Cine-debate: Divaldo O Mensageiro da Paz
Confira o cine-debate com o diretor do filme, Clóvis Mello. Convidados especiais: Adilton Pugliese, Jonas Pinheiro e Lusiane Bahia. Apresentação: Mário Sérgio
Então, hoje é uma um momento especial para todos nós. Nós iremos recordar recordar bom dos bons momentos e o filme do Divaldo é uma excelência em relação a isto. Mas no dia de hoje, então, vamos conversar um pouquinho é um cinedebate, né, a respeito da elaboração da ideia, da confecção, da divulgação deste filme que foi realmente que é um sucesso até os dias de hoje, né, e que teve uma participação especial do Divaldo na definição do roteiro. na orientação que ele deu. Então, nós temos aqui a participação hoje do Cloves, né? O Cloves é o núcleo central do nosso trabalho desta noite, né? Ontem eu assisti a ao Senado a homenagem que fizeram pro Divaldo Franco no Senado Federal ontem às 14 horas. Aqueles que quiserem podem ver no YouTube que está lá presente. Foi muito uma uma uma homenagem muito bonita, realmente muito bonita, muito bem preparada e o Clob esteve lá eh em Brasília e eu diria que o ponto alto foi a a experiência que o Cloves teve com o Divaldo na elaboração do filme. Então, nós temos aqui conosco nosso irmão Adilton Buglies, que todos já conhecem. O Adilton é ex-presidente da Federação Espírito do Estado da Bahia, membro do Conselho Editorial e Articulista da nossa revista espírita, Presença Espírita e é o colaborador voluntário aqui da do Centro Espírita Caminho da Redenção, desde 1994. a Luziane Bahia que não vai, que está em Barreiras, ela vai participar conosco remotamente, né? é evangelizadora e colaboradora da Mansão do Caminho da Federação Espírita Brasileira, o nosso irmão, querido irmão Jonas Pinheiro. O Jonas, eu sempre falei que ele intermediou assim a possibilidade da Disney nos conceder a oportunidade de passarmos o filme aqui, né? O Jonas é presidente da Associação de Desenvolvimento Espiritual Reencontro lá de São Paulo. É uma instituição sem fins lucrativos que promove assistência espiritual, física e emocional aos seus voluntários e frequentadores. Está localizada em São Paulo e é membro do conselho da casa do Cristo Redentor em Taquera, São Paulo. Então, sempre que
ssistência espiritual, física e emocional aos seus voluntários e frequentadores. Está localizada em São Paulo e é membro do conselho da casa do Cristo Redentor em Taquera, São Paulo. Então, sempre que o Divaldo ia para São Paulo na cidade assim, o Jonas era o Cicerone, levava Divaldo para um lado, pro outro, até passeio de helicóptero, né? O o Divaldo uma vez levou o Jonas, o Jonas levou o Divaldo para fazer um passeio para conhecer a cidade de São Paulo por cima, né? Saiu do da cobertura do hospital, deu uma volta e voltou. Excelente. E o Cloves, né? O Cloves é um produtor premiado no mundo publicitário, com mais de 3.000 comerciais produzidos, inúmeros prêmios, incluindo 16 leões em canes, 12 profissionais do ano da Globo, festivais como Clio, One Show e o London Festival, e reconhecimento internacional. A sua produtora foi nomeada uma das 20 produtoras de filmes mais importantes do mundo pela Gun Report em 2014. Foi o diretor e roteirista do filme Divaldo O mensageiro da Paz. Então eu vou agora passar a palavra um pouquinho só pro Cloves fazer a apresentação dele para nós, né, Cloves? E depois o Jonas, você também fala um pouquinho assim, só dando alguma um um roteiro, né? E o Adilto também, cada um faz a sua apresentação, tá? OK. >> Bom, pessoal, boa tarde novamente. Eu muitas, muitos aqui eu conheço e me conhecem também, uns aqui da mansão, como Irac, a do a guardiã do tesouro, Piedade, Tito, enfim. e outros de outros carnavais que amigos que eu tenho aqui lá de Itacimirim. Enfim, na realidade que bom estar aqui. Eh, na realidade, isso aqui para mim é um ato de agradecimento por ter vivido tudo aquilo que eu vivi e que Divaldo me deu oportunidade de viver. Não, não tem muito o que falar, né? Não tem muito o que falar de mim mesmo. Eu acho que na realidade é ser grato a vocês que construíram essa mansão. Mansão do amor, mansão da caridade, mansão da fé. e agradecer Edivaldo pela oportunidade que a vida me deu, né, de em algum momento da da minha existência tangenciar a vida dele e
truíram essa mansão. Mansão do amor, mansão da caridade, mansão da fé. e agradecer Edivaldo pela oportunidade que a vida me deu, né, de em algum momento da da minha existência tangenciar a vida dele e poder contar essa história mágica, maravilhosa, com apoio da espiritualidade, com apoio, com a inspiração de Joana, de Francisco. Eu sei que tem um capítulo especial de Francisco também em tudo isso. E nada mais, nada mais esperar, assim, é, é gratidão só poder agradecer por tudo o que me foi proporcionado, que é poder contar essa história maravilhosa e de alguma forma representar vocês, a todos vocês aqui da mansão nesse filme. Esse filme é para vocês, antes de mais nada, pros meus filhos também. Mas é isso, sem mais, tá bom? Obrigado. Cló está sendo modesto. Não é só para ele, pros filhos, para vocês. É pro mundo todo, né? Paraa eternidade. Porque quem conhece Divaldo nunca mais vai ser o mesmo. Assim como ele falava que quem conhecia Jesus nunca ia ser mais o mesmo. Com Divaldo é a mesma coisa. Era uma convivência fraterna, tranquila, de amor, de carinho, de compreensão, que às vezes a gente até se assustava com a simplicidade que ele conduzia a mediunidade dele. Eu tô aqui emocionado. Primeira vez que eu piso nesse palco sentar com ele fisicamente e me deixa realmente muito emocionado. Eu chamava ele de painho. Era o São Paulo. Eu eu sou um paulista que chamava ele de painho com sotaque e tudo. Eu aprendi muito com ele. Aprendi muito mais a calar do que falar. Então, é para mim é uma emoção muito grande, uma honra estar aqui. Eu adorei de poder ter conseguido fazer essa intermediação porque eu não vi até hoje nenhuma grande reportagem do Divaldo, esse pai gigante com mais de 650 filhos. E esse é o mês dos pais. Então, a minha ideia era fazer uma homenagem ao pai Divaldo, mas por algum acaso coincidiu também com o aniversário da mansão do caminho. Veja só como é que pode ser uma coincidência dessa. Então, eu tô muito feliz com essa oportunidade. Eu quero agradecer ainda o Mário. Eh, eu
so coincidiu também com o aniversário da mansão do caminho. Veja só como é que pode ser uma coincidência dessa. Então, eu tô muito feliz com essa oportunidade. Eu quero agradecer ainda o Mário. Eh, eu tenho acompanhado as reuniões, os as conversas que vocês continuam tendo e a postura do Mário me surpreende cada dia mais pela firmeza. mas também pela emoção que ele coloca. Ele também não consegue segurar a emoção em todas as reuniões. Eu sinto como ele um grande irmão que às vezes tem que superar, né, esses momentos que a gente tava tão juntos, tão próximos, mas tem que continuar, não pode parar. Então, obrigado, Mário. >> E agora vou passar a palavra então pro Adilto Bugliese. O Adilto vai nos falar um pouco da das biografias que nós temos aqui do Divaldo, sobre o livro que eh foi lançado no roteiro. É um livro magnífico, né, pela beleza, pela confecção desse livro, todo em papel cchê, com detalhes da da filmagem espetaculares. Vou eu vou deixar a palavra com Bugzi. Antes da do lançamento do filme em 2019, eu vi uma entrevista que o diretor Clubes participou, o senhor com Bruno Garcia e Marcos Vera. E a jornalista fez a seguinte pergunta aos três. depois de algumas perguntas muito interessantes sua narrativa de alguns episódios que ocorreram durante a filmagem, mas uma parte do da entrevista me marcou porque ela perguntou o que que o público pode esperar do filme depois de assistir no cinema. E o senhor respondeu: O Bruno Garcia respondeu: "Emoção". e o Marcos Vera respostas. Então, tive a oportunidade de observar e de encontrar alguns depoimentos na internet. Um deles, uma pessoa disse respostas: "Ninguém tem ideia como esse filme ajudou e muito e me ajuda ainda." Gratidão a todos. Outro depoimento. Eu vi o filme Sou Espírita há uns 20 anos. Vi diversos filmes na temática espírita e brasileira. Esse foi o melhor que já vi. Emocionante, inspirador a sermos melhores e nos mostra o quão pequeno somos diante do que ainda não fizemos. Num outro depoimento, eu assisti maravilhoso filme,
