Caridade para com os criminosos, com Fátima Guimarães | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Caridade para com os criminosos. Deve-se expor a vida por um malfeitor? ESE, Capítulo 11, itens 14 e 15. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Estimados irmãos, irmãs, amigos queridos, boa tarde. Vamos iniciar o nosso encontro desta tarde, desse domingo que ainda se encontra em Solarado. Vamos nós então aquecer os nossos corações, as nossas mentes com o estudo do Evangelho de Jesus. Então, amigos queridos, nós convidamos a todos neste momento elevar os nossos pensamentos a Deus, a Jesus e vamos então orarmos nos preparando para o nosso estudo nessa sintonia com o mundo maior, indo ao encontro de Jesus. o nosso bom e amado mestre. Aqui nos encontramos, Jesus, mais uma vez, buscando o nosso crescimento moral, buscando, Jesus estudarmos o teu evangelho, aprender há quanto tempo, Jesus, caminhamos em busca deste ensinamento, mas ainda não fixou em nós, devido às nossas imperfeições, às nossas deficiências morais. Por isso, Senhor, acolhe-nos a cada um de nós e aqueles que neste momento lembramos, que eles possam receber as nossas vibrações de carinho, de votos, de muita paz. que hoje, Senhor, nesses instantes, os nossos irmãos que irão trazer a Fátima e Rafael os teus ensinamentos, que eles possam, Senhor, ser orientado e assistidos pelos teus mensageiros. E assim Jesus em seu nome e em nome de Deus nós então pedimos permissão para iniciarmos o nosso estudo dando graças a Deus. Então agora o Rafael vai trazer para nós a leitura e o comentário do livro Palavras de Vida Eterna. Boa, boa tarde, amigos. Eh, hoje eu vou ler o item 12 do livro Palavras de Vida Eterna do nosso querido Chico, pelo espírito de Emanuel, é intitulado Perante Jesus. Porventura sou eu, Senhor? Está em Mateus, capítulo 26 versículo 22. Diante da palavra do mestre, reportando-nos, reportando-nosse ao espírito da levandade e defecção que o cercava, os discípulos perguntaram a afoitos: "Porventura sou eu, Senhor?" E quase todos nós, analisando o gesto de Judas, incriminamo-lo em pensamento. Por que teria tido a coragem de vender o divino amigo por 30 moedas? Entretanto, bastará um exame mais profundo em nós mesmos, a fim de que vejamos nossa
gesto de Judas, incriminamo-lo em pensamento. Por que teria tido a coragem de vender o divino amigo por 30 moedas? Entretanto, bastará um exame mais profundo em nós mesmos, a fim de que vejamos nossa própria negação à frente do Cristo. Judas teria cedido a paixão política dominante, enganado pelas insinuações de grupos famintos de libertação do julgo romano. teria imaginado que Jesus no Sinédrio avocaria a posição de emancipador da sua terra e da sua gente, exibindo o incontestável triunfo humano. E apenas depois da desilusão adolorosa e terrível, teria assimilado toda a verdade. Nós, enquanto as existências e situações, teloemos vendido no altar do próprio coração, ao preço mesquinho de nosso desvairamento individual, nos prélios da vaidade do orgulho, nas exigências do prazer egoísta, na tirania da opinião, na crueldade confessa, na caça da fortuna material, na rebeldia destruidora, no ouvido de nossos deveres, No aviutamento de nosso próprio trabalho, na edificação íntima do reino de Deus, meditemos nossos erros conscientes ou não, definindo nossas responsabilidades e débitos para com a vida, para com a natureza e para com os semelhantes. Em todos os assuntos que se refiram à deserção perante o Cristo, teremos bastante força para desculpar as faltas do próximo, perguntando com sinceridade no âmago do nosso coração, porventura existirá alguém mais ingrato para contigo do que eu, Senhor? É, meus meus amigos, quando a gente lembra dessa desse momento, né, tão angustiante ali da última ceia, quando Jesus eh avisa seus discípulos, né, que em breve um deles o trairia, a gente costuma pensar, né, como que alguém seria tão ruim a esse ponto de entregar Cristo, né, pros seus malfeitores. E na sequência a gente julga, né, Judas, né, que naquela situação acabou cedendo por suas ideias ali, seu egoísmo, achando que eh no final tudo daria certo, mas a gente tem sempre esse pensamento raso, né, de tentar apontar no outro algum erro, alguma imperfeição. Mas o que a mensagem de hoje aqui nos
seu egoísmo, achando que eh no final tudo daria certo, mas a gente tem sempre esse pensamento raso, né, de tentar apontar no outro algum erro, alguma imperfeição. Mas o que a mensagem de hoje aqui nos provoca é o contrário, é uma uma reflexão, né? Será que nós também não estamos traindo Jesus frequentemente no nosso dia a dia? Não estamos, ele usa uma palavra interessante desertando, né? Eh, inúmeras eh inúmeros momentos do nosso dia, o nosso orgulho, a nossa vaidade fala mais alto e a gente acaba se distanciando um pouco dos ensinamentos de Jesus, né? É como se a gente tivesse fechando a porta do nosso coração para ele, praticamente o negando. Então, a reflexão que que o Emânel nos traz aqui, ela é bem interessante nesse sentido, né? Quantas vezes a gente não eh cede aos prazeres da carne, a questão do conforto material, a gente não se dedica como deveria ao nosso trabalho profissional, às vezes a ao nosso trabalho aqui na nossa casa espírita e principalmente nas nossas famílias também, né? como que a gente às vezes eh poderia tá fazendo diferença, fazendo algo melhor, sendo aquele representante de de Cristo aqui na terra, né, tentando transformar o nosso lar numa verdadeira extensão do reino de Deus. Mas, infelizmente a gente eh acaba cedendo. É difícil a gente conseguir sempre tá nessa sintonia boa. E acho que o que a gente fica de de lição e reflexão é da importância de estarmos sempre orando, sempre sintonizados e sempre buscando ter Jesus ali como aquele amigo próximo, aquela bússola moral para todos os momentos. sempre tem uma pergunta interessante que eh tem até um movimento que que usa muito que chama-se o que Jesus faria. Se a gente sempre que tiver num momento de dificuldade lembrar disso, né? O que Jesus faria nessa situação e simplesmente deixar ecoar no coração essa resposta e agir em ressonância com isso. Eu acho que a gente estaria num caminho melhor, né? seria mais fácil da gente estar sempre com ele ao nosso lado. Eram essas as reflexões. Sigamos em paz.
