A vingança e o ódio, com Niraldo Pulcineli | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: A vingança e o ódio. ESE, cap. 12, itens 9 e 10. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
a nossa prece a irmos sintonizando já com Jesus, com os amigos espirituais que com certeza se fazem presentes conosco neste já final de tarde. Então vamos orar, meus irmãos. Vamos agora nos acalmando os nossos pensamentos. as nossas mentes e vamos então trazer Jesus para perto de nós, o nosso bem amado mestre. Querido Jesus, amigos espirituais encarregados do nosso estudo, aqui nos encontramos mais uma vez, Senhor, sedentos do aprendizado, sedentes, Senhor, de conhecermos a tua palavra, os teus ensinamentos. Por isto, mestre amado, nós te agradecemos por estarmos encarnados nesta caminhada, neste aprendizado nesse planeta Terra que nos acolhe cheios de beleza, Senhor. Que possamos nós, Jesus lapidarmos a nossa pedrinha, essa pedrinha de luz que Deus, nosso pai, a nos criarmos, deixou em nós essa essência do teu amor. Nós te agradecemos mais uma vez, mas te pedimos a assistência amiga dos teus mensageiro, dos bons espíritos, que eles possam intuir e orientar os nossos irmãos que aqui vão trazer a palavra para nós, os teus ensinamentos. E em teu nome e em nome de Deus, nosso pai, pedimos então permissão para iniciarmos o nosso encontro. E que assim seja, Senhor. Então, amigos queridos, nós agora teremos a leitura e o comentário do livro Palavras de Vida Eterna. com o nosso amigo e irmão Esimar. Boa tarde a todos do livro Palavra, palavras de vida eterna, Chico Xavier pelo espírito Emmanuel, lição 24, liberdade em Cristo. Estais pois firmes na liberdade com que o Cristo nos libertou e não vos submetais de novo ao julgo da escravidão? Paulo, Gálatas, capítulo 5, versículo 1. Meditemos na liberdade com que o Cristo nos libertou das algemas da ignorância e da crueldade. Não lhe enxergamos qualquer traço de rebeldia em momento algum. Através de todas as circunstâncias, sem perder o dinamismo da própria fé, submeta-se valoroso ao arbítrio do nosso pai. Começa a missão divina descendo da glória celestial para o estreito recinto da manjedoura desconhecida. Não exibe uma infância destacada. No
a própria fé, submeta-se valoroso ao arbítrio do nosso pai. Começa a missão divina descendo da glória celestial para o estreito recinto da manjedoura desconhecida. Não exibe uma infância destacada. No burgo em que se acolhe a sua equipe familiar, respira o ambiente da vida simples, não obstante a luz sublime com que supera o nível intelectual dos doutores de sua época. inicia o apostolado da boa nova, sem constranger as grandes inteligências a lhe aceitar a doutrina santificante, contentando-se com a adesão dos pescadores de existência singela, fascinando as multidões com a sua lógica irresistível, não lhes assula qualquer impulso de reivindicação social, ensinando-as a despertar no próprio coração os valores do espírito, impondo-se pela grandeza única que lhe assinalava a presença, acenam-lhe com uma coroa de rei que ele não aceita. Observando o povo jujulado por dominadores estrangeiros, não lhe aconselha qualquer indisciplina, recordando-lhe, ao invés disso, dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Sabe que Judas, o companheiro desditoso, surge repentinamente possuído por desvairada ambição política. firmando com chavos, com perseguidores de sua causa sublime. Contudo, não lhe promove a expulsão do círculo mais íntimo. Não ignora que Simão Pedro traz no âmago da alma a fraqueza com que o negará diante do mundo, mas não se exaspera, por isso e ajuda-o cada vez mais. Ele que limpara leprosos, que sarara loucos, que restituíra a visão aos cegos e o movimento aos paralíticos, não se exime à prisão e ao escarno público, a fragelação e a cruz da morte. Reflitamos, pois, que a liberdade segundo Cristo não é absoluta, perdão, não é o abuso da faculdade de raciocinar, empreender e fazer, mas sim a felicidade de obedecer a Deus, construindo o bem de todos, ainda mesmo sobre o nosso próprio sacrifício. Porque somente nessa base estamos enfim livres para atender aos desígnios do eterno pai, sem necessidade de sofrer o escuro domínio das arrasadoras paixões que nos encadeiam o espírito por tempo
ício. Porque somente nessa base estamos enfim livres para atender aos desígnios do eterno pai, sem necessidade de sofrer o escuro domínio das arrasadoras paixões que nos encadeiam o espírito por tempo indeterminado às trevas expiatórias. Essa lição nos faz refletir que a liberdade do Cristo implica em renúncia para conosco. Nós estamos mergulhados na carne e muitos de nós preocupamos apenas fazer o movimento horizontal no sentido de conquistas materiais. Poucos de nós entendemos que somos espíritos eternos e o movimento que temos que fazer é vertical rumo ao alto. Nós estamos mergulhados milênios ainda no no erro. Segundo os espíritos superiores, nós estamos aprisionados na lei do retorno. Nós encarnamos para pagar débito e adquirimos adquirimos um novo débito. Voltamos para pagar um débito e adquirimos um novo débito. Então, vivemos milênios aprisionados na lei do retorno. Pouco evoluímos. Agora nós temos a santa doutrina espírita que nos mostra que somos espíritos eternos. Aqui apenas uma breve passagem. A família é um teste, teste pedagógico. A união com os nossos amigos é um teste. A profissão é um teste. Tudo é um teste para que possamos passar pelas provas da humildade, da