Perdão das ofensas, com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 14/07/2025 (há 9 meses) 1:01:38 528 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Perdão das ofensas. ESE, Capítulo 10, itens 14 e 15. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

เ Estimados irmãos, irmãs, amigos, amigas, boa tarde. É uma alegria imensa estarmos aqui nesses instantes, neste momento na nossa Federação Espírita Brasileira para então darmos início o nosso estudo do Evangelho de Jesus. Como sempre, todas os finais de tarde, de domingo tem esse estudo. Então, é uma alegria imensa estarmos mais uma vez aqui junto com os encarnados, todos vocês e com os desencarnados. Então vamos orar, vamos fazer a nossa prece sintonizando já com Jesus, com Deus nosso Pai e com os amigos espirituais encarregados deste estudo. Amado Jesus, mais uma vez, Senhor, aqui nos encontramos sedentos para aprendermos o teu evangelho, para juntos, Senhor, buscarmos colocá-lo em prática. Agradecemos mais uma vez pela oportunidade que esta casa nos oferece, a nossa querida Federação Espírita Brasileira, para o nosso crescimento espiritual, o nosso crescimento moral, que possamos nós, Jesus, podermos aproveitar a cada palavra, a cada ensinamento e colocá-los em prática. Ainda te pedimos, Senhor, a assistência amiga dos bons espíritos, que eles possam intuir e orientar os nossos irmãos Patrícia e Geraldo, que irão trazer para nós os ensinamentos desta tarde. E assim Jesus, em seu nome, em nome de Deus, nosso pai, nós então pedimos permissão para iniciarmos o nosso estudo, dando graças a Deus. Então, amigos queridos, nós agora teremos a leitura e o comentário de uma página do livro Fonte Viva que a nossa querida Patrícia vai trazer para nós. Boa tarde a todos amigos. Vamos juntos refletir acerca da lição 168 da nossa fonte viva, quando Emanuel nos faz refletir acerca de pequeno trecho da segunda Coríntios 4:18, quando Paulo diz assim: "Não atentando nós nas coisas que se vem, mas nas que não se vem, porque as que se vêm são temporais". E as que se não vêem são eternas. E aí nosso prefeitor emano comenta assim: "A flor que vemos passa breve, mas o perfume que nos escapa enriquece a economia do mundo. O monumento que nos vislumbra sofrerá insultos do tempo. Contudo, o ideal invisível que o

mano comenta assim: "A flor que vemos passa breve, mas o perfume que nos escapa enriquece a economia do mundo. O monumento que nos vislumbra sofrerá insultos do tempo. Contudo, o ideal invisível que o inspirou brilha eterno na alma do artista. A acrópole de Atenas, admirada por milhões de olhos, vai desaparecendo pouco a pouco. Entretanto, a cultura grega que a produziu é imortal na glória terrestre. A cruz que o povo impôs ao Cristo era um instrumento de tortura visto por todos. Mas o espírito do Senhor que ninguém vê é um sol crescendo cada vez mais na passagem dos séculos. Não te apegues demasiado à carne transitória. Amanhã a infância e a mocidade do corpo serão dureza e velice da forma. A terra que hoje retén será no futuro inevitavelmente dividida. Adornos de que te orgulhas presentemente serão pó e cinza. O dinheiro que agora te serve passará depois a mãos diferentes das tuas. Usa aquilo que vês para entesourar o que ainda não podes ver. Entre o berço e o túmulo, o homem detém usufruto da terra com fim de aperfeiçoar-se. Não te agarres, pois, a enganosa casca dos seres e das coisas. Aprendendo e lutando, trabalhando e servindo com humildade e paciência na construção do bem, acumularás na tua alma as riquezas da vida eterna. fazendo um breve comentário depois de Emanu como se isso fosse possível. E mano é absurdamente eloquente. Vamos apenas nos lembrar que somos espíritos. É esse que somos. Tá bom? nunca mais esquecer disso. Os encarnados somos espíritos na matéria, investidos de matéria, experienciando mais uma vez algo que é transitório e à nossa volta são instrumentos para essa experiência que são temporais, passadiços, não devemos nos apegar a eles. Usemos as coisas e amemos as pessoas, nunca mais nos esquecermos disso. As coisas são para serem usadas e as pessoas, incluindo nós mesmos, aqui estamos para sermos amados. Vou devolver a palavra a nossa L para passar pro nosso Geraldo. Obrigada, pessoal. Então, vamos nós agora para o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo,

nós mesmos, aqui estamos para sermos amados. Vou devolver a palavra a nossa L para passar pro nosso Geraldo. Obrigada, pessoal. Então, vamos nós agora para o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo, que hoje o nosso amigo Geraldo vai trazer esse tema sobre o perdão das ofensas. É o capítulo 10. com você, meu bom irmão. Queridas amigas, irmãs, queridos amigos e irmãos, muito boa tarde a todos. Eu acho que o pessoal tá com frio, Lourdes, não repate. Tá um friozinho gostoso, né, gente? 15º hoje de manhã aqui em Brasília e a gente vai se protegendo, né? Amigos e irmãos, muito boa tarde a todos. Boa tarde. Melhor assim, né? espontaneamente aqui nesta casa de Ismael, que nos recebe a todos com muito carinho, com muito amor. Nos sentimos aqui nesta venerável instituição, abraçados, acolhidos, protegidos, auxiliados, porque Ismael está conosco. Às vezes a gente conversa assim com um amigo ou outro, olha, ah, não sei, tô querendo deixar o trabalho, fique à vontade. você vai correr por conta própria, porque enquanto a gente está trabalhando no espiritismo, nós estamos sob a proteção de Ismael. E é muito bom a gente se sentir protegido, amparado, porque nós temos segurança e nós temos a certeza de que o caminho certo é fazer o bem, porque quando a gente faz o bem, a gente se sente feliz. Estava me recordando, querida Lourdes, que hoje é um dia muito especial. Hoje é dia 13 de julho. Era o sábado, 5 horas da manhã do ano de 2019. A minha mamãezinha, pela primeira vez bateu a porta do meu quarto e disse assim: "Meu filho, acho que papai desencarnou". Era assim que carinhosamente ela se referia ao senhor Arlindo, para quem o conhece. E aí levantei-me e realmente o papai tinha partido há 6 anos, Lud, exatamente num sábado, hoje um domingo. Eu me recordo de uma história que o papai contou para mim. que quando ele morava em Campos Belos, aqui Tocantins, em direção a Palmas, ele foi abordado por um jovem. Ali o papai devia ter os seus 70 e poucos anos, acredito, talvez um pouco menos.

