Jesus e Saúde Mental | #146 – Episódios Diários — De Retorno
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado » Episódio 146 – Episódios Diários — De Retorno #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Ô เฮ >> Muito boa noite. Começamos agora mais um programa Jesus e saúde mental pela web TV Mansão do Caminho. Aproveito para lhe convidar para curtir, compartilhar esses vídeos aqui da mansão, porque isso serve também para uma propagação do bem e uma ajuda também à instituição mansão do caminho de forma indireta, pedindo a Deus que nos conceda a permissão da intuição. Mais uma vez entramos em oração, mas hoje, Senhor, queremos ir ao encontro dos lares que nos assistem, pedindo para que os benfeitores de todos os que estão nos assistindo neste momento possam através dessas energias, dessas palavras, dessas intuições, ajudar beneficiar não só o caro ouvinte, a pessoa amiga que está nos escutem o seu lar, impregnando de boas energias toda a casa, ajudando a modificar a psicosfera do ambiente, amenizando os fluidos, amenizando as energias. para que, Senhor da vida, nós possamos estar renovados no próprio ambiente doméstico, iluminando todas essas casas que nos assistem direta ou indiretamente, nós te pedimos a permissão para iniciarmos mais um programa nessa transmissão da mansão do Caminho. Que assim seja. A página é a 48, o capítulo 48 de retorno. Quando volvas ao lar, ou seja, quando voltes ao lar, deixa a distância. os resíduos das dificuldades e problemas enfrentados durante o dia. A família não pode arcar com o ônus do teu cansaço, das mágoas, das frustrações e do mau humor que reuniste por contingências, às vezes inevitáveis do teu trabalho. O ninho doméstico deve ser preservado das tempestades exteriores, a fim de que encontres nele forças e estímulos para os deveres a desempenhar no dia imediato. Mesmo que te sintas deprimido ou fatigado, busca renovar-te com disposição otimista, mediante a qual tornarás ali a tua presença sempre desejada e querida. Torna o teu lar uma permanente fonte de inspiração, de modo que ao te recordares dele, em qualquer lugar, experimentes motivação para um feliz desempenho dos compromissos abraçados. A benfeitura faz uma pausa e complementa. São inúmeros os desafios
ão, de modo que ao te recordares dele, em qualquer lugar, experimentes motivação para um feliz desempenho dos compromissos abraçados. A benfeitura faz uma pausa e complementa. São inúmeros os desafios que o homem probo experimenta durante um dia. Ou seja, um ser humano correto, né? experimenta durante um dia, nem sempre triunfará em todos eles. No entanto, cada vez que se sinta defraudado por si mesmo na luta, cabe-lhe o dever de preservar a confiança e programar a recuperação. Quem não tropeça nem cai, certamente não sai do lugar onde se encontra imobilizado. é também sinônimo de movimento, de experiências, com erros e acertos. Desse modo, não conduzas contigo à amargura dos insucessos, nem o o receaibo da insatisfação. Terminado, o teu compromisso fora da família volve ao lar com disposição positiva, entusiasmado com os valores alcançados e confiante nos futuros resultados dos esforços a desprender mais tarde. O teu lar deve ser o santuário escola, a oficina recreio, onde o amor predomine e a felicidade em qualquer situação ou circunstância sempre se faça presente. É sempre uma tarefa difícil construir, digamos, harmonia, porque como muito bem lembrou a nossa benfeitora, não vai haver ninguém que não tenha uma um dessor, porque é muito difícil o que acontece em um dia quando se está querendo se fazer o bem. Perceba esse teste. Faça esse teste. Observe. Para fazer o bem, dá um trabalho danado. O trabalho primeiro da desconfiança. Ih, tá querendo ser bonzinho. Isso já é um dardozinho que machuca. Ah, quer ser melhor do que os outros? Isso também já é outro dardo. No mínimo, as pessoas com desconfiança, o que que ele tá querendo tirar de proveito? Então, até fazer o bem dá trabalho e gera, digamos assim, oportunidades de desequilíbrios pela questão da desconfiança, das desconfianças que as pessoas vão ter. Quando você vai para uma instituição espírita, também não imagine, querido amigo, querida amiga, que você vai para uma instituição feita por seres humanos encarnados e vai só receber, digamos