renúncia, da benevolência, da indulgência e o mais importante, aprender a perdoar as ofensas alheias. Só assim nós vamos conquistar esta liberdade tão sonhada, a liberdade em Cristo, mas exige sacrifício. O nosso compromisso é conosco. A caminhada é individual e nós temos que a cada dia buscar subir um degrau nessa evolução. Então, façamos uma reflexão. Todos nós devemos fazer o que eu preciso melhorar. Não teremos a pretensão de sair daqui anjos, mas alguma coisinha eu posso melhorar. Posso ser menos egoísta, menos orgulhoso, menos vaidoso, menos avarento, menos materialista. E aos pouquinhos nós vamos alcançando outro patamar espiritual. A vibração em torno de nós vai melhorando a cada dia para que um dia possamos ter essa liberdade em Cristo que é a renúncia de si mesmo. E ele disse: "Quem quiser me seguir, pegue a
atamar espiritual. A vibração em torno de nós vai melhorando a cada dia para que um dia possamos ter essa liberdade em Cristo que é a renúncia de si mesmo. E ele disse: "Quem quiser me seguir, pegue a sua cruz e siga-me." Então, a luta é individual e nós temos agora material suficiente com a doutrina espírita que nos auxilie o tempo todo. E a nossa consciência, ela já tá desperta para nos cobrar, sem culpa, evidentemente, mas verificar nossos erros, sermos mais rigorosos conosco mesmo e menos com os outros. E aos poucos nós vamos nos melhorando, melhorando cada vez mais. E assim a proposta é voltar para o mundo espiritual melhor de quando nós entramos na carne. Essa é a proposta. Quando nós temos a ideia que somos espíritos eternos, a tendência é fazer menos bobagem. Pelo menos é a tendência, né? Então, nós possamos ter esse compromisso conosco mesmo. Quanto tempo mais nós vamos precisar? Quantos séculos mais milenos precisaremos para chegar à perfeição? Já podemos dar os primeiros passos para chegar essa tão sonhada liberdade em Cristo. Boa tarde. >> Então, agora nós vamos para o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Hoje nós vamos pro capítulo 13, né, os itens de 9 a 10, titulado A vingança e o ódio, com nosso irmão Niraldo. 12. >> Ah, desculpem, ele me chamou atenção aqui. É o capítulo 12. Eu não sei como eu vi um tracinho a mais. Muito boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs. Que a paz de Jesus permaneça conosco. Como já devem ter percebido, eu preparei uma apresentação aqui com ilustrações interessantes, citações interessantes, mas o sistema tá com problema. Ele tá apagando, acendendo, apagando, acendendo de tal forma que a gente não vai poder usar. Então eu vou desligar aqui e vou, se o pessoal, se a equipe técnica ouvindo, eu peço a gentileza de desligar o projetor e recolher a tela. Até vamos em frente. Bom, já foi anunciado, a gente vai falar sobre vingança e ódio. Eh, é a parte amai os vossos inimigos do Evangelho, que tá no capítulo 12, os itenso
o projetor e recolher a tela. Até vamos em frente. Bom, já foi anunciado, a gente vai falar sobre vingança e ódio. Eh, é a parte amai os vossos inimigos do Evangelho, que tá no capítulo 12, os itenso e 10º. Então, vamos lá. É um assunto interessante porque é uma coisa com a qual a gente convive. Sentimento de ódio, desejo de vingança, é uma coisa ainda muito comum na nossa sociedade, muitas vezes em nós mesmos. Então nós vamos analisar isso aqui com cuidado para que a gente evite este sentimento nocivo e esta ação deletéria que é a vingança. Então, o ódio, como nós sabemos, é um sentimento extremamente nocivo, tanto para o seu objeto, ou seja, o objeto do ódio, quanto para quem o alimenta. Aqueles que que permitem, que abrigam o ódio no coração, também sofrem o o envenenamento, intoxicação, a intoxicação desse veneno cáustico, que é esse sentimento terrível. Ele tem origens biológicas e psicológicas, morais e espirituais e sofre a influência, as influências socioculturais e ambientais. E nós vamos ver isso com detalhes. E é importante lembrar que ele nasce do orgulho e do egoísmo. A gente vai aprofundar um pouco. E é a demonstração inequívoca do primitivismo e do atraso espiritual. Já a vingança é destrutiva, decorre, na maioria das vezes, do próprio ódio e perpetua e perpetua o ódio num ciclo interminável até que o perdão venha a interromper este ciclo. Então vamos lá. Primeiro vamos definir o que é ódio. Segundo as obras de Paulman é um psicólogo americano muito respeitado, que nasceu em 1934 e ainda está vivo. e os estudos dele sobre emoções básicas e secundárias. O ódio é uma emoção intensa e profunda de aversão, hostilidade ou repulsa em relação a uma pessoa, a um grupo, a uma ideia ou objeto. É diferente de uma simples antipatia, que é uma raiva passageira. O ódio é persistente e pode envolver um desejo de causar dano ou ver o objeto de atato sofrer. Aristóteles, na sua obra retórica, assim como outros filósofos, descreviam o ódio como uma forma de ira prolongada,
