Se alguém vos bater na face direita, com Fabiane Oliveira | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra. ESE, Capítulo 12, itens 7 e 8. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Damos as boas-vindas a todos. É com alegria que recebemos a cada um de vocês. É com alegria que tomamos contato com cada um em que as imagens desta casa chegam na tarde e noite de hoje. Nesta casa é a casa de nossa causa. Hoje nós temos como tema principal o estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, que estará a cargo do nosso irmão Julião, e a preparação que temos como obra básica para esse período, Palavras de Vida eterna, que é um dos livros ou último dos livros que compõe a coleção Fonte Viva, está a cargo do nosso irmão Flamario. Mas antes vamos elevar o nosso pensamento ao Pai Celestial, agradecendo ao Senhor da vida pela oportunidade de estarmos juntos mais uma vez reunidos em nome do Cristo Jesus, confiantes sempre na presença dele, a nos orientar, a nos proteger, a nos inspirar. E assim pedimos que ele possa inspirar os irmãos que têm a incumbência de nos apresentar as mensagens da tarde, que eles possam nos inspirar para que tenhamos a consciência desperta para captar estes ensinamentos de luz, reforçando aquilo que sabemos, esclarecendo aquilo que temos dúvidas, nos colocando em movimento para a evolução continuada. Que assim seja. Senhor, pedimos então ao nosso irmão que nos conduza nas primeiras reflexões. >> Boa tarde a todos. Hoje o nosso estudo consta no capítulo 21 dessa obra que foi citada Palavras de Vida Eterna. É uma obra do espírito Emanuel na psicografia do nosso querido Chico. Diz assim o instrutor espiritual, compreendendo. E aí ele cita um trecho bíblico do Novo Testamento que diz assim: "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós." consta é uma uma um trecho de Paulo que escreveu na sua segunda carta aos Coríntios, capítulo 4, versículo 7. E assim ele prossegue. Sigamos compreendendo. Lembra-te de que os talentos da fé e o conhecimento superior, o dom de consolar e a capacidade de servir, não obstante laboriosamente conquistados por teu esforço, constituem bênçãos do Criador em teu
Lembra-te de que os talentos da fé e o conhecimento superior, o dom de consolar e a capacidade de servir, não obstante laboriosamente conquistados por teu esforço, constituem bênçãos do Criador em teu coração de criatura. Não te furtes desse modo a lavoura do bem, a pretexto de te sentires ainda sob a influência do mal, até alcançarmos triunfo pleno sobre os nossos desejos malsãos, sofreremos na vida, seja no corpo de carne ou além dele, os flagelos da tentação. Tentação da luxúria, tentação da vingança, tentação da cobiça, tentação da crueldade, tentações de todos os matizes que emergem do poço de nossos impulsos instintivos ainda não dominados. Se a tentação, contudo, nasce de nós, a flama da educação e do aprimoramento vem de Deus, conduzindo-nos para a esfera superior. Não te espantes assim à frente do conflito da luz e da treva em ti mesmo. Segue a luz e acertarás o caminho. riqueza mediúnica, fulgurações da inteligência, recursos geniais e consagração à virtude são tesouros do Senhor, que na feliz definição do apóstolo Paulo, transportamos no vaso de barro de nossa profunda inferioridade, a fim de que saibamos reconhecer que todo amor, toda sabedoria, toda santificação, Toda a excelência e toda a beleza da vida não nos pertencem de modo algum, mas sim a glória de nosso Pai, a quem nos cabe obedecer e servir hoje e sempre. Muito interessante, não é, essas colocações. Primeiro, ele vai trazer essa ideia do vaso de barro. Que que seria isso? Vaso de barro, né? Ele fala que o tesouro está sendo carregado em um vaso de barro. Esse tesouro, se a gente for lá na carta original, vai perceber que eh Paulo de Tarso estava falando daquela passagem que Cristo nos concita a brilhar a nossa luz. Todos nós temos uma chama divina, essa centelha em que constam o nosso germe de amor. Então é brilhando esta luz que nós vamos aos pouquinhos trazendo a nossa evolução intelecto, moral. Mas esse tesouro está em um vaso de barro. Que o que que traz pra gente a ideia de um vaso de barro?
