Momentos Evangélicos com Leonardo Machado – Alegria Cristã
Palestra doutrinária realizada no *Cenáculo da Mansão do Caminho,* todos os sábados, com *transmissão ao vivo* pela TV Mansão do Caminho. #MomentosEvangélicos #MansãoDoCaminho #PalestraEspirita #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #EstudoEspirita #ReflexaoCrista #DivaldoFranco #CentroEspirita #Espiritismo #espiritualidade #Evangelho #Deus #Jesus #AllanKardec #LuzdoMundo #AméliaRodrigues #LeonardoMachado #AlegriaCristã *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Queridos amigos, queridas amigas, que nós possamos estar em paz hoje, agora e para todo sempre. Ora direis ouvir estrelas. Por certo, perdeste o senso. Eu vosi no entanto, que para ouvi-las muitas vezes desperto e abro a janela pálido de espanto. E quando conversamos largo tempo enquanto a Via Láctea como um palho aberto senti-la, eu as procuro pelo seu deserto. Então direis agora, três loucado amigos, que conversas com elas? Que sentido tem o que dizem quando estão contigo? E eu vos direi: Amai, porque só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender as estrelas. A mensagem poética de Olavo Bilac, que nos fala da Via Láctea, de alguma forma nos relembra também a nossa conexão com o Criador, a nossa conexão com Deus, a nossa conexão com o universo. Mas de alguma forma vamos nos atrapalhando pelo caminho, pelas confusões do caminho e vamos, portanto, colidindo a nossa vinculação com o divino, ficando muito a quem e sem o entendimento necessário. Portanto, nesses dias de Natal, em que nos reconectamos de alguma forma com a paz e que nos reconectamos de alguma forma com o nosso Senhor Jesus, também temos a oportunidade de nos reconectar ao entendimento da natureza, de nos reconectar com o grande todo, o universo, numa fala, por exemplo, hinduísta, nos conectarmos com Deus a partir da vibração nosso psiquismo a partir da vibração do nosso coração e, portanto, em oração termos um aprofundamento sobre o sentido do que é ser feliz, o sentido do que é a alegria de Cristo, portanto, a alegria cristã em nossas existências. quando comemoramos o natalício, a chegada simbólica em qualquer data, mas agora nesse final do ano que também representa um fechamento de ciclo, nós então olhamos para o futuro e pensamos quais são os ciclos que queremos dar, quais são os passos que queremos seguir, quais são os rumos que queremos, portanto, caminhar em nossas existências. E para isso é interessante abrirmos o Evangelho Segundo o Espiritismo, ou melhor, o Livro dos Espíritos e vermos ali a
eguir, quais são os rumos que queremos, portanto, caminhar em nossas existências. E para isso é interessante abrirmos o Evangelho Segundo o Espiritismo, ou melhor, o Livro dos Espíritos e vermos ali a questão 540, quando os benfeitores vão dizer que do átomo ao arcanjo, que outrora foi átomo, tudo se conecta, tudo se encadeia. E em outra passagem de O Livro dos Espíritos, temos ocasião de entender que todos nós estamos de alguma forma conectados. E o segredo, dizem os benfeitores, para entendermos essa conexão que temos é justamente a partir daquilo que chamamos de magnetismo. Para a visão espírita, nós temos o magnetismo que vai além do magnetismo animal, temos o magnetismo divino. Esse magnetismo divino é o psiquismo de Deus, que é a sustentação do próprio universo e, portanto, a sustentação da nossa própria existência. Para a doutrina espírita, Deus não é, digamos, o grande todo que habita tudo, mas é a grande força que está em tudo a partir do fluido cósmico ou da energia universal, digamos assim. Então, quando nós pensamos, vibramos o psiquismo divino porque vibramos a harmonia celestial. Podemos vibrar numa sintonia muito positiva, numa sintonia que nos vincula, portanto, a uma alegria, mas também podemos vibrar em uma sintonia mais destrutiva que nos vincula, portanto, a uma dor e, portanto, a uma tristeza profunda. Porque a principal tristeza, gosto muito dessa mensagem de Mei pela psicografia de Chico Xavier. A principal tristeza, ela coloca o principal infortúnio, é ter a privação da fé e continuar vivendo. Quando temos a privação da fé dentro de nós, é como se de alguma forma nos desconectássemos desse psiquismo divino e, portanto, nos entristecemos de uma forma profunda, no sentido de ficarmos em si mesmos e não vinculados com o universo. estava pensando na natureza e olhando o mar, gosto muito do mar, essa energia que vem da natureza. E achei interessante porque em Recife não é, digamos assim, uma propaganda enganosa. Tem realmente tubarão muito. Eu me recordo que com 12 anos, até 12
muito do mar, essa energia que vem da natureza. E achei interessante porque em Recife não é, digamos assim, uma propaganda enganosa. Tem realmente tubarão muito. Eu me recordo que com 12 anos, até 12 anos de idade, eu podia tomar banho no mar tranquilo. Até que com 12, 13, era assim, o local que eu tinha tomado banho tinha tido um acidente de ataque de tubarão na semana seguinte. Então fiquei, meu Deus, podia ter sido eu, né? Então, com isso, as placas foram sendo colocadas e a gente pode tomar banho no mar só se tiverem as piscininhas naturais, né, que são feitas pelos arrecifes, que são as pedras que dão nome à minha cidade, né, a Recife. Pois bem, então tem tubarão mesmo. E é interessante porque o último ataque de tubarão foi bem perto de onde eu vivo, né? E eu vi uma coisa curiosa, porque foi assim um ataque do tubarão e chegou ali o SAMU de helicóptero, tirando, né, o o acidentado para poder levar logo, porque em Recife você já tem uma certa medicina especializada em ataque de tubarão. Veja que coisa. Como na Suíça, a a especialidade mais uma das especialidades mais badaladas médicas na Suíça é a ortopedia. por causa dos Alpes suíços, o pessoal vai esquiar, achando que vai ser feliz e vai pro hospital com a fratura. E os ortopedistas é que são assim os mais eh numerosos médicos na Suíça. Então, em Recife tem muita especialidade de saber como lidar com mordida de tubarão. E interessante porque o avião subia levando a pessoa e só foi o avião subir, só foram as autoridades darem sopa que o povo entrou de novo no mar, no mesmo local onde tinha tido ataque de tubarão. E eu fiquei assim, não é possível, vai ter ataque no outro dia, um ataque. Fazia vários anos que não aconteciam porque as pessoas estavam assim com medo, né? Porque quando acontece uma tragédia, nós ficamos com medo e ficamos ligados. Mas como fazia muitos anos, eu acho que o pessoal começou a achar que o tubarão não existia mais, né? Mas existe. Só que eu fiquei me pensando nessa cena quando eu vi uma tartaruga,
e ficamos ligados. Mas como fazia muitos anos, eu acho que o pessoal começou a achar que o tubarão não existia mais, né? Mas existe. Só que eu fiquei me pensando nessa cena quando eu vi uma tartaruga, né? Então, uma tartaruga lá no projeto Tamá. Ela lá no maio eu falei: "Mas rapaz, e tubarão não come tartaruga?" Não? Fiquei pensando assim essa pergunta filosófica sobre essa conexão da natureza, né? E perguntei pra Paola, ela falou: "Não tem a cadeia alimentar, tal". E ficamos então filosofando sobre o comportamento animal gregário, vendo a tartaruga, porque ela não saía do local do ataque. E eu fiquei engraçado, achando interessante porque apesar dela estar junto dos tubarões, ela e outras não foram atacadas. E me dei conta que no final das contas era eu que tava errado, porque eu não estava pensando como tartaruga, eu estava pensando como ser humano. E o pensamento humano é diferente da forma do psiquismo, da forma que está ali na na tartaruga. Aliás, a palavra forma tem um porquê de ser colocada. Foi a palavra que Platão e Arist e e Sócrates, na verdade, pensaram em relação ao Eidos. O eidos, que nós formamos de mundo das ideias, na verdade, segundo os filósofos, seria o mundo das formas. Então, a forma que, digamos assim, antecede a existência é a essência, a forma que antecede a existência faz todo sentido do ponto de vista, inclusive do corpo, porque a função, por exemplo, do coração vai antecedendo a formação do órgão. Por exemplo, o nosso sistema nervoso, ele vai sendo formado de uma região do ectoderma. Então, nosso sistema nervoso vem do ectoderma tanto quanto a pele vem do ectoderma. E aí temos uma ficulação entre a pele e o nosso sistema nervoso desde o nosso embrião. E não é à toa porque temos tantas doenças de pele que tem aí um fundo emocional porque tem uma vinculação embrincada. Tudo isso para dizer que a tartaruga pensa como tartaruga. Ou seja, existe uma forma, uma maneira de existir, que não é uma maneira de existir no individual, ela existe no coletivo.
