De que precisa o Espírito para se salvar, com Fátima Guimarães | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 12/01/2026 1:06:50

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: De que precisa o Espírito para se salvar. Parábola do Bom Samaritano. ESE, cap. 15, itens 1 a 3. Palestrante: Fátima Guimarães Direção: Gislaine Lima Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Minhas irmãs e meus irmãos, boa tarde. É chegada a nossa hora do nosso encontro, do nosso estudo. Então, vamos dar início, né? E nós também saudamos os nossos irmãos que estão conosco através da FEB TV. Uma boa tarde a todos. Nós então vamos fazer a nossa prece, vamos nos acalmando, né, serenando os nossos pensamentos e buscando então a sintonia com Jesus. e com os amigos espirituais encarregados do nosso estudo, que com certeza se fazem presentes. Temos a certeza também que vários espíritos desencarnados se fazem presentes também em busca deste aconchego que o evangelho nos dá através do esclarecimento. Então vamos orar, meus irmãos. Vamos agora elevar os nossos pensamentos as esferas mais altas do plano espiritual e vamos ao encontro de Jesus, o nosso bom e amado mestre, o nosso guia, o nosso condutor. Aqui nos encontramos, Jesus na nossa Federação Espírita Brasileira, esta casa centenária que trouxe para nós a doutrina espírita codificada pelo O nosso Kardec. Agradecemos, Senhor, por nós já despertarmos o teu evangelho, buscando os teus ensinamentos. Auxilia cada um de nós, Jesus. nas nossas dificuldades, nas nossas imperfeições, abençoando a cada canto dos nossos lares e também daquele, Senhor, que vem em nós os seus nomes e os seus semblantes. que as nossas irmãs que irão trazer para nós a tua palavra, Jesus, que elas possam ser intuídas e orientadas pelos teus mensageiros. E assim, Jesus, em teu nome e em nome de Deus, nosso Pai, nós então pedimos permissão para iniciarmos o nosso estudo desta noite, desta tarde, dando graças a Deus. Assim, nós vamos então convidar a Cristiane para trazer então o comentário do livro Palavras de Vida Eterna. Boa tarde, amigos queridos. Então, vamos dar início à nossa leitura preparatória ao item 66, intitulado o primeiro passo. Portanto, tudo o que quiserdes que os homens vos façam, fazei-o assim também vós a eles, porque esta é a lei e os profetas. Quem disse isso foi Jesus. E tá no Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículo 12.

nto, tudo o que quiserdes que os homens vos façam, fazei-o assim também vós a eles, porque esta é a lei e os profetas. Quem disse isso foi Jesus. E tá no Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículo 12. A regra áurea recebe citações em todos os países. Em torno dela gravitam livros, poemas, apelos e sermões preciosos. Entretanto, raro se lembram do primeiro passo para que se desvele toda a sua grandeza. Não podemos reclamar a ajuda dos outros. Antes é justo prestar auxílio. Não será lícito exigir a desculpa de alguém, antes imperioso saibamos desculpar. Convidados a compreender, muitos dizem: "Não posso". instados a auxiliar, respondem muitos ainda não. Esquecem-se, porém, de que amanhã serão talvez os necessitados e os réus carecentes de perdão e socorro. E muitas vezes, ainda quando não precisem de semelhantes bênçãos para si mesmos, por elas suspirarão em favor dos que mais amem a face das sombras que lhes devastam a vida. Se um exemplo pode ser invocado como bússola, recordemos Jesus, o mestre dos mestres fazem, despreocupado de considerações, alivia sem paga. Acende a esperança sem que os homens lhe peçam e perdoa espontaneamente aos que o injuriam e apedrejam, sem aguardar-lhes retratação. Veneremos assim a regra áurea e estendamos o espírito de amor de que se toca, divina. Contudo, estejamos certos de que ela somente valerá para nós se lhe dermos a aplicação necessária. O texto do ensinamento é vivo e franco. Tudo o que quiserdes que os homens vos façam, fazei-o assim também vós a eles. Querer o bem é impulso de todos, mas na prática do estatuto sublime é forçoso sejamos nós quem se adiante a fazê-lo. Linda mensagem, né? Aqui, Emanuel, ele ele vai apresentando pra gente aquela regra básica que a gente escuta, que a gente não se deve fazer ao outro aquilo que não gostaríamos que fizessem para conosco. Essa é a regra áurea que ele chama, né? É uma regra que ela vem, é o alicerce da civilização, como diz Emanuel também, que não tá só presente na doutrina espírita, nem no evangelho de Jesus. É

onosco. Essa é a regra áurea que ele chama, né? É uma regra que ela vem, é o alicerce da civilização, como diz Emanuel também, que não tá só presente na doutrina espírita, nem no evangelho de Jesus. É uma doutrina, inclusive, a gente pode dizer filosófica, né? essa regra de que eh a reciprocidade é o alicerce da civilização, mas a gente tem que tomar muito cuidado quando a gente para para pensar nela, porque a gente pode acabar cometendo no erro de achar que eu só vou desculpar se o outro me desculpar primeiro. Eu só vou perdoar se o outro me perdoar. Eu só vou mudar se o outro se modificar. Mas a regra não é essa. Na verdade, o que Emanuel vem eh trazendo aqui pra gente é que a primeira postura parte de nós. Nós temos que ser os protagonistas do bem. Aí não esperar primeiro o comportamento do outro. Porque imagina só se Deus esperasse de nós que se que fôssemos bons para que ele pudesse nos socorrer. Acho que grande parte de nós estaríamos com um problemão, né? Então, na verdade, essa postura do bem, da prática do bem, ela tem que partir de nós, do nosso protagonismo, da nossa proatividade no bem. E a gente tem que pensar também que antes da gente ser beneficiário, a gente tem que agir, a gente tem que atuar sem esperar eh recompensa. A gente tem muito isso. Ah, eu fiz tanto pelo outro e não recebi nada em troca. Mas esse não é o objetivo, essa não é a lei, né? Então, se você quer ser compreendido, você tem que compreender agora. Se você quer o perdão, você tem que perdoar. Se você quer a gentileza, você tem que partir para ajudar os outros. Você tem que estender a mão. Você tem que dar um sorriso para quem tá precisando. Esse é o protagonismo de que a gente tá conversando aqui. E como exemplo, a gente tem nada mais nada menos do que o mestre Jesus. quando ele teve aqui com a gente na terra, ele não esperou nada de ninguém, pelo contrário, ele sofreu o tempo inteiro injúnias, calúnias, difamações e ele seguiu na sua proposta de divulgar o evangelho, o caminho do

