essa garagem e começamos ali com os meninos, mas só entrava criança a partir de 10 anos em diante que estivesse nas ruas. Eu e Nenezinho a gente discia essas baixadas para verificar se era mesmo pobre, pobre arredeci para est na rua. Primeiro

s, mas só entrava criança a partir de 10 anos em diante que estivesse nas ruas. Eu e Nenezinho a gente discia essas baixadas para verificar se era mesmo pobre, pobre arredeci para est na rua. Primeiro porque o o a escola, a criança entrava com sete. Como é que esses meninos iam entrar com 10, 12 anos para aprender a ler e a escrever? Aí desenvolvemos um projeto educacional, levamos pro estado e o estado aceitou. Aí nós fizemos um convênio com o estado, ficamos super felizes, milionários. Tínhamos uma funcionária que fazia tudo, que cozinhava, que limpava, ninziam, que era o aquele que disciplinava e tomava conta dos meninos. Ih, Mari, se eu for contar tudo e pai, vai demorar muito. Aí, resultado, os meninos chegavam 7 horas da manhã e aí nós tínhamos quatro, era quatro salas em cima. E Divaldo aí disse: "Não, você vai fazer assim, os meninos que vierem para a escolaridade formal, aí a gente já arranjou as professoras também, o estado pagava. Resultado, elas vão trabalhar com eles normalmente. Vamos fazer um programa e tal, fizemos tudo direitinho dentro da faixa etária para despertar o interesse. E as outras quatro turmas que não podiam estar na sala de aula estavam aonde? Nas oficinas. Aí onde é a casa de parto, era o local, era a horta, porque tinha um professor que trabalhava com um grupo grande. Eles escolhiam um iam para macenaria, outros iam para automânica, porque tinha várias oficina, a gente montou, teve um senhor que fechou uma fábrica de brinquedos e aí perguntou para mim assim: "Solange você?" Ele era amigo do meu marido, não era meu não. Aí disse assim: "Ah, eu soube que você tá trabalhando lá na mansão, será que tem interesse? Eu tenho muito material que eu fechei a fábrica de brinquedos de madeira. que pode servir para as crianças de lá. Digo: "Ô, meu filho, caiu a sopa no mel, a gente tem macenaria". Então os meninos montavam, faziam tudo. Então era assim, um turno tava na escolaridade formal, o outro turno estava nas oficinas e aí almoçava lá mesmo. E a gente eh tinha

mel, a gente tem macenaria". Então os meninos montavam, faziam tudo. Então era assim, um turno tava na escolaridade formal, o outro turno estava nas oficinas e aí almoçava lá mesmo. E a gente eh tinha muitas dificuldades porque de vez em quando surgiam as brigas, que misericórdia, porque os meninos acostumado a não respeitar nada e a gente ali firme e forte. Como sempre, o mundo espiritual aqui nos ajuda muito mais do que nós possamos imaginar. Então, nós tivemos até mais ou menos 2002, se eu não me engano, a essa escola e aí foi fechada porque não tinha assim muito estímulo do governo, não se preocupavam, a instituição tinha que lidar e não podia pagar naquela época Os meninos eram impossíveis, impossíveis mesmo. Basta dizer que eu tinha que entrar na briga deles. Agora eles me respeitavam, viu? Porque eu era assim grandinha e arregalava os olhos e eles diziam assim: "Pra minha sala, eles iam pra minha sala, chegava lá e dizia: "O que foi que aconteceu?" Aí eu um falava, o outro falava, um falava, falava. Agora quem vai falar sou eu. Aí eu transformava a briga num questionamento para eles. E assim a gente foi vivendo e eles passaram a respeitar os professores. Nós criamos um vínculo com cidade mãe. Agora me veio a memória. O tá voltando. E aí a cidade mãe forneceu, teve um período que forneceu todos os profissionais. Foi uma beleza assistente social. Aí a coisa melhorou, mas chegou um ponto que a gente não pôde continuar. E aí transformou a escola Vorada Nova em educação infantil, saiu do convênio do estado e fomos para um convênio com a prefeitura. A educação fundamental a nível de educação infantil. E aí a gente vem trabalhando, participando das atividades doutrinárias, médium, participando das mediúnicas, trabalhando aqui a culada. Aqui quem fazia os arranjos era Damiana, uma funcionária daqui especial. Dame vinha, fazia os arranjos, era legal. Aí Dame saiu, aí veio tia Solange para cá fazer uns arranjinhos aqui até chegar. que agora é profissional da área, aí eu tô