ou para mim. que quando ele morava em Campos Belos, aqui Tocantins, em direção a Palmas, ele foi abordado por um jovem. Ali o papai devia ter os seus 70 e poucos anos, acredito, talvez um pouco menos. Mas o jovem, de certa maneira se indispôs com o meu papaizinho e teve a audácia de esbofeteá-lo. E o papai quando contou essa história para mim, eu queria conhecer esse infeliz. Gostaria de tê-lo conhecido, porque certamente na minha inferioridade eu revidaria. E eu perguntei: "Papai, o que que o senhor fez?" Ele me falou uma coisa que eu jamais esqueci. Falou: "Meu filho, eu apliquei o evangelho. Eu ofereci outra face. E aí, papai, o que aconteceu? O rapaz começou a chorar. Ele não resistiu a força do exemplo sem nenhuma palavra, sem nenhum revide, porque nós não precisamos ofender, não precisamos magoar, não temos o direito de ferir, de melindrar, de prejudicar a quem quer que seja, mesmo ofendido, magoado, ferido, prejudicado, como Cristo testemunhou, nós não temos o direito de revidar. Quando a gente aprende o conceito de justiça segundo o espiritismo, a justiça consiste em cada um respeitar o direito do outro, diferentemente do que a gente pensaria num primeiro momento. Ter a justiça, eu ter os meus direitos respeitados. Mas é o contrário ao que a matemática evangélica nos ensina e o espiritismo como uma doutrina cristã. toda fundamentada no evangelho de Jesus. Porque se Jesus é a porta, Kardec é a chave. Não dá para falar de espiritismo sem falar de evangelho. Nós jamais poderemos separar o espiritismo, a doutrina espírita da mensagem do Cristo. Porque todo o espiritismo é fundamentado no evangelho de Jesus e nos toca essas virtudes fundamentais da necessidade de nós nos aperfeiçoarmos, de nós nos melhorarmos conforme o próprio testemunho que o Cristo trouxe antes de ensinar. Ele vivenciou a mensagem na própria simbologia do seu nascimento, na manjedoura entre animais em plena natureza. Ele deu o testemunho da humildade para depois, como mestre, ensiná-la no inovidável sermão do monte, começando

m na própria simbologia do seu nascimento, na manjedoura entre animais em plena natureza. Ele deu o testemunho da humildade para depois, como mestre, ensiná-la no inovidável sermão do monte, começando a dizer: "Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus". E a gente só tem a coragem e a maturidade de oferecer a outra face quando nós somos humildes. Porque quando orgulhosos nós vamos querer revidar, porque nos achamos donos da razão, poderosos, prepotentes, cheios de direitos. E aí poderíamos nos arvorar no sentido de uma ação reativa no que diz respeito ao comportamento do nosso próximo e provavelmente nos arrependermos posteriormente pelo comportamento inadequado. Toda vez que a gente reage, nós não pensamos. É preciso agir com ponderação, com equilíbrio, com maturidade, conhecendo a mensagem de Jesus, refletindo sobre o seu significado, sentindo profundamente internalizado em nosso coração para que a gente possa viver, como a nossa querida Patrícia colocou, essa mensagem transformadora. A grande diferença está não em sermos otimistas, mas em sermos ativistas. Ativistas no bem, no amor, na fraternidade, fazendo tudo que estiver ao nosso alcance para que a gente possa ter a segurança de que esse mundo está melhor e está melhorando, apesar de tudo, porque eu estou fazendo o melhor ao meu alcance. Assim devemos nos posicionar, sem dúvida, sem titubear, com certeza de que o caminho do bem, esse é um caminho que do qual a gente não consegue fugir. É um caminho inevitável do amor a da felicidade. Todos estamos destinados a evoluir, a atingir a perfeição relativa que Deus nos concede. Não somos perfeitos, mas somos perfectíveis. Por isso acreditar que o amanhã será melhor. Mas este amanhã começa a partir de hoje. E este hoje começa a partir de agora. Podendo fazer o melhor ao nosso alcance, a gente vai se sentir bem. Chico Xavier, ele estava de certa maneira um pouco triste. E Emanuel percebeu a tristeza dele e perguntou-lhe o que que estava acontecendo.

fazer o melhor ao nosso alcance, a gente vai se sentir bem. Chico Xavier, ele estava de certa maneira um pouco triste. E Emanuel percebeu a tristeza dele e perguntou-lhe o que que estava acontecendo. Aí Chico disse assim: "Mas veja, meu irmão, eu procuro fazer o bem para todo mundo, auxiliar todos, sem pedir nada em troca. Vou com a moda das boas intenções. No entanto, eu mesmo assim recebo crítica. As pessoas falam mal, as pessoas não entendem. E eu me sinto infeliz com isso, porque eu gostaria que houvesse uma correspondência. Assim como estou fazendo o bem, também gostaria de receber o bem. Aí Emanuel disse para Chico, Emanuel é o guia espiritual de Chico Xavier, disse assim: "Meu irmão, eu não estou aqui?" "Sim, claro, você está aqui. Estou lhe vendo. E você não está satisfeito e feliz com a minha presença?" "Sim, senhor. Estou satisfeito e feliz com a sua presença. Então, vou lhe dizer uma coisa. Enquanto você estiver apanhando, eu estarei contigo. A partir do momento em que você começar a bater, você vai seguir sozinho. Essa história está nesse livro O homem chamado Amor, Nossos Mentos com Chico Xavier de Osvaldo de Godói. Hoje é um dia especial. Porque há 2 meses, a 60 dias, no dia 13 de maio, às 21:45, estava retornando à pátria espiritual o nosso querido Divaldo Pereira Franco, assim como um Chico, um missionário, um apóstolo de Jesus e que tantas lições ele nos deixou. E uma vez perguntando a ele como é que ele conseguia ter chegado ao ponto de não revidar uma acusação, de não responder a uma crítica, de não se ofender, como é que ele tinha conseguido chegar aquele nível de compreensão, de entendimento, já de iluminação interior? Aí ele me respondeu assim: "Meu filho, eu procuro fazer na intimidade o que eu faço em público." Eu fiquei olhando para ele como vocês estão me olhando. Eu procuro fazer na intimidade o que eu faço em público. Eu fico imaginando se a minha intimidade fosse revelada em público, os meus pensamentos, os meus sentimentos, provavelmente

