Mário Sérgio, Solange Seixas e Paulo de Tarso • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Paulo de Tarso é analista de sistemas com pós-graduação em Redes de Computadores e Gestão de Empresas de Base Tecnológica. Ele também possui formação na área de Terapia Holística Transpessoal, com foco em Terapia Sistêmica de Família e Constelações Familiares. Atualmente, Paulo desempenha o papel de coordenador do Sistema de Comunicação Social da Federação Espírita do Estado da Bahia, sendo ainda um membro ativo do corpo de palestrantes da referida instituição. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Estamos dando início então nosso Conversando sobre Espiritismo. Vamos convidar a professora Solange Seixas para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor, o teu chamamento de amor tocou as nossas almas e despertos para esta realidade buscamos Senhor dentro das possibilidades que cada um de nós possui ou já desenvolveu. Sabendo que o amor do Pai conduz e aguarda todas as criaturas, continuamos a luta de desbastar em nós as camadas grosseiras que impedem a visão correta da realidade para as quais todos fomos criados. que é a felicidade. Ó Senhor, como é difícil distanciarmo-nos do início do primitivo para adentrar a angelitude, mas a busca em nós continua sob o influxo do teu amor, da tua misericórdia, embora tantos corações ainda aflitos e atormentados, porque ainda não descobriram o teu chamamento. Quando assim despertarem, estarão vencendo as inquietudes, as dúvidas e os sentimentos negativos, saindo da sensação, adentrando aos sentimentos elevados. Para tanto, necessitamos de experiências, essas que nos conduzem. a descoberta do melhor em nós que pode contagiar e levar aqueles que nos rodeiam a terem entusiasmo e sentirem a vontade cada vez maior de se aproximarem de ti. Sejamos nós, aqueles que estão despertando, que seja um pequeno pirilampo na noite madrugada de tantas vidas. E assim podemos contar com os teus ensinamentos de amor, para que haja mais tranquilidade, mais paz, mais harmonia nos nossos corações. Senhor, dá-nos a tua bênção, conduz-nos ao teu redil de amor e permite que nesta noite, como de tantas outras, possamos endereçar a nossa gratidão ao nosso Divaldo, que abnegadamente deu a sua vida. para que pudéssemos estar aqui contando com o beneplácito dos bons espíritos e que dele também para prosseguirmos lutando, servindo, amando e passando. Ser conosco, Jesus querido. Fica conosco. fica em nossos corações hoje e sempre. Que assim seja. Mais uma vez, então, boa noite a todos. Vamos dar início ao nosso conversando
vindo, amando e passando. Ser conosco, Jesus querido. Fica conosco. fica em nossos corações hoje e sempre. Que assim seja. Mais uma vez, então, boa noite a todos. Vamos dar início ao nosso conversando sobre espiritismo. Aqueles que tiverem interesse de fazer as perguntas, temos o nossa equipe aí de apoio, caneta e papel na mão. Sintam-se à vontade para fazer as as questões aqui para a nossa mesa para serem respondidas à noite de hoje pelo nosso irmão Paulo de Tarso e pela professora Sola Gixas. Agradeço a presença da caravana que veio fazer uma visita à mansão do caminho no dia de hoje. A presença de vocês aqui à noite. Vamos fazer então aqui uma, eu vou falar da presença da revista Nossa Presença Espírita. É comemorativa aos 73 anos da Mansão do Caminho que ocorrerá agora no dia 15 de agosto. É uma revista que foi criada pelo tio Nilson, 51 anos. Ela está completando. Nós interrompemos no período da pandemia e reiniciamos agora neste ano dando continuidade à parte física. Antes ela ela sempre teve digital, mas teve esse esse intervalo da pandemia que nós suspendermos e hoje ela continua. Não é uma revista de interesse comercial, é uma revista absolutamente institucional, é da instituição, da casa, da doutrina espírita, com ótimos artigos, ótimos articulistas. Ela é muito bem preparada na parte gráfica, né? E nós estamos preparando agora para o mês, pro próximo bimestre, uma revista comemorativa que será eh em homenagem Adivaldo Franco. Vai ser uma revista quase que um livro, vai ser bem mais do que uma revista, vai ser algo assim muito bem, tá sendo muito bem elaborado, né? E em segundo item, nós vamos falar do nosso seminário que vai ocorrer esse final de semana, né? O Centro Espírita. Eh, aprendizado, autoconhecimento e transformação. Ele começa às 16 horas, vai até às 19, pequeno intervalo e de noite a continuidade a partir das 20 na reunião doutrinária, né, com a mesma equipe, Adilto Bugliese presente e a equipe do projeto Manuel Felendo de Miranda com José Amurim, a Tânia Menezes e Ulíes