a, uma funcionária daqui especial. Dame vinha, fazia os arranjos, era legal. Aí Dame saiu, aí veio tia Solange para cá fazer uns arranjinhos aqui até chegar. que agora é profissional da área, aí eu tô descansada, ele faz coisas belíssimas. Então eu vou deixar agora Dr. Mário que depois posso até continuar, mas Dr. Mário já tá cansado de ouvir. >> Muito bem, vamos aqui um pequeno intervalo pra gente descansar e depois a gente retorna. Enchameiam na terra em renhidas lutas de libertação, almas crucificadas, exaurindo-se e renovando-se no processo grande eloquente da vida. Tem lugar então calvários morais de laceradores em longo curso, calvários físicos de agigantadas proporções, calvários mentais e emocionais de complexas expressões, ensejando aos transfugas do dever no passado as sublimes metas da felicidade. dia virá após o seu calvário de libertação, qual ocorre contigo, em que todos unidos fruiremos a bênção da paz. A mansão do caminho apresenta Calvário de Libertação de Edivaldo Pereira Franco pelo espírito Víor Hugo. Então, retornamos. A professora Solâe, quando fala assim da mamãe, a mamãe é uma senhora de 98 anos, perfeitamente lúcida, tem assim um equilíbrio físico e emocional. Impressionante. >> Morou 40 anos aqui. >> Ela morou 40 anos aqui na mansão. Ela é responsável, era responsável por toda a cozinha, preparava toda a alimentação. É uma cozinheira fantástica, de mão cheia, né? E nós temos 83.000 1000 m² de área. Ainda tem uma vegetação da Mata Atlântica e ela cuidava de todos os jardins. Ela com os jardineiros botava o chapéu mexicano na cabeça e ia para os jardins e arrumava tudo. Era a mamãe, né? E a mamãe ainda tem >> funcionári só de mamãe. >> É, é que esse nome era os funcionários, né? os funcionários que chamavam ela de mamãe tá chegando. Mamãe ela levava lanche, dava eh alimentação pro pessoal e era uma excelente voluntária aqui. Foi a mamãe realmente foi foi fantástica aqui dentro da instituição. Nós temos aqui uma frase muito interessante nesse

vava lanche, dava eh alimentação pro pessoal e era uma excelente voluntária aqui. Foi a mamãe realmente foi foi fantástica aqui dentro da instituição. Nós temos aqui uma frase muito interessante nesse segundo bloco na nossa benfeitora Joana de Angeles. O trabalho voluntário é como uma luz acesa da noite, talvez batida pelo vento, resistindo-lhe de forma que a claridade possa apontar rumos a quem se encontra perdido nas sombras. nenhum pagamento em moeda pode compensá-lo completamente, pois sem a sua dádiva de porque porque o a sua é uma dádiva veja de amor. Então essa é uma frase da benfeitora J de perguntaria então Buglies, se viesse alguém aqui e disse assim: "Eu só tenho uma hora por semana para trabalho, o que é que nós poderíamos responder a ele? Foi o que eu disse, Adivaldo em 1980. Só tenho, não tenho nenhuma hora, porque eu estava numa atividade já muito intensa do banco naquela tarde de quinta, foi uma quinta-feira à tarde naquela conversa maravilhosa. Mas Edivaldo, amanhã eu tenho que responder na sexta-feira para assumir um voluntariado de grande importância. Eu não tenho nenhuma hora disponível. Viajando muito pelo banco na época. Ele me disse: "Você pode só pensar? Pense só na instituição. Teria uma hora para pensar na instituição?" Eu disse: "Isso aí se é possível, eu posso fazer". Então, graças a esse encontro que eu sempre fico mais me recordando com muita emoção daquele daquela tarde que tomamos café juntos, que ele me deu um livro com a dedicatória, um livro chamado Oferenda e eu saí daqui assumidíssimo para ser o voluntariado. Então, 1 hora eh são 60 minutos. Quando eu li a proposta da pergunta, eu me lembrei desse livro, Legado Kardequiano, que recomendo a todos, de Marco Prísco e na no capítulo 51, que ele intitulou o espírito um minuto apenas. Um minuto. Numo apenas o que era a luz. Se transforma em noite. O incêndio devora. O ladrão rouba as joias fazes. A casa desaba. O jardim de alegria fenece. Um terremoto rompe a terra sepultando tudo. Num minuto apenas