Então é brilhando esta luz que nós vamos aos pouquinhos trazendo a nossa evolução intelecto, moral. Mas esse tesouro está em um vaso de barro. Que o que que traz pra gente a ideia de um vaso de barro? de algo frágil, né? Então, que qualquer coisinha que tiver carregando, ele tropeçar, ele cai e quebra. E é exatamente essa ideia do vaso de barro que ele nos lembra que estamos encarnados. O espírito na carne está nesse vaso de barro frágil e estar encarnado não é fácil. Aqui ele fala das tentações, porque quando o espírito está encarnado, ele está submetido a muitas influências hormonal. Nós estamos submetidos, por exemplo, à fome, né? a gente tá com fome, a gente começa a ficar bravo. Então são várias influências que influenciam o espírito. E nessas influências é natural que nós soframos as mais diversas tentações. E ele faz um alerta, porque muitas vezes nós somos chamados ao serviço, mas acabamos desertando por acreditar que não estamos prontos. Como que se para trabalhar, por exemplo, num centro espírita precisasse ter atingido a condição santificante. Não. Nós sabemos que todos nós temos algo a vencer dentro de nós, mas não é preciso esperar uma condição especial. Todos nós recebemos desde já o chamado. E ele faz uma consideração interessante quando ele fala desses tesouros, né? E ele coloca aqui eh a questão, por exemplo, da mediunidade, né? A riqueza mediúnica, fulgurações da inteligência, recursos geniais e consagração à virtude são tesouros do Senhor. Olha que coisa. Porque muitas vezes a gente tá achando que são virtudes nossas. Ainda não são virtudes nossas. Nós só possuímos virtudes. O resto são empréstimos. A mediunidade é empréstimo. Olha que interessante. Todos nós somos médiuns. Todos nós estamos submetidos à influência dos espíritos. Mas existe uma mediunidade mais ostensiva, né, que é quanto mais ostensiva, mais rara é. E nessa raridade, muitas vezes as pessoas pensam que são médiuns, não estamos médiuns. Veja o caso do nosso querido Chico. Muitas pessoas
mais ostensiva, né, que é quanto mais ostensiva, mais rara é. E nessa raridade, muitas vezes as pessoas pensam que são médiuns, não estamos médiuns. Veja o caso do nosso querido Chico. Muitas pessoas pensam que a grandiosidade de Chico estava em ser médium, quando na realidade a grandiosidade de Chico estava em ser humilde, em ser bom coração, em ser uma pessoa caridosa, não é? A mesma coisa a gente pode trazer aqui pra questão do conhecimento. Às vezes a gente acha que tem muito conhecimento e que isso é nosso. Não. Outra encarnação a gente pode vir em uma condição tal que não tenha acesso a grandes conhecimentos e por isso não leve naquele momento. Quando sabedoria é nosso, sabedoria é virtude, mas conhecimento não. É um empréstimo. Para servir, nós precisamos das mãos, dos dos braços, das pernas e que pode ser que dentro em breve nós venhamos a ser chamados a devolvê-lo ao Pai. Olha que coisa. Então, o que nós temos verdadeiramente são as nossas virtudes. E essas virtudes precisam ser desenvolvidas mesmo estando em uma condição difícil. Porque esse tal de tá encarnado é não é fácil não, né, gente? É difícil. tem que pagar conta, né? Tem que sofrer todas as intemperes da carne. E aí me faz recordar aqui uma passagem que consta na obra Contos e Ponto, não, perdão, contos desta eutra vida. O espírito é irmão X e a psicografia de Chico Xavier. Ele conta que certa feita um rapaz, o senhor era tido pelos vizinhos como uma pessoa proba, correta, muito honesta. E ele desencarnou. E quando desencarnou, estava lá na no mundo espiritual, se via de branco e via que estava num bom ambiente, mas ele não tava satisfeito, não. Ele queria mais. E aí foi logo conversar com o benfeitor, como é que fazia para subir, porque ele achava que ele merecia mais um pouco, né? E aí o o benfeitor, esse anjo, né, explicava que ele tava no lugar certo porque era uma atração natural, né? E ele dizia: "Não." E aí puxou um papelzinho que ele tinha anotado. Falei assim: "Eu anotei 10 pontos aqui que eu
se anjo, né, explicava que ele tava no lugar certo porque era uma atração natural, né? E ele dizia: "Não." E aí puxou um papelzinho que ele tinha anotado. Falei assim: "Eu anotei 10 pontos aqui que eu fiz na minha encarnação. E quando ele puxou o papelzinho dele, o anjo também puxou". Falou assim: "A gente também tem aqui o que você fez, né?" E aí ele, eu não vou citar os 10 aqui, mas ele ia dizendo e o anjo ia complementando, tá? Falou assim: "Respeitei todas as religiões". E o anjo lia lá no gabarito dele, mas não praticou nenhuma. Sempre acreditei no poder da caridade. No entanto, nunca fez. Nunca segui maus conselhos. Aí o anjo dizia: "E nem os bons". Então depois disso, depois de, né, de refutar os 10 pontos, esse benfeitor esclarece: você se transporta em branco, veste em branco, calça em branco, brilha em branco, mas a sua vida passou em branco. Não basta não fazer o mal, é preciso fazer o bem. Volta, meu irmão, volta à terra. Então, eh, o trabalho, como diz aqui Emmanuel, não se furtes, não vos furtes do trabalho. Não vamos esperar o dia ideal para praticar a caridade, para dar um sorriso no elevador, para ajudar uma pessoa que necessita, para oferecer um ombro amigo. Tudo isso é trabalho. Allan Kardec perguntou pros espíritos e eles esclareceram que toda ocupação útil é trabalho. Então vamos trabalhar. >> Agradecemos a Flamarion e eu peguei este livrinho antes lá na na livraria lembrando de uma passagem aqui de André Luiz que ele diz que o maior restaurador das forças é a consciência reta. Então esse nosso irmãozinho, ele tinha assim um pouco nublado ainda a consciência, mas ele também vai dizer a a prece energias da alma. Está aqui no espírito da verdade uma mensagem de André Luiz. E falando em refundir as energias da alma, vamos ver o que o nosso irmão Julião nos traz aqui com relação ao capítulo 12, itens 7 e 8, >> que muito desafiador e necessita de muita energia. Queridos irmãos, que Deus, nosso pai, nosso criador, nosso senhor por Jesus Cristo, nosso mestre,
