Live 03 - Sobre Os Fatos | Diante da Guerra - Chris Drux e Rafael Siqueira
Sobre os Fatos - Um olhar espírita sobre os acontecimentos cotidianos.
Boa noite, sejam todos bem-vindo a mais um programa exclusivo, né, sobre os fatos hoje com temática diante da guerra. Vamos contar com a sua participação através do nosso chat que está ali já começando a se movimentar e convidamos aqui também para esta apresentação e essa esse bate-papo que vai ocorrer justamente sobre esse tema tão atual. Então vamos chamar aqui para dentro da nossa live a Cristiane Drux. Boa noite, Cristiane. Oi, Rod, tudo bem? Que bom, que bom tá aqui. Comentava com com Rafa, né? Como é bom, como é prazeroso estarmos nesse encontro mensal, nos debruçando sobre as os assuntos da atualidade e fazendo essa convergência, né, com a doutrina espírita. E vamos hoje palpitante atual, né, a gente acabou de vivenciar, né, situações aí de guerra, eh, e vamos refletir sobre ela. Perfeito, pessoal. Vocês estão vendo que hoje tô bem agasalhado aqui porque aqui em Curitiba está neste exato momento 6º, então tem que fazer essa proteção. Mas vamos lá, tem mais o Rafael conosco aqui. Olá, olá, Rodney. Olá, olá, Cris. Muito boa noite a todos vocês que estão no nosso chat. Que alegria poder partilhar esses momentos de reflexão com cada um de vocês. Eu quero agradecer pela oportunidade e dizer que sou muito grato por fazer parte desse programa. Muito bem, seja bem-vindo mais uma vez, uma vez por mês, tá garantido aqui eh esse trabalho eh justamente para que a gente possa debater naquilo que ocorreu no mês anterior, né, os fatos e começar a trabalhar esses temas dentro desse olhar, né, da visão espírita para que a gente possa compreender o que tá acontecendo com o nosso planeta nesse nesse processo de regeneração, Porque tantas coisas estão fervilhando como a gente tem visto, né, Cristiane? É isso, Rod. Olha, eh, a gente tá com com um visual novo hoje, né, como pano de fundo dessa live background. Vou fazer um desafio do Rod aqui ao vivo. Quem sabe faz ao vivo. Eh, Rod, você consegue isso, isso diminuir, me diminui também, por favor, se você conseguir, né, Rafa também.
do dessa live background. Vou fazer um desafio do Rod aqui ao vivo. Quem sabe faz ao vivo. Eh, Rod, você consegue isso, isso diminuir, me diminui também, por favor, se você conseguir, né, Rafa também. Vamos ver, vamos ver o que que a gente construiu aqui como pano de fundo. Foi uma uma intuição que a gente teve. Quer dizer, a proposta do sobre os fatos é justamente se debruçar sobre as notícias, né, aquilo que tá aquecido dentro dos noticiários, mas trazendo essa notícia e interpretando, analisando essa notícia sobre o ponto de vista espiritual, com os insumos que a doutrina espírita nos entrega. Então assim, a vinheta de abertura todos vocês conhecem, né, que é aquela máquina de escrever antiga que dá aquele saluddosismo de uma redação de jornal. Mas eh a gente optou por fazer esse background aqui do painel, né, do ao vivo, eh colocando uma torre. Vocês estão vendo que é uma torre e é a visão interna de quem está dentro da torre olhando para o alto. Então, é que essa torre possa se consolidar aqui nesse espaço de reflexão como sendo o esteio, né, do conteúdo doutrinário, nos fazendo mirar para o alto, enxergando numa visão mais alargada a os fatores causais, né, da das situações e dos fatos, das injunções humanas, né, dentro desse desse mundo ainda, né, em inspiração em provas, a caminho da regeneração. Então, só para explicar um pouquinho e a gente falar para quem não esteve conosco, né, Rafa, no primeiro encontro, quando nós inauguramos o sobre os fatos, falar um pouquinho sobre a proposta desse programa. Eu destaco ainda, Cris, se o Rodne conseguir te subir um pouquinho, que tem uma pombinha da paz ali no cantinho. É isso mesmo. É a Pombinha da Paz da Rádio Espírita do Paraná, né, cujo fundador está aqui ao meu lado direito, esquerdo, sei lá. Mas Rodney, Lara, Rodney é contigo. É, não ficou bacana esse fundo aqui justamente, né? pra gente mirar pro alto, que é o nosso propósito, né? A gente estar aqui absorvendo todas as lições e mirar para a o alto. E é isso
dney é contigo. É, não ficou bacana esse fundo aqui justamente, né? pra gente mirar pro alto, que é o nosso propósito, né? A gente estar aqui absorvendo todas as lições e mirar para a o alto. E é isso mesmo, Rafael. A gente colocou aqui embaixo, né? A a Cris colocou já na frente tem o símbolo do raízes, né? E depois nós temos aqui a a pombinha com microfone, que é a comunicação a serviço do bem, tá? Então, é essa a nossa a nossa leitura quando a gente vê, é justamente esse símbolo aqui. E é um prazer a gente estar aqui fazendo esse trabalho, tá? Mas temos eh antes disso, né, a nossa audiência, eu vou só nos organizar novamente aqui, só para não pra gente poder aqui ler que chegaram já mensagens, tá? E sempre tem alguém que chega aqui, os primeiros, né, as primeiras pessoas aqui. Nós temos aqui a a Maria Regina. Boa noite, amigos do frio de Sampa. É, tá frio para aquecer, né? Aí nós temos o pessoal, né, a Dolores, que sempre tá dando a sua audiência aqui para conosco. A nossa camisa número 12 e assim vai, que é a Cerlei Marzani. Então, todo mundo junto aqui. Então, esse é um espaço democrático. Ah, Maria das da das Graças Lazarini, né, tava na outra live também, tava lá acompanhando. Daí a gente tem que começar a nossa aqui, né? Então, estamos aqui todo mundo trabalhando, né, nesse sentido, em todas as frentes. Então, a gente tem aí na quarta-feira muito conteúdo bom acontecendo ao mesmo tempo. Então, a gente também dá uma olhadinha nos outros canais para dar aquela força. Então, assim, a gente não tem concorrência, a gente tem aqui uma grande família que se ajuda, né, na divulgação e assim vai. Tem gente que fez já pipoca para poder acompanhar, porque digamos assim, é um tema que eu digo para vocês, eu eu acho espinhoso mexer nesse negócio aqui nas questões diante da guerra, né? Mas é necessário, porque a gente tá vivenciando isso, né? Então a gente tem que est bem atento pra gente observar o que que a gente pode colaborar, que a gente pode contribuir mesmo tando longe, né? Tem muitas coisas
, porque a gente tá vivenciando isso, né? Então a gente tem que est bem atento pra gente observar o que que a gente pode colaborar, que a gente pode contribuir mesmo tando longe, né? Tem muitas coisas que a gente pode aprender aqui com o tema dessa noite que é sobre os fatos, tá? Então a gente tá passando aqui rapidamente depois a gente volta aqui com o pessoal. Eu acho que tem um vídeo da da escalada, né? Porque nem o telejornal tem a escalada aqui também. Tem escalada. Posso já colocar, Cris, a escalada? Vamos lá. Vamos para a nossa escalada. Aquecimento temático. Vamos lá. Deixa eu só tirar aqui. Vamos lá. Só tirar aqui a que ficou aqui ainda. Aí vamos pra nossa escalada. Um conflito de 12 dias entre Israel e Irã começou no início de junho, levantando temores de que uma escalada no acirramento pudesse culminar com uma terceira guerra mundial. Israel lançou um ataque sem precedentes, alegando ter como objetivo impedir que Terã desenvolvesse uma bomba nuclear. Na oportunidade, Israel também atacou as instalações de mísseis do Irã e assassinou várias figuras importantes da hierarquia militar iraniana, bem como cerca de uma dúzia de cientistas nucleares. O Irã insiste que seu programa nuclear tem fins pacíficos. Os Estados Unidos, tradicional aliado de Israel, atacaram três importantes instalações nucleares iranianas antes do início de um cessar fogo. A extensão dos danos ao programa nuclear de Terã tem sido alvo de intensos debates desde então. Na segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou um cessar fogo no conflito entre Irã e Israel. A declaração foi feita após os ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã e da resposta iraniana contra bases americanas no Qatar. Castigado pelos movimentos bélicos, o Oriente Médio é hoje uma região marcada pelos conflitos étnicos, religiosos e culturais. Como desdobramento dos combates no campo diplomático, o Irã pediu ao Conselho de Segurança da ONU que reconheça que Israel e Estados Unidos sejam agressores.