enas o que era a luz. Se transforma em noite. O incêndio devora. O ladrão rouba as joias fazes. A casa desaba. O jardim de alegria fenece. Um terremoto rompe a terra sepultando tudo. Num minuto apenas você pode receber a visita do Cristo e modificar o roteiro da existência. eternizando no precioso escrinho das suas posses essa joia em vulgar que não volta jamais com o mesmo valor, o minuto. Então, 1 hora, 60 minutos é muito, pode fazer muito. Venha voluntariar uma hora. Pode ver. Será muito bem recebido. Será uma hora enriquecedora. Eu me lembro da primeira hora que eu quando eu cheguei aqui naquela manhã de 1eo de agosto de 1994 e Nilson disse: "Você vai morar aqui?" Mas eu disse, mas eu vim passar só uma manhã na hora do almoço. Eu disse, Divaldo, Nilson me deu uma casa para eu morar, a casa sete, mas eu só vou poder ficar aqui, talvez uma manhã. Ele disse: "O que é que isso representa?" Eu disse: "1%, porque eu estava, eu tinha muitas ocupações na época. Ele disse: "É suficiente 1%. Passaram alguns dias, talvez uns meses, ele um dia me encontrou, como é que está o percentual agora? Eu disse, eu acho que está em 30%. Ótimo. Até que um dia eu disse: "E agora, agora é 100%. Primeiro, mas começamos com 1 minuto, começamos com 1 hora. Venham voluntari na mansão do caminho. Será uma experiência que vocês jamais vão esquecer. >> Muito obrigado, Bul. Muito obrigado. Nós temos uma outra frase da benfeitora Joana de Angeles que nos diz o seguinte: "A tua é uma doação valiosa quando direcionada à vinha do Pai. Servir é honra que te enriquece de vida e de responsabilidade, amadurecendo os teus sentimentos e enobrecendo-te interiormente. Joana de Angeles. Paulo, como é que você concilia esse tempo de voluntariado, a profissional, o lado profissional, as suas viagens aí extensas? Como é que consegue conciliar tudo isto? É, não é fácil não. Mas assim, eu às vezes chego num lugar, aí o pessoal pergunta: "Paulo, você se aposentou quando?" Eu digo: "Eu não me aposentei ainda. Por que você tá aqui esses dias e tal?"

isto? É, não é fácil não. Mas assim, eu às vezes chego num lugar, aí o pessoal pergunta: "Paulo, você se aposentou quando?" Eu digo: "Eu não me aposentei ainda. Por que você tá aqui esses dias e tal?" Aí, tipo assim, você não trabalha não? Então, gente, eu eu tenho uma atividade empresarial, sou pai, sou esposo, tenho as minhas atividades normais, mas eu aprendi uma coisa, né, que era preciso abrir mão de alguma coisa para dar espaço para caber essa atividade que hoje eu faço com muito prazer. Então, algumas coisas necessariamente eu simplesmente não faço mais. Então, há muitos anos eu não assisto televisão, essa televisão aberta, não fico na frente da televisão. Meu tempo ele é mais assim empregado nessas atividades para eu poder aproveitar o espaço para dar conta de tudo. A tecnologia ajudou bastante, né? Porque mesmo viajando eu tenho celular, eu tenho um computador, tem a internet, então eu posso fazer coisas remotamente. Então, facilitou. e acima de tudo a vontade realmente de fazer com a disposição, né, que é a disposição de fazer isso de uma forma eh intensa e sem botar nenhuma condição para que isso aconteça. Então, hoje eu sinto falta quando eu não tenho uma atividade para fazer. Eu faço palestências todos os dias, todos, inclusive sábado, inclusive domingo. Então isso realmente requer assim um tempo de qualidade para essas questões, para essas atividades. Então isso faz com que se torne um pouco mais difícil. Daqui a uns tempos poderá ficar mais simples fatalmente, né? Vai chegar uma hora que as atividades do trabalho elas vão diminuir e esse espaço vai ser substituindo, assim como PGLES substituiu 100% dele. Eu pretendo um dia viver exclusivamente dessa dessa doutrina maravilhosa, da possibilidade de eh espalhar. Eu me lembro de Batuíra Antônio Gonçalves da Silva. Ele passou por uma experiência extremamente desagradável na vida dele. Ele teve um filho que morreu e ele ficou muito abalado com essa morte do filho e a doutrina espírita foi o que consolou seu coração.

