Jesus em casa de Zaqueu, com Niraldo Pulcineli | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 16/02/2026 1:14:31

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Jesus em casa de Zaqueu. Parábola do Mau Rico. ESE, cap. 16, itens 4 e 5. Palestrante: Niraldo Pulcineli Direção: Gislaine Lima Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Desaba sobre ti mesmo, como se a ausência da moldura familiar te rasgasse o quadro da própria alma. Corações amigos, atraídos por outras cendas, abandonaram-te os ideais. Pessoas queridas deixaram-te a sós, aposentaram-te à distância do trabalho de muitos anos ou a morte de passagem seifou o sorriso dos companheiros que te eram mais caros. Sentes por vezes que estás deixando para trás tudo que te parece mais valioso. Entretanto, não é verdade. Basta a jornade corajosamente adiante e buscando expressar-te em novas formas, reconhecerás que o amor e o trabalho são mais belos em teu caminho. Compreenderás então que podes adicionar novas parcelas de alegria à felicidade dos que mais amas e que pode servir com mais entendimento as aspirações que te inspiram à marcha. Se a vida te apresenta a fisionomia triste da solidão, recorda a própria imortalidade e não te detenhas. O menino deixa a infância para entrar na mocidade. O jovem deixa a mocidade para entrar na madureza, o adulto deixa a madureza para entrar na senectude. E o ancião deixa a extrema velice para entrar no mundo espiritual, não como quem perde os valores adquiridos, mas sim prosseguindo para o alvo que as leis de Deus nos assinalam a cada um. E prosseguir para o alvo é continuar lutando. Lutando porque todos os dias nós temos alguma coisa para vencer em nós mesmos em primeiro lugar. E é verdade que às vezes a vida não parece que tá indo pra frente, a gente parece que tá patinando, mas não, a gente nunca retrocede, a gente sempre está evoluindo, porque a cada novo dia é uma nova oportunidade pra gente aprender, pra gente evoluir, pra gente crescer. Então, a gente tá seguindo para o alvo. E que alvo é esse? É a nossa perfeição, que ela vai se dar em algum ponto, né? Perfeição relativa, porque perfeito mesmo só Deus o é. Perfeito, em tudo é Deus. Mas nós quando nos sentimos chateados, abandonados ou passando por alguma dificuldade, é o momento exato em que a gente começa a dar um passo à frente, porque aí a gente para, pensa. Quando acontece

. Mas nós quando nos sentimos chateados, abandonados ou passando por alguma dificuldade, é o momento exato em que a gente começa a dar um passo à frente, porque aí a gente para, pensa. Quando acontece alguma coisa de negativo na nossa vida, a gente vai pensar, porque quando tá tudo bem ou relativamente bem, tá indo, caminhando, a gente não tem aqueles momentos de reflexão. Ah, por que que será que isso tá acontecendo? Será que é só comigo? Será que o companheiro do lado também já passou por isso? Será que eu posso trocar uma ideia com essa outra pessoa sobre esse assunto? Então eu digo para vocês, a gente lê, lê no livro, eh, experiencia algumas poucas coisas, mas quando vem uma prova mais pesada, daí a gente realmente pensa: "Poxa, será que eu estava fazendo tudo corretamente? Será que eu tô preparado mesmo para isso?" E digo para vocês que aqui, ó, nessa liçãozinha, prosseguindo sempre, fala sobre o abandono. Então, às vezes uma mãe sente eh uma casa vazia porque um filho se casou, foi morar distante. Então, é o momento da prova, né? aquele momento da gente desprender de um ser tão amado. E isso porque não é um desencarne, apenas a pessoa foi para um outro local. Então são provas desse tipo que a gente vá passando em cada momento da vida da gente que vai fazendo a gente evoluir, vai fazer a gente crescer. E obviamente nesse momento a gente também vai ter oportunidade de auxiliar a muitas pessoas quando a gente já passou por aquele tipo de prova e alguém tá passando, você fala: "Ah, não fica triste não. Você tem condição de falar com propriedade porque você já passou por aquele problema. E o reverso também, quando alguém já passou por um problema, uma situação dessa, seja qual for aquela semelhante à sua, seja qual for o tipo de problema, a pessoa também vai poder te ajudar. Então é isso, a gente vai seguindo para o alvo, sempre com Jesus no coração, sabendo que tem a gente precisa ter paciência com a gente mesmo, porque nós não vamos, a evolução não dá salto. A