az aqui com relação ao capítulo 12, itens 7 e 8, >> que muito desafiador e necessita de muita energia. Queridos irmãos, que Deus, nosso pai, nosso criador, nosso senhor por Jesus Cristo, nosso mestre, e a espiritualidade maior que dirige esta casa nos inspirem, nos abençoem e transformem este nosso encontro em mais uma ceia espiritual. De sorte que o pão do evangelho seja novamente multiplicado e distribuído a todos nós aqui presentes. Conforme anunciado, o nosso tema de hoje é: se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra. Este tema se encontra no capítulo 12 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Amai os vossos inimigos. E basicamente este capítulo ele apresenta o amor como remédio definitivo para o ódio. Pois bem, nós iremos fazer pequenas considerações antes de nos valermos do texto do Evangelho Segundo o Espiritismo. Trata, portanto, do amor como remédio heróico contra o ódio. É fácil? Não é fácil. Quando Jesus ensinou isso, foi uma verdadeira bomba atômica junto ao povo hebreu. A ação do amor contra o ódio é semelhante à presença da luz diante das trevas. Vocês já repararam que as trevas não resistem à presença da luz? Às vezes nós fazemos isso todos os dias, quando chega a noite, está escuro e nós vamos ao interruptor, ligamos a energia, a luz e as trevas simplesmente somem como se fosse um milagre, né? Mas como isso a gente é é comum, a gente já vê isso todos os dias. Às vezes quando nascemos já vemos isso, nem refletimos que é dessa maneira, que as trevas não suportam, não resistem à presença da luz. Podemos dizer também que o ódio sucumbe diante do amor. A nossa questão está exatamente em desenvolver o amor dentro de nós, a fim de que o ódio possa desaparecer aqui da terra. Quando todos nós que habitamos a Terra formos instrumentos das energias do amor, simplesmente não haverá mais ódio na Terra. Pois bem, como já foi dito, o nosso tema é: se alguém vos bater na face direita, apresentar-lhe também a outra. A gente fica pensando, mas como assim,
amor, simplesmente não haverá mais ódio na Terra. Pois bem, como já foi dito, o nosso tema é: se alguém vos bater na face direita, apresentar-lhe também a outra. A gente fica pensando, mas como assim, né? Porque vejam vocês, o sentimento de justiça ainda está muito impregnado dentro de nós e tem que tá mesmo. A justiça, o sentimento de justiça tem que desenvolver dentro da gente, mas nós desvirtuamos. Isso é muito comum quando nós somos afrontados. agredidos. Que que a gente faz? A gente reage também com afronta e com agressão. E nós dizemos assim: "Não, ele vai ter que pagar, não vou deixar impune, ele vai ter que pagar". E aí nós fazemos o quê? Achamos que vamos fazer justiça. A gente percebe que nos processos obsessivos, cruéis, de muita vingança, os obsessores falam: "Não, tô fazendo vingança, aliás, tô fazendo justiça, tô agindo, ajudando Deus a fazer justiça." Espíritos intelectualizados, eles argumentam isso. Você não sabe o que ele me fez? Eles costumam dizer pra gente nos trabalhos mediúnicos. Então veja, quando nós chamamos para nós o ato de fazer justiça pelas próprias mãos, o que nós fazemos mesmo é vingança. Porque todo mundo diante de um ato que acha que esse ato é injusto, a pessoa reage. Reage por quê? Porque a gente sente a injustiça e isso a gente repugna essa esse ato de injustiça. E como nós ainda não acreditamos plenamente em Deus, nós não deixamos por conta dele a realização da justiça. E a gente ainda fala: "Não, ele tem que pagar." E alguns ainda dizem assim: "Olha, eu conheço gente que aprontou a vida toda, não respondeu, ficou impune, nós esquecemos que a vida continua, que não se resolve tudo numa encarnação só, porque se resolvesse tudo nem precisava de reencarnar". A gente sabe que não resolvemos quase nada numa encarnação. Isso é como na escola, né? Ninguém vai lá no prezinho, faz o prezinho e acha que já fez todos os estudos. Não, tem que voltar o ano seguinte, depois depois até concluir os seus estudos. E nós desencarnamos precisando de estudar
Ninguém vai lá no prezinho, faz o prezinho e acha que já fez todos os estudos. Não, tem que voltar o ano seguinte, depois depois até concluir os seus estudos. E nós desencarnamos precisando de estudar mais, né, Farão? Porque conhecimento da Terra, ele já diz assim, já está tão amplo que mesmo no único ramo de nossa atividade são tantas as especialidades, nós não sabemos todas elas. Imagina o conhecimento completo da nossa humanidade, que segundo os espíritos, é ridículo ainda o conhecimento nosso aqui na terra do ponto de vista intelectual. E nós conseguimos imaginar isso, não é? Porque nós somos destinados à perfeição. E a perfeição se caracteriza pela conquista plena do amor e da sabedoria. Quando nós conquistamos a plena capacidade de amar e o pleno conhecimento, o pleno conhecimento é o conhecimento universal. é o conhecimento universal, não é só o do planetinha. E olha que o planeta ainda tem muita coisa para ser desvendado, não tem? Pois é. A gente vai então imaginando e vemos realmente que estamos longe, muito longe eh da perfeição espiritual. E por isso é que nós, por exemplo, não confiamos em Deus, confiamos em nós. E qual é a diferença? da justiça de Deus paraa nossa justiça. É que a justiça divina, primeiro ela é amorosa, é paciente, é justa, é na medida certa. Ele espera o tempo que for necessário, porque Deus, melhor do que todos nós, sabe que nós somos imortais. Nós temos toda a eternidade pela frente. Essa prece é só nossa. Claro que não precisamos cruzar os braços. Assim, vou ficar aqui alguns milênios, depois eu volto a a agir para continuar. Não, mas Deus não tem pressa. Ele sabe exatamente. Então, a justiça divina, como ela não tem pressa, a gente fala assim: "Ah, vai ficar impune". Como a gente não alcança o tempo de Deus, a gente tem o nosso tempo, querendo que tudo se realize diante de nós e aí a gente não acredita. E partimos para a justiça pelas próprias mãos, que nada mais é do que vingança. A gente parte pra vingança. E se a gente parte paraa vingança, muitas vezes nós