passou por uma experiência extremamente desagradável na vida dele. Ele teve um filho que morreu e ele ficou muito abalado com essa morte do filho e a doutrina espírita foi o que consolou seu coração. E por conta disso, ele diz que todo o trabalho é santo, mas é forçoso dizer que mais santo é aquele trabalho que se faz na direção, trabalho de sacrifício em nome do bem. Porque ele entendeu que do mesmo jeito que o seu coração foi pacificado, ele podia levar essa mensagem aos corações das pessoas aflitas, angustiadas pelo mundo. Isso fez com que ele se tornasse um trabalhador assido encarnado e depois desencarnado até hoje, mandando suas mensagens consoladoras para aquecer nossos corações. Então eu não desejo ainda esse lado de lá, mas fatalmente chegará e eu espero continuar trabalhando da mesma forma que a gente trabalha hoje. >> Muito obrigado, Paulo. Nós temos também uma frase da prefeitura que diz o seguinte: eh ser voluntário representa possuir um tesouro de amor para repartir e não ser a corrente, a não ser a corrente que espera, >> a não ser >> carenteente. >> É carente. >> Eu vou, eu vou ler aqui que ali na tela ele fica meio difícil. Ser voluntário representa possuir um tesouro de amor para repartir e não ser a corrente que espera receber >> e não ser o carente, >> não ser o carente que espera receber proteção e ajuda que aparentemente viera para distribuir. A tua é uma doação valiosa quando direcionada à vinha do pai. Então, Luziane, que que você vai dizer para alguém que deseja se engajar nesse trabalho, mas também às vezes não tem muito tempo para servir? >> A benfeitora, ela é muito feliz ao colocar esse trecho e dizer da vinha do pai. Rápido que tá >> o voluntariado é um convite de Jesus. Jesus toca o coração buscando sensibilizar para que a gente consiga perceber que para além das condições de retributividade, de retorno, existe algo que pode ser feito com completo desprendimento. A atividade do voluntariado é a oportunidade de trazer para si a experiência da desinteressada caridade,

ões de retributividade, de retorno, existe algo que pode ser feito com completo desprendimento. A atividade do voluntariado é a oportunidade de trazer para si a experiência da desinteressada caridade, que, segundo os espíritos, é a mais meritória de todas as virtudes. Tempo Jesus também falou sobre isso. Quando ele chamou e contou a parábola dos trabalhadores da vinha ou trabalhadores da última hora, ele chamou aqueles na última hora e fez a promessa para que viesse trabalhar na vinha. E o pagamento ao final, como vimos, era o mesmo, é o denário. Porque seja na primeira hora, em todas as horas ou na última hora, o denário é a transformação, é a modificação, é a renovação, é a proposta que Jesus nos traz para quando? O que é a vinha do Senhor senão o coração da humanidade? O que é a vinha do Senhor senão o nosso próprio coração? Ainda com solo árido que precisa vencer as dificuldades, superando-se para encontrar esse tesouro que é o reino dos céus, que é o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Dizer-nos acerca do tempo, falarmos sobre o tempo. Tempo é onde nós depositamos o nosso interesse. Onde está o nosso interesse? Naquelas coisas que temos mais interesse, dedicamos o nosso maior tempo. Se temos objetivos materiais, o nosso tempo está voltado para as questões materiais. Se sabemos o valor da experiência espiritual, o nosso tempo vai começando a passar por um processo de maturidade consciencial. E vamos percebendo que para além da matéria existe o projeto da essência, da verdade, sem qualquer tipo de ilusão ou de alegoria. E romper essa ilusão da materialidade é começar a perceber o tempo que nós podemos utilizar em favor desse projeto rumo à regeneração. Essa hora que estamos vivenciando é uma hora grave. onde vemos várias situações adversas que pulam no contexto social. Com quem está o comando para a transformação? Com cada um de nós que se investe deste projeto de aceitar o convite de Jesus para trabalhar na vinha nessa última hora. E por que que a gente sabe que a gente aceitou esse