e ajudar. Então é isso, a gente vai seguindo para o alvo, sempre com Jesus no coração, sabendo que tem a gente precisa ter paciência com a gente mesmo, porque nós não vamos, a evolução não dá salto. A gente não vai sair pulando por aí e melhorando da noite por o dia, né? Em pequenas coisas a gente já demora para se habituar. Se a gente guarda um objeto na terceira gaveta numa cômoda, toda vez que a gente quiser aquele objeto, a gente vai lá na terceira gaveta da cômoda, porque a gente se habituou a pegar aquele objeto ali. E assim também são com as nossas ações. A gente vai ter que ir mudando as ações, né, até que a gente consiga fazer aquela ação positiva, um hábito no nosso viver. Agradeço muito a presença de vocês e vamos paraa palestra. Uma boa tarde para vocês, uma excelente semana, muita paz no coração de cada um. >> Obrigado, Tânia. Nós agora vamos ouvir o Niraldo na palestra do dia da tarde. Por favor, Niraldo. Muito boa tarde, queridos amigos, queridas amigas. Que Jesus permaneça conosco, nós com ele, sobre as bênçãos de Deus. Hoje nós vamos falar de um assunto interessante. Jesus em casa de Zaqueu e a parábola de Lázaro e o Malico. Na verdade, o tema gira em torno de consequências do uso da riqueza. Então vamos em frente. Mais uma vez nós tivemos um probleminha técnico, então o comando tá sendo feito lá por cima, então todas as vezes que tem que mudar, eu tenho que dar um sinal para ele lá para ele mudar. Muito bem. Nós vamos abordar hoje o conteúdo do capítulo 16 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, cujo título do capítulo é Não se pode amar a Deus e a Mamon. É um é um capítulo que trata das questões da riqueza, da relação entre a riqueza material e Deus. E precisamente nós vamos tratar dos itens quarto e quinto, que são dois trechos evangélicos. Como é certamente do conhecimento de todos, essa obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, cada capítulo começa com o texto evangélico pertinente. Aí Kardec desenvolve e no final traz as instruções dos espíritos. O que que os

nhecimento de todos, essa obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, cada capítulo começa com o texto evangélico pertinente. Aí Kardec desenvolve e no final traz as instruções dos espíritos. O que que os espíritos falam? sobre aquele assunto. Então, esses dois itens, eles tratam exatamente do assunto que o do dos Evangelhos que a gente já os textos evangélicos que a gente já relatou. Muito bem. Esses esses assuntos, na verdade, são ensinos pedagógicos de Jesus. Como a gente sabe, eh, Jesus falava por parábolas. Por que que ele falava por parábolas? Houve uma época até o sermão da montanha que Jesus falava diretamente paraas pessoas de forma clara e diretiva, assertiva, porque tratava de assuntos eh do relacionamento diário das pessoas, bem-aventurados, os pobres de espírito e por aí vai. Agora, quando chegou na questão do dos assuntos espirituais, aquilo que acontece no reino de Deus, Jesus percebeu que tinha que usar parábolas. Porque o que são parábolas? São histórias do dia a dia das pessoas que pode ser que podem ser usadas como um vínculo, uma explicação daquilo que acontece. É uma explicação indireta daquilo que acontece em situações abstratas. Então Jesus usava parábola porque nem todo mundo tinha condições de entender se ele falasse diretamente até hoje. Até hoje tem muita gente ainda que não compreende as parábolas de Jesus, o significado profundo. Então ele adotou essa estratégia. Então, nós vamos eh abordar que a gente vê aqui que há pontos em comum entre esses dois trechos evangélicos, Jesus na casa de Zaqueu e a parábola de Lázaro e Mal Rico que há referência. E esses pontos em comunes tratam do uso da riqueza. da atitude do rico perante o pobre e das consequências espirituais do uso da riqueza. E também nós vamos fazer a interpretação desses episódios à luz da doutrina espírita. E finalmente vamos tratar das implicações morais de tudo isso, que é o que mais nos importa. Muito bem. Então, tá aí a parábola de Lázaro e o Malico. É uma parábola citada por Lucas, no

rina espírita. E finalmente vamos tratar das implicações morais de tudo isso, que é o que mais nos importa. Muito bem. Então, tá aí a parábola de Lázaro e o Malico. É uma parábola citada por Lucas, no capítulo 16 nos versículos 19 a 31 e corresponde ao item quinto do Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 16, conforme já falamos. Então nós vamos apresentamos aí literalmente para que todos possam compreender exatamente da mesma forma o o sentido e o contexto dessas desses episódios. Ora, havia um homem rico e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele e desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico. E os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. E aconteceu que o mendigo morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. E morreu também o rico e foi sepultado. E noades ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro no seu seio. E clamando, disse: "Abraão, meu pai, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro, que molhe a água na água a ponta do seu dedo e me refresca a língua, porque estou atormentado nesta chama". Continuando, disse porém Abraão: "Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida e Lázaro somente males, e agora este é consolado e tu atormentado." E além disso está posto um grande abismo entre nós e vós. De sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá. E disse ele: "Rogo-te, pois, ó Pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunhos, a fim de que não venham também para este lugar de tormento." Disse-lhe Abraão, eles têm Moisés e os profetas. Ouçam-nos. E disse ele: "Não, Abraão, meu pai". Mas se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se iam. Porém Abraão lhe disse: "Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão ainda que algum dos mortos ressuscite."