rasileira. Esse foi o melhor que já vi. Emocionante, inspirador a sermos melhores e nos mostra o quão pequeno somos diante do que ainda não fizemos. Num outro depoimento, eu assisti maravilhoso filme, Uma experiência de sensações, pois tive a perda de um filho e me fez sentir que não perdi e sim que é uma nova jornada que ele vai passar. Mais outro depoimento. Divaldo, o mensageiro da paz, prova que um filme não precisa necessariamente ser de um tom pesado para tratar de um assunto tão delicado como espiritualidade. Essa obra tem a leveza e o bom humor necessários para contar uma história verídica e necessária. Muito além disso, este trabalho cinematográfico nos faz olharmos para dentro de nós mesmos e questionarmos se realmente não precisamos de uma reforma íntima, de rever certos conceitos, aprender a olhar os outros nos olhos e, principalmente, nos desprendermos do nosso egoísmo e orgulho em prol de um bem maior. É uma vida realmente exemplar. Uma vida inesquecível. Querem conhecer mais esta vida? São muitos os livros biográficos, muitos. Vou citar os representar esses todos esses livros com quatro deles que estão citados no livro Bastidores do filme Divaldo, O mensageiro da Paz, que é este que está aqui comigo, que está à disposição na livraria de Daniela Miliari, que esteve ontem no Senado e fez uma belíssima apresentação do seu livro e comentar. emocionantes da sua experiência ao escrever esse livro maravilhoso com várias ilustrações, mas relembro de Valdo Franco, o jovem que escolheu o amor, de Anita Batista, de Valdo Franco, uma vida com os espíritos. Recordo-me de Sueli, Caldas e Schubert me telefonando, pedindo contribuição para colocar nesse livro e contei para ela alguns exemplos que vivenciei aqui neste palco do fenômeno da olorização, quando o perfume saiu gotejando das mãos de Divaldo aqui, bem aqui nesse local. E eu segurando as mãos deles. E como foi que eu saí daqui? Perfumado. Divaldo, o semeador de estrelas também da Sueli. Um livro maravilhoso com
otejando das mãos de Divaldo aqui, bem aqui nesse local. E eu segurando as mãos deles. E como foi que eu saí daqui? Perfumado. Divaldo, o semeador de estrelas também da Sueli. Um livro maravilhoso com narrativas impressionantes da vida de Dival. E finalmente, Divaldo Franco, a trajetória de um dos maiores médiuns de todos os tempos, que também servir de base para a publicação para a realização do filme que é da Ana Land, também tive a oportunidade de receber das mãos da autora. Então, aproveitem e passem na livraria e levem Divaldo Franco para casa. para ele ficar lá na sala de visitas, no quarto, qualquer coisa. Tem alguma dúvida na vida, abra o livro sobre a vida de Divaldo. Eu tenho certeza que ele vai aparecer na hora e vai responder um questionamento, vai dar uma explicação. São livros com entrevistas emocionantes. O que mais às vezes impacta é a capacidade dele, eu digo é porque ele continua existindo, a capacidade dele de responder situações com uma leveza e também com muita profundidade e com muita atualidade também e com muita visão também de futuro. >> Obrigado, Adilton. Nós vamos fazer agora, vamos passar aqui o o trailer do filme para nós então depois desenvolvermos a temática em relação a ele. >> Divaldo, chame a sua mãe. >> Mãe, é que tem uma senhora aqui lhe chamando >> e ela diz que é minha avó. >> Pare de brincadeira, menina bestalhado. Sua avó morreu na hora que eu nasci. Como é que ela pode estar aqui? >> Esse menino tem uma visão atrás da outra. Você já nasceu um médium, agora precisa se tornar o verdadeiro espírita. >> Já entendi que ele não nasceu para ser só meu. Esse menino nasceu para ser de todo mundo. Como você o mais novo aqui agora, você vai ficar com atendimento no balcão. >> Já chegou a gente. Qual o seu nome, por favor? >> Fátima Aparecida de Souza. >> Já vi de tudo nesse balcão. Agora morto voltar para pegar a pensão é a primeira vez. O senhor peço tua permissão para atuar na recuperação desse homem. >> Senhor é médico? É >> não, dona Mereta, só manda recados.
o nesse balcão. Agora morto voltar para pegar a pensão é a primeira vez. O senhor peço tua permissão para atuar na recuperação desse homem. >> Senhor é médico? É >> não, dona Mereta, só manda recados. >> Bastou esse menino mudar para cá para acabar com a minha paz. >> Posso ficar mais um tempo aqui? Chico trabalhando com você. >> Nós somos como dois postes de luz. Precisamos ficar separados para levar luz a mais lugares. A casa tá cheia, você sabe. Eu vou adotar. >> Como eu fiz com as outras. Está tudo interligado, Divaldo. Sem amor não há solução. >> É muito fácil amar o bonzinho. Agora mérito mesmo vai ter quem ama o ruim gra. >> Temos uma dívida de 400 anos. >> Onde quer que tu vai? A humilhação, o sofrimento e o desrespeito vão esperar por ti. >> Eu peço a Deus todos os dias que me dê uma única oportunidade para tocar seu coração. >> Quem se dedica a enxugar a lágrima do outro não tem tempo para chorar. Então vamos iniciar com Cloves Melo, né? Cloves, como é que foi essa ideia? Como a ideia de surgiu de fazer o filme? O que motivou a criação desse filme? >> Bom, na realidade, eh, a ideia não foi minha, a ideia foi de alguém do outro lado do da vida, né? do plano espiritual, porque na realidade eu poderia dizer que esse roteiro caiu no meu colo, né, literalmente contun contei essa história, mas eh eh nós a a Cine tem uma produtora muito grande lá em era uma casa muito grande, era uma casa enorme, mudamos de lá e uma e uma uma eh divulgadora, assim, uma pessoa de de como é que se diz? enfim, que fez o lançamento do nosso primeiro filme. Ela pediu a casa emprestada para fazer um lançamento de um filme. Ela é uma assessora de imprensa. Falá: "Vocês emprestariam a casa para fazer o lançamento de um filme americano, uma pré-estreia e tal." Aí nós, como era pouca gente, nós emprestamos a casa e quando termina, eu tava no Rio e o Raul, meu sócio em São Paulo, quando terminou, ele falou: "Cloves, eh, o filme que que eles vieram lançar aqui é um filme espírita, americano, mas espírita. Aí eu
e quando termina, eu tava no Rio e o Raul, meu sócio em São Paulo, quando terminou, ele falou: "Cloves, eh, o filme que que eles vieram lançar aqui é um filme espírita, americano, mas espírita. Aí eu falei, pergunta a eles se eles não têm outro para pra gente fazer, porque eu tava louco, porque sempre fui espírita desde criança e e louco para fazer um filme. E aí o eles estavam juntos com o pessoal da estação Luz e de Fortaleza. Aí ele falou: "Tem, eles estão fazendo o filme do Divaldo, roteirizando o filme do Divaldo". Eu falei: "Não, então quero fazer de qualquer jeito". E aí nós fomos ver uma palestra do Divaldo em Fortaleza e e eu fiquei completamente apaixonado pela figura do Divaldo. E nós fizemos uma reunião com os roteiristas. Eu fui lá na condição de diretor, não de roteirista. Já havia um roteiro pronto há 5 anos sendo discutido. Talvez vocês tenham tido até contato com esse roteiro. Mas o Divaldo tinha uma implicância danada com o roteiro. Ele não queria aquele roteiro de jeito nenhum, de jeito nenhum, de jeito nenhum. Não queria. Ele falou: "Não, esse filme não. Eu não, não me sinto representado por esse roteiro". É um roteiro bom do ponto de vista cinematográfico, muito bom, mas alguma coisa nele incomodava o Divaldo. E eu tinha chegado lá meio caindo de paraquedas. Eu falei assim: "Divaldo, eu tô aqui chegando agora, mas se eu fosse fazer um filme sobre você, porque ele falou assim, esse filme não vai ser feito desse jeito, tem que vocês têm que arrumar um outro jeito." Aí eu que tava chegando, mal conheci as pessoas que estavam ali também, falei: "Olha, se eu tivesse que fazer um filme sobre você, eu não faria sobre você, eu faria sobre a mensagem e não sobre o mensageiro." Aí ele falou: "Finalmente alguém me entendeu. É exatamente isso que eu quero. Eu não quero nenhum protagonismo no filme. Eu não quero ser aplaudido no final. Eu quero que a a história, né, a mensagem prevaleça, as pessoas saiam do do cinema com a com a com a mensagem dentro delas. E assim foi feito, né? Foi