mando para a transformação? Com cada um de nós que se investe deste projeto de aceitar o convite de Jesus para trabalhar na vinha nessa última hora. E por que que a gente sabe que a gente aceitou esse convite? Porque a gente tá aqui uma quinta-feira à noite, 9 horas da noite, conversando, refletindo, buscando, buscando Jesus. Então, nós temos interesse e à medida que vamos retirando das horas vazias a nossa atenção, ai a gente fica muito tempo nos celulares, a gente consome muita coisa no mundo virtual, começar a fazer essa troca, essa inversão, naturalmente, vamos identificando nessa importância que traz um crescimento, uma libertação. para nós e para o contexto da terra. Nós vamos encontrando o tempo. Tempo é interesse, tempo é vontade. Tempo é desejo, tempo é querer. Se nós queremos o mundo melhor, começamos a encontrar tempo para transformar esse mundo. E Pulesi fez o convite e a gente reitera o convite. Essa casa aqui sempre foi a casa do voluntariado. Sempre foi e é. Nosso tio Divaldo, nosso tio Nilson, sempre as nossas tias sempre de braços abertos. Nós chegamos aqui, fomos recebidos como filhos. Filhos que compõem essa comunidade com confiança depositada em nós, mesmo diante das nossas inexperiências, mesmo diante das nossas imperfeições, mas por acreditar que aquele que tem vontade vem para somar. Então, aceitemos esse minuto, essa hora, esse instante para que esse tempo tenha um valor especial, porque podemos muito bem diante desse contexto fazermo-nos escolhidos, não só chamados, mas escolhidos. >> Muito bem, Luciano. Enquanto você eu falava, eu me lembrei do tio Nilson. O News tinha uma colocação muito importante e ele dizia assim: "Quando você tiver um trabalho árduo para ser executado, não procure o desocupado, procure aquele que é ocupado, porque o desocupado nunca tem tempo." É interessante, ele tinha essa essa observação, né? E a própria mentora de Joana de Jang também nos diz, né? para que nós não sejamos solitários, sejamos solidários, né? Então, nós temos

a tem tempo." É interessante, ele tinha essa essa observação, né? E a própria mentora de Joana de Jang também nos diz, né? para que nós não sejamos solitários, sejamos solidários, né? Então, nós temos mais uma frasezinha aqui da da nossa benfeitora. O trabalho dor voluntário consciente do significado daquilo que pode oferecer é como uma gema preciosa que reluz ante >> a mais débil claridade, desvelando sua beleza interior. Quando chega, produz empatia. Quando parte, deixa vazios emocionais. Torna-te, torna-se a alma do trabalho, porque este é seu alento de vida. Professora, na sua opinião, o que que nos ajudaria a manter esse trabalho dos voluntários e reter a atividade para eles? para mantê-los unidos a solidariedade, o olhar fraterno, a voz terna, porque todos aqueles que aqui se achegam vem primeiro em busca e os que aqui já estão tem que exemplificar, porque aprendendo a servir para melhor amar, que é o amor que vai nos unir e nos conduzir ao ao patamar de evolução que desejamos para a nossa vida espiritual, porque aqui é uma passagem. Logo mais, a realidade se desvelará, não com o que pensamos que somos, mas com aquilo que realmente realizamos. E você que está aqui hoje, venha, experimente, se doe, ame. uma oportunidade única de você se integrar, se entregar a Jesus, servindo ao seu irmão, sem colocar nenhuma exigência, porque aquele que tem doa e aquele que não tem recebe, seja a alegria, seja o amor dos corações sofridos e necessitados, que embora uns sejam mais fisicamente, outros são mais intelectualmente ou moralmente. Então, sejamos nós aqueles que lhes convida para que venham experienciar e viver o amor que Jesus pregou. Nada pede, tudo doa. E onde estiver o teu tesouro, aí está o teu coração. >> Obrigado, professora. >> Temos agora também mais um convidado para dar um depoimento e que nós vamos apresentar o convidado agora. >> Dia do vol. voluntário. 28 de agosto. O dia do voluntário, afinal são todos os dias, mas é justo que dediquemos um dia à aquele que nos dedica todo o tempo de

