#129 • Jesus e Saúde Mental • Episódios Diários - Coerência e firmeza

Mansão do Caminho 17/06/2025 (há 9 meses) 27:07 2,825 visualizações 558 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de » Episódio 129 - Jesus e Saúde Mental - Episódios Diários - Coerência e firmeza #jesus #saúdemental #joannadeângelis #episódiosdiários #coerência #firmeza

Transcrição

Muito bem, sejam todos bem-vindos para mais um episódio de Jesus e saúde mental. Hoje abrindo mais uma vez o livro Episódios Diários da nossa benfeitora Joana de Angeles, pelas mãos de Edivaldo Franco. E como temos feito nos últimos tempos, gostaria de convidá-lo, convidá-la a fechar um pouco os olhos para podermos juntos pensarmos em Deus através da oração. e agradecermos a dádiva da vida que se desdobra nos seus desafios, mas também com as suas oportunidades. Agradecermos a dádiva da vida que se nos apresenta cheia de obstáculos, mas também com setas que iluminam os nossos caminhos. É pensando, Senhor, não só nos obstáculos, não só nos desafios, mas pensando também na coerência que a firmeza do teu amor nos convida a ser. Que nós te pedimos. amplia sempre a nossa percepção, a nossa capacidade de interpretação para podermos entender os sinais que o vosso amor nos dirige para entendermos esse tempo, esse momento oportuno que se apresenta, não quando nós desejamos, mas sim quando a vossa previdência nos convida. E é por isso que nós te pedimos, fica conosco ou que nós possamos estar um pouco mais em ti nesses momentos dos episódios diários em nossas vidas. Que assim seja. Muito bem, queremos hoje ler a mensagem 38 deste livro. A mensagem 38 é intitulada Coerência e Firmeza. Comporta-te com a mesma firmeza e dignidade quando a sóis ou na multidão, no lar ou fora dele. O homem de bem é sempre o mesmo, não possuindo duas faces morais. Trabalhando-te interiormente, fixarás os ideais de enobrecimento nos atos que se exteriorizarão sempre iguais nas mais variadas situações. O homem consciente das suas responsabilidades tem uma só conduta, seja na vida privada ou na pública, caracterizando-se pela retidão que lhe expressa a grandeza do ideal esposado. Se adquires o hábito da dissimulação, em breve derraparás na hipocrisia e na pusilanimidade, exercitando-te na concentração dos pensamentos superiores, eles fluirão pelos teus atos no lar, no serviço e nas horas de recreio. O lar é a sociedade

eve derraparás na hipocrisia e na pusilanimidade, exercitando-te na concentração dos pensamentos superiores, eles fluirão pelos teus atos no lar, no serviço e nas horas de recreio. O lar é a sociedade miniaturizada nas fronteiras domésticas. Aí se forjam os valores indispensáveis para o crescimento intelecto, moral do indivíduo, preparando-o para o mundo. Ela faz aquela breve pausa e complementa. Se refratário a lisonja, prefere uma verdade ácida a uma mentira adocicada. O lisongeador é desonesto com aquele quem elogia. Interrompe-lhe a insinuação perturbadora. que te atribui valores que não possues. Se então coerente em todos os atos, não amparando o vício, nem passando o recibo em favor da fraude, das posturas reprocháveis. Talvez não mudes o mundo. Se no entanto, se no entanto, te tornares melhor, o mundo se terá renovado com disposições superiores para o fanal da fraternidade e da paz. Muito bonito a ideia, muito bonita a ideia de podermos junto com a nossa coerência manter uma firmeza. No final das contas, coerência é um tipo de coragem dentro da chamada psicologia positiva. Uma psicologia que estuda as virtudes humanas e tenta traçar estratégias para que as pessoas possam treinar também essas virtudes. Ela desdobra as virtudes em forças. É como se a virtude fosse a a grande característica, né? E essa virtude se dedobra em algumas faces. Então, ela tem a coragem, tem a sabedoria prática, tem a transcendência, tem algumas virtudes. A virtude coragem, ela se desdobra em quatro forças. É como se a coragem tivesse quatro faces, né? E uma das faces é justamente a integridade, que significa coerência. Integridade não tem a ver só com a questão moral, mas também tem a ver com a questão moral. no sentido que envolve o meu ato. O meu ato do ponto de vista de comportamento na sociedade. E esse comportamento na sociedade, ele deve estar em coerência, ele deve estar integrado, ou seja, deve ser um ato integral, inteiro. Se eu faço um ato visível de uma forma e quando estou nos

ciedade. E esse comportamento na sociedade, ele deve estar em coerência, ele deve estar integrado, ou seja, deve ser um ato integral, inteiro. Se eu faço um ato visível de uma forma e quando estou nos bastidores eu faço outro, eu estou sendo incoerente. Então não estou sendo integrado, eu não estou sendo inteiro, eu estou sendo em partes. Numa parte eu uso uma máscara, nos bastidores eu uso outra. É óbvio que nós temos papéis sociais, é óbvio que nós temos funções sociais. E nessas funções sociais, como muito bem coloca Axov no seu animismo e espiritismo, nós temos as personas, que é personalidade, como muito bem coloca e desdobra. Gustavo Jong, muito depois sobre a personalidade. Personalidade vem de persona. Persona são as máscaras gregas que os atores usavam. Então, existe uma máscara que significa o quê? uma persona que eu estou tendo. No final das contas, se eu for ampliar a minha visão numa visão espiritista, incluindo uma visão da psicologia espírita de Joana de Angeles, eu vou entender que cada existência que eu tenho, eu tenho uma formação de uma personalidade. A formação da personalidade diz respeito a uma existência. Então, é uma máscara que eu tenho em tal de existência, porque tem uma cultura, tem um nome e dentro dessa mesma existência eu tenho funções sociais diferentes. Então, é natural isso. É natural, por exemplo, que vou dar um exemplo, eu, né, enquanto alguém que divulga a doutrina espírita, agora, por exemplo, tô usando eh aqui a rede social para poder através da TV Mansão do Caminho, divulgar uma mensagem que eu acredito. Essa mensagem que eu acredito é tão importante para mim que eu não me sinto assim à vontade para usar uma camisa regata, né, aquela camisa simples, né, sem uma manga, como eu uso, por exemplo, quando tô dentro de casa lendo esse mesmo livro quando acordo. É o mesmo livro, é o mesmo Leonardo, é a mesma personalidade. Agora, visivelmente eu tô sendo gravado e tô sendo também eh convocado a falar sobre doutrina espírita. Eu não acho

o livro quando acordo. É o mesmo livro, é o mesmo Leonardo, é a mesma personalidade. Agora, visivelmente eu tô sendo gravado e tô sendo também eh convocado a falar sobre doutrina espírita. Eu não acho adequado estar com a camisa regata aqui, entende? Não significa que eu seja incoerente, porque eu estou com a camisa regata na minha casa lendo esse livro. Eu não preciso usar um blazer, uma blusa arrumada para ler o livro, para tocar no livro em casa, porque aí seria talvez o excesso de puritanismo. É tão sagrado que eu não toco nunca, não é isso, mas é uma coerência, uma coerência que envolve uma firmeza. No final das contas, é o que Joana de Angeles coloca, comporta-se com a mesma firmeza e dignidade quando a sós ou na multidão, no lar ou fora dele. Então, muito embora seja natural que nós tenhamos personas diferentes em locais diferentes, a partir das funções sociais que eu tenho, que você tem, que nós temos, muito embora seja natural que nós tenhamos personas diferentes ao longo das nossas existências, países diferentes, épocas diferentes, é importante que essa diferença não seja tão abismal e tão abissal assim, que sejam duas pessoas completamente distintas, sejam apenas reflexos diferentes, mas que tragam uma imagem de inteireza, sejam funções sociais diferentes. Não posso não posso eh me confundir que a título de coerência eu seja autêntico demais a ponto de, por exemplo, eu estar como pai e aí vou desabafar todas as minhas angústias com meu filho, falar porque aí eu tô sendo coerente, não, não, eu estou sendo impulsivo. Eu estou sendo, é, não continente. Eu tô ali como pai do meu filho. Ele não pode, por mais que ele seja, digamos assim, maduro, eu não posso usá-lo como um terapeuta meu. Eu não posso usá-lo como um médium que vai ajudar-me, especialmente se for uma criança pequena ou se for um adolescente, se for maior, a gente vai começando a poder abrir um pouco mais a nossa intimidade. E aí o filho vai dizer: "Mas papai, mas mamãe, eu não sabia dessas angústias,