aqui com a gente na terra, ele não esperou nada de ninguém, pelo contrário, ele sofreu o tempo inteiro injúnias, calúnias, difamações e ele seguiu na sua proposta de divulgar o evangelho, o caminho do bem, né? O caminho, a verdade, a vida, como ele mesmo disse. E a gente também não pode se esquecer que a nossa vida é cíclica, né? Ora a gente, como também Emanu nos alerta, ora a gente tá ajudando. Daqui a pouco nós somos quem precisa de ajuda, seremos os ajudados. Faz parte. E ainda assim, quando não precisamos de ajuda, certamente teremos um coração preso a alguém que necessita do nosso do nosso ampário e que a gente precisa que essa pessoa seja amparada. Então, é o ciclo da vida, faz parte, tá? toda hora ou ajudamos ou somos ajudados. Então, que com essa lição a gente possa concluir que chegou a hora, chegou o tempo da gente deixar de ser apenas admiradores do Cristo e atuar como seus colaboradores, estendendo as nossas mãos e servindo, que esse é o nosso propósito aqui na Terra, servir. Que Jesus nos abençoe. Então vamos agora para o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. É a nossa amiga Fátima, irmã que vai trazer para nós. Então é o capítulo 15, né, os itens de 1 a tr, onde diz: "De que precisa o espírito para se salvar?" Tá na parábola do bom samaritano. É linda essa parábola com você, amiga Fátima. Prezados irmãos, boa tarde a todos aqui presente, aqueles que nos assistem pela FEB TV, nas redes sociais. o nosso carinho, o nosso abraço fraterno, a nossa gratidão a todos por um ano que se findou com muitas lições aprendidas, outras ultrapassadas, com dificuldades, não é? Mas que Jesus nos dá, Deus nos dá a oportunidade de mais este ano para que possamos realizar a tarefa que ele concedeu a cada um de nós. Então, que tenhamos um ano próspero de saúde, de paz, de esperança e muita alegria, porque é o que nos convida o tema da tarde de hoje. E, aliás, o Evangelho de Jesus é um convite em cada página, em cada momento, para todos nós vivermos como cristãos o que ele viveu e seguirmos o seu

porque é o que nos convida o tema da tarde de hoje. E, aliás, o Evangelho de Jesus é um convite em cada página, em cada momento, para todos nós vivermos como cristãos o que ele viveu e seguirmos o seu convite, ainda mais quando sabemos da responsabilidade que cabe a cada um de nós na nossa reforma íntima para que tudo em torno de nós também melhore, como nos tratou a página de preparação, que tem todo uma ligação com o estudo desta tarde. Todos nós conhecemos a parábola do bom samaritano, não é? Onde Lucas, aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo, é do Evangelho de Lucas e Kardec nos traz para nos recordar. E eu peço licença para reavivar as nossas memórias. Então, levantando-se, disse-lhe um doutor da lei para o tentar. Nesse momento era a época da Páscoa, onde todos se encaminhavam, né, pela tradição a Jerusalém. eram aqueles três momentos de das festas que os judeus deveriam seguir a Jerusalém para eh conversar com Deus, porque para eles ali Deus habitava. E nós sabemos que os samaritanos eram um grupo que haviam se dividido das 10 tribos, das 12 tribos, não é? E que havia um outro caminho para chegar a Jerusalém. muito mais árdo ou difícil. E Jesus pede então aos seus discípulos que ele quer ir a Jerusalém, mas pela Samaria. E os discípulos preocupados porque a distância era maior, tinha deserto, as dificuldades eram grandes. João evangelista se antecipa e diz a Jesus que ele vai à frente para conseguir hospedagem, né? e toda uma chegada, já que a distância era grande, o sol, difícil, o calor, mas como os samaritanos eram inimigos dos judeus e os judeus inimigos dos samaritanos, desde que houve a divisão dessas tribos, eles eh receberam João com a versão e não estenderam nenhuma das suas eh práticas, que era da região que era daquele povo. Para os peregrinos tinham sempre um momento ali que chegasse uma água, um alimento, um lugar à sombra para que pudessem se recuperar da longa viagem. E então Jesus quando chega a Jerusalém, ele chega cansado, com fome, com sede. E já era aquele

