Live 01 - Sobre Os Fatos | O Artificial Em Nossas Vidas - Chris Drux e Rafael Siqueira

Conecta Espiritismo TV 05/06/2025 (há 9 meses) 1:33:01 193 visualizações 41 curtidas

Sobre os Fatos - Um olhar espírita sobre os acontecimentos cotidianos.

Transcrição

Boa noite, amigos. Boa noite, amigas. estreando mais um programa novo aqui na nossa TV Espírita do Paraná e também na TV Conecta Espiritismo. É novidade surgindo por aqui. Então vamos chamar rapidamente porque o Sobre os fatos é um programa inédito, diferente daquilo que a gente tá acostumado. Então a gente não pode perder um minuto. A gente já perdeu um pouquinho aqui no comecinho, mas porque a gente tá fazendo uns pequenos ajustes, mas tá tudo explicado. Vamos chamar aqui os apresentadores para dar o seu boa noite. Então vamos chamar aqui a Cris Drux. Cristiane Drux, boa noite. Oi, Rod querido. Boa noite. Boa noite a você, aos amigos aqui do chat, a Cirleia, Margarete, Graça, Lazarini, essas amigas do coração e todo o público que já nos acompanha, que daqui a pouquinho vai tá entrando mais gente, tenho certeza, pra estreia desse programa, né, Rod? sobre os fatos. Já já a gente fala sobre a proposta editorial dele, mas temos mais uma preciosidade, uma um convidado, uma pessoa incrível que vai compor a equipe desse programa. Chama aí, Rod. Vamos chamar aqui o Rafael Siqueira. Seja bem-vindo. Olá, olá, Rodney. Olá, olá, minha querida Cris Drues. Que prazer estar com vocês. Que prazer poder abraçar esses queridos e essas queridas que estão no nosso chat. Que nós tenhamos aí um excelente programa discutindo os fatos do cotidiano. Sinto-me abençoado por estar contigo, estar com você também, Rodney. Que alegria, Cris. É uma novidade, né, para todos nós que estamos hoje utilizando na quarta-feira às 21 horas mais um horário nobre do espiritismo. É isso, Rod. Você sabe, confidenciei isso pro Rafa quando a gente tava gestando a ideia do programa, que esse programa sempre foi um sonho meu, né? eh saída das lidas eh do jornalismo, né, tentando trazer um pouco dessa minha expertise profissional para a divulgação doutrinária. E a consolidação desse programa nos dá o ensejo de mostrar como a doutrina espírita ela é plural, como ela explica o nosso cotidiano, eh como os fatos que

e profissional para a divulgação doutrinária. E a consolidação desse programa nos dá o ensejo de mostrar como a doutrina espírita ela é plural, como ela explica o nosso cotidiano, eh como os fatos que nos acontecem estão sim, né, previstos dentro da justiça divina. Então vai ser muito, muito oportuno a gente poder juntar, né, os fatos do cotidiano, os acontecimentos, aquilo que comentamos nas rodas de conversas, no nosso dia a dia, na escola, no trabalho, no transporte, das coisas que nos afastalam, né, normalmente são notícias ruins. Logicamente que quando puder a gente vai tratar de notícias boas também. E se e se Deus quiser muito, vamos poder tratar muito de notícias boas também. Mas eh o viés editorial desse programa, ele tem justamente essa proposta, poder mostrar e não só mostrar, como poder comprovar o poder esclarecedor e com isso libertador da doutrina espírita. Não é isso, Rafa? Exatamente. Porque muitas vezes, sabe Cris, sabe Rodney, a gente pensou que era possível viver dissociado da sociedade, quando em verdade nós vivemos na sociedade e a gente pode pegar os fatos da sociedade e entender sob a luz da doutrina espírita. Existe até uma página introdutória do livro Caminho, verdade e vida, quando o Emmanuel nos diz que por nos afastarmos da vida em sociedade, do entendimento das coisas do cotidiano, é que nós nos perdemos muitas vezes. Então não existe essa divisão entre o templo e aquilo que nós fazemos no cotidiano, nossas relações familiares, nossas relações no campo de trabalho, aquilo que acontece no dia a dia. verdade, nós podemos levar o que acontece dentro dos nossos arraiais espíritas para entender os fatos da sociedade. Então, para mim é uma grande alegria estar ao lado da Cris Drucks, que para mim tem sido uma referência no campo do jornalismo, no campo do turismo, no campo do espiritismo e poder estar com você, Rodney, no Paraná por primeira vez, estudando a doutrina espírita e refletindo sobre os fatos do cotidiano. Que bacana, pessoal. Então, tá aí a

turismo, no campo do espiritismo e poder estar com você, Rodney, no Paraná por primeira vez, estudando a doutrina espírita e refletindo sobre os fatos do cotidiano. Que bacana, pessoal. Então, tá aí a nossa introdução aqui já no programa, já criando uma grande expectativa e foi muito bom ter falado justamente nessa questão, né, de que muitas coisas estão rolando aqui nas redes sociais, nas rodas de conversa, nos grupos de WhatsApp. E e é interessante porque a gente vai vendo como as opiniões elas ficam divididas. Eh, você ouve também profissionais falando de determinados assuntos e até mesmo entre eles há uma certa divisão de determinados assuntos e que você que tá aqui do outro lado consumindo a informação fica dividido. Puxa, eu tentei acompanhar uma situação e e buscar uma reflexão mais profunda sobre o fato para que eu não tenha uma opinião equivocada ou que eu seja levado a acreditar de uma forma também equivocada sobre os fatos que estão ocorrendo. Mas eu preciso buscar algum lugar onde possa me dar um uma base bacana de interpretar aquela situação que nos apresenta e que às vezes é pra gente somar, acaba dividindo ou a gente acaba pré-julgando determinadas situações ou como a gente já viu muito, né, a justiça com as próprias mãos com pessoas inocentes que foram crucificadas pelas redes sociais, né, a gente tem muito disso e a gente tem que tomar muito cuidado. tem que ter critérios e e realmente refletir um pouco mais antes de opinar nossas próprias eh situações sobre determinados temas. Então, acho que esse programa vem justamente esclarecer e ampliar, porque a doutrina espírita é justamente ampliação das consciências. E a gente vai ver, ainda mais nesse momento que nós estamos vivendo, gente, os não tá mais claro do que nunca o cisco e a trave. Misericórdia, como tá assim ultimamente. Mas nós temos aqui a a Cris preparou aqui um vídeo introdutório que vai já dar a base do que vai ser o assunto dessa noite, certo? Então isso, Rod, deixa só fazer um preâmbulo. Não,

assim ultimamente. Mas nós temos aqui a a Cris preparou aqui um vídeo introdutório que vai já dar a base do que vai ser o assunto dessa noite, certo? Então isso, Rod, deixa só fazer um preâmbulo. Não, não. Perfeito. A gente vai exibir agora a matéria inicial e todos os programas, meus amigos, a gente vai organizar dessa forma. a gente faz eh o que talvez de um telejornal fosse a escalada da notícia. Então, a gente vai apresentar a nossa escalada de notícia com o tema da noite. Mas só antes da gente rodar essa escalada, eu quero só poder justificar o porquê da eleição desse tema que editorialmente decidimos, né, para esse para essa estreia, para esse programa de estreia, que é o artificial nas nossas vidas. O que a gente quer sublinhar com letras garrafais é que o homem é filho de Deus e somos plenos de potencialidades. E nas modernidades, no mundo moderno, no cotidiano, na correria do dia a dia, nós estamos sendo, meus amigos, avaçalados por propostas artificiais que se não se coadunam com as potencialidades humanas. Então assim, Rafael vai ter assim uma condição incrível de poder explicar pra gente o porquê dessa desses ganchos psicológicos, né, do porquê desse comportamento humano dentro de um processo de muita pressão social. E a gente também vai analisar eh no no segundo momento do programa a questão da inteligência artificial. Então, como exemplo dessa disson de um tema super atual que tá ocupando as tá tá ocupando as novelas, as manchetes, os jornais, que são os bebês reborns, né? Essa novidade que, aliás, me parece, depois eu vou checar com Rafael isso, mas me parece ser uma coisa muito característica do Brasil. Esse fenômeno está ocorrendo no Brasil. E aí para pensar por no Brasil, né? e também a questão da inteligência artificial. Então, Rod, tá na na ponta aí da agulha. Exatamente. Tá já na ponta da agulha. Deixa eu só colocar aqui para vocês. Ficou bem produzido, hein? Parabéns. Na agilidade do cotidiano, situações da modernidade nos avaçalam. Fenômenos