ança pequena ou se for um adolescente, se for maior, a gente vai começando a poder abrir um pouco mais a nossa intimidade. E aí o filho vai dizer: "Mas papai, mas mamãe, eu não sabia dessas angústias, dessas dores que você vivia, porque não era para saber naquele momento antes. E isso não é, digamos, incoerência, não é falsidade, ao contrário, é uma coerência de entender o papel. Então, a título de ser autêntico, não sejamos também, digamos assim, levianos com a verdade. A verdade é uma coisa que precisa ser falada aos poucos, quando a pessoa vai percebendo a realidade que se impõe. Então, não é isso que Joana de Joana de Angeles está dizendo. um no sentido de saber dessas diferenças de papel, mas não ser dois totalmente diferentes, que seja assim uma característica contrária, absurdamente contrária uma da outra. E ela vai colocar o seguinte, que eu queria destacar também da mensagem: o lar é a sociedade em miniatura nas fronteiras domésticas. De fato, de fato, eh, como disse uma palestra que me lembra, era bastante jovem, vi essa palestra do Raul Teixeira sobre família, ele falava assim: "A família é um cadinho". Ou seja, um cadinho significa aquele espaço do laboratório, aquele instrumento de laboratório em que a gente vai aprender a conviver. E, de fato, a gente encontra dentro do seu familiar as os mesmos dilemas que a gente vai encontrar fora da nossa casa. sendo que quanto maior a família, eu digo assim, né, quanto mais contato tem, porque uma coisa aquela aquela família nuclear e às vezes eh você só tem contato com aquela família nuclear. Eh, mas quando você começa a ter muito contato com todo mundo assim, né? Aí vem primo, vem tia, eh vem os avôs, as avós, vem os eh os primos, os ados, aí vem, digamos assim, o esposo ou a esposa do tio, da tia, enfim, começa a ver os chamados agregados, seja, a família é muito grande. Olha, quanto maior a família, mais maior a confusão. Quanto maior a família, pior o atrito. Não tem como, faz parte, entendeu? Então, naturalmente,

chamados agregados, seja, a família é muito grande. Olha, quanto maior a família, mais maior a confusão. Quanto maior a família, pior o atrito. Não tem como, faz parte, entendeu? Então, naturalmente, a gente vai ver isso aqui ainda mais verdadeiro, se a gente tá falando de uma fam, uma família muito grande, que é um reflexo total da sociedade. E é isso, é muito interessante, necessário a gente entender, não como uma visão meio pessimista, mas é fulano, é da minha família, é sangue do meu sangue, mas é isso mesmo, entendeu? É isso que acontece. Até porque sangue do sangue não significa que seja o mesmo, que seja a mesma coisa. Especialmente se a gente entende que temos os laços espirituais. E esses laços espirituais eles não são só assim harmônicos, eles são eh de afinidade, né? Mas afinidade não significa harmonia. Uma afinidade simpática tem muito mais fácil harmonia, mas uma afinidade antipática dificilmente vai ter uma harmonia fácil. A não ser que eu, sabendo dessa afinidade antipática, use de instrumentos como renúncia, como silêncio, né, como perdão, essas coisas todas. Aí vai ficar um pouco mais harmônico, porque eu estou cedendo nessa antipatia para que essa antipatia se transforme em uma afinidade simpática. Então, o lar de fato é essa sociedade miniaturizada nas fronteiras do doméstico, sendo que quanto maior, né, o lar, digamos assim, quanto maior os laços que a gente tá mantendo no dia a dia, mais fácil vai ser encontrar esse desafio. Isso não quer dizer, isso não quer dizer que a solução de seja assim, romper os laços de família. Eita! Se a família é maior, se o contato é maior, pior ainda. Então, vou ficar com pouca pessoa em contato. Não é bem assim. Porque se eu também não tenho os contatos, o vínculo social, eu também não tenho aprendizado, entendeu? Eu fico muito isolado. E digamos assim, ter uma vida eh evoluída, isolado é uma coisa, ter uma vida evoluída na na junção das pessoas é mais difícil. Por isso que dentro da visão espírita, e acho interessante