mo no filme. Eu não quero ser aplaudido no final. Eu quero que a a história, né, a mensagem prevaleça, as pessoas saiam do do cinema com a com a com a mensagem dentro delas. E assim foi feito, né? Foi desse jeito. Exatamente. E o e o que é mais louco assim é que hoje a gente vive uma uma era muito imagética, muito que as pessoas se fixam muito nas imagens e tal. E agora na realidade, depois de tudo que aconteceu, eu me toco que talvez essa paraas futuras gerações, esse Divaldo do filme seja o Divaldo de verdade, né? É o Divaldo da ficção. Para vocês não que conviveram, que convivem com ele ainda, né, em espírito, eh, vocês tiveram essa oportunidade de vivê-lo pessoalmente, mas as novas gerações não conhecerão Divaldo. Eles vão conhecer Divaldo através do filme. Então, esse filme tem uma responsabilidade muito grande. Eu vi o risco que eu agora eu caí a ficha do risco que eu tava correndo de fazer uma coisa caricata, de uma coisa que não que não faria sentido com a realidade. E o que me o que o que me deixa tranquilo é a aprovação dessa casa, aquilo que tá no ar, né? É o que realmente me deixa tranquilo em relação ao trabalho que foi feito, porque ele foi validado por essa casa, por esses filhos, por esses frequentadores, por quem tem uma relação tão íntima com Divaldo, né? Eu tive a oportunidade de conhecer a primeira filha de Edivaldo agora e emocionante. >> Obrigado, Cloves. Mas eu tenho mais uma pergunta. Devo ontem no Senado que você teve aquela dificuldade para selecionar os principais participantes, os atores, né? Então eu eu queria, eu achei tão bonita aquela história. >> É porque na realidade eu já eu tive dificuldade, eu tava escrevendo o roteiro, aliás, começando lá no início, se se a gente tiver tempo. Eh, depois disso, o Divaldo falou, eh, falou: "Não, pode fazer desse jeito, você pode ir escrever desse jeito, que é assim que eu quero". Aí eu voltei pro Rio e comecei a escrever. Felizmente era carnaval e eu acho que os obsessores estavam todos num marquês de Sapocaí.
eito, você pode ir escrever desse jeito, que é assim que eu quero". Aí eu voltei pro Rio e comecei a escrever. Felizmente era carnaval e eu acho que os obsessores estavam todos num marquês de Sapocaí. E aí eu consegui, aí eu consegui escrever 20 páginas bem escritas, bem, >> pode continuar >> 20 20 páginas que depois foram validadas pelas pessoas próximas ao Divaldo em relação ao filme, Ana Land e umas outras pessoas que estavam com a a própria estação Luz e tal. E e daquelas 20 páginas a gente apresentou paraa Fox, a Fox, OK, queremos fazer, vamos continuar desse jeito. E infelizmente os outros roteiristas saíram do processo que eram ótimos, não tenho o que falar dele, super competente, mas tinha uma implicância natural do Divaldo, que eu não sei de onde vinha. E aí, e aí eu comecei a escrever o filme, só que eu também sou diretor de comerciais, de propaganda. Então, às vezes eu tava fazendo comercial de cerveja com todo mundo de biquíni na praia tomando cerveja e à noite eu voltava para casa para escrever um filme espírita. Eu falei, gente, alguma hora vai dar um problema aqui. E aí, mas comecei a escrever, fui indo, fui indo, indo. Quando chegou na página 60, mais ou menos, roteiro, roteiro, acho que tem umas 130 páginas, talvez 115, eu já não aguentava mais porque não tava saindo nada assim, não tinha nenhum material mais que eu pudesse acessar, porque uma coisa é é ler a biografia e simplesmente reproduzir a biografia, outra coisa é deixar uma marca, porque quem escreve e dirige também deixa sua marca, né? Eu também tinha os meus as minhas questões com a própria Igreja Católica. Enfim, aqui eu não tô falando como espírita, tô falando como cidadão comum. Eh, então eu eu fui carregando algumas tintas assim que eu eu achei que pudesse em algum momento dar um algum problema, né, para próprio Divaldo, paraa mansão e tal. E aí, enfim, e ele vira-se para mim e fala: "Clove, se você puder, eh, não, ele, eu falei, Divaldo, eu não tô conseguindo, eu vou entregar esse roteiro para um um outro roteirista e eu
a mansão e tal. E aí, enfim, e ele vira-se para mim e fala: "Clove, se você puder, eh, não, ele, eu falei, Divaldo, eu não tô conseguindo, eu vou entregar esse roteiro para um um outro roteirista e eu vou dirigir o filme, mas alguém vai continuar a fazer o roteiro." E ele vira para mim e fala: "Cloves, é você que tem que fazer esse roteiro, mas de uma forma tão enfática que eu falei assim: "Bom, eu para uma um médium dessa estatura falar isso para mim porque eu devo estar devendo muito assim, devo devo ter entregado eu mesmo uma maçã envenenada para Eva". Aí eu falei: "Bom, não tem outro jeito, não tinha como retrucar isso". E ele falou: "Mas se você tiver oportunidade, vá para Assis na Itália, porque lá você vai se inspirar para fazer o filme". E aí eu fui pra Itália, paraa Assis e entrei, fiquei quatro dias na cidade, entrei no oratório de São Francisco. Quando eu entrei, eu e uma freira no oratório de São Francisco, eu comecei a chorar que nem um louco. Aquele parecia que ia inundar o oratório de de água. E ela começou a chorar também. da freirinha. Então, foi uma coisa muito doida, assim, que eu me lembro oratório de São Francisco, é uma coisa que é a metade desse palco, que é um pa um altar, uma parede embaixo da sacristia de uma igreja, da igreja de San Rufino. Você desce pela sacristia, assim, passa no meio da sacristia as roupas dos padres e tal, e você abre uma portinha e desce uma espiral e fica lá embaixo. E aí eu fiquei lá 1 hora e meia mais ou menos sozinho e realmente eh eu me senti tocado por alguma coisa que que que me deu um o insight, o impulso para fazer o roteiro. Aí fiquei mais uns dois dias na cidade olhando aquilo tudo e depois uma na véspera de ir embora, eu entrei novamente, fiquei umas 2 horas meia lá, falei com a Freira, ela falou de novo? Eu falei: "Aí fiquei lá umas 2 horas meia." Ela falou: "Tá tendo uma missa aqui, eu vou ter que trancar você lá embaixo, porque se o padre descobrir que você tá lá embaixo, eu tô morta". Aí me trancou porque tava tendo uma missa, um
oras meia." Ela falou: "Tá tendo uma missa aqui, eu vou ter que trancar você lá embaixo, porque se o padre descobrir que você tá lá embaixo, eu tô morta". Aí me trancou porque tava tendo uma missa, um casamento. Aí eu passei por por uma aula assim, desci e fiquei lá de umas 2 horas: meia fechado, apaguei todas as luzes e fiquei lá. Eu quando penso, eu me sinto lá novamente, eu sinto o frio do lugar assim. E dali voltei pro Brasil e completamente modificado, né? completamente tocado por aquilo e não só inspiração, recebi inspiração pro filme, mas paraa minha vida de verdade. A minha vida realmente mudou a partir dali. E então esse é um episódio interessante porque foi realmente o Divaldo falou: "Es essa história começou há 800 anos atrás, não é uma história de agora. E depois ele veio a revelar que a nossa história também de amigos começou há 800 anos atrás. contou um episódio nosso de nós dois em eh como dois monges em Assis, olhando a as a lá de cima, a colina e tal. Ele falou: "Um, um de nós teve que ir embora, um de nós teve que, provavelmente eu, porque senão ele falaria, eu tive que ir embora". E aí, e foi desse jeito que a coisa foi construída. >> Ô, Cloves, e, e a seleção, eu achei muito interessante, você falou da para escolher artista, né? Foi. >> Ah, foi isso aí foi fantástico. >> Aí, aí eu já eu já tava já tinha escolhido o elenco inteiro, o elenco inteiro. E eu tinha duas dificuldades, uma dificuldade para fazer o Máscara de Ferro que o Marcos quem sabe da história, quem já leu o livro, né? E o Divaldo falou do Máscara de Ferro, que é esse personagem, esse espírito que acompanha ele há muitas décadas, né, e há muito, talvez até muitos séculos, né? E eu tinha muita dificuldade para escrever porque eu tava imaginando Máscara de Ferro, um cara grandão. Eu queria fazer com Hernan Hernani Moraes, que é um ator enorme, grandão, todo ostensivo assim e nada saí. Eu escrevia, voltava, escrevia, voltava, escrevia, não dava certo, eu relia e achava ruim. Aí eu falei: "Não, vou ter que ligar pro
