Convidar os pobres e os estropiados, com Fátima Guimarães | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 10/11/2025 (há 5 meses) 1:06:38 235 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Convidar os pobres e os estropiados. Dar sem esperar retribuição. ESE, cap. 13, itens 7 e 8. Palestrante: Fátima Guimarães Direção: Gislaine Lima Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Alô, desculpem. Boa tarde a todos. Desculpem a essa questão técnica. Então, que sejamos todos nós muito bem-vindos a essa casa bendita, a nossa amada Federação Espírita Brasileira, que nesse fim de semana recebeu os presidentes das federativas de todos os estados brasileiros paraa reunião anual do Conselho Federativo. nacional. Então, a casa esteve e está em festa, porque além dessa presença física dos presidentes atuais, sabemos que recebemos também as visitas espirituais dos coordenadores, dos benfeitores que nos inspiram, que coordenam todo o movimento espírita brasileiro. que auxiliam todos nós a mantermos a fidelidade doutrinária dessa obra maravilhosa que foi codificada pelo nosso Allan Kardec. E nessa tarde, há centena, há mais de 100 anos, a casa realiza o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é uma das obras desse Pentateuco, que é o estudo do evangelho de Jesus à luz desses conhecimentos que foram trazidos pela espiritualidade. pelos espíritos, por mãos abençoadas e organizadas pelo nosso codificador. Então, para iniciarmos o estudo da tarde de hoje, nós vamos realizar a oração, depois o estudo preparatório e em seguida a palestra. Mas antes desse momento, nós gostaríamos de compartilhar que haverá o centenário de Valdo Franco, o semeador de estrelas, que acontecerá nos dias 1 e 2 de maio de 2027. Esse foi o primeiro ano que esse que essa reunião anual ocorreu sem a presença física desse nosso querido semeador de estrelas e certamente ele estava aqui também entre nós. Então, essa divulgação foi nos solicitada já a ser realizada e está na recepção ali no hall com os detalhamentos. Então, convidamos a todos nesse momento agora para orarmos. Vamos unir meus irmãos, queridas irmãs, jovens daqui e de todo o planeta. Nesse momento, elevando os nossos pensamentos a Deus, nosso pai. Agradecendo essa oportunidade bendita do amor que podemos vivenciar entre todos que se fazem presentes em nossas vidas, a partir do dos olhares carinhosos que nos dirigem. dos abraços afetuosos

o pai. Agradecendo essa oportunidade bendita do amor que podemos vivenciar entre todos que se fazem presentes em nossas vidas, a partir do dos olhares carinhosos que nos dirigem. dos abraços afetuosos que nos brindam a cada gesto de atenção, de gentileza, de benevolência. Obrigada, Senhor, por termos possibilidade de sermos amado. E mais ainda, Senhor, agradecemos a possibilidade de exercermos, de exercitarmos o amor que aprendemos com o nosso Senhor Jesus Cristo, pelas suas lições que nos foram foram exemplificadas a cada instante em sua passagem aqui e pedindo as bênçãos nesse momento a cada um aqui presente, a cada um que acompanha esse momento. Pedimos também a permissão para iniciarmos o estudo do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Que assim seja. Graças a Deus. E agora passamos a palavra pro nosso irmão Franco, que fará a abertura com o estudo preparatório. O livro é Palavras de vida eterna, psicografia de Francisco Cândido Xavier. É ditado por Emanuel, capítulo 39. No auxílio a todos. É Paulo em sua primeira carta a Timóteo, capítulo 2, versículo 2, um trecho muito pequeno, diz assim: "Pelos reis e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida justa e sossegada em toda piedade e honestidade, pelo rei e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida justa e sossegada em toda piedade e honestidade. Aí Emanuel comenta essa passagem. Ele diz: "Comumente em nossos recintos de conversação e prece, voltamos-nos compassivamente para os nossos companheiros menos felizes no mundo. Apiedamo-nos sem dificuldade dos enfermos e dos desesperados, dos que se afundaram nas águas lodosas da miséria ou que foram vitimados por flagelos públicos. Oramos por eles, relacionando-lhes as necessidades que tentamos socorrer na medida de nossos recursos. Entretanto, o apóstolo Paulo, em suas recomendações a Timóteo, lembra-nos o amparo espiritual que devemos a quantos suportam na fronte a coroa esfogueiante da autoridade, comandando, dirigindo, orientando,

tanto, o apóstolo Paulo, em suas recomendações a Timóteo, lembra-nos o amparo espiritual que devemos a quantos suportam na fronte a coroa esfogueiante da autoridade, comandando, dirigindo, orientando, esclarecendo e instruindo. São eles os nossos irmãos, conduzidos à eminência do poder e da fortuna, da administração ou da liderança, que carregam tentações e provas ocultas de toda a espécie, padecendo vitudes, vicissitudes que muita vez se retratam de lamentável maneira nas coletividades que influenciam. A afeição de pastores dementados quando se não compenetram dos deveres que lhe são próprios. sofrem perturbações aflitivas que se projetam sobre as ovelhas que lhes recolhem a atuação, criando calamidades morais e moléstias coletivas de longo curso que arrasam a evolução e atormentam a vida. Não nos esqueçamos, pois, da oração pelos que dirigem, auxiliando-os com a bênção da simpatia e da compaixão, não só para que se desencumbam zelosamente dos compromissos que lhes celam a rota, mas também para que vivamos com o sadio exemplo deles, na verdadeira caridade uns para com os outros, sob a inspiração da honestidade, que é fase de segurança em nosso caminho. Esse é o comentário de Emanuel. Eh, sabedores que somos espíritos imortais. Eu repito muito isso aqui aos domingos quando da minha fala e não eternos, eternos só Deus. E que tivemos muitas existências, não muitas vidas. A vida é uma só, muitas existências ou encarnações e que a gente passa pelas situações as mais diversas nessas encarnações para que nós possamos absorver experiências variadas. A gente vem numa situação de dificuldade, numa situação de abundância, de mais cultura, de menos cultura numa região, em outra região, num país, em outro país, num planeta, em outro planeta. Nenhum de nós é deste planeta. nenhum de nós. Eh, e precisamos, se não vamos morrer nunca. E fatalmente, se não passamos, vamos passar pela riqueza, pela prova da riqueza que nos dá condições de fazermos muito se soubermos usá-la. Nós precisamos então