essa resposta e agir em ressonância com isso. Eu acho que a gente estaria num caminho melhor, né? seria mais fácil da gente estar sempre com ele ao nosso lado. Eram essas as reflexões. Sigamos em paz. Obrigado. >> Então, agora nós vamos para o estudo do Evangelho segundo o Espiritismo e é o capítulo 11, os itens 14 15 titulado, né? Caridade para com os criminosos. deve se expor à vida por um malfeitor. Então agora é a nossa querida Fátima que vai trazer esse tema para nós, esse estudo. Prezados irmãos, boa tarde a todos aqui presente, aqueles que nos acompanham pela FEB TV, que de corações ligados e interligados buscamos estudar, refletir sobre o evangelho do Cristo para que a cada dia possamos então realmente sermos dignos de sermos chamados cristãos. É por isso que aqui estamos na tarde de hoje. Antes de adentrarmos diretamente no item da tarde de hoje, eu me lembrei de uma mensagem que está no livro Fonte Viva, que tem que é de eh pela psicografia de Chico Xavier, autoria de Emmanuel, que nos fala da boa parte, é da passagem do Evangelho de Lucas, no capítulo 10, versículo 42, quando Marta e Maria sabem que Jesus vai chegar na sua casa e Marta começa a arrumar toda a casa, a preparar o lugar e quando Jesus lá chega, Maria se senta ao lado de Jesus, conversa com conversando com Jesus e Maria, a Marta continua na organização, na limpeza, nos preparativos. E como ela estava muito preocupada para que tudo fosse o o mais perfeito possível para Jesus, ela fala com Jesus, né? Pede a Maria que venha me ajudar. E Jesus fala, então responde para ela: "Maria escolheu a boa parte que não lhe será tirada. Eu sempre fiquei preocupada com essa passagem porque eu sou muito mais Marta identificando na passagem do que Maria. Mas aqui Jesus, ele apresenta o momento, né, de destacar aquela aquela posição, aquela postura de Maria, não condenando Marta, porque nós sabemos que temos que ser um pouco de Marta e um pouco de Maria, parar para ouvir, para ficar com a boa parte. E nessa análise dessa passagem em que
postura de Maria, não condenando Marta, porque nós sabemos que temos que ser um pouco de Marta e um pouco de Maria, parar para ouvir, para ficar com a boa parte. E nessa análise dessa passagem em que Jesus nos traz esse alerta, Emanuel vem então nos auxiliar no entendimento, ampliando o nosso conhecimento, quando ele diz assim: "Não te esqueças da boa parte que reside em todas as criaturas". E ele vai dando alguns exemplos da natureza. Ele diz: "O fogo destrói, mas transporta consigo o elemento purificador". A enchurrada imundice, entretanto, costuma carrear o adubo indispensável à sementeira vitoriosa. Assim, também há criaturas que, em se revelando negativas em determinados setores da luta humana são extremamente valiosas em outros. A apreciação unilateral é sempre ruinosa. A imperfeição completa, tanto quanto a perfeição integral não existem no plano em que evoluímos. O criminoso acusado por toda a gente amanhã pode ser o enfermeiro que te estende o copo d'água. O companheiro no qual descobres agora uma faixa de trevas pode ser depois o irmão sublimado que te convida ao bom exemplo. Busquemos o lado melhor das situações, dos acontecimentos e das pessoas. Maria escolheu a boa parte que não lhe será tirada, disse-nos o Senhor. Assimilemos a essência da divina lição que procura a boa parte e nela se detém, recolhe no campo da vida o tesouro espiritual que jamais lhe será tirado. É o objeto do nosso estudo da tarde de hoje, caridade para com os criminosos. que está no Evangelho Segundo Espiritismo, como foi anunciado pela nossa querida companheira Lourdes, que tem o título de amar ao próximo como a si mesmo. E neste item 14, nós vamos, a, a espiritualidade vai nos trazer o seguinte. A verdadeira caridade constitui um dos mais sublimes ensinamentos que Deus deu ao mundo. Completa fraternidade deve existir entre os verdadeiros seguidores da sua doutrina. Devei, deveis amar os desgraçados. os criminosos como criaturas que são de Deus, as quais o perdão e a misericórdia
Completa fraternidade deve existir entre os verdadeiros seguidores da sua doutrina. Devei, deveis amar os desgraçados. os criminosos como criaturas que são de Deus, as quais o perdão e a misericórdia serão concedidos se arrependere, como também a vós pelas faltas que cometeis contra a sua lei. Considerais que sois mais repreensíveis, mais culpados do que aqueles a quem negardes perdão e comiseração? Pois as mais das vezes eles não conhecem Deus como o conheceis, e muito menos lhe será pedido do que a vós. Não julgueis, não julgueis absolutamente, meus caros amigos, porquanto o juízo que proferirdes ainda mais severamente vos será aplicado. e precisais de indulgência para os pecados em que sem cessar encorreis. Ignorais que há muitas ações que são crimes aos olhos do Deus de pureza e que o mundo nem sequer como faltas leves considera? Porque na no livro dos espíritos, os espíritos da codificação, quando Kardec faz a pergunta, não é, o que é o mal? E a eh a resposta que nós recebemos