ali que chegasse uma água, um alimento, um lugar à sombra para que pudessem se recuperar da longa viagem. E então Jesus quando chega a Jerusalém, ele chega cansado, com fome, com sede. E já era aquele momento em que Jesus sabia que haveria, né, poderia haver crucificação. Eh, lembramos aqui algumas reflexões sobre este momento que quando Jesus escolhe ir pela Samaria, a sua intenção já era de aproximar as tribos de Sidentes, samaritanos e judeus, levar então naquele último ensinamento. E qual é a sua surpresa? que o doutor da lei judeu, ao invés de oferecer-lhe uma água, um descanso, um alimento, queria já havia toda uma trama para pegá-lo, não é? E então já o recebe fazendo a pergunta: "Mestre, que preciso fazer para possuir a vida eterna?" Respondeu-lhe então Jesus, que é o que está escrito na lei? Porque melhor do que um doutor da lei ninguém poderia saber, porque eles estudavam por longos anos, se aprofundavam em tudo que dizia sobre a religião e sobre as leis, né? Que é o que leis nela. Então, Dorotalei responde: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, com todas as tuas forças e de todo o teu espírito, e a teu próximo como a ti mesmo." Disse-lhe Jesus: "Respondestes: "Bem, faz isso e viverás". Mas o homem, querendo parecer que era justo, diz a Jesus: "Quem é o meu próximo?" Jesus, tomando a palavra lhe diz: "Um homem que descia de Jerusalém para Jericó caiu em poder de ladrões que o despojaram, cobriram de ferimentos e se foram, deixando-o semimorto. Aconteceu em seguida que um sacerdote descendo pelo mesmo caminho, o viu e passou adiante. Um levita que também veio àquele lugar, tendo observado, passou igualmente adiante. Mas um samaritano que viajava chegando ao lugar onde jazia aquele homem e tendo o visto, foi tocado de compaixão. Aproximou-se dele, deitou-lhe óleo e vinho nas feridas e as pensou. Depois, pondo-o no seu cavalo, levou-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e os deu ao hospedeiro, dizendo: "Trata muito bem

-lhe óleo e vinho nas feridas e as pensou. Depois, pondo-o no seu cavalo, levou-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e os deu ao hospedeiro, dizendo: "Trata muito bem deste homem e tudo que despenderes a mais, eu te pagarei quando regressar. Qual desses três te parece ter sido próximo daquele que caira em poder dos ladrões?" Jesus, ele sabia das intenções doutor da lei e havia uma revolta, né, uma divergência grande, eram inimigos. Então, colocar o samaritano ali naquele momento como superior era algo bastante constrangedor. Então, ele não cita o samaritano, ele diz assim: "Doutor da lei responde: "Quele usou de misericórdia com ele. Então, vai de Jesus e faz o mesmo. Quem seria o nosso próximo?" É a grande pergunta, não é, que sempre fazemos quando lemos essa passagem. Temos que lembrar que neste contexto onde ocorreram, onde ocorreu essa situação que Jesus é o tema já diz, é uma parábola, né? Não é um fato, mas Jesus usa dessas parábolas, desses ensinamentos para despertar no povo da época a as suas lições, a vivência das leis de Deus. Aqui nós temos, nós começamos a julgar logo o Dr., o sacerdote, o levita. Mas vamos aqui, se formos buscar a história, existem explicações para que estes dois não tivessem cuidado deste homem que havia sido eh caído na estrada. Porque eles, como sacerdote, como levita, haviam regras em que eles se preparavam para ir a Jerusalém. Eles não podiam se macular em nenhuma situação e atender, pegar um animal morto, atender uma pessoa ferida, isso faria com que eles se tornassem impuros, teriam que voltar à suas casas e não poderiam ir ao templo, porque eles estavam já não tinham mais aquela condição de pureza para conversar com Deus, porque para eles na época Deus habitava aquele templo de Jerusalém. Agora justifica, explica, é como nós muitas vezes dizemos, né? Vamos encontrar explicação. E Jesus nos deixa justamente para que no nossas reflexões, o nosso raciocínio, nós observemos. Muitas vezes nós explicamos o porquê de não ajudar,

muitas vezes dizemos, né? Vamos encontrar explicação. E Jesus nos deixa justamente para que no nossas reflexões, o nosso raciocínio, nós observemos. Muitas vezes nós explicamos o porquê de não ajudar, mas justifica quando vamos analisar, será que estamos realmente justifica aquela situação? Deixar neste caso, um ser humano morrer, ficar ali naquela situação sem o mínimo de socorro? Kardec vai nos trazer a seguinte reflexão: toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho. Em todos os seus ensinos, ele aponta essas duas virtudes como sendo as que conduzem à eterna felicidade, caridade e humildade. Humildade e caridade, eis o que não cessa de recomendar e que dá o próprio exemplo. Orgulho egoísmo. Eis o que não se cansa de combater em todas as passagens do seu evangelho que, na realidade, em todas as passagens da sua vida, porque o evangelho retrata a vida de Jesus. Jesus coloca o samaritano que era considerado herético pelo judeu, mas que o amor a mas que pratica o amor do próximo acima do ortodoxo que falta com a caridade, acima do sacerdote, do ortodoxo, mas ele tinha preceitos, ele tinha regras que faziam com que ele titubeasse naquela hora faço ou não faço. E que escolheu dentro do conhecimento dele faltar com a caridade. Não considera, portanto, a caridade apenas como uma condição para a salvação, mas como a condição única. Se outras houvessem a serem preenchidas, ele as teria falado, declinado, deixado, orientado. Desde que coloca a caridade em primeiro lugar, é que ela implicitamente abrange todas as outras, a humildade, a brandura, a benevolência, a indulgência, a justiça e etc. E por é a negação absoluta do orgulho e do egoísmo. Essas duas chagas que o próprio Evangelho nos fala, egoísmo e orgulho, onde Kardec aborda em obras póstmas com muita propriedade da onde vem, para que entendamos e entendendo possamos superá-los. Eh, da, qual é a origem do orgulho? Do egoísmo que leva ao orgulho. Qual é a