precisamos, se não vamos morrer nunca. E fatalmente, se não passamos, vamos passar pela riqueza, pela prova da riqueza que nos dá condições de fazermos muito se soubermos usá-la. Nós precisamos então orar pelos que vivem nas ruas, pelos que estão nos hospitais, pelos idosos abandonados e um inúmero grupo de pessoas. Mas devemos também orar pelos que hoje t o dinheiro e tem muito dinheiro, porque geralmente a maioria perde a noção da vida com tanta abundância, com tanto poder. E uma pessoa que tem muito dinheiro, ela pode fazer muito, tanto no sentido do bem quanto no sentido do não tão bem. Um exemplo, um dos três mais ricos do planeta hoje, minha concepção. Se ele tirasse quase nada do que ele tem e estabelecesse um grupo para tratar a área da saúde, muitas doenças seriam exterminadas, deixariam de existir. O que os proíbe de fazer isso? o orgulho, o egoísmo, a ideia de que não vou morrer nunca. Se o espírita não pensa muito na morte, imagine o não espírita. acha que vai viver para sempre, segura seus bens, às vezes é perdulário, tem aqueles que, porque tem o rico que gera o emprego, que gera a riqueza, que faz e acontece, mas tem aquele que é mais seguro, que ele aplica, o dinheiro dele, não dá o emprego, tá tudo lá na aplicação rendendo e é isso para ele tá bom demais. Então, todo esse pessoal merece a nossa lembrança, a nossa prece, a nossa boa vibração para que eles possam se desincumbir dessa missão da melhor forma possível. Voltando à minha fala inicial, não nos esqueçamos que se não ocorreu e pode ser que tenha ocorrido, voltará a ocorrer de nós estarmos na posse do dinheiro, do poder, da riqueza, da fama, da beleza e teremos que saber administrar. Muito obrigado. Agradecemos ao querido irmão Franco essas reflexões e também queremos agradecer a querida Marileia, que com a sua arte, o seu piano, há décadas nos auxilia a harmonizar os pensamentos, os sentimentos sempre aqui no início das palestras públicas. Muito obrigada, querida Marilia. Inclusive na época da pandemia,

sua arte, o seu piano, há décadas nos auxilia a harmonizar os pensamentos, os sentimentos sempre aqui no início das palestras públicas. Muito obrigada, querida Marilia. Inclusive na época da pandemia, né, superando todas as dificuldades técnicas, à distância, ela realizava esse trabalho. Não é inesquecível esse esforço. Gratidão, querida. Agora nós passamos a palavra à nossa querida Fátima Guimarães, que vai proferir as nossas reflexões da tarde. Obrigada. Prezados irmãos, boa tarde. É sempre nós nos tornamos repetitivos, não é? Mas é verdadeiro, é sempre com muita alegria em os momentos que nos reunimos para o estudo do evangelho de Jesus nesta casa ou em qualquer outro. Recanto no nosso evangelho no lar. É aquele momento em que nós sentimos de perto nossos amigos, mentores espirituais e até mesmo Jesus. Se calarmos, né, bem os nossos as nossas emoções, os tumultos da nossa mente, nós vamos sentir o caricioso, a cariciosa presença de Jesus a nos envolver. Então, que nos deixemos neste momento envolvermo-nos pela presença de Jesus junto a nós, porque a cada momento que estudamos o seu evangelho, ele se aproxima para que possamos compreender, aprender e, finalmente vivenciar os seus ensinamentos. O capítulo da tarde de hoje do Evangelho Segundo o Espiritismo é o capítulo 13. Não saiba a vossa mão direita. os itens 78 que já foram estudados anteriormente, fazer o bem sem ostentação, os infortúnios ocultos, o óbvulo da viúva, que são análises de Kardecima das passagens de Evangelho de Jesus. E hoje convidar os pobres e os estropeados dar sem ter retribuição. Vou recordar aqui o Evangelho de Lucas, no capítulo 14, versículos 12 a 15, que Kardecou para essa reflexão, que nos diz assim: "Disse também aquele que o convidara: Quando derdes um jantar ou uma ceia, não convideis nem os vossos amigos, nem os vossos irmãos, nem os vossos parentes, nem os vossos vizinhos que forem ricos, para que em seguida não vos convidem a seu turno e assim retribuam o que de vós receberam.