conflitos étnicos, religiosos e culturais. Como desdobramento dos combates no campo diplomático, o Irã pediu ao Conselho de Segurança da ONU que reconheça que Israel e Estados Unidos sejam agressores. O chanceler iraniano Abas Arate pediu que as nações Unidas reconheçam ambos os países como iniciadores da agressão em seu conflito, o que permitiria que Teran recebesse uma compensação financeira. Os Estados Unidos têm poder de veto no Conselho de Segurança da ONU. Estamos de volta. Muito bem produzida a chamada, Cris. É, aconteceu agora, né? O cessar fogo foi anunciado na segunda-feira, né? E nós temos esses desdobramentos agora no âmbito diplomático, pedido de ressarcimento financeiro, quase não tem nada de materialista, né, amigo Rafael Siqueira? Pois é, é um tema bastante espinhoso, como diz o colega Rodney. Aliás, eu quero fazer um registro. Eu adoro essa forma como o pessoal do chat e vocês dois e eu agora também faço parte lá do grupo de Ivone Pereira, nós criamos de nos comunicar porque isso forma um pertencimento, cria uma proximidade, gera um acolhimento. Então eu vou acompanhando aqui pelo chat e quero dar um boa noite a Cirlei, a Terezinha, a Graça. As pessoas se conectam uma umas com as outras. Isso psicologicamente falando, isso gera vitalidade, gera senso de companheirismo, um vai ajudando ao outro. Então foi muito bom encontrar vocês, encontrar esse grupo e poder hoje estar ajudando, sabe, Cris? Falar sobre é muito bom. É uma família, né, Rafa? A gente vê tanta gente querida que assim a gente acaba aproveitando para falar com todos ao mesmo tempo para não incorrer no erro de deixar de citar alguém, mas são corações muito amigos. Inclusive temos aqui também eh já inseridos nesse contexto, né, dessa família Ivone Pereira, amigos que a própria estrutura da Rádio Espírita do Paraná tá trazendo para dentro também, né, Rod? Tô vendo aqui, ó, Juliana Felipe, né? Eh, a Juliana, Juliana tá em aonde agora, Rod? Você que tem mais contato com ela. É, tá em Montevidel, lá lá no Uruguai. Então,
zendo para dentro também, né, Rod? Tô vendo aqui, ó, Juliana Felipe, né? Eh, a Juliana, Juliana tá em aonde agora, Rod? Você que tem mais contato com ela. É, tá em Montevidel, lá lá no Uruguai. Então, lá da Rádio Espírita Uruguai. Então, e aí, eh, eh, Rafa, a gente acaba, eh, criando, né, o que eu acho lindo no mundo, que é esse movimento de rede. A gente se entrela não só em corações, mas nos entrelaçamos em dinâmica, né, de estudo, em dinâmica de comportamento, né, de interação social. É muito legal, muito legal. Olha, um beijo no coração de cada um de vocês no chat. É, e é um pessoal eh colaborativo, sabe? Eh, você às vezes a gente tá com uma dificuldade de encontrar uma informação, o pessoal já coloca rapidinho. Então, é essa interação, já coloca uma pergunta, um pensamento, sempre tá nos ajudando o pessoal do chat aí e depois é lógico que as pessoas ainda coloca lá em comentários que o que enriquece mais ainda, a gente tem o prazer de colocar lá e acompanhar tudo que vocês estão falando, tudo que vocês estão digitando aí. Já não estão datilografando porque é só na abertura que tem a máquina antiga aí. Eh, ô Ródio, queria te fazer uma proposta, fica com a gente, né? Fica aqui, vamos ficar nós três aqui, essa trinca, tá? E pra gente poder levantar algumas reflexões inerentes a essa questão da da atividade bélica, né, da guerra em si, eh, logicamente que a doutrina espírita ela tem muito a contribuir também nesse assunto, nessa temática. Mas eh eu eu trouxe para vocês uma frase que vai estar no Evangelho, no Evangelho de Mateus. Deixa eu só ver se eu acho aqui na minha colinha que eu anotei. Eh, Mateus capítulo 24 no versículo 6 diz assim, eh, a palavra de Jesus para Mateus, né, registradas por Mateus. E ouvireis falar de guerras, de rumores de guerras. Olhai, não vos assusteis, porque é mistério que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Justamente palavras de Jesus registradas nesse capítulo 24 de Mateus. E aí é curioso, e a gente já talvez já possa começar a criar aí ilações e
mistério que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Justamente palavras de Jesus registradas nesse capítulo 24 de Mateus. E aí é curioso, e a gente já talvez já possa começar a criar aí ilações e ganchos com o conteúdo doutrinário espírita. Eh, quando Jesus nos fala que a gente deve olhar, observar, né, nesse sentido de observar, mas não nos assustarmos, porque é mistéri, é necessário que tudo isso aconteça. E aí, Rafa, a minha pergunta para você. Por que a guerra ela é necessária para o homem? Excelente pergunta. Você não acha, Rodley? Mateus 24 e Marcos 13, porque os evangelhos sinópticos, eles têm uma correlação entre eles. Os evangelhos sinódicos são Mateus, Marcos e Lucas. Então, particularmente, esse é o sermão profético, que na igreja a gente chama de sermão escatológico. A parte da escatologia é aquela que estudo o final dos tempos, porque ainda hoje na Igreja Católica e na Igreja Protestante, os cristãos estão percebendo sinais daquilo que será o final dos tempos. Existem crenças diferentes entre eles. Por exemplo, os cristãos protestantes acham que Jesus há de voltar e há de julgar os vivos e os mortos, que eles chamam de parusia. Já os cristãos católicos têm uma crença um pouquinho diferente, porque eles acham que morrem e já recebem o julgamento no momento da desencarnação. Para nós os espíritas, na verdade, esses sinais dos tempos, Cinteleia cosmos, como nós extraímos do grego, na verdade são sinais de transformação, são sinais de regeneração. É aquilo que Allan Kardec fala muito bem no livro A Gênese, o quinto livro da codificação espírita. São chegados os tempos e esses tempos de transformação que também são muito bem estudados pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda numa quadrilogia da psicografia de Divaldo Pereira Franco. Refiro meus livros Transição Planetária, amanhecer de uma nova era, perturbações espirituais e no rumo do mundo de regeneração. fala de um período em que a Terra há de passar do atual plano de provas e expiações para um mundo de regeneração. E esse período
a nova era, perturbações espirituais e no rumo do mundo de regeneração. fala de um período em que a Terra há de passar do atual plano de provas e expiações para um mundo de regeneração. E esse período não é um período assim simples, é um período marcado por turbulências. É mais ou menos assim, Cris, eu vou me utilizar de uma metáfora. Imagine que a gente tá fazendo uma obra para construir uma casa nova. Veja, não é a casa antiga, não é a casa nova. E o que que é uma reforma? Nós que já lidamos com reforma sabemos, é gente trabalhando para todo quanto é lado, é banheiro quebrado, é poeira, é bagunça que a gente, nossa, mas quando que isso vai passar? Então, o mundo de transição, esse período de transição, é um é um período marcado por contingências, contingências externas, contingências internas, porque nós ouviremos falar de problemas psíquicos, problemas obsessivos, ouviremos falar de perturbações externas, guerras, maremotos, terremotos, problemas cataclísmicos de uma ordem geral. Então veja o livro dos espíritos e eu até separei as questões aqui, particularmente ele informa: "O que impele o homem à guerra? As guerras existem porque ainda há uma predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual. Então guerra existe, gente, porque nós somos imperfeitos". Mas em outro determinado momento, que objetivou a providência tornando necessária a guerra? Já é a questão 744, a liberdade e o progresso. Mas aí Allan Kardec, que era um professor por excelência, deve haver alguma contradição. Como é que eu chego com uma guerra na liberdade, no progresso? Então ele faz uma subpergunta, que é a questão 744a. A se a guerra deve ter por efeito o advento da liberdade, como pode frequentemente ter por objetivo e resultado a subjulgação? E os espíritos respondem: "Subjulgação temporária para pressionar os povos a fim de fazê-lo progredir mais depressa." Então, por que que existem as guerras? Existem porque nós somos imperfeitos. No dia em que nós aprendermos a amar, não teremos guerras mais. Mas o fato é que
