Sereis julgados conforme houverdes julgado os outros • Semana Espírita
Roda de Conversa: Sereis julgados conforme houverdes julgado os outros Geraldo Campetti, Jussara Korngold e Jorge Godinho --- 70ª Semana Espírita de Vitória da Conquista Tema central: Evangelho e Vida De 01 a 10 de setembro de 2023 Realização: União Espírita de Vitória da Conquista
Disse Jesus: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo o coração e de toda a tua alma e de todo o teu entendimento". Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Estes dois mandamentos contêm toda a lei e os profetas. Só poderemos ser felizes promovendo a felicidade dos outros. Sepag semana espírita de vitória da Conquista, Evangelho e Vida. 1o a 10 de setembro de 2023. Centro de Convenções Divaldo Franco. Evento presencial com entrada franca. Transmissão online, Espiritismo Play e VCTV. เฮ Sejam bem-vindos à 7ª semana espírita de vitória da Conquista. O homem é assim, constantemente o árbitro de sua própria sorte. Pertence-lhe abreviar ou prolongar indefinidamente o seu suplício. A sua felicidade ou a sua desgraça dependem da vontade que tenha de praticar o bem. O Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 27, item 21. Bom dia a todos aqueles que estão presentes na 7ª Semana Espírita de Vitória da Conquista, a todos os queridos que se fazem presentes fisicamente, mas também aos internautas que, pela impossibilidade de estarem conosco fisicamente nos acompanham pelos canais da UVCTV. Sejam muito bem-vindos a esse encontro de amor e de paz. Nós, nesse momento, gostaríamos de convidar o Geraldo Campete para realizar a nossa prece inicial. Obrigado. Bom dia, queridos amigos. Que a paz de Jesus nos envolva neste momento em que estamos iniciando mais um dia de jornada da 7ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. Então vamos orar. Deus, nosso pai de amor e de bondade, Jesus divino e querido amigo irmão, espíritos benfeitores que nos assistem. que nos orientam. Agradecemos, Senhor, do fundo do nosso coração, a oportunidade de um dia que se inicia para mais trabalhos em vosso nome, na divulgação da vossa mensagem, à luz do Espiritismo. que possamos bem aproveitar, Senhor, o transcurso desse dia, nos esclarecimentos que nos ensinam, nas mensagens que nos consolam e sobretudo na atuação transformadora da boa nova
à luz do Espiritismo. que possamos bem aproveitar, Senhor, o transcurso desse dia, nos esclarecimentos que nos ensinam, nas mensagens que nos consolam e sobretudo na atuação transformadora da boa nova no nosso coração, na nossa mente e em nós. nós integralmente, a fim de que nos sintamos renovados em Cristo. Ó Senhor, que a vossa misericórdia, a vossa bondade se estenda sobre todos nós e que possamos bem aproveitar estes momentos do vosso evangelho como roteiro de nossas vidas e da doutrina espírita, como aquela segurança para seguirmos esse roteiro. Sem dúvida, sem te dubearmos. Obrigado, Jesus. Muito obrigado, Senhor. Nossos agradecimentos sinceros nesse momento se destinam a sucos de uva, Colheita do Sul, Grupo Kiaquio, Tubos Cap, Prêmio Distribuidora e todos os demais parceiros cujos nomes foram exibidos no nosso vídeo de abertura. E para dar continuidade ao início dos nossos trabalhos, nós gostaríamos de convidar o Arilson Ferraz pro nosso momento musical dessa manhã. Bom dia, gente. Eu hoje acordei pensando no sonho que eu tive à noite. Sentei-me na cama para pensar o sonho que eu tive. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. Fiquei tanto tempo pensando em tudo que estive sonhando, que por um momento pensei ser verdade. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. Sonhei que entrei no quintal do vizinho e plantei uma flor. No dia seguinte, ele estava sorrindo, dizendo que a primavera chegou. E quando eu abri a janela, estava um dia tão lindo. Do outro quintal o meu vizinho sorrindo. Lembrei do meu sonho. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. Sonhei que entrei no quintal do vizinho e plantei uma flor. No dia seguinte, ele estava sorrindo, dizendo que a primavera chegou. E quando eu abri a janela, estava um dia tão lindo. No outro quintal, o meu vizinho sorrindo. Lembrei do meu sonho. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. Muito obrigada, Aríson, pela inspiração musical.
o meu vizinho sorrindo. Lembrei do meu sonho. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. O sonho que eu tive. Muito obrigada, Aríson, pela inspiração musical. Neste momento, nós iremos então dar início à roda de conversa sobre o tema Sereis julgados conforme houverdes julgados os outros, que irá até o meio-dia. Teremos um intervalo às 10:30, entre 10:30 e 11 horas. E para começar essa roda de conversa, nós iremos então convidar os nossos facilitadores. Inicialmente convidamos ao palco a Jusara Congold, economista com MBA em finanças, escritora e tradutora, presidente da Federação Espírita dos Estados Unidos e secretáriaagal do Conselho Espírita Internacional. Seja muito bem-vinda, Jusara. Convidamos em seguida o Senr. Jorge Godinho, brigadeiro aposentado da Força Aérea Brasileira, presidente da Federação Espírita Brasileira. Seja muito bem-vindo, Jorge. E por fim, convidamos o Geraldo Campete, mestre em ciência da informação, escritor, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira. Seja muito bem-vindo, Geraldo. A dinâmica da da nossa roda de conversa hoje será um pouco diferente das anteriores. Cada um dos nossos mediadores terão 10 minutos para tecer suas considerações sobre a temática e após isso será facultado a todos vocês a participação por meio de perguntas, comentários, dúvidas que poderão ser destinadas a cada um dos três que se fazem aqui presentes. Então, neste momento, nós eh pedimos que a Jus Sara possa se manifestar. Em seguida, o Jorge e por fim o Geraldo. Olá, bom dia. Que alegria ver vocês todos aqui, estarmos com os amigos no presencial, no virtual e acima de tudo no espiritual, que são verdadeiramente aqueles que nos secundam em nosso trabalho. aos mentores, aos benfeitores, que utilizando das nossas possibilidades, dos poucos recursos que temos já do entendimento da doutrina espírita, nos possibilita sermos assim medianeiros daquilo que mais vai tocar o coração de cada um de vocês. Quando nós falamos a
ilidades, dos poucos recursos que temos já do entendimento da doutrina espírita, nos possibilita sermos assim medianeiros daquilo que mais vai tocar o coração de cada um de vocês. Quando nós falamos a respeito de julgar, esse tem sido um tema que, pessoalmente, eu tenho procurado trabalhar em mim mesmo já há muitos alguns anos, quando eh me determinei a olhar o mundo de uma forma diferente, olhar a nossa história de uma forma diferente e dessa maneira não só ser capaz de desenvolver ver mais compaixão, uma maior eh aproximação com os nossos irmãos, as nossas irmãs, mas também ser um pouco mais eh ou vamos dizer assim, um pouco menos exigente comigo mesma, com as possibilidades que eu tenho. É lógico que quando nós nos deparamos com a a doutrina espírita, entramos mais profundamente nos ensinos de Jesus, a nossa vontade é alçar voos rapidamente. Mas isso não sucede. Nós temos que ir dentro das nossas capacidades. Como é fácil nós nos esquecermos do quão pequenos ainda somos perante a grandiosidade divina, perante aquilo que nos espera. o quão pequenos ainda somos para poder analisar aquilo que o outro passa, por certas reações ocorrem, por certos comportamentos que nós não compreendemos quando na realidade, não só por causa das existências passadas, mas por causa das nossas deficiências, nós não somos capazes de seguir. Obviamente, a primeira ideia que nos vem à mente a respeito do não julgar não poderia deixar de ser aquela passagem que nos conta a respeito da mulher adúltera, quando ela ali se encontrava para ser apedrejada, julgada por todos, porque tinha falhado, sim. Mas aí quando se viram para Jesus e ele escreve, os que estiverem sem pecados que atirem a primeira pedra, foi o momento de conscientização, de interiorização para nós voltarmos o olhar para nós mesmos. Muitas vezes eu me pergunto como é que a gente tem tanto tempo para ficar olhando pra vida dos outros quando a gente não dá conta da gente, dos nossos pensamentos, né? Ah, tem até uma frase que é interessante, né? que diz que você
mo é que a gente tem tanto tempo para ficar olhando pra vida dos outros quando a gente não dá conta da gente, dos nossos pensamentos, né? Ah, tem até uma frase que é interessante, né? que diz que você vê os defeitos dos outros não te faz ser melhor, ele te faz ser um um um fofoqueiro. Então, quando nós pensamos nesse exemplo de Jesus, quando nós pensamos a respeito de cada um e do olhar que nós temos, eh, ontem eu falei com vocês um pouquinho a respeito, né, da experiência da de de como no começo, especialmente ainda hoje, né, as contradições que a gente vive do querer fazer e não conseguir fazer e até como um exemplo de de vida pessoal, de família. Eh, eu tinha muita dificuldade em entender um dos membros da família que era muito difícil de conviver e o que me fez me reconciliar foi um pensamento que, sem dúvida alguma, foi intuído, que eu chamei de denominei de a matemática do progresso. E para isso nós vamos utilizar hoje os nossos queridos amigos, irmãos Godinho e Campete para ilustrar é teoria, tá bom, gente? A teoria. Então nós vamos imaginar que na matemática do progresso nós temos assim de 1 a 10. O godinho tá no cinco, tá bom, né, gente? Se é de um a 10, tá no cinco, Godinho. Tá bom. Mas o nosso querido Geraldo tá no dois. É só teoria, tá gente? Só teoria. Ele tá no dois e eu tô no três, tá? Ficou uma escalinha aqui, ó. 2 3 5 Qual poderia ser o olhar desta pessoa que está no cinco em relação ao três e a dois? Lógico que o espírita não vai fazer isso, mas vamos dizer qual que seria esse olhar de que estou mais avançado. Esses dois pobrezinhos ainda tem chão para percorrer, não é verdade? Então, nós vamos olhar paraos nossos semelhantes que eventualmente se encontram mesmo numa condição de aqui nós vamos falar de espiritualidade, nós não estamos falando de nada da matéria, que em termos de espiritualidade nós vamos dizer se daí eu vou ser boazinha dando um dois. Só que primeiro de tudo somos todos filhos de Deus. Aí passamos por esta reencarnação. Que que acontece? Godinho
em termos de espiritualidade nós vamos dizer se daí eu vou ser boazinha dando um dois. Só que primeiro de tudo somos todos filhos de Deus. Aí passamos por esta reencarnação. Que que acontece? Godinho que tava no cinco, fez um trabalho bem, não sei o quê, saiu da reencarnação no seis progresso. A Jusara, que tava no três, saiu da reencarnação no quatro progresso. o nosso querido, né? Ele saiu do dois para o quatro. Quem é que progrediu mais? Quem fez mais esforço? Só que no os nos olhos daquele que está no seis, ele ainda é um quatro, mas ele vai retornar mais feliz porque fez além do que era esperado. E a gente, Godinho e eu, que só pulamos unzinho, não realizamos tanto. Então, quando a gente tem esse olhar, ao invés de dizer, essa pessoa realmente ainda está abaixo do espiritualmente daquilo que a gente já tem no nosso entendimento, mas quem sabe ela tá fazendo muito mais esforço do que eu e vai ser muito mais completista do que eu, porque eu fiz apenas o necessário. Então, quando nós pensamos nisso, nessa questão de julgar, o que que nos leva a criticar os outros companheiros quando nós, né, como diz, quando você tem teto de vidro, você não atira pedra nos outros, porque aquilo tudo vai retornar para você. E e nós temos esse exemplo maior com Jesus, né, que Jesus parece que ele fazia de propósito, mas não fazia não. É porque ele via. Jesus conhecia a natureza das nossas almas. Então, quando ele se sentava com os pecadores, os criminosos, ele de uma certa forma havia mais potencial de crescimento, de aceitação, do que aqueles que estavam vivendo na arrogância, imaginando-se conhecedores da verdade. tem uma passagem no livro de Humberto de Campos, agora eu não vou lembrar o nome do livro, mas eu trago para vocês, que se fala da consciência espírita. É uma mensagem muito difícil para nós lermos. E quando eu penso, né, nessa mensagem, diz que Kardec ele estava meditando a respeito de um sonho que Lutero teve e que foi levado para regiões paradisíacas. E aí eu fico imaginando, né, o nosso
rmos. E quando eu penso, né, nessa mensagem, diz que Kardec ele estava meditando a respeito de um sonho que Lutero teve e que foi levado para regiões paradisíacas. E aí eu fico imaginando, né, o nosso querido Kardec pensando: "Puxa, também sou filho de Deus, né? Será que não tem um jeito de também num sonho?" Ah, livro Cartas e Crônicas. Obrigado. Capítulo 7. Eh, consciência espírita. Será que não tem um jeito de eu também ter uma experiência durante o sonho, o desprendimento do corpo, indo para essas regiões paradisíacas? E Kardec adormeceu e sentindo a presença do mentor, ele foi levado a uma região de trevas, o verdadeiro ranger, chor, choros, gritos, ranger de dentes. E aí imagina, né, a pobrezinho a decepção dele, né? Ele tinha pedido para ir pro paraíso, foi para justamente uma uma região de extremo sofrimento. E conforme ele nos relata, eu vou dizer com as minhas palavras, depois eu realmente eh aconselho vocês as a lerem, a meditarem sobre essa sobre essa passagem consciência espírita do Cartas e Crônicas, acho que é o número sete, o capítulo. E aí ele ele sente a angústia, o sofrimento que ali está. E nesse momento tomado por aquela compaixão, quem seriam esses que sofrem tanto? Ele pergunta ao mentor, seriam esses aqueles destruidores, carrascos da humanidade, de quem estudamos tanto em nossa história? E o mentor diz a ele: "Não, esses realmente se equivocaram muito, mais conscientes daquilo que fizeram, já estão em reencarnações, tiveram reencarnações de resgate, também de dores e hoje já se encontram mais a caminho de Deus". Perguntou então Kardec: "Seriam estes aqueles que levaram os cristãos aos circos, que destruíram vidas, que impediram que a mensagem de Jesus pudesse florescer?" E ele, o mentor, respondeu: "Não, também tiveram encarnações dolorosas, mas hoje muitos já se encontram até bastante avançado." Então, Kardecue perguntando a respeito de todos aqueles que ele podia imaginar que eram merecedores dentro do nosso conceito, do nosso olhar, do nosso julgamento