s nem os vossos amigos, nem os vossos irmãos, nem os vossos parentes, nem os vossos vizinhos que forem ricos, para que em seguida não vos convidem a seu turno e assim retribuam o que de vós receberam. Quando derdes um festim, convidai para eles os pobres, os estropeiados, os coxos e os cegos, e sereis ditosos por não terem eles meios de volo retribuir, pois isso será retribuído na ressurreição dos justos. Um dos que se achavam à mesa, ouvindo essas palavras, disse-lhe: "Feliz do que comer do pão no reino de Deus". Kardec então nos traz o a seguinte reflexão: "Quando derdes um festim", disse Jesus, "não convideis para ele os vossos amigos, mas os pobres e estropeiados. Estas palavras absurdas se tomadas ao pé da letra são sublimes se lhe buscarmos o espírito. Sabemos que Jesus nos fala aqui nessa parábola, vai estar ressaltado a caridade, mais um momento em que ele nos fala sobre a caridade. E em todo o seu evangelho, Jesus, de acordo com o lugar, com o grupo em que se encontrava, vem despertar nos corações o Amai-vos uns aos outros. Então, como diz Kardec, realmente, se nos prendermos a letra sem buscarmos o contexto, o lugar, a situação, o momento que falava, nós vamos achar absurdos. Como é que eu, se eu tenho que amar o próximo como a mim mesmo, o meu próximo mais próximo são meus familiares, meus amigos, não é? E aqui Jesus diz para que eu não os convide, mas convide aqueles a quem eu não conheço, que estão Mas ele diz quais são aqueles, né, que são os mais necessitados, mas não exclui aqueles outros a quem amamos, a quem convivemos. Ele ressalta que geralmente aqueles que nos são próximos, aqueles que, como foi citado, que têm, né, vieram a esta existência com mais possibilidades econômicas, eles vão ter todos, né, a condição de retribuir. Então ali há o momento de confraternização, de troca, mas a doação maior, não é aquela doação sem esperar nada em troca, sem retribuição, que é o desejo realmente de nos darmos, ele não fica tão, vamos dizer assim, propício naquele momento, não é? E

oca, mas a doação maior, não é aquela doação sem esperar nada em troca, sem retribuição, que é o desejo realmente de nos darmos, ele não fica tão, vamos dizer assim, propício naquele momento, não é? E Kardec nos diz: "Não é possível que Jesus haja pretendido que, em vez de seus amigos, alguém reúna a sua mesa os mendigos da rua, os mendigos da rua. Sua linguagem era quase sempre figurada. E para os homens incapazes de apanhar os delicados matizes do pensamento, precisava servir-se de imagens fortes que produzissem o efeito de um colorido vivo, que despertasse nos corações o verdadeiro sentido do dar-se, do doar-se. E agora nesse momento, e não é por acaso, nós sabemos que somos assistidos e somos instrumentos imperfeitos. E se pudéssemos ser mais capazes, nos deixaríamos conduzir melhor pelos mentores e responsáveis pelos trabalhos espirituais, não é? Mas me veio a lembrança um caso que ouvi não tem muito tempo na televisão. Vi, ouvi não, euou vi o testemunho de uma moça, não é? Ela foi levada a um programa de televisão para levar o seu testemunho para que ela ela estava ali também recebendo mais uma ajuda aí já para o trabalho que ela vinha desenvolvendo. Ela era usuária de craque. Ela passou 14 ou 15 anos pelas ruas, começou muito jovem e já tava naquela condição do usuário de drogas que não tem retorno, que todo mundo olha e diz: "Essa menina, essa aí não tem mais jeito". E ela encontrou duas pessoas, mulheres que no trabalho de auxílio a esses irmãos, se chegaram a ela e lhe propuseram se ela não queria se tratar, se ela não queria sair daquela vida. E ela alegou que já havia, a família havia tentado, ela já havia estado em clínicas e que não adiantava, ela não conseguia sair. Ela disse: "Mas eu acredito em você e se você quiser sair agora, eu te levo para minha casa." E ela se espantou para a sua casa. Eu levo você para morar comigo. E ela aceitou. E a partir daí ela passou a conviver com a família dessa senhora. Ela se tratou e ela canta. Ela passou a ir à igreja,

E ela se espantou para a sua casa. Eu levo você para morar comigo. E ela aceitou. E a partir daí ela passou a conviver com a família dessa senhora. Ela se tratou e ela canta. Ela passou a ir à igreja, começou a cantar, ter na música aquele apoio que a gente sabe o quanto a música ela é importante nesse lado psíquico e de ajuda para vencermos as dificuldades. A música sublime, é claro, né? Não é também só clássicos, não. Aquela música popular, mas que eleva, que traz uma mensagem positiva. Então ela já estava naquele programa para receber, né, ajuda de empresas que investissem no projeto dela, que era tirar outras pessoas da mesma situação que ela, dizendo que era possível sair, que ela estava na fase, vamos dizer assim, terminal daquele daquela pessoa que nenhum E o médico olha, todo mundo que olha, diz assim: "Essa aqui não tem mais jeito, já se fizemos tudo que podíamos por essa pessoa abandonada". Então é o que Jesus diz aqui. E Kardec ressalta: "Reúna a mesa os mendigos da rua". E ele diz: "Não é isso, mas essa moça acreditou e fez isso. Ela era moradora de rua. A família não conseguia mais levá-la para casa. São esses, não é? Não é possível que Jesus haja pretendido que a gente abandone os nossos amigos? Claro que não. Mas dentro da sua linguagem figurada, servindo de um colorido forte, ele desperta em nós e naqueles que vêm com o propósito do trabalho de dedicação e auxílio ao seu próximo, a sua mensagem que está contida no seu coração. Mas todos nós temos a mesma proposta de trabalho? Claro que não. Como foi ressaltado na nossa página de preparação, cada um de nós vem com uma riqueza material, intelectual, psíquica, afetiva. Hoje nós sabemos que as inteligências antigamente se media por ir. Hoje são várias inteligências. O estudo mostrou que cada um de nós tem uma inteligência numa área em particular. E é essa inteligência que viemos contribuir, é esse dom, são essas habilidades. Habilidade de limpar, de varrer, habilidade de acolher, habilidade de ensinar o outro a calar.