e noite a continuidade a partir das 20 na reunião doutrinária, né, com a mesma equipe, Adilto Bugliese presente e a equipe do projeto Manuel Felendo de Miranda com José Amurim, a Tânia Menezes e Ulíes Guimarães. Então, sinto-se à vontade. As inscrições praticamente tá lotado aqui o salão, né? Mas ainda temos alguns lugares. Na ocasião será oferecido o livro do Adilto Burgiles, que nós estamos relançando, que é o Kardec, Alan Kardec e o Centro Espírita, né? A, o próximo evento nosso será no dia 9 de agosto, que é o seminário com o Dr. Leonardo Machado. Nessa ocasião, ele estará lançando um livro também, chama Ansiedade e Felicidade. Então, aqueles que quiserem participar, eu sei que já eu falei desse evento na na no sábado, né, e praticamente já teve uma grande quantidade de pessoas que se inscreveram nesse seminário ansiedade e felicidade com o Dr. Leonardo Machado e o lançamento do livro que ele vai eh vai ser editado pela editora Leal. Aí no dia 16 de agosto, que é no próximo sábado, acontece, nós teremos aqui a presença do Cloves Melo, que eu fui diretor do filme do Divaldo Franco, né? E nós vamos fazer tipo de um debate com o Cloves Melo, o Adilto Buglies, Jonas Pinheiro e a Luziane Bahia. Esse esse debate assim é uma conversa sobre o filme, os bastidores do filme, porque o Cloves Melo tem muita informação que às vezes não é transmitida, né? Como é que foi o desenvolvimento de toda a trajetória na elaboração do filme? Então ele vai estar conosco aqui, o Jonas Pinheiro, que intermediou junto com a Disney, que é a proprietária do filme, que liberasse para que nós pudéssemos passar aqui de forma gratuita. E é o nosso amigo lá de São Paulo. >> E Jesus chega e se mostra para Paulo, ali estava o convite a Paulo para aceitar aquelas novas, aquelas novas aqueles novos ensinamentos. O que ele sabia acabou, perdeu tudo. Agora eram coisas novas. Ele vai dizer na primeira carta aos Coríntios que esse momento houve uma transição entre a sanidade e a loucura. O que era loucura antes passou
ele sabia acabou, perdeu tudo. Agora eram coisas novas. Ele vai dizer na primeira carta aos Coríntios que esse momento houve uma transição entre a sanidade e a loucura. O que era loucura antes passou a ser sanidade. Ele passa a aceitar as coisas que eram dadas aos loucos. Ele aceita como suas. E a partir daí ele aceita isso. Por quê? Porque Jesus trouxe para ele o mandato de ele ser por ser o vaso escolhido, dele ser o divulgador para os gentios, para a gentilidade de toda aquela nova doutrina. aquelas novas teorias. Então, Paulo desafiava os homens do caminho porque eles, ao contrário, eram discípulos de Jesus e Paulo não. Paulo foi iniciado por um Jesus, um Jesus simbólico, fluídico, morto. E a partir do momento em que Paulo faz esse embate, aí há toda uma construção da igreja do século Io, que é justamente esse embate entre Thiago e Pedro, que eram os defensores da teoria tradicional. eh, do cristianismo primitivo, nascente e e Paulo, que agora estava mudando algumas coisas em função desse entendimento que ele tinha em relação ao que Jesus pedia que ele divulgasse, que era o seu evangelho. Então, Paulo, ele foi o grande divulgador do cristianismo. Ele foi uma figura extremamente importante. Alguns dizem que nós hoje temos o cristianismo graças a Paulo, porque ele foi aquele que espalhou o cristianismo em diversos lugares. E ele só fez isso porque houve uma conversão no seu processo interno. Ele teve essa mudança e por isso ele matou o homem velho literalmente e se permitiu ser um homem novo. Resumindo essa história, o que Paulo deixa para todos nós é justamente essa capacidade que cada um de nós tem de dizer não as circunstâncias da vida. Ninguém precisa morrer do jeito que nasceu. A gente pode muito bem chegar num determinado momento da vida, dizer: "Não, eu quero ser diferente. Eu posso aceitar algo diferente". E fazendo isso, a gente Paulo, mostra que é possível porque a sua vida mudou muito, mudou radicalmente. Então Paulo é um exemplo de conversão, como Buda é um exemplo de