aes, que é um ator enorme, grandão, todo ostensivo assim e nada saí. Eu escrevia, voltava, escrevia, voltava, escrevia, não dava certo, eu relia e achava ruim. Aí eu falei: "Não, vou ter que ligar pro Edivaldo". Aí liguei pro Edivaldo, falei: "Divaldo, eu tô escrevendo sobre o Máscara de Ferro. Me diz quem é fisicamente quem é". Aí o Divaldo me explicou que também era um padre que que a quem o Divaldo induziu ao suicídio. E ele era um cara magro, pequeno, branco, tinha uma barba, um cabelo preto, mas era pequeno, né? Não era uma pessoa grande. E aí veio a imagem do Marcos Velas na minha cabeça e eu comecei a escrever, porque é mais fácil escrever quando você sabe quem vai interpretar aquilo. E aí eu comecei a escrever para ali e desandou a a coisa deslanchou. Mas quando chegou na na Joana, eu já tinha escolhido todas as todos os atores e tal com quem eu queria fazer, só que Joana só Divaldo via. Falei: "Aí eu vim aqui na mansão, falei: "Divaldo, queria que você visse uma coisa. O roteiro tá pronto, eu já tô escolhendo os atores e eu queria que você visse alguma, lesse alguma coisa do roteiro. Vou te entregar o roteiro para ler." Ele falou: "Não, não precisa contar nada porque a Joana já me contou e disse que tá tudo bem". Falei: "Bom, tá bom. Então, quem sou eu para questionar isso? Aí eu falei, mas pelo menos uma coisa você vai fazer, que é escolher atriz. Aí eu trouxe foto de cinco atrizes, já tinha falado com a Vanessa Diácamo, falei, tava filmando com ela, falei, Vanessa, tem um roteiro que acho que é a tua cara. Porque assim, Joana é muito dura. Todo mundo que me falou de Joana aqui, Divaldo, a Iracila no Rio, todas as pessoas que falam, que tiveram algum contato com o espírito, fala: "Joana é muito assertiva, muito dura, muito forte, muito firme, né? Eh, e aí então eu eu escrevi também, quando vocês olharem o texto, né, ouvirem o filme, vocês vão sentir que as falas de Jonas são muito assertivas, são muito firmes, são muito duras. E eu queria uma intérprete que fosse mais doce para
, quando vocês olharem o texto, né, ouvirem o filme, vocês vão sentir que as falas de Jonas são muito assertivas, são muito firmes, são muito duras. E eu queria uma intérprete que fosse mais doce para falar isso. E a Vanessa é mais doce, é mais docinha. Rejan é meio paauleira, né? Ainda tinha aquela personagem que ela fez que é a Dores, que todo mundo, porque ela maltratava os avós, que era uma maluquita. Eu falei: "Não, lá não vou viver a Dores para viver Joana de Anel". Mas aí eu trouxe a imagem de todo mundo e o Divaldo pensou um pouco assim, olhei, tava a Vanessa como a Rejane, a Margaristiano, a Gabi Duarte e eu acho que tinha mais uma. Aí ele pensou, pensou, aí parou assim, deu uma viajada e falou: "Essa menina aqui". Apontou pra Rejane e aí eu falei: "Tá bom". Aí depois mandei novamente para ele com elas trocadas. Botei uma porque a mulher muda muito, muda o cabelo, muda. Aí mandei ela com com a cara totalmente diferente. Aí ele falou: "Não, é essa menina aqui mesmo". E aí era Rejane. Eu liguei pra Rejane daqui saindo daqui. Entrei no carro saindo da mansão, liguei para ela, falei: "Rejane, preciso falar com você". Ela falou: "Não, não posso agora, que eu tô numa loucura, eu tô no meio da mudança e tal". E eu falei: "Não, mas me liga". Ela falou: "Vou te ligar". E me ligou ainda logo depois, uns 15 minutos. E eu falei: "Olha, eu tô aqui na mansão do caminho com Divaldo, que é um médium. Você conhece?" conheço. Eh, e aconteceu isso aqui e é isso. Ela falou: "Não, isso eu vou ter que fazer porque isso não é nem um convite, é um chamado, né?" E assim foi desse jeito. E quando eu encontrei com eu falei, "leia esse livro, esse, esse, uns quatro livros da de Joana, eh, e mais uns da série série psicológica". >> Aí ela leu quatro livros. Quando eu encontrei com a com a Rejane, ela já era outra pessoa, porque eu conheço a Rejane desde pequenininha, desde novinha, ela já era já tava com aquilo assim, já tava começando a introjetar o pensamento. que assim, Joana é é antes de mais nada
ra outra pessoa, porque eu conheço a Rejane desde pequenininha, desde novinha, ela já era já tava com aquilo assim, já tava começando a introjetar o pensamento. que assim, Joana é é antes de mais nada pensamento, é um conceito, não é não é uma decoreba, é você colocar dentro de ti aquela aquele aquela raciocínio que ela tem, que é muito difícil inclusive de E eu e eu falei até ontem pra minha esposa, falei: "A Rejane é outra pessoa, agora eu encontrei com ela novamente, de vez em quando eu encontro com ela, tem umas histórias hilárias até com Divaldo e com ela. e ela é outra pessoa. Ela amadureceu absurdamente, assim, e mas foi escolhida pelo Divaldo. Só para não deixar essa história passar, teve um teve um episódio lá no Rio, teve um evento eh espírita, um congresso espírita e Divaldo tava participando. E aí eu já tinha se passado um ano e pouco do filme, aí eu liguei pras pras meninas do da maquiagem, do figurino, da do do figurino e da maquiagem. Falei: "Vocês ainda t roupa de Joana? Ainda tem o figurino, ainda tem tudo aquilo. Falei: "Temos". Eu falei, "Vamos montar, Joana, tem um evento hoje ou amanhã, sei lá. Vamos montar de novo." Ele Rejan, vou te passar na tua casa, vou te pegar e vou te levar para um congresso espírita vestida de Joana. Aí ela falou: "Gente, que loucura. Mas será que aquela roupa cabe em mim que eu engordei? Não sei o quê?" Falei: "Não vai caber". Aí peguei a Rejane, fui pro congresso, tava no camarinho assim, montamos a montamos ela, ela vestiu, maquiou, colocou toda aquela, né? aquela roupinha de freira. E aí eu entro com ela, Divaldo, tava esperando assim como se fosse num camarim também. Eu entrei com ela de mão dada assim, eu falei: "Di tá tudo bem? Tudo bom? Olha quem eu trouxe. De tanto de filmar filme espírito, eu já tô com íntimo de Joana e tal". Aí entrei assim com ela e ela começou a tremer. A Rejane tremendo, Divaldo morrendo de rir. As meninas da maquiagem chorando, eu chorando, Rejane chorando. E aí o Divaldo olha aqui entre eu e ela, olha
í entrei assim com ela e ela começou a tremer. A Rejane tremendo, Divaldo morrendo de rir. As meninas da maquiagem chorando, eu chorando, Rejane chorando. E aí o Divaldo olha aqui entre eu e ela, olha para trás e fala assim: "Ipressionante como vocês são parecidas, olhando, comparando as duas assim, vocês são absolutamente iguais. Uma loucura assim, uma uma coisa linda assim que de que nasceu de uma ideia quase uma brincadeira, né? >> E realmente é inesquecível. São coisas inesquecíveis assim. >> Muito obrigado, Cláudius. Eu me lembro que quando nós fazíamos o Conversando, né, Vogles, a gente pegava os diversos livros da psicografia do Edivaldo e era o livro do mês, então a gente pegava diversos temas e fazia. Aí nós resolvemos fazer a série psicológica, né, e ao longo de um largo período conversando sobre os diversos temas. Então o primeiro parece que nós pegamos foi o homem integral. Aí Buglenes pegou uma parte e eu ia pegar outra do livro para estudar, né? Aí eu li, eu não entendi nada do que estava escrito, absolutamente nada. Disse: "Não é possível que eu não entenda nada do que tá escrito". Aí eu li, reli aquele capítulo e não conseguia. disse: "Meu Deus, na minha área não é psicologia, não, não consigo compreender o que tá escrito aqui." Aí eu fiz um roteiro, mas assim, foram diversos dias para eu conseguir entender um capítulo daquele livro de tão profundo que é a mensagem que ela que ela divulga. Então imagino eh que a atriz, né, quando começou a introjetar a personalidade da Joana, ela deve ter sentido assim uma mudança radical de comportamento de vida, porque o pensamento da benfeitora é muito forte, é muito conduz a um outro tipo de raciocínio, de desenvolvimento, de espiritualidade e a pessoa fica realmente marcada, né, pela presença assim forte aquela educ educadora que ela levou sempre o Divaldo assim naquele eh como se diz aqui, né, no cortado assim, sempre rígida, eh sem sorriso. A gente não vê os os como é que são os dentes da benfeitura Joana de Angeles,