diante de nós e aí a gente não acredita. E partimos para a justiça pelas próprias mãos, que nada mais é do que vingança. A gente parte pra vingança. E se a gente parte paraa vingança, muitas vezes nós fazemos pior do que o adversário fez com a gente, porque nós estamos tomados do ódio, da revolta. o sentimento de injustiça. Compreendem? Muito bem. O ódio, meus irmãos, é uma sensação. O ódio é uma sensação. Nós temos sensações, nós temos instintos, sensações e sentimentos. O ódio é uma sensação, é uma coisa momentânea. Eu costumo dizer que é como se fosse um curto circuito que dá em nós e a gente fica cheio de ódio, porque o ódio, em realidade ele não existe por si mesmo. É só uma reação momentânea, é uma sensação que nós temos. E é um veneno. Ódio é veneno, principalmente para quem sente. Principalmente para quem sente. E quando nós estamos encolerizados, nós perdemos a razão, perdemos a visão, o equilíbrio, como se diz, jogamos tudo a perder. Se vê muito por aí. pessoas que compromete toda a reencarnação por um ato de ódio, um ato de vingança, por exemplo, às vezes dentro da família, porque o ódio cega e é contagioso. Por isso que quando nós temos um adversário e ele nos provoca, a gente também enche de ódio. Sabemos que existem vinganças que duram séculos e milênios de um espírito contra o outro. Cada vez é um que vai à vingança, vai à forra e a vida então assim continua. É comum encontrarmos isso nos trabalhos espirituais, histórias vivas de espíritos que vem e nos traz a sua realidade. E é interessante porque quando dois ou mais espíritos chegam a esse ponto, você sabe qual é a solução que a espiritualidade tem para resolver esses ódios seculares? botar todos eles numa mesma família. Aí nasce como filho, como filha, como irmão consanguínio, como cônjuge, para que os laços chamados consanguíneos possam contribuir para desfazer aqueles sentimentos, aqueles juízos negativos que nós temos uns dos outros. Porque quando eu tô cheio de ódio, eu só vejo o lado negativo do outro. Quando
consanguíneos possam contribuir para desfazer aqueles sentimentos, aqueles juízos negativos que nós temos uns dos outros. Porque quando eu tô cheio de ódio, eu só vejo o lado negativo do outro. Quando nós formamos uma mesma família, o que que acontece? A gente já começa a mudar o olhar. Por exemplo, a mãezinha acha que o seu filhinho é um anjo e acha mesmo. O pai também acha menos um pouco, né? Porque o pai tá um pouco mais distante nesse processo. É natural, não é? Mas a mãe, para ela, o filho é um anjinho e realmente uma beleza, né? Uma criança você botar no colo. Eu às vezes fico ol pensando, criança, você dá um beijinho na cabecinha dela, ela faz nada, não te empurra, não é assim? Aí você olha assim, aquela beleza, uma verdadeira flor diante de você, que você tem até medo de arrancar alguma petalazinha delas. Isso muda. Por isso que Jesus fala em uma das suas passagens, ele diz assim: "Olha, a partir de agora vai ser assim. Na casa onde houver cinco pessoas, três ficarão contra duas e duas contra três." Tá escrito na Bíblia, Novo Testamento. É o pai contra o filho, filho contra o pai, a mãe contra a filha, a filha contra a mãe, a nora contra a sogra e a sogra contra a nora. Tá lá escrito palavras do Cristo. Ele tava dizendo nesse nessa frase que o processo de provas e expiações aqui na Terra iria se encrudecer, ser mais intenso pelas necessidades nossas que já estávamos há muito tempo aí um perseguindo o outro, às vezes por quirelas, por bobagens, mas como eu disse, o ódio cega. O ódio escraviza, o ódio desequilibra. Alguém já viu uma pessoa com ódio? Ela treme. Tem umas que cai, chega a cair. Que o ódio é uma sensação extremamente forte. É um curto circuito que nós mesmos processamos em nós. Muito bem. Mas nós também aprendemos com a doutrina espírita que todas as nossas dificuldades aqui na Terra, de um modo geral, ou são provas ou expiações. Provas ou expiações. Se são provas, porque nós pedimos. Olha, uma pessoa, por exemplo, um espírito muito impaciente,
as nossas dificuldades aqui na Terra, de um modo geral, ou são provas ou expiações. Provas ou expiações. Se são provas, porque nós pedimos. Olha, uma pessoa, por exemplo, um espírito muito impaciente, ele pode pedir a prova da paciência. E aí, que que os espíritos vão fazer? Vamos pegar um um irmão nosso, um espírito muito desarrado, desequilibrado, indisciplinado e põe para ser nosso filho, por exemplo, pra gente desenvolver a paciência. Aí, sabe? É aquela criatura que nem tira o prato e o talher da mesa quando come, muito menos lava. Aquele que levanta e a cama parece um ninho de animal, ele não arruma. E você vai lá, arruma a cama dele quatro, cinco vezes ao dia. Cada vez você vai lá, tá? arrumada. Você fala: "Não aguento." Pois é, mas temos que aguentar porque às vezes essa demora dele melhorar é porque nós necessitamos um pouco mais desenvolver a paciência. Compreende? Grandeza, quem tem, quem não tem não tem. Amor é assim também. Quem não tem ainda, né? O primeiro mandamento é amor a Deus, né? Mas o segundo é o próximo. E eu assim, eu fico com a boca cheia d'água quando eu leio esses preceitos, porque o amor a Deus e o amor ao próximo foi ensinado no Velho Testamento, tá lá. Jesus apenas referendou. Dis que é isso mesmo. Aliás, quando ele foi provocado, né? Um doutor da lei se reuniu com outros doutores da lei, porque eles viviam atrás de Jesus. Onde Jesus estava, tinha um fariseu para enfernizar sua vida e para comprometê-lo. Aí eles designaram lá um doutor da lei. O doutor da lei chegou nele e disse: "Mestre, qual é o primeiro e o maior de todos os mandamentos?" Eles tinham feito uma reunião e disseram assim: "Isso ele não sabe, isso ele não vai saber e nós vamos desmoralizá-lo como se isso realmente acabasse com a pessoa." Ele não vai saber o maior de todos os mandamentos. Ele não sabe. Vai lá e pergunta. Aí foi o doutor da lei. Ele disse: "Olha, primeiro é este. Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito e de todo o teu entendimento."
Vai lá e pergunta. Aí foi o doutor da lei. Ele disse: "Olha, primeiro é este. Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito e de todo o teu entendimento." Isso já está no Velho Testamento, meus irmãos. Eu fico perguntando, eu falo assim: "Meu Deus, quem foi que botou isso lá no Velho Testamento?" que o Velho Testamento já tem mais ou menos 3.500 anos antes de nós. Eu fico pensando assim porque se dependesse de mim estávamos todos nas trevas, tá? Eu falo coisa linda. Por que que é lindo? Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito, de todo o teu entendimento. E se esse todo for uma merrequinha, tá errado? Não, né? Porque Deus nos criou simples e ignorantes. A ignorância não é defeito, é estágio de existência e de evolução. Por isso que o o conceito ninguém nunca mudou, porque ele é, como dizer, uma obra prima. Ama o teu pai Deus de toda a tua capacidade, qualquer que ela seja e pronto. E aí vem o segundo que é um outro padrão do amor. Ele diz aqui, tá? O segundo que é semelhante ao primeiro. Disse Jesus ao doutor da lei: "Amarás o teu próximo como tu amas a ti mesmo". tem o mesmo sentido. Vocês concordam comigo que alguns de nós ainda não nos amamos, que agimos contra nós, que prejudicamos a nossa reencarnação? Então, por isso que o princípio é: "Ama o teu próximo como tu amas a ti mesmo. Se eu ainda não me amo, não serei exigido o amor ao próximo." Dá para entender isso? Que é uma lógica. Ninguém oferece o que não tem. Ninguém doa o que não possui. Dá para entender essas coisinhas? São ensinamentos de 3.500 anos atrás. Tem umas coisas que eu fico rindo, né? Até comentei isso hoje com Flare na Bíblia diz: "Quando Deus criou o homem, o homem, segundo a Bíblia, o homem foi o último ser vivo a ser criado." E a ciência confirma isso. Nós somos, fomos os últimos na criação aqui na terra. E diz que Deus criou e disse assim: "Crescei e multiplicai". Aí um tempo atrás, vocês aqui não não
vivo a ser criado." E a ciência confirma isso. Nós somos, fomos os últimos na criação aqui na terra. E diz que Deus criou e disse assim: "Crescei e multiplicai". Aí um tempo atrás, vocês aqui não não lembram disso não, mas tempo atrás quando surgiu eh o controle de natalidade, a pílula e etc, o povo tomou raiva desse preceito da Bíblia, crescer e multiplicar. E que eles achavam que não tinha que multiplicar, não. Multiplicaria ser problema. Nós tivemos um período em que o a grande teoria é que aunidade iam morrer de fome, que não íamos conseguir produzir comida, só que veio a tecnologia e acabou com essa conversa rapidinho, ninguém fala mais, como disse que eu tenho ter vergonha de falar. Mas o certo é que a Bíblia diz também lá no Velho Testamento, crescei e multiplicai. Eu falo: "Cresceu e multiplicou". Não é ou não? As estatísticas mostram isso, que a humanidade cresceu em todos os aspectos, se multiplicou. Consta que na época de Jesus, por exemplo, a humanidade terrena era em torno de 280 milhões de habitantes, pouco mais da população do nosso da do nosso país, aqui da terra que já tem mais de 200, né? Muito bem. Mas olha, então nós aprendemos que as nossas dificuldades ou são provas ou expiações que nós ou pedimos quando é prova. Prova, gente, é igual fazer concurso. Ninguém vai fazer concurso na marra porque o outro obrigou ele fazer, ele vai porque ele quer. Ele quer conquistar, não é? Ele quer dar mais um salto. É assim que funciona. Na escola também a gente vai pra escola para aprender, fazer prova, etc, etc. Dever de caso, porque a gente quer avançar. Então a prova para nós aqui, nós reivindicamos quando é planejada a nossa reencarnação. A gente reivindica, a gente pede, eu quero isso, isso, isso. Às vezes, conforme nós disemos aqui, pessoa que tá querendo desenvolver a paciência, pede e às vezes depois arrepende. Tem falar assim: "Não, mas eu não ia pedir isso se tivesse louco". Eles espíritos falam: "Olha, quando a gente tá lá, a gente tem uma visão melhor da realidade, do que nós
e às vezes depois arrepende. Tem falar assim: "Não, mas eu não ia pedir isso se tivesse louco". Eles espíritos falam: "Olha, quando a gente tá lá, a gente tem uma visão melhor da realidade, do que nós precisamos aqui. Quando chega aqui, a gente não tem mais essa noção e acha que é possível que eu pedi isso para mim. Pediu, pode ter certeza. Então é prova. E as respirações, respirações são só consequências. É a lei de causa e efeito. É a colheita de alguma coisa ruim que nós fizemos, que é a hora de reparar, de consertar. A gente aprende mesmo mais efetivamente na colheita. A colheita é aprendizado, serve pro nosso aprendizado. Quando eu colho a minha semeiadura, eu vou conhecer as minhas sementes. Às vezes, quando eu tô semeando, né, eu estou no oba obeando isso, aquilo e depois eu vou arrepender porque semei tudo isso. Percebe? Muita, muito bem. Então, dando continuidade à nossa a nossa fala, nós vamos ao texto registrado por São Mateus lá no Sermão do Monte, no capítulo 5, versículos 38 a 42. Olha o que disse o Cristo. Jesus disse assim: "Ouvistes o que foi dito?" Quando ele fala isso, ele tá se referindo ao Velho Testamento. O Velho Testamento tem o que foi escrito e o que foi dito verbalmente, foi ensinado, né? Então ele fala: "Ouviste o que foi dito? Olho por olho e dente por dente. Hoje nós falamos mal olho por olho, dente por dente. Costumamos falar mal, olho por olho, dente por dente. Mas o olho por olho, dente por dente, foi um avanço na época de Moisés. Porque o o olho por olho, dente por dente, eh, na verdade ele consagra, né, o princípio da proporcionalidade entre a agressão e a vingança. A vingança tinha que ter o exato tamanho da agressão, não podia ser mais. Porque, por exemplo, era comum família matava o membro de outra, a família do membro que morreu e matava a família inteira. do que matou. Não, não pode ser assim. Se alguém arranca o teu olho, arranque só o olho. Se arrancou o teu braço, arranca só o teu braço. Arrancou o seu dente, só o seu dente. Não faça mais. E na verdade