s estão me olhando. Eu procuro fazer na intimidade o que eu faço em público. Eu fico imaginando se a minha intimidade fosse revelada em público, os meus pensamentos, os meus sentimentos, provavelmente eu teria vergonha, porque às vezes penso o que não devo pensar, falo como não deveria me expressar e ainda faço o que não deveria fazer. Mas quando um apóstolo do bem, um irmão nosso nos dá essa resposta, é porque ele também está no esforço. Ele se esforça em fazer na intimidade o que ele faz em público. Porque às vezes nós mostramos, nós aparentamos, mas na essência ainda não somos. Então, quando nós nos comportamos para conosco na nossa intimidade, na intimidade do nosso lar, do nosso reduto doméstico, da mesma maneira como as pessoas não vêm por fora, como as pessoas nos vêm pela rede, não é, Patrícia? Quando nos vem assim a distância, a gente vai ver quão difícil é quão distante ainda estamos. daquela posição em que as pessoas nos colocam. E muitas vezes, no meu caso, com certeza, falta humildade de oferecer a outra face. Porque muitas vezes, Lourdes querida, se eu não falo, eu ainda sinto. E se eu não ajo, eu ainda falo. Chegaremos um tempo a uma condição em que estaremos alinhados em absoluto com a vontade de Deus na nossa existência, a ponto de não desto de nós não fugirmos do que é o essencial e não precisarmos necessariamente de aplicar Uma virtude que por hora se torna indispensável, imprescindível e inadiável, que é o perdão. Eu pergunto a vocês que aqui estão presencialmente, a nós todos que aqui estamos e aos amigos que estão nos acompanhando aí pela FEB Lives no YouTube, se há alguma desavença, algum sentimento, alguma mágoa dentro de vocês, dentro de nós. Será que a gente carrega algum peso, alguma coisa que não esteja resolvida? Algum ponto que eu ainda preciso dar um nó ou quem sabe desatar aquele nó. Não precisam responder. É muito provável que todos nós aqui tenhamos alguma pendência de alguma pendenga, portanto, não resolvida, seja desta ou de outra existência.

nó ou quem sabe desatar aquele nó. Não precisam responder. É muito provável que todos nós aqui tenhamos alguma pendência de alguma pendenga, portanto, não resolvida, seja desta ou de outra existência. E a gente se sente preso, porque enquanto não perdoamos e não somos perdoados, a gente não se liberta. Uma proteína aí, né, querido? Eu me lembro de uma pessoa que perguntou certa feita para mim: "Olha, eu tô fazendo todo bem o meu alcance. Eu perdoei aquele indivíduo, mas você acredita que o desgraçado não me perdoou? Eu falei: "Acredito perfeitamente acredito. E o que você fez?" Ah, eu fiquei chateado, fiquei magoado, ferido. Ah, você não tinha perdoado, não. Mas aí o perdão não valeu, porque ele não me perdoou. Seria muito bom, quando sincero que o perdão fosse como um abraço, porque o abraço é recíproco, ele é mutuo. À medida que eu abraço, eu sou abraçado quando verdadeiro. Isso é tão bom. O abraço é uma via de mão dupla. A gente agasalha e é agasalhado. O coração se encontra e bate na mesma frequência e a gente se sente bem. Mas se por um acaso a gente perdoou alguém e esse alguém não nos dá a reciprocidade do perdão, sabe qual a resposta que a gente deve dar? é de seguir em frente em silêncio, porque aí já não é mais conosco, é com ele. Então, quando eu perdoo, eu o liberto e me liberto. Se ele ainda continua preso, o outro, a pessoa, já não é mais comigo. O que eu não posso é continuar alimentando a cobrança de um comportamento do outro, como via de regra a gente faz. Como a gente gostaria que o outro se comportasse como a gente quisesse, ao nosso molde, o nosso modelo, a nossa forma. E essa exigência, essa cobrança que não é bem amor, é exigência, é cobrança, porque o amor efetivamente não cobra, não exige. O amor doa e aí eu estava vendo um vídeo pela internet que mostrava o prefixo per na química, né? tão interessante. Aí falava de alguns produtos, de algumas substâncias e dizendo esse perão interessante que o per é algo que vai além, não é? E é como se ele fosse um