á se encontram até bastante avançado." Então, Kardecue perguntando a respeito de todos aqueles que ele podia imaginar que eram merecedores dentro do nosso conceito, do nosso olhar, do nosso julgamento de estarem vivendo nessas dores e sem ter uma resposta definitiva, porque todos eles respondiam a mesma coisa. Kardec pergunta: "Quem seriam então esses que choram e se lamentam todos?" E o mentor responde: "Esses são aqueles que tiveram a condição de conhecer o bem e a verdade, mas não praticaram o bem e a verdade." representantes participantes das diversas religiões que traziam sim na mente os conhecimentos, mas no coração tão pouco amor. E Kardecta e imediatamente vai fazer uma pergunta aos espíritos se para nós avançarmos seria necessário apenas não praticarem o mal. não praticarmos o mal. E os espíritos respondem: "Não, temos que praticar o bem na extensão das nossas forças". Então, com essa com essa reflexão, o nosso convite, o nosso propósito hoje realmente é nos levar a pensarmos mais a respeito de nós apontarmos o dedo para os nossos semelhantes. Porque mesmo que eles estejam equivocados, será que nós, se estivéssemos na condição deles, não estaríamos praticando erros ainda mais graves? E nós que estamos já num centro espírita, fazendo o nosso evangelho, participando das palestras, dos estudos, será que estamos realmente aproveitando toda essa dádiva que estamos recebendo? Eh, na sequência, né? Primeiramente nós cumprimentamos a todos com votos de muita paz. É uma alegria imensa retornarmos a este ambiente, a este momento em que a União Espírita de Vitória da Conquista dá-nos um exemplo da união, da unificação e do trabalho de divulgação com base no evangelho de Jesus ressuscitado nos dias atuais pelo Espiritismo. Quando a Ju Sara fez a comparação de dois, três e c, eu pensei, é questão de idade, né? mais novo, o do meio, o mais velho. Mas depois que ela veio trazendo as suas reflexões, veio meu pensamento, quem está no sete, porque a visão daquele que está no
c, eu pensei, é questão de idade, né? mais novo, o do meio, o mais velho. Mas depois que ela veio trazendo as suas reflexões, veio meu pensamento, quem está no sete, porque a visão daquele que está no degrau maior significa que os degrais, degraus menores, ele já experimentou, ele já passou por ele, porque a lei do progresso não dá saltos. Nós quando atingimos níveis melhores, é sinal de que os níveis que antecedem já foram vivenciados por nós. Então quem tá no sete sabe que é o dois, que é o três e que é o cinco. E na análise de quem progrediu mais, ele vai observar o sete e dizer assim: "Olha, o dois ele pulou para o quatro porque ele foi completista mesmo. Ele deu um salto a mais. Ele se comprometeu de no máximo chegar a 3,5 e ele foi a quatro. Quem tá no cinco é preguiçoso, porque o cinco comprometeu para chegar ao sete onde eu estou, mas ele só foi até o seis. Então são reflexões que realmente eh nos conduz, como Bejo Sara colocou, e que quando nós olhamos a referência que é Jesus e o seu evangelho, há duas passagens no evangelho de Jesus que tipifica este tema que nós estamos tratando. Um é relatado no capítulo 7, os dois primeiros versículos de Mateus, que vem nos dizer que nós não devemos julgar, porque seremos julgados com a mesma medida que nós julgamos os outros, os nossos semelhantes. Isso nos traz uma reflexão a um dever que nós devemos ter, é da indulgência. Porque se nós não devemos julgar, é sinal que o equívoco ou erro ou a imperfeição vista, nós não devemos olhar com esta visão de crítico, mas com a visão da caridade. E daí a indulgência passar a ser um dever. A outra passagem do Evangelho é que João nos traz no capítulo 8, os versículos que vão de 3 a 11, como a J Sara citou, é a mulher adúltera. Quando os fariseus trouxeram a mulher para tentar Jesus, porque o desejo deles era justamente em alguma fala do Cristo observar algum equívoco e ter razões para aprendê-lo. E naquele momento trazem uma mulher que foi fragrada em no equívoco. E para que Jesus possa
o desejo deles era justamente em alguma fala do Cristo observar algum equívoco e ter razões para aprendê-lo. E naquele momento trazem uma mulher que foi fragrada em no equívoco. E para que Jesus possa julgar diante de um ensinamento que a lei de Moisés dizia que o adúltero, a adúltera no caso, em especial a mulher, que tinha uma consideração diferenciada, deveria ser apedrejada. E naquele momento Jesus pega o seu dedo, deve ter ficado genuflexo, baixou e começou a escrever no chão com o dedo. E eles continuaram perguntando. Mas Jesus levanta e faz esta pergunta que aquele dentre vós que não tiver pecado atira primeiro a pedra. Esta é uma questão que com o magnetismo de Jesus deve ter tocado profundamente a uma autoanálise. Aquela multidão ali estava o esposo, porque o esposo é que sabia que ela tinha um comportamento equivocado, mas ele nunca tinha feito uma autoanálise das razões que levoua a este comportamento, onde ele era um protagonista, é muito comprometido para incentivá-la à aquela atitude, não que ela deveria tomar. mala, mas ele era um coparticipante. E Jesus, com esta pergunta e o seu magnetismo, deve adentrar naquele instante a intimidade de cada um para fazer uma autoanálise. Aquele dentre vós que não tiver nenhum pecado atira a primeira pedra. Quem é que não tem? E naquele momento tocou fundo. E Jesus continuou então a escrever: "E qual foi a reação dos mais velhos? Eu também sou adúltero. O próprio esposo também sou adulto, porque eu não conheço. Se alguém conhece, me avise para eu não cometer mais erro. Nenhum adultério com menos de três pessoas. Ali só tinha uma para ser julgada. A segunda estava, mas de forma oculta. O terceiro, quando houve o fragrante, ele fugiu. Mas a lei dizia que era a mulher que tinha que ser apedrejada. Então Jesus nessa passagem nos conduz a uma reflexão dando-nos o dever da indulgência para com os nossos semelhantes, para que nós possamos, porque quando ele recomenda, dizendo que nós não devemos julgar os nossos semelhantes, porque
duz a uma reflexão dando-nos o dever da indulgência para com os nossos semelhantes, para que nós possamos, porque quando ele recomenda, dizendo que nós não devemos julgar os nossos semelhantes, porque seremos julgados na mesma medida, ele está nos ensinando que nós devemos ter muita ponderação. Porque depois ele vem dizer sobre o argueiro no olho, o cisco no olho do outro. E nós voltamos sempre para o olhar exterior, esquecendo de que nós nós temos uma trave nos nossos olhos e estamos vendo o cisco no olho do próximo. Então é um convite a esta renovação que na matemática da Jussara o dois ele cumpriu, o cinco deu seu deslize, de vez em quando fazia um julgamento e aí não completou o seu trabalho. A indulgência, ela é uma das características, como sabemos, da caridade que Jesus nos ensinou. Porque quando Kardec pergunta a respeito da caridade, os espíritos didaticamente eles responderam três fases. Eles disseram assim: benevolência, indulgência e perdão. Lendo, passando, ah, fazemos até com isso o mi neumônico bip para nunca mais esquecer da caridade. Os mais antigos lembram que os primeiros sinais digitais de aviso, que hoje nós chamamos de mensagem, que estão aí através das diversas mídias, chamava-se bip, porque dava um sinalzinho bip bip bip. Aí a pessoa tinha um um aparelhinho, aí ele olhava, aí via a mensagem e normalmente era usado pelos profissionais de saúde, pessoas que tinham profissões e que precisavam de ter um alerta. Então, bip é uma forma didática que os espíritos nos trouxeram, benevolência, indulgência e perdão. Mas quando nós, como bem foi falado aqui pela Jusara, você ter o conhecimento e limitar-se a ele, nós espíritas que temos essa denominação, Kardecou-nos de espíritas imperfeitos, porque a teoria nos toca, ela nos faz levar no pensamento há momentos até sublimes, mas só nos limitamos a isso. Na hora da prática nós não exercitamos. Agora, todos nós somos espíritas cristãos. Kardecu essa denominação, que ele disse espírita verdadeiro ou cristão. E nos dias de hoje é importante
tamos a isso. Na hora da prática nós não exercitamos. Agora, todos nós somos espíritas cristãos. Kardecu essa denominação, que ele disse espírita verdadeiro ou cristão. E nos dias de hoje é importante que nós evidenciemos, somos espíritas cristãos. Porque essa era do espírito, Jesus, queiremos ou não queiramos, ele vai ser reconhecido como guia e modelo da humanidade. E nós, como espíritas não devemos dizer mais sou espírita ou sou espírita cardecista, como muitos dizem que não existe esse termo. Devemos lembrar de que temos um dever de divulgar, de exemplificar. Qual sua religião? Eu sou um espírita cristão. Não digamos mais espírita. Só o momento é de todos nós chamarmos João Batista, nos apagarmos para que ele se eleve. E ele é que vem nos ensinar que nós não devemos julgar os nossos semelhantes. Porque o julgamento, conforme ele ensinou, que seremos julgados na mesma medida, remete-nos à indulgência. E a indulgência, quando nós vamos praticá-la, nós não conseguimos segmentar, conforme didaticamente os espíritos explicaram. Ah, por que é que os espíritos não responderam perdão, indulgência e depois benevolência? Por que os espíritos não responderam indulgência, benevolência e perdão ou qualquer outra? Há uma razão. Ninguém perdoa se não tiver benevolência. Benevolência é sinônimo de bondade, de boa vontade. Ninguém é indulgente se não tiver também benevolência. Então, o primeiro passo é sermos benevolentes, termos bondade, boa vontade para com o próximo. Quem tem bondade e boa vontade para com o próximo não enxerga cisco no olho do outro. E a recomendação de Jesus que o Evangelho vem nos trazer é de que nós tenhamos severidade para conosco e que tenhamos bondade para com o próximo. Porque as razões que induzem ou conduzem as pessoas a comportamentos de julgamento, nós não temos esta condição como Jesus tinha. Quando o paralítico de Cafarnaum chegou naquele dia a casa de Simão Pedro lotada, tinha tanta gente que a maca não dava para passar pela porta. Aí alguém teve a ideia, não, vamos pelo
omo Jesus tinha. Quando o paralítico de Cafarnaum chegou naquele dia a casa de Simão Pedro lotada, tinha tanta gente que a maca não dava para passar pela porta. Aí alguém teve a ideia, não, vamos pelo telhado. É a única forma. E assim levaram. Jesus já sabia, ele já tinha preciência da aproximação de Natanael, bem Elias, que era o paralítico de Cafarnaum. E ao chegar o teto se desfaz e desce. Quando desce, Jesus pergunta: "Natanael, bem Elias, que queres que eu faça?" E Natanael diz o desejo, mas ele fica com um pensamento. Nunca me viu, como é que ele sabe meu nome? E pergunta, Jesus, me conhece? Aí Jesus responde para ele, Natanael, eu sou pastor, conheço todas as minhas ovelhas e sei da necessidade, da intimidade de cada uma. Então, o amigo divino conhece a todos nós. E ele quando deu essa recomendação para nós não julgarmos, é porque ele sabia que nesse progresso, alguns estavam em 0 vul pouco, outros em dois, feliz de quem já estava em cinco. Porque é um progresso lento, difícil de nós retirarmos hábitos que adquirimos ao longo de existências pregressas, ausentes, longes, afastados da lei divina. E quando inicia a terceira parte do livro dos espíritos, se eu não me engano, é a pergunta 614. Quando Kardec pergunta sobre a lei natural, os espíritos responde que é uma lei divina, sim, perene, mas é ela a única verdadeira que conduz a todos nós à felicidade e que nós só infelizes quando dela estamos nos afastados. E vivemos afastados da lei divina durante muitas e muitas existências. E esse convite da autoanálise que Jesus naquele momento fez a aqueles que eram julgadores e que queriam questioná-lo a respeito da lei de Moisés, que mandava naquele momento apedrejar a mulher. Olha a resposta de Jesus. Primeiro, Jesus não fez nenhum julgamento da lei de Moisés, não falou, questionou a intimidade dos julgadores, conduzindo-os a uma reflexão mais profunda sobre uma autoanálise, porque todos ali estavam levando a algo que eles praticavam. Por isso que a recomendação do Evangelho