numa área em particular. E é essa inteligência que viemos contribuir, é esse dom, são essas habilidades. Habilidade de limpar, de varrer, habilidade de acolher, habilidade de ensinar o outro a calar. Tudo isso é habilidade da tolerância, da benevolência, em que somos modelos aonde nos encontramos. É a esse banquete que Jesus nos convida a estarmos atentos, pois somos sempre polos de referência, positiva ou não positiva, das coisas boas ou daquelas que não devem ser copiadas. Se temos então essa esse entendimento, é como Kardec, se temos relembrar em nosso pensamento que a mensagem do Cristo está aí conosco há mais de 2000 anos, nós vamos ver que Kardec nos traz que por festim deveis entender não os repastos propriamente ditos, mas a participação na abundância de que desfrutais. Qual o tipo de abundância que eu tenho nessa existência? O que que eu trago de melhor? O que que eu sei fazer melhor? O que eu posso contribuir com que eu tenho de melhor? Porque a pior queratura que possamos nos lembrar nesse momento, ela sempre traz algo de bom. Ela só se perdeu de novo nas suas paixões. Eu nos fala em seus livros, se eu não me engano é no pau nosso. E Joana de ressalta no livro Bênçãos, acho que é esse, Bênçãos de Luz, em que ninguém renasce na terra para errar, para falir. Todos renascemos para o despertar das nossas consciências, para melhorarmos naquilo que viemos aprender e nos educar. Mas se deixamos nos arrastar pelas paixões, caímos novamente nos velhos hábitos do passado e voltamos a cometer os mesmos desequilíbrios. Então, todos nós, qualquer um que vier à nossa mente nessa hora em que julgamos, criticamos e condenamos, reencarnamos e reencarnaram para contribuir com o melhor, com a sociedade, no local onde se encontra. É a esse festim que somos convidados todos os dias para que distribuamos aquilo que trouxemos e que estamos aprendendo durante a existência, porque vamos cada vez mais adquirindo experiências e conhecimentos para contribuir com todos que caminham

dias para que distribuamos aquilo que trouxemos e que estamos aprendendo durante a existência, porque vamos cada vez mais adquirindo experiências e conhecimentos para contribuir com todos que caminham conosco. Dessa forma, grande serviço presta. aqueles que estão voltados com o pensamento, não só para si mesmo, não é? Não só para o meu clã, para a minha espécie, para a minha família, porque nós já saímos das cavernas. Não precisamos deixar mais que o instinto de conservação fale mais alto que as virtudes da bondade, da benevolência, da compaixão, da misericórdia. Porque hoje nós entendemos que temos várias formas de proteger nossa família, de ganhar os os bens necessários para minha sobrevivência sem que eu precise matar, caçar, defender aquilo que eu ganhei, a minha propriedade, porque senão o outro vem e vai tomar conta da minha caverna, da minha gruta onde eu me protejo. era necessário no passado, mas caminhamos muito como seres humanos, habitamos corpos mais perfeitos. Como ressaltou o Franco, enquanto alguns companheiros acumulam, muitos outros trabalham silenciosamente, contribuem sem que mesmo nós não saibamos. Riquezas estão sendo colocadas nas mãos de cientistas, de pesquisadores. Por isso temos aparelhos de alta complexidade que conseguem detectar doenças que no passado matavam em poucos meses. Hoje, muitos dos problemas dos cânceres, dos diversos, são curáveis. Pode-se dizer que 90%, 80% são curáveis. Primeiro porque são detectados preventivamente por esses aparelhos. Segundo, porque tantos outros contribuíram para a pesquisa dos tratamentos em que cada vez mais se tornam aperfeiçoados e dão-nos a possibilidade de viver mais, com mais saúde. Hoje vemos pessoas com 90, 98, que nem o pai de uma amiga. Claro que a máquina, né, vai ficando mais fraquinha, mas que está ali independente, contribuindo, vivendo bem. Por quê? Porque esses companheiros que trabalham silenciosamente entenderam a parábola que Jesus nos fala sobre o convite. E aqueles que sabem que têm, vieram, não