a fim de fazê-lo progredir mais depressa." Então, por que que existem as guerras? Existem porque nós somos imperfeitos. No dia em que nós aprendermos a amar, não teremos guerras mais. Mas o fato é que em sendo nós imperfeitos e estando no mundo de provas, expiações, as guerras ainda existem. É fato, mas elas existem para nos fazer progredir. Pode parecer paradoxal, mas veja Rodney, veja, Cris, quando a gente olha para uma guerra, a gente se enternece, não pelos resultados, mas a gente quer ajudar, a gente quer promover a paz, a gente quer transformar. É como se a gente, mas não, eu não concordo com isso, a gente não precisa disso. Será que em pleno século XX a gente tem que conviver com esse tipo de situação? Então, às vezes aparece a guerra para impulsionar o nosso progresso. Isso é igual um irmão quando começa a brigar com o outro, até que chega num ponto, vamos brigar, mas não, nós somos irmãos. Vamos resolver a situação de outras formas. E como eu proponho que seja um bate-papo mais vai e volta, que que você acha, Cris? É, eu eu gosto muito desses exemplos que você traz, inclusive também aproveitando e depois eu vou querer ouvir o Rod também, querendo aproveitar para contextualizar um pouco essa tendência bélica do ser humano, né? tá sentado nessa imperfeição, como muito bem você expôs, Rafa, e sedimentada toda a argumentação teórica, né, e a justificativa disso dentro das questões do capítulo do livro dos espíritos, que vai tratar especificamente de guerra, né, na terceira parte do livro dos espíritos, que trata das leis morais. E aí a gente vai ter a lei da conservação. É, e aí Kardec e os amigos espirituais vão tratar especificamente da questão da guerra, eh, percorrendo, né, essas questões do da questão 739 até a 74A, 744A, Rafa, que você comentou. Mas pra gente contextualizar um pouco na linha do tempo da história da humanidade, essa essa tendência bélica do ser humano, eh eu vou recorrer a um outro texto de Kardec Obras Póstumas lá. Kardec, no texto chamado aristocracias, as aristocracias,
do tempo da história da humanidade, essa essa tendência bélica do ser humano, eh eu vou recorrer a um outro texto de Kardec Obras Póstumas lá. Kardec, no texto chamado aristocracias, as aristocracias, que traduzido do grego significa aristos, o poder, e Kratos, quer dizer, ao contrário, Kratos, o poder e Aristos, o melhor. Então, o poder dos melhores, ele vai analisar eh a questão do líder, a questão da liderança ao longo da história da humanidade. Então, Kardec diz pra gente que em um primeiro momento mais longinco, afastado no tempo, nós vamos encontrar nas estruturas tribais a liderança do mais velho, a liderança dos anciãos. E aí Kardec intitula essa como sendo a primeira das aristocracias, né? o poder do mais velho. Quando essas tribos começam a se tornar não mais nômades, mas tribos que se radicam, se fixam a um determinado território, construindo as primeiras vilas, as primeiras cidades, essa comunidade, esse grupo social, eh, ele começa a se se construir no desejo de amplificação, de ampliar esse território. E aí eles começam a perceber que o mais velho, que era o mais sábio, possivelmente aquele que também exercia, né, a uma autonomia dentro daquele grupo social como uma autoridade inclusive de religiosidade, né, de aconselhamento, de códigos morais. esse elemento para essa função de expansão territorial não tem mais muita utilidade. E aí surge, segundo Kardec, a segunda das grandes aristocracias e uma segunda fase nessa construção da liderança, que é a aristocracia da força bruta. Então, a gente vai vir, vai ver emergir desse processo a figura do soldado, a figura do guerreiro, a figura do combatente, porque é esse elemento que vai garantir essa expansão territorial para o alargamento dos impérios, para o alargamento das fronteiras, né, para novas conquistas territoriais. E aí passa a prevalecer esse espírito da guerra, porque é esse espírito da guerra que vai fazer o alargamento do poder. Mas de que poder nós estamos falando? Do poder do mundo, do poder materialista,
E aí passa a prevalecer esse espírito da guerra, porque é esse espírito da guerra que vai fazer o alargamento do poder. Mas de que poder nós estamos falando? Do poder do mundo, do poder materialista, não do poder da aquisição dos valores espirituais, né? Então, quando Kardec E aí, Kardec? Olha, dever de casa para todo mundo. Leiam as aristocracias em obras póstumas. Aí Kardec vai fazendo uma varredura no tempo, na história da humanidade para chegar. E aí eu já tô pulando, né? Porque eu quero ouvir muito mais o Rafa e também quero ouvir o Rod para chegar lá no final do processo numa culminância de momento, que é o momento que todos nós aspiramos quando chegarmos a um mundo pleno em regeneração, que é a prevalência da aristocracia intelecto moral. Então, a verdadeira liderança das sociedades terá essa característica. será um ser humano altamente inteligente, mas também altamente moralizado, combinando essas duas virtudes para a condução dos grupos sociais, né, para um atingimento de um fim, que é airmos eh uma uma convivência mais fraterna, uma convivência mais feliz. Então, eh, a gente vê que fez parte de um momento da construção da história da humanidade, né, da humanidade encarnada, essa aristocracia da força bruta. Eu tô tô trazendo esse pensamento, Rafa, só para para criar sinergia para aquilo que você nos apresentou do livro dos espíritos, dizendo que, apesar de parecer um contraste, a guerra é necessária para impulsionar o progresso. o progresso da civilização, né, Rod? Eh, é curioso isso, mas a gente percebe que Deus tem nessa estratégia toda uma inteligência, né, Cris? Gostei de te ouvir também. Eu tô aqui temeroso nessa questão. Sabe por quê? Porque nós estamos aqui no no país onde está a árvore do evangelho. Nós estamos tendo a oportunidade de nos modificarmos. E para onde a gente vai fazer a tarefa depois disso? Nós temos que trabalhar pela paz desde o momento que a gente chegou, porque a gente vai ser convocado para algum lugar aí ajudar nesse processo, né? E de
onde a gente vai fazer a tarefa depois disso? Nós temos que trabalhar pela paz desde o momento que a gente chegou, porque a gente vai ser convocado para algum lugar aí ajudar nesse processo, né? E de repente a gente vai est lá no olho do furacão. Ismael espera isso da gente, né, Rot? Então, e a gente tem que ter essa coragem de contribuir, porque, digamos assim, é uma forma de gratidão até com o criador, né? Porque a gente tá recebendo todo o apoio e nós seremos chamados a fazer esse trabalho, né? Sermos os guerreiros da paz. Exato. Já já eu vou te já já eu vou te catucar nisso, porque a gente vai trazer CP para essa discussão também. Mas, Rafa, deixa eu distribuir uma uma dúvida, uma questão para você. Eh, o Rod lembrou lindamente a questão da da vocação espiritual da nossa terra, né, da pátria do Cruzeiro enquanto Brasil, enquanto, diria eu também, não só enquanto Brasil, mas enquanto o novo continente, a América, né, para onde foi transplantada a árvore do evangelho, saindo lá da Palestina. E aí de novo a gente vai poder falar um pouquinho de Oriente Médio depois, mas essa árvore ela foi transplantada da Palestina para o Brasil, como vimos, né, atestado isso pela pena Augusta de Chico Xavier, ditado por Humberto de Campos na obra Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. E aí em a caminho da luz a gente também vai encontrar, né, eh esse mesmo atestado corroborando com pensamento de Humberto de Campos. E eu separei aqui uma frase que a gente vai encontrar na obra A caminho da Luz. Ele diz assim: "Embora compelida a participar das lutas a América e aí o continente americano, né? Está a América, o continente americano está destinado a receber o cetro da civilização e da cultura na orientação dos povos porvindouros, né? Eh, esse livro A Caminho da Luz, ele foi escrito em 1938, né? Ali nas as vésperas da Segunda Grande Guerra Mundial, Rafa. E é interessante quando a gente para para pensar esse planejamento estratégico superior, né? Eh, a pergunta é: será que estamos validando essa nossa vocação
ras da Segunda Grande Guerra Mundial, Rafa. E é interessante quando a gente para para pensar esse planejamento estratégico superior, né? Eh, a pergunta é: será que estamos validando essa nossa vocação espiritual que tem o Brasil nessa missão de pacificação do mundo? Bom, eu vou trazer algumas considerações porque nós estamos num debate. Quando a gente está num debate e no meio de amigos, a gente está construindo. Na verdade, todo conhecimento é construído. Quando a gente fala que o Brasil é o coração do mundo, a pátria do evangelho, não é uma obra pronta, é uma obra em construção. É uma obra que depende de cada um de nós. Porque se a gente tirar um retrato, pode parecer que as coisas Mas esa aí, foi isso que Humberto de Campos disse? Quando eu olho pro Brasil hoje, parece que é um equívoco, mas não. É porque na verdade a vocação do Brasil é uma vocação impotencial de nós desenvolvermos, de nós potencializarmos, está nas nossas mãos. Porque veja, a árvore saiu lá da Palestina e os espíritos vieram juntos. Então, nós estamos no Brasil hoje para fazer a nossa parte. Condições para isso nós temos. Olha a geografia do Brasil, olha as condições climáticas do Brasil, olha a situação do nosso povo. Porque o nosso povo, por mais que tenha divergência, e eu diria que recentemente divergências mais no campo da política, mas nós convivemos harmonicamente entre as religiões, nós convivemos harmonicamente entre as ideologias mais diversas. O brasileiro ele é diferente do Norte, do Nordeste, do Centro-Oeste, do Sul, do Sudeste, mas a gente convive. No Brasil, falando bem no popular, tudo acaba numa roda de conversa, num diálogo. Copiando aqui o Elará, tudo termina em samba, porque até o japonês quando vem para cá tem o japonês, o Nice e o Sanssi e depois vira todo mundo brasileiro. Porque o Brasil tem a arte de contagiar as pessoas, de transmitir a própria língua, de trazer todo mundo pra nossa cultura. Então essa hospitalidade, essa questão da amorosidade é do nosso povo. Você vai pro interior do Brasil, a
