Flores do Evangelho | Benedita Fernandes
No silêncio do tempo, algumas histórias clamam por ser contadas. Histórias de mulheres que, com coragem e compaixão, deixaram uma marca indelével na humanidade, mas cujos legados correm o risco de desaparecer. O Projeto Raízes Audiovisual Espiritismo existe para garantir que essas vozes não se percam. Com emoção e reverência, trazemos à luz a vida de Benedita Fernandes, a Dama da Caridade. Sua biografia, um farol de dedicação e amor ao próximo, é mais um resgate do Projeto Raízes, que busca honrar as mulheres que moldaram o progresso moral da nossa sociedade. A história de Benedita não é apenas um registro do passado, mas uma inspiração viva para o presente. Ela nos mostra que a força da mulher, movida pela caridade, é capaz de transformar vidas e espalhar luz onde há escuridão.
Ah. Boa noite, tudo bem com vocês? Que alegria! Olha, sempre quando tem essa entrada, a emoção toca fundo aos nossos corações. Para quem sempre acompanha o Flores do Evangelho, sabe muito bem do que tô falando. E para você que chegou a primeira vez, seja bem-vindo, seja bem-vinda para fazer parte desse novo formato de estudo sobre as personalidades femininas, que muito contribuem com a reforma íntima da humanidade. Vamos trazer aqui as pessoas que compõem a equipe do Raízes Produções Audiovisuais, né, Espiritismo, trazendo aqui a Cristiane Drux e também acho que tá desligado o seu microfone, tá? Eu eu faço a mesma coisa, tá Cris? Então tá tudo certo. Deixa eu liberar teu teu áudio aí agora. Sim. >> Pois é, era só para dar um boa noite, né? Beijinho a todos. Que bom estarmos novamente juntos aqui no dia de hoje. Vai ser muito bom, gente. A história de hoje é para buscar lencinho, viu? >> Então tá bom. Que ó hashag fica #fica dica, né? Vamos para a Bela e Santa Catarina Rio do Sul trazer a nossa companheira Cirley Marzan. >> Salve gente, boa noite para todo mundo. Rodney e Cris, garotada já do chat chegando aqui. É, hoje realmente vai ser mais uma história, mais um trabalho do nosso contrato cármico. Graças a Deus. Demo conta. Amém. Tá aí mais um lindo, belíssimo, maravilhoso, emocionante trabalho da espiritualidade para tocar os nossos corações. Boa noite, bem-vindo todo mundo. Um beijo geladinho daqui de Santa Catarina, mas de coração quente. >> Ó, bacana. Eh, já vou trazer rapidamente aqui já as primeiras, né, os recadinhos que o pessoal deixa no chat, que é o nosso espaço democrático. Fique bem à vontade para mandar o seu alô, seu boa noite. Tô trazendo aqui a Dolores. Boa noite, amigos. Lá, olá, manas queridas do Terapia Divon. a Maria das Graças Lazarini. Então, ela colocou aqui, boa noite, amigos e amigas queridas para paz e bênção a todos. E daí todos esses esses negócios esquisito que tá aí na mensagem é os coraçõez que ela coloca que a plataforma não reconhece aqui, tá? Mas a gente sabe que
e amigas queridas para paz e bênção a todos. E daí todos esses esses negócios esquisito que tá aí na mensagem é os coraçõez que ela coloca que a plataforma não reconhece aqui, tá? Mas a gente sabe que que é que você colocou, tá? Eh, e realmente é lá meninas do terapia, saudade de vocês. >> Ela tá no Rio Grande do Sul, não tá? >> Tô. Imagina, tá aqui pertinho. Disse para ela a hora que ela passar de avião aqui em cima de Santa Catarina para ela jogar uma caixa de chocolate que eu tô esperando. >> Ah, tá certo. Gramado. >> A gente tenta Gramado. >> Gramado. É, aqui em casa não tem mais Gramado. Foi tudo feito calçado. Então, a dolor e saudade da graça, realmente. Mas ela tá aqui acompanhando, tá gente? Tá aqui acompanhando. Vai ser muito bacana. Vamos ver aqui quem deixou mais uma mensagem. É o Francisco Batista de Menezes Júnior. Expectativa assistir de Goiânia, Goiás. Fraterno abraço. Um abraço para vocês aí. Eh, eu tenho uma pessoa que tem o mesmo nome que você aqui, Cirlei. >> Imagina. Minha gêmea. >> É. Ah, e o Detet Mussolini, boa noite, Sirlei, querida irmã. É lá de BH, né, Belo Horizonte, em Minas Gerais. A Margarete Cruz também deixando o seu recadinho. Tô recebendo aqui, tá? Seu recadinho também, tá? esse carinho que vocês têm aí com todos nós é sempre muito gratificante. Bom, vamos dar uma pausa aqui, depois a gente volta para falar um pouquinho mais sobre essas mensagens que vocês colocam, mas o importante vai ser, né, Cris Cirlei, quando a gente começar a apresentar o vídeo de Benedita Fernandes, eh, que a gente possa durante a apresentação verificar ali os trechos que nos chamam a atenção e na sequência fazer sua pergunta para que a gente possa estar aqui. aqui debatendo junto com vocês essa essa biografia tão bacana. Deu muito trabalho, Cris Drux. >> Nossa, deu. Inclusive até queria contar, o Francisco tá aqui. Francisco é um companheiro, amigo novo, que a gente teve o privilégio de estar com ele agora no interior de Goiás. Fizemos um trabalho lá no final de semana e
e até queria contar, o Francisco tá aqui. Francisco é um companheiro, amigo novo, que a gente teve o privilégio de estar com ele agora no interior de Goiás. Fizemos um trabalho lá no final de semana e Porangatu fica 500 km de Goiânia. para vocês verem como a interior, né? Mas foi uma viagem ótima, enriquecedora. Francisco tava comigo e aí eu falei: "Franco, você precisa assistir Flores do Evangelho. Ele tá hoje nos prestigiando aqui." E nós na viagem conversávamos sobre Benedita Fernandes. E eu dizia ao grupo que tava comigo que eu tava já gestando, digamos assim, o roteiro, né? Eh, foi difícil a gente chegar a essa história. Primeiro porque, eh, são poucos os registros, né? A gente não tem muitos registros, a não ser que eu realmente pudesse me deslocar pro interior de São Paulo, fato que não foi possível, mas a gente foi possível coletar algumas informações na internet, fazer uma pesquisa, né, recorrer aí algumas biografias publicadas na internet, mas o mais difícil, e eu acho que isso é uma característica da dificuldade que é produzir flores do evangelho, é nós encontrarmos é imagens. Imagens. Então vocês vão reparar que na na produção do vídeo de hoje, no audiovisual de hoje, a gente teve que recorrer inclusive à inteligência artificial para poder recompor algumas cenas importantes para que contássemos essa história eh através da inteligência artificial. só só foi possível a criação das cenas por a por eh inteligência artificial, mas eh eu tô querendo sublinhar essa dificuldade das imagens, porque isso é decorrência, Rod e Cirley, todos que nos acompanham, eh, infelizmente, de uma realidade que eu gostaria de ver modificada no movimento espírita. as grandes personagens, os grandes legados, as grandes lideranças, elas deixam as suas marcas, mas essas marcas ficam apagadas pela ausência do registro das memórias, das instituições espíritas, né? Não se tem esse hábito, não se tem essa cultura com raras exceções. A graça é uma delas, né? Três rios, né? O trabalho que a
das pela ausência do registro das memórias, das instituições espíritas, né? Não se tem esse hábito, não se tem essa cultura com raras exceções. A graça é uma delas, né? Três rios, né? O trabalho que a Graça realiza lá. né? Eh, é um trabalho meritório no sentido de ter preocupação e e mobilização para o registro das memórias da casa espírita, né? Coisa que não é muito comum no movimento espírita nacional de uma forma geral, né? Falando de uma forma mais generalizada. Então, por favor, amigos, registrem, anotem, fotografem, guardem com cuidado para as gerações futuras, as realizações das instituições espíritas, dos dos legados, né, das lideranças, porque essas histórias de vida sedimentam ações que vão orientar as gerações futuras, né? Então, aproveitando o enso do Flores do Evangelho pra gente recomendar isso, porque eu acho que é um cuidado muito bom que se tenha. >> Foi muito bom você tocar nesse assunto, Cris, pelo seguinte, eu vejo que está ocorrendo justamente isso aqui no nosso estado do Paraná. Existem exceções de casas espíritas que elas possuem até na sua entrada da casa as fotografias dos com o passar do tempo, né, desde a época que era uma casinha simples de madeira. E aí você vê uma instituição totalmente diferente daquilo que foi o início, mas que tem lá o registro de quem foi as primeiras pessoas que estavam desentortando o prego para ajudar a pregar as madeiras, os sarrafos, matar junto, que tem alguns lugar que falam, mas que estavam estão todos ali catalogados direitinho e mantendo o histórico, mas também de pessoas que contribuíram na casa espírita, porque a gente viu os nossos na nossa live do censo, né, que a nossa maior base são pessoas pessoas já idosas, as cabeças alvas, né, de de tanta contribuição ao nosso movimento e que estão indo estão indo, estão sendo chamados de volta à pátria espiritual e lamentavelmente nem dos próprios trabalhadores a gente tá guardando os registros, porque, digamos assim, elas vivem 30, 50 anos dedicados a tem gente tem gente que já
os de volta à pátria espiritual e lamentavelmente nem dos próprios trabalhadores a gente tá guardando os registros, porque, digamos assim, elas vivem 30, 50 anos dedicados a tem gente tem gente que já nasceu, né, no meio espírita. desde o comecinho na casa espírita e desen fez a a desencarnação e não ficou nenhum registro. Isso é muito preocupante porque essas pessoas, se você sentar para conversar com elas, existem histórias maravilhosas. Elas têm eh uma bagagem das reuniões mediúnicas que é incrível. Por isso que quando a gente faz a a a convocação dos trabalhadores mais experientes para que eles participem dos do do dos estudos e que eles fogem, não deve de fazer isso. Sabe por quê? Porque é justamente a experiência de vocês é que nós precisamos de ter de referência quando surge um estudo novo na casa espírita, quando se surge uma turma nova, nós precisamos se espelhar em alguém, nós precisamos ter alguém para nos estar nos orientando. Então, digamos assim, a sua fuga de não querer, ah, eu já estudei, eu já sei de ponta a ponta isso daí, mas para quem tá chegando, isso é muito importante. Então, vocês têm um valor imensurável para nós. E a história de vocês também é justamente isso. O que nós vamos contar para quem chega depois na casa espírita e de quem foram os nossos trabalhadores na nossa grande eh força de mão de obra, né? Então tem tudo isso. Acontece isso também aí em Santa Catarina. Olha aqui é três casas espíritas pequenas, não uma agora que tá comemorando 81 anos, mas graças a Deus a gente até que tem o registro de um pessoal mais antigo também, como tu falou, né? Eh, na entrada da casa existe lá fotos de quando começou, eh, como era pequenininho, depois aumentando. E os antigos colaboradores e médiuns que tinham os antigos Divaldo Franco, entre aspas, que nós tínhamos ali, né? E a gente tem esse registro, mas também é muito pouca coisa, não? Eu creio que deve ter um acervo particular guardado, mas assim, amostra mesmo pro público, quem chega e queira conhecer sobre a
i, né? E a gente tem esse registro, mas também é muito pouca coisa, não? Eu creio que deve ter um acervo particular guardado, mas assim, amostra mesmo pro público, quem chega e queira conhecer sobre a casa espírita também tem bastante pouca coisa. E é importante realmente registrar para a gente ter a lembrança daquele momento inesquecível. Olha, olha aqui, Cirlei e e Rod, o que a Nazaré tá falando. Nazaré é outra companheira que esteve comigo, né, esse itinerário aí pelo interior de Goiás. Nazaré é a diretora de unificação da Federação Espírita de Goiás, né? Olha o depoimento dela. Eh, belíssimo trabalho de divulgação das grandes mulheres que ajudaram a divulgar a boa nova com ações na caridade a benefício do próximo. E aí, na próxima mensagem que ela coloca aqui no chat, a Rod, exibe pra gente esse assunto, né, da preservação da memória espírita. Muito me interessa cuidar e divulgar a história do espiritismo. Temos inúmeras histórias lindas para relatar que servirão de exemplos para as gerações futuras. É isso mesmo. E Goiás, >> né? >> E Goiás tem uma uma história, tem muitos livros publicados. Eh, porque Goiás é uma das federativas que se destacam nessa preservação da memória. Paraná também, Rod, >> Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, né? a viúva, né, do nosso notável peixinho, né, que desencarnou esse ano. A a ela faz um meritório trabalho também na Federação da Bahia, mas são assim iniciativas isoladas, né? Seria interessante a gente ter eh um programa realmente nacional de preservação dessa memória. Vocês vão ver no vídeo, não é falta de criatividade da editora, é porque não tinha imagem para cobrir, né? A gente quer narrar uma história, mas a gente precisa de imagens para cobrir essa história. E a gente tentou fazer ali um baile para driblar as dificuldades. Mas é isso, te entrego aí. >> E fica a dica, quem sabe, né? A gente tem médio de tantas coisas na casa espírita. Vamos criar agora o médium fotográfico, aquele responsável só por registrar tudo, guardar, fazer, né,
entrego aí. >> E fica a dica, quem sabe, né? A gente tem médio de tantas coisas na casa espírita. Vamos criar agora o médium fotográfico, aquele responsável só por registrar tudo, guardar, fazer, né, gente? Olha que legal. >> O espiritual vai ajudar a fotografa, guarda que é importante. >> Com certeza. Bom, gente, eh dado aqui então todas essas informações. Obrigado, Nazaré, pelas suas colocações. É isso é muito importante. E crise também Aerlei, justamente eh tratando desse assunto aqui já na no início da live para que a gente realmente possa incorporar como tarefa da casa espírita, eh, verificar ali no próprio corpo de trabalhadores. Por isso que eu falo, a gente tem que sempre buscar quem são os nossos bancos de talento dentro da casa espírita, né? Então vamos ver lá quem é um bom fotógrafo ou um pai que leva uma criança lá para fazer evangelização e é um fotógrafo. Mas que se não é fotógrafo tem habilidade de tirar foto. A juventude ajuda bastante. Faz o faz o catálogo ali, coloca o trecho tudo bonitinho, salva bonitinho, deixa ali guardado o histórico, porque em algum momento a gente pode tá acessando, né? futuras gerações podem estar buscando e vocês mesmos podem produzir o próprio vídeo, né, da casa espírita contando a história, já deixa tudo pronto, daí a gente só vai lá e copia o trecho, fica mais fácil, né, Cris? É isso aí. >> Ah, faz uma pré-produção pra gente, né? quando fizer flores do evangelho já tá lá pré-produzido. >> Exatamente. Porque a a história da sua casa espita ela é muito importante. Lembrando que o oceano, né, na apresentação de Nina Lisboa, ele fez o convite, vão conhecer lá a escola Jesus Cristo, porque a que tá aqui é a mesma que tá lá no plano espiritual no nosso lar, que era pra gente ir lá conhecer, sentir justamente a vibração daquele ambiente. Então, digamos assim, veja só, a sua casa espírita também tá ligada lá. Então, vamos deixar registrada as histórias. >> Podemos já apresentar >> #ficaadica. Vamos lá que tá emocionante hoje.
ambiente. Então, digamos assim, veja só, a sua casa espírita também tá ligada lá. Então, vamos deixar registrada as histórias. >> Podemos já apresentar >> #ficaadica. Vamos lá que tá emocionante hoje. >> Então, tá bom. Então, gente, vamos apresentar o vídeo dessa personalidade. Depois a gente volta aqui para comentar. E você, ó, do outro lado é o nosso convidado especial para comentar, deixar ali suas impressões, tá bom? A gente faz o programa junto. Tá bom? >> É, >> pronto, Clei. Pronto, Cris. >> Bora. >> Vamos lá. Uma mulher marginalizada pela sociedade. preta, pobre e semanalfabeta. Viveu por muito tempo na condição de louca e andarilha. Foi curada, renasceu e renascida passou a curar. Benedita Fernandes nasceu em 27 de junho de 1883 na cidade de Campos Novos da Cunha, São Paulo, no limite com o estado do Rio. Portadora de doença mental, perambulou pelas cidades da região noroeste do estado de São Paulo. se afastou da família, vitimada pelos surtos, momentos em que se tornava agressiva e também perdeu contato com uma filha que, segundo a história, teria tido quando muito jovem. As crises mentais severas a fizeram sair da cidade natal para viver um destino incerto. Em 1903, chegou na cidade de Penápolis. causava tantos incômodos à população que, considerada louca, foi recolhida a cadeia pública. Nessa época não existia nenhum cuidado ou tratamento específico aos loucos das ruas, senão a reclusão. foi entregue aos cuidados da polícia civil, passando a morar na cadeia pública. O carcereiro, senhor paradial, alimentava e protegia. E depois o senhor João Marques, espírita e fundador do Centro Espírita Discípulos de Jesus, lhe aplicava passes, além de lhe ofertar os estudos espíritas. Depois de uma forte crise psíquica, pelos ídos do ano de 1927, que significou para mim um chamado, iniciei minha rota de caridade. Nesse episódio, ouvi uma voz que dizia: >> "Benedita, se prometer consagrar-te inteiramente aos enfermos e pobres, sairás curada daqui." Com esse amoroso tratamento, recobrei a
minha rota de caridade. Nesse episódio, ouvi uma voz que dizia: >> "Benedita, se prometer consagrar-te inteiramente aos enfermos e pobres, sairás curada daqui." Com esse amoroso tratamento, recobrei a consciência, aceitei a proposta do espírito amigo e acolhi o desafio, decidida a dar cumprimento ao novo horizonte que se descoordinava em meu caminho. Não mais curvas tortuosas, mas o caminho reto para a caridade. Parti para tuba, onde fui acolhida por um casal amigo. Já liberta da obsessão, pude lidar com a mediunidade que aflorava. As margens do ribeirão Baguaçu reuniam um grupo de lavadeiras e começamos a prestar suporte às pessoas ditas loucas. E as crianças carentes eram os necessitados que perambulavam por caminhos tortuosos. Construíamos casebres com sobras de madeira para colher os necessitados. Minha principal motivação era ajudar com o exemplo que arrasta. queria amparar os andarilhos que, como eu outrora, caminhavam errantes e transtornados, ofertar a eles dignidade. como gratidão pelo benefício, a mulher simples, preta e semanalfabeta, juntamente com outras lavadeiras, começou a erguer casinhas de madeira no então bairro Dona hoje, Santana, nos idosos de 1927. Nessa localidade criou-se um foco de luz, o Centro Espírita Paz, Amor e Caridade. >> Foi uma honra trabalhar ao lado de Benedita. éramos lavadeiras, mulheres simples da comunidade. Em 6 de março de 1932, o desdobramento do nossos esforços resultou na fundação da Associação das Senhoras Cristães, tendo Mendita como presidente. O trabalho de todas nós sobre a liderança de Mandita ganhava notabilidade e credibilidade. Nessa ocasião também contávamos com o apoio de um dos pioneiros do movimento espírita de Araçatuba, o senhor Gideão Fernandes de Miranda. Benedita também se transformou em pioneira, uma referência para a assistência social espírita em toda a região noroeste do estado de São Paulo. Associação das senhoras cristãs em Araçatuba originou o sanatório. Benedita foi uma das pioneiras dos hospitais
cia para a assistência social espírita em toda a região noroeste do estado de São Paulo. Associação das senhoras cristãs em Araçatuba originou o sanatório. Benedita foi uma das pioneiras dos hospitais psiquiátricos espíritas. A ação assistencial das senhoras cristãs se desdobrou com a inauguração de prédio próprio em novembro de 1933. Por exigência dos órgãos governamentais, o trabalho foi estruturado em duas ações específicas, uma de atendimento a doentes mentais e a crianças órfã e carenciadas. Assim surgia a casa da criança e o asilo Dr. Jaime de Oliveira. Algum tempo depois, idealizei o albergue noturno Dr. Plácido Rocha. Depois veio a escola mista Dr. João de Deus e ainda a escola Dr. Valadão Furquim. O sanatório trazia meu nome. Por deferência de colaboradores amorosos, teve sua construção iniciada em 1940, chegando a uma capacidade de 150 internos. foi desativado em 2015, mas milhares de pessoas puderam nele serem assistidas. Nessa colmeia de trabalho no bem, havia uma tríade, associações filantrópicas, o movimento espírita e a psiquiatria. Yeah. The cold were warm and the light will souarle. A história me atribuiu o legado de ter sido o bandeirante do espiritismo. Tentei contribuir de forma efetiva como um divulgador do espiritismo no interior do estado de São Paulo, mas também sou lembrado como um dos pioneiros do movimento espírita no Brasil no começo do século XX. Fui fundador de dois importantes veículos de comunicação espírita, o jornal O Clarim e a revista internacional do Espiritismo. Nessa lida da divulgação doutrinária, trocava correspondência com Benedita Fernandes. divulgava suas ações na seara filantrópica e trocávamos impressões quanto ao movimento de unificação dos espíritas. Ela se tornou importante liderança também na seara da unificação, quando fundou em 30 de agosto de 1940 a União Espírita Regional Noroeste, sendo eleito a sua presidente. O movimento depois vicejou com mais robustez em 1947 com a fundação da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo.
de 1940 a União Espírita Regional Noroeste, sendo eleito a sua presidente. O movimento depois vicejou com mais robustez em 1947 com a fundação da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. Era visitada por lideranças expressivas como João Leão Pita e por Leopoldo Machado. Inclusive a este acompanhou até uma histórica confraternização espírita na cidade de Cruzeiro em São Paulo. O pioneiro Dr. Tomás Novelino de Franca, São Paulo também se refere à reunião que participou com Benedita para o apoio a doentes mentais. Falar de Benedita Fernandes é uma alegria, uma figura significativa do movimento espírita em tergas brasileiras. Isso me faz lembrar uma outra personagem, Mário Barbosa, que tivera contato com mensagens deste dessa personagem tão querida, Benedita Fernandes. E a mensagem que principalmente tocou o querido Mário Barbosa foi cruzada de amor. Por quê? Contextualizando, quando essa mensagem veio a lume, o Brasil vivia uma questão fundamental, a criança em situação de rua, a criança abandonada. Eh, e essa mensagem foi aquela entre as tantas mensagens da espiritualidade que de maneira precisa tocou esse problema. De um lado, a abundância, a riqueza, uma sociedade amarcada por divisões, por conta do egoísmo. E essa mensagem veio convocar a sociedade para uma grande cruzada de amor. Essa mensagem, como eu disse, é contemporânea ao Estatuto da Criança Adolescente e tudo mais que veio na sequência, convocando-nos a construir políticas públicas, ações que priorizassem a criança, mas principalmente aquela em situação de risco social, pessoal ou em vulnerabilidade social de maneira abrangente. E a Benedita Fernandes, com a sua experiência pessoal quando encarnada, a experiência que ela levara pro mundo espiritual e aprimorara, a fez uma figura de referência na causa da criança brasileira. Portanto, eh, é importante nesta hora, eh, nesses, nesse contexto atual, em que parece que esse problema está aí a nos convocar à sensibilidade, pensar nesse espírito. a sua mensagem
iança brasileira. Portanto, eh, é importante nesta hora, eh, nesses, nesse contexto atual, em que parece que esse problema está aí a nos convocar à sensibilidade, pensar nesse espírito. a sua mensagem e mencionada propõe uma um programa de ação, sai do campo filosófico, eh, e vai para um campo prático de convocação. Vamos atender a nossa Benita Fernandes. Sou moradora de Araçatuba e trago uma bonita memória de nossa benfeitora Benedita Fernandes. Aos domingos passeava com as crianças pelas praças e ruas centrais de nossa cidade. Certa feita, viu um morto jogado ao monturo, quase devorado pelos urubus, o corpo de um mendigo seu conhecido. Diante de tão assoladora cena, jurou que jamais alguém ficaria sem o seu amparo. Passou a recolher os mendigos e abrigá-los. Os dementes avançavam para ela em cenas inspiradoras. Ela se sentava, os acalmava com preces, pazes e boas palavras. eram pacificados e acolhidos pela força irresistível do amor de uma servidora do bem. Certa feita, as crianças não tinham o que comer. Nedita explicou-lhe: "Se elas fossem para o portão, Jesus as auxiliaria". Elas se postaram à entrada do lar. Passou um homem chamado Ricierei. Era um tripeiro vendedor de víceras de animais. Ele perguntou o que elas faziam ali. >> Estamos esperando Jesus para nos dar de comer. >> Digam para a mãezinha de vocês que Jesus chegou. Daquele dia em diante, as crianças não passariam mais fome. O tripeiro passou a ser um fornecedor constante e ainda fazia divulgação da obra social entre seus clientes, que se tornaram também doadores. Um fato que contribuiu para divulgar o trabalho de Benedita Fernandes foi uma mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier, intitulada Num domingo de calor, assinada por Hilário Silva e publicada pelo Anuário Espírita de 1964, da ID. nos conta Hilário Silva, Benedita Fernandes, abnegada fundadora da Associação das Senhoras Espíritas Cristãs de Araçatuba, no estado de São Paulo. Foi, certa vez convidada para uma reunião de damas consagradas à caridade
lva, Benedita Fernandes, abnegada fundadora da Associação das Senhoras Espíritas Cristãs de Araçatuba, no estado de São Paulo. Foi, certa vez convidada para uma reunião de damas consagradas à caridade para exame de vários problemas ligados a obras de assistência. e porque se dedicava particularmente aos obsidiados e doentes mentais, não pôde esquivar-se. Entretanto, a presença da conhecida missionária causava espécie. O domingo era de imenso calor e Benedita ostentava pacto mantô de lã, apenas compreensível em tempo de frio. Coxichava alguém a pequena distância. Mania de tanto lidar com maluco. A pobre espírita enlouqueceu. Isso é pura vaidade. Ela quer parecer diferente. Caso de obsessão. Benedita, porém, opinava nos temas propósitos, cheia de compreensão e de amor. meio aos trabalhos, contudo, por notar agitações na assembleia, a presidente alegou que Benedita suava por todos os poros e em razão disso, rogou a ela que, por gentileza, tirasse o mantô. Benedita Fernandes, embora constrangida, obedeceu com humildade e só aí as damas presentes puderam ver que a mulher admirável, que sustentava em Araçatuba dezenas de enfermos, com o suor do próprio rosto, envergava singelo vestido de Chitão com remendos enormes. Quase 15 anos depois de uma história de realizações, Benedita Fernandes sentiu-se mal às 11 da noite do dia 8 de outubro de 1947, quando conversava com as crianças, aconselhando-as, desencarnou a 1:30 do dia 9. vítima de colapso por insuficiência cardíaca. Algum tempo depois retornava do plano maior da vida. para através da psicografia de Divaldo Pereira Franco oferecer nobres mensagens. Uma delas foi enfechada no livro Terapêutica de emergência da editora Leal. Amor hoje e socorro também. Prevenção do mal agora com ação positiva simultânea. O menor na miséria que espia o adulto na opulência cedo ou tarde buscará. Infelizmente por métodos errados, o que nos cumpre do pelo sentimento correto do bem. Todos têm direito na comunidade humana, ao mínimo que seja, para viver com
lto na opulência cedo ou tarde buscará. Infelizmente por métodos errados, o que nos cumpre do pelo sentimento correto do bem. Todos têm direito na comunidade humana, ao mínimo que seja, para viver com decência e liberdade. Negar tal concessão é conspirar contra a felicidade do próximo e a própria paz, agora ou depois. Façamos a nossa parte, por menor que pareça, iniciando esta cruzada de amor que vem sendo postergada e que não realizada levar-nos já aos roteiros do sofrimento e da soledade por incúria e insensatez. Hoje brilha a luz da formosa oportunidade e se transformará em abençoado solto amanhã. A fim de que as trevas do mal se afastem em definitivo da terra, havendo perene claridade de paz nas mentes e nos corações. >> Uma mulher pobre, humilde, tida como louca, que se tornou a dama da caridade. simplicidade transformada em grandeza de legado. Benedita Fernandes tinha tudo para desistir, mas não recalcitrou diante dos aguilhões. marcou uma época e foi referência histórica dos hospitais psiquiátricos espíritas e exemplo de caridade e dedicação ao próximo. Dona Benedita Fernandes deve ser divulgado o mais amplamente possível para poder demonstrar-se que é possível fazer o bem e acima de tudo que a presença de Jesus em nossas vidas muda completamente o roteiro existencial. Ela é acima de todo um exemplo. Partindo dos tormentos da obsessão, atingiu a culminância das estrelas, deixando o rastro de luz. que são as suas obras. Isso mesmo, parabéns. Que produção lindíssima. Ufa. >> Rod, você viu Rodley todos, né? Vocês viram que o os créditos estão aumentando. Isso é motivo de grande felicidade, porque o trabalho de equipe também tá se avolumando, né? A gente tá com muita gente >> solidário aí ao trabalho colaborando e a minha gratidão a todos que participaram. A gente tem tem nomes conhecidos aí, não tem, Cirlei? >> Tem tem. Olha a surpresa dessa vez. Cristiane Clementino, Jara Macedo, eh, deixa Dirce, a nossa mana Dirce do grupo também, a Roraci, a Iudete Mussolini e o
em nomes conhecidos aí, não tem, Cirlei? >> Tem tem. Olha a surpresa dessa vez. Cristiane Clementino, Jara Macedo, eh, deixa Dirce, a nossa mana Dirce do grupo também, a Roraci, a Iudete Mussolini e o esposo, a Fadinha, que é a neta da Iudete, que fez a voz da pequenina, que linda aquela cena. Esperando Jesus. E diga pra sua mãe que Jesus chegou. Muito lindo. E a brilhante voz muito bem interpretada também da nossa querida Benedita, foi a colega Estela Martins, que deu até uma arranhada na garganta para conseguir fazer assim. >> Foi muito bacana a a propriedade, né, Cirlei? a propriedade, como todos fizeram a interpretação da voz, >> mas a Estela, eh, ela trouxe, né, uma voz ali muito característica de dona Benedita. Gratidão a todos. >> É isso aí. além da da das imagens, como você falou no início da live, né, as dificuldades dos registros históricos, né, e também pela condição da época, eh, você conseguir fazer isso com o trabalho de inteligência artificial e também algumas cenas que nos trazem uma noção do que teria acontecido naquele momento, ajudam bastante a gente, né, na junto com a narrativa e o fundo musical a viajarmos nessa história, mas eu gostaria aqui já da gente puxar o início da nossa conversa, porque veja bem, as primeiras imagens elas são chocantes ali, aquela, principalmente da linha do trem, >> né? A a atriz que fez a essa representação, quero dar os parabéns, né? porque, digamos assim, maltrapilha e fazendo justamente da forma em que uma pessoa num estado de loucura agiria, né? >> Então, como como bem narrado ali na no próprio roteiro, quando está no seu ápice, né, da loucura, incomodava a sociedade, né, e a sociedade não sabe como lidar com esse tipo de situação. Então, bota, coloca na cadeia, deixa preso, né? Aí eu fico pensando, gente, quem acompanhou a história e começa a refletir, uma pessoa nessas condições, tendo acesso aos trabalhadores do bem, se recupera, né? Voltamos na época lá, olha só que maravilhoso, o carcereiro tratava com todo cuidado e tinha mais uma pessoa lá
ir, uma pessoa nessas condições, tendo acesso aos trabalhadores do bem, se recupera, né? Voltamos na época lá, olha só que maravilhoso, o carcereiro tratava com todo cuidado e tinha mais uma pessoa lá dentro da cadeia que ainda ensinava o espiritismo, >> que era presidente de casa espírita e se dedicava a esse nobre trabalho de acolhimento, de orientação doutrinária para aqueles que estão, né, atrás das grades, digamos assim, né, os aprisionados do mundo. Eh, é muito bacana. E aí, Rodar, né, a o valor do contributo dessa mulher gigante que foi Benedita Fernandes, que é Benedita Fernandes. Eh, eu quero levantar aqui uma questão e que é merecedora de reflexão nossa, porque ao longo da história da humanidade, né, muitas pessoas tidas como loucas nada mais eram. que em um primeiro momento vítimas de obsessão, né, de algum distúrbio, todos os distúrbios psiquiátricos sempre acabam redundando em vinculações espirituais nocivas. Então, é muito muito comum, não é, via de regra, né? Existem exceções, mas é muito comum as pessoas que possuem perturbações, digamos assim, sensoriais serem vítimas de processos obsessivos, até mesmo por conta da própria pelo próprio processo de ideação dessas pessoas que estabelecem sintonia e vínculos com irmãozinhos menos esclarecidos que ficam ali, né, pastando, digamos assim, naquela emanação mental. tal desses nossos irmãos que sofrem, né, por distúrbios psiquiátricos, enquanto que a mediunidade ela envolve a percepção de fenômenos espirituais. Então, é muito difícil, né, para aquele que não tem noção da vida espiritual, e aí muitos incorreram nesse erro e muitos materialistas ainda incorrem nesse erro. de fazer eh um julgamento equivocado entre pessoas que sofrem momentaneamente perturbações psiquiátricas e também pessoas que têm mediunidade em latência. Saber fazer a classificação e a distinção do que é uma coisa e do que é outra exige da pessoa que está analisando o fato muita acuidade, muita, muito domínio, inclusive daí porque a doutrina espírita nos entrega
a classificação e a distinção do que é uma coisa e do que é outra exige da pessoa que está analisando o fato muita acuidade, muita, muito domínio, inclusive daí porque a doutrina espírita nos entrega um grande contributo nesse sistema, inclusive de diagnóstico, né? A AM A Brasil realiza um lindo trabalho nesse sentido de orientação. Enfim, é um tema para ser estudado e se debruçar com muito cuidado, porque mediunidade e distúrbios psiquiátricos eh podem ganhar correlação, né? Então é um é um tema que merece ser estudado. E dona Benedita tinha as duas coisas, né? ela realmente teve problemas psiquiátricos que depois o próprio trabalho, né, a levou, a conduziu para um caminho de cura. Mas também, e ela fala isso no vídeo, né, em um dos depoimentos da fala interpretada pela Estela, que ela fala no começo, né? Eh, eu até anotei aqui, ó, tinha tudo. Eh, pera aí, não é isso não. Eh, ela fala que aceitou a proposta da voz que ela ouvia, que muito provavelmente era o benfeitor amigo espiritual dela, eh, a convidando a se dedicar à caridade. E se e se ela seguisse esse, trilhasse esse caminho, ela se liberaria da prisão, né? Mas ela fala: "Aceitei a proposta do espírito amigo". E depois ela começa a lidar já na já no trabalho, né, assistencial, ela começa a lidar com a questão da mediunidade, né? Tanto é que ela funda uma casa espírita e lá eram realizados também trabalhos mediúnicos, né? É, é esse primeiro comentário que eu queria fazer, mas depois tem outras outros tópicos aí para ser levantados para vocês. >> Sirlei, aí Sirlei. >> Pois é. E daí diante disso tudo, a gente fica imaginando aqui, fazendo um levantamento, né? Quantas pessoas, quantas almas, quantos médiuns bons, trabalhadores bons passaram por isso e não tiveram a chance de ser resgatado, de ser acolhido, né? A gente pegando até um uma extensão desse trabalho da Benedita, o próprio trabalho da Nice da Silveira, Nice, né? Nice, Nice da Silveira, né? que que uma médica e e se plantou dentro de um hospício e lá ela
e pegando até um uma extensão desse trabalho da Benedita, o próprio trabalho da Nice da Silveira, Nice, né? Nice, Nice da Silveira, né? que que uma médica e e se plantou dentro de um hospício e lá ela lutou contra e os próprios médicos de lá que tratavam aqueles pobres, coitados lá como animais e a base de remédio. E ela não, eles têm potencial, eles têm força, né? A, na, no caso da Benedita, a gente vê a intervenção de um espírito no plano espiritual ajudando. No caso da Nice, a gente vê já ela própria sendo esse espírito encarnado, desenvolvendo esse trabalho de acolhimento, gente. Eh, é de se pensar, viu? é de se pensar e refletir bastante e até nos dias de hoje, será que não tá acontecendo isso com tanto distúrbios, com tanto, né, transtorno, com tanto eh, ah, procura um médico, procura um psiquiatra, procura um remédio, procura e será que talvez tantos jovens não precisam é disso, de um trabalho na casa espírita, de um estudo espiritual, né, de uma atenção espiritual. né? Tantas pessoas dentro de casa com síndrome de pânico, medo, medo, medo de viver e às vezes um trabalho voluntário desse descobriria ali, ó, outras Benedita, outras pessoas importante que que tá ali, ó, gente, tá o véu a ofuscando e escondendo grandes pessoas que podem tá ali junto com nós. Não é só olhar para trás. Ah, mas isso foi lá em 1900. Nós podemos ter isso hoje em dia do nosso lado, na nossa rua, no nosso bairro, na nossa casa espírita, no nosso trabalho, até na família. E a gente tá fechando os olhos e tá deixando o veluscar trabalhadores importantes. Vamos olhar um pouco também por esse lado. Não é só o remédio, lógico, é necessário, mas vamos ocupar eles, vamos trazer, vamos botar no convívio, vamos botar para trabalhar que daqui a pouquinho vai ser descoberto grandes trabalhadores também. A espiritualidade deve tá ali, ó, por trás de de muita gente boa, de muita gente anônima, né? Porque não é só grandes, lógico, notórias, pessoas estudadas e tudo, mas quanto caso que a gente sabe de gente analfabeta, de gente
ali, ó, por trás de de muita gente boa, de muita gente anônima, né? Porque não é só grandes, lógico, notórias, pessoas estudadas e tudo, mas quanto caso que a gente sabe de gente analfabeta, de gente do interior lá da da do sertão da da das montanhas, das indiazinhas de Bodó Congó, que era grandes médiuns, grandes trabalhadores, né? Tá aí, ó. Olha que exemplo lindíssimo e emocionante, né, Rodney? Isso mesmo, Crei. Gostei aí da nossa introdução aqui já no início, eh, depois do vídeo e gostei também da colocação aqui justamente da crise do do trabalho do presidente de uma casa espírita que tá atuando fora da casa espírita. Então, eh, o carcero também, né? Mas assim, isso nos demonstra a necessidade de nós também sairmos do nosso da nossa zona de conforto, que é a casa espírita, e promover isso para além do nosso cercadinho e essas essas ações. que veja bem, um espírito que veio com essa questão, né, da loucura e depois ser com todo respeito, com todo o carinho, sendo trabalhado para que pudesse receber a assistência espiritual para que pudesse mudar o seu a sua reprogramar sua rota de vida e conseguir fazer um legado. E o mais interessante que tudo que a gente começa construindo devagarinho, vão se somando com a gente, né? A Cris falou muito bem: "Nossa, como já tá crescendo o nosso time de vozes". E aí você assiste agora Benedita para que ela pudesse fazer as suas realizações. Ao longo do tempo ali foram se somando e as coisas foram se multiplicando de forma bem rápida. Eu achei isso. >> Pode, só para não perder o gancho, não quero te contar não, mas depois retoma aí. Eh, é curioso quando a gente traça um paralelo entre Benedita Fernandes e o próprio Jesus, né? Eh, como essas pessoas missionárias elas sabem se cercar do simples para a realização do trabalho. Jesus buscou pescadores. Ele não ele não se ocupou em aguardar especialistas em caridade para poder exercitar o seu messianato. E a mesma coisa fez fez eh Benedita mobilizando lavadeiras num primeiro momento. A primeira casa
Ele não ele não se ocupou em aguardar especialistas em caridade para poder exercitar o seu messianato. E a mesma coisa fez fez eh Benedita mobilizando lavadeiras num primeiro momento. A primeira casa espírita, onde eles se organizam para o trabalho caritativo, era uma casa espírita erguida com restos de tábuas de madeira à beira do rio, a beira do ribeirão, que agora não me esqueci o nome, mas enfim, era uma localidade ali inóspita paraa realização de qualquer trabalho, mas elas souberam vencer as dificuldades iniciais e a própria dona Benedita Fernandes, ela não ficou guardando uma equipe de trabalho especializada em teorias acerca da assistência social espírita para poder começar a trabalhar. Ela reuniu lavadeiras >> e essas lavadeiras começaram a fazer o acolhimento de pessoas da rua que perambulavam desorientadas pela rua, né? Eh, crianças abandonadas, meninos de rua. Aliás, essa expressão é uma expressão muito curiosa, né? Porque, Rod, a rua é engravida para parir meninos. >> É, >> é uma expressão curiosa que ruas não tem meninos. Os meninos vão parar na rua por uma carência, né, de uma situação de suporte, onde eles precisam estar na rua. Mas ruas não tem meninos, mas a gente chama, né, meninos de rua. Então eu acho que é um pouco isso que dona Benedita vem exemplificar e nos clamar a um trabalho urgente, imediato, necessário, né, de nos mobilizarmos em caridade com essas pessoas menos favorecidas. É, e geralmente, né, Cris, não é pessoas que tinham muito que ajudavam, era pessoas que davam muito. >> Exato. >> Que faziam muito. Olha até nisso, o cuidado da espiritualidade, né, de dar o exemplo, ó, não faz porque não quer. Quer sim, ó, tenho menos favorecido do que tu e fez. Então é o dá-nos dedo da gente a cada exemplo. E não tem jeito, gente. >> Olha aqui, >> eu tenho uma grande amiga, tô mandando um beijo para ela nesse momento, Elane Tornel. Ela trabalha em Juiz de Fora, enfim, pioneira no Espiritismo, nessa cidade de Juiz de Fora. E ela começou um trabalho em várias comunidades carentes
ando um beijo para ela nesse momento, Elane Tornel. Ela trabalha em Juiz de Fora, enfim, pioneira no Espiritismo, nessa cidade de Juiz de Fora. E ela começou um trabalho em várias comunidades carentes de Juiz de Fora. E ela diz que dona Benedita inaugura um modelo pioneiro na assistência social espírita. E dona Benedita aprende, né, também muito com a metodologia do Mário Barbosa, que depois vai ser aplicada nessas comunidades, no trabalho assistencial espírita. E a Elane me contava que uma das características do trabalho de dona Benedita, e daí porque entra na no vídeo, né, aquela cena da porta se abrindo de um casebre, porque dona Benedita, ela trabalhava com as crianças e com os moradores de rua, mas essas portas, os recintos nos quais ela trabalhava ficavam constantemente abertas. Então as pessoas sentiam aquela liberdade do ir e vir, porque não adianta, né? E a Elane me falava: "Cris, isso eu aprendi com dona Benedita. Não adianta a gente tentar trabalhar com as pessoas que habitam as ruas, que moram moradores de rua, eh tentando enclausurá-los dentro de um recinto fechado e eh ditando regras, eh tentando obstar aquele sentimento de liberdade que eles até buscam, muitos buscam as ruas por essa necessidade de exercício de uma liberdade, né, logicamente. ente que muitos têm esses problemas psiquiátricos, desvios psicológicos, enfim, mas eh é uma característica e dona Benedita já intuía isso, porque ela não tinha formação em psiquiatria para entender essas coisas, mas ela fazia isso de uma forma intuitiva, porque ela entendia que o verdadeiro trabalho no bem, quando ele é amoroso, ele precisa ser associado a um processo de respeito também, né? e respeito é facultar ao outro a liberdade que ele aspira. Então, dona Benedita era sensacional nesse sentido. >> Por isso que eu que eu fiquei assim encantado de ter uma pessoa ali dando o seu depoimento da ápice, né, trazendo justamente a forma com que ela trabalhou como uma referência para quem trabalha na APS. né, dessa forma tão acolhedora
sim encantado de ter uma pessoa ali dando o seu depoimento da ápice, né, trazendo justamente a forma com que ela trabalhou como uma referência para quem trabalha na APS. né, dessa forma tão acolhedora e e te confesso, tá? Confesso que existem trechos ali que realmente nos tocam profundamente. Eh, vem o dedo na ferida porque aquele do cadáver, né, >> né? Então, digamos assim, você, ah, imagine uma sociedade de uma de uma localidade, eh, deixar um ser humano chegar ao ponto dos urubus, né? Ah, aí você fica imaginando quantas pessoas moravam naquele lugar, naquela época, 500, 1000, seja lá quantas fores forem, né? Mas ficou bem nítido, né? ah, não, a não, nenhuma sinalização de compaixão, de qualquer outro sentimento que nós buscamos eh em socorrer uma pessoa. Então, digamos assim, eu eu lembro uma vez que eu assisti um uma vida em foco aqui, que o um dos apresentadores falou assim: "Olha, se uma pessoa do mundo morrer de fome, toda a humanidade passou a sua vida equivocada. Eu falei: "Não, mas aí é um exagero dele". Mas depois eu fui pensar, não, realmente se uma humanidade inteira não conseguiu enxergar uma pessoa passando fome, morrendo de fome, deixando o deixando o planeta por fome, >> é, >> é que a gente realmente não aprendeu nada mesmo. A gente tá preocupado só com as nossas questões. Eu t Eu estando tudo bem, desculpa a expressão, o resto que se lasque. Uhum. >> Desculpe falar isso, >> mas o convite não. O convite é outro. Não foi só Benedita, mas a Madre Teresa de Calcutar, a irmã Dulce, né? mulheres que saíram em busca do outro, que trouxeram ao seu seio, né, de acolhimento. Então, é isso que a gente tá trazendo aqui. Se Benedita hoje tem esse referencial hoje sendo homenageada, sendo lembrada, conhecida, porque tem gente que tá dizendo ali que não conhece, e eu falo para vocês que eu sou um desses também. Uhum. Então, digamos assim, o quanto é importante o que no início da nossa live foi falado aqui, os registros dessas pessoas que saíram da sua zona de conforto e foram
cês que eu sou um desses também. Uhum. Então, digamos assim, o quanto é importante o que no início da nossa live foi falado aqui, os registros dessas pessoas que saíram da sua zona de conforto e foram ao encontro daqueles que necessitam e as transformações que ocorreram com essas pessoas e principalmente com quem fez o exercício do trabalho. Quando a começou a narrativa aqui das lavadeiras, eu já me lembrei que provavelmente são aquelas que batiam roupa nas pedras >> dentro do rio, né? E para você ver que basta, né, uma inspiração no meio daqueles corações que já estão ali carregados e até quase transbordando de amor, mas que ainda não foram não foram tocadas. Mas quando alguém te convida e você vai, olha a o que acontece, né, de colocar crianças no portões e colocar assim: "Puxa, vai lá que Jesus vai atender vocês". quando a criança faz ali a narração e e que para nós assim, a gente viaja no tempo e fica imaginando a situação daquelas crianças com fome lá naquele portãozinho e ela colocou assim na mente delas: "Acreditem que o socorro vai chegar". E aí o E aí assim é automático, né? se move, se move as peças espirituais para que naquele momento passe alguém que está sintonizado moralmente com a espiritualidade. Não, Jesus realmente chegou e além do mais vai buscar outros corações para ajudar. Então assim, gente, casa espírita é o nosso lugar de estrutura. Agora o nosso trabalho é lá dentro e fora e a gente vai encontrar outros corações que vibram conosco. E acredito que se você fizer um convite à sua a sua plateia que está ali para fazer alguma alguma ação, eles vão fazer. Eu já vi isso acontecer quando faltou cobertura aqui em Apia, em São Paulo. Nós fizemos uma campanha aqui em Curitiba que pessoa que foi numa loja que ia levar cinco cobertores, quando ela foi passar no caixa, oferta relâmpago, o cobertor tal vai sair 50%, voltou lá, pegou mais 10. E ela chegou toda feliz, contando na casa espírita. Isso foi um chamado que quando eu me envolvi, as coisas auxiliam a gente para ampliar.
mpago, o cobertor tal vai sair 50%, voltou lá, pegou mais 10. E ela chegou toda feliz, contando na casa espírita. Isso foi um chamado que quando eu me envolvi, as coisas auxiliam a gente para ampliar. E depois você vê o resultado dos velhinhos passando noites mais quentinhas com o cobertor da solidariedade. Isso é muito encantador. Deixa vocês falarem ali em cima. >> Ai, olha, vai lá, Cris. Tô emocionada ainda. Uma das cenas que mais me me marcou ali, voltando, né, também aquela cena da cadeira, gente, naquela sala quando ela tá sentada na cadeira e tudo acontece depois quando ela desencarna, volta na sala, na cadeira, a cadeira vazia. Quantas vezes a gente, né, não não presta atenção, não se apega, né, se apega ao contrário, ao contrário, ao ao à correria, ao material, ao dia a dia. E não presta atenção naquela cadeira, naquela pessoa que tá ali e um dia chega que tu vai olhar, a cadeira tá vazia, aí tu presta atenção na cadeira, né? Aí tu relembra, tu quer ter a saudade, a vontade de ter de novo quem ocupava aquele lugar na aquela cena da cadeira na na no quarto ali me impactou bastante assim, me deu, sabe, aquela aquela emoção maior, aquela saudade de alguém. É. E é bonito também. Além da cena da, aliás, cena foi cedida, né? é um hospital psiquiátrico, é o hospital psiquiátrico e foi rodada lá, né? Mas eh amigos, eu tô me lembrando aqui do belíssimo, né, texto de Lário Silva, né, que forma um pouco >> a biografia de de Benedita no meio espírita. Eh, e a cena também narrada por ele é tocante, logicamente que é uma cena imaginária, né? a gente não sabe se aconteceu ou não, mas enfim, tá no conto de Lário Silva. Eh, e ele nos fala, né, da da surpresa das damas da sociedade que estavam promovendo aquela reunião de trabalho e o o o quanto elas ficaram eh sensibilizadas e chocadas e um pouco envergonhadas por terem feito daquele fato fofoca, né, e julgamento de valor, porque a Benedita estava ali num profundo ato de respeito por ela. A Benedita provavelmente escolheu a
chocadas e um pouco envergonhadas por terem feito daquele fato fofoca, né, e julgamento de valor, porque a Benedita estava ali num profundo ato de respeito por ela. A Benedita provavelmente escolheu a melhor roupa que ela tinha para ir para aquela reunião, porque ela não queria expor, né, a sua necessidade e soube o mantô de lã, né, totalmente inapropriado para aquela situação, mas eh revestido de muito respeito, né, pela reunião em si, pelas pessoas que estariam participando daquela reunião. Dona Benedita se comporta deferência, respeitando, né, querendo se apresentar da melhor forma possível, né? Isso foi motivo de chacota entre as mulheres, entre as madames, né? Então essa cena me toca muito também pela atitude dela, né? E aí quando ela se vê exposta e tira o mantô de lã, todas percebem o motivo do mantô, né? Porque sob o mantu ela carregava um vestido de chita completamente eh repleto de buracos e de falhas, né? E que ela não queria expor, não por vergonha da sua situação, mas por eh ela queria se apresentar de forma respeitável, né? Eh em honra daquelas mulheres. Vejam como é que um espírito nobre se comporta, né? Ela tinha deferência por aquele momento, ela tinha respeito muito mais até pela iniciativa que aquelas mulheres estavam promovendo. Então essa essa cena me tocou muito também. >> Rodney, >> pois eh essa cena que foi narrada e a gente assistiu ali, eu eu comecei a pesquisar porque o homem não entende nada de roupa de mulher, né? Então quando falou o negócio de Chitão, de de E eu fui pesquisar assim, parece e vestido de quadrilha, né? De isso, de >> de roupa lá de de festa junina assim, né? Mas só que é mais antigo >> porque os que tão agora são mais moderninho, florido e tal, mas eu acho que é a coisa mais antiga e como você falou eh toda rasgada e etc e tal, né? que era da necessidade da pessoa. Então, que nem você falou assim, ela procurou algo para poder, né, ser um pouquinho mais apresentável dentro da do contexto que foi convidado, né? Então, digamos
né? que era da necessidade da pessoa. Então, que nem você falou assim, ela procurou algo para poder, né, ser um pouquinho mais apresentável dentro da do contexto que foi convidado, né? Então, digamos assim, é foi o respeito e recebeu o inverso. Mas, Cris, isso até hoje acontece, tá? Porque a gente vê também expositores super alinhados com roupas de marca e tudo mais, né? E as pessoas também comento quando a pessoa vai só com uma uma camisa polo, uma calça jeans, etc, tal, como se a vestimenta fosse o foco do que você vai falar, da mensagem, porque digamos assim, o que mais importa em tudo isso é o portador da mensagem, tá? recentemente, foi agora esse final de semana que passou, eu eu fui de Curitiba a Londrina de madrugada com Noa para assistir uma companheira nossa lá de Manaus que veio para Londrina e fez todo um trabalho em várias várias cidades da região. E no último dia a gente foi acompanhar o seminário e aí eu fui verificar o quê? Como se comporta uma servidora do Cristo? Ela consegue trazer na sua vibração, na sua vestimenta simples, mas é a mensagem que ela é portadora, a responsabilidade dela passar, dela chamar a nossa atenção, puxar nossa orelha de forma carinhosa. Foco nas obras básicas, foco nas obras subsidiárias de Francisco Cândido Xavier. Olha, tem traduções que facilitam nossa compreensão. Evrando né, trazendo ali ao vivo, puxando as pessoas para interpretar a o livro do Céu Inferno ali na no momento. Um vai representar o Kardec, outro vai ser a Helena, outro vai ser e mostrando ali pras pessoas a interação, a entrega de todo mundo, o compromisso que cada um tem, né? Ela não precisava estar alinhada nos nos maiores nos melhores trages, porque ela é a portadora da mensagem. E a mensagem que ela nos passou, valeu a pena qualquer sacrifício de ficar eh sem dormir, quase 24 horas, né? e chegar lá e vê como se comporta um verdadeiro servidor ou servidora do Cristo. Ela não está preocupado com a roupa que veste. Ela tem um único propósito, é passar a
h sem dormir, quase 24 horas, né? e chegar lá e vê como se comporta um verdadeiro servidor ou servidora do Cristo. Ela não está preocupado com a roupa que veste. Ela tem um único propósito, é passar a mensagem e a interpretação da mensagem e fazer a gente refletir, pensar, às vezes até puxar a orelha de forma carinhosa, mas sempre deixar por onde passou um ambiente de confiança, de felicidade, de amizade, um ambiente que a gente fala assim: "Puxa, essa é uma irmã que eu já conheci há muito tempo. >> Uhum. >> E que nos veio aqui somar. Então, a gente se torna uma família maior e todo mundo que tá ali também se torna um familiar e todo mundo fala assim: "Volte porque ainda a gente precisa de mais", né? Então é assim que a gente tá trabalhando, tá? A gente, Cris, fica tranquilo, tá? a gente passar, a gente vai ter justamente esses olhares que se desfontam da da da realidade, >> mas muitos vão conseguir enxergar isso que eu tô dizendo. A sua mensagem é muito mais importante do que suas vestes, porque é a sua entrega. Ela fez a entrega dela, né? E aí, Rod, só trazendo uma outra figuração, uma outra simbologia paraa sua fala, eu acho que a veste ideal de cada um de nós que se propõe a sermos divulgadores do evangelho, né, divulgadores da mensagem, de sermos mensageiros, >> é, >> eh, é a veste da túnica nupscial branca da parábola do fechim das bodas. É essa veste que deve nos vestir, né, quando chegarmos para participar, participarmos do banquete, né? >> É >> cujo cujo noivo a gente já sabe o nome dele, né? Jesus. >> É mesmo. É isso aí. Estamos chegando já, né? >> Tem mais um tempinho. >> É, >> tem. tem mais um tempinho. Então, eu verifiquei também, Cel, acho que você vai se lembrar que depois de um certo tempo ali a obra acabou, né, que foi foi um período até 2015, é isso, né, que foram atendidos muitas pessoas depois >> mais de 1000 pessoas, >> mais de 1000 pessoas >> internos, né? Chegou a ter mais de 1000 internos. Agora é importante se registrar isso que você tá falando, Rod.
ram atendidos muitas pessoas depois >> mais de 1000 pessoas, >> mais de 1000 pessoas >> internos, né? Chegou a ter mais de 1000 internos. Agora é importante se registrar isso que você tá falando, Rod. Quer dizer, logicamente que as leis que norteiam o trabalho assistencial no Brasil, elas eh se alteraram ao longo do tempo, dificultando muitas ações eh de acolhimento, onde essas pessoas ficavam, eram os lares, né, lares temporários que se chamava, né? E eu sei porque, por exemplo, aqui no no Rio de Janeiro a gente tem o o famoso Lar de Frei Luís, né, que é a mini cidade do amor, também assim intitulada, onde no início da obra eh podia-se acolher crianças eh onde e elas residiam dentro, se construiam como se fosse uma colônia espiritual com muitas casinhas, né? A constituição física do lar de Frei Luiz até hoje é assim. E nessas casinhas, eh, havia a eh grupos, a constituição de grupos familiares. Então, tinha sempre um casal de adultos, né, casados ou não, mas enfim, era um casal, eh, que acolhiam crianças. Essas crianças ficaram sob a responsabilidade desse casal e moravam todos juntos. moravam mesmo de verdade, se alimentavam ali, iam pra escola, voltavam para casa. Então, essas crianças eram literalmente acolhidas e viviam ali nesse regime, né, de família. E depois a legislação mudou. Como eu não sou dessa área, eu não não me sinto à vontade para falar sobre isso, mas a gente sabe que o impacto dessas transformações na lei também eh impulsionaram um novo modelo de trabalho, onde hoje, né, a preocupação das autoridades que se debruscam sobre a questão da assistência social, elas entendem que as crianças precisam, eh, na medida do possível ter convívio com a sua família raiz, né? né? Então, não permitem a constituição desses lares temporários, desses de desse tipo de trabalho assistencial, né? a a digamos assim, a a as autoridades proíbem esse tipo de acolhimento. Elas falam que as crianças precisam ficar com seus pais biológicos, o que é também uma questão para reflexão. Eu não tô dizendo nem que é
os assim, a a as autoridades proíbem esse tipo de acolhimento. Elas falam que as crianças precisam ficar com seus pais biológicos, o que é também uma questão para reflexão. Eu não tô dizendo nem que é positivo e que nem nem que é negativo. Aliás, eu não tenho nem lugar de fala porque não é a minha área de trabalho. Eu eu só fico pensando que é complicado você obrigar uma criança a um convívio na família, onde às vezes o pai é um alcólatra, por exemplo, né? A violência doméstica muito provavelmente também. Enfim, eh, a lei do progresso, ela existe e ela é inexorável. Então, a gente vai chegar num ponto aí onde a gente vai encontrar um bom um bom modelo de trabalho para se auxiliar o máximo possível a essas crianças, né? Mas é só para registrar isso que as leis mudaram e o trabalho mudou junto. >> Verdade, Cris. Eh, eu lembro de uma entrevista que foi concedida para nós, Aristeia R, >> que ela ela é do Monaci e e ela ela contou para nós que existe uma problemática nessa questão da adoção da criança, que, por exemplo, o sistema liberou 5.000 e tinha mais de 35.000 na fila, >> né? E tinha mais de 45.000 pessoas interessadas. Então, digamos assim, se não houvesse essa amorosidade e toda essa questão, todas estariam já em seus lares, né? Então, assim, a a vez ela tava falando aqui, a legislação, às vezes essas questões eh acabam demorando demais, travando demais, né, a adoção dessas crianças. Então assim, eu até vou uma hora vou conversar com ela se ela pode de repente nos atualizar, porque foi em 2021 ou 22 que ela deu essa entrevista para nós. De repente ela pode até participar com a gente num num outro momento aí para falar sobre isso, porque ela é entendida nesse assunto, porque tudo começou com ela, quando ela ela queria adotar duas meninas e as duas meninas tinham aes e ela queria adotar a si mesmo e foi negado para ela adotar essas duas meninas. Mas então, mesmo depois disso, ela continua tendo contato com essas duas meninas que hoje já são jovens, mas ela adotou outros, né? E deu tudo certo. Mas
foi negado para ela adotar essas duas meninas. Mas então, mesmo depois disso, ela continua tendo contato com essas duas meninas que hoje já são jovens, mas ela adotou outros, né? E deu tudo certo. Mas assim, é uma uma questão pra gente bater papo mais atual assim em outro programa. Acho que talvez um sobre os fatos ou alguma outra situação a gente faz aqui. >> Isso. Ó, a gente tem a gente tem expertizes aqui no chat, se quiser. A Maria das Graças que vive essa realidade Três Rios, >> nossa nossa chefinha e a Dolores também de Juiz de Fora que tem experiência nesse sentido. Aí Rod. >> É, >> é. >> Deixa eu ver aqui que o momento que elas colocaram aqui. Acho que é às 10:25. >> Isso começou. Eh, >> é a Maria das Graças Lazarini, né, falando dos laços familiares para elas não perderem esses lógico que a gente sabe que no fundo a proposta é essa, né? Mas a legislação ela dificulta sim. Eu também sou partidária dessa opinião. Graça. >> E a Dolores na sequência ali depois a lei não permitiu essa ajuda e parou >> ser creche. >> A ser creche. É. >> É, >> tem essas questões mesmas. Eh, eu acho que é por isso que a nossa federativa acabou eh encerrando aqui a condução de algumas creches e passou paraa prefeitura e também o hospital psiquiátrico passou para uma outra instituição. Então, realmente é complicado. Mas eh uma coisa é é fato. Quantas pessoas nesses lugares foram recuperadas à medida que entrou eh a ação do espiritismo dentro dessas dessas instituições, né? porque poôde tratar justamente dessas questões de obsessões e depois dando a sequência dos teus tratamentos terapêuticos, né, da da dentro do espiritismo. Então, acho que é muito importante ressaltar isso e que já foi falado aqui pela crise, justamente imagine lá tempos atrás como era dificultoso essa questão e hoje tá mais fácil, né? Mas mesmo assim requer um olhar mais bem apurado, porque as nossas casas espíritas são ainda eh procurado por pessoas que chegam lá, não, eu tô tratando minha filha que tá à beira da
á mais fácil, né? Mas mesmo assim requer um olhar mais bem apurado, porque as nossas casas espíritas são ainda eh procurado por pessoas que chegam lá, não, eu tô tratando minha filha que tá à beira da loucura, etc e tal, e de repente você leva na casa espírita e vai lá, conversa com o pessoal do atendimento fraterno, né, começa a acompanhar a a os tratamentos dentro da casa espírita e vê uma melhora, porque eram questões espirituais. Isso é muito importante para que você identificou isso, corra car espírita, não perca tempo, tá? Eh, maravilhoso essa essa live de hoje, justamente trazendo essa figura tão importante. Estamos conhecendo ela agora, né? O pessoal que já conhece vai depois poder mandar mais subsídios. Eu acho que o pessoal de Araçatuba, quem conhece alguém de Araçatuba, manda esse vídeo para lá e fala que nós deixamos um recadinho para que eles coloquem lá nos comentários mais informações, se eles têm mais materiais sobre Benedita, né, Fernandes, para que a gente possa de repente fazer um um uma nova edição com muito mais robustez, mas que este aqui já já dá um norte pra gente, tem muita informação pra gente, >> né, Sirley? >> Nossa. Aí emociona. Eu também não conhecia, né, ouvia falar sobre Benedita Fernandes e tudo, mas a história história a fundo assim e muito mais coisa do que deve ter, eu também não conhecia. E quando a Cris mandou o roteiro para pra gente, para escolha ali das vozes, lógico, obviamente a gente lê o roteiro primeiro e daí tu já fica assim, sabe, eh, preso e imaginando aquela vida, aquela pessoa e viaja, faz uma viagem no tempo, né, Cris? E já começa ali a emoção de cada roteiro, de cada personagem que chega. E é tão bacana que a gente aprende, tu aprende a conhecer naquele momento e já de uma grandeza, de um de um de de tanta coisa boa, de tanto exemplo, de tanto, tu fica imaginando como conseguia, como podia, né? Hoje em dia tem tantos recursos e não sei se um pouco é realmente vamos deixar eh andar com as próprias pernas ou isso não é problema
mplo, de tanto, tu fica imaginando como conseguia, como podia, né? Hoje em dia tem tantos recursos e não sei se um pouco é realmente vamos deixar eh andar com as próprias pernas ou isso não é problema meu ou farinha pouca mais primeiro o meu pirão a gente não consegue chegar a um denominador ainda. Mas que naquela época as dificuldades eram muito maior, né? a miséria nem se fala eh de extrema que era e não morria ninguém e dava jeito. E quantas histórias eu fico imaginando, gente, um lugar como esse, né? eh orfanatos assim ou hoje orfanatos, mas nessa época esse pessoal como a Benedita que cuidava, juntava essas crianças e cuidava, quantos profissionais, quantos grandes homens e mulheres não se formaram ali e lembram, né, voltam, ó, lá foi lá onde eu comecei. Um dia alguém me acolheu, alguém me me deu uma atenção, um aconchego e me fez migrar por um caminho do bem, um caminho de luz, né? É é essa essência que eu gosto de pensar de cada história, assim, sabe? Ver o acontecimento no geral, mas quanta coisa boa, né? por falta de registro, por falta de de material e tudo, como a Cris e o Rodney falaram, mas quanta coisa boa e bonita não deve ter ainda guardado, escondido na gaveta do tempo ali. E e seria tão bacana se a gente tivesse, né, e isso em mãos e poder viver isso hoje. Não só admirar, lógico, respeitar, mas olhar para trás e ver que tão difícil e tão grandioso o trabalho. É isso aí. É isso. Eh, eu tava me lembrando aqui enquanto a Cirley falava que eu tenho uma uma vivência, uma história para contar para vocês que ganha convergência com a virada de chave, né, de dona Benedita, porque ela enquanto tava na cadeia pública, ela teve a assistência amorosa de dois companheiros, um presidente de casa espírita e o outro que era o próprio carcereiro, né, e que faziam ali a leitura do evangelho. aplicação de passes. Então, ela teve um suporte dentro da cadeia e isso foi um momento decisivo, facilitador para que ela eh recobrasse, né, a sua própria identidade. E eu tô usando de propósito
elho. aplicação de passes. Então, ela teve um suporte dentro da cadeia e isso foi um momento decisivo, facilitador para que ela eh recobrasse, né, a sua própria identidade. E eu tô usando de propósito essa palavra identidade, porque a experiência que eu tive foi uma experiência assim bastante significativa também. E justamente agora enquanto Cirlei falava, eu me lembrei desse caso. Eh, durante o carnaval aqui no Rio de Janeiro, o Movimento Espírita do Rio realiza um encontro de mocidades, conhecido comoerge. Aliás, é um encontro bem tradicional, conhecido no país todo, onde a a a os jovens se reúnem para ficarem ali reclusos, né, num trabalho doutrinário durante os dias de carnaval, normalmente em escolas públicas ou num local cedido para que o retiro, né, para que o encontro se realize. E aí, eh, em um determinado ano, eu recebi o convite para que eu visitasse um desses núcleos de trabalho que fica no subúrbio do Rio de Janeiro. E para isso eu tinha que me deslocar até aquela localidade de trem, o trem, o famoso trem da central do Brasil. E era um dia de carnaval, né? Eh, um dia pela manhã, eh, pós eh desfile das escolas de samba na Sapucaí. E todo mundo ainda naquele sono, né, letárgico do carnaval. E a o trem tava muito vazio e eu tava numa plataforma esperando o trem chegar e aí eh se senta ao meu lado um senhor, né, eh, preto, né, austero, assim, elegante. E ele se senta ao meu lado e começa a puxar conversa. E aí ele fala: "Você assistiu o desfile ontem eh na escola de samba e tal? O meu salgueiro querido fez o desfile, ele era fã do Salgueiro, né? Escola tradicional de samba". E aí eu falei assim: "Mas o senhor gosta do seu Salgueiro?" Eu falei: ele falou: "Eu gosto não, eu fui salgueiro. Eu fui um grande mestre salas, >> mestre Sala do do Salgueiro, né? Essa sala é uma das figuras mais importantes na composição de uma escola. É aquele que reverencia a porta bandeira da escola. E ele tinha realmente aquela elegância, né? Você percebia que eu estava ali diante de um bailarino, né?
ais importantes na composição de uma escola. É aquele que reverencia a porta bandeira da escola. E ele tinha realmente aquela elegância, né? Você percebia que eu estava ali diante de um bailarino, né? De uma pessoa eh que tinha uma boa compleição física e e tinha uma certa elegância até no sentar. Ele tava sentado ao lado de mim ali na plataforma do trem. E aí ele começou a falar, eu falei: "Mas o senhor foi?" Ele falou assim: "É, eu fui porque depois eu caí nas drogas e ele se confessou, né, um adicto das drogas. E ele falou que depois a vida dele foi ladeira baixo. Ele perdeu a posição na escola. Com isso, perdeu a principal alegria que ele tinha na vida, que era defender a escola de samba na na no carnaval carioca. E aí ele foi socorrido, porque sempre aparece alguém, um anjo bom na vida, né? Ele foi socorrido por um um senhor proprietário de uma casa na serra em Petrópolis, aqui no Rio de Janeiro, que o convidou para passar uma temporada na serra fazendo um serviço de carpintaria para ele, porque ele também mexia bem com madeira. E logicamente que a pessoa quando convidou intencionou levá-lo para fora de uma grande cidade, onde ele ficaria ali um pouco em exílio na cidade de Petrópolis. e ele ficou internado, digamos assim, eh, meses fazendo, realizando lá obra na casa desse, desse sujeito, né, desse anjo bom da vida dele. E aí ele me contando essa história toda e ele falou: "Olha, foi uma grande virada na minha vida essa minha ida para Petrópolis, porque ele não só me facultou um emprego, me tirou das ruas, me tirou da droga, né, como para que eu pudesse assinar novamente a minha carteira de trabalho, ele fez com que eu eh tirasse novamente uma carteira de identidade. E aí, minha filha, eu ganhei de novo identidade. Então, muitas vezes isso me emociona porque eu fiquei tão tocada, eu nunca pensei nisso, no valor de uma de um ato simples, que é você facultar a uma outra pessoa a possibilidade de tirar uma simples carteira de identidade que te devolve a identidade.
ei tão tocada, eu nunca pensei nisso, no valor de uma de um ato simples, que é você facultar a uma outra pessoa a possibilidade de tirar uma simples carteira de identidade que te devolve a identidade. Ele não era mais o que perambulava pelas ruas do Rio de Janeiro, eh, viciado sem sem destino. Ele passou a ser de novo o fulano de tal, que agora eu esqueci o nome dele, >> mas ele ganhou novamente identidade. Então, vejam como esse trabalho de acolhimento ele pode ganhar vários matizes diferentes, né? E eu acho que isso era muito o que Benedita fazia pelas pessoas, dava elas novamente essa identidade e principalmente a identidade de filiação divina, de sermos filhos de Deus plenos de potencialidades. >> Lindo, Nestrlei. Fechamento lindo esse depoimento aí, ó. Show de bola. >> Já imaginei ele já hoje em dia feliz com a identidade e quem sabe um dia ele possa voltar a ser o mestre sala. Por que não, né? Tomara. >> Verdade. Obrigado, Cris, por compartilhar essa história. Obrigado, Sirlei, por estar presente na live. Até a Marlene Venance mandou um recadinho, né? >> Olha. Oh, >> cheguei agora. É porque ela tá estudando também, sabe? Eh, depois ela assiste desde o comecinho, mas ela colocou ali, ó, participação especial de Cirleia. >> Nossa. >> E a Mazé deixou aqui o quanto é importante a colher. Sim, com certeza. >> Mas eu tô com saudade, viu? Acorda tem que trazer ela na live. A Rora pessoal aí que tá trabalhando aí na nos grupos aí. Tá. O Rodney, hoje era para Mazé tá aqui conosco. >> É mesmo? >> Era, era para >> Mas é puxão de orelha nesse. >> Não, mas tem um motivo nobre. >> Não, não. Sim, claro. A gente só brinca aqui e tal, mas é é lógico que a gente sabe até >> se comover. Hoje é o aniversário da filha dela, a Celina. >> Oh, Celina. >> É. Então, um beijo a Celina, um beijo a Maé. E não esquece da promessa do da fatia de bolo. Terminando a live, eu vou estar com fome, com certeza. >> É, a Maria de graças das graças Lazarini falou que ia mandar um monte de chocolate voador, o negócio assim, tá?
promessa do da fatia de bolo. Terminando a live, eu vou estar com fome, com certeza. >> É, a Maria de graças das graças Lazarini falou que ia mandar um monte de chocolate voador, o negócio assim, tá? >> É claro. Também elas sabem o meu o a minha gastura como funciona. >> Eh, minha gente, eu vou eu eu vou fazer o seguinte. Eu quero agradecer a você que esteve conosco até esse momento. Eu sei do carinho que vocês têm por todos nós e é recíproco também essa vibração que chega até nós. E é lógico que nós nos bastidores enfrentamos grandes dificuldades, já não são mais pequenas ou qualquer uma, são grandes dificuldades, mas que o que nos alimenta, o que nos traz essa vontade de vencer todas elas é justamente essa esse nosso momento de reencontro, né? a gente é abastecido pelas pelas teclagens que vocês fazem aí no mandando a mensagem, eh, participando, inclusive colocando ali algumas questões que vocês realmente conseguiram observar na mensagem. Eh, vocês também podem compartilhar suas histórias pra gente também. a gente vai poder contar que é uma troca muito muito boa entre a produção, após produção e o momento da transmissão e depois da transmissão, porque a gente acaba recebendo, olha, fulano de tal me encaminhou, não conhecia a história dessa personagem, estou encantado, me identifiquei, tô passando por isso, me tirou de uma situação. Então assim, é um trabalho que é promovido pela espiritualidade, tá? Então cada um faz a sua parte, as contribuições de cada um auxiliam num todo e é o que tá tornando isso maravilhoso, uma experiência ímpar, né? E é uma forma diferente da gente tá aqui aprendendo, ensinando, eh também acompanhando vocês e até nos grupos de de estudos do WhatsApp que o pessoal comenta ali como o que tiraram de lição. Isso é muito importante e replicam pros demais que estão começando a conhecer a doutrina espírita e conhecendo também essas grandes biografias. Os homens serão lembrados também, se Deus quiser, né? Só que daí vai ser rochas do evangelho,
os demais que estão começando a conhecer a doutrina espírita e conhecendo também essas grandes biografias. Os homens serão lembrados também, se Deus quiser, né? Só que daí vai ser rochas do evangelho, né? >> É, vai dar mais trabalho também, né? >> É, rocha tem que lapidar mais, vai ser um trabalho mais pesado, né? Rocha, rocha, >> né? Mas assim, a a o Raí está tá chegou a a um certo ponto de uma de um de um crescimento tão grande e é uma felicidade enorme realmente termos aquilo que a Crise e a Cirley estão pontuando, que tá crescendo o número de pessoas que estão cooperando. Isso é muito importante porque a gente vai dar a voz a todos aqueles que sentem no seu coração o desejo de cooperar conosco. E isso é muito encantador. Não tem, não tem, não tem monetização que pague esse tipo de trabalho, tá? Porque primeiro que a gente é liberto disso, né? A gente faz aqui com os nossos próprios recursos e não precisa de monetizar as coisas, tá? Graças a Deus, a não ser que mude as regras do YouTube. Bom, então deixo aqui meu boa noite a todos vocês. Clei, deixa seu boa noite. Depois a crise, daí eu já coloco a vinheta de encerramento, porque sempre vai ser a nossa marca de saudade e que venha aí o CP logo logo >> e a moral da história. >> Certo. Isso aí, gente. Eu quero deixar um beijo para todo mundo que ficou conosco até agora. agradecer mais uma vez Cris Rodney, o Nilo que também tá nos bastidores ali enroladinho na manta com chocolate quente, o danado, né? nosso nosso querido amigo também aí do grupo Raízes, as pessoas ali do grupo Terapias de Vô, que a cada vez a gente vai descobrindo, pegando, né, um talentinho diferente e a cooperação de todo mundo, não só lá no grupo, mas agradecer pelo carinho de quando a gente chega, ó, vamos lá, vamos participar, quer dar uma força aí e carinhosamente feliz eles vêm contribuir com a gente. a dona Marlene, que eu fiquei feliz da vida dela tá aqui, muito feliz mesmo. E é isso aí, um beijo para todo mundo, muito obrigada. Agradeço de coração em nome da equipe e
vêm contribuir com a gente. a dona Marlene, que eu fiquei feliz da vida dela tá aqui, muito feliz mesmo. E é isso aí, um beijo para todo mundo, muito obrigada. Agradeço de coração em nome da equipe e em meu nome e do anjo da guarda, todo mundo que ficou com nós. Eu vou eu vou terminar como começou o roteiro. Uma mulher pobre, preta e semianalfabeta, que soube vencer todas as vicissitudes da vida, mostrando pra gente, meus amigos, que Jesus não faz apostas erradas. E de propósito, a gente usa no texto do roteiro que Benedita Fernandes, ela não recalcitrou contra os aguilhões, querendo traçar um paralelismo entre Benedita Fernandes e o vaso escolhido Paulo de Tarso, que igualmente, né, muitos poderiam pensar, puxa, mas será que Saulo foi uma aposta errada de Jesus? Não, porque depois ele é clode em Paulo e Benedita se fez a mãe dita de todos aqueles desvalidos do caminho. Então, gratidão a esse espírito nobre, a esse espírito amoroso que do plano espiritual continua exercitando a sua vocação de acolhimento e de caridade. Uma excelente noite para todos vocês e que possamos ser nessa noite embalados em nossos sonhos por Benedita Fernandes. >> Isso aí. Ah. ah
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