ão, meu pai". Mas se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se iam. Porém Abraão lhe disse: "Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão ainda que algum dos mortos ressuscite." Esse é o texto. Agora, as parábolas de Jesus, elas são muito simbólicas. Aliás, o evangelho todo é pleno de símbolos e é preciso que a gente os identifique e interprete para que o ensinamento de Jesus venha à tona e faça sentido. Primeiro dos símbolos, a disparidade entre a riqueza e a pobreza. Primeiro símbolo dessa parábola. Segundo, o rico, a figura do rico aí representa os que vivem na abundância material, os considerados felizes do mundo, indiferentes à dor do próximo. Já Lázaro, que na parábola representa os pobres, os desvalidos. Aqueles que são totalmente desprovidos de recursos materiais, vivem na miséria, sem perspectiva nenhuma, sofrem as penúrias materiais, mas eles são resignados e portadores de fé em Deus e têm esperança. Este é o significado do personagem Lázaro nessa parábola. Um outro símbolo é a situação de cada um após a morte do corpo físico. Indica a diferença de níveis evolutivos, o comportamento em vida e os respectivos destinos. Observe que conforme a parábola, Lázaro foi recebido, foi levado por anjos a Abraão. Para esse entendimento, para os hebreus, Abraão representava o patriarca de toda a raça dos hebreus e quem fosse até ele estaria em felicidade. Então isso representa, na verdade, eh, aquela recompensa que é tão prometida. Bem-aventurado, aventurados que choram porque serão consolados. Então, é essa a representação, a situação de cada um. Enquanto isso, o rico estava ardendo na chama do inferno. Vamos ver as características de Lázaro. Bem, a palavra Lázaro é o é o diminutivo de Eleazar, que significa Deus ajuda. E ele simboliza na parábola os sofredores da terra. Nada possuía, vivia coberto de chagas, vestia-se com andjos e permanecia deitado e imóvel. E até os cães vinham lamber-lhe as chagas. No entanto, ele significa também a fé, a esperança e a resignação.

Nada possuía, vivia coberto de chagas, vestia-se com andjos e permanecia deitado e imóvel. E até os cães vinham lamber-lhe as chagas. No entanto, ele significa também a fé, a esperança e a resignação. O que que é a fé? A fé é essa força poderosa que nos, através do conhecimento, nos faz acreditar que somos espíritos imortais e que a vida aqui na terra não é o início nem o fim. de tudo. Não é o único início, nem será o fim de tudo. Que nós somos, nós temos muitas existências e que a nossa passagem pela matéria é temporária. Então, e a esperança, aquela certeza de que Jesus prometeu, ele, o governador espiritual do nosso plano, do nosso planeta, melhor dizendo, ele nos prometeu que bem-aventurados os que choram porque serão consolados. Então, tenha certeza, as pessoas, ele representa aqui as pessoas que têm certeza, apesar da dor, do sofrimento que estão vivendo, na consolação futura, na condição verdadeira de espíritos que somos, porque na matéria nós estamos aqui apenas temporariamente. A vida verdadeira é a espiritual, na espiritualidade. E a resignação faz parte daqueles que aceitam o sofrimento, não de uma forma covardemente cômoda, como quem diz: "Ah, não tenho o que fazer, seja o que Deus quiser." Não. Todos nós temos o direito e até o dever de buscar solucionar os nossos problemas. Se fosse assim, para que existiria a medicina, os recursos que estão à nossa disposição para iminizar nossas dores, nossos sofrimentos, nossas enfermidades e assim todos os capítulos da vida humana, nós temos o direito. Agora, quando todos os recursos forem esgotados e o problema não é solucionado, aí vem aquela, a gente se reporta, se lembra daquela afirmação de Jesus quando estava no orto das oliveiras, pouco tempo antes de ser entregue às autoridades. Pai, se possível, passa de mim este cálice, porém seja feita a tua vontade e não a minha. é o maior exemplo de resignação. Se possível, nós não sabemos se é possível, não é possível, por isso temos que tentar. Mas se não for possível, se tudo que for

seja feita a tua vontade e não a minha. é o maior exemplo de resignação. Se possível, nós não sabemos se é possível, não é possível, por isso temos que tentar. Mas se não for possível, se tudo que for tentado não surtir o efeito esperado, aceitemos resignadamente. Seja feita a tua vontade. apresenta também a o consolo prometido e alcançado. Lázaro sofreu, né, consta da parábola que ele sofreu a vida inteira, imóvel, é paralítico, sem condições, vivendo das migalhas que caíam da mesa do rico. Então, terminada a sua prova aqui, ele foi para o consolo prometido. Foi, entre aspas, ao seio de Abraão, ou seja, os planos felizes dos bem-aventurados. Agora, vejamos as características do rico, o que que eles representam na parábola. E aqui toda toda eh sempre que possível a gente coloca uma passagem bíblica, o versículo bíblico que está diretamente relacionado a isso. Aqui nós temos, é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus. Mateus 19:24. E a principal característica desse rico na história é a indiferença. Consta que ele se banqueteava alegremente perante a pobreza extrema que se mostrava à sua volta. comportamento egoísta, mas apesar de tudo, ele permitia que a criadagem desse migalhas de alimento a Lázaro. Ou seja, no fundo, na essência, ele tinha bons sentimentos, mesmo porque ele denotou pensar e se preocupar com a sua família. tinha bons sentimentos, conforme já dissemos, a sua situação na espiritualidade representa o destino daqueles que ignoram a lei do amor. Disse a máxima do Espiritismo, disse Kardec, que essa é a máxima, uma das máximas do Espiritismo, é que fora da caridade não há salvação. E o evangelho de Jesus, todo ele é o amor. É a síntese do amor. Quando perguntaram para Jesus qual era o maior dos mandamentos, ele simplesmente resumiu, traduzindo que era o amor. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Aí está toda a lei e os profetas. Melhor dizendo, aí estão toda a lei e os profetas.