muito isolado. E digamos assim, ter uma vida eh evoluída, isolado é uma coisa, ter uma vida evoluída na na junção das pessoas é mais difícil. Por isso que dentro da visão espírita, e acho interessante que a própria Joana de Angeles coloca isso muitas vezes na série psicológica através do Divaldo Franco, ela vai nos dizer várias vezes assim que a a a solução espírita não é o isolamento social, não é uma vida, digamos assim, em eh em um monastério isolado, não é uma vida em comunidade. E é muito interessante, seria assim, o asceticismo, não é bem o caminho. Ela fala de uma solitude. Curiosamente, antes desse tema, solitude, tá muito em voga, se você for ler a série psicológica de Joana, tenha sempre o o cuidado de ver o ano em que ela psicografou, porque muitas vezes o ano que ela psicografa, ela traz um tema que é, digamos, anterior às coisas que vão acontecer. Aí a gente vê hoje, lê hoje a obra e pá, mas eh é óbvio isso. Não, não. Ela tá antecipando. Tenha cuidado de ver assim o ano que ela escreveu que muitas vezes ela antecipa. Então, esse tema da solitude, da solidão, que ficou muito em voga, por exemplo, na pandemia, essa palavra que nunca às vezes muitas pessoas nem tinham escutado solitude, seria uma uma sensação, um um estar sozinho, mas sem estar solitário, né? sem estar esvaziado, ela fala já antes da pandemia acontecer, porque a gente tava isolado, ou seja, sozinho fisicamente, mas não precisava estar isolado emocionalmente. Então, a solitude tem esse aspecto saudável. Então, ela vai falar em várias mensagens assim no livro da psicologia dela, a psicologia espírita que ela traduz, é que não é bem a solução, entendeu? Então a solução não é romper os laços de família e ficar isolado para poder evoluir, não é bem essa solução espírita. E é interessante entender o espíritos que o espírito que escreve isso, né? É um espírito que, como muito bem nos disse o Divaldo Franco, né? Já teve a experiência eh de convento, de dirigir conventos em outras existências, ou seja, teve experiências, digamos

screve isso, né? É um espírito que, como muito bem nos disse o Divaldo Franco, né? Já teve a experiência eh de convento, de dirigir conventos em outras existências, ou seja, teve experiências, digamos assim, num certo isolamento, né? Mas não era isolamento total, era uma comunidade que ela havia criado. Curiosamente, quando ela reencarna na Bahia, como a irmã Angélica, o Divaldo me falou assim que o convento que ela veio dirigir era também uma experiência prática em saúde mental, porque a experiência de dirigir conventos, ela já tinha tido, né, essa experiência, digamos, cristã, eh, católica, ela já tinha tido outras existências. Mas é porque aquele momento especificamente existiam muitas mulheres que tinham que estavam lá que não tinham vocação religiosa e eram colocadas, digamos assim, como uma certa forma de esconder da família. Eu não tinha vocação, então tinha muita repressão. Toda vez que tem muita repressão, existe muito adoecimento. Então, adoecimento psíquico, psiquiátrico, especialmente quadros de histeria, mas também obsessões, eh, em que havia uma série de assédios espirituais. Então ali foi uma experiência prática em saúde mental, nos diz ele, ou seja, nos diz ela através dele em uma conversa que também não é privada, porque ele já deve ter contado, já vi contando essa história em outras situações, mas eu digo porque foi uma conversa em que ela nos narra falando sobre o centro de saúde mental aqui da mansão do caminho. essa experiência prática. E eu acho interessante isso, a humildade, porque vejo um espírito como ela já assim muito evoluído na época que ela reencarnou aqui na Bahia como eh irmã Angélica, já muito evoluída, né? E mesmo assim a humildade de passar pela experiência prática, ela que já vem se dedicando à questão da psicologia, a questão das ciências psíquicas, né? A questão, portanto, da psiquiatria, ela já vinha eh no mundo espiritual todo esse preparo, toda essa ótica do evangelho, não só o aspecto teológico, mas sobretudo o aspecto psicológico, mas ela

, né? A questão, portanto, da psiquiatria, ela já vinha eh no mundo espiritual todo esse preparo, toda essa ótica do evangelho, não só o aspecto teológico, mas sobretudo o aspecto psicológico, mas ela humildemente vai reencarna para ter uma experiência prática no corpo. Então, veja que coisa. Se fosse a solução se isolar, ela estaria lá, digamos, isolada no mundo espiritual, aprendendo as coisas, né? Mas ela vem pro mundo físico, né? dá a ajuda dela, mas não só a ajuda dela para aquelas e pessoas que lá estavam, mas também para ela ter uma experiência. Eu acho isso fantástico, que vem justamente responder e isso que a gente tá colocando aqui, né? Então, nessa perspectiva, é melhor uma verdade ácida do que uma mentira adocicada. É melhor uma verdade ácida a uma mentira adocicada. Isso mais uma vez não quer dizer que ela esteja convidando para nós sermos ácidos na verdade que passamos a título de ser autêntico. Ah, mas ele precisa escutar a verdade. Mas será que você é a boca que precisa falar a verdade? E como é a verdade que você fala? Como é a verdade que você fala? O que ela tá dizendo é que nós que estivermos escutando as coisas que nos dizem, realmente é muito melhor que venha uma verdade ácida da vida do que uma lisonge assim adocicada. Quem disse isso também? Santo Agostinho. Agostinho no livro dos espíritos, comentando a questão 919 sobre o autoconhecimento, ele vai dizer assim: "Faz o que eu fazia". E Agostinho é famoso na sua reencarnação porque escreve as confissões que eram realmente um confissionário. Então ele fez isso mesmo, sabe? Ele fez uma conversão antes de se tornar cristão, ele era adepto do maniqueísmo. E então ele sai do maniqueísmo e vai pro cristianismo e se converte. você tem ali nas confissões dele um uma abertura autêntica, porque verdadeira, honesta da alma dele. Ele vai então no livro dos espíritos falar: "Fazi o que eu fazia toda noite pensa na tua vida, no teu dia. E quando for amanhã você tenta repetir as coisas boas, o que for ruim,