posso aceitar algo diferente". E fazendo isso, a gente Paulo, mostra que é possível porque a sua vida mudou muito, mudou radicalmente. Então Paulo é um exemplo de conversão, como Buda é um exemplo de conversão, como Gand é um exemplo de conversão. E a gente tem muitos outros aqui na terra de pessoas que nos dizem que o ser contingente pode mudar a sua condição de estar na terra desde que deseja e desde que tenha os fundamentos para fazer essa mudança. Ô Paulo, eu estenderia até um pouco mais essa pergunta que eu achei muito interessante. E quando eu penso em Paulo, essa transformação do do cristianismo, né? Ele fincou as bases do cristianismo e nós estamos bebendo essa fonte até os dias de hoje. Eu fico pensando Divaldo Franco, né? o de faldo franco em relação ao espiritismo, ao consolador prometido, que quizá nós não teríamos um espiritismo com essa pujança, eh, porque ele divulgou o espiritismo no mundo, né? Isso >> em visitou 71 países. E tem uma obra, as obras de Manuel Filomeno de Miranda, de, aliás, de Manuel Viana de Carvalho, que elas são pouco divulgadas, pouco vividas, pouco conhecidas e as pessoas às vezes não valorizam o Manuel Viana de Carvalho da forma que deveriam valorizar, porque para mim o Viana de Carvalho foi o professor do Divaldo. >> Uhum. E o Divaldo quando ia fazer uma palestra, uma palestra técnica mais difícil, quando ele estava muitas vezes doente, não tinha condições às vezes físicas de fazer a palestra, quem fazia a palestra era Manuel Vevalho e E nós temos diversos centros espíritas no Brasil por causa de Manuel Viande de Carvalho. >> Uhum. Uhum. Ele saía de um estado, ela, digamos, tinha um colui entre o poder militar e o poder clerical, que não queriam que ele divulgasse o espiritismo. Então, a igreja pedia pro pro exército que retirasse ele daquela cidade. Ele saia daquela cidade, ia para outro, >> na outra ele fazia outro centro espírito, outro centro espírito e assim por diante. Então veja que ele transferiu esse tipo de comportamento
daquela cidade. Ele saia daquela cidade, ia para outro, >> na outra ele fazia outro centro espírito, outro centro espírito e assim por diante. Então veja que ele transferiu esse tipo de comportamento ah para o Divaldo Franco também e ampliou, né? Porque aí o Edivaldo se espalhou através da benfeitura Joana de Anes pro mundo inteiro. Você não entende dessa forma, Paulo assim que o Divaldo foi >> um divulgador de espiritismo no mundo. >> Recebe mandato. Paulo de Tarso. >> É exatamente. Ele recebe o mandato. Paulo e no tempo de Paulo, Paulo andou 10.000. 1000 km nas suas viagens todas, mais ou menos 10.000 km. E Paulo eh não tinha avião, né? Ele era de barco, era de animal, no lombo de animal, andando muitas vezes. Ele ele trabalhava e o trabalho que ele que ele exercia era para a su o seu sustento, porque ele também arrecadava fundos para a igreja. Então ele também era um coletor, né, de certa forma. E e ele ele apanhou muito, sofreu bastante, como o Divaldo também eh se esforçou, porque essa não, quando a gente vê uma pessoa como Divaldo assim se apresentando e vê ele todo arrumadinho, a gente diz assim: "Nossa, como é bom ter uma vida dessa, né? Ter Joana do lado". Aí a pessoa tá numa dúvida e diz: "Ô, minha irmã, me diga aí como é que faz aí o espírito vai, faça isso, faça aquilo." Deve ser bom demais fazer isso. Ninguém sabe >> o preço, >> o preço, o cálice, né? Eh, quando a pessoa recebe o mandato desse, certamente alguém deve perguntar: "Você tá disposto a beber desse cálice que eu de te dar?" Então ele, Paulo apanhou bastante. Tem uma uma um episódio na cidade de Listra que ele foi jogado no lixo, literalmente, quase como morto. E depois os amigos pegam e no dia seguinte ele está na rua fazendo o seu a sua pregação. E eu me recordo dos últimos dias de Divaldo aqui nesse salão, do esforço em ingente que aquele homem fez para se levantar da cama para vir para cá para estar com a gente. Então é mais ou menos o episódio de Listra. revivido aqui na mansão do Caminho, quando ele
do esforço em ingente que aquele homem fez para se levantar da cama para vir para cá para estar com a gente. Então é mais ou menos o episódio de Listra. revivido aqui na mansão do Caminho, quando ele com o seu corpo totalmente combalido, totalmente cheio de eh enfermidades e comorbidades, ele vem, sai de lá e entra aqui no salão sorrindo. As pessoas que não sabiam chegavam aqui na mesa e viam aquele homem recebendo as pessoas. Aí a pessoa vinha, falava dos problemas e ele dava conselhos. Imagina a pessoa que passou o dia na cama ali, né? E isso realmente mostra que os paulos estão por aí trazendo luz pra gente, né? Os Paulos de verdade, porque esse aqui é genérico, os de verdade, >> né? Ô Paulo, o Paulo também tem uma coisa interessante que era o ele teve, digamos, uma grande professora, o Divaldo Franco, né? Que foi a benfeitura Jane, é brilhante educadora. E e enfatizando novamente a presença de Manuel Vian de Carvalho, eu imagino a pressão que ele recebia da