le simplesmente resumiu, traduzindo que era o amor. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Aí está toda a lei e os profetas. Melhor dizendo, aí estão toda a lei e os profetas. Então, aqueles que ignoram, eles certamente terão que espiar a sua indiferença, o seu egoísmo na espiritualidade e depois obter uma nova reencarnação, quando então terão nova chance de reparar aquilo que deixaram de fazer ou que fizeram mal. E os que choram serão consolados, e os que riem egoístas e indiferentes à dor dos semelhantes, sofrerão. Em síntese é isso. Agora vamos à interpretação. Um homem rico vivia na opolência com roupas caras e muito dinheiro, aproveitando todos os prazeres da vida. Isso representa a riqueza no mundo quando mal utilizada. A riqueza ela não é distribuída e ela não existe com o propósito de alimentar os gozos pessoais daqueles que a possuem. Ela é feita, ela é ela é concedida. Isso em itens posteriores a esse que nós estamos estudando. Quem assistir as palestras será informado, será apresentado a essas condições. Então essa a riqueza, ela tem o propósito de gerar o progresso, de distribuir a renda e muitas outras coisas mais. Mas aquele que a usa exclusivamente para os seus próprios benefícios, eles eh são a são representados por esse rico da parábola. Certamente não terão um futuro na espiritualidade muito feliz. E Lázaro era um mendigo que nada tinha, vivia cheio de chagas, vestido com andrájos. Ele representa o contraste, a oposição, a riqueza. Então fica evidenciado aqui esse forte contraste que existe no mundo entre riqueza e pobreza. Agora, é interessante notar que isso tem razão de existir. Deus, na sua perfeita sabedoria, distribui a riqueza de acordo com a capacidade de cada um. É como a parábola dos talentos. Por que que um recebeu 10 talentos, um recebeu cinco talentos, o outro dois e um só e o terceiro um só? De acordo com a capacidade de cada um. Porque as pessoas não são iguais, elas não têm os mesmos merecimentos, elas não têm as mesmas

um recebeu cinco talentos, o outro dois e um só e o terceiro um só? De acordo com a capacidade de cada um. Porque as pessoas não são iguais, elas não têm os mesmos merecimentos, elas não têm as mesmas capacidades, nem os mesmos talentos. Então, Deus distribui eh sensatamente a riqueza. E além do mais, ela também funciona. Riqueza e pobreza funciona como provas e expiações. Então, este é o papel. Então aqui nós temos o homem rico que representa a riqueza, Lázaro, que representa a miséria. E ele permanecia deitado eh à porta do rico imóvel, recebendo da criado, os restos da mesa dele. E isso aí nós vamos passar rapidamente porque já falamos. E os cães vinham lamber-lhe as chagas. avança, por favor. Mais uma vez, isso tudo aqui representa uma situação corriqueira no nosso mundo. A gente vê, convive com isso o tempo todo. Portanto, é um um chamamento à reflexão para que paremos e pensemos, observando a pobreza à nossa volta. O que que nós podemos fazer? O que que o Cristo espera de nós nesse aspecto? Nós somos os responsáveis pela pobreza do mundo? Não. Mas podemos ajudar? Claro que sim. Então, devemos estar atentos e movimentar os nossos recursos no sentido de auxiliar esses que vivem nessa situação de pobreza e medicância. Continuando a interpretação, ambos vieram a falecer. Isso representa a confirmação nessa parábola da transitoriedade da vida material e a continuidade da vida espiritual. Observem bem que a parábola vai além, não não se refere exclusivamente a condição deles aqui na terra, mas vai além, vai até depois da morte deles. Lázaro foi para o seio de Abraão e o rico foi para o Ades. Então, mostra com isso, Jesus deixa claro a continuidade da vida. Todos os nossos, todos a os nossos irmãos de outras crenças religiosas acreditam na vida após a morte. Agora eles não aceitam é a teoria da reencarnação. Acho que nós só temos uma existência que antes era o nada e depois passa a ser um destino ou como Lázaro ou como eh o rico. Então, Lázaro é conduzido pelos espíritos protetores ao seio de Abraão.

ção. Acho que nós só temos uma existência que antes era o nada e depois passa a ser um destino ou como Lázaro ou como eh o rico. Então, Lázaro é conduzido pelos espíritos protetores ao seio de Abraão. O que que significa isso? Seio de Abraão são as regiões felizes da espiritualidade. Para onde vão os bem-aventurados, a que Jesus se referiu? Nas bem-aventuranças. São os planos mais elevados onde a felicidade prevalece. Interessante essa questão aqui. O rico é sepultado e permanece no Ades. Tem um errinho aí, não é doades, é noades. É interessante observar o seguinte, algumas traduções eh dizem que ele foi sepultado no Ades. Não. O que que significa Ades? Nós vamos ver daqui a pouco. O Ades é um local para onde, segundo os hebreus, iam e os gregos iam todos os mortos. Então, não inferno, como retratam algumas traduções. Abraão chama ele de filho e ele chama Abraão de pai, estabelecendo essa relação, filho e pai, comprova a tese que ele não estava num lugar isolado, afastado de uma forma definitiva e irrecorrível. Então, como dizíamos, a palavra ades vem do grego, é sheol no hebraico, que é um lugar único para onde iam todos os mortos e eles podiam ver-se e comunicar-se segundo o significado dessa palavra e como o entendiam os gregos e os hebreus. Essa ideia de céu e inferno surgiu bem mais tarde. Então, quando isso foi escrito, não existia ainda a palavra, o significado de inferno, como é conhecido hoje em dia. Isso segundo pastorino Carlos Torres, pastorino na obra A sabedoria dos Evangelhos. E esse entendimento, portanto, é compatível com a ideia espírita sobre a espiritualidade. O plano é sempre o mesmo, mas com diferentes níveis vibracionais. Então, nós falamos aqui, tem o umbral, tem os mundos felizes, tem os mundos de eh intermediários. E o que que varia, o que que varia nesses mundos? o padrão vibratório, a felicidade, quer dizer, os padrões vibratórios inferiores é aqueles que trazem as energias mais densas, mais pesadas, mais carregadas e que estão longe ainda do conceito de