pendente, contribuindo, vivendo bem. Por quê? Porque esses companheiros que trabalham silenciosamente entenderam a parábola que Jesus nos fala sobre o convite. E aqueles que sabem que têm, vieram, não é, com o dom, com a possibilidade, o raciocínio, o intelecto desenvolvido para as grandes descobertas, ficassem em suas casas pensando somente em si, trocando somente com seus amigos, o que seria de nós? Mas eles dedicam suas vidas, passam horas e horas nos laboratórios esquecendo de si mesmos, pensando no quem? Nos pobres e nos estropeados. Alguns podem pensar assim: "Ah, mas esses exames são caríssimos, é necessário, nem todo plano de saúde paga". Mas nós temos no governo que se batalhar consegue. Os hospitais já estão aparelhados. Ah, mas é difícil. Mas no passado nem tinha gente. E a dificuldade vem para que trabalhemos as nossas possibilidades de confiança, de certeza que nós vamos conseguir, porque nós temos que fazer a nossa parte. Não basta que sejamos também convidados. É necessário que façamos a nossa parte, porque Jesus nos convida há 2000 anos e ainda não estamos no banquete com ele. Ainda estamos teimando nas nossas velhos hábitos, não é? em mantermo-nos repetindo as mesmas paixões que já identificamos em nós. Mas o pior, eu considero o pior, não sei se vocês, né, que nós espíritas com conhecimento ainda dizemos assim: "Ah, eu vou deixar pra próxima encarnação". Não, gente, faça isso. Não. Nós espíritas não temos mais esse direito porque já sabemos que a próxima será mais difícil. Por quê? A muito será cobrado a quem muito recebeu. Mas não por castigo. É porque a nossa consciência que nos cobra. Deus não nos castiga. Nós vamos ver que ele nos ofereceu todas as possibilidades, todos os recursos para o aprendizado, mas que eu decidi qual criança teimosa não quer ir à escola hoje. Eu não gostei dessa matéria. Vou repetir, vou deixar pro ano que vem, vou ficar em recuperação. A recuperação sempre é pior, né? Não, a gente perde as férias, a gente tem que estudar tudo de novo, que se já tivesse

dessa matéria. Vou repetir, vou deixar pro ano que vem, vou ficar em recuperação. A recuperação sempre é pior, né? Não, a gente perde as férias, a gente tem que estudar tudo de novo, que se já tivesse estudado na primeira aula ali, prestada atenção, que nem precisa fazer muito esforço, né? Se prestarmos atenção na aula, aí damos uma lidazinha no livro na véspera, os jovens aí que estão me ouvindo, no dia da prova, a gente lembra. Agora, se não prestamos atenção no dia da aula e vamos querer estudar na véspera e aprender tudo, não tiramos as dúvidas com o professor. Aí fica difícil e fica muito mais difícil na recuperação. Assim é a nossa vida, são é o nosso dia a dia. A cada dia temos a oportunidade da lição. Qual é a lição que eu recebi hoje? todos os dias. Há pouco tempo ouvi uma palestra do Haroldo que me eh me fez realmente me dar conta, não é? E aí eu quero dividir com vocês. Desde que nós nascemos, reencarnamos, todas as experiências são lições até de fazer a conta para ver quanto vamos pagar no supermercado, quanto temos que gastar, quanto não temos. Por quê? Todas as situações do nosso dia a dia são as experiências para que eu aprenda a amadurecer, a raciocinar, a ser criativo, a melhorar a minha vida. Se nós pensarmos assim, nós vamos ver que todo dia devemos agradecer ao final do dia e ver qual foi a lição que o dia me deu hoje. Eu aproveitei, não aproveitei, passou despercebido, qual foi o momento ali que eu me distraí? Não precisamos ficar fanáticos, não, naturalmente. E no dia seguinte, ao acordarmos, pedirmos a Deus e aos nossos amigos espirituais me ajude para que hoje eu aproveite 100% das aulas, eu esteja atento às lições da vida. É o dia a dia. Eu no livro Pão Nosso. E a caridade é o trabalho que nós temos. todos os dias, começando conosco mesmos. Mas Emanuel no livro Pão Nosso nos diz assim, aliás, ele vai analisar a passagem de Paulo. Quem falou primeiro foi Paulo lá aos Tessalonicenses. Quanto, porém, a caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva,

vro Pão Nosso nos diz assim, aliás, ele vai analisar a passagem de Paulo. Quem falou primeiro foi Paulo lá aos Tessalonicenses. Quanto, porém, a caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus, que vos ameis uns aos outros. Ele foi buscar lá, ó, lá 10 mandamentos. Há quanto tempo que nós já somos instruídos sobre a caridade? Emanuel então nos diz que esperam entretanto, sobre esta passagem de Paulo os companheiros esclarecidos para serem efetivamente irmãos uns dos outros. O que nós esperamos? Muita gente se esquece de que a solidariedade legítima escasseia nos ambientes onde é reduzido o espírito de serviço e onde sobra a preocupação do criticar. Se estamos sempre abertos a auxiliar, a ajudar, estaremos atentos no supermercado. Quando eu passo e derrubo alguma coisa. Se eu derrubei, eu volto e pego. Mas se eu passei e tava derrubado e ninguém pegou, não custa que eu pegue. Mas eu acho que esse serviço eu vou tirar do funcionário do supermercado. Não, ele tem, tem que ter serviço, não é? Meu irmão, tem que ter, deixa para ele. Só que alguém pode tropeçar naquilo que caiu e cair também, né? Na no objeto que tá no chão, pisar, cair, não é? Então, ameis uns aos outros. Posso ser eu a escorregar e cair, e pode ser um irmão que venha, tropece e caia. Espírito de serviço reduzido. É o que a mana nos fala que escassia nos nossos ambientes. formos ver em nossas próprias casas, em nossos lares, se temos alguém que nos ajude, a pessoa está ali para fazer uma faxina, para cozinhar, para arrumar a casa, ela está ali para aquele serviço. Mas aí a fulana vem, né? Ou fulano, não, deixar aí, amanhã ele arruma, não, vou largar ali, a mãe ele cata. Quando eu posso pegar aquilo que é meu e já botar no lugar? Quando eu posso auxiliar aqueles que convivem comigo e arrumar aquilo que eu tiro do lugar, ao invés de um só arrumar, ao invés de um só organizar, cada um contribui, não só com seu espaço. Eu tô falando porque eu tenho netos, já tive filhos, né?

comigo e arrumar aquilo que eu tiro do lugar, ao invés de um só arrumar, ao invés de um só organizar, cada um contribui, não só com seu espaço. Eu tô falando porque eu tenho netos, já tive filhos, né? Ah, mas é, não sou eu, não. Deixa a mãe arrumar. Mas por que a sua mãe? Não foi você que acabou de tirar? Não foi você que usou a roupa? Não, mas depois ela pega, bota para lavar. Por que que você não pega e já bota no cesto? São coisas pequenas e que nós vamos vendo que cada vez mais a tecnologia e as pessoas de outras áreas começam a nos ajudar nessa reflexão dos amai-vos uns aos outros e nós não nos damos conta. Quando vem os postezinhos de vamos arrumar, não é? Ajude, né, em casa, ó, você vai, você vai ganhar mais e nos dá incentivo, nos orienta, nos facilita a vida. é a espiritualidade nos trazendo através dos dons positivos, que também tem os negativos, o quanto podemos contribuir uns com os outros para que cada vez mais possamos ser mais produtivos dentro daquilo que sabemos fazer. Porque muitas vezes aquele profissional que é mais organizado, eu vejo na academia uma coisa simples que hoje todo mundo faz academia, graças a Deus, né? Porque hoje se descobriu que a academia não é feita somente para ficar de corpo bonito, né? Eu faço academia por tratamento de saúde. Para minha saúde. Hoje o incentivo dos médicos é: faça academia, a musculação, porque é importante para manter a sua saúde. E eu acho interessante que vem um tir o aparelho daqui, tira o outro aparelho de lá e vai embora. Larga que daqui a pouco tem aquele estagiário, né, do das escolas de educação física, tem quatro, cinco estagiários. Um fica aqui ensinando, outro fica ali fingindo que ensina, outro fica lá, né, batendo um papo. Mas tem aquele que sai pegando e voltando com tudo pro lugar, organizando. Por quê? vai ter um próximo que vai procurar e vai precisar. Então nós vemos que nas coisas simples da vida, nós vamos convidando com o nosso ser a seguir o evangelho de Jesus. E é o que Emanuel nos diz: escassia a

er um próximo que vai procurar e vai precisar. Então nós vemos que nas coisas simples da vida, nós vamos convidando com o nosso ser a seguir o evangelho de Jesus. E é o que Emanuel nos diz: escassia a solidariedade, o espírito de serviço, onde sobra preocupação de criticar, de apontar erros. É falta de assistência espiritual, é falta de conhecimento. Não é em Emanu diz: "Não sou eu". No livro Pão Nosso. É. E que ninguém peça ao céu determinadas receitas de fraternidade, porque a fórmula sagrada da fraternidade é imutável e permanece conosco. Amai-vos uns aos outros. Então, nós vemos que o manancial de conhecimento que trazemos através do evangelho do Cristo, desde Moisés, dos filósofos, dos profetas, é imenso dos profissionais das áreas, das diversas áreas que hoje se multiplicam as áreas nas diversas ciências para facilitar. Não é mais o nosso aprendizado, não, gente, porque intelectualmente nós já temos muito, mas para facilitar que nós utilizemos o material já acumulado intelectualmente no nosso dia a dia, no amai-vos uns aos outros. E Emanuel, no mesmo livro P Nosso, analisando a epístola de Pedro que diz assim: "Mas sobretudo tem de ardente caridade uns para com os outros". Tá no evangelho. Paulo, Pedro, depois de Jesus, Emanuel, na série Fonte Viva, que mastiga o evangelho para nós, se quisermos todos os dias, basta nós abrirmos os os livros. E ele nos diz assim, o título da do capítulo é com ardente amor e ele diz assim: "Não basta virtude apregoada em favor do estabelecimento do reino divino entre as criaturas". Problema excessivamente debatido, solução demorada. Já viu reunião? Todo mundo aqui já participou de reunião, né? Todo mundo aqui tem reunião que se passa duas, tr horas, se fala, se fala, não chega denominador comum, porque um pensa uma coisa, outro pensa outra e outro pensa outra e todo mundo quer impor a sua vontade. Ninguém está com eh focado na solução, tá focado em si para que possa a sua ideia ser aceita, porque a dela é a melhor. Então é o que ele diz aqui, não basta a