ós vamos apresentar o convidado agora. >> Dia do vol. voluntário. 28 de agosto. O dia do voluntário, afinal são todos os dias, mas é justo que dediquemos um dia à aquele que nos dedica todo o tempo de que dispõe para o serviço do bem. Quando Jesus convidou 12 apóstolos, eram voluntários, cada qual com uma especificidade, um caráter, um sentimento, uma espécie de abnegação. E ele conseguia unir todos eles sob o mesmo manto de fraternidade a favor da humanidade que era o grande alvo. Desejamos por nossa vez prestar a nossa homenagem a toda e qualquer pessoa que se dedica ao bem, que faz nas suas horas de repouso momentos felizes de trabalho em benefício do próximo. dizer a esses obreiros da verdade que a vida começa quando aprendemos a servir. Viver é fenômeno orgânico. Ser voluntário é fenômeno espiritual que nos aproxima de Cristo através dos nossos sentimentos de caridade, de ajuda e de amor. Felicidades, amigas e amigos voluntários. Muito agradeço então a presença do Paulo de Tácio, da Luziane, da professora Solange e do meu amigo Adilto Buglies. a todos vocês que vieram aqui presencialmente, a quem nos assistem de forma remota, a nossa tradutora aí de Libras, ao Júnior, ao Sérgio, as nossa penhorada gratidão pela presença de vocês aqui. E vamos agora então para o encerramento da nessa nossa reunião, convidando os médios passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores. Senhor e mestre Jesus, nosso divino amigo. Em primeiro lugar, Senhor, vimos agradecer a presença dos voluntários desta casa. São inúmeros aqui presentes, alguns já com idade avançada e que se dedicam diariamente ao trabalho do bem, na forma assistencial, na dedicação espiritual, nos conselhos. na fraternidade, na convivência sempre amigo e generosa. Temos diversos exemplos aqui na nossa instituição, na nossa casa, desses obreiros do bem que encantam pela sua generosidade e pelo amor que transmitem. A ele, Senhor, a nossa gratidão e a nossa penhorada, o nosso penhorado reconhecimento pelo

ituição, na nossa casa, desses obreiros do bem que encantam pela sua generosidade e pelo amor que transmitem. A ele, Senhor, a nossa gratidão e a nossa penhorada, o nosso penhorado reconhecimento pelo trabalho que desenvolve. Rogamos-te agora, ó Senhor, que abençoe os médiuns passistas aqui presentes nos trabalho que está sendo desenvolvido dos passes. Permita que os bons espíritos os assistam na transmissão das energias saudáveis emanadas do coração de cada um. os nomes que colocamos na entrada desse cenáculo, dos encarnados, dos desencarnados. Por eles rogamos, Senhor, as vossas bênçã e a vossa misericórdia. Abençoa também a nossa água que ali depositamos, transformando-a num fluido medicamentoso para as nossas problemáticas físicas, mentais, espirituais e emocionais. Quando retornarmos ao lar, conduz-nos em segurança e em paz, levando conforto, levando boas palavras, bom reconhecimento aqueles que nos aguardam. Assim posto, Senhor, despede-nos na vossa paz e permita-nos que ao retornarmos aos nossos lares, possamos levar essa mensagem de paz e de amor. Abençoa-nos, ser conosco hoje, por todo sempre e que assim seja. Muito obrigado a todos. Está encerrada a nossa reunião.

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