va o prefixo per na química, né? tão interessante. Aí falava de alguns produtos, de algumas substâncias e dizendo esse perão interessante que o per é algo que vai além, não é? E é como se ele fosse um desprender-se, um desapegar-se. E aí a pessoa falando sobre aquilo, eu falou: "Ah, mas que que isso tem a ver e tal". De repente ela encerra desse jeito. Per doar. é doar com amor. Nunca tinha ouvido assim de uma explicação científica falando de elementos químicos, trazendo o prefixo pergar o per doar. Quando nós doamos, nós saímos de nós e nos entregamos ao outro. desapego, desprendimento. O egoísmo, o orgulho nos aprisionam. E quando nós somos humildes e caridosos, nós nos desapegamos, nós nos desprendemos. Minemonicamente, capítulo 10, item 15. Capítulo 15, item 10. Tomaram nota? Capítulo 10, item 15. Capítulo 15, item 10. aqui de O Evangelho Segundo o Espiritismo. São as duas mensagens do apóstolo Paulo contida no Evangelho Segundo Espiritismo. Paulo, o apóstolo, aquele convertido de Damasco, integrou a equipe do Espírito de verdade, que é o próprio Jesus, o Cristo. Claros, daquela época já estava Saulo convertido em Paulo. E aí eu tava vendo o significado da palavra Saulo num livro muito interessante que são que se chama Expoentes da codificação espírita, preparado pela nossa querida Malena, eh, lá do Paraná, da Federação Espírita do Paraná, né? Aliás, a nossa querida Pát tem um livro lindo publicado por eles, né? E tem dois livros que nós vamos publicar, né? A autoria da Patrícia querida, vamos publicar no ano que vem, porque ela pediu que fosse no ano que vem. Já tá tudo encaminhado, né? E achei tão interessante que coloca que o nome Saulo significa egoísmo, assim, de certa maneira. É aquele que recebe, é aquele que tá esperando receber. Não significa, gente, que todo mundo que é Saulo, tá? Eh, vai ter essa personalidade, mas é no sentido do nome, o estudo que eles fizeram. Eu achei curioso, porque o Saulo é aquele que fica aguardando o receber, o Paulo é aquele que oferece, aquele que dá.

, vai ter essa personalidade, mas é no sentido do nome, o estudo que eles fizeram. Eu achei curioso, porque o Saulo é aquele que fica aguardando o receber, o Paulo é aquele que oferece, aquele que dá. Então, no sentido assim, você teria talvez, né, a questão do Saulo como se fosse para receber de uma maneira talvez mais egoísta. E Paulo é aquele que doa de maneira caridosa. Por isso essa simbologia da transformação de Saulo para Paulo. OK? Não confundi que quem é Saulo hoje vai significar que seja egoísta, né? Quem é Paulo e Caridoso, não necessariamente, mas essa simbologia do nome é bem interessante. E nós temos aqui nesse capítulo 10 que se chama Bem-aventurados os Misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. E é aqui que está nas instruções dos espíritos começando, porque o Evangelho Segundo o Espiritismo, queridos, é uma obra genial, como toda a obra da codificação espírita, como toda a obra de Kardec. É de uma genialidade esse codificador, esse educador por excelência numa didática admirável, numa metodologia fácil da gente entender, altamente instrutiva e consoladora. Ele traz 28 capítulos fazendo uma introdução linda, com um prefácio maravilhoso assinado pelo próprio Espírito de Verdade e vai trazer em torno de 20 desses 28 capítulos, uma segunda parte de cada capítulo que são chamadas as instruções dos espíritos. Essas instruções dos espíritos são as mensagens que Kardec recebeu de cerca de 1000 centros espíritas espalhados no mundo afora. Isso lá nos idosos do século XIX. A primeira edição de O Evangelho Segundo Espiritismo saiu com o título de Imitação do Evangelho do Segundo Espiritismo, é de 1864. A segunda edição de 65, já mudou o título, mas só o título. E a terceira edição, que foi totalmente reformulada, já mantendo o título Evangelho segundo Espiritismo, é de 1866. Essa edição definitiva na qual a gente usa para fazer as traduções para os vários idiomas, incluindo o português. E a gente vê Kardec fazendo um trabalho muito bonito, porque ele recebeu essas

e 1866. Essa edição definitiva na qual a gente usa para fazer as traduções para os vários idiomas, incluindo o português. E a gente vê Kardec fazendo um trabalho muito bonito, porque ele recebeu essas mensagens em torno de 1000 mensagens de 1000 centros espíritas diferentes, de países diferentes, enfim, de, né, cidades diferentes. E aí ele catalogou 10% dessas mensagens, cerca de uma centena compõe então esses cerca de 20 capítulos aqui, trazendo as chamadas instruções dos espíritos. E aqui nós temos no perdão das ofensas, os itens 14 e 15, uma mensagem de Simeão em Bordau, 1862. E a outra mensagem no item 15 é de Paulo, apóstolo em Lyon em 1861. E aí eu fui buscar nesta obra expoentes, né, da codificação espírita e buscar a fonte onde tinha mais mensagem de Paulo, né, de Simeão ali não consta, mas de Paulo estava exatamente esse a gente conferiu. Está no capítulo 10, item 15 e no capítulo 15 e tem 10. Dá para esquecer? Não dá, né? memonicamente, eu não tenho uma boa memória, mas eu quando pego assim um esquema desse, Loures, eu não esqueço mais, porque fica facilitado, né, o entendimento. A Pat não, a Pat começa a declamar, ela vai, navega, né, uma coisa linda, mas isso, né, eh, não é para qualquer um assim. eu tenho que ter uns esquemas para poder seguir. Aí eu vou compreender, fica mais fácil de também compartilhar. E esta mensagem aqui que a gente vê dos, né, dos do perdão das ofensas, ela é do capítulo 10, né, o item 14 e 15, é muito significativa, porque vai ter uma série de ensinamentos para a nossa compreensão. Então vamos, só pra gente ter uma um gostinho, digamos, de leitura, uma vez que o nosso tempo não dá para permear toda, né, as duas mensagens que são riquíssimas. Então a gente vai ter aqui, olha só, de Simeão, perdão, das ofensas que começa essas eh instruções dos espíritos. Então, o item de número, não é, que é aqui o item 14. Quantas vezes perdoarei a meu irmão? Isso é Simeão. Simeão também é uma expressão, uma personalidade do evangelho, né, que vai nos trazer