igreja naquela época, né, e dos seus eh superiores, né, tanto assim que ele ele terminou a carreira dele como major >> e e eu pergunto assim, por que que ele não foi a coronel, não é? é a pressão militar que tinha em cima dele também, dos superiores dele, e que ele era praticamente expulso da de uma cidade, ia paraa outra e chegava na outra, ele fazia a mesma coisa de novo. Quer dizer, é uma persistência, uma vontade de vencer, uma vontade de ser, digamos assim, mostrar doutrina espírita, eh, abrindo mão da carreira da da profissão, da família para poder servir o espiritismo. Então, era um, era brilhante a presença desse homem na vida, né? >> E sabe que tem uma coincidência de Viana de Carvalho que a cidade que ele nasceu era conhecida como princesa do sertão. >> É. E como Feira de Santana também é princesa de princesa do sertão. É, >> é a cidade de volta. >> Feira de Santana é princesa do sertão, né? É a mesma cidade de Viana de Carvalho. Então não tem nada de >> Não tem nada. Aí eu uma vez um amigo de Feira de Santana me chamou para fazer
de de volta. >> Feira de Santana é princesa do sertão, né? É a mesma cidade de Viana de Carvalho. Então não tem nada de >> Não tem nada. Aí eu uma vez um amigo de Feira de Santana me chamou para fazer uma palestra sobre Bitencu Sampaio e aí eu botei na cabeça Bitencu Sampaio e tal. Faltando três dias pra palestra. Aí veio na cabeça só Viana de Carvalho. Só Viana de Carvalho. E aí eu peguei a biografia dele, deu uma olhada e tal, dis tá tudo bem, tô aqui, vou falar sobre Viana de Carvalho e dessa relação dele com Divaldo. Quando cheguei lá, eu crente rente que era Viana de Carvalho, o rapaz se levanta e faz uma poesia em homenagem a Bitencu Sampaio. E aí eu caiu a ficha que eu estava com personagem errado. E cadê que vinha alguma coisa de Bitencu Sampai naquele momento? Aí eu fiz uma palestra falando de Viana de Carvalho, mas citando o Bitencu Sampaio como exemplo igual a ele, para não ficar muito feio para mim. >> Brilhante. A professora queria >> Boa noite. Eh, como eles fizeram esse paralelo entre Paulo de Tarso, não, esse o outro, viu, gente? E Divaldo Franco, a gente nota o quê? que essas almas tiveram uma doação, fizeram uma doação de vida, porque nós, pelo mínimo, nós já estamos reclamando. Você vê, Paulo ficou cego por e ia matar Ananias. E é Ananias que cura ele porque Jesus havia mandado. Então ele faz um périplo, vai pro deserto para estudar com durante 3 anos. para conhecer a os pergaminhos que foram doados por aquele que era também um doutor da lei, mas que tinha abandonado aquela vida e tinha escrito tudo que ele pensava a respeito de Jesus. Entra Divaldo, que todo mundo, como disse Paulo de Tarso, nosso companheiro, naquela simplicidade, naquela humildade, você chegava aqui, ele sempre sorrindo. Alguém se preocupou em pensar, será quais foram as renúncias que essa alma fez? Quais foram as dificuldades enfrentadas que nem Paulo? Porque ele era tão grande que nunca esboçou um gesto de revolta, de indignação, de cobrança, nunca distratou ninguém. Pelo contrário,
a alma fez? Quais foram as dificuldades enfrentadas que nem Paulo? Porque ele era tão grande que nunca esboçou um gesto de revolta, de indignação, de cobrança, nunca distratou ninguém. Pelo contrário, quando houve um movimento dizendo que ele tinha plageado uma mensagem, ele se calou, sofreu calado, os advogados quiseram defendê-lo, ele não permitiu. Vocês imaginem o sofrimento dessa alma que se dedicou a servir a Jesus para nos mostrar que nós que estamos querendo aprender a um dia chegar a um discipulato, não é gratuito. é vencendo as próprias limitações e avançando, porque os espíritos superiores esperam de nós o quê? A nossa anuência. Então vem os desafios. A gente amarela, eles não podem investir porque não vão contra a o nosso livre arbítrio. Mas imaginemos os sacrifícios que essas almas fazem para manter o discipulato fiel a Jesus. Então eu me lembro que Divaldo teve uma época que ele ficou sem dormir e ele os obsessores montaram um como se fosse um círculo em volta ali da Casa Grande, tocando tambores dia e noite, dia e noite, dia e noite. E ele já não aguentava mais de dor de cabeça. Nunca se queixou a ninguém. Certo dia, Dr. Bezerra apareceu a ele e ele disse: "Doutor Bezerra, eu estou com a cabeça que vai explodir". Dr. Bezerra chegou, ele contou para nós, com uma toalha úmida, botou na cabeça dele e ele adormeceu porque ele já não dormia. E aquilo porque a mediunidade dele era um mediunato, é diferente do vulgo, do comum. atingi o máximo. Então ele percebia o que nós não percebemos, o que nós nem sonhamos em realizar. Então aqueles sons entravam na sua cabeça como estiletes repetitivos. Então veja bem, e aí ele tem, ele adormece e quando ele acorda já não tem mais. Imagine se nós que queremos fazer alguma coisa, pelo mínimo a gente, já não vou mais pro centro não. Como se o centro precisasse da gente. Nós é que precisamos do centro. O local aonde estão os bons espíritos nas casas sérias, que tem um trabalho organizado, aonde se pensa na caridade, acima de