ersistente e pode envolver um desejo de causar dano ou ver o objeto de atato sofrer. Aristóteles, na sua obra retórica, assim como outros filósofos, descreviam o ódio como uma forma de ira prolongada, enquanto na psicologia moderna, como na obra de Freud, é ligado ao instinto de destruição, o tânatus, na obra além do princípio do prazer. Então, Freud aborda essa questão levantando a questão de que o ódio tá vinculado a essas questões eh de princípio de de prazer, de ódio nos estudos dele, que leva a um a desenvolver um sentimento de destruição do outro ou fazer o outro sofrer. Bem, segundo a doutrina espírita, agora vamos ver o que que a doutrina espírita fala sobre isso. O ódio é a reação do primitivismo animal, instinto em trânsito para inteligência que ainda não pôde superar as expressões dos começos passados. Ora, portanto, o ódio, a conclusão que nós chegamos, eh, das definições trazidas até agora, o ódio é um sentimento deletério, destrutivo, causa mal e além do mais ele é primitivo, tá vinculado à aqueles instintos que nós tínhamos lá no início, quando ainda estávamos bem antes da era da razão, que infelizmente perduram. Vejamos agora a etimologia e o significado do ódio. Por que etimologia? Porque normalmente ao estudarmos a origem das palavras, a gente compreende melhor o que significa o significado dela, né? Então essa palavra ódio, ela vem do latim ódium, que é uma versão ressentimento e má vontade, um sentimento para evitar pessoas ou situações. Isso segundo Horácio e Cênica, que eram filósofos da antiguidade. Agora, segundo a prática romana, na Roma antiga, o termo ódium indicava um sentimento de querer evitar algo ou alguém, não necessariamente o desejo de destruí-lo. Veja que interessante, com o passar do tempo, essa palavra ódio foi tomando outra conotação. É por isso que nós temos nos Evangelhos eh em algumas situações em que Jesus fala que aquele que não odiar, não odiar o seu pai, a sua mãe, a sua esposa e os seus filhos por causa dele, não é digno dele. Então isso
nós temos nos Evangelhos eh em algumas situações em que Jesus fala que aquele que não odiar, não odiar o seu pai, a sua mãe, a sua esposa e os seus filhos por causa dele, não é digno dele. Então isso é uma coisa que aparentemente causa um certo impacto. Jesus tá dizendo que eu tenho que odiar meu pai, minha mãe por causa dele. E aí a doutrina espírita explica essa palavra ódio não tinha na época o sentido que tem hoje. Então na época ele significava, além dessas coisas que que nós acabamos de ler aqui, de acordo com com a Roma antiga, ele significava gostar menos. Aquele que não gostar menos do pai e da mãe do que a mim, não é digno de mim. Não significa gostar menos. Por isso é que causa estranheza essa passagem bíblica desta forma. Então, a gente estudando a etimologia da palavra, tudo, a gente vai entender que a palavra foi modificada ao longo do tempo. Agora, falemos sobre a definição de vingança. O que é vingança? é o ato de retaliar ou causar dano a alguém como resposta a uma ofensa, injustiça ou mal percebido, geralmente motivado por um desejo de retribuição ou justiça pessoal. Observem bem aqui. Justiça pessoal é uma ação decorrente de sentimentos como raiva, ressentimentos, ódio ou desejo de restauração da honra. Nós tínhamos no passado, ainda bem que é um é uma prática que já desapareceu, o duelo. O indivíduo se sentia ofendido, com a sua honra ofendido, doelava eh desafiava o outro para um duelo. Ainda bem que isso acabou. Então, quando o indivíduo se sente ferido na honra, ele sente esse desejo de retribuir aquele mal que ele sofreu ou que ele percebeu sofrer. Segundo a enciclopédia Stanford de filosofia em 2023, num trecho de 2023, é um verbete que fala sobre justiça e retribuição. Trata a vingança como uma forma de justiça retributiva, ou seja, uma retaliação, devolver aquela ofensa que foi recebida, ou pelo menos entendida como recebida. distinguindo-a de punição legal por sua natureza pessoal e emocional. Vejam que interessante. Vamos continuar aqui com outra definição.
ofensa que foi recebida, ou pelo menos entendida como recebida. distinguindo-a de punição legal por sua natureza pessoal e emocional. Vejam que interessante. Vamos continuar aqui com outra definição. Segundo a psicologia social de Aronson Wilson e Aert em 2018, eh o os estudos deles tratam a vingança como uma resposta emocional a uma percepção de injustiça associada a impulsos de restauração da autoestima ou status social. O que que a gente disso aqui que a gente percebe? O que que é justiça? Justiça é aplicação da lei. Quando o indivíduo está vingando-se, alegando que não está vingando, mas está fazendo justiça ou está querendo justiça, há de se perguntar que lei que ele tá tentando aplicar? Que lei? A lei dos homens, não é? Porque isso não é delegado. Quer dizer, a lei não delega a cada um fazer a justiça com as próprias mãos ou conforme entenda. Então, não é a justiça dos homens. A justiça de Deus muito menor ainda, muito menos. Porque Jesus, eh, Deus nos recomenda através de Jesus que nós devemos amar até os inimigos. não revidar o mal, se alguém nos bater numa face e oferecer também a outra. Então, não é a lei divina que essa pessoa está fazendo. Por isso, é preciso ficar bem claro que vingança é uma ação diferente de justiça. A gente vê nas reuniões mediúnicas, normalmente os espíritos eh tomados, dominados pelo sentimento de vingança, pela vontade de se vingar, alegando justiça. sofri, ele tem que ser eh justiçado, ele tem que passar pelo mesmo sofrimento que eu passei, porque senão será feita a justiça. E é difícil esses espíritos e muitas, muitos de nós também entendermos essa diferença, que não é tão sutil assim. A justiça é diferença de vingança e vice-versa. Então vamos em frente agora a origem, a etimologia da palavra vingança do latim vindicare, que significa reivindicar, reclamar ou punir. é formada pelo prefixo vim, que significa força, poder, mais o verbo dichere, que significa dizer, proclamar, então transmite uma ideia de impor justiça ou retribuir um dano com força.