é que o mal é a ausência do bem. Então não basta não fazer o mal. Deixar de fazer o bem já é o mal em si mesmo. Porque aquilo que eu poderia estar produzindo, como foi nos falado na página de preparação, aquilo que eu poderia estar contribuindo de com o melhor que eu trago em mim, eu pela minha eh o meu desânimo a minha má vontade ou mesmo pelos meus julgamentos, ah, vou ajudar por quê? Essa pessoa não merece não. Por que que eu vou fazer se ele pode ter outras situações, ela pode buscar outros meios? e não busca porque aí no nosso julgamento a pessoa tem preguiça, é indolente. Tudo parte do nosso julgamento, como ele fala aqui, não julgueis, não julgueis absolutamente e ele começa nos dizendo que a verdadeira caridade constitui um dos mais sublimes ensinamentos. A verdadeira caridade não é aquela que se faz com o material. O material é o caminho para que nós possamos então levar o que eu tenho de bom, aquilo que eu posso proporcionar ao outro de tranquilidade, de um conselho, apenas de um ouvido
e se faz com o material. O material é o caminho para que nós possamos então levar o que eu tenho de bom, aquilo que eu posso proporcionar ao outro de tranquilidade, de um conselho, apenas de um ouvido amigo, muitas vezes somente de um abraço ou de um sorriso, mas nós achamos que a caridade é algo que tenha que ser algo concreto, em que Eu vou ali, eu dou, eu fiz, eu fui tal lugar, fiz assim, fiz assado. Tem que ser concreto enquanto nós vemos que a caridade maior é aquela que começa em nós mesmos. E é no capítulo 11, nesse início desse capítulo que serve como estudo de reflexão que Kardec nos traz, que ele tem como primeiro eh a primeira parte do Evangelho, que é de Mateus, no capítulo 22, versículos 34 a 40, que eu peço licença para relembrar, quando ele nos traz assim, os fariseus, tendo sabido que ele tá para a boca. O sal dos seus reuniram-se e um deles, que era doutor da lei para o tentar propôs-lhe esta questão: "Mestre, qual o mandamento maior da lei?" Jesus respondeu: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito? Este o maior e o primeiro mandamento? E aqui tendes o segundo semelhante a esse. Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Toda a lei e os profetas se acham contidos nestes dois mandamentos. Há quantos e quantos séculos nós conhecemos esses mandamentos? Ele está lá nos 10 mandamentos. É um é o primeiro. Por isso é perguntado pelo fariseu, testando a Jesus: "Amarás ao teu próximo como a si mesmo?" Será que nós sabemos nos amar? Eu sempre me faço essa pergunta. Será que eu me cuido o suficiente? Será que eu cuido da minha saúde? Será que eu cuido dos meus pensamentos, daquilo que eu desejo? daquilo que eu tenho como projeto, daquilo que eu busco. Quando muitas vezes saímos a buscar coisas inalcançáveis, porque já sabemos que são inalcançáveis, e desgastamos-nos física e emocionalmente, psiquicamente, em busca de algo que também não vai nos acrescentar nada. é somente pelo ter, pelo poder, por estar aqui em defesa de
s que são inalcançáveis, e desgastamos-nos física e emocionalmente, psiquicamente, em busca de algo que também não vai nos acrescentar nada. é somente pelo ter, pelo poder, por estar aqui em defesa de uma ideia como a página de preparação que nós vemos o equívoco de Judas. Judas não era um criminoso, Judas não era mau. Jesus tenta despertar-lhe durante todo o tempo em que passa com ele, para que ele refletisse nos seus ideais, nas suas buscas. Mas ele vi em Jesus o homem material, aquele líder político que iria resolver todos os problemas do seu povo. Ele não era mau. E como é que nós estamos vendo? Quais são os nossos pensamentos? Nos dias de hoje vemos filhos e pais, irmãos, amigos que ao invés de estreitarem laços, se separam por ideias, por questões políticas, religiosas, por futebol. Eu tenho dois parentes, um tio e o marido da minha prima, que não se falam por causa de futebol, gente. Qual time é melhor do que o outro? Nesse momento eu estou amando a mim mesmo, não. Porque eu estou trazendo uma adrenalina, uma série de hormônios que desequilibram dentro de mim por algo que não muda nada. é apenas por uma opinião. Por isso eu não consigo compreender o meu irmão, porque eu quero que a minha ideia, aquilo que eu encaro como verdade, como aquilo que eu acredito, seja pro outro a mesma coisa. Eu quero que o outro pense como eu. Relembrando então a página de Emmanuel, disse-nos o Senhor: "Assimilemos a essência da divina lição. Quem procura a boa parte e nela se detém, recolhe no campo da vida o tesouro espiritual, que jamais lhe será roubado." Relembrando que todos aqueles profetas do Antigo Testamento, filósofos, pensadores, eram emissários de Jesus, que vem reeradamente nos lembrando da mesma coisa. Vamos ver em Deuteronômio, capítulo 5. Amarás o teu eterno Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. E em Levítigo, em Levítico, perdão, amarás a teu próximo, complementando como a ti mesmo. Não foi Jesus que nos trouxe. Já vem lá do
e todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. E em Levítigo, em Levítico, perdão, amarás a teu próximo, complementando como a ti mesmo. Não foi Jesus que nos trouxe. Já vem lá do Antigo Testamento que é de Jesus, palavras de Jesus através dos seus emissários. Estes mandamentos nos fal em Deuteronômio, que hoje te prescrevo estarão em teu coração. Tu os enculcarás a teus filhos e deles falarás quando estiveres em tua casa, quando te puseres a caminho, quando te deitares e quando te levantares, e os atarás como um sinal em tuas mãos e estarão como texteira entre teus olhos. Escrevê-lo há também nos umbrais de tua casa e nas tuas portas. Ouve, pois, ó Israel, e cuida de guardá-los, a fim de que sejas feliz e muito te multipliques na terra, onde mandam leite e mel, como disse o eterno Deus de teus pais. E ainda não aprendemos, ainda precisamos repetir a espiritualidade superior como Emânuel, que nos traduz o Evangelho de uma forma mais clara, não que ele não seja claro, mas Emanuel, vamos dizer de uma forma popular mastiga. Sabe aquele passarinho que tritura todo o alimento para que o filho possa engolir? possa se alimentar. Emanuel vem e nos traz buscando cada vez mais nos mostrar a essência do evangelho de Jesus para que realmente possamos viver, porque entender intelectualmente todos nós já entendemos. Aqui o aprendizado intelectual, ele está mais do que entendido. O que nos falta é a força, a vontade de realmente exercer todos os ensinamentos em nós, como nos falava em Deuteronômio. Já colocaríamos em tudo em nossa vida, falaríamos em nosso lar. Será que estamos passando para os nossos filhos, os nossos netos, as nossas crianças, os nossos jovens, de uma forma que eles entendam o que é amar ao próximo como a si mesmo? ainda essa semana conversando com a minha neta sobre as coisas da vida, né, em que a gente vai falando e e de repente ela disse: "Ah, mas eu não tenho nada com isso". Eu digo: "Tem sim. Ah, mas eu não tenho vó. Não tenho nada com
com a minha neta sobre as coisas da vida, né, em que a gente vai falando e e de repente ela disse: "Ah, mas eu não tenho nada com isso". Eu digo: "Tem sim. Ah, mas eu não tenho vó. Não tenho nada com isso. Tem nada com o outro." Que eu falei assim: "Mas o outro não tem?" "Ué, mas eu não tenho nada com isso." Eu digo, "Tem, minha filha, você tem. Porque nós influenciamos uns aos outros. Nós estamos como num aquário, como nos fala a doutrina espírita explicando sobre o fluído cósmico universal. Todos nós estamos dentro desse grande oceano criado por Deus e nos interligamos através das nossas energias, dos nossos pensamentos. O que eu penso atinge o outro. A minha ira atinge aquele outro desequilibrado que também está irado. A minha tristeza envolve o irmão que já está num processo de tristeza, alimentando mais ainda a sua forma, a sua psiquê. Então eu tenho com o outro. Eu não estou no mundo isolado cuidando da minha vida. Somente eu. O que interessa sou eu. Se nós pensarmos essa conversa nós estávamos tendo, eu e meu marido há poucos dias, eu cheguei até aqui na FEB, não sei se foi com a Lourdes ou com uma outra companheira que eu tava conversando na antes da reunião, que são coisas tão pequenas que vamos trazer pro nosso cotidiano amar ao próximo como a si mesmo. E o simples fato de você estar morando, começou o assunto desse jeitinho, no quarto andar, quinto andar, mas tem os outros que moram no 10º, no 12º, 13º. As pessoas agem de forma diferente. Eu tenho vivido isso constantemente no prédio que eu moro. Eu moro no quarto andar e minha filha alugou um apartamento no 10º andar. Então eu estou convivendo mais com o pessoal do 10º andar para cima, né? Porque quando eu pego o pessoal tá subindo. Eu parava no quarto, agora não. Eu vou até 10o. A postura de recepção dentro do elevador é outra. Aí eu perguntei pro meu marido, eles pagam mais aluguel? Ou mais aluguel não, mais condomínio? Não, o condomínio é o mesmo. O apartamento deles é mais caro que o meu? Não, até foi na época da venda, porque
perguntei pro meu marido, eles pagam mais aluguel? Ou mais aluguel não, mais condomínio? Não, o condomínio é o mesmo. O apartamento deles é mais caro que o meu? Não, até foi na época da venda, porque ele falou, não é? Ele comentou que quando o perd é lançado, os últimos andares, os mais altos são mais caros. Hoje o meu apartamento que está no quarto andar é mais caro do que o que está no nono no 10º andar, porque eles estão lá sem reforma. Alguns deles estão no original e o meu já teve reforma. Então, por que eu me acho melhor do que o outro? Eu amo o meu próximo como a mim mesmo, se eu por coisas tão ínfimas, eu me sinto superior para decidir e definir a vida do meu próximo. A conversa se estendeu e nós chegamos a uma moça que estava numa portaria, numa eh de um local público em que eu e meu marido íamos entrar. que lá tem um restaurante nesse local e nós costumávamos almoçar lá. Se eu disser que vou em tal sessão, ela permitiria que eu entrasse. Como naquele dia eu só ia para almoçar e eu não sabia, meu marido vinha atrás de mim quando ela me perguntou onde a senhora vai. Aí eu disse: "Não, vou no restaurante não, não vai não, senhora". Eu disse: "Não, por quê?" Porque não pode ir pro restaurante. Assim, mas não pode por se eu já almocei tantas vezes não. Só quem trabalha aqui é que pode ir ao restaurante. Aí meu marido virou assim assim: "Então tá bom, eu vou em tal lugar". Aí eu disse: "Não, agora eu não quero mais, porque não existe só esse lugar para nós almoçarmos". É aquela pessoa que naquele momento ela tem o poder de te impedir ou não de entrar. E como sem motivo nenhum, ela determinou que não poderia, porque ordem não existia sobre isso, mas ela poderia, era ela que tava controlando a entrada, então eu posso permitir. Então nós amamos o nosso próximo como a mim mesmo? Qual o prejuízo que eu estaria levando a ela ir almoçar no restaurante que eu almocei várias vezes, mas naquele dia, com todo o poder da catraca, ela entraria quem ela decidisse. É nesses pequenos atitudes da nossa vida
eu estaria levando a ela ir almoçar no restaurante que eu almocei várias vezes, mas naquele dia, com todo o poder da catraca, ela entraria quem ela decidisse. É nesses pequenos atitudes da nossa vida diária que vamos julgando pela aparência, pelo local onde a pessoa mora, pela o momento em que eu estou vivendo. tenho poder de dizer se pode ou não, como em casos de planos de saúde que nós buscamos, muitos de nós vivemos aqui, né, nessa situação onde tem exames que o plano de saúde diz que não paga e aí quando você vai ver os seus direitos, ele tem que pagar. Mas aí aquele funcionário do balcão chega e diz: "Não, o não vai não vai pagar". Passamos por isso também. Se você não entende, você aceita aquele não, mesmo tendo necessidade daquele exame, daquele tratamento, daquela medicação. Aquele irmão que está ali, e eu estava mostrando isso paraa minha neta, que nós não sabemos as funções que vamos usar ela, no caso, quando adulta, temos que refletir muito na posição que nós nos encontramos. Mesmo quando assinamos, estamos apenas analisando processos. Qual a minha tendência? É a de Judas, de ver somente o lado do poder material, de ter o domínio sobre aquela situação e dizer se vou deixar, se vou dar ou não. O que que isso reflete em mim? O meu papel é ajudar o máximo possível o outro sem que se vá contra a lei. Isso é claro. Ninguém pede benefícios que não tenha. E isso em todos os setores das nossas vidas, nos cargos mais simples em que nós estejamos, nós temos que pensar até aonde a minha atitude está sendo de contribuir com Jesus, como foi lembrado por pelo Rafael. O que Jesus faria no meu lugar? O que Jesus diria no meu lugar? se estivesse aqui ou se eu estou trabalhando com a desordem, com aqueles que ainda se comprazem na dor, no sofrimento, em dizer não para o outro por puro prazer. E é aí que nós vamos caminhando com o evangelho. Quando nos fala então para com os criminosos, se com as pessoas que não me ferem, que não fizeram nada, eu ajo de forma tão aversiva
o por puro prazer. E é aí que nós vamos caminhando com o evangelho. Quando nos fala então para com os criminosos, se com as pessoas que não me ferem, que não fizeram nada, eu ajo de forma tão aversiva e com o poder de dar ou tirar, dependendo das minhas tendências e das minhas a minha forma de ser. E ele nos diz aqui, a verdadeira caridade não consiste apenas na esmola que dais, nem mesmo nas palavras de consolação que lhe aditeis. Não, não, não é apenas isso que Deus exige de vós. A caridade sublime que Jesus ensinou consiste na benevolência de que usei sempre e em todas as coisas para com vosso próximo, sempre e em todas as coisas para com vosso próximo. Podeis ainda exercitar essa virtude sublime com relação a seres, com os quais nenhuma utilidade terão as vossas esmolas, mas que algumas palavras de consolo, de encorajamento e de amor conduzirão ao Senhor Supremo. Estão próximos os tempos. Olha a mensagem de Isabel de França. Estão próximos os tempos, repito, em que nesse planeta reinará a grande fraternidade, em que os homens obedecerão a lei do Cristo, lei que será freio e esperança, e conduzirá as almas às moradas de tosos. Amai-vos, pois, é o que ela nos exorta, como filhos do mesmo Pai, não estabeleçais diferença entre os outros infelizes, porquanto Deus quer que todos sejam iguais, a ninguém desprezeis. Deus permite que entre vós se achem grandes criminosos para que vos sirvam de ensinamento. Lembrando os ensinamentos da codificação, que a linguagem que se fala na época era uma linguagem que seria é a linguagem praticada. Quando diz aqui permite Deus, Deus permite a todos nós. Mas ele não coloca os criminosos junto de nós. Ele nos dá o planeta Terra, onde vamos conviver com irmãos que estão um pouco mais atrasados em termos evolutivos de conquistas, aos quais já tivemos lá no mesmo lugar. para que uns com os outros aprendamos. Deus auxilia a criatura. Está no evangelho, pelas próprias criaturas. Por isso que entre nós estão os irmãos equivocados. Por isso estão entre nós aqueles que
r. para que uns com os outros aprendamos. Deus auxilia a criatura. Está no evangelho, pelas próprias criaturas. Por isso que entre nós estão os irmãos equivocados. Por isso estão entre nós aqueles que ainda têm o gosto de fazer o mal. Agora, devemos, quando Jesus diz dar a outra face, não é permitir que aquele irmão equivocado continue praticando crimes, mas não julgar, não desejar o mal. Deveis aqueles de quem falo, nos fala Isabel de França, o socorro das vossas preces. Essa é a verdadeira caridade. E nos dias de hoje, com as redes sociais, o que mais se faz é propagar o mal, é multiplicar mensagens que levam tristeza e dor para quem é já está muitas vezes num processo psíquico de grande depressão e passa não a acreditar em mais nada na vida. Olha como é que tá o mundo. Tá vendo? Tem mais jeito não. Não vos cabe dizer de um criminoso. É um miserável. Deve se expurgar da sua a sua presença a terra. Muito branda é para um ser de tal espécie a morte que lhe inflingem. Não, não é assim que vos compete falar. Enquanto se discute ainda a pena de morte. em alguns países, de vez em quando nosso país caminha por aí também como solução para um processo que começa em nós. O que sou eu com as minhas atitudes, com os meus pensamentos, com os meus desejos, com os meus projetos que alimenta os irmãos que estão em maior desequilíbrio que eu para praticar o mal, que eu já não pratico, porque eu sei que eu não devou porque eu vou preso, porque eu tenho consciência, porque eu tenho medo das leis de Deus, porque eu tenho medo de de desencarnar pelo conhecimento doutrinário e ir para um lugar ruim, mas eu ainda desejo Vejo que aquela pessoa que está me fazendo mal, que ela fique muito mal. Eu só não faço, mas essa minha energia, esse meu desejo, essa minha vontade vai alimentar as outras mentes em desequilíbrio que vão fazer ação por mim. E nós já temos essa consciência. Por isso que a maior caridade que fazemos a nós mesmos, porque não é amar ao próximo como a si mesmo, é quando essas ideias, esse desejo de
que vão fazer ação por mim. E nós já temos essa consciência. Por isso que a maior caridade que fazemos a nós mesmos, porque não é amar ao próximo como a si mesmo, é quando essas ideias, esse desejo de revide, essa hora em que parece que não temos saída para as situações em que estamos passando, que desejamos sair, não suportamos mais e realmente a nossa mente começa a pensar como eu dar o troco até como uma forma de me defender, eu tenho que usar o recurso da prece, da oração. Porque até pela matéria que ainda habitamos, nós temos o instinto de conservação e o instinto de preservação. E o instinto é algo muito forte que deve ser disciplinado e só se disciplina com muita força de vontade, com muito desejo de se melhorar, amando a mim mesmo, porque todo mal que eu desejo o outro, eu estou implantando em mim. Então eu não me amo. Todo revide que eu desejo para o outro, eu estou trazendo para mim. Por isso, Isabel de França nos fala do socorro da prece. Observai o vosso modelo, Jesus. Que diria ele se visse junto de si um desses irmãos desgraçados? Lamentáloía, considerá-lo um doente bem digno de piedade e estender-lhe ia a mão. Não foi o que ele fez com Judas. E não era um criminoso, mas era um espírito equivocado, exaltado em seus ideais. Ela nos mostra que até o último momento, esse irmão que consideramos criminoso, ele pode ser tocado de arrependimento se orarmos por ele com fé. E ele pode se arrepender e sair já uma pessoa, já um espírito consciente dos seus atos e arrependidos, para que quando desencarne, ele já busque o socorro necessário para as oportunidades da expiação e da reparação. é tanto vosso próximo como o melhor dos homens. Sua alma transviada e revoltada foi criada como a vossa para se aperfeiçoar. Ajudai-o, pois a sair do lameiro e orai por ele. É Isabel de França em sua mensagem 1862. Há quantos séculos, há quantos anos nós viemos com essas mensagens? Não é a primeira vez que nenhum de nós que aqui está abriu o evangelho de Jesus, leu essas passagens, lemos o Evangelho Segundo o
2. Há quantos séculos, há quantos anos nós viemos com essas mensagens? Não é a primeira vez que nenhum de nós que aqui está abriu o evangelho de Jesus, leu essas passagens, lemos o Evangelho Segundo o Espiritismo, fazemos o culto do nosso lar, ou estamos na casa espírita ou nos templos, porque aqui estamos falando de todos aqueles que se voltam, né, para os ensinamentos cristãos, mas sabendo que o pensamento de Jesus ele está em todos os segmentos filosóficos e religiosos para despertar as consciências de todos nós que aqui estamos. Relembrando, Emanuel, a apreciação unilateral é sempre ruinosa. A imperfeição completa, tanto quanto a perfeição integral, não existem no plano em que nos que em que evoluímos. Por que nós achamos que devemos julgar os irmãos que se equivocam, que estão em eh em estado de desequilíbrio? Porque não os olhamos como seres que são doentes, doentes da alma, que a sua forma física é bela, é perfeita, mas o que trazem em si é tanta sombra, tanta dor, que como não conseguem trabalhar em si mesmo as suas dores, eles querem levar a dor para o seu próximo, porque eles não estarão sozinhos no seu sofrimento. É o que Emanuel nos lembra. Não existe perfeição completa e nem perfeição integral aqui no planeta em que no plano em que nós estamos evoluindo. O criminoso acusado por toda a gente amanhã pode ser o enfermeiro que te estende o copo d'água. Pegamos aí as obras de André Luiz e vamos ter os relatos, fatos. daqueles irmãos que foram aqueles considerados criminosos e aquele outro que era a vítima, que era considerado um espírito bom. Quando chega no plano espiritual, o outro se redimiu, o outro trabalhou e está muito mais adiantado espiritualmente que ele que se manteve com o seu pensamento daquela forma, daquele jeitinho e não quis evoluir. É o que com as palavras que Emanuel nos traduz aqui. O companheiro no qual descobres agora uma faixa de trevas pode ser depois o irmão sublimado que te convida ao bom exemplo, porque não é porque eles estão no eh
as palavras que Emanuel nos traduz aqui. O companheiro no qual descobres agora uma faixa de trevas pode ser depois o irmão sublimado que te convida ao bom exemplo, porque não é porque eles estão no eh eles, né? Isso eh nós já estivemos por lá também. Aquele que está num processo de desequilíbrio que muitas vezes se torna um criminoso até pela as circunstâncias, né? Não justifica, explica, mas não é da sua índole o desejo no mal. Ele se reabilita rapidamente e nós que nos achamos melhores continuamos daquele mesmo jeitinho e ele vai evoluindo à nossa frente. Por isso, quando se é feita a pergunta, deve-se expor a vida por um malfeitor no item 15, acha-se em perigo de morte um homem para salvar tem outro que expor a vida. Já imaginou? Eu me lembro aqui, se cada médico perguntar quem entra no hospital, quem é aquele paciente na emergência? Ele pode se negar, ele vai olhar o doente, a pessoa ou o que ele fez, o que ele é. Ele tem que salvar aquela vida. responderei na conformidade do meu adiantamento moral, pois o de que se trata é de saber se devo expor a vida mesmo por um malfeitor. O devotamento é cego, socorre-se um inimigo. Deve-se, portanto, socorrer o inimigo da sociedade, a um malfeitora, em suma, julgais que será somente a morte que em tal caso se corre arrancar o desgraçado? é talvez a toda a sua vida passada. Imaginais, com efeito que nos rápidos instantes que lhe arrebatam os derradeiros alentos de vida, o homem perdido volve ao seu passado e se ergue, que se ergue diante dele e ele muda, cai em si e vê o seu o seu erro. Lançai-vos então, ó homens. Elameneque nos fala em 1862. Lançai-vos todos vós a quem a ciência espírita esclareceu. Lançai-vos a lançai-vos, arrancai-o à sua condenação. E talvez esse homem que teria morrido a blasfemar se atirará nos vossos braços. Todavia, não tendes que indagar se o fará ou não. Socorrei-o, porquanto salvando-o, obedeceis a essa voz do coração que vos diz: "Podes salvá-lo? Salva-o". Eu creio que essa voz que todos os médicos, os socorristas,
ndes que indagar se o fará ou não. Socorrei-o, porquanto salvando-o, obedeceis a essa voz do coração que vos diz: "Podes salvá-lo? Salva-o". Eu creio que essa voz que todos os médicos, os socorristas, enfermeiros, todos aqueles que trabalham salvando vidas, ouvem naquele momento, sem julgar da onde veio aquela pessoa, o que ela fez, quanto ela ganha, se ela tem muito dinheiro, se ela tem pouco, se ela tem poder ou se não tem, porque nessa hora não é o que importa. O que importa é que estamos temos diante de nós um irmão e temos que trazer isso. Talvez os fatos que aconteceram durante toda essa semana, no no decorrer da semana na minha vida, foi que me trouxeram a essa reflexão que falei inicialmente, aonde nos encontramos no cargo que estejamos, o nosso papel ante a comunidade, a coletividade, a sociedade, porque Deus socorre as criaturas através da própria criatura. Quando o meu trabalho for apenas assinar um papel, assinar eh analisar uma conta de banco, analisar um cartão, seja lá aquilo que nós achamos que fazemos, que nós achamos não, que nós fazemos e que achamos que não estamos influenciando a vida de ninguém, tenhamos na nossa mente que por trás daqueles dados existe uma pessoa e que aquela pessoa merece que se faça o melhor possível por ela. E aí busquemos fazer o melhor de nós no lugar e no trabalho em que nos encontramos, por não somos superior a ninguém. Todos somos iguais, todos somos irmãos, cada um no seu estágio de evolução e entendendo, eu sempre repito a música, só que eu não vou cantar, não se preocupem, que um dia todos nós seremos anjos. Vamos trabalhar e acreditar. Por que é isso que nos traz a doutrina espírita? Quem de nós pode dizer que não cometeu crime em suas vidas passadas? Quem de nós pode garantir que nesta vida não vai cometer? Porque quando se fala em crime, se pensam em coisas muito grandes. E os pequenos crimes do silêncio, de ficarmos, não, eu não me meto. E não tem que se meter mesmo. Temos só que orar quando não pudermos fazer nada. Não
ala em crime, se pensam em coisas muito grandes. E os pequenos crimes do silêncio, de ficarmos, não, eu não me meto. E não tem que se meter mesmo. Temos só que orar quando não pudermos fazer nada. Não adianta estar em contenda. E é Emmanuel que vai, vou encerrar aqui com as a página de Emanuel, que vai nos dizer em auxili, recorda que um dia demandarás também o país da morte. Sentirás o frio do túmulo a envolver-te o raciocínio até que a luz te bafeja o espírito renovado. Nem por isso deixarás de ouvir as palavras que a boca humana pronuncia em tua memória, e em plena transformação, receberás o impacto de todos os pensamentos formulados na terra a teu respeito. Auxilia onde muitos desistiram do perdão. onde tantos desertaram da caridade, e estarás acendendo piedosa luz para os teus próprios pés, a maneira de lâmpada suave e amiga com que te erguerás desde hoje. E é nesse pensamento, nessa lembrança de amar ao próximo como a si mesmo, de auxiliar a todos o quanto pudermos, que queremos lembrar deste mês do setembro amarelo, salvando vidas com um olhar, o olhar para aqueles próximos, mais próximos dentro dos nossos lares, dentro das escolas. nas ruas. São dados que não se divulgam, mas que de boca a boca vamos sendo informados. A semana passada o número de suicídios nas nossas escolas foi muito grande de jovens entre 12 e 14, 15 anos. Porque as redes sociais os estão adotando porque estão ficando sós, sem direção. E no momento em que se vê chamados pelas redes sociais, a provarem o que são, a buscarem, tem que mostrar que são isso e sem aquilo, tem isso, tem aquilo, tem poder, não tem poder. Eles temem porque não encontram ao seu lado um olhar, um braço amigo, um rosto amigo que lhe pergunta: "Você tá bem?" Porque eles mudam, eles mostram. Toda pessoa que está em grande sofrimento, ela não fica dizendo que vai dar cabo de sua vida. Ela vai mostrando um olhar de tristeza, uma apatia, um recolhimento, um isolamento. Nos coloquemos então a serviço da vida, a serviço do Cristo, amando o nosso
ca dizendo que vai dar cabo de sua vida. Ela vai mostrando um olhar de tristeza, uma apatia, um recolhimento, um isolamento. Nos coloquemos então a serviço da vida, a serviço do Cristo, amando o nosso próximo, como queremos que o próximo nos ame, que o próximo cuide de nós, para que possamos dar força, coragem a estes que passam por tantas provações silenciosamente. Vamos então, queridos irmãos, abraçar este setembro amarelo, mas que esse setembro se torneo inteiro, não apenas nestas datas em que há a campanha para lembrar. Busquemos material. No portal da FEB tem o material, a cartilha sobre o suicídio em defesa da vida. Busquemos os materiais que nos auxiliam, os grupos que são muitos, que trabalham em favor da vida, para que possamos então sermos dignos de nos declararmos cristãos. Jesus espera por todos nós. Ele não nos convida mais. Como Bezerra de Menezes nos diz na página, compromissos iluminativos. Jesus nos convoca para essa tarefa que não há mais como deixar para depois. Muita paz, muita luz, que estejamos com Jesus, porque ele sempre está conosco. Obrigado. Uma boa tarde, um bom final de domingo para todos. Amigos, irmãos, quantas reflexões, né, vamos levando daqui dessa tarde, desse estudo do evangelho de Jesus. Vamos então aceitar esse convite e vamos nós a cada dia dando o melhor de nós. Sempre com esse lembrete, hoje eu posso fazer melhor. E sempre orando e sempre vigiando. Assim nós vamos subindo a cada degrau. Às vezes ficaremos algum tempo naquele degrau, mas vamos tentando com o evangelho de Jesus. Fica o convite para todos na no próximo domingo estar conosco novamente estudando o evangelho de Jesus. Nós agora vamos fazer a prece. que após a prece nós teremos o passe. Aqueles que desejarem tomar o passe e receber, poderão permanecer sentados em seus lugares que irão sendo chamado, lembrando sempre de dar prioridade aqueles que têm as crianças, né, os idosos, os que têm deficiências físicas. E assim nós vamos dando, chegando à nossa vez. Então vamos orar,
que irão sendo chamado, lembrando sempre de dar prioridade aqueles que têm as crianças, né, os idosos, os que têm deficiências físicas. E assim nós vamos dando, chegando à nossa vez. Então vamos orar, meus irmãos, e nós pedimos então ao Rafael que conduz os nossos pensamentos. Deus, nosso pai, abençoe-nos nessa tarde de domingo no retorno ao nosso lar. para que sempre estejamos em conexão com o alto, com a divindade, com os ensinamentos de Jesus, buscando sempre melhorar cada dia, não repetindo os mesmos erros, tentando achar nosso propósito. Aproveitando todas as oportunidades que nos aparecem, que nos tiram da zona de conforto, que nos trazem atribulações, mas que de alguma forma nos tornam mais fortes e nos ajudam nessa caminhada, na nossa jornada, em busca da nossa evolução moral. Abençoe-nos sempre, proteja nossos lares e esteja sempre conosco. Que assim seja. Desejamos
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