píritos. Então, o item de número, não é, que é aqui o item 14. Quantas vezes perdoarei a meu irmão? Isso é Simeão. Simeão também é uma expressão, uma personalidade do evangelho, né, que vai nos trazer grandes lições, tá? Inclusive na obra, eh, qual que é a obra de Emanuel? É, é o Boa Nova. Boa Nova. Tá lá, tá isso. No Boa Nova de Humberto de Campos. Mas tem um romance também que apresenta Simeão, esse romance histórico, né, de Emanuel. né? Não sei se tá no, não é no próprio Paulo Estevão não, que ali você tem Pedro, né? Mas aqui tem o Simeão, não é o Simão Pedro, é Simeão. Ele aparece salvo o melhor juízo, é no há 2000 anos mesmo, que tem toda aquela história. Gente, vale a pena a gente ler essas obras, viu? Esses romances históricos são altamente significativos. Quantas vezes perdoarei meu irmão? Perdoei não sete vezes, mas 70 vezes s vezes. Aí você já vê a explicação espírita. 70 x 7 vezes. Faz a multiplicação aí, por favor. 70 x 7 vezes. Vai, vai usar. Não tô não tô acreditando. Você vai usar a calculadora aí. Pode que tem que usar. Pode usar. Mas 7 x 7 49. Então 70 x 7 490. A gente vai ver aqui na lição que vai dizer para nós a necessidade de perdoar 70 vezes, sete vezes cada ofensa. Cada ofensa e ainda é 70 vezes sete vezes. Então sete vezes vezes vezes é o infinito, gente. Não é um limite. Não adianta a gente querer fazer conta mesmo de cabeça ou de calculadora. E falando sobre isso, Lourdinha, a minha mãe se gaba toda, né? Porque ela só estudou. Dona Maria, queridíssima e minha mãezinha, a do Evangelho no Lar Dona Maria, para quem quiser acompanhar tudo de 8:30, né, pelo Instagram. Aí o pessoal vai gostando e toda a presença, né? E ela é muito sincera. A gente fala, ela dá resposta assim na bucha, na lata, né? Outro dia ela tava meio brava comigo, eu só filmei ela duas, três vezes, não fez nenhuma pergunta para ela não, porque ela fala o que pensa mesmo. Falei: "Vou correr o risco aqui, eu nada", né? Mas aí o pessoal gosta porque ela é sincera e ela fala e das

duas, três vezes, não fez nenhuma pergunta para ela não, porque ela fala o que pensa mesmo. Falei: "Vou correr o risco aqui, eu nada", né? Mas aí o pessoal gosta porque ela é sincera e ela fala e das respostas, né? E aí, eh, a gente tava nessa questão. Eu falei: "Mãe, a senhora já ficou chateada alguma vez nesse dia?" Ela tava tava tranquila, né? Já tinha passado aquela situação toda lá, porque ela tava brava comigo. E aí a senhora já ficou chateada com alguma situação? Mas já fiquei várias vezes, minha filha. E com alguma pessoa, mas também isso é muito constante. Eu fico brava porque eu gosto da justiça. Tudo que é injusto assim me incomoda. É do jeitinho dela, né? E quem conhece a dona Maria sabe disso mesmo. E aí eu falei: "Mas e a senhora mãe, quando a gente fica assim, é preciso fazer o quê?" Falei: "É, meu filho, tem que conversar, né? Não pode ficar assim brigado. Se a gente briga, bota para fora, depois vai o quê? Resolve, né, Andreia? A gente não pode ficar guardando mágua, ficar ressentido, aquela coisa toda, porque às vezes a gente se desentende. Ora, acontece, quem é aqui que nunca brigou? com ninguém. É, Rosana, você com toda a sua passividade, né, seu pacifismo, você já chegou a se desentender com alguém, não é? Às vezes acontece, mas aí não é a questão, né, do desentendimento em si do que aconteceu para além de buscar as causas, porque a gente fica buscando os porquês, não é? Lindo o seu cabelo, viu, moça? A gente fica buscando assim os porquês e tudo. Ah, por que que aconteceu a lei de causa efeito? Explica, né? Olha aqui. Por que que eu estou aqui? Ah, por que que eu tô passando por essa expiação, por essa prova? Tudo tem uma razão de ser. E a causa está geralmente no passado, se não em outra existência, outras existências nessa mesma. Mas a o espiritismo, além do porquê que traz a causa, vai nos trazer o paraqu, que é a finalidade, o propósito. Então, olha, houve um desentendimento, ah, buscar quem é que tem a razão. A gente às vezes fica brigando aquela questão do seis e do

a causa, vai nos trazer o paraqu, que é a finalidade, o propósito. Então, olha, houve um desentendimento, ah, buscar quem é que tem a razão. A gente às vezes fica brigando aquela questão do seis e do nove, não é? A depender do ponto de vista, ninguém, os dois estão com a razão. A razão vai depender do ponto de vista. E no fundo, quando a gente se limita ao ponto de vista, é como Bezer de Menez nos orienta, ponto de vista, ele é um ponto de vista, muitas vezes ele separa, ele não une. Então é preciso a gente tentar ver o lado do outro também. E aí a gente vai nessa busca do entendimento, da compreensão. Olha, aconteceu isso, houve lá o desentendimento, ficamos meio chateado, meio magoado. Mas e da agora paraa frente, que que nós vamos fazer, queridos e queridas? Há pessoas que perdem uma existência inteira por não ter coragem de pedir perdão, de sequer chamar para uma conversa. A gente pode ter dificuldade em demonstrar o amor. Em casa, por exemplo, eu só fui aprender a expressar um pouco mais no amor quando do meu primeiro consórcio, o meu primeiro casamento. Uma família muito amorosa e demonstrava o amor. Em casa sempre teve o amor, mas nunca era aquele negócio de ficar beijando, né, abraçando, tinha essas coisas não, né? Bção mãe, benç aquilo ali tá, né? O respeito tá lá. Mas não faltava nunca, faltou o amor. O papaizinho depois, nos 30 últimos anos da existência dele, ele virou um ser tão amorável, impressionante. Ele aplicou efetivamente o evangelho. A gente vê o papaizinho sempre sentado ali assim sorrindo, né, Lourdinha? Sorria para todo mundo, abraçava, beijava, todo mundo gostava dele, porque ele conquistou isso, não é? Mas não necessariamente você tem que ser assim, eh, forçando, você tem que ser quem você é, de maneira espontânea. Então, às vezes, olha, eu não consigo ainda, tá guardado aqui dentro de mim, não tô dando conta, mas eu preciso colocar para você, ó, vamos resolver essa pendenga, vamos resolver essa situação, porque senão a gente fica infeliz.