lamar ou punir. é formada pelo prefixo vim, que significa força, poder, mais o verbo dichere, que significa dizer, proclamar, então transmite uma ideia de impor justiça ou retribuir um dano com força. E aquele mal que eu sofri, eu vou aplicar no outro e talvez com mais força ainda. Então esse é o sentido. É uma palavra que para o português foi herdada do francês vengon que e no português passou a designar o ato de retribuir um mal sofrido, geralmente com intenção de punir ou reparar uma ofensa. Não modificou muito a coisa da da sua do seu significado original. Agora, uma conclusão que a gente chega aqui muito interessante, né? O capítulo aborda vingança e ódio, como se fossem coisas distintas, mas não. A vingança é um é uma consequência direta do ódio. Quem não está dominado pelo ódio não tem qualquer desejo de vingança. Então, é exatamente o ódio é que provoca o desejo de vingança. Vamos ver as origens do ódio. Elas são multifacetadas e podem ser associadas a fatores biológicos, como já dissemos na introdução, psicológicos, sociais, culturais e ambientais. E tem também a visão espírita. biológicas e evolutivas, as origens biológicas e evolutivas. Evolutivamente, o ódio pode derivar de mecanismo de sobrevivência como a resposta de luta ou fuga. Ora, no estado primitivo, o ser reage com violência para manter a própria sobrevivência. A gente nota isso nos animais. Quando um cão, por exemplo, está se alimentando, se a gente tentar mexer na vasilha onde está o alimento dele, ele reage rosnando e mostrando os dentes. Então, é um sentimento primitivo que decorre dessa dessas questões, né, de sobrevivência e uma resposta de luta ou fuga ativada por ameaças percebidas. É o caso do cão que nós citamos aqui. Estudos em neurociência mostram que o ódio ativa áreas do cérebro, como amídala. Tem amídala no pescoço, na garganta, mas tem no cérebro também. Eh, responsável pelo medo e agressão e também o córtex insular, que é associado ao sentimento de repulsa. Isso está eh é um foi um artigo publicado por
pescoço, na garganta, mas tem no cérebro também. Eh, responsável pelo medo e agressão e também o córtex insular, que é associado ao sentimento de repulsa. Isso está eh é um foi um artigo publicado por Joseph Ledux, o neurocientista americano, eh nas revistas Nature Neuroscience e Journal of Neuroscience. As origens psicológicas. Frequentemente, o ódio surge de traumas pessoais, como abusos, rejeições ou perdas. Quando o indivíduo sofre uma perda material por a por uma ação de um terceiro, ele fica tomado de ódio contra essa pessoa. Nos casos, por exemplo, de abusos, a pessoa sofre abusos de qualquer natureza, ela também se deixa dominar normalmente pelo ódio. em uns em algumas pessoas aquilo não passa de uma raiva passageira e outras ficam um sentimento persistente. Por exemplo, pode ser uma projeção de inseguranças internas como ciúmes ou frustrações não resolvidas. O ciúme, né, tem gerado ódios que causam eh assassinatos passionais. O indivíduo se deixa levar pelo ciúme, aquele ciúme se transforma em ódio e leva até as últimas consequências. Por exemplo, o ódio pode ser uma defesa contra um medo de vulnerabilidade ou uma forma de lidar com o sentimento de inferioridade. A gente vê isso muito nas escolas, nos casos de bullying, que as pessoas, né, as crianças praticam uma certa agressão, botam apelidos, fazem chacotas com outro que vai recebendo aquilo e vai tendo aquele sentimento de inferioridade e não sabe de vulnerabilidade, não sabe lidar com aquilo e vai transformando num ódio que pode ser resolvido ou pode perdurar. Isso está no nas revistas The Lancet e Journal of Clinical Psychology. Agora, as origens sociais e culturais. O ódio é alimentado por influências externas, como educação, mídia, propaganda ou normas sociais. essa questão das narrativas, isso é uma estratégia. A gente via, por exemplo, na Alemanha nazista, na época de Hitler, aquela propaganda de Gbelos que ficava insuplando o povo contra os judeus, tentando, através da propaganda institucional
estratégia. A gente via, por exemplo, na Alemanha nazista, na época de Hitler, aquela propaganda de Gbelos que ficava insuplando o povo contra os judeus, tentando, através da propaganda institucional acusá-los de inimigos dos alemães, de serem uma raça inferior e que deveriam, portanto, ser essa raça deveria ser extinta. É isso que aconteceu. E esse impacto foi tão grande que até hoje nós temos movimentos aí antissemitas. Nós estamos vivendo isso. Os aqueles países árabes que circundam Israel tem a intenção de destruir Israel. Isso já foi confessado. Que a intenção deles é tirar Israel do mapa. é o ódio causado muitas vezes pela propaganda, pelas narrativas. Então, conflitos históricos como guerras ou divisões étnicas perpetuam o ódio coletivo. Por exemplo, o racismo, a xenofobia. Xenofobia é aversão a estrangeiros. Em grupos, o ódio pode ser aprendido por imitação ou reforçado por