vão ter. Quando você vai para uma instituição espírita, também não imagine, querido amigo, querida amiga, que você vai para uma instituição feita por seres humanos encarnados e vai só receber, digamos assim, aconselhamento, porque também seria um pouco egoísmo de sua parte e de minha parte, porque você também pode ser a palavra de aconselhamento. o silêncio. Você também pode ser o sacrifício do silêncio, você também pode ser o ouvido que escuta, você também pode ser o sorriso amigo. Então, a instituição, mesmo sendo espírita, é feita por encarnados. E sendo feita por encarnados, se eu tenho um dia difícil, o outro também tem um dia difícil. Estamos nos encontrando à noite, geralmente no centro espírita, cada um com as suas dificuldades, as suas batalhas. Quantas pessoas eu não encontro assim depois de uma palestra que fala: "Mas Léo", ou então às vezes chamam de doutor, às vezes chamam de professor, às vezes chama de Léo, de Leonardo, como queira, Léo tá ótima, mas eu deixo as pessoas chamarem como desejarem, né? Eu tenho um, cada um chama como suficiente à vontade, mas falam assim para mim, foi tanta dificuldade para eu chegar hoje, quase que eu não consigo chegar, mas foi tão bom eu ter vindo, parece que foi feito para mim hoje, etc. Então, quando se vai para um canto, porque às vezes acontece isso, né? É tão difícil, os benfeitores o sabem, que quando vai acontecer alguma atividade boa, às vezes eles vão assim aproveitando a oportunidade para que aquele espaço seja um espaço de renovação mental. Como eu comecei a oração de hoje, né? Você tá escutando, esse teu escutar pode trazer outros benefícios para o teu lar, porque vai mudando a tua psicosfera. Isso vai ajudando a mudar a psicosfera do teu lar. Me perguntaram assim: "Qual o benefício de uma semana espírita?" Ou foi um repórter de uma TV local da cidade? Eu falei: "Olha, nós espíritas temos muitas atividades de semanas, congressos e acreditamos que ao mesmo tempo que se configura em uma reunião, uma atividade que renova a esperança,
V local da cidade? Eu falei: "Olha, nós espíritas temos muitas atividades de semanas, congressos e acreditamos que ao mesmo tempo que se configura em uma reunião, uma atividade que renova a esperança, uma atividade que acaba sendo um bálsamo para nós, porque estamos envolvidos pelo ambiente bom, nós também acreditamos e temos conhecimento de que atividades como essa ajudam a vizinhança, ajudam o local, mudam a psicosfera do local. Então, mesmo que às vezes não esteja repleto de pessoas, vai ter uma quantidade de ajuda ao redor. Então, é basicamente sobre isso que a Joana tá falando, né? Não torne o teu ambiente doméstico um local, digamos assim, para desabafos eternos, porque, digamos assim, o teu familiar não é um profissional para poder ficar escutando o tempo todo. Também tem que ter caridade para com ouvido do alheio, não tem? Não dá para tornar o teu filho um confidente constante, tá? Dá para tornar tua mãe uma confidente constante. Todo mundo merece um pouco de alívio e dessa forma a nossa casa não merece que nós sejamos sempre aquele assim que recebe, aquele que recebe, aquele que recebe. É óbvio que em algum momento a gente vai precisar receber e existe muita humildade e, portanto, coragem em saber aceitar a ajuda, saber aceitar a oferta, mas também existe muita coragem em vencer esse