honesta da alma dele. Ele vai então no livro dos espíritos falar: "Fazi o que eu fazia toda noite pensa na tua vida, no teu dia. E quando for amanhã você tenta repetir as coisas boas, o que for ruim, você tenta corrigir. Mas além disso, observa o outro, porque às vezes a gente não consegue enxergar a própria vida, mas olhando a vida do outro a gente aprende. Não é para ficar falando, né, fofocando, não é isso. É observar a vida do outro para aprender com os acertos e os erros dos outros. Sabedoria também vem não só com aprendizado pessoal da minha experiência pessoal, mas quando eu olho pro outro e aprendo também com o outro na vida dele, né? Com a vida dele. Isso é um pouco de sabedoria. Mas ele eh fala o seguinte, pede a opinião, né, de uma pessoa que você que gosta de você, que você gosta. Ou seja, não seja assim isolado, convive, porque só dá para saber a opinião se você tá convivendo com o outro. E ele vai para um outro ponto que tem a ver com isso, que Joana de Angeles termina a mensagem dela, coerência e firmeza. não negligencia a opinião do inimigo, daquele suposto inimigo. Porque às vezes o amigo, eu digo assim, tem papa na língua e não fala muitas coisas, porque ele, né, amigo, ele sabe das nossas eh vaidades, das nossas fragilidades, dos nossos milinhos. Ele não vai falar assim porque ele gosta, tal. O inimigo não. O inimigo fala sem papa na língua, né? Joga papa na sua cara. E é interessante às vezes pensar assim, mas será que tem algum fundo de razão? Será que tem algum fundo de verdade? Bem, se tiver um fundo de verdade, eu posso mudar. É isso que ela tá dizendo, uma verdade ácida. O outro tá errado porque tá jogando ácido na cara do outro, então vai responder também, né? Porém, se veio o ácido, vamos tentar entender, digerir na intimidade essa verdade difícil. E é o que Agostinho fala no livro dos espíritos, não negligenciar a opinião de uma pessoa inimiga. Ah, essa familiar, né, essa mãe, uma obsessora encarnada. Pode ser. Acontece, né? Acontece felizmente ou infelizmente.

ho fala no livro dos espíritos, não negligenciar a opinião de uma pessoa inimiga. Ah, essa familiar, né, essa mãe, uma obsessora encarnada. Pode ser. Acontece, né? Acontece felizmente ou infelizmente. Escuta então o que que essa obsessora encarnada tá dizendo, porque ela pode estar falando coisas que são úteis, né? Ah, mas fulano é um obsessor encarnado. Escuta de vez em quando. É que você vai dar vazão assim, ficar submisso, mas na tua intimidade, contigo mesmo, escuta, pensa se tem algum fundo de verdade. Se tiver, vai na entranha do teu ser e tenta modificar. É isso que a Joana de tá dizendo. É isso que a Agostinho de Pona tá dizendo no nosso livro dos espíritos. E é com essa perspectiva que nós finalizamos o nosso encontro de hoje, pedindo a Deus mais uma vez em oração para que nós possamos caminhar pela estrada da vida com segurança, com firmeza, com coerência, sem para com isso, Senhor da existência, das existências, sem para com isso nos tornarmos uma pessoa ácida para com os outros, mas nos tornarmos uma pessoa corajosa para podermos ser íntegros, inteiros, autênticos no sentido profundo do termo, sem nos tornarmos egoístas, sem nos tornarmos violentos, sem nos tornarmos, portanto, ácido para com os outros. nos ajuda a adocicar o nosso coração e ao mesmo tempo perceber as verdades da vida, agradecendo a ti por teros enviado essa verdade através da vida, mesmo que de uma maneira difícil, mas na intimidade que nós possamos absorvê-la e quissá mudar um pouco a nossa trajetória. Muito obrigado, Senhor da vida, por tudo. Portanto, não só pelas facilidades, mas também pelos desafios que nos ensinam de uma maneira difícil, mas de uma maneira muito profunda, o caminho a seguir. Abençoa todos nós hoje e sempre que assim seja.

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