ideologias que demonizam o outro. Então, nós temos que estar o tempo todo atentos na vigilância constante, assim como Cristo recomendou. Vigiai e orai todo o tempo pra gente não se deixar envolver por narrativas, por propagandas. e não imitar simplesmente o que se propaga pelas coletividades. Devemos ter esse cuidado. Isso está em teorias como a a do outro de Edward Shade e estudo sobre comportamento de grupo, como os de Tajfell e Turner sobre identidade social. Agora, finalmente, as origens ambientais. Experiências de injustiça, desigualdade ou violência podem semear o ódio, transformando raiva inicial em um sentimento crônico. Nós estamos vivendo isso. Estamos sofrendo aqui uma corrente de ódio originada por ideologias antagônicas. Em outras palavras, trazendo isso para um um entendimento mais prático, entre direita e esquerda, cada um tenta demonizar o outro e considerar o outro como inimigo. Nós estamos sofrendo essa corrente de ódio gerada por essas diferenças ideológicas. Isso é, esse trecho é baseado em obras de Hann Arent sobre violência e ódio coletivo em estudos sobre propaganda e
. Nós estamos sofrendo essa corrente de ódio gerada por essas diferenças ideológicas. Isso é, esse trecho é baseado em obras de Hann Arent sobre violência e ódio coletivo em estudos sobre propaganda e manipulação social. Em resumo, o ódio não é inato. Aqui se a gente tivesse vendo ali, isso tá sublinhado, está e sublinhado. O ódio não é inato, mas surge de interações entre predisposições individuais e contextos externos, frequentemente como uma resposta mal adaptada à dor ou ameaça. É a conclusão que nós tiramos desses estudos da psicologia social, dos ambientalistas e por aí vai. Mas nós sabemos que a ciência é limitada. A ciência se ocupa principalmente com as coisas físicas, com a matéria, ou seja, com tudo aquilo que possa ser detectado pelos sentidos humanos ou pelos aparelhos, pelos instrumentos. A ciência não cogita das coisas transcendentais. Então ela se limita à matéria, desconhece a imortalidade do espírito. Aliás, a ciência nem reconhece ainda a existência do espírito. Desconhece a, portanto, desconhece a multiplicidade das existências. Então não sabe que nós não somos alguma coisa que surgiu aqui e vai acabar aqui. Nós temos uma existência anterior e uma existência infinita, posterior. Então ela restringe os sentimentos ao cérebro, reduz os sentimentos a reações químicas acontecidas no cérebro. E nós sabemos que o cérebro é apenas uma máquina que interpreta os nossos sentimentos e os transferes para o espírito e vice-versa. que os sentimentos, na verdade não estão no corpo, estão no espírito. Então, a ausência desse conhecimento impede de se tirar conclusões mais acertadas a respeito de todos esses sentimentos. E aí, fazendo umas reflexões à luz do espiritismo, nós estamos num mundo ainda de provas e expiações, apesar de já em transição para um mundo de regeneração. E neste mundo de provas e expiações, o mal prevalece. Aí muita gente fala: "Poxa, mas como o mal prevalece?" A maioria das pessoas aqui é boa. Engano. Se um uma pessoa, vamos fazer aqui uma
generação. E neste mundo de provas e expiações, o mal prevalece. Aí muita gente fala: "Poxa, mas como o mal prevalece?" A maioria das pessoas aqui é boa. Engano. Se um uma pessoa, vamos fazer aqui uma simulação. Se uma pessoa nascesse em um hospital e ali vivesse para sempre, não conhecesse o mundo fora dali, ele ia achar que os doentes eram os terminais, que os demais eram normais. Assim somos nós. Quem de nós não é mais ou menos egoísta e orgulhoso? Quem de nós? Esses sentimentos estão na nossa alma, no nosso coração, infelizmente, no nosso nível evolutivo. E a doutrina espírita nos ensina que esses dois vícios são a origem de todos os os demais, são os mais terríveis sentimentos. E já que todos nós temos esse sentimento nos nossos corações, é claro que o mal prevalece. É simples entender, chegar essa conclusão. No princípio, são apenas instintos. E nessa época o egoísmo, ele era usado como uma forma primitiva de amor. Parece paradoxal, mas o egoísmo também é uma forma de amor, porém é um amor excessivo a si mesmo, enquanto que a gente sabe que esse amor tem que ser estendido a todos. Jesus disse: "Amai-vos como eu vos amei. Amai-vos uns aos outros. E à medida que nós vamos evoluindo, os instintos vão sendo substituídos pela razão e os sentimentos vão aparecendo, porque os animais, em princípio, eles não têm sentimentos, eles têm sensações, mas à medida que vai evoluindo, isso não é um, não existe um momento discreto até aqui, assim, a partir daqui já é diferente, não. É uma escala contínua. A gente nota que os animais, os pets, os animais domésticos, eles exibem uma certa forma de sentimento. A gente percebe isso. Eles sentem quando os seus donos estão enfermos, estão ausentes, eles manifestam eh dor. Quando a gente dá uma bronca no cachorro, por exemplo, ele murcha a orelha, baixa a cabeça, ele entendeu. Então, esboçam. Isso significa que essa substituição de instinto por sentimentos é um processo contínuo, né? Infelizmente muitos de nós trazemos ainda essas esses