í da agulha. Exatamente. Tá já na ponta da agulha. Deixa eu só colocar aqui para vocês. Ficou bem produzido, hein? Parabéns. Na agilidade do cotidiano, situações da modernidade nos avaçalam. Fenômenos sociais e implementos da ciência modificam a relação do homem com a vida e o estar no mundo. Os bibs reborn, que traduzido do idioma inglês quer dizer renascido, tem ocupado espaço midiático, o fenômeno ligado a um boneco hiperrealista feito à mão, que se assemelha a um bebê humano, tem gerado discussões cada vez mais amplas no Brasil, envolvendo aspectos de saúde mental, ética, direito e até o uso inadequado de serviço. públicos, enquanto alguns utilizam os bonecos para conquistar audiência nas redes sociais, a quem desenvolva vínculos emocionais genuínos com impacto positivo na saúde mental. Nesse programa iremos refletir sobre os benefícios terapêuticos e os desafios legais e emocionais desse fenômeno. O tema ainda deve seguir em debate não apenas na sociedade, mas também no meio acadêmico e jurídico, dada a complexidade que envolve saúde mental, responsabilidade social e as fronteiras da legislação diante de novas dinâmicas culturais. Em outra temática, vamos analisar a questão da inteligência artificial. Ela está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, transformando diversas atividades e facilitando a rotina de maneira significativa. A inteligência artificial é um campo da ciência cujo propósito é estudar, desenvolver e empregar máquinas para realizarem atividades humanas de maneira autônoma. Envolve o agrupamento de várias tecnologias, como redes neurais, artificiais, algoritmos, sistemas de aprendizado, entre outros, que conseguem simular capacidades humanas ligadas ao aprendizado, solução de problemas, compreensão da linguagem e tomada de decisões. Essas máquinas auxiliares estão cada vez mais presentes em nossas vidas. Mas qual o futuro? Será que a capacidade cognitiva do homem será realmente substituída pelas máquinas? E o que chamamos de artificial é realmente

iliares estão cada vez mais presentes em nossas vidas. Mas qual o futuro? Será que a capacidade cognitiva do homem será realmente substituída pelas máquinas? E o que chamamos de artificial é realmente algo postiço, antinatural? As operações da inteligência artificial trabalham realmente com modelos inteligentes. Essas e outras questões serão debatidas agora. Vai começar o sobre os fatos. Parabéns, que produção, hein? É, são só são só tópicos assim para uma primeira degustação, né, digamos assim, do tema. Mas a gente começa com essa questão dos bebês Reborn, Rodney e Rafa. E curiosamente hoje eu tava numa numa aula, né, eh, que a gente realiza com a Alemanha. E essa minha aluna lá da Alemanha, ela achou muito curioso, porque eu contei para ela sobre a estreia do nosso programa e ela falou assim: "Cristiane, mas o que que é isso? Bebês reborn. Ela não sabe o que que é. Na Alemanha isso não acontece, né? Eu falei: "Olha, é um fenômeno que tá ocorrendo no Brasil. As pessoas estão adotando, eh, comprando, né, essas bonecas hiperrealistas e, eh, desenvolvendo um vínculo emocional fortíssimo com elas. Inclusive, já houve fato de mulheres invadirem os prontos socorros, eh, pedindo auxílio paraas crianças que estariam passando mal, né? E de uma forma bastante desarvorada, as pessoas estão meio que eh fora de um controle emocional em relação a essa relação. E aí, Rafa, eu queria muito te ouvir. Como é que a gente explica esse fenômeno? Quer dizer, qual é o qual é o teu olhar logicamente mergulhado dentro dos conceitos doutrinários, né? Porque você não vai dissociar isso. Mas qual é o teu olhar sobre isso, meu amigo? Mais uma vez, boa noite a todos que estão presentes. Eu, se eu pudesse, cumprimentava a todos que estão no nosso chat. Quero agradecer pela oportunidade de estar nesse programa e, Cris, parabenizar pelo vídeo. O vídeo por si só fala do que vai ser esse programa. Veja, desde quando você me convidou para estar nesse programa e falar sobre esse assunto, eu me debrucei sobre a

a e, Cris, parabenizar pelo vídeo. O vídeo por si só fala do que vai ser esse programa. Veja, desde quando você me convidou para estar nesse programa e falar sobre esse assunto, eu me debrucei sobre a temática, porque o que que a gente precisa fazer para falar sobre um assunto? estudar o tema, procurar entender o fenômeno humano. Eu me formei em psicologia agora no ano de 2024, mas isso não me credencia de automático para falar sobre um tema tão complexo e que vem avaçalando a nossa sociedade nos dias atuais. Então eu me debrucei, fui escutar psiquiatras, conversei inclusive com uma pessoalmente, fui escutar psicólogos sobre o assunto, fui ver a literatura, o que que ela registrava sobre o assunto e trouxe algumas conclusões. Essas conclusões a gente não pode colocar como sendo definitivas, mas a gente traz aí num num rol de possibilidades pra gente tentar entender o fenômeno. Veja, lidar com o ser humano é sempre uma coisa que a gente tem que ter muito cuidado para nós não cairmos nos julgamentos, em fazer qualquer tipo de consideração sobre a outra pessoa, que às vezes é uma consideração precipitada. Então eu vou procurar trazer os assuntos com muito cuidado e respeitando essa grande subjetividade que é o ser humano. que, aliás, existe um ser humano porque existe um espírito imortal que já viveu antes, que traz o seu acervo de débitos, de acertos e que em sendo nossas existências solidárias, a gente acaba refletindo hoje a soma daquilo que a gente foi ontem em vidas passadas e na própria vida atual. Feito esse preâmbulo, minha amiga, eu destaquei cinco fundamentos para nós falarmos sobre esse assunto. E dentro esses cinco fundamentos, eu dividi em subcausas, subtópicos, causas e subcausas. Então, no primeiro momento, se você quiser me interromper, fica à vontade. E se as pessoas quiserem fazer perguntas, fiquem à vontade também. Veja, a gente precisa num primeiro momento destacar que o bebê reborn ele é natural em determinados momentos. Eu tenho uma filha de 6 anos, vai fazer 7

iserem fazer perguntas, fiquem à vontade também. Veja, a gente precisa num primeiro momento destacar que o bebê reborn ele é natural em determinados momentos. Eu tenho uma filha de 6 anos, vai fazer 7 anos e ainda no ano passado ela me pediu para que fosse no shopping com ela comprar uma bebern. Ela tá até aqui do meu lado. Vem cá, minha filha, manda um beijo pro pessoal. aparecendo não, agora apareceu. Então, para minha filha, um bebê reborne é uma boneca como todas as outras. Então, ela brinca, ela de vez em quando me pede para que cuide da boneca dela, mas isso tá no universo infantil de alguém que brinca a fase da criança de aprendizados, de viver o lúdico, de passar pelas experiências típicas do momento infantil. Nós temos um outro fenômeno também que pode ser considerado natural, que é o fenômeno dos dos colecionadores. Então, tem pessoas que colecionam figurinhas, outros colecionam objetos, os mais diversos, quadros, enfim. Então, nós sabemos que existem os colecionadores de bonecas. Então, a gente não poderia, nesse primeiro momento, ver qualquer tipo de patologia para uma criança ou para um colecionador. Esse é uma primeira, um primeiro aspecto que a gente precisa abordar. Partindo para um segundo aspecto, precisamos entender o mundo contemporâneo. Porque o bebê reborn hoje pode fazer parte do mundo contemporâneo em duas situações específicas. Porque muitas vezes a pessoa se utiliza de temas da atualidade para poder gerar fenômeno na rede social, gerar algoritmo. Os jovens costumam chamar isso, entre aspas, de lacração. Porque veja, eu outro dia vi um vídeo na internet com alguém botando um cachorro dentro de uma máquina de lavar. Custa-me crer que aquela pessoa tenha num primeiro momento um desajuste psíquico ou psiquiátrico, mas talvez ela ele tenha colocado ele lá. Por quê? porque vai gerar muitos likes, vai gerar muitas visualizações e a pessoa pode estar ganhando dinheiro com isso. Então, numa sociedade onde tudo é clique, tudo é like, tudo é algoritmo, então o mundo

? porque vai gerar muitos likes, vai gerar muitas visualizações e a pessoa pode estar ganhando dinheiro com isso. Então, numa sociedade onde tudo é clique, tudo é like, tudo é algoritmo, então o mundo moderno fomenta essas práticas que nós chamamos de exóticas e que tem muito a ver com essa questão da pessoa se projetar, sobressair, ganhar aplausos. Mas também no mundo moderno, Cris, nós temos determinadas artemanhas, artifícios, que é o desvio de assuntos mais importantes. Porque, por exemplo, o mundo com guerras, com problemas mais diversos, com criaturas padecendo as mais variadas necessidades. E o tópico mais debatido no momento é o bebê reborn. Será que isso alguém não plantou mediaticamente? Tô levantando hipóteses, tá, meus amigos? Depois nós vamos discutir para que tire o foco da nossa atenção do que é principal, para que tire o foco de nós mesmos espíritas para debater o espírito imortal, para debater a caridade, para debater os princípios espíritas, para que no meio da sociedade as pessoas deixem de olhar para aquilo que é importante, a melhora progressiva da sociedade, as relações de família, as relações sociais e todo mundo de uma hora para outra começa a discutir o bebero eborne. Num terceiro ponto, Cris, se você quiser me cortar, pode cortar, tá? Eu quero entrar naqueles quadros que são disfuncionais. E veja, quadro disfuncional, eu não estou falando num primeiro momento de um quadro patológico, porque um quadro disfuncional é alguém que tem alguma situação de trato psíquico que pode, com o acompanhamento de um terapeuta, de um bom psicólogo, enxergar determinadas situações, determinados traumas e conseguir ressignificar essas situações. Então, dentre esses quadros disfuncionais, eu destaco, num primeiro momento a carência emocional, porque nós sabemos de muitas mães, de muitas mulheres que nutrem a vontade de ser mãe, mas não conseguem e também não estão dispostas a passar por um processo de adoção. E eu falo aqui, Cris, com muita tranquilidade, porque eu entrei na fila

tas mulheres que nutrem a vontade de ser mãe, mas não conseguem e também não estão dispostas a passar por um processo de adoção. E eu falo aqui, Cris, com muita tranquilidade, porque eu entrei na fila de adoção e é um processo muito demorado, é um processo custoso, é um processo com muitas exigências. Então, às vezes, a própria pessoa que entra numa fila de adoção demora muito para adotar. Então veja a carência emocional, porque a pessoa ou não conseguiu adotar ou simplesmente não quis adotar, ou porque perdeu um filho num aborto espontâneo ou não conseguiu ter um filho, pode gerar com que a pessoa transfira aquela emotividade para um bebê, um bebê reborne, para um boneco. Então isso é a transferência de uma carência emocional, emotiva. Então, não nos cabe julgar a mulher, cabe-nos entender a mulher e ajudá-la a superar aquele momento de dificuldade, aquele momento de transtorno psíquico. Esse é um quadro disfuncional. Existe um segundo quadro disfuncional que é decorrente de alguma experiência traumática. O que que é um trauma? Um trauma é um evento que ocorreu nas nossas vidas e que gera alguma consequência. Por exemplo, grande parte dos nossos traumas decorre do período infantil. Nós trazemos traumas inclusive de vidas passadas. Então, vou citar dois tipos de trauma: violência dentro de casa ou até mesmo a questão do abandono. Será que a pessoa não está transferindo aquela violência de que foi vítima ou aquele abandono para um boneco, para uma bebê que na verdade é hiper realista, mas não é real? Então é um quadro disfuncional. Uma terceira possibilidade de entender é o vazio existencial. O vazio existencial foi muito debatido e discutido pelo logoterapeuta Victor Franko. E ele diz que a sociedade do dos tempos atuais é uma sociedade que carece de vazio. Por que vazio? Porque sente culpa, porque não consegue lidar com a dor e muitas vezes não consegue faciar a própria morte. Então esse vazio advém da nossa dificuldade de enfrentar os fenômenos do cotidiano, culpas, dores, remorços,

pa, porque não consegue lidar com a dor e muitas vezes não consegue faciar a própria morte. Então esse vazio advém da nossa dificuldade de enfrentar os fenômenos do cotidiano, culpas, dores, remorços, frustrações às mais diversas. Então eu preencho esse vazio de que forma? Às vezes com um boneco que eu trato ele como se fosse real, que eu coloco num carrinho de bebê e ando na rua. E chegamos a situações extremas de pessoas que levam num pediatra, levam numa igreja para poder receber uma benzedura. Então, veja, são quadros disfuncionais, são quadros de pessoas que precisam realhar as possibilidades psíquicas. Um quarto quadro disfuncional é o que a gente chama de mecanismo de defesa do ego. O que são os mecanismos de defesa do ego? Porque eu estou fundado na minha personalidade, no meu eu, no meu ego, naquilo que eu sou hoje e tenho dificuldade de lidar com as minhas dificuldades. Então, o ego se protege com determinados mecanismos de defesa, como a compensação, o deslocamento, a projeção, a introspecção, a racionalização. O que que isso quer dizer? que às vezes eu me defendo de alguma coisa que eu não quero enfrentar comprando um bebê reborn. É mais ou menos assim, eu acho alguma coisa na minha personalidade que eu não gosto. E muitas pessoas quando se deparam com uma coisa que não gostam, ao invés de enfrentar, tentar modificar, elas escolhem o caminho do vício, por exemplo, o caminho de fazer algum esporte radical, um outro exemplo, é um mecanismo de defender o ego, de deslocar-se da luta do cotidiano para uma outra coisa que vai me distrair. Algumas pessoas podem se valer dos bebê reborn. Não sei se vocês se recordam de uma frase que era muito, pelo menos falada na minha infância. Se correr, o bicho pega. Se ficar o bicho come. Se esconder o bicho acha. Mas se enfrentar o bicho some. Mas o que que a gente costuma fazer? a gente esconde, a gente corre, a gente não enfrenta. Então, o grande convite da vida é para que a gente enfrente as nossas dificuldades, enfrente as nossas dores.

Mas o que que a gente costuma fazer? a gente esconde, a gente corre, a gente não enfrenta. Então, o grande convite da vida é para que a gente enfrente as nossas dificuldades, enfrente as nossas dores. Às vezes a pessoa não consegue enfrentar, ela vai beber, ela vai fumar. Outros podem chegar, não, eu vou cuidar de um boneco ou às vezes é aquela pessoa que transfere a sua própria emotividade pros animais. E veja, eu amo os animais. Eu tô com um animal aqui do meu lado, mas ele é um cachorro. Por mais que eu ame, eu não posso tratar ele como se fosse um filho. E eu o chamo de filho. É porque tem pessoas que hoje colocam os animais num pedestal. Isso é ruim pro animal, isso é ruim para nós. Isso é ruim porque a gente tá transferindo pro boneco algo que muitas vezes está mal resolvido dentro da gente. Daí a necessidade do auxílio psicológico de um terapeuta, onde a gente possa falar, conversar, dizer dos nossos dramas e entender por que hoje eu estou transformando uma boneca em realidade, por que que hoje, ao invés de lidar com gente real, com pessoas que eu posso tocar, que eu posso ter minhas relações com ele, eu tô fazendo isso com boneco. Será que isso não é a dificuldade de lidar com as pessoas do jeito que elas são? Porque pessoas gritam, crianças gritam, fazem pirraça. O boneco não. Será que eu não estou fugindo da realidade objetiva e construindo uma realidade fictícia? Isso é um quadro disfuncional. Para não me alongar muito, Cris, eu quero entrar aí numa num quarto assunto de abordagem, que é o quadro patológico. Aqui no quadro patológico, só o psicólogo não adianta, porque o que que é o quadro patológico? É a fragmentação da personalidade. Porque a pessoa olha pro boneco e vê uma criança. A pessoa olha pro boneco e acha que ele é real. é a fase dos delírios, das alucinações. É quase um sintoma. E eu aqui não posso fazer diagnóstico porque cada caso é um caso. A gente precisaria fazer a anamnese, escutar o paciente, saber como ele se encontra para poder entender a

inações. É quase um sintoma. E eu aqui não posso fazer diagnóstico porque cada caso é um caso. A gente precisaria fazer a anamnese, escutar o paciente, saber como ele se encontra para poder entender a sua realidade. Os casos de fragmentação da personalidade, a criança tá olhando pro boneco e tá vendo um bebê, vê ele chorando. São quadros de alucinações. Então, nesses casos específicos, a pessoa precisa de um psiquiatra porque ela está sofrendo, ela aliou-se da realidade. Seria aí o quadro patológico. E nós temos, segundo a doutrina espírita, uma quinta possibilidade, que é a possibilidade espiritual. Porque nós somos possíveis de sofrer a obsessão, que é ação persistente de um espírito mal por sobre o indivíduo. Então, nós sabemos de entidades que nos perturbam, que podem criar, influenciar-nos de tal modo que a gente entre num quadro de falseamento da realidade. Então, há obsessores que fazem pessoas se ajoelharem, falarem coisas estranhas, emitirem sons gulturais, fazem pessoas brigarem e podem inclusive fazer pessoas acharem que bonecos são humanos, verem bonecos como inimigos. Então, veja, eu trouxe um leque de oportunidades, começando pelo quadro da naturalidade, que é o caso das crianças quando brincam, ou dos colecionadores, trazendo as questões do mundo atual. que é a lacração das redes sociais. Às vezes a pessoa não tem quadro disfuncional nenhum, ela só quer lacrar. Trazendo aí o desvio de assuntos mais importantes. Depois passei pros quadros disfuncionais, como carência afetiva, experiência traumática, vazio existencial, o mecanismo de defesa do ego. Quando eu me desloco de uma situação psicológica aflitiva para poder cuidar de um boneco, passamos para um quadro patológico, onde a pessoa pode estar numa fase de delírios e olhar pro boneco e achar que é humano até chegar num quadro obsessivo que é passível de ocorrer. Mas em todos esses quadros, o que que a gente faz? Busco o entendimento, entendimento da pessoa, o entendimento conforme nos traz a doutrina espírita e consegue aí afastar

o que é passível de ocorrer. Mas em todos esses quadros, o que que a gente faz? Busco o entendimento, entendimento da pessoa, o entendimento conforme nos traz a doutrina espírita e consegue aí afastar o joio do trigo para que a gente siga com Jesus, com o evangelho e amando tanto quanto nos seja possível. Cris, acho que eu falei demais. Você você nunca fala demais, meu amigo. É muito bom te ouvir. E foi aí uma varredura. analítica do tema maravilhosa, assim trouxe o superassumo para esse nosso entendimento. A gente tava aqui o atento, né, Rod? Estamos aqui atento. Muitas coisas aí que ele trouxe pra gente, um leque, como ele falou ali no finalzinho, né? um leque pra gente discutir e e justamente esse é o espaço para você que está do outro lado. até coloquei ali à tarde enquanto ele falava, enviei a sua pergunta, porque vou te confessar, Rafael e Cris, no grupo lá, o pessoal coloca lá os comentários sobre determinado assunto e eu falo assim: "Puxa, esse povo podia começar a trazer isso na live, porque aquecer, né, o chat aqui, mas tem algumas participações, algumas poucas." É, sabe por quê? Porque o pessoal tem cada pergunta bacana, cada reflexão interessante, porque eu vejo lá o Terapias de Ivone lá, é um tratamento de choque, porque o pessoal coloca bastante conteúdo e e comenta. E eu acho interessante eles trazerem aqui para dentro da live porque, digamos assim, a sua o seu questionamento pode ser de tantos outros que vão assistir durante a live ou depois, porque fica lá, né, num depositório para você assistir a qualquer momento. Então isso é importante. a sua pergunta, mas vamos ver se tem alguma coisa aqui. Cris, você achou alguma coisa interessante aqui nesse grupo? Tem, tem, claro, as pessoas por si só muito interessantes. Agradecer a presença de cada amigo, cada coração amigo hoje aqui nessa estreia com a gente. Mas tem aqui, por exemplo, a Estela que comenta, né? Eh, Rafa, a fuga das interações reais precisa ser investigada a psiquena. sempre vale essa esse essa tentativa de