não. Como se o centro precisasse da gente. Nós é que precisamos do centro. O local aonde estão os bons espíritos nas casas sérias, que tem um trabalho organizado, aonde se pensa na caridade, acima de tudo. O que é que essas almas fizeram? doaram suas vidas, oferecendo-se como a caridade maior paraa humanidade. Como Paulo de Tassço acabou de falar, o companheiro dele, que sai eles não sejam parentes e a gente nem sabe, né? Então eles tiveram um esforço, fizeram e doaram suas vidas. E todos os dias nós devemos agradecer a Adivaldo agora, a Paulo de Tarso pelo cristianismo e Adivaldo por nós estarmos aqui junto com tio Nilson. Dois jovens começaram jovem, entregaram sua vida para que a gente pudesse hoje estar desfrutando dessa convivência fraterna e amiga. >> Pescar hábitos saudáveis, pensamentos positivos, evitar conversações negativas, procurar praticar o autoconhecimento, trabalhar com meditação, fazer atividades físicas. Tudo isso são medidas profiláticas, são medidas que ajudam não a pessoa simplesmente a se livrar da ansiedade, mas também a preparar-se para os embates da vida. O espiritismo pode ajudar como dizendo: "Você é um espírito imortal, célula divina. Você tem em você todas as potências da construção das suas vontades e das suas missões. Você pode superar os obstáculos desde que você se coloque a essa disposição com a força e acredite em você mesmo. Então isso nos empodera. Saber que somos espíritos em evolução, isso nos dá poder para os enfrentamentos da vida. E isso faz com que os problemas que seriam imensos sejam diminuídos. Na questão do trauma, nós temos hoje já na epigenética, nas pesquisas, informações de que o trauma pode, os os as ansiedades do das síndromes pós-traumáticas, elas podem passar de gerações para gerações, elas podem ser transmitidas aos filhos sem que o filho tenha necessariamente um motivo, ele pode simplesmente se perceber ansioso, porque recebeu do pai ou da mãe recebeu uma carga genética alterada. Então isso mostra quanto nós devemos realmente
o filho tenha necessariamente um motivo, ele pode simplesmente se perceber ansioso, porque recebeu do pai ou da mãe recebeu uma carga genética alterada. Então isso mostra quanto nós devemos realmente cuidar desse tipo de coisa. Nós temos também uma recomendação que eu uso particularmente nós temos uma filha que ela tem 25 anos de idade, 24 anos de idade e ela de vez em quando tem umas crises de ansiedade assim, ela chega: "Meu pai me faço umake". Aí o olhinho assim, eu já sei que é. Aí ela fica sentada na sala e antes de fazer o reik nela, a gente faz a respiração, respiração abdominal, não é? com a pausa, com o pensamento na respiração. E aí quando a gente começa a fazer o rec, ela já tá completamente eh eh relaxada, ela já não tá mais naquela crise de ansiedade, porque a respiração devia vender em farmácia, ela ajuda muito no processo da ansiedade. O espiritismo nos ajuda isso, a gente acreditar na gente mesmo e a gente trilhar por caminhos evolutivos que nos livrem das influências que podem nos levar aos estados ansiosos. E é quando relação aos traumas, aí dá um pouco mais de trabalho, mas sempre com a orientação de profissionais capacitados para poder conduzir esse processo até o fim. Bem, eh, nós temos uma pergunta que ficou da semana passada, mas interessante que essa pergunta veio pro YouTube e também teve uma pergunta do público sobre o mesmo tema e hoje repetiu. Então, vou pedir pra professora Solante responder e referente, professor, aos trabalhadores da última hora. Quem são esses trabalhadores da última hora citados no Evangelho? Se eu não me me engano, é o capítulo 20 do Evangelho, aonde eh os espíritos vem nos esclarecer através de uma parábola o convite para que eles fossem trabalhar na vinha daquele senhor. E o da primeira hora eles foram e participaram, combinaram de ganhar um denário. Depois, eh, mais adiante outros foram convidados e no final da tarde, quer dizer, eu tô traduzindo para o nosso tempo, que lá era diferente da forma como é apresentado na parábola.