que matou. Não, não pode ser assim. Se alguém arranca o teu olho, arranque só o olho. Se arrancou o teu braço, arranca só o teu braço. Arrancou o seu dente, só o seu dente. Não faça mais. E na verdade esse princípio ele é o germe é do que nós chamamos hoje de dosimetria da pena. É o germe. A gente vê falar o tamanho da pena tem que corresponder ao ato que a pessoa praticou. Não pode extrapolar, senão é injusto. Compreende? e que é o esper de germe, que já tá lá há 3.500 anos atrás, ele dizendo: "Olha, não pode". E naquela época esse era o sentido da justiça que realmente tinha que pagar. Não tínhamos essa essa noção que temos hoje de que as leis que regem o universo são leis divinas. Por isso é o Pai que aplica. Confiemos em Deus, mas como já disse, né, somos apressados, né, eh, cheio de ódios, fala, não vai ter que pagar. E se for uma pessoa mais próxima, então o ódio é maior. Vocês já viram? Olha, eu esperava isso de todo mundo, menos de você. Você vê que eu tá vomitando o ódio ali de raiva. Você não aceita. Se o mundo inteiro fizesse isso comigo, tava tudo bem. Mas você não aceita. Menos de você, que é aquela coisa da ingratidão, né? Da confiança que você tem. Então, continua Jesus. Ele diz assim, ó: "Eu, porém vos digo, eu porém vos digo que não resistai ao mal, não resistais ao mal que vos queiram fazer". Ou seja, não se deixe contaminar pelo mal. O mal é o mal ele é contaminoso. Pessoa tá, você percebe que pessoa tem raiva de você, você já começa a ter raiva dessa pessoa também. É isso que Jesus tá falando. Não se deixe fazer isso. Então ele diz, eh, o mal que vos queiram fazer, que se alguém vos bater na face apresenteis também a outra a outra face. Veja que isso para 2000 anos atrás, meus irmãos, como diz, tem texto lá que a gente vê os discípulos falam assim: "Mas quem é que pode aceitar um negócio desse? Os ensinamentos de Jesus está que até hoje muitos ensinamentos de Jesus estão acima do nosso tempo. Por isso que nós temos essa luta por praticar o evangelho e não
é que pode aceitar um negócio desse? Os ensinamentos de Jesus está que até hoje muitos ensinamentos de Jesus estão acima do nosso tempo. Por isso que nós temos essa luta por praticar o evangelho e não conseguimos". Jesus já sabia disso já no final da vida, lá quando ele teve naquela última ceia, aquela última reunião de despedida com os discípulos, ele disse assim: "Olha, se compreenderdes o que eu vos digo, sereis felizes, ponto e vírgula. Sob a condição de praticardes. O praticar que é assim mesmo, a gente primeiro entende para só depois começar a praticar. E nós somos engraçados porque quando eu entendo que uma coisa é certa, logo no começo, em vez de eu fazer o certo, eu exijo que o Maurício faça. Olha, você tem que fazer, tá escrito lá, mas eu não faço. Mas é um processo, isso é um caminhar. A gente começa assim, primeiro a gente simpatiza com a verdade, depois a gente compreende e por último a gente sente. Sentir é a última fase para completar o nosso real aprendizado. Ele continua dizendo assim: "Olha, eh, e que se alguém vos obrigar a caminhar 1000 passos com ele, caminheis mais 2.000, muito tempo, né? Na, mais para aquela época. Eh, dai aquele que vos pedir e não repilais quem vos queira tomar emprestado. O espírito inferior egoísta, ele não gosta de ceder nada. Ele sente uma dor terrível quando ele tem que ceder alguma coisa. Acho que ninguém aqui vivenciou essa cena, não. Mas acontece às vezes, né? A mãe tá em casa cuidando de um punhar de coisa, ela tem três, quatro filhos, aí chega um, quando ele chega e ela fala assim: "Fulano, pega aquele tênis que está ali na sala para mim, põe lá no quarto". Não, mãe, não é meu não. Não tô falando que é seu. Tô pedindo para você pegar. Não fui eu que botei. Já começa a chorar. magoado, com dor no coração. Sabe o que é isso? Orgulho e egoísmo que a gente não percebe. Mas esse é um defeito que quase todos nós temos. A gente fala isso pra gente refletir e começa a se trabalhar, começa a se doar. O espírito de luz, a felicidade está na
goísmo que a gente não percebe. Mas esse é um defeito que quase todos nós temos. A gente fala isso pra gente refletir e começa a se trabalhar, começa a se doar. O espírito de luz, a felicidade está na doação que ele faz. É a caridade. A caridade gera felicidade para quem pratica. Caridade genuína gera felicidade pura, celeste, que acontece que a gente ainda dá meio interessado, né, e tal. Isso macula, tá? Aqui no Evangelho também. E Allan Kardec, então ele desenvolveu um texto para nós sobre esse assunto. Ele começa dizendo assim: "Olha, os os preconceitos do mundo sobre o que se convencionou chamar ponto de honra, as pessoas vingavam por causa da honra, honra ferida. Matavam, destruíam, dominavam. Ele diz: "Olha, os preconceitos do mundo sobre o que se convencionou chamar ponto de honra produzem essa sensibilidade sombria nascida do orgulho e da exaltação da personalidade." Eu acho que é no livro O Consolador que ele pergunta para Emanuel qual é a causa das guerras. Ele fala assim: "É o orgulho e o egoísmo". Aí a gente que orgulho, egoísmo, porque para nós a gente só vê aqui o material, não. Eles brigam por causa do petróleo, eles brigam por causa disso, por causa das ideologias. Mas se não houvesse o orgulho egoísmo nos fomentando, teria nada não. Tudo se passava com fraternidade, com respeito, com solidariedade, sem preconceito, sem ganância, sem querer o que é dos outros. A gente costuma dizer o seguinte: se nós aqui na humanidade já praticássemos integralmente os 10 mandamentos, os 10 mandamentos que foram lá com Moisés, né, mais de 3.000 anos atrás, já estaríamos no mundo de regeneração lá. Que que fala lá? Não matareis, né? Não teria praticamente, não tinha homicídio, não tinha nem suicídio. Não haveria infanticídio, aborto, patrocínio, nada disso. Bastava esse pra gente ver quanta coisa ruim não teria mais aqui. fala também pra gente não fraudar, não fala, não querer o que é o dos outros, não diz. Todas as regras da justiça, da real justiça, estão lá nos 10
pra gente ver quanta coisa ruim não teria mais aqui. fala também pra gente não fraudar, não fala, não querer o que é o dos outros, não diz. Todas as regras da justiça, da real justiça, estão lá nos 10 mandamentos. Então, prossegue aqui nosso Allan Kardec, ele diz assim para nós, eh, eu lhe falo assim, ó, que leva o homem a retribuir uma injúria com outra injúria, uma ofensa com outra ofensa, o que é tido como justiça por aquele cujo senso moral eleva acima das paixões terrenas. Nós temos os padrões terrenos. Muito interessante a gente ver, verificar, presenciar uma pessoa orgulhosa. Como é interessante falar assim: "Por que que as pessoas têm vício? Por que que pessoa, por exemplo, eh é orgulhosa, egoísta, é invejosa?" Por que que isso acontece? É porque os vícios eles geram em nós prazer. Ah, é? É. E felicidade jamais. Gera prazer num certo período e depois sofrimento, tá? Por exemplo, a pessoa orgulhosa, veja como é interessante, ela fica aguardando o momento de externar o seu orgulho. Quando ele encontra alguém que tem algum probleminha e tal, ele cria um caso terrível. Humilhe a pessoa. Você sabe com quem você está falando. Vou falar com seu patrão para te mandar embora. E faz um punhar de coisa. Muito bem. Ele faz isso e vai para casa. Sabe o que acontece? Ele fica contando isso pros amigos, pros familiares, repetindo isso que ele fez, porque cada vez que ele repete, ele nutre este seu sentimento, essa sensação negativa, esse prazer que ele teve de externalizar o seu orgulho. Mas é também assim, no egoísmo, eles ri como se estivesse felizes. Eles ach são felizes fazendo isso. Aí tem o vício, por exemplo, da inveja, né? Eu vi aquela expressão, fulano tá morrendo de inveja. A inveja é um vício terrível, porque ele ela causa muito sofrimento para quem sente. Só que a pessoa sofre e continua, não consegue se libertar. A inveja é um é um dos derivados do egoísmo. Tudo de bom que acontece com o outro, ele fica tocado, enciumado, querendo que fosse com ele. Percebe isso? E tudo isso vem lá dos
ão consegue se libertar. A inveja é um é um dos derivados do egoísmo. Tudo de bom que acontece com o outro, ele fica tocado, enciumado, querendo que fosse com ele. Percebe isso? E tudo isso vem lá dos instintos. É o o a descaracterização dos instintos que nos regem. Muito bem. Eh, eu vou dar um pulinho aqui porque nosso tempo tá quase se esvaindo, mas tem um trecho aqui que eu achei muito interessante de Allan Kardec que ele fala assim: "Por essas palavras essas que nós lemos, Jesus não pretendeu interdizer toda defesa, mas condenar a vingança." Então, quando ele fala pra gente não retribuir o mal com o bem, ele não tá falando que a gente deve dar o pescoço pro outro cortar, deitar ao lado do do elefante ou do elefante não, do leão para que ele nos morda ou de uma serpente pra gente ser picado. Nada disso. Existe a lei, né, de preservação. Tra livres espíritos que nós tomamos todos os cuidados para nos preservar. Jesus em algumas vezes ele saiu correndo do meio da multidão para não ser linchado, sabia? Tá lá na Bíblia, ele teve que sair correndo. A última viagem que ele fez para Jerusalém, ele foi só depois, porque eles iam lá da Galileia para Jerusalém, a a as manadas, as famílias, os amigos, todo mundo juntos. Ficou todo mundo dizer: "Você não vai não, rapaz, né? Pregar lá, vai ter a festa." falou: "Não, não vou." Ele acabou indo, mas foi depois para não chamar a atenção. Então, veja, Jesus não agrediu as pessoas, mas também não se expôs. Ele se deixou, né? Sofreu todas as as agressões para exemplificar isso aqui que ele acabou de nos ensinar nesta passagem. O que que ele fez? Jesus depois de ter sido torturado, foi torturado primeiro perseguido, difamado, injuriado, caluniado, depois foi preso, foi torturado, tentaram humilhá-lo e depois crucificado. Mas ele lá na cruz, o sangue escorrendo, lavando o seu rosto, ele olha para cima e ele não tá preocupado com ele. Ele tava feliz que ele disse aos apóstolos, eu vou voltar meu pai, tô indo paraa casa do meu pai. E um discípulo,