e aqui nessa estreia com a gente. Mas tem aqui, por exemplo, a Estela que comenta, né? Eh, Rafa, a fuga das interações reais precisa ser investigada a psiquena. sempre vale essa esse essa tentativa de autodescobrimento, né? Exatamente. É inclusive o que nos propõe a doutrina espírita na questão 919 do livro dos espíritos. Qual o meio prático mais eficaz de progredir nessa vida e de resistir à atração do mal? Um sábio da antiguidade já evoluise: "Conhece-te a ti mesmo. Por que que eu estou fugindo das interações reais? Por que que o mundo me incomoda a ponto de eu fugir dele? Por que que o artificial tá tomando parte da minha vida a ponto de eu me fechar numa espécie de casulo? Do que que eu estou correndo? Do que que eu estou fugindo? Porque o fenômeno psicológico acaba sendo um aliamento da criatura de si própria. E aliando-se de si própria, ela alheia-se do próprio criador, que nós temos o criador em essência dentro de nós. Então, em verdade, a pessoa tem que se investigar e muitas vezes ela não vai conseguir fazer isso sozinha. Por isso que a gente fala tanto do atendimento nas casas espíritas, a gente fala do atendimento psicológico e em alguns casos até de um atendimento psiquiátrico, que são grande grandes bênçãos que a vida nos concedeu. O espírito Joana de Angeles, quando escreve as 16 obras da série psicológica, ela fala que a gente tem que buscar a saúde integral. O que que é saúde integral? bem-estar psicológico, bem-estar físico, bem-estar social no relacionamento com as pessoas e sobretudo um bem-estar espiritual, porque o espírito é que comanda tudo. Então, veja, se eu estou fugindo, eu estou fugindo de quem? Estou fugindo do quê? Que assunto, que emoção, que trauma eu preciso ir ao encontro dele para poder ressignificar? Porque às vezes, Cris, aquela poesia do Carlos Drumon de Andrade, ela é muito oportuna nesse momento. No meio do caminho tem uma pedra. A gente precisa conhecer que pedra é essa, porque essa pedra tá na nossa intimidade. Eu só consigo

ia do Carlos Drumon de Andrade, ela é muito oportuna nesse momento. No meio do caminho tem uma pedra. A gente precisa conhecer que pedra é essa, porque essa pedra tá na nossa intimidade. Eu só consigo transporra é essa, de que natureza ela é, porque senão eu vou tornando essa pedra cada vez maior, vou tornando essa pedra desconhecida. Aí eu arrumo um paliativo, ao invés de eu conhecer a pedra, ah, deixa eu comprar aqui uma bebê reborne e cuidar dela. Então, é isso que eu tento dizer paraas pessoas, não é julgar, não é ir pras redes sociais e dizer com tanta criança para adotar. Às vezes é isso, às vezes não é isso. Às vezes a pessoa está fugindo de alguma emoção que está tão íntima dentro dela e que ela nem se deu conta. Que emoção é essa? Que desencontro é esse? Que tortura íntima ela traz do contato de alguém? Ela traz de uma experiência que às vezes ela nem se lembra porque ela reprimiu de uma tal forma que aquilo tá no inconsciente dela. Verdade, Rafa. Olha, tem a gente precisa registrar, né, Rod? A, eu quero e precisamos registrar a presença da Marlene, da Dra. Marlene Venâncio aqui que faz conosco o apoio emocional, né? A Dra. Marlene Venâncio, que nos entrega tanta, tanto saber dentro da área da psicologia também. Boa noite pra senhora também, Marlene Venâncio. Ela já tá em São José dos Pinhais, né? Eu acho já voltou de Portugal, que o último programa ela fez conosco lá de Portugal, não é isso? É isso. Isso. Ela falou que tá voltando pro Brasil aqui. Que bom. Agora tem um um certo rapaz chamado Rodney Lara, que enquanto você falava, sabe, Rafa, ele comentava comigo aqui no chat privado e fazia uma consideração muito interessante que eu vou ler e vou pedir para ele comentar pra gente. A rede social é monitorada e com isso, com esse monitoramento, ela é eh vários comportamentos são analisados, comportamentos humanos são analisados dentro dessa monitoria que a rede social faz. A indústria está de olho nesses comportamentos que tem um pouco a ver com que o Rafa comentou, que muita coisa

ados, comportamentos humanos são analisados dentro dessa monitoria que a rede social faz. A indústria está de olho nesses comportamentos que tem um pouco a ver com que o Rafa comentou, que muita coisa pode ser implantada também para criar esse bucho, para criar essa mobilização e para virar moda, não é isso, Rod? Sim. E principalmente nós somos os maiores propagadores, não precisam às vezes nem gastar com anúncio, porque a gente fica ali na roda de conversa fomentando, vai espalhando, vai espalhando, vai espalhando. E é justamente isso, eles monitoram. Eh, eu comecei a observar um pouquinho mais atento, porque como a gente tem um canal do YouTube, então já tem até interesse das empresas em estudarem os comportamentos de quem assistem os nossos conteúdos. até eles pedem a permissão para que a gente deixe eles monitorarem o gosto, né, a a o que o nosso público gosta de assistir. Então, tudo os comentários, tudo isso é analisado em bancos de dados. E aí, é lógico, fica mais fácil de eu fazer uma campanha direcionada, uma campanha que mexa com seu psiquismo, porque daí eles vão estudar essa parte da psicologia e principalmente eles estão vendo que neste momento a nossa sociedade está com muita ansiedade, muitas questões de depressão. Então, digamos assim, isso é um prato cheio para quem quer criar um produto novo. E aí traz justamente esse boneco, né? Então, fora outras coisas que estão acontecendo, né, Rafael? Então, a indústria tá de olho. Tá de olho. Ó, tem uma pergunta aqui bem interessante também da Cirlei. Ela diz o seguinte: "Os idólatras de artistas, cantores também podem estar eh relacionados a este comportamento atual dos bebês?" Rafa, essa idolatria. Vamos lá. Primeiro eu quero fazer um comentário sobre o que o Rodney comentou. Quando um produto não tem preço, a gente não paga por ele, é porque nós somos o produto. A gente acabou virando o produto das redes sociais, porque elas trabalham com o algoritmo, elas trabalham com aquilo que gera repercussão. Então, veja o que que

por ele, é porque nós somos o produto. A gente acabou virando o produto das redes sociais, porque elas trabalham com o algoritmo, elas trabalham com aquilo que gera repercussão. Então, veja o que que gera repercussão nas redes sociais hoje. Ódios, divisões, assuntos polêmicos. Você vai ver uma live hoje de alguém falando mal da outra pessoa, milhões de visualizações. Você vai ver uma live da Cris Drux, uma pessoa estudiosa, uma pessoa do bem, uma pessoa que conhece como ninguém espiritismo, sem visualizações. Eu fico triste com os rumos que a sociedade tomou, mas por quê? é o tal do engajamento, é o tal do algoritmo. Nós viramos o produto de redes sociais que estão ganhando com isso. E veja, minha fala não é contra as redes sociais, porque eu fico imaginando se Paulo de Tarso tivesse redes sociais, não seriam 14 epístolas, seriam mensagens diárias falando de caridade, falando de amor, falando de coisas que enaltece. A gente só não pode deixar que a rede social nos paute, porque a partir do momento que ela nos pauta, eu vou perdendo o foco. Uma vez, Rodne, eu cheguei numa casa espírita e uma pessoa me disse assim: "Rafael, não consigo mais ler um livro espírita". E eu perguntei: "Por quê?" Porque quando eu chego em casa de noite, tem 500 mensagens nas redes sociais para eu ler. Então, veja, tomou conta da nossa vida. E eu pedi uma intuição a Deus. me dá uma intuição. E eu respondi mais ou menos assim: diminua a interação com as redes sociais e leia mais Paulo e Estevão. Leia mais o Evangelho segundo o Espiritismo. Isso vai te fazer melhor, vai nos fazer melhores. Então, a gente não pode deixar que as redes sociais elas pautem o nosso estilo de vida. E é uma coisa interessante, por que que o Big Brother é o programa mais visualizado da televisão? Porque tem gente que assiste. E eu aqui não quero fazer julgamento nem para um lado, nem pro outro. Nós estamos trabalhando com fatos. Por que que lives, posts de bebê reborne são os mais comentados? Porque nós estamos consumindo. Então a lógica

uero fazer julgamento nem para um lado, nem pro outro. Nós estamos trabalhando com fatos. Por que que lives, posts de bebê reborne são os mais comentados? Porque nós estamos consumindo. Então a lógica é: só se produz porque alguém consome. O dia que a gente consumir mais Jesus, mais evangelho, mais espiritismo, isso vai ser a tônica das redes sociais. Agora, o que a Sirlei colocou? ser lei perfeita sua colocação. A primeira das 10 leis morais é a lei de adoração. Existe uma lei universal sobre a lei de adoração que diz mais ou menos assim: "Tu te tornas aquilo que você adora". Ou seja, se eu começo a adorar demais o artista, o cantor, o filósofo ou quem quer que seja, eu vou ficando parecido com ele. O corte de cabelo fica parecido, a roupa fica parecida, o jeito de falar vai pegando determinados sutaques, por é o objeto do meu afeto. Por isso que Jesus dizia, não se pode servir a Deus e a mamã, porque quando você se entrega a mam, a sua vida passa a ser mamão. Então veja, de tanto idolatrar o exterior, a gente passa a cultuar o boneco. Mas isso faz parte da nossa própria história, porque a gente já cultuou bezerro, a gente já cultuou tótem, a gente já cultuou e aqui com todo respeito, tá? imagens as mais diversas. Então isso é um fenômeno típico do ser humano, nos convidando a uma reflexão. Eu penso, Rodney Cris, que o convite é para nós refletirmos por que que o artificial está tomando conta do elemento humano. Porque o elemento humano deveria espiritualizar a matéria e não permitir que a matéria espiritualizasse o humano. Se a gente não tomar conta, o artificial vai nos artificializar. Nós vamos ficar pessoas de plástico. Daqui uns dia a gente vai ser igual boneco. Eu encontro a Cris, eu não vou beijar mais. Eu não vou abraçar, não vou dizer do meu carinho. Eu vou dar um cumprimento com aquela voz metalizada. Oi, Cris, tudo bem? Porque eu vou imitar um robô. A gente não pode permitir que o artificial tome o nosso sentimento. E com os olhinhos das personagens de

dar um cumprimento com aquela voz metalizada. Oi, Cris, tudo bem? Porque eu vou imitar um robô. A gente não pode permitir que o artificial tome o nosso sentimento. E com os olhinhos das personagens de inteligência artificial, aquele olhinho estático, né? sem expressão nenhuma, né? Quase milp, que dá agonia na gente. Dá exato, não é? Então, eh, temos que refletir sobre tudo isso. Olha, a Dra. Marlene Venâncio, Rod fez aqui às 9:43. Não, pera aí, eu perdi aqui no Mas ela faz um resumo exatamente do que aqui. 9:41. Lê pra gente, Rod. Eh, sabemos da carência que todos sofrem na sociedade atual. Cada um busca na fuga mencionada pelo Rafael. As bonecas são a fuga mais recente e quando mais se divulga, mais adeptos surgem. Isso. Perfeito. E olha, meus amigos, agora pra virada do tema, né, só pra gente criar um trampolim, a gente vai dar esse pulo. Vamos usar esse trampolim junto com Emanuel, que eu separei aqui uma questão do livro O Consolador, aliás, livro de leitura obrigatória. Emanuel da Lavra. Cris, vou deixar sem evidência para você mostrar de novo a capa pra pessoa pegar só um pouquinho. É uma edição antiga, tá? O consolador Francisco Cândido Xavier, obra mediúnica ditada pelo espírito Emanuel, de 1941, tá gente? Essa obra foi editada e lançada em 1941. E na questão 206 é a ponte pro nosso próximo tema, inteligência artificial. Eh, Emânuel comenta o seguinte a partir de uma pergunta que é feita a ele. Como é considerada no plano espiritual a posição atual, década de 40, a posição atual intelectiva da Terra? Não mudou nada, tá gente? Eu já já tô vicinando isso. Não mudou nada. Responde Emanuel. Os valores intelectuais do planeta nos tempos modernos sofrem a humilhação de todas as forças corruptoras da decadência. A atual geração, que tantas vezes se entregou à jactância, atribuindo a si mesma as mais altas conquistas no terreno do raciocínio positivo, operou os mais vastos desequilíbrios nas correntes evolutivas do ORB, com o seu injustificável divórcio do sentimento.

atribuindo a si mesma as mais altas conquistas no terreno do raciocínio positivo, operou os mais vastos desequilíbrios nas correntes evolutivas do ORB, com o seu injustificável divórcio do sentimento. Então nós estamos novamente aqui falando de divórcio, falando de ap de se desapartar de um autoburilamento, de um autodescobrimento que tava presente na temática dos bbis reborn. E quanto à inteligência artificial, a gente percebe que existem muitos perigos e muitas possibilidades de descaminho. E aí, Rod, Rafa, a inteligência artificial tá aí, não dá mais para conter. e a gente nem quer conter, mas precisaria se refletir para se regular, se regular dentro de um caminho saudável, porque pode pender para o excesso. E aí, só na apresentação desse tema, eu queria lembrar e queria poder eh nomear, digamos assim, listar para vocês eh exemplos do uso da inteligência artificial nas mais diversas áreas da atividade humana. A inteligência artificial, ela pode inclusive ser adotada pelo campo médico e pelos laboratórios no desenvolvimento, por exemplo, de novos antibióticos. Pesquisadores já usam a inteligência artificial justamente para descobrir novas classes de candidatos a esses antibióticos. Área médica se beneficia muito com a inteligência artificial. o mapeamento de proteínas, o aprendizado de biologia por máquinas. E essas máquinas elas programam, né, eh, conclusões e processamento de dados, de dados brutos, de milhões de células e as suas composições químicas e genéticas, trazendo resultados que o a humanidade levou mais do que 134 anos, diz a matéria do New York Times recentemente, dizendo que essa As máquinas processaram em pouquíssimo tempo esses dados, né, compilando informações que o homem levou 134 anos para reunir. Então, é uma contribuição inequívoca da inteligência artificial no, digamos assim, no lidar com ess com esses ordenamentos numéricos, com essas compilações de informações, monitoramento de corais com a finalidade ecológica, previsão do tempo, né, cada vez mais

ial no, digamos assim, no lidar com ess com esses ordenamentos numéricos, com essas compilações de informações, monitoramento de corais com a finalidade ecológica, previsão do tempo, né, cada vez mais precisas, eh, construção de baterias, eh, enfim, no processo de compilação de informação, de reunir de reunir ensinamentos e conhecimento no sentido do estudo, né, do ensino humano, inúmeras vantagens. Mas o que o que acontece é que toda essa movimentação ela está sendo eh orquestrada e está sendo implementada através de máquinas. Porém, essas máquinas, elas são programadas, elas são construídas, elas são orientadas, elas são fomentadas pelo raciocínio humano. Então eu até questiono, Rafa, eu não sei se Rodney e Rafa e os amigos que nos acompanham concordam comigo. Teu nome, ele ele é um pouco tendencioso na defesa de algo que é irreal, porque não existe inteligência artificial. A máquina ela não é inteligente. A máquina ela é alimentada com a inteligência humana e é programada dentro de um escopo de ação para nos entregar resultados, para decotificar informações que são injetadas nela. Eh, e aí a gente começa a sublinhar por onde podem acontecer os descaminhos, né? A gente, todo mundo conhece ou todo mundo, possivelmente já travou contato com o chat GPT, por exemplo, que é muito utilizado pelos estudantes, né? Qual é o descaminho possível? que os estudantes eles entendem que aquilo é o consolidado maior de uma resposta, mas aquele consolidado maior que eles chegam ali quando eles colocam alguns vocábulos na pesquisa e na busca por resultado ou na na composição de um texto, esse texto e esses resultados estão estão trazendo eh reuniões de resultados anteriores que foram injetados ali naquela inteligência artificial, mas a gente não pode se abster, né, de retirar desse consolidado as nossas próprias conclusões. O colorido precisa ser dado para esse resultado pelo homem. Porque se você faz uma busca simples e acredita que aquele consolidado corresponde à real verdade, vai vão faltar

ossas próprias conclusões. O colorido precisa ser dado para esse resultado pelo homem. Porque se você faz uma busca simples e acredita que aquele consolidado corresponde à real verdade, vai vão faltar lacunas. Vão faltar lacunas. E quem tem a competência de preenchimento dessas lacunas continua sendo o homem, a capacidade de dedução do homem. Porque as máquinas não deduzem, as máquinas elas são programadas. Quando a gente trabalha, e a gente trabalha muito, Rodal até melhor do que eu, quando a gente trabalha na edição de vídeos utilizando a inteligência artificial, você dá lá um comando, não é, Rod? A gente quer criar uma cena. Como é que você faz, Rod? Você cria lá um texto, não é isso? É, primeiro que a gente tem que fazer tudo em tudo em inglês, né? É inglês, tem tem que fazer a tradução lá, usar o Google Tradutor e indicar para aquela plataforma o resultado que você quer. É lógico. Daí ele vai lá, faz a sua, o seu processamento, faz as quatro opções, por exemplo, né? Aí você não gostou, você vai lá, muda uma coisinha ou outra e vai, né? Mas então assim, eu não tenho habilidade de desenhar, então digamos assim, vou usar a plataforma que sabe fazer uma imagem, então vou usar os prompt que falam e a gente vai se aperfeiçoando em prompt. Só que chega um momento, gente, que às vezes você perde, parece que o o processo criativo, tem hora que dá um bloqueio na sua mente. Você tá usando tanto, tanto, tanta ferramenta, tanto que daí, tipo assim, puxa, bloqueou. Aí você tem que sair de todo aquele contexto, né, Cris? dar uma volta lá em algum lugar que tem uma mata, alguma coisa, fazer o contato com a natureza, porque parece que é lá que nos re, é o reabastecimento das nossas ideias, é sair, observar as pessoas no parque, aquele casal de mão de mãos dadas, caminhando tranquilamente, né, nas trilhas, empurrando às vezes um cadeirante. Então, aí você vai buscando ideias, né, a sua mente começa a trabalhar melhor. Então, digamos assim, não dá pra gente ficar só dependente da

amente, né, nas trilhas, empurrando às vezes um cadeirante. Então, aí você vai buscando ideias, né, a sua mente começa a trabalhar melhor. Então, digamos assim, não dá pra gente ficar só dependente da máquina, ela ajuda, mas a gente tem que vivenciar o real pra gente tentar passar, né, pro pro nosso telespectador, os nossos internautas, porque quando a gente vai produzir algo, a gente tem que buscar aquilo que tá mais próximo da nossa realidade, não fantasiar umas coisas absurdas, né? a gente por isso que quando se coloca aqui flores do evangelho ou qualquer outro outra produção mediática, ela trabalha tudo isso, a sonoridade tranquila ou às vezes emocionante ou às vezes impactante, as imagens, a narração, tudo num contexto justamente de buscar ser o mais próximo possível da nossa realidade e não fantasiar muita coisa. Tem determinadas coisas que a gente sabe que dá para fazer uma fantasia porque é história, é mito e muitas outras coisas, mas é assim, é bem trabalhoso, mas assim o resultado, quando você tem a noção de que você tem essa dependência desse dessas plataformas para fazer algo bacana, mas não se esqueça que por detrás de toda essa apresentação tem um ser humano que foi buscar na natureza e na sua convivência algo para trazer emoção para você. Porque se fosse só para ele gerar ali, ele não gerava a emoção que é feito com tanto cuidado e carinho pelo trabalho da Cirlei e tantas vozes que o pessoal trabalha aqui com a gente. E tem até gente dos grupos aí que a gente anda caçando ali os talentos escondidos. Ô Rod, eu diria o seguinte, jargão, depender da inteligência artificial no processo criativo não é nada criativo, né? a gente eh eu compartilhar com você, Rafa, o que aconteceu comigo no último processo de edição que eu tentei usar inteligência artificial. A gente usa porque é uma ferramenta, mas não maximiza esse uso porque tem lá seus problemas e a gente já foram enumerados pelo Rod. Inclusive eu criei, né, coloquei lá no prompt que ele fala, né, a descrição da cena do

