De Moisés a Kardec - 6ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
Série de estudos De Moisés a Kardec em sua sexta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚
เฮ >> Olá, olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, sexta temporada. Aqui estamos nós para mais uma noite de estudos. Nós nos atrasamos um pouquinho para entrar porque a gente estava confabulando, eu e já vou trazer o professor aqui para nós, pro nosso palco. Professor Severino Celestino, seja bem-vindo, professor Severino Celestino. >> Muitíssimo obrigado, Adriano Máximo. Você não nega que tem um nome realmente poderoso. [risadas] você é o máximo. Muito obrigado pela saudação, mas boa noite a você também. Uma boníssima noite aos nossos, meus queridos irmãos eh internautas, que sem eles nós não estaríamos aqui. Eles nos incentivam, acicatam, eles nos estimulam ao estudo, ao aprendizado, à troca de ideias. E essa comunhão ou comunião de pensamentos, de desejos e busca somam-se a a nós, a eu, ao Álvaro, Elará, a você, a todos os nossos irmãos nesse caminho de progresso, de ascensão e de busca ao reencontro com Jesus. O Álvaro ainda não chegou. Ela já está com a conferência no Paraná, se eu não me engano. É isso. Deu, >> é isso aí. É isso aí. O Elata, se não me engano, no interior do Paraná, está fazendo palestras pelo interior do Paraná. Talvez, e eu disse, talvez ele consiga entrar em torno aí de 23 horas, se conseguir, né? E o Alvinho tem a situação do Cisco de Luz, que faz parte da equipe lá do trabalho do Cisco de Luz. Eh, tem dia que o o negócio lá fica bonito, né? [risadas] Então, eles tem muito trabalho para fazer. Eh, tem dia que ele sai de lá quase meia-noite, né? E quando ele consegue, ele participa aqui com a gente. E e a gente até confabulou, né, professor? Até chegamos a cogitar, a ver outro dia que pudesse dar certo para todo mundo, mas vocês trabalham demais, não não teve jeito de mudar, [risadas] então tem que ser segunda-feira mesmo. >> E o Alvinho tem essa situação do cisco de luz, né? Ele geralmente entra um pouquinho depois de vocês. Eh, mas enfim, eh, nesse momento, né, só nós dois aqui na live. Vamos ver, vamos
a-feira mesmo. >> E o Alvinho tem essa situação do cisco de luz, né? Ele geralmente entra um pouquinho depois de vocês. Eh, mas enfim, eh, nesse momento, né, só nós dois aqui na live. Vamos ver, vamos ver se o o Elará consegue entrar mais tarde. Vamos ver se o Alvinho também consegue entrar. A gente >> na verdade e Adriano, eu acho o seguinte, quando a gente convive com quem deve muito, [risadas] acontece isso. Às vezes os cobradores chegam antes e quem deve não tem voz ativa para os cobradores, né? Só pode, a única coisa pode conseguir no máximo ou é um pedido de tempo ou uma desculpa pelo atraso. Não é isso? >> É isso aí. É isso aí. Nós estamos aqui, eu, você, os nossos queridos internautas e até que os nossos amigos que muitas faltas fazem ou muita falta faz eles, a gente vai tentando com os nossos irmãos fazer um estudo modesto, porém buscando sempre a essência daquilo que Jesus nos enviou através da sua Torá, dos seus profetas, do seu evangelho e da sua bendita ou Divina Terceira Revelação, que é o nosso querido Espiritismo. E nós estamos aqui felizes por mais esta oportunidade e para que nós possamos abençoar, né, o nosso trabalho. Eu peço você para tá por aberto pra gente fazer a nossa prece de abertura dos trabalhos da noite. Mãos à obra >> e e assim mandar um abraço a tanta gente, né? tanta gente boa aqui nos acompanhando, tanta gente que tá sempre conosco. Eh, eu vou até dar um destaque aqui que nós temos aqui eh muita gente vendo de fora do Brasil, né? Tem uma turma aqui dos Estados Unidos, Teca Felizola, Celminha Demarque, Robson Binho, Robson Santos. >> Ah, o Bim, o Bin lá de Atlanta. O Bin é um é uma >> é um caso à parte, né? Ele é uma figura assim, um ser humano maravilhoso. Foi um prazer imenso conhecer o Bim pessoalmente. Quando lá estivemos, eu e o Lália Bueno, estivemos também em Uberlândia agora com ela. Aqui já tem gente de Uberaba. Olha, o Triângulo Mineiro está conosco, pelo menos no Uberlândia, Uberaba e que tem muita gente boa, não é isso? Ó, vi aqui
estivemos também em Uberlândia agora com ela. Aqui já tem gente de Uberaba. Olha, o Triângulo Mineiro está conosco, pelo menos no Uberlândia, Uberaba e que tem muita gente boa, não é isso? Ó, vi aqui São José dos Campos, Santo André, Barra Velha em Santa, >> Guatuba, Paraná, >> Bitama, São Buritama, São Paulo, né? Buritama, olha, Rio de Janeiro, equipe da TV Secal Florianópolis, Santa Catarina. Pessoal, se faltou alguém aqui, Guaratuba, né? O professor falou, >> é do Paraná, né? Tem mais alguém? Se faltou falar alguma cidade aqui, desculpem, tá? Passou batido. >> São José dos Campos, você já falou? >> Falei Santo André, falei. >> Tem Mara Junqueira e tem o a Marta Cassab de São José dos Campos. Ambas, né? Não é isso? >> Granja Viana, São Paulo. Ó, é isso aí. E aqui tem parabéns para o Álvora, né, que aniversariou agora recentemente. >> Isso. Belo Horizonte, Minas, tá aqui também. Bacana demais, gente. Nós ficamos muito felizes com a participação de todos vocês. >> Santo André, a Sônia Lima, >> Paulí, São Paulo, ó, Mauá, São Paulo, Nova Andradina, Minas Gerais. Nova Andradina, se não me engano, tá tá numa música sertaneja famosa, não tá? A Nova Andradina, >> eu acho que sim. [risadas] Barra Velha, né? Santa Catarina. >> Juiz de fora. >> E Juiz de Fora, hein? Depois o Dolores dá notícia para nós aí de em relação a Juiz de Fora, como é que tá as coisas já estão mais >> mais controladas, né? Passou por maus bucados essas semanas atrás aí. Foi, foi bem complicado. >> Olha a Celminha. Olha a Celminha aí. Ô Celminha, boa noite. Como vocês estão? Professor não viajou. Pelo jeito não, né Celminha? Pelo jeito eu não viajei não. A gente vai falar um pouquinho disso daqui a pouco. >> Morreres Paraná. Olha que bacana. Lagado. Nossa, muito bacana. Muito bacana. Foz do Iguaçu. Olha, Foz do Iguaçu. Bacana demais. Vamos lá, professor. E como é que como é que o senhor quer fazer, professor? Eu ou o senhor que vai vai fazer a prece inicial? >> Não, é você que tá dirigindo os trabalhos e você que é quem dirige, é
Vamos lá, professor. E como é que como é que o senhor quer fazer, professor? Eu ou o senhor que vai vai fazer a prece inicial? >> Não, é você que tá dirigindo os trabalhos e você que é quem dirige, é quem determina >> democraticamente quem vai fazer a prece. Poderia ser eu, se você quiser fazer, para mim será um prazer também ouvi-lo na prece de abertura. >> Beleza. Não, eu faço então. Eu faço então. >> Tô vendo aqui, ó. Fernandópolis, São Paulo. Eh, a Dolores falando aqui que está muito triste a situação lá e que a chuva voltou hoje. >> Nossa, >> tomara que que Deus proteja aí todos vocês aí em Juiz de Fora. >> Primeira vida de >> se não me engano, a outra cidade é Ubá, não é? Se não me engano, que é na região lá, que também sofreu muito com as chuvas. Que Deus possa possa protegê-los a todos vocês aí. >> TV Secal que você não falou >> que é de Santa Catarina. >> Falei, falei, falou, desculpa, não decal sempre deixa aí a mensagem. Abraço a todos. Então vamos lá, vamos fazer a nossa preencial. Depois >> me >> vamos pra gente começar o trabalho >> Barra do Chal, Canguaretama, Natal, Rio Grande do Norte. Ah, é aqui na aqui na esquina da minha casa, Rio Grande do Norte. >> É, aqui em Ubá também. Eh, Matias Barbosa, Ubá e Matias Barbosa, que sofreram muito com com as chuvas também, além de Juiz de Fora. Aí, >> que Deus abençoe todos vocês aí, viu? Que proteja, enfim, >> vamos torcer para que nada de mais grave aconteça, pessoal. Então, vamos lá. Vamos. Eu vou convidar a todos que nós fechemos os nossos olhos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento. Nós que te rogamos, Senhor, todas as bênçãos para que nós possamos encontrar Jesus toda paz, toda serenidade que nós buscamos. E que o Senhor nos proporcione, Jesus momentos de aprendizado, momentos de reflexão, momentos em que nós possamos praticar o bem, oportunidades nesse sentido e que nós sejamos todos instrumentos da tua paz, Jesus. que nós possamos estar contigo em todos os momentos da
tos de reflexão, momentos em que nós possamos praticar o bem, oportunidades nesse sentido e que nós sejamos todos instrumentos da tua paz, Jesus. que nós possamos estar contigo em todos os momentos da nossa encarnação, tentando, Senhor, a cada dia caminhar junto de ti para alcançarmos aquilo que nós necessitamos paraa nossa evolução espiritual, para que sejamos melhores dia a dia, minuto a minuto. Nós te agradecemos a oportunidade de aqui estarmos. Nós te agradecemos a oportunidade dessa série de estudos de Moisés da Karnec, que tanta alegria, tanto aprendizado traz aos nossos corações e por todos aqueles que têm nos acompanhado, cada pessoa que nos assiste, que nos envia boas vibrações, boas energias e que torce por esse projeto. Nós te agradecemos então por tudo, Jesus. Graças te damos. Que assim seja. Graças, >> graças a Deus. Graças a Deus. Estamos aqui com a Maria Virgínia, eh, de >> É isso. >> De Minas, né? >> O Bá. O Bá é o Ubá é uma cidade que sofreu muito com as chuvas também, né, professor? >> Uhum. Bá, Juiz de Fora e Matias Barbosa. Pelo que eu entendi aqui que a Dolores falou pra gente aqui, acredito que tenham sido as cidades que mais sofreram >> com as chuvas ali na região. >> Professor, então a viagem não deu certo. >> A viagem não poderia dar certo porque eu tô eh eu vou responder ali a dona Selma. Eu gosto de chamar carinhosamente Celminha, porque nós éramos para estar lá, mas em 2023 nós tivemos em Israel e saímos de lá no dia 30 de setembro de volta pro Brasil. E uma semana depois estourou o conflito com o Ramas ali na faixa de Ga. Era, já estava começando a festa dos tabernáculos, estavam as barracas todas, os tabernáculos armados nas ruas de Jerusalém. Quando nós saímos, inclusive o nosso hotel tinha um tabernáculo muito bonito, já armado, porque as coisas que diz respeito a Jesus sempre me toca muito. E quando nós chegamos aqui, uma semana depois, começa o conflito com aquela história que todo mundo sabe, mais de 1200 pessoas mortas por o grupo