ora que ela levou sempre o Divaldo assim naquele eh como se diz aqui, né, no cortado assim, sempre rígida, eh sem sorriso. A gente não vê os os como é que são os dentes da benfeitura Joana de Angeles, né? Ela é sempre séria, séria, né? Fazer a Rejane chegou para mim quando a gente começou a ensai, ele viu aquele texto dela pesadão, né? Porque eh Joana escreve de uma maneira bem pesada, assim, bem eh arcaica, né? Um português super sobrebrio e tal. Quando a Rejane viu, falou assim: "Pô, Cl, será que ela a gente não pode fazer mais tranquilo? Assim, ela meio brother dele assim". Eu falei: "Ô, Rejane, você imagina você de Freira?" Eu falei: "Ei, Divaldo, vamos tomar um passezinho, porra". Tal, parceiro, não existe isso. Tem que ser desse jeito, porque eu não queria que Divaldo ficasse santificado, porque ele precisava sofrer. Porque a pior coisa do mundo você vê um filme e que no primeiro minuto do filme até o último, o cara é um santo, né? Um cara que não tem problema, que não tem, não tem polêmica, que não tem conflito. Ele precisava ter o conflito, ele queria namorar, ele queria ir pro carnaval, ele queria ir Joana corrigindo, corrigindo, corrigindo. Tem que ter esse antagonismo, né? E mas teve essa história porque precisava ser feito desse jeito, né? Até porque é o é do é real, porque é como ela escreve e é e tem a o registro da época também é desse jeito, né? O é desse jeito, né? Se passou na década de 30, né? Então foi é uma coisa interessante esse esse assunto. >> Tá bom. Muito obrigado, Clos. Vamos, vamos ver mais um pedacinho do filme. Vamos passar agora o Júnior. >> Bom dia, meu filho. >> Bom dia, dona Laura. >> Chegou uma carta para você >> de Chico Xavier. Entre, Divaldo. Sente-se. E então, gostou da nossa reunião? >> Ah, Chico, ficar ao seu lado numa reunião presente de Deus. Ah, fiquei impressionado com a segurança que você tem com os espíritos. >> Isso vem com tempo. Anda, tome seu café. Obrigado, Chico. Tem uma coisa que eu já quero saber faz tempo, mas só você pode me
Ah, fiquei impressionado com a segurança que você tem com os espíritos. >> Isso vem com tempo. Anda, tome seu café. Obrigado, Chico. Tem uma coisa que eu já quero saber faz tempo, mas só você pode me responder. >> Então pergunte. Você sabe quem é meu mentor? Deivo. Eu sei quem é, mas não fui autorizado a lhe revelar. Mas eu não aguento mais as pessoas me perguntando, Chico. >> Então, quando lhe perguntarem sobre isso, diga que seu mentor é Jesus. Não, mas Jesus é de todo mundo. Chico, eu vou pegar é uma beirinha. Eu quero um só para mim, igual você que tem emano. >> Você é tão engraçado, Divaldo. >> Eu posso ficar mais um tempo aqui? Chico trabalhando com você. Ainda tenho tanta coisa para aprender. >> Divaldo, poder ficar até pode, mas nós somos como dois postes de luz. Nós precisamos ficar separados para levar luz a mais lugares. Hum. em Bogle a Medunid, esses dois no encontram devia ser algo assim espetacular. E o ator também do do Chico foi muito muito adequado. Ele introjetou bem aí a personalidade do Chico, aquele jeito assim mineiro de ser, de falar. E a sabedoria do Chico também, né? É o irmão mais velho e orientando ao irmão mais novo. E os dois tinham um hierarquia espiritual espetacular. Que que você falaria então sobre mediunidade do Divaldo, o meu amigo? De volta teve quatro missões. A missão educacional, a missão da oratória, a missão institucional espírita e a missão mediúnica. Como todos conhecem nas biografias, essa missão teria iniciado quando ele tinha 4 anos, já vendo os espíritos. Mas este livro da Ana Land tem um capítulo de uma faz uma revelação. Nós teríamos que recorrer ao passado para poder identificar a potencialidade mediúnica de Divaldo no século 19, quando no dia 20 de março de 1833, na cidade de K, perto de Edimburg, na Escócia, nasceu um menino chamado Daniel Danglas Rome. É um menino curioso, porque ele bebê, imagine só, imagine um bebê no beço chorando. O que é que a mãe faz? Ou uma babá. Ele não precisava porque o beo se balançava sozinho
chamado Daniel Danglas Rome. É um menino curioso, porque ele bebê, imagine só, imagine um bebê no beço chorando. O que é que a mãe faz? Ou uma babá. Ele não precisava porque o beo se balançava sozinho e ele calava a boca. logo mais crescido, que ele tinha um problema de deficiência, de fragilidade física. No chão da sala, os brinquedos eram atraídos, não precisava ir atrás dos brinquedos. Os brinquedos vinham para ao lado deles. Esse médium ficou famosíssimo no século XIX. Saiu da Escócia, foi Estados Unidos, viveu na Rússia, casou com duas princesas. e viveu em Paris durante muitos anos e foi contemporâneo de Allan Kardec, conviveu com Allan Kardec, Kardec estudou muito eles. Eu me interessei vivamente pela vida desse médium no ano de 2000, mais ou menos. E durante 7 anos pesquisei sobre Daniel Dangas Home e escrevi um livro que está à disposição na livraria. Hoje eu tive a oportunidade de de fazer uma uma festa para Cloves e para também para Jonas de um exemplo, contando a história do médium voador que desafiou as leis da física e que foi a reencarnação de Divaldo na época. Durante 7 anos pesquisei e publiquei o livro. Na época ele não foi possível a autorizar essa revelação, porque o Divaldo, sempre prudente, sempre cauteloso, disse que não estava autorizado ainda. Só tempos depois que ele autorizou a jornalista Ana Lâ ela publicou então a revelação com fotos do médium aqui na no livro. Depois eu liguei para ele, pedi autorização para escrever também um artigo sobre a a o relacionamento de Daniel Danasome com Allan Kardec e a revista reformador da Federação Espírita Brasileira publicou e volta autorizou agradecendo a oportunidade porque foi um médico notável. Qual foi a missão de Daniel Dangas Rome na época como a missão dos médiuns do século XVI 19? comprovar a imortalidade da alma. Ele não conheceu, ele conviveu com Kardec, mas não aceitou Kardec. Ele escreveu dois livros, Daniel Dangas Rome sobre a vida dele. É acidentes da minha vida. Depois de escrever sombras e luz do
alma. Ele não conheceu, ele conviveu com Kardec, mas não aceitou Kardec. Ele escreveu dois livros, Daniel Dangas Rome sobre a vida dele. É acidentes da minha vida. Depois de escrever sombras e luz do espiritualismo. Tive a oportunidade de buscar nos Estados Unidos esse livro em inglês. Uma das esposas dele também escreveu sobre a vida de Daniel Daz Rom. uma vida impressionante em vista de tudo que ele realizou para provar a imortalidade da alma. E ele mesmo declarava e Kardec também informa isso na revista Espíritas. Eu vim para provar a imortalidade. Jamais recebi dinheiro por isso e jamais receberei. O que podemos falar da mediunidade de Daniel Danomen rapidinho? É porque ele foi um médico de efeitos físicos. As pessoas eram tocadas pelo que viam, porque o que ele realizava as pessoas viam, ele flutuava no ar. é focou famosíssimo pela levitação, foi estudado pel cientista chamado William Crooks e Edivaldo, na reencarnação de Edivaldo. Edivaldo se apaixonou por Kardec, que na época não se apaixonou com Daniel Dagas Rome. Daniel Dagas Home foi um médium que não havia, não aceitou a doutrina espírita. As pessoas se tocavam pelo que viam já deivaldo. As pessoas todas se tocaram pelo que ouviam, pelo que nós ouvimos nas suas palestras. Então foi uma vida, uma mediunidade que é, como André Luiz chama, um mediunato. Divaldo, foi o médium missionário, uma um mandato de amor, como diz André Luiz, o espírito, um sacerdócio mediúnico, mas foi também o médium do século XIX e XX, voltado toda todo para uma ética comportamental. Daniel Dangas Home foi o médico do século XIX. para provar a imortalidade, chamar atenção, chamar a atenção de pesquisadores, de cientistas, Divaldo, como médium no século X 20 e XX, foi para chamar a atenção do mundo inteiro para os valores profundos do evangelho de Jesus. Foi essa a grande diferença. O Cloves, você que conviveu alguns dias com ele, algum tempo assim, eh, você não se impressionou com a mediodidade do Divaldo também? >> Sim. >> Não, não chamou atenção?