contagiar as pessoas, de transmitir a própria língua, de trazer todo mundo pra nossa cultura. Então essa hospitalidade, essa questão da amorosidade é do nosso povo. Você vai pro interior do Brasil, a pessoa não te conhece, ela te oferece algo, ela te chama para dormir na casa dela. E tem um aspecto, sabe, Cris, que é muito interessante. Nós somos religiosos por essência. Você vai na Europa hoje e é interessante isso que eu vou dizer, sabe, Rodney? Quando você vai fazer uma palestra espírita na Europa, ainda que seja uma live, muitas vezes eles te pedem, olha, não fala muito de Jesus, não. Fale mais do aspecto científico, filosófico da doutrina espírita, porque lá eles têm, vou usar uma palavra do popular, um ranço de questões de inquisição, de questões de cruzadas. Aqui no Brasil todo mundo ama Jesus, todo mundo ama o evangelho. As questões ali de religião são pontuais, as divergências. Então não é uma obra pronta, é uma obra em construção. Nós temos todas as condições para isso. Isso é mais ou menos assim, Cris. Veja, eu vou usar essa própria imagem que é o nosso background. Se eu tô dentro da catedral, eu vejo de um jeito. Se eu olho de cima, eu vejo de outro. Então, quando Humberto de Campos escreveu, ele escreveu de quem está de cima do morro, olhando quem está caminhando cá embaixo. Porque se eu estou caminhando cá embaixo, eu tô vendo o problema aqui agora. Não, isso não é verdade. Mas Humberto de Campos tá vendo um pouquinho na frente, porque para ele ele vê o trajeto, ele é inspirado pelos bons espíritos. Então, não há como negar essa condição, essa capacidade do nosso povo, onde a religião faz parte da nossa essência, onde a espiritualidade, nossa, como é a espiritualidade do povo brasileiro, o misticismo, o sincretismo. Aqui dentro da minha casa, por exemplo, mamãe é católica, meu pai gosta da umbando, eu sou espírita e todo mundo se dá muito bem. Então assim, eu tenho plena convicção de que a obra do Chico Xavier, as mensagens de Humberto de Campos trazem para cada um de nós a nossa
sta da umbando, eu sou espírita e todo mundo se dá muito bem. Então assim, eu tenho plena convicção de que a obra do Chico Xavier, as mensagens de Humberto de Campos trazem para cada um de nós a nossa responsabilidade de construir com os recursos que nós temos esse grande coração, porque o mapa do Brasil tem um formato de um coração, a pulsar a paz pro mundo. Podemos falhar? Podemos, como vários outros povos falharam, mas eu vejo que a gente está em condições e plenos de ajuda espiritual para seguir em frente, dando conta do nosso papel. É verdade, Rafa. E o mais lindo disso tudo também está explicitado, digamos assim, na obra de Humberto de Campos, quando nos lembra desse nosso legado e da atitude do Cristo que colocou no nosso céu o símbolo da cruz, né? O a a a o Cruzeiro do Sul, né? o Cruzeiro, a constelação do Cruzeiro do Sul nos lembrando a todas as noites, né, nos convidando a olhar para o alto e admirar a constelação do Cruzeiro do Sul, nos lembrando esse formato do da cruz, né, do legado do Cristo que está sobre nós como símbolo da nossa missão, como símbolo, símbolo do nosso agir. E para isso basta que nós elevemos, né, elevemos o nosso olhar para o alto para nos lembrarmos disso, né, da da vocação espiritual do Brasil. E ainda mais, né, chamando a responsabilidade de todos nós espíritas quando temos o conhecimento, né, de todo esse conteúdo doutrinário que nos convoca a uma ação, a uma ação no bem através do exemplo, através das nossas atitudes, através das atividades, através da divulgação doutrinária, porque nós somos espíritas, nós somos trabalhador dores do Cristo na pátria do evangelho. Então, não é pouca coisa, é uma responsabilidade imensa. Quando reencarnamos e quando travamos contato com essa doutrina de luz, nós aquecemos, nós aceitamos nos alistar nessa frente única de trabalho, que é a possibilidade de colaboração para que o Brasil cumpra a sua missão frente a outras nações, né, nesse concerto das nações amigas. Então, é muito bacana. Eh, eu eu gosto muito de
ca de trabalho, que é a possibilidade de colaboração para que o Brasil cumpra a sua missão frente a outras nações, né, nesse concerto das nações amigas. Então, é muito bacana. Eh, eu eu gosto muito de pensar sobre isso e gosto e agradeço a oportunidade de tentar colaborar um pouquinho nesse processo todo, né, começando pela minha autovigilância para não ser uma servidora do contrário, né? Não não estar à disposição daqueles que querem guerrear. Mas, mas Rodney, esse conflito recente, só pra gente trazer um pouquinho para paraa atualidade, né? Esse conflito recente entre Irã e Israel, é logicamente que é mais um episódio dentro de uma longa história, né? Que as raízes dessa história não estão no mês passado, né? A coisa já vem eh sendo aquecida durante muitos anos, né? O oriente Médio, ele é um território muito sensível pros combates, paraas guerras, paraas para paraas os embates, né, não só bélicos, como os embates políticos. Eh, Estados Unidos sempre foi um grande eh, um, ele sempre se alista ao lado de de Israel nas questões eh que partem, né, para uma atividade mais prática. é um grande aliado. Os Estados Unidos, os Estados Unidos sempre foram, né, um grande aliado de Israel e vice-versa. Eh, e o Irã, Rod, é isso que eu ia te pedir para comentar. O Irã, ele tem per si uma característica, já que a gente tá falando de característica de povo, né? uma característica dentro do viés religioso de uma de um extremismo muito grande. Nós temos no Irã ainda a configuração dos aatolais. E os aatolais, né, dentro da do entendimento islâmico, religioso deles, eh eles eh estabelecem regras, eles estabelecem dogmas bastante ferrem eh perseguidos, né, em relação à atitude do povo e são extremistas e aí se deparam com ah um outro povo que tradicionalmente frente, né? Tem ali a raiz também no farisaísmo e da choque elétrico. Você pode comentar um pouquinho disso pra gente, Rod? O que esse extremismo, o que essa dureza de posicionamento pode facultar em termos de estopim desse comportamento bélico?
mo e da choque elétrico. Você pode comentar um pouquinho disso pra gente, Rod? O que esse extremismo, o que essa dureza de posicionamento pode facultar em termos de estopim desse comportamento bélico? Bom, Cris e Rafael, eh, eu tive a oportunidade de também conhecer um pouquinho da história, né, eh, do Holocausto visitando aqui em Curitiba um museu que tem tudo sobre essas questões do horror, que é uma guerra, né? E e é lógico que esse extremismo, né, quem quem faz a guerra tá sempre bem protegido, porque não vai não é essa pessoa que vai tá lá no fronte, né? Primeiro já começa a covardia nesse sentido. Mas assim, trazendo assim paraa reflexão de agora o seguinte, os registros fotográficos que eu vi naquele museu, né, de do holocausto são cenas terríveis. Eu nunca tinha visto na minha vida uma pilha de corpos de mulheres. que no resultado dessas questões, crianças, mulheres, idosos são as primeiras vítimas do orgulho, da ignorância daqueles que têm um certo poder de decisão e que tudo isso está na base do ódio. tudo isso que acontece tenha a base do ódio como a sustentação da suas maneiras de agirem, né? E aí, analisando como eu passei pelo exército brasileiro, então a gente verifica que tem gente que não tem eh esse lado agressivo para estar dentro das forças armadas, mas também como o Rafael falou que nós somos imperfeitos, aqueles que se encantam com esse tipo de poder. Por isso que a gente tem até nossas forças de segurança fazendo grandes atrocidades, porque um é um uma sensação que envolve a pessoa justamente naquele ponto em que ela não trabalhou a brandura, né? Então é despertado na pessoa justamente essas questões. Aí eu vejo esses conflitos assim que que fica, eu fico pensando assim comigo, para que uma ONU se não se resolve nada, se se nós tivermos lá 200 países condenando a guerra, se um der um voto lá que, né, né, a coisa continua. A grande maioria não não tem os seus os seus argumentos acolhidos. Nós estamos numa numa situação em que o diálogo seria mais inteligente
