Jesus e Saúde Mental | Episódio nº 141 – Presença de Deus
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Ana Tereza Camasmie » Episódio 141 – Presença de Deus #jesus #saúdemental #espiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Ô เฮ Muito bem, vamos começar mais uma vez o nosso programa Jesus e Saúde Mental aqui pela web TV Mansão do Caminho. Se você gosta desse programa semanal, compartilha para que outras pessoas possam se beneficiar desse conteúdo e ao mesmo tempo possamos ajudar a Mansão do Caminho ajudando a web TV Mansão do Caminho. Todas as terças-feiras nós estamos aqui, mas a Manão do Caminho tem uma série de programações de qualidade. Hoje nós, ao invés de abrirmos o livro Episódios Diários, nós vamos abrir o livro Filho de Deus, também da benfeitora Juna de Ângeles, também pela psicografia de Divaldo Franco. Mas por que vou trazer esse livro hoje e a mensagem em presença de Deus? Porque dentro das minhas meditações diárias, essa mensagem foi tão profunda e calou tão forte em mim que eu queria compartilhar esse momento, essas reflexões. Então, vamos fazer uma um parênteses em torno dos episódios diários, colocando a presença de Deus. E para começarmos o nosso programa, o nosso encontro, vamos orar para que nós possamos, de certa forma, fazer aquilo que Jesus nos ensinou como sendo uma estratégia, um instrumento para aumentar a nossa saúde e melhorar a nossa paz. Então, onde você estiver, eu lhe convido para fechar os olhos e podermos juntos pensar, Jesus, tu que és o nosso mestre maior, tu que és o nosso modelo, o nosso guia, aquele que veio demonstrar qual o caminho e quais as etapas precisamos seguir para poder evoluir. Tu que disseste que houvessem duas ou mais pessoas em teu nome, tu aí estarias. Aqui estamos exaltando o teu nome. que estamos glorificando o teu legado dentro de nós e te pedindo, portanto, uma bênção, uma proteção para a nossa jornada, para a nossa caminhada, te pedindo, portanto, uma proteção e um amparo para aqueles que buscam a doutrina espírita, para aqueles que buscam esse programa como alguma fonte de reflexão. aqueles que nos pedem ajuda direta ou indiretamente, aqueles que de alguma forma nós não conseguimos ajudar da forma que gostaríamos, mas porque sabemos que podemos, a partir da
uma fonte de reflexão. aqueles que nos pedem ajuda direta ou indiretamente, aqueles que de alguma forma nós não conseguimos ajudar da forma que gostaríamos, mas porque sabemos que podemos, a partir da oração, nos ajudar mutuamente. É que aqui estamos orando, te pedindo forças, te pedindo coragem, te pedindo bom ânimo para continuar a nossa jornada. Abençoa também, mestre amado, aquelas pessoas que de alguma maneira não simpatizam conosco, aquelas pessoas que de alguma forma se tornam inimigas voluntariamente do nosso ser, que ao mesmo tempo em que elas possam ser abençoadas, as energias também que emanam a partir da animosidade não cheguem até nós para que nós possamos ter o escudo da renúncia para que nós possamos ter a proteção para seguir a nossa caminhada em paz. Ilumina os nossos familiares. Que nessa noite possamos ter reflexões úteis para nossa jornada. Que assim seja. Muito bem, como falei no início, vamos abrir hoje Filho de Deus, um livro fantástico também que serve para podermos fazer as nossas meditações diárias. E eu abri recentemente, na verdade hoje, no dia que estou fazendo esse programa, abri essa mensagem presença de Deus. é a mensagem 23 e ela me tocou muito e eu queria compartilhar com vocês. Quando a perturbação e o medo buscarem envolver-te, recorda de imediato da presença de Deus ao teu lado. As qualidades internas da sabedoria e do amor, da confiança e da paz, embora invisíveis, são mais poderosas do que as circunstâncias aflingentes e estados inquietadores da alma. Na presença de Deus, consegues unir num só elo o coração, a mente e o espírito. Ela clareia-te a razão e apaga as sombras turbadoras do discernimento, facultando que este discernimento, no caso, conduza a cena dos acontecimentos com equilíbrio. Essa presença te inspira novas ideias e ideias surpreendentes, porque são ideias ricas de conteúdo, abrindo espaço para realizações futuras assinaladas pela alegria e o bem-estar. propicia essa presença de Deus, ela propicia segurança e ela também protege.
entes, porque são ideias ricas de conteúdo, abrindo espaço para realizações futuras assinaladas pela alegria e o bem-estar. propicia essa presença de Deus, ela propicia segurança e ela também protege. Por irradiando-se, recompõe a ordem, dinamizando valores que pareciam dormir esquecidos. Por tua vez, reparte júbilos, despertando outros que se entregaram ao pessimismo, a fim de que se renovem e reatem os liames com as forças que não devem ficar abandonadas. Há possibilidades que antes nunca havias notado e estão à tua disposição. Tateando em sombras, não as vias nem as alcançavas. Com a presença de Deus, elas se te manifestam acessíveis e os seus amorosos braços te envolvem através de ondas de reconforto que protegem e dão segurança em todas as tuas realizações. A presença de Deus é todo o bem que experimentas, que te nutre e que e que distribuis a mã cheia a a mãos, a coração e a alma cheios. E achei fantástico, né? Porque cada palavra dessa tem uma verdade enorme. Cada, na verdade, cada parágrafo tem uma verdade enorme. E esse livro como um todo é muito bom para podermos meditar e não esquecermos a nossa origem divina. Filho de Deus. A capa mostra Jesus, porque Jesus é o grande filho de Deus, o grande filho que Deus deu à humanidade para servir como guia e modelo. Segundo a visão espiritista, Jesus é o verbo de Deus que se fez carne. Verbo significa uma ação. E essa ação de Jesus que simboliza o toque de Deus em nós, que simboliza a presença de Deus em nós, é justamente a ação do amar, a amorosidade. E essa ação do amar, essa ação que simboliza amor, ela acaba vitalizando o nosso ser. Então, é óbvio que como Deus é uma força tão transcendente, uma força tão abstrata, é natural que nós, aqueles que seguimos Jesus, aqueles que nos dizemos cristãos, tenhamos em Jesus uma imagem semelhante à imagem de Deus. Ou seja, Deus é abstrato, mas Jesus esteve entre nós, ou seja, o verbo se fez carne. Então Jesus simboliza para aqueles que acreditamos nele Deus na sua essência amorosa. O verbo
nte à imagem de Deus. Ou seja, Deus é abstrato, mas Jesus esteve entre nós, ou seja, o verbo se fez carne. Então Jesus simboliza para aqueles que acreditamos nele Deus na sua essência amorosa. O verbo que ama, o verbo que faz amar, o verbo que faz transformar. Então é natural que na nossa vida nós tenhamos, como ela diz, momentos de perturbação, momentos de medo. Porque esses momentos de perturbação, esses momentos de medo que simbolizam, em geral momentos de provas, em que somos convidados a dar o nosso testemunho, momentos que se confundem também com expiações, não só expiações físicas a partir dos mais diversos adoecimentos, não só expiações morais a partir dos sofrimentos que se impõem do ponto de vista moral e que Apesar de estarmos com a saúde do corpo, estamos com o ser sofrendo por conta dessa situação. São momentos que dão medo. Medo, medo da própria reação. Como é que eu vou reagir? Será que esse passo que eu der vai ser errado? Será que essa decisão que eu tomar vai ser errada? Porque é muito natural que o medo apareça, porque no final das contas nós estamos falando de um processo evolutivo. Quando nós temos um processo de evolução já efetivado, quando já efetivamos algum alguma evolução em algum campo, em alguma área, algum desenvolvimento em algum campo, o medo acaba não chegando quando a dor bate a porta nesse campo. Por quê? Porque não é algo desconhecido. Nós já estamos conhecendo. Nós já conhecemos não de uma forma negativa, porque saímos derrotados da experiência anterior. Estamos conhecendos de uma forma positiva, porque saímos vitoriosos de uma situação semelhante. Então, não temos medo porque, afinal de contas, é um caminho já percorrido, é uma trajetória de alguma forma já feita. O medo vem quando é acionado algo desconhecido, medo de algo ruim que possa vir a acontecer. E esse algo ruim é sobretudo o desconhecimento, o desconhecido. Então é natural que se eu estou falando de uma expiação, se eu tô falando de uma expiação moral, ou seja, alguma coisa que eu estou
cer. E esse algo ruim é sobretudo o desconhecimento, o desconhecido. Então é natural que se eu estou falando de uma expiação, se eu tô falando de uma expiação moral, ou seja, alguma coisa que eu estou resgatando para com a lei de Deus, é natural que seja um caminho um tanto quanto novo, porque eu posso ter feito resgates em outras áreas, mas nessa área ainda não. Então, é alguma coisa nova que se impõe e eu não sei exatamente que caminho seguir. Então, nesse sentido, eu fico às vezes perturbado no sentido de ficar angustiado por causa do medo do desconhecido. Eu não sei qual é esse caminho, porque afinal de contas eu ainda não trilhei. Eu ainda estou em um processo de evolução e consequentemente eu estou em um processo de trilha de rota. Então, recorda, recorda nesses momentos de imediato, não é de Deus genericamente, é da presença de Deus ao teu lado. da presença de Deus ao teu lado. Para nós que precisamos de uma coisa mais material, mais palpável, seria recordar da própria presença de Jesus ao nosso lado, dizendo: "Tende confiança, porque eu venci o mundo." No mundo vocês passarão por tribulações, mas tendo confiança, eu venci o mundo. Recordar da presença de Deus ao nosso lado é recordar das falas de Jesus, recordar da Galileia, recordar de tudo que nós temos no nosso imaginário. Não importa qual a imagem certa, qual a imagem correta, qual a imagem historiográfica de Jesus, mas importa que cada um de nós tem uma imagem da Galileia, uma imagem da Judeia, uma imagem de Jesus do mar da Galileia, ele chamando Pedro. para deixar de ser pescador de peixes e ser pescador de homens, pescador de almas, ou seja, recordarmos de Jesus. Recordar da presença de Deus ao nosso lado, de certa forma é recordar de Jesus, dizendo: "Não vos angustiei tanto, porque eu vos aliviarei". que vocês possam tomar sobre vós, sobre vocês, o meu julgo, porque o meu julgo é suave, o meu fardo é leve. Aprendam comigo que sou suave, que sou manso, que sou pacífico. Não vos atormenteis tanto, eu vos
ocês possam tomar sobre vós, sobre vocês, o meu julgo, porque o meu julgo é suave, o meu fardo é leve. Aprendam comigo que sou suave, que sou manso, que sou pacífico. Não vos atormenteis tanto, eu vos aliviarei. Então, essas mensagens todas simbolizam lembrar da presença de Deus nesses momentos. de desconhecimento espiritual. Eu não sei para onde vou, não sei qual o caminho certo seguir, porque afinal de contas eu nunca trelei essa trajetória antes. É um desafio novo, é um desafio que se impõe e eu tenho medo do desconhecido e tenho medo de errar, tenho medo de eh, digamos, me equivocar na forma que passo pela expiação moral. Tenho medo de me equivocar na forma que passo pela provação, ou seja, pelo testemunho. As qualidades internas da sabedoria e do amor, da confiança e da paz, embora sejam invisíveis, porque são conceitos, né? São conceitos teoricamente abstratos. Sabedoria, amor, confiança, paz. São invisíveis, mas são poderosas, especialmente nessas circunstâncias de aflição e nesses momentos inquietadores da alma. Não são tangíveis, mas são fortes, são poderosos. Então, na presença de Deus, nós conseguimos juntar em um elo o coração, a mente e o espírito. Ele clareia a razão e apaga as sombras turbadoras do discernimento. Porque veja o que que a gente tá querendo colocar aqui. Por que tem que aclarar o discernimento? Discernimento tem a ver com saber para onde ir. Discernimento tem a ver com clareza da razão, né? Eu tenho discernimento para seguir. E nessas situações do medo, nessa situação do desconhecido, eu justamente a a minha razão, o meu discernimento que fica, digamos, um pouco perturbado, porque realmente eu não sei para onde caminhar. Será que eu vou errar? Será que eu vou, será que eu vou me equivocar? Então, a presença de Jesus, lembrar dessas palavras consoladoras e verdadeiras, elas nos ajudam a ampliar um pouco o discernimento a partir da sensação de paz, a partir da sensação de presença divina dentro de nós. Com isso, a gente consegue ter mais razão, né? Se eu pensar de uma
las nos ajudam a ampliar um pouco o discernimento a partir da sensação de paz, a partir da sensação de presença divina dentro de nós. Com isso, a gente consegue ter mais razão, né? Se eu pensar de uma forma mais eh prática, portanto, de uma forma médica, de uma forma psiquiátrica, tem total razão de ser, porque o medo é uma emoção. É uma emoção negativa porque gera desprazer. É emoção negativa porque não é boa de sentir, né? é alguma coisa que aflinge, alguma coisa que inquieta. Ao mesmo tempo, toda emoção muito intensa, ela tem um poder de mobilizar todo o nosso corpo. Quando falo mobilizar todo o nosso corpo, é porque ela ativa o nosso córtex pré-frontal, ou seja, ativa os nossos pensamentos, ativa as nossas memórias, mas ao mesmo tempo ativa o nosso corpo. faz com que a partir do eixo hipotálam, hipófise adrenal, o meu corpo seja eh liberado em catecolaminas, que o meu corpo seja invadido por cortisol, então eu fico realmente com o corpo alterado. Então eu fico com o corpo alterado da cabeça para baixo, né? Ou seja, do pescoço para baixo, mas também fico com a cabeça, com o corpo alterado da cabeça para cima. que seria o medo, a emoção intensa, atrapalhando a minha capacidade de discernir, de julgar, ou seja, de pensar. Find ficam fvindo apenas pensamentos de pessimismo, pensamentos derrotistas, pensamentos que vão, digamos assim, minando a nossa autoconfiança. Então, é interessante, sim, que nós possamos ter a alguma ferramenta para enfrentar esse medo. E a ferramenta para enfrentar esse medo se chama força coragem. A coragem da fé. Quando temos a percepção de que Jesus nos ampara, de que Jesus é a mão de Deus que nos conforta, quando temos a percepção de que não só Jesus, mas os benfeitores amigos, eles estão ao nosso redor, nós somos invadidos por uma coragem totalmente nova, totalmente diferente, porque não é uma coragem que se torna violenta. Não é uma coragem que se torna tirania, é uma coragem que se torna bravura moral para enfrentar o próprio medo. E a coragem aclara o nosso
te diferente, porque não é uma coragem que se torna violenta. Não é uma coragem que se torna tirania, é uma coragem que se torna bravura moral para enfrentar o próprio medo. E a coragem aclara o nosso discernimento, porque a coragem faz diminuir a sensação de medo e o nosso corpo ele fica, portanto, mais calmo do ponto de vista cerebral e do ponto de vista clínico como um todo. Coragem, portanto, é essa força que contrabalanceia o medo e a coragem mobilizada pela fé. A coragem mobilizada pela presença de Deus é a principal força que Deus nos dá com a sua presença amorosa. Por isso que é uma força invisível. Paz, confiança, sabedoria, amor. Veja, quando você está com coragem, você fica confiante. E quando você está confiante, você fica com coragem. Quando você está com coragem, você tem o quê? Um discernimento. Fica muito claro na sua cabeça, ou seja, vem sabedoria. E quando é uma coragem que não é uma coragem tirânica, quando não é uma coragem violência, é uma coragem que também nos inunda de um amor, ou seja, de uma força amorosa. Porque amor e coragem elas andam de mãos dadas. Quantas vezes a gente fala assim: "Por fulano eu mato e morro". Ou seja, por fulano eu tenho coragem. Filho, por exemplo, é um grande exemplo dessa situação. Pelo amor aos nossos filhos, nós temos a coragem da fé que nos dá confiança de enfrentar desafios e de dar a própria vida em salvamento ou talvez tentando ajudar os nossos filhos. Às vezes, porém, nós nos confundimos e achamos que dar a própria vida em holocausto seria, digamos assim, retirar o sofrimento que eles passam. Não, não temos essa condição de retirar o sofrimento dos nossos filhos, mas temos a possibilidade de ter a coragem de ser um porto seguro. Alguém me disse uma vez: "Você é um porto seguro na minha intimidade, eu queria ser o mar. Eu queria ser o mar para velejar com o barco do ente querido, mas o porto seguro é aquele local que simboliza um espaço em que o barco, depois das travessias turbulentas do mar, volta para reabastecer
Eu queria ser o mar para velejar com o barco do ente querido, mas o porto seguro é aquele local que simboliza um espaço em que o barco, depois das travessias turbulentas do mar, volta para reabastecer a tripulação, para se reabastecer. Ser o porto seguro não significa ficar olhando de camarote o sofrimento alheio, muito menos o sofrimento dos filhos. Ser um porto seguro significa ter a coragem da fé, a sabedoria da fé e, portanto, a confiança da fé, de esperar, de esperar, de saber que vai chegar algum momento em que o barco na revolta do mar, ele precisa voltar pro porto para não naufragar. E nós então somos esse porto seguro. Se confiamos em Deus, nós vamos entender que o mar revolto, por mais que agite o barco do ente querido, não faz naufragar esse barco. E se o barco naufraga, não é culpa de Deus. E muito menos nós poderíamos não fazer o barco naufragar. Existe a reencarnação, existe o futuro imortal que nos vai possibilitar em algum momento ajudar a esse naufrágio sair, a essa problemática ser desatolada do mar. Então, não se trata, como falei para uma pessoa, não se trata de ser, de ser indiferente a dor dos entes queridos, mas se trata de ser muito corajoso, se trata de ter muita confiança, muita sabedoria, muito discernimento para saber aquilo que a gente pode fazer. Nós não temos a potência para salvar o barco dos entes queridos. Cada um precisa navegar para poder aprender. Cada um precisa navegar no barco da própria vida, nas ondas que a vida se apresenta, no mar que a vida é. Eu não tenho como tirar isso. Faz parte da vida. Agora, eu posso ter discernimento, eu posso ter sabedoria para ser o porto seguro e quando esse barco precisar reabastecer, eu estarei lá. É sobre isso que a presença de Deus nos coloca, porque Deus, sendo o pai maior, é esse grande porto seguro. Pela sabedoria dele, que nós não conseguimos penetrar totalmente, ele fez o nosso barco, fez a nós mesmos, fez o filho de Deus. Nós somos o filho de Deus também. Jesus é o filho de Deus que simboliza o verbo
bedoria dele, que nós não conseguimos penetrar totalmente, ele fez o nosso barco, fez a nós mesmos, fez o filho de Deus. Nós somos o filho de Deus também. Jesus é o filho de Deus que simboliza o verbo que se fez carne. Mas nós também somos o filho de Deus. Somos, portanto, a embarcação que Deus colocou no mar da vida. Ele é o porto seguro e esse porto seguro sabe que nós precisamos andar, navegar, velejar com as próprias intuições. E se tivermos a certeza de onde está o porto seguro, teremos também a convicção da fé, da fortaleza. É sobre isso que a presença de Deus faz. Ela clareia a nossa a nossa razão, apaga as sombras turbaduras do discernimento, facultando que este conduza a cena dos acontecimentos com equilíbrio. Essa presença, eu acho que isso aqui é um um ponto fundamental, essa presença de Deus, essa certeza que temos um porto seguro e que o nós podemos ser um porto seguro dos filhos, um porto seguro dos entes queridos, um porto seguro para alguém. Podemos ser, não podemos ser o isso é prepotência. Isso é potência além do que se pode, prepotência. Mas nós podemos ser algum porto seguro. Mas além do porto seguro que nós somos para alguém, existe o porto seguro chamado Deus. Nós somos só um filho dele. Então, somos apenas um pequeno porto diante do grande porto que é Deus. Então essa presença nos inspira novas ideias e são ideias surpreendentes. Por que são surpreendentes? Porque são novas. Não dá para enfrentar um uma nova problemática que a gente nunca enfrentou com as mesmas fórmulas do passado sempre. Às vezes, o grande problema é querer enfrentar os novos desafios da vida com as mesmas fórmulas pretéritas. Às vezes sim, às vezes dá, mas às vezes é tão novo, é tão desafiador e é tão assim inesperado que não dá para se apegar ao passado, as fórmulas que deram que deram certo ao passado, porque a gente tá falando de evolução espiritual. E às vezes uma estratégia que deu certo no passado não vai dar agora, porque agora é uma situação mais ampliada, é uma situação bem mais difícil. Então,
rque a gente tá falando de evolução espiritual. E às vezes uma estratégia que deu certo no passado não vai dar agora, porque agora é uma situação mais ampliada, é uma situação bem mais difícil. Então, por isso que ela coloca, ela inspira novas ideias e surpreendentes. Por quê? Porque são ricas de conteúdo. Ela abrem espaço para realizações futuras que são assinaladas pela alegria e o bem-estar. É interessante. A gente tá falando de desafio. A mensagem começa falando de perturbação e medo. E agora, quando termina a primeira página, ela termina com alegria e bem-estar. Alegria e bem-estar, porque a nossa razão está aclarada pela presença de Deus, que nos dá coragem, que nos dá fé para enfrentar esse medo de errar, porque é uma situação nova. Agora, com a mente aclarada, a gente começa a observar o futuro promissor. E esse futuro promissor, obviamente, se é promissor, ele nos enche de alegria, ele nos enche de bem-estar. Então, se ele nos enche de alegria e nos enche de bem-estar, e é uma coisa do futuro, a gente não vai sentir toda a alegria e todo o bem-estar que vamos sentir no futuro, mas podemos começar a sentir uma um início de alegria. Começamos a poder sentir uma antecipação dessa alegria. A antecipação da alegria e do bem-estar agora vem justamente pela sensação de que, graças a Deus eu estou podendo começar a pagar as minhas dívidas. É uma alegria tão grande quando você consegue comprar algo, material, vamos supor uma casa e você consegue quitar a prestação. Quitei o financiamento. Agora é uma casa própria. Passei a escritura pro meu nome. É uma alegria tão boa. Por quê? Porque você pagou uma dívida, agora é seu, é um patrimônio seu. Da mesma forma com as questões espirituais reencarnatórias. Obviamente que é difícil dar trabalho, a gente tem que suar, a gente às vezes tem que sacrificar muita coisa, mas nós estamos pagando a dívida. Trata-se de uma expiação moral. Nós estamos pagando a dívida. Então, estamos pagando a dívida, que coisa boa que tivemos condição de pagar a dívida,
icar muita coisa, mas nós estamos pagando a dívida. Trata-se de uma expiação moral. Nós estamos pagando a dívida. Então, estamos pagando a dívida, que coisa boa que tivemos condição de pagar a dívida, pagar o financiamento divino. Por outro lado, se for uma prova, se for um testemunho, não é uma dívida, é um crédito, é um investimento. E que coisa boa você ter condições de ter um dinheiro sobrando, né? Ou seja, um valor sobrando para investir no seu futuro. Isso também dá uma alegria, uma satisfação. E quando o retorno vem, que coisa boa, duplicou. Eu investi um, agora duplicou. Que beleza. A alegria também. Por quê? Porque um investimento que eu fiz em alguma coisa nova que eu estava querendo adquirir, eu consegui. Então, de uma forma ou de outra, porque escute bem, muitas vezes provas eh expiações morais, elas têm a ver com a nossa dívida para com os registros que estão na lei. A expiação física tem a ver com o pagamento de uma dívida ainda de um registro que está no nosso perespírito. Depois de sanado o registro do perespírito, a partir de reencarnações dolorosas, a gente tem a possibilidade de sanar com a lei. Isso já é alguma coisa melhor. Porque veja, agora você já está fazendo um novo passo. Nessa simbologia de pagar a dívida, é como se eu paguei uma dívida maior do financiamento de uma casa. Agora eu tenho uma casa para morar e agora eu tô pagando a minha dívida para com uma segunda casa, uma casa de lazer, né? uma casa que amplia o leque das minhas possibilidades. Então, é o pagamento de uma dívida que diz respeito a harmonia universal. O corpo não precisa mais passar por uma doença, por uma dor física, porque o perespírito já está, digamos assim, limpo, porque a dívida, esse tipo de dívida já foi sanada. Agora é uma nova casa, então é um sofrimento expiatório. Por eu não consegui passar, não, eu não não posso eh escolher não passar, né? Então, como eu não posso escolher não passar, é uma expiação, então é uma dívida. Mas muitas vezes e a expiação moral quando
r eu não consegui passar, não, eu não não posso eh escolher não passar, né? Então, como eu não posso escolher não passar, é uma expiação, então é uma dívida. Mas muitas vezes e a expiação moral quando bem feita, ela também não deixa de ser um testemunho. Ela leva a um testemunho. A expiação moral bem feita também um caminho para um testemunho, um caminho para a prova bem vivida. Isso tudo nos dá alegria. É, é algo paradoxal. É algo paradoxal. Mas Jesus nos ensinou isso, porque ele morre em uma cruz. né? Então, veja, ele não tinha, digamos, eh, débitos para pagar, mas ele tinha testemunhos a fazer em nome da humanidade para dar o exemplo, para ser o exemplo maior, o guia e o modelo, ele veio dar o testemunho, ou seja, fazer uma missão. Aí esse testemunho, ele sai de uma prova e entra numa missão. Então, veja como uma coisa vai levando a outra. Quando nós estamos em sofrimentos morais, esses sofrimentos morais muitas vezes são expiações morais, mas eles acabam nos levando a testemunhos, a provas, testemunhos de provas, sendo que esse testemunho de prova, ele já começa, se for muito bem feito, né, digamos assim, se essa dívida for muito bem paga, ele começa a ser quase uma missão, né? ele começa a se transformar em uma missão e nós vamos dar um outro patamar. Então Jesus, o missionário, né, maior, o guia e o modelo. Então não era uma prova que ele tava passando, muito menos uma expiação, mas era um testemunho missionário de exemplo. Então ele mostrou para nós, através do exemplo dele, do testemunho missionário que ele nos deu, ele nos mostrou que, olha, para poder eh crescer existe algum grau de sacrifício. Só que esse sacrifício que foi o próprio martírio que ele viveu, esse grau de sacrifício traz uma dor, mas traz também uma alegria. alegria de poder estar evoluindo, a alegria de não ser mais o causador da perturbação, a alegria de estarmos sanando o nosso débito, a alegria de estarmos testemunhando também algum tipo de prova que vai servir para ajudar a harmonia
a alegria de não ser mais o causador da perturbação, a alegria de estarmos sanando o nosso débito, a alegria de estarmos testemunhando também algum tipo de prova que vai servir para ajudar a harmonia universal. Então, propicia segurança, saber disso tudo, né? Por isso que a doutrina espírita é para mim é tão intensamente profunda e cala profundamente as minhas as minhas questões, os meus questionamentos. Cala no sentido de acalmar e me faz ter um outro olhar de perspectiva. Não é mais o porquê. Embora de muitas coisas eu saiba o porquê, mas justamente eu acred eu acredito que muitas coisas eu tive a oportunidade de saber o porquê, porque eu não ficava me perguntando o porquê, eu ficava com a visão do para quê, ou seja, o que é que isso pode me ajudar. E em muitas vezes também nem o paraquê eu ficava fazendo. Acredito que muitas coisas eu sei o porquê e muitas coisas hoje eu sei o para quê. Porque muitas vezes eu nem fiz nenhum questionamento, apenas estive vivenciando, porque Deus é que sabe. Deus é quem sabe o porquê. Deus é quem sabe o por o paraquê na sua profundidade. Nós precisamos adentrar nesse nível de humildade, de não ficarmos questionando tanto, apesar de nós sermos espíritas e gostarmos de explicações. Mas a principal explicação é uma não explicação. A principal resposta é um silêncio. Então, a palavra que eu digo, o espiritismo cala profundamente a minha alma. Por quê? Porque ele faz com que a minha alma, o meu ser, saia do nível de questionamentos do para que, do porquê, e entre apenas em um viver. Não mais por quê, nem mais para que, apenas o viver. Então ela dá segurança, ela protege porque irradia, recompõe a ordem, dinamiza os valores que pareciam estar adormecidos, esquecidos. Por que esquecidos, adormecidos? Porque no final das contas nós somos filhos de Deus. Se nós somos filhos de Deus, nós temos valores que nós nem sabemos que temos. Nós temos na nossa intimidade psicológica o nosso self. Self, o meu ser primordial, é herdeiro divino, porque tem um
Deus. Se nós somos filhos de Deus, nós temos valores que nós nem sabemos que temos. Nós temos na nossa intimidade psicológica o nosso self. Self, o meu ser primordial, é herdeiro divino, porque tem um arquétipo de Deus em mim. Então, dentro de mim, eu tenho forças surpreendentes. Dentro de você há forças surpreendentes. Há forças que protegem, há forças que dão segurança. Não mais uma segurança e uma proteção prepotente que sabe todas as respostas, mas uma segurança que vivencia justamente porque não tem como saber todos os porquês e todos os paraquis. Dessa forma, há possibilidades que antes nunca havias notado. E agora tu percebes que está a tua disposição, porque antes tu tateava nas sombras e não as via nem as alcançava. Porém, com a presença de Deus, elas manifestam-se para ti e são acessíveis. Os seus amorosos braços te envolvem através de ondas de reconforto que protegem e dão segurança em todas as tuas realizações. Porque a presença de Deus é todo o bem que experimentas. Não duvidemos de forma tão intensa de nós mesmos, a ponto de nós nos paralisarmos no medo. Confiemos em nós, porque Deus está em nós. Confiemos em nós, porque o bem está em nós. Santo Agostinho ficou muito aflito durante muito tempo sobre a origem do bem e do mal. Porque ele via essas duas forças nele mesmo e com o mal ele acabou tendo uma vida, digamos, de devacidão. E sua mãe hoje, a Santa Mônica, ou simplesmente Mônica, orava tanto e ao mesmo tempo ele tinha um bem dentro dele, que era a própria inteligência. com a sua inteligência muito muito aguçada, a sua oratória muito aguçada, ele acaba encontrando o maniqueísmo. E o maniqueísmo era uma mistura de zoroastrismo com o cristianismo. E diferentemente do cristianismo que dizia que a essência do universo é o bem, já que a essência do universo é Deus, o maniqueísmo não. Ele dizia que existiam duas essências, o bem e o mal. O bem e o mal. E de certa forma nós não éramos assim responsáveis pelo mal que fazíamos. Por quê? Porque o mal é uma existência do universo dentro
Ele dizia que existiam duas essências, o bem e o mal. O bem e o mal. E de certa forma nós não éramos assim responsáveis pelo mal que fazíamos. Por quê? Porque o mal é uma existência do universo dentro de nós, no universo. Então essa essa esse encontro faz com que Santo Agostinho se torne uma um adepto do maniqueísmo durante um tempo, porque isso ajudou ele o ajudou a se acalmar em relação ao bem e o mal que existia dentro dele, no universo e na vida. mas não ajudou a calar profundamente a sua alma. Foi só quando, depois de muitas, muitas procuras, depois da, de uma, de uma influência direta de, do, do bispo Ambrósio, depois de leituras de Cícero, comparando as leituras de Plotino, o neoplatonismo, ou seja, depois de muita busca, inclusive intelectual, foi que ele precisou entender, ele entendeu que é o que o que existe no universo é o bem. O mal é apenas a ausência temporária do bem. Ele descobriu, ele entendeu e ele propagou nos seus estudos, nos seus escritos, que foram muitos, desde as suas confissões, que são um verdadeiro tratado de análise da própria alma, ou seja, um tratado psicológico quanto as outros textos mais filosóficos. Então ele vai descobrir, vai propagar isso, que o que existe no universo é o bem, porque Deus é o bem. Deus é amor. Como dizeria João em suas, em uma de suas epístolas. Se Deus é amor, Deus é o bem. Então ele vai descobrir que o mal não tem uma existência. O mal é a ausência do bem. O mal é o bem que ainda não se desvelou. é o bem que ainda não se revelou. Então, se nós temos essa convicção, nós entendemos que a maldade é ainda dentro de nós, é ainda a falta do bem desenvolvido. E a presença de Deus faz com que a gente possa ser imbuído dessa presença, faz com que nós possamos ser intuídos dessa presença. e intuídos dessa presença, nós possamos ampliar o nosso pensamento, possamos ampliar o nosso discernimento e com a presença de Deus, confiantes no bem que existe em nós, decidirmos para o bem as nossas ações. Aí fica mais fácil de perdoar,
ampliar o nosso pensamento, possamos ampliar o nosso discernimento e com a presença de Deus, confiantes no bem que existe em nós, decidirmos para o bem as nossas ações. Aí fica mais fácil de perdoar, fica mais fácil de se autoperdoar, fica mais fácil de ter responsabilidade, fica mais fácil de ter coragem. A presença de Deus nos vitaliza porque vitaliza o bem que há dentro de nós, o desejo de fazer o bem, o desejo de acertar. Então, no final das contas, se diante de uma tribulação você sente medo de errar, é justamente porque dentro de você existe um bem. Porque se não existisse um bem, você não estava nem aí para o erro. Diante da tribulação, você é diretamente para a guerra, diretamente para vingança, diretamente para o esforço. No entanto, se existe o se existe o medo, é porque existe o bem dentro de você que começa a despertar. E esse momento de tribulação é um despertamento de Deus em ti. É um despertamento de Deus em nós. Por quê? Porque nos faz desvelar e nos faz revelar algo que estava escondido, algo que a gente não conseguia perceber. E é só diante dos desafios da vida que nós conseguimos, porque os desafios da vida fazem com que nós pensemos em maneiras criativas, em maneiras poéticas de viver. É por isso, é por isso que Jana de Angeles, como um espírito amigo, vai dizer: "A dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos." Quando a dor vem, se for missionária, é um eleito de Deus, como Jesus, filho de Deus, que vuir. Se a dor vem provacional, é também uma eleição de Deus para podermos então mostrar como caminhar. E se a dor vem expiatória do ponto de vista moral, também é uma eleição de Deus, ou seja, é um presente de Deus, porque está dizendo assim: "Você tem condições agora de seguir, finalmente você tem condição de discernir. Finalmente você tem condição de me sentir dentro de você para poder saber seguir com segurança, com coragem e com fé. Por fim, lembro da proposta da dona Ed Virgen Borges. Nessa guerra que travamos na nossa vida conosco dessa
ção de me sentir dentro de você para poder saber seguir com segurança, com coragem e com fé. Por fim, lembro da proposta da dona Ed Virgen Borges. Nessa guerra que travamos na nossa vida conosco dessa guerra do bem, nós temos a possibilidade de usarmos quatro ferramentas. o escudo da renúncia, a espada da gratidão, a eloquência do silêncio e podermos usar também a estratégia da humildade. Com essas quatro armas do bem, nós saímos mais corajosos, mais confiantes, para podermos sentir a presença de Deus, porque Deus nos faz renunciar, Deus nos faz silenciar, Deus nos faz ter humildade e Deus nos faz ter gratidão. Essas consequências de Deus em nós nos torna um pouco mais vigorosos diante dos embates da vida. A presença de Deus se faz não só nas alegrias aparentes, mas também nas glórias escondidas por dentro do sacrifício, ou seja, dentro da dor. Por isso que a dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos. Ou seja, é uma oportunidade. Saiamos do porquê, saiamos do para que. Entremos no viver, apenas viver confiando na sabedoria divina, apenas viver confiando na presença de Deus dentro de nós. Queria tanto compartilhar essas reflexões com você que hoje então abrimos um parêntese nos episódios diários para colocar a presença de Deus em nós e pedindo então que Deus nos abençoe e te convido a poder fechar os olhos. e podermos agradecer a Deus por tudo, porque se tu nos envia, Senhor da vida, algo de bom, que nós possamos mudar o nosso hábito pessimista e não digamos mais: "Eu não mereço". Digamos: "Sim, eu mereço. Eu mereço o bem que tu me envias. Porque se tu me envias, é porque tu sabes mais do que eu. E como tu sabes mais do que eu, é porque eu mereço. Que olemos isso, Senhor, para podermos entender também que quando vem a dor também é com tua permissão. E se a dor vem eu também mereço. mereço porque é uma oportunidade de sanar as dívidas do pretérito e crescer diante de ti, Senhor Deus. Que a tua presença possa invadir o meu ser e me vitalizar com coragem, com bom ânimo,
bém mereço. mereço porque é uma oportunidade de sanar as dívidas do pretérito e crescer diante de ti, Senhor Deus. Que a tua presença possa invadir o meu ser e me vitalizar com coragem, com bom ânimo, com confiança para poder seguir na jornada da vida com tranquilidade e paz. abençoa todos os nossos queridos telespectadores para que eles possam pelas ondas da internet sentir essas energias de paz que aqui sentimos no estúdio e podermos agradecer a tua presença em nós. Muito obrigado, Senhor da vida. Nos despede em paz. Que assim seja.
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