Propósito de Vida e Saúde Emocional - Leonardo Machado

Mansão do Caminho 13/04/2025 (há 11 meses) 1:05:25 21,993 visualizações 3,156 curtidas

Momentos Evangélicos com Leonardo Machado Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #propósitodevida #saúdeemocional

Transcrição

Boa noite. Boa noite. Que nós possamos estar em paz nesses instantes e quem sabe renovar as nossas energias pensando em em aspectos crísticos para nossa vida. Uma parte de mim é solidão, outra parte estranheza e multidão. Uma parte de mim é todo mundo, outra parte é ninguém. Fundo sem fundo. Uma parte de mim almoça e janta, outra parte se espanta. Uma parte de mim é permanente, outra parte se sabe de repente. Uma parte de mim é só vertigem, outra parte é linguagem. Uma parte de mim pesa, pondera, outra parte delira. Uma parte de mim, vai dizendo o poeta Ferreira Gular, finalizando esses versos, dizendo que traduzir uma parte na outra parte é uma questão de vida ou morte. E pergunta ao poeta: "Será arte? Será arte?" A poesia nos fala muito bem das chamadas ambivalências. ambivalência é quando nós temos duas forças opostas, duas forças que se contrapõem e, portanto, geram algum tipo de atrito, algum tipo de choque, algum tipo, portanto, de angústia. ambivalência do ponto de vista psicológico, do ponto de vista de saúde emocional, do ponto de vista de saúde mental, são essas forças que se contradizem dentro de nós. E por isso o poeta Ferreira Gulá, escrevendo sobre traduzir-se, que é o nome da poesia, consegue colocar muito bem em palavras essas duas tendências. Uma parte de mim, ela almoça, ela janta, ou seja, ela faz as coisas do cotidiano, enquanto outra parte se espanta, porque ele próprio, ele estava espantado quando ele escreveu poesia, porque ele estava saindo do trabalho no almoço, indo almoçar, angustiado com as suas dores. Certamente as dores de um pai que tinha dois filhos com esquizofrenia, dois filhos com esquizofrenia grave, esquizofrenia a ponto de ter que ficar internado e se sentindo, portanto, como ele fala, um lixo. Mas ao mesmo tempo encontra pessoas que conheciam a sua poesia e falam: "Mas poeta a sua poesia nos encanta". Então, uma parte de mim almoça e janta, faz a coisa corriqueira do dia a dia, outra parte se espanta. "Quem sou eu?", pergunta o poeta. Sou aquele que

ia e falam: "Mas poeta a sua poesia nos encanta". Então, uma parte de mim almoça e janta, faz a coisa corriqueira do dia a dia, outra parte se espanta. "Quem sou eu?", pergunta o poeta. Sou aquele que se acha uma pessoa sem valor ou sou aquele que se percebe no olhar do outro, que se espanta ao me encontrar e se encanta com com a minha poesia. Uma parte de mim é permanente, outra parte, porém, se sabe de repente. Essa é uma fala muito interessante, porque nós temos conceitos, nós temos autoconceitos, conceitos sobre nós mesmos, conceitos sobre a vida, conceitos sobre a existência. No entanto, muitas coisas nós aprendemos e dev e deve ser assim. De repente temos um insight, temos então uma sensação de despertamento interior que nos leva a um novo patamar de entendimento. E esse novo patamar de entendimento nos leva a algum tipo de consequência em saúde emocional, em saúde mental. É por isso que pensando sobre as ambivalências da vida, um psiquiatra, né, no mundo espiritual me escreveu sobre essa ambivalência, falando sobre essa necessidade de tradução de uma parte na outra parte com o nome de integração. É preciso que nós nos integremos, sejamos o que Joana deângeles propõe, um homem integral, um homem que está integrado, um homem que consegue integrar as suas partes e ser, na figura proposta pelo Evangelho Segundo o Espiritismo, um homem de bem. Não é ainda um homem totalmente realizado, portanto totalmente evoluído, mas é aquele homem, aquele ser humano que conseguindo juntar os conceitos que tem sobre si, conseguindo juntar os conceitos que tem sobre a vida, consegue integrar as suas partes e não ficar uma pessoa tão fragmentada, tão dissociada, tão ambivalente. Nessa perspectiva, propõe o psiquiatra que a ambivalência é algo muito percebido e até, de certa forma, enaltecido pelas várias psicologias do mundo, pela própria psiquiatria. Porque nós, quando nos deparamos com o ser humano que procura ajuda em um nível de saúde mental, em um nível de saúde emocional, geralmente ele

s várias psicologias do mundo, pela própria psiquiatria. Porque nós, quando nos deparamos com o ser humano que procura ajuda em um nível de saúde mental, em um nível de saúde emocional, geralmente ele procura não para um autodesenvolvimento, não para um autoencontro, para um conhecimento de si mesmo mais genérico. Geralmente ele faz esse movimento porque ele está com algum tipo de angústia e essa angústia vem como uma consequência das ambivalências que ele está vivenciando. Uma parte dele quer fazer algo e outra parte não quer. Uma parte dele precisa decidir e escolher algo. Fazer escolhas. É uma grande ambivalência da vida. Por quê? Ao escolhermos algo, nós precisamos abrir mão de um passado. Quando escolhemos algo para o nosso futuro, nós precisamos abrir mão de alguma coisa que ficou e que vai ficar no nosso passado. Nesse sentido, nessa fragmentação, nós temos estudado o ser humano a partir das psicologias convencionais. E é muito comum que só estudemos as ambivalências no sentido de dizer assim: "É isso mesmo, vamos aceitar as ambivalências da vida". E de fato é importante aceitar as ambivalências da vida, aceitar as contradições da vida, aceitar os paradoxos da existência, aceitar os próprios paradoxos internos. Quem coloca muito bem isso é o próprio Paulo de Tarso, quando percebendo aquilo que ele queria ser, ele percebe aquilo que ele ainda não é percebe de uma forma muito clara e nos coloca num viés psicológico quando vai dizer assim: "Aquilo que eu quero fazer eu não consigo, mas aquilo que eu não quero eu vou lá e faço, mostrando essa ambivalência. Uma parte quer para um lado, outra parte quer ir para outra. de uma forma poética ou de uma forma evangélica. A realidade é que todos nós temos essas ambivalências porque faz parte do nosso nível evolutivo, faz parte do nosso grau de percepção. Por isso que é importante a poesia do Ferreira Gular ao dizer que uma parte de mim é permanente. Ou seja, nós temos conceitos que aprendemos na cultura, que aprendemos nas religiões,

rau de percepção. Por isso que é importante a poesia do Ferreira Gular ao dizer que uma parte de mim é permanente. Ou seja, nós temos conceitos que aprendemos na cultura, que aprendemos nas religiões, que aprendemos nos livros, mas o principal conceito, ele precisa ser aprendido na vida. aquela vivência que nos traz um insight e aquela sensação de que agora sim eu consigo entender porque agora eu experienciei, eu vivenciei. Estar aberto ao insight, estar aberto ao despertamento é algo profundamente importante para podermos traduzir as nossas ambivalências em alguma sensação de maior congruência. As ambivalências agora se transformam mais em congruências e conseguimos ser um pouco mais coerentes, apesar das nossas ambivalências, até o momento em que estaremos mais plenos, mais realizados e aí sim as ambivalências serão mais uma coisa histórica do que uma coisa notória do nosso dia a dia. Essa talvez seja a grande diferença de propostas psicológicas e propostas evangélicas espíritas que nos falam evangélicas no sentido do evangelho, como Paulo de Tasso, espíritas no sentido das obras de Joana, no sentido das obras de Kardec, no sentido das obras de Leão Denê, que nos falam de alguma de algum patamar posterior que nós temos de atingir e que nós poderemos atingir. Então, é como que sim, as psicologias estão corretas, as artes estão corretas, quando elas percebem essas ambivalências e se nutrem dessas ambivalências humanas. E a arte, muito bem dita por Ferra Gulá, é uma maneira de, em se nutrindo da ambivalência humana, fazer com que o ser humano sobreviva. Traduzir uma parte na outra parte é uma questão de vida ou morte. Porque de fato, se a gente não consegue fazer um diálogo esses essas duas partes, nós ficamos extremamente fragmentados e aí ficamos realmente no nível de adoecimento que nos paralisa, porque a mente, por exemplo, fica tão acelerada de ruminações, de preocupações, que eu fico fragmentado entre o que eu estou agora aqui nesse momento e a preocupação tão intensa com

que nos paralisa, porque a mente, por exemplo, fica tão acelerada de ruminações, de preocupações, que eu fico fragmentado entre o que eu estou agora aqui nesse momento e a preocupação tão intensa com amanhã. São duas duas partes de mim que não conseguem dialogar e aí eu fico paralisado. Ou então na ansiedade patológica ou então eu fico com tantas memórias dentro de mim do passado, ruminando a culpa, ruminando a angústia, ruminando a tristeza, que eu estou aqui nesse momento, mas a minha cabeça está em outra parte. Então, traduzir essa outra parte do passado nessa parte de agora que estamos vivenciando é necessário para podermos ter algum nível de conforto, algum nível de alívio. Por isso que me propôs o psiquiatra que Jesus nos fala: "Vinde a mim todos vós que estais aflitos, sobrecarregados". Ele então entende que essa aflição, esse estar sobrecarregado é uma questão da nossa vida, é uma questão da nossa perspectiva humana, mas também há um entendimento de que não é só olhando essa ambivalência, essa angústia, esses opostos desintegrados, que iremos encontrar, digamos, uma solução, mesmo que seja temporária, preciso é que olhemos um outro foco. Então ele fala: "Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, eu vos aliviarei". Então ele traz a mensagem de um alívio, a mensagem de um conforto, a perspectiva de que nós temos essa ambivalência que nos sobrecarrega, mas o olhar esperançoso de que ele traz algum tipo delenitivo, algum tipo de remédio que é capaz de traduzir uma parte na outra parte. Vergul pergunta se é uma questão de arte, será arte? Será arte? Mas aqui estamos em um meio espírita e teremos então que nos questionar: será que não é isso que o espiritismo? Será que não é isso que o cristianismo faz em nossas vidas? Traduzir os dois quereres que nós temos dentro de nós. Traduzir as duas partes ou as várias partes que nós temos dentro de nós para nos acalmar. em uma vida um pouco mais aliviada, apesar das angústias do mundo, apesar dos paradoxos. E essa costura, portanto,

uzir as duas partes ou as várias partes que nós temos dentro de nós para nos acalmar. em uma vida um pouco mais aliviada, apesar das angústias do mundo, apesar dos paradoxos. E essa costura, portanto, feita pela doutrina espírita, vale a pena ser lembrada no dia de hoje com o nome de propósito de vida. propósito de vida. É essa arte, é essa costura, é esse artesanato que consegue juntar as diversas partes que aparentemente não tem nenhuma beleza, em uma beleza um pouco maior, em um futuro que começa desde já. Esse psiquiatra que estou falando me chamou muita atenção porque a primeira vez que eu tive certeza que ele estava me ajudando foi quando eu estava aqui na Bahia na cidade de Barreiras. Barreiras, não é isso? Barreiras. Fazendo uma palestra em uma semana espírita e terminei a palestra e foi uma palestra diferente, um pouco mais enfática assim, falou até mais sobre Paulo de Tassço e etc. E quando eu voltei pro hotel, eu senti a clara presença desse psiquiatra já desencarnado, que foi professor, que podemos chamar de loureiro, com pseudônimo, porque a família ainda é encarnada. Então, o pseudônimo Loureiro nos dá muito bem o que nós desejamos pensar sobre o que o que se apresenta na fala dele. Então, eu já tinha tido contato com ele porque tinha tido algumas experiências, mas não tinha certeza se era ou não. Até que ele vai mais enfático e fala assim: "Olha, mande uma mensagem para o seu amigo médium baiano que eu vou apresentar-me para ele para que você confie mais. Nós precisamos que você confie mais. E na na altura, eu geralmente mesmo nos dias atuais, eu não costumo ficar perguntando e as pessoas são de prova, não fico assim o tempo todo, mas ainda naquele momento. Mas foi tão enfático e o espírito, né? E eu também não queria ficar preocupado se eu tava escutando vozes, né, ou se era espírito. Então também teve um qu de eh perguntar um diagnóstico. E eu mandei então e-mail pro Divaldo, que seria o meu amigo médio baiano. E mas eu mandei assim, bem, se eu pergunto a cena que eu

era espírito. Então também teve um qu de eh perguntar um diagnóstico. E eu mandei então e-mail pro Divaldo, que seria o meu amigo médio baiano. E mas eu mandei assim, bem, se eu pergunto a cena que eu senti, pode ser que ele se influencie e aí ele pode dar uma resposta positiva ou negativa, eu vou ficar um tanto quanto desconfiado. Então vou mandar um e-mail mais genérico. falou assim: "Divaldo, tem um psiquiatra tal, né? Ele já é falecido, ele era muito de tal religião, praticante dessa religião, não era espírita". E assim, se o senhor tiver algum contato, alguma notícia sobre ele e senhor puder me dizer, eu aceito. Foi assim que eu perguntei no e-mail. Ele demorou um pouco mais do que ele demora habitualmente. A a demorava a me responder. Demorou uma semana e ele então me responde: "Meu filho, veja a resposta direta, assertiva. Confirmo a sua percepção, porque quem me confirmou foi o próprio espírito de escol. Ele chamou assim, um espírito de escol se apareceu para mim e disse que você precisa confiar mais. Então veja o outro tipo de confirmação, né? Porque eu não falei para Odivaldo o que é que tem sido o contato. Você precisa confiar mais. Peça a intuição para ele, ele vai lhe ajudar, ele lhe ajuda nessa existência. Então, a partir dali, eu comecei a estabelecer um contato com esse psiquiatra em vários momentos, por exemplo, curiosamente, às vezes dando aula na faculdade de medicina, eu transformei a sala de aula numa espécie de terapia, algumas aulas, não todas, mas algumas aulas. E às vezes era notório perceber-me envolvido como se tivesse nenhuma palestra espírita envolvido. E a gente viu o aluno percebendo, muitos chegava assim: "Professor, hoje parecia uma hoje foi uma terapia". Teve uma turma que foi tão curiosa porque a turma começou falando tranquilo, daqui a pouco tava todo mundo chorando. A aula deveria ser de 1 hora30, foi de 2 horas, né? E no final das contas eu fui para a ninfa dessa turma e essa aula ficou marcada na cabeça deles como uma costura que

pouco tava todo mundo chorando. A aula deveria ser de 1 hora30, foi de 2 horas, né? E no final das contas eu fui para a ninfa dessa turma e essa aula ficou marcada na cabeça deles como uma costura que traduziu terapeuticamente uma parte na outra parte. Porque esse psiquiatra ele tinha essa visão pioneira. ele juntou em vida, né, antes mesmo, na década de 50, quando os remédios da psiquiatria começavam a surgir, ele juntou eh a psicoterapia de forma muito mais de forma muito assim maestral mesmo, com maestria na psiquiatria. E por exemplo, ele tendo muita fé, uma vez um paciente falou para ele assim: "Doutor, eu não, eu sou muito de tal religião, eu só acredito na oração, eu não vou tomar esse remédio". E aí ele então teve aquela criatividade, aquele insight e falou assim: "Meu filho, faça assim, você toma o remédio com a água benta". E aí ele então aceitou o paciente. Pronto, doutor, que ótimo. Você faz as duas coisas, esses insites assim que não tem livro, que a gente tem que aprender na criatividade da vida do dia a dia. Então ele escrevendo sobre ambivalência, escrevendo sobre confiança, vai então nos falar dessa tradução que a gente precisa fazer nessa integração das partes. Mas eu achei curioso porque eu comecei a percebê-lo em ambientes espíritas, escrevendo mensagens espíritas e para que meu pelo meu contato, ele era de outra religião. E para minha surpresa, quando ele estava ainda encarnado, ele começou a estudar parapsicologia, começou a se interessar em parapsicologia e começou a ler, por exemplo, inclusive, não só a parapsicologia geral, mas começou a ler um livro de um padre francês, salvo engano, que disse assim: "Os mortos falam". E nesse livro, quando ele leu, ele então começou a a acreditar na possibilidade da comunicação entre os desencarnados e os encarnados. E isso já em vida de uma família muito abastada, financeiramente falando, era uma pessoa bastante simples na sua vida e dedicava parte da sua trajetória, mesmo que não precisasse mais, a estudar. Ele então

o já em vida de uma família muito abastada, financeiramente falando, era uma pessoa bastante simples na sua vida e dedicava parte da sua trajetória, mesmo que não precisasse mais, a estudar. Ele então todos os dias deixava lá toda semana dois dias na biblioteca enorme que ele que ele tinha para poder estudar e se e atualizando. E os últimos livros que ele estava lendo enquanto encarnado eram justamente livros de parapsicologia e de comunicação com o mundo espiritual. Começando a perceber essa possibilidade quando vem uma morte inesperada. Ele é ainda muito jovem, né, do ponto de vista de como na idade que se morre nos dias atuais. E quando chega no mundo espiritual, chega numa condição muito boa, porque na época dele, né, é muito difícil para uma pessoa da psiquiatria, né, dentro das áreas da medicina, curiosamente falando, aquela área que é mais ateia, não é, por exemplo, cardiologia, não, não é nefrologia, em geral são os psiquiatras. Os psiqui, eu falo como psiquiatra, estando no meio dos psiquiatras, eles tendem a desconsiderar. Eles até consideram que é importante a fé dos outros, mas quase nenhum ou poucos têm fé mais profunda. E esse psiquiatra tinha uma fé tão profunda que quando dava a hora, por exemplo, do da reunião eh religiosa que eu frequentava, mesmo que ele tivesse em uma reunião, ele avisava pras pessoas: "Olha, de tal hora eu tenho que sair porque tem tal eh atividade religiosa". e saía para poder frequentar e criei uma família na qual tive a oportunidade de conhecer eh bastante profíqua, amadurecida. Curiosamente as filhas hoje quase todas são espíritas, né? Esse pai que desencarna muito bem, vivendo uma vida com autenticidade. E por que tô falando dele? por causa do propósito. Lógico que aqui estamos falando do propósito que o espiritismo pode nos apresentar, mas o propósito de vida é algo maior que norteia a nossa vida, independente de ser um propósito espírita ou de tal religião. Porque às vezes acontece de o espírito ir tendo contato com outros

esentar, mas o propósito de vida é algo maior que norteia a nossa vida, independente de ser um propósito espírita ou de tal religião. Porque às vezes acontece de o espírito ir tendo contato com outros outros conceitos e ampliando a sua visão, como é o caso do Loureiro, como o caso desse psiquiatra, ampliando a visão e agora participando de reunião mediúnica, trazendo outras visões que claramente foram visões que foram sendo ampliadas, apreidas. Eu tive a oportunidade de ganhar livros que foram da biblioteca dele enquanto encarnado. Então, veja que coisa fantástica é esse espiritismo, né? Que coisa fantástica você ter contato, né, com o espírito, ter comprovações do que que não é, digamos assim, né, um tipo de voz esquizofrênica, bipolar, é uma coisa mediúnica. e você ter contato com os livros. e de dois livros, né, que me chamaram atenção. Um foi justamente do Victor Frankel e por isso que pedi para falar sobre propósito de vida, porque Víctor Frankel foi um psiquiatra suíço, um psiquiatra vienense, na verdade, perdão, um psiquiatra psicanalista que pôde fazer uma nova força em Viena, da uma nova escola, nova força, porque enquanto psicanalista, antes mesmo da Segunda Guerra Mundial, o Víctor Frankel Ele já trazia a visão de que as pessoas estavam sem um sentido. Talvez vivendo o período entre guerras, ele percebeu esse vazio existencial. Mas o Victor Frankel, ele era judeu e certamente tinha visão de como uma ideia de Deus pode mobilizar forças dentro de nós. Então, um livro que eu ganhei da biblioteca desse psiquiatra é O Deus inconsciente em espanhol, inclusive, porque curiosamente eu tive contato recentemente com a, não sabia, né? Mas eu fui fazer uma palestra em inglês num congresso mundial de psiquiatria no México e teve que ser em inglês, né? Eu não sou fluente em inglês, eu entendo, né? Falo, mas para fazer uma palestra de 35 minutos e depois pergunta e resposta, eu tava morrendo de medo porque eu saí aqui da mansão. Graças a Deus que foi aqui da mansão, né? Que eu saí para ver se já

Falo, mas para fazer uma palestra de 35 minutos e depois pergunta e resposta, eu tava morrendo de medo porque eu saí aqui da mansão. Graças a Deus que foi aqui da mansão, né? Que eu saí para ver se já tinha iluminação interior, né? Para ir lá pro México. Mas lá no México foi assim, falar em inglês e falar em espanhol, porque também é no México, né? e as pessoas que eu pude ajudar para conhecer lá a cidade da Joana de Angeles, eram pessoas com que espíritas, então foi quase uma palestra espírita para elas especificamente. E me surpreendi, né, como eu consegui falar eh no tempo e eu senti a presença desse espírito claramente. Tanto que eu falo assim para Paola: "Ó, vai ser boa". Quando eu acordo assim e falo vai ser boa porque alguma coisa vai acontecer porque eu sinto. E de fato eu perguntei pro presidente da da associação, porque não não é um público fraterno, entende como vocês são, né? Caridosos, não são, não é um público assim, é um público acadêmico, né? do lado de um de um do ex-presidente da Associação Americana de Psiquiatria. Então, realmente, nas orações, como eu já sabia que ele me inspirava, eu apelei para ele, Galdino, por favor, Loureiro, me ajude, né? Me inspire, me dê uma uma chance, né? E eu senti a linguagem e perguntei para o para o presidente assim: "Olha, como é que vai ser na pergunta se eu travar? Porque eu não sou fluente no inglês?" Ele não, meu filho, não se preocupe não, que aqui ninguém é fluente, né, em inglês, todo mundo vai conseguir entender. Mas saiu assim, perguntas difíceis, porque são perguntas de medicina, perguntas assim que os alunos fazem. Na minha língua fluente já é difícil responder, eu já tenho dificuldade de responder porque são perguntas que aparentemente são simples, né, e que no final das contas são bem complexas. Estava ele lá e aí eu soube pela família dele que ele era fluente espanhol. se correspondia com o grande psiquiatra Lopes Ibor. Estudou inclusive no serviço de psiquiatria da Espanha desse psiquiatra Lopes Ibor, né? Também

soube pela família dele que ele era fluente espanhol. se correspondia com o grande psiquiatra Lopes Ibor. Estudou inclusive no serviço de psiquiatria da Espanha desse psiquiatra Lopes Ibor, né? Também era fluente, falava eh inglês, né? Estudou alemão, como eu também estudei um pouco de alemão nessa vida. Então, é muito curioso perceber as coisas para além do cérebro, esses mecanismos paranormais que nosso cérebro tem e que às vezes a gente nem se deixa penetrar porque nós estamos muito concretos, ficamos muito firmes nossos pensamentos concretos e não estamos abertos a um novo para podermos despertar a consciência para uma paranormalidade e para uma mediunidade, temos que diminuir um pouco pouco o nosso grau de racionalidade. Não é que nós vamos ficar irracionais, mas diminuir um pouco o nosso grau de controle racional e nos investir de confiança. Confiança é a harmonia entre a ciência, né, entre a razão e a fé. A confiança nos me disse nessa nessas palestras que tive fazendo recentemente, né? A fé é uma ciência porque traz a consciência uma convicção. Achei fantástica a frase, porque de fato é assim. A fé é também um tipo de ciência na perspectiva que traz a nossa consciência um outro tipo de cognição que nós podemos chamar de convicção. Não se trata mais de uma narrativa conceitual que nós temos, que nós podemos mudar, mas se trata de uma convicção que junta a razão com fé, a convicção que é algo mais próximo do que Allan Kardec propunha, uma fé raciocinada, não uma racionalização da fé, não a razão em detrimento da fé, porque a fé é quem nos traz uma confiança. Porque mesmo quando o estatístico faz a sua probabilidade, não é uma certeza, é algum tipo de convicção. Eu estou convicto na probabilidade de acontecer. Então eu lanço mão da razão, concreto para alguma coisa que eu sei de repente, para alguma coisa que é inesperado. E esse inesperado é fundamental. propósito de vida. Portanto, diria Víctor Frankel, é aquela força conceitual que nos coloca na vida como um papel. Mas para que essa

ara alguma coisa que é inesperado. E esse inesperado é fundamental. propósito de vida. Portanto, diria Víctor Frankel, é aquela força conceitual que nos coloca na vida como um papel. Mas para que essa força conceitual que nos coloca na vida com um papel tenha uma resistência às aos aos comos da vida, é importante que ela seja uma força que modifique. E aí vem as características do propósito de vida. Primeiro ponto, para que um propósito de vida nos leve a uma saúde mental, a uma saúde emocional e nos leve mais ainda a um patamar no mundo espiritual como esse psiquiatra está por conta da sua vida, da sua existência, que juntou uma parte na outra parte. É preciso que o propósito não seja muito autocentrado. Grande parte das vezes, qualquer tipo de mídia social, você vai ver as pessoas falando sobre propósito de vida, mas geralmente o propósito de vida é muito autocentrado. Então quando um propósito de vida é autocentrado, ele não leva à felicidade, ele leva ao egoísmo. Porque eu faço tudo independente do que vá proporcionar para as pessoas para atingir os meus objetivos. E quando eu faço tudo, independente do que vai eh ser proporcionado para os outros para atingir o meu objetivo, eu estou me distanciando desse conceito emocional de saúde dentro de mim. propósito da vida. Portanto, na numa perspectiva de Víctor Franco, ele não pode ser autocentrado, ao contrário, ele tem que ser autotranscendente. Veja que diferenta, autocentrado me leva a um egoísmo. Autotranscendência me leva a uma percepção de mim, mas me leva também à perspectiva, a uma visão de que eu estou conectado num todo, portanto eu estou transcendendo a mim. Fazer algo por mim é fazer algo por você. Nesse sentido, eu estou transcendendo aos limites do meu eu. E essa forma de um propósito de vida autotranscendente é uma característica que nos, digamos assim, nos protege de um propósito de vida egoísta. Quando a gente pode ampliar ainda mais, percece percebemos que se o propósito de vida forranscendente, não só na conexão

cterística que nos, digamos assim, nos protege de um propósito de vida egoísta. Quando a gente pode ampliar ainda mais, percece percebemos que se o propósito de vida forranscendente, não só na conexão social que promove, mas também na conexão com o divino, aí nós temos um nível ainda maior, um nível ainda de maior amplitude do nosso propósito de vida, de mais firmeza. Porque percebamos, se um propósito de vida ele é muito baseado num auto centramento, se minha vida está um caos, é como se eu também tivesse que necessariamente estar um caos. Ao mesmo tempo, como era só centrado em mim, os outros vão fazer de tudo para poder me atingir negativamente. Porque é curioso que e relacionar-se um com o outro é assim, é bom, mas também é ruim. E é ruim e é bom. Porque é difícil a relação humana, porque nós temos uma coisa chamada empatia. Se a nossa relação fosse só por compaixão, seria algo interessante. Mas veja que compaixão, ela é uma força que aciona em nós uma atitude para ajudar. Agora, compaixão, eu mobilizo uma força para ajudar o outro, ou seja, mobiliza um entendimento e uma vontade de ser útil, mas é para ajudar. Então, o outro precisa estar passando pelo sofrimento. Então, se eu precisasse ali da compaixão, na verdade é como se o outro precisasse também sofrer. E aí vem a empatia, que é um outro lado da compaixão, mas é um lado que tem o lado A e o lado B. A empatia, ela pode ser bastante útil para complementar, né, como se a empatia fosse assim, eh, estivesse na base da compaixão. A empatia, a capacidade de entender o outro, a capacidade de se colocar no lugar do outro, mas a empatia pode ser neutra. Eu entendo outro, eu até me coloco no lugar do outro, mas não me desrespeito, eu fico indiferente. Então, a empatia não leva necessariamente uma atitude de mudança. Então, ela, por isso que a compaixão é mais forte, ela leva a uma atitude de ajuda, de mudar o mundo. Ela é fruto do amor. Tudo bem? Mas a empatia ela tá na base porque ela não tá ligada só ao sofrimento, ela tá ligado à empatia de

aixão é mais forte, ela leva a uma atitude de ajuda, de mudar o mundo. Ela é fruto do amor. Tudo bem? Mas a empatia ela tá na base porque ela não tá ligada só ao sofrimento, ela tá ligado à empatia de entender o sucesso do outro, entender a alegria do outro, de sentir alegria pelo sucesso do outro, de sentir alegria pelas coisas boas que acontecem com o outro. Aí a gente começa a ver como é um pouco difícil, porque é um pouco mais fácil sentir dó, compaixão do sofrimento alheio do que alegria pelo sucesso alheio. Porque o sucesso alheio gera um pouquinho assim uma sensação de uma coisa que ninguém tem, mas existe no mundo. Mas ninguém tem, mas existe no mundo, que é uma coisa chamada inveja. Ela existe aqui, mas tá fora de todo mundo. Ninguém tem inveja pelo sofrimento alheio. A não ser que seja uma pessoa masoquista muito pelo sofrimento alheio, não, mas pela alegria do outro nós ficamos com inveja. Por isso que eu brinco assim, brincando com o Paulo, falei: "Até bom acontecer uma tragédiazinha na vida, porque a gente se protege, né, da Eu me lembro que até pouco tempo um amigo falou assim: "Mas a tua vida é muito perfeita, né? e que às vezes ele fica feliz por mim, que bom que não aconteceu nenhuma tragédia, você viu o ar assim doido para que acontecesse. E quando as coisas ruins acontecem, dá um alívo, protege. Então, a estratégia pra gente poder assim ficar tranquilo quando tiver um sofrimento, pelo menos você vai se proteger da inveja alheia, porque você também vai ser desgraçado que nem todo mundo. Então, a compaixão vai nos ajudar a perceber que todos nós estamos no mesmo barco. Mas é interessante então que esse propósito autocentrado, como eu também só tô pensando em mim, naturalmente eu vou criar muito mais inimigos, porque naturalmente é difícil sentir alegria pelo sucesso alheio. E se esse sucesso é baseado em tirar o tapete do outro, um propósito auto centrado, egoísta, não é estratégico, não é inteligente, porque você vai girar muitas pessoas às vezes

ia pelo sucesso alheio. E se esse sucesso é baseado em tirar o tapete do outro, um propósito auto centrado, egoísta, não é estratégico, não é inteligente, porque você vai girar muitas pessoas às vezes que são assim bajuladoras, mas que são as primeiras a saírem quando a tragédia na tua vida acontece, porque elas estavam bajulando para poder serem parasitas do sucesso que você estava tendo. não são pessoas que compartilham com você. Então vem essa ideia mais inteligente do ponto de vista de evolução espiritual de ser uma um propósito auto transcendente, um propósito em que me conecte com o outro, em que os outros também possam crescer junto comigo, porque eu vou crescendo junto com eles. Isso vai dando uma proteção. E se esse propósito for conectado a uma visão do todo, isso mobiliza uma força muito maior. Porque às vezes na tragédia, mesmo que seja um propósito que conecte os outros, é muito difícil entendermos o conceito de resignação, vamos supor assim, um um propósito espiritual espírita. Quando acontece um adoecimento e acontece, portanto, um sofrimento físico, a gente fica meio sem entender, porque no íntimo a gente queria um propósito mais linear, mais simples, menos paradoxal. A gente queria assim que se eu fizesse tudo certo, eu então evoluísse prossamente. Então essa ideia da prosperidade cresce, incluindo no movimento espírita uma prosperidade que é material e uma prosperidade que não é só material financeiramente falando, mas é assim uma ideia de invulnerabilidade, como se eu estiver, digamos, bem espiritualmente eu não tiver tenho doença nenhuma. como que a doença externa fosse necessariamente uma tradução, né, de uma perturbação interna do hoje, quando na realidade nós esquecemos que na visão espírita nós temos uma visão complexa, porque nós temos a visão de reencarnação, nós temos a visão da lei de causa e efeito e temos a visão, como muito bem posta no início da da palestra de hoje pelo Mário, dos testemunhos, que são as provas, são os testes que nós

de reencarnação, nós temos a visão da lei de causa e efeito e temos a visão, como muito bem posta no início da da palestra de hoje pelo Mário, dos testemunhos, que são as provas, são os testes que nós Eh, às vezes, às vezes aqueles que já conseguiram chegar em um patamar t a oportunidade e saírem mais vitoriosos. Então, é uma visão muito mais complexa do que uma visão da prosperidade, como nós a entendemos no coloquial. Porque a prosperidade que a doutrina espírita propõe é uma prosperidade espiritual. Portanto, é uma prosperidade que pode acontecer em um corpo que está adoecido. Portanto, uma prosperidade espiritual que não está acontecendo numa prosperidade material, porque o corpo tá adoecido, tá carcomido por a doença. Então, numa visão tradicional, linear, não faria sentido. Mas a visão espírita, porque é uma visão autorranscendente, é um propósito autotranscendente que nos conecta ao Criador, ela nos dá essas visões paradoxais, porque Jesus foi quem falou isso. Tende confiança, eu venci o mundo. Como eu venci o mundo se ele estava crucificado? Como é que ele podia ser vitorioso? Só se ele tivesse falando de uma prosperidade espiritual, de uma vitória espiritual, de uma glória dos sacrifícios, a glória que os sacrifícios trazem para a nossa vida. E esses sacrifícios, portanto, nos colocam um paradoxo. Agora, é um paradoxo não mais ambivalente, é um paradoxo que nos traz uma convergência, nos traz uma tranquilidade, porque nós saímos da ambivalência, das angústias e entramos na resignação. Entramos na paciência. A paciência é uma virtude paradoxal, porque ela é mais necessária justamente quando as coisas estão um caos. Quando as coisas estão boas, a gente precisa de outras virtudes. Aproveitar o momento, sentir o momento, se congratular. A paciência, ela tem toda a sua força dentro de nós, justamente para organizar a nossa cabeça diante do caos que é a existência às vezes. Então, esses paradoxos já não são mais ambivalências de angústia, são paradoxos que alinham e

força dentro de nós, justamente para organizar a nossa cabeça diante do caos que é a existência às vezes. Então, esses paradoxos já não são mais ambivalências de angústia, são paradoxos que alinham e trazem alívio profundo para a nossa alma. doutrina espírita não é uma uma visão que vem trazer um alívio apenas para o corpo. Ela possibilita sim agradecermos a medicina, agradecermos a psicologia, agradecermos a fisioterapia, as diversas áreas de saúde, quando nos proporciona um alívio para o corpo mais doutrina espírita, ela se preocupa sobretudo com o alívio da alma, com a cura da alma. Portanto, é a tradução mais profunda de uma parte na outra parte que às vezes nos leva a um paradoxo, porque o propósito de vida não é autocentrado, não é egoísta, não pensa só em si, em uma prosperidade material, mas pensa em uma prosperidade espiritual. é uma um propósito autotranscendente que fez com que Víctor Frano, ele próprio no campo de concentração, percebesse as angústias das pessoas, porque como psiquiatra as pessoas o procuravam, e ele percebesse que muitas pessoas cometiam suicídio. E ele então viu, por que eu não cometo suicídio? Por que outras pessoas não cometem suicídio? E essas pessoas então tinham um propósito. Essas pessoas queriam louvar a força de Deus. Essas pessoas queriam reencontrar os familiares. Ele próprio queria terminar o livro que ele estava escrevendo sobre sentido de vida, que ele comece a escrever antes, mas continua escrevendo, vivendo a sua vida no campo de concentração e sobrevivendo ao campo de concentração, funda uma nova visão de terapia chamada logoterapia, a terapia do logós, a terapia do sentido ou análise existencial, colocando que o fundamental é encontrarmos um propósito, um sentido existencial que não seja autocentrado, mas autotranscendente. Dessa forma, por não ser um sentido autocentrado, é um sentido que se muda. Porque quando eu era mais jovem, eu pensava de uma forma naturalmente. Agora eu preciso pensar de outra maneira. Quando eu chegar numa idade

não ser um sentido autocentrado, é um sentido que se muda. Porque quando eu era mais jovem, eu pensava de uma forma naturalmente. Agora eu preciso pensar de outra maneira. Quando eu chegar numa idade maior, eu precisarei pensar de outra maneira. As coisas têm que ir se adaptando, como disse Paulo de Tarso, quando eu era menino, eu pensava como menino. Agora eu vejo em parte, eu vejo como que no espelho, mas então eu verei face a face. Quando nós vamos crescendo do ponto de vista sobretudo espiritual, é necessário que nós mudemos a nossa visão, como colocou um benfeitor, mudar os óculos da vida. Eu tive um sonho tão bonito, tão profundo, tão real, né, com com o espírito. E ele então me dizia assim, eu não entendia o que que ele falava, mas ficava a imagem. É preciso, meu filho, mudar a lente da vida. Olhe quantas coisas existem para fazer. Deixe o passado se desvincule, mudar a lente. Quando a gente vai ampliando a nossa visão, o nosso leque de atuação, nós precisamos, porque não dá na memória guardar tantas coisas na cabeça. Naturalmente você tem que tirar alguma coisa do armário mental para acaber algo novo no armário mental. Então, os propósitos eles vão se adaptando, eles vão se ampliando, portanto eles não são estáticos. Agora, ao se adaptarem, ao não serem estáticos, isso não significa que eles não sejam assim mais profundos. Por serem transcendentes, aqueles que nos ajudam a manter a vida, eles precisam ter uma visão que não é assim, temporária demais, porque a coisa temporária demais é objetivo. Objetivo tal, objetivo Y. é importante, mas um propósito que Víctor Franco vai chamar de suprasentido. Ele falava inicialmente dos sentidos mais temporários da vida, mas no final ele vai falar muito sobre o suprasentido, que é esse aqui que eu estou colocando, o sentido autranscendente. Nós que somos espíritas, simpatizantes, espiritualistas como um todo, nós temos uma, como se diz no nosso Brasil, a faca e o queijo na mão para podermos fazer um bom banquete na nossa existência, mudar

ós que somos espíritas, simpatizantes, espiritualistas como um todo, nós temos uma, como se diz no nosso Brasil, a faca e o queijo na mão para podermos fazer um bom banquete na nossa existência, mudar a nossa existência, transformar com uma prosperidade não mais material e uma prosperidade espiritual. E aí eu me lembro daquela senhora. Eu estive em Mossoró a primeira vez há uns 13 anos, se não me engano, 13 a 15 anos. E me chamou atenção o trabalho social daquele centro espírita, porque naquele centro espírita há uma escola de excelência na comunidade de Mossoró, interior do Rio Grande do Norte. Eu pedi a permissão para contar a história deles. E o que me chamou atenção é que os fundadores, eles começaram, não os fundadores, os principais mantenedores, o centro espírita já existia, mas os principais assim transformadores começaram de uma maneira muito curiosa no espiritismo, porque ela era extremamente católica e ele estava passando por um adoecimento psiquiátrico de depressão junto com o alcoolismo. Então, de um alcoolismo grave, né, uma dependência química grave, de ter ficado internado. E ele conheceu o espiritismo e ele acreditou assim: "Olha, isso vai me ajudar". E procurou ajuda no centro espírita. Mas não só aquela desobsessão externa que tira obsessor, mas aquela desobsessão interna que muda a autoobsessão, que muda a autovisão e transforma a pessoa. Então ele começou a se tornar espírita, começou a trabalhar e ela viu a mudança porque ele já conseguia não mais beber, tinha ali uma vampirização, né? Tinha um processo obsessivo externo de fato que dificultava. Mas ele começou a não beber mais, não ficou mais internado. E aí ela ficou no dilema porque ou eu fico no espiritismo, porque ela era muito católica, e eu tô vendo o espiritismo ajudando minha família, né, ou eu fico no catolicismo. E ela foi perguntar pro padre e falou assim: "Ô padre, o que é que eu faço?" Veja que situação difícil pro padre, né? O que é que eu faço? Eu tô vendo aqui minha família tão bem, meu

o no catolicismo. E ela foi perguntar pro padre e falou assim: "Ô padre, o que é que eu faço?" Veja que situação difícil pro padre, né? O que é que eu faço? Eu tô vendo aqui minha família tão bem, meu marido tá curado do alcoolismo, não tá mais internado, ele tá feliz, mas eu achava até então que espiritismo era coisa ruim, né? E aí ela falou, falou e o padre com a sabedoria bem nordestina falou assim: "Minha filha, vá para lá para segurar casamento a gente faz qualquer coisa". Eu achei assim uma coisa fantástica. Ele não disse, ele não, ele não falou que tava certo, tava errado. Ele falou: "Minha filha, vá para onde tá lhe ajudando". Então ela se tornou espírita, convicta, presidente do centro, ele de um ex-dependente químico, presidente da instituição. Ampliaram então a instituição espírita, fizeram uma escola que existe até hoje de respeito na em Mossoró. E quando eu estive lá, então eles me disseram: "Agora a gente tá ampliando essa parte aqui de trás, a gente conseguiu uma doação e vai fazer um trabalho para os idosos, centros de treinamento. E na pandemia, enquanto quase todo o centro foi diminuindo, não só o centro espírita, as religiões, esse centro cresceu. O trabalho social, a ideia de um propósito autocendente que muda a vida das pessoas fez com que eles se mantivessem. E 10 anos depois eu visitei já depois da pandemia, acho que foi ano passado, e me e vi a força do espiritismo. família, uma neta, um neto tinha cometido suicídio e a mãe lá firme, firme e forte, apesar da dor interna, por uma visão de transitoriedade, e aquele ex-dependente químico virou, né, já desencarnado, um benfeitor. E várias pessoas me falaram: "Olha, ele foi o meu benfeitor encarnado. Ele foi meu benfeitor encarnado, porque ele estava lá no centro espírita não só estudando, ajudando, transformando radicalmente a sua vida, radicalmente a sua vida, mas também literalmente construiu, ajudou a construir fisicamente a escola. Então, pegou, como a gente fala, da charru e da ferramenta, literalmente falando, e

nte a sua vida, radicalmente a sua vida, mas também literalmente construiu, ajudou a construir fisicamente a escola. Então, pegou, como a gente fala, da charru e da ferramenta, literalmente falando, e dedicou a sua vida a uma causa autanscendente. Ajudou a si mesmo, a procura inicial foi autocentrada, vencer um vício, vencer uma doença e depois vencer a si mesmo e essa vitória sobre si mesmo, se conectando às pessoas. Mas aquele outro senhor que também se mudou paraa frente da Federação Espírita Pernambucana, morava lá perto, presidente anos da Federação Espírita Pernambucana, o senor Homes Venzi e quando eu conheci não sabia o trabalho que ele teve. E também falando para parabenizar, para estimular que nós possamos ter exemplos concretos na nossa vida, no nosso no nosso lado, de pessoas que pegando um propósito, conseguiram transformar a si mesmos, traduzindo essas partes ambivalentes em um encontro mais profundo de alívio. Então, me pediram para ajudá-lo. Eu estava como diretor da federação porque tava substituindo uma amiga que tava afastada, eu era da equipe dela, então fiquei como diretor interino quase um ano e meio na parte de comunicação, já era psiquiatra e me pediram porque ele estava com quadro demencial, né? Desencarnou com quadro demencial e disseram que ele estava agitado, precisava de um psiquiatra. Então eu fui lá de forma voluntária como um trabalhador espírita, ia pro centro, ia paraa federação, fazia meu trabalho, atravessava a rua e ia na casa dele. E a primeira vez que eu fui, então eu senti uma energia tão boa, sabe? Que eu fiquei até muito emocionado. Voltei e a minha mãe médium me abraçou e sentiu uma emoção. Não falei para ela e ela falou: "Meu filho, eu tô sentindo uma energia tão boa. Você tava onde?" Eu falei: "Eu tava aqui na Federação Espírita". Ela não, mas não é daqui não. É alguma coisa diferente que eu queria ver se ela tinha captado mesmo alguma coisa. Ela falou: "Não é daqui." É uma energia diferente que eu tô sentindo. Eu falei: "Pois é,

a não, mas não é daqui não. É alguma coisa diferente que eu queria ver se ela tinha captado mesmo alguma coisa. Ela falou: "Não é daqui." É uma energia diferente que eu tô sentindo. Eu falei: "Pois é, mãe. Eu fui atender esse senhor. Ele foi presidente daqui. Eu não sei muito a história dele, mas eu me senti bem desde que eu saí de lá. Eu acho que ele tem algum tipo de mérito. Vamos ver como é que vai ser o desfecho, né? mas que algum tipo de mérito, alguma ajuda espiritual, porque eu senti que tinham espíritos protegendo o ambiente para que os obsessores, os perseguidores não atuassem num corpo debilitado de forma tão fácil como acontece. E depois, depois eu vi monomino de Miranda trazendo no livro Transtornos Psiquiátricos e Obsessivos. Foi um livro que o próprio Divaldo me mandou e tem lá esse relato semelhante do que eu encontrei na casa do seu Homes Vitense. Ficou super bem, uma dose baixa de medicação, desencarnou e eu acompanhei ele até o final da desencarnação. Mas o que chamou atenção foi que eu fui conhecendo pessoas que me diziam assim: "Olha, eu me tornei espírita por causa do seu homens. Olha, eu conheci e mudei a minha vida por causa do seu homens. Um em outro país me disse assim: "Minha esposa estava num processo obsessivo, ela era casado com uma pernambucana. Então ele procurou todas as ajudas, não conseguiu. E um domingo de manhã a federação estava aberta. Na verdade não tava aberta, não tinha nenhum tipo de trabalho, mas seu Homes ia lá pra federação, abria a federação e ficava como se fosse, alguém me disse, um porteiro de Deus, recebendo as pessoas no atendimento fraterno individualizado, nas dores que fossem precisas e muitas vidas ele ajudou. Então, não só usou o cargo, como a usou-se do encargo para poder trabalhar internamente. Eu conversei com o Divaldo sobre a situação e ele me falou: "Ele está muito bem no mundo espiritual, porque tudo que a gente faz de um propósito autocendente vai limpando o nosso psiquismo, apesar das dores." Veja que

o Divaldo sobre a situação e ele me falou: "Ele está muito bem no mundo espiritual, porque tudo que a gente faz de um propósito autocendente vai limpando o nosso psiquismo, apesar das dores." Veja que foi com Alzheimer. Então, falei aí de dependência química, Alzheimer, mas no final de semana passado, exatamente no sábado, no domingo, estávamos fechando o congresso espírita do da Flórida e tive a oportunidade de reencontrar o amigo Raul Teixeira e agradecer de público pela primeira vez a ajuda, porque quando eu era mais jovem e ele ia para Pernambuco, não tinha tido ainda o AVC, obviamente fazendo as palestras Eu pude, a partir de um amigo chamado Samuel Magalhães, acompanhar o carro, né? Ir no carro ver esse essa pessoa eloquente, né? Que falava e que tinha uma eloquência também de vida. E foi muito bonito, assim, muito bonito, porque já faz 14 anos que o Raul Teixeira teve um AVC trabalhando para causa espírita, estava no no avião, né, entre uma palestra e outra, teve um AVC e até hoje com a sequela e começou a falar devagar e meia hora ali falou e dizia assim, a pergunta da Cristiane Beira foi assim: "O que é misericórdia de Deus?" E ele falou: "Misericórdia de Deus é o AVC. A misericórdia de Deus é o ter a oportunidade de aprender. Porque veja, a minha profissão, eu era professor, era falar. No movimento espírita, o meu trabalho era falar. E agora 14 anos, ele falou assim: "Eu encontro tantas pessoas que não sabem o que é espiritismo e eu tenho que ter paciência porque eu não posso falar com essas pessoas que não conhecem". Então, eu estou aprendendo na prática a paciência, uma um espírito resignado, porque doutrina espírita não é para os momentos só felizes, é também, mas é sobretudo, como a paciência e a resignação, um propósito de vida que nos ajuda nas situações mais difíceis, para que a gente não fique na revolta e entre na humildade. Veja que humildade. um palestrante extraordinário estando ali escutando um outro jovens que tinha uma eloquência muito menor do que a dele e

para que a gente não fique na revolta e entre na humildade. Veja que humildade. um palestrante extraordinário estando ali escutando um outro jovens que tinha uma eloquência muito menor do que a dele e ele podendo aprender na prática. Então, quando eu vejo o nosso tio Divaldo nesses testemunhos, eu me lembro da força do propósito de vida, enraizando no ser uma visão mais profunda, porque a missão não termina aqui na fala, a missão começa no interior. E quando a gente vê o Divaldo, até esses dias, a gente fica se perguntando, ninguém é invulnerável, ninguém está insento das dores da vida. Todos nós podemos e vamos ter os nossos momentos para que esses momentos quando cheguem nós tenhamos ferramentas como ele tem para manter o espírito resignado, o ser resignado, apesar das inconstâncias que um corpo adoecido leva. Eu como psiquiatra vejo essas pessoas logicamente tem altos e baixos porque é o corpo também influenciando. Mas eu como pessoa vejo também a resignação dessas pessoas que são extraordinárias, porque também se valeram de propósitos, de instrumentos que são também fora da ordem comum, que não estão no comum do habitual das leituras que nos propõe, para que a gente possa então ter esse paradoxo chamado paciência, esse paradoxo chamado resignação, que vem de uma consequência de um propósito de vida espírita que nos faz sair de situações difíceis, como aquele presidente benfeitor, que foi um dependente químico, como aquele presidente que foi um porteiro de Deus e pode abrir as portas do coração para poder fazer uma nova evolução, como Raul falando e aprendendo agora no outro tipo de aprendizado mais profundo, como ele próprio expôs em 14 anos. anos ou como o nosso tio Divaldo nos últimos meses de testemunhos atrozes. Ele dizia que testemunho, né, meu filho? Quando vem o testemunho, às vezes é tudo junto nesses testemunhos, porque ninguém está isento de dar a sua cota de contribuição mais profunda para uma ordem universal diferente, uma ordem universal que nos dê um propósito maior e que nos diga

unto nesses testemunhos, porque ninguém está isento de dar a sua cota de contribuição mais profunda para uma ordem universal diferente, uma ordem universal que nos dê um propósito maior e que nos diga assim: "Senhor, eu não entendo tudo do universo. Há tantos mistérios na vida que eu não consigo compreender, mas eu sei, eu tenho convicção que há mistérios peregrinos nos mistérios dos destinos que nos mandam renascer. Da luz do criador nós nascemos, múltiplas vidas vivemos para mesmo a luz volver. E buscamos na humanidade as verdades da verdade, sedentos de paz e de amor. E em meu aos mortos vivos, nós somos míseros cativos da iniquidade e da dor. É a luta eterna e bendita em que o espírito se agita nas tramas da evolução. É a oficina onde a alma presa forja a luz forja a grandeza da sublime perfeição. É a gota d'água que vai caindo no arbusto que vai subindo pleno de seiva e vertô. Ou o fragmento do estrume que se transforma em perfume na corola de uma flor. A própria flor que terna expirando cai no solo e vai fecundando o chão duro que produz. Mas nesse cair, ela deixa um aroma leve nas aragens que passam breves nas madrugadas de luz. É a riorna, o malho, pelas fainas do trabalho, a enchada fazendo o pão. Ou o escopro dos escultores que transformam as pedras em flores, em carraras de eleição. É a própria dor que através dos anos, dos algozes e dos tiranos anjos puríssimos faz, transformando os neros rudes em araltos e virtudes, em mensageiros de paz. Porque tudo evolui, tudo sonha. Na imortal ânsia risonha de mais subir, mais galgar. Porque a vida é luz, a vida é esplendor. Já que Deus é o seu autor, o universo é o seu altar. É por isso que aqui na terra às vezes se acendem radiosos faróis que resplendem dentro das trevas mortais e suas rútilas passagens deixam fugores, deixam imagens em reflexos que são plenais. É o sacrifício do Cristo portentoso, jamais visto no sofrimento da cruz, sintetizando toda piedade e cujo amor a verdade nenhuma pena traduz. É Sócrates

es, deixam imagens em reflexos que são plenais. É o sacrifício do Cristo portentoso, jamais visto no sofrimento da cruz, sintetizando toda piedade e cujo amor a verdade nenhuma pena traduz. É Sócrates com a Sicuta, é César trazendo a luta. Tirânico comquistador. É Anchieta ainda dominando, ensinando os povos daquele momento infelizes. Mas é sobretudo o exemplo de humildade, de extremos caridade do pobrezinho de Assis. Por isso, benditos sejam aqueles que semeiam o bem. Benditos sejam aqueles que ensinam resignação na prática, não só falando, mas vivendo, porque eles também encontrarão a alegria mais profunda, a paz mais perfeita que tanto desejaram, tanto construíram conosco, com você e a paz, porque um dia também, saindo das dores desses testemunhos, estarão tranquilos, altamente tranquilos. Porque entenderão que conseguiram fazer um passo diferente, iluminando tantos passos aqui ao nosso redor, iluminando tanto movimento espírita ao nosso redor. Por isso, bendito sejam aqueles que semeiam o bem, aqueles que semeiam a luz, porque eles também encontrarão a paz que tanto desejam nas sendas da evolução. É por isso que nesses dias difíceis de dores, de melancolia, de saudade, de angústias, de incertezas sobre o futuro do nosso movimento espírita, sobre o futuro da nossa vida, uma excelsa voz ressoa e no universo inteiro consegue ecoar e ecoa dentro de nós e nos diz: "Para a frente caminhai, porque o amor é a luz a que se alcança." Tenemos, portanto, queridos amigos, tenhamos fé. tenhamos um pouco mais de confiança, esperança para o infinito nós possamos marchar. Muita paz para todos nós. Que assim seja. Muito obrigado, Dr. Leonardo Machado, pela palestra da noite. E vamos agora, então, aproveitando esse ambiente tão maravilhoso, ambiente espiritual reinante entre nós, para a aplicação dos passes coletivos. E convido então aos médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores. Senhor e Mestre Jesus, amigo, benfeitor, nosso irmão. Agora, Senhor, estamos

a aplicação dos passes coletivos. E convido então aos médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores. Senhor e Mestre Jesus, amigo, benfeitor, nosso irmão. Agora, Senhor, estamos felizes, muito felizes, porque estamos contigo. O mundo, o mundo está lá fora. Neste momento não faz parte de nós. Estamos num outro reino. O reino que nos apresentastes, o reino dos céus. Ali reina a paz, reina o amor. Estas paredes se expandem como um grande cenáculo em direção ao universo, onde podemos contemplar as estrelas, as galáxias, os bilhões de só. fruto da criação do nosso pai. Nós somos como vós sois o herdeiros deste universo imenso. E a felicidade então nos invade. Não há dor, não há sofrimento, não há vicissitude, não existem calhaus nem pedras. Somente as provas por nós selecionadas e por nós a serem vencidas. Dá-nos, Senhor, a paciência. Dá-nos, Senhor, a resignação. Esculpe a benevolência, a mansuetude e o amor nossos corações. Conduz o nosso pensamento ao nosso irmão Divaldo Franco. nosso reconhecimento, gratidão profunda a Nilson de Sousa Pereira. Colocamos alguns nomes, Senhor, na entrada desse cenáculo. Encarnados, desencarnados, te apresentamos todos eles, para que estendas a vossa misericórdia de acréscimo, um a um, através dos vossos benfeitores. Também a água fluidifica transformando num medicamento para que quando sorvemos possamos sentir os benefícios da saúde física, da saúde emocional e da saúde espiritual. Retornaremos em breve ao lar. Conduz-nos em paz, em segurança e pensando em ti. Vos agradecemos a noite de hoje com a iluminação das nossas consciências, que é a função da doutrina espírita, não curar os corpos, não trazer a saúde, mas dar-nos a paciência, a resignação, o conforto, a tolerância, para que possamos enfrentar as dificuldades e vencermos todas elas, mantendo o nosso pensamento convosco. Abençoa-nos hoje e sempre, Senhor. E que assim seja. Muito obrigado a todos. Está encerrada a nossa reunião.

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