o consigo ainda, tá guardado aqui dentro de mim, não tô dando conta, mas eu preciso colocar para você, ó, vamos resolver essa pendenga, vamos resolver essa situação, porque senão a gente fica infeliz. perdoar quantas vezes forem necessários, porque o perdão implica numa busca de entendimento, porque vai tocar o coração, vai falar profundamente a nossa alma, não é uma coisa artificial passageira, deve ser algo sincero. Certa feita, eu saí de uma palestra aqui neste mesmo cenáculo há mais de uma década. E eu fui abordado por um rapaz ali no na outra parte, né, no sagão. E ele me deu um abraço e me pediu perdão. Eu dei o abraço nele, correspondi o abraço, mas não entendi porque ele tinha pedido perdão. E eu falei: "Mas por que que você tá pedindo perdão? Aí ele falou: "Porque há 5 anos, 5 anos você falou alguma coisa que não me agradou, de um jeito que me incomodou e eu fiquei com raiva de você." 5 anos. Depois eu fui perceber que não era com você, era comigo. Olha, eu olhei aquele meu irmão assim, aí dei um abraço nele. Aí foi fui eu que dei o abraço nele e segurei o abraço, me emocionei e eu falei: "Olha, eu queria agradecer a você porque eu confesso a você que eu não tenho o que perdoar, porque em nenhum momento eu fiquei magoado, ferido, ofendido, mas eu te dou o meu perdão mesmo assim, porque na verdade quem está recebendo o perdão, a remissão, a libertação, sou eu, diante do exemplo do testemunho que você, meu irmão, está me dando. Porque é muito bonita a sua ação. O seu gesto é nobre, é de quem já está se desapegando, se desprendendo e conseguiu superar algo que estava o incomodando, estava sendo um peso para você e agora você se liberta disso. Sinta-se livre, meu irmão. E muito obrigado pelo testemunho. Jamais vou esquecer isso na minha vida. E de fato nunca mais vi um indivíduo. É uma coisa assim impressionante como esses educadores, professores, mestres surgem na nossa vida. É por isso que é importante falar, corresponder num diálogo com sinceridade. Nós não precisamos fingir,

uma coisa assim impressionante como esses educadores, professores, mestres surgem na nossa vida. É por isso que é importante falar, corresponder num diálogo com sinceridade. Nós não precisamos fingir, nós não precisamos disfarçar. Não precisamos deixar de ser quem nós somos, mas nós precisamos falar com sinceridade. Nós precisamos falar com amor, com transparência. Seja quem você é, porque a pessoa, o correspondente, o interlocutor vai reconhecer, porque pode dizer: "Olha, eu até não concordo com o seu pensamento, mas diante da sua atitude que é honesta, eu vou dar o direito de você, como qualquer um tem o direito de se manifestar livremente." Isso é um gesto bonito, isso é um gesto altruísta. é a gente considerar que o outro existe, não é, na alteridade e na assertividade respeitar o direito do outro, como nós também temos os nossos direitos e queremos que eles sejam respeitados, porque isso é que vai fazer a diferença. Eu me sinto às vezes pesado, triste, aflito, porque eu não consigo olhar para o meu irmão e vê-lo como um irmão que pertence à mesma família. independentemente de como ele seja, de como ele se comporte. E aí Paulo vai trazer para nós aqui no item 15 para falar do perdão aos inimigos. Porque ele diz que perdoar aos inimigos é pedir perdão para si próprio. Nunca tinha pensado desse jeito. Alguém já pensou assim? Pedir perdão ao inimigo é perdoar a si mesmo. Olha, Lurdinha, sabe qual é o principal inimigo que a gente tem? Não tá fora, não, não tá distante não, não está no externo. O principal inimigo adversário está dentro de nós, porque somos nós mesmos nos nossos vícios, nos nossos equívocos, na manifestação do nosso egoísmo e do nosso orgulho. Então, é muito importante a gente lembrar disso. Assim como fala Paulo, perdoar aos amigos é dar-lhes uma prova de amizade. Ora, mas se é um amigo, por que eu vou perdoá-lo? Exatamente porque às vezes acontece alguma coisa que não é agradável, que a gente se sente também ofendido, magoado, ferido. A gente precisa perdoar.

Ora, mas se é um amigo, por que eu vou perdoá-lo? Exatamente porque às vezes acontece alguma coisa que não é agradável, que a gente se sente também ofendido, magoado, ferido. A gente precisa perdoar. Perdoar um amigo é demonstrar verdadeira amizade, porque os amigos permanecem juntos, somam esforços, não se separam, mesmo que se desentendam. Bezerra de Menezes fala, a gente discutir, a gente conversar, dialogar, ter até pontos de vistas, é até importante, mas dissentir, não, dividir, não, criar um muro de separação, não. Hoje eu pedi perdão à pessoa e eu aprendi, Lourdes, e parte que a gente quando vai pedir perdão não condiciona esse ponto assim. Eu tô me exercitando, sabe? Olha, eu queria pedir perdão se por um acaso não, meu amigo, se por um acaso você não tá pedindo perdão, você não tá sendo humilde, você já tá colocando outro numa situação um pouco delicada. É você que tá pedindo perdão, então seja humilde. O outro que vai perdoar tem que ter a humildade para te perdoar também, porque se ele for orgulhoso, ele não perdoa. E se eu for orgulhoso, não peço perdão. Confere? Então, nada assim. Olha, se por um acaso eu lhe ofendi, lhe magoei, eu queria pedir perdão, isso é balela. Isso é discurso furado. No fundo, eu não tô querendo pedir perdão. Isso eu fui aprendendo. Então, hoje eu pedi perdão para um amigo querido. Ele me respondeu: "Mas perdoar o quê? Eu não tenho o que perdoar. Nós caminhamos juntos e eu tinha declarado meu amor por ele. Ele declarou o amor dele por mim. Nós estendemos as mãos, nos damos as mãos e caminhamos juntos sob a proteção de Deus, sobre o amparo de Jesus e a assistência de Ismael. Não tem como dar errado. Por isso que eu não preciso me sentir pesado, angustiado. Eu tenho que me sentir leve. Eu tenho que me sentir agradecido por tudo e por todos e por tanto que a vida nos oferece. Paulo vai dizer aqui para nós, perdoar as ofensas é mostrar-lhe melhor do que era. Quando a gente perdoa uma ofensa, a gente está mostrando evolução, que a gente já caminhou a algum ponto.