coisas que diz respeito a Jesus sempre me toca muito. E quando nós chegamos aqui, uma semana depois, começa o conflito com aquela história que todo mundo sabe, mais de 1200 pessoas mortas por o grupo eh terrorista fundamentalista do Ramá. E foi declarada uma guerra entre Israel e o Ramass, não entre Israel e os palestinos. Os palestinos também não concordo com essa atitude do Ramass. E agora eu me preparo para era para eu estar embarcando hoje. Hoje eu já era para estar em São Paulo. Eu tinha até pensado de fazer o programa de São Paulo, já que amanhã, amanhã é eh 11. Nosso embarque seria depois de amanhã, na quinta-feira, dia 12, às 16:50, um voo direto para o Cairo, até porque para ir para o Egito não teria problema, porque o Egito não tá em conflito com ninguém, graças a Deus, e que também não entre. Mas a questão é que de lá nós não entraríamos mais em Israel, porque os primeiro, mesmo a gente indo de ônibus, que a gente quando vai pro Egito a gente não vai pro aeroporto de Telvive, a gente volta do aeroporto de Telavive, a gente desembarca no Cairo, já tem um ônibus nos esperando e nós vamos fazer todas aquelas visitas importantíssimas. históricas, culturais e espirituais. O caro deserto do Gisê, que é ficar ali na geralmente a gente fica num hotel chamado ali na avenida é chamada Avenida das Pirâmides, porque o Cáo é assim uma uma um local muito curioso. Você sai de uma avenida dentro da cidade e do outro lado você cai no deserto do Gizé. Então, a cidade do Cairo termina ou se continua com o deserto. Você já dá de cara ali com as três pirâmides. É um local assim milenar de uma história belíssima, tanto material como espiritual, né? que a man fala muito em a caminho da luz e que você consegue reviver ali uma história muito forte da dos faraós. Depois nós temos um um um jantar no Nilo, no rio Nilo, que é conhecido como rio de Moisés, que é onde começa o nosso programa. Começamos de Moisés para ir até Kardec. Então ali nós começamos e e programamos uma viagem até o Golfo de
no Nilo, no rio Nilo, que é conhecido como rio de Moisés, que é onde começa o nosso programa. Começamos de Moisés para ir até Kardec. Então ali nós começamos e e programamos uma viagem até o Golfo de Ába, pelo deserto, começando pelo Sahara e terminando no deserto do Sinai, quando a gente revive a história milenar e viva que envolve todo aquele povo que, segundo Emmanuel, era o que menos débito tinham, construir as pirâmides como monumentos imortais a a ao ser humano, da imortalização da alma e da com aquele grande prenúncio da da ressurreição. E a gente visita também bairros curiosíssimos, o bairro Copta, que é um bairro cristão. Ali tem eh história cristã, história egípcia e história judaica. Ali tem sinagogas, ali tem uma igreja muito famosa, porque o Egito é assim, você vai analisar a história dele, a ligação dele com o povo hebriu é muito forte historicamente e espiritualmente, porque ao Egito foram os patriarcas, Abraão, foi José, o filho de Jacó, já já vamos dizer assim bisneto de Abraão, né? Porque Abraão teve Isaque, o neto dele era Jacó e José já era um era um neto, bisneto, aliás, de Abraão. Então foi Abraão, foi José e depois foi Moisés, o grande legislador, cujo nome é Moché, que vem do hebraico Lmor, que é o verbo retirar, porque ele foi a história dele, a gente sabe que foi retirado das águas. E aí você tem Abraão, José, Moisés e no bairro Copta você encontra uma igreja chamada a igreja de São Sérgio, que ali tem uma gruta, uma gruta com uma fonte e segundo a história, fugindo do rei Herodes, foi ali que Jesus também foi ao Egito. Observa as raízes hebraicas desse povo. Tanto Abraão, como José, como Moisés, como Jesus tiveram, desceram ao Egito. Então essa essa eu diria assim, essa história interligada, né? Porque a história que a gente está estudando depois do do Gênesis, quatro livros de de Moisés gira em torno do povo hebreu e da sua libertação de uma escravidão de 430 anos que foi no Egito. O Egito tem uma energia espiritual assim incalculável.
depois do do Gênesis, quatro livros de de Moisés gira em torno do povo hebreu e da sua libertação de uma escravidão de 430 anos que foi no Egito. O Egito tem uma energia espiritual assim incalculável. Eu, a sensação que eu tenho quando eu estou no Egito é que a energia daquela civilização se encontra ali, mas os atuais habitantes que ali se encontram não tem nada a ver. Eu comparo o Egito com o povo que está lá hoje, com eu falo, a civilização atual, né? Porque Emmanuel disse que aqueles que construíram as pirâmides, aqueles que trouxeram aquela aquela corrente faraó que a gente dos faraós, aquele povo todinho, Emmanuel disse que deixaram perpetuado no seu trabalho as pirâmides e todos retornaram à sua terra natal, o planeta Capela, de quem eles sentiam, segundo alguns escritores, uma saudade imensa, porque o paraíso perdido não foi de Adão e Eva, como a gente aprende literalmente. O maior paraíso perdido foi daquele povo que evoluiu moralmente, aliás, tecnologicamente, mas não evoluiu moralmente. Então eles tinham o período que estavam no Egito, uma saudade imensa do seu paraíso que era o Capela. E depois que eles perpetuaram a sua imortalidade nas pirâmides, diz: "Todos regressaram a sua terra natal". Ali não tem mais nenhuma nenhum ser que construiu pirâmide, nada, nada. formou aquela história dos dos faraós e quantos ensinamentos que deixaram para nós. E aí eles eles você chega ali, você é envolvido, eu sou muito envolvido com essas histórias que parece que eh eu tenho uma ligação muito forte com tudo isso, porque aonde eu chego eu tenho uns flashes, mas o a coisa que o sentimento maior que me envolve ali é o seguinte. Eu sinto que o Egito é uma grande fazenda. Foi uma grande fazenda. bem construída, bem alicçada, com todas as suas infraestruturas, mas os seus proprietários, seus donos, eu estou trazendo uma história pro mundo, paraa nossa realidade, morreram, por exemplo, num acidente aéreo e hoje quem cuida da fazenda é um grupo de funcionários que lá ficaram, que não
, seus donos, eu estou trazendo uma história pro mundo, paraa nossa realidade, morreram, por exemplo, num acidente aéreo e hoje quem cuida da fazenda é um grupo de funcionários que lá ficaram, que não tem nenhum sentimento, nenhuma sintonia, nenhuma ligação com aquele povo que já ali viveu, o povo que está lá lá hoje, que é são são os os egípcios agora os atuais, é um povo que não tem assim maior nenhum sentimento de de de de quem eles sucederam. Essa é a ideia que passa, pelo menos para mim, porque eles estão ali indiferentes. Parece que as pirâmides não existem. Eles estão ali a fim de sobreviver, porque o Egito é um é um país muito pobre. O Ciro, para vocês terem uma ideia, o Caiiro tem 60.000 habitantes morando no cemitério, porque não tem população explodiu com a guerra do Golfo, eles também fugiram todos para lá e o o governo não tinha como dar uma assistência a eles. Os cemitérios lá são cemitérios eh de caráter, vamos dizer assim, características muçulmanas, que é a religião que impera lá. E aqueles são são espécie de de galpões assim de 4 por5, 20 m², 25, 30, dependendo do jazigo da família. E o povo entrou ali e ali se amoletou porque não tinha para onde ir. E o que é que o governador fez? O presidente, não sei, o dirigente lá da cidade, o prefeito, ele colocou água e energia. Era o que ele podia oferecer aquele povo. Então eles vivem ali e hoje inclusive comerciantes moram ali. E você diz assim: "E o que que acontece quando morre alguém daquela família que não tem problema. Eles chegam lá, tira o tapete da sala, cava a tumba, coloca o corpo, enterra, põe o tapete em cima, vida que segue. A família foi, utilizou o seu jazigo e eles continuam morando ali naturalmente. Essa é, a foi uma coisa que me impressionou muito na pobreza, na situação. Na na segunda é a as construções do Egito. São aqueles prédios tipo, eh, Minha Casa, Minha Vida do Brasil, aqueles grupos imensos de de construções e que não terminam. Lá em cima tão os ferros, os tijolos aparentes, sem
s construções do Egito. São aqueles prédios tipo, eh, Minha Casa, Minha Vida do Brasil, aqueles grupos imensos de de construções e que não terminam. Lá em cima tão os ferros, os tijolos aparentes, sem reboco, só a as vigas e as colunas e preenchido pro tijolo. E ali dentro mora a família. Em baixo mora o pai, no primeiro andar mora o filho, no segundo mora o neto, outro filho. E assim vai subindo e eles nunca concluem a construção, porque enquanto eles não conclu a construção, eles não pagam imposto, o IPTU, então estão sempre por terminar. É uma civilização assim completamente diferente da nossa, uma pobreza imensa. O trânsito é é caótico, não tem sinal. É, quem quem é maior dobra à esquerda ou à direita dependendo da sua necessidade. Eu não sei como é que as pessoas não a gente não vê muita batida ali. É até uma coisa curiosa. Os carros antigos eu vi ainda o o o lá ainda ainda existe o Fiat eh precursor do 147, que já aqui já nem existe mais no Brasil, mas eu acho que é o o 123. Ainda tem lá. Capacete é coisa que não existe, é luxo, é cinco, seis em cima de uma lambreta ou ou de uma moto daquela improvisada. Então você vai encontrando ali marcas curiosas misturado com aquilo tudo. A gente capta aquilo que é importante para nós. A história, a gruta de São Sérgio, onde José e Maria e José e ficaram ali na num local muito de uma energia muito boa. Você desce ainda a fonte ainda jorra lá embaixo. Eles ficaram ali uns se meses, depois retornaram para Belém, para Nazaré. E aí começa a história de Jesus no Egito, depois da história de Abraão, depois de de José e depois de Moisés. E aí a gente sai do Egito, passa do Nilo, chega nas aí acompanha porque a gente passa um dia viajando de ônibus, a gente passa três dias lá dentro ou quatro para visitar museu, para visitar fábrica de do papiro, que ainda hoje se faz lá com aquela planta aquática que tem lá, que é o junco, né? Por isso que o mar vermelho não é o nome dele no original não é mar vermelho, é mar do junco. Que o junco é uma planta que só dá em