dos? o padrão vibratório, a felicidade, quer dizer, os padrões vibratórios inferiores é aqueles que trazem as energias mais densas, mais pesadas, mais carregadas e que estão longe ainda do conceito de felicidade, enquanto que nos planos mais elevados a vibração são mais elevadas. Para se ter uma ideia, é o seguinte, vejam que coisa interessante, a física, principalmente Einstein, nos falam que aqui na Terra a velocidade maior admissível é a da luz. E no entanto, um espírito desencarnado, ele se torna invisível para nós. Ele vibra numa frequência acima da velocidade da luz. para vocês verem como que a nossa vibração ainda é muito baixa. Continuando a interpretação, o que que significa abismo entre nós e vós? exatamente a distância vibratória. Eh, Jesus disse numa das suas bem-aventuradas, a bem-aventuranças, que bem-aventurados, os puros de coração, porque verão a Deus. Nós podemos ver a Deus? Não, porque para ver a Deus nós tínhamos que ter uma vibração crística dos puros espíritos. Então, nós não temos condições e nós não nos nos relacionamos diretamente com Deus. Nós nos relacionamos através dos emissários de Deus. Então, é por quê? Porque existe essa distância vibratória que que gera uma impossibilidade de ser transposta a persistir enquanto persistir essa diferença vibracional é impossível. Dificilmente eh, admite-se a possibilidade de um espírito ir para um plano mais elevado. Ele não pode. E dificilmente os espíritos do plano mais elevado, eles também vêm para o plano, a não ser os missionários ou então eles passam por um processo de de redução do seu da sua vibração tão grande a ponto de se tornar visíveis para aqueles espíritos inferiores. Mas isso não é uma coisa que acontece com facilidade. Os espíritos são preparados para isso. Não é qualquer espírito que que muda. Muito bem. Seio de Abraão é o plano feliz, representa a vibração daqueles que descarregaram no sofrimento da terra os fluidos pesados agregados ao espírito. A medida que nós, à medida que nós vamos, eh, passando por

de Abraão é o plano feliz, representa a vibração daqueles que descarregaram no sofrimento da terra os fluidos pesados agregados ao espírito. A medida que nós, à medida que nós vamos, eh, passando por várias reencarnações, nós vamos adquirindo afeições, desafeições, vamos cometendo transgressões às leis divinas, vamos adquirindo certos méritos, mas em síntese a gente vai formando em torno de nós do nosso Cristo interno, da nossa essência imortal, a gente vai criando uma camada energética eh opaca e resistente que precisa ser removida. Então essa remoção se dá através da dor, do sofrimento, é a depuração. É assim, por exemplo, que se transforma um diamante, que é uma pedra bruta num brilhante. é através da lapidação que representa muito bem essa situação. Então, aqueles que estão na Terra ainda carregam esses fluídos pesados, eles não podem estar no seio de Abraão, nessas regiões felizes, nesse plano feliz que nesse nesse ele tem que melhorar, tem que elevar o seu padrão vibratório através do esforço pessoal. E aí o inferno é o oposto, representa um plano de vibração baixa e sofrível. É o fogo do remorço. Isso é simbólico, é metafórico. Não existe fogo físico queimando. Mas o remorço é represente. Ele ele dói tanto o remorço que a melhor figura que o Cristo encontrou para representar a dor do remorço é o fogo. Aquele fogo que queima eternamente sem consumir. aqueles que transpõe os umbrais da morte carregando referidos fluidos. O rico passava pela expiação depurativa. Ou melhor, vamos mudar o verbo aqui. Ele passara pela expiação depurativa, pela qual passam as consciências culpadas até o arrependimento. Havendo o arrependimento, ele entra no processo de cessam as expiações. Ele entra no processo de reparação. Ele tem que retornar e dar início ao processo de reparação de todo mal que ele que ele causou. Lázaro vendo Abraão e lembra-se dos restos de sua mesa em que favorecia Lázaro e permitia que ele ficasse deitado a sua parte. Então ele lembrou disso e instintivamente ele associou isso a