nou a intimidade dos julgadores, conduzindo-os a uma reflexão mais profunda sobre uma autoanálise, porque todos ali estavam levando a algo que eles praticavam. Por isso que a recomendação do Evangelho é, se nós tivermos que fazer algum julgamento, antes analisemos se nós não fazemos parte daquilo que nós estamos julgando, porque naturalmente aquilo que nós estamos julgando faz parte do nosso cotidiano, porque ainda não nos libertamos daquele equívoco ou daquele assunto que nós achamos que somos jogadores. Porque quando nós fazemos isto, nós estamos diante de duas. Se existe a lei, é para ser cumprida. Quem cumpre é obediente, é humilde. Agora, quem critica deixa de ser obediente, humilde para ser o legislador, para ser o juiz. E toda vez que nós criticamos, nós estamos tendo o papel de juízes, ao invés de ser o papel daquele que deve cumprir a lei. E a lei divina só tem um juiz. E esse juiz não julga, ele dá oportunidade. Ele vê o equívoco da criatura, que é o bem da criatura, e dá-lhe sempre oportunidade para que um dia pode durar milênios. que para nós é uma coisa absurda, mas na eternidade do espírito é um átimo, não significa nada, mas é sempre preoportunizado a condição para que nós possamos assim crescer. Então, essas duas passagens do Evangelho, eu vejo que elas tipificam muito este momento, o momento de que nós estamos aqui tratando do tema, mas também o momento grave que nós passamos na humanidade. Porque diante de tudo que acontece, a todo instante, a toda hora, somos convocados a julgar e ficamos esquecidos da indulgência. Tanto crime, tantos desacertos, tantos desrespeitos entre as famílias, um momento muito grave. Mas o interessante é que nós solicitamos a protagonizarmos este momento, porque ninguém nasce sem propósito existencial. E o Pai nos deu oportunidade para que nós, imersos nesse contexto, nós possamos exercitar a caridade, a indulgência, para que não julguemos o nosso irmão e a humanidade que ainda está nessa fase evolutiva comparada pela Jussara, talvez
ue nós, imersos nesse contexto, nós possamos exercitar a caridade, a indulgência, para que não julguemos o nosso irmão e a humanidade que ainda está nessa fase evolutiva comparada pela Jussara, talvez no 0, alguma coisa. E nós que estamos no dois, no três, no cinco, na comparação, vemos o ato e diante do ato, primeira coisa é o julgamento, esquecendo-nos de que é um irmão e humanidade num processo evolutivo que está tendo últimas oportunidades de convivência, conforme Kardec nos fala na Gênese, com duas gerações. uma geração ainda neste processo de crescimento, tendo últimas oportunidades e uma outra geração que a gente procura tanto extraterrestre, tantos etis e entre nós já temos espíritos de muitos felizes que nessa concepção são extraterrestres que estão entre nós encarnando para que possamos amos conviver com eles que não têm os mesmos hábitos que nós, já não julgam, já sabem perfeitamente praticar a caridade, são ilulgentes para nos conduzir com os seus comportamentos, com as suas vivências a este mundo tão desejado que é o mundo de regeneração. Então, devemos estar muito atentos, porque a indulgência ela é calma. A indulgência ela nos apazigua. A indulgência quando nós olhamos a imperfeição do outro, ela não procura evidenciar. Ao contrário, a indulgência só evidencia o lado bom para exaltar, para que se saia do 0 v a pouco, do do três, do camar melhor. E quando a maldade, a mal leedicência, procura trazer aquele defeito ou aquele equívoco, a indulgência ela abranda, ela procura olhar sempre o lado bom para que não se evidencie este lado que é o lado negativo e que nós precisamos fazer essa renovação, essa transformação interior. que esta grande luta que cada um de nós estamos fazendo na presente existência, homem velho que já não é tão velho e é um processo inverso, agora é de 5 para 13 para naquela primeira comparação que eu fiz da idade, o mais novo, o médio e o mais velho. Aí o mais velho vai saindo pro até chegar ao novo, a esta renovação que o espiritismo nos traz como outro
13 para naquela primeira comparação que eu fiz da idade, o mais novo, o médio e o mais velho. Aí o mais velho vai saindo pro até chegar ao novo, a esta renovação que o espiritismo nos traz como outro consolador. Então, julgar para não sermos julgados é uma recomendação à indulgência. E quem de nós, como Jesus falou, não tem julgado, atira a primeira pedra. É o convite para que nós possamos fazer uma autoanálise. Puxa, mas ainda o meu pensamento é, não devo julgar, mas a minha ação é de julgar. E essa é uma luta boa, é o bom combate, não é? dessa persistência, resiliência, de lutar ainda contra uma imperfeição. E é este processo contínuo, repetitivo que vai nos levar a um automatismo, um instinto natural agora desta feita no bem, porque o nosso automatismo é na foi na ausência do bem. E se levamos milênios praticando isto, não é numa encarnação, nem apenas num despertar da necessidade de renovação, que nós vamos sair completista numa encarnação. Mas nós devemos fazer esse grande esforço, ter esta intenção, porque quem julga é o Pai. Quando o pai julga, ele não julga o ato, ele julga a intenção. E quando a intenção é boa, a oportunidade é dada sempre para que nós possamos ter outras oportunidades na convivência, na relação que temos uns com os outros e que nos conduz nos dias de hoje a esse processo de julgamento que deve ser trabalhado com muita severidade para conosco e a indulgência com as imperfeições do próximo. Então, que Jesus nos abençoe para que possamos continuar nesse tema, não é? Naturalmente, eh, desdobrando ainda mais ao longo desse período que nos foi dado a oportunidade de aqui estarmos juntos, eh, refletindo sobre este assunto. Muito obrigado. Bom dia, queridos, queridas. Bom dia, queridas. Bom dia, queridos. Que bom, não é? Nós estarmos presencialmente. É tão gostoso. A gente se sente bem, sente o acolhimento, o abraço, né? É diferente. E estamos aqui com mais de uma centena também de pessoas nos acompanhando pelo YouTube em plena quarta-feira de
te. É tão gostoso. A gente se sente bem, sente o acolhimento, o abraço, né? É diferente. E estamos aqui com mais de uma centena também de pessoas nos acompanhando pelo YouTube em plena quarta-feira de manhã, não é? uma coisa muito assim gratificante. Queria agradecer a oportunidade também de estarmos todos juntos, não é, sobre esse tema tão atual e aprendendo aqui com os nossos queridos, né? A Jusara na sua simpatia, elegância e o nosso Godinho na sua suavidade, não é? Eh, sereis julgados conforme houverdes julgado o outro. Bezerra de Menezes. Agora tem um livro ali disponível para todo mundo que tiver interesse, né, na psicografia do Divaldo Franco, Jesus e nós. Ele nos diz numa mensagem da década de 1969, psicografada pelo Chico, chamada Divulgação Espírita. foi publicado em Reformador, que é o órgão oficial da Federação Espírita Brasileira, em 1977. E ele, uma mensagem belíssima e ele traz dois conceitos que eu gostaria de destacar aqui atinentes à temática desta manhã. Um deles é o seguinte, tomem nota aí, por favor, espontaneamente, tá bom? Nós vivemos em regime de interdependência total. Bonito, não é? Tinha que ser o Dr. Bezer de Menezes falando. Interdependência significa que todos nós nos dependemos mútua e reciprocamente. Ninguém consegue viver sozinho. Nós conseguimos viver isoladamente durante um certo tempo, mas não conseguir empreender a nossa jornada evolutiva absolutamente só. Aí então na sequência Dr. Bezerra vai nos dizer que sem comunicação não há caminhos. Só há caminhos com a comunicação. Comunicação é tornar comum, como um, como nos ensina Augusto Minicut, tornar como um unificar pela união. Então, a comunicação é uma via de mão dupla dupla que implica nesse nessa ponte de entendimento, não muro separação. E aí a gente reflete sobre essa questão do julgamento. O que que é um julgamento? é uma atribuição de um juízo de valor. Nós estamos relacionando com o outro tempo todo. Além da relação intrapessoal e da relação com Deus, nós temos a relação com o próximo.
que que é um julgamento? é uma atribuição de um juízo de valor. Nós estamos relacionando com o outro tempo todo. Além da relação intrapessoal e da relação com Deus, nós temos a relação com o próximo. Considerar o próximo significa alteridade. Uma palavra difícil também, mas alteridade é reconhecer que o outro existe. E a assertividade é reconhecer que o outro existe e que ele tem direitos, como também nós temos direitos, direitos estes que merecem, respeitados, como desejamos que os nossos o sejam. Ser assertivo, então é nós considerarmos a importância da existência do outro na nossa vida e respeitar os seus direitos. A gente costuma dizer que empatia é o que que é mesmo empatia, gente? Empatia é quando a gente se coloca exatamente, não é isso? Empatia é interessante, né? Logo a gente vai. Empatia se colocar no lugar do outro, mas se colocar no lugar do outro é impossível, porque o outro já ocupa o seu lugar. Seja o espaço propriamente físico, seja um espaço emocional, sentimental, psíquico, mental, espiritual, porque o outro é o indivíduo. Cada um de nós somos únicos. Deus não nos criou em regime de duplicata. Cada um de nós é original e hoje nós estamos na melhor versão de nós mesmos. Isso é um alento, viu? significa que já estamos bem melhores do que já estivemos no passado e estaremos melhores ainda no futuro. A questão da empatia é quando a gente se aproxima do outro, quando a gente considera que ele existe, quando nós olhamos o outro como o nosso semelhante, que é tão interessante quando a gente olha nos olhos de uma pessoa, o que é que a gente vê? Olho nos olhos, quero ver o que você me diz. Quando a gente olha nos olhos do outro bem próximamente, a gente enxerga refletida na retina dos olhos do nosso interlocutor, a nossa própria imagem. Isso tem um significado importantíssimo, porque nós somos semelhantes, não somos idênticos. Somos semelhantes. Somos criados por um mesmo ser que é criador. Nós somos criaturas. Este ser que é pai, nós somos filhos. Se somos todos filhos de um mesmo pai,
mos semelhantes, não somos idênticos. Somos semelhantes. Somos criados por um mesmo ser que é criador. Nós somos criaturas. Este ser que é pai, nós somos filhos. Se somos todos filhos de um mesmo pai, somos todos irmãos. Formamos uma só família. A empatia é quando nós nos sentimos em família. O outro é um ente querido que merece a nossa consideração, a nossa atenção, o nosso acolhimento. Ser empático é estar junto de, é ser companheiro, é fazer companhia, é estar tão próximo. E é tão interessante ontem com a juventude quando chegamos ali do Francisco de Assis, que reúne várias casas espíritas, né, da juventude nesse encontro tão bonito, enquanto nós estamos aqui, eles estão lá todo dia à noite. E eu cheguei, então, sentei ao lado de uma jovem e me aproximei bem dela propositadamente. Aí depois quando eu fui desenvolver o assunto, que vê como um assunto é interessante, a gente vai falar e numa frase aqui a nossa querida Jusara falou tudo que eu não consegui falar lá, não é? Que era a questão, não basta não fazer o mal, é preciso fazer o bem. E dado momento conversando, eu falei: "Você". A gente estava sentado um ao lado do outro, você percebeu que em dado momento a nossa respiração entrou em sintonia? Ela falou: "Eu percebi". Eu falei: "Pois é. Isso é empatia. Empatia é este elo que nos une de uma maneira única, especial, em que nós nos sentimos em sintonia, em afinidade. Então, a gente começa a perceber como o outro percebe, enxergar como o outro enxerga, sentir como o outro sente. E quando isso acontece, nós não julgamos, porque nós compreendemos a situação na qual o outro se encontra, que nós estamos juntos. Irmã Dulce foi questionada: "Como é que a senhora, minha irmã, pode entrar nesse ambiente tão sujo? tão indigno. Ela disse: "Porque os meus pés são os pés do Senhor, as minhas mãos são as mãos do Senhor." E o Senhor não discriminou, não escolheu, não excluiu, ele acolheu. Jesus empático e mandou-se empática. Ser empático é estar sentindo a dor do próximo na sua necessidade,
mãos são as mãos do Senhor." E o Senhor não discriminou, não escolheu, não excluiu, ele acolheu. Jesus empático e mandou-se empática. Ser empático é estar sentindo a dor do próximo na sua necessidade, na condição em que ele se manifesta. Por que julgar? E mais ainda, ou muito menos ainda, condenar? Quando a gente ama, diz o poeta, a gente cuida. Quando a gente ama, é claro que a gente cuida. Empatia é fundamental para que não haja julgamento. A humanidade caminha pro mundo de regeneração quando todos seremos mais empáticos. E aí existe uma outra palavra muito linda que é a tal da metanoia. Já ouviram falar? Meta é um prefixo grego que significa para além, que transcende. E noia é pensamento, ideias. Então é para além das ideias, para além do pensamento. Metanoia é inclusive há um livro escrito por um padre católico com esse título. É uma viagem para dentro de nós mesmos. A busca do autoconhecimento, como nós temos tão bem explicada por Santo Agostinho na questão de número 919 de O livro dos espíritos. Metanoia é um processo de alquimia íntima, de transformação. E o evangelho de Jesus, que é a boa nova, que nos inova, que nos renova, que nos transforma, que nos melhora, possibilita-nos empreender o processo da metanoia. Reconhece-se o verdadeiro espírito é pela sua transformação moral e pelos esforços que empregem domar as suas más inclinações. Quando nós estamos nesse processo de autodescobrimento que Bezer de Menezes fala no livro Jesus e nós, que é um verdadeiro parto, como também diria Joana de Angeles no livro Homem Integral, no seu capítulo terceiro, quando fala do autodescobrimento, Pezer de Maniz diz aí para nós que todo parto dói, porque toda dor transforma. Então, a metanoia é um processo de renovação. Quando nós nos renovamos, nós nos julgamos. Fazemos uma autoavaliação de nós mesmos sem aquele julgamento também que a gente faz a decodificação, não é, Godinho? dessa leitura que é recomendado que nós sejamos indulgentes, tolerantes para com o próximo, mas severos para conosco.
smos sem aquele julgamento também que a gente faz a decodificação, não é, Godinho? dessa leitura que é recomendado que nós sejamos indulgentes, tolerantes para com o próximo, mas severos para conosco. Esta severidade para conosco diz respeito, entendo eu, pela disciplina, para que nós também não sejamos aqueles que empreguemos uma força exagerada e aí entremos num processo até mesmo de depressão, de frustração, porque não damos conta. Ninguém é mulher maravilha. Ninguém é superhomem. Nós não somos heróis, mas somos seres humanos comuns, normais e todos especiais, porque somos filhos de Deus e somos únicos. Então, a metanóia é um processo de transformação pela qual a gente passa. E a gente vai ver isso no outro também compreendendo que ele é nosso irmão. Então, não há necessidade do julgamento. Não julgueis. É uma contundência. imperativa no negativo. Tão gravando, né? Porque eu jamais vou dizer isso do jeito que eu falei agora de novo. Por não fazer. Parece que tá dizendo para nós ainda, né, Godinho Jussara, lá dos 10 mandamentos. A maior parte dos 10 mandamentos é não fazer. Então não vamos julgar. A recomendação é clara. Não há necessidade, não há porquê. Nós não precisamos. Toda vez que formos avaliar um comportamento de alguém que não seja pessoal, seja o comportamento em si, a atitude, mas sempre com critério de altruísmo, de caridade para com o próximo. E finalmente queria trazer aqui a palavra resiliência. O Godinho citou: "A resiliência é a capacidade que a gente tem trazendo para o comportamento humano. Segundo Víctor Franel, primeiro que utiliza a questão da resiliência para o ser humano, porque a resiliência é um conceito com relação ao objeto. Quando um objeto, por exemplo, ele sofre um impacto, a gente abraça um travesseiro, por exemplo, amassa todo aquele abraço de urso, né, querido? A gente vai, amassa o travesseiro, depois você solta o travesseiro, ele volta à posição, né, que ele estava anteriormente. Isso é resiliência. E a gente vem lá do interior, né, é como
so, né, querido? A gente vai, amassa o travesseiro, depois você solta o travesseiro, ele volta à posição, né, que ele estava anteriormente. Isso é resiliência. E a gente vem lá do interior, né, é como aquela bambu, vocês conhecem bambu, não conhece? Bambu verde. Quando você enverga a vara, que que ela faz? Faz o movimento e depois volta pra posição ali. Isso é resiliência. traduzido para o comportamento humano, segundo Victor Funkel, exatamente o a resiliência é a capacidade que nós, seres humanos, temos de nos temos de nos adaptarmos. A adaptação diante das mudanças, as mudanças que vêm de fora para que nós possamos incorporá-las internamente. Isso é resiliência. Quando nós trabalhamos o processo de resiliência dentro de nós, nós não julgamos. Porque nós olhamos as nossas necessidades e deficiências e buscamos o aperfeiçoamento. Quando a gente vê o próximo, nós estamos o enxergando como um indivíduo, um irmão, um semelhante que merece tolerância, que merece antes benevolência, que é misericórdia, que é o amor em ação, a caridade e que merece o perdão quando por uma uma razão ou outra chega a nos ofender, nos magoar, nos ferir, nos melindrar. E se sentir melindrado, ferido, não é ofendido, magoado, não é com outro, é conosco. Quando a gente trabalha a resiliência, nós nos adaptamos e seguimos em frente. É isso que Jesus quer de nós. Se o evangelho de Jesus é o roteiro de nossas vidas, o espiritismo é a luz que nos permite seguir esse roteiro com segurança. A humanidade caminha para a regeneração, mas é preciso que todos nós estejamos em processo também de regeneração. E isso implica amar a Deus e amar ao próximo como a nós mesmos, sem julgamentos e sem condenações. Muito obrigado pela atenção. Muito obrigada, Jusara, Jorge Geraldo. Eu gostaria de reforçar vocês que está aberto o momento para perguntas aos nossos mediadores do tema: "Sereis julgados conforme houverdes julgados os outros". Agradeço já de antemão aos três pelas excelentes, ricas e pedagógicas reflexões a respeito do tema.
ra perguntas aos nossos mediadores do tema: "Sereis julgados conforme houverdes julgados os outros". Agradeço já de antemão aos três pelas excelentes, ricas e pedagógicas reflexões a respeito do tema. Mas enquanto os nossos amigos pensam e aproveitam a oportunidade para interagir com os nossos companheiros dessa manhã, nós trouxemos uma provocação, inquietação pra gente refletir. julgar representa em alguma medida tomar uma posição, deliberar, emitir um parecer, uma opinião sobre algo, alguém e e também representa uma capacidade que envolve discernimento, que envolve livre arbítrio e que deveria envolver a justiça. E o Jorge disse na sua fala que a todo momento nós somos convocados a julgar, né? eh algo, alguém e que vivemos um momento difícil hã em que a criatura humana precisa emitir esses julgamentos. E aí a pergunta é o seguinte: existe alguma circunstância em que é lícito esse julgamento? E como é que a gente deve proceder diante dele? Porque nós vimos perfilar os comentários sobre a necessidade do não julgamento. E o Geraldo deixou muito claro, né? Eh, o julgar é uma frase imperativa e negativa, um comando. Mas existe alguma circunstância em que é lícito esse julgamento? E como é que a doutrina espírita pode nos manter eh resilientes, empáticos, benevolentes diante dessa necessidade, se ela se fizer necessária? Neste caso, eu talvez me utilizaria da palavra avaliação, né? Porque quando a gente fala julgar, ela já vem com aquele peso de que nós estamos apontando o dedo, procurando, né, a os defeitos, as imperfeições. Então, a o tempo todo, nós temos que avaliar as situações que nos são colocadas, as circunstâncias, as pessoas, os seus comportamentos. E como já nos ensinava Jesus, nós condenamos o pecado, não o pecador. Nós vamos ter a consciência daquilo que, como Paulo dizia, não mais me convém. Eu posso fazer tudo que eu quero, mas não me convém. Então essa avaliação é muito importante. Se nós estamos, por exemplo, frequentando lugares aonde nós sabemos que não vai
dizia, não mais me convém. Eu posso fazer tudo que eu quero, mas não me convém. Então essa avaliação é muito importante. Se nós estamos, por exemplo, frequentando lugares aonde nós sabemos que não vai nos acrescentar, pelo contrário, pode até nos fazer dar vazão às aquelas imperfeições que nós já trazíamos. Então, nós vamos evitar certos lugares, nós vamos evitar certas pessoas. Por que que nós vimos atrás de um centro espírita, de uma fé, de uma possibilidade de aprendizado das coisas espirituais? Porque em algum momento nós fizemos uma avaliação das nossas necessidades e buscamos aquilo em que nós eh vamos encontrar o respaldo para seguirmos neste caminho. Emanuel tem uma uma mensagem no livro Fonte Viva 113 que ele fala assim: "Busquemos o melhor". Então, mesmo quando nós estivermos nessa posição de julgamento, de avaliação, nós deveríamos buscar o melhor. E aqui eu gostaria de falar especialmente, especificadamente para nós espíritas, para todos que estão conectados como trabalhadores, como dirigentes ou como frequentadores de centros espíritas. Quantas vezes nós julgamos o espírito que adentra em nossa casa pela sua embalagem? Ah, essa pessoa não pode não pode trazer, não pode falar muita coisa. E Emanuel, eu vou até ler alguns trechos porque é tão importante, ele diz que é importantíssimo nós trabalharmos a visão na procura do melhor, que colaboradores valiosos e respeitáveis são relegados à margem por nossa reflexão, simplesmente porque são portadores de leves defeitos ou de sombras insignificantes do pretérito que o serviço poderia sanar ou dissipar. Então, quantas vezes nós vemos aproximar do centro espírita? Aliás, nós diríamos todos, né? por todas as vezes, porque nós inclusive viemos ao centro espírita por necessidade. Quem sabe até alguns por amor, mas além do amor existia necessidade, existia dor, existia sede do conhecimento. Então nós eh dentro daquele exemplo que talvez vocês já conhecem, que se a gente desenhar aqui um número seis, no meu ângulo eu vou ver seis, mas no ângulo de
xistia dor, existia sede do conhecimento. Então nós eh dentro daquele exemplo que talvez vocês já conhecem, que se a gente desenhar aqui um número seis, no meu ângulo eu vou ver seis, mas no ângulo de vocês vocês vão ver nove. E aí eu te julgo porque você não vê como eu vejo e nós dois estamos corretos. Nós dois estamos caminhando para o para o Cristo. Nesse período de transção, nós temos que nos manter abertos a às formas que estão que estarão sendo colocadas para a disseminação dessas luzes. Odinho mesmo falou a respeito de espíritos que estão vindo muito mais adiantado de outros lugares, inclusive que não aqui conectados à terra. Então vamos olhar os nossos jovens. Nós tivemos aqui a colocação, a apresentação deles. Vamos dar força. Não vamos olhá-los ainda pela fragilidade da idade cronológica, mas daquilo que eles já trazem. e vamos ser copartícipes no crescimento e na sustentação desses irmãos. Então, vamos avaliar sim e não querermos impor os modelos que sempre tivemos, porque na essência temos uma coisa, é o amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Quando nós não perdemos a essência, a essência do que a doutrina espírita traz, então o método que vamos utilizar não importa a essência que será sempre o instrumento para nós valorizarmos tudo. avaliemos, sejamos cautelosos para não engessarmos os nossos posicionamentos de forma em que quando nós retornarmos ao plano espiritual, nós vamos nos arrepender, porque ao invés de nos transformarmos em instrumentos de disseminação, nós acabamos criando obstáculos para que ela possa ser largamente difundida. Eu vejo que nós temos duas condições que nos move ao reproche, nos move ao julgamento ou avaliação. Uma delas é com a intenção de reprimir o mal. Então, mal existe, aí nós temos que fazer alguma coisa, senão seremos omissos. A outra é de desacreditar na pessoa. Esta última nunca deve ser objeto de nós espíritas cristãos, porque o que conduz a esse tipo de coisa é justamente a maledicência, a maldade.
enão seremos omissos. A outra é de desacreditar na pessoa. Esta última nunca deve ser objeto de nós espíritas cristãos, porque o que conduz a esse tipo de coisa é justamente a maledicência, a maldade. E isso não faz parte de um comportamento cristão. Mas para reprimir o mal às vezes, e aí tem o seu mérito, porque daí redunda alguma coisa boa, um bem como resultante. Então, passa a ser um dever nosso com cautela, com caridade de naquele momento fazermos uma avaliação, não é? de levarmos uma palavra de correção, sem ferir, sem violentar consciências, conforme Jesus fez naquela mulher. Ele violentou alguma consciência. Dentre vós, quem tem pecado atira a primeira pedra? Ele deu um exemplo naquele momento. Ele reprimiu, ele fez um julgamento, mas não violentou, não apontou diretamente a cada um dizendo que estava certo, que estava errado. Mas ele levou à autoanálise e o seu poder tão grande que quando começaram a refletir e aí verificaram que eu digo, eu tô falando de uma coisa que eu pratico. Então eu não posso fazer isso. E é por isso que todo mundo foi saindo, foi embora. Mulher, alguém te julgou? Não, senhor, eu também não vou te julgar. O levar e não cometa mais os erros. Não continue desviada, afastada da lei divina, que é o pecado, né? que é um sinônimo, pecado é sinônimo de desvio. Então eu vejo que são dois momentos que nós podemos utilizar da seja do reproche, seja da avaliação ou de um julgamento, verificando tudo isto que a severidade era para conosco, porque da mesma forma que nós vamos julgar, a medida será colocada para nós na hora do julgamento. à nossa pessoa, porque nenhum de nós estamos isentos. Nenhum de nós, porque somos espíritos que estamos no processo evolutivo. Em algum aspecto, talvez eu já esteja melhor, mas em outro eu preciso melhorar tanto que eu tô no abismo. Aí eu preciso trabalhar isto, não é? e passamos a ser objeto do olhar do semelhante e que deve ser, como Geraldo falou, da empatia, da alteridade para que a gente possa construir esse mundo
no abismo. Aí eu preciso trabalhar isto, não é? e passamos a ser objeto do olhar do semelhante e que deve ser, como Geraldo falou, da empatia, da alteridade para que a gente possa construir esse mundo melhor como irmãos e a humanidade. Então eu vejo assim, de uma forma bem mais direta, é dois momentos. Um momento é aquele que é para reprimir o mal. Esse tem em alguns sentidos, em alguns momentos um louvor, porque vai daí resultar de alguma coisa boa. E a outra é quando você quer desacreditar, você quer atingir a pessoa e aí você fulano é ah vírgula. Mas aí a gente diz, Emmanuel, que vírgula e depois do mais só é bom quando tem Jesus. Aí quando tem Jesus você pode vírgula, mas aí a gente vai embora porque nós estamos com ele e com ele e nós não nos equivocamos. Só aqui rapidamente por conta do nosso intervalo, eh o próprio Evangelho Segundo Espiritismo nos traz aquelas questões exatamente do julgamento, né? se nós podemos aí, no caso, avaliar eh e e por exemplo expor o mal de outrem, reprimir o mal de outra, enfim, em que condição, né, São Luís, né, responde para nós, eh, quando você tem algo que prejudica a coletividade, naturalmente você tem que levar isso para poder ser corrigido. Se é algo individual, chama a parte e resolve com a pessoa, né, para que aquilo também não cresça. É, eu tava pensando aqui rapidamente também em cinco passos e a questão da aplicação da assertividade, que é quando o outro tem direito e esses direitos merecem ser respeitados. Na questão do julgamento ou de uma avaliação, não é? Quando nós vamos, de certa maneira avaliar o comportamento, a atitude, algo que o outro tenha feito, nunca é pessoal, nunca é a pessoa, ah, você é isso, você é aquilo. A pessoa não vai aceitar bem como a gente não aceitaria. Mas olha, naquele momento, um comportamento, uma atitude, eu acho que você poderia ter feito, quem sabe diferente. Quando a gente conversa reservadamente com educação, a pessoa tende a aceitar. Se ela não aceitar, ou pelo menos escutar, aí é com ela, a gente segue em frente.