se faz lá com aquela planta aquática que tem lá, que é o junco, né? Por isso que o mar vermelho não é o nome dele no original não é mar vermelho, é mar do junco. Que o junco é uma planta que só dá em água doce. Então, o que mostra que Moisés não atravessou o mar vermelho que o mar salgado não tem junco. Aí é outra coisa que não não vamos discutir aqui, mas é uma riqueza de história, Adriano, fantástica, que você eh fica, eu fico embcido porque eu revivo aquilo como se eu tivesse fazendo, assistindo um filme melhor do que os 10 mandamentos, porque o cenário é é natural. A primeira parada é no posto de mara. A palavra mara em hebraico é ou em aramaico é amargo, porque as águas eram muito amargas. Mas Moisés realiza seu primeiro feito ali, transformando aquela água em água doce, que é a primeira parada. Depois daí a gente atravessa o túnel do canal de Suís. Aí você sai do Egito e entra na África. Então ali você tem, sai do deserto de Saara e entra no deserto do Sinai. Aí você para, passa para ainda em eh Elim, que é a primeira parada, onde tinha 70 palmeiras, que Moisés ia procurando lugares onde tivesse oes e assim. E ali referi vale, todo aquele vale de cham conhecido como vale de Moisés. Aí você só vê deserto, montanha, vale, tome pé e não chega até que a gente já no final da tarde, começo da noite, a gente completa a chegada no Sinai, na planície do Sinai. Ali a gente faz uma uma um per noite, ficamos cheio para hospedado ali no hotel Santa Catarina. A gente visita muitas vezes mosteiro de Santa Catarina, que é onde fica o primeiro a cadeia do Sinai. Você já começa a ver as montanhas, porque Sinai é uma palavra que em em hebraico shinai é dente. E como aqueles morros, aquelas montanhas, parece os nossos molares são cheios de pico, né? Aí chama cadeia do shinaim, cadeia dos dentes. Então o primeiro monte ou o primeiro molar, como eu sou dentista, não tenho dificuldade de fazer a relação. Primeiro molar é o monte Santa Catarina, o segundo molar é o monte Oreb e o
deia dos dentes. Então o primeiro monte ou o primeiro molar, como eu sou dentista, não tenho dificuldade de fazer a relação. Primeiro molar é o monte Santa Catarina, o segundo molar é o monte Oreb e o terceiro molar é o monte Sinai, que a gente leva 6 a 8 horas subindo. São 2.282 m, mas atualmente a gente não tem subido porque tem gente sido desaconselhado pelos risco. Já teve gente que caiu lá, já sei se se machucou e eu já passei uma noite subindo, tem uma experiência muito boa, graças a Deus não tive problema. Mas eh ali no só pé do Sinai, aonde o povo ficou esperando Moisés que subiu para receber as 10 tábuas da Torá, as duas tábuas da Torá com esse de brote, os 10 mandamentos ali, a gente faz um evangelho às 10 horas da noite. Olha, é, para mim é o ponto culminante depois de atravessar todo aquele grande deserto e fazer esse esse evangelho lá no só pé do Sinai, porque a última vez que a gente fez tava frio, a gente foi assim mais ou menos nessa época. Nessa época ainda tá frio porque ainda tem esquícios do inverno para começar a primavera no Oriente. E por incrível que pareça, a gente chegou lá com o grupo, a gente fez um evangelho ali, o evangelho dura uma meia hora, o grupo reunido e é uma emoção, Adriana, indescritível. Eu sofriorento demais porque eu sou acostumado nessa terra aqui. Aqui no Nordeste o Sabubu voa com a asa se abana com a outra, né? Só usa uma asa para voar, a outra usa para se abanar tão quente. E eu sou muito, muito, muito, muito friológico, me maltrata. Mas ali quando terminou tava aproximadamente uns 5 graus com vento, mas quando terminou tava todo mundo sentindo aquecido. Uma coisa assim impressionante, as visões espirituais que a gente tem é a beleza que é o silêncio da noite. O céu é de um de um de um estrelado assim calculável, porque não tem nuvem, é deserto. as estrelas brilham ou se transferem ou porque aquelas estrelas cadente você vê é é uma experiência muito boa passar uma noite no Sinai e aí a gente dorme, dorme bem porque gostoso,
nuvem, é deserto. as estrelas brilham ou se transferem ou porque aquelas estrelas cadente você vê é é uma experiência muito boa passar uma noite no Sinai e aí a gente dorme, dorme bem porque gostoso, toma um bom café da manhã, entra no ônibus e aí agora a gente vai fazer o último roteiro saindo da planícia do Sinai depois de ter narrado logicamente para o grupo o recebimento dos mandamentos, toda a história que envolveu, né, a libertação do povo. A gente tá ali depois da 10ma convocação de Deus, que as pessoas chamam praga do Egito, né? Mas foi o 10o sinal ou o 10º convite que eu não vejo Deus querendo matar o egípcio para tirar o povo hebreu, não. Ele tava com cada sinal daquele era um sinal para que o povo egípcio também se convencesse que ele era Deus. Mas como já relutava, Deus mandava outro, mandava até que mandou o sinal do primogênito, que foi o décimo. E aí a gente sai, todo mundo sempre se emociona, que tem um pouco de mediunidade, vê, sentem, ouvem. Eu sempre sou muito premiado, graças a Deus, com esses momentos. sempre tenho assim visões e coisas maravilhosas, porque a gente fica um pouco afastado aonde a gente fica lá na frente do mosteiro já não tem praticamente nenhuma iluminação. Então a gente fica envolvido na escuridão da noite, mas na luz na energia e a a iluminação ou luminosidade espiritual do ambiente. Então é sempre uma riqueza muito grande. E no dia seguinte a gente sai livre, leve, solto e vamos até o Golfo de Ába, que é uma que é o é o mesmo golfo de de Elate, né? Porque ali o Golfo, o Mar Vermelho naquela área, o Golfo de Ácabo, ele ele nos dá a possibilidade de ver Arábia Saudita, Jordânia, Israel e o Egito. Quatro países numa só visão de dentro do Mar Vermelho. A praia de Tampa, que pertence ao Egito, é onde nós estamos. E antes de chegar no castelo Saladinho que tem ali, tem uma um vale que é exatamente por onde o povo saiu, por onde o povo chegou na terra prometida, foi por aquele vale. Então a gente desembarca, o ônibus em Tampa, fica vem do Egito, só a gente, cada um
m uma um vale que é exatamente por onde o povo saiu, por onde o povo chegou na terra prometida, foi por aquele vale. Então a gente desembarca, o ônibus em Tampa, fica vem do Egito, só a gente, cada um pega a sua mala e entra numa zona neutra entre Egito e Israel, apresenta o passaporte de entrada, aliás, de saída do Egito. Aí entra numa zona de uns 50 ou até quase 100 m neutra, cada um levando sua mala. E quando chega lá na festa aí agora vai fazer um outro chequinho para entrar em Israel. Aí faz toda aquela aquele recebimento novo novo nova apresentação de passaporte e aí a gente entra em Ilat. Estamos finalmente em Israel. Esse é o trajeto que a gente faz na parte do Egito. E essa eh essa lembrança que eu guardo sempre muito forte com as vezes que eu já passei ali, ela tem sido assim muito enriquecedora da minha vida, das minhas experiências. Subi o Sinai 2.282 m não foi fácil para mim. E eu subi uma vez, na segunda vez que eu não consegui porque meu nariz sangrou antes de era 20 paraa meia-noite quando eu fiz uma prece pedindo que se não fosse para eu subir eu recebesse um sinal. Imediatamente meu nariz começou a sangrar e eu não subi mais. tá pronto de de de de botas para subir daquelas montanhas, bota especial e minha mochila e tudo, mas não fui mais. Mas quem consegue subir é uma sensação assim muito rica espiritualmente falando. E aí entrou em Israel, meu filho. Aí agora começa toda a riqueza de sul a norte. Porque a gente começa em Elate e vai até a alta Galileia, até Cesareia de Felipe, onde Jesus se revelou a primeira vez como Messias para os seus discípulos e para o planeta, né? foi ali e depois na samaritana, no vale do Siqué, entre o Montebal e o Monte Herizim, lá no conhecido poço de Jacó, no famoso diálogo de Jesus com a samaritana. Aqui tem alguma pergunta a respeito disso ou >> professor? E hoje nós temos aí todos os recursos tecnológicos, né, mecânicos, enfim, para fazer tudo isso aí de uma forma um pouco mais confortável, né? E naquela época, >> sim. É o que eu fico pensando, né? Como
hoje nós temos aí todos os recursos tecnológicos, né, mecânicos, enfim, para fazer tudo isso aí de uma forma um pouco mais confortável, né? E naquela época, >> sim. É o que eu fico pensando, né? Como é que Moisés ficou 40 dias e 40 noites, como se fala, que pode não ter sido isso, pode ser ter sido mais ou pode ter sido menos, mas diz que foi o tempo suficiente para construir um bezerro de ouro, né? Que na que foi um gesto, vamos dizer assim, muito chocante, né? Herético, né? O povo tava recebendo o prêmio de Deus de entrar na terra, recebendo os 10 mandamentos e o povo desacreditado eh formou aquele motim, digamos assim, e construiu uma uma imagem, um ídolo, né, bezerro de ouro para ser adorado por ele, porque Moisés não voltava. Então, um sinal que a gente tem que ter esperança, confiança, porque Deus pode tardar, mas Deus nunca falta. E o povo, né, mostra ainda a sua, o seu caráter de idolatria, né, de politeísmo. Por isso que eles não entraram na terra prometida, nem mesmo Moisés, porque a gente a gente sai do do Egito como Moisés saiu, mas ele antes, quando ele chega na na terra prometida, antes de chegar, ele visita, ele chega no chama vizinho a Jericó. A visão que Moisés teve ali da terra prometida é encantadora. do Monte Nebo ou Nebô, como alguns alguns chamam, você a vista todo o rio Jordão lá embaixo, o vale de Jericó, a cidade de Jericó, o mar morto, o do outro, no lado oposto, o monte da tentação ou da meditação de Jesus, que já fica do outro lado de Jericó, a o oases de de Jericó com a fonte de Eliseu. Quer dizer, você tem ali uma paisagem cantadora, tem um mirante lá em cima que é uma é uma coisa maravilhosa. Quando não está, porque eu já cheguei ali sem chuva, sem névoa e com sol. Aí você vê o encanto da visão que Moisés que ele pôde ver, que eu acho que ele viu exatamente da forma que a gente viu sem nuvem para aumentar, vamos dizer assim, a punição de Moisés, né, por não ter obedecido a Deus e não ter acreditado, precisando bater duas vezes na pedra, que a gente visitou esse