a guerra, se um der um voto lá que, né, né, a coisa continua. A grande maioria não não tem os seus os seus argumentos acolhidos. Nós estamos numa numa situação em que o diálogo seria mais inteligente entre as partes para a gente minimizar as dores dos povos, de entender que nós já ultrapassamos a época de da barbárie, mas ainda tem dentro de nós essas questões. E aí tem países que ajudam a fomentar tudo isso, né, de forma oculta, de forma a trazer prejuízo aos outros. Então assim, é uma coisa, é uma, é uma guerra que vem de há de séculos, né? Eu fico tentando entender porque tantos povos se odeiam por séculos, vidas e vidas, eles ainda não e não e e ainda tem a questão religiosa, eles eles não conseguem aplicar aquilo que estão aprendendo. Eu lembro da da do Rufus até na acho que é AV Cristo, né? que queriam que ele eh abdicasse de Jesus para fazer a sua referência paraa SB, que é uma estátua. E que daí ele fala assim, ó: "Se os se os santos de pedras, né, se as imagens não tornaram vocês melhores, eu vou seguir com Jesus que modificou a minha vida, trazendo a minha interpretação aqui mais rapidamente. Então, vejo assim, Cris e Rafael que as lideranças estão se comprometendo. A espiritualidade tá agindo com eles, com certeza devem ter levado eles em desdobramento para conversar, fal assim: "Gente, vocês vão causar danos para muitos e muitos séculos. Vocês vão ter que reparar e todo mundo envolvido vai ter problemas sérios. Aí vão ter que ir lá pro Brasil porque é lá que é o lugar de recuperação. Então quando os países ouvem Brasil, coração do mundo, padre do evangelho, não é questão do Brasil, gente. É a condição do Brasil para trazer todo mundo de tudo quanto é canto aqui do planeta para fazer a sua reforma, para voltar melhorzinho para poder um grande sanatório, né? O grande sanatório. Exatamente. Ele e olha que faz a transformação acontecer. a gente vai, sai melhorzinho e volta lá a fazer o trabalho que é necessário, tá? Não sei se ó, questão do veto, gente, tem
O grande sanatório. Exatamente. Ele e olha que faz a transformação acontecer. a gente vai, sai melhorzinho e volta lá a fazer o trabalho que é necessário, tá? Não sei se ó, questão do veto, gente, tem questão do veto, tava ali na vinheta, né? Uhum. São, acho que são cinco países, né, que t essa condição. Estados Unidos é um deles. Isso é uma loucura, gente. Isso é uma loucura. Eu posso cometer um monte lá de situação, aí o país pede para ser ressarcido porque foi injustamente atacado, por exemplo, vamos supor, ou não deixa chegar o socorro de alimentos para as pessoas que estão sofrendo. Os outros países, ó, estamos cobrando, vocês têm que liberar, tem que liberar. E aí não libera porque eu vetei. Então, para que existe isso aí? É complicado a gente procurar entender, né, uma organização montada para ser das Nações Unidas e ter essas questões de veto que é polêmico isso aí. Isso aí é polêmico, né? Acho que é China, Estados Unidos, Rússia, é Inglaterra, é o Reino Unido, né? E mais um país aí. França. França. França. Então são cinco. Aí é cômodo eu eu fazer as barbaridades que tem que ser feita e eu mesmo na hora que for cobrado, eu veto, né? E nós tivemos uma uma oportunidade extraordinária de mostrar de como que a gente luta como um guerreiro da paz, que foi a pandemia. Quando todos os países estavam com problemas de vacina, eu comprei tudo para meu povo. Eu poderia ter feito justamente diferente. Eu tenho, eu tenho dinheiro para contribuir com todo mundo. Agora para guerra eu tenho dinheiro para investir em outros países. Aí eu tenho. Aí pode largar porque existe essa questão por detrás dessa guerra. Rafa, vamos lá. Eu gosto sempre de trazer um pouco das raízes históricas pra gente perceber que é uma briga de família. Hoje nós temos muitas brigas de família. A questão entre árabes e judeus é uma questão de família. Porque se a gente voltar lá no texto da Gênesis, Antigo Testamento, os cinco primeiros livros a gente chama de Torá. Lá está escrito que Abraão casou-se com Sara. não tiveram
é uma questão de família. Porque se a gente voltar lá no texto da Gênesis, Antigo Testamento, os cinco primeiros livros a gente chama de Torá. Lá está escrito que Abraão casou-se com Sara. não tiveram filhos num primeiro momento. Para que ele tivesse uma descendência, Sarai, que se tornou Sara, permitiu que ele se deitasse com uma serva egípcia chamada Agar. Daquela comunhão de Abraão com a serva Agar, nasceu um filho chamado Ismael. E olha que curioso, Ismael é o anjo tutelar do Brasil. Ou seja, Ismael, que dá origem aos árabes, é o nosso anjo tutelar hoje. Só que depois, quando Abraão já tinha 100 anos, a esposa dele legítima, era assim que se falava a época, também ficou grávida de Isaque. Isaque é o patriarca dos judeus. E a esposa falou: "Mas pera aí, não tem espaço para dois, porque o nosso filho, o Isaque, tem que ser o primogênito. Mas como você já teve um antes, você tem que expulsar. Então ele expulsou Agar e Ismael. E dessa expulsão contam os historiadores que eles foram habitar nas planícias da Arábia. E eu não vou estender muito porque tem história para mais de metro. E a descendência de Ismael, que também teve 12 filhos, geraram os povos árabes. A descendência de Isaque, porque Isaque gerou Jacó, que gerou as 12 tribos. Uma das 12 tribos é Judá. De Judá, nós temos Jesus, ou seja, é uma briga de irmãos, gente. Os árabes e os judeus são irmãos. Só que tem uma uma situação. Quando a gente lê lá no Antigo Testamento, Abraão era de Ur Caldeia, mais ou menos onde hoje ali é o Iraque, a antiga Mesopotâmia. E Deus faz um trato com ele. Leslerá, vai para uma terra que eu vou te indicar, porque a sua descendência será contada como as estrelas do céu. Então, o povo judeu considera que a terra prometida é deles. Então, eles foram para aquele pedaço de terra e depois tiveram muitos problemas. Porque das da descendência, nós sabemos que os irmãos venderam José pro Egito. Começa toda uma polêmica, o tempo passa, eles do Egito retornam, constróem o templo, fixam, já não são mais 12
problemas. Porque das da descendência, nós sabemos que os irmãos venderam José pro Egito. Começa toda uma polêmica, o tempo passa, eles do Egito retornam, constróem o templo, fixam, já não são mais 12 tribos, já é Galileia, já é Judeia, já é Decápol e Samaria. E no ano 70 os romanos acabam com tudo porque destrói o segundo templo, aquele que foi construído pelo rei Herodes. Daquele segundo templo acontece um fenômeno que na história a gente chama de diáspora, expulsa todo mundo dali. E os judeus passam a morar nos mais variados rincões do mundo, judeus americanos, judeus da Europa. Tanto que nós temos o Asquenazi, que são os os judeus da parte oriental, o sefaradi, que são os judeus da parte ocidental, enfim, por conta do holocausto da Segunda Grande Guerra Mundial, onde Hitler matou 6 milhões de judeus. E Rodney, eu estive no campo de concentração de Auschwitz, também estive no museu do holocausto em Jerusalém. Gente, barbárie. A gente não sabe se chora, a gente não sabe o que que acontece com o nosso espírito. Então, a ONU com o diplomata brasileiro dando voto condutor, o nosso Osvaldo Aranha, ouveram por bem criar um estado que inicialmente poderia ser na América do Sul, poderia ser na África, mas houveram por bem em 14 de maio de 1948 criar o Estado de Israel, onde o primeiro o primeiro primeiro ministro foi Ben Gurion. Só que, gente, o estado foi criado onde séculos haviam os palestinos. Lembram-se que eles foram expulsos de lá? Em 132 teve um imperador romano chamado Adriano, que não gostava dos judeus. E Adriano pegou os povos ali da onde hoje é a faixa de Gaza que tinha os filisteus, impulsionou aquele povo para que tomasse conta da da eh daquilo que seria a Palestina. Então, o nome surge de Filisteus, Filistina, Palestina. Então, quando criam o Estado de Israel em 1948, ali existia a Palestina. Aí começa o problema, porque os judeus dizem assim: "Tá na Bíblia, esse estado é meu, mataram 6 milhões de judeus". Mas aí os palestinos, pera aí, eu tô morando aqui há séculos.
i existia a Palestina. Aí começa o problema, porque os judeus dizem assim: "Tá na Bíblia, esse estado é meu, mataram 6 milhões de judeus". Mas aí os palestinos, pera aí, eu tô morando aqui há séculos. Que que a ONU faz? Divide. Divide de uma forma que a faixa de gás e a SIS Jordânia ficam pros palestinos. A região da Galileia, a região mais ao sul, onde só tem deserto, fica para Israel. e Jerusalém fica uma capital internacional. Só que aí o que que acontece? Começam as guerras porque os árabes não aceitam a implantação do Estado judeu e os próprios judeus começam também fazer assentamentos dos lados árabes, dos lados dos palestinos. Então, meus amigos, assim, eu tô narrando história. Eu não tomo lado nessa guerra. O meu lado será sempre o lado da paz. Quem é que tem razão? Se a gente parar para pensar, os dois lados têm razão, os dois lados não têm razão. Quem vai sair ganhando? Quem der o primeiro passo para paz. Porque eu posso dizer para vocês, eu amo o povo judeu. Eu tenho até um quipar aqui em casa, mas eu tive eu tive oportunidade de visitar Jerusalém e conversar com os muçulmanos. Não são todos que são terroristas, são pessoas muito boas. Tem gente trabalhadora, tem gente honesta, tem gente que sai da faixa de Gaza para trabalhar em Jerusalém. Então, a gente não pode tomar os terroristas muçulmanos como sendo a grande parte do povo muçulmano, porque tem gente que olha pro Brasil, acha que todo mundo aqui mora na selva por causa da floresta amazônica. Então, o que que eu tô tirando disso tudo? Isso é um conflito que gera séculos e que precisa ser resolvido. E o Irã, o Irã é o seguinte, o profeta Mohamed, Mohamed, que a gente chama de Maomé, ele nasceu em 570, desencarnou em 632 e começaram os problemas. Quem seria o califa, aquele que sucederia o profeta Mohammed? Surgem os sunitas. Os sunitas são os mais brandos. Aqueles que hoje moram na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes, são pacíficos. Não tem guerra com os sunitas. Israel e os sunitas se dão muito bem.