ganhar um denário. Depois, eh, mais adiante outros foram convidados e no final da tarde, quer dizer, eu tô traduzindo para o nosso tempo, que lá era diferente da forma como é apresentado na parábola. Eles foram convidados já na última hora para ganhar um denário também. E eles todos ao final da tarefa, eh, o senhor da vinha manda que começasse a ressarci aqueles que chegaram pela última hora. E aquele que chegou pela última hora tinha feito o seu trabalho e recebeu um denário. Os outros vieram também um denário da primeira hora, um denário. Mas que horror. E aí começou, né? Por que que ele que chegou por último vai também receber a mesma coisa? E os espíritos vem nos esclarecerem a respeito de que esses não foram trabalhar antes porque não haviam sido convidados, não porque eles tivessem deixando a tarefa para mais adiante, mas simplesmente porque não foram convidados anteriormente e fizeram o trabalho tão bem feito quantos da primeira hora. Mas nisso também os espíritos vem nos esclarecer que Jesus utiliza dessas citações para nos lembrar as três revelações. A primeira, Moisés, a segunda, Jesus. E a terceira, o espiritismo, o consolador prometido. Então, vejamos quem são os da última hora, os espíritas. Então, nós temos a responsabilidade de fazer a tarefa tão bem feita quanto ele o fez, quanto Moisés também. Então, a nós espíritas somos trabalhadores da última hora, precisamos dar o nosso melhor. Não quer dizer que vai ser o de Paulo de Tarso, o de Mário Sérgio, o de Divaldo, enfim, mas é o nosso melhor, é aquilo de que somos capazes, que isso é que vai contar. Não é eu querer me espelhar naqueles que estão na minha frente, mas que eu possa oferecer dentro do que eu posso, do que eu sou capaz, do que eu já me desenvolvi, a minha parte melhor. E os espíritos vem o nosso esforço e esse esforço dentro das suas possibilidades, dentro do seu nível evolutivo e do que ele já é capaz de realizar no bem. >> Obrigado, professora. Eu eu também gostaria de comunicar aqueles que nos
rço e esse esforço dentro das suas possibilidades, dentro do seu nível evolutivo e do que ele já é capaz de realizar no bem. >> Obrigado, professora. Eu eu também gostaria de comunicar aqueles que nos assistem aí de forma remota pelo YouTube e pelos outros canais aí virtuais, é que tá tendo uma estabilidade na internet. Nós temos aqui duas linhas de internet, dois provedores. Quando um falha, o outro automaticamente entra, mas os dois falharam. Nós estamos transmitindo por 5G, né? Por isso que tá tendo através do celular, por isso que tá tendo uma estabilidade aqueles que nos assistem de forma remota. Não é um um problema interno nosso, é o fornecimento da da internet que está oscilando, né? O Paulo tem uma pergunta, Paulo. >> Eh, como devemos nos comportar diante de tantos tumultos e ódio nesses dias? Send Divaldo, tio Nilson, síntome-me off. Eu eu penso naqueles dias dos últimos momentos, né, com nosso amigo querido Divaldo, veio aquela sensação de responsabilidade aumentada, porque quando um personagem desse sai de cena, nós somos responsáveis pela manutenção desse legado. Nós não temos o direito jamais de destruir o que a gente não construiu. Ao contrário, a gente deve ampliar sempre isso que foi construído e receber isso como herança, com a gratidão daqueles que nos precederam e que abriram os caminhos para que nós pudéssemos estar onde nós estamos. Quando eu penso nos espíritas dos tempos chamados heróicos, que eles diblavam a polícia, que eles se escondiam como os cristãos primitivos nas catacumbas para poder continuar fazendo o estudo da doutrina, a gente hoje está aqui por causa deles. A gente está aqui por causa de Luís Olímpio Tes de Menezes. A gente está aqui por Manoel Filomeno de Miranda. Nós estamos aqui por Leopoldo Machado. Nós estamos aqui por muitos daqueles que vieram Bezerra de Menezes, que construíram esse movimento espírita, assim como Divaldo, assim como Chico. Então eu penso nessa pergunta e sei exatamente esse esse sentimento que quando a gente tem essas
eram Bezerra de Menezes, que construíram esse movimento espírita, assim como Divaldo, assim como Chico. Então eu penso nessa pergunta e sei exatamente esse esse sentimento que quando a gente tem essas figuras, a gente sempre pensa nelas como referencial. Agora, quem vai ficar no lugar dessa pessoa? Essas pessoas não têm substitutos. Elas não têm substitutos. Os substitutos dessas pessoas somos nós, cada um no seu quadradinho, no seu, na sua parte, na parte que nos cabe, fazendo o melhor que nós podemos fazer em honra a esses homens, essas pessoas, essas mulheres maravilhosas que estiveram aqui e que nos ensinaram um pouco mais sobre como viver uma realidade humana sendo espírito encarnado. E é a a metáfora que a gente pode usar é a metáfora da semente. A semente precisa do agricultor no momento em que ela vai ao chão, no momento em que ela está indo em eclusão, no momento em que ela está começando a dar os primeiros brotos, ela precisa do agricultor. Mas quando vira um tronquinho que ela começa a dar galhos e começa a dar flores e começa a dar