e escorrendo, lavando o seu rosto, ele olha para cima e ele não tá preocupado com ele. Ele tava feliz que ele disse aos apóstolos, eu vou voltar meu pai, tô indo paraa casa do meu pai. E um discípulo, São Tomé, ficou irritado. Mestre, o senhor vai para casa do seu pai, apresenta ele pra gente, mostra o caminho para ir paraa casa do seu pai que a gente vai atrás. É quando ele fala: "Tomé, eu sou o caminho, sou a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai. senão por mim. Eu sei o evangelho. Ele disse: "Quem conhece a mim conhece o Pai, porque esse conhecimento é da alma, é do coração, é o conhecimento do amor, o nosso estreitamento com o nosso pai pelos laços do espírito, pelos laços do amor e da sabedoria. Mas neste mês, meus irmãos, nós estamos comemorando aí o mês chamado setembro amarelo, né, de conscientização sobre o suicídio. Então, é importante que todos se conscientizem que é um assunto que precisa ser conversado, inclusive dentro dos nossos lares, com os nossos familiares, com os nossos parentes, porque ainda há muita incompreensão sobre o suicídio. Tem segmentos religiosos, por exemplo, que nem oram pelo suicida, que eles partem pressuposto que o suicida vai pro inferno, que Deus já condena. Primeiro que esse inferno não existe. Deus é amor, é sabedoria, é bondade. Jamais mandaria um filho para ser torturado eternamente no fogo. Não tem o menor cabimento. São Pedro afirma que o amor de Deus cobre toda, toda. Sabe o que é toda? É toda, toda multidão de pecados. Deus tem amor e sabedoria para corrigir qualquer defeito nosso. Assim como um técnico com certa a nossa máquina quando ela tem um problema, imagina Deus. Deus é o técnico do universo. Corrige tudo que está errado. Todos nós chegaremos ao Pai. Jesus, antes de partir, afiançou, né? Das ovelhas que o Pai me confiou. Nenhuma se perderá. As ovelhas somos nós, o rebanho terreno que, segundo informações, é em torno de 30 bilhões de espíritos que habitam o âmbito da Terra. Nós temos hoje mais ou menos 8 bi de encarnados. Quer dizer, a
á. As ovelhas somos nós, o rebanho terreno que, segundo informações, é em torno de 30 bilhões de espíritos que habitam o âmbito da Terra. Nós temos hoje mais ou menos 8 bi de encarnados. Quer dizer, a maioria tá sempre lá do outro lado. Nós ficamos nessa transição. Uns vem, outros vai. Uns vem, outros vai, né? Estamos na era da transição planetária. A Terra será muito cobiçada. Vamos querer estar aqui. Mas eu costumo dizer o seguinte, essa transição, ela é divina, ela é natural, ela faz parte do nosso progresso e do nosso avanço. Por isso que é uma transição abençoada. Ninguém, ninguém vai perder com ela. Todos iremos ganhar, qualquer que seja o destino que nos for dado durante a transição. Que Jesus permaneça conosco. Obrigado. Agradecemos a brilhante apresentação do nosso irmão Julião e da fala. Eu lembrava do batismo do amor, dito por nossa irmã Eugênia Infante da Câmara, logo ali atrás, 1858, quando ela vem pro Brasil de Portugal e ela vai dizer assim: "Eu Marte sem crenças, esmolo nas águas, solene batismo, batismo do amor." E morta a descrença, findaram-se as mágoas. Desfiro um só hino, bendito Senhor. Então aqui também a a descrença, a evolução, a fé desperta nessa nossa irmã que hoje labota aqui nas terras brasileiras. Nós temos aqui por aviso, né? lembrar que essas obras todas que nós falamos estão aqui na nossa livraria, mas o aviso especial de hoje vai para outras obras que não estão em livrarias. São as obras sociais que nós convidamos todos a conhecerem. que nós temos aqui na sede da 603 o núcleo o núcleo de assistência do Frederico Finger e temos em Santo Antônio do Descoberto, no qual esses nossos irmãos atuam, o colégio ou chamado colégio ou colegião, que é que é a obra Guilhon Ribeiro. Então, quem tiver interesse em conhecer esta iniciativa que atende a dezenas, centenas de pessoas todos os sábados, querendo pode agendar uma visita, conversando aqui com a com a nossa secretaria, né? sai daqui da FEB todos os sábadas às 7 horas da manhã um ônibus levando trabalhadores e convidados para
os sábados, querendo pode agendar uma visita, conversando aqui com a com a nossa secretaria, né? sai daqui da FEB todos os sábadas às 7 horas da manhã um ônibus levando trabalhadores e convidados para aqueles que desejarem conhecer, fica aí o convite. E para aqueles irmãos que nos acompanham à distância, se procurarmos no site da FEB, lá também vamos encontrar matérias a respeito, eh, como que se fosse um agradecimento a oportunidade de trabalho e a reconhecimento da ajuda de tantos que não podem ir lá e que de alguma forma colaboram. Mas já estamos chegando aqui ao final do nosso encontro. E eu lembro que por necessidade, obrigação de todo filho agradecer ao pai. Então, voltemos novamente a nosso pensar, o nosso pensamento, ao Senhor da vida, aquele que a todos conduz com amorosidade, com paciência, agradecendo o Senhor por tudo que nos dá, pelo pão, pela alegria, pela paz, pela saúde dentro daquilo que precisamos, pelo corpo perfeito diante daquilo que pedimos, por todas as oportunidades de trabalho, de servir, de auxiliar. Nós te agradecemos, Senhor, pela oportunidade que as dores nos ofertam, pela redenção que a paciência e a amorosidade nos permite. Que tua palavra guie, que o teu sentimento seja aquele a vigorar. em nossos sentimentos e que nossas ações sejam guiadas pela mensagem do Cristo Jesus. Também te pedimos, Senhor, que nos acompanhe no retorno aos nossos lares. E seus anjos de luz possam ali abençoar a todos aqueles que estão, aqueles que já não estão conosco e fazem morada no mundo maior, para assim que eles estejam mais fortalecidos, mais esclarecidos, possam também vir e servir de inspiração, de amparo e de iluminação para todos nós. Abençoe os médiuns passistas. que dentro de pouco vão doar esta energia de luz emanadas do teu amor. Que assim seja, Senhor. Como de costume, nós pedimos que aqueles irmãos que querem o benefício do passe permaneçam em seus lugares. A equipe vai preparar o ambiente. Assim que concluída esta preparação irá convidar a todos.
Como de costume, nós pedimos que aqueles irmãos que querem o benefício do passe permaneçam em seus lugares. A equipe vai preparar o ambiente. Assim que concluída esta preparação irá convidar a todos. Muita paz.
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