. Foi essa a grande diferença. O Cloves, você que conviveu alguns dias com ele, algum tempo assim, eh, você não se impressionou com a mediodidade do Divaldo também? >> Sim. >> Não, não chamou atenção? >> Chamou, é como ele transitava de um dos dois planos assim, com muita com muita rapidez, com muita facilidade, né? Como era automático. E eu imagino isso novo, né? como é de porque ele hoje é super experimentado, supervivido, então ele conseguia discernir o que era uma coisa, o que era outra, né? Mas quando novo, como é que ele fazia para discernir o que era espírito, o que era eh, né, um ser humano encarnado? Então, e ele realmente se via diversos momentos ele ol, a primeira coisa que ele me disse, falei assim: "Não minta para mim porque eu leio a sua aura". Falei: "Gente, é só problema, não tem nada fácil nessa trajetória". Falei: "Nem uma mentirinha, né?" Ele falou: "Eu vou ler a sua aura, então não minta, seja sempre verdadeiro." Falei: "Tá bom, não pretendia mentir, né? Mas é bom saber". E então, e então imagina uma pessoa com com essa com todas essas faculdades como era viver no na na década de 30, de 1930, como fazer para, né, olhar o que o que quem é de verdade, quem não é de mentira, que enfim. E, mas me impressionou muito em vários aspectos assim, não se eu for parar para para falar, realmente é é muito impressionante. >> São muitos fatores mesmo na vida do Divaldo. Ele nunca aprendeu a dirigir porque ele não sabia quem era quem era eh pedestre e quem não era pedestre. Então ele não podia dirigir, não tinha condições, eu não distinguia fisicamente o espírito encarnado ou não, né? Então, só quem dirigir era o Divaldo, que ele não tinha condições de atropelar os espíritos, atropelar a gente. Mas nós vamos agora mais um trecho então para do do filme. Devo, como foi seu encontro com Chico? >> Aprendeu muita coisa? >> A nisso com Chico você aprende só de olhar. Um segundo de silêncio ao lado dele vale por mais de 1000 palavras. Pegue mais, senhora. As crianças.
oi seu encontro com Chico? >> Aprendeu muita coisa? >> A nisso com Chico você aprende só de olhar. Um segundo de silêncio ao lado dele vale por mais de 1000 palavras. Pegue mais, senhora. As crianças. >> Deus lhe pague, meu filho. >> Viu só quanta coisa um pequeno salário é capaz de fazer? >> É, meu amigo, pobreza é uma coisa, miséria é outra. Bora. Nesse nessa cena a gente pode ver a caridade em ação, né? Algo insignificante, mas que modifica. Isso é que o Cláudio falou, que esse Divaldo que vai ser apresentado no futuro para as pessoas se tocarem. >> Sim. >> No aspecto humanitário, né? Você, o, eh, Jonas, que que você pensa sobre esse assunto dessa parte do Divaldo, a parte humana dele, a parte da caridade, não era só palavra, Divaldo, era obra, né? Isso aqui é uma obra, não foram só as palavras, né? >> É, foi ação em tempo integral, né? E eu acho que isso nos faz pensar a nossa responsabilidade, porque nós somos testemunhas de tudo que ele fez. E então amanhã nós vamos poder falar que não sabia. É uma responsabilidade muito grande. Hoje eu sei como eu devo me comportar, como eu devo fazer para conversar com o próximo, para acolher, para amar. Então, amanhã a gente não vai poder falar que não sabia. Ele trouxe para nós essa responsabilidade mais do que conhece-te a ti mesmo, é como agir. Porque às vezes a gente se conhece, mas não sabe como agir. Então o filme traz essa mensagem, essa mensagem de ser humano, porque era um ser humano excepcional. Eu diria que ele conseguiu numa vida só condensar umas 10 vidas de um ser humano comum. Quem conseguiria fazer tudo que ele fez com a disciplina que ele teve? Se ele não teve um Emanuel que falava disciplina, disciplina, disciplina, ele teve uma Joana, né? E com a Joana ele conseguiu ser fértil em todos os sentidos. Então, realmente o filme toca nossos corações, mas mais que isso, eu acho que a gente tem que pensar na nossa responsabilidade. Nós somos testemunhas e nós temos que continuar passando essa mensagem, transmitindo,
nte o filme toca nossos corações, mas mais que isso, eu acho que a gente tem que pensar na nossa responsabilidade. Nós somos testemunhas e nós temos que continuar passando essa mensagem, transmitindo, levando a todos que estão à nossa volta esse amor que nós recebemos dele. >> Obrigado, Jonas. Ô, Cloves, você consideraria, qual foi o maior desafio para fazer esse filme assim? Que que você considera como significativo e importante? >> Não, acho que o o desafio é foi do início ao final, assim, tanto que o próprio Divaldo falou: "Olha, você vai encontrar muita eh obstáculo do outro plano, do outro plano também. Muita gente não quer que esse filme se realize. Então, uma equipe de cinema, ela é muito diversa em vários aspectos, né? Raciais, sociais e religiosos e tal. E a primeira coisa que eu fiz foi uma roda de oração, não de oração, uma roda de comunhão, digamos assim, com todas as pessoas, porque assim, tinham católicos, espíritas, eh, os próprios atores, nem todos têm religião, né? Muitos não têm nem acreditam em Deus. E outros são espíritas, outros são católicos, outros são evangélicos e tal. E a gente fez uma roda, falou: "Olha, gente, a gente vai de uma maneira ou de outra, nós seguiremos até o final, todos nós juntos com esse filme e a gente vai ser muito testado." Então, é preciso que a gente esteja de mãos dadas, não eh de uma não religiosamente, porque a gente não tá fazendo um filme religioso, a gente tá fazendo um filme de amor, de caridade, que que supera e tá acima de todas essas religiões. Então, a gente precisa até eh comungando, né, aquele famoso ninguém solta a mão de ninguém. A gente fez uma roda, realmente e dali a gente a gente passou por muitos obstáculos. Ontem a Regane tava lembrando lá no Senado que todo mundo ficou doente. Ela ficou sem voz, ela teve um problema de fato. A a minha assistente, a Carol ficou sem voz, o meu diretor de fotografia não não ficou com conjunto de vit. Então foram muitos muitos muitos coisas adversas acontecendo para atrapalhar a filmagem.
to. A a minha assistente, a Carol ficou sem voz, o meu diretor de fotografia não não ficou com conjunto de vit. Então foram muitos muitos muitos coisas adversas acontecendo para atrapalhar a filmagem. Ator que esquecia fala, ator experiente que esquecia fala. Então, realmente é é complicado. Agora, só lembrando um outro fato, porque assim, é legal a gente também lembrar fatos que eh na sequência dessa cena, o Divaldo e Nilson entram num bordel porque houve um choro de uma criança e aí eles entram no bordel e a a cena foi lá, Nilson já parecia meio meio íntimo do bordel assim, ele entra, todo mundo fala com ele e tal e ele entra, eles vão pegar a menina. E aí quando a gente fez a pré-estreia em São Paulo, que foi a primeira vez que o Divaldo viu o filme de verdade, assim, ele realmente, Divaldo não é muito se emocionar, mas ele ficou muito emocionado. Aí ele termina, eu fui dar um abraço nele porque o bem ou mal fiz o filme para ele e ele é o meu primeiro espectador. Eu falei, quero saber o que ele achou, né? Aí ele com a sinceridade sinceridade de sempre falou: "Eu adorei com as com as com as licenças poéticas que você colocou, porque lógico eu tinve que carregar algumas tintas e tal. E aí, e aí ele abraçou e me abraçou e falou: "Não, tá, tá ótimo, eu adorei" e tal. E eu queria te dizer que todos estavam aqui, as tias que eh começaram a mansão comigo, minha mãe estava aqui, meu pai estava aqui, Nilson estava aqui. Ele pediu para te dizer uma coisa que ele não era tão mulherengo quanto tá. É engraçado, né? E aí, e e aqui quando viemos aqui também na mansão, teve nesse período que ele falou que Joana já tinha lido e tal, eu falei: "Não, mas eu queria que você lesse uma cena que eu fiz sua mãe, dona Ana, falando, brigando com o padre, porque o padre se recusou a a a batizar o menino porque ela era porque ela tinha suído, não, melhor, ela fazia a missa de sétimo dia porque ela era suicida. E aí eu e eu dei uma pesada na mão no padre, acoei o padre, ele falou: "Joana já me
o menino porque ela era porque ela tinha suído, não, melhor, ela fazia a missa de sétimo dia porque ela era suicida. E aí eu e eu dei uma pesada na mão no padre, acoei o padre, ele falou: "Joana já me falou que tá tudo bem, pode seguir". E foi assim, a cena tá lá desse do jeito que foi. >> Muito obrigado. Muito obrigado. Vamos ver então mais um passagem aí assim rápida com o Divaldo. >> Quanto mais eu vivo, menos eu entendo. Porque Deus tira a vida de uma pessoa. >> Minha mãe, eu já lhe disse que Deus não tira a vida de ninguém. A vida nem é do corpo, é do espírito que precisa evoluir enquanto os corpos forem necessários, seja pela dor, seja pelo amor. A vida é um grande exercício de desapego. >> Então me explique como é que eu faço para me desapegar demais dessa dor. >> Minha mãe, saudade, melancolia, até mesmo uma certa tristeza são normais. Agora tenho certeza que nada acontece sem a vontade de Deus. A senhora reparar hoje aqui vários casais jovens enterraram seus filhos. Então que Deus é esse que interrompe a vida de um anjinho? Acontece que os corpos podem ser pequenos, mas os espíritos são muito antigos. E para esses espíritos, a morte do corpo é uma libertação. >> E para os pais, >> uma provação que se encarada com resignação e sem revolta se transforma em evolução. A felicidade não é a ausência da dor, é a real compreensão de sua finalidade. Encare da seguinte forma: meu pai não morreu. Ele foi ali e já volta. Cena rápida, né? Quanta sabedoria, quanto ensinamento numa cena >> sim >> tão pequena. Luziane, você assistiu o filme? Que é que essa que que você tem para nos dizer a respeito dessas? Isso é um livro de, é que nem o livro dos espíritos, não dá para ler, tem que estudar, né? Esse filme a gente tem que estudar ele cada frase, né? Você poderia nos falar um pouquinho, Luziane, >> Mário e todos queridos aí presentes e todos que nos acompanham. A emoção é muito grande ao acessar uma obra como essa. Quando nós fomos assistir o filme do tio Divaldo, nós fomos ao cinema numa
ne, >> Mário e todos queridos aí presentes e todos que nos acompanham. A emoção é muito grande ao acessar uma obra como essa. Quando nós fomos assistir o filme do tio Divaldo, nós fomos ao cinema numa sessão em que ele estava também. E eu tinha prometido para mim mesma que talvez lá paraa metade do filme, pro final do filme, eu iria começar a chorar, porque eu sou muito emotiva. Então eu pensei, eu vou conseguir controlar assim o início para tentar me concentrar naquilo que o filme tá demonstrando, não deixar tanta a emoção. E aproveitando para parabenizar o Cloves e toda a sua equipe, o trabalho é tão bem feito que quando nós começamos a assistir o filme, começa aquelas aqueles aquelas mensagens iniciais, as imagens iniciais e começa a primeira cena e que nós vemos o primeiro embate de tio Divaldo na infância e de repente naquele momento que é tão clássico, não somente para ele, o Cloves foi muito feliz quando ele disse que é necessário colocar para os conflitos do médium ali também, porque assim a gente se identifica nos embates da vida com uma realidade que também ele experimentou num exponencial muito grande, mas que a gente também experimenta. Então, aquelas coisas das crianças vivenciando o terror noturno, os pesadelos, os sonhos. E de repente a gente vê tio Divaldo buscando esse acolhimento ainda na na infância, a mediunidade na infância. Mas algo que me chamou profundamente a atenção é que quando a câmera gira e passa de relance, a gente vê as vestes da benfeitora Joana de Angângeles e não tem como não se emocionar. Então eu comecei a chorar desde o início do filme e fiquei uma chorona. Eu chorei o filme inteiro e quando chegou no final, o tio tava assistindo e aí quando ele passou por nós, ele olhou assim e olhou assim para mim, eu tava com aquele aquela cara de choro e ele falou assim: "Mas esse filme, essa pessoa, essa vida aí foi horrível, né? Essa vida não foi proveitosa, não foi vantajosa, porque você tá chorando desse jeito." Falei: "Ai, tio, chorei o filme todo." E eu
u assim: "Mas esse filme, essa pessoa, essa vida aí foi horrível, né? Essa vida não foi proveitosa, não foi vantajosa, porque você tá chorando desse jeito." Falei: "Ai, tio, chorei o filme todo." E eu acho que é isso que é mais forte. O filme traz uma realidade, a vida de alguém que tornou tornou todos os desafios. Ele foi transformando isso em trampolim na sua história. Nós vemos no início da sua existência os desafios, como Cloves colocou, ainda iniciando esse processo de conhecer a mediunidade, mas quando tem de dizer é esse o caminho, ele segue e segue firme. E é um grande exemplo para nós de entendermos esse processo de fé, esse impacto da doutrina dos espíritos nas nossas vidas. nós que elegemos a doutrina, como ele fez? Ele colocou como um roteiro seguro para seguir Jesus com tranquilidade, mesmo diante de tantos desafios e obstáculos. Então é uma mensagem, esse filme fica no coração da humanidade como uma lembrança constante de um homem que elegeu viver os exemplos do evangelho de Jesus à luz dessa doutrina e mostra-nos o quanto a doutrina é eficaz, o quanto e essa cena que acabamos de ver do tio Divaldo com a dona Ana, ele esclarecendo e colocando acerca da morte com tanta lucidez, com tanta segur segurança, mostrando-nos o quanto essa doutrina e os seus princípios podem nos auxiliar no nosso processo de cura e facilitar a nossa jornada aqui nesse caminho que estamos vivenciando. Então é um grande exemplo, traz aí para nós esse essas personagens que são reais. os todos os atores que fizeram, fizeram o tio Divaldo, fizeram a Joana, o tio Nilson, a cada momento, a cada cena, nós nos emocionávamos vendo algum trajeito que está presente neles e que toca-nos o coração porque é memória afetiva. e memória afetiva desperta para nós aspectos que são estimuladores para que façamos aquilo que o nosso tio Divaldo nos convida e passou o tempo todo nos convidando a percebermos que vale a pena viver. Apesar de tantas dificuldades, de tantos desafios, tanta dureza vivenciada
façamos aquilo que o nosso tio Divaldo nos convida e passou o tempo todo nos convidando a percebermos que vale a pena viver. Apesar de tantas dificuldades, de tantos desafios, tanta dureza vivenciada na existência, ele sempre foi buscando eleger a vida e exemplificar através da caridade, através do verbo que segue solto, leve, suave, mas também firme, incisivo, através do seu silêncio, que sempre muito nos ensinou, através da sua arte, da poesia, porque o tio Divaldo é um exímio contador de histórias, um exímio professor que nos conduz nessa doutrina dos espíritos com muita inspiração, inspiração da vida vivenciada por ele. Então, é é são ensinamentos que vão ficar aí registrados nesta grande tela da vida real, para que nos emocione, sim, sempre nos impactando, para que assim nós também olhemos para a nossa existência e vejamos o que que podemos fazer em nome do amor, em nome de Jesus, em nome dessa doutrina que nós abraçamos e que vivenciamos, que buscamos vivenciá-la no nosso dia a dia. >> Obrigado, Luziano, pelo depoimento. Ló eh a vida de Valdo modificou muitas vidas como última pergunta. E a sua também foi >> foi foi o quê? >> A sua vida também >> abençoada. >> É, foi também >> impactada. foi não ten menor dúvida disso. A maior prova disso que só alguns anos depois e eu estava com a minha esposa, me pedindo para ceder o filme paraa semana zen. Em São Paulo tem uma coisa chamada Semana Zen. Me pediram para ceder o filme durante o processo. Depois do filme, um ou dois anos depois do filme ser exibido, eu perdi um filho, um dos três filhos que eu tenho perdido um acidente de moto. E aí eu liguei pro Edivaldo, a única vez que eu liguei pro Divaldo para falar sobre isso. E ele me falou: "Continua do jeito que tá, segue o caminho que tá tudo certo" e tal. E aí quando nós fomos ver o filme na semana Zen e eu percebi que eu tinha feito o filme para mim. E eu entendi quando lá atrás ele falou: "É você que tem que fazer esse filme, é você que tem que fazer esse filme".
ós fomos ver o filme na semana Zen e eu percebi que eu tinha feito o filme para mim. E eu entendi quando lá atrás ele falou: "É você que tem que fazer esse filme, é você que tem que fazer esse filme". Porque na realidade a gente nunca sabe, o plano espiritual está sempre muito na frente. Então na realidade eu precisava escrever para ser o primeiro espectador do meu filme e até hoje quando vejo, me emociono. Eu escrevi me emocionando, filmei me emocionando e cirro me emocionando, porque na realidade o filme para mim foi uma preparação pra perda que eu teria. Muito obrigado, Cloves. Nós já avançamos no horário. Eu agradeço realmente ao Cloves, foi espetacular e emocionante essa noite aqui para todos nós. Ao Jonas que nos deu essa oportunidade magnífica de podermos vivenciar esse momento. Odilton, que trabalhamos tanto tempo junto e tem essa experiência e essa convivência com o Divaldo e e nos na rua aqui coisas interessantes. Então eu peço licença a todos agora para encerrar a reunião. >> Mário, eu queria falar uma coisinha, se você me permitir, >> que eu falei ontem no Senado, queria repetir, eh hoje todo mundo aqui é de alguma forma um influencer, né? Antigamente, provavelmente, eh, não se produzirão outros médiuns, como Divaldo ou como Chico e e alguns outros em menor, né, estatura. Provavelmente não. Então, esse amor vai ter que ser disseminado de uma outra maneira. E a gente tem no nosso celular, a gente tem no na inteligência artificial que tá vindo aí a oportunidade de fazer e de mudar o mundo. O mundo não mudará com o Salvador da pátria, com presidente da República, sejam eles de direita, de esquerda, do centro, do alto, de baixo, não vão mudar. Essa mudança é de dentro para fora. Então, que a gente use o poder que a gente tem. As pessoas não entenderam ainda o poder que tem com o celular na mão. E esse celular é ele pode ser uma arma e ele pode ser uma flor. Então acho que é isso que a gente tem que incutir na cabeça dessas pessoas, dos jovens. Eu acho que a doutrina espírita precisa se
mão. E esse celular é ele pode ser uma arma e ele pode ser uma flor. Então acho que é isso que a gente tem que incutir na cabeça dessas pessoas, dos jovens. Eu acho que a doutrina espírita precisa se renovar, aproveitando que eu tô na presença, né, da eminência parda da da Federação Espírita em Salvador. A gente precisa renovar isso. Eu fui divulgar o filme em vários lugares, em vários centros espíritos e eu notei que tinha muito pouca gente, tanto na plateia quanto no palco, quanto aqui e a gente precisa de jovens para renovar essa essa doutrina que é tão linda. Então eu ia, chegava em algum lugar e numa pré-estreia do filme e aí estavam lá várias pessoas de várias religiões e alguém me tocava falar assim: "Eu sou espírita". Eu falei: "Então grita, grita que você é espírita. Fala para todo mundo que você é espírita". Porque os evangélicos aqui sem nada contra os católicos, eles são explosivos, eles são expansivos e o e o espírita é tímido, né? Quando na realidade o tesouro está na mão do do dos espíritas. Então, a gente precisa assumir esse poder e há nada melhor do que o celular que tá na mão de cada um aí pra gente propagar amor, porque todo mundo hoje se filma, se exibe, faz biquinho, faz ombrinho, faz não sei o quzinho, faz cabelinho e na realidade não fala o que tem que falar, né? Então, é um é um é um bando de macaquitos fazendo macaquices quando poderia estar divulgando o amor, quando poderia estar divulgando a doutrina ou aquilo que acredita, qualquer que seja a religião, mesmo que seja uma frase por dia do minuto de sabedoria, abrir cada um o seu celular e falar aquilo, porque essa isso vai ter que ser uma onda de amor. Se essa onda de amor não começar de alguma maneira, a gente vai ser atropelado pela pelos fatos. Então a gente pode sim, o poder tá na mão de cada um. Não, não haverão outros médiuns. É preciso que a gente trabalhe com essa, mesmo que que venham a existir. Eh, é preciso que a gente trabalhe com o pior cenário. Qual é o pior cenário? Não ter nenhum líder.
não haverão outros médiuns. É preciso que a gente trabalhe com essa, mesmo que que venham a existir. Eh, é preciso que a gente trabalhe com o pior cenário. Qual é o pior cenário? Não ter nenhum líder. E e como é que a gente faz sem o nenhum líder? a gente coloca pra frente para andar tudo aquilo que a gente aprendeu com ele diariamente. Cada um de vocês, cada um que tá ouvindo, cada um que tá em qualquer lugar, a gente pode sim fazer essa diferença. Em vez de usar o celular para fazer meme, para fazer gracinha, não que o bom humor não exista, que a gente recebe, ri se diverte, às vezes aquilo chega no momento do dia que você tá tenso e uma gracinha daquela te alivia. Mas assim, bom, qual é o meu papel hoje? O que que eu preciso fazer pela minha doutrina, pelo meu país, pelo mundo, pelos meus filhos, por todo mundo? Propagar o amor. Não que não esperar alguém. A gente tá, a gente vai ter que deixar de ser plateia e vai ter que passar a ser protagonista. Então, que a gente seja protagonista dessa nova mudança na doutrina espírita, que a gente construa isso de uma maneira amorosa e e corajosa. Porque para você se expor, você precisa ser corajoso. Para se expor hoje no Brasil para falar do bem, você precisa ser corajoso. E as pessoas acabam se expondo, passando ridículo na rede social e e com medo de se expor à sua religião, de falar de amor. Não tem problema. Você não precisa ter uma religião para falar de amor. Jesus Cristo nunca veio aqui para falar para ninguém entrar numa igreja ou numa mesquita, né? Ele veio falar de amor simplesmente. É isso que a gente precisa fazer todo dia, fazer isso todos os dias. Eu acho que é a única maneira de virar esse jogo. Muito bem, Cloves. Foram belas, belas verdades. Foi, foi uma reunião emocionante aqui para todos nós e nós temos esse tesouro na mão que é a doutrina espírita, né? Então agora eu vou fazer a prece de encerramento e daqui a pouco a gente volta para assistir o filme, não é? Vamos lá. Senhor e Mestre Jesus, amado, amado
tesouro na mão que é a doutrina espírita, né? Então agora eu vou fazer a prece de encerramento e daqui a pouco a gente volta para assistir o filme, não é? Vamos lá. Senhor e Mestre Jesus, amado, amado amigo, fiel amigo de todos nós. Para nós impressiona, Senhor, quando prometestes há 20 séculos que nos enviarias o consolador 18 séculos depois estava ali entre nós e hoje bebemos nessa água límpida e pura, esclarecedor, consoladora e que nos dá esperança dos dias melhores. Nós sabemos que Deus, Deus está presente em tudo. O Nilson será sábio quando dizia que Deus nada passa se não for pela vontade de Deus. E é a verdade. Isto é a verdade, é a pura verdade. Nós precisamos ter a confiança e entregar a nossa vida aos benfeitores, a Jesus e ao bom caminho que todos nós devemos brilhar, trilhar. Abençoa-nos, pois, Senhor, neste momento. conosco. Abençoa e agrceivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira, a nossa benfeitora Joana de Ângeles, a Francisco de Assis e a nossa penhorada gratidão a vós, ó Senhor, que nos deste a oportunidade do serviço com a doutrina espírita. abençoa-nos, despede-nos da vossa paz hoje e por todo sempre e que assim seja. Muito obrigado a todos.
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