é uma ferramenta, mas não maximiza esse uso porque tem lá seus problemas e a gente já foram enumerados pelo Rod. Inclusive eu criei, né, coloquei lá no prompt que ele fala, né, a descrição da cena do vídeo. Aí eu coloquei assim só para testar. mulher, sai de casa, desce a escadaria frontal da sua casa, vai até a calçada, abre a caixa de do correio e retira o seu jornal. Eu não botei mulher, não minto, botei homem. E aí a inteligência artificial lá, o aplicativo gera a cena. Ela gerou a cena, só que ela gerou a cena o homem usando esmalte de unha na mão. Mas por que que ela fez isso? Porque muito provavelmente, já anteriormente a essa minha demanda, já deveria ter ter tido uma outra demanda próxima a essa, de uma cena parecida. A inteligência artificial memorizou a questão da mulher, né? E no caso ali era uma personagem feminina. fazendo a o mesma a mesma atividade, a mesma ação e me apresentou o resultado da minha busca com homem usando esmalte de unha. Tudo bem que hoje em dia muito homem usa esmalte de unha, mas a gente vai combinar que não é o o mais normal, né? O o mais corriqueiro do que a gente vê no nosso cotidiano. E aí dá erro às vezes as cenas e a gente paga por essas cenas e paga em dólar, dá erro. E aí eu fico me perguntando qual é, que inteligência é essa, né, que não é capaz de traduzir uma cena tão simples, tão singular, né? Eh, e tem outros probleminhas, gente. E o o mais grave que eu acho e que eu vou pontuar agora e vou pedir a opinião também do Rafael em relação a isso. Gentilmente eu acabei de perder aqui, mas eu vou eu vou achar de novo. A a Estela Martins que teve conosco ontem, né? Eu estive com ela e com Maria das Graças Lazarina em um programa do Bom Dia Café, né, no Renovando Consciências, no canal Renovando Consciências. E a gente bateu um papo sobre comunicação e tal, eh, a comunicação social espírita, o porquê da comunicação social espírita, o que que a diferencia da comunicação normal. E a Estela me mandou agora um pouquinho antes da estreia do nosso

cação e tal, eh, a comunicação social espírita, o porquê da comunicação social espírita, o que que a diferencia da comunicação normal. E a Estela me mandou agora um pouquinho antes da estreia do nosso programa, uma matéria do Estadão de São Paulo, eh, de uma jornalista chamada Renata Cafardo. E a Renata, ela fala de eh trend, que eu nem sei muito o que é isso porque eu não uso muito Instagram, um trend das redes sociais que são os eh personagens eh no caso aqui é um trend de um tubarão, tubarão tralaleiro, tralalá, nunca ouvi falar disso, mas são personagens É, inclusive esse tubarão fala italiano. Aí depois tem um crocodilo misturado com um elefante. Aí tem uma uma bailarina que se transforma em xícara de cappuccino. Quer dizer, as coisas mais loucas e absurdas do mundo. E todos esses personagens, Rafa, entregando conteúdo zero. E aí alguns só bobagens, só onomatopeias. barulhos, falas desconexas e todo mundo curte, milhões e milhões e milhões de jovens curtindo uma bailarina em formato de taça de cappuccino. Quer dizer, eu fico me perguntando assim, o mundo enlouqueceu? Deve ter enlouquecido. E esses conteúdos eles são entregues, né, de uma forma muito confusa, palavras dissonantes, sem sentido algum. E aí os eh estudiosos da Oxford, da Universidade de Oxford, criaram um termo para isso de efeito de apodrecimento cerebral, que é justamente esse resultado de um consumo exagerado de um material sem significado nenhum. Rafael, o que que é isso? Olha, eu vou abrir aqui no campo das hipóteses. Não sem antes fazer um comentário sobre o que vocês estavam falando. Rodney e Cris, eu me recordo quando eu era pequeno numa cidade do interior do estado aqui do Rio de Janeiro, Rodney, bem ao norte do estado, chamada Itapiruna, uma cidade muito quente, pessoas muito simples. Minha mãe professora de matemática, ela dizia assim para mim: "Cris, meu filho, não use a calculadora, faça as contas na mão, porque a calculadora um dia, você utilizando, você vai desaprender a fazer conta." E naquela

ra de matemática, ela dizia assim para mim: "Cris, meu filho, não use a calculadora, faça as contas na mão, porque a calculadora um dia, você utilizando, você vai desaprender a fazer conta." E naquela época eu sabia fazer conta de mais, conta de menos, conta de multiplicação, eu sabia fazer, enfim, aquelas operações todas. E não é que a calculadora hoje a gente usa paraas questões mais simples do cotidiano. Eu vejo pessoas usando calculadora para fazer conta de somar 10 com 10 + 20 + 30 e depois divide por dois. Por quê? Nós fizemos a calculadora e depois nós nos tornamos reféns dela. E o que pode acontecer com a inteligência artificial é a mesma coisa. Nós programamos o artificial, porque a inteligência somos nós. O elemento inteligente do universo, conforme lá a questão 27, depois a 76, é o espírito. Então, chamar o artificial de inteligência seria emprestar inteligência à matéria. E a matéria não é inteligente. Nós programamos e ela vai executar os prompts, os comandos que nós colocarmos lá para elas fazerem. Então, a gente tem que ter esse cuidado de nós não fizermos algo e depois esse algo tomar o nosso lugar, porque é isso que tá podendo acontecer. Eu ainda ontem, Cris, ainda dentro do primeiro comentário, vi uma entrevista do Bill Gates dizendo que no futuro a inteligência artificial vai tomar o espaço dos trabalhadores, das máquinas, de tudo que até então precisava de nós para fazer. E é curioso que ele ressalvou três profissões. Isso está na Folha de São Paulo de ontem, os biólogos, os especialistas em energia e os programadores. E eu fui ver a explicação do Bill Gates para cada uma dessas profissões. A que mais me chamou atenção foi dos programadores. E ele explica: "O homem programou a inteligência artificial, então os programadores nunca perderão espaço." Essa foi a luz no fim do túnel. Porque veja, o espaço da programação é nosso. Então a gente não pode deixar que a inteligência artificial tome o nosso lugar, tome o lugar do humano, tome o lugar do sentimento, ocupe o lugar das relações.

e veja, o espaço da programação é nosso. Então a gente não pode deixar que a inteligência artificial tome o nosso lugar, tome o lugar do humano, tome o lugar do sentimento, ocupe o lugar das relações. Ela tem que ser para nós um meio de nós conseguirmos cada vez mais melhorar o mundo e não uma finalidade, porque senão daqui uns dias o robô a gente vai se relacionar com ele. Agora completa, completa, meu amigo. Agora tentando responder a pergunta que você fez sobre os trends, as redes sociais hoje trabalham com os trends, que são ferramentas de engajamento. Porque quando você abre o Twitter, tem as mais lidas, você abre o Instagram, tem os trends. Porque as pessoas já não querem mais rolar o feed, onde estão as notícias, nem os stories. Elas querem ir por trend, porque o trend é o que tá na moda, o trend é o que tá todo mundo vendo, o trend é o que tá todo mundo falando. Trend em inglês quer dizer tendência. Eu tenho que estar na tendência. Se a tendência é o beber reborn é sobre isso. Às vezes eu nem tenho qualquer disfunção psíquica nenhuma, mas eu agora eu vou ter um bebê reborn porque é isso que tá no trend. Então, começam a surgir comportamentos exóticos de baleias, de sons que são emitidos por e eh tótemis na rede social, por pequenas programações. Enfim, eu tenho uma hipótese, Cris. Quando a gente abre a obra de Manuel Filomeno de Miranda, uma quadrilogia que começa com transição planetária, amanhecer de uma nova era, perturbações espirituais e termina a quadrilogia trazendo no rumo do mundo de regeneração. A gente sabe que a Terra tá passando por um processo. Recuados dias lá da década de 60, quando Emanuel escreveu o livro Roteiro, nós tínhamos 2 bilhões de criaturas morando na terra. Hoje já são 8 bilhões. Por quê? Porque a divindade tá propiciando que vários espíritos encarnem para que esses espíritos possam progredir. Então, tá saindo muita gente que não reencarnava muito tempo, gente que estava nas zonas eh espirituais e inferiores. Então, esse povo tá

espíritos encarnem para que esses espíritos possam progredir. Então, tá saindo muita gente que não reencarnava muito tempo, gente que estava nas zonas eh espirituais e inferiores. Então, esse povo tá renascendo com tendências exóticas, com comportamentos estranhos. E qual é o desafio? nós sermos os vetores do bem, da transformação pro amor, do evangelho e não deixar que esse exotismo busque dentro de nós os atavismos que nós queremos superar. Perfeito, Rafa. Olha só, vamos fazer um pacto aqui. Vamos colocar como trend na no Instagram Jesus, que Jesus seja o nosso maior trend dentro do Instagram. Agora, dentro desse compilado, né, já que a gente tá falando de compilação, desse compilado sobre os fatos se utilizando da visão espírita, quais são os três grandes eh elementos constitutivos do universo? tá lá no livro dos espíritos, Deus, espírito e matéria. E dentro dessa tríade de elementos constitutivos do universo, nós vamos ter a inteligência como um atributo do espírito. Então, máquina não não dinamiza inteligência. A inteligência é um atributo do espírito. E quando a gente se enxarca dessa informação, a gente tem uma possibilidade de um bom relacionamento com as ferramentas. E a inteligência artificial nada mais é do que mais uma ferramenta para promover a lei do progresso, que essa sim é inexorável. Eh, quando a inteligência artificial, por exemplo, para exemplificar o que eu tô falando, que a inteligência é um atributo do espírito e o homem sempre deve prevalecer com as suas potencialidades nessa relação com a máquina, eh, a medicina se utiliza os grandes laboratórios de diagnósticos mundiais, as grandes marcas internacionais se utilizam da inteligência artificial para auxiliar os médicos no processo de diagnóstico. Então, existem grandes plataformas, eh, rebuscadas, plataformas de diagnósticos dentro da medicina. E mesmo essas grandes plataformas de bilhões e bilhões e bilhões de dólares de investimentos nessas plataformas para compilar e processar o maior número de

taformas de diagnósticos dentro da medicina. E mesmo essas grandes plataformas de bilhões e bilhões e bilhões de dólares de investimentos nessas plataformas para compilar e processar o maior número de dados possível. Mesmo essas máquinas, mesmo essas plataformas ainda hoje apresentam percentuais significativos de erros. Então o médico, os médicos, todos eles, mesmo que assinantes dessas plataformas, já sabem que não podem simplesmente recorrer à plataforma para fechar um diagnóstico. Como última palavra, sempre vai prevalecer o seu olhar humano sobre aqueles dados para não comprometer a vida do paciente. Então isso é um exemplo de como as máquinas, né, a priori dentro desse bom relacionamento com elas, nunca devem, né, ganhar protagonismo acima do humano, que é o divino, né, porque somos filhos de Deus plenidades. Eu acho que é isso, Rod. A gente queria poder interagir com o público. Você viu alguma coisa aí pra gente? Rafa, você, eu, o pessoal ficou depois que eu falei que, e é verdade mesmo que eles eles têm muitas perguntas interessantes e que eles deveriam trazer aqui pra live e trouxeram já deixou recheado aqui. Eu já não sei nem qual que eu vou escolher porque foi tantas coisas boa que eles colocaram aqui que eu só tenho que dizer parabéns para vocês, gente. Tá, mas eu vou colocar aqui porque teve uma aqui que tava guardando o o Rafael, é, inclusive a Estela, tá? Ela colocou da seguinte forma: "Rafael, quando se chega a uma fase estável da vida, material e emocional, mas mesmo assim tem um vazio desconhecido rodando." Pode falar sobre isso? O Dr. Victor Frankio, que eu tive a oportunidade de estudar e hoje falar um pouco sobre a vida dele, foi um psiquiatra, depois tornou-se um psicólogo. Ele resistiu à Segunda Grande Guerra Mundial. Ele foi recolhido a quatro campos de concentração, venceu os quatro e saiu já quando as tropas de Einha estavam tomando ali a Alemanha, ele foi libertado com 25 kg. E ele cunhou a logoterapia, que é a terapia de sentido paraa vida. E esse

oncentração, venceu os quatro e saiu já quando as tropas de Einha estavam tomando ali a Alemanha, ele foi libertado com 25 kg. E ele cunhou a logoterapia, que é a terapia de sentido paraa vida. E esse sentido é exatamente para vencer esse vazio existencial. a notável Joana deângeles, que escrevia pelo amado Divaldo Pereira Franco, que nos deixou órfãos a partir do dia 3 de maio, ela meditando na proposta de Víctor Franquio, ela vem nos falar que o vazio é o vazio do espírito que nós sentimos, sentimos na vida cotidiana. E esse vazio ele pode ser das mais variadas formas, o vazio da culpa. Por que que nós carregamos culpas? O que passou, passou. É um sinalizador para nós seguirmos em frente. Joana coloca de uma forma bela, o passado é um hoje que já passou. O futuro é um hoje que ainda não chegou. Se eu me prendo no passado, eu posso ser vítima de alguma depressão. Se eu me prendo no futuro, eu posso ser tomado pela ansiedade. Então, que eu não me preencha com o vazio. Parece paradoxal, mas a proposta é essa, que eu não me preencha com o vazio da culpa, porque a culpa me tira do cotidiano, a culpa me tira do sorriso do meu filho, me tira das atividades do meu ambiente de trabalho que eu permito olhar pra frente. Outra coisa que nos traz muito vazio são as dores, os sofrimentos. E aí a doutrina espírita tem uma uma resposta de uma pedagogia divina que é muito bela. Por que que eu sofro? Tá lá no livro Céu e Inferno, que esse ano completa 160 anos. No capítulo séo, Código Penal da Vida Futura, artigo 33, inciso primeirº. Toda dor é inerente a uma imperfeição. Então, o sofrer é passar a borracha para viver de novo, para ressignificar. Então, não se permita olhar pra dor como algo pungente, como algo limitador, mas como algo libertador. Não preenche a sua vida só com coisa negativa, porque senão eu vou catastrofizando, eu passo a ver equívoco, dor e fico aquela pessoa que eu estou sempre presa, eu estou sempre me precavendo. E o Dr. Víctor Franko, somado com Jonas de Angeles, nos diz que

enão eu vou catastrofizando, eu passo a ver equívoco, dor e fico aquela pessoa que eu estou sempre presa, eu estou sempre me precavendo. E o Dr. Víctor Franko, somado com Jonas de Angeles, nos diz que a gente teme. Teme o quê? Teme a morte, teme a doença, teme a adversidade financeira, mas nós devemos substituir esses vazios por confiança em Deus. Então veja, você me disse que às vezes eu estou pleno pela maturidade, às vezes eu estou pleno porque a vida hoje já me traz condições favoráveis, mas talvez a receita seja eu ser pleno de espírito imortal, pleno de confiança em Deus, entendendo que todos os dessores da vida são propostas de crescimento. Tá bom, minha amiga? Que Jesus te abençoe. Olha, Cris, já deixaram comentário sobre o programa, tá? A Estela Martins, boa noite. São Carlos, São Paulo. Propor a reflexão como espíritas imortadas manchetes é um espetáculo. É isso. Olha, eu quero aproveitar esse gancho da Estela para fazer um binômio aqui, uma correlação. Vejam só como é bacana isso, a gente usar o nosso conhecimento espírita para traduzir os fatos da realidade. O Manuel Moura Júnior, nosso amigo Júnior, ele comenta às 9:56, Rod, o conhecimento já foi criado falando da inteligência artificial, né? O conhecimento ele já foi criado. A inteligência artificial reorganizará o conhecimento. Bacana, Júnior. E aí, o que que a gente quer entregar como proposta de reflexão para vocês? A inteligência artificial, ela também, baseada no que o Júnior fala, ela também não tem a capacidade de transgredir para além do que já foi atestado, do que já foi, do que já é conhecimento. Então, existem lacunas nesse conhecimento que a inteligência artificial não tem competência para preencher. Por quê? Porque depende de uma capacidade que é única e exclusivamente humana. a capacidade de dedução, o que os cientistas chamam de interpolação. Então, a inteligência artificial, ela ainda não tem, né, e não atingiu tanto sucesso exatamente porque ela falha nessas tentativas de extrapolação, de

ução, o que os cientistas chamam de interpolação. Então, a inteligência artificial, ela ainda não tem, né, e não atingiu tanto sucesso exatamente porque ela falha nessas tentativas de extrapolação, de dedução no preenchimento dessas lacunas. E essa capacidade de extrapolação e de dedução continuam sendo exclusivamente humanas. Isso que é o bonito e isso que é o colorido humano, porque nós somos os senhores da vida, não são as máquinas. As máquinas devem estar ao nosso lado, caminhando para o progresso e para a sua lei, que é inexorável, como auxiliares, como ferramentas para a evolução do homem e não como um processo de dependência, como Rafael citou. A, outros comentários aqui no chat que eu vi, Rod, de pessoas dizendo: "Eu sou professora. Eu digo para os meus alunos não ficarem viciados em chat GPT, porque o chat GBT também eh erra muito, lógico, é só compilação, não tem dedução, não tem alinhamento de ideias, então vai entregar ali conteúdo massificado, reunido, né? É o mistura e manda. O chat GPT é um grande mistura e manda, minha gente. Não dá para confiar 100%, não. É, é justamente isso que eu ia, e, ó, nós estamos em sintonia porque eu ia colocar aqui a da Mazé, né, que cansou de falar pros alunos, né? Então, tem ela e tem na sequência aqui a Dolores, né, que ela colocou. Eh, meus queridos amigos, só não resta muita oração para nossos jovens e e nós mesmos, né, não perdermos com essas facilidades, né? Então, digamos assim, há realmente uma preocupação, né, de pais, de educadores, de evangelizadores nessa questão, né? Então, eu acho muito importante a gente ressaltar agora uma parte aqui da nossa conversa, justamente para para esse alerta, né, de que a essa questão do virtual por muito tempo aos jovens e às crianças, né, não se desvirtue, né, da vida real que nos convida a justamente as nossas vivências, porque eu eu lembro que o programa A moral da História, ela tem um objetivo que é justamente fazer com que você, pai, mãe, evangelizador, professor, professoras, eh, utilizem

ente as nossas vivências, porque eu eu lembro que o programa A moral da História, ela tem um objetivo que é justamente fazer com que você, pai, mãe, evangelizador, professor, professoras, eh, utilizem deste material para que você possa apresentar uma lenda, um mito, uma história muito bacana que remete lá atrás quando a gente tem aquelas memórias afetivas do pai, da mãe, antes de você dormir, tá com dificuldade, ah, não, vou contar uma historinha para você. Aí você dormia, né, e viajava no mundo da imaginação. Isso era muito importante, né, essa esse lado criativo de conversar ali na sala. Hoje em dia a gente só conversa quando acaba energia elétrica, né, que você acende a luz da vela. Daí você tem um tempinho para conversar. Então daí você senta ali e fica conversando, lembrando de determinadas coisas, as memórias afetivas que a gente precisa criar e mergulhar no mundo virtual. A gente não vai fazer isso, né, Rafael? Está nas nossas mãos. Eu diria que a responsabilidade é nossa, por nós, por nossos filhos e por nossa sociedade. É bem certo que eu não consigo mudar o mundo, mas eu consigo fazer a minha parte. Então, eu estudei na faculdade de psicologia que a gente deve retardar cada vez mais o uso de tela pelas crianças, não só porque muitos conteúdos não são apropriados, mas é o excesso de luz, é o excesso de informações. Hoje os pais falam muito do TDH das crianças, mas ficam expostos a informações o dia inteiro, a luminosidade, a programas que, por mais que o pai seja diligente, ele não consegue tomar conta de tudo. Que a gente também cuide de nós, cuide das nossas relações. Eu me lembro, Rodney, que eu participei e ainda participo das comeerges com fraternização das mocidades espíritas do estado do Rio de Janeiro e trabalhando com os jovens sobre redes sociais, uma das nossas temáticas foi a seguinte: menos Facebook, mais face to face, porque o jovem hoje adora o inglês, então a gente precisa cativar o jovem no universo dele, porque hoje eu vejo as pessoas dizendo, a gente não consegue