a que a gente viu sem nuvem para aumentar, vamos dizer assim, a punição de Moisés, né, por não ter obedecido a Deus e não ter acreditado, precisando bater duas vezes na pedra, que a gente visitou esse local também. É uma viagem assim muito, muito rica. você vai acompanhando a a geografia, vai escrevendo toda a história do do da Torá ou do dos livros de Moisés. Você pega, quando você chega ali numa, na região do Mar Morto, que você passa ali na terra dos moabitas, né, dos edomitas, onde você passa no chamado que ele chama em árabe vale de mos que é o vale de Moisés, aí você chega na montanha aonde está enterrado o irmão de Moisés, Arão, na no monte onde Arão foi enterrado. E eles foram caminhando, criando história e deixando um legado muito forte para nós aqui. Eu tô, eu quem é que tá falando? A Celminha. A Celminha fez essa esse trajeto, né, de que ela tá dizendo assim: "O Senhor está me fazendo voltar no tempo". Todos nós, minha filha, quando eu falo isso tudinho, eu tô eu tô eu tô revivendo na minha visão mental. como você deve estar todos esses lugares, que isso você não pode fazer um um um trajeto desse e voltar o mesmo. É muito forte na nas explicações em todos os sentidos, porque quando você acaba essa riqueza da preparação de Moisés com essa história toda, aí você entra na terra de Jesus, aí vem a segunda parte, aí é um evangelho aberto. Aí é que surge realmente informações riquíssimas que a gente eh marca a nossa mente e os nossos corações. E eu estou preparando uma obra exatamente sobre todas as minhas experiências, tudo que eu descobri eh na minha no meu trajeto na terra de Jesus. No Egito eu não fiz, mas eu já eu já eu já descrevi no livro já tá parte de todo o ministério de Jesus na Galileia, na Samaria e em Decápolis. Eu já terminei isso aí, tô vou começar já a revisar porque tá faltando só o ministério de Jesus na Judeia, que eu espero, se Deus quiser, logo que possível, né, eu aprontar isso para deixar eh é uma contribuição pequena, mas é o que Jesus me mostrou e o que eu consegui
o só o ministério de Jesus na Judeia, que eu espero, se Deus quiser, logo que possível, né, eu aprontar isso para deixar eh é uma contribuição pequena, mas é o que Jesus me mostrou e o que eu consegui para aqueles que nunca puderam ir a Israel, nem à terra de Jesus, ter a oportunidade de até reviver. mentalmente essa essa essa minha pequena, mas do fundo do meu coração, uma experiência inesquecível que eu tive e tenho ainda hoje. E a gente quando vai fazer uma excursão na Ah, era para eu estar indo depois de amanhã, minha filha, mas agora a gente não tem ainda. Estamos tentando, eu e a Vanda, Ali Vanda, coitadinha, tem rodado muito, mas a previsão é para junho, porque daqui para lá a gente quer ter segurança, quer saber que tá tudo em ordem, que tudo tenha passado pra gente não fazer uma viagem dessa. E o aquilo que é um sonho de reviver os caminhos de Jesus, a sua história, o seu legado, se transformar num pesadelo, né? Como tem muitos brasileiros lá hoje naquela região sem querer querendo sair de lá e não pode. Nossa ideia é que a gente possa, como sempre fizemos já 14 viagens, indo e voltando sem nem um atropelo, que graças a Jesus nunca aconteceu nada mais desagradável ali, mais de risco, pelo menos para mim. Só aconteceu uma primeira vez que eu fui sozinho. Eu tive uma certa, eu passei um certo vecha na no na fronteira entre Belém e a cidade de Belém e a cidade de Jerusalém. Fora isso, graças a Deus, nenhuma dificuldade. >> Professor, tem a pergunta aqui. Quando o senhor vai fazer uma excursão na terra de Jesus? É, [risadas] agora a ideia é que seja provavelmente em junho, mas não sei. Nós estamos com um grupo fechado que nós iríos agora e a gente tá remarcando, reorganizando com previsão que seja para junho. A ideia é essa, se Deus quiser, que será Egito e Israel, provavelmente. >> Bacana. Mandar um grande abraço aqui, senão deve ser Cai Ferreira. que está no Japão. Grandíssimo abraço, obrigado por estar nos acompanhando, tá? Ã, deixa eu ver quem mais aqui. Acho que nós temos
>> Bacana. Mandar um grande abraço aqui, senão deve ser Cai Ferreira. que está no Japão. Grandíssimo abraço, obrigado por estar nos acompanhando, tá? Ã, deixa eu ver quem mais aqui. Acho que nós temos algumas perguntas aqui, professor. Quer ver? Ah, mandar um abraço pro Luiz do canal Rádio Portal da Luz e ele está aqui conosco. Valeu demais, Luiz. Obrigadão, viu? Obrigado pela parceria. A rá Portal da Luz está retransmitindo esse conteúdo. Valeu demais, Luís. Obrigado. Ã, deixa eu ver quem mais aqui. Hum, vamos lá, professor. Temos umas perguntas. Vamos lá, ó. Vamos, vamos, vamos. Como se diz? Vamos começar do começo [risadas] >> aqui, ó. Eh, Famelo. Ó, o Alvinho chegou, ó. Ó. E >> que isso? >> Você tem certeza que você está bem? Quase bem. >> Boa noite. Que bom você chegar. Tá bem. Só falta uns 30.000 anos de caridade. >> Então eu me candidato a chegar lá, se Deus quiser, também com uns 35 ou 40 também, viu? Viu? [risadas] >> Vocês estão bom. Só fazer uma correção aqui, quem lá da rádio Portal da Luz tá nos acompanhando é a Neid, a Neid Ferreira, né? Aquela, ela que tá no Japão, ã, apresentadora da rádio Portal da Luz. Valeu demais, Neid, obrigado, viu? >> Bacana, >> professor tava falando de quando vai fazer uma uma nova excursão lá, né, professor? Na terra de Jesus. É, se de se os homens deixarem, né, porque Jesus deixa, mas os homens estão começando a atrapalhar, né? É a questão, viu? >> É, é. Eu tô esperando que Jesus conceda-nos essa graça, né? Mas a ideia agora ficou para junho. Se Deus quiser. >> A junho vai dar certo. >> É, se Deus quiser. Espero que sim. Aqui tem uma pergunta de, >> ó. Quer ver? Vamos lá. Eh, ah, Simone, Simone Soledade, professor, falando aqui, ó, eh, ela que fala de Niterói, Rio de Janeiro, que lá na casa espírita, hoje lá na Mocidade, o senhor foi o assunto, os jovens adoraram e ela também. [risadas] Que legal. >> Ah, muito obrigado. Muito obrigado. Mas foi aonde que vocês deve ter sido lá no em Goiânia? Foi em Goiânia ou foi em Uberlândia? pedir para ela pedir para
doraram e ela também. [risadas] Que legal. >> Ah, muito obrigado. Muito obrigado. Mas foi aonde que vocês deve ter sido lá no em Goiânia? Foi em Goiânia ou foi em Uberlândia? pedir para ela pedir para ela falar aqui depois. >> Obrigado, Simone aí pela sua feedback, minha irmã. Vocês aqui são ótimos, sempre nos recebem com muito carinho, muita atenção, >> gente. Mas não é por nada não, mas a mocidade falando. >> Ô, >> professor >> Famelo fazendo a seguinte pergunta aqui, ó. Qual a diferença entre mentor e médium? E o que é o mentor espiritual? >> A gente costuma chamar de mentor espiritual aquele espírito amigo que nos acompanha, que nos auxilia, é fosse um guia espiritual na nossa vida. Esse é o mentor. O médium somos nós. O o o instrumento que o mentor espiritual, espírito amigo ou anjo guardião utiliza-se para trazer a sua mensagem. >> Eu acho que essa essa é a melhor a melhor não, essa é a definição que eu encontro para mentor espiritual e que todos nós devemos ter. No mínimo o anjo da guarda é um mentor espiritual na nossa vida. é um dirigente, é um orientador, é um esclarecedor e um protetor ao mesmo tempo. Ó o aviso que a Nadir tinha tinha passado para nós aqui, Alvinho, ó. Mas deu certo. Ele já tá conosco, viu, Nad? Obrigado. >> Obrigado, Nadi pelo teu carinho, viu? Mas ele já chegou. Muitíssimo obrigado para alegria de todos o bem geral da nação. Ele ele assistia chegar um pouquinho mais cedo, ia chegar no horário que eu combinei, mas aí teve uma emergênciazinha, ficamos mais um pouquinho. >> Que bom. Estamos aproximadamente 1 hora e e eu acho, Álvore, que a gente pode dar um saltinho aqui para começar o nosso primeiro. >> Vamos lá. Boa noite, Álvaro Morder que bom que você chegou, meu filho. Seja muito bem-vindo. Estávamos todos vibrando pela sua chegada e a chegada do Elará, mas que o Alará tá desdobrado. Só se ele vier em desdobramento que ele tá no Paraná, não é? Não é, Adri? >> Ele falou que talvez entraria mais tarde. >> É, vamos ver, né? Quem sabe se ele não
o Elará, mas que o Alará tá desdobrado. Só se ele vier em desdobramento que ele tá no Paraná, não é? Não é, Adri? >> Ele falou que talvez entraria mais tarde. >> É, vamos ver, né? Quem sabe se ele não vem. Se ele fizer fazer a prece de encerramento já vai ajudar bastante, né? É sempre muito bem-vindo. >> Ô, boa noite, Adriano Máximo, professor Severino Celestino, >> o mínimo máximo >> e todos que estão conosco, que maravilha. Estamos aqui, temos >> algumas perguntas. Sim, tô separando. >> Temos continuidade do nosso trabalho, professor. >> Uhum. >> Eu tô separando aqui as perguntas. Vamos lá, então. O que é o mentor espiritual? Já foi. Deixa eu ver aqui. Tem uma, tem um aqui perguntando, né? Moisés era um profeta médium. >> É uma olha, diga. Quer falar um pouco antes, Álvaro? Não quer, quer me mandar abraço, pode mandar. Eu ia falar que na realidade todo profeta era um médium. Profetas >> é uma redund >> são denominados aqueles consolador pergunta 276. Profetas são aqueles que são designados para a o trabalho da evolução religiosa do nosso planeta. Agora, Emmanuel nos diz que Sócrates, Satiamun, Buda, entre outros seriam também profetas. A diferença é que os profetas do Antigo Testamento são aqueles primeiros trabalhadores que operam como médiuns para revelar a lei divina. >> É porque todo profeta na linguagem moderna é um médium. Porque o profeta na o médium na classificação de Kardec vem da palavra latina intermédium é aquele que é intermediário entre os dois planos. Então, eh os profetas eram intermediários da mensagem do mundo espiritual para nós desde aquela época. Então eles são qualificados assim, como bem disse o Álv, porque foram os primeiros de de registros importantes e legados conhecidos na história do povo hebreu, que resgatou muito bem todo esse conteúdo deixado pelos profetas, cada um na sua forma. Mas o o termo navi em hebraico é aquilo que o grego chamou de profeta. É que Kardec chamou de médium. Eu não vejo diferença. Apenas pela época tinha uma característica peculiar o