ulação embrincada. Tudo isso para dizer que a tartaruga pensa como tartaruga. Ou seja, existe uma forma, uma maneira de existir, que não é uma maneira de existir no individual, ela existe no coletivo. Então, a programação, digamos, mental desse rudimento de alma que está ali numa visão espírita, um rudimento, o princípio inteligente, um tipo de inteligência que é o instinto, é algo mais automático. Esse algo mais automático, ele está programado a pensar não só na tartaruga individualmente falando, mas na espécie como um todo. Então, perceba que quando ela vai fazer a desova, e você tem ali uma série de tartaruguinhas, por que não nasce só uma? Porque se fosse só uma era muito difícil de perpetuar a espécie. Então, é preciso se juntar para poder aumentar a chance de sobreviver na selva da vida, na cadeia alimentar da vida. Então, quando nós vemos então o efeito eh do nosso sistema nervoso, é interessante que os neurocientistas vão dizer que dificilmente existirá uma localização específica para determinada função. Quando a psiquiatria começa a crescer, ela tenta buscar, digamos, o local onde está o a genética e a parte cerebral da esquizofrenia. o local que está, digamos assim, a neurobiologia da depressão, o local que está a neurobiologia da ansiedade. E conforme a gente vai ampliando o com a os estudos da psiquiatria, a gente vai entendendo que, na verdade, é quase praticamente o cérebro todo. O cérebro como um todo age em conjunto e a desarmonia que está vinculada aos quadros psiquiátricos também são muito parecidas, mexem com o córtex pré-frontal como um todo, uma disfunção do córtex pré-frontal como um todo. E isso talvez aconteça porque a função mental, não que a mente seja um produto do cérebro, logicamente somos espíritas, sabemos que não, mas enquanto espíritas sabemos que estamos vinculados a um corpo. Então essa matriz do corpo precisa ter o instrumento necessário para que o nosso ser possa ter as suas potencialidades. Então é interessante que se houvesse só
bemos que estamos vinculados a um corpo. Então essa matriz do corpo precisa ter o instrumento necessário para que o nosso ser possa ter as suas potencialidades. Então é interessante que se houvesse só uma especialização única, se nós tivéssemos um AVC, por exemplo, a gente não teria condições de retomar uma função, porque aquele aquela área cerebral perdeu e como ela era a única que tinha a especialização para fazer tal atividade, não tem mais como recuperar. Mas nós sabemos que temos como recuperar muitas funções. Fazemos a fisioterapia, fazemos uma série de exercícios e com o tempo, através do que chamamos de neuroplasticidade, outras áreas do cérebro vão pegando aquela função da qual aquele infarto cerebral, ou seja, o AVC matou. é uma, é um princípio que tá na ecologia, é o princípio pelo qual as tartarugas, né, e por pelo qual, embora as tartaruga não seja um ser muito social, eu aprendi aqui na Pré do Forte, que não é um ser tão social assim, a gente acha muito bonitinho, os filhos adoram, mas elas não gostam muito de sociabilizar, mas quando elas vão nascer, elas são espertas. Por quê? Porque tem a esperteza instintiva de Deus, tem a inteligência instintiva do Criador de nascerem juntas, grudadas, todas as tarturugas pequenas para dar uma sobrevivência maior na espécie. Então, quando nós precisamos sair do átomo e entrar na evolução do arcanjo, alguma coisa em nós nos condiciona a viver juntos. Portanto, se estamos pensando numa alegria crística, temos que pensar também numa alegria que é em conjunto, uma alegria que tem a ver com a conexão social. Acho que todos os senhores já ouviam falar do efeito manada. Geralmente falamos de uma forma negativa, né? Aquela coisa fazer todo mundo, porque tá todo mundo fazendo, a gente vai lá e faz. Mas a gente faz meio que condicionado, porque no final das contas tem a ver com alguma sobrevivência. Provavelmente vai ter um ou outro que não, mas provavelmente todo mundo que tiver, digamos, uma noite aqui no Brasil, talvez em alguns países também,
nal das contas tem a ver com alguma sobrevivência. Provavelmente vai ter um ou outro que não, mas provavelmente todo mundo que tiver, digamos, uma noite aqui no Brasil, talvez em alguns países também, se você chegar e uma pessoa chegar, você tá andando na rua de noite, escuro, e alguém chegar e der um tapa nas suas costas, você não vai pensar que é um amigo que reencontrou você, vai pensar que é algum assaltante, alguma pessoa que vai fazer algum homicídio, alguma coisa assim. vai pensar numa tragédia e instintivamente você vai dar uma corrida, né, ou vai dar uma gritada, vai fazer alguma coisa instintiva. Então, nós temos algo que é meio instintivo e esse algo meio instintivo nos leva a fazer algumas coisas sem pensar, sem raciocinar muito. E esse sem raciocinar muito tem a ver com o efeito humanada que nos faz vincularmos uns aos outros. Eu estive pensando isso, veja só, vendo uma tartaruga, né? subindo no mar, pensando no ataque de tubarão, pensando nessas coisas assim de coletividade e fiquei pensando em Jesus. Esse psiquismo que se desgarra do Criador serve para nós como o verbo de Deus para usar uma linguagem que gosto do evangelho de João. Ou seja, o verbo que se fez carne, ou seja, aquela exemplificação maior que nós podemos imaginar sobre o que seria o criador, já que é uma coisa inimaginável para o nosso psiquismo. Então, o verbo se faz carne para que nós tenhamos alguma coisa mais palpável, mais próxima desse psiquismo divino. E esse verbo que se faz carne, Jesus, o modelo, o modelo e guia da humanidade, ele se faz carne e de forma muito curiosa ele vai atraindo uma série de pessoas e de alguma maneira ele faz um efeito rebanho, ou melhor, um efeito manada ao contrário, não é mais o efeito manada negativo, é o efeito que eu chamo rebanho. Veja que ele fala: "Eu sou o bom pastor e todos nós somos as ovelhas." Então, somos um rebanho de ovelhas. E aí já não tem uma conotação negativa, tem uma uma conotação instintiva para o bem. Porque geralmente pensamos no instinto como
stor e todos nós somos as ovelhas." Então, somos um rebanho de ovelhas. E aí já não tem uma conotação negativa, tem uma uma conotação instintiva para o bem. Porque geralmente pensamos no instinto como sendo alguma coisa para o mal, o instinto de defesa. No entanto, não. O instinto é alguma coisa de Deus que também nos pode vincular a Deus. Tanto que quando para para vermos uma conversão, perceba, é preciso algum tempo de pensamento, algum tempo de elocubração, mas quantas conversões se deram de forma instintiva, apenas por conta desse contacto. E o grande exemplo é de Paulo. Paulo quando se converte ao cristianismo, percebamos que ele não vai justificar a sua vida pregressa, né, anterior, não vai justificar o que fez. Ele cai, né, e pergunta: "O que queres que eu faça?" Quanto mais argumentação, queridos amigos, nós temos, provavelmente menos convicção nós guardamos. Quanto mais argumentação nós precisamos ter, provavelmente menos convicção interna nós temos no nosso coração. Tem que ter uma convicção muito grande para largar toda uma vinculação externa e modificar. E eu vejo quantas vezes, quantas pessoas que me procuram, que eu converso, que tem a oportunidade de ajudar, mas o mais difícil é porque elas acham que estão no tribunal, como se eu fosse um juiz, digamos assim, ou um advogado de acusação. e qualquer intervenção que você faça, isso do ponto de vista psicológico, do ponto de vista terapêutico, a pessoa tem 1000 argumentações para poder não aceitar, né, alguma mudança. Então, quanto mais argumentação, quanto mais necessidade de defesa nós temos, certamente nós temos menos convicção do que nós somos, do que nós temos, do que nós estamos fazendo. Tenho pensado sobre essas questões e lembrado o seguinte, uma pessoa me falou assim: "Não, mas eu tenho consciência do que eu sou." Mas não só consciência, eu lhe pergunto, porque consciência é uma ciência, é um conhecimento, é alguma coisa mais intelectual. Você tem convicção, você tem firmeza do que você é. É, portanto, necessário ter firmeza do
ência, eu lhe pergunto, porque consciência é uma ciência, é um conhecimento, é alguma coisa mais intelectual. Você tem convicção, você tem firmeza do que você é. É, portanto, necessário ter firmeza do que nós somos. E de alguma forma Paulo tinha essa firmeza no seu interior. Ele sabia a Ele estava convicto na vida anterior como Saulo, que ele não estava fazendo naturalmente desejando o mal. Ele estava não num instinto destrutivo, ele estava no instinto de querer passar aquilo que acreditava ser o correto. Então era uma pessoa convicta. E as pessoas convictas de si, mesmo que estejam equivocadas na rota, se tem convicção e junto com humildade, portanto, abertura do coração, em algum momento existe um momento de virada. E esse momento de virada nós chamamos de conversão. Mas para ter conversão a gente tem que ter menos argumentação, mais convicção e, portanto, mais humildade, que significa pé no chão. Humildade numa linguagá mais simples é pé no chão, junto com o olhar no alto, mas pé no chão para podermos saber o que nós podemos fazer, olhando pro alto para podermos entender que um dia poderemos mais, embora não seja agora. Então Jesus com esse psiquismo divino está na terra para poder atrair um rebanho. E nós, ao invés de argumentarmos contra, ou então argumentarmos, será que é mesmo? Será que ele é o Messias? Cadê as chagas? Cadê a prova? Nós deveríamos um pouco mais nos deixar entregar. Agora, não é mais um efeito manada negativo, mas um efeito rebanho positivo. Porque nesse efeito rebanho de Jesus, em cada qual sendo uma ovelha dele e ele sendo o bom pastor, ele faz uma outra coisa que aprofunda esse efeito rebanho, porque no efeito rebanho, de alguma forma nós precisamos perder a individualidade para podermos estar na sobrevivência. Nesse efeito de Jesus que nos leva no seu psiquismo e nos atrai com o seu psiquismo, nós não perdemos a nossa individualidade. Tanto que ele vai dizer que nenhuma ovelha vai ficar fora do aprístico. Tanto que ele vai falar do filho
eva no seu psiquismo e nos atrai com o seu psiquismo, nós não perdemos a nossa individualidade. Tanto que ele vai dizer que nenhuma ovelha vai ficar fora do aprístico. Tanto que ele vai falar do filho pródigo, que é importante. E veja que Joana de Angel dedica quase um livro inteiro da sua série psicológica para analisar psicologicamente essa questão do filho pródigo. Porque todos temos importância, porque todos temos e somos uma individualidade. Mas para comungar dessa alegria crística, é preciso fazer essa virada de chave e entender que precisamos comungar juntos. Precisamos deixar as nossas defesas intelectuais de lado e deixar, portanto, a nossa convicção interna falar um pouco mais. E essa convicção interna fala sem falar, fala fazendo, fala agindo, fala convictamente no trabalho do bem. Por isso ele disse: "Aquele que quiser me seguir, pegue a sua cruz e me siga". Não basta ter apenas um sermão, é preciso ter uma comunhão. E essa comunhão ela se faz quando entendemos que nós também temos as nossas cruzes, ou seja, temos a nossa parcela individual de dificuldades, de desafios e também de aflições. E que, portanto, precisamos fazer uma trajetória diferente. Esse é feito rebanho, portanto, não nos deixa anônimos, ao contrário, nos dá um novo tipo de identidade. E essa nova identidade faz com que nós precisamos, comecemos a aprender um com os outros. É interessante perceber que Jesus, ele já nasce ensinando. E nesse nascer ensinando, muito bem simbolizado pelo presépio de Francesco, né, que relembra essa parte fundamental, o resumo da eloquência do alto. fazer humildade, literalmente nascendo quase no chão aquele que é rei, aquele que é o ápice, aquele que é o psiquismo de Deus em nossas vidas. O Natal de Jesus por si só já nos mostra uma eloquente mensagem silenciosa e, portanto, arrebatadora dos nossos corações, que nos faz, portanto, naturalmente querer seguir esse rei que se fez carne, esse rei do universo, esse rei do nosso sistema solar que se fez carne para poder nos ensinar na
adora dos nossos corações, que nos faz, portanto, naturalmente querer seguir esse rei que se fez carne, esse rei do universo, esse rei do nosso sistema solar que se fez carne para poder nos ensinar na humildade como poder, portanto, fazer uma coletividade diferente. E ele junta pessoas, ele junta pessoas ao seu redor. Ele faz uma comunidade ao seu redor, faz uma coletividade ao seu redor. E fica muito interessado que aqueles discípulos iniciais pudessem estar comungando, pudessem diminuir as suas arestas de dificuldade e pudessem então em nome de um ideal, se nós tivéssemos um pouco mais de ideal, conseguiríamos colocar, portanto, essas questões acima de nossas outras particularidades. Nós temos importância quando nos fazemos pequenos, portanto, como Paulo. Acho muito bonita essa esse simbolismo, né? Saulo em homenagem a Saul, né, como uma vinculação ao rei e depois Paulo. Não só talvez pela sua estatura Paulo significa pequeno, mas também porque para ser de Deus é preciso ser pequeno às vezes, no sentido de se fazer silencioso às vezes, às vezes de diminuir um pouco as potencialidades, não para poldar-se eternamente, mas como nos diz o Eclesiastes, é tempo às vezes de abraçar, outras vezes é tempo de deixar de abraçar, é tempo de expandir às vezes de retrair. Tudo tem um movimento na vida, porque tudo tem um movimento na coletividade. E na coletividade nós precisamos entender a essência dessa alegria cristã. Um grupo de espíritas há muito tempo, então, entendendo essa coletividade, capitaneado por alguns registrados pela pena do Leopoldo Machado, do qual gosto muito, assim, tenho até um orgulho de ser o nome muito parecido, porque é Léo, Léo, né? Nar Leopold, só muda o PL dele, né? O meu é nar e ele é pou e machado, mas são individualidades diferentes. Mas eu acho interessante porque é muito parecido uma uma boa vaidade, digamos assim, para me chamar Leonardo Machado, Leopoldo Machado. Esse Leopold do Machado, ele faz a caravana da fraternidade. Ele, não só ele, outros, né, outros
é muito parecido uma uma boa vaidade, digamos assim, para me chamar Leonardo Machado, Leopoldo Machado. Esse Leopold do Machado, ele faz a caravana da fraternidade. Ele, não só ele, outros, né, outros espíritas. E é interessante porque ele passa em vários locais, né? E essa caravana vai crescendo. Algumas pessoas ficam um tempo, depois deixam, outros se juntam. E ele passou também em Recife. E em Recife ele deixou notado algumas pessoas, alguns personagens. E é interessante porque quando eu era mais novo, tava começando, né, e eu me recordo mais novinho assim, eu fui lá pro Paraná e agradeço, queria agradecer em público ao Francisco porque era muito novo, assim, não era nem psiquiatra e eles me colocaram para fazer um seminário no hospital psiquiátrico, o bom retiro, né? E eu sabia tanto de Curitiba que eu cheguei sem nenhum casaco num frio danado, né? E eles me emprestaram casaco. Até hoje eu guardo com muito carinho e queria agradecer em público ao senhor Francisco. Pois bem, então naquele momento era aquela juventude ainda, sabe? A gente às vezes fala com menos medo, fala com mais coragem, com mais empolgação, assim, aquela eloquência, com um coração vinculado. Eu fico, meu Deus, como é que eu vou falar de psiquiatria para psiquiatras? Eu nem era psiquiatra no hospital de psiquiatria para federativa. Tem que ser um pouquinho meio louco, né? Assim, tem que ter um pouquinho de coragem para fazer as coisas também. Quando eu vejo o livro de Sócrates, como é que eu escrevi esse livro, rapaz? Porque às vezes a gente pensa muito, se pensar muito não faz nada. Não é que não possa pensar, tem que pensar. Não é para ser louco assim em fazer, não, né? ser intempestivo, mas é guardar o ardor no coração. Então, naquele tempo, a mediunidade começou a desabrochar e eu me recordo de duas mensagens, de duas duas espíritas, né? Uma era a dona Niná Elizabeth Dantas Cavalcante, muito amiga do Divaldo. O tio Divaldo quando foi para Recife as primeiras vezes, ela ele ia muito para esse centro
nsagens, de duas duas espíritas, né? Uma era a dona Niná Elizabeth Dantas Cavalcante, muito amiga do Divaldo. O tio Divaldo quando foi para Recife as primeiras vezes, ela ele ia muito para esse centro que essa dona Nená fundou e também para outro. Depois eu sobre outro dia, uma pessoa me falou: "Olha, tinha uma pessoa lá no centro que parece que o filho dele desencarnou muito jovem, a o filho da fundadora e de alguma forma espiritualmente ele trabalhou lá na mansão. Eu fiquei pensando pernambucano, jovem que trabalhou na mansão, espiritualmente falando, eu falei: "Será que é o Walter, que eu já escutei muito falar desse espírito Walter." Aí eu falei: "Você tem um livro?" "Tenho." Aí ela mandou o livro para mim, tinha lá o nome, o Walter. Jesus no lar. Eu fui nesse centro espírita, Jesus no lar. Então tem lá fotos do Divaldo Jovem. Quando ele era bem jovenzinho, ele ia nesses dois centros e outros centros também, mas era amigo da dona Niná. E eu conheci nessa existência a partir dela, através dela, a partir do trabalho que a dona Niná fez. E ela então começou a trazer uma psicografia a partir das minhas mãos. e naturalmente ela era fundadora do centro, então tinha desencarnado e isso gerou algum impacto e hoje, né, tempos depois, nesse ano, fiquei pensando, olha, mas que coisa aquela pergunta foi feita porque fizeram um seminário. E nós espíritas assim, porque tem um problema da coletividade. Eu tô falando só o lado bom, mas o problema da coletividade é o quê? A confusão, né? Então, coletividade inteira tem confusão, porque nós não somos tartarugas, né? Nós não temos a paciência de uma tartaruga. Nós não temos, portanto, a tranquilidade às vezes dos animais. Nós temos a impetuosidade, então coletividade inteira tem confusão. E dentro dessa confusão, eu me recordo que às vezes a pessoa vai ter um seminário na casa espírita e aí o palestrante é convidado e muitas vezes algumas perguntas que vêm do público é um trabalhador que faz a pergunta pro palestrante querendo dar um recado pro
vai ter um seminário na casa espírita e aí o palestrante é convidado e muitas vezes algumas perguntas que vêm do público é um trabalhador que faz a pergunta pro palestrante querendo dar um recado pro outro trabalhador. E o palestrante, coitado, não sabe também, não tá sintonizado eh com a espiritualidade. Às vezes assim, se não deixar, ele vai dar resposta ficar confusão harmônica, aquela confusão. Eh, pois bem, essa confusão, eu tava num seminário, né, sobre o meio unidade e aí eu era o o que tava organizando, né, era diretor desse local e o palestrante, coitado, foi colocado nessa ajuste que nem eu percebi que foi assim: "O que é que o senhor acha de um centro espírita, um tradição está aceitando mensagens picografadas por um jovem?" Era eu mesmo. E eu li a pergunta, não me liguei que era eu, assim, inocente, aquela coragem de jovem, né? E aí o coitado do palestrante se ligou, né, e falou uma uma resposta muito boa, muito equilibrada. Mas o fato é que era uma dúvida, né, duvidando de que a benfeitora, de que a a dirigente, a a fundadora do centro tivesse se comunicando. Ela se comunicava por outras pessoas também, mas veio também. E eu me recordo que uma das comunicações numa reunião mediúnica, uma outra médium, antes de eu de ler a mensagem, portanto, falar quem era o espírito que tinha assinado, ela então olhou, né, e falou: "Foi dona Niná que escreveu, falou para alguém". Então, Kardec coloca esse método, quando médiuns captam a mesma o mesmo conteúdo, a mesma entidade, mesmo locais, sem se falar, ao mesmo tempo talvez seja uma comprovação eh de mediunidade. E um outro espírito que eu me lembro foi justamente uma senhora chamada Blandina Filipini, mas achei um nome tão específico que eu fiquei pensando bem, ou é uma invenção de minha cabeça inconsciente, muito louca, ou, mas enfim, guardei, ela falava sobre o seu dia e dizia assim: "O teu dia de trabalho na casa espírita é o teu dia de oportunidade de evoluir." Então, era uma mensagem essa e tal. E esse ano me
ca, ou, mas enfim, guardei, ela falava sobre o seu dia e dizia assim: "O teu dia de trabalho na casa espírita é o teu dia de oportunidade de evoluir." Então, era uma mensagem essa e tal. E esse ano me relembrei assim dessas 100 horas, né? especialmente da Blandina Filipine, porque a dona Niná, eu só vi ter confirmação assim que eu acreditei em mim mesmo, porque óbvio, veja, eu tava sendo desacreditado num seminário a partir da minha boca na frente de todo mundo. Então, obviamente, eu só fui acreditar com mais convicção quando o tio Divaldo, eu tava na reunião mediúnica com ele e ele então falou: "Eu senti o cheiro da Niná, lembrei do local, né, que ela fundou e não tava pensando, nunca perguntei para ele, né, nunca perguntei." E aí quando acabou a reunião, voltando para pra casa, ele falou assim: "Quem estava aí? E quem lhe ajuda é a dona Niná. Ela lhe ajuda". Então eu perguntei na frente do Mário, falei assim: "O tio, depois tava entrando na casa e falei assim: "Então quer dizer que eu recebi umas mensagens, era verdade aquilo, né? É verdade. Você tá indo bem? Veja quantos anos depois, cerca de 20 anos depois, para eu poder ter total confiança. Mas eu me surpreendi porque essa senhora estava, eu estive recentemente tendo oportunidades de falar em outros países, né? E como tem nossos irmãos paraguaios, eles são testemunhas. Eu tava na Espanha recentemente falando em casteliano para na frente de espanhol. Veja aqui como é que porque falar assim espanhol na frente de outro, sei lá, de um brasileiro, beleza, brasileiro não sabe mesmo. E a gente fala, nem fala português, fala brasileiro, né? Então a gente fala um portuel, mas na frente do espanhol que ele sabe o S, o som do C e o som do Z, eles são específicos no som. E aí eu senti novamente a dona Niná, como senti também em outros países da América Latina que tive recentemente e me senti ela tomando, né, numa palestra e o o espanhol fluindo. E o pior, eu nunca cantei aqui em público, né? Quando eu vi cantando em público, em francês,