ele causou. Lázaro vendo Abraão e lembra-se dos restos de sua mesa em que favorecia Lázaro e permitia que ele ficasse deitado a sua parte. Então ele lembrou disso e instintivamente ele associou isso a algum mérito, tanto, mas era um mérito pequeno, tanto que ele pediu que apenas uma gota d'água como refrigério, porque ele entendeu ali que ele não merecia nada mais do que aquilo. Mais uma, por favor. No entanto, a resposta de Abraão explica interessantemente o mecanismo da lei de causa e efeito. Toda causa inevitavelmente produz um efeito. Se a causa é boa, o efeito é bom. Se a causa é ruim, o efeito é ruim. O rico recebera todas as facilidades e as usara egoísticamente. Agora tinha que suportar a dor da limpeza, a expiação, para purificar-se, reparar e evoluir. Lázaro já superara essa fase, sofrendo a dor da depuração na terra e agora recebia o reconforto. Ambos tinham que sofrer. Lázaro sofrera na terra. E o rico sofria agora na espiritualidade. Por que ambos tinham que sofrer? Porque ambos tinham débitos, impurezas, fluidos negativos vinculados à essência que tinham que ser depurados. Enquanto Lázaro sofria na matéria, o rico preferia aproveitar a existência nos gozos e prazeres, adiando o progresso. Tivesse, pois, paciência. Fez a escolha, livre arbítrio, fez a escolha, aí tem que arcar com as consequências. É uma questão, é uma questão de livre arbítrio, como já falamos. O rico compreende lição e conforma-se, mas não demonstra arrependimento. Possuía bons sentimentos, como já dissemos. Lembra-se dos irmãos e pede que Lázaro vá até eles para alertá-los. Abraão, no entanto, diz-lhe que eles tenham Moisés e os profetas que os ouçam. É interessante isso. O rico mostra que eu via isso com frequência nas sinagogas, mas era apenas tradição rotineira. É o que costuma acontecer. a maioria das pessoas comparece aos templos, vai lá como uma rotina, não estão ali procurando eh absorver um conhecimento, fazer um uma louvação ao criador, a espiritualidade, não tão ali para cumprir uma rotina, um papel,

comparece aos templos, vai lá como uma rotina, não estão ali procurando eh absorver um conhecimento, fazer um uma louvação ao criador, a espiritualidade, não tão ali para cumprir uma rotina, um papel, uma coisa e aquilo que é dito entra por um ouvido vai por outro sem dar maior atenção. Então é isso que que significa na na parábola. Ele dizia que se alguém viesse do além alertá-lo, surtiria efeito. Lê do engano. Isso acontece. Jesus fez tantos milagres, tantas manifestações eh espirituais que há por aí. E no entanto, tanta gente, ou seja, diríamos que a grande maioria é incrédula, é céptica em relação a a essas questões espirituais. Então isso não adianta nada, é inútil essa ação. Há mais de 2000 anos, eh, a humanidade pouco mudou nesse aspecto. Passamos agora, então ao outro episódio que é Jesus em casa de Zaqueu. Isso corresponde ao item quarto deste capítulo e está no Evangelho de Lucas, capítulo 19, versículos 1eo a 10º. Então, o texto evangélico é o seguinte: "Tendo Jesus entrado em Jericó, passava pela cidade e havia ali um homem chamado Zaqueu, chefe dos publicanos e muito rico, o qual desejoso de ver a Jesus para conhecê-lo, não o conseguia devido à multidão por ser ele de estatura muito baixa. Veja que coisa interessante. Prestem atenção nisso. Estatura muito baixa. Por isso correu à frente da turba e subiu a um cicômoro. Sicô é uma pequena árvore eh própria daquela região para ver já que Jesus devia passar por ali. Chegando a esse lugar, Jesus dirigiu o olhar para o alto e vendo-o, disse-lhe: "Zaqueu, apressa-te em descer, porque preciso que me hospedes hoje em tua casa". Zaqueu desceu imediatamente e o recebeu jubiloso. Vendo isso, todos murmuravam a dizer: "Ele foi hospedar-se em casa de um homem de uma vida". Entretanto, Zaquel, pondo-se diante do Senhor, lhe disse: "Senhor, dou a metade dos meus bens aos pobres, e se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo-o quatro vezes mais." ao que Jesus lhe disse: "Esta casa recebeu hoje a salvação, porque também

se: "Senhor, dou a metade dos meus bens aos pobres, e se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo-o quatro vezes mais." ao que Jesus lhe disse: "Esta casa recebeu hoje a salvação, porque também este é filho de Abraão, visto que o filho do homem veio para procurar e salvar o que estava perdido." As características de Zaqueu, o trecho evangélico próprio, adequado. Bem-aventurados misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Mateus, capítulo 5º versículo séo. A palavra Zaqueu, veja, tudo tem um significado, não é de graça. Palavra Zaqueu vem do grego e significa justo ou puro. Ele, esse, essa personagem da história, isso é um fato, isso não é uma parábola, isso aconteceu. Ele era chefe dos Ele chefe dos coletores, era rico. Lembrando que Mateus também era um coletor e certamente, direta ou indiretamente era chefe dele. Ele queria conhecer Jesus que passava por Jericó. E ele ao ver Jesus emocionou-se profundamente ao ver Jesus e ainda mais ao ser chamado por ele. Veja, isso aqui tem um significado simbólico, psicológico, muito profundo. Imagina a pessoa vendo o Cristo, desejando ver o Cristo, o vê e depois o Cristo chama essa pessoa pelo nome e pede para descer e vai ficar na casa. Então, eh, a emoção dele foi algo extremamente importante, foi descomunal a emoção dele naquele momento. E ele é uma pessoa generosa e humilde. Característica dele generosa e humilde. Por quê? O texto bíblico diz: "Senhor, dou, dou, usando o verbo no presente, como representando uma ação no presente, não darei, como muitas interpretações eh afirmam, isso é no presente. Dou a metade dos meus bens aos pobres e se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo-o quatro vezes mais. Veja que coisa. Então, era alguém generoso. E por que que ele era humilde? Porque ele reconheceu a sua pequenez. Ele tinha baixa estatura. Então, ele precisou subir numa árvore para ver Jesus. Isso tem um significado simbólico também. Vamos ver logo mais. Então, Jesus o chamou pelo nome e, segundo o pastorino, certamente informado por