os oferece. Paulo vai dizer aqui para nós, perdoar as ofensas é mostrar-lhe melhor do que era. Quando a gente perdoa uma ofensa, a gente está mostrando evolução, que a gente já caminhou a algum ponto. Quando a gente diz: "Nunca perdoarei", a gente está pronunciando a nossa própria condenação. feliz daquele que ao dormir ele pode encostar a sua cabeça no travesseiro e dizer: "Eu não tenho nada contra ninguém e eu espero que também ninguém tenha nada contra mim". Mas como Divaldo nos ensinava, ele não era inimigo de ninguém, mas não deixava de ter os seus adversários e principalmente dentro das hostes espiritistas. Esse que é o testemunho principal. Aqueles adversários não vão estar longe, vão estar perto, não vão estar fora, vão estar dentro. E a gente precisa trabalhar isso com o perdão. Não significa a conivência com o erro, mas significa que a gente pode avançar, que a gente pode melhorar. E isso é o passo a passo cotidiano. Eu queria encaminhar aqui para o encerramento das nossas palavras, trazendo eh o Evangelho Segundo o Espiritismo, tá? Isso aqui são letras grandes. Aqui tá Paulo também respondendo à questão 1019 do livro dos espíritos. é muito interessante. Ele traz aqui algumas explicações, assim como essa pergunta, ela é ela tem várias respostas, uma delas é de Paulo, não é? E só pra gente ver como ele vai trazer para nós de maneira muito interessante, aliás, é a questão 1009, viu? Deixa eu ver aqui. Eh, questão 1009. Paulo, o apóstolo, quando ele começa dizendo: "Gravitar para a unidade divina, eis o fim da humanidade". gravitar para a unidade divina, o fim da humanidade. Ou seja, todos estamos caminhando rumo a Deus. Para atingi-lo, três coisas são necessárias: a justiça, o amor e a ciência. A justiça, primeira revelação com Moisés há 1250 anos, aproximadamente antes de Cristo. O amor, o próprio Cristo trazendo para nós, né? Deus como pai de amor. A mensagem do amor a Deus, o amor ao próximo, amor a nós mesmos. A ciência é a verdade revelada pelo Espiritismo,

ntes de Cristo. O amor, o próprio Cristo trazendo para nós, né? Deus como pai de amor. A mensagem do amor a Deus, o amor ao próximo, amor a nós mesmos. A ciência é a verdade revelada pelo Espiritismo, trazida pelo espírito da verdade, que é o próprio Jesus Cristo. Veja, e ele vai dizer que três coisas lhe são opostas e contrárias, que é ignorância, contrário da ciência, o ódio contrário do amor e a injustiça, o contrário da justiça. Mas a gente vai aprender ao longo do tempo, na explicação, inclusive de Paulo das suas vivências, que o amor é fundamental, é necessário amar. E a gente vai aprender com Lavo Bilac que o próprio ódio é o amor em desalinho. Por isso que é importante alinhar os nossos sentimentos. Para além da paixão, não é? O sentimento mais elevado que se expressa pelo amor na compreensão, no entendimento. E para fechar aqui, eh, deste livro Ideal Espírita, vocês conhecem? Ideal espírita é um livro que nasceu de bolso. Por isso a gente fez essa edição em parceria com a Compírita Cristã, não é? Essa edição de bolsa, Chico Xavier Valdo Vieira, pelos espíritos que são diversos. Inclusive tem um capítulo muito bacana aqui que é a chamada religião de Jesus, que é respondida pelo primeiro presidente da Federação Espírita Brasileira. Quem é mesmo, hein? Como vocês não vão se lembrar, vou ajudar. Começa com Éton e acaba com quadros. Éton quadros, né? Marechal tem quadros. Mas a lição que a gente vai trazer aqui é de Emanuel, quando ele fala orar e perdoar, capítulo 90. O livro é riquíssimo, sabe? Tem aqui, olha, são, vamos ver, Maria Celeste. A última mensagem de Maria Celeste. São 100 capítulos. Quer ver? Exatamente. 100 capítulos neste livraço. O livro de bolsa está disponível na livraria. Orar e perdoar. E quando estiverdes orando, perdoai. Jesus. Marcos 11:25. Como poderá alguém manter a própria consciência tranquila sem intenções sinceras? Alguém consegue ter a consciência tranquila se não tem sincera intenção? De igual modo poderemos indagar como sustentar o

o poderá alguém manter a própria consciência tranquila sem intenções sinceras? Alguém consegue ter a consciência tranquila se não tem sincera intenção? De igual modo poderemos indagar como sustentar o coração sereno durante a prece sem análise real de si mesmo? Quando a gente for orar, a gente faz uma autoanálise, análise de nós mesmos, né? Do nosso comportamento, da nossa condição. A oração para surtir resultados essenciais de conforto exige enfrentemos a consciência em todas as circunstâncias. Por isso que quando a gente for ter com o Senhor, que a gente deposite no altar a nossa oferenda. E a maior oferenda que a gente pode então fazer para com o Senhor é o nosso coração purificado, não é? Intenções estranhas e sentimentos propositadamente viciados não se conciliam com um clima favorável à segurança de espírito. Ora, como é que eu quero ter segurança espiritual se eu sou um desafortunado que eu vivo no vício, que eu vivo alimentando a maledicência, que eu vivo fazendo o mal. A coexistência do mal e do bem no íntimo do ser impossibilita o estabelecimento da paz. A gente vive naquela dicotomia como se fôssemos bipolares, não é isso? E quando eu tiro o óculos aqui, gente, eu tô vendo os perespíritos de vocês, tá? E os espíritos aqui desencarnados, porque o meu óculos, Ludin, é só para enxergar de longe, não é? É milpia apenas. Para enxergar de perto, eu tenho que tirar o óculos. Bom, então veja lá, sentimentos odiosos e de vindicativos impedem a floração da espiritualidade superior, né? Eu tenho ódio, eu quero me vingar, isso não é saudável. A Deus não se ilude. Ninguém engana Deus. E a oração exterioriza a nossa emoção real. Quando a gente ora, a gente vai ter demonstrando que nós somos. Dessa maneira, sem a luz da harmonia e do amor, não perceberemos a resposta celeste às nossas necessidades. Se a gente não busca esse equilíbrio, não busca ter essa fraternidade, solidariedade, a gente não vai conseguir uma sintonia. A lei não se dobra as nossas fraquezas, porque a vontade divina não pode errar