s da América Latina que tive recentemente e me senti ela tomando, né, numa palestra e o o espanhol fluindo. E o pior, eu nunca cantei aqui em público, né? Quando eu vi cantando em público, em francês, Danúcia, fiquei agora que é loucura, né? Senti, senti a dona Niná. Eu fiquei, mas como é que ela podia estar aqui falando espanhol? Porque para mim ela era pernambucana, recifense, com pouco estudo. Então perguntei pra minha mãe, ela falou: "Ah, meu filho, você lembra que ela foi cantora? E ela foi cantora? Cantora eu sabia". Aí eu até captei que ela tava cantando, que ela adorava cantar. Na reunião mediúnica sempre tinha uma música. Nas palestras ela sempre cantava. Ela fazia esse passe coletivo que aqui tem também. Então, fazia um passeio maravilhoso e uns 700 pessoas para o centro que ela fundou e que eu tive o a oportunidade de conhecer o espiritismo com ela a partir desse centro. Então, mas eu não sabia que ela sabia falar em espanhol, né? E aí minha mãe falou porque ela reencarnou a última existência dela que ela foi cantora, foi justamente num país da América Latina e falou o país. Eu falei, eu nunca imaginei isso. Eu pensei que o psiquiatra que me ajuda ia se apresentar, mas no final das contas foi a nordestina pernambucana com pouca letra me ajudando. E interessantemente, mergulhado nesse psiquismo dessa senhora, eu pude entender como às vezes nós temos tanta certeza de algumas coisas. E ela me disse: "Meu filho, às vezes as pessoas ficam falando uma coisa que eu fiz quando eu era ainda reencarnada, mas algumas coisas era niná humana. Hoje a Niná espírito pensa de uma forma um pouco mais ampliada, porque essa senhora maravilhosa, ela também era assim bastante nordestina, pernambucana. E nessa nesse jeito pernambucano, obviamente, como médium, ela fez algumas coisas interessantes assim que é assim, um casamento dentro de um centro espírita, não é muito lá uma mediunidade espírita, né? Não tem casamento dentro dos entes espíritos. Isso causou um rebuliço danado. Mas ela corajosa foi.
que é assim, um casamento dentro de um centro espírita, não é muito lá uma mediunidade espírita, né? Não tem casamento dentro dos entes espíritos. Isso causou um rebuliço danado. Mas ela corajosa foi. Às vezes a coragem passa do ponto. Então toda qualquer, digamos, confusão que eu vi às vezes as pessoas fazendo era: "Mas dona Niná fazia isso". Veja dona Nená humana. Dona Niná também espírit espiritual, né? Ou seja, espírito falava a persistência, a persistência no bem. O primeiro esposo desencarnou, o segundo esposo desencarnou, os filhos biológicos desencarnaram, a sua mãe, aconteceu uma tragédia em Recife naquele dia e as pessoas, no efeito manada saíram correndo do centro e a sua mãe morreu no centro espírita que ela havia fundado, né, que ela fundou. E ela permaneceu, permaneceu constante. Mas na pessoa não precisa fazer 100% tudo perfeito para ter mérito com Deus. O que claramente eu venho percebendo é que para ganharmos mérito com a espiritualidade, nós precisamos ter entrega, entregar a nossa vida. Obviamente que entregar a nossa vida não significa que a gente vai acertar tudo, porque entre o psiquismo de Deus, o psiquismo dos benfeitores maiores e o nosso psiquismo, há um abismo muito grande. Então, às vezes nós somos invadidos por psiquismos perturbadores que nos dão um ímpeto. E a gente acha que tá com razão e depois vê que não é bem assim, porque o outro também tem alguma razão. E na coletividade que eu estou, eu preciso às vezes me calar. Na coletividade que eu estou, eu preciso às vezes falar. E aprender o quando, o como e o onde é a grande arte da convivência que vai fazendo com que o nosso coração amadureça. Naturalmente, enquanto espírito, enquanto mãe, ela gostava tanto dos jovens da mocidade, que quando alguns jovens da mocidade começaram a crescer e se casaram e são casados até hoje, ela quis fazer assim o casamento dentro do centro, mas não dava, não podia. Não é uma um código que nós espíritas colocamos dentro do espiritismo. Do ponto de vista de estar errado,
casados até hoje, ela quis fazer assim o casamento dentro do centro, mas não dava, não podia. Não é uma um código que nós espíritas colocamos dentro do espiritismo. Do ponto de vista de estar errado, moralmente falando, não tá um erro moral, mas do ponto de vista de coletividade nós nos juntamos e falamos: "Olha, nós fazemos mais ou menos assim". E para isso a gente tem que dar uma diminuída no nosso desejo, mesmo que seja o desejo materno. E então dar uma freada. Quantas vezes eu não fui chamado assim para falar em casamento, mas eu não sou padre para falar em casamento, mas é espírita. Então fale você, você não vai casar com a noiva e você não é espírita. A noiva é espírita, então um fala pro outro, lança os votos. Ah, mas se eu for amigo, aí eu posso talvez fazer uma oração como amigo, fazer alguma coisa, mas não fazer uma redição de tudo, porque nós temos um outro código, uma característica diferente. Então, a gente vai podendo aprender a ser, porque esse espiritismo não é uma coisa fácil. Esse espiritismo é uma cosmovisão. E gosto muito dessa fala do amigo Peixinho, porque cosmovisão é o que foi o o estoicismo. o estoicismo que Marco Aurélio, o imperador, o estoicismo que Epicteto, um escravo, aderiram, veja, um imperador romano e um escravo eh eh grego aderiram a uma mesma visão, porque essa visão tinha uma explicação física, então, portanto, tinha uma visão mais científica. Essa explicação tinha uma explicação filosófica, era o etos e tinha uma questão da vivência. Então, uma cógumaovisão é muito difícil de poder encontrar a formulação. Então, desde que o espiritismo existe enquanto codificação, existe confusão entre nós espíritas. E isso não vai dizer que nós somos perturbados totalmente. Somos da perturbação normal do ambiente que estamos encarnados. Quando Allan Kardec codifica o espiritismo, é muito interessante porque aquela coletividade que estuda a ciência, aquela coletividade, cada um queria, talvez criar um novo termo, criar uma nova explicação. Não teve uma adesão
ica o espiritismo, é muito interessante porque aquela coletividade que estuda a ciência, aquela coletividade, cada um queria, talvez criar um novo termo, criar uma nova explicação. Não teve uma adesão maciça a codificação espírita de Kardec. O o exemplo que eu mais conheço, que mais tenho propriedade para falar é o russo Axakov Alexandre Axakov. Por quê? Porque ele aderiu totalmente ao espiritismo no final da sua vida. Quando ele então faz animismo e espiritismo, ele se torna espírita, mas até lá ele ficava assim como que na dúvida, como que estudando, pensando. Cada um que explicasse de uma forma aquele fenômeno. É mais ou menos como no México, mais ou menos como no Brasil, existem tantas ramificações para explicar o fenômeno espiritual, que também acontecia isso na Europa daqueles tempos. Então nós temos a teosofia surgindo, a antroposofia depois surgindo a metapsíquica de Charles Richet. Temos tantas explicações que é natural que não viesse um bloco monolítico. E por exemplo, reencarnação não foi uma coisa que todo mundo acreditou de logo de vez. Por exemplo, a mediunidade gratuita não foi uma coisa que todo mundo aderiu de vez ao contrário. Uma dessas confusões cristãs no meio espírita começou logo no início, quando depois de Allan Kardec desencarnato, Axof ainda não era espírita totalmente, era espiritualista. Tanto que a sua obra é olhada também pela teosofia da Madame Blavatsk. Ele recebe uma carta da Celine Jafé, uma médium que havia colaborado com Allan Kardec e, portanto, agora sintonizada com outros psiquismos, porque não é que é médium que tá imune, mas ajudou na codificação. Essa mesma médium agora dizendo: "Não, não existe reencarnação". e também falando da questão financeira, porque é como se ela tivesse direito a direitos autorais. E o Axakov, que era um conde russo e tinha influência por por conta das suas da sua obra, da do seu jeito de ser, né? era uma pessoa com a um um verbo forte, entrava na polêmica para poder defender o ideal do espiritualismo
conde russo e tinha influência por por conta das suas da sua obra, da do seu jeito de ser, né? era uma pessoa com a um um verbo forte, entrava na polêmica para poder defender o ideal do espiritualismo inicialmente depois do espiritismo. Ele toma as dores da Celine Jafé e vai tomar um partido, escreve uma carta. escreve uma carta falando que estava errado a reencarnação, que era um dogma, digamos, negativo, eh, não negativo, um dogma que não existia em outras explicações e ao mesmo tempo falando essa questão financeira. Então o Axof, como disse o tio Divaldo, a Joana de Anes através do Divaldo, teve mérito. Quando eles adere ao espiritismo, ele tem mérito. Ele consegue mérito porque ele saiu da dúvida e deixou o seu coração falar, como ele próprio escreveu. Entendo que existem métodos que são mais infalíveis do que a própria ciência. E depois esses métodos mais infalíveis do que a própria ciência para provar a existência do espírito é a própria vida. Essa vida que está numa comunhão de de ideais e de ideias. Então ele consegue ter mérito. Mas eu fico pensando aqui entre nós, se ele conseguisse segurar o ímpeto que o caracterizou naquela existência a favor do espiritualismo, a favor, portanto, de ceder, talvez o mérito fosse ainda maior. Aquilo diria dona Niná para mim, nem tudo, meu filho, foi anená espírito. Algumas coisas foram anenar humana. Não peguemos a coisa humana da pessoa para poder, digamos assim, justificar as nossas próprias humanidades perturbadas. peguemos a humanidade espiritualizada da pessoa para estimular a espiritualização da nossa humanidade e, portanto, a transformação, a nossa convicção para que nós possamos adentrar nessa coletividade. Lembrando desse espírito Blandina Filipine, eu fui ver esse livro, A caravana da Fraternidade, para ver se existia ou não um espírito com esse nome. E tinha lá Blandina Filipine. E quando ela escreveu, fazia tanto sentido e tanta poesia. E ela foi uma palestrante espírita a mãos cheias na sua época. Ela chamada assim, um
um espírito com esse nome. E tinha lá Blandina Filipine. E quando ela escreveu, fazia tanto sentido e tanta poesia. E ela foi uma palestrante espírita a mãos cheias na sua época. Ela chamada assim, um rushinol espírita, porque cantava e encantava as plateias. Blandina Filipine. Nós às vezes não sabemos das nossas condições. Deus é quem sabe. E por isso, para podermos ser arrebatados e arreban por Deus, devemos calar um pouco mais o nosso coração e nos entregar de corpo e de alma a essa doutrina santa que nos santifica a esperança e podermos então dar uma nova, um novo rumo paraa nossa existência. O Natal é esse convite de renovação, uma renovação com humildade. E na coletividade cristã, como cantou Leopoldo Machado, essa alegria cristã, ela é feita na coletividade, apesar das confusões, porque são as confusões que vão fazendo com que nós aprendamos silêncio, aprendamos humildade, aprendamos que todos podemos nos equivocar, mas todos também podemos acertar. E quando acertamos, os espíritos vibram com o nosso acerto e nos chamam. Eu fico pensando na coletividade espírita cristã e fico vendo assim como uma das coisas que nos dificulta é o espírito de competitividade, quando a proposta para essa coletividade cristã espírita é o espírito de cooperatividade, como muito bem fala Joana deâ na sua série psicológica, esse paralelo entre a competitividade e a cooperação, ao invés de competição, cooperação. Porque veja bem, família espírita, coletividade espírita, família vem do latim fâmulos e fâmulos significa servo. Então, no latim, o fâmulos no no nos romanos eram, portanto, o grupo de servos que serviam, que pertenciam a um senhor. Era o pater famíles, era o senhor que mandava, portanto, nos servos. Quando pensamos em família, em coletividade, no grego eles são mais específicos, né? Os romanos eram mais assim práticos, mais pragmáticos. Os gregos pensavam nas várias facetas. Então, os gregos falavam primeiro de oicos, que era casa. Todo mundo que tivesse embaixo da casa era a família,
manos eram mais assim práticos, mais pragmáticos. Os gregos pensavam nas várias facetas. Então, os gregos falavam primeiro de oicos, que era casa. Todo mundo que tivesse embaixo da casa era a família, vivia no oicos. ou então oicogeneia, aí já fala de genética, ou seja, aqueles que tinham algum laço consanguíneo. E depois eles vão falar do Gênos, que seria aquele da linhagem. Então, os gregos dividiam a família em três possibilidades. É como se tivesse aquela família maior do Oicos, que vive sobre o mesmo teto, e aquela família que é o Genus, aquele que está na linhagem. De qualquer forma, o que eu acho interessante pensar na etimologia da palavra família é a palavra servidão ou servir. Se todos nós estivéssemos no espírito de coletividade, desejamos servir, estaríamos mais no espírito de cooperação do que de competição. Porém, ao invés de ficarmos como o fâmulos, ou seja, aquele que serve, queremos ser aquele que chefia, aquele que chefia nesse comando. E quando às vezes temos o comando, por exemplo, o pater families, que vai embora a partir da morte, nós ficamos aqui logo pensando quem é que vai manter o reinado. Ou quando o Pater Families está entre nós, nós com a nossa competição fazemos o quê? Para ver quem é mais querido. Isso é de família. Isso é filho que briga com filho. É bíblico, né? Caim que briga com Abel para ver, portanto, quem é mais adorado, para quem ver quem é mais querido. Mas tudo isso, queridos irmãos, ainda faz parte das nossas humanidades perturbadas, que às vezes nos perturbam a marcha. A humanidade que nos convida a uma evolução é a proposta de Jesus. Portanto, percebamos quando ele fala a sua lógica, ele coloca na alegria cristã uma proposta profunda. Aquele que quiser vir, que seja o servidor. Aquele que quiser ser o maior, que seja o menor. Eu não vim para ser servido, eu vim para servir. Então, nessa família em que ele é o chefe, ele veio ser o fâmulos. Ele veio ser a base de sustentação de toda a coletividade, a base de sustentação de
Eu não vim para ser servido, eu vim para servir. Então, nessa família em que ele é o chefe, ele veio ser o fâmulos. Ele veio ser a base de sustentação de toda a coletividade, a base de sustentação de toda a família, que é o servir, que é estar a serviço. Jesus veio a serviço de Deus e está a serviço do Criador até o final dos tempos. Deus até hoje trabalha. Eu, por isso, também trabalharei. Eu estou desde os tempos remotos e ficarei com vocês até o final dos tempos servindo. Todo grande trabalhador do bem espírita cristão entendeu a lógica de viver em comunhão, mas entendeu que para viver em comunhão eu preciso estar em espírito de abnegação servindo, não competindo para ver quem serve mais, para quem ver quem faz mais, cooperando para que a obra continue no amor, no bem. A grande obra que nós temos é a obra de Jesus. A grande obra que nós temos é a obra crística. E quando eu vejo um espírito bom como a Niná, dirigente de um centro, vindo humildemente trabalhar em outra mediúnica, em outro centro, eu vejo que não tem fronteiras. As fronteiras somos nós que fazemos. De casas, de lugares, de países. Entre nós espíritas, tem que haver o abraço, o amor. Entre nós espíritas, tem que haver o ideal. Entre nós cristãos, tem que haver o ideal acima de tudo. É isso que pacifica o nosso coração. É isso que traz a paz interior e, portanto, essa alegria crística. Para finalizar, eu queria contar duas histórias bem rápidas, porque eu ficava assim preocupado com a Paola esse ano. Ela viajou tanto, coitado, e a ver de para assim países, né, tão bonita. foi para cada local tão simples. Eu fiquei, será que ela tá perdendo? Tô fazendo ela perder o trabalho, a vida dela? Eu fiquei pensando, né? E fiquei pensando assim: "Puxa vida, aí falei assim: "Olha, desculpe, acho que você tá perdendo um pouco a sua juventude". E eu vi a maturidade da jovem falando assim: "Ô, Léo, quem quiser ganhar a sua vida, perdê-la, mas quem perder a sua vida, disse Jesus, em meu nome a ganhará". É uma outra lógica. Quanto nós queremos
E eu vi a maturidade da jovem falando assim: "Ô, Léo, quem quiser ganhar a sua vida, perdê-la, mas quem perder a sua vida, disse Jesus, em meu nome a ganhará". É uma outra lógica. Quanto nós queremos ganhar a nossa juventude na lógica normal, nós vamos só ganhar o normal. A lógica de Jesus é um pouco mais. Quem quiser ganhar a sua vida, perdá. Quem quiser ganhar a sua juventude, perdá. justamente se embriagando nos miasmas que a juventude pode embriagar e, portanto, gerando consequências, sequelas paraa vida toda, às vezes de um momento que asmático. Portanto, me recordando hoje de uma mãe e de um filho que vi, tive oportunidade de ajudar, os dois estavam assim com o amor enfraquecido. Como pode? A gente pode pensar uma mãe e um filho, mas eu escutava dela chorando. É, pois é. Quando eu abraço o meu filho, já não sinto aquele amor. Se eu for honesta com o Senhor, eu não consigo sentir. Então fica uma coisa meio artificial. E depois eu escutei a criança de 11 anos, mais ou menos, e falando assim para mim: "Eu já abraço mamãe, já não gosto, já não sinto quase nada". E a mãe orando para que pudesse ser feito algo. E eu então lhe falava: "Você já parou para pensar que tudo isso que o seu filho tá aprontando tem nome? É, deu os nomes, porque médico gosta de nome, né, de diagnóstico, tem nome para tudo. Mas por trás disso tem uma criança que está com uma profunda falta desde que o irmão nasceu, que ele tá certo ou errado não é a questão, mas desde que ele perdeu a convivência contigo, você fica achando que ele devia lhe ajudar, não é, na educação do seu filho. É porque ele é mais velho. Ele já tinha 8 anos. Mas ele só tinha 8 anos. Ele queria tanto o colo quanto o irmão. Ele depois vai aprender quando ele for pai e se for pai a dificuldade que é dividir amor. Não é tão fácil assim. Mas por enquanto ele é uma criança e como toda criança é meio insaciável, ele compete pelo amor. Talvez você pudesse, vamos dar um abraço? Aí ele me contou as coisas. Eu falei: "Posso falar pra mamãe isso?"
r enquanto ele é uma criança e como toda criança é meio insaciável, ele compete pelo amor. Talvez você pudesse, vamos dar um abraço? Aí ele me contou as coisas. Eu falei: "Posso falar pra mamãe isso?" Pode, vamos falar junto pra mamãe. Botei os dois juntos. Então, uma terapia de família ali se estabeleceu e depois que eu falei assim, ela doutor tava orando e ela tava de fato, quando abri a porta para chamar, ela tava orando para me dar inspiração para ajudar, né? E então eu falei assim: "Vamos conversar". Eles falaram, né, as queixas de um pro outro e eu falei assim: "Vocês estão se dando abraço? Vamos dar um abraço agora. Obviamente eles ficaram achando estranho assim, mas vamos dar um abraço. Então ela foi dar um abraço com a pasta que ela tava na mão. Peguei, deixa eu pegar essa pasta aqui para dar um abraço de verdade, de mãe e filha. Botei aqui no no no na mesa e eles então se permitiram o abraço e aquele amor que eu vi dos dois se apagando, então o menino se soltou e ela então também. E óbvio, para não ser, digamos assim, processado, né, pelo cremec ou cremep, eu não vou ficar dando passe. [risadas] Então, pego na mão, pego aqui no ombro e ali eu peguei na cabeça dos dois orando e me emocionei vendo o amor. O amor é visível quando nós damos abertura para o abraço vir. Eles ficaram ali um tempo danado. Eu não sabia se era bom para eles, se era bom para mim, mas eu entendi que era bom para todos nós. A coletividade humana nos convida a superar o que nós somos, quem nós somos, para podermos dar um pouco mais de nós. Se te pedem 1000 passos, anda 2000. Se te pede uma capa, dá também a túnica fazer um pouco mais. Se todos nós fizéssemos um pouco mais, estávamos caminhando em rumo diferente. É por isso que nesse ano que se fecha de dificuldades para essa coletividade chamada mansão do caminho, em que esse Pater Families vai e volta ao mundo espiritual, me tocou muito no dia do velório. Permita só lembrar dessa parte, porque as notícias bombardeando de pergunta o nosso Mário, como é que vai ser agora?