ciclo de insatisfação, de insatisfação. A nossa casa, ela deve servir realmente como um santuário. Um santuário. A gente precisa entender que a nossa casa é um posto de trabalho. Um posto de trabalho para nós. Não é para os benfeitores usar a nossa casa. Isso pode ser. Mas saindo dessa questão, entrando na nossa questão interna, a nossa casa deve simbolizar um local de reconexão. Então, não é a tua assim que os budistas eles têm um templozinho, né, um altarzinho em casa, onde eles fazem toda uma um culto, inclusive aos porque acreditam também, né, em espíritos de uma forma um pouco diferente, mas acreditam muitas vezes os familiares, espíritos familiares, mas existe um local de um
em toda uma um culto, inclusive aos porque acreditam também, né, em espíritos de uma forma um pouco diferente, mas acreditam muitas vezes os familiares, espíritos familiares, mas existe um local de um culto, né? Nós espíritas não temos assim um local de um culto, mas somos convidados a transformar nossa casa em um local de cultivo de boas emoções, que é esse que a benfeitura tá nos convidando aqui, retornando pro nosso lar, que seja um local de segurança para nós outros. Então, mesmo que nós espíritas não cultivemos essa questão de um altar, nós somos convidados a transformar a nossa casa em um verdadeiro altar. Nessa perspectiva não significa que não vai ter perturbação, briga, não é isso. Seria uma paz, eh, como a minha mãe me dizia, né? Uma paz de mar morto, ou seja, não tem vitalidade nenhuma, não tem nada, mas também é muito, é um mar morto, né? Ou seja, um mar que tem muito sal, portanto não tem vida ali. E aí, não vai ter problema, porque se não tem vida, não vai ter ali agitação. Vida vai ter agitação, entendeu? Agora também sobre, né, essa desculpa de não ser uma página de Mar morto, eu vou lá e tiro tudo a limpo, transformo o evangelho no lar em uma verdadeira salada de confissões. Não é o momento, entendeu? Tudo bem que o evangelho no lar pode servir para um compartilhamento, um desabafo, mas ali uma briga a partir, olha, pega uma mensagem, vem uma mensagem, tô falando isso pros espíritas, tá? pega uma mensagem e a mensagem, tá vendo o que eu falei, direcionei para você? Aí fica aquela confusão. Aí não é o evangelho no lar. Então até o momento que seria o nosso altar, né? A gente não tem um altar físico, mas nós propagamos o culto do evangelho no lar ou a realização do evangelho no lar. O evangelho no lar é praticamente o nosso altar nesse sentido figurado. Até isso a gente transforma em problema, né, em confusão. Então vai ficar difícil conseguir harmonia. Da mesma forma se a gente vai, digamos assim, para uma atividade espírita e aí vai lá e fica só vendo,
isso a gente transforma em problema, né, em confusão. Então vai ficar difícil conseguir harmonia. Da mesma forma se a gente vai, digamos assim, para uma atividade espírita e aí vai lá e fica só vendo, né, se o palestrante falou isso, falou aquilo outro, se falou do meu jeito, se falou daquilo, entendeu? Fica só analisando demais, fica muito racional, rapaz. a pessoa não consegue captar. Eu achei muito interessante, eu estava na Holanda, especificamente em Rotterdam, fazendo um uma foi uma palestra mini seminário, a maior parte de brasileiros, alguns holandeses, que também entendiam português, então foi tudo em português e muitos dos brasileiros já me conheciam eh quer seja pelas atividades da manção do caminho, quer seja aqui pelo, ou seja, as palestras doutrinárias, quer seja aqui pelo Jesus saúde mental. Então é natural que se a pessoa me conhece, ela gaba escutando uma palestra, outra e vai escutando assim histórias que se repetem, né? Eu até fiquei fiquei preocupado uma vez assim com o tio Divaldo. Falei: "Poxa, tio, hoje para fazer palestra é um pouquinho complicado, né? Porque tudo grava, tudo