poderia ter feito, quem sabe diferente. Quando a gente conversa reservadamente com educação, a pessoa tende a aceitar. Se ela não aceitar, ou pelo menos escutar, aí é com ela, a gente segue em frente. Mas nós não somos julgadores, nós não somos aqueles, né, que vamos estar impondo, inclusive, né, penalidades para as pessoas. Então, cinco passos rapidamente aqui para essa questão de como abordar uma necessidade de esclarecimento de de repente, né, num processo deste de avaliação precisa ser feito. Primeiro, busque o entendimento. Nós devemos ter a busca do entendimento. Nunca ir com aquela má intenção, como o Godinho tava, ah, eu vou para logo criticar negativamente, para destruir, vou para causar um mal, para causar uma celeuma, um um, né, um escândalo. Não, isso não. Busque o entendimento. Nós precisamos ir com o coração e a mente desarmados. Então, nós vamos para entender, para buscar a solução de um problema, a resolução de um desafio, não é? O enfrentamento de uma crise de uma maneira pacífica. O outro ponto é doar o melhor de nós mesmos. Na hora que a gente tá conversando com alguém, com um grupo, com uma equipe, com uma pessoa, não é, de um momento de necessidade desse que a gente doe o melhor de nós. Estou colocando aqui o meu coração. Sou uma pessoa ainda falha, cometo muitos erros, não é? Não estou aqui julgando a você, não estou condenando nem isso, evidentemente, mas eu estou aqui me colocando também, mas estou num esforço. Coloque o melhor. Outro ponto é a questão da transparência. Sejamos quem nós somos, mas num processo dialógico. É preciso conversar, dialogar, colocar pra pessoa que a gente sente, o que a gente pensa é um direito, desde que seja com educação. Ninguém tem o direito de ofender, magoar, ferir, melindrar a ninguém. Ninguém tem direito de ser violento. Ninguém tem direito de aplicar a lei de causa efeito com as suas próprias mãos. Essa não é a finalidade. Então vamos conversar, vamos buscar o entendimento, vamos doar o melhor de nós, vamos tratar
o. Ninguém tem direito de aplicar a lei de causa efeito com as suas próprias mãos. Essa não é a finalidade. Então vamos conversar, vamos buscar o entendimento, vamos doar o melhor de nós, vamos tratar as questões com rigor, com segurança, com disciplina. Assertividade implica nisso tudo, mas com amor. O outro ponto, que é o quarto, é ver o melhor do outro. Se no segundo ponto a gente dou o melhor de nós, é que a gente vê o melhor que o outro tem. Todos somos filhos de Deus. Todos temos a natureza boa. Quando a gente olha o próximo, ele a gente o vê como o irmão. Ele também merece. Ele também é digno. Então, quando a gente vê esse o melhor do outro, fica tudo mais fácil, porque olha, apesar daquele momento e tudo, é uma pessoa boa, uma pessoa esforçada, é uma pessoa que quer acertar. Às vezes, mesmo errando, a pessoa quer acertar. Isso já é um crédito para ela. Às vezes é um ajuste, outro, assim como também nós temos. E finalmente aqui, sejamos felizes, porque quando tem essa questão da crítica, normalmente é uma coisa pesada, né? A gente fica assim, né? Carrancudo, às vezes cerrado, aquela coisa. Vamos ser feliz. É preciso a gente conversar com leveza, com alegria, né? Joana de tem o livro Vida Feliz. Como é importante a gente ver com bons olhos, com otimismo, até para resolver as questões mais intrincadas, mais complexas. Quando a gente vê com esses bons olhos, com alegria que Leão Deni diz no livro Depois da Morte que o bom humor é a saúde da alma. Então o indivíduo bem humorado, ele é saudável, o mal humorado é adoentado. Então vamos levar esse bom humor, esta alegria, esse júbilo, porque a boa nova, que é o evangelho de Jesus, é a mensagem da alegria. Aí vai ficar tudo mais fácil na nossa caminhada. Jusara, Jorge, Geraldo, muito obrigada por partilharem conosco dessa experiência de conhecimentos e de convite à renovação nessa primeira parte dos trabalhos da manhã. Nesse momento, então, nós eh daremos um intervalo que se estende até às 11 horas e na oportunidade aqueles que quiserem
hecimentos e de convite à renovação nessa primeira parte dos trabalhos da manhã. Nesse momento, então, nós eh daremos um intervalo que se estende até às 11 horas e na oportunidade aqueles que quiserem se dirigir à nossa equipe de apoio para formularem as suas perguntas também poderão fazê-lo. Nós já recebemos duas perguntas aqui dos participantes. Reiteramos também que aqueles que se encontram no ambiente virtual também poderão realizar as perguntas ou comentários e que nós acolheremos e procuraremos reunir aqui para que possa ser respondida. Nos vemos então às 11. Dando continuidade ao bloco anterior em que foi realizada a primeira pergunta disparadora a Jusara, ao Jorge e ao Geraldo, surgiram duas perguntas de dois internautas diferentes, o Carlos Henrique e a Rosana Silva, que vão eh na mesma direção. Nós iremos então formular agora. Eles colocam que existe eh determinadas profissões que utilizam do julgamento como ofício, no caso os advogados ou juízes e promotores. E a Rosana pergunta: "Como fica a questão do não julgueis?" E o Carlos pergunta: "Quando um juiz de profissão realiza julgamentos equivocados, como ele fica perante as leis divinas?" Eh, a vida ela é feita de escolhas. A todo momento nós estamos escolhendo, né? E esse grande desafio para que a escolha ela tenha coerência com o senhor ao qual nós estamos servindo. O juiz, ele tá fazendo o papel dele quando as leis estabelecidas pelos homens cabe ao juiz fazer o julgamento em conformidade com a lei estabelecida. eh, diferente daquele que está na obrigação de ser obediente à lei e cumpri-la. A grande questão é o que não é juiz, querer se tornar juiz diante da lei. Então, essa competência não cabe a aqueles que não têm esse papel de ser os julgadores perante a lei dos homens. A lei dos homens, ela é temporal, ela atende a conjunturas, atende a necessidades, elas são aperfeiçoadas ao longo do tempo. A lei divina não, essa é perene, essa é eterna, essa está conosco desde a nossa criação. E a lei divina, ela apenas solicita de
nturas, atende a necessidades, elas são aperfeiçoadas ao longo do tempo. A lei divina não, essa é perene, essa é eterna, essa está conosco desde a nossa criação. E a lei divina, ela apenas solicita de nós humildade. E humildade é no significado de que nós devemos ser obedientes a ela. Então, quando nós estamos no papel de julgadores humanos, exercendo este papel como juízes que somos, porque assim nos capacitamos, nos tornamos, nós atendemos a lei dos homens. Mas quando o juiz ele já tem uma visão que transcende, uma visão que já é aquela que o Cristo traz, ele tem o direito de cumprir a lei dos homens, mas tem um dever de observar a conformidade para que ele aplique a lei com humanidade. aplica a lei com objetivo, como toda a lei prevê, de educação, de educar os homens. Então, quando nós nos evangelizarmos, daí a questão da evangelização, que este é o papel que todos nós devemos fazer nessa transformação, e eu gostaria de fazer uma distinção entre dois termos que às vezes falamos, mas não adentramos muito bem a ao significado. Evangelismo e evangelização. Nós falamos muito na evangelização, tá correto? Mas muitas das vezes falamos em evangelização sendo evangelismo. Evangelismo é quando nós divulgamos, propalamos, levamos a mensagem cristã, a mensagem do evangelho. Nós estamos fazendo evangelismo. Agora mesmo podemos dizer que essa roda de conversa é um evangelismo, porque nós estamos falando da mensagem cristã, da mensagem de Jesus. A evangelização remete-nos a um compromisso maior diante do conhecimento adquirido, colocá-lo em prática, exercitá-lo. Então, se nós somos espíritas cristãos ou se somos cristãos e temos o papel na sociedade, seja ele o qual for, mas especificamente atendendo à questão de juízes, nós vivemos diante de uma oportunidade de termos essa coerência, atender a lei dos homens, mas dentro do possível jamais esquecer a mensagem divina, que é a lei de amor. para que nós não sejamos apenas aquele que aplique a lei dos homens sem a misericórdia,
rência, atender a lei dos homens, mas dentro do possível jamais esquecer a mensagem divina, que é a lei de amor. para que nós não sejamos apenas aquele que aplique a lei dos homens sem a misericórdia, porque a lei divina, ela é misericordiosa como o Pai. Ele é bondoso, é bom. Por isso que Jesus disse: "Por que me chamas bom?" Bom é o pai, não é que é bom e misericordioso. Então, cabe a aqueles homens que exercem essa atividade, que tem o conhecimento da nova mensagem de renovação para a humanidade, de aplicar a lez dos homens, que é um seu dever, uma obrigação, mas sem jamais esquecer a lei perene, divina, que é a lei do amor, que remove toda multidão de pecados. Vou formular outra pergunta. Primeiro, alguém hã nos enviou uma mensagem dizendo: "Vou julgar essa roda de conversa". Foi maravilhosa. Obrigada. Reforçamos quem desejar participar. A equipe de apoio se encontra eh nesse salão disponível para acolher eh as perguntas ou comentários de vocês. Muitas vezes, quando julgamos o nosso semelhante, emitimos um juízo de valor que revela mais as nossas mazelas, as nossas projeções do que definitivamente sobre o outro. Por que isso acontece? Eu creio que Deus, na sua bondade e misericórdia, além de nos oferecer a oportunidade de de vida, de reflexão e de todos os acontecimentos que nós vivemos, conhece bem a dificuldade que nós temos de adentrarmos no nosso eu. E como a benfeitora Joana de Angeles sempre nos coloca em suas obras, nós como se com auxílio divino até, mas nem sempre nós compreendemos a finalidade dessa visão que nós vamos ter em relação ao nosso semelhante. Vamos olhar paraa pessoa e destacar aquilo que nos incomoda e que nós fazemos uma transferência, porque o incômodo e a imperfeição está em nós mesmos. Então, é muito mais fácil eu transferir a responsabilidade. Eu olho pra pessoa e falo: "Essa pessoa é arrogante". e começo a pensar e a refletir todos todas essas coisas, né, que de um mal também saiam bem. Nossa, mas como não é bom ser arrogante, mas como isso? Olha como se comporta. Mas na
pessoa é arrogante". e começo a pensar e a refletir todos todas essas coisas, né, que de um mal também saiam bem. Nossa, mas como não é bom ser arrogante, mas como isso? Olha como se comporta. Mas na realidade tá sendo assim uma dica, né, muito grande pra gente olhar, porque eles falam que é tiro e queda, gente. Se eu olhar para uma pessoa e começar a destacar uma imperfeição dessa pessoa, para tudo e vai olhar para você, vai olhar para o que você está realmente vivendo. Então, eu acho que a vida nos oferece esses caminhos e hoje, com esse maior entendimento, nós podemos, sem dúvida alguma, aproveitar mais essas essas lições, mais essas visões e cada vez mais nos concentrarmos em nós mesmos. Isso não é uma atitude egoísta, é uma atitude de, como já dizia Mahatm Gandhi, se eu quero ver a mudança no mundo, eu tenho que começar por mim mesma. Então, se cada um de nós tomar conta daquilo que nós temos que, né, que trabalhar em nós mesmos, os nossos compromissos, o mundo vai ser melhor muito mais rapidamente, né? Com certeza. A pergunta então para Geraldo. Geraldo eh ressaltou a reflexão sobre algumas palavras, dentre elas a alteridade, a assertividade, a empatia. E uma das perguntas que nos chega ã diz respeito à análise de comportamentos de companheiros espíritas que trabalham na mesma seara. E hã a pergunta vai nessa direção de como desenvolver a empatia e sermos caridosos antes de nos precipitarmos no julgamento ante aqueles que pensam e agem diferente de nós? Eh, é até um comportamento, diria, comum, não normal. Nós temos uma certa reação quando há o diferente. Se alguém pensa diferente, sente diferente, não é? enxerga o mundo de maneira diferente da nossa, a gente tem uma reação instintiva comum de parece que querer afastar, porque aquilo nos incomoda de certa forma. Quando há uma afinidade, quando é algo assim de simpatia, de gostos, tudo fica mais fácil, porque é mais companheiro, é mais amigo, olha daí tá tudo certo. O que não deixa de ser, por um lado, quando nos acomodamos uma forma de
ando é algo assim de simpatia, de gostos, tudo fica mais fácil, porque é mais companheiro, é mais amigo, olha daí tá tudo certo. O que não deixa de ser, por um lado, quando nos acomodamos uma forma de egoísmo, porque nós vivemos uma diversidade e na diversidade a gente tem que procurar a unidade, que é o grande desafio, que nem sempre a gente consegue. Quando o outro é diferente, nós também somos diferente deles. Nós temos que exercer o quê? O respeito, não é? A consideração. Eh, disse que quando duas pessoas estão conversando, discutindo, não é, eh, sobre quem tem a razão ou quem está com a verdade, então a verdade de um, a verdade do outro, a verdade do seis, a verdade do nove, porque depende do ponto de vista. Segundo Leonardo Bof, o ponto de vista é a vista sobre um ponto. Independe do ângulo que eu estou enxergando. Por isso, a gente não pode se aventar a verdade absoluta, que a verdade absoluta vem de Deus. E a verdade, mesmo como conceitou Emanuel lá no livro Consolador, na psicografia do Chico e publicação da FEB Editora, a verdade se eh vincula à questão da imortalidade, que a verdade é a essência da vida imortal. E quando há esse conceito, há isso na prática, a gente não vai ficar julgando o outro. Na casa espírita, nós também somos uma família. E a família a gente tem os pares e também os ímpares, os simpáticos e os antipáticos, não é assim? Acontece em todos os lugares. É a necessidade de exercitar o desenvolvimento do amor. Vai ser fácil? Não, mas é perfeitamente possível. Por isso que quando alguém, né, a gente até na FEB é um colegiado, embora exista um regime presidencialista, né, no estatuto e tudo e nós estamos aqui com o presidente, eh, a gente trabalha num regime colegiado, né? Vocês vem essa figura aqui, né? Eu não vou falar que é qualquer referência a esse homem de bem, ele não vai gostar se eu falar que ele é um homem de bem, né? Que depois vai me chamar atenção na intimidade. Mas assim, a gente vê que não há imposição, né? Há uma postura de humildade. Tudo é
e bem, ele não vai gostar se eu falar que ele é um homem de bem, né? Que depois vai me chamar atenção na intimidade. Mas assim, a gente vê que não há imposição, né? Há uma postura de humildade. Tudo é conversado, tudo é dialogado e aí fica mais fácil de tratar. Se tem inclusive um ponto a ser avaliado, avaliado é o comportamento, uma atitude, não é? Eu vou dar um exemplo aqui, se senhor presidente, senhor permita, tá sendo gravado, mas eu vou contar para vocês um bastidor aqui rapidinho. Nós fizemos um evento sobre o novete, né, que é é ligado assim à veterinária, né, a parte animal em defesa da vida animal. Foi na Federação Espírita Brasileira agora com a Dra. Irvenia, a equipe, trabalho muito bonito. E a gente falando sobre os animaizinhos, aquela coisa e tinha uma placa de entrada, tinha uma plaquinha discreta, mas tava lá duas placas sobre a questão de eh proibida entrada de animais neste recinto. Aí um casal entrou com um casal de com duas filhas e uma das filhas, jovem naturalmente fez o quê? Fotografou e mandou para quem? Não é? para gente que tava lá falando sobre essas questões, tudo chegou para mim e falei: "Gente, mas como é que é, né?" Aí fui falar com o presidente, aí o presidente falou: "Realmente a gente precisa tratar dessa questão. Nós temos que ter bom senso, sermos coerente, porque a gente não se dá conta". E aí então até assim eu tomei uma atitude e tal e fui tirei a plaquinha, gente. Ohô, meu Deus do céu. Isso foi no sábado, né, Godinho? Quando foi na segunda, o o vice-presidente, o VP da área administrativa, me ligou com todo jeito, mas um amor de pessoa. Precisa de ver que exemplo assim, ele falou: "Geraldo, eh, aí ele me fez assim a explanação de tudo como deveria ser." Ele falou: "Olha, isso aconteceu assim, assim, assim". Eu imediatamente o que que eu fiz? pedir desculpas porque falou: "Olha, nós precisamos realmente conversar sobre isso. O o presidente já nos orientou, nós vamos falar no conselho e realmente a placa como ela está, ela não deve ficar, né?" Ele
esculpas porque falou: "Olha, nós precisamos realmente conversar sobre isso. O o presidente já nos orientou, nós vamos falar no conselho e realmente a placa como ela está, ela não deve ficar, né?" Ele concordou. Aí eu falou: "A gente pode colocar alguma coisa para ter os petezinhos lá e tudo". Ele falou: "Mas isso implica numa série de coisas. O ideal é que quem quiser trazer o seu pet na casa espírita traz dentro da caixinha, aquela caixa de transporte não tem quando vai viajar e tudo. Então coloca ali." Eu achei a ideia genial. Então, nós vamos conversar sobre isso aqui, estamos colocando, mas é só um exemplo de que poderia virar uma confusão, um desentendimento, mas olha a maneira como ele trouxe o assunto, a maneira como o presidente orientou, assertiva, a maneira como eu agi, não tão assertiva, mas como trouxe também assertiva. Então nós estamos encaminhando tudo direitinho. Então tô aprendendo com eles essa questão da gente levar buscando entendimento. E é muito comum acontecer entre os pares e os ímpares às vezes uma questão a parar uma aresta. Que que a gente faz, gente? Vamos conversar, vamos bater um papo aqui. Olha, aconteceu tal situação, como é que a gente pode resolver? Não é sair criticando, detonando, proibindo, mas é buscando a solução conjunta. fica tudo mais fácil e todo mundo no final fica feliz porque participa da solução daquele desafio. Claro, fique à vontade. Eh, o Geraldo falando me veio aqui é uma, não é uma ideia, mas me veio à vontade de falar esse aspecto. Nós nunca devemos esquecer de ambos os planos da vida. Tudo que nós fazemos tem esta interferência. Geraldo falou aqui a interdependência. Tem a interdependência entre nós, mas também tem entre ambos os planos da vida. E o que é que me veio aqui para falar? Hoje fica fácil nós podermos entender. Todo mundo tem telefone, todo mundo sabe o que é Wi-Fi, mas quando a gente chega num lugar que não tem a senha, a gente pede. Quando a senha é colocada no telefone, aí aparece o sinalzinho, a
ntender. Todo mundo tem telefone, todo mundo sabe o que é Wi-Fi, mas quando a gente chega num lugar que não tem a senha, a gente pede. Quando a senha é colocada no telefone, aí aparece o sinalzinho, a gente fica alegre, fala com o mundo, vai embora. Na próxima vez que nós chegarmos, não precisa pedir mais senha. Chegando próximo, o aparelhinho já automaticamente ele sintoniza. Não é assim. É porque é uma lei natural que o campo eletromagnético ele sintoniza por afinidade naturalmente. Não precisa ter, só precisa saber a senha. Bom, nós frequentamos casas espíritas e no dia que nós vamos para a casa espírita com alguma ideia, se ela não tiver consoante com a psicosfera da casa, nós estamos prejudicando. Agora vou falar em especial que me veio. Nós que somos voluntários e estamos com atividades na casa espírita, seja da gestão, seja num determinada área, um compromisso voluntário e que nós assumimos com a casa. E aí nós convivemos com as diferenças. Mas quando eu vou para a reunião naquele colegiado ou numa reunião que não é colegiado para discutir um assunto, eu tenho uma ideia e eu já vou armado para aquela ideia. E essa ideia nem sempre é a melhor, porque a melhor ideia é aquela que está em conformidade com o evangelho e com a doutrina espírita. Porque quando alguém traz uma ideia diferente e a gente diz assim: "Ó, meu irmão, como ponto de vista é respeitado, mas o evangelho diz isso e a doutrina espírita diz isso. Ninguém reclama, pode ficar até aborrecido, dizer: "Ah, é, vou te pegar na esquina, porque lá na frente você vai cometer um equívoco. Eu também vou dizer para você, o evangelho dizia. Que bom! Porque está nos colocando no eixo, na referência. Se nós estivermos realmente com o desejo de renovação, não vamos guardar mágoa, agradecer, puxa, eu estava com equivocado, mas nós vamos pra reunião com um sentimento, a diferença com o outro, você já era fofô, agora se fulano levantar isso aqui, esse assunto eu vou Então, quando eu adentro à casa, os nossos irmãos ainda equivocados
os pra reunião com um sentimento, a diferença com o outro, você já era fofô, agora se fulano levantar isso aqui, esse assunto eu vou Então, quando eu adentro à casa, os nossos irmãos ainda equivocados que nos acompanham e sabem perfeitamente porque veem qual é a sintonia que nós estamos. Aí eles vão dizer: "Olha, essa sintonia aqui é de inveja, essa sintonia aqui é de mágoa, essa sintonia e qualquer uma dessas mazelas que nós trazemos conosco. Onda eletromagnética tem frequência, tem corpo, pode ser identificada igual Wi-Fi, só precisa da senha. Ah, então a senha é de mágoa. Então, esses dois aqui estão naquela reunião, tem mágoa, mas aí eles nos acompanham quando chega na casa e eles já disseram em algumas comunicações assim: "Olha, essa casa aqui é muito protegida. Eu já tentei adentrar, os muros não deixam". Aí tivemos uma ideia subterrâneo, vamos entrar por baixo. Também não conseguiram. Então vamos de para-queda. Não conseguiram. Aí dá um sorriso cínico. Mas nós estamos aqui dentro. Por eu adentro a casa levando com núg esta onda eletromagnética que eles ficam fora igual Wi-Fi com a frequência. Só basta na hora da conversa, devido às diferenças, ao invés de nós discutirmos a ideia, eu digo a ideia a persona. É o Geraldo que eu tenho uma certa. na hora que ele levantou, eu, na hora que eu coloquei, sintonizou automaticamente com eles fora. São altamente inteligentes, tem equipamentos também para identificar isso. E a partir daquele momento eu passo ser um instrumento, ao invés de ser dos benfeitores da casa que não violentam consciência, desses nossos irmãos. E aí o que que acontece? Ativ-se o único inimigo que nós temos. Sabe qual é? desunião. Nós não temos outro inimigo, não, porque o evangelho nos convoca à união, ao amor, a podermos trabalhar em conjunto, respeitando-nos mutuamente, conforme a pergunta e a resposta de Geraldo. Mas nós devemos estar muito atentos, porque as imperfeições nossas, as mazelas, às vezes fala muito mais alto do que a nossa vigilância.
do-nos mutuamente, conforme a pergunta e a resposta de Geraldo. Mas nós devemos estar muito atentos, porque as imperfeições nossas, as mazelas, às vezes fala muito mais alto do que a nossa vigilância. E todos nós precisamos ter essa atenção constante, porque aquilo que eu quero fazer de B, eu não faço porque meu impulso ainda leva essa onda eletromagnética. Na hora que levou, a sintonia automática se faz e a partir daí eu vou entrar naquela onda. Quando passa, eu vou entrar no meu estado normal, que eu vou refletir. Meu Deus, eu ali era um espírita imperfeito porque eu não coloquei em prática. Eu estou dizendo que eu sou um espírita cristão. Então, essa perseverança de sermos espíritas cristãos nos conduz a esse trabalho. E como Geraldo falou, se numa casa espírita tiver uma pessoa responsável por uma atividade, tenhamos atenção. O ideal é que a atividade seja desempenhada por mais de uma pessoa, por um colegiado. Quem tem um não tem nenhum, quem tem dois tem um. E quando um grupo trabalha, você exercita liderança, você dá segurança à atividade, dá segurança à casa e o trabalho passa a serem pessoal, mas comum a todos. Então, era isso que me veio à mente, que nesse momento eu gostaria apenas de colaborar com a questão que foi feita. Muito obrigado. Muito importante. Jusara, você disse em sua fala que temos tempo para olhar pros outros e às vezes esquecemos dos nossos pensamentos. E aí veio da plateia a seguinte pergunta: Como controlar um julgamento que não queremos fazer, mas a nossa mente ou nosso pensamento faz, formula? Aí quem respondeu isso foi Joana de Angeles através de Edivaldo. E ele normalmente cita isso na suas palestras, que a única forma de nós eh nos protegermos em relação a um pensamento negativo é substituí-lo por um positivo. Então assim, a fórmula é muito fácil, né? Agora, é o que nós estamos lidando no nosso dia a dia. Muito teoria nós já sabemos, nós já compreendemos. E por isso que eu falei ontem como é difícil, inclusive nós vivermos na contradição,
ácil, né? Agora, é o que nós estamos lidando no nosso dia a dia. Muito teoria nós já sabemos, nós já compreendemos. E por isso que eu falei ontem como é difícil, inclusive nós vivermos na contradição, né? Porque eu sei a teoria, eu sei que é assim que eu tenho que agir, mas eu não consigo agir desse jeito e não consigo o tempo todo. É aí que eu acho que entra a indulgência, além do auto perdão, né, mas a indulgência conosco mesmo, de compreendermos que faz parte ainda do nosso processo de evolução. E como eu citei ontem também, a questão de nós não desanimarmos, hoje em dia, o que mais pode nos levar à queda é o desânimo por causa dessas contradições, né, de dizer, eu não consigo fazer, né? Então, acho que tem até uma apostila da FEB, não tô lembrando muito bem, mas tem um caso do Saquarema, você não sei se você vai lembrar desse caso do Godinho do Saquarema, que o os os amiguinhos, né, os espíritos mais das inferioridades tentam colocar ele para baixo de tudo quanto é jeito, né? tipo assim, faz com ele uma experiência de jovem, né, de passar por por dificuldade, dá acidente, dá problema e ele se reerg. Aí eles depois de inúmeras tentativas, tô resumindo muito a história, né? Vai, vão conversar com o com a autoridade lá daquele plano inferior e falaram: "Ah, mas vocês estão sendo tolos. Porque quanto mais problema vocês mandam para ele, mais cristão ele fica. É o Jesus lá, então, mas tá numa apostila, acho que de estudo, da feb também. E aí ele ele ele fala agora vai lá e começa a colocar no pensamento dele que ele não é bom, que ele não presta. E aí eles derrubam, aí eles vencem. Então aqui não é uma questão de dizer, não vamos ter um olhar para aquilo que realmente somos, mas ter um olhar julgando da maneira certa que somos ainda seres pequenos. E quando esses pensamentos invadirem as nossas mentes, nós vamos tentar rechaçá-los. né? Toma uma água, aquela água da paz que é normalmente é paraa boca, mas quem sabe serve pro pensamento também. Se a gente ficar fixo na ideia, vamos
m as nossas mentes, nós vamos tentar rechaçá-los. né? Toma uma água, aquela água da paz que é normalmente é paraa boca, mas quem sabe serve pro pensamento também. Se a gente ficar fixo na ideia, vamos procurar um livro, vamos colocar uma palestra para assistir, eh vamos mudar o pensamento. O importante é que eu acho que nós estamos nesta fase de que nós, como falamos, não estamos lá ainda, mas a gente já tem recursos para dominar as nossas más inclinações, que isto, de acordo com Kardec, representa ser o bom espírita ou o espírita, aquele que já trabalha para dominar as suas más inclinações. Geraldo, alguém diz assim: "Eu sempre procuro fazer o bem na medida que sei, mas sempre sinto que não é o suficiente. Acho que poderia fazer mais. Sinto que ficou incompleto. Como agir para entender esse sentimento? Primeiramente, seja bem-vindo ao time, porque é uma sensação que todos nós, não é, que estamos buscando a melhoria constante, a gente tá tentando. Eh, o capítulo 17 do Evangelho Segundo Espiritismo, ele é desafiador, né, como todos os capítulos são, mas esse me toca mais assim, eh, especificamente quando fala: "Sede perfeitos como perfeito é vosso Pai celestial". É complicado, né? A gente nunca vai ser perfeito como Deus, porque Deus é absoluto, né? Deus é o pai, é o criador. Mas nós podemos ser perfeitos em cada dia da nossa vida, fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance. Então, o que eu me doei ao máximo para fazer naquele momento no que eu estou fazendo o melhor que eu posso, na busca da melhoria contínua. Isso é ser perfeito. Na verdade, somos perfectíveis, estamos caminhando, evoluindo, mas eu não posso exigir de mim o que eu ainda não posso oferecer, porque senão eu vou me frustrar. Toda vez que eu crio uma expectativa para além da minha capacidade, a tendência é eu ficar frustrado, cair naquele desânimo, desolação, aí desespero, desesperança, depressão. Por isso que é importante a gente saber dimensionar e reconhecer que se eu der um passo hoje, é o que eu consigo dar,
rustrado, cair naquele desânimo, desolação, aí desespero, desesperança, depressão. Por isso que é importante a gente saber dimensionar e reconhecer que se eu der um passo hoje, é o que eu consigo dar, eu já estou doando o meu melhor. Eu já estou me empeando com competência naquilo que eu já conquistei. Amanhã talvez eu consiga dar um passo um pouco maior do que dei hoje. Excelente. Eu não consigo caminhar 10 cm. Se eu caminhar 1 cm, estou fazendo o limite da minha força, eu estou no caminho. Por isso, não exigir demais de nós mesmos. Tenha consciência, sim, de que buscamos a melhoria e que podemos e devemos melhorar, mas um passo de cada vez. Se nós dermos dois passos e o meu caso hoje, se eu der passos hoje, eu quebro a perna, porque eu vou cair, não dou conta. Então nós vamos devagarcinho, passo a passo, porque a gente não deve ficar estacionado, estacionário. A gente já tem condições de caminhar, então vamos caminhar. Não exija demais, tenha autoamor, autoestima e se reconheça como filho de Deus. Quando você olha diante do espelho, diz assim: "Olha, Deus, você acertou, hein?" Não pra gente ficar orgulhoso, mas pra gente reconhecer que tem a potencialidade. Porque o humilde ele coloca os pés no chão, levanta a cabeça e segue em frente. O orgulhoso não, ele empina o nariz e quebra a cara daí a pouco. Porque o humilde reconhece que tem limitações ainda imperfeições, mas ele também reconhece que já tem possibilidades e tem talentos que precisam ser empregados no bem. Então, o bem é uma construção gradativa que a gente vai alimentando com a força da nossa vontade e do nosso pensamento. Não desista. Não tenha o foco no que não foi feito. Focalize no que foi feito e busque realizar sempre o melhor, sem assodamento e sem precipitação. O resultado é certo. Nós vamos como estamos evoluindo sempre, sempre para melhor. Eu vou direcionar a pergunta ao Jorge. Qual a correlação poderíamos fazer sobre o tema de não julgar? E o versículo que está contido em Jeremias 17:5, que diz
mos evoluindo sempre, sempre para melhor. Eu vou direcionar a pergunta ao Jorge. Qual a correlação poderíamos fazer sobre o tema de não julgar? E o versículo que está contido em Jeremias 17:5, que diz assim: "Assim dize o Senhor: Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor. Toda vez que nós estamos fora do caminho, estamos fora de estrada. E aí é difícil. Comparando normal, se eu estou com um carro que não tem condições de estar fora da estrada, é um desastre. Toda vez que nós estamos fora da lei, e quando eu digo da lei, não só dos homens, mas sem especial da lei divina, aí é um desastre, porque nós estamos diante de um caminho sem uma referência segura. como se fosse o guinoto. A visão de cada um de nós, ela vai na altura da nossa evolução. Agora, a visão do Cristo, ela é preciente, ela transcende, é atemporal. Então é uma segurança quando nós conhecemos o orgulhoso e o humilde, a única diferença é que o orgulhoso desconhece a lei. O humilde conhece a lei. O humilde por conhecer ele é obediente. Quando ele é obediente ele é humilde. O orgulhoso por desconhecer ele não é obediente. E quando eu digo a lei, porque ele às vezes é tão obediente à lei do homem, porque ele conhece a lei do homem e ele é mantém, mas a lei divina, ele tá afastado dela e ele não é humilde porque ele não conhece essa lei. A lei dos homens, ele navega com toda perfeição, mas a lei divina ainda é ignorante. de Kardec diz que a ignorância é a septura dos vivos, dependendo do aspecto que nós estamos eh observando. Então, toda vez que nós agimos fora da lei divina, só vamos trazer sofrimentos. Porque as nossas deliberações, ela não tem essa referência segura, que é a lei do amor, que é a lei divina, que nos dá condições de termos um comportamento coerente, seguro e certo que estamos fazendo o melhor que nos compete dentro do conhecimento limitado ainda que temos, mas coerente com ele. Toda vez que nós formos coerentes,
termos um comportamento coerente, seguro e certo que estamos fazendo o melhor que nos compete dentro do conhecimento limitado ainda que temos, mas coerente com ele. Toda vez que nós formos coerentes, estamos ao encontro, não de encontro, mas ao encontro daquilo que nós já detemos, que é o conhecimento. Agora, por isso que o conhecimento traz responsabilidade, que o conhecimento nos propicia agirmos com segurança dentro das nossas próprias forças e ele não exige mais do que aquilo que nós somos capazes de dar. Por isso que o pai não oferece um fardo pesado a quem não pode carregar. Então tudo que nos chega são fardos que nós podemos carregar. E quando nós seguimos esta lei, ah, nada nos derruba. Porque nós temos uma coisa que é uma bela companheira de viagem, esperança. Quem perde esperança é porque ou não teve até então, ou a referência a qual tinha, ela não é perene, ela é fugaz. Mas a referência da lei do amor, da lei divina de Jesus, que é guia modelo, a esperança nunca é perdida. Imagine aquele discípulo chegando para o sacrifício, sendo levado pelos soldados. E quando ele chega próximo a Jerusalém, numa montanha, um lugar mais alto, ele observa aquela cidade e ele começa a sorrir trazendo uma alegria diferente e o soldado não entende. Você está maluco, você tá sendo levado pro sacrifício, está aqui sorrindo. Aí ele dá a lição. Se os homens são capazes de fazer uma cidade tão linda como esta, imagina o que é que nos espera na verdadeira pátria, na pátria espiritual. é a esperança, é a certeza de que a vida ela não se resume a nascer, viver e morrer. Então isso nos dá a segurança de que o roteiro ele é seguro, de que o guia ele não se equivoca, se equivoca quem acha que ele se equivoca e que as leis que reg este caminho, esse roteiro, ela é atemporal, serve em qualquer época das humanidades, em qualquer univers versos e isso nos dá uma confiança. Aí nós vamos até o fim. E é isso que Jesus nos trouxe no seu evangelho. É isso que a doutrina espírita ressuscita e vai nos fortalecendo à proporção que
uer univers versos e isso nos dá uma confiança. Aí nós vamos até o fim. E é isso que Jesus nos trouxe no seu evangelho. É isso que a doutrina espírita ressuscita e vai nos fortalecendo à proporção que este conhecimento vai sendo detido por nós. Mas nos diz Emanuel que há uma diferença entre deter e t. Quando você detém o conhecimento, basta apenas você ter inteligência, estudar e absorver o conhecimento. Você detém, fica limitado a isso. Você só tem posse dele quando você pratica, quando você exercita o conhecimento. Aí sim você não tá mais na detenção. Você está na posse de algo que você fala porque você sabe e você sabe porque você praticou. Aí você tem autoridade. Autoridade para falar sobre aquilo que realmente você conhece. Então Jesus diante de Pilatos, Pilatos diz: "És rei?" E o que é que Jesus responde para ele? Tu dizes que eu sou rei. Agora estás dizendo isso por ouvir falar? Porque se Pilatos conhecesse Jesus, porque ele estava emprego pelos ouvidos, pelos fariseus que ali chegavam e falavam de Jesus, mas ele não conhecia Jesus. A vivência daquele homem, ele deprendeu que ele não tinha culpa, não tinha nada, por isso que lavou as mãos. Então, quando nós conhecemos, ah, isto aí é diferente. Então, lembrando da Jusara naquela primeiro momento que ela fez a exposição do dois, do três, do cinco, quem está no três passou pelo dois. E quando o equivoco, o julgamento da ação do dois, o três, olha, ele é indulgente porque diz: "Eu já passei por isso, eu sei a dificuldade". Mas ele merece aqui um apoio para poder chegar a três. O que tá no cinco assim o que tá no seis, no 10. É por isso que esses degraus que nos possibilita a liberdade de certos aspectos da vivência que nós temos na ausência do bem, que é o mal, possibilita-nos a indulgência, porque nós olhamos para algo que nós já vivenciamos. E quando nós vivenciamos, nós sabemos o que é passar por aquilo. É diferente de quando nós não temos a experiência, ficamos apenas na teoria. Então, este é o grande ensino que a
ue nós já vivenciamos. E quando nós vivenciamos, nós sabemos o que é passar por aquilo. É diferente de quando nós não temos a experiência, ficamos apenas na teoria. Então, este é o grande ensino que a doutrina nos traz para que nós possamos, assim, diante dessas observações, julgamentos, avaliações, podermos fazê-la com propriedade e também não com a detenção do conhecimento, mas se possível com a posse do conhecimento, porque já somos aqueles que vivenciamos, já passamos por essa estrada e sabemos como trilhar no caminho certo, seguro, com confiança, com esperança que nos conduz a dias melhores. Jussar, alguém pergunta: "A busca das aflições ponderadas é individual ou coletiva? O recomeço tem fases? Se você está se referindo à busca das aflições no momento em que nós estamos fazendo o nosso planejamento reencarnatório, então na realidade nós talvez nem estejamos utilizando essa terminologia, né? Nós vamos utilizar mesmo a busca do aprendizado, sabendo que esse aprendizado, que esse galgar, que esse caminhar, que as a as condições que nós vamos escolher, as pessoas que nós vamos conviver, a profissão, tudo isso vai representar desafios e que vai nos trazer aflições, como nós citamos, por exemplo, o caso daquela senhora que estava se preparando para o reencarne para receber quatro filhos bastante desajustados, sendo que apenas um deles, a a menina seria um pouco mais equilibrada e poderia dar um suporte à mãe. Então, nesse processo, né, dessa escolha, né, do dos compromissos das situações que nós viveremos, pensando do ponto de vista espiritual, ela faz parte. Nós vamos ser orientados da mesma forma como a gente às vezes quer buscar o através do estudo uma certa profissão. Nós vamos ter orientadores que vão nos dizer: "Então, escolha essa matéria, aquela matéria que vai melhor te preparar". Agora, no campo da da nossa vida aqui já na matéria, como nós falamos no espiritismo, nós não fazemos apologia do sofrimento. O espírita não quer ser não quer ser infeliz, ele não quer ter as dificuldades, mas
campo da da nossa vida aqui já na matéria, como nós falamos no espiritismo, nós não fazemos apologia do sofrimento. O espírita não quer ser não quer ser infeliz, ele não quer ter as dificuldades, mas ele aceita com galhardia as tarefas que lhe são apresentadas como oportunidades para que cresça, sabendo que vai ter o lado mais fácil de conduzir, o lado mais difícil. Então, quando nós estamos na matéria, o nosso eh o o a nossa meta é procurar não criarmos mais aflições. Ontem, quando nós falamos a respeito das casas atuais das aflições e os espíritos nos falam que as nossas aflições na maioria são resultados das nossas ações, então que nós possamos estar atento aquilo que nós estamos fazendo, aquilo que nós estamos pensando, como o Godinho citou, né? com que energia, né, que onda eletromagnética eu estou me conectando. E com isso nós não só vamos evitando trazer mais de sabores paraas nossas vidas, como aqueles que já fazem parte, nós vamos eh conseguir vencer de maneira mais fácil. Então eu me lembro que muito simplesmente, né, acho que eu aprendi isso até na minha juventude, né, porque quando as pessoas procuram o espiritismo, muitas vezes elas vêm com a expectativa de que as pedras vão ser retiradas do nosso caminho. E aí a gente aprende que as pedras não vão ser retiradas do nosso caminho, mas que de uma certa forma elas vão ficar muito mais leves e nós vamos poder ultrapassá-las graças a essa fé, a esperança, a confiança em Deus. Bom, Geraldo, quando a nossa capacidade de julgamento poderá nos dar a justa medida para discernir entre o bem e o mal e, portanto, para que a gente não se precipite em na realização desses julgamentos? Quando nós fazermos perguntas à nossa própria consciência, conforme Santo Agostinho recomenda na questão 919A, a questão eh 621, Kardec pergunta: "Onde é que está escrita a lei de Deus?" É impressionante que todos nós sabemos a resposta, não é? A lei de Deus está escrita na consciência. O carioca diria coinciência, não é assim? Mas por que
nta: "Onde é que está escrita a lei de Deus?" É impressionante que todos nós sabemos a resposta, não é? A lei de Deus está escrita na consciência. O carioca diria coinciência, não é assim? Mas por que que a lei de Deus está escrita na nossa consciência? Qual o sentido disso? É porque nós temos dentro de nós todos os recursos necessários para encontrarmos as soluções para todos os problemas. A gente não tem muito esse costume de fazer essa viagem introspectiva para dentro de nós mesmos, porque quando fazemos, nós vamos conseguir distinguir o certo do errado, o bem do mal, utilizando a razão como a fé raciocinada, que nos dá lucidez, capacidade de discernir usando a nossa cognição. sabendo do certo e do errado, do bem e do mal, não apenas no aspecto da moral que traz a doutrina, mas igualmente na parte da ética que traz a prática. Então, nós precisamos vivenciar a mensagem, conhecer, meditar, sentir e viver. É o que o Auxilne nos ensina no livro Renúncia, não é? que é a base do estudo do Evangelho Rede Vivo. A gente consegue fazer isso porque nós já temos os elementos e não é apenas uma questão intelectual. No livro dos espíritos também a gente aprende, salvo melhor juíz, a questão 740, que o progresso intelectual antecede o progresso moral. Por quê? Porque com a inteligência, com o uso da razão, a gente consegue estabelecer escolhas. E estas escolhas, elas são definidas no caminho natural, normal, divino, da evolução, sempre a que são as mais ajustadas, as convenientes, as mais adequadas, no nosso benefício, no benefício do semelhante. Então, a gente tende a fazer a decisão acertada quando a gente busca a nossa intimidade e procura ver no outro o nosso próximo, empregando o mandamento que Jesus resumiu a dois com o único verbo amar. Amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o nosso entendimento, todo o nosso coração, de toda a nossa alma e amar ao próximo como a nós mesmos. A nossa referência do amor é Deus. Na relação com o outro é o próximo. Evidentemente, para amar o próximo a
ntendimento, todo o nosso coração, de toda a nossa alma e amar ao próximo como a nós mesmos. A nossa referência do amor é Deus. Na relação com o outro é o próximo. Evidentemente, para amar o próximo a gente precisa se amar. Então, quando a gente tem esse autoamor também, a gente vai fazendo as coisas com discernimento e com uma questão gradativa, num andar eh possível e seguro para que a gente não se precipite. Então, nós temos que dar tempo a tempo a nós mesmos. Já temos tudo dentro de nós, a nossa consciência. Joana de Angeles diz que a consciência não necessariamente está, né, na parte da cabeça, mas ela permeia todo o nosso ser. Porque o ser quando tem consciência de si, ele sabe da potencialidade que tem de evoluir, de se melhorar. E mais que isso, ele tem ciência, que é o conhecimento, para chegar a consciência, que é essa absoluta certeza internalisando o conhecimento na vivência para chegar à plenitude. Então, a nossa dúvida maior não é necessariamente a intelectual cognitiva. A nossa questão é de tomar uma decisão para dar o passo, porque conhecimento não nos falta. E como a gente aprende com Bezerra de Menezes no livro Jesus e nós, espiritismo é responsabilidade. Quando a gente conhece o Espiritismo, nós nos tornamos responsáveis. Então, nós já temos, queridos, queridas, os elementos necessários. Basta a gente internalizar. Eu me lembro, só concluindo a resposta, uma vez cheguei na sede da Federação Espírita Brasileira em Brasília, era de manhã, e fui abraçado por um querido amigo, irmão, que dá um abraço passe na gente. Sabe aquele abraço assim que você a gente quer, né, no na personalidade masculina, é aquele abraço forte que dá tapa para tudo quanto é lado, né? Mais ou menos assim, os brutos também amam. E aí ele me deu aquele abraço assim, parecia, né, aquele abraço de urso assim quando bota uma furquilha. Eu falei: "Meu Deus do céu!" falou: "Geraldo, vem aqui que eu quero falar contigo." Eu falei: "Ai, meu Deus, que que eu fiz de errado dessa vez, né?"