a. Então, ele precisou subir numa árvore para ver Jesus. Isso tem um significado simbólico também. Vamos ver logo mais. Então, Jesus o chamou pelo nome e, segundo o pastorino, certamente informado por Mateus. porque o conhecia. Mas isso não importa. O Cristo sempre atende aos nossos chamados, a interpretação. Zaqueu queria vê-lo, esforça-se por encontrá-lo. Veja bem, a iniciativa. Ele tinha um desejo ardente de ver, de conhecer o Cristo e se esforça para encontrá-lo. Subir na árvore simboliza a elevação vibracional. Veja que interessante. Os símbolos das parábolas de Jesus representa a ascensão, a subida vibracional. Reconhece-se pequeno, daí a humildade e manifesta um desejo ardente pelo pelo encontro. Porque conhecer as nossas limitações é um dos pilares da humildade, conhecer as nossas próprias limitações. E aquele se reconheceu pequeno. Então, e ele mostrava uma vida de desprendimento, porque ele tem o hábito de doar na metade do que tem, representa a generosidade. Em caso de erro, ele tem o hábito de ressarcir pelo quadrup. A lei da época estabelecia 1/5. E ele espontaneamente devolvia o quádruplo do prejuízo que ele causou para outrem, o que evidencia desprendimento. Renúncia e busca ardente. Palavras profundamente consoladoras. Hoje me hospedarei em sua casa. Aquele que busca o Cristo, escuta isso, certamente é invadido, é inundado por uma sensação de consolação e de alegria inexprimíveis. E ele vai e hospeda-se na casa de Zaqueu. E o que que é Cristo? Que que significa simbolicamente Cristo vivendo na casa de alguém? é que esse alguém vive plenamente o evangelho do Cristo. O que significa o seguinte, isso aqui representa o encontro com o Cristo interno. Todos nós somos deuses, somos criaturas divinas, somos deuses. Temos que expandir e desenvolver a nossa consciência, mas o reino de Deus está dentro de nós. Então, esse Deus que há dentro de nós, que é a nossa essência divina, é o Cristo interno. E quando a gente se esforça com todas essas condições, no sentido de mergulhar em direção a esse

entro de nós. Então, esse Deus que há dentro de nós, que é a nossa essência divina, é o Cristo interno. E quando a gente se esforça com todas essas condições, no sentido de mergulhar em direção a esse Cristo interno, é o encontro representado por este episódio. Então, Jesus vai hospedar-se na casa de um judeu vendido aos odiados dominadores romanos. Isso que tá em vermelho aí é é o que o povo falou, o que representa aqui a maledicença própria dos humanos. as pessoas sempre dispostas a censurar e a criticar o comportamento alheio. E quais são os ensinamentos morais que nós vamos estrear de tudo isso? A criatura deve ser justa ou pura? Zaqueu puro ou justo? Justa ou ajustada? Ou seja, vibrações ajustadas ao alto como consequência de um esforço, de uma iniciativa própria de dentro para fora, pura, desprendida de tudo que é material. Os puros espíritos não têm nenhum vínculo mais com a matéria. A matéria representa a impureza que precisa ser eliminada. é o que vai acontecendo no nosso esforço evolutivo. O outro ensinamento, desapego e distribuição generosa e sensata dos bens. Veja que ele era rico. Ele dava metade do que ele tinha, mas ele continuava rico. Porque o que que acontece? Muita gente acha que que para entender isso, para entrar no reino dos céus, precisa pegar tudo que tem, distribuir pros pobres. O que que adianta? Daí a pouco o que tinha não tem mais e aquele que recebeu também não vai ter. Então a distribuição tem que ser sensata, tem que criar meios para que aquela riqueza, aqueles bens possam ser multiplicados. Mais uma vez, a parábola dos talentos. É indispensável querer buscar o Cristo com efetivo esforço diário. A análise, o autoexame que a gente pratica todos os dias disciplinadamente, onde que eu estou errando? Será que eu estou melhor hoje do que ontem? esse esforço, a busca da autoconquista que passa necessariamente pelo autoconhecimento. É claro que para encontrar o Cristo é fundamental a humildade. Por isso é preciso reconhecerse pequeno, ter humildade.