d? Surgem os sunitas. Os sunitas são os mais brandos. Aqueles que hoje moram na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes, são pacíficos. Não tem guerra com os sunitas. Israel e os sunitas se dão muito bem. Olha, quem vai seguir a tradição de Mohamed é aquele que tem autoridade moral para tanto. Então, o sogro dele, Abu Baker, foi o primeiro califa. Só que os xias, que eram mais radicais, não senhor, tem que ser da linhagem do profeta. Então, escolheram um primo dele chamado Ali. Começaram as brigas, porque pro Xi o que vale é o que tá escrito. Eles são radicais. Eles querem uma espécie de guerra santa que eles chamam de girá. Então, os chias consideram o povo de Israel um povo opressor. Então, eles realmente querem expulsar todo mundo de lá. A maioria dos muçulmanos convivem harmonicamente com os judeus. Os sunitas têm uma convivência harmônica. E grande parte desses shiítas foi morar no Irã. Hoje o Irã, sua predominância é chiita. Só para vocês terem uma ideia de proporção, nós temos 85 a 90% de sunitas, ou seja, muçulmanos que são serenos, que são assim moderados. Nós temos 10% de xias, que são aqueles mais radicais. Mas pra gente não achar que todo xita é radical, basta pensar que a Sâmia, esposa do Elará, é xiita e é um anjo de candura. Então, vejamos. Por que dessa guerra hoje de Israel contra o Irã? Quem é que tem razão? Bom, eu não daria razão a nenhum dos lados. Eu daria razão a quem promovesse a paz. Foi isso que Jesus nos ensinou. Eis que vos deixo a minha paz. Eu eis que vos dou a minha paz. Só que nem árabe nem judeu são cristãos. Para eles, a questão de predominar numa guerra, de conquistar o território, de ter autoridade, isso é uma questão da própria estruturação da religião. Vejam a história do povo judeu. Eles conquistaram territórios. Vejam a questão dos muçulmanos, porque as conquistas muçulmanas foram feitas com guerra, foram feitas com derramamento de sangue. Então, cabe a cada um de nós torcer pela paz, torcer pelo diálogo, torcer para que as coisas
çulmanos, porque as conquistas muçulmanas foram feitas com guerra, foram feitas com derramamento de sangue. Então, cabe a cada um de nós torcer pela paz, torcer pelo diálogo, torcer para que as coisas se harmonizem e não tomar lados. Tomar o lado de Jesus. Certamente verdade, Rafa. Não. E e quando você nos lembra Jesus e a gente mergulha no tempo de Jesus, a gente vai encontrar também a a figura simbólica de Paulo de Tarso no sentido de conversão, enquanto Saulo, né, o o grande eh fariseu, o grande doutor da lei, ele vai empreender, né, uma guerra santa. Tô colocando entre aspas que o Jirad é do é do povo islâmico, mas dentro daquela estrutura farisaica, eles também se comportavam sob essa injunção de guerra santa a perseguir todos aqueles, né, que comprometiam o entendimento eh da do próprio farisaísmo. Então, quando Saulo eh se investe, né, da autoridade e ganha a autorização do Sinédrio para percorrer a a estrada de Damasco com um autorização formal do Sinédrio para assassinar Ananias, né, e todos aqueles cristãos primeiros que estavam ali e criando, né, um grande núcleo de pensamento em Damasco, em vários focos de luz ali ao longo dentro do território da Palestina. Eh, a gente vê no comportamento de Saulo o mesmo comportamento eh inflamado, o mesmo comportamento apaixonado, o mesmo comportamento bélico dos xíitas da atualidade. Eles estão a priorios pela própria necessidade que sentem de combater o mal. E quem é o mal? aqueles que pensam de forma contrária ao que o rito deles estabelece. Então, eh, é uma forma muitocida de entender eh a atitude, uma atitude em prol do bem, né? Porque você pratica a guerra para ver na guerra emergir a paz ou aquilo que eles entendem como sendo o a paz e o bem, né? E e aí a gente pensando, né, sobre a dinâmica do mundo espiritual, né, e eu já tô criando um gancho para minha próxima provocação para vocês dois e para que os nossos amigos aqui do chat acompanhem também e reflitam conosco. É, a gente vai encontrar na obra Nosso Lar, no capítulo 41,
iando um gancho para minha próxima provocação para vocês dois e para que os nossos amigos aqui do chat acompanhem também e reflitam conosco. É, a gente vai encontrar na obra Nosso Lar, no capítulo 41, né, toda uma narrativa, eh, de André Luiz a respeito da mobilização do plano espiritual e aí, especificamente, da colônia nosso lar, na aurora ali da Segunda Grande Guerra Mundial, nos momentos que precedem, né, a eclosão da Segunda Grande Guerra Mundial. E aí eu separei algumas algumas expressões, algumas passagens desse capítulo. Evidentemente que a gente vai poder citar tudo, mas diz assim uma um comentário, né, de André Luiz, eh, analisando toda aquela movimentação dentro da colônia espiritual, soaram as trombetas e literalmente trombetas, meus amigos. E o capítulo nos explica que existem entidades de alta estatura espiritual que eh tocam essas trombetas eh sinalizando um momento de emergência, né? Então essas o soar dessas trombetas, né? Eh fizeram ali, a agitação, digamos, inicial, a mobilização inicial dentro da colônia de nosso lar. E aí André Luiz nos conta, reconheci que os espíritos superiores nessas circunstâncias, ou seja, do eclodir da guerra, passam a considerar as nações agressoras não como inimigas, mas como desordeiras. Vamos ver as palavras que André Luiz usa, né, para para explicitar bem o pensamento espiritual. mas como desordeiras e cuja atividade criminosa é imprescindível reprimir. E aí tem um comentário do do espírito salúcio nessa passagem do capítulo 41, que diz assim: "Infelizes dos povos que se embriaguem com o vinho do mal, ainda que consigam vitórias temporárias, elas servirão somente para lhes agravar a ruína, acentuando-lhes as derrotas fatais. Quando um país toma a iniciativa da guerra, encabeça a desordem da casa do pai e pagará um preço terrível, né? E são palavras ali do capítulo 41, né? Ditas e expostas pelas personagens que ilustram esse capítulo. Então é muito isso que o Rod falou, né? existe realmente toda uma movimentação de
ço terrível, né? E são palavras ali do capítulo 41, né? Ditas e expostas pelas personagens que ilustram esse capítulo. Então é muito isso que o Rod falou, né? existe realmente toda uma movimentação de bastidor espiritual para que se evite esse desord eh essa desordem, né, essa essa agitação inclusive psíquica, né? Os benfeitores espirituais atuam sobre essas lideranças políticas. muito bem lembrado pelo Rodney, muito aproveitando, né, o sono físico para esse tipo de assistência, né, para esse tipo de atendimento espiritual, como a gente, a exemplo do que a gente faz nas nossas casas espíritas, né, para aquelas pessoas que estão em instabilidade emocional e psíquica, a gente não presta atendimento espiritual. Então, os benfeitores espirituais durante o sono físico aproveitam também esses momentos para tentarem trazer ali um esteio, né, um pensamento mais salutar e demovê-los dessas ações deletérias. Rod, eh, quero te ouvir também um pouquinho e depois o Rafael. E aí entra a nossa contribuição, né, das nossas orações direcionadas a a esses países, a esses irmãos, né, para que também chegue socorro aqueles que estão necessitados, mas principalmente eh paraas lideranças, porque vamos supor que todo mundo tá fazendo oração, então tá represado, né, toda essa energia positiva, porque a pessoa tá com a mente focado no ódio e tal, mas se de repente vai que num lapso ele pensa assim: "Não, tô vendo meu povo sofrer, eu acho que eu vou eu vou partir para paz." A hora que ele faz esse pensamento, provavelmente deve de chegar todo o amparo espiritual e toda a contribuição humanitária, né? dessa energia positiva que a gente pode gerar e a gente gera. Porque quando a gente começa no nosso evangelho, no lar de casa e a gente direciona na nossa oração para que chegue nos hospitais, nos orfanatos, você não vê, mas tá chegando, né? Quando a gente tem um companheiro que tá internado e a gente sabe qual é o quarto, etc, tal, nós direcionamos para lá, mas a espiritualidade fala assim: "Não, tá sobrando energia, vamos dividir
o, né? Quando a gente tem um companheiro que tá internado e a gente sabe qual é o quarto, etc, tal, nós direcionamos para lá, mas a espiritualidade fala assim: "Não, tá sobrando energia, vamos dividir com aqueles outros que estão aqui na mesma na mesma ala, no mesmo hospital". É dessa forma que funciona. Então, a gente consegue colaborar. É lógico, nós também conseguimos hoje com essa facilidade de colaboração também de forma material, né? Quando tem as campanhas, a gente pode doar em dinheiro. E a gente também ora, porque lá do outro lado, onde você não está no fronte, haverá pessoas que serão os seus braços, que serão as suas pernas, que serão o seu coração em atender aquele que sofre. Então o nosso movimento aqui pode ser, a gente pode achar que é mínimo, mas quando é direcionado a gente não tem como mensurar, porque a matemática de Deus não é igual dos homens que é exata. Ela é amplificada pelo amor, pela devoção e pelo reconhecimento que você tem pelo outro irmão. Porque os crimes que acontece no mundo é fratecida, é irmão matando irmão. Não importa se tá no Irã, se tá no Iraque, se tá no Brasil, se tá ali aqui no Paraguai. Qualquer assassinato é fraticida, tá? Ô, Rafa, a questão da prece, ela pode ser considerada um antídoto, uma ferramenta contra os os efeitos da guerra? Com certeza. O espírito André Luiz, ele costuma dizer que não fica uma única prece sem ser atendida. Então, a gente tem que se fiar nesse poder reparador da prece e orar. Meus amigos, oremos todos os dias. Oremos pela paz do mundo. A gente não precisa ir para lá. A gente tem um instrumento que daqui a gente vibra, porque a nossa prece ela forma vibrações que vão se tornando mais sólidas, vão sendo manipuladas pelos benfeitores da espiritualidade e vão preenchendo aqueles espaços de harmonia, de atendimento a espíritos que estão desencarnando, de tratamento aquelas mentalidades que às vezes estão muito rodeadas de espíritos viciosos como elas. Então vamos orar. Vamos orar cada vez mais. Orar pela manhã, orar quando a
