Live 02 - Censo 2022 | Rumos do Movimento Espírita
O último censo do IBGE, divulgado recentemente aponta um decréscimo no número de pessoas que se declaram espíritas,O Sobre os Fatos, programa do Conecta Espiritismo TV organizou uma mesa redonda com expositores espíritas para refletir os números da pesquisa.
Boa noite, meus amigos. Boa noite, minhas amigas. Está começando uma live especial, né? E junto comigo quem vai estar apresentando já o início dessa transmissão é a nossa querida Cristiane Drux, conhecida mais como Cris Druxes. Então vamos trazer ela aqui para dentro. Olá, boa noite. Deixa eu só acertar aqui. Tudo bem, Cris? Oi, Rod, boa noite. Boa noite amigos, a todos que estão aqui no chat já desde cedo, né? Esse chat tava aquecido. Nessa expectativa desse espaço de reflexão. O Rodn vai ser o condutor, né? O Rodne é várias pessoas em uma só. ele coordena a transmissão, ele será o nosso apresentador que vai ficar acompanhando também aqui o chat, a manifestação de vocês, as opiniões, as reflexões e Ivana Rais, que já vai estar conosco aqui também fazendo a mediação disso que hoje é a nossa proposta de consolidarmos essa mesa redonda para debatermos, né, os rumos do movimento espírita, tendo aí como referência como pontapé inicial de reflexão, os dados do IBGE. É esse espaço, meus amigos, até pra gente falar um pouquinho da proposta editorial dessa live, né? Trata-se de um espaço de reflexão. A gente não tem a intenção na noite de hoje de apontar culpados pelo decréscimo justamente desse número de espíritas que o IBGE aponta na sua última pesquisa. essa pesquisa realizada, né, com apuração, com período de apuração em 2022, nós estamos nos utilizando desses dados, né, do IBGE, da pesquisa científica com metodologia científica do IBGE para a partir desses números somarmos esses números, essas eh conclusões numéricas somarmos esses números as nossas vivências, as nossas observações do movimento espírita. Ninguém aqui tá querendo colocar o número no altar, né, e tomar esse número como um número que que dá transparência à realidade. Até porque o IBGE ele não tem como proposta em relação ao assunto religião fazer apontamentos numéricos muito direcionados, porque o IBGE trata de questões de políticas públicas e não há política, não, não existem políticas públicas vinculadas às questões da
assunto religião fazer apontamentos numéricos muito direcionados, porque o IBGE trata de questões de políticas públicas e não há política, não, não existem políticas públicas vinculadas às questões da religião. Então, a proposta aqui hoje é a gente aproveitar o número do IBGE para aprofundarmos reflexão a partir das nossas experiências, porque nós somos observadores do movimento espírita. E daí por a gente compôs um time, né, de debatedores, um time de pessoas que com muita vivência no movimento espírita poderão trazer concretude a esse debate. Então, a nossa proposta hoje é de uma análise na busca de soluções, de mudanças positivas, de alteração desse cenário que que nós já entend entendemos que não é o cenário ideal, é ainda, infelizmente um cenário morno para um movimento espírita pujante, para que o movimento espírita possa se tornar cada vez mais pujante com condição de traduzir a doutrina que representa fato. É que as casas espíritas, meus irmãos, estão esvaziadas. A pandemia foi um marco para isso também, né? As lideranças espíritas elas estão cada vez mais envelhecendo e não há uma habitualidade para formar lideranças jovens. Isso não é o IBGE que tá dizendo pra gente. O IBGE apontou apenas um decréscimo, mas nós estamos tentando levantar aqui no início dessa fala editorial perspectivas de diálogo, perspectivas de debate. A participação do jovem nas atividades da casa espírita, ela é hoje sim ainda muito tímida. E aí a gente entrega já para aquecer esse momento de reflexão algumas perguntas. Quais caminhos possíveis para darmos cumprimento à regeneração da humanidade e uma possível modificação das disposições morais sobre a face da Terra? O espiritismo ele tem, sem sombra de dúvidas força suficiente para essa transformação. Mas, mas o movimento espírita, ele está sendo colaborativo nesse ensejo, nessa proposta. Essas e outras questões analisadas com o intuito de apontar caminhos serão debatidas agora. E para iniciarmos justamente esse espaço deão, nós queremos trazer
olaborativo nesse ensejo, nessa proposta. Essas e outras questões analisadas com o intuito de apontar caminhos serão debatidas agora. E para iniciarmos justamente esse espaço deão, nós queremos trazer consistência, consistência para que possamos depois analisar. E para para isso nós convidamos o Ivan Franzolim, ele vai já está nos bastidores, ele vai entrar agora agora nesse espaço de reflexão aqui da sala de transmissão e o Ivan vai nos explicar o qual é o trabalho que ele tem realizado já há alguns anos em relação a um mapeamento do movimento espírita brasileiro. Ivan, seja bem-vinda. Olá, Cris. Olá, Rodney. Olá a todos dessa live, desse diálogo ampliado, que é muito bom conversarmos sobre a nossa doutrina. Eu quero eh referendar a Cris quando ela falou da metodologia do senso. Realmente é a melhor referência que temos. Alguns espíritas que questionam, dizem que não recebeu a eh não foram não foi feita a pergunta para ele, né? Porque não não realmente não, a pergunta não é não a metodologia não era para aplicar a pergunta para todos. Eh, foi mais ou menos 10% eh das pessoas recenciadas que receberam essa pergunta. E mais, o recenciador na hora que ele aperta o botão para começar a entrevista, é nessa hora que o sistema aleatoriamente ele eh coloca um formulário com essa pergunta ou sem essa pergunta. Quer dizer, ele não tem interferência. Então, podem ficar tranquilos que a metodologia do do IBGE nesse aspecto é muito boa e é a nossa melhor referência. Eh, pessoal, eh, alguns devem eh, me conhecer pelo trabalho que faço da Pesquisa Nacional Espírita, que não tem o rigor científico do senso, mas ela apresenta muitos indicadores que se aproximam ao censo, né? Então, eh, eu acompanho o censo desde 1990, 2000, 2010 e agora 2022. Vejam, nós estamos comparando 2010, que foi uma apuração de 10 anos com uma apuração de 12. Então, também tem um detalhe aqui. Eu não sei se isso melhora ou piora a nossa situação, né? Eh, mas eh as pesquisas, a pesquisa nacional espírita, ela tem mostrado com um contingente eh
uração de 12. Então, também tem um detalhe aqui. Eu não sei se isso melhora ou piora a nossa situação, né? Eh, mas eh as pesquisas, a pesquisa nacional espírita, ela tem mostrado com um contingente eh anual de 4, 5, 6.000 1000 pessoas do Brasil inteiro. Eh, esse ano, eh, nós estamos fechando a pesquisa em 16 de junho e ela já está chegando a 10.000 com quase 1000 municípios do Brasil, né? 10.000 respostas. Então, ela tem uma base boa, né, para para que a gente possa trabalhar os números. E os números eles têm que ser úteis. A qualquer pesquisa é um indicador de gestão. Não adianta fazer pesquisa, achar o gráfico bonitinho e colocar na gaveta. Nós temos que trabalhar isso primeiro, verificar se é a nossa realidade local, porque o Brasil é muito grande. Então, às vezes, o indicador geral não reflete a realidade local. e depois trabalhar para reverter, para reforçar uma posição boa e para reverter uma tendência, uma um possível cenário futuro, eh, que não seja bom, que não seja propício, né, Ivan, deixa deixa eu só te interromper só pra gente já ir pontuando alguns pontos importantes. Quando você faz a sua pesquisa, você tem como público alvo, evidentemente, um movimento espírita. Isso eh dentro do que você conseguiu levantar recentemente, porque você tá consolidando ela e entregando ela daqui a pouquinho pra gente, eh você percebe também esse esvaziamento das atividades na casa espírita? Sim. Eh, e na pesquisa do ano passado e dessa que tá finalizando, sendo finalizada, eu percebo que nós tivemos, aliás, a sociedade toda teve, como você mencionou, o impacto da pandemia. A pandemia afetou os nossos, o nosso comport comportamento, nossos hábitos sociais e a gente nem imagina quanto que afetou, né? Mas uma característica, uma uma um acontecimento eh é innegável. Nós perdemos trabalhadores que se afastaram e frequentadores e algumas casas espíritas que não tinham sede própria, que felizmente é a minoria, tiveram que fechar, que a maioria, segundo a pesquisa, mais de 70% tem sede própria,
ue se afastaram e frequentadores e algumas casas espíritas que não tinham sede própria, que felizmente é a minoria, tiveram que fechar, que a maioria, segundo a pesquisa, mais de 70% tem sede própria, né, das casas espíritas. Então, o que que a gente vê? Ah, a há uma preferência, tal, cada um dá uma razão, né? É, é a segurança, o centro é longe, eu prefiro, a, a maioria prefere uma participação híbrida. Então, algumas atividades ela faz à distância, remotamente e outras atividades presenciais. Eh, na minha opinião, não podemos deixar de ter a presencial porque é o calor humano, né? Se bem que a gente transmite também via vídeo, mas não é a mesma coisa. Então, como achar esse caminho, esse equilíbrio, né? Eh, tá aí uma tarefa que todos nós temos que trabalhar. E mais, vai, serão realidades diferentes. Tem casas espíritos que tem vocação, por exemplo, para cursos e ela pode instituir minicursos rápidos de tudo quanto é tema ligado ao espiritismo. Ela pode fazer coisas e ter público para isso, que outras casas espíritas podem ter mais dificuldade, porque cada um a sua realidade, mas todos nós, todas as casas, todos os espíritas têm que encontrar um caminho para nós vivenciarmos uma doutrina que pede estudo constante, que pede o autoaperfeiçoamento. E para isso eu preciso me relacionar com as pessoas, eu preciso trocar ideias, né? Então isso é muito importante. Eu quero dizer que o movimento espírita é conduzido desde 2015, aliás, desde o censo de 1990, prioritariamente pelas mulheres, o que é muito bom, né? Eh, eu gosto muito, né? em casa. Eu também sou gerido pela minha mulher, minha esposa. Mas eu fico pensando o que que nós estamos fazendo que não conseguimos atrair os homens. Nessa última pesquisa tá dando 67% de mulheres e 33% de homens, né? Nós temos menos de 5% de jovens. Pois é. E eu ia te perguntar isso, quer dizer, dentro dessa dessa desse quanto maior de mulheres, eh, também são mulheres de idade mais avançada, qual é o percentual de faixa etária que você chegou? Olha, a
. E eu ia te perguntar isso, quer dizer, dentro dessa dessa desse quanto maior de mulheres, eh, também são mulheres de idade mais avançada, qual é o percentual de faixa etária que você chegou? Olha, a idade de todos nós aqui é avançada. Só para você ter uma ideia, ó, de 16 a 20 anos tá dando menos de 1%, 0,7. De 21 a 30, 3,4%. Agora veja, de 51 a 60, 29%. Acima de 50 anos, nós temos quase 62% das pessoas, certo? Então, eh, nós temos um contingente realmente, eh, mais acima, né, da da média, né? A média atual está em 55 anos, a média do espírita. Agora, outra coisa é que nós não estamos conseguindo atingir o público com menos escolaridade. Nossa, a religião espírita é a que menos penetra nesse campo de eh sem instrução ou só com ensino fundamental, né? eh completo ou incompleto, é a que menos penetra nisso. A doutrina espírita, ela trabalha e eh praticamente só com brancos. Então, elas eh ela esqueceu o que é a maioria no nosso país, que são os pardos e os negros, não é? É a maioria do nosso país. Então é um contrassenso, né? Realmente quando se diz que a doutrina é elitista, por um lado, sim. Agora, se você considerar que ela invade todos os campos de conhecimento, eh, ela não é fácil também, né? Então, eh, talvez a o desafio seja maior de atrair eh pessoas que tiveram menos estudo e tem menos coisas para correlacionar, para estabelecer um consenso mental. Mas eu quero dizer que esses indicadores de todas as pesquisas da que eu faço e principalmente do censo, eles eh precisam ser realmente trabalhados, né? Então eh vamos falar em caminhos, né? O caminho é o centro espírita híbrido, exatamente como deve ser. também não sei, mas tem que ser isso. Outra coisa é a des eh desinst eita que palavra é n eh as instituições é é é todo um trabalho, uma tendência mundial cultural eh de não não a pessoa não se agrada mais com as instituições, porque as instituições elas têm que ter o aspecto legal, elas têm que ter o aspecto de hierarquia, de poder, tem que tá no estatuto. São todas definições legais,
ão se agrada mais com as instituições, porque as instituições elas têm que ter o aspecto legal, elas têm que ter o aspecto de hierarquia, de poder, tem que tá no estatuto. São todas definições legais, mas que tornam aos olhos das novas gerações, uma instituição fechada, uma instituição eh dominada por um núcleo, que com boa intenção, mas é dominada por um núcleo. Então, muitos pensadores entendem que é um movimento mundial para ter um tratamento mais flexível. O problema o desafio é que se a gente torna a doutrina muito flexível, ela pode se desviar também. Se a gente popularizar a doutrina, a gente pode fazer, temos meios para isso, para aumentar a sua divulgação e popularizar, mas teremos que deixar o conhecimento espírita no nível da superficialidade. E aí é mais complicado a pessoa confundir, juntar com coisas que não deve juntar. É um risco. Nós temos que avaliar isso. Mas vê, não tem um caminho fácil. Todo caminho tem o lado positivo e o lado que pode trazer algum alguma dificuldade, algum problema, né? Perfeito, Ivan, perfeito. Você tá falando isso. A gente tá com a presença da Ivana também, que vai nos ajudar na mediação dessa live. Tem muita gente boa nos bastidores também. Daqui a pouco a gente vai trazer para esse fórum aqui na sala de transmissão. Mas, Ivana, você que tá chegando agora, eu aproveito para fazer um retrospecto, né, uma retrospectiva pro público que tá chegando também. O Ivan, nesse primeiro momento da live fez uma varredura de alguns dados, de alguns índices que ele poôde apurar pela pesquisa que meritoriamente ele realiza no movimento espírita brasileiro. E aí a gente chega alguns dados bastante significativos que eu vou me arvorar a resumir aqui, tá, Ivan? Tá? Eh, movimento espírita, ele continua sendo uma uma ação, né, pouco atingível. eh por parte das camadas menos intelectualizadas da sociedade. Eh, prioritariamente mulheres exercem a liderança nas nas atividades espíritas, nos centros espíritas. Média de idade dessas lideranças, dessas
parte das camadas menos intelectualizadas da sociedade. Eh, prioritariamente mulheres exercem a liderança nas nas atividades espíritas, nos centros espíritas. Média de idade dessas lideranças, dessas atuações, a partir de 60, 65 anos, né? é uma média que se chegou aí de faixa etária, eh, produzindo, né, ações no movimento espírita. O jovem bastante ainda isolado, com a participação muito tímida. O Ivan, se eu não me engano, chegou a falar de nem 1%, né? Não chega nem a o patamar de 1% de participação jovem no movimento espírita, eh, maioria de brancos, né? Eh, e esqueci mais alguma coisa, Ivan, que tenha sido importante, que você tenha falado assim de de é a renda também é a maior renda entre todas as religiões também. maior renda entre todas as religiões. E sim, o a os indicativos do IV também corroboram a os dados que o IBGE, o senso apresenta apresenta de uma diminuição de um decréscimo no percentual de pessoas que se declaram espíritas. Então, Ivana, eu te entrego a palavra. O chat tá muito aquecido. A gente vai ter um momento também de se debruçar sobre as considerações do chat. Só que a gente tem que botar muita gente para dentro agora aqui para esse caldo reflexivo ficar com bastante consistência, né? Fala aí, Vana. É isso aí, gente. Boa noite, Ivan, boa noite, Cris. Boa noite a todos que estão aí deixando seu recadinho pra gente, assistindo, acompanhando e aqueles que estão aguardando também para entrar. Pessoal, eu acho que é muito importante a gente frisar, eu acho que talvez a Cris até já tenha dito isso, mas vale reforçar. A intenção não é apontar defeitos, não é eh criticar quem quer que seja. A intenção é nós precisamos parar e pensar a respeito. O Ivan vem fazendo esse trabalho já há muitos anos no movimento espírita. Eu sou testemunha da dificuldade que ele tem de adesão das pessoas para responderem o questionário, que não é um questionário complexo, não é? a pessoa pode acessar, é fácil de responder. Às vezes ele tem uma dificuldade danada de conseguir isso,
e adesão das pessoas para responderem o questionário, que não é um questionário complexo, não é? a pessoa pode acessar, é fácil de responder. Às vezes ele tem uma dificuldade danada de conseguir isso, né? E vem melhorando, né, Ivan, eu acredito que aos poucos as pessoas já estão se conscientizando da importância, né? Eh, mas tudo isso, gente, o senso, eu penso que ele só veio trazer o que a gente já percebeu, porque no pós-pandemia, nós que viajamos muito e vamos para tantos lugares, nós percebemos que sim, houve um esvaziamento e isso quer dizer algo para nós. Então, às vezes a pessoa diz assim: "Ah, mas o espiritismo não é proselitista, a gente não tem que se preocupar com números". E a questão não é essa, realmente não é proselitista, mas nós temos uma mensagem que é o consolador prometido por Jesus. E nós temos a obrigação de fazer com que essa mensagem chegue até as pessoas e nós não estamos conseguindo fazer isso. Então esse dado ele só nos mostra aquilo que a gente já vem observando. Mas o que que nós vamos fazer? Ninguém tem resposta. Nós temos talvez algumas ideias. Nós temos, né? a gente tem como mais ou menos imaginar o que que tá acontecendo, mas não é nada que a gente possa dizer: "Ah, é isso por conta disso, a gente tá aqui para construir juntos, né? Essa esse é o objetivo." E pensando nisso, né, Cris, eu não sei se já é hora da gente chamar um convidado muito querido que também tá aguardando para entrar. Com certeza. É, e e enquanto ele entra, eu quero só sublinhar também que a proposta não é sermos araltos da desilusão, todo mundo ficar desesperado, meu Deus, o movimento espírita está acabando. Não, não está acabando. É um momento de virada de chave, talvez se a gente se der o trabalho de refletir sobre os dados. é um convite, inclusive considero isso muito positivo, um convite a uma mudança, uma mudança de rumo, uma mudança de planejamento estratégico para que nós possamos realmente traduzir com toda pujança possível a doutrina que buscamos traduzir. É simples assim. E sempre vai
mudança, uma mudança de rumo, uma mudança de planejamento estratégico para que nós possamos realmente traduzir com toda pujança possível a doutrina que buscamos traduzir. É simples assim. E sempre vai haver trabalho eh proposto, sempre vai haver espaço para essa mudança e com coragem, com fé, a gente consegue. Ivana, vamos colocar os nossos convidados agora mais um, né, nesse nesse espaço aqui de reflexão pra gente ir aquecendo. Quem a gente chama agora, minha irmã? Bom, agora nós vamos chamar aquele que diz assim, ele tem um bordão que eu adoro, ele diz assim: "Tá lá no livro dos espíritos, vamos chamar o Gustavo, Gustavo Musa Lemes." Oi, Gustavo. Oi, Gustavo, seja bem-vindo. Boa noite a todos. Ivana, Cris, Ololinho. Prazer falar com vocês, viu? Muito obrigado mesmo. Muito bacana. Gustavo, além da sua capacidade, né, de contribuição, de reflexão, eh, você é icônico nessa live porque você representa justamente uma linguagem, né, inovadora, uma linguagem mais acessível, uma linguagem que eh aproxima, inclusive as novas gerações do espiritismo. Eu queria que você falasse um pouquinho, bem pouquinho, porque a gente tem muitas contribuições, mas do porquo atuar você envereda por essa estratégia, você envereda por esse caminho, porque eu percebo, como todos nós percebemos, que a linguagem espírita ela ainda não é, ela não gera conexão com o grande público, como nós vemos pelos dados que o senso nos traz, a gente gera conexão apenas com os que têm escolaridade. mais alta e não só a maioria. A gente gera conexão com os que têm uma faixa etária eh mais elevada e a gente também gera conexão com aqueles que se apresentam como brancos, né, com os pardos e negros, não? Então, com a maioria, a nossa linguagem não gera conexão. Eu também tinha uma dificuldade para conseguir conquistar pessoas paraa minha página de espiritismo. Mas quando eu mudei a linguagem, quando eu comecei a falar diferente, eu acho que aqui fica uma reflexão pra gente fazer a respeito do nosso movimento espírita. Quando eu
minha página de espiritismo. Mas quando eu mudei a linguagem, quando eu comecei a falar diferente, eu acho que aqui fica uma reflexão pra gente fazer a respeito do nosso movimento espírita. Quando eu mudei a linguagem, criei os bordões que a Evana falou, tá lá no livro dos espíritos, comecei a falar coleguinha, que são termos que até eu não falo no meu dia a dia, mas nos vídeos eu uso porque gera conexão. Então eu saí de 3.000 seguidores para 354.000 seguidores, 4 milhões e meio de pessoas por mês a gente tem de audiência. Isso é sinal que é possível fazer conexão usando o espiritismo. Sim, basta adequar a linguagem. Então, os dados que o senso nos mostram, eu venho apresentar o contrário. Não tá difícil, é só adequar a linguagem, porque eu adequei, adequei a linguagem e eu consegui trazer as pessoas para próximo do conteúdo que eu apresento. Então, quando a gente muda a entrega e não o conteúdo, devemos nos manter fiéis ao conteúdo, fiéis a Kardec. Mas a maneira de entregar esse conteúdo, a gente gera conexão e as pessoas vem sim, elas têm interesse no espiritismo, as pessoas gostam, são simpatizantes, acontece que elas não, elas vão e não conseguem se conectar, então elas voltam para trás, mas quando encontram a linguagem aí elas ficam. Então fica essa reflexão pro nosso movimento espírita. Talvez esteja aí o que tá faltando para o movimento de uma forma geral. Muito bom, Gustavo. O segredo também tá na linguagem. Nós somos comunicadoras, né, Ivane? A gente sabe bem o valor da linguagem e adequação dela em relação ao público alvo e a gente segue adiante obtendo sucesso. Diga, Ivana. O Ivan pediu para fazer um comentário e o Gustavo também. Mas primeiro Gustavo você breve, tá bem? Mas fala, Ivana. Não. Então, Gustavo, por favor, faça o seu comentário. Eu quero ir na contramão, se vocês me permitem, eu quero fazer aqui o outro lado. Quando vejo vocês falando da pandemia, eu acho que a pandemia teve um grande impacto, sim, nas casas espíritas. Houve um esvaziamento, não só nas casas
s me permitem, eu quero fazer aqui o outro lado. Quando vejo vocês falando da pandemia, eu acho que a pandemia teve um grande impacto, sim, nas casas espíritas. Houve um esvaziamento, não só nas casas espíritas, mas nos congressos, nos eventos espíritas. Sim, isso é fato. Mas a pergunta que eu faço é: pandemia foi só pros espíritas? Os evangélicos não tiveram pandemia? A Umbanda não teve pandemia e por que que eles cresceram? Então nós não podemos terceirizar o problema. Devemos olhar para nós. Porque, desculpem, colegas, a pandemia acho que não pode ser usada como desculpa, porque ela foi para todo mundo e todos, com exceção dos católicos e nós, cresceram. Será que a pandemia mesmo foi um problema? Eh, Ivan. Bom, eh, Gustavo, concordo com você. Eh, nas minhas pesquisas, eu, durante a pandemia, eu perguntei se você estava trabalhando presencialmente, né, ou você se afastou. Então, uma boa parte se afastou com receio, receio fundamentado, né, isso foi geral, né? Eh, e mais, olha, senhoras de mais de um pouquinho mais de 80 anos, 81, 82, 83 anos, disseram que elas aprenderam com o neto a trabalhar pela internet para continuar ajudando a casa. Então, você vê que se você tem boa vontade, você encontra jeito de qualquer em qualquer situação, não é? Agora, eh, uma coisa que eu quero dizer para vocês, eh desde 2015, a pesquisa deixa muito, mas muito claro o engajamento dos espíritos, o amor que eles têm pela doutrina. Eu não vi eh comparações com outras religiões. O que eu vi é que proporcionalmente ao número pequeno, embora sejamos o terceiro grupo religioso do país, mas de agora com 1,84%. Proporcionalmente, eu fiz uma pesquisa em quatro IAS que que pesquisam na web e ela disse que a participação nas redes sociais e no na internet como um todo proporcionalmente é a maior no espiritismo. O espiritismo com oito, com 1,8%, ele tem milhares de sites milhares de grupos em todas as redes sociais, em tudo. Então nós temos que aproveitar essa força, que essa força tá dispersa,
o espiritismo. O espiritismo com oito, com 1,8%, ele tem milhares de sites milhares de grupos em todas as redes sociais, em tudo. Então nós temos que aproveitar essa força, que essa força tá dispersa, né, por aí. Eu eu acho que é um caminho e só para finalizar essa parte, eu quero fazer às vezes do advogado do diabo, né, e dizer que a nossa situação, por um lado, é pior ainda, porque se nós pensarmos que a nossa sociedade ela ela ela aceita boa parte dos princípios espíritas, embora não sejam espíritas, como reencarnação, comunicação com espírito, espíritos, causa e efeito, mediunidade. A nossa sociedade aceita a a grande mídia, os streamings fazem centenas de filmes que abordam isso. Nós temos um contingente de estimado em três a quatro vezes mais esses 1,8% de simpatizantes que gostam de frequentar a casa, mas se você pergunta para eles, fala: "Não, não sou espírita". Mas eu tô aqui às vezes por necessidade, por desejo de tomar um passe, escutar uma palavra de consolo na palestra, tudo. E e nós não estamos conseguindo desses que chegam à casa espírita com simpatia, eh, a gente não tá conseguindo fazer com que uma parte deles permaneçam na casa espírita, se engajem na casa espírita, né? Eh, então nós temos muito trabalho para fazer. Eh, é fácil falar, né, como eu tô falando aqui, o difícil é encontrar caminhos estratégicos e, principalmente a união de todo o movimento espírita. Todo mundo tem que contribuir nessa tarefa. Precisamos ter talvez uma liderança para conduzir isso, mas é uma grande mudança que tem que vir por aí. É responsabilidade de todos nós, não é isso? Mas Cris, vamos chamar duas pessoas especiais que estão nos bastidores esperando para entrar para falar com a gente também. Vamos chamar os nossos amigos, o Humberto Schubert Coelho que tá aqui aguardando, e o Jaime Ribeiro. Sejam bem-vindos, meus amigos. O Rodney vai colocá-los aí para que nós possamos juntos de eh conversarmos um pouco mais. Aí, Humberto, tudo bem? Boa noite. Muito boa noite. Oi, Jaime. Boa
ime Ribeiro. Sejam bem-vindos, meus amigos. O Rodney vai colocá-los aí para que nós possamos juntos de eh conversarmos um pouco mais. Aí, Humberto, tudo bem? Boa noite. Muito boa noite. Oi, Jaime. Boa noite. Seu áudio tá fechado, Jaime. Boa noite, pessoal. Alegria estar aqui com vocês, hein? Agora sim, hein, Ivana? Agora sim, né, Jaime? Agora sim. Que muito bom. Eh, amigos, a questão talvez que possa vigorar agora é justamente essa que o Ivan levantou, né, essa bola, pra gente continuar refletindo sobre isso. Como fazer a casa espírita ser esse local de cuidado, esse local de acolhimento, esse local agradável, né, que possa criar noção de pertencimento, né, Jaime? você tem e teve um trabalho muito sólido, inclusive de análise, eh, sobre o momento pós pandemia, né? O tema pandemia já emergiu aqui também. Você pode comentar um pouquinho pra gente quais são as propostas e logo na sequência o Humberto assume essa reflexão também. Claro, sem dúvida, gente. Eh, primeiro uma alegria tá aqui, o canal Conecta Espiritismo aí bombando, muita gente assistindo. Eh, todo mundo de parabéns por trazer o tema, um tema que exige reflexão rápida, muita gente bacana fazendo reflexões tanto nas redes sociais como também muito debate surgindo. Eh, eu gostei bastante da reflexão que o Gustavo e Ivan trouxeram sobre pandemia. E, óbvio, gente, essa conversa aqui nunca é uma conversa que a gente consegue eh trazer muita fluidez. a gente sempre vai gerar uma série de de conversas, né? De fato, a pandemia aconteceu para todo mundo, mas já tava tendo Lula Palusa e os centros espíritas estavam fechados. eh teatros abertos, cinemas abertos, as igrejas todas abertas, mas eh talvez o a as instituições como um todos estavam esperando a movimentação de lideranças, de falar qual era o caminho, se já era seguro. E felizmente a instituição a qual eu faço parte, eh, ela não ficou muito tempo, não demorou muito tempo para reagir. Ela reabriu com máscaras, com distanciamento social, com agendamento, que é a Casa do Caminho
te a instituição a qual eu faço parte, eh, ela não ficou muito tempo, não demorou muito tempo para reagir. Ela reabriu com máscaras, com distanciamento social, com agendamento, que é a Casa do Caminho aqui na Vila Mariana. E foi assim que eu cheguei lá e tô muito feliz. E felizmente é uma casa que cumpre quase todas as questões que nós discutimos na pandemia, que seria o futuro do movimento espírita, como a gente deveria se comportar. Daí eu não acredito que a gente deve separar o advento pandemia, porque de fato o movimento espírita como unificado, digamos assim, eh demorou muito para abrir. Era bem, foi bem complicado. Isso fez com que alguns espíritas se acomodassem. Eh, e se acomodar, eu não tô falando do ponto de vista negativo, mas acomodação de dizer parei. Eu vinha fazendo muita coisa usando o centro espírita como terceiro lugar. Todos nós sabemos que eh o conceito do terceiro lugar, que é o trabalho, a família e esse lugar social que é um lugar que nós usamos para termos uma vida, uma vida saudável mentalmente falando e socialmente falando. E quando eles não tiveram mais esse terceiro lugar, eh, depois pararam para repensar se aquele realmente era no lugar que estava respondendo esses anseios de um de um lugar fraterno, de um lugar eh acolhedor, mais humanizado. Eu acho que a gente tem que refletir um pouco mais sobre essa questão da pandemia, mas isso fica para depois para debatermos muito mais. A outra coisa é em relação ao proselitismo. A gente viu lá muita no canal da da Intelittera, no Instagram da Intelittera, tem mais de 16 comentários do vídeo. Muita gente, inclusive eu vi no conecta espiritismo, algumas pessoas falam: "Espiritismo não é religião não, porque o espiritismo não tem por objetivo fazer proselitismo." Aí eu vou perguntar aqui uma coisa, Cris, Ivana, Humberto, todo mundo que tá aqui atrás, quem falou que o espiritismo não faz proselitismo? A gente repete isso como o espiritismo, como uma crença não proselitista, mas se fala que Kardec falou isso. Será que
, todo mundo que tá aqui atrás, quem falou que o espiritismo não faz proselitismo? A gente repete isso como o espiritismo, como uma crença não proselitista, mas se fala que Kardec falou isso. Será que Kardec falou exatamente isso? Porque no Evangelho Segundo o Espiritismo, o que Kardec fala é que prioritariamente o trabalho do prosélito tem que ser feito junto aos no capítulo 24, se não falha a memória, no 20, eu posso checar aqui rapidinho, o tempo é curto, mas ele fala que prioritariamente nós temos que ir aos simpáticos. prioritariamente ou primeiramente, ele não fala que nós não devemos fazer proselitismo. Eh, talvez a gente tenha pego aquela frase do Riculano Pires no o Centro Espírita que ele diz que o espiritismo se ocupa do proselitismo e talvez levemos para pé pro pé da letra. proselitismo é a crença forçada, é a aquela instinção de saco, vou usar a palavra da gente falar assim, não, você tem que conhecer o espiritismo, você tem que eh você inclusive quando nós estamos nos colocando como essa elite espiritual dos trabalhadores da última hora, de que nós somos agraciados porque conhecemos mais que os outros que pararam na primeira ou na segunda revelação, automaticamente nós já temos esse esse comport comportamento chato de nos tornarmos proselitistas no sentido chato da palavra, acreditando que somos um elite espiritual. Quando na verdade a minha leitura é que nós precisamos de três chances. Nós somos é a manifestação da graça de um Deus misericordioso que tá em Isaías, que nunca que tem fontes inesgotáveis de misericórdia pros espíritos, que somos nós, que ainda para entender, para poder a ficha cair, a gente precisa passar pela mesma prova que eh o rico passa na parábola de Lázaro e e o homem rico. Daí essa questão de se comportar como essa elite espiritual que fala inclusive nos comentários e dos posts dizendo que espiritismo não é para qualquer um. Pega uma frase do Raul Teixeira que não é fácil ser espírita. Claro que não é fácil ser espírita, é óbvio que não é
nclusive nos comentários e dos posts dizendo que espiritismo não é para qualquer um. Pega uma frase do Raul Teixeira que não é fácil ser espírita. Claro que não é fácil ser espírita, é óbvio que não é fácil espírita, mas em momento algum Raul Teixeira disse que ser espírita é para uma elite que eh se dedica muito a estudar e só esses podem ser espíritas. J Allan Kardec falou que reconhece o verdadeiro espírito pelo seu seu esforço em domar suas más inclinações. Aí nós começamos a repetir nas redes sociais de que o espiritismo é para poucos e que os jovens são preguiçosos e por causa disso os jovens não querem abraçar o espiritismo. É preguiçoso mesmo. Vocês passaram a fila ou para a qualquer show, gente, vai na Leaga, na em qualquer show que existe, a fila que se forma para assistir um show três meses antes, que as crianças, os jovens ficam dormindo ali na frente dos estádios. Eh, a gente fala em preguiça quando fala em juventude, porque nós temos preguiça de repensar as nossas crenças. Na verdade, eles não estão engajados. O Gustavo acabou de falar aqui que ele teve que mudar a linguagem. Então, são algumas crenças que a gente precisa reaprender a pensar, ou seja, desenvolver o hábito de ter uma segunda opinião sobre as nossas próprias opiniões para poder nós navegarmos um pouco mais seguros e falarmos um pouco sobre esse futuro do movimento espírita. O que acontece para finalizar, gente, não tomar muito tempo, é que o que falta é acolhimento. Quando eu lancei o documento os 10 tendências para o futuro do movimento espírita, eu não queria falar em tecnologia, eu queria falar em transformação acolhedora. Porque qualquer um que hoje é engajado ou muito engajado ou a maioria das pessoas que são, não qualquer um, mas a maioria que é muito engajada no movimento espírita são pessoas oriundas da juventude espírita. E quando você pergunta a essas pessoas, talvez o Ivan tenha esse dado, o grupo prioritário social dessas pessoas era o grupo do centro espírita e não da faculdade ou da
oriundas da juventude espírita. E quando você pergunta a essas pessoas, talvez o Ivan tenha esse dado, o grupo prioritário social dessas pessoas era o grupo do centro espírita e não da faculdade ou da escola ou da rua, do bairro do condomínio. Daí isso mostra que o elemento social é um elemento muito importante. Aí você vai numa pesquisa que o próprio Alexander Moreira, né, que é um pesquisador muito sério, que todo mundo aqui conhece, que ele tem trazido contribuições eh formidáveis pra ciência espírita, ele mandou algumas mensagens aqui para mim falando da pesquisa do Rodney Stark. é um dos maiores sociólogos que mais estudam a religião. E eles falam que as religiões de baixa tensão são as religiões que não pedem muito ou não exigem muita transformação dos seus eh membros, elas tendem a perder voluntários ao longo da história e nós nos transformamos numa crença de baixa tensão. O catolicismo é uma crença de baixa tensão. Crença de baixa tensão é aquela que a comunidade é baixa. comunidade, eh, não, a gente não se junta mais como se juntava nos anos 80, 90. E, eh, a exigência para se tornar membro é uma exigência muito baixa, segundo os estudos sociológicos. E o que é essa exigência? A gente tem vergonha de falar em contribuição paraa casa espírita que não pode fazer, tudo tem que ser gratuito. A gente fala que ser espírita e é difícil, aí se a pessoa vai embora, a gente diz que tá tudo bem porque é difícil espírita. E a gente não cria esses elementos de tensão, que é elementos que não é o 4 anos para aprender a dar o passe, não é nada disso. Tensão é uma tensão social, uma tensão que faz com que os membros se sintam realmente pertencentes. E é isso que tem feito os jovens irem embora, porque lá junto aos evangélicos ou os grupos radicais do catolicismo, eles encontram esse tipo de tensão que confronta o que o mundo diz para eles que é o caminho. e nós aqui não confrontamos, já dizer, vai lá e faz o que você quiser e depois você resolve. Então é uma discussão muito profunda,
de tensão que confronta o que o mundo diz para eles que é o caminho. e nós aqui não confrontamos, já dizer, vai lá e faz o que você quiser e depois você resolve. Então é uma discussão muito profunda, sabe, Cris? é que a gente precisa visitar de uma forma eh muito detalhada, inclusive a discussão se se espiritismo é religião ou não, porque talvez as pessoas esqueceram o que tem no prefácio do Evangelho Segundo Espiritismo. Talvez as pessoas não foram a pergunta 628 do livro dos espíritos, que fica muito claro quando Kardec pergunta se o espírito, se o Espiritismo se sobreporar a outras crenças, o que ele chama de crença, gente, pelo amor de Deus, ele tá falando de quê? Das crenças universais. Ele tá falando de filosofias, de ciências, tá falando de crença. Só que a gente se perde completamente eh analisando terminologia e não olhando inclusive o a própria movimentação. E aí para finalizar mesmo agora, gente, se a gente fala que o espiritismo não é não faz o espiritismo faz proselitismo e que nós não estamos preocupados com quantidade de adeptos, nós estamos completamente contrários ao que o espírito Eastro falou na revista espírita de 1863 em dezembro, que aquele artigo lá que fala dos períodos do espiritismo diz que o grande objetivo do espiritismo é a renovação social e que ele passaria por um período religioso antes dessa renovação social. Como é que faz com renovação social com 1% da população do Brasil? Essa é para você, Humberto, para você continuar aí a minha fala. Me fala renovação social da humanidade com 1% do Brasil, sem qualquer expressão no mundo com bilhões de pessoas. Daí eu acho que a gente tá falhando nessa discussão sobre divulgar ou não divulgar doutrina. Eu quero fazer uma provocação pro Humberto no que o Jaime falou. Mas será que essa tarefa cabe aos espíritas? somente aos espíritos. Excelente, excelente questão, Humberto, seja bem-vindo. Caríssimos, é eh tarde de reflexão, né? Porque esses números eles deveriam nos despertar do nosso sonho de comodismo,
as? somente aos espíritos. Excelente, excelente questão, Humberto, seja bem-vindo. Caríssimos, é eh tarde de reflexão, né? Porque esses números eles deveriam nos despertar do nosso sonho de comodismo, de conveniência e de autossatisfação que virou o movimento espírita, né? eventos eh totalmente voltados a a chover no molhado, pregar pro convertido. Nós perdemos a capacidade de conversar com diferente, de conversar com pessoas que não compartilham das nossas crenças ou que nunca ouviram falar o nome de André Luiz ou de Joana de Ângeles, por exemplo. Então, os nossos eventos, nossa literatura, nossa palestra tem se tornado cada vez mais ineftivos. Isso é uma crítica que eu tenho levantado já há 20 anos ao movimento espírita e inclusive como especialista em religiões, né, já digo pelo menos 15, 20 anos, movimento espírita ele corre o risco de desaparecer porque ele faz tudo ao contrário do que qualquer movimento que quer viver e se expandir faz. E aí nós somos obrigados a fazer um elogio aos evangélicos. os evangélicos que estão comemorando, estão satisfeitíssimos com os resultados do IBGE há 40 anos, né? Eles têm feito exatamente tudo que é correto, né? A minha especialidade acadêmica científica é estudar movimento evangélico, pensamento protestante, né? Então, fiz mestrado, doutorado, pós-doutorado sobre protestantismo e sobre também a sua relação com a ciência e com a razão. Eh, eles são empolgados, são convictos, eles não dizem pros filhos que eles devem escolher qualquer religião que tanto faz, não são relativistas, por exemplo, não são frouxos em nenhum aspecto fundamental da do comportamento, né? Não dizem que a religião não é importante, não dizem que tudo bem ser ateu ou materialista, que não faz diferença nenhuma, né? Dizem que é errado, que é ruim. E a pesquisa científica mostra que é ruim, que é errado. Você tem piores índices, por exemplo, de saúde mental quando você é ateu, tá? Isso. Todas as pesquisas de qualidade hoje têm tendido nessa direção e principalmente aqui também não é uma
que é errado. Você tem piores índices, por exemplo, de saúde mental quando você é ateu, tá? Isso. Todas as pesquisas de qualidade hoje têm tendido nessa direção e principalmente aqui também não é uma crítica ao movimento espírita, mas é um fato, né? Essas comunidades mais abaixo no extrato econômico, elas têm filhos. E, eh, as classes médias onde está bem localizado o movimento espírita são as a as faixas da sociedade em que a natalidade tem caído muito rapidamente em todo o planeta e também no Brasil. Então, por um lado, esse é um fenômeno humano da nossa era, da nossa geração. O pensador que mais entendia, que mais profundamente analisou a consciência, o espírito humano, que foi Hegel, ele vai dizer para nós que há coisas que são simplesmente do tempo, são movimentos de época e que não se explicam pelos atos, pelas decisões que nós tomamos, mas sim por uma questão estrutural da sociedade. Então, muitos dos eh sucessos e fracassos de grupos sociais não tem muito a ver com o que a gente escolhe fazer. a gente pode ter acertado muito, errado um um uma quantidade menor, talvez do que outros grupos e eh por conta da conjuntura histórica, eh perdemos força, perdemos capacidade de atração. Agora, o que a gente precisa fazer urgentemente é o me culpa e é assumir responsabilidades. Por exemplo, nós, pela primeira vez na história, nós tivemos também evidências de baixa de QI. A inteligência do jovem hoje é menor do que a inteligência da pessoa de 30 ou 40 anos, pela primeira vez na história, que a inteligência é medida. E não há absolutamente ninguém perguntando o que é que o sistema educacional ou a cultura ou a criação do jovem de hoje pode ter a ver com o declínio da inteligência entre essas faixas de 15, 20, 25 anos. Então, da mesma forma, nós precisamos fazer uma autoanálise das nossas instituições, da nossa divulgação, da nossa literatura, né? né? Quer dizer, quando a gente pensa em Kardec, quando a gente pensa em Leonir, tem muitos livros hoje que são vergonhosos e passam por literatura
uições, da nossa divulgação, da nossa literatura, né? né? Quer dizer, quando a gente pensa em Kardec, quando a gente pensa em Leonir, tem muitos livros hoje que são vergonhosos e passam por literatura espírita, muitas palestras baseadas no puro achismo, né? Quando Kardec, para não dizer que é minha opinião, né? Vamos citar aqui uma passagem, né, do do mestre, onde ele diz na revista espírita justamente o seguinte, de 1863, o espiritismo precisa, sem reserva se lançar na corrente do pensamento humano. O espiritismo precisa conversar com a sociedade. A literatura espírita não pode ser autocentrada, não pode ser uma literatura puramente autística, em que o sujeito só cita outros livros espíritas. Ele tem que ser capaz de dialogar com o conhecimento, com a ciência, com a filosofia humana, com a realidade humana, com a história, né? A palestra espírita tem que estar bem assentada no eh debate contemporâneo para que o pensamento espírita que é vigoroso, que é lógico, que é real, que está ligado aos fatos da vida, nós temos hoje pesquisa científica mostrando, evidenciando mediunidade, memórias de vidas passadas, experiência de quase morte. A gente precisa falar francamente e não timidamente com as pessoas que nós temos argumentos lógicos, racionais, temos fatos, mas ao invés de enfatizar isso, a gente apresenta como crença e apresentamos como modernos que nós somos, como uma crença relativa. Acredita quem quiser, quem não quiser, faça o que você preferir, né? Essa falta de convicção, ela tem nos causado dano há 30, 40 anos. Nós assumimos a capa, né, como extrato superior da sociedade em termos de formação, em termos de economia. Assumimos a capa desse aralo, descompromissado da sociedade moderna. E a gente precisa resgatar aquelas bases lá de Kardec, de Deni, que a gente já também não lê mais, né? Em que eh havia uma convicção tremenda, mas também ligado ao fato de que a mediunidade era presente na vida das pessoas. Era espiritismo com espíritos, não era espiritismo sem espíritos. E era
is, né? Em que eh havia uma convicção tremenda, mas também ligado ao fato de que a mediunidade era presente na vida das pessoas. Era espiritismo com espíritos, não era espiritismo sem espíritos. E era um espiritismo que olhava paraa sociedade e dizia: "Eu dou resposta pro tá acontecendo com você". né, na ciência, na psicologia, na qualquer área, né? Imagine aí sempre um um leondeni, né? Além do do próprio Kardec, eram pessoas que simplesmente não tinham freio, né? o que existia, eles entravam naquele jogo, naquele problema de cabeça e davam resposta digna, uma resposta que era eh envolvente para quem tivesse também escutando. Muito bom, Humberto. A gente não combinou isso, né? O Jim traz a questão, importante a reflexão sobre o proselitismo, que na verdade a gente não vai se ater essa palavra. É preciso fazer chegar a doutrina espírita a todos os cantos do mundo. É fazer espiritismo além do muro da casa espírita. É não falar para dentro e sim falar para fora. Isso não significa que estejamos buscando números. Nós não estamos buscando números. Nós não estamos buscando adeptos. Nós estamos fazendo a caridade de entregar ao nosso próximo aquilo que já nos liberta, aquilo que já nos consola. Então, é uma questão de benevolência para com o próximo franquear essa sabedoria, franquear esse entendimento libertador da doutrina espírita para todos. Para quê? Para termos mais adeptos, não. Para sermos colaboradores na regeneração da humanidade. E quando Ivana diz que não é apenas aos espíritas a tarefa desse salto quântico para regeneração, ela tá certa. Porque compete a todas as pessoas de boa vontade, todas as pessoas de índole, todas as pessoas que tenham um mínimo de vontade moral de transformação de um mundo melhor, né? Então, não compete só aos espíritas, né? E aí você nos entrega eh essa explanação, né, com todo sedimentação da filosofia que você traz na veia, né, Humberto, no sentido de dizer que o trabalho tá posto, o caminho tá aí e a gente precisa se esforçar para sermos divulgadores,
anação, né, com todo sedimentação da filosofia que você traz na veia, né, Humberto, no sentido de dizer que o trabalho tá posto, o caminho tá aí e a gente precisa se esforçar para sermos divulgadores, divulgadores dessa mensagem para a implementação da ideologia cristã sobre a face da Terra. Não tem ninguém falando aqui de religião, a gente tá falando de religiosidade. Uhum. Porque isso Exato. A gente não tem que preocupar muito com o aspecto social. Acho que tem que preocupar um pouco, né? Porque afinal de contas a gente vive em sociedade e eh um dos melhores sintomas, os melhores medidores da nossa competência são os impactos sociais, que sempre foram do movimento espírita maravilhosos, sempre foram a educação do gênero humano da sociedade, principalmente brasileira, mas mundo afora, sempre foram o tratamento eh excelente, né, da espiritualidade, inclusive inclusive em sessões assistenciais, né, de de consolo de entidades e de espíritos, né, sempre foram a caridade em vários níveis imagináveis. Então, é claro que a gente quer que esse que esse bolo cresça, mas ao mesmo tempo a a missão do espiritismo não é ser movimento de massa, é ser transformador de consciência, de expositor de verdades. E eu acho que isso a gente tá tá tá realizando bem, né? Infelizmente, por uma conjuntura histórica, a gente tem falhado em sermos talvez mais culturalmente efetivos do que nós poderíamos. Ótimo. Humberto, quero te passar a palavra, mas fala, fala aí, por gentileza. Não, eu quero só aproveitar agora, pessoal, e pedir para vocês que ainda não se inscreveram, inscreva-se aí no canal onde você tá assistindo, no Conecta Espiritismo, no Raízes. Por quê? Porque assim você vai nos ajudar. Tá, nós vamos levar essa mensagem para mais pessoas. A Conecta Espiritismo é uma instituição que tá se criando agora, é nova e nós estamos aqui para contribuir. Precisamos que vocês nos ajudem, né, se inscrevendo no canal, compartilhando essa essa live com os amigos, assim também a gente chega mais longe, não é?
ora, é nova e nós estamos aqui para contribuir. Precisamos que vocês nos ajudem, né, se inscrevendo no canal, compartilhando essa essa live com os amigos, assim também a gente chega mais longe, não é? E Cris, eu acho que nós só temos que agradecer aos nossos amigos, né, pela contribuição. O nosso tempo corre, pessoal, com certeza. Gustavo tinha muito mais a contribuir, Ivan tinha muito mais a contribuir, assim como Humberto, assim como Jaime. Mas hoje nós vamos considerar que nós estamos fazendo um primeiro movimento nesse sentido de estarmos abertos para conversarmos. Eu vejo, eu não sei se vocês concordam comigo, eu vejo com alegria esse resultado do senso, porque ele vai nos balançar um pouco e não é para nós desanimarmos e não é para nós ficarmos fazendo meia culpa ou fazendo o que quer que seja, é pra gente pensar assim, bom, o que que nós podemos fazer para mudar essa conjuntura? Não é, nós temos a melhor mensagem do mundo. O que que nós podemos fazer para que ela chegue para as pessoas? As pessoas não precisam se tornar espíritas, mas elas precisam saber o que o Espiritismo tem a oferecer. É isso que a gente pensa, não é isso? Gratidão, viu, Humberto? Jaime, Jaime, Humberto, muito obrigada. E quando a gente, enquanto a gente prepara, né, a realocação das cadeiras aqui na roda de conversa, a gente vai pedir ao Rodney para exibir para vocês agora um pensamento de Leon Deni. Aliás, o Aroldo não vai conseguir estar com a gente hoje na live porque ele tava se deslocando, voltando para casa. Ele fez a gentileza de mandar um texto com o pensamento dele sobre o assunto e a gente pensou desse texto, a abertura do texto dele, transformamos em vídeo para entregar para vocês. A gente vai rodar agora esse pensamento, esse teaser, enquanto Gustavo, enquanto Rafael Siqueira e outros mais convidados chegam para essa sala de conversa aqui. Rod, roda pra gente, por gentileza. Então, o espiritismo será o que fizerem os homens, síilia similibus. Ao contato da humanidade, as mais altas verdades às vezes se
m para essa sala de conversa aqui. Rod, roda pra gente, por gentileza. Então, o espiritismo será o que fizerem os homens, síilia similibus. Ao contato da humanidade, as mais altas verdades às vezes se desnaturam e obscurecem. Pode constituir-se uma fonte de abusos. A gota de chuva, conforme o lugar onde cai, continua sendo pérola ou se transformar em ludo, no invisível, na introdução por Leon Deni. É isso, né? Leão Denis, sempre nos inspirando, lembrando da importância que Humberto falou de nos voltarmos para o espiritismo clássico. Não nos esqueçamos de Leão Deli, de Camille Flamaron e tantos outros companheiros da primeira hora com Kardec esquecidos e são sedimentares para a nossa instrução. Rafael Siqueira, Gustavo, eu não sei se ele tá nos bastidores, Gustavo, queremos tê-los por aqui novamente. Rafael chegando agora. Gustavo e Ivan novamente. Jaime, se ele precisar, Jaime, se você precisar sair, sinta-se à vontade, tá? Que ele, o Jaime tá com compromisso familiar. Tá bem, Cris? Eh, vamos entregar a palavra pro Rafael, né, que ainda não falou, que tava aguardando pacientemente nos bastidores e depois queremos ouvir mais ainda de Gustavo. Muito boa noite, Cris. Boa noite, Ivana. Boa noite, Gustavo. Boa noite, meu amigo Franzolim. Quero cumprimentar a todos que estão no nosso chat. Esse é um momento de reflexões, não é um momento de desânimo, é um momento de desafios. Então essa fala de Leon Deni, logo na introdução do livro No Invisível, ela é muito oportuna para cada um de nós. O Espiritismo será o que os homens fizeram dele. Então nós temos um quadro de como nós trabalhamos o Espiritismo até aqui, mas nós podemos trabalhar o Espiritismo de forma diferente daqui paraa frente. Está nas nossas mãos. Então, não vejam como desanimador, que nós possamos ver como desafiador. E eu gostaria de trabalhar, sabe, Cris, Ivan, amigos, quatro pontos que para mim são fundamentais como desafios para um movimento espírita que a gente quer ver grande, quer ver cada vez mais acolhendo as pessoas, nos
trabalhar, sabe, Cris, Ivan, amigos, quatro pontos que para mim são fundamentais como desafios para um movimento espírita que a gente quer ver grande, quer ver cada vez mais acolhendo as pessoas, nos aproximando. O primeiro ponto é exatamente o acolhimento. Para quem não sabe, eu fui da Igreja Católica durante muito tempo, cheguei a ser convidado para ser padre. Também passei pela igreja protestante, visitei terreiros de Umbanda e hoje sou grato por ser espírita. Dou a minha vida pelo espiritismo. E uma das coisas que eu percebo é que nós podemos acolher mais. Nós podemos estar mais próximo das pessoas porque a gente não sabe o valor de um sorriso, de um abraço, de dizer para uma pessoa que ela é bem-vinda na casa espírita, de acolhê-la, apresentá-la ao trabalho espírita. Eu quando cheguei na casa espírita nos meus 18 anos, eu era jovem. Eu era um jovem cheio de problemas, de dificuldades, as mais diversas. Tô vendo gente de Tapiruna aqui no nosso chat. E foi o grupo Espírita Humberto de Campos que me acolheu. Pessoas me abraçaram, me apresentaram ao trabalho, eu saía para jantar com amigos da mocidade espírita. Então, nós precisamos investir em acolher, em trazer as pessoas para perto de nós, fazer com que elas se sintam pertencentes ao movimento espírita. Eu acho que tem faltado um pouco desse calor humano, dessa amorosidade. Eu recebo muito, muitos relatos, sabe, Cris? E agora com a psicologia me ajudando e pessoas que dizem assim: "Nossa, Rafael, entrei na casa espírita, assisti a palestra, recebi o passe e fui embora." E tá sendo assim durante semanas, durante meses. E eu fico me perguntando, ninguém te perguntou o nome? Ninguém quis saber de onde você é? Então nós precisamos ir ao encontro das pessoas, pescar almas, igual Jesus convidou a Simão Pedro. Vamos deixar de pescar peixes e falar coração a coração, trazer o brilho no olhar, porque o nosso brilho no olhar é o cartão de visita da doutrina espírita. Esse é um primeiro ponto. O segundo ponto, nós precisamos ir ao encontro do
falar coração a coração, trazer o brilho no olhar, porque o nosso brilho no olhar é o cartão de visita da doutrina espírita. Esse é um primeiro ponto. O segundo ponto, nós precisamos ir ao encontro do jovem. Eu cheguei ao movimento espírita quando eu era jovem e não saí nunca mais. Como nós estamos hoje atuando ao encontro dos nossos jovens. E quando eu falo em jovens, a gente precisa pensar numa tríade. Tríade do pertencimento. O jovem só fica onde ele pertence. Então ele precisa estar entrosado, ele precisa fazer parte, ele precisa se sentir do núcleo. E a gente passa aí para uma segunda palavra que é a participação. Por que que o jovem não pode fazer uma palestra? Nós não temos o Víor Hugo Menino, nós não temos a Nina, nós não temos o Gustavo Silveira. São jovens que estão se aproximando da tribuna espírita, jovens que estão atuando na mediunidade. Isso propicia que eles se sintam pertencentes. A gente ouve, sabe, Ivana, de pessoas dizendo assim: "A, Rafael, aqui o jovem não trabalha porque será que ele tem responsabilidade? Dê responsabilidade ao jovem. Acompanhe, porque o jovem precisa saber que se ele tem uma tarefa, ele precisa ser responsável. Mas a gente não pode fazer o juízo por antecipação. Então, pertencimento para o jovem, protagonismo para o jovem e dando a ele todo momento a possibilidade de participar. Porque se o jovem não participa, ele não fica. Eu me lembro quando ainda ia na Igreja Católica e depois na Igreja Protestante, os jovens participavam de bandas, eles cantavam, eles tocavam, que são coisas que fazem parte do contexto da juventude. E às vezes a gente aqui não pode cantar porque vai baixar a vibração da casa. Veja, tem os momentos em que a gente tem determinadas atividades que a gente não pode ter uma banda, não pode ter uma bateria, mas por que não nos eventos dar mais espaço, deixar o jovem cantar, declamar uma poesia, fazer uma atividade com o corpo. O jovem não é o futuro do movimento espírita. O jovem é o presente. É o jovem que guia o movimento
eventos dar mais espaço, deixar o jovem cantar, declamar uma poesia, fazer uma atividade com o corpo. O jovem não é o futuro do movimento espírita. O jovem é o presente. É o jovem que guia o movimento espírita. Eu estive ontem num evento em Nova Iguaçu, os jovens fizeram o início, o meio e o fim. E eu fiquei tão satisfeito de ver jovenzinhos na tribuna cantando, lendo poesias, acolhimento, jovem, simplicidade. Nós precisamos ser mais simples, gente. Às vezes a gente se torna muito rebuscado. E eu penso, sabe, Ivana, Gustavo, Jaime, que às vezes a gente vai fazer uma palestra, a gente teoriza demais. E veja, eu não estou falando que a gente vai fugir aos princípios espíritas. Fidelidade a Jesus, fidelidade a Kardec, como aconselhou Emanuel a Chico. Mas será que a gente não pode chegar ao encontro da pessoa humilde, chegar ao encontro da pessoa com menos instrução? Será que a gente precisa rebuscar tanto discurso, tornar as coisas tão distantes da realidade das pessoas? Então, que nossas falas sejam mais simples, que a gente possa de fato abraçar as pessoas com o nosso jeito de sentir, com nosso jeito de olhar, com o nosso jeito de falar. E o quarto ponto que eu queria destacar nessa fala rápida, união. Eu ainda não vi, a não ser o Franzolim falando em união. Nós sabemos que a gente vive num mundo polarizado, um mundo de ideologias para um lado, pro outro, um mundo onde as pessoas têm o direito de pensar diferente. Mas isso deve ficar da porta da casa espírita para fora. Porque se a gente leva da porta da casa espírita para dentro, as pessoas brigam. E a gente tem observado muitas brigas, muitas richas na nas casas espíritas por pessoas que pensam diferente e t o direito de pensar diferente. A proposta não é uniformizar as pessoas, porque cada um está no seu momento, cada um tem a sua forma de ver a vida. Mas quando estamos no espiritismo, a gente precisa de união. Como dizia a Bezerra de Menezes, separados somos pontos de vista. Unidos nós somos força. Então, a gente precisa
a sua forma de ver a vida. Mas quando estamos no espiritismo, a gente precisa de união. Como dizia a Bezerra de Menezes, separados somos pontos de vista. Unidos nós somos força. Então, a gente precisa fazer um grande esforço por nos unir, por nos abraçar, por eleger os pontos que nós temos em comum e saber que o espiritismo é a nossa união, é a nossa força, são os nossos braços que se entrelaçam. Em rápidas considerações. Era isso. Cris, Ivana, agradeço por poder participar. Gratidão é nossa, Rafael. Que alegria tê-lo aqui conosco. Olha, o Jaime vai poder ficar com a gente mais um pouquinho porque a Lulu dormiu. Olha que beleza. Isso é uma bção, né, gente? A chefe aqui é a Lulu, viu, Ivan? Ivan tá falando da chefe aqui. Che minha chefe é Lulu. Ela tem 3 anos. Três aninhos. É isso aí. Mas a dinâmica, o horário aqui é em função do da rotina dela. É isso aí. Cris, nós temos mais algum material para ser exibido agora? Como é que tá? É, a gente vai ter um material chegando pra gente, né, dessas participações. O André Siqueira da FEB, ele acabou de desembarcar no aeroporto, chegando da Comissão Regional Norte, que é justamente esse espaço de escuta, de planejamento estratégico que a FEB realiza em várias regiões do país, né? E ele tava ali esse final de semana na região norte resolvendo as questões atinentes, né? o movimento espírita da região norte, gravou pra gente um vídeo. Nós estamos compilando essa fala para exibir já, né, uma posição não só do André, que é da área nacional de comunicação social espírita da FEB, como vai trazer pra gente também uma visão institucional dessa que é a casa mat do espiritismo no Brasil, para quem a gente também precisa render homenagem, né, porque foi por conta desses primeiros precursores do Espiritismo no Brasil, de toda a estrutura organizacional que temos organizada pela FEB no país, é que podemos falar de movimento espírita organizado. Existem falhas, sim, claro, como todos nós somos falíveis, né? movimento espírita praticado pelos
izacional que temos organizada pela FEB no país, é que podemos falar de movimento espírita organizado. Existem falhas, sim, claro, como todos nós somos falíveis, né? movimento espírita praticado pelos homens também falha, mas todos tentando agir no seu melhor. E também por isso que a gente tá provocando esses espaços de reflexão para vermos que dentro do que tá estruturado, o que pode ser modificado para melhor. Gustavo, mais algumas sugestões, meu amigo? Vamos lá. Eu tenho acompanhado a fala dos nossos colegas aqui com muita alegria, porque de uma certa forma a gente percebe uma uniformidade naquilo que os colegas estão trazendo. Ou seja, me parece que nós entendemos a problemática, mas por que que não colocamos em prática? Esse é o meu questionamento, né? Nós estamos falando aqui que a linguagem precisa ser adequada. Nós estamos falando aqui, eu vi eh salvo engano a Cris dizer no começo que as diretorias de casas espíritas estão envelhecidas e aqui nós estamos discutindo uma ideia e não pessoas em momento algum. Então a gente encontra no discurso dos colegas a mesma a mesma solução, se assim podemos dizer. Por exemplo, agora a pouco o nosso colega nos disse que nós vemos uma sociedade polarizada. E veja que engraçado, na minha página do Instagram, ontem eu fiz uma enquete questionando as pessoas com a seguinte pergunta: "A que você deve a queda do percentual de espíritas no Brasil?" Eu apresentei três opções para que as pessoas pudessem escolher. Não sei se fui feliz na escolha das opções, mas eu coloquei lá polarização dos centros, falta de inovação e linguagem inadequada. Com 68% dos votos em quase 1000 votantes, em primeiro lugar a polarização dos centros. Essa foi a resposta das pessoas para a pergunta. Aqui você deve a queda do percentual espírita no Brasil. Eu acho importante nós ouvirmos essas essas vozes que, apesar de ser um questionamento informal através da rede social, mas são pessoas reais que estão falando conosco, são pessoas de verdade que estão dando as suas impressões que
s essas essas vozes que, apesar de ser um questionamento informal através da rede social, mas são pessoas reais que estão falando conosco, são pessoas de verdade que estão dando as suas impressões que servem de norte para que a gente entenda qual alguns dos motivos. Então é muito relevante quando o Rafael fala isso, porque de fato nós temos visto diretorias de casas espíritas se posicionando de uma maneira muito clara e o que não é problema, mas dentro da casa espírita não é lugar. Como pessoa, como ser individual, ele tem todo direito, mas dentro da casa espírita não seja o momento adequado. Palestrantes usando tribunas para polarização. Então isso tem incomodado as pessoas. Isso também me incomoda como como palestrante, como não palestrante também, como alguém que tá ali assistindo a palestra. Então isso é relevante, a gente precisa ouvir. Também quero fazer aqui, quero aplaudir o Jaime porque ele fez um vídeo muito feliz no Instagram. Eu assisti o seu vídeo, na sequência eu fiz um que é quase uma cópia do seu. Inclusive eu coloquei o seu vídeo no meu story que as pessoas me pediam um posicionamento. Falei: "Ó, escuta esse vídeo que é praticamente tudo que eu penso e eu vou fazer um vídeo que vai ser quase a cópia desse. A gente não investe em tecnologia, a gente tem vergonha de falar de dinheiro, a gente tem vergonha de ter um prédio bem instalado, com cadeiras boas, com chão bonito, com ar condicionado, com telão bacana, com som funcionando. Então, se você perguntar, as pessoas entendem basicamente o que tá acontecendo. Mas por que que na prática esta nossa solução que todo mundo praticamente entende o caminho, ela não se reverte em acontecimento, ela não acontece, fica só no diálogo. Então, nós precisamos eh tirar esse discurso e colocar em prática, porque me parece que o caminho a gente sabe. Ah, antes de passar para outro de vocês, eh, eu queria só dizer o seguinte, a gente tem acompanhado aqui os comentários do chat e uma coisa, gente, que nós temos que ter muito claro, é
o a gente sabe. Ah, antes de passar para outro de vocês, eh, eu queria só dizer o seguinte, a gente tem acompanhado aqui os comentários do chat e uma coisa, gente, que nós temos que ter muito claro, é muito fácil nós criticarmos aqueles que estão na linha de frente trabalhando, fazendo alguma coisa. Para nós criticarmos, nós temos que ombrear a tarefa. Nós temos que estar lado a lado. Então, é muito fácil criticar a FEB, criticar o centro espírita, criticar o dirigente espírita. O que que eu estou fazendo para que isso mude? Qual é a minha contribuição para o movimento espírito para para mudar esse cenário? Então, vamos refletir sobre isso. Ao invés de nós só ficarmos criticando, de que forma que nós podemos colaborar? Eu acho que isso é mais propositivo, né? Nós vamos avançar muito mais pensando dessa forma. Vocês concordam? Ivana, eu peço licença aos colegas que eu vou falar de novo. Eu sei que a gente precisa fazer uma um giro aqui nas opiniões. Eu concordo muito com você. Acontece que a gente aponta caminhos porque não cabe a nós a decisão, pelo menos a mim. Porque se cobesse a minha decisão, provavelmente eu estaria fazendo diferente, colocando em prática tudo isso que eu estou dizendo. Então, quando eu trago essa fala, eu quero trazer um outro problema. Nós temos uma falta de rotatividade nas diretorias que é preocupante. Nós temos a figura do dono do centro espírita em uma gigantesca maioria de centos espíritas. Eu concordo com você. Nós temos que valorizar o passado desses colegas que abriram a estrada, que sedimentaram o caminho pra gente passar, que muitas vezes são os mantenedores físic eh financeiros das casas espíritas que passam sim por eles. Então, tudo isso tem que ser reconhecido, mas ao mesmo tempo é preciso que haja uma rotatividade nas diretorias, senão a gente vai continuar do mesmo as mesmas atitudes, os mesmos resultados. Então, as mesmas pessoas, os mesmos resultados. Enquanto a gente não entender que é preciso fazer uma rotatividade em todas as esferas e que
ontinuar do mesmo as mesmas atitudes, os mesmos resultados. Então, as mesmas pessoas, os mesmos resultados. Enquanto a gente não entender que é preciso fazer uma rotatividade em todas as esferas e que de tempo em tempo a gente possa girar as peças, a gente vai ficar só dando ideias. Por que que não põe em prática? Porque a mim pelo menos não cabe. Senão acho que eu estaria fazendo diferente. É, mas ô Gustavo, eu concordo com você, mas por que que nós não estamos lá então para provocar isso? Não é gente, não tô aqui me segurando para falar. Quando eu ousei falar, eles me tiraram da casa espírita. Eu fiquei 20 anos trabalhando numa casa espírita. E quando eu ousei dizer que tinha que ter um rodízo na diretoria, quando eu ousei dizer que tinha que ter algumas inovações, que o jovem tinha que participar mais até do conselho, eu não sei porê. Me pararam de convidar para fazer palestra, me pararam de convidar para participar dos eventos. É, menos uma coincidência. Imagina questão, ô Ivana, a questão eh é que se a gente observar a sociedade, a gente tem várias vári várias ideias do caminho que a gente tem que seguir. A provocação do Gustavo, quando a gente olha para empresas, as empresas não estão preparando os treinis para assumirem as funções do futuro. As empresas, as grandes empresas familiares não estão preparando também os sucessores para assumirem. Eh, por exemplo, eu tenho uma empresa. Na minha empresa eu já defini quando eu vou sair da direção dessa empresa. A minha empresa, falei, 2026 eu não posso mais tocar, eu tenho que colocar uma pessoa mais talentosa que eu, mais jovem que eu, e tem a capacidade de ir até onde eu não fui. Vou pro conselho, vou observar, mas eu não devo mais ficar pela saúde da empresa. A questão é que a juventude é sempre associada a essa coisa do ah não tem responsabilidade, é preguiçoso, gente. A gente vai em todos os lugares, são pessoas com 35 anos já comandando empresas gigantes ou museus, fazendo curadorias, eh, ganhando prêmios, eh
sa do ah não tem responsabilidade, é preguiçoso, gente. A gente vai em todos os lugares, são pessoas com 35 anos já comandando empresas gigantes ou museus, fazendo curadorias, eh, ganhando prêmios, eh dirigindo filmes, filmes complexos, só na casa espírita que o jovem precisa da supervisão. Ou pior, quando a gente observa, eu fiz um vídeo também, viu Gustavo, um vídeo que não foi publicado porque meus vídeos espíritas vão pra canal da Intelito, pro Espiritismo 24 horas, porque o meu meu canal do Instagram é o canal profissional da de educação. Eh, falando sobre que nós temos também o nosso eh The King of the Power, nós temos também a nossa versão dos jovens que precisam parecer velhos para poder serem aceitos. Os únicos jovens que falam nos congressos na casa espíritas são jovens que parecem idosos, inclusive são jovens que nós começamos a citar e eles não têm culpa disso. Eles não têm culpa porque nós moldamos esses jovens a falarem como idosos ou como pessoas mais velhas e aí nós olhamos para aquilo como se fosse um um assim encantados olhando o nosso espelho, porque a gente não consegue identificar que a juventude se comporta de uma outra forma. E não olhamos pessoas que falam como jovens, jovens que falam como jovens, se comportam como jovens e não ocupam espaço. E esse os repetidores, que são pessoas que para nos agradar, porque elas não são daquele jeito, para nos agradar, se comportam daquele jeito, eles têm espaço nos centros, nos nos congressos. E não faz sentido isso, porque isso não é inovação. Isso inclusive é um tipo de mi pia. Igual esses pastores meins que imitam, nada mais são do que imitações dos dos outros pastores. Nós temos as nossas versões. A questão Ivana tem toda a razão. Tem que dar na casa espírita. Felizmente eu sou adepto do Se você não tá satisfeito, vai para outro lugar porque encontra. Eu sou muito feliz com a minha casa espírita. Quando alguém começa a falar alguma coisa lá dentro, meu Jaime, você como aponta tendências e tal, você não, cara,
, vai para outro lugar porque encontra. Eu sou muito feliz com a minha casa espírita. Quando alguém começa a falar alguma coisa lá dentro, meu Jaime, você como aponta tendências e tal, você não, cara, o que que tá errado aqui? Hoje nós estávamos tendo uma discussão sobre a rede social, uma conversa lá informal da casa de falar, cara, rede social é incrível. Aí vem na provocação do tem poucos seguidores. É, gente, porque a comunidade não engajou ainda. A comunidade precisa engajar, mas a rede social é muito bem feita, é muito, é bem redondinha. Depois dá uma olhada lá, eh, Grupo Espírita Casa do Caminho você vai ver como é redondinha a a rede social. Agora, óbvio, eu vivo numa bolha, porque eu faço parte de uma instituição que eu encontrei, que é uma instituição muito bem orientada com grupo de voluntários que se revesam o tempo inteiro, eles nem se encontram, porque cada atividade é liderada por um por um grupo de voluntários. Obviamente toda instituição tem eh pontos de melhoria, mas quando a gente olha o geral, a gente vê que tem casa que está muito bem orientada e está se preparando. Você vai no domingo lá, você vê crianças, você vê jovens, você vê adultos. Eh, isso é uma fomentação que é feita. Me disseram inclusive que há 8, 10 anos não era assim lá. Eu acho que a gente consegue fazer essa mudança, mas para fazer essa mudança a gente precisa colocar, ó, para você ter ideia lá, gente, vocês precisam ver, tem uma tribuninha lá, sabe a tribuna que tem na casa espírita lá? Tem uma tribuninha de criança. A Lulu, que tem 3 anos, ela tava na tribuninha hoje lá fazendo Pai Nosso. Ou seja, as pessoas estão se movimentando para inovar. Agora é preciso se criar espaços, uma transmissão que não é bem feito, acho que o Gustavo falou sobre isso também, gente, tem que investir, tem que pedir dinheiro mesmo para fazer uma transmissão, porque ninguém quer tá vendo um ambiente poluído numa transmissão. Não é porque a gente quer que seja assim, é a dinâmica do audiovisual. A gente precisa qualificar
o mesmo para fazer uma transmissão, porque ninguém quer tá vendo um ambiente poluído numa transmissão. Não é porque a gente quer que seja assim, é a dinâmica do audiovisual. A gente precisa qualificar essa dinâmica. Como é que faz isso? Ouvindo as pessoas. Eu não sou um profissional de audiovisual, eu entendo um pouquinho porque tem um setup aqui atrás que não fui eu que criei, mas a gente precisa aprender, se esforçar um pouco mais. A isso vai mudar a casa espírita? Não, porque o problema não tá nas transmissões, não. O problema tá lá dentro, no acolhimento, em você chegar e não ser visto, você ir embora. E quando você vai embora, alguém diz que é porque você não tá engajado, não é preguiçoso. É nessa linha. Eu acho que a gente tem que se esforçar um pouco mais. A minha opinião é essa. Eu acho que o Muito bom, Jaime. Eu acho que o Ivan queria falar alguma coisa também, fazer algum apontamento. Ah, gostaria sim. Eh, as falas são realmente muito boas, né? Bem ponderadas, bem assertivas. Eu tô gostando muito. Queria chamar a ajuda de uma área que que trabalha muito junto com a comunicação, que é o marketing. Naturalmente pode ser mal ou bem empregado, né? Nós estamos falando do marketing sério. Ora, vamos fazer uma analogia aqui. Eh, eu tenho um uma uma empresa, uma indústria tem um alimento. Ela vai anunciar esse alimento, ela vai focar que ele pode dar alergia a glúten, ela vai focar que ele tem um retrogosto um pouquinho amargo. Eh, não, ela vai eh ressaltar os pontos positivos. Nós, ao nos relacionarmos com as pessoas, não temos que buscar a essência de Deus, a bondade que se reside no coração de cada ser humano. Então, quando a pessoa bate na porta da casa espírita, naturalmente cada casa espírita é uma, mas em geral nós falamos: "Olha, meu amigo, vem aqui, nós vamos te dar o apoio, mas é com você, você tem que se empenhar, você tem que trabalhar em si mesmo, tem que desenvolver o autoaperfeiçoamento, tem que ter leituras edificantes, controlar os seus pensamentos, né? Eh, será que a gente
você, você tem que se empenhar, você tem que trabalhar em si mesmo, tem que desenvolver o autoaperfeiçoamento, tem que ter leituras edificantes, controlar os seus pensamentos, né? Eh, será que a gente teria uma abordagem inicial diferente para atrair essas pessoas? Não tô falando em manipular, nem mentir, mas ressaltar os pontos positivos. Olha, aqui na nossa doutrina, olha, todo mundo se encontrou e eh despertou um algo a mais. Você se sente bem? Você sente que as respostas, o mundo, a vida é melhor compreendida a por meio do conhecimento espírita vem até nós, né? É uma outra maneira que a gente pode estudar para apresentar o produto, entre aspas, eh, espiritismo. Muito bom, Ivan. Ivana, temos outras participações. Eh, eu vou só confirmar com Rodney. Tá pronto? Tá pronto? Pronto. Então, a gente pode exibir a fala do André Siqueira, que é o coordenador nacional da área de comunicação social espírita da FEB, André Siqueira. Amigos, eu penso que as informações veiculadas no censo, elas são o reflexo de uma conjuntura social, histórica e cultural do nosso momento. É importante que nós não nos impressionemos com os dados apenas em relação. A gente teve um probleminha com essa inserção? Não é, é verdade. O André gravou isso no aeroporto. Esse som de fundo é do áudio dele mesmo. Isso não é ruído, não. É só ambiente. E a gente vai ter que lidar com essa deficiência, digamos assim, eh, técnica, mas o que vale é a essência da mensagem. Vamos rodar de novo. Amigos, eu penso que as informações veiculadas no censo, elas são o reflexo de uma conjuntura social, histórica e cultural do nosso momento. É importante que nós não nos impressionemos com os dados apenas em relação a eles próprios. Nos ensina a ciência dos dados que é preciso olhá-los para extrair deles informações que são adequadas para a construção de conhecimentos efetivos. Penso que a análise pura dos dados não nos permitirá um entendimento adequado sem que se observe junto com ele alguns fatores de natureza social e histórica, o que
onstrução de conhecimentos efetivos. Penso que a análise pura dos dados não nos permitirá um entendimento adequado sem que se observe junto com ele alguns fatores de natureza social e histórica, o que deverá naturalmente acontecer como um ponto de reflexão para pensarmos os rumos futuros do movimento espírita. É bem interessante que o André traz, né, por essa questão de olharmos o coletivo, né, o todo e esses momentos de eh de renovação. Afinal, somos espíritas, a gente conhece a justiça divina, a gente conhece a lei divina e a lei do progresso. É, respondendo ao Gustavo e até aproveitando uma uma colocação que ele fez, é que às vezes é difícil mesmo, Gustavo, romper a muralha, né, do personalismo, a muralha do controle, da diretoria engessada, que não abre espaço para novos trabalhadores, para novas ideias. Mas também sabemos que a lei do progresso, ela é impositiva. E nós não podemos pensar que uma transformação se dê apenas no âmbito, no círculo da religião. Essa transformação planetária, ela precisa funcionar em todas as esferas da sociedade, no âmbito político, no âmbito social, no âmbito eh do da tecnologia, no âmbito da religião, né? Nós estamos falando de transformações que começam no individual, se repercutem no coletivo, nessa grande teia da vida, né, que é a nossa humanidade encarnada na Terra. Então, a gente precisa pensar transformação também fora do escopo apenas do do evento religioso. E essa lei do progresso, ela vai se dar em vários níveis. E também existe intrinsecamente nesse processo um convite para que nós atuemos com a filosofia espírita, com esse entendimento mais alargado que o espiritismo nos confere nas outras esferas de ação dentro da sociedade como um todo. Nós estamos impactados com um número, mas esse número, como Ivana falou, e eu acho que muitos atestaram isso aqui também, esse número é um convite para uma mudança de um estado de coisas que já entendemos que não é positivo e que quissá talvez esse estado de coisas esteja ocorrendo e esse número
estaram isso aqui também, esse número é um convite para uma mudança de um estado de coisas que já entendemos que não é positivo e que quissá talvez esse estado de coisas esteja ocorrendo e esse número esteja sendo representativo, exatamente para nos mobilizarmos. Já que a gente não consegue furar a muralha, então vamos receber uma chacoalhada em termos de tá decrescendo, tá acabando, tá se autoconsumindo para promovermos uma mudança. Eh, Rafael, queria te ouvir mais um pouquinho também. Bom, há uma fala de Paulo na segunda carta aos Coríntios, no capítulo 4, verso 8, onde ele diz: "Em tudo somos atribulados, mas não angustiados, perplexos, mas não desanimados. Nós tomamos uma chacoalhada, mas não é para desanimar, é para agir, é para ter uma atitude propositiva. Como nós agimos até aqui? como nós vamos agir dovante. Então, nós estamos colhendo na noite de hoje várias sugestões, vários apontamentos para que a gente possa repensar o movimento espírita. Porque o movimento espírita, eu tenho certeza que para nós aqui que estamos falando, que estão no nosso chat, é a vida de cada um de nós. Eu vejo o brilho nos olhos da Ivana, nos seus olhos, Cris, no do Jaime, do Gustavo, do Franzolim. Quando falamos do espiritismo, a gente se entristeceu quando veio o resultado do senso, se entristeceu porque a gente queria ver um número maior e a gente pode construir um espiritismo maior e que também chegue às pessoas como consolador prometido, porque essa é a função da doutrina espírita. E nós estamos hoje aqui não para desanimar, mas para poder abrir horizontes para trabalhos diferentes. E acho que nós estamos fazendo, sabe, Cris, algumas conversas que são bastante positivas. Uma delas me chamou bastante atenção, diminuir barreiras. Nós precisamos diminuir barreiras. Quem é aquele que tá dentro da casa espírita? diminua a barreira com aquele que tá chegando, porque aquele que tá chegando é o futuro trabalhador espírita, é o futuro dirigente espírita. Então, o que eu percebo muitas vezes é que a gente
spírita? diminua a barreira com aquele que tá chegando, porque aquele que tá chegando é o futuro trabalhador espírita, é o futuro dirigente espírita. Então, o que eu percebo muitas vezes é que a gente trata o que tá chegando e às vezes é de uma camada mais humilde como um assistido. Ele não é assistido, ele é espírita, ele é alguém que tá chegando para reforçar as nossas fileiras. Vamos diminuir as barreiras, vamos construir pontes para que a gente possa reforçar o nosso couro cada vez mais. Há outras barreiras que a gente pode diminuir. E sobre isso, Humberto de Campos tem uma página notável no livro Boa Nova, velhos e moços. Será que a gente não pode diminuir as barreiras entre velhos e moços? Porque aqueles que são jovens há mais tempo fica melhor assim, né, Ivana? Porque não existe ninguém velho. Ele pode entender que um dia já foi jovem e passou pelas mesmas dificuldades. Isso é empatia. Então a gente insere o jovem não para que o jovem aja igual a nós, não é mesmo, J? Porque senão eu eu transformo o jovem num pequeno Rafael, num pequeno Jaime. E o e o jovem tem o jeito dele falar, tem um jeito dele se expressar, tem o jeito dele de fazer as coisas. Então, diminuir a barreira é exatamente, trazer o jovem junto comigo, porque o jovem traz o vigor, mas aí é um uma parte do jovem também, porque muitas vezes o jovem olha pro mais antigo, acha que ele é careta, né? Careta, ultrapassado. Então, a gente precisa de uma ponte e isso chama-se diminuir barreiras, agregar mais, fazer uma lã que a gente consiga costurar, sabe, Cris? para que a gente tenha ciência de que nós estamos no mesmo barco. Investir em trabalho, porque o espiritismo na época do Chico, na época do Kardec, era uma doutrina de muita caridade, de muita força. Então a gente, por mais que eu seja um psicólogo adepto da psicologia, a gente tem que ser cada vez mais propositivo dentro daquilo que o espiritismo nos traz. falar mais de Kardec, falar mais de Jesus. Eu hoje converso com os jovens, eles não conhecem a parábola do
gia, a gente tem que ser cada vez mais propositivo dentro daquilo que o espiritismo nos traz. falar mais de Kardec, falar mais de Jesus. Eu hoje converso com os jovens, eles não conhecem a parábola do semeador, eles não conhecem a questão 625 do livro dos espíritos, que fala de Jesus, mas às vezes sabem muitos assuntos de psicologia, sabem muitos assuntos que estão na mídia. Então, a gente precisa trazer o espiritismo na sua essência, tornar isso bonito de novo. Quando eu chegava na casa espírita, Ivana, e as pessoas me apresentaram o livro dos espíritos, aquele dali foi um tesouro. Eu escutei Divaldo Pereira Fran falando na concha acústica da EST que quem encontrou o espiritismo não encontrou o mapa do tesouro, encontrou o próprio tesouro. A gente tem um tesouro que as pessoas encontrem esse tesouro, mas esse tesouro precisa ser ofertado às pessoas, diminuir barreiras. Então há várias barreiras que a gente pode diminuir. Uma outra barreira, as pessoas mais carentes, as pessoas menos instruídas. A gente tem que criar acesso para essas pessoas. Às vezes o excesso de intelectualismo, por exemplo, onde eu vou fazer uma fala sobre funções e propriedades do perespírito, hã, que que é isso? As pessoas vão saber, mas isso é com o tempo. Talvez seja objeto para um grupo de estudo. A gente precisa trazer as pessoas, propiciar que elas alcancem o tesouro que hoje está nos salvando a vida. Então, há muitos desafios. Eu vejo esse quadro como um quadro, porque de uma crise, é uma palavra do grego, a gente tem uma oportunidade de se repensar e se autoprojetar para um futuro diferente. Perfeito, Rafael. Que bom, pessoal. Nosso tempo está correndo, né? Nós já precisamos começar a pensar e encaminhar pro encerramento da nossa live. E é claro que a gente sabe que isso aqui é só o começo de uma de uma conversa que nós precisamos continuar tendo, não somente aqui entre nós no Conecta Espiritismo, mas cada um aí na sua localidade. Eh eh os dirigentes espíritas, os trabalhadores, os frequentadores, todos nós precisamos nos
samos continuar tendo, não somente aqui entre nós no Conecta Espiritismo, mas cada um aí na sua localidade. Eh eh os dirigentes espíritas, os trabalhadores, os frequentadores, todos nós precisamos nos mobilizar e pensar o que é que nós podemos fazer para melhorar isso. Mas nós temos ainda dois recadinhos de amigos que não puderam estar aqui conosco ao vivo, mas que mandaram esse recado. Então, Cris, nós vamos chamar primeiro o recadinho do Rossandro. Rossandro Cring. O Rossandro, que inclusive vai falar muito dessa questão das pontes, construção de pontes. Vamos ouvir o Rossandro. Meus queridos irmãos e irmãs, eu tenho refletido com carinho e também com responsabilidade sobre o que vem acontecendo com o espiritismo no Brasil. E eu preciso dizer algo de início. Eu não acredito que seja um único fator, uma única falha, uma única geração. Assim como no acidente aéreo, a queda nunca é causada por uma falha isolada. É uma sucessão de pequenos erros, distrações, omissões, coisas que sozinhas podiam ser contornadas, mas somadas criam um quadro de desconexão difícil de sustentar. O que percebo é que estamos pouco a pouco perdendo a alma da vivência. Excesso de foco em conteúdo, pouca presença afetiva, muitos estudos, pouca experiência, muitos seminários, poucas atitudes. Estuda-se o evangelho, mas nem sempre se encarna no espírito dele. E aqui faço questão de dizer, isso não invalida o esforço das gerações que nos antecederam. Pelo contrário, se hoje nós podemos dar conta de que esse distanciamento aconteceu, é porque muitos construíram caminhos de estudo, dedicação e serviço com imensa generosidade e entrega. Mas talvez tenham falhado e nós estamos falhando, né, nesse espaço para perceber o erro, para encontrar o afeto, a consolar o choro. Talvez tenhamos falhados em abrir caminhos para que as novas gerações não apenas escutassem, mas também fossem escutadas. jovens de vez e voz não ficarem passivos. Muitas casas espíritas se tornaram estruturas rígidas, não só na idade, mas na mentalidade,
novas gerações não apenas escutassem, mas também fossem escutadas. jovens de vez e voz não ficarem passivos. Muitas casas espíritas se tornaram estruturas rígidas, não só na idade, mas na mentalidade, hierarquizadas, técnicas, distantes da vida pulsante. Às vezes acolhem com regras, mas não com os olhos. Falam de humildade, mas não escutam a dor. Falam de caridade, mas a caridade começa em casa. Isso inclui a casa espírita. seus frequentadores, seus trabalhadores que precisam sentir que estão no lá onde querem voltar. Eu vejo também com pesar uma espiritualidade que se intelectualizou, que se protegeu demais da emoção, como se isso fosse inferior, como fé raciocinada, fosse fé sem coração, como se sentir fosse um desvio da razão e não o início da transformação. Além disso, uma vida que se diga digna do evangelho, é preciso que a gente perceba os perigos que estão ao nosso redor. um movimento sutil de vaidades disfarçadas de serviço, protagonismo, polarizações políticas terríveis que invadiram a casa espírita, fazendo que a bandeira do Cristo não fosse mais levantada, e sim a de homens falíveis de um lado do outro de espectro político. Disputas veladas por lugar de fala espiritual, o jovem sente, ele não precisa ouvir, ele percebe quando o discurso é bonito, mas não é encarnado. E por isso, muitos pais também cometem um erro de não levar os filhos paraa evangelização, criar uma nova geração para apresentar o evangelho de Jesus. Do lado de fora, o cenário também mudou. Vivemos avanços do fundamentalismo religioso que oferece uma identidade pronta, sabe? um senso de pertencimento rápido, uma experiência quase de shopping num mundo líquido e ansioso. E é natural que muitos jovens frágeis emocionalmente, sobrecarregados por hiperxposição, busquem refúgios, né, nesses lugares mais normativos, de experiências mais impressionantes, né, mas que estão longe do cristianismo em sua versão mais simples, lá da casa do caminho, do início da história toda. O espiritismo com toda sua beleza tem
ivos, de experiências mais impressionantes, né, mas que estão longe do cristianismo em sua versão mais simples, lá da casa do caminho, do início da história toda. O espiritismo com toda sua beleza tem perdido espaço não porque lhe falte essência, mas porque não está sabendo comunicar essa essência com calor, com corpo, com presença. No fundo, não estamos falhando no conteúdo, estamos falhando na forma, na linguagem, na escuta, na presença. E talvez, só talvez estejamos sendo convidados não a nos defendermos, mas a nos reinventarmos. Não a mudar doutrina, mas renovar a postura. Não buscar culpados, mas reconhecer o que é nosso e nosso dever de encarnar um evangelho de Jesus com coragem, com radicalidade, no sentido mais bonito da palavra, voltar as raízes, as raízes do Cristo, que olha antes de falar, que toca antes de curar, que chorava com quem chorava e que amava, mesmo quando não era compreendido. Aí talvez o Espiritismo não precise de novos conteúdos, precise apenas voltar a ser o caminho vivo, próximo, humano. Sandro, muito cirúrgico também nessa questão, né, de fazermos o nosso dever de casa direito. Ivana, nós temos ainda dois companheiros que trouxeram as suas colaborações, né, Thago Rosvel Thaago e João Andrade. Eh, o vídeo ele é um vídeo em dupla, então tem um tempo de duração um pouco maior, mas vale muito a pena. Eles vão entrar no cotidiano das casas espíritas, vão levantar muitas coisas relevantes que eu tô vendo aqui pelo chat que as pessoas já estão citando também. Então, vale a pena acompanhar. Pessoal, essa live é uma live longa, né? A gente não gosta de fazer live longa além de 60 minutos, mas eu acho que como esse material vai ficar arquivado aqui no Conecta Espiritismo, outras pessoas terão oportunidade amanhã, depois, depois de amanhã a recorrerem essa live, vale a pena a gente trabalhar, né, o conteúdo de tudo que nos foi ofertado, eh, aproveitar a presença dos nossos amigos expositores aqui para que a gente possa trazer completude para esse
m essa live, vale a pena a gente trabalhar, né, o conteúdo de tudo que nos foi ofertado, eh, aproveitar a presença dos nossos amigos expositores aqui para que a gente possa trazer completude para esse momento Que que você acha, Ivana? A gente exibe agora Rosivel Tijô. Isso. Vamos lá, então. Vamos. Olá, amigos, eu sou a Joan Andrade. Meu nome é Rosivel Thaago. E nós estamos aqui para fazer uma reflexão sobre os últimos dados do censo 22. E nós observamos que a nossa contribuição tem um aspecto muito positivo que está na união, na busca da reflexão de muito dos nossos amigos e isso vai com certeza melhorar o movimento espírita em si, tanto no Brasil como no mundo todo. Eh, a gente tem observado essa queda dos espíritas ou esse esvaziamento das instituições espíritas por todo o país há muito tempo. Então, o senso e a oportunidade de revermos isso, porque cada um achava até então que é na sua casa, na sua realidade, é só na sua região. Hoje sabemos que não é. Então esse é o lado bom de tudo isso. Exatamente. E nós paramos para refletir naquilo. A gente tá com probleminha aí na exibição do vídeo, né? Vamos tentar mais uma vez, senão a gente volta aqui pro fórum da mesa redonda. Vamos combinar então diferente. O Rodney fala comigo aqui pelo pelo chat privado assim que ele tiver o material preparado de novo, né? E eu vou trazer aqui um pensamento do Haroldo que não pôde estar conosco, mas ele escreve um lindo artigo que a gente pretende depois publicar no site do Conecta Espiritismo, vai est brevemente nos próximos dias à disposição de todos. Foi uma oferta do Haroldo Dutra Dias e a gente eh separou aqui um parágrafo muito profundo, né? vindo de Aroldo, a gente espera esse patamar, né, de profundidade, de reflexão. E a gente quer compartilhar isso com vocês agora. Ele diz assim: "Devemos, portanto, nos preparar para as transformações sociais, econômicas, institucionais, incluindo as instituições religiosas". ali vem fazendo uma referência no no início do texto de como esses números do senso
nto, nos preparar para as transformações sociais, econômicas, institucionais, incluindo as instituições religiosas". ali vem fazendo uma referência no no início do texto de como esses números do senso impactaram o movimento espírita, mas ele depois termina o seu pensamento, né, na conclusão do texto, dizendo que essas transformações ocorrerão em diversos níveis da sociedade humana, incluindo as instituições religiosas, já que todas elas tiveram o seu papel relevante no passado, mas não serão capazes de enfrentar os desafios do futuro sem um amplo processo de renovação. É aquilo que nós falávamos anteriormente, tudo impacta, não apenas no aspecto religioso. E aí ele nos lembra o benfeitor Emanuel, que nos diz o seguinte: "Em caminho, verdade e vida, né, no prefácio do caminho verdade e vida, psicografia de Chico Xavier. O Cristo não estabelece linhas divisórias entre o templo e a oficina. Então é um pouco do que o Rossandro fala de ser no mundo, né? Toda a terra é seu altar de oração e seu campo de trabalho ao mesmo tempo. E aí o Haroldo eh conclui que durante séculos os movimentos religiosos do mundo apregoaram princípios morais, mas falharam na sua concretização. A proposta da doutrina espírita não é, não é acrescentar mais um tratado, mais um discurso, mais um movimento. A sua missão primordial é a formação do ser humano de bem. E essa atitude, ela não só se circunscreve ao meio espírita, deve abranger igualmente a sociedade, especialmente os adeptos de outras religiões e credos. E aí ele fala um pouco dessa necessidade dessa desse movimento bem-vindo que é o diálogo interreligioso. Eh, curiosamente, no mundo atual, a crise da educação moral anda de braços dados com a crise da liderança. diariamente estarrecidos, assistimos o apoganças políticas, econômicas, científicas, religiosas e sociais, que exibem comportamentos, hábitos, atitudes, linguagem e caráter tremendamente chocantes, capazes de gerar repulsa instantânea. E daí por que a gente vê tão aquecido o nosso chat,
ligiosas e sociais, que exibem comportamentos, hábitos, atitudes, linguagem e caráter tremendamente chocantes, capazes de gerar repulsa instantânea. E daí por que a gente vê tão aquecido o nosso chat, com tantas mágoas, com tantas dificuldades, né? Eh, e aí o Aroldo conclui: "Nada disso deve nos assustar. A passagem de um orb da categoria de mundo de expiação e provas para o patamar do mundo de regeneração acarreta as seguintes consequências. Hoje não são mais as entranhas do planeta que se agitam, são as da humanidade. E a doutrina espírita nos oferece ferramentas para vencermos essas adversidades. Eh, eu não sei se o Rodney a gente tem, né? Não, Cris, eh, não, nós nós estamos com dificuldade técnica. Então, qual é o combinado? Nós vamos colocar depois o vídeo disponível no canal Conecta para as pessoas voltarem, assistirem com calma o recadinho aí do Rosvell e da Jô, né, que é um vídeo mais longo. Eh, e Cris, nós queríamos eh já, né, passando pros nossos amigos para fazer a sua fala final, antes disso, chamar um pouquinho Rodney, que é o nosso amigo aqui, colaborador, que está nos ajudando aqui na live, para ele falar um pouquinho sobre esse conteúdo exclusivo do conecto espiritismo, não é isso, Rodney? Isso mesmo, pessoal. A ideia era apresentar esse vídeo desse dessa dupla, né, a Joade e o Rosivel de Thiago, porque eles detalharam perfeitamente, tá? Foi uma dóc que não foi ao eh foi ao ar só um pedacinho, mas diante ao adiantado da hora, a gente vai colocar então como exclusividade lá no no canal TV Conecta Espiritismo. Então, provavelmente, você que está acompanhando a nossa live agora, entre ali no YouTube do TV Conecta Espiritismo, pode procurar aí na no YouTube, na internet, e já se inscreve, já deixa lá a notificação, o sininho ativado, porque amanhã a gente vai subir esse material lá e também vai ser um outro material muito importante para compartilhar, principalmente pelos detalhamentos. Então, como eu assisti antes e vi a produção que eles realizaram, está realmente fantástico,
e também vai ser um outro material muito importante para compartilhar, principalmente pelos detalhamentos. Então, como eu assisti antes e vi a produção que eles realizaram, está realmente fantástico, assim como foi essa live, esse detalhamento, a participação de todos. E peço desculpas porque a gente não trouxe aqui em debate alguns comentários eh da live, mas foi respondido durante todo essa apresentação, mas vocês estão nos dando subsídios para montar próximas próximos debates sobre os fatos e outros programas. Então, tudo que vocês deixaram nos comentários, suas dores, as suas ideias, a as suas vibrações positivas, porque é isso que nós precisamos neste momento, eh, nos unirmos para encontrarmos soluções. Porque eu já falei até para Cristiane Drux que esses dados me me serviam na época da faculdade justamente para perceber um erro e buscar as soluções e foram encontrados. Então, os dados servem pra gente encontrar um norte, aonde está a nossa falha e aonde a gente vai empregar, empregar nossos esforços para correção. E isso não se faz sozinho, se faz junto com todos vocês que colocam uma crítica construtiva mesmo tando magoado. A gente entende essa questão, mas assim, a gente tem que externar aquilo que a gente tem de melhor, que é a busca de soluções e somarmos juntos, tá? Não estamos nos separando, nós estamos procurando entender o que que tá acontecendo, que a nossa casa deu uma desarrumada e nós precisamos ajeitar, tá bom? Então, continuem aí a live, eu vou ficar aqui nos bastidores. Obrigado, gente. Ivana, contigo aí. Obrigada, Rodney. Pessoal, nós já estamos aí 23 e 22, então nós queremos já começar agradecendo imensamente a todos esses nossos amigos que atenderam o nosso convite assim em cima da hora para que nós pudéssemos estar juntos aqui refletindo. Então eu quero começar passando a palavra para o Ivan, para que ele possa então se despedir do nosso público. Olá, pessoal. É realmente foi uma satisfação tá estar aqui refletindo com vocês, buscando caminhos, né? Buscando
passando a palavra para o Ivan, para que ele possa então se despedir do nosso público. Olá, pessoal. É realmente foi uma satisfação tá estar aqui refletindo com vocês, buscando caminhos, né? Buscando uma união fraterna em termos eh do ideal de divulgar a mensagem espírita para o maior contingente de pessoas. E quero dizer que não temos números exatos, mas tudo leva a crer que o espiritismo no exterior está crescendo bastante, né? A última pesquisa deu que nós temos 60, pelo menos 60 países com vários centros espíritas. Então, é o trabalho eh que tá sendo feito em parte por muitos brasileiros que foram morar no exterior, mas não somente de brasileiros. Tem muita gente nativa que gostou do espiritismo e está desenvolvendo na sua terra. Então, temos notícias promissoras também e vamos trabalhar para que esse número eh se reverta. no lá no próximo centro senso. Muito bem, obrigada, Ivan. Parabéns pela pesquisa que você vem realizando e que você prossiga, né, com esse trabalho que com certeza ajuda bastante ao movimento espírita. Jaime Ribeiro, muito obrigada, Jaime. Suas palavras finais. Obrigado pelo convite pessoal. ao Ivan também pelo trabalho belíssimo dessa pesquisa que eu acompanho há um tempo, bastante também para fazer várias reflexões, Ivan, e a todo mundo aqui que eu acompanho o trabalho de todos que estão aqui, pessoas realmente notáveis e eu tenho muito carinho pelo trabalho de vocês. Primeiro eu queria agradecer o trabalho de vocês. Todo mundo que tá aqui tem uma voz forte, uma voz potente, uma voz que reverbera pela doutrina espírita. E eu fiz uma reflexão, viu Ivana, em especial, que é a pessoa que tem mais proximidade aqui, né, que eu conheço há mais tempo também. E proximidade digo é mais tempo que a gente teve de se encontrar e dar abraço, tá? Porque, né, porque de live a gente já fez com a Cris, o Rafael também e o Gustavo que eu sempre assisto os vídeos todos os dias. Eh, quando eu voltei do velório doivaldo não mês passado já, né? Eh, e eu assistindo aqueles vídeos, já na hora
z com a Cris, o Rafael também e o Gustavo que eu sempre assisto os vídeos todos os dias. Eh, quando eu voltei do velório doivaldo não mês passado já, né? Eh, e eu assistindo aqueles vídeos, já na hora que nós estávamos esperando o sepultamento, eh, eu voltei muito incomodado com o meu próprio trabalho, sabe? E daí quando eu cheguei aqui eu mandei um áudio pro Saigusa, né, que é nosso amigo, todos aqui também conhecem da Intelítera. Eu falei, Luiz, teve uma uma transformação, que nós fomos juntos já pro velório, teve uma transformação que aconteceu em mim lá no velório do tio, eh, que eu fiquei encantado em relembrar a paixão com que ele falava da doutrina espírita. E ele falava com a paixão no espiritismo. E eu lembrei um pouco quando o Alexander Moreira compartilhou esse estudo do Rodney Stark, do falando das religiões light, é que talvez essa adequação, a gente confundiu a adequação da linguagem com um espiritismo que se aproximou muito da autoajuda, um espiritismo que a gente vê, alguém falou aqui, eu não lembro quem foi, se foi o o Ivã ou se foi o Rafael que falou, eh, do conhecimento psicológico, do conhecimento de todas as vertentes que a gente vem do conhecimento humano que a gente vem incorporando na doutrina espírito, tá tudo bem, mas eh a gente cada dia trazendo essa mensagem um pouco mais tentando se eh explicar pelo que tem fora, mas esquecendo dessa mensagem explicatória que nós temos da doutrina espírita com poder, não só livre espíritos, nem das obras básicas e subsidiárias, mas também da dimensão espiritual da vida. E o Divaldo, ele falava com muita paixão do espiritismo. E foi o que aconteceu, que quando eu voltei, eu comecei a fazer uma uma meia culpa das minhas palestras e pensando o quanto eu quero me tornar mais apaixonado falando da doutrina, mesmo falando seja do evangelho, seja de temas mais de educação emocional, educação digital, como eu falo, a gente falar dessa dessa paixão da dimensão espiritual. E aí, eh, e eu estudando aqui o livro Why God, né,
seja do evangelho, seja de temas mais de educação emocional, educação digital, como eu falo, a gente falar dessa dessa paixão da dimensão espiritual. E aí, eh, e eu estudando aqui o livro Why God, né, do Rodney Stark, eu vi que as pessoas que eram as religiões seitas que mais cresciam, que é que se afastaram dessa religiosidade light, dessa religiosidade mais e pragmática, eh as pessoas dessas denominações eram as pessoas que mais convidavam os outros ou amigos para irem a um centro. E eu fiquei pensando, há quanto tempo eu não convidava alguém para ir ao centro espírita. Eu queria perguntar todo mundo que tá aqui na live, que tá falando que não preste, que não sei o quê, que tal, que tem que mudar ou que realmente fulano tem razão e tal, quando é que qual foi a última vez que você convidou um parente, um amigo para ir conhecer a doutrina espírita com você? Não é dando um livro, nem pegando um conteúdo e mandando ali no digital, porque isso não vale, gente. É, vamos lá na casa espírita comigo, cara. Eu tô te convidando para ir à Casa Espírita. Daí eu queria fazer esse deixar esse CTA. Convida alguém para ir na casa espírita. A gente fazia isso antigamente. A gente parou de fazer. Daí, cadê a paixão da gente de falar da doutrina? Sabe essa paixão que encanta? E essa era é a mensagem que eu queria deixar que deixe não é uma mensagem blazer, aquela mensagem que a gente tem que ficar não, porque veja bem o Cristo porque não, cara. Vamos lá, vamos falar em eh vamos falar com paixão dessa doutrina, vamos colocar a cara que nós somos espíritos, vamos levar essa, sabe quando o a mensagem aqui do no evangelho, a mensagem do Heráco, quando ele fala que as vozes de fogo estavam sobre nossa cabeça, gente, isso é atos. Quem não viu ainda? Quem não viu? Quem não conhece o evangelho, são as vozes que apareceram depois, logo depois da crucificação sobre os apóstolos, disseram: "Vai lá agora falar para todo mundo". E as vozes que chegaram dos céus, que fizeram com que eles começassem a falar as outras
areceram depois, logo depois da crucificação sobre os apóstolos, disseram: "Vai lá agora falar para todo mundo". E as vozes que chegaram dos céus, que fizeram com que eles começassem a falar as outras línguas, que talvez sejam essas outras línguas que o Gustavo falou, que a gente tem que aprender a falar agora. São as línguas do agora. É uma convocação, tá lá com Herasto, tá lá no Evangelho. Vamos colocar a voz, falar da doutrina compaixão. Como de Valaldo, eu tomei isso para mim, mas eu queria deixar essa provocação para todos nós que aqui estamos, que somos tão apaixonados por essa doutrina. Que bom, Jaime. Obrigada mais uma vez. Rafael tá contigo, querido. Quero agradecer por fazer parte desse fórum que aconteceu na noite de hoje. Aliás, nós precisamos fazer outros para debater, para ouvir, para dialogar. Quero agradecer essa querida Cris Drugs, a você, Ivana Risk, que eu admiro muito o seu trabalho, ao Ivan, ao Gustavo, ao Jaime, a todos que estão conosco no chat. até 23:30, gente, nós quase viramos o dia. E dizer que durante toda a live, inúmeros trabalhadores espíritas que nos precederam vieram à minha cabeça. Me lembrei de Bezerra de Menezes, me lembrei de Viana de Carvalho, me lembrei de Chico Xavier e particularmente Bezerra de Menezes não saiu da minha cabeça. E uma frase dele, Cris, não adianta o brilho da intelectualidade se o coração tiver as escuras. Veja, nós vamos continuar estudando, nós vamos continuar sendo fiéis àquilo que o Espírito de verdade nos propõe no capítulo sexto do Evangelho Segundo o Espiritismo. Espíritas, amai-vos e instruí-vos, mas talvez esteja faltando um pouquinho de amor. Talvez esteja faltando um pouquinho de ser humano, um pouquinho mais de abraço, um pouquinho mais de fraternidade, de amorosidade. Um dia Raul Teixeira, que eu faço questão de lembrar, assim como Jaime lembrou, ele nos disse por que a nossa casa se chama fraternidade é para lembrar de Francisco, meu filho, para lembrar que nós somos irmãos, os frater, os fratelos. É para
de lembrar, assim como Jaime lembrou, ele nos disse por que a nossa casa se chama fraternidade é para lembrar de Francisco, meu filho, para lembrar que nós somos irmãos, os frater, os fratelos. É para lembrar de Jesus, meu filho, porque os discípulos de Jesus serão conhecidos por muito se amarem. Tá lá em João 13:35. Então veja, Bezerra nos falou de amor, Francisco nos falou de amor, Jesus nos falou de amor e talvez a nossa ponte para um espiritismo mais robusto, mais conectado, usando aí o xavão da nosso do nosso próprio chat, do nosso próprio da nossa própria live, né, Cris? essa nova transmissão que nós estamos fazendo, para que a gente fique mais conectado, a gente vai precisar amar mais, amar mais a doutrina espírita, amar mais o nosso companheiro de casa espírita, amar aquele que chega na nossa casa espírita, amar o que pensa diferente de nós. E lembrando Jaime, o Divaldo, que nos deixou com sentimento de orfandade no dia 13 de maio, agora no mês passado, ele costumava nos dizer: "Nunca se canse de amar. Não importa se o outro não ama, ame você. Faça a sua parte. Eu tenho certeza que se nós seis que estamos aqui e as 451 pessoas que prosseguiram até agora conosco, se nós amarmos um pouquinho mais, se formos um pouquinho mais caridosos, um pouquinho mais fraternos, o Espiritismo vai cumprir o papel de regenerar a humanidade. Um beijo grande e muito obrigado. Obrigada, Rafael. Olha só, gente, tô acompanhando os comentários, Cris, o pessoal tá dizendo assim: "Por que não continuar, não é, com essas lives aos domingos? Olha aí algo pra gente pensar, não é?" E Gustavo, gratidão mais uma vez. Queremos passar para você agora, meu irmão. A minha fala final é rápida. Como nós vimos aqui, o assunto é muito extenso e não é um único ponto que nos fez defrontar com a realidade que o senso nos mostrou. São muitos pontos que a gente precisa repensar. E eu quero aqui ressaltar que a chegada do conecta espiritismo vai ser fundamental para que a gente possa se aproximar e debater.
e o senso nos mostrou. São muitos pontos que a gente precisa repensar. E eu quero aqui ressaltar que a chegada do conecta espiritismo vai ser fundamental para que a gente possa se aproximar e debater. Porque quando a gente dialoga, a gente encontra os caminhos. Quando a gente se afasta os caminhos se escurecem. E finalizo lembrando a todos nós que, apesar dos números amargos, mas já previsíveis que o senso nos mostrou, quero deixar para essa reflexão final o exemplo de Gânimo Mendonça, que se nós estamos enfrentando dificuldades, que se o caminho parece que está estreitando-se para nós, Jerônimo foi o exemplo que superou deu todas as dificuldades com trabalho e a partir do seu trabalho ele fez florir aonde estava parecendo que só viria seca. Que nós possamos ser Jerônimos e encontrar o caminho no meio da escuridão. Que bom. Obrigada, Gustavo. Mais uma vez a gente quer agradecer toda a equipe do Conecta Espiritismo, né, que está junto conosco, não aqui na tela, mas nos bastidores, acompanhando tudo, especialmente o nosso querido Luiz Saiguz, que é o nosso presidente do Conecta Espiritismo. E Cris, que gratidão a nossa, não é mesmo? Passo por você, Cris. É, é muito emocionante a gente ver esse momento se realizando, né? um momento de reflexão, um uma cultura que pretendemos ver instaurada no movimento espírita, uma cultura de diálogo, uma cultura de reflexão, uma cultura que possa dar origem a planejamentos estratégicos para a melhoria das nossas estruturas de movimento espírita, sem esquecer o alicerce essencial que é o ser humano e que é a nossa capacidade de integração e a nossa capacidade de amor, né? Eh, eu preciso agradecer a todos vocês, amigos que estão presentes aqui nesse painel, a todos vocês que estão no chat, ligados, participantes até esse momento, porque eu acho que o que vija dentro de nós, o que nos anima é vermos um espiritismo pujante, é vermos um movimento espírita que traduza a doutrina espírita, entregarmos esse tesouro que já encontramos aos nossos mais
e o que vija dentro de nós, o que nos anima é vermos um espiritismo pujante, é vermos um movimento espírita que traduza a doutrina espírita, entregarmos esse tesouro que já encontramos aos nossos mais próximos, transformando o planeta Terra em um mundo melhor. Não estamos falando aqui de querermos ampliar a estrutura espírita. Nós queremos eh instaurar na Terra esse pensamento cristão, porque no fundo o que prevalece além do espiritismo, né, além disso que nós consagramos como doutrina, é o pensamento de Jesus entregue por Kardec. E ao me preparar para estar hoje aqui, porque a gente sabia que era um tema polêmico, um tema que ia suscitar muitas emoções e é lógico que a gente faz uma prece e é lógico que a gente faz um momento de recolhimento. E eu preciso compartilhar com todos vocês a frase que me foi colocada na leitura, né, que eu fiz para me pacificar de Emanuel Pão Nosso. E o benfeitor espiritual fala o seguinte pra gente, que eu acho que pontua, né, ou traz um desfecho para tudo isso que discutimos aqui hoje. O cristão é um ponto vivo de resistência ao mal. Onde se encontre, pensa nisto e busca entender a significação do verbo suportar. Não ouvides a obrigação de servir com Jesus. É para isso que fomos chamados. É para isso que criamos o conecta espiritismo para trazer espaço de reflexão, amplitude para a divulgação doutrinária. Muito obrigada a todos vocês e um beijo no coração de cada um. Ivana querida. É isso aí, gente. Só gratidão. Olha, nós vimos que já tava rolando uma enquete ali no chat. Se nós mantemos no domingo às 21:30 ou às 21 horas. Parece que o pessoal tá preferindo às 21 horas. Olha, quem sabe, não é, Cris? No próximo domingo a gente já pode então trazer. Eh, algumas pessoas sugeriram ali uma coisa que eu adorei, na verdade, duas sugestões. Nós tragamos os jovens pra live. Então, nós podemos fazer uma uma live trazendo esses jovens. Se é preciso mesmo, quem sugeriu tem toda a razão, né? E podemos também convidar dirigentes espíritas, porque nós precisamos ouvir
ra live. Então, nós podemos fazer uma uma live trazendo esses jovens. Se é preciso mesmo, quem sugeriu tem toda a razão, né? E podemos também convidar dirigentes espíritas, porque nós precisamos ouvir esses irmãos que assumem com tanta dificuldade a tarefa de gerir uma casa espírita. E embora nós saibamos, né, como o Gustavo diz, tem muito aí o dono do centro, mas também tem aqueles que estão ali que estão, né, fazendo melhor, tentando trazer mais pessoas para integrarem, vamos trazer esse pessoal para conversar também. e claro, contando com a participação de vocês. Então, o que que nós vamos pedir agora? Se você ainda não curtiu essa live, curte. Se você não se inscreveu no canal, por favor, se inscreva. E aí vai lá na rede social, vai lá no Instagram, vai lá no Facebook também, curte, acompanha o Conecta Espiritismo, porque aí você vai ficar informado de todas essas produções que nós, né, estamos muito animados aí para trazer para todos nós. Tá bom, gente? Eh, Cris, houve uma sugestão de nós colocarmos agora, nós vamos nos despedindo, mas colocamos o vídeo da Joe e do Roosvell rolando, se der certo, e quem puder fique assiste até o final e aí sim a live se encerra. Eu pergunto ao Rod se é possível nós fazermos isso, mas de qualquer forma depois nós colocamos o vídeo lá no canal, tá? Isso. Boa noite, pessoal. Boa noite, pessoal. Se for possível, o Roger vai colocar o vídeo para nós. Uma ótima semana para todos nós. Olá, amigos. Eu sou a João Andrade. Meu nome é Rusivel Thaago e nós estamos aqui para fazer uma reflexão sobre os últimos dados do censo 22. E nós observamos que a nossa contribuição tem um aspecto muito positivo, que está na união, na busca da reflexão de muito dos nossos amigos e isso vai com certeza melhorar o movimento espírita em si, tanto no Brasil como no mundo todo. Eh, a gente tem observado essa queda dos espíritas ou esse esvaziamento das instituições espíritas por todo o país há muito tempo. Então, o senso é a oportunidade de revermos isso, porque cada um achava
, a gente tem observado essa queda dos espíritas ou esse esvaziamento das instituições espíritas por todo o país há muito tempo. Então, o senso é a oportunidade de revermos isso, porque cada um achava até então que é na sua casa, na sua realidade, é só na sua região. Hoje sabemos que não é. Então esse é o lado bom de tudo isso. Exatamente. E nós paramos para refletir naquilo que depende de nós, para fazer algo, para mudar algo nesta realidade que nós estamos vivendo atualmente. E o primeiro deles é com relação à resistência a mudanças dentro das casas espíritas. Primeiramente, nós vamos eh dizer para vocês o seguinte. Nós temos um livro e um seminário que fala sobre fidelidade espírita. E nesse seminário nós fazemos uma abordagem geral dos problemas que as casas espíritas enfrentam com seus trabalhadores e com a fidelidade ao espiritismo. Então, resistência à mudança, né? Nós temos muitos irmãos, muitos companheiros, que é muito apegado à sua função. Não abre mão da sua função para aqueles que estão chegando no movimento espírita. Não dão oportunidade para os mais novos entrarem e fazerem parte dos trabalhos da casa que ele está chegando. E aí, é claro que você não, Ruso, mas tem que ter um preparo. É claro que você não vai colocar ninguém que tá chegando para ser médium. para ser qualquer coisa que exija capacitação e estudo, mas apresentar uma palestra, entregar folhetos, encher os copinhos de água, eh organizar fila pro qualquer pessoa que tá chegando vai. E aí você percebe que algumas pessoas falam orgulhosas: "Mas eu entrego o papelzinho na porta há 20 anos, mas eu organizo a fila do passe há 7 anos, né?" Então eles se orgulham disso, só que isso faz com que a casa espírita não consegue absorver as pessoas novas que estão chegando, porque o espírita, ele vai no centro sem função nenhuma ou deveria ir. Ele não sabe fazer nada, ele só vai. E essas situações deveriam ser deixadas para envolver as pessoas que estão ingressando nas instituições. Outro elemento importantíssimo que a gente
ou deveria ir. Ele não sabe fazer nada, ele só vai. E essas situações deveriam ser deixadas para envolver as pessoas que estão ingressando nas instituições. Outro elemento importantíssimo que a gente observa é a recepção nas casas espíritas. muitas casas eh não têm esse esse trabalho. Ah, existe a preocupação eh de estar eh fazendo com que os grupos eh de passes, de médiuns, de atendimento fraterno passem por uma reciclagem, mas para a recepção da porta, da chegada à casa espírita, não existe essa preocupação. Inclusive, muitas vezes a gente chega na casa espírita, entra, não sabe direito nem como nós vamos nos portar, porque não tem ninguém na porta. A recepção é muito importante. A pessoa que chega a pela primeira vez na casa espírita, ele tem que ser bem recebido como se estivesse chegando na casa de Jesus. Ele que está sofrendo, ele precisa ser bem acolhido, ele precisa ser bem conduzido para que sinta a vontade de voltar, né, Rosivel? Exatamente. Para ter realmente assim uma recepção calorosa. Inclusive, mais uma vez, é uma função que pode ser dada a pessoas que são novatas no meio espírita. Pode se entregar isso ao jovem, né? Eh, receber bem as pessoas. E quando nós falamos de montar um grupo, não é pegar quem quer, é ver quem tem perfil para isso, que chega, que estende a mão sem constrangimento, que saiba conversar, você está tudo bem, não? Então veio no lugar certo, pessoas prontas, preparadas, porque fazendo isso a gente leva o passe lá pra porta. Quando a pessoa se sente bem recebida e quem? Todo mundo, inclusive os trabalhadores, é padrão da casa. Ninguém deve chegar no centro sem estar chegando num lugar especial. Aí vale a regra. A primeira impressão é que fica. Nós não temos duas oportunidades de causar a primeira impressão. Então, ter um grupo organizado para receber bem aqueles que sofrem, aqueles que buscam consolo, aqueles que chegam à casa espírita, é fundamental. Exatamente. Um outro elemento muito importante e que nós precisamos nos preocupar porque depende de nós é a
s que sofrem, aqueles que buscam consolo, aqueles que chegam à casa espírita, é fundamental. Exatamente. Um outro elemento muito importante e que nós precisamos nos preocupar porque depende de nós é a qualidade das palestras. Nós também assistimos diversas palestras porque é necessário também. Um outro ponto, né? É difícil ver palestrante assistindo palestra, né? Isso é um ponto negativo. Mas qualidade das palestras, o que nós também já conseguimos ver, né, e constatar temas técnicos numa num dia de palestra pública. Como é que nós vamos a a estar atendendo as dores emocionais daquele irmão sofrido que está chegando na casa espírita ou que está indo pra palestra para atenuar suas próprias dores? Com temas técnicos, isso não pode acontecer. Isso, esse tema técnico é somente para estudo, nunca para uma palestra pública. Nós temos que estar falando para o coração dos nossos irmãos. Isso. Você que tá nos assistindo já passou por isso. Às vezes você insiste para alguém no centro, insiste pra sua vizinha, pro seu amigo, até um dia ela perde o marido, o filho tá na droga, ela tá com o coração despedaçado e você consegue levarla pro centro. Quando chega lá o tema, as propriedades da matéria, opere espírito e a sua elasticidade, isso é totalmente inadequado. Tema técnico é para estudo, evangelho, palestra pública é só para levar a pessoa ao coração de Jesus. Ponto e mais nada, qualquer coisa é um erro. E quando nós falamos do despreparo das pessoas eh dos palestrantes, é por além do conteúdo espírita, é fundamental que você tenha dentro do Centro Espírita cursos de oratória, desenvolvimentos para palestrante, porque a gente não vê, quando comparamos agora a doutrina espírita com outras religiões, você não vê no palco evangélico pessoas despreparadas, você não vê pessoas despreparadas em outras religiões. Eles são capacitados, treinados e falam do mesmo evangelho que nós. Agora, no palco espírita ou na tribuna espírita, nós cansamos de ver pessoas despreparadas improvisando. Isso é um problema, porque
Eles são capacitados, treinados e falam do mesmo evangelho que nós. Agora, no palco espírita ou na tribuna espírita, nós cansamos de ver pessoas despreparadas improvisando. Isso é um problema, porque na prática, pergunta assim: "Por que que você não quer na palestra hoje?" A resposta prática é porque é chato. É porque é chato. Então assim, o evangelho tem uma beleza natural, já é dele. A mensagem do evangelho já tem uma beleza. Na mão de um orador preparado, essa beleza ganha grandeza, dilata. Na mão de um orador despreparado, a beleza do evangelho é ofuscada. Perde a sua beleza e fica uma mensagem sem sentido nenhum. Então esse é um obstáculo para nós, capacitar os nossos oradores, ter mais critério com relação a isso. Não falamos de shows de oratória, mas de desenvolvimento constante. Exatamente. Um outro elemento importantíssimo que as casas espíritas têm que estar se observando, se analisando, é com relação à qualidade dos estudos. A gente vê também muitas casas estudando obras que a gente não consegue entender com qual o objetivo, tá? E e nós somos, eu e Rosivel, nós defendemos demais fidelidade espírita a Allan Kardec, porque nós cremos que uma encarnação é impossível pra gente ler, compreender e praticar o que ele nos deixou. E a gente ouve a por aí aa assim estudo, a gente ouve, desculpa, a gente vê pessoas estudando, ouve também, né? que as pessoas comentam, nós estamos estudando o livro tal. Não, eu acho que nós temos que estudar as obras básicas de Kardec. É, a doutrina espírita está ali. Nós precisamos conhecer para praticar. E o Evangelho Segundo o Espiritismo, por exemplo, é um manual de funcionamento do ser humano. Quando você lê com a vontade de se transformar, você consegue perceber que ele leva, ele vai te mostrando o roteiro de como que você deve se transformar para o bem. Então são obras maravilhosas que nós temos que estar estudando. Agora pergunta pra pessoa que parou de estudar, por que que ela parou de estudar no centro? Sabe qual vai ser a maioria das respostas?
. Então são obras maravilhosas que nós temos que estar estudando. Agora pergunta pra pessoa que parou de estudar, por que que ela parou de estudar no centro? Sabe qual vai ser a maioria das respostas? Muito chato. É um modelo que não serve nem pra escola pública mais, né? Que tem um professor falando, falando, falando e todo mundo sentado. Então você vai ter capacitação para isso também. Quem vai coordenar um estudo, ele tem que lá ler o trecho do Evangelho, livro dos espíritos, fazer o seu comentário e depois instigar as pessoas que que você achou, né? Você concorda com ele? Qual é a sua contribuição? Se ele não motivar as pessoas ficar um falando e um monte ouvindo, é muito chato. E ninguém vai ficar nesse estudo. Ou os que ficam estão só esperando a hora passada, porque ele quer mesmo é dar passe, ele quer mesmo é ser médium. Nós temos que fazer as pessoas acharem graça no estudo, gostar de aprender. E isso tá ligado diretamente a capacitação dos orientadores, daqueles que dão esses cursos. Um outro ponto importantíssimo que tem que ser pensado e analisado é com relação ao relacionamento interno dos trabalhadores nas casas espíritas. Por incrível que pareça, parece que o movimento, um movimento de brigas, de milindres, de orgulhos e vaidades entre os trabalhadores nas casas espíritas tá se tornando assim algo muito presente, né? a gente percebe que existe uma competição, eh, ou às vezes nem é nem é uma competição as claras, fica meio camuflado. E também tem o caso onde eu vou somente no meu dia, o resto dos dias de trabalho da minha casa, os trabalhadores, outros não me interessa. Então essa individualidade, essa essa briga, essa competição, ah, é tá tão tão atual, né, que como é que esses trabalhadores vão atender bem o irmão que tá chegando pela primeira vez na casa espírita se entre eles não existe amor, compreensão e respeito? Se eu fosse o espírito perverso e quisesse acabar com uma casa espírita, o meu foco exclusivamente seriam os seus trabalhadores. Então, é necessário que
e eles não existe amor, compreensão e respeito? Se eu fosse o espírito perverso e quisesse acabar com uma casa espírita, o meu foco exclusivamente seriam os seus trabalhadores. Então, é necessário que tenha um dia de trabalho para cuidar de trabalhador, dos processos obsessivos, das suas questões internas, porque eles são o alvo. O Centro Espírita são seus trabalhadores. Não dá para esperar que um grupo que viva em guerra, que viva num clima bélico, atenda quem vem de fora por amor ou com amor. É necessário que se tenham trabalhos internos entre os trabalhadores para que a paz exista lá dentro para depois vender algo que nós estamos consumindo. E por último, para encerrar, né, a nossa reflexão, a gente até riu quando nós estávamos conversando entre nós o que é que nós vamos estar refletindo. E a gente chegou que vai ter gente que vai falar que essa diminuição do número de espíritas no espiritismo é culpa de Kardec. Por quê? Porque muitas pessoas, por não entenderem essa mente brilhante escolhida por Jesus para nos trazer essa doutrina maravilhosa, uma doutrina consoladora, ele deixa Kardec, outras obras, outros livros, outros segmentos. Na realidade, todos nós temos liberdade para ler, para conhecer o que nós desejarmos. Porém, doutrina espírita com fidelidade somente a Allan Kardec. Aliás, ele foi o escolhido pelo Cristo para codificar o Espiritismo para nós. É. E a gente fala isso porque a gente ouve muito, né? Nossa, nessa casa eles não deixam fazer nada fora de Kardec. E tá correto. Só que Kardec não inessa casa. Kardec não endurece casa. As bandeiras de Allan Kardec são caridade e amor. Caridade de amor. As bandeiras de Allan Kardec são as bandeiras do Cristo. Nós podemos até est entendendo errado, mas a fidelidade espírita não endurece a casa. É o coração dos dirigentes que endurece a casa. Porque nós também estamos vendo a a as religiões evangélicas crescendo e ninguém mexe na doutrina deles. É retocável, inemexível. Nós temos o catolicismo crescendo e ninguém mexe nas estruturas daquilo que
e nós também estamos vendo a a as religiões evangélicas crescendo e ninguém mexe na doutrina deles. É retocável, inemexível. Nós temos o catolicismo crescendo e ninguém mexe nas estruturas daquilo que eles acreditam. Só na doutrina espírita que tem esse impulso de querer tirar Kardec deixar tudo mais like, mais fácil. Isso não pode existir. Então, a fidelidade Allan Kardec torna uma casa eh absolutamente amorosa, porque essa é a sua bandeira. Nós só temos elementos fundamentais que nós não podemos abrir mão. O tema é longo, teríamos muita coisa ainda a dizer, mas como tem outros companheiros que vão estar conosco, assim nós finalizamos a nossa participação. Exatamente. Esperamos ter contribuído e fica aqui a nossa gratidão por estarmos podendo expor aquilo que nós refletimos para contribuir com o assunto. Um forte abraço, um beijo do coração pro coração de cada um de vocês. Parabéns ao Conecta Espiritismo. Eh, Rafa. Rafael, ficou só nós aqui. Ficou nós aqui. Eu fiquei a tempo de te dar um boa noite, meu amigo. Ah, muito obrigado, Rafael. Ah, pera aí, deixa eu puxar aqui a Ivana. Ah, Ivana tá aí também. tá aqui para mim aparece que ainda tá ao vivo. Eh, não, nós estamos ao vivo ainda. Eh, só para mostrar pro pessoal aí que e que deu certo de a gente passar no finalzinho eh o vídeo, esse apanhado aí do vídeo, né, de dessa dupla que trouxe aí os tópicos, né, e comentaram muito bem. Então, daqui paraa frente a gente pode encerrar daí, sim, a transmissão, tá? A gente, a gente, eu agradeço muito a oportunidade de estar aqui nos bastidores auxiliando todo essa movimentação. Agradecer também a todos aqueles que expositores que fizeram uma brilhante exposição de trazer seus comentários e principalmente a você que esteve no chat ativo, está conectado conosco até esse momento, que a gente achou muito importante. Não se preocupem, tudo que vocês deixaram de comentários, de ali no chat, vai servir justamente para que a gente possa se abastecer desse banco de dados sentimentais, né? Porque muitas coisas
ortante. Não se preocupem, tudo que vocês deixaram de comentários, de ali no chat, vai servir justamente para que a gente possa se abastecer desse banco de dados sentimentais, né? Porque muitas coisas foram colocadas ali. E aí, provavelmente a equipe vai trabalhar nesse sentido de ofertar a vocês uma outra live para discutir alguns temas importantes que vocês também coloquem lá. O que faltou, né, ser dito durante a live, você coloque lá, né, abasteça a gente de informação, porque é desta forma que a gente constrói aí uma comunidade, uma família virtual aqui que tá focado em resolver as situações e e geralmente cada um às vezes tem uma ideia brilhante que vai nos até orientar em algum sentido e até melhorarmos em nossas questões de usar aqui o o programa para utilizar, tá bom? É isso aí. Obrigada a todos, gente. Como disse a nossa amiga, quase bom dia a todos, né, Cláudia? Quase bom dia a todos, mas boa semana, gente. Beijo grande, gente. Obrigada, Rafael. Beijo, beijo, Rog. Obrigada por tudo. Tchau. Ciao.
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