nde Kardec aborda em obras póstmas com muita propriedade da onde vem, para que entendamos e entendendo possamos superá-los. Eh, da, qual é a origem do orgulho? Do egoísmo que leva ao orgulho. Qual é a origem do egoísmo? Será que Deus colocaria algo negativo em nós para que fosse prova da nossa queda? O egoísmo ele tem origem no instinto de conservação para que neste processo evolutivo, no início da nossa caminhada, preservemos a vida e a família para que haja conservação da espécie, para que haja continuidade daquela daqueles seres, daquele grupo. Só que conforme evoluímos em conhecimento, temos que evoluir em moral. E nos dias de hoje, naqueles dias já de Jesus, não cabria mais para aqueles que tinham o Deus único, a crença no Deus único, e que Jesus trazia o próprio Antigo Testamento. Eram os qual era as duas leis principais. Lemos aqui quando o doutor da lei pergunta: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo coração, de toda a tua alma, com todas as tuas tuas forças e ao próximo como a si mesmo?" Então, a regra, vamos dizer assim, o ensinamento que vinha desde dos velhos, né, do Velho Testamento, já era o olhar do próximo, procurando educar o nosso egoísmo, que é oriundo do nosso instinto de conservação. O egoísmo é uma postura centrada excessivamente em nós mesmos, nos nossos próprios interesses, nos nossos desejos, vantagens, né? E que são colocados acima de qualquer coisa, de qualquer necessidade e sentimento dos outros. ele pode se manifestar de uma forma sutil ou evidente. E entre suas principais características podemos destacar aquelas, vamos dizer assim, que mais eh nos chamam atenção, que mais aparecem. o egocentrismo, que é a tendência de ver o mundo apenas a partir do seu ponto de vista, com dificuldade de considerar opiniões alheias. Isso tá tá tá atual. É atual hoje, gente, estamos entrando num ano complicado, futebol e eleição e religião. São três temas que não se discute, cada um com suas ideias. e vamos adiante. Mas é assim, não. Eu quero convencer o outro que a minha

estamos entrando num ano complicado, futebol e eleição e religião. São três temas que não se discute, cada um com suas ideias. e vamos adiante. Mas é assim, não. Eu quero convencer o outro que a minha forma de pensar, os meus ideais, o meu time é o melhor. Aí nós condenamos o sacerdote, o levita, que consideravam o próximo dele o judeu, aquele da sua raça, aquele que pensava igual a ele. E se aquele que eu olhei ali no chão eu não identificava como o meu, então não era o meu próximo. Como é que vemos quem é o nosso próximo? Falta de empatia é uma das formas de identificarmos que há pouca sensibilidade para perceber ou se importar com o sofrimento e com os limites ou necessidades dos outros. Ah, eu ajudo quando eu posso, eu entendo quando eu posso, eu escuto quando eu quero e eu tô vendo que outro tá ali cansado. E esse próximo pode ser o parente, o vizinho, colega de trabalho, o rapaz, a moça no comércio. Ainda ontem, o anteontem, foi ontem, eh, fui num atelierzinho no shopping em Águas Claras. A minha neta quer fazer uma fantasia para aniversário, a fantasia que ela vai dar amiguinha. E tinha uma senhorinha que veio e atendeu vários costureiros, né? A senhorinha veio, aí ela depois quando saiu disse assim: "Vó, não gostei dela não. A senhora viu como ela era assim grosseira, ignorante? Eu disse para ela: "Olha, minha filha, tem horas que essas coisas me incomodam. Não vou dizer que não, né?" Mas sabe o que que eu pensei na hora ali? É um domingo, são 6 horas da tarde, ela tá aqui desde manhã, já é uma senhora, era uma senhora, senhorinha, era a dona dali, né? Ela é que resolvia as coisas. Então você já imaginou que ela deve est cansada? E quando a gente tá cansado, o humor da gente, ó, tá lá embaixo. Então, nós podemos, essa empatia não se dá somente com os grandes sofrimentos. é lembrar que de repente quando o outro nos atende mal, quando o outro passa, nos fecha no trânsito, não é lembrar, de repente ele tá no mau dia, mas é difícil. Eu eu sincer eu sou sincera que é para mim ainda em muitas

pente quando o outro nos atende mal, quando o outro passa, nos fecha no trânsito, não é lembrar, de repente ele tá no mau dia, mas é difícil. Eu eu sincer eu sou sincera que é para mim ainda em muitas vezes é difícil. É a busca de vantagem pessoal, esse é claro, né? Agir pensando, principalmente de eh se beneficiar mesmo prejudicando a terceira. Esse é o mais evidente. Dificuldade em compartilhar também. Isso nós vemos muito em crianças, né? E nos adultos é dividir o nosso tempo, os nossos afetos ou responsabilidades, procurar ajudar no colega de trabalho, é compartilhar aqueles momentos bons que temos e que às vezes queremos só para nós, só paraa nossa família. Indiferença ao bem comum. Essa é a palavra que mais me chamou a atenção pelos dias que vivemos. Indiferença ao bem comum, desinteresse pelas consequências coletivas das próprias atitudes. É o que nós vemos. O mundo está voltado muito para si mesmo. O mundo nós, né? Nós que fazemos parte deste mundo, cada um está vivendo muito para si próprio, para aquilo que gosta, aquilo que quer. Eh, esqueci o primeiro nome, mas vai o segundo, que é um estudioso, já faleceu, Balman, ele ele classificou a nossa essa população, né, que vive, que é a modernidade líquida, porque ela se desfaz com muita facilidade. Eh, não cria laços, não cria afetos. Quanto mais evoluiu as redes sociais, mais as relações ficaram líquidas. Eu troco, haja visto que eu brigo eh com familiares, com amigos próximos pelos meus ideais, por torcer por um time de futebol, por pela política principalmente, que é algo que tá muito evidente. Famílias que não se falam, pais e filhos, filhos com pais por causa de política quando eles nem sabem quem nós somos. só sabe que nós vamos lá votar. Então, é um ano em que nós temos estar realmente ligados nesse lado do egoísmo, que é a indiferença ao bem comum, que eu não me importo com o que eu compartilho, porque nós vamos, nós pensamos que isso é egoísmo. Quando eu levo os meus ideais, as minhas ideias e levo aquela chuva, aquela enchurrada