frutos, o agricultor não precisa mais. A responsabilidade agora é da árvore. E nós somos essas plantas que fomos plantados pela semente do semeador que jogou em nossos corações essa semente para que nós possamos frutificar 60 por um, 100 por um. Então vamos pensar sempre nesses nossos irmãos, no nosso coração e saber que nós não estamos desamparados. Porque Jesus dizia que nenhum dos seus seguidores estariam desamparados. Nenhum dos filhos do Pai Celestial estariam desamparados. Vamos pensar neles como a oração da gratidão e a certeza de que nós conseguimos fazer a nossa parte sem que eles estejam conosco nesse instante. O mundo está triste. O mundo sempre foi um pouco confuso. Nós vivemos num planeta, tipicamente planeta de terceira ordem, um planeta que está em transição, um planeta onde as pessoas ainda vivem muito presas na carne. E esses problemas que estão acontecendo aí são naturais desse tipo de habitação, desse tipo de planeta que a gente
que está em transição, um planeta onde as pessoas ainda vivem muito presas na carne. E esses problemas que estão acontecendo aí são naturais desse tipo de habitação, desse tipo de planeta que a gente escolheu para viver. Mas se a gente quiser realmente mudar isso no futuro, talvez a gente não veja a mudança, mas a nossa responsabilidade é fazer o melhor possível hoje, porque um, outro e outro e mais outro. Juntos nós poderemos mudar esse mundo pelos exemplos, não só de uma, de duas, de três pessoas, mas os exemplos menores de cada um de nós. Aí a gente muda isso para que os nossos descendentes, aqueles que vierem depois, possam ter o mundo melhor para viver. Assim como hoje nós podemos usufruir daquilo que os outros nos deixaram por legado. >> Bem lembrado, Paulo. Eu convivi muitos anos com o tio Nilson e com Divaldo, naturalmente, né? E o tio Nilson tinha uma algo assim especial na personalidade dele. Ele era um homem de uma fé que eu não conhecia em outra pessoa, né? Ele dizia que tudo que acontece na vida é pela vontade de Deus. E e ele absolutamente ele mantinha isso com uma rigidez na vida dele. Então, por maiores que fossem as dificuldades, ele sempre era fiel a Deus, porque ele acreditava que a regência da vida é de Deus, né? E o Divaldo nos últimos anos ele foi muito sábio. Ele preparou toda a equipe, todos nós, a diretoria, os os voluntários, os colaboradores, as pessoas próximas, né? Ele foi preparando um a um, né? Alguns anos atrás chegou isso para mim assim: "Olha, eu sou vice-presidente da mansão, eu não quero ser mais nada da mansão, absolutamente mais nada". Você me tiro de qualquer cargo executivo, não tenho responsabilidade nenhuma. pela obra, pelo desenvolvimento da obra. Aí ele pediu para sair. Então, para nós colocarmos um cargo, nós colocamos ele no estatuto como presidente honorífico. Ele tinha os mesmos direitos, os mesmos deveres do presidente e mais alguns por ser o fundador da casa, né? Então foi o cargo que ele ocupava, mas sem função executiva, né? Então o
sidente honorífico. Ele tinha os mesmos direitos, os mesmos deveres do presidente e mais alguns por ser o fundador da casa, né? Então foi o cargo que ele ocupava, mas sem função executiva, né? Então o nosso processo de execução, de governança, é feito pela diretoria da casa, pelas pessoas que ficaram. Então não houve nenhuma quebra da continuidade dos nossos dos nossos serviços, dos nossos trabalhos, né? Continua tudo normal. Que nem o Paulo disse, o Divaldo é insubstituível, né? Insubstituível. Mas a obra, muitas pessoas no velóri, no sepultamento de Divaldo, ah, mas que que vai ser da obra Mansão do Caminho? Assim, a obra ela foi preparada há 200 anos atrás, quando a benfeitora Joana de Jantes desencarnou em 19 de fevereiro de 1822, ela foi levada ao mundo espiritual e ali ela começou uma nova trajetória. Ela foi convidada pro Francisco de Assis para participar da codificação da doutrina espírita. Teve duas mensagens no evangelho, né? E depois ela pediu para Francisco de Assis para fazer uma obra de educação. Ele anuiu, levou a Jesus a solicitação, Jesus aprovou. Ele disse: "Você faça de educação, mas faça também de assistência social". Assistência social no lado franciscano, educação no lado da benfeitora Joana de Angângeles. Como um pode viver sem o outro, ela associou mais algo além que foi a saúde. Então nós temos aqui saúde, educação, assistência social e religião são os nossos pilares. Então ela planejou essa obra há 200 anos, né? E essa obra teve autorização à doença de Francisco de Assis e aprovação de Jesus Cristo, né? Não sou eu que vou dizer que é que vai acontecer no futuro. A responsabilidade não é minha. Eu tenho que obedecer. Eu sou, eu obedeço ordens, né? Eu acredito que as ordens vem do mundo espiritual da prefeitura Jonas de Andes, que ela que é a presidente, né? Ela que é a diretora e a responsável pela obra, né? Então ela conduz, sempre conduziu, sempre conduziu. Eu vejo nos nossos números, na nossa contabilidade, tudo, tudo acontece. Eu digo sempre aqui, tem