cada um na sua forma. Mas o o termo navi em hebraico é aquilo que o grego chamou de profeta. É que Kardec chamou de médium. Eu não vejo diferença. Apenas pela época tinha uma característica peculiar o tempo em que eles existiram com esse nome. >> Ó, a Daniela e a Maria das Graças estão falando aqui que o Ela estava no centro espírita nosso lar em Londrina. Tava fazendo lá agora. >> Tava lá em Lond. >> Brincadeira. >> Hã? >> É brincadeira. Sente espírita nosso lá é pouca importância aí. André Luiz de lado, né? Eh, Clarêncio do outro, não falta nada. Só tá faltando a gente para atrapalhar, né, El? E tu? Mais nada. Beijo para vocês aí de Londrina. Excelente cidade de Londrina. Conheço Londrina. >> Tinha mais uma pergunta boa aí. Londrina. A a Selma Neymar tava pedindo pro senhor falar do trânsito, professor. Acho que quando o senhor tava falando lá da do Egito. >> Do Egito, né? Se não me engano. É isso. >> É, Felminha. O trânsito do Egito é assim. Você esteve lá ou você se lembra? É, eu acho que depois da Índia é o mais desorganizado. Eu acho que só perde paraa Índia, porque lá não tem sinal de trânsito. Lá você vê ônibus, carro, van, motoneta, triciclo, carroça, bicicleta, tudo junto. E aí o ângulo dobra à esquerda sem dar liga a sinaleira e quem quiser que sai do meio, né? É, é aquela poeira do Nil do do deserto ali próximo, aqueles balai imenso de pão na cabeça de um rapaz numa bicicleta. E que você tem a plena certeza que será muita sorte que aquele pão não vai paraa sua mesa mais tarde, porque aquilo é distribuindo no no restaurante aonde está. E o trânsito é realmente muito desorganizado. Não tem, você não vê um guarda porque não pode ter, né? As a motocicleta, o o lambreta, que deu o nome que você der com cinco, seis em cima, sem capacete, sem nada. É, seja o que Deus quiser. Eu acho que o guarda de trânsito ali, no mínimo é Moisés ainda hoje resolvendo o problema daquele povo, porque era para ter muito acidente ali e não tem. É muito desorganizado, ó. Eh, deixa eu ver aqui. A Maria José
uarda de trânsito ali, no mínimo é Moisés ainda hoje resolvendo o problema daquele povo, porque era para ter muito acidente ali e não tem. É muito desorganizado, ó. Eh, deixa eu ver aqui. A Maria José fazendo a seguinte pergunta aqui, ó. Professor, qual foi o legado que os antigos egípcios deixaram para o povo de hoje? Ah, deixaram muito um legado, como Emânio disse, depois que eles fizeram o seu trabalho. Primeiro, imortalidade da alma é um grande legado, porque as pirâmides nada mais são do que monumentos. da imortalidade da alma, ninguém morre. Uma uma uma uma referência ainda à ressurreição, porque eles acreditavam numa ressurreição física, que ainda hoje tem muita gente que acredita, porque eles chegavam, eles eram enterrados faraós com todos os seus funcionários, com a rainha, com todo o mundo, numa mesma tumba, porque eles iriam despertar no mundo espiritual e ali já tinham todos os seus serviçais. para servir de de continuar continuidade da vida do outro lado. E o o monumento, a a imortalidade, a trindade egípcia, oros ises e Osires, que são considerado o o os deuses que dirigem o mundo espiritual. E pazme em vocês que você entra no Museu do Cairo e você encontra um quadro ali que chama Juízo Final. E esse quadro é assim, eu fiquei encantado. Parece que eu já eu li aquele quadro assim na primeira visão, porque tem lá os juízes da vida, 14 juízes sentados nas suas cadeiras com aquele símbolo da vida no Egito. Parece um fundo de agulha com um traço embaixo que é muito característico do Egito, que aquilo ali era a placa para o morto que iria entrar no mundo espiritual. E o outro era para o morto que não entrava, será seria devorado para o deus com cabeça de cocodilho. Seria devorado por ele porque foi julgado pela justiça da deusa Mahate. Você veja naquela época falava em juízo, julgamento, eh eh justiça. Então um legado muito forte de imortalidade da alma e do julgamento. Ali tem particularidades assim que me encantou, porque você vê você vê como eles classificam o quadro. Tem
lgamento, eh eh justiça. Então um legado muito forte de imortalidade da alma e do julgamento. Ali tem particularidades assim que me encantou, porque você vê você vê como eles classificam o quadro. Tem assim o o deus com cabeça de chacal pega o morto que chega. O morto traz um pergaminho na mão, que o pergaminho, no livro eh dos mortos diz o seguinte, que o morto, o que leva escrito naquele pergaminho é: "Eu nunca matei, eu nunca roubei, eu nunca adulterei, eu nunca levantei falso. Veja qualquer semelhança com os 10 mandamentos de Moisés será a mera coincidência, porque ele só Moisés só diz o contrário. Não matarás, não roubarás, não adulterarás. e outros complementos. Mas o bojo é exatamente isso. O que é que acontece? Ele vem com aquele pé caminho, entrega e aí extrai-se o coração do morto. E agora vai colocar o coração numa balança. De um lado o coração, do outro a pena da deusa da justiça maate para fazer o equilíbrio. Se o coração pesa mais do que a pena da justiça, o morto não entra nos juízos, não entra no mundo espiritual. Ele vai ser devorado porque ele não foi, não tive, não teve um coração leve. E se o coração for leve, tão maneiro que não faça mudar o braço da balança no peso, ele tá será levado ao mundo espiritual. Aí quando eu vejo Jesus dizer lá no sermão do monte, os puros de coração verão a Deus, eu vejo uma relação muito forte dessa dessa desse juízo final que Jesus também tem a sua parábola do juízo final que tá aí esperando o Álvora ter um tempinho pra gente continuar e nós vamos colocar no próximo volume, se Deus quiser, a parábola do juízo final lá de Mateus 25 31 a 46, que tem muito a ver com o juízo final do Egito. Tem muito a ver com a regeneração planetária, tem muito a ver com o mundo regenerado. Haverá um novo céu, uma nova terra, como tá no capítulo 21 do Apocalipse. Então, as três revelações, é aquilo que eu disse no início, as três revelações se completam e os egípcios foram os grandes. Oano disse, os que menos débitos tinham aqui, dos que aqui
21 do Apocalipse. Então, as três revelações, é aquilo que eu disse no início, as três revelações se completam e os egípcios foram os grandes. Oano disse, os que menos débitos tinham aqui, dos que aqui vieram, dos povos de capela. Então eles deixaram inclusive Daniel 12:2, eu acho que foi ali que ele copiou. Muitos dos que dormem na pó despertarão. Daniel trouxe isso do Egito, porque ele é o primeiro que fala nessa nesse texto que foi interpretado por muitos como uma ressurreição física, porque Jesus não diz muito lá em João 5:28. Jesus diz: "Todos os que dormem no pó despertarão". Então, J fala que o o despertar para depois do julgamento para ficar na vida eternou, para entrar na no ladim, né, em hebraico, para o tribunal da justiça, são aqueles que devem, esses sim vão recomeçar, mas os puros de coração não, esses verão a Deus. Então, o legado egípcio assim, eu vejo eh Maria José muito, eu vou dizer assim, de muita importância as raízes de toda reencarnação, ressurreição, imortalidade da alma, perman eh eh despertar no mundo espiritual, que Jesus também traz isso muito bem na parábola do Rico de Lázaro, que a gente já analisou agora no próximo volume. nome do que eu já revisei todinho, ó. Já mandei para o Ricardo. Falta só agora você dar uma olhada aí que aí é com você. E o e aquele capítulo do do que ficou faltando do do número um, ele me mandou, eu tô dando uma revisada e a gente vai colocar ele como um complemento para ser adicionado ao primeiro volume, porque ela escapou e não saiu na primeira edição, porque para colocar com a segunda vai fugir, porque nós lançamos uma edição com tudo, né? Aí a gente não vai ser fiel ao nosso leitor. Ele não pode ter prejuízo dessa dessa parábola que por um eu acho que um agfe acontece, né? não entrou no primeiro volume. Então ele vai ser, a gente tá estudando o Ricardo com a a editora, uma forma de eh repor para aqueles que não receberam essa parábola que a gente interpretou, eu e o Álvaro desta parte com muita profundidade,
e vai ser, a gente tá estudando o Ricardo com a a editora, uma forma de eh repor para aqueles que não receberam essa parábola que a gente interpretou, eu e o Álvaro desta parte com muita profundidade, que é a parábola. Eu vou só dizer para você, Álvaro, para você tomar conhecimento. Ricardo, aqui é a parábola é a parábola do volume primeiro. Cadê? Do fermento. >> Uhum. Essa essa é do primeiro volume. Não saiu. Saiu nesse, naquele que a gente lançou aqui pela ideia e não saiu pela intervidas. Então ele vai ter que dar um agora um fazer um complemento para poder adicionar ao primeiro volume nas próximas edições e também distribuir com aqueles que compraram na primeira e não tinham. Então, professor, o que eu diria do Egito é o seguinte, que hoje nós temos um conhecimento sobre Egito a partir do trabalho realizado pelos egiptólogos, pelos grandes estudiosos, que com passar assim de algumas centenas de anos tem conseguido decifrar parte desse código, porque parte, grande parte desses espíritos retornam, segundo nos conta a Emânuel no livro A caminho da Luz para sua pátria espiritual, capítulo qu >> do livro A caminho da Luz, pátria espiritual vide algum planeta do sistema de capela. E ali nós vamos encontrar aqui nós vamos encontrar Emanuel também trazendo uma informação valiosa que parte desses espíritos vão reencarnar na Grécias. Na Grécia. Então, a gente encontra um ao exemplo um diálogo de Platão que vai nos dizer que perto dos egípcios seriam apenas crianças os gregos. Mas isso o Emmanuel diz que acaba sendo levado paraa Grécia através da reencarnação, ao exemplo quando se encontram cidades antigas como o nome de Memphis ou outras cidades na Grécia com nomes do Egito antigo, que são a a junção da reencarnação desses espíritos, que não apenas vem trazer ao conhecimento egípcio que é fascinante e maravilhoso, mas que permaneceu oculto. a por longos períodos e mas vão trazer aí também a influência da mitologia grega como um todo. Então, a mitologia grega contra a Emanuel que
