Mário Sérgio, Solange Seixas e Paulo de Tarso • Conversando Sobre Espiritismo
Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Paulo de Tarso é analista de sistemas com pós-graduação em Redes de Computadores e Gestão de Empresas de Base Tecnológica. Ele também possui formação na área de Terapia Holística Transpessoal, com foco em Terapia Sistêmica de Família e Constelações Familiares. Atualmente, Paulo desempenha o papel de coordenador do Sistema de Comunicação Social da Federação Espírita do Estado da Bahia, sendo ainda um membro ativo do corpo de palestrantes da referida instituição. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade
A palavra evangélica adverte que Você deve ser indulgente para com as faltas alheias e severam em relação às próprias. Somente com uma atitude vigilante e austéria, o homem consegue a autorrealização. Compreendendo que a existência carnal é uma experiência iluminativa, é muito natural que diversas aprendizagens ocorram através de insucessos que se transformam em êxitos após repetidas faça os processos que engendram. A tolerância desse modo, para com as faltas alheias, não pode ser descartada no clín de convivência humana e social, sem que te acomodes à própria fraqueza, usa também indidgência para contigo. Não fiques remoendo o acontecimento no qual malogaraste, nem vitalizes o erro através da sua incessante recordação. Descobrindo-te em gravame, reconsidera a situação, examinando com serenidade o que aconteceu e regulariza a ocorrência. És discípulo da vida em constante crescimento. Cada degrau conquistado se torna patamar para novo logro. Se te contentas estacionando, perdes oportunidades excelentes de libertação. Se te deprimes e te amarguras porque erraste, igualmente atrasas a marcha. Aceitando os teus limites e perdoando-te os erros, mais facilmente treinarás o perdão em referência aos demais. Quando erres, perdoa-te e arrebenta as algemas com a retaguarda, perseguindo. O homem que ama a si mesmo se ama, tolerando-se e estimulando-se a novos e constantes cometimentos, cada vez mais amplos e audaciosos no bem. Estamos dando início conversando sobre espiritismo. Vamos convidar a nossa irmã Sola de Seixas para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor, a mansietude do teu coração derrama sobre a humanidade a perene chuva de estímulo ao crescimento das tuas criaturas em busca da evolução. Senhor, dá-nos olhos de ver e ouvidos de ouvir, para que não dos falte o bom senso, o equilíbrio e o discernimento. Quando a enchurrada dos desafios baterem a porta dos nossos corações, sejamos capazes de abrir a janela da
e ver e ouvidos de ouvir, para que não dos falte o bom senso, o equilíbrio e o discernimento. Quando a enchurrada dos desafios baterem a porta dos nossos corações, sejamos capazes de abrir a janela da alma, para que o sol da esperança que advém de ti penetre as nossas almas e nós possamos olhar com complacência, com generosidade para aqueles que ainda não te conhecem. E mais ainda, Senhor, para aqueles que te conhecendo ainda continuamos a nos equivocar. faz com que esta primavera de luz possa ser perene em nossas vidas e que o teu auxílio chegue às mansardas mais tristes e acabrunhadas e eles possam erguer a o seu olhar e ver-te, Senhor, na misericórdia que à porta, sem que não se saiba de onde vem, mas caindo nos corações, possa referar de paz e harmonia aqueles que sedentos de equilíbrio, ainda não encontraram o caminho da libertação. Jesus amado, nós te agradecemos e te louvamos, mas te suplicamos mais uma vez pelo teu servidor incansável, que exemplifica a fidelidade ao teu amor e a confiança nos desígnios do Pai. Que as suas dores sejam dirimidas e que a força do amor possa envolvê-lo como chuva de pétalas perfumadas, caindo no seu coração e se diluindo como energias vigorosas. Abençoa, Senhor, a nossa noite e permite que possamos estar contigo hoje, agora e por todo sempre. Que assim seja. Muito boa noite a todos. Estamos dando início então o nosso Conversando sobre Espiritismo. Aqueles que tiverem interesse de fazer perguntas, por favor, enviem aqui para a nossa mesa. A nossa equipe de apoio está aqui presente, papel, caneta na mão, que possamos fazer as perguntas preferencialmente sobre os assuntos relativos à nossa doutrina espírita. Temos hoje aqui conosco na mesa o nosso irmão Jorge Mola lá de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul que veio para o nosso workshop e nos faz companhia. O Dr. Francisco Ferraz, também veio do Paraná e nos faz companhia. e o nosso irmão Paulo de Tarso, a quem eu vou convidar agora para fazer a sua apresentação para o público que nos
nos faz companhia. O Dr. Francisco Ferraz, também veio do Paraná e nos faz companhia. e o nosso irmão Paulo de Tarso, a quem eu vou convidar agora para fazer a sua apresentação para o público que nos assiste aqui presencialmente e também remotamente pelos canais virtuais. Queridos amigos, muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa, amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita nos traga paz e luz aos corações. Boa noite a todos. Uma alegria imensa estarmos aqui mais uma vez neste conversando sobre o Espiritismo. Espero que seja uma noite, como sempre muito agradável para as nossas almas. Muita paz. Muito obrigado, Paulo. Antes de darmos início, então, a nossa a nossa reunião, eh eu tenho um anúncio aqui relativamente a ao Congresso Espírita Mundial, 11º Congresso Espírita Mundial, que irá ocorrer nos dias 4 e 5 de outubro de 2025 no Uruguai, em Punta de Leste. Aqueles que tiverem interesse de se inscrever e participar do evento, está ali o site www11.com, senha de congresso espírita mundial. Então é a nossa irmã Jusara Cor Gold lá de Nova York pediu que nós déssemos início à divulgação desse encontro e com certeza será um um momento de muita alegria para nós da doutrina espírita. Eu sempre falo do Divaldo, hoje mais uma vez, ele está ainda submetido a a cuidados paliativos de enfermagem, cuidados médicos, a saúde está boa, estável e continua, digamos assim, em recuperação, né? Mas ele está bem, agradavelmente bem. Então vamos aqui conversar com o nosso irmão Paulo de Tarso eh a respeito do nosso Conversando sobre o Espiritismo, Paulo, né? Temos aqui já uma pergunta do YouTube enquanto nos chegam outras. É uma pergunta de Conceição. Um bebê nate morto é uma provação para os pais ou para o espírito do bebê? Essa questão, ela é bem discutida dentro da doutrina espírita, porque a gente tem que entender que não existe um corpo viável sem a presença de um espírito que faça com que esse ente se transforme em
Essa questão, ela é bem discutida dentro da doutrina espírita, porque a gente tem que entender que não existe um corpo viável sem a presença de um espírito que faça com que esse ente se transforme em um ser que tenha vida viável. é necessário que haja a possibilidade sempre de um de uma vinculação de um espírito ao corpo, no caso específico do Nat morto ou no caso daquelas daquelas gravidezes que não conseguem alcançar o seu último estágio por conta justamente de uma morte súbita do feto. Claro que existe ali alguma questão que precisa ser analisada sobre três aspectos. Além, claro, da prova para os pais na experiência de uma paternidade, maternidade frustrada em função das suas histórias. Cada um, cada ser carrega em si ou traz consigo, né, o seu dom de ser capaz de ser feliz, né? Então, a gente tem as nossas histórias e às vezes acontece desse tipo de coisa em função da experiência a ser experimentada, a ser passada por aquelas pessoas. Pode ser uma prova para o espírito, pode ser também indo, né, nessa mesma condição da prova para o espírito. Segundo alguns autores, pode ser uma necessidade de reparação do campo perespiritual do espírito por conta da encarnação. Essa é uma tese que está em um livro de um autor chamado Luiz Gonzaga Pinheiro, que ele fala sobre isso. essa questão da tentativa de recuperação dos formatos eh do perespírito através de um processo de gestação que não precisa ir a termo. Pode ser também uma causa biológica, pode ser algo que aconteceu e que não estava previsto, porque a gente não tem esses determinismos exatos. Então, quando se faz uma pergunta dessa, aconteceu isso? Isso é uma prova para o pai, a prova para o filho? Pode ser. Pode ser. né? Então, em verdade, pode ser tudo. Pode ser uma prova pro pai, pode ser uma prova pro filho, pode ser uma causa natural, pode ser uma recuperação perespiritual. Pra gente responder isso com assertividade e dizer: "Esse caso é isso, precisamos conhecer a história dos espíritos. Precisamos saber aquilo que é
ausa natural, pode ser uma recuperação perespiritual. Pra gente responder isso com assertividade e dizer: "Esse caso é isso, precisamos conhecer a história dos espíritos. Precisamos saber aquilo que é pregresso, aquilo que está antes, aquilo que levou à aquele momento para que a gente possa dizer: "Neste caso, especificamente aconteceu tal coisa". Por isso que a gente tem que ter muito cuidado quando a gente responde essas coisas em relação aos espíritos. Obrigado, Paulo. Dr. Francisco, o senhor gostaria de de fazer uma contribuição, né, aproveitar a sua experiência e poder no nos transmitir alguns ensinos relativamente a isso? Eu o que o nosso irmão, Boa noite a todos. O nosso irmão Paulo disse é de uma profundidade grande, né? Porque do ponto de vista do que possa estar ou ter acontecido é uma infinidade de de possibilidades, né? Inclusive má formação da própria questão da biologia, né? Pode envolver isto e pode, de fato, haver ali uma expiaçãozinha também, por que não, da parte do espírito que deveria encarnar, né? E não sei se o Paulo concorda comigo. Às vezes me parece que até o espírito pode desistir, né? No momento em que ele quer ou está para reencarnar, ele pode desistir da reencarnação. É o livre arbítrio, né? Claro que haverá consequências. Então, era isso que eu queria contribuir. Obrigado, Dr. Francisco. Eu tenho uma pergunta aqui pro Paulo, eh, de Maikele, que veio também pelo YouTube. Ela diz o seguinte, Paulo: "Como oferecer consolo a uma mãe que perdeu sua filha por assassinato? Como explicar o retorno ao mundo espiritual nestas condições e a ajuda que esta mãe pode oferecer neste processo? Esse é um momento extremamente complexo, porque a gente falar isso fora do contexto emocional tem um sabor. Estando envolvido nesse nessa situação, é óbvio que tem um outro sabor. Perder um filho, ter uma experiência de um desencarne precoce de uma pessoa amada. Isso não é uma experiência que nós estamos acostumados a passar e não estamos também elaborando isso muito bem na
or. Perder um filho, ter uma experiência de um desencarne precoce de uma pessoa amada. Isso não é uma experiência que nós estamos acostumados a passar e não estamos também elaborando isso muito bem na nossa cultura. A morte ainda é um tabu, algo que precisa ser, digamos assim, mais bem entendido para que a gente possa ter uma compreensão quando acontece a morte de alguém, que fenômeno está ali se processando. Quando a gente observa as leis, as leis que estão na parte terceira do livro dos espíritos, está ali a questão 863, letra A, aonde temos lá uma pergunta que é feita em relação ao fatalismo, o fatalismo da morte, o momento da morte. E ela é dito que da hora da morte, no momento da morte, você não tem o que fazer. Nós chegamos aqui com uma certa carga de tempo. Nós temos uma missão, temos um tempo, uma espécie de programação que foi feita com um intervalo de tempo necessário para essa para essa vida. E quando esse período encerra, nós temos um gênero de desencarne que também está atrelado ao nosso campo, o nosso campo eh existencial. A nossa experiência provacional, ela inclui o momento do desencarne. Então, os as pessoas que desencarnam, de um modo geral, elas estão cumprindo a sua missão nos tempos que foram que foram estabelecidos, exceto o caso dos suicidas, que eles estão antecipando isso, estão fazendo uma, estão rompendo com essa ordem, com esse fluxo natural, desde que aconteçam todas as coisas para a preservação. Se a morte veio naquele momento, é porque aquela morte estava de alguma forma preparada para aquele instante. Dizer isso para uma mãe não ajuda nada, né? não ajuda, porque se ela não tivesse a compreensão, para ela o que existe ali foi um castigo. Para ela o que existiu ali foi uma falta absoluta de sorte ou alguma coisa que realmente caiu sobre a cabeça deles. E não é uma coisa boa. A doutrina espírita, ela veio nos esclarecer sobre a imortalidade da alma. E uma das questões mais importantes da compreensão da doutrina espírita é o fenômeno da morte, do desencarne. E
ma coisa boa. A doutrina espírita, ela veio nos esclarecer sobre a imortalidade da alma. E uma das questões mais importantes da compreensão da doutrina espírita é o fenômeno da morte, do desencarne. E também, claro, em função disso, do desapego. Porque o desapego, aquele desapego pregado por Buda, que ele dizia que a humanidade sofre porque se apega ao que não lhe pertence, se apega àilo que é impermanente. Então, quando a gente aprende a deixar as coisas fluírem, passarem, sem que a gente se apodere daquelas coisas, sejam elas quais sejam, a gente consegue ter um grau de felicidade maior do que aquele que temos quando estamos construindo uma noção da permanência em meio à impermanência. Achar que o impermanente é permanente e que ele nunca vai acabar é uma grande ilusão e que faz com que vez por outra sejamos tragados pela surpresa dessa impermanência se apresentar e dizer: "Cheguei, é meu momento de fazer a colheita daquilo que vim eh coletar". Então, eh, é preciso que nós estudemos, que a gente alargue esse conhecimento da imortalidade da alma. Para além de se sentir espírito, para além de sentir uma epifania, porque vibrou aqui a percepção de um amigo espiritual, nós temos também a compreensão da vida, da sua finitude, da ideia do personagem temporal e que todos nós, nossos filhos, pais, amigos, queridos, cães, o abacate, a flor, todos estão passando pelo mesmíssimo processo, porque existe esse esse ciclo aqui na vida do chegar, do ficar e do partir. Então, o que a gente tem para dizer às mães lutadas e aos pais enlutados, e essa é uma essa é uma prática que eu particularmente tento fazer todas as vezes, é chamar por Deus. Não pedir que Deus faça uma intercessão somente naquele momento, mas pedir que aquelas pessoas se encontrem com Deus naquele instante e possam olhar nos olhos gentis e amorosos desse pai que nós durante toda a nossa formação religiosa aprendemos que ele é amor. e olhar nesses olhos amorosos e saber que de uma pessoa, de um ser, de um ente, seja lá o que for que a gente acredite
se pai que nós durante toda a nossa formação religiosa aprendemos que ele é amor. e olhar nesses olhos amorosos e saber que de uma pessoa, de um ser, de um ente, seja lá o que for que a gente acredite que seja, não pode vir um gesto de castigo, de punição, seja ele qual for, mesmo que a gente ache que a pessoa mereça, olhar para esses olhos amorosos de Deus e confiar que a a providência divina é absoluta, que a inteligência suprema, que é causa primeira de todas as coisas, sabe tudo que deve ocorrer. se aquilo ocorreu naquele instante, está dentro do curso de Deus, está dentro da ordem de Deus. E a gente precisa acreditar e confiar nele e pedir para que esses espíritos que partem de maneira violenta sejam acolhidos pelos irmãos espirituais, que não carreguem mágoas nem ressentimentos em seus corações, que passem a entender que a libertação pelo perdão é a única forma de crescimento maior desse tipo de experiência que passa o espírito, para que ele possa realmente dar passos largos na direção do seu desenvolvimento, da sua evolução, abraçar o luto dessas pessoas. Jamais dizer não chore porque as pessoas vão chorar e elas precisam chorar porque a tristeza é legítima. Mas encontrar no fundo da sua dor a certeza da continuidade da vida e que esses reencontros serão certos. Nós iremos nos reencontrar com os nossos entes queridos uma uma hora espiritualmente e nesse momento em nossas orações, eem nossos pensamentos amorosos. Vamos envolvê-los sempre nesse manto de amor e de compreensão. E ao invés de cobranças, vamos entregar a compreensão de que tudo aconteceu conforme os planos divinos. Muito obrigado, Paulo, pela resposta. Tem uma pergunta aqui que veio pelo YouTube que é da semana passada e direcionada aqui pra professora Solange é de Cal Silene. Tia Solange, qualquer pessoa pode aplicar passe? Ela pergunta porque ela fez um curso de aplicação de passes, mas neste curso ela passou muito mal. Então ela gostaria de ter uma explicação sobre se qualquer pessoa pode realmente aplicar a passe e quais são os
ta porque ela fez um curso de aplicação de passes, mas neste curso ela passou muito mal. Então ela gostaria de ter uma explicação sobre se qualquer pessoa pode realmente aplicar a passe e quais são os motivos que ela tenha se sentido mal, as os possíveis motivos para esse sintoma. Boa noite, Celene. É muito interessante a sua pergunta, porque o passe é uma doação de energia. Você tem que prestar atenção se no momento que você passou mal, você teve alguma indisposição física, porque você não estava aplicando o passe, você estava no curso, segundo a sua informação. que você teve um malestar, você tem que averiguar a causa desse malestar para que nós não venhamos a atribuir tudo que nos acontece. A culpa é dos espíritos. Não, não é a culpa dos espíritos. Muito pelo contrário, quando a gente faz uma doação, que o passe nada mais é do que uma doação de energia e quanto mais você se direciona a fazer o bem, que não resta dúvida, você vai fazer primeiro a você, porque você produz energias positivas, então você já está recebendo aí nesse momento ajuda. Agora, se foi no momento em que você estava fazendo o curso, você tem que observar se isso se repete, se o curso já acabou, se você eh sente alguma coisa ao dar o passe, porque na verdade você vai se concentrar e oferecer energia, o seu magnetismo que será trabalhado pelo mundo. mundo espiritual, que é quem faz a química do passe. Imaginemos que quanto melhor eu esteja fisicamente, melhor doação eu farei. É uma coisa lógica. Então eu acredito que vale a pena você observar se isso tá lhe trazendo algum transtorno porque você está fazendo o curso de passe ou você está tendo nesse momento um malestado vindo de uma predisposição física por outra razão que não tenha nada a ver com o problema espiritual. Porque nós precisamos entender que precisamos estar bem para transmitir o passe. Embora a gente saiba que a doação de energia a gente não vai ficar sem energia, pelo contrário, a gente se torna uma usina de forças que é reabastecida pela bondade do mundo
m para transmitir o passe. Embora a gente saiba que a doação de energia a gente não vai ficar sem energia, pelo contrário, a gente se torna uma usina de forças que é reabastecida pela bondade do mundo espiritual, cuja qualificação é você que vai promover com a sua mente, o seu comportamento, o seu direcionamento no bem, as suas leituras edificantes, a toda uma construção no processo de servir para servir cada vez melhor, porque quando fazemos o bem, fazemos primeiro a nós próprios. Obrigado, professora. Ô Paulo, complementando aqui uma pergunta, essa resposta à professora, a a Lia aqui presente, ela faz uma colocação a respeito do passe. É possível que essas energias e passes, é possível receber essas energias de passes em casa? A pessoa não tá presente, ela pode receber as energias em casa. Isto é correto? Porque quando não posso vir, então acompanha de casa e na hora do passo ela coloca uma água e também pergunta se isso é correto. que é o processo que está acontecendo no momento em que nós estamos aqui agora, nesse instante, nesse cenáculo. As nossas mentes estão ávidas de questões, talvez de inspiração espiritual, de um sentimento de nobreza, de elevação, de amor, buscando respostas às melhorias das nossas vidas. Então, todo esse conjunto harmônico, ele vai formando uma espécie de, eu vou usar a palavra que que usa normalmente de egrégora ou psicosfera, mentosfera, pensamentosfera, né, como que a gente queira. E essa esse campo energético ele nos afeta no total. é um fenômeno que dentro da dos estudos da dos campos seria um fenômeno de ressonância, um fenômeno de eh combinação de frequências que vão resultar em uma frequência maior, mais intensa, que vai recair sobre todos nós. Então, quando dois ou mais estão orando em nome do meu pai, em nome meu nome, eu estarei presente. Essa é a figura da representação não local, não espacial desta presença mental. Então, eu estou em casa, o outro está nos Estados Unidos, o outro está na China, o outro está no Japão e estamos juntos unidos
a figura da representação não local, não espacial desta presença mental. Então, eu estou em casa, o outro está nos Estados Unidos, o outro está na China, o outro está no Japão e estamos juntos unidos nesse mesmo pensamento e nesse momento formamos uma teia, uma corrente que vibra, que emana. Então, eh, todo o passe que é transmitido no momento em que alguém está dando o passe, alguém está dando de si para o outro, está derramando amor, os espíritos estão ali também ajudando e aqueles que estão conectados nesse espaço, eles são beneficiados também da mesma maneira. Às vezes acontece de nós precisarmos da presença física por conta das, eu diria assim, das manipulações energéticas, mas no campo do magnetismo, aí é diferente. Aí talvez a proximidade ela fale um pouco mais a respeito dessa transmissão energética de fluidos corporais, mas aquilo que seja, nós estamos falando aqui dos passes auxiliados pela espiritualidade, aqueles passes que têm a o amor como seu o seu fluido, o seu veículo principal, eles não têm distância, eles alcançam as mais longínquas distâncias. A mesma coisa acontece quando fazemos uma prece intercessória. Pedimos por alguém que está doente no hospital, pedimos por alguém que está passando por alguma dificuldade. Naquele momento as os nossos pensamentos eles transladam as distâncias mais longínquas e alcançam essas pessoas que receptivas elas se tornam também esse elo dessa corrente. O que que é importante? Se você está em casa, esteja em sintonia. Não adianta estar em casa ouvindo e com o rádio ligado ou assistindo de repente um programa na internet ou na televisão ou conversando com as pessoas. Somente ali as coisas acontecendo, a água lá em cima da mesa e eu aqui fazendo as coisas sem estar nessa conexão. Aí não tem como, porque eu estou desconectado do campo. Eu preciso entrar na sintonia do campo, estar sentado nessa cadeira ou sentado numa cadeira em casa, mas sentado de maneira tal que o meu pensamento, a minha alma, o espírito que sou viaja
o do campo. Eu preciso entrar na sintonia do campo, estar sentado nessa cadeira ou sentado numa cadeira em casa, mas sentado de maneira tal que o meu pensamento, a minha alma, o espírito que sou viaja nessa distância e se conecta nesse espaço que está acima do físico e aí todos nós somos beneficiados. Portanto, continue colocando a sua água, continue participando quando não puder, quando estiver presente, venha, porque aqui é importante o brilho dos seus olhos. Aqui é importante o calor das suas mãos. Aqui é importante o reencontro físico das pessoas para que nós possamos ver uns dos outros e nos motivarmos para estarmos cada vez mais juntos nesse ideal. Mas se não for possível, façamos de casa, coloquemos a nossa água e vai dar tudo certo. Obrigado, Paulo. Vamos reservar agora alguns minutos para um pequeno intervalo e já retornamos. A mansão do caminho apresenta Os estudos avançados do pensamento psicológico moderno conseguiram definir e estabelecer regras de significação a respeito do comportamento heterodóxico das criaturas humanas. Por essa razão, o corpo físico sofre contínuas modificações decorrente dos campos vibratórios programados para a jornada orgânica. A ternura que vias na face de quem te demonstrava bondade era apenas máscara que ocultava o ser real que teimavas por não enxergar. Não te iludas com os transitórios prazeres que enlouquecem, nem com os tesouros da ilusão que se desfazem facilmente. Ser fiel em todos os teus atos, gentil e correto em teus compromissos e nobre em tuas afeições. vazias de Divaldo Franco pelo espírito Joana dees. เฮ Chegou a nova edição da revista Presença Espírita. Destacamos a nova coluna, Presença da Reencarnação, à luz do pensamento dos espíritos superiores. Em ciência espírita, refletimos sobre doenças degenerativas que afetam a nossa memória. E ainda um artigo com a proposta da benfeitora Joana de Angeles sobre o não julgamento e a tolerância. disponível no Espiritismo Play e também em versão impressa. Так. Retornamos então com o nosso conversando
um artigo com a proposta da benfeitora Joana de Angeles sobre o não julgamento e a tolerância. disponível no Espiritismo Play e também em versão impressa. Так. Retornamos então com o nosso conversando sobre o espiritismo. Temos uma pergunta aqui muito específica pro Dr. Francisco Ferraz, que é um profundo conhecedor do evangelho e dos primeiros tempos do cristianismo. E a pergunta é de Cláudia, nos chega aqui pelo YouTube. Como avaliar uma passagem que o Evangelho Segundo o Espiritismo diz que Maria, a mãe de Jesus, não tinha ciência da missão de Jesus? A nossa irmã Cláudia provavelmente deve estar se referindo àquela passagem de Jesus que diz que ele estava reunido com com a casa, com os amigos, com os discípulos e bateram a porta. E vieram então anunciar ele, olha, a sua mãe e seus filhos estão aí fora, né? Querem falar contigo, vamos dizer assim, estou resumindo. E ele olha para os que estavam ali, diz, ele faz uma pergunta, né? Quem é a minha mãe? Quem são meus irmãos? Trazendo com isso, inclusive depois um ensino tanto quanto velado da reencarnação, né? mostrando os que estavam ali, era sua mãe, seu pai, seus irmãos, poderiam ter sido para nós, né, no processo reencarnatório. Mas na realidade, quando a gente estuda bem aprofundadamente a passar a a vida de Jesus e aquele tempo, há vários horas obras, né, o maior historiador do povo judeu é Flávio José, né, para ele, por exemplo, Maria tinha consciência, né, da tarefa de Jesus. Ele entende assim. E nós imaginamos que toda a mãe, as mães que estão aqui, que estão nos ouvindo, evidentemente que conhece seus filhos, né? Educam desde cedo, trazem no ventre, depois vem a reencarnação e elas sabem as tendências que vão surgindo nos filhos. Um é mais de um jeito, o tema mais de outro. O tem mais versado numa questão, em outra. São comportamentos que a gente em família vai captando, né? Então, Maria tinha consciência de que Jesus era o o enviado, é o Messias ou Messiá, segundo a tradição judia, né? Da e ela é o segundo casamento de José, né?
s que a gente em família vai captando, né? Então, Maria tinha consciência de que Jesus era o o enviado, é o Messias ou Messiá, segundo a tradição judia, né? Da e ela é o segundo casamento de José, né? E da família de José, que tinha mais filhos, né? e Maria. Depois as que tinham consciência da missão de Jesus era Maria e sua irmã Rute, né, do primeiro casamento. Elas tinham elas tinham plena consciência de que Jesus era mesmo diferente. Até imaginamos então nós que conhecemos mais sobre a passagem de Jesus depois dos 33 anos, imaginemos como ele era quando criança, né? ameguíça, fraternidade, o jeito de se comportar, como tratava o pai, a mãe, né, como tratava os irmãos, como ele tratava as pessoas, né? Ele era ele era primo de João Batista, né? Zacarias teve João Batista com Isabel, né? Já quase na Senectude, né? Então Jesus era, imaginemos, porque há um iato na vida dele, talvez propositadamente para nós, né? Desde da sua infância até quando ele começa o seu trabalho missionário, por volta dos 30 anos. Então ele era diferente, né? Eu até recomendo, o Paulo, eu vi, eu assisti esses dias no YouTube, eu gosto de recomendar livro, essas coisas, um filme chamado Pequeno Messias. É muito bonito, muito interessante, né? Claro, são projeções sobre a vida dele enquanto criança, enquanto adolescente, mas que trazem muitos ensinamentos. De modo que Maria tinha assim consciência da tarefa do filho. O pai José que era diferente. Ele acreditava às vezes e às vezes não acreditava. Isso nos confidenciou certa vez de valdo. Ele confiava e às vezes não confiava, tinha dúvidas, mas Maria não tinha absolutamente. Muito obrigado, Dr. Francisco Paulo. Tem uma pergunta do público presente aqui, é de Pedro. Um espírito que vai reencarnar com uma possível possibilidade de problema mental, por exemplo, com síndrome de Down. Esse essa problemática está relacionada a vidas passadas ou também tem algo a ver com as causas atuais dos pais? Vamos pensar sobre a lógica, né, da doutrina espírita e verificar a partir
ome de Down. Esse essa problemática está relacionada a vidas passadas ou também tem algo a ver com as causas atuais dos pais? Vamos pensar sobre a lógica, né, da doutrina espírita e verificar a partir do final da pergunta que essa não poderia ser necessariamente uma causa, porque seria a mesma coisa dizer que a reencarnação ela se presta a fazer com que um espírito pague pelo erro de outro. Então, viver uma experiência de frustração da mobilidade, seja qual for, de uma limitação, é um grande uma grande fonte de experiência pro espírito, de aprendizado pro espírito e às vezes de um certo sofrimento. Então, no caso dos dementados, dos espíritos que vêm com seu corpo aprisionado ou como uma prisão verdadeira, uma ergáculo espiritual verdadeiro, nesse caso, o espírito passa por uma experiência muito difícil. Então, ele passaria por essa experiência difícil porque os pais não são bons? Só se fosse um espírito muito, mas muito elevado para fazer um negócio desse em condições normais de temperatura e pressão, esse conjunto participa de uma história e esse espírito traz na sua evolução a necessidade de uma experiência dessa natureza. Agora, essa experiência ela pode ser, olha aí, o pode ser, porque houve alguma situação passada que levou a essa consequência quase que sem opção, que seria o caso de uma expiação. E pode ser que o próprio espírito tenha pedido uma experiência desse tipo, como prova, que não é uma expiação, é uma prova. foi conscientemente elaborado no plano espiritual para que ele se submetesse a essa a essa experiência, para que com essa experiência ele pudesse ajudar aqueles que estão aqui na terra, como por exemplo, os seus pais. Então, eh, esse tipo de questão, volto a dizer, gente, não tem uma resposta única. Essa coisa do pode ser. Se alguém perguntar para você, você diz assim: "Pode ser, olha, esse menino que nasceu aqui é vovô reencarnado?" Pode ser. É, é bisavovô reencarnado? Pode ser também. É vovó, pode ser, porque o espírito muda, né? Era homem, agora pode ser mulher.
"Pode ser, olha, esse menino que nasceu aqui é vovô reencarnado?" Pode ser. É, é bisavovô reencarnado? Pode ser também. É vovó, pode ser, porque o espírito muda, né? Era homem, agora pode ser mulher. Então, tudo pode ser. Como é que você conseguiria saber exatamente a resposta? É, se você fizer uma investigação de novo você voltar nas causas que levaram aquela circunstância. Então, gente, uma coisa que a gente tem que aprender, a planta quando nasce, alguém plantou. A coisa quando acontece sempre tem uma causa precedente. Qual é a causa? Aí é o grande segredo. Aí é que a gente precisa realmente eh trabalhar para descobrir o que é que a gente poderia dessa experiência. Mas não creio aqui dentro da lógica da doutrina espírita que um espírito seja castigado por qualquer experiência que seja para punir outra pessoa. Vocês estão brigando demais. Pera aí que vou mandar aqui um um castigo para vocês. Não funciona assim, infelizmente. Eh, nós temos uma uma lógica que eu chamo de movimento caórdico. Na periferia é o caos, mas na essência é sempre a ordem e a ordem não admite esse tipo de coisa. Muito obrigado, Paulo pela resposta. Dr. Francisco, eu vou ler uma pergunta do público aqui pro senhor, assim, vou ler como está escrito aqui. Sob a luz da doutrina espírita, poderia o senhor explicar porque um filho muito amado perde afetividade com o o os pais sem o motivo explícito? Há uma série de fatores que podem envolver, né, essa questão, né? pode ser um fator espiritual em determinado momento, pode ser sem condenar ninguém às opções que o filho faz dali a pouco na sua vida, não é? As companhias, né, que ele começa a adotar, as influências do meio, porque o homem sofre influência do meio, né? Esse é um princípio sociológico, né? Ele sofre influência do meio que ele está, né? Naturalmente não se poderia, na minha maneira de ver, achar que ele deixa de amar os pais para que os pais espie alguma coisa. Isso seria inverter o processo, a minha opinião, porque o amor plantado só colhe amor, né? É isso que
na minha maneira de ver, achar que ele deixa de amar os pais para que os pais espie alguma coisa. Isso seria inverter o processo, a minha opinião, porque o amor plantado só colhe amor, né? É isso que deve colher. Agora, se você planta vento, você vai colher tempestade. Evidentemente que nós não podemos deixar de lembrar que cada ser é uma personalidade diferente, né? E se ele traz com ele algumas dificuldades e se essa dificuldade pode se apresentar mais paraa frente, seja qual for, mesmo aqueles que amam, que o amam, evidentemente que vão passar por algumas dificuldades, a dor ou decepção, qualquer coisa nesse sentido, mas não deve deixar de amá-lo, né? Não deve deixar de investir no amor, porque o amor cobra multidão de pecados, não é verdade? a gente já sabe disso. E então pode ser também uma série de fatores, como dissemos, né? Não entendo que isso seja uma aprovação para os pais, porque se eles plantaram certinho o que tinha que fazer, educação, o amor, o zelo, o cuidado, né? Agora a gente aprende também que há o filho ingrato que tem duas origens, né? Na vida presente e na vida passada. de maneiras que chegar um veredito final nesse ponto é delicado também. É como disse o Paulo, é pouco, é preciso investigar cada caso, né? E a até a vida pregressa, aquelas coisas todas, de modo que o meio influencia todos nós, né? Pode ter várias respostas, então, nesse sentido, mas o amor supera tudo. Se está acontecendo isso, porventura, ame mais. É isso que se exige. Muito obrigado, Dr. Francisco Paulo, eh, sobre a esta pergunta, você poderia dar alguma algum complemento sobre o seu entendimento? Que que você compreende relativamente a esse assunto? Eu vou fazer aqui um complemento dessa questão eh relativo a uma parte eh do Evangelho Segundo o Espiritismo, tá lá em gratidão dos filhos e os laços de família, aonde a gente encontra esse tipo de situação ali relatado, claro, dentro de uma perspectiva espiritual. E aí a gente tem que remontar as causas possíveis de um desencontro desse tipo.
aços de família, aonde a gente encontra esse tipo de situação ali relatado, claro, dentro de uma perspectiva espiritual. E aí a gente tem que remontar as causas possíveis de um desencontro desse tipo. Lembrando que quando a gente chega aqui na Terra é a gente esquece quem a gente foi. Então imagina o seguinte: mamãe está aqui amamentando o filho. E aí ela olha para esse filho e diz: "Ah, eu lembro quem você é". Então, hum, agora, agora você tá aqui, né? Naquele dia você tava lá de outro jeito ali com o chicote na mão, nas minhas costas e agora você tá aqui querendo o meu leitinho, meu gagal. Não, senhor. Vá para lá, vá viver sua vida e me deixe quieto que agora é minha vez. Se a pessoa fosse assim, mas os nossos filhos, gente, são Kinderovo. Vocês sabem o que é Kinderovo? Por fora é um chocolatezinho e por dentro é uma surpresinha. Você não sabe quem é. Então, a natureza faz com que a gente se esqueça. A mãe, ao amamentar o seu filho, ela é inundada de ositocina no cérebro, que faz com que ela ame aquela criança. E a criança, ao sugar o seio da mãe, ela também é inundada de ositocina. E ela passa a ter uma relação com a mãe de dependência e de amor. Um amor induzido. Não é aquele amor espiritual, é um amor induzido. É como se diz, o grego diria que é o amor de porneia, é o amor da necessidade, o amor do consumo. Então esse momento inicial, a mãe e o filho têm uma oportunidade de fortalecerem seus laços. E eu quando eu digo a mãe é porque no primeiro momento é a mãe. Até mais ou menos 4 meses o pai é um joelho que fica ali no canto. Serve para nada. Mas a partir dos 4 meses, aquela energia que está no filho, não esqueça que o filho nasce de uma célula que vem do pai e vem da mãe. As vibrações estão ali, são síncronas, tem ligação, tem conexão, são interlaçados. Então, esses indivíduos, eles têm necessariamente um vínculo. Esse vínculo pode ser de qualquer natureza. Então, quando você vê aquele cidadão, aquela cidadã com aqueles olhos pidão, com aquela carinha assim e tal, fofinha, é
eles têm necessariamente um vínculo. Esse vínculo pode ser de qualquer natureza. Então, quando você vê aquele cidadão, aquela cidadã com aqueles olhos pidão, com aquela carinha assim e tal, fofinha, é tudo. Aí você começa a se aproximar daquele indivíduo e começa a dar a ele amor, proteção, cuidados. Ele se sente ali naquele momento protegido. Quando esse Quinderovo, que é uma surpresinha lá na frente, fizer rumar os seus conteúdos, esses sim, os temas da reencarnação que fizeram com que eles estivessem juntos, esse amor inicial atenua as anfractuosidades, faz com que aquilo que vai acontecer lá na frente, que é ele se lembrar de alguma coisa, não especificamente, mas de forma mais difusa, ele vai ter um sentimento algo negativ em relação a um daqueles indivíduos. E isso pode fazer com que aquele amor lá de trás aten e eles consigam passar por isso fortalecendo seus laços para que eles concluam a vida superando as as dificuldades do passado. O mecanismo é esse. Se a gente não aproveita essa janela de oportunidade e a gente meio que larga essa, deixa isso para depois, a em nome da vida, em nome do trabalho, em nome das outras coisas, a gente vai achando que o amor é uma imposição pelo simples fato de ser meu filho ou seu pai. Isso não vai rolar, como diz aqui na linguagem do jovem. O que vai acontecer é o resultado de uma química do encontro, da relação das coisas do dia a dia que vão fazer com que isso acontece aconteça. Eh, Divaldo falava certa feita sobre Maria de Montessori, quando perguntaram a ela quantos anos uma pessoa deveria preparar-se para ser pai ou mãe. Ela disse: "20 anos. Porque desses 20 anos a gente vai aprender o que é uma encarnação, o que é ter pai, o que é ser mãe, o que é fazer tudo isso e o que é zelar por esse momento que vai mais ou menos até uns 5 se anos de idade, essa janela dura mais ou menos isso. A gente conseguir impregnar esse indivíduo aquilo que já foi dito, que é a questão do amor. Dr. Francisco trouxe aqui a ideia do amor como sendo aquele
s de idade, essa janela dura mais ou menos isso. A gente conseguir impregnar esse indivíduo aquilo que já foi dito, que é a questão do amor. Dr. Francisco trouxe aqui a ideia do amor como sendo aquele aquela mola principal. E é isso mesmo, é o amor que faz isso transformar. Mas às vezes não dá certo. A gente não tem bula de remédio, a gente não não tem a a coisa não vem explicadinho, a gente não fez curso de pai no céu para poder chegar aqui e ser o pai exemplar, a mãe exemplar. A gente vai ser o pai possível ou a mãe impossível. E aí acontece o quê? continua sendo uma boa experiência de aprendizado. O fato é que nós temos que sempre imaginar que enquanto estamos vivos, estamos correndo na nossa corrida de recuperação. Sempre é hora de amar, sempre é tempo de perdoar. O dia virá, que a encarnação vai dar as oportunidades para os filhos se encontrarem com os pais, os pais se reencontrarem com os filhos. E, portanto, deixem suas janelas e portas abertas para que esse filho chegue ao seu coração. E quando esse sinal for dado, não perca um segundo. Abrace a oportunidade, porque ela é a oportunidade mágica que essa vida deu para que vocês saiam, para que nós possamos sair daqui fortes e vigorosos, como meta que viemos aqui, que nos comprometemos para realizar nesta terra. Obrigado, Paulo. Dr. Francisco, tem uma pergunta específica que veio pro senhor aqui pelo YouTube de Everaldo. É como explicar a atitude de Jesus a expulsar, ao expulsar os vendedores do templo daquela forma. Na realidade, eh, o que se conhece é que Jesus, né, falava o aramaico, né? O aramaico hoje é uma língua morta, né? E há muitas definições que a gente encontra no evangelho que a gente não encontra uma correspondência muito certa. Por exemplo, né, aquela do rico é mais fácil que passe por, né, o buraco de uma agulha, né, aquela questão do cabo que tá ali naquela passagem, né, naquela região era diferente. É como se fosse, por exemplo, um cabo de vassoura, uma coisa diferente, bem diferente. E essas expressões que vão
aquela questão do cabo que tá ali naquela passagem, né, naquela região era diferente. É como se fosse, por exemplo, um cabo de vassoura, uma coisa diferente, bem diferente. E essas expressões que vão sendo traduzidas depois, né, o evangelho que chegou para o ocidente é do grego, né, veio para cá. Então tem muita tradução que foi colocando as coisas de uma maneira um pouco invertidas, né? Imaginar que da presença da boca de um ser iluminado, angelical como Jesus, saísse qualquer ofensa e qualquer atitude precipitada de esbulsada de chicantiá, é imaginar demais, né? Ou a gente não conhece de fato, estamos buscando conhecer Jesus, né? Mas ele faria isso na nossa maneira de ver, né? Evidentemente que ele deve ter ali naquele momento feito alguma reprimenda verbal, mas com jeito, com carinho, com atenção. Senão a gente, claro que ele era humano, nós sabemos, né, biologicamente filho de Maria e de José, mas tinha no seu espírito propriamente aquilo que a gente está caminhando daqui a quem sabe milhões de anos para chegar, né? Então, na nossa maneira de ver, ele não faria isso, né? Agora, fez uma reprimenda porque ele veio para orientar, para ajudar. E às vezes para ajudar a gente precisa repreender de certa forma, mas ele deve ter feito com jeito, com ternura, com carinho, mas chamou atenção. Muito embora às vezes ele usava expressões um tanto quanto enérgicas e duras. O o a classe dos judeus mais eh que ele mais às vezes mandava uma orientação mais severa eram os escribas. E os fariseus, ele chega, né, no sermão dos ais, né, dos oito ais, dizer várias vezes, ai de vóz escribas e fariseus e aquela coisa toda. Então é uma admoestação porque Jesus ensinava, tá? Aí ele percebia que ele precisava falar de volta, então ele advertia de certa forma em alguns ensinos dele. E quando ele precisava deixar a coisa muito mais patente, ele admestava. Existem admoestações de Jesus. Então ali para aqueles vendedores do templo ele admoestou, mas não usou chicote, nem derrubou banca, nem nada
precisava deixar a coisa muito mais patente, ele admestava. Existem admoestações de Jesus. Então ali para aqueles vendedores do templo ele admoestou, mas não usou chicote, nem derrubou banca, nem nada disso no nosso modo de ver. Obrigado, Dr. Francisco. Nós temos uma pergunta aqui também do YouTube de Roberto Paulo. Considerando que na desencarnação a pessoa tenha feito na vida coisas boas e coisas ruins, como fica o processo para onde o espírito é encaminhado? Esse faz uma média, ele pega uma caderneta, divide no meio coisas boas, bota do outro lado coisas que não são boas, aí soma o que der mais, ele sobe a escada ou desce a escada. Não é simples assim. O livro tibetano dos mortos, o livro egípcio dos mortos, eles falam a respeito desses acúmulos de atividades positivas e negativas. Isso tá dentro da lei do karma. Então, quando você vai desencarnar, quando você desencarna, chega num determinado ponto, esse lugar, em um determinado ponto da trajetória, é medido esse grau de fazer coisa lá, fazer coisa cá e no final você tem um resultado. Esse resultado ele implica em reencarnação imediata reencarnar como animal, porque eles admitam a metapsicose, admitem a metepsicose ou virão Deus. Então eles têm essas possibilidades. Isso vai depender do saldo dessa contabilidade. Isso existe de certa forma em algumas culturas. Na cultura do cristianismo tradicional, nessa teologia, nessa teogonia criada em relação à à nossa cultura, isso também de certa forma prevalece. Por quê? Porque a gente fica achando que no final quando a gente chega e morte morre, chega lá tem São Pedro, tem a o portão lá, você chega lá e aí ele vai dar uma uma olhada na sua ficha corrida, né? E aí a depender ele abre o portão e indica o o elevador, né? Então tem esse esse essa ideia, a gente cria essa imagem na cabeça. A doutrina espírita ela não trabalha com essa perspectiva das coisas que você faz ou deixa de fazer. A gente trabalha com a ideia dos sentimentos e das transformações interiores. Eu posso fazer coisas boas
trina espírita ela não trabalha com essa perspectiva das coisas que você faz ou deixa de fazer. A gente trabalha com a ideia dos sentimentos e das transformações interiores. Eu posso fazer coisas boas sem querer. Eu posso fazer coisas boas com meu coração travado de rádeia, raiva, de ódio e de rancor. Eu posso distribuir pãos, pães, desculpe, a todos na rua. Posso distribuir a sopa pensando na novela, no último capítulo da novela, porque é que eu estou aqui nesse momento? ainda olha pro céu e diz: "Ol, devo estar acumulando bônus hora". E ainda fica fazendo contabilidade de bônus hora. Então, eh, isso é um pensamento que não está edificado na codificação, porque na codificação os bons espíritas eles não serão reconhecidos pelo bem que fizeram ou pelos atitudes que praticaram, mas pelos esforços que prenderam para domar as suas más inclinações. Então, quando a gente olha qual é o sentido da caridade, conforme assim entendida no tempo de Jesus, três coisas vão aparecer. a benevolência, que é o desejo de fazer o bem, não é fazer o bem. Fazer o bem é beneficência, então é benevolência, é o desejo de fazer o bem, que é uma atitude interna. Você faz porque você quer, você tem vontade de fazer. E quando você tem vontade de fazer, você vai e faz. A ação, ela tem a precedência, um querer. Existe sempre uma precedência de um querer para uma ação. Então você quer fazer, isso é uma coisa importante, você querer quer dizer você já reconhece a necessidade do outro, reconhece o outro, você vai ao encontro do outro. Isso tudo faz parte desse querer. É de dentro para fora. Outra questão, a indulgência. A indulgência é a maneira como você internaliza aquela pessoa que está na sua frente. Ele é um criminoso do ponto de vista do ato praticado, mas para você ele é um espírito imortal. Ele é um espírito divino que caminha na sua ignorância na direção da luz. Naquele momento, dado o seu estágio de ignorância, ele comete esses atos. Mas dia virá que ele não mais cometerá. Se ele tiver ajuda, ele poderá ainda nessa
aminha na sua ignorância na direção da luz. Naquele momento, dado o seu estágio de ignorância, ele comete esses atos. Mas dia virá que ele não mais cometerá. Se ele tiver ajuda, ele poderá ainda nessa vida sair daqui sem praticar os mesmos atos. e outra forma, em outro momento. Então isso é indulgência, não é você passar a mão na cabeça da pessoa e dizer: "Você não fez nada". é compreender que ele fez, mas mais do que isso, compreender que ele tem o potencial espiritual de se recuperar e por isso ele não pode ser desassistido da nossa orientação e da nossa do nosso auxílio. A terceira questão que está lá é o perdão. E você não perdoa de fora para dentro, você só perdoa de dentro para fora. E a palavra perdoar quer dizer dar-se todo, dá-se integralmente. Então você abre sua casa mental, sua casa emocional para aquele que te feriu. Uma pessoa te magoou, aí quando ele vem, aí você diz: "Ah, desculpa, desculpa, desculpa, mas com você não dou mais ousadia. Você não passa da porta do meu coração. Isso é um perdão minha boca, como ele gosta de chamar, né? O verdadeiro perdão para dar-se todo é assim, ó. entra na minha casa, entra na minha vida, mexe com minhas estruturas. É isso. É você permitir que aquele ser tenha livre acesso a todo o seu ser. É dar-se todo. É de dentro para fora. Caridade é feito de dentro para fora. Não é uma atitude que você pratica com suas mãos. Não são os atos que você faz. É como você tem na sua interioridade, como você processa aquilo que você faz. Isso faz toda a diferença no seu processo espiritual. Então não se preocupe, porque no fundo, no fundo, a gente sabe aonde estiver o seu tesouro, estará o coração. Então a gente pode, de repente fazer de conta aqui, criar um personagem, ter uma aparência de bondade, mas ainda com as nossas demandas, inclusive essa aparência muitas vezes é fuga da necessidade das reformas íntimas que nós precisamos fazer. Então a gente precisa trabalhar muito isso do ponto de vista do reconhecimento. Ainda tem mais um
usive essa aparência muitas vezes é fuga da necessidade das reformas íntimas que nós precisamos fazer. Então a gente precisa trabalhar muito isso do ponto de vista do reconhecimento. Ainda tem mais um detalhe que eu queria dizer antes de terminar para vocês não irem para casa sem essa essa ideia que eu gostaria de compartilhar com vocês. Não tenham vergonha de não serem aquilo que vocês gostariam de ser. Sabe por quê? Porque o processo é esse. Inclui a ignorância, mas inclui também as potências do querer melhorar. Hoje eu não sou, amanhã eu serei. Se eu tiver vontade, quanto menos tempo vai eh eu vou gastar, menos tempo gastarei para me transformar naquilo que eu posso ser. Então, se eu posso ser, por que esperarei cinco vidas para ser? Porque não posso ser agora? Se eu não fui no passado, não adianta olhar pro passado e querer mudar o passado, porque o passado não pode ser modificado. Você pode olhar paraa frente e mudar de hoje para diante tudo na sua vida. Se você não foi até hoje uma pessoa que você gostaria de ser, veja se você já pode ser melhor do que o que você foi e seja aquilo tudo que você pode ser. Obrigado, Paulo pela resposta. Nós agradecemos aí a presença do Dr. Francisco Ferraz, do Jorge Mk, da nossa professora Solange, do Paulo de Tarso, a quem eu convido agora, Paulo, para se despedir do nosso público. Mais uma vez eu queria agradecer muito a oportunidade de estar aqui nesta casa de luz, na presença dos amigos queridos, deixar a todos um abraço e muita paz. Obrigado, Paulo. Vamos agora então nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Os nossos agradecimentos a todos vocês que estiveram aqui presentes fisicamente, aqueles que nos assistem de forma remota, a nossa tradutora de Libras aí, a Regina. Muito obrigado, Regina. ao Sérgio e ao Júnior que estão aí na na cabine técnica da Web TV Mano, Caminho. E nos preparemos então para encerrar a nossa reunião, convidando os médios passistas da casa para a aplicação dos passes coletivos. Amado mestre
estão aí na na cabine técnica da Web TV Mano, Caminho. E nos preparemos então para encerrar a nossa reunião, convidando os médios passistas da casa para a aplicação dos passes coletivos. Amado mestre Jesus, nosso divino amigo, pensando nos teus ensinos, Senhor, sabemos que muitos foram chamados, poucos foram escolhidos, mas dentre os escolhidos, Senhor, tem aqueles que foram selecionados. Creio que selecionaste-nos a todos para que pudéssemos ter a oportunidade do conhecimento da doutrina espírita. Já animamos diversos corpos com diversas personalidades, diversos interesses, diversas religiões, mas ainda estávamos aprisionados em conceitos anteriores. Muitas dúvidas, muitas reflexões, muitos pensamentos que nos causavam aflição, porque não encontrávamos a explicação devida, a lógica, a lógica da resposta. Eis que surge então o codificador da doutrina espírita com uma missão especial. Escolheste-o porque era um espírito nobre. Entre muitos à vossa disposição, escolhestes ao Senhor Allan Kardec para que viesse à terra trazer o consolador que havias prometido. Eis ele aí então conosco. E nós fomos selecionados para obtermos as respostas que paivam na nossa mente. Agora, esclarecidos, mais docificados, absolvendo a mansuetude do vosso coração, encontramos as respostas e as aflições desapareceram. As angústias não estão mais em nós. Basta-nos agora o vosso evangelho. Abençoa, pois, Senhor, esta casa a todos nós que aqui estamos, encarnados, desencarnados, os nossos benfeitores, os nossos seres entes queridos, amados. Abençoa a água do nosso cenáculo na entrada, os nomes que expomos dos encarnados e dos desencarnados. E também vos rogamos por Divaldo Franco, por sua saúde, por sua recuperação. Assim posto, Senhor, resta-nos muito agradecer a oportunidade que nos destes. Retornaremos aos lares, alguns de nós, aos hotéis, alguns de nós, mas todos com o pensamento positivo, o pensamento do vosso evangelho, dos vossos ensinos, do vosso amor e da vossa paz. abençoa-nos, conduz-nos de encontro aqueles que nos
, aos hotéis, alguns de nós, mas todos com o pensamento positivo, o pensamento do vosso evangelho, dos vossos ensinos, do vosso amor e da vossa paz. abençoa-nos, conduz-nos de encontro aqueles que nos são caros, os nossos familiares, amigos, companheiros, parentes que nos aguardam. E com ele, Senhor, queremos levar dentro do nosso coração o entusiasmo por estarmos contigo. Abençoa-nos hoje e sempre e que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Nossa gratidão a todos.
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