le abraço de urso assim quando bota uma furquilha. Eu falei: "Meu Deus do céu!" falou: "Geraldo, vem aqui que eu quero falar contigo." Eu falei: "Ai, meu Deus, que que eu fiz de errado dessa vez, né?" E aí ele falou: "Tô me lembrando aqui de um pioneiro do espiritismo que nos trouxe um exemplo muito bom, que ele falava que a gente com relação ao espiritismo passamos por três fases. Aquela em que a gente entra no espiritismo, que é quando a gente começa, né, a ter a curiosidade, começa a conhecer, fica tudo assim muito lindo, a gente fica deslumbrado, que até converter o outro, né? Depois o espiritismo entra em nós. Aí já é mais uma questão além do conhecimento, do estudo para a reflexão. É a filosofia e também é um ensino moral que a gente vai internalisando o sentimento. E a terceira parte, a nossa amiga, querida irmã, já fez o gesto, não é? É quando isso da aplicação, né, da vivência. Isso aqui é transformador. Então nós estamos nessa caminhada, não é? Não só a gente entrar no espiritismo, o espiritismo entrar em nós, mas é preciso que essas lições sejam representadas e testemunhadas no nosso dia a dia. A gente já dá conta, viu? Já estamos muito melhores, não é? Então, a visão deve ser esperançosa, como o nosso presidente colocou. Diz o ditado popular, que a esperança é a última que morre, não é assim? Poucos de nós nos lembramos que a esperança também é sempre a primeira que renasce, porque na verdade a esperança nunca morre. Eh, Jorge, surgiu uma dúvida direcionada a você mesmo, eh, que da plateia que diz assim: "Quando você fala da necessidade de utilizar o termo espírita cristão, pergunto: "Não seria redundante, pois necessariamente todo espírita é cristão?" Ou ainda isso não daria a entender que existem espíritas cristãos e não cristãos? Quando eu falo assim, eu tô procurando ter fidelidade ao que o codificador colocou de forma sábia, porque quando nós dizemos apenas espírita, aí dá direita ao dizer que é de tudo que é jeito, como nós estamos vendo hoje, de cima, de baixo, direita,
idade ao que o codificador colocou de forma sábia, porque quando nós dizemos apenas espírita, aí dá direita ao dizer que é de tudo que é jeito, como nós estamos vendo hoje, de cima, de baixo, direita, esquerda, subterrâneo, sei lá o nome que querem colocar. Mas o codificador colocou apenas adjetivou os espíritas, aos pesquisadores que se preocupa com fenômeno, estudam o fenômeno, catalogam, fazem obra, mas se limita a isso, aos espíritas imperfeitos. Ele que tá dizendo, é aquele que admira a filosofia, a ciência, os aspectos éticos, morais, tem consequências religiosas e também se limita a isso, a essa admiração, ao conhecimento, a determá espírita que ele diz que esse presta mais prejuízo à doutrina do que qualquer outra coisa. é o exaltado, é aquele que não passa pelo bom senso, não passa pelo crio da razão, o conhecimento, as coisas que lhe são ditas, e ele faz um estrago na hora que ele passa as coisas sem pensar. Eu vou repetir mais uma vez, se alguém já ouviu eu dizer, peço perdão, mas é um exemplo. Casa espírita, duas senhoras terminou a reunião mediúnica, saíram da reunião, estavam muito alegres e elas falando que naquela noite tinham sido abençoadas com a mensagem de Sócrates. E aí o exaltado passou, ele estava pressado, ouviu apenas e saiu também e ficou envolvido com aquela mensagem da do diálogo que estava vendo entre as duas. Foi para casa, chegou em casa, a primeira coisa que ele fez foi encontrar a esposa alegre. Aí dialogou com ela, disse: "Olha, hoje teve uma mensagem de Sócrates lá na na reunião mediúnica". A esposa ficou e no primeiro oportunidade ele apertou o dedo já na rede social falando pros amigos. passa o tempo. Uma semana depois ele encontra as mesmas. Aí a curiosidade levou a perguntar a ela: "Vem cá, aquela mensagem de Sócrates, a gente podia ler, ter conhecimento?" Aí ela, Sócrates, é, na semana passada vocês não estavam comentando que tinha uma mensagem de Sócrates. Aí ela falou: "Ah, era o filho da nossa amiga, tem o nome de Só que veio dar uma mensagem à mãe,
Aí ela, Sócrates, é, na semana passada vocês não estavam comentando que tinha uma mensagem de Sócrates. Aí ela falou: "Ah, era o filho da nossa amiga, tem o nome de Só que veio dar uma mensagem à mãe, veio trazer a ela uma palavra de conforto." Então o exaltado para desfazer o Sócrates, que ele imaginava que era um filósofo, não tinha mais condições, prestou o de serviço enorme, não passou pelo crio da razão, apenas ouviu. Então esse é o exaltado. Aí Kardec vem dizer: "O espírita verdadeiro ou cristão está lá. Se você disser espírita verdadeiro, é a mesma coisa dizer espírita cristão. Se você disser espírita cristão, tá dizendo que é o verdadeiro. E eu prefiro usar cristão, porque eu tenho uma convicção de que a era do espírito, Jesus será reconhecido como guia modelo. E é meu dever, como espírita verdadeiro ou cristão, é levar ao conhecimento daqueles que ainda não têm essa denominação. Porque quando assim fazemos e nós observemos, Geral tá citando o livro Jesus e nós, olhem, se alguém tiver a mão, o que é que o Dr. Bezerra tá dizendo? Ele não diz espírita. Espírita tracinho cristão. É um momento de nós mostrarmos de que o espiritismo sem Jesus não é o que nós conhecemos. Mas é a hora de nós mostrarmos aos que não são espírita que nós somos cristãos. Porque ao longo do tempo com fidelidade a Kardec está correto, falamos de Kardec, a fidelidade da Cordec que devemos falar, mas Jesus ficou um pouco em segundo plano. Agora nós estamos falando em fidelidade a Jesus e a Kardec. Então, quando eu falo espírita cristão, eu estou me referindo à denominação que o próprio codificador colocou, até para que nós não deixemos o nome espírita para que alguém coloque adjetivações, que nós mesmos espírita dizemos espírita cardecista e não existe. Se perguntar Kardec, espírita cardecista, vai dizer: "Que é isso, meu irmão? Nunca falei isso. Não existe. Você tá colocando algo que não existe. Está lá no livro dos médiuns. Você pode olhar que eu tô dizendo quais são os tipos de espírita. E foi tão sábio que nos dias
irmão? Nunca falei isso. Não existe. Você tá colocando algo que não existe. Está lá no livro dos médiuns. Você pode olhar que eu tô dizendo quais são os tipos de espírita. E foi tão sábio que nos dias de hoje as denominações que se dizem fica por conta daqueles que se denominam espíritas, sem nenhuma digjetivação. Se ele é pesquisador, ele espírita pesquisador. Se ele é apenas um teórico, é um imperfeito. Mas se ele é um espírita cristão, ele diante do conhecimento, ele detém, observa que está sendo feito um convite a ele para renovar e ele diante daquele convite ele começa uma vida nova. a este esforço que ele empreende para domar as mais inclinações. Aí ele passa a ser o espírita cristão ou o espírita verdadeiro. Então, é por isto que eu faço questão de colocar o termo espírita cristão numa vigilância a mim mesmo, depois que com reflexões mais profundas, como protagonista destes dias que utilizam tantas denominações aos espíritas de frisar que nós desejamos ser espíritas cristãos ou verdadeiros. Nós estamos já nos minutos finais de encerramento desse momento rico, valioso, grandioso, do ponto de vista do alargamento dos conhecimentos que tivemos da companhia devotada dos trabalhadores espíritas do Distrito Federal, dos Estados Unidos, que compartilharam do seu tempo e da sua boa vontade. ráo conosco. E por isso, nesse momento, nós então gostaríamos de pedir que cada um de vocês, Jusara, Jorge, Geraldo, possam realizar as suas despedidas ou as suas considerações finais neste momento. Como eu comecei com a matemática do progresso, vou terminar com ela. em tudo que nós ouvimos hoje do que foi citado a respeito de quando formos fazer as nossas avaliações dos outros, de nós mesmos, agirmos com indulgência, eu nunca tinha passado do nível seis, né? Agora eu comecei a pensar o que vai além do 10. E o que vai além do 10 é Jesus. Só pensando dessa forma, nós conseguimos entender como Jesus, convivendo com as frações que nós representávamos, que não tínhamos chegado nem no número
vai além do 10. E o que vai além do 10 é Jesus. Só pensando dessa forma, nós conseguimos entender como Jesus, convivendo com as frações que nós representávamos, que não tínhamos chegado nem no número um, ele poderia ter tanto amor e tanta compaixão a ponto de entregar-se em sacrifício para dizer que não temia a morte que não existe, mas que seguiria sempre pela vida eterna conosco suas ovelhas. Então, a esse mestre de amor que nós carregamos em nossos corações, mas que deve se transformar em ações, para que sejamos, sim, os representantes dele, para todos os que convivem conosco. que ele siga nos abençoando, acreditando em nós com seu olhar compassivo, com seu amor, a sua luz que nos ilumina. A todos, muito obrigada pela atenção à organização do evento, pela oportunidade e aos queridos Geraldo e Jorge Godinho por estarmos juntos nesse trabalho. E eu gostaria apenas de agradecer, né, primeiro aos amigos aqui, ao Geraldo, a a Jusara, que nós não combinamos nada, nem conversamos uns com os outros, não é? E essa espontaneidade, a colocação só nos trouxe ensinamentos, pelo menos para mim aprendizado com os conhecimentos que eles trouxeram. agradecer a organização do trabalho, a roda de conversa para tratarmos deste assunto que nos convida a todo momento a fazermos julgamentos para uma reflexão mais profunda e agradecer ao alto a oportunidade de podermos estar como espíritas cristãos falando do Cristo, do Evangelho Rede Vivo, das suas lições e morredoras, mas sobretudo com o compromisso de colocarmos em prática na nossa vida de relação. Que Jesus continue a nos fortalecer para que sejamos um dia como Paulo. Hoje eu imagino que somos alguns letras do Evangelho, a outras palavras, talvez alguns períodos, mas um dia todos nós, pelos evangelhos defeitos que vamos fazendo, seremos páginas vivas do evangelho de Jesus. Então, que ele nos fortaleça para que as nossas ações sejam evangelhos defeitos a todo momento. Muito obrigado. A nossa gratidão também por poder ter compartilhado aqui o aprendizado com o
o de Jesus. Então, que ele nos fortaleça para que as nossas ações sejam evangelhos defeitos a todo momento. Muito obrigado. A nossa gratidão também por poder ter compartilhado aqui o aprendizado com o Godinho, com a Jusara. Aprendi bastante nesta hora, né, 2 horas e pouco aqui que nós tivemos tão assim instrutivas. esclarecedoras e também consoladoras. Agradecer a organização do evento. Parabéns a esse evento tão bonito. A gente estava com saudade, né, de estar presencialmente, a presença de vocês aqui, os nossos amigos internautas, né, que continuam aí firmes acompanhando também. Obrigado por tudo e dizer que nós estamos caminhando, eh, não precisamos errar para evoluir. O livro dos espíritos nos ensina isso na questão 120, não é? Mas nós passamos pela ignorância, sim, mas não necessariamente pelo mal. A ignorância não é um mal. A ignorância é uma é um estágio, é uma etapa. Agora, se por um acaso a gente usa da nossa liberdade para algum equívoco intencional ou não, seja na profissão, seja no lar, seja na casa espírita, na sociedade, enfim, que a gente possa ter a dignidade de aprender com os erros, tirar então da prova que chega a lição que nos ensina. Esse é o caminho do aprendizado. É o caminho da gente não julgar, da gente não condenar e da gente seguir em frente, cada vez mais livres nessa jornada rumo à plenitude, à evolução espiritual, a perfeição a que todos estamos destinados. Então, muito obrigado, queridos. Fiquem com Deus. Mais uma vez agradeço incommensuraavelmente a participação do nosso trio, hã, que conversou conosco sobre sereis julgados conforme houverdes julgados os outros. Agradecemos também os internautas. Nós vimos vários comentários aqui passando pela tela, as pessoas acompanhando de suas casas, agradecendo o momento e inclusive destacando elementos das falas do Jorge, do Geraldo, da Juçara. Gostaríamos de agradecer a vocês também que saíram dos seus lares, interromperam muitas vezes os seus trabalhos para estarem aqui conosco nesse momento
entos das falas do Jorge, do Geraldo, da Juçara. Gostaríamos de agradecer a vocês também que saíram dos seus lares, interromperam muitas vezes os seus trabalhos para estarem aqui conosco nesse momento presencial. Depois de algum tempo, a semana espírita acontecendo de forma virtual. Eh, lembramos também que os trabalhos se encerram temporariamente agora pela manhã, mas logo mais, às 20 horas, nós teremos a Juselma Coelho de Minas Gerais, que falará sobre orgulho, origem de muitos vícios, negação de muitas virtudes. Agradecemos a Deus, inteligência suprema desse universo, a causa primária de todas as coisas, ao Mestre Jesus, aos benfeitores espirituais que certamente conduzem, operam e instrumentalizam os trabalhadores daqui da terra para a execução desse trabalho. E a todos vocês que nos acompanharam, muita paz, fiquem com Deus e até breve.
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