ao bem comum, que eu não me importo com o que eu compartilho, porque nós vamos, nós pensamos que isso é egoísmo. Quando eu levo os meus ideais, as minhas ideias e levo aquela chuva, aquela enchurrada de informações, sem saber se a pessoa gosta ou não, e não vai acrescentar nada a ninguém. Todos os dias para um companheiro, para um amigo, porque eu acho que aquilo é que é o certo, eu tô preocupada com o bem comum ou eu estou indiferente ao que o meu amigo pensa? Eu falo porque eu passo por isso. Uma das companheiras, porque tem pessoas que a gente tem uma relação um pouco mais estreita, eu cheguei para ela on passar assim: "Olha, por favor, não me manda mais esses tipos de mensagem porque eu quero tranquilizar a minha mente, eu não quero estar mais envolvida com esse tipo de informação." Essa parou, mas tem outra que eu não tenho. Muita intimidade. E todos os dias duas, três mensagens. Então é uma enchurrada, é uma pressão de convencer a você. Você até pode pensar igual aquela pessoa, mas tudo satura. Deixa eu pensar sozinho. Deixe que eu decida pelas redes de informações normais. Essa, por isso que eu pensei muito nesse itenzinho do egoísmo, indiferença ao bem comum. Nós como espíritas e como cristãos, temos que buscar levar pelas redes sociais a mensagem do Cristo. Ah, mas isso é fanatismo. Não é a conduta. Jesus era fanático por Deus. Jesus foi fanático religioso. Ele respeitou a todos, mas ele viveu de acordo com as leis de Deus. E hoje nós temos vários ramos das ciências, da filosofia, que nos trazem mensagens de positivismo todos os dias nas redes sociais. Às vezes minha filha me mostra alguma coisa, mãe, você viu? Eu digo: "Não, mas por que que aparece para você? Não aparece para mim. Porque eu não abro aquele tipo de mensagem." Então ele vai te trazer sempre a mensagem que você abre mais. Se você não gosta daquele tipo de mensagem, de informação, não abra, não dê like, não sorria, não bata palma, não ria. Mesmo que aquilo é um riso constrangedor, mas a gente para mostrar

ocê abre mais. Se você não gosta daquele tipo de mensagem, de informação, não abra, não dê like, não sorria, não bata palma, não ria. Mesmo que aquilo é um riso constrangedor, mas a gente para mostrar que deu uma resposta, a gente envia e o pior, a gente compartilha. Necessidade de controle, desejo de impor vontade ou decisões para manter o conforto ou o poder pessoal. Quando nós tentamos impor as nossas ideias, o que eu quero é ter um poder sobre o outro. é o poder sobre uma ideia, é o poder sobre um grupo. Justificativas constantes, tendência a racionalizar comportamentos inadequados para não assumir a responsabilidade. Quantas vezes vamos ver justificativo: "Não, eu fiz porque eu passei e o outro falou e eu achei que era justo, eu julguei que era justo, aí eu fiz também". Aí depois quando vê que fez errado e que aquela situação era equivocada, não adianta tentar se justificar, porque também foi coparticipante no erro, coparticipante na publicação. Ah, era fake, mas já foi. O fake já foi. E cada um recebe de acordo com as suas emoções, de acordo com o que tá passando, com os seus sofrimentos, com as suas tristezas, com as suas amarguras. Relações utilitaristas aproxima-se das pessoas apenas enquanto elas lhe oferecem algum tipo de vantagem. Será que isso acontece conosco ainda agora? Será que nós estamos fazendo a mesma coisa? O egoísmo não deve ser confundido com amor próprio saudável, que a gente às vezes confunde. Cuidar de si é importantíssimo. Impor limites e respeitar as próprias necessidades é legítimo. O egoísmo surge quando isso ocorre à custa do outro, que foi a página de preparação. tem equilíbrio ou consideração. Quando eu não tô me importando com cansaço do outro dentro da nossa casa, no nosso trabalho, na rua. Eu quero passar frente, eu quero fular a fila, porque a minha pressa é maior do que a pressa do outro. Então nós vemos que realmente uma volta para dentro de nós mesmos, porque algum resquício desse egoísmo habita ainda em nós. Não é aquele só de dade compartilhar,

ssa é maior do que a pressa do outro. Então nós vemos que realmente uma volta para dentro de nós mesmos, porque algum resquício desse egoísmo habita ainda em nós. Não é aquele só de dade compartilhar, é o egoísmo de todos os dias nas nossas ações, nas nossas vivências. O Papa Francisco em 1000 em 2016, no dia 18/11 de 2016 em uma mensagem aos membros do Conselho da Representação da Cáritas Internacional, todo mundo conhece o trabalho dessa do Cáritas, né, que é da caridade, da igreja que fazem, tem um trabalho lindíssimo, né? Durante uma audiência no Vaticano, o Papa Francisco destacou que no mundo é necessário superar a indiferença para aprender a arte da solidariedade. O que que fez o doutor da lei e o levita? Não foram indiferentes. Será que no nossos, no nosso caminhar estamos de olhos atentos para não sermos indiferentes da dor do outro, para termos empatia? O Santo Padre lamentou que em uma sociedade frequentemente dominada pela cultura do Descarte, que é a modernidade líquida, né, que foi eh eh classificada e enunciada por Balman, é necessário superar a indiferença e o egoísmo para aprender a arte da solidariedade. Porque nós, os que somos fortes, diz Paulo, ele vai eh trazer uma lembrança das mensagens de Paulo. Devemos aguentar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos. Na questão 913, Kardec pergunta à espiritualidade: "Qual entre os vícios é o mais radical?" Os espíritos respondem: "O egoísmo, porque dele deriva todo mal. O egoísmo é a origem das imperfeições morais, pois leva o indivíduo a colocar-se no centro de tudo. Relembrando aqui, o egoísmo não é é o egoísmo é uma imperfeição do espírito ainda pouco evoluído, que surge do instinto de conservação, necessário nas fases iniciais da evolução, mas que sem educação moral transforma-se em apego exagerado ao eu. medida que o espírito progride, aprende a substituir o eu pelo nós, desenvolvendo a fraternidade. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Fazer ao próximo aquilo que desejas que faça