grava, tudo transmite ao vivo, tudo transmite ao vivo, tudo tá registrado. Então eu ficava assim, aí ele falou: "É verdade, meu filho, é muito, mas tem esse desafio a mais, né? É mais difícil ainda, tem esse desafio a mais, porque tudo fica registrado." Então assim, não é nem a questão, ah, o que é que eu vou falar, mas fica registrado porque você falar iso? Não, não é nem a questão de falar coisa errada e não ficar registrado, não é isso. É a questão mesmo das histórias que poxa, sempre tem uma história nova para poder contar e não inventar, né? Porque o é fundamental que enquanto palestran você não fique mentindo, inventando histórias. Se for uma história fábula, aí a gente fala uma alguma coisa assim, contam, é beleza. Agora, uma história real, não tem assim tantas, até porque a gente tem que pedir permissão. Então, foi interessante porque quando acabou a a conferência,
fala uma alguma coisa assim, contam, é beleza. Agora, uma história real, não tem assim tantas, até porque a gente tem que pedir permissão. Então, foi interessante porque quando acabou a a conferência, eu fui escrever nos livros, eh, fui ter aquela interação, né? E aí uma aí as pessoas estavam assim: "Ah, pois é, aí perguntou: "Aquela história foi tão boa, né, que eu escutei e não era da palestra, eu me liguei que não era da palestra". Eu falei: "Foi, você escutou onde?" "Não é porque eu acompanho você lá no Jesus saúde mental". Aí, ah, que legal, que bom. Aí outra falou: "Pois é, eu escutei também essa outra história." Aí eu vi que eu tinha repetido as histórias naquela noite. Aí eu fiquei preocupado. Eita. Então foi, vocês já sabem todas as histórias. Então, foi meu repetitivo hoje, né? Porque curiosamente eu tinha repetido algumas histórias. Aí uma falou assim: "Não, doutor, não fico preocupado, não. É tanto conteúdo e tanta coisa boa que eu não fico l, a gente não guarda tudo não. Então, às vezes, por exemplo, tem uma coisa que o senhor tá falando, aí eu fico naquele momento, a minha cabeça dá uma viajada, não sentido negativo, mas é porque eu vou pensar em outras coisas, vou pensar na minha vida, medito aí, depois volto, aí continuo captando. Ou então existem várias reentranças, né, assim, várias nuances. Tem uma coisa que eu não tinha captado no momento, aí a outra falou uma coisa. Pois é, verdade. Às vezes eu vejo a palestra do Senhor mais de uma vez, porque uma eu capto uma coisa, outra capto depois. Então, aí eu falei assim: "Ufa". Aí ela brincou: "Não, doutor, pode ficar tranquilo, porque é tanto conteúdo legal que não é repetitivo não." Ela me ajudou porque eu tava sempre preocupado e quando elas estavam falando as mesmas histórias. Então, querido, não é pra gente ficar ainda assim analisar todo mundo, né? Digo até assim, por caridade, até como trabalhador espírita, por caridade. Não fica analisando detalhe por detalhe se a chora foi a mesma, se não foi o quê. Fica um negócio tenso,
isar todo mundo, né? Digo até assim, por caridade, até como trabalhador espírita, por caridade. Não fica analisando detalhe por detalhe se a chora foi a mesma, se não foi o quê. Fica um negócio tenso, então fica um negócio desgastante para todo mundo. O objetivo é que a nossa casa espírita seja um lar. Entendeu a metáfora que eu tô dizendo? Se na nossa casa espírita essa tensão, essa vigilância, essa confusão, então não vai ser aquele refúgio, aquele reduto, porque também nós estamos tensionados e não tranquilos como essa jovem que já tinha visto as histórias. Não, doutor, foi totalmente uma abordagem diferente e tal, etc. Entende? Fazermos um espaço, um espaço agradável, um espaço menos tenso, um espaço de menos vigilância em relação ao outro, mas uma vigilância em relação a nós no sentido saudável. Por isso, de retorno ao nosso lar, a sugestão de Joana é muito clara. Tenta deixar os teus problemas fora. Indo para a casa espírita, deixa, tenta deixar teus problemas fora, porque ali é o teu momento de se reconectar. E se você fica só no racional, só nas preocupações, fica aquele azedume e você fica atravessado pelos seus pelo seu próprio azedume e pelas próprias dificuldades. Eu me recordo que quando estava fazendo vestibular paraa medicina, eu havia feito a minha primeira palestra espírita justamente no durante o vestibular. E além da palestra, eu também era monitor do este. Não, não era monitor do ESD, eu fazia ESD, é o estudo sistematizado da doutrina espiritual. Então, de a primeira palestra, né? E naquele momento eu dei uma uma brecada na atividade de evangelizador, né? Pedi para ficar ali afastado um tempo, me substituírem e fazia o ESD, eu como aluno. Então, fiz o ESD como aluno na Federação Espírita Pernambucana e no Nei e depois, como professor, eu fui monitor de ESD, tanto no Nei quanto na Federação Espírita Pernambucana. E eu não deixava aquilo, não sabe por quê? Porque para mim era um momento de pensar em outras coisas, porque eu passava o dia todo estudando para
anto no Nei quanto na Federação Espírita Pernambucana. E eu não deixava aquilo, não sabe por quê? Porque para mim era um momento de pensar em outras coisas, porque eu passava o dia todo estudando para medicina, ou seja, biologia, química, matemática, física. E ali, naquele momento, naquela hora, era o momento de pensar em outras coisas, entendeu? Me desconectar, pensar em outras coisas. Então chegava mais cedo, orava, não era nem aí, não era nem uma palestra espírita, porque era o dia de, digamos assim, da dos estudos da casa, sabe? Então não tinha dia de passe ali, era realmente mais os trabalhadores ou os frequentadores fazendo os estudos. Então, tinha um estudo mediúnico que no ano seguinte eu passei a frequentar e o estudo do ESD que eu estava ali finalizando. Eh, mas o que que eu fazia? Eu aproveitava e recebia um passe espiritual. Como chegava mais cedo, me concentrava, orava, pegava uma leitura, recebia um passe espiritual. Então, é óbvio que a gente tem as conversava com comungava, mas tinha um momento meio de reflexão pessoal, entendeu? Porque eu sabia que para mim era muito importante aquele momento de reabastecimento e não deixei, não. Não deixei nunca assim, né? Nunca deixei o trabalho espírita, nunca deixei uma atividade espírita, porque era o meu momento. Eu recebi uma mensagem psicografada uma vez até de uma até de um espírito que eu não conhecia, eh, Blandina Filipine. Tem outro nome, tem outro sobrenome, mas eu tô aqui esquecido agora, mas é Blandina Felipine. Por que me chamou, porque eu tô lembrando dessa mensagem? Porque ela escreveu assim: "O teu dia, o dia que tu estás no trabalho na casa espírita, era o resumo da mensagem é isso. É o teu dia de autocuidado, é o teu dia de conexão com o criador. Alegra-te, portanto, basicamente era essa numa mensagem maior. Eu não conhecia esse espírito, né? Então fiquei assim meio na dúvida, tava no início e também tem uma mente assim às vezes ah racional demais, mas tá bem menos, mas é é característica, né? Pois bem, mas
não conhecia esse espírito, né? Então fiquei assim meio na dúvida, tava no início e também tem uma mente assim às vezes ah racional demais, mas tá bem menos, mas é é característica, né? Pois bem, mas depois eu vi era um espírito que eh ele escreveu com uma beleza tão grande assim, uma coisa meio poética e depois para poder diminuir a minha dúvida, sabe? Anos depois, eu, já agora mais confiante, já mais sabendo como é que era o fenômeno mediúnico, veu um uma um benfeitor que não identifiquei qual qual foi, mas me falou: "Pega esse livro, Caravana da Fraternidade". Leopoldo Machado. Leopoldo Machado. Ele fez uma caravana junto com vários outros ao longo do Brasil e passou lá em Recife. E ele registrou tudo, né? E lá em Recife ele passou pelo Investigadores da Luz com tem lá a citação da Elizabeth Dantas Cavalcante, a dona Niná, eh, que até já citei algumas vezes aqui, porque o contato espiritual que tenho com ela, mas tinha também essa Bandina Filipine, né, e era uma oradora espírita de primeira na sua época. Ela falava muito bem. E eu vi lá a o elogio de Leopoldo Machado e falando como se fosse um rinol, né? Ela falava tão belo assim que parecia um rinol cantando. Aí olha só que coisa, né? Então ela veio e escreveu realmente de forma muito poética, muito bonita, assim falando do teu dia. Esse é o teu dia. Então a esse momento é teu, entendeu? a tua casa é tua. Ou seja, não deixe que os perturbados entrem na tua casa através do teu pensamento, através do teu resmungo, através das tuas reclamações, porque isso aí você tá dando espaço para os perturbados entrarem a partir da ideastia que você fica fazendo o tempo todo. É natural que você vai poder desabafar, não é para ficar essa coisa tensa, evoluídamente tenso, não é isso não. Mas o tempo todo, essa é a questão, entendeu? Então vai ter momento do desabafo, tal, mas o desabafo que no evangelho, no lar, em todo local, aí você tá dando espaço, não é paraa perturbação espiritual, só é pra perturbação idelástica da pessoa que
tão vai ter momento do desabafo, tal, mas o desabafo que no evangelho, no lar, em todo local, aí você tá dando espaço, não é paraa perturbação espiritual, só é pra perturbação idelástica da pessoa que você tá tirando o teu juízo, né, que tá tirando a tua paciência. Seja inteligente, não dê espaço para isso, não. Da mesma forma, não deixe que a pessoa tire o teu dia. Eu não deixo que um comentário, né, que que gere uma perturbação tire o meu direito de trabalhar. Porque eu perguntei uma vez pro Edivaldo quando vi um comentário perturbado, teleguiado pelas trevas, revestido de uma amizade, mas praticamente para eu parar como se eu tivesse muito perturbado. Eu não tava perturbado, eu sabia, via, né? Então, mas foi tão impactante porque eu não tava esperando, a família não tava esperando, que minha mãe resolveu mandar pro Divaldo uma pergunta. Ele falou assim: "O Léo está indo bem, ele tem o direito de servir". Achei fantástico isso, o direito de servir. Então é o direito teu, é o teu dia, é o teu lar conquistado com muito suó, com o direito. Não deixe a perturbação fazer morada. Ela entra, mas sai. Não vai ficar fazendo morada. Porque o altar que nós espíritas temos não é um altar específico da na casa, mas é a própria casa em si. O altar do espírita é o evangelho no lar. Não deixe que esse dia se transforme em um momento de perturbação constante. Não deixe que o teu trabalho se transforme em perturbação constante. Continua. Faz a tua parte. Entrega-te a Deus que o resto virá. É entregando, portanto, a nossa casa mental, a nossa casa espírita e a nossa casa privada. nosso lar, um altar a Deus que nós queremos, Senhor, lembrando desse espírito espírita, dessa trabalhadora Blandina Felipine, que nos recordou, nos lembrou que o trabalho no bem, o dia do trabalho do bem, é o nosso dia. Que nós possamos guardar essa certeza nos nossos corações. É o nosso dia. E como rinol que ela foi, possamos também cantar as alegrias de ter a oportunidade de ter um dia, ter um lar, ter uma casa, ter um
nós possamos guardar essa certeza nos nossos corações. É o nosso dia. E como rinol que ela foi, possamos também cantar as alegrias de ter a oportunidade de ter um dia, ter um lar, ter uma casa, ter um espaço de reconexão contigo. Muito obrigado, Senhor. Deixa o toque do teu amor em todas as casas que se abrem hoje, agora para o nosso programa, para que elas possam ficar em paz, apesar das dificuldades. Que assim seja.
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