orelha, baixa a cabeça, ele entendeu. Então, esboçam. Isso significa que essa substituição de instinto por sentimentos é um processo contínuo, né? Infelizmente muitos de nós trazemos ainda essas esses essas questões lá do princípio, o egoísmo, o orgulho. O orgulho aparece mais tarde, né? quando já o indivíduo já eh começa, entra no na humanidade. Mas então eh o ódio, portanto, nasce desses defeitos, nasce de de orgulho e egoísmo. O egoísmo é o indivíduo centrado em si mesmo. Egoísmo, ego. do latim, eu, eu do latim, ego, melhor dizendo. E ismo significa sistema. Espiritismo, sistema dos espíritos. Capitalismo, sistema do capital e por aí vai. Egoísmo é o sistema do eu, eu, por isso ego, egoísmo. Então, o ódio nasce desses sentimentos, egoísmo e orgulho. E o orgulho é soberba. Esses dois andam muito ligados. É impossível existir um só. Eles são praticamente irmãos gêmeos ou conforme a literatura espírita, um é filho do outro. Então, o que que acontece? Eh, o ego, o o orgulho é sentimento de superioridade que alguns têm sobre os demais. Você sabe com quem está falando? Certamente já ouvimos isso. Manifestação do orgulho. Eu sou um ser superior. Não fale assim comigo. E por incrível que pareça, segundo a doutrina espírita, ele pode sim ser inato, porque nós somos herdeiros de nós mesmos. Então, nós trazemos as nossas virtudes e os nossos defeitos das nossas vidas precedentes. Então, muitas vezes nós já nascemos com esse com esse ódio. Afinal de contas, essas famílias aí tradicionais, disso tinha muito lá no Nordeste, aquele onde onde há o, não sei se ainda existe, o coronelismo, aquelas famílias que ficam eternamente brigando contra são é o ódio que se perpetuou. Os espíritos vão, reencarnam, trazendo esse mesmo ódio. Então ele pode sim ser inato. Quais são as consequências? as consequências do ódio e da vingança. O atraso evolutivo, um primitivismo. A gente fica preso nesse período primitivo pelo qual passamos e deveríamos ser deixado para trás há muito tempo. O ódio, o alimento do ódio
do ódio e da vingança. O atraso evolutivo, um primitivismo. A gente fica preso nesse período primitivo pelo qual passamos e deveríamos ser deixado para trás há muito tempo. O ódio, o alimento do ódio aumenta os débitos espirituais. O Esimar na no seu comentário aqui falou que a gente vem para poder limpar, resgatar os débitos e acaba adquirindo mais. Aquele que alimenta o ódio e sentimentos de vingança, ele vai aumentando os seus débitos num processo sem fim. consequentemente, o ódio retarda o crescimento evolutivo e transforma o indivíduo que o alimenta num num voluntariamente, embora inconscientemente, aos processos expiatórios. Ele começa plantar, é o livre arbítrio. Ele tá plantando sementes ruins, ele vai ter que colher frutos amargos. E claro, o o ódio se converte numa prisão mental, porque ele vira uma ideia fixa. O indivíduo deixa de pensar, de viver a própria vida. Ele passa a viver em função daquilo, do seu projeto de vingança. E ele traz, portanto, prejuízo à saúde orgânica. O o espírito áurrio no livro Universo e Vida, na psicografia de Hernani T Santana, eh publicado pela FEB, no capítulo 5to, item 18, traz o seguinte, o seguinte esclarecimento. é das vibrações da mente espiritual que dependem a harmonia ou a desarmonia orgânicas da personalidade e, portanto, a saúde ou a doença do perespírito e do corpo material. Continuando, de acordo com o princípio da repercussão, as células corporais respondem automaticamente às induções hipnóticas espontâneas que lhe são desfechadas pela mente, revigorando-se com elas ou sofrendo-lhes a agressão. Os mentais desagregadores formam zonas mórbidas no cosmo orgânico, impondo distonia as células que adoecem, provocando a eclosão de males que podem ir desde a toxiquemia, que é um uma virose simples, até o câncer e até doenças piores. Essa obra foi da década de 70. de lá para cá surgiram outras doenças, outras doenças piores. Então é muito importante a gente pensar nisso, que pelo menos pensando na própria saúde que a gente não alimente
obra foi da década de 70. de lá para cá surgiram outras doenças, outras doenças piores. Então é muito importante a gente pensar nisso, que pelo menos pensando na própria saúde que a gente não alimente esse sentimento tão destrutivo. Daí outra conclusão que a vingança é a perpetuação do ciclo do ódio. O indivíduo acha que matando o outro tá encerrado o problema, mas não tá, porque nós somos imortais. Do outro lado, o que foi vingado vai se sentir no direito de se vingar e vai perturbar o outro, transformando esse processo numa obsessão que pode levar o suicídio e até a loucura. Ou melhor, vamos inverter a ordem. A loucura é até o suicídio. Portanto, a vingança é um dos últimos remanescentes dos costumes bárbaros que tendem a desaparecer dentre os homens. Constitui indício certo de atraso dos homens que a elas se dão e dos espíritos que ainda as inspiram. Isso está no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo que nós estamos estudando, no item nono. Então, nós temos que pensar na necessidade do perdão, porque o ódio perpetua o ciclo de vingança, como já vimos. Eh, estamos todos submetidos à justiça divina, a lei de causa efeito, que o nosso irmão Essimar também abordou na questão da lei do retorno. Então, aquele que tá se vingando, ele está plantando. Quando ele ele passou por aquelas coisas que ele considera um mal que ele sofreu, ele estava colhendo os frutos. Então, se ele parasse ali, ele tava kit. Mas não, ele resolveu se vingar. Aí ele teve uma ação de se vingar, plantou sementes ruins e vai novamente colher eh frutos ruins. Isso naturalmente é um mau uso do livre arbítrio. É necessário que haja interrupção desse ciclo nefasto de vingança. Alguém precisa ter uma nobreza espiritual e uma inteligência superior ao outro, praticando perdão. Porque compreendendo isso, o indivíduo que é inteligente e tem uma nobreza espiritual, uma nobreza moral, ele vai dizer: "Eu tenho que parar com isso. Isso não tem fim. causa uma sucessão de dores, angústias, aflições, sofrimento
indivíduo que é inteligente e tem uma nobreza espiritual, uma nobreza moral, ele vai dizer: "Eu tenho que parar com isso. Isso não tem fim. causa uma sucessão de dores, angústias, aflições, sofrimento intermináveis. Precisa botar um ponto final nisso. Aí o indivíduo aplica o perdão. E o que que é o perdão? O perdão não é uma decisão simplesmente um decreto, eu perdoo e pronto. Não. Perdão é um processo. Perdão vem, perdoar vem da palavra eh latina perdonare. sufixo, o prefixo per que significa ir além, mas ao longo de todo o trajeto per noite, perloreto de per o água oxigenada, me fugiu aqui a palavra, uma água oxigenada é um um um peróxido peróxido de de hidrogênio. Então, é algo que vai além. Então o perdão significa e e mais donare que é doar. Então é doar a mais. Perdoar é doar a mais. Então ele requer um uma autoanálise. O indivíduo tem que eh raciocinar, refletir sobre aquilo e tomar a decisão de perdoar. Mas entendendo que aquilo é um processo, não adianta o indivíduo falar: "Eu perdoo", mas continuar remoendo aquilo então é um processo que precisa ser tratado com carinho e com o tempo. E nós sabemos que esse processo é difícil, mas é o único caminho, não tem outro. Nós temos, por exemplo, na obra Entre a terra e o céu, eh, de André Luiz, na psicografia de Chico Xavier, o caso, né, de de quatro personagens aqui, Amaro, Odila, Zumira e Júlio. Amaro, ele é o pai de Júlio, assim como Odila também, só que Odila morreu e Amaro se casou com Zumira. E Zumira não se conformou do lado de lá. Ela tomada pelo ciúme, considerando a outra como como alguém que invadiu o seu lar e lhe roubou a afeição do marido, ela foi se enchendo de ódio e passou a obsidiar a atual esposa, Azulra. Então, eh, a Zumira passou a ser também, eh, madraça de Júlio. E ela tinha um, ela não gostava de Júlio, tinha um, um certo sentimento, queria que ele fosse afastado, porque o pai tinha uma afeição muito grande por ele. Então, um dia na praia ele foi se adentrando nas ondas, tá? e ela fingindo
de Júlio, tinha um, um certo sentimento, queria que ele fosse afastado, porque o pai tinha uma afeição muito grande por ele. Então, um dia na praia ele foi se adentrando nas ondas, tá? e ela fingindo que não tava vendo, mas com a intenção já que ele morresse. E ele acabou morrendo afogado ali. E isso causou um ódio muito maior ainda na Odila espírito, que então a obsessão se transformou um caso doento, mas com muito trabalho por parte dos mentores espirituais. para para encerrar essa história, ela abandonou aquilo e passou a atuar como protetora da Zulmira. E nós temos também o caso de Gand, o maratma gandas carandange gand. Mahatratma significa na língua eh indiana significa alma grande. Ele sofreu de tudo, né? Lutando para libertar a Índia do da dominação inglesa. Ele passou todo tipo de sofrimento, né? Perseguições, prisões, ofensas. Eh, e no entanto, depois que passou tudo, certa vez, um repórter perguntou para ele se ele perdoava os seus eh detratores, aqueles que o haviam ofendido. Ele disse que não. Aí o repórter se assustou, falou: "Mas como não? S uma alma tão boa? Não, não preciso porque ninguém me ofendeu. Então é exatamente isso. É uma situação tão especial, de tanta evolução, que o indivíduo não se ofende mais. Pra gente perdoar é necessário que haja a ofensa. Agora, se o sujeito não se sente ofendido, ele está acima, não precisa perdoar. é o ideal de evolução para todos nós. Então, já caminhando para o encerramento, há um uma citação basilar da doutrina espírita que é fora da caridade não há salvação. Isso inclusive é um título de um capítulo da obra que nós estamos tratando. Mas o que que é a salvação? As outras religiões têm uma visão diferente para a doutrina espírita. A salvação é quando o indivíduo retoma o seu o seu caminho de progresso. É quando deixa de patinar ali no atraso e retoma o crescimento espiritual. E e a caridade, segundo o livro dos espíritos, na questão 886, é o famoso bip, benevolência para com todos, indulgência para com a as faltas alheias