e Pater Families vai e volta ao mundo espiritual, me tocou muito no dia do velório. Permita só lembrar dessa parte, porque as notícias bombardeando de pergunta o nosso Mário, como é que vai ser agora? Vai durar? Mas veja que pergunta no dia, porque o burburim humano só quer saber quando a gente vai cair, o burburinho humano, a fofoca humana só quer ver quando a gente vai cair. E é por isso que de público eu parabenizo a você, Mário. Muito difícil. >> muito difícil poder estar fazendo, dando continuidade a essa coletividade, todos nós juntos e parabenizando o nosso irmão Mário. parabenizo todos. E essa resposta eu queria dar hoje, no final desse ano, porque onde eu vou, as pessoas me perguntam: "E como é que está a mansão?" Está aí. Como está a mansão? Está aí. Porque tem vários filhos gratos pelo pai. E quando o filho tem gratidão pelo pai, ele pega da rua e continua. filhos de todas as ordens, filhos que foram adotados e filhos que estavam sendo pelo seu psiquismo reunidos. Muitos ajudam-se nessas dificuldades normais de toda a coletividade. Mas em um ano de tantas dificuldades, eu queria olhar e dizer muito obrigado, Senhor, por fazer parte dessa família. Muito obrigado por poder fazer parte da família cristã, da família espírita. Muito obrigado, porque eu não entendo ainda todas as coisas, mas entendo que há mistérios peregrinos nos mistérios que são dos destinos e que nos mandam renascer. Da luz do Criador nós nascemos, múltiplas vidas vivemos para mesmo a luz volver. E buscamos aqui na humanidade as verdades da verdade, cheias de verdades, de vaidades. No entanto, enquanto estamos a meus mortos vivos, nós somos míseros cativos da iniquidade e da dor. É a luta eterna, é a luta bendita, em que o espírito se agita nas tramas da evolução. É a oficina onde a alma presa forja a luz forja a grandeza da sublime imperfeição. É a gota d'água que vai caindo no arbusto, que vai subindo pleno de seiva e verd o fragmento do estrume que se transforma em perfume na corola de uma
rja a luz forja a grandeza da sublime imperfeição. É a gota d'água que vai caindo no arbusto, que vai subindo pleno de seiva e verd o fragmento do estrume que se transforma em perfume na corola de uma flor. A própria flor que terna expirando cai no solo e vai fecundando o chão duro que produz. Mas nesse caí ela deixa um aroma leve nas aragens que passam breves nas madrugadas de luz. É a ri bigorna o malho, pelas fainas do trabalho, a enchada fazendo o pão. Ou o escopro dos escultores que transforma as pedras em flores, em carraras deção. É a própria dor que através dos anos, dos algozes, dos tiranos, anjos puríssimos faz, sintetizando os rudes e transformando-os em arto de virtudes e mensageiros de paz. Porque tudo evolui e tudo sonha. Na imortal ânsia risonha de mais subir, mais calgar. Porque a vida é luz, a vida é esplendor. O universo é o seu autor e, portanto, nós somos o seu altar. É por isso que aqui na terra às vezes se acendem radiosos faróis que esplendem dentro das trevas mortais e suas rútilas passagens, deixam fugores, deixam imagens em reflexos que são perenais. É o sacrifício do Cristo portentoso jamais visto no sofrimento da cruz, sintetizando toda piedade e cujo amor a verdade nem uma pena traduz. É Sócrates bebendo a secuta. É ainda César trazendo a luta tirânico conquistador. Mas é sobretudo o exemplo de humildade, de extremos caridade do pobrezinho de Assis. Por isso, em nome desse pobrezinho de Assis, de Francesco, que nos lembra Jesus na sua inteirea, reeditando a vida do Mestre Maior nos dias do seu tempo, é que nós dizemos: "Bendito sejam todos aqueles que nas dificuldades, nas dores servem, semeiam, cultivam o bem através de atos concretos, porque eles também concretamente mente estão sedimentando o passo futuro que darão nas sendas da evolução. É por isso que uma excelsa voz ressoa e no universo inteiro ecoa e nos diz: "Para frente caminha". O amor, queridos amigos espíritas, queridos irmãos cristãos, o amor é a única esperança que temos para o
or isso que uma excelsa voz ressoa e no universo inteiro ecoa e nos diz: "Para frente caminha". O amor, queridos amigos espíritas, queridos irmãos cristãos, o amor é a única esperança que temos para o infinito marchemos. Que assim seja. >> Nossos agradecimentos ao Dr. Leonardo pela palestra brilhante dessa noite. Também lembramos aqueles que quiserem participar no dia 25 de dezembro, às 10 horas da manhã, lá na sede da Federação Espírito do Estado da Bahia, nosso irmão Marcel Mariano irá proferir uma palestra em comemoração aos 110 anos da federação. fica aí nosso convite. E vamos agora então ao encerramento da nossa reunião e convidamos os médiuns passcistas desta casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Nosso momento de oração, nosso momento da ciência espírita, nosso momento de apresentar a nossa convicção no desenvolvimento das ações do passe, na transmissão fluídica das nossas energias anímicas para todos os nossos irmãos. Relembro que Divaldo Franco tinha uma fé, uma convicção, uma certeza absoluta na eficácia do passe magnético. Ele desde jovem fazia questão de aplicar passes. Muitas ocasiões, vi das suas mãos nascerem perfumes, óleos, éter, diversas ocasiões quando passe irradiado para o ambiente através da força de vontade. do poder que nós temos de transmitir as nossas energias para aqueles que mais necessitam. Por isso vos rogo agora, Senhor, que permitas que os benfeitores espirituais desta casa possam direcionar os fluidos espirituais através da química. da composição fluídica com os fluidos do médium na transmissão das energias positivas. a nossa parte como receptores. Aqui nos colocamos na absorção para que possamos receber os benefícios para os nossos corpos físicos, para os nossos corpos espirituais. Nossa gratidão a Divaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira e a nossa orientadora espiritual, a benfeitora Joana de Angeles e sua equipe de bons espíritos que nos assistem. Vos rogamos, Senhor, que abençoes os nomes dos encarnados e desencarnados que
a Pereira e a nossa orientadora espiritual, a benfeitora Joana de Angeles e sua equipe de bons espíritos que nos assistem. Vos rogamos, Senhor, que abençoes os nomes dos encarnados e desencarnados que colocamos na entrada desse cenáculo. Atende-os, socorre-os, ampara-os com a vossa misericórdia. Fluidifica, por favor, a água que colocamos. Que os bons espíritos a transformem num medicamento, num remédio, para que quando formos beber, recebamos os benefícios daquele líquido precioso. Abençoa-nos no retorno ao lar, pensando em ti. Felizes por estarmos neste momento nesta casa de amor que foi erguida em teu nome, exclusivamente por ti, Senhor. És o motivo desta instituição. Abençoa-nos, ser conosco hoje, por todo sempre e que assim seja. Muito obrigado a todos. Está encerrada a nossa reunião. Não.
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