sforço, a busca da autoconquista que passa necessariamente pelo autoconhecimento. É claro que para encontrar o Cristo é fundamental a humildade. Por isso é preciso reconhecerse pequeno, ter humildade. É preciso elevar pensamentos, subir na árvore, elevar os pensamentos e os sentimentos e as atitudes, subir na árvore e, finalmente, evitar o juízo temerário. Jesus não colocou isso na na no episódio. Na verdade, ele não colocou, mas isso foi registrado certamente por uma inspiração dele. É, sem nada. Precisamos evitar o juízo temerário e a maldicência. Então, como conclusões, somos espíritos imortais em processo de expansão da consciência, no sentido de desenvolver a sabedoria e o amor. E para isso, passamos por provações e expiações. E entre elas, pobreza e riqueza são exemplos de provas difíceis. a pobreza por ser sofrível, por causar privações. E a riqueza, ela é perigosa por criar eh arrastamentos muitas vezes considerados irresistíveis pelas pessoas. E esses arrastamentos levam às verdadeiras desgraças espirituais. O uso da riqueza deve ser focada na geração do bem coletivo. O uso egoístico indiferente é contrário à caridade e, portanto, leva a perdição, que é a estagnação evolutiva. Não é a a a extradição definitiva, inexorável para um inferno inexpugnável. Não é estagnação. O indivíduo para de evoluir. Ele fica ali patinando no mesmo lugar. Isso é a perdição. Enquanto que a salvação é a retomada do progresso. É necessário atentar para o o necessário e o supérflo, que segundo as questões 715 e 717 do livro dos espíritos, o necessário é o essencial para a conservação da vida, saúde e evolução. alimentação, moradia, vestuário, enquanto que o supérfluo é tudo o que excede essas necessidades, consumindo recursos que poderiam auxiliar outros, sendo muitas vezes fruto da vaidade e insaciabilidade humana. A gente observa o que acontece à nossa volta, principalmente no mundo atual, a gente passa a entender o que que é a insaciabilidade humana em relação à ambição por ter

aidade e insaciabilidade humana. A gente observa o que acontece à nossa volta, principalmente no mundo atual, a gente passa a entender o que que é a insaciabilidade humana em relação à ambição por ter coisas e ter poder. A gente observa exemplos cotidianos de tudo isso. É claro que essa relação de necessário e supérfo, nós trouxemos aqui o que os espíritos disseram a esse respeito. Cabe a cada um adaptar isso à suas à sua própria vida. Outra coisa, outra coisa que a gente depreende é aquilo que a gente já falou, a existência de diferentes níveis vibracionais na escala evolutiva. Existe uma impossibilidade natural de movimentação entre esses níveis e uma impossibilidade de mudança abrupta. A natureza não dá saltos, a evolução não dá saltos. Aquilo é um processo contínuo ou às vezes estagnado, mas salto ela não dá. Então, abruptamente isso não é superado. e as condições para encontrar o Cristo interno, o desejo sincero, desprendimento material, comportamento justo, atitude caritativa e elevação vibracional, pensamentos, palavras e atos elevados. E assim concluindo, meus queridos, se a riqueza houvesse de constituir obstáculo absoluta salvação dos que a possuem, conforme se poderia inferir de certas palavras de Jesus, interpretadas segundo a letra e não segundo o espírito, Deus, que a concede teria posto nas mãos de alguns um instrumento de perdição sem apelação nenhuma. ideia que repugna a razão. Isso está no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 16, item sétimo. Então, meus queridos, concluindo, isso representa muito simbolicamente a aplicação da lei de causa e efeito e do livre arbítrio. A riqueza e a pobreza são provas difíceis. A riqueza não é condenável, ao contrário, ela é necessária. O seu uso é que pode ser condenável. Fora da caridade não há salvação. É uma confirmação desta máxima. E buscar o encontro com Cristo significa o esforço que devemos fazer para vencer as nossas más tendências e praticar o bem. E o que que é praticar o bem? É ser útil. Tudo aquilo que nós fazemos, que

. E buscar o encontro com Cristo significa o esforço que devemos fazer para vencer as nossas más tendências e praticar o bem. E o que que é praticar o bem? É ser útil. Tudo aquilo que nós fazemos, que seja útil aos nossos semelhantes, é fazer o bem. E, finalmente, elevação do padrão vibratório dos pensamentos e sentimentos. E assim encerramos essa nossa apresentação, agradecendo a todos pela atenção e rogando a Jesus que nos abençoe e permaneça conosco. Nós agradecemos ao Niraldo pela interpretação, pela interpretação do Evangelho à luz da doutrina espírita. Pedimos que Deus continue o assistindo. Agradecemos a presença de cada um de vocês. Agradecemos a presença daqueles que estão nos assistindo à distância. Agradecemos aqueles que vão assistir essa palestra daqui 10 anos ou mais. Vamos fazer nossa prece final. Senhor Jesus Cristo querido, abençoa, Senhor, todos os espíritas, mas abençoa também os evangélicos, os católicos, os judeus, os muçulmanos, os irmãos de todas as demais frentes religiosas. Nós somos Jesus mais de 35 bilhões, todos, Senhor, cristãos, só que uns ainda não sabem que o são. Que a tua luz seja com o nosso Brasil, com o nosso planeta, com o nosso sistema solar, com todos os corações, em festa, em dor, em sofrimento. Que a tua luz se esparja por sobre todos, Senhor. Muito obrigado, mestre. Nós teremos agora o passe. Eh, a equipe vai se preparar e vai chamar. Muito obrigado. Tenha uma boa tarde, uma ótima semana. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, [música] conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. >> A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu [música] abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com [música] muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para

muitas vezes nos permitiu [música] abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com [música] muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais [música] de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, [música] produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, [música] programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só [música] é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação [música] até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher [música] ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos [música] de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. [música] E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos [música] com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e [música] faça sua doação. Eu quero ver.

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