a e todo mundo quer impor a sua vontade. Ninguém está com eh focado na solução, tá focado em si para que possa a sua ideia ser aceita, porque a dela é a melhor. Então é o que ele diz aqui, não basta a virtude apregoada, não adianta eu falar, eu tô falando primeiro para mim mesma, né? São dois ouvidos mais próximos, são os meus. Problema excessivamente debatido, solução mais demorada. Ouçamos individualmente o aviso apostólico e enchamo-nos de ardente caridade uns para com os outros. Bem falar, ensinar com acerto e crer sinceramente são fases primárias do serviço. Eu tô na fase primária ainda, né? Tô falando, tô pensando que tô ensinando, não é? Aí Emanuel continua: "Imprescindível trabalhar, fazer e sentir com o Cristo." Olha só. Como ele termina? Imprescindível trabalhar, fazer e sentir com Cristo. Não adianta a gente trabalhar, nós fazermos, porque estamos fazendo. Hoje eu vou fazer a caridade. Eu vou ali, vou dar o café, o leite, o pão, distribuir a cesta básica. Aí eu tô lá, o irmão chega, aí eu digo: "Calma, menino, se aquiieta, entra na fila, respeita". Perdemos a paciência com os irmãos. Era isso que Jesus fazia. Estamos sentindo a problemática do outro. Vou falar uma experiência eh que estamos que vivemos em particular, né, aqui na nossa casa e que nos enche de alegria. Nós temos um trabalho de artesanato para as pessoas eh que desejem, né, em situação de vulnerabilidade ou não, para que possam vir a se sustentar, né? E uma companheira chegou, ela não conseguia parar para ouvir. Ela esfregava a cabeça, enfiava as mãos assim, agoniava na hora que tava lendo o evangelho, fazendo que a gente sempre lê uma página, né? Uma prece e na hora que tava explicando para ensinar hoje com nós começamos em março, poucos meses, né? é a única que nunca faltou. Vem com uma alegria enorme e adora o que tá fazendo e disse assim: "Eu não vou conseguir isso aí. Eu não consigo não consigo". Eu digo, ela não vai conseguir mesmo fazer crochê e bordar com essa impaciência toda? Pois

ia enorme e adora o que tá fazendo e disse assim: "Eu não vou conseguir isso aí. Eu não consigo não consigo". Eu digo, ela não vai conseguir mesmo fazer crochê e bordar com essa impaciência toda? Pois ela já faz crochê e já está bordando e adora. E com o tempo a gente vai compreendendo as problemáticas. É uma irmã sozinha, cuida de três filhos, uma já é uma moça, mas tem dois filhos autistas. Não podia chegar de outro jeito, né? e que encontra num trabalho simples. É a contribuição das companheiras, que não é meu, é um trabalho de várias companheiras, é um grupo em que realmente buscamos nós a conversarmos entre nós. nós conseguirmos que uma pessoa saia daqui se sentindo acolhida, que não aprenda a fazer nada, mas que se sinta acolhida, essa daí já pagou o nosso, né, já confortou o nosso coração. É isso que Jesus fala aqui, ô Emmanuel fala aqui, imprescindível trabalhar, fazer e sentir com o outro. Não é sentir o outro, que o outro tá nervoso, tá irritado. Sentir com o outro. Por que que ele está assim? Fraternidade simplesmente aconselhada a outro, a outra constrói fachadas brilhantes que a experiência pode consumir num minuto. Urge alcançarmos a substância, a essência. Sejamos compreensivos para com os ignorantes. Isso é caridade. Vigilantes para com os transviados na maldade. Hoje é o que mais temos que ser. Vigilantes para crítica, vigilantes para acusar e julgar, vigilantes para envolvê-los na misericórdia de Jesus, na compaixão. Lembrando que aqueles irmãos têm pai, tem mãe, tem irmãos, muitas vezes tem filhos e que sofrem por ele ter escolhido aquela vida. Então, não fiquemos com raiva, não busquemos transmitir o que temos ainda de imperfeição em nós, as nossas dificuldades que nos afetam porque fomos feridos nessas situações. Não compartilhemos, oremos. Ele fala: "Vigilantes para com os transviados na maldade, nas trevas, pacientes para com os enfermiços. Todos esses são doentes, serenos para com os irritados e sobretudo manifestemos a bondade para com todos

: "Vigilantes para com os transviados na maldade, nas trevas, pacientes para com os enfermiços. Todos esses são doentes, serenos para com os irritados e sobretudo manifestemos a bondade para com todos aqueles que o mestre nos confiou para os ensinos de cada dia. E esse que ele nos confiou para os ensinos de cada dia é o próximo, mais próximo, nossos familiares, amigos, mas também é o atendente da loja da padaria, o irmão que passa por mim e me fecha no trânsito, o irmão que não para na faixa e quase me atropela, é para com todos que se aproximam de mim no meu dia a dia. Todos a cada dia. Não nos detenhamos na piedade teórica. Nossa, que pena. Coitadinho, não é? Ah, coitado, tá com problema, mas vai com Deus. Cois se vai com Deus é tomar que encontre, né, alguma coisa aí na frente de aprendizado pelo erro que tu tá cometendo. Não. Saiamos da teoria. Busquemos o amor fraterno, espontâneo, ardente e puro. A caridade celeste não somente espalha benefícios, irradia também a divina luz. Cada momento que fazemos isso, em cada momento em que envolvemos um irmão tenha dinheiro, pobre ou rico, situações financeiras, monetárias, não importam classe social. Importa que se identificamos, estamos criticando alguém que achamos que está cometendo algum desequilíbrio, envolvamos-los em nossas preces. Não tomemos partido. Famílias, amigos se separam por ideais. Ideais que são terrenos, que aqui ficam, de pessoas que erram e acertam. Não é este e nem este que é o melhor. Esse time não é melhor do que esse. Hoje ele tá ganhando também. ele vai perder e o outro vai ganhar. E e nós nos pegamos em pontos de vista para discutirmos, para alimentarmos a discórdia, para alimentarmos a atmosfera psíquica da nossa casa, na nossa quadra, da nossa cidade, do nosso país, com as nossas trevas, as nossas sombras. É Emânuel novamente que vem que eu trago para nos socorrer. Dai antes esmola do queerdes. Ele pega esse versículo de eh 41 do capítulo 11 de Lucas em no livro Fonte Viva e ele diz: "A palavra do Senhor

Emânuel novamente que vem que eu trago para nos socorrer. Dai antes esmola do queerdes. Ele pega esse versículo de eh 41 do capítulo 11 de Lucas em no livro Fonte Viva e ele diz: "A palavra do Senhor está sempre estruturada em luminosa beleza que não podemos perder de vista. No capítulo da esmola, a recomendação do mestre dentro da narrativa de Lucas merece apontamentos especiais. Dai antes esmola do que tiverdes. Dar o que temos é diferente dar do que detemos. O que detemos é material. O que temos são nossas conquistas morais, intelectuais. psíquicas, afetivas. São essas que devemos então multiplicar com aqueles que nos cercam. Vou encerrando aqui, convidar, como nos diz Kardec, aos outros, ao contrário, encontram satisfação em receber parênteses, ao contrário daqueles, né, que encontram eh satisfação em receber parentes e amigos menos felizes, outros encontram esses. Ora, quem não encontra entre os seus? Dessa forma, grande serviço às vezes se lhe presta sem que pareça, porque temos também os parentes, né, que não t aquele acesso tão grande a nós, seja lá por que motivo for, seja até por problemas de relacionamento. Tra, tragamos eles são os pobres, né, que devemos confiar eh eh aproximar. E encerro então com Emmanuel que nos diz: "É sempre reduzida a caridade que alimenta o estômago, mas que não esquece a ofensa, que não se dispõe a servir diretamente ou que não acende luz para ignorância." O aviso do instrutor divino nas anotações de Lucas significa: "Da esmola da vossa vida íntima. Ajudai por vós mesmos. Espalhai alegria e bom ânimo, oportunidades de crescimento e elevação com os vossos semelhantes. Sede irmãos dedicados ao próximo, porque em verdade o amor que se irradia em bênçãos de felicidade e trabalho, paz e confiança, é sempre a dádiva maior de todas, que é o amor. Muita paz, muita luz. que consigamos a cada dia colocar em prática este manancial de bênçãos que recebemos de Jesus e da doutrina espírita para que saibamos viver e senti-lo no nosso dia a dia. Sejamos

uita paz, muita luz. que consigamos a cada dia colocar em prática este manancial de bênçãos que recebemos de Jesus e da doutrina espírita para que saibamos viver e senti-lo no nosso dia a dia. Sejamos luzes, paz e harmonia aonde nos encontrarmos. Muito obrigada, muita paz e agradeço aos amigos que também nos acompanham pela FEB TV, que esqueci de cumprimentar no início da palestra. Recebam o meu abraço, meu carinho e a minha gratidão. Nós agradecemos nossa querida Fátima. E Fátima, agora a gente vai ter que divulgar o dia, o horário do trabalho aqui para convidar os amigos a participar do artesanato. Por favor, [risadas] >> nós nos encontramos todas as quartas-feiras a partir das 2:30 ali no espaço de acolhimento do DAS. Quem tiver habilidade, quem não tiver, venha compartilhar conosco, porque é uma tarde muito gostosa. É de 2:30 às 4:30, >> às quartas-feiras. E quem tiver à distância e tiver curiosidade sobre o trabalho, pode nos enviar o e-mail que está no site da FEB, www.febnet.org.br, do BR que a gente responde, né, orientando sobre esse tipo de trabalho que é muito interessante porque traz para a casa espírita as pessoas, né, os idosos, as pessoas em geral, para compartilhar, para ter um grupo de convivência e de fraternidade, de construção, de amorosidade. É um lindo trabalho. Obrigada, Fátima, por compartilhar. Eh, antes de nós pedimos ao nosso irmão Franco para conduzir a nossa oração final, nós já vamos dar orientação que após a oração, nós teremos o passe. A equipe se prepara aqui atrás e convida quem tiver vontade de receber o passe, basta permanecer no salão que a equipe vai convidando de acordo com as necessidades do público, tá bem? Então, como a Fátima mencionou, desejamos a todos uma ótima semana, com muita paz e gratidão por compartilharmos mais esse momento de amor com Jesus e com todos nós reunidos. Muita paz, por favor, Franco. >> Senhor Jesus Cristo querido, nós te agradecemos, Senhor, pela oportunidade da palestra, dos esclarecimentos, pela oportunidade da doutrina espírita

todos nós reunidos. Muita paz, por favor, Franco. >> Senhor Jesus Cristo querido, nós te agradecemos, Senhor, pela oportunidade da palestra, dos esclarecimentos, pela oportunidade da doutrina espírita em nossas vidas, Senhor. Que possamos fazer durante a presente encarnação bom uso desses conhecimentos e que possamos dividir esse tesouro com o nosso próximo. Senhor, abençoa, Jesus nossos irmãos mais necessitados em todo o planeta, aqueles que não têm lar, que vivem nas ruas, os que estão em hospitais, os que estão abandonados, os que estão em asilo, hospício, penitenciários, delegacias. Abençoa a todos, mas abençoa também, Senhor, os nossos irmãos que estão na abundância, que estão realizando, fazendo, acontecendo, os nossos cientistas em todas as áreas que estão trazendo conforto paraa humanidade. Abençoa os dirigentes de todos os países no nosso planeta para que possamos ter paz. Senhor, abençoa os espíritas, os católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos, de todas as frentes religiosas, os que não têm religiãos, ateus, agnósticos, somos todos filhos de Deus e não nos esqueçamos de te pedir tua assistência amorosa por todos os animais, Senhor, domésticos e selvagens. Muito obrigado, Jesus. Gratidão a todos. Ótima semana e fiquemos em paz.

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