ar ali no atraso e retoma o crescimento espiritual. E e a caridade, segundo o livro dos espíritos, na questão 886, é o famoso bip, benevolência para com todos, indulgência para com a as faltas alheias e o perdão das ofensas. Ora, se a gente, o ódio e a vingança são a negação da caridade. Então, se a gente, aquele que odeia, ele está faltando com a lei da caridade e sem a caridade não há salvação. Então, o indivíduo que odeia está se condenando a não ser salvo, porque caridade é o amor em ação. O amor é um sentimento. Agora, quando ele sai, ele extravaza e se transforma em ação, vai, realiza coisas, então ele é caridade. Porque o amor é a maior das leis. E Jesus disse: "Amai-vos uns aos outros e disse além, amai os vossos inimigos". Então, concluindo, meus queridos, ódio e vingança são remanescentes do estado primitivo que ainda permanece em nós. São sentimento e ação destrutivos, nascidos do orgulho e do egoísmo. tendem a perpetuar ciclos duradouros de débitos, dor, aflição e sofrimento. São os antagonistas do amor e da caridade. Prolongam o atraso e bloqueiam a salvação. Perdoar é atitude nobre e inteligente, capaz de interromper este ciclo nefando. O perdão é o antídoto do ódio. E para encerrar, vamos citar aqui um trechinho do da obra que nós estamos estudando, no capítulo 12, no item 9o, na parte instruções dos espíritos, um trecho da mensagem do espírito Fenelon, recebida em Bordô em 1861. Embora a lei de amor mande que cada um ame indistintamente a todos os seus irmãos, ela não resguarda o coração contra os maus procederes. Esta é, ao contrário, a prova mais angustiosa. Bem o sei, pois que durante a minha última existência terrena experimentei essa tortura. Mas Deus lá está e pune nesta vida e na outra os que violam a lei de amor. Não vos não vos esqueçais, meus queridos filhos, de que o amor aproxima de Deus a criatura e o ódio distancia dele. E assim, muito obrigado e permanecemos com Jesus. Estamos Vamos chegando ao final da nossa primeira parte. Nós agora vamos então
hos, de que o amor aproxima de Deus a criatura e o ódio distancia dele. E assim, muito obrigado e permanecemos com Jesus. Estamos Vamos chegando ao final da nossa primeira parte. Nós agora vamos então fazer a nossa prece. Após a prece nós teremos o passe. Aqueles que desejarem receber o passe poderão permanecer sentados em seus lugares que irão sendo chamados. sempre lembrando de dar prioridade às crianças, aos idosos, aqueles que têm deficiências físicas. Então vamos, meus irmãos, agora agradecer a Jesus, né, por esta tarde, por essas reflexões que aqui recebemos e que vamos levando para os nossos lares cada vez mais. trabalhando em nós esse sentimento do amor, da fraternidade e da caridade. Vamos então pedir ao nosso irmão Esimar que conduza, então os nossos pensamentos. Então, meus irmãos, irmanados, nesses fluidos benfazjos, pedimos ao amado mestre Jesus, compaixão para com as nossas dores, auxílio para que possamos ter a boa vontade de exercitar a caridade segundo o seu entendimento. Que nós possamos a cada dia, mestre, não esquecer de que somos espíritos eternos e que a nossa missão aqui na terra é amar. que a lei do amor trazida por ti pode ser possa ser implantada em definitivo em nossos corações. Que nós possamos ter a coragem de renunciar a cada dia, homem velho, que ainda está eivado de orgulho, de egoísmo, de vaidade, de avareza, de prepotência. E que possa se instalar em nós o homem novo, o homem espiritual voltado para as leis supremas. que possamos sermos mais para com próximos, indulgentes para com as imperfeições aleias, que possamos ter a capacidade e a grandeza de perdoar as ofensas que são dirigidas a nós. Ao passo, mestre, pedimos acréscimo de sua misericórdia para que esse amor que aqui se encontra, essa luz que está derramada sobre nós, possa ser levado para os nossos lares, para um ambiente familiar, que ali se estabeleça a concórdia, o amor e o seu evangelho. Peçamos, mestre, por essa semana que se inicia, que esteja sempre conosco, nos intuindo
do para os nossos lares, para um ambiente familiar, que ali se estabeleça a concórdia, o amor e o seu evangelho. Peçamos, mestre, por essa semana que se inicia, que esteja sempre conosco, nos intuindo para o bem, na certeza que estará conosco agora e sempre. Demos graças a Deus. Então a todos um bom final de tarde, um início de noite de muita paz, com votos, né, de muita paz e uma boa semana que se inicia. Fiquem bem e fiquem com Deus.
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