la que é a diretora e a responsável pela obra, né? Então ela conduz, sempre conduziu, sempre conduziu. Eu vejo nos nossos números, na nossa contabilidade, tudo, tudo acontece. Eu digo sempre aqui, tem uma contabilidade em paralelo no mundo espiritual. Eu vejo os números aqui, daqui veio de cima para baixo. Sempre vem, nunca falta nada, porque ela é uma benfeitura que tem uma generosidade muito grande. Ela se espelhou em Jesus. Vocês notam que Jesus era sempre muito abundante. Era muito peixe, era muito pão, eram muitos ensinos, muitos discípulos. Ele sempre foi um homem rico e abundante. E ela sempre segue na mesma linha. E ela muito, ela ela é muito cartesiana no preparo e na seriedade dos trabalhos que ela desenvolveu. A educação do Divaldo foi uma educação rígida, assim como o Chico Xavier teve uma educação rígida com Emanuel, né? Vocês não vê nenhuma fotografia de Jesus com os dentes aparecendo. Vocês não vem nenhuma fotografia de Joana de Anâng dentes aparecendo. E Emanuel também não. Eles são rigorosos porque tem um compromisso, uma seriedade. Então ela nos educou assim aqui dentro, dessa mesma forma, sérios, rígidos, cartesianos, eh, e levando a doutrina espírita dentro desse, desse espírito de seriedade, de compromisso, né? E então a obra é uma obra de Jesus, né? Se não fosse ela não estaria de pé como está hoje e sendo conduzida da mesma forma, né? Então e o Divaldo foi teve essa sabedoria de preparar todo todos os os eh voluntários, as pessoas próximas da ele para continuar desenvolvendo o trabalho. Mas ele em si não tem outro, né? Mas deixou o quê? um legado. Deixou o legado dos livros, das palestras, das mensagens, dos ensinos, do comportamento, da educação. Isso foi a herança que nós estamos bebendo nessa fonte e beberemos por muitos anos nessa fonte segura dos ensinos que Edivaldo Franco nos deixou. Então, vamos nos preparar aqui para o encerramento da nossa reunião, né? E eu agradeço muito ao Paulo, a quem eu solicito agora que se despeça de nós. Paulo,
os ensinos que Edivaldo Franco nos deixou. Então, vamos nos preparar aqui para o encerramento da nossa reunião, né? E eu agradeço muito ao Paulo, a quem eu solicito agora que se despeça de nós. Paulo, >> só gratidão, pedindo ao Pai Celestial que derrame sobre todos nós as bênçãos de paz e de luz e que nós estejamos sempre inspirados para uma vida melhor e para a transformação desse planeta em um mundo de amor. Paz a todos. Muito obrigado então a presença do Paulo, a da professora Solange, a equipe do Sérgio e o Júnior que hoje ficaram ali em grandes dificuldades, tentando consertar e arrumar a nossa internet, né? ao público que nos assiste, a vocês que vieram de longe de, né, viam da de São Paulo, de São Paulo para fazer é um grupo bastante grande que vem visitar a mansão do caminho, né, aqueles que nos assistem também aí pelos canais virtuais, a nossa gratidão. Então, convido os médicos passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores para o nosso aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, abençoado amigo das nossas vidas. Realmente, Senhor, foi pela vossa aprovação, pela vossa condução, que esta casa, mansão do caminho, Centro Espírita Caminho da Redenção, está permanentemente desenvolvendo os seus trabalhos. Nesse bairro humilde de Pau da Lima, na cidade de Salvador, a benfeitora que já esteve morando aqui na cidade de Salvador há 200 anos, como uma abadeça Joana Angélica de Jesus, que esteve entre nós. Esse trabalho foi planejado, desenvolvido segundo os vossos preceitos, Senhor, segundo a vossa vontade. Consideramos que aqui seja um farol. E esse farol é tão necessário nos dias de hoje, porque é farol que ilumina a noite escura que nós estamos vivendo. Este farol atrai aqueles que se acham perdidos e comparecem à instituição na busca de socorro e amparo. O farol é visto de dia pelos filhos do Calvário e é visto à noite pelos espíritos que procuram a luz para os seus problemas pessoais e são socorridos nas nossas reuniões mediúnicas e no nosso trabalho
O farol é visto de dia pelos filhos do Calvário e é visto à noite pelos espíritos que procuram a luz para os seus problemas pessoais e são socorridos nas nossas reuniões mediúnicas e no nosso trabalho espiritual. Abençoa, pois a todos nós aqui presentes. Nossa gratidão e morredoura a Nilson de Souza Pereira, Adivaldo Pereira Franco, a benfeitora Joana de Angeles e toda a equipe que ela montou, inclusive os seus 10.000 filhos que ela ajuda, socorre e ampara. e orienta na tual existência. Abençoa também, Senhor, o nome dos encarnados e dos desencarnados que colocamos na entrada desse cenáculo. Abençoa a água, transformando-a num remédio para as nossas problemáticas físicas, espirituais, emocionais. E quando agora retornaremos aos nossos lares, leve o nosso coração rico de agradecimento para aqueles que nos esperam, nossos familiares, que a nossa residência, os nossos lares sejam enriquecidos pelo hálito da vossa presença. Abençoa-nos, despede-nos na vossa paz. e permaneça instantes mais com todos nós. Muito obrigado a todos. Que Jesus nos abençoe. Está encerrada a nossa reunião.
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