a seguinte: menos Facebook, mais face to face, porque o jovem hoje adora o inglês, então a gente precisa cativar o jovem no universo dele, porque hoje eu vejo as pessoas dizendo, a gente não consegue mais atingir o jovem. A rede social chega primeiro, mas será que eu estou indo ao encontro do jovem? Porque eu posso usar a própria rede social, nosso favor. Então é um desafio e todo desafio nos traz medos, mas nos traz oportunidades de crescimento. Nós não estamos vivendo essa fase atual por acaso. Nós renascemos no momento apropriado, com as melhores pessoas e com o mundo que o Pai nos confiou para poder transformar. Então, a gente não pode permitir que o artificial tome conta do mundo, tome conta de nós, mas a gente pode propiciar que o predomínio do espírito espiritualize tudo isso e a própria artificialidade seja utilizada em favor do espírito imortal. Meu último comentário já me despedindo, porque acho que hoje eu falei demais. Há um historiador israelense chamado Yvo Noa Harari, que é um dos grandes gênios da humanidade atual. Ele escreveu sapiens, entre vários outros outros livros. E eu tive a oportunidade de fazer um curso com ele. O curso chama-se Admirável Futuro Novo, pela PUC aí do Paraná, Rodney. E ele tava fazendo uma espécie de quase um plágio do Aldos Huxley, que escreveu admirável mundo novo. Então veja, Ald Huxley lá atrás falava de um mundo novo. Que mundo era aquele? O mundo onde nós teríamos máquinas, teríamos indústrias. Hoje o Yuval Noa Arari fala da inteligência artificial, mas ele diz que há uma chave para nós continuarmos dominando isso tudo. Chama-se educação. E ele se aproxima tanto de um pedagogo francês chamado Allan Kardec, que colocou as mesmas coisas na questão 685, na nota do livro dos espíritos, que fala de educação, na nota questão 917 que fala de educação. E Kardec, com tanta propriedade, ele diz não a educação apenas para construir homens instruídos, mas a educação para construir homens de bem. Então nós precisamos cada vez mais

7 que fala de educação. E Kardec, com tanta propriedade, ele diz não a educação apenas para construir homens instruídos, mas a educação para construir homens de bem. Então nós precisamos cada vez mais investir na construção de homens de bem. Esse é o papel da doutrina espírita. Eu vou no Harari fala do lifelong learning, a pessoa que nunca para de aprender. Porque as pessoas usualmente dizem assim: "Ah, já terminei minha faculdade, já cumpri minha minha função". Não, nós estamos sempre aprendendo. Hoje os os jovens há mais tempo estão lá na telinha, estão aprendendo dominar aquilo para poder conversar, para poder entender o mundo. Mas para tanto, a gente precisa de uma educação moral, a educação que constrói homens de bem, que coloca o artificial a serviço do espiritual. Muito bom estar com você, Rodney. Muito obrigado por me chamar para esse para esse programa, viu, Cris? Maravilha. Você faz parte do time, né, Rod? Isso aí. Jesus já assinou. Contratado. Contratado. Contratado por tempo indeterminado. Esse contrato não tem não tem término não, viu? Aqui, gente, só pra gente eh trazer, né? A gente começou com Emanuel, a gente quer terminar com Emanuel, mas antes de terminar com Emanuel, vamos fazer um mergulho juntos na história. A gente quase não gosta de história. Vamos nos lembrar das sociedades primitivas do homem tribal. Como é que esse homem tribal passava adiante o conhecimento? através da oralidade. E dentro de um processo de sabedoria divina, ali construía-se os primeiros amálgamas de relacionamento entre aquelas gentes, entre aquelas pessoas que formavam aquela tribo. a unidade familiar daquela coletividade, daquela sociedade, trocavam experiências do mais velho. Como é que Kardec pontua pra gente o início desse processo de progressão intelecto moral da sociedade, da humanidade como um todo, da humanidade encarnada na Terra como um todo. nos fala da aristocracia do mais velho. Aliás, seria muito bom se nós revigorássemos essa aristocracia do mais velho, valorizando a experiência,

um todo, da humanidade encarnada na Terra como um todo. nos fala da aristocracia do mais velho. Aliás, seria muito bom se nós revigorássemos essa aristocracia do mais velho, valorizando a experiência, valorizando os nossos idosos, dando a eles posição de fala para que eles possam nos entregar toda a gama de conhecimento adquirido ao longo da vida. E naquelas sociedades primitivas existia a prevalência do aristrata, poder do melhor. O melhor era o mais velho que entregava conhecimento. E esse conhecimento era a oralidade, favorecendo a comunicação. E aí a gente tá entrando na seara da comunicação também da comunicação integradora, que é um dos pilares básicos da filosofia em tríplice aspecto também da comunicação social espírita, a função integradora da comunicação que une, que provoca o olho a olho, né, que o Rafael citou, que promove essa proximidade, que promove esse processo evangelizador que o Rodney citou, a função evangelizadora da palavra, a função evangelizadora da entrega do conhecimento através de um processo midiático saudável, escolhendo o melhor meio de propagação da mensagem dentro de uma acomodação de linguagem para atingimento dos corações. Vamos falar com jovens, então vamos criar coisas que para os jovens sejam atrativas. Vamos nos utilizar da mídia, não nos entregando e não nos escravizando a mídia para atingirmos o coração, falar ao coração. E nisso nós temos grandes tecnologias a nosso favor, mas que sejamos nós os capitães dessa comunicação. É isso. E aí encerrando com Emanuel, que eu também já falei muito hoje a Rafael, hoje eu quero deixar o encerramento com OD, diz Emanuel sobre o intelectualismo. E a gente já tá no na questão 204 de novo do consolador aqui. O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita. E aí a Emanuel atesta que o sentimento, a moral eh estará sempre eh dentro de um processo de superioridade em relação à parte intelectual, porquanto a parte intelectual sem a moral pode oferecer

nita. E aí a Emanuel atesta que o sentimento, a moral eh estará sempre eh dentro de um processo de superioridade em relação à parte intelectual, porquanto a parte intelectual sem a moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda. Então, que nós nos afastemos dessas perspectivas de quedas de uma forma tão eh leviana, ofertada pelas novas tecnologias. Fiquemos atentos. Estamos no Leme e Jesus no Leme conosco. Muito obrigado, Rafael. Cris, que estreia belíssima. E ela só é belíssima pelos conteúdos que nossos convidados trouxeram. Eu nem vou dizer que são convidados, são os apresentadores, tá? Eu só faço aqui o meio de campo para organizar aqui. Somos um time aqui, nós três somos um time, mas nada seria possível sem você do outro lado que brilhantemente preencheu o nosso chat ali, tá? É aquilo que eu falei, é o nosso espaço democrático. Pode colocar ali seus comentários, depois a gente dá uma lida, né? Além do chat, você pode colocar nos comentários, compartilhe o conteúdo e eu tô deixando aqui embaixo ali, ó, o site conectapiritismo.com.br. Visite lá, tá? Eh, se você achar lá o canal do YouTube da Conecta, que a gente também tá transmitindo para lá, visite lá. Inclusive, ontem à noite tava eu e a chefa, vocês chamam de chefa aí, tava nós dois lá teclando lá. Só, só, só, só não fizemos fofoca, mas nós estávamos lá prestigiando o pessoal lá que tava fazendo a transmissão e eu tava fazendo um teste de transmitir na web TV Conecta Espiritismo, né? Então a gente tá aqui divulgando, tá? Vamos lá, acesse o site, se inscreva no outro canal do YouTube, tem conteúdo já programado lá para ser ao vivo, então dá essa força pra gente, tá? Eu não me preocupo aqui com a Rádio Espírita do Paraná, eu me preocupo com a divulgação. Aonde a gente tiver um espaço para divulgar, a gente vai tá lá, né? Então, muito obrigado, Rafael. Muito obrigado, Cris, a você que está em casa, eh, tem gente que tá assistindo pela televisão, que conforto, né? Deitado na cama assistindo. Quem faz isso é a

tá lá, né? Então, muito obrigado, Rafael. Muito obrigado, Cris, a você que está em casa, eh, tem gente que tá assistindo pela televisão, que conforto, né? Deitado na cama assistindo. Quem faz isso é a chefa, né? Depois ela manda foto lá no grupo, ó, tô assistindo aqui o o pessoal e a gente vai fazer isso, tá? Desculpe aí, Rafa. A gente passou alguns minutinhos, mas a gente vai respeitar esse esse tempo de 1 hora30 para fazer as lives, porque a gente começa já eh se organizar para fazer tudo certinho. Horário para começar, horário para terminar, porque nós temos compromissos e vocês também têm. Então a gente vai sempre estar fazendo, eh, nesse sentido, trabalhar dentro do limite de que é a live, tá bom? Combinado? E amanhã a gente se vê de novo, né? Quinta-feira é dia de flores de evangelho. Não posso deixar de avisar aqui, ó. 21 horas, o horário nobre do espiritismo. Agora na quarta-feira de vez em quando, e já fixo na quinta-feira. Flores do Evangelho. Dra. Marlene Nobre. Tá tudo pronto, né, Cris? Tô terminando a última parte, mas gente, tá, como diz a Dolores aqui, tá bom demais. Quero ver o seu tchau aí, Rafael. Tchau, pessoal. Muito bom. Beijo grande para todos vocês. Beijo, pessoal. Ciao. Ciao.

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