gente não busca esse equilíbrio, não busca ter essa fraternidade, solidariedade, a gente não vai conseguir uma sintonia. A lei não se dobra as nossas fraquezas, porque a vontade divina não pode errar como a vontade humana, competindo-nos o dever de adaptarm-nos aos excessos desígnios. Não é o contrário. Às vezes a gente quer adaptar os desígnios divin divinos à nossa existência. E nós devemos nos esforçar para alinharmos a nossa vontade e a vontade de Deus. Atenta, pois, encerra Emmanuel, para as diretrizes que imprimes as tuas preces, na certeza de que o perdão deve ter presença invariável em todos os nossos atos, para que as nossas petições encontrem livre curso na direção de Deus. Então eu achei tão interessante essa lição, né, caro Emanuo, nosso mestre aqui, impressionante benfeitor. Ele dá a chave para a gente ter uma oração segura, efetiva, verdadeira, eficaz, a gente precisa ter o perdão como pauta diária no cotidiano das nossas ações. Faz parte da nossa agenda o perdão. Então, aconteceu qualquer coisa, não tenha dúvida, não leve amargura para casa. Perdoemos. Algum desentendimento? Dialoguemos. Briguei com a esposa, com a digníssima e tudo. Convence. Se por um acaso um desentendimento no trabalho profissional, tente o diálogo. Se não conseguir o diálogo, não leve o rancor. Procure visualizar o outro na posição que se encontra, que talvez você ali poderia ter uma atitude semelhante ou até, quem sabe pior. Essa busca do entendimento abre-nos a compreensão. E aí nós vamos ter a sintonia com a espiritualidade maior conosco o tempo todo, porque o perdão é a expressão do amor em ação, que é a verdadeira caridade. Por isso, caridade, além de benevolência para com todos, de indulgência para com as imperfeições alheias, também é o perdão das ofensas. Muito obrigado pela atenção, queridas e queridos amigos e irmãos. Estimados irmãos, irmãs, vamos levando daqui tantas reflexões, né? E essa do perdão é a que nós temos tantas dificuldad, né? Vamos trabalhando em nós. Que bom que

queridas e queridos amigos e irmãos. Estimados irmãos, irmãs, vamos levando daqui tantas reflexões, né? E essa do perdão é a que nós temos tantas dificuldad, né? Vamos trabalhando em nós. Que bom que hoje recebemos aqui todos essas orientações, essas lembranças, esse estímulo mesmo para nós ir trabalhando em nós o perdão. Perdão das ofensas. Nós nos ofendemos por qualquer coisa, nos sentimos ofendidos, né? Mas vamos então chegando ao final do nosso encontro, do nosso estudo, lembrando a todos que após a nossa prece nós teremos o passe. Aqueles que desejarem receber o passe poderão permanecer sentados em seus lugares que irão sendo chamados, lembrando sempre de dar prioridade aos idosos, as crianças, aqueles que têm deficiências físicas. E assim nós vamos, meus irmãos, doando o melhor que temos em nós, a fraternidade e a caridade. Então, nós vamos agora orar e vamos pedir então a nossa companheira Patrícia que conduz então os nossos pensamentos. Então, amigos, vamos orar, agradecer por essa tarde tão feliz, com tantos ensinamentos que podemos levar ao longo da semana conosco. Vamos trazer paraa nossa tela mental a excelescível imagem do nosso rabi da Galileia, do nosso Jesus de todos os tempos. E assim, sentindo-nos próximos a ele, podemos assim nos dirigir ao nosso mestre, assim falando. Amado mestre Jesus, querido amigo, obrigado, Senhor, pelos ensinamentos da tarde, pelo seu amor por nós que nos sustenta, crianças espirituais tais quais nos sentimos. Agora, Senhor, despertando para as verdades luminíferas do Teu Evangelho de luz e de amor. Ajuda-nos, Senhor, a vivermos daquilo que falamos, a conseguirmos, Senhor, exemplificar daquilo que temos ousado ensinar. Ajuda-nos, Senhor, a estando de pé, trabalharmos na seara imensa que é toda tua. Ajuda-nos, Senhor, a aceitarmos o posto, pequenino posto que é nosso na terra de trabalho e ali elaborarmos todos os dias em amor, em indulgência, em perdão. Tu, Senhor, que lecionaste o perdão maior, quando de braços abertos rogaste

posto, pequenino posto que é nosso na terra de trabalho e ali elaborarmos todos os dias em amor, em indulgência, em perdão. Tu, Senhor, que lecionaste o perdão maior, quando de braços abertos rogaste ao Pai que nos perdoasse a ignorância. Ajuda-nos, mestre, a todos os dias desculparmos, a perdoarmos incessantemente as falhas dos outros para conosco, porque também precisamos tanto, carecemos tanto de perdão. Ajuda-nos, Senhor, a vivermos agora 2000 anos passados na tua descida gloriosa. Ajuda-nos, Senhor, a vivermos porque já estamos aprendendo, Senhor. Obrigada por tudo. Mantém-nos na tua paz ao longo dessa semana que começa. Despede-nos, Senhor, agora em tua paz. Abraça-nos, Senhor e fica conosco hoje também, amanhã e sempre. Obrigado, Senhor. Amém. Que todos nós tenhamos uma boa semana que se inicia com votos de muita paz. Fiquem bem e fiquem com Deus.

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