que o espírito progride, aprende a substituir o eu pelo nós, desenvolvendo a fraternidade. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Fazer ao próximo aquilo que desejas que faça para você, para nós. Jesus, o Velho Testamento nos faz esse convite a mais, agora eu vou perdendo os cálculos do Hélio lá quando começou, né? 5000 anos, 2000 anos e 26 tem Jesus junto de nós. Mas o povo hebreu é muito mais antigo a sua história, não é? Então, o espiritismo, ele nos esclarece que o egoismo ele pode se expressar como orgulho e vaidade, indiferença diante dos sofrimentos alheio, dureza de coração, ingratidão, exploração moral ou material do próximo, falta de caridade, indulgência e perdão. A doutrina espírita vem em nosso socorro nos lembrar a cada livro da codificação, mas não só nos lembrar a cada mensageiro que veio até nós para decodificar, aclarar o pensamento de como nós podemos vencer. E é Caibar Schutel no livro Parábolas e ensino de Jesus, na página que ele tem como título resignação indiferença, que ele vem nos ajudar dizendo: "Há muita diferença entre a resignação e a indiferença, porque ainda tem momentos, tem momentos não, para todos nós, para ricos, para pobres, para menos aquiinhoados de beleza, para menos quem tem menos poder ou mais poder. para os mais, para todos nós que habitamos esse planeta Terra, um momento teremos que ser resignado, porque quando temos uma doença grave, não importa se estamos no hospital público ou no hospital particular, a doença é a mesma, não é um câncer, a doença é a mesma. Ah, mas no hospital particular você vai ter um medicamento melhor? Se eu tiver merecimento, até pode ser meu plano de saúde, porque a gente sabe que, infelizmente, os hospitais públicos ainda são muito carentes, mas tem tratamento. Ainda marca aqui em Brasília, né? Brasília a gente não pode reclamar do sistema de saúde público, porque quando vamos para um hospital particular, e eu posso falar porque eu usei os dois com a minha mãe e comigo eu

ui em Brasília, né? Brasília a gente não pode reclamar do sistema de saúde público, porque quando vamos para um hospital particular, e eu posso falar porque eu usei os dois com a minha mãe e comigo eu uso o particular, quer dizer, pelo plano de saúde, eu fico na fila igual. Eu sou atendida mal ou bem de acordo com a vontade do atendente que tá ali, se ele não tá no dia bom. Mas a gente só reclama do público porque acha que quem está ali é uma pessoa sem sentimento, sem emoções, não se cansa, não tristece, não tem família, não tem pai, não tem mãe. Eu sei porque a minha filha é do sistema de saúde público, ela é enfermeira e a gente sabe o que o profissional de saúde sofre com os atend das pessoas que chegam com arrogância. Você tá aqui para me atender. Eu te pago. Eu te pago. Uma vez a minha filha foi tão agredida verbalmente que ela disse assim: "Não, você não me paga não, eu também me pago porque o imposto que tu paga, eu também pago. Então além de trabalhar ainda pago o meu salário." Você vê, né? você só paga o meu salário. Eu, além de trabalhar, eu ainda tenho que pagar o meu salário, porque infelizmente é o nosso egoísmo, porque naquela hora a nossa dor é maior do que a dor de todo mundo. É a dor que faz a diferença entre nós. E aí a resignação que Cai Butel vem nos falar. A indiferença é a submissão passiva às injustiças deprimentes, que é o caso da parábola do samaritano. A resignação é cheia de amor, de sentimentos nobres, de elevados sentimentos que nos levam ao contato com a fé, com a espiritualidade, com Deus, para nos ajudar a suportar aquele momento. A indiferença nulifica o amor, aniquila a nobreza da alma, destrói as virtudes e deprime a moral. A resignação nas provas é obediência aos decretos de Deus. A indiferença nos sofrimentos é dureza de coração, é ausência de submissão à vontade divina. O resignado é santo porque a resignação nasce da paciência. E a paciência é filha direta da caridade. O indiferente tem o cérebro e não pensa, tem coração e não sente, tem alma e não

à vontade divina. O resignado é santo porque a resignação nasce da paciência. E a paciência é filha direta da caridade. O indiferente tem o cérebro e não pensa, tem coração e não sente, tem alma e não ama. O indiferente também não mostra sentir a dor, mas orgulhoso e alheio aos ditame celeste repele de si mesmo a ideia do sofrimento. Ele vai sempre culpar o outro. A resignação é a excelente virtude que precisamos cultivar. A indiferença é manifestação do egoísmo que precisamos extirpar. Ela deprime, desmoraliza, deprava. E Chico Xavier do livro Lições de Sabedoria, ele diz assim: "Haverá maior frio na alma que a indiferença dos nossos semelhantes?" Aí a gente tá pensando em algo assim, né? Muito contundente. Aquela hora que eu tô sofrendo, que eu tô ali, ninguém me vê. Mas o nosso dia a dia, a indiferença dentro do lar, um não acorda bem, aí dá um bom dia assim mesmo, bom dia. A gente segue o dia, tá nem aí, oi, bom dia. E vai pra vida. A gente não percebe que aquele companheiro, aquele filho, aquele neto, aquele irmão, aquele vizinho, aquela pessoa que está na nossa casa, seja por qual motivo for, ela não tá bem naquele dia. Nós não vemos, somos incapazes de perguntar: "Aconteceu alguma coisa? Você tá bem? Posso ajudar?" Porque nós estamos voltados muito para nós. É o que Chico diz. Haverá maior frio na alma que indiferença dos nossos semelhantes, de nós estarmos ali, seja onde for e ninguém notar que você não tá bem e você só tá esperando assim uma deixa de seguir. Você tá bem para você nem dizer nada, mas só para ganhar um abraço e chorar. É complicado, é difícil. Por isso que a indiferença ela tem que estar, me chamou muita atenção, porque nós vivemos um mundo atual de indiferença, uns para com os outros. Todo mundo está muito centrado em si mesmo, em ser o melhor, em ser o mais bonito, em ter mais dinheiro, mesmo que seja só na rede social, que aquilo não seja a minha realidade, mas eu preciso publicar a beleza que é a minha vida. Vamos voltar um pouco mais para dentro

mais bonito, em ter mais dinheiro, mesmo que seja só na rede social, que aquilo não seja a minha realidade, mas eu preciso publicar a beleza que é a minha vida. Vamos voltar um pouco mais para dentro da nossa casa, para dentro do nosso círculo de trabalho, o nosso círculo de moradia. nossos vizinhos, nossos amigos, estarmos mais atentos para que não continuemos alimentando esta faceta do egoísmo que se esconde em nós com motivos justos. Estou sem tempo, também estou doente, estou sem paciência. E aí eu justifico, lembra que um dos uma das características do egoísmo é a justificativa? Chico diz assim: "Pode haver indiferença dos nossos semelhantes para conosco, entretanto, de nós para com os outros, isso não deveria acontecer." Chico tá falando para quem? Pros outros cristãos ou para nós espíritas? Porque é o círculo que mais tem acesso à vida, à obra de Chico Xavier. Então, até onde nós estamos realmente analisando-nos para que possamos estirpar, não estirpar, né? Porque a gente só estir porque é ruim. E o egoísmo ele vem de um instinto que Deus nos deu de conservação, de proteção. Porque precisamos nos proteger, nos proteger daquele que quer nos ferir, nos maltratar, nos humilhar, mas proteger reagindo negativamente, não orando por ele, não permitindo que ele repita o ato contra mim, agindo de tal forma que possamos ajudá-lo a reverstura, se é um parente, se é um amigo, principalmente quando é um parente próximo, uma pessoa próxima, não é? No espiritismo, a caridade, conforme ensinada por Jesus, fora da caridade, não há salvação, é o antídoto natural do egoísmo. E a caridade, nesse sentido, vamos lembrar do bip, que é da questão lá do livro dos espíritos, benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Quais seriam estes caminhos para que nós pudéssemos eh superar essas nossas dificuldades? o autoconhecimento, reconhecer nossas tendências egoísticas sem culpa, mas com responsabilidade. A reforma íntima, que é o esforço diário

para que nós pudéssemos eh superar essas nossas dificuldades? o autoconhecimento, reconhecer nossas tendências egoísticas sem culpa, mas com responsabilidade. A reforma íntima, que é o esforço diário de transformarm-nos moralmente nos atos simples e constantes de amor ao próximo, é o exercício da caridade. Compreender que todos somos espíritos em aprendizado é humildade. É difícil, né? olharmos para quem nos fere, para quem nos persegue, para quem nos caluniam, que é um espírito que está na caminhada, ainda mais quando é tão próximo, bem próximo, que fere a nós, fere aqueles a quem mais amamos, mas é aquele esforço, é o exercício da caridade de olharmos que aquele irmão tá doente, que aquele irmão, na realidade ele reage, age daquela forma porque ele está internamente muito ferido e nem ele mesmo sabe dizer por quê. Porque naturalmente as dores que ele sente são oriendas dele mesmo, de não reconhecer que os seus pensamentos, as suas ações, as suas palavras é que estão ferindo aqueles que estão à sua volta. Eu passo por uma questão dessa familiar com o irmão, se afastou da família, tá morando longe, não vou dizer estado, que aí de repente se se identificam, né? Estamos pela FEB TV em que eu ele tem problemas de saúde bastante grave pela forma de viver. Todo mundo é culpado dos problemas da vida dele, né? E com isso ele foi botando no corpo as dores que ele tava julgando que os outros fazem com ele. E eu mandei uma mensagem. Todo dia eu passei a mandar quando ele piorou. A minha uma parente minha mais próxima disse que ele tava muito mal. Eu passei a mandar. Minha mãe todos os dias às 6 horas dizia: "Deus te abençoe". E eu disse: "Bom, de repente é uma forma de comunicação, né?" Eu passei a mandar mensagens para eles às 6 horas de Nossa Senhora, sempre desejando uma boa noite e eu boto: "Deus te abençoe". Realmente está encarando como se fosse a minha mãe que é falecida. Porque quando eu mando qualquer outra mensagem, ele diz: "Vá de retro, Satanás". Quando eu mando uma mensagem para que

s te abençoe". Realmente está encarando como se fosse a minha mãe que é falecida. Porque quando eu mando qualquer outra mensagem, ele diz: "Vá de retro, Satanás". Quando eu mando uma mensagem para que ele se volte para dentro de um psicólogo, de um filósofo, não mandou nem mensagem espírita já para não ser, né? Tá querendo me converter. E ele reage negativamente. É um doente da alma. Tô falando isso para vocês porque aconteceu recentemente. Eu ontem isso me incomodou bastante porque apesar de entender o sofrimento, me mostrou o quão contundente tá sendo a dor deles. E eu não posso fazer nada, a não ser orar. É esse aprendizado, é esse trabalho que nós temos que ver de empatia, ao invés de ficar com raiva. Fiquei com raiva muitos anos, né, pô, ficar só dizendo que a gente fez, que aconteceu, né, uma reação normal. Mas aí a gente vai vendo que essas pessoas estão num sofrimento muito grande e não conseguem sair de si mesmo, aceitarem as suas dificuldades para se corrigirem, porque é muito difícil e doloroso. E aí dentro desses caminhos da caridade nos traz a doutrina espírita, a prece e a vigilância. buscar auxílio espiritual para fortalecer as boas resoluções. A doutrina espírita é esse manancial de conhecimento que nos leva a aprender a amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou para viver como Jesus viveu e sentir como Jesus sentia. como nos diz a canção, ele nos ensina a olharmos que o egoísmo não é uma condenação, mas é um estágio a ser superado. Cada renúncia ao interesse pessoal em favor do bem comum representa um passo seguro na nossa evolução. que saibamos sair da caridade, do dar, dar materialmente. Esse é só o caminho, é o exercício inicial para a caridade do ouvir, para a caridade de sentir, para a caridade de acolher, de abraçar. Nós sabemos pelo conhecimento da doutrina que podemos abraçar-nos aqui agora pelo pensamento, pelo desejo que trazemos em nossos corações de amor, de paz para todos que aqui estão e aqueles que estão mais distante de nós. Ou abraçar pessoalmente,

podemos abraçar-nos aqui agora pelo pensamento, pelo desejo que trazemos em nossos corações de amor, de paz para todos que aqui estão e aqueles que estão mais distante de nós. Ou abraçar pessoalmente, sempre dizer nada. Assisti há alguns dias e pus em prática. Infelizmente ou felizmente não sei, né? Nós vamos a velórios, não sabemos o que dizer, né? Nós espírit a gente não sabe o que dizer, né? Meus sentimentos por que bom, a pessoa tá voltando, tá voltando bem. Esperamos, né? Ah, meus pê pêame por quê, né? Então, a gente fica sem palavras nessa hora. Eu já assisti vários vídeos dizendo a mesma coisa. Não diga nada, apenas dê um abraço. E o amigo teve a esposa agora há pouco tempo, desencarnou, tem uma semana. E eu cheguei lá, o cemitério era uma pessoa muito querida, tinha muita gente no velório, muito barulho. Já pedi minha filha, ó, só comunica os mais próximos, próximos, porque eu quero sossego, né? É a hora em que nós precisamos de sossego e não de barbúrdia, todo mundo conversando alto. Eu sei que ali tá todo mundo tentando trazer o seu carinho. E naqueles abraços ali e quando olhou para mim disse assim: "É duro, Fátima, é duro". Porque foi um processo muito rápido, né? Não esperavam. Aí eu não soube o que dizer. Eu só abracei. Só abracei e fiquei calada porque eu sei o que eu vou dizer agora. Eu disse: "É duro, né?" Então, a doutrina espírita é essa doutrina esclarecedora que ela vem nos mostrar que a caridade não é apenas dar, mas é compreender, tolerar, perdoar, servir sem esperar recompensa, como nos lembrou a Cristiane na nossa página inicial. Cristiane, né? Não é rei não, né? A idade vai chegando, eu troco os nomes. Então, meus amigos, essa mensagem que dentro desta parábola que tem tanto a se estudar e refletir, porque são vários os pontos que Jesus traz ali para o nosso a nosso aprendizado, para o nosso crescimento, que possamos neste ano que se avizinha já informado antes de terminar o ano passado, que será um ano para o mundo todo, devido à inteligência artificial

a nosso aprendizado, para o nosso crescimento, que possamos neste ano que se avizinha já informado antes de terminar o ano passado, que será um ano para o mundo todo, devido à inteligência artificial de grandes desafios. Não creiamos em tudo que digam que venham, né? Jesus está aqui, Jesus está ali, os falsos profetas com a Iá se multiplicarão. Então, tenhamos consciência do papel de cada um de nós cristãos nessa fase em que vivemos, pois pedimos para aqui estar. Ninguém está aqui obrigado, não. Todos nós entramos na fila e repetimos, ficamos ali, me deixa, me deixa, me deixa, me deixa que eu quero ir agora. Não para complicar, mas para contribuir com a paz que começa em nós. O que recebemos de negativo, deletamos. O que recebemos de positivos, multipliquemos aos milhares. Que o amor de Jesus se faça sempre presente em nossos corações, principalmente nos momentos em que somos desafiados pelos ataques, pelas calúnias, pelas indiferenças da vida. Muita paz, um ano de muito amor e de muita luz para todos nós. Obrigada. Então, nós vamos caminhando para o encerramento desse estudo, dessas reflexões, né, que recebemos aqui e que nós Nós damos graças a Deus por estarmos aqui bebendo desta desta fonte, né, em que nós necessitamos tanto. Mas graças a Deus já despertou em nós essa força, né? Esse desejo de estar estudando o evangelho de Jesus, refletindo. Nós vamos fazer a prece. Logo após a prece, nós teremos o passe. Aqueles que desejarem receber o passe poderão permanecer sentados em seus lugares que irão sendo chamados. Então vamos pedir a Cristiane então que conduz o nosso pensamento. Amoroso Mestre Jesus, todos nós que aqui nos encontramos, aqui estamos com os nossos corações desejosos de ouvir o teu evangelho, ansiosos pela tua palavra, pelos teus ensinamentos e também por isso, Senhor, rogamos as tuas bênçãos, a tua proteção bendita, gentil e amorosa sobre cada um de nós. Mestre querido, fortaleça os nossos corações, as nossas angústias, as nossas dores, os nossos medos.

so, Senhor, rogamos as tuas bênçãos, a tua proteção bendita, gentil e amorosa sobre cada um de nós. Mestre querido, fortaleça os nossos corações, as nossas angústias, as nossas dores, os nossos medos. Que o teu amor bendito seja sempre essa fonte que nos inspira a seguir, a trabalhar, a amar e a perdoar. Jesus querido, vá até os nossos lares. Esteja com todos aqueles a quem amamos. Mas esteja também, Senhor, com aqueles com os quais temos dificuldade de conviver. E aqueles ainda, Senhor, que não gostam da gente, que ainda não foram capazes de nos perdoar, que eles possam receber de ti esse mesmo amor que sobre cada um de nós agora recai. E assim, Senhor Jesus, com os nossos corações extremamente agradecidos por essas bênçãos e por essa oportunidade, rogamos que permaneça conosco em mais uma semana que agora se inicia. Esteja Jesus conosco hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja. Que assim seja. Então, desejamos a todos votos de muita paz. Que tenhamos uma boa semana que se inicia. Fiquem bem e fiquem com Deus.

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