ue estão desencarnando, de tratamento aquelas mentalidades que às vezes estão muito rodeadas de espíritos viciosos como elas. Então vamos orar. Vamos orar cada vez mais. Orar pela manhã, orar quando a gente se lembra. O que a gente não pode, sabe, Cris? Porque a gente entra em sintonias bem complicadas no mundo, porque nós temos os distratores. A rede social hoje se tornou um imenso distrator. Porque veja, eu abro a rede social, eu vejo a cena de uma criança morrendo ou sendo assassinada. O que que eu faço? Isso é um viés inconsciente nosso. A psicologia estuda isso. É normal eu sentir a dor daquela criança. É normal eu sentir antipatia daquele que tá matando. Mas veja, gente, a dor da criança palestina é a dor da criança judia. A dor da mãe palestina é a dor da mãe judia. É sempre dor. Então a gente ora. A gente ora e labora, fazendo a nossa parte. e entende que Deus continua tomando conta de tudo. O Chico Xavier uma vez veio aqui no Rio de Janeiro para ganhar, eu acho que você conhece essa história, Cris, ganhar o título de cidadão carioca. Vê se o Chico precisa disso, mas ele ganhou. E resolveram fazer um pingafogo com ele e perguntaram para ele como que no Rio de Janeiro tinha a maior favela da América Latina. Na época, Rodney ainda se chamava de favela. Hoje voltou a chamar porque virou comunidade, agora favela de novo. Enfim, e Chico respondeu assim: "A misericórdia de Deus é tão grande, mas tão grande, que às vezes a gente não entende os mecanismos que que tem do lado da favela da Rocinha, um dos bairros mais ricos do Rio de Janeiro, que é o bairro de São Conrado. Nos altos prédios de São Conrado, Rodin, você vê o mar azulzinho lá embaixo. Então, Chico disse assim: "Aquele que não é fiel na prova da riqueza, renasce na vida seguinte, na pobreza da Rocinha, e vice-versa." E Deus, nessas inversões expiatórias, vai ajustando todo o processo. O que que a gente pode tirar disso? Aquele que hoje é um xita, amanhã pode ser um judeu. Aquele que hoje se torna um fascín da guerra, amanhã pode
inversões expiatórias, vai ajustando todo o processo. O que que a gente pode tirar disso? Aquele que hoje é um xita, amanhã pode ser um judeu. Aquele que hoje se torna um fascín da guerra, amanhã pode estar do lado daquele povo que lhe ajudou a matar. E nisso vai nascendo a empatia, ainda que em pródromos vai nascendo. Então, ouço muito Elará falar e eu gosto de repetir o que é bom. O que é bom a gente copia. Cuidado com tudo aquilo que você odeia. Cuidado com tudo aquilo que você quer combater. Porque nosso Senhor pode te chamar a nascer daquele lado, naquela polaridade, para você conseguir entender que as pessoas são diferentes e aprender a amar. Então eu tiro isso como uma grande lição. Lição número um, oremos. Lição número dois, vibremos, sabendo que o nosso ódio, as nossas divisões, os nossos partidarismos geram consequências. Jesus nos deixou como regra áurea de convivência. Os nossos, os meus discípulos serão conhecidos por muitos se amarem. Eu fico pensando, sabe, Cris, que se se os judeus fossem partidários do cristianismo, não teria guerra. Mas será que não? Porque os russos são cristãos, os ucranianos são cristãos. A gente muda a guerra e vê que mesmo os cristãos hoje estão fazendo guerra. Mas tem outra outra religião aí, Rafa. Sabe qual é o nome dessa outra religião? materialismo. Isso é uma por e que adultera o comportamento humano exato. Daquele que só enxerga o aqui e agora materialismo. Por isso que Kardec afirmava que a grande, o maior e e aí eu vou usar a palavra inimigo, né? Kardec não usou essa palavra, eu que tô traduzindo, a maior, o maior foco, melhor dizendo, a nossa atenção em combater, né? deve ser o materialismo. O materialismo em nós, as questões dos quereres, os quereres da matéria, as questões de poder, porque isso que está atrelado ao materialismo só traz significado para a vida restrita da matéria. a vida futura, que é a verdadeira vida, que é a vida espiritual. Essas questões do materialismo não trazem a mínima repercussão, muito pelo
ialismo só traz significado para a vida restrita da matéria. a vida futura, que é a verdadeira vida, que é a vida espiritual. Essas questões do materialismo não trazem a mínima repercussão, muito pelo contrário, né? Nem são levadas em conta, né? O quanto eu tinha na minha conta bancária enquanto encarnada não vai fazer a mínima diferença na minha estatura espiritual, na dinâmica espiritual. Então, eh, são mundos completamente diferenciados e devemos trabalhar em nós a espiritualidade que se posiciona de forma antagônica a esses quereres da matéria, ao materialismo, né, que tem se tornado uma grande religião, né, das nações que hoje se encontram universalizadas no começo dessa essa agitação entre Irã e Estados Unidos. Muitos comentaristas políticos, né, no viés do jornalismo, eh, do aqui e agora, do jornalismo comum, sem esse olhar mais alargado espiritual, diziam: "Eh, pode eclodir a terceira guerra mundial". Eu ouvi muitos analistas políticos falando isso, porque eh nesse momento que Estados Unidos se coloca, os Estados Unidos se colocam ao lado de Israel, a gente tem uma potência bélica eh se colocando em antagonismo com um país que é eminentemente radical, né, com pensamento extremista religioso, que pode sim fazer uso de armas armas nucleares. Se é que o Irã tem armas nucleares, né? a gente não sabe, mas eh isso não acontece, isso é amortizado, por todos esses países, apesar de se contrar se se comportarem, né, como meninos rebeldes brigando no campo de futebol, é esses países todos, esses meninos rebeldes todos têm interesses em comum, tem interesses de manutenção do preço do petróleo sob um controle, tem interesses comerciais em comum. Então, eh, é curioso como Deus costura, né, a paz também entre os homens, se utilizando desses desejos, né, de manutenção de poder, de manutenção de de controle sobre as aquisições, né, eh, dos recursos naturais. E aí a coisa se pacifica porque é briga de cachorro grande e sabe que se a briga se efetivar mesmo, vai ter sangramento. Então, eh, a coisa se
trole sobre as aquisições, né, eh, dos recursos naturais. E aí a coisa se pacifica porque é briga de cachorro grande e sabe que se a briga se efetivar mesmo, vai ter sangramento. Então, eh, a coisa se pacifica. Mas, eh, querendo falar em paz, eu não posso deixar de terminar esse programa porque a gente já tá se encaminhando pro final. Rod e Rafa, sem lembrar, né? falamos do holocausto judeu, mas a gente precisa se lembrar que a nossa história, a nossa história brasileira também trouxe um holocausto e traz pra gente essa cicatriz. E esse holocausto se estende até os dias de hoje em relação às nações. As nações indígenas são nações com cultura própria, com comportamentos próprios, com religiosidade própria, que precisam ser respeitadas, não podem ser violadas. E hoje em dia a gente vê muita violação ainda em relação às nações indígenas. E lá no Brasil colonial, no século XVI, tivemos um modelo de comportamento, um modelo civilizatório que é até hoje inspirador para o mundo, até hoje inspirador para todos os historiadores que se debruçam sobre as missões jesuíticas no sul do nosso Brasil. E nessas missões jesuíticas, nesse modelo de coletividade, onde havia a prevalência do sentimento coletivo, eu hoje estudando mais a fundo a o contributo da estruturação, do modelo de estruturação das reduções jesuíticas, Rafa e Rodney e todos que nos acompanham Eu realizei que naquele momento, no século XVI, no Brasil conseguiu-se instituir o que Leon Deni trata no depois da Morte como verdadeira essência do pensamento coletivo, do pensamento comunista. E aí eu não tô falando de viés político, gente, pelo amor de Deus. Eu tô falando do sentimento de sermos todos um só, do do de tudo que aquilo que se adquire seja partilhado. O modelo de agricultura das reduções jesuíticas era assim: eles plantavam juntos, o fruto daquela colheita era comercializado para fora das reduções. E o que eles aferiam de ganho não pertencia a ninguém, nem ao próprio agricultor que cedeu o chão daquela terra para produzir. Era tudo
ruto daquela colheita era comercializado para fora das reduções. E o que eles aferiam de ganho não pertencia a ninguém, nem ao próprio agricultor que cedeu o chão daquela terra para produzir. Era tudo compartilhado, era tudo dividido. E aí por isso que os os indígenas dasquelas nações, da nação guarani daquele tempo, não entendia a guerra, porque ele não entendia território, ele só entendia o que era coletivo. ele não entendia a a demanda pelo poder, né, para que houvesse o alargamento dos territórios, porque para ele a terra era a terra de todos. Ele não entendia a visão do europeu, do colonizador. Por que que ele quer me invadir? Porque o que o esse essa poção de essa porção de terra aqui, ela é minha, mas eu não me incomodo de compartilhar compartilhar com o outro. Então a estrutura de pensamento do índio, né, da do do daquele povo, melhor dizendo, originário, colonial da nação guarani, não entendia a guerra, não entendia essa demanda por novos territórios, né? Tudo que era produzido eh é patrimônio da humanidade. Por isso, né, os historiadores consideram o modelo de sociedade daquele Brasil colonial nas reduções jesuíticas como modelo para a humanidade, patrimônio da humanidade, porque ali se vivia a essência do coletivo, né? E a gente tem emergindo, né, Rodney, dentro dessa cultura das missões jesuíticas, o Casscique CET Araju, né, que é foco e que é personagem de outra produção do projeto Raízes. fala um pouquinho da pra gente do guerreiro da paz, que guerreiro da paz, uma contradição, né? Exatamente. O esforço, né, de dele se identificar como um guerreiro lá atrás que causou mortes, que houve sofrimento, mas que daí teve que fazer a sua trilha dolorosa para chegar ao patamar que ele chegou, de se tornar um guerreiro da luz, né, e ainda ser colocado depois é frente à frente com o general das trevas, né? Eu até tava comentando hoje sobre isso, porque, né, a espiritualidade fez esse trabalho deles se encontrarem justamente para mostrar pro outro que ainda está no equívoco da existência,
das trevas, né? Eu até tava comentando hoje sobre isso, porque, né, a espiritualidade fez esse trabalho deles se encontrarem justamente para mostrar pro outro que ainda está no equívoco da existência, que há o outro caminho, né, o caminho de luz, o caminho de sintonia com o criador, né, com Jesus e que Ismael tá ali amparando justamente. Por isso que a gente reforça, minha gente. Eu assumi na uma live passada aí, eu preciso e devo orar por esse administrador amado nosso país que nos deu a oportunidade de fazer, vem fazer parte da folhinha da nossa árvore aqui do evangelho para que vocês possam se recuperar e e dar continuidade, porque a gente porque Deus destinou todos nós à felicidade. Então vem, comece o seu trabalho interno, sua reforma íntima aí. Então, a gente tem bastante trabalho pela frente, tem bastante exemplo que estão surgindo e é lógico trazer a história de Cepete Araju é inspirador para todos nós, não só do nosso país, mas que a gente possa fazer com que ele chegue a todos os outros países, incentivando justamente esse cuidado aos povos indígenas que ainda transitam pelo órbit terrestre, pelo seu respeito, pela sua colaboração e pela forma que eles têm de ter essa relação com a Terra, com tudo que tá na natureza, que é justamente o exemplo que nós deveríamos ter realmente internalizado, que nós não somos dono de nada, né? Se a gente analisar que nós somos inquelinos, tá tudo certo, n? A gente só vem aqui para morar um pouquinho e voltar pra espiritualidade e deixar aqui para não ter problemas aí de herança com os demais aí, tá bom? e nem disputa de guerra e de riqueza. É isso. Muito bom, Roger. Rafael, a gente quer te ouvir nessa sua contribuição final aqui da nossa reflexão, porque já estamos quase com 1 hora e meia de live. Eu sou muito grato aos povos indígenas, aos povos originários. Nós somos o que somos hoje por conta de uma amálgama que o nosso Senhor Jesus Cristo muito bem fez no Brasil, quando misturou índios, negros e o branco europeu para que nós
nas, aos povos originários. Nós somos o que somos hoje por conta de uma amálgama que o nosso Senhor Jesus Cristo muito bem fez no Brasil, quando misturou índios, negros e o branco europeu para que nós fôssemos hoje os brasileiros. Então, Rodrig, quando a gente olha os nossos antepassados, tem negro, tem índio, tem europeu. É porque para estar no Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, um dos primeiros valores que a gente tem que interiorizar, diversidade, convivência fraterna, deixar de ter aquele aspecto de superioridade diante outros povos, outras culturas, outras formas de olhar, porque a gente tá sempre aprendendo como a gente aprende com os índios, como a gente aprende com aqueles que trazem as suas tradições africanas. Como a gente aprendeu com os próprios portugueses que vieram para cá, há coisas que a gente fala que a gente nem se dá conta. É índio Niterói, que é a cidade que eu moro. Nossa, nós temos índio por tudo quanto é parte. Araribóia. Pois é, eu todos os dias me encontro com a Araribóia e manda, dá um tchauzinho para ele, porque eu pego a barca para ir pro Rio de Janeiro, pego a barca voltando do Rio de Janeiro. Então, a cidade onde eu nasci chama-se Itaperuna, que quer dizer caminho da pedra preta. Ou seja, é um estado, o estado do Rio de Janeiro é o estado que tem as marcas dos índios. Nós temos uma obra social que é o trabalho aqui da Sociedade Espírita Fraternidade, que é o Remanso Fraterno. E o Raul sempre me disse: "Meu filho, sabe quem é que mais toma conta daquelas crianças?" "O índios." Porque é uma obra no meio da mata. Então a gente tá cheio de índio lá tomando conta das crianças. Então isso traz uma riqueza pra gente que nós não nos damos conta. Então, quando vocês trazem essa história de Cepé, essa história das missões, isso é muito enriquecedor. E outra coisa, falar nos jesuítas é relembrar a nossa própria história. Porque veja, hoje nós temos uma religiosidade típica do povo brasileiro, porque nós tivemos os jesuítas. Porque os jejuas chegaram no
ra coisa, falar nos jesuítas é relembrar a nossa própria história. Porque veja, hoje nós temos uma religiosidade típica do povo brasileiro, porque nós tivemos os jesuítas. Porque os jejuas chegaram no Brasil com a Bíblia debaixo do braço e com a vontade de levar Jesus pros quatro cantos desse país. E eles iam, não iam para dominar, não iam para escravizar, iam para estar em família, em comunidade. Eu vi até alguém falando aqui no kibuts. O kibuts é uma experiência típica do judaísmo, onde as pessoas criam um espaço onde a vida é em comum. come-se junto, trabalha-se junto, vive-se junto. E era isso que os jesuítas faziam com os íos, uma experiência bem diferente daquelas que os povos europeus faziam. Então, assim, sou muito grato pela história do nosso país, sou muito grato por esses povos que nos antecederam. E falar de jesuíta é falar da minha história, gente, porque jesuítas, franciscanos, agostinianos, formaram o fermento para que hoje nós tivéssemos o espiritismo. Quando eu olho para as pessoas no movimento espírito i jesuíta e agostiniano e franciscano. Então, estamos todos em casa. Que alegria fazer parte dessa live com vocês. Estamos terminando de uma forma bem leve, porque a gente sabe dos percalços da guerra, mas a gente não deve se abater, porque tudo continua sob o olhar amoroso de Jesus. Muito bom, muito lindo, Rafa Rod, amigos, que a gente possa incensar em nós esse sentimento da fraternidade universal, esse sentimento de irmandade, que possamos entender o real significado da expressão família universal. Porque Deus como criador de tudo e de todos, Jesus como nosso governador planetário, ele espera de nós o entendimento e darmos cumprimento a essa expressão família universal. Não há etnias, não há fronteiras, não há continentes. Estamos todos juntos dentro de uma mesma família universal, porque só entenderemos o sentimento de irmandade, ou melhor, só praticaremos a irmandade se nos enxergarmos como familiares. É impossível a prática do ser irmão sem se enxergar pertencente
universal, porque só entenderemos o sentimento de irmandade, ou melhor, só praticaremos a irmandade se nos enxergarmos como familiares. É impossível a prática do ser irmão sem se enxergar pertencente à mesma família. Daí, porque é tão importante não só introjetarmos essa ideia, como acalentarmos essa ideia no nosso coração, nas nossas atitudes, sem julgar o diferente. Por isso que a Rafael fala, é necessário, né, não sermos eh radicais no olhar para com o outro. É necessário sim e muito e cada vez mais o diálogo interreligioso, o respeito pela diversidade, porque aí estaremos sendo colaboradores de Jesus na pátria do evangelho. E como, né, falamos tanto de pátria do evangelho, como falamos tanto dos exemplos, dos bons exemplos, dos jesuítas, do querido amigo Setete Araju, eu quero terminar a live de hoje lendo as palavras finais no capítulo de Cepé, o Guerreiro da Paz, no capítulo que ele vai tratar da guerra, do da temática da guerra, dizendo o seguinte pra gente, eh, e coroando, né, todas as informações que amorosamente foram entregues aqui pro Rafael e pro Rodney nesse fórum de debate diz o seguinte: "A sobrevivência do corpo e das civilizações que deflagram a guerra é ainda o recurso para que a liberdade e o progresso se estabeleçam no mundo. Mas ergue-se uma nova aurora para a humanidade, em que aqueles que promovem a paz herdarão a terra. Quando encerrarmos a guerra com o sacrifício das muitas vidas do nosso povo, porque Cepé foi aquele elemento que provocou o resgate de toda uma coletividade. E quem assistir o episódio 18 de mensagem de Cepé vai entender, né, esse resgate coletivo proporcionado pelo Ccique CET Araju. aquelas almas enredadas lá no islamismo, né, que tem a ver com o que a gente falou hoje, das deflarações de guerra no Oriente Médio. Então, voltando aqui pro pensamento de Cepé, quando encerrarmos a guerra com o sacrifício das muitas vidas do nosso povo, marcharemos para a liberdade, avançamos rumo à paz e cumprimos com o dever de adubar mais algumas leiras
ensamento de Cepé, quando encerrarmos a guerra com o sacrifício das muitas vidas do nosso povo, marcharemos para a liberdade, avançamos rumo à paz e cumprimos com o dever de adubar mais algumas leiras do solo da pátria do evangelho, que em breve fará a sua colheita de frutos espirituais. Salve pé que seja implementada na terra e no Brasil essa vertente do coração do mundo, da pátria do evangelho. Muito obrigada, irmãos. Muito obrigada, amigos. Eu tô com meu coração feliz de poder tratar dessa temática com vocês. Eh, e a ferramenta tá aqui embaixo aí nos comentários. Grande abraço a esse. Diz aí, Rafa, ou o melhor, Rod. Ah, Maria Barbieri, né? Tá deixando aqui, ó. Eh, um grande abraço a esses valorosos amigos. Pacifiquemo-nos e pacifiquemos, né? É, é importante, né? a a participação dela aqui justamente nesse tema dessa noite, porque ela nos apresentou através do Oscar Pitã, o padre José, né, essa esse personagem que nos inspira e que vamos combinar, tá? Na live passada a Cris fez a provocação, tá chegando os 400 anos, então todo movimento tem que trazer a parte espiritual do CPÉ também nessas comemorações. Se faltar espaço, nós estamos já escancarando aqui nossas janelinhas aqui para fazer algo nesse sentido. Foi muito bom. Vou dar um spoiler já que, já que a Bet tá aqui na live, Rod, vou dar um spoiler. Rafa, o Rafa tá com a gente, já tá sendo convocado ao vivo. Eu não aceito não. A gente vai eh implementar um projeto para os 400 anos, né, da região ali do do dos sete do da da região dos do do das missioneiras, né, dos sete povos das missões. Quando o ano vem, a gente comemora 400 anos dessa contribuição das reduções jesuíticas. Então, eh, preparem-se, Movimento Espírita, porque vem aí um projeto, não para alçar ao alto, eh, as injunções históricas, a lembrança dos combates, porque a gente sabe até que isso reverbera de uma forma negativa dentro da dinâmica, paradinâmica espiritual de todas essas entidades que ainda estão vinculadas psiquicamente com esses acontecimentos
porque a gente sabe até que isso reverbera de uma forma negativa dentro da dinâmica, paradinâmica espiritual de todas essas entidades que ainda estão vinculadas psiquicamente com esses acontecimentos do Brasil colonial. Mas nós queremos alçar ao alto a mensagem de CPÉ e o contributo dele nesse processo de resgate coletivo com os valores morais que ele eh ele semeou na estrutura, né, dessa sociedade das missões jesuíticas e principalmente da redução de São Miguel. Então vem aí um projeto, né, que vai envolver entendimento espiritual sobre a efeméri dos 400 anos das reduções jesuíticas no sul do Brasil. Bet tá conosco também. Vamos em frente. Tchau, pessoal. Muito obrigado. Tchau, Rafael. Cris, passou um pouquinho, só uns minutinhos, mas tá tudo certo.
Mais do canal
Bom dia, café! 300326 AO VIVO Renovando Consciências
BOM DIA, CAFÉ! | 310326 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 010426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 020426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 030426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 50 | 29.02.26
1:14:35 · 22 views