que é fascinante e maravilhoso, mas que permaneceu oculto. a por longos períodos e mas vão trazer aí também a influência da mitologia grega como um todo. Então, a mitologia grega contra a Emanuel que recebe toda essa influência. Mas nós recebemos sim parte desse conhecimento, vamos assim dizer, através de Moisés, que tendo sido filho adotivo do da filha do faraó de Báia ou Tarm, seu nome em egípcio, é, ele acaba sendo educado como um grande iniciado. os iniciados tinham acesso ao conhecimento dos sacerdotes. Então, apesar de, segundo o judaísmo, isso não ser compreendido o que eu estou falando, mas nós poderíamos, segundo o espiritismo e segundo uma lógica compreender que a vida de Moisés permite revelar uma série desses elementos para o mundo do Egito antigo. Então eu só colocaria isso, professor. >> Muito bem colocado. Concordo plenamente com essa sua essa sua adição além do do da arqueologia, né, Árvore, que tem contribuído demais com, >> não é? Os achados que tem enriquecido demais a história do povo egípcio, né? Inclusive o o a sala hoje, o o o o o legado de docam, que foi um um faraó do mais jovem, né, que que morreu com 18 anos, só ele que não foi saqueado, porque a maioria dos outros todos foram saqueados, mas só o legado dele ocupa seis salas no museu do Cairo. é assim uma riqueza. O sarcófago dele é uma coisa impressionante, tudo de ouro. Eh, [risadas] eh, eh, eh, ou seja, não só, aí eu ainda adiciono, não só o legado egípcio, a arqueologia contribuiu demais, mas sobretudo também o o registro de Jesus dos acontecimentos na arqueologia de Israel, né? que é onde você passa fontes, pedras, montes são marcas assim que ninguém destrói na passagem de Jesus através da narrativa dos evangelhos. >> É, >> OK. Você quer aproveitar aí? Nós estamos no capítulo 24 que eu tava já já tinha combinado com Tem mais alguma pergunta ainda desse aí ou não? Tem mais duas perguntas, professora. A márvore Graziela tá perguntando aqui, professor, quando oramos Ave Maria e dizemos
tava já já tinha combinado com Tem mais alguma pergunta ainda desse aí ou não? Tem mais duas perguntas, professora. A márvore Graziela tá perguntando aqui, professor, quando oramos Ave Maria e dizemos Santa Maria é mãe de Deus, isso corresponde a dizer que a mãe Maria é mãe divina? Não, não é bem assim. Quando você diz que Santa Maria, mãe de Deus, isso é uma é uma complementação da saudação do anjo Gabriel. Árvore cheia de graça, o Senhor é convosco, tá? Isso aí está no Evangelho de Lucas. Mas o Santa Maria, mãe de Deus, é uma adição da Igreja Católica depois do Concílio eh de Éfeso, quando Maria, o concílio passou a se chamar Teotos. que em grego significa mãe de Deus, que Maria é a mãe de Deus para dizer que Jesus é Deus. Concluído isso aí. Mas na verdade foi o conselho de Éfeso, que que eh, vamos dizer assim, consagrou, nomeou Maria como mãe de Deus. Mas o correto seria Santa Maria, mãe de Jesus. rogai por nós pecadores e não Santa Maria, mãe de Deus. Ela é divina na no sentido de que ela espiritualmente falando, ela é tão evoluída quanto Jesus, porque depois de Jesus para mim é a maior mulher do planeta Terra. Mas ela não é Deus, ela não é uma divindade. Ela é uma mulher que foi escolhida pela espiritualidade e pelo próprio Jesus para ver ao mundo, para recebê-lo como filho. Agora, a igreja deu o nome dela de mãe de Deus. Às vezes, até quando a gente fazia eh as nossas distribuições de cesta básica na nas comunidades mais pobres, que a gente não tem religião, a necessidade não tem religião e a gente não pergunta religião de quem vai ajudar. E a gente sempre fazia uma prece antes e rezava Ave Maria. E quando eu dizia Santa Maria, mãe de Jesus, a maioria ficava se olhando e sorrindo, achando que eu tava enganado, que era para dizer Santa Maria, mãe de Deus. Então, Maria, é mais ou menos isso que significa e é fruto do concílio de Éfeso, se eu não me engano, ano 300, quando Maria foi denominada Teotocos, mãe de Deus. 432 não foi, professor? >> Eu acho que foi. Fo foi depois do 432 ou
isso que significa e é fruto do concílio de Éfeso, se eu não me engano, ano 300, quando Maria foi denominada Teotocos, mãe de Deus. 432 não foi, professor? >> Eu acho que foi. Fo foi depois do 432 ou 43. >> É, é isso mesmo. >> Constantinópolis não foi >> não. Constantinópola não. Foi foi em Éfeso. >> Éfeso >> foi consigo. Foi de Éfeso. >> Texus, né? >> É, Teotocos. Alvinho mais alguma complementação ou posso passar pra próxima? >> Não, é isso mesmo. >> Então, tá bom. Vamos lá. Só tem mais, acho que duas aqui, professor. Ó, no livro Nosso Lar, quando o André Luiz vai encontrar sua mãe, ele escreve que é levado em um barco. Tem algo a ver com a mitologia egípcia do barco da morte ou barca solar? Olhe, eu vou dizer, eu vou dizer uma coisa. Essa mitologia do barco é mais uma mitologia grega. Agora, barca solar pode ser mais ligado a ao egípcio, porque o o Ades tem um rio e que tem um barqueiro que até há uma simbologia que o morto mergulha na água do leto que tem no AD, que essa água do let é a reencarnação para voltar a uma nova vida. E a mitologia egípica do barco da morte, eu creio que é uma, aliás, não seria nem o pela lógica, o grego dentro do princípio da reencarnação, é que utilizou esse barco da morte já copiando o barco do Egito. Mas tem uma simbologia, tem algo a ver com essa mitologia, sim. Eh, Sultane tá perguntando aqui, professor, o senhor já falou disso no início? Mas só para só para responder para ela aqui que ela está perguntando, tá? Depois ela falou se as guerras atuais não estão afetando os locais da viagem dos passos do mestre. Totalmente. No momento está inviável. dos aeroportos estão fechados e eu tenho acompanhado muito de perto porque eu tenho interesse muito nisso, eu e a Vando, nós temos amigos, pessoas lá em Israel, como Álvaro também deve ter bastante, né? Mas eles estão sempre em alerta, os celulares sempre avisando os sinais de de alerta, né? A sirene toca, não, que momento que toca, todo mundo vai procurar seus abrigos, né? E enquanto isso, essa essa onda não
estão sempre em alerta, os celulares sempre avisando os sinais de de alerta, né? A sirene toca, não, que momento que toca, todo mundo vai procurar seus abrigos, né? E enquanto isso, essa essa onda não passar, a gente não tem condições de viagem a Israel. Por isso que a gente adiou provavelmente pro mês de junho. >> É isso aí. O Paulo Morais tá fazendo um pedido aqui pro professor Celestino fazer uma live com estudo sobre as aparições de Jesus após sua ressurreição. Então fica aqui o pedido do Paulo para o professor Severino Celestino. >> Paulo deinha, >> hein? >> A Celma colocou uma pergunta e e >> eh >> eh foi mais foi mais um comentário, né? Ela tá, é porque ela colocou assim, ó. Se Maria e é a mãe de Deus, então se Maria é a mãe de Deus, então ela veio primeiro que Deus. Será que não pensaram nisso? Ela tá fazendo também, Celinha, >> fazendo um comentário ou ainda, Celminha, ou mais ainda mais lógico. Se Jesus é Deus, ela é a mãe de Deus. Essa foi >> agora, professor, como o senhor já explicou, mas vale dizer primeiro Jesus ser Deus, Maria ser mãe de Deus, virgindade de Maria, são todos dogmas da Igreja Católica que são muito bem representados por Leonardo da Vin em uma pintura no Vaticano, onde ali e a gente pode enxergar toda a influência espiritual para que se chegue nisso que a gente compreende a luz da doutrina espírita respeitosamente, todas as crenças, mas a luz da doutrina espírita como um verdadeiro desviar das leis naturais. Seria algo como dizer contestar a inteligência suprema de Deus. Então, gente, Alma, texto de Isaías diz uma mulher jovem, não uma mulher virgem. E nos escritos, que eu já comentei várias vezes, desde novembro tenho comentado sobre os escritos, os textos de Kardec, até dei o livro professor, ah, que foram eh estão sendo publicados, parte pela Fundação Espírita André Luiz, parte pelo NUPS, lá em Juiz de Fora, pela Universidade. Tem um alguns escritos sobre a Virgindade Maria. E para quem tiver dúvida, vale a pena procurar e ler, porque é o que nós espíritas já sabemos,
parte pelo NUPS, lá em Juiz de Fora, pela Universidade. Tem um alguns escritos sobre a Virgindade Maria. E para quem tiver dúvida, vale a pena procurar e ler, porque é o que nós espíritas já sabemos, que a concepção e a o processo de gravidez deve ser natural, como é o nosso caso. >> Ô Álvaro, e ainda em cima disso aí eu falo num dos meus livros, eu acho que é o é o evangelho externo primitivo. Dentro do conceito da genealogia no judaísmo, que ele chama de toledote. Dentro desse conceito, você observa que Mateus apresentando Jesus como Messias, ele diz: "Abraão gerou Isaque, Isaque gerou a Jacó, Jacó gerou a Judá e seus irmãos". Então é um homem através de uma mulher gerando o seu primogênito para poder justificar quem é o Messias e vem até Maria. Aí muita gente eh fala que justifica isso na igreja meio católica. Eu eu fui de lá e escutei muito isso, que quem era da linha de Davi era Maria. Tudo bem, Maria era da linhagem de Davi, mas ela não é passado por Maria >> não. Ele ela ela não dá sucedâneos genealógicos. Quem dá é o homem. Por isso que Mateus teve essa preocupação como semita de sair na lingão gerou Isaque, Jaque gerou a Jacó e pai Jacó gerou a Judá. Então é um homem logicamente que não faz isso sozinho, mas a genealogia é de homem para homem. Aí eu eu ratifico o que a Álvora disse. Se Jesus não sou não for filho de José, ele não é o Messias pela a racionalidade e a lógica do princípio judaico da genealogia. Então você vê que que a a maioria das traduções colocaram assim: Jacó gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, como se José não tivesse participado absolutamente de nada. Mas o evangelho em hebraico dos hebonitas já diz assim: Jacó gerou José, o pai de Jesus, o Messias. Aí quem não aparece é Maria, porque ela não precisa aparecer para dar genealogia, entendeu? E são detalhes que é a mesma coisa lá. Eu acho que foi na mansão do caminho que me fizeram agora no seminário que eu fiz lá essa pergunta. Porque é que o judeu, todo mundo me faz por onde eu passo?
u? E são detalhes que é a mesma coisa lá. Eu acho que foi na mansão do caminho que me fizeram agora no seminário que eu fiz lá essa pergunta. Porque é que o judeu, todo mundo me faz por onde eu passo? Porque é que o judeu não aceita Jesus como Messias? Eu digo porque o Jesus que foi apresentado pela Igreja Católica Apostólica Romana ao judeu, não é judeu. Jesus é apresentado como um ocidental com manto vermelho, como senador romano, sem equipar, que todo judeu usa. Porque eh Jesus disse que não não vim destruir a Torá, nem os profetas. alguém com as qualificações dele que era um rabino ortodoxo, fariseu, zeloso da Torá e da lei, ele nunca iria andar desrespeitando a lei. Então, o Jesus que trouxeram pra gente é ocidental, de olhos louros, cabelo de olhos verdes, cabelo loiro, um um Jesus romano. Imagina a mesma coisa de pegar um nordestino e apresentar um caba de patógra e dizer que é um vaqueiro. Ele não conhece o vaqueiro. Tem que usar gibão, que é aquele que é casacão de couro, chapéu de couro, calça de couro, cela e cavalo. Aí o peso mundo conhece que é um vaqueiro, mas põe um cara vestido de fraque num cavalo e diz que é um vaqueiro que ninguém vai aceitar. E foi o que oriental ocidental fez com Jesus. E ainda criou o verbo judiar como sinônimo de coisa pejorativa. Quer dizer, é um pulão, é um pulão de coisas que o judeu não pode reconhecer Jesus como Messias com essas características que ele é apresentado no ocidente. Então é quando a gente vai falar dessas coisas, às vezes você acha as pessoas até não gostam disso que eu sou meio fanático. Não, não sou fanático, sou realista. ou é ou não é. Então, aquilo que convém eu aceito, o que não convém eu não aceito. E ainda quero impor isso através de dogma, usando inclusive Isaías que o Álvou aí, chá alma, uma jovem mulher, porque se fosse virgem ele teria colocado betular. Mas isso para para o judaísmo, ser virgem ou ser celibato não tem importância nenhuma. Porque o primeiro mandamento da Torá é crescei e multiplicai-vos.
que se fosse virgem ele teria colocado betular. Mas isso para para o judaísmo, ser virgem ou ser celibato não tem importância nenhuma. Porque o primeiro mandamento da Torá é crescei e multiplicai-vos. Então são dois artifícios, do dois duas duas atitudes que são contrários direto ao primeiro mandamento da Torá. Se é virgem ou se é celibatário, não é uma pessoa que gere ou que tenha nenhuma descendência ou nenhuma geração. Isso é contrário ao que orienta a Torá, tá? e abre para que não me deixa me eh eh lhe confirmar, porque ele estudou muito bem tudo isso na exestivá, que é o primeiro mandamento do homem depois de criado é crescer e multiplicar. >> Não vai, não vai haver para nós não vai haver reencarnação, para o judeu não vai haver genealogia, não vai haver descendência, não vai haver nada. Então é por isso que ninguém deve cobrar do judeu. Não tô defendendo judeu que ele não precisa da minha defesa. Eles têm muito, muito artifício e muito conhecimento para serem autênticos ao que eles acreditam na sua ortodoxia. Mas não venha apresentar um Jesus que não é Jesus e dizer que além de não ser judeu, é Messias. É a mesma coisa assim. Messias é romano. E agora você aceita? Quer dizer, a igreja aceitou o Messias romano, mas o judeu não pode aceitar porque ele sabe o que é Messias e ele tem que ser judeu da linhagem de Davi. E o que tá colocado lá não preenche esses pré-requisitos para ser o Messias. E como eu conheço, eu fiz minha tese de pós-doutorado, eu estudei mais ou menos 25 falsos Messias. Jesus na qualificação ou da forma com que é apresentado, seria mais um. Não haveria nenhum credo da parte do judeu, porque não tem autenticidade dentro da linhagem da da vídica. OK. Desculpe se eu falei demais, mas eu precisava nada. Ó, a a Margarete tá perguntando se Jesus teve irmãos. E a Nice lá de Curitiba pergunta: "José, pai de Jesus, era viúva e tinha filhos?" Então, já dá para matar as duas questões aí. >> Ah, sim. Jesus resposta só. >> Eh, eh, Jesus tinha irmãos. Eu não sou
E a Nice lá de Curitiba pergunta: "José, pai de Jesus, era viúva e tinha filhos?" Então, já dá para matar as duas questões aí. >> Ah, sim. Jesus resposta só. >> Eh, eh, Jesus tinha irmãos. Eu não sou eu que tô dizendo, não. Veja o capítulo 6 do Evangelho de Marcos, quando eles dizem assim: "Quem é esse?" Não é o filho de José, o carpinteiro? Não são seus irmãos Simão, José, Judas e Tiago? Tá lá. Se José era viúvo ou não era, não mudou nada. Meu pai era viúvo, mas com minha mãe teve 10 filhos e com a minha tia 17. Então o que o o fato de ser viúvo ou não ser viúvo, tu nega. E ainda tem gente que quer justificar que que que irmão era primos de hebraico. Não, primo é Ben Dodi, filho do meu tio. Irmão é Ar ou Ahrim, né? Arim. é, é irmão em hebraico. Então, tem uma palavra para primo e tem uma palavra para irmão. Mas essa questão do dogma tem que se inventar alguma coisa para justificar o injustificável. Eu não vejo nenhum problema que Jesus tenha tido irmã. Tanto que ele era o primogênito, era outra característica para estar na genealoguria, porque a genealogia fala de primogênito para primogênito. Por isso que se caracteriza o primogênito. O primogênito. Alvinho algum complemento? >> Não, acho que tudo OK. >> Então é isso, meninos. Eh, ficarei nos bastidores. Então, nós ainda temos um tempinho aí para que você >> é nós temos nós temos vamos ver se a gente conclue. Abre a Torá hoje, né, Álvar aqui no >> Qual capítulo 24? Qual versículo, professor? >> Foi o 24, não foi? O 23, >> onde paramos? >> No >> versículo 22, né, professor? Eh, quando fizeres algum voto ao eterno teu Deus, não demorarás em pagá-lo, pois o requererá o eterno teu Deus de ti, e haverá em ti pecado. Porém, se se te abstiveres de fazer voto, não haverá em ti pecado, porque sai dos teus lábios guardarás e o farás assim como prometeste ao eterno teu Deus, trazendo a oferta voluntária, conforme declaraste pela tua boca. Eu acho que a gente tocou já nesse assunto na última vez, mas foi assim meio ampaçã,
o farás assim como prometeste ao eterno teu Deus, trazendo a oferta voluntária, conforme declaraste pela tua boca. Eu acho que a gente tocou já nesse assunto na última vez, mas foi assim meio ampaçã, né? É aquilo que Jesus fala. Seja o teu falar, sim, sim. Não, não. É mais ou menos isso. É aquela história que Jesus diz: "Não jurarás nem pelo trono de Deus, nem pelos teus cabelos". É mais ou menos isso, né? Porque >> é, tem aqui uma coisa interessante. >> Hum. >> Eh, a gente encontra um alguns rituais bacanas e algumas tradições legais. Então, por exemplo, >> olha, >> por exemplo, >> boa luz. >> Deus disse: "Seja a luz". >> Isso é a luz. >> Uhum. E Deus viu que a luz era velha, quer dizer, era boa. [risadas] Desculpa. >> Que que é isso? O Elará tá com moral alto demais. Como é que é? Veja a luz. Apareceu ela. Ah, que isso? >> O o o Álvaro predisse e aconteceu. Foi profeta e acontecimento. Eu eu estou na conferência espírita aqui do Paraná, percorrendo as cidades. E aí hoje eu tive a palestra aqui em Londrina. Amanhã eu estou indo para Paranavaí. Ah, que legal, pessoal de lá. Bacana, né? >> É, eu acabei de chegar agora. Cheguei. >> Deixa o meu abraço lá. >> Eu já estive aí em Londrina. Eu já estive aí em Londrina. Já fiz o seminário aí. >> Olha só. >> É, agora é minha vez de passar por aqui. Aí eu vim aqui. Aí eu digo: "Ah, eu acabei de chegar. Eu dei uma olhada, gente, será que nós estamos trabalhando?" >> Estamos. E curiosamente você chegou, a gente tem acabado de abrir a Torá hoje. L o Álvaro tava explicando aí os versículos. Nós íamos dizer lá que, ao exemplo quando a gente termina a nossa live e quando a gente diz assim, olha, daqui 15 dias nos reencontramos, temos o hábito de dizer, se Deus quiser, se Deus permitir, esratem com a ajuda de Deus, com a vontade de Deus, a gente pode dizer de várias formas. >> Bl, >> blinher sem promessa. Mas isso é uma tradição que nasce do mandamento não farás promessa. Você não pode usar o nome de Deus. O mandamento é esse. Você
s, a gente pode dizer de várias formas. >> Bl, >> blinher sem promessa. Mas isso é uma tradição que nasce do mandamento não farás promessa. Você não pode usar o nome de Deus. O mandamento é esse. Você não pode usar o nome de Deus em vão. Isso vai ser levado em uma longa discussão no Talmud, onde vai ser dito que por vezes a gente pode fazer um Nether. Então, por exemplo, há uma promessa. Então, por exemplo, Nazirut era uma promessa. O que é Nazirut? O que era Sansão? O que foi >> Nazireu? >> Naz. >> Nazireu. >> O que foi? Eh, entre outros alguém que faz um voto de não cortar o cabelo, não beber álcool e algumas questões mais. voto. >> Mas aqui é um voto, vamos assim dizer, o naziruto, é um n é uma, desculpa, é uma promessa. E aqui ela pode ser feita. Qual é a questão de promessa? De mim, né? que ela não pode ser em vão, significa que você vai usar todas as suas forças. em um resumo bem breve do que diz o Talmudo para poder cumprir algo. Mas como a gente não quer chegar e descumprir esse esses votos, esse esses essa dedicação, então a gente criou o hábito de dizer bliner. Então você faz um negócio, um G chef, você faz um negocínio com o professor Celestino e o professor ficou devendo professor Celestino e ele fala assim: "Álvaro, então dia 30 semiphã é vem aqui." >> Aí eu falo assim bem de maneira bem judaica, eu falo B Nether sem promessa. E ele fica desesperado. Mas na realidade significa que eu vou fazer os meus esforços, mas debaixo da do sol, como diz o livro de Eclesiastes, ninguém garante a carreira, não existe vitorioso em uma competição, não existem certezas nesse mundo, >> nem segredo, né? nem se >> nós temos algumas dificuldades, daí sai esse hábito. Mas existe lá no livro Paulo Estevão, por exemplo, quando dia descrito que a comunidade de Antioquia se reúne ao redor do rio Orontes, onde o professor Severen Celestino nunca foi, mas eu vou contar para ele, mas eu vou contar para ele como é lá. É um rio que corre água, professor. Nossa, que coisa que coisa fantá para
o rio Orontes, onde o professor Severen Celestino nunca foi, mas eu vou contar para ele, mas eu vou contar para ele como é lá. É um rio que corre água, professor. Nossa, que coisa que coisa fantá para ele como é. A gente vai sempre lá >> se no judaísmo pré pré-rabínico, antes do judaísmo rabíico, a tempo que a gente vê as comunidades cristãs primitivas, por que ali tá escrito que era a as reuniões estavam ao entorno do rio Orontes? Porque tem uma cerimônia chamado Tashlir. Tashl é uma cerimônia para anular promessas. Taratim, anulação das promessas. Então ali no rio Horontes, eh, como naqueles dias o hábito era de se fazer a prece, essa prece diária e ela tem que ser feita ao redor de água corrente, a gente acaba então vivendo essa questão. Porém, nós vimos que não é proibido você fazer uma promessa. que acontece é que você não tendo certeza que vai cumprir, eh, você deve tomar um certo cuidado, um grande cuidado. Seria como se nós tivéssemos dizendo que o maior de todos os contratos fosse a palavra ou como a gente diz na linguagem antiga, no vocábulo do tempo que o professor era menino, mas o Ela já trabalhava, era um rapazote, menino moço. [risadas] >> 1900 virgem, >> um no fio do bigode. Agora tem uma questão no Talmud, só para resumir esse eh encerrar esse resumo que é interessante, que você pode inclusive jurar. E qual seria a diferença da Nether, da promessa para um juramento? A promessa você vai fazer todos os seus esforços. O juramento, você conta com todos os seus esforços, mas o auxílio de Deus, por isso que Jesus que que Jesus dizia: "Não jurar, não deve jurar por nada que tem embaixo em cima do céu, né? >> Nem pelos cabelos das vossas cabeças". Era prudência, né? Ensinando a gente ser prudência. >> Prudência. Um judeu dificilmente vai fazer uma promessa. Dificilmente, ainda mais de pagamento. Brincadeira piada judá. Eu posso fazer, >> mas é sempre inder, né? Né? >> Muito bem. E aí a gente pode fechar esse capítulo aqui com essa colocação que eu acho muito interessante.
a mais de pagamento. Brincadeira piada judá. Eu posso fazer, >> mas é sempre inder, né? Né? >> Muito bem. E aí a gente pode fechar esse capítulo aqui com essa colocação que eu acho muito interessante. Quando entrares na vinha de teu companheiro, poderás comer uva uvas conforme o teu desejo, até te fartares. Porém, na tua bolsa não porás. Quando entrares na seara do teu companheiro, poderá escolher espigas com a tua mão. Porém, foi-se não porás na seara de teu companheiro. Interessante. Você pode entrar no na no parreiral e comer à vontade. Agora não pode botar uma uva na bolsa para levar, tem que ser para matar seu >> só estômago. Agora aqui tem uma condição, professor, interessante, que esse mandamento é para o o trabalhador, é o direito de um empregado. Ou seja, eh, tinha um, quando eu era criança pequena, eh, tem muito tempo, >> Barbacena, não, né? >> Lá em Barbacena, dizia que você não podia comer manga com leite, que manga com leite faz mal. E gente, eu já tentei viver perigosamente, enquanto amigos meus queriam pular de paraquedas e viver outras experiências. O meu foi manga com leite e não dá nada. Por quê? Porque isso é uma tradição, segundo conta a história, maior parte de nós já sabe, é do tempo, uma tradição, não, né? uma referência ao tempo da escravidão, onde não se queria que o servo, que o escravo, eh, se se alimentasse do leite da vaca, da manga e etc. Então, se comesse um escondido que fosse só um, que o prejuízo não era duplo, mas aqui o trabalhador de uma terra, de uma colheita, ele tem todo o direito de se fartar, porém não de levar. E aqui não é para todos. Por quê? Porque quando você colhe o campo, você deixa as franjas do campo que são para os peregrinos, para todos aqueles que estejam. Então aqui a diferenciação dessa lei é que ela é específica para o trabalhador do campo e não única e exclusivamente, vamos assim dizer, a não exclusivamente. Agora existe um outro sentido. Quer comentar elá, professor? Não, tranquilo. >> Eu queria só comentar o antes de você
or do campo e não única e exclusivamente, vamos assim dizer, a não exclusivamente. Agora existe um outro sentido. Quer comentar elá, professor? Não, tranquilo. >> Eu queria só comentar o antes de você dizer o seu sentido, seu outra outro sentido, eu queria lembrar aquela passagem que tá no Evangelho de Mateus, onde Jesus no dia de sábado com os discípulos estavam colhendo espigas, se alimentando e foi criticado pelos fariseus. E Jesus diz assim: "Eh, você não viu o que aconteceu com Davi quando ele entrou no templo do Senhor com seus soldados no no Shabate e comeu o pão?" Pão, >> né? O pão que era da da oferta, ele comeu. >> Então Jesus justifica isso e ainda diz para eles: "Não foi o sábado, não foi o homem criado para o sábado, mas o sábado que foi criado para o homem". Então, às vezes a gente é muito ortodoxo na nossa cobrança, porque ortodoxia a gente conhece muito, mas misericórdia a gente não conhece nada, né? [risadas] Somos totalmente conhecedores da ortodoxia para cobrar, mas para ter indulgência e ter misericórdia, a gente nunca é e nunca tem. Você observe que Jesus tinha sempre polêmica com os fariseus, porque ele era um fariseu, né? E era era cobrado de um lado, porque os fariseus não aceitavam as indulgências de Jesus e o amor dele. E pelo outro lado, Jesus condenava pelas suas hipocrisias, pela aquelas a o exagero que eles tinham com relação a tudo isso, né? Começar as mãos, né? Jesus disse: "Isso não tá na Torá, não tem nenhum lugar na Torá dizendo que tem que lavar as mão antes de comer, porque não é o que entra pela boca do homem, agora o que sai, vocês têm muita coisa interna que ofende e vocês não notam", né? Então era essa essa velha discussão dele que nós temos muitas vezes também com os nossos companheiros por zelo a doutrina, a gente às vezes faz determinadas cobranças para os nossos companheiros, porque a gente sabe que o espiritismo é uma coisa muito séria e ninguém pode se dizer espírita e ter uma conduta diferente daquilo que a doutrina
az determinadas cobranças para os nossos companheiros, porque a gente sabe que o espiritismo é uma coisa muito séria e ninguém pode se dizer espírita e ter uma conduta diferente daquilo que a doutrina nos ensina. é o zelo que Jesus tinha pela Torá. Mas a gente também tem que saber que o companheiro muitas vezes é passivo de obsessão ou de limites de conhecimento e sofre das suas dificuldades. Então a gente deve ter zelo pela doutrina. Mas Jesus dizia: "O que eu quero é misericórdia e não sacrifício". Então a gente deve ter sempre esse esse cuidado de ser um respeitoso, indulgente e zeloso com o companheiro. Mas você disse que tinha outra outro conceito aí, Álvaro, gostaria de ouvir. >> Tem tem uma coisa interessante, professor, que olha só, o natural seria dizer que alguém vai se alimentar primeiro de grãos. O lógico seria dizer primeiro dos grãos e depois da uva. Agora o texto parece lógico que ele vai falar primeiro da uva. Se os grãos aqui no caso que são as espigas eh trazidos espiga que seja do trigