Jesus e Saúde Mental | #147 - Episódios Diários — Morte
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 147 - Episódios Diários – Morte #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
เ >> Muito boa noite, sejam todos bem-vindos ao nosso Jesus e saúde mental. É um prazer podermos estar junto para mim mesma, porque poder falar sobre saúde mental numa perspectiva espiritualista é também estar sempre me lembrando da dimensão maior da existência. está sempre me lembrando de que a vida não cessa aqui. É sempre estar me lembrando de que nós somos espíritos imortais. A nossa vida é uma é uma vida para imortalidade e que nós temos existências nesse corpo e momentos na erraticidade até uma nova reencarnação, até o momento em que estaremos no mundo espiritual de uma forma diferente, com a maior perenidade, o maior tempo, porque já teremos a condição de trabalhar de forma mais intensa, não só no campo do próprio coração, mas ajudando diretamente outros corações. Então, Jesus é um paradigma, é um letreiro que nos lembra constantemente a quem servimos, constantemente a que viemos e constantemente para onde vamos. Essa é a ideia. Jesus como algo que limpa o nosso psiquismo. E perceba, se você não conhece a série psicológica de Joana, perceba que o primeiro livro é Jesus e a atualidade. É como se Joana tivesse ali limpando o nosso psiquismo. Quando eu fiz a leitura, eu fiz uma leitura como se fosse quase não só um estudo analítico, mas um estudo de mim, uma conexão com algo mais profundo. Perceba a própria Amélia Rodrigues, a a importante, o importante na obra dela não é você ficar preso na teologia do negócio, é você tentar se transportar aquela região, transportar. Então ela tem um lirismo, uma beleza, uma forma de contar que invade o nossos o nosso coração, porque muda o nosso psiquismo. Então, é sobre esse aspecto que nós queríamos começar hoje, pensando nessa mudança, Jesus, que tu promoves em nosso psiquismo nessa ampliação, ampliação de conceitos, ampliação de desejos, ampliação de vontades. Tu és de fato, amigo querido, um farol pras nossas existências. Muito obrigado por teres vindo e nos lembrado as glórias do teu evangelho. Realmente, sem a tua presença,
esejos, ampliação de vontades. Tu és de fato, amigo querido, um farol pras nossas existências. Muito obrigado por teres vindo e nos lembrado as glórias do teu evangelho. Realmente, sem a tua presença, somos muito pouco, quase nada. Mas sobre o teu influxo, nós nos tornamos fortes na fortaleza da fé, no capacete da esperança, como disse Paulo de Tarso, para podermos seguir a jornada. Portanto, não temeremos mal algum, porque a indesejada das gentes, a morte não simbolizará mais um grande medo, mas sim uma transformação. A dor ficando, mas também a gratidão chegando, porque ficamos com essa visão ampliada da vida. Muito obrigado, Senhor, que essas mesmas energias que sentimos aqui, as pessoas que estão nos assistindo agora, sentam para renovar a esperança em dias melhores. Que assim seja, Senhor. A mensagem é justamente a última do livro, mas não vai ser a última que nós vamos avaliar. Ainda existe algumas poucas mensagens para podermos meditar juntos. Mas a última mensagem do livro se chama Morte. É a mensagem 50. E diz assim a benfeitura: "Tudo que nasce vive, morre e se transforma". Perdão, não sei se falei, mas é o livro Episódios Diários, né? através da mediunidade de de Valdo Franco que nós temos analisado e hoje esse nessa mensagem 50. Tudo que nasce vive, morre e se transforma. O corpo se organiza, tem um ciclo vital, desagrega-se e modifica as moléculas que os constituem mediante o fenômeno da morte. A morte é, portanto, acontecimento biológico inevitável para todas as formas vivas na Terra. Considera a fragilidade orgânica na qual te movimentas. E ao cair do dia, antes de repouso no lar, pensa na possibilidade de a perderes mediante a transformação pela morte. O sono é uma quase desencarnação e ninguém tem segurança se despertará na aparelhagem física no dia seguinte. Então faz uma avaliação do teu dia. Busca retificar o em que te enganaste. Reprograma as tuas atividades e vive com a retidão que caracteriza aquele que dispõe de pouco tempo, confiando no prosseguimento da vida após
aliação do teu dia. Busca retificar o em que te enganaste. Reprograma as tuas atividades e vive com a retidão que caracteriza aquele que dispõe de pouco tempo, confiando no prosseguimento da vida após o trânsito. Ela faz uma pausa, desenfaixa-te dos elos retentivos com a retaguarda sempre que te sintas atado, recordando que a vida prossegue e toda vinculação com os caprichos humanos representa sofrimento em programação. Todos os momentos que passam podem ser considerados adeuses. Assim, avança para amanhã, liberando-te para alcançares o triunfo da tua imortalidade. Ah, quando a gente lê isso, não tem como, pessoalmente não lembrar de Edit Piaf. Edit Piaf já cantei algumas vezes, mas eu acho tão bonita a música dela, tão bonita a história de vida dela, porque é muito sofrida, né? Mas não é pelo sofrimento que eu acho bonito, sabe? É pelo pela capacidade de em sofrimento não deixar de cantar. Esse é um verdadeiro rochenol, né? uma voz linda. A Edit Piafre, portanto, ela, a mãe, a abandonou, ela ficou órfã de mãe viva, digamos assim, muito jovem, muito criança ainda. o seu pai passou a criá-la, ao que nós sabemos, não teve nenhum tipo de de abuso, né, do ponto de vista, digamos assim, emocional, sexual, mas certamente um abuso físico ali no sentido de a época, né, estamos falando de uma época muito antiga, então ela deve ter tido trauma, sim nesse momento, não só do abandono da mãe, mas também da inexperiência do pai. Mas o pai pelo menos ficou, né? O pai pelo menos esteve lá presente com ela, mesmo sem o saber. E ele cuidou porque em algum momento ela crescendo percebeu a voz, a vontade de cantar, a vontade de seguir a vida de artista como a mãe acabou seguindo. E o pai ficou morrendo de medo, né? pai não queria que ela seguisse porque primeiro talvez fosse assim ficar sozinho. Então seria uma forma de um adeus, talvez fosse um luto que ele iria sentir, mas também seria o medo dela se perder, né? Na época, veja, a mulher que seguia a arte não era uma um caminho fácil,
zinho. Então seria uma forma de um adeus, talvez fosse um luto que ele iria sentir, mas também seria o medo dela se perder, né? Na época, veja, a mulher que seguia a arte não era uma um caminho fácil, porque acontecia muita a situação de assédio, né? E a coitada da mulher sofria muito que seguia esse caminho da arte. Então, o pai tinha muito medo, mas ela acabou seguindo o caminho da mãe e abandonou ali a casa e foi tentar a vida. Nesse tentar a vida foi descoberta, a sua voz, ela começou a encantar não só a França, mas também o mundo. Uma das primeiras músicas que a tornam assim famosas, ela tem algumas composições dela, inclusive essa, né, geralmente não é só em sozinha, junto com alguma parceria, é Lavi and Rose ou A vida em cor de rosa. Era o momento, era o sonho de uma mulher naquela época. o sonho de uma casa, de uma família, o sonho da mulher da época. Então ela canta a vida em cor de rosa. Ela vi rose fica famosa. Mas como falamos, as aberturas do álcool, as aberturas certamente das drogas, mas sabemos especialmente do álcool, porque ela teve alcoolismo, dependência química pelo álcool, as aberturas da sexualidade, o desejo de encontrar aquele, digamos, príncipe encantado, o desejo de encontrar o amor personificado fez com que ela tivesse muitas decepções, muitos reveses, muitos casamentos, muitos encontros. E é provável que ela tivesse um transtorno bipolar do humor, pelo menos depressão. Agora falando como psiquiatra, lendo a biografia, lendo a história, porque você vê inclusive o alcoolismo dela como sendo uma consequência desse transtorno de humor. Às vezes o álcool para tentar tratar a dor da depressão, porque na época não existia tratamento medicamentoso e o acesso também, né, aos às psicoterapias difíceis. E também tem coisas que realmente precisa do tratamento medicamentoso para um tratamento realmente eficaz. E tô falando isso também como psicoterapeuta, tá bom? Então não é nenhum tipo de viés, mas é realmente a realidade. Mesmo como psicoterapeuta, tem muitas coisas que
ara um tratamento realmente eficaz. E tô falando isso também como psicoterapeuta, tá bom? Então não é nenhum tipo de viés, mas é realmente a realidade. Mesmo como psicoterapeuta, tem muitas coisas que não dão para tratar só com a psicoterapia, precisa também da psicofarmacologia. Então ela não tinha nada disso, né? tinha um álcool, acabou entrando no alcoolismo. Aí você vê que a música vai mudando, ela já não canta a vida cor-deosa, ela canta o hino ao amor. E o hino ao amor, também famoso, ela já não canta assim a vontade de a esperança de ter uma vida feliz aqui, uma vida amorosa aqui. Ela já canta a esperança do além. No além, Deus deve reunir aqueles que se amam. Ela canta. Já era uma fala triste, né? E aí com cirrose, por conta do álcool, a carreira todo mundo achava que tava acabada. até que ela consegue se recuperando. E o símbolo dessa recuperação veio com uma música no John Regreta, uma música linda, não é dela, mas aquilo traduziu muito bem o que ela estava sentindo e o que ela queria cantar naquele momento. Não era mais o desejo da vida cor de rosa, não era mais o desejo do amor, era no Jon Regretia. A tradução é: "Não, eu não me arrependo de nada". E a música começa assim, né? Malam igual não nada de nada. Eu não me arrependo de nada, nem do bem que eu fiz, nem do bem que me fizeram, nem do mal que eu fiz, nem do mal que me fizeram. Não me arrependo de nada porque está tudo posto, está tudo consumado. Eu sorrio com as desgraças da minha vida. Eu consigo seguir. É uma música de superação. Alguém que deixa os os adeuses de lado, percebe as pequenas mortes que aconteceram, as grandes mortes que aconteceram e corajosamente vai ao teatro e canta como Rinol. Mais uma vez, todos ficam impressionados. Aquela figura já muito impactada pela vida. A beleza já transformada, mas a voz também transformada. No J regret, uma música que fala da superação da morte na vida, não se deixar morrer em vida. O problema não é, digamos, desencarnar, o problema é deixar o nosso
ormada, mas a voz também transformada. No J regret, uma música que fala da superação da morte na vida, não se deixar morrer em vida. O problema não é, digamos, desencarnar, o problema é deixar o nosso coração morrer em vida, ou seja, endurecer, ou seja, deixar o coração ficar totalmente decepcionado, desencantado. O problema, portanto, da morte é o problema da vida, como colocou Leon Denê. Morre-se como se vive. estaremos do outro lado de acordo com com a nossa vida atual, mas sobretudo se a nossa vida já foi uma vida mortificada ou não. A Edit Piaf cometeu suicídio, não foi por esse caminho, ela seguiu, seguiu, seguiu. Eu acho uma grande batalhadora, porque lembrando desse Hinol, eu me recordo da própria Elizabeth Dantas Cavalcante. Quando eu vi o filme Piaf, um filme maravilhoso, na minha percepção, eu logo me lembrei da Elizabeth Tantas Cavalcante, conhecidamente como conhecida como Niná, dona Niná, médium. pensaram que ela estava enlouquecida. Portanto, com essa morte psíquica, conforme Lopes Bor chama um psiquiatra espanhol de sua época muito importante, não era médium. e buscando a ajuda no espiritismo, ela conseguiu não só vencer como fundou um dos grandes centros do qual eu tive a oportunidade de estar vinculado desde da minha do meu nascimento, o núcleo espírita investigadores da Luz, Neio. Investigadores da Luz é um nome muito curioso, né? Aqueles que investigam a luz, que não são luminosos, como ela pode dizer no mensagem, mas eu investiguei a luz. em algum momento ela médium, amiga inclusive do do tio Divaldo, muito amiga, porque é uma das primeiras vezes que ele foi lá em Recife, ela o recebeu lá no Neil, então ele teve na pedra fundamental da sede nova porque criaram a avenida Dantas Barreto, então teve que ela se o Neil teve que mudar de local e ela fazia, ela não era uma oradora palestrante assim, mas ela fazia aquele passe coletivo, era umas preces lindas que eu tive a oportunidade de ver. quando eu tinha mais ou menos, acho que uns 11 para 13 anos,
, ela não era uma oradora palestrante assim, mas ela fazia aquele passe coletivo, era umas preces lindas que eu tive a oportunidade de ver. quando eu tinha mais ou menos, acho que uns 11 para 13 anos, ela desencarnou, né? Então ainda conheci e pude ver a autenticidade da sua trajetória entregue ao espiritismo, entregue à vida. Ela também comedia de piaf assim sofreu muito porque ela ficou viúva, se casou de novo, ficou viúva de novo. Em um momento de um desespero, de um acidente que aconteceu, eh, a sua mãe acabou sofrendo e desencarnando depois de ser meio pisoteada no próprio local espírita que ela fundou, sabe? Por conta de um acidente que aconteceu e ela resignada. filhos também, né, a partir dos abortamentos, enfim, muita dor, muita perda, mas ela lá resignada, resistente. Mais uma vez ela então começou a ficar triste assim, mais intensamente e começou talvez a se queixar de Deus, mas não era uma queixa assim direta para com Deus, sabe? Era uma queixa assim, mas por que eu? Por quê? Para quê, né? Por que Deus deixa isso? porque ela tava num momento de solidão enorme. Ela que através da sua mediunidade tem ajudado tantas pessoas, agora ela estava num sofrimento, numa solidão. E então o espírito que o ajudava, o seu guia, que se apresentava como um indígena, o jurupta, pergun falou assim: "Iara, né, como ele chamava carosamente, Iara, por que tu estás reclamando? Que culpa tem Deus?" e falou então da vida artística anterior que ela havia tido e, portanto, também a vida nesse caminho da sexualidade, etc. Que culpa tem Deus se tu usaste a tua inteligência para a sedução, para a astúcia, para as intrigas, que culpa tem Deus? Então, ela teve uma visão psíquica das reencarnações e do porquê do sofrimento expiatório, daquela solidão. E ela falou assim: "Nunca mais eu me questionei. Nunca mais realmente ela se questionou. viveu um momentos muito difíceis, veio a desencarnar no próprio centro que fundou num quarto. Eu me lembro disso, não fazer visitas para ela. A sua mediunidade já
nca mais realmente ela se questionou. viveu um momentos muito difíceis, veio a desencarnar no próprio centro que fundou num quarto. Eu me lembro disso, não fazer visitas para ela. A sua mediunidade já menos intensa, né, por conta do adoecimento, muito debilitada, muito frágil. E ela então também as pessoas que já não recebiam mais da sua mediunidade as bênçãos, as pessoas esquecem rápido, né? Nós fazemos às vezes uma uma espiritualidade do da barganha. Vamos enquanto recebemos diretamente algum auxílio dos benfeitores. Mas ela seguiu, seguiu. Quando desencarnou, ficou bem, muito bem. E em pouco tempo ela voltou a trabalhar no Investigadores da Luz junto com a equipe dirigindo o trabalho, alguns se fazendo presente. E eu me recordo que uma das mensagens que recebi na época, eu fiquei em dúvida, será que realmente é a benfeitura, será que realmente é a dona Niná? Mas tinha um estilo, né? falava sobre a mocidade, dizia assim: "Ninguém te desprezes por serem jovens", né? Interessante, porque era uma mensagem para os jovens, mas servia para mim mesmo, aquele jovem que tava no início da trajetória. Obviamente que a mediunidade é sempre um campo de muitas dúvidas, né? É natural que as pessoas possam duvidar da mediunidade, tanto a dela própria, né? A pessoa que tem, quanto a das outras, no caso, a minha também fiquei em dúvida. Relembro de uma outra mulher que recebiu mensagem, a Blandina Felipine, acho que falei aqui no programa passado, eu não conhecia, né, a dona Niná, sim conheci, mas a Bandina não, nem não sabia. E só vim depois saber, né, que ela tinha sido uma trabalhadora espírita e batia ali a fala, né? Depois eu soube que no livro A Caravana da Fraternidade que ela foi ali visitada. Mas essa mulher, dona Niná, me lembra tanto a Edit Piaf em termos de em termos de trajetória, que quando eu vi o filme Piaf, eu escrevi uma música e pensava nela e na edit Piaf. A música que tá até no meu Instagram, eu já toquei, não, não gravei ainda, mas irei gravar, chama-se recomeçar, né? Porque a
do eu vi o filme Piaf, eu escrevi uma música e pensava nela e na edit Piaf. A música que tá até no meu Instagram, eu já toquei, não, não gravei ainda, mas irei gravar, chama-se recomeçar, né? Porque a vida delas foi de recomeço. Recomeçar. é vencer a morte. Recomeçar é vencer o adeus e prosseguir. Então a música diz assim, foi a música e a letra, né, que eu fiz, recomeçar, recomeçar, ainda que se volte a chorar. Se a lágrima vem, sempre vem também o sopro do tempo que ajuda a secar. Recomeça mesmo que a dor sempre insista em voltar. Recomeçar, recomeçar, ainda que se volte a chorar. Só quando o cristal é lapidado, torna-se uma joia de grande valor. E Bitofen, no silêncio ouviu a grande oda. Recomeça mesmo que a dor sempre insista em voltar. A música muda o a melodia, vai lá no agudo e fala assim: "Verás depois como é bom sorrir, deixar o brilho dentro do olhar, acreditar na força do amor. Sempre o sol beija o doce mar. Vai, pois, deixa a música cantar no silêncio das tuas lágrimas. Verás depois como é bom sorrir, deixar o brilho dor dentro do olhar, acreditar na força do amor. A vida dessas mulheres me encanta tanto assim dessas duas especificamente, porque são vidas de recomeço. São pessoas que venceram a morte. Edit Piaf driblou a morte antecipada a partir da retirada da vida. Ela continuou na vida cantando no Joet R. nem o bem, nem o mal. É importante nós não ficarmos preso, porque a fixação, como disse Joana de Angeles nessa mensagem, a fixação no que se foi é a principal morte no que se é. A fixação do passado é a principal morte da possibilidade de ser algo futuro. Quanto mais fixados ficamos na culpa, quanto mais fixados ficamos na dor, mais nos mortificamos no nosso interior, porque o nosso coração fica endurecido, o nosso coração desacredita da força do amor de Deus. E quando desacreditamos, não colocamos crédito na balança divina. E se não colocamos crédito porque estamos desacreditados, ou seja, sem créditos, nós ficamos mortificados. Nesse sentido, é muito importante
do desacreditamos, não colocamos crédito na balança divina. E se não colocamos crédito porque estamos desacreditados, ou seja, sem créditos, nós ficamos mortificados. Nesse sentido, é muito importante pensarmos na morte como o beijo da vida, como a possibilidade de destruindo o que já não cabe mais, nos dando uma possibilidade futura. Não falo aqui me, não falo aqui da morte física, não estou falando de perda de entes queridos. Não queria hoje falar específicamente sobre isso, mas queria falar sobre essas mortes que acontecem durante a nossa vida, essas perdas que acontecem, essas dores que mortificam para podermos então pensar no significado maior que é a nossa existência. Tempos depois, tive ocasião de receber uma mensagem dessa dona Niná, já aqui na mansão do caminho, anos, muitos anos depois, né, na frente do tio Divaldo. Então eu perguntei: "Tio, foi quando ela ela ele me falou assim da dona Niná, fazia tempo que eu não ass sentia, né? E dentro da reunião, na outra, em outra casa espírita aqui, portanto, eu senti o cheiro, senti o jeito lá do Neio, o local que eu cresci, né? E era ela que tava lá na reunião mediúnica. Eu senti a captação da vida. Porque quem vive para o bem não morre com a dor. Quem vive para o bem continua fazendo o bem, porque o bem invade o próprio coração. Então ela estava ali ajudando na ampliação de perspectiva. E o Tivaldo me falou sem eu falar para ele que tava sentindo. E ela dizendo assim: "Eu faria tudo de novo, renunciaria, eu faria tudo de novo, continuaria. Eu sou e fui apenas uma investigadora da luz e graças a Deus o pude ser. Era o resumo da sua mensagem. Sou uma investigadora da luz, fazendo uma alusão ao próprio centro, ao próprio trabalho que se vinculou. O trabalho, portanto, no bem não nos blinda, não nos torna imunes ao aos problemas, às mortes, a esses ciclos de vida que acontecem. mas nos tornam capazes de seguir. Ela dizia algo muito bonito assim, eu acho, [risadas] do jeito dela, ela falava assim: "Meu, meus filhos ou meu filho, a os cães
a esses ciclos de vida que acontecem. mas nos tornam capazes de seguir. Ela dizia algo muito bonito assim, eu acho, [risadas] do jeito dela, ela falava assim: "Meu, meus filhos ou meu filho, a os cães ladram, mas a caravana passa". Uma vez quiseram convertê-la para uma outra, ela era muito engraçada, quiseram convertê-la para uma outra religião. Aí ela escutando assim e falou: "Meu filho, se o seu, se você só puder entrar no céu, se me convencer, eu vou lhe dizer: "O seu trabalho é difícil, viu? o seu caminho é árduo, porque eu já estou totalmente convencida do espiritismo. Então ali o o a pessoa que queria converter, ela saiu com raiva e ela então ficou tranquila porque era convicta, né? Era convicta. Quando minha mãe chegou lá no Neio, obsediada que estava, médio, que era obsediada que estava, ela percebeu a mãe de minha mãe, a minha avóura, que não tive ocasião de conhecer nessa existência porque desencarnou quando uma mãe tinha 20 anos de idade. E aí, dona Niná, então, falou: "Minha filha, a sua mãe, ele escreveu a mãe, né, a minha avó e poder descrever então uma medunidade fantástica, direcionada para o bem e para a própria construção de lucidez. Ela cantava, gostava de cantar também com trazia algumas mensagens assim psicografadas como músicas, sabe? E uma delas é muito bonita, mas perto de ti, meu Deus, eu espero chegar um dia, porque tu és a minha alegria, o meu consolo e paz. Mais perto de ti, meu Deus, pelas estradas de escolhos e sofrimentos, eu hei de encontrar o sustento na doce paz de Jesus. Por caminhos ignótos, os meus passos ainda incertos. Darmião, um dia acesso ao país da perfeição. E quando lá chegar, cantarei as glórias do sacrifício que nos fez o que me fez o benefício de vislumbrar outros céus, caminhando e cantando agora de maneira bem diferente, bem feliz e bem contente, mais perto de ti, meu Deus, a trajetória de alguém que sim chegou, mas está mais perto dele, porque a cada caminho que damos de superação íntima, de vida, de superação, de resistência na vida, de
nte, mais perto de ti, meu Deus, a trajetória de alguém que sim chegou, mas está mais perto dele, porque a cada caminho que damos de superação íntima, de vida, de superação, de resistência na vida, de resistência no amor. Nós estamos dando um passo em direção a Deus. Então, é óbvio que queremos chegar um dia na evolução total de podermos olhar aquele que alfineta, o alfineta o nosso coração com o amor assim de Jesus. Mas amar os inimigos, ponto de vista realista é a tradução que Allan Kardec fez em o Evangelho segundo o Espiritismo. Amar os inimigos não significa ter para com eles o mesmo afeto que nós temos para com os amigos. Essa é uma questão da lei de sintonia. Complementa Allan Kardec mais ou menos assim. Não tem como termos a sintonia, a afinidade que temos com uma pessoa que a gente sabe que nos quer bem. com a mesma afinidade com alguém que a gente sabe que não nos quer bem. Faz parte. É da lei de sintonia. Às vezes não é a questão sua, é a questão do outro pela inveja. A inveja é algo que mata o coração da pessoa. A pessoa que sente inveja, ela já está morta em si. Quando damos um crescimento à inveja, nós não matamos o nosso coração, porque o outro não pode existir. Uma coisa é admirar o outro, como também coloca a benfeitura, né? Olha pro outro com admiração para que tu um dia chegues lá, mas não tenta derrubar o outro para nivelar por baixo. A inveja derruba para nivelar por baixo. Quando nós deixamos o nosso coração ser fixado pela inveja, nós estamos então tentando, ao invés de escalar a montanha, derrubar aquele. Então não tem como a gente saber dessas questões e amar, mas podemos usar essa estratégia que a dona Niná fazia. Os cães ladram, mas a caravana passa. Ela era a caravana. Ela esteve na caravana da fraternidade junto com a Blandina Felipine. Ela esteve na caravana investigando a luz. E como a caravana hoje nos diz, para que sigamos sem nos preocupar tanto com os latidos do mundo, mas sim com os ouvidos do céu, aquele que nos convida a seguir.
esteve na caravana investigando a luz. E como a caravana hoje nos diz, para que sigamos sem nos preocupar tanto com os latidos do mundo, mas sim com os ouvidos do céu, aquele que nos convida a seguir. Eu pensava inspirado por essas mulheres que sabem muito mais, porque ela não foi assim doutora, né? não teve doutorado nem PhD, nem nada, mas foi uma mulher muito sábia, uma senhora muito sábia dentro da sua perspectiva. E então, pensando com essas mulheres, com a dona de Virgens, com o Dr. Loureiro, psiquiatra Loureiro, sobre compaixão e piedade. Parecem coisas semelhantes, mas pegando o ponto de vista técnico nos dias de hoje, compaixão, do ponto de vista técnico, da terapia da compaixão, é uma, é um desdobramento do amor, né, com paixão, paixão, sentimento. Então, é um desdobramento do amor que vai ao encontro da dor. Da dor, não necessariamente do equívoco, da dor. Pode até ser do equívoco, mas é sobretudo da dor, não necessariamente do equívoco. Quando envolve a questão do equívoco, a gente tá falando mais de compaixão, perdão, compaixão, indulgência, porque ve exige um equívo existe um equívoco. Compaixão é mais geral pra dor como um todo e também pode ser vinculada a dor provocada por um equívoco. Mas aí não é só compaixão, eu preciso de alguma outra estratégia que eu falei aqui, indulgência, perdão. Então elas se misturam, né? Por quê? Porque tudo é amor. Todas são faces do amor. Compaixão, eh perdão, indulgência, benevolência, tudo é face amor. O livro dos espíritos é quem diz isso, né? Ele não coloca a palavra compaixão, mas ele coloca na palavra caridade, que nós sabemos no espiritismo que é um amor, é uma forma de amor, né? É o amor em ação, como a gente coloca, é a movimentação do amor. Portanto, é é a antitese, ou seja, a antíntese da morte. O amor é antítese da morte. O amor é o vencimento da morte. Ao amor é a vitória contra a morte. Então, o amor, caridade que age, porque a morte retém, a morte fixa, é uma coisa fixada. Não tô falando de desencarnação, tô falando de morte. Na
ncimento da morte. Ao amor é a vitória contra a morte. Então, o amor, caridade que age, porque a morte retém, a morte fixa, é uma coisa fixada. Não tô falando de desencarnação, tô falando de morte. Na simbologia psíquica que a Jona de Anzí morte simboliza fixação, simboliza, portanto, estagnação, simboliza lodo. É o é a antítese do amor, porque o amor é a vida. O amor não é morte, o amor não morre. O amor traz vida porque é de Deus. Então, os benfeitores falam que o amor caridade, o amor que se move é o bip, a benevolência, a indulgência e o perdão. Então, não tem a palavra compaixão, mas a palavra compaixão a gente encontra mais no budismo, encontramos também no espiritismo, mas é mais falada do budismo, né? Então, a compaixão nos fala de uma humanidade compartilhada. Quando eu sinto compaixão pelo outro, eu estou sentindo que eu poderia estar no lugar do outro, entendeu? Então é uma humanidade compartilhada. Eu tô no mesmo barco. É diferente de uma sensação mais de pena, de piedade. São termos, tá? Tô falando do ponto de vista técnico. Se a gente encontrar no livro do Evangelho, vai tá meio que intercambiável piedade, compaixão, eh, mas tentando diferenciar do ponto de vista didático com os conceitos mais atuais da filosofia e da psicologia, eles fazem essa diferenciação. Porque aqui a piedade tem a ver mais com pena, né? Ou seja, eu sinto pena de fulano, né? Por que eu sinto pena e não compaixão, né? necessariamente, porque eu percebo que onde a pessoa está, no local onde a pessoa está, no equívoco que a pessoa está, eu não estou mais, que eu já passei, que eu já superei. Então, é digno de pena. Então, é uma raiva, é uma raiva sublimada. Sublimação tem a ver com o conceito psicanalítico, no qual nos fala de uma de de de emoções, sabe assim, de pensamentos, de coisas que a gente não queria ter. E a gente sublima eh essas coisas que a gente não queria ter, porque é um tipo de defesa. Então, realmente, sentir pena do outro é uma forma sublimada da mágoa, entendeu? Porque a mágua a gente não
r. E a gente sublima eh essas coisas que a gente não queria ter, porque é um tipo de defesa. Então, realmente, sentir pena do outro é uma forma sublimada da mágoa, entendeu? Porque a mágua a gente não queria sentir, porque a gente sabe que não vale a pena, porque fica impregnado, deixa morto, né? Você ficar magoado o tempo todo, você fica morto, né? Sem vitalidade. Então a gente precisa sublimar essa mágua. Uma forma de sublimar de forma eh realista é sentir pena. Quando eu sinto pena, eu sinto assim pena porque o outro tá no local que eu já não estou mais. Então não é compaixão, porque compaixão é a humanidade compartilhada. Eu sinto que eu podia estar naquele local. Eu sinto que eu já estive, mas que não tenho condições de ficar mais. Então dá uma certa pena, mas isso é para mim, não é para ficar falando pro outro. Se eu for falando pro outro, aí eu tô, na verdade, atingindo. Então tô tão perturbado quanto fingindo que tô evoluído, fingindo que tô alguma coisa. Não, mas é uma forma de sublimar, de sublimar esse sentimento e de poder dar uma vazão saudável, né? Uma vazão assim que não é destrutiva para ninguém. Sentir assim, e eu sinto pena de fulano, porque eu não tô mais aí nesse local, já estive, mas eu não tô mais. Sinto pena. Graças a Deus que não sou eu. Então esse sentimento também já libera assim: graças a Deus que não sou eu. A gratidão por não ser você. o causador do equívoco. Então, veja como as coisas vão se encaixando até um outro momento, porque para psicanálise é difícil estudar felicidade, sabe? Eu eu sei porque eu est tentei estudar com o viés psicanalítico quando eu estudei, quando fiz o mestrado, tudo. O meu mestrado foi sobre felicidade e mecanismos de defesa do ego. Então eu sei que eu tô dizendo do ponto de vista técnico aí foi difícil com os psicanalistas porque ele sabe o que são sublimação. Só que sublimação não é uma felicidade, não é sublimação, entendeu? Porque sublimação é a transformação de algo ruim em algo melhorzinho. Mas parte do ruim, felicidade não é
sabe o que são sublimação. Só que sublimação não é uma felicidade, não é sublimação, entendeu? Porque sublimação é a transformação de algo ruim em algo melhorzinho. Mas parte do ruim, felicidade não é sublimação. Felicidade é uma é uma é uma uma ação real, né? Felicidade é uma coisa que existe, assim como o amor. Então não é sublimação, porque não é parte de uma coisa ruim e vai para uma coisa melhor. Não, já é uma coisa boa em si. Então, felicidade é uma conquista, não é uma sublimação. Então, eles não entendem muito, não tem muito conceito, entendeu? Foi difícil ali. Outro dia que me deram um livro, né, sobre felicidade que uma psicanalista escreveu, mas você vê coisas que não tem nem linguagem, porque não é bem o que eles estudam, estuda dor, estuda problema, etc, etc, etc. Felicidade não é sublimação. Portanto, felicidade é uma realidade, uma realidade que existe na lei de Deus, mas que nós não é não atingimos ainda porque nós estamos em contato com essa lei de Deus. Felicidade é o amor em ação. Então, alguma outra coisa diferente. Compaixão, portanto, não é uma sublimação. Compaixão, do ponto de vista técnico, é uma consequência do amor, ou seja, uma consequência de uma realidade. Mas antes da gente chegar nessa realidade ampla, digamos assim, de amar os inimigos, amar aqueles que geram morte dentro de nós, como Jesus certamente o faz, né? A gente tem um, tem que ter humildade e perceber que tá de bom tamanho sentir pena, porque você não vai paraa vingança. Tá de bom tamanho. Depois você vai sentir as coisas mais profundas, mais pena. É o resumo do que a dona Nina falava. Quando ela fala assim: "Olha, os cães ladram, mas a caravana passa". Ela tá dizendo o quê? Olha, tem um pena dessas pessoas que se tornam cães e ficam atrapalhando o meu caminho, mas eu vou passar. Entende? é o resumo da ópera para não deixarmos a ópera dramática da vida parar o nosso coração e a gente seguir na vida com vida, com vitalidade. É por isso que lembrando dessas mulheres, da dona Niná, né, da
é o resumo da ópera para não deixarmos a ópera dramática da vida parar o nosso coração e a gente seguir na vida com vida, com vitalidade. É por isso que lembrando dessas mulheres, da dona Niná, né, da Edit Piaf, desses recomeços que a vida nos promove da Blandina Felipine, eu queria em oração pedir por todos nós para que nós possamos continuar na vida, na existência que Deus nos deu para podermos nos conectando com para a caravana da fraternidade que vai passando, podermos segurar a mão do amor e um dia construir essa realidade interior mais profunda. Por hora, Senhor, nós te pedimos, nos livra da vingança, nos livra da retaliação, nos livra da perturbação para que nós possamos sair da tentação. Como disse bem Jesus, livrai-nos, Senhor, de todo mal. nos livrai-nos das tentações, porque há uma grande tentação na vingança, há uma grande tentação no desforço, há uma grande tentação no revide, porque o nosso coração ainda está nesse caminho do meio termo. Por isso, nos livra dessa tentação e nos coloca na conclusão amorosa da vida para que possamos começar e recomeçar com vitalidade todas as vezes que precisarmos até a construção de uma estrada feliz dentro de nós, dentro do nosso interior, até na construção desse hino a ti, até quando pudermos chegar mais perto de ti, meu Deus. Um dia chegaremos até lá, nos protege de nós mesmos para que possamos seguir em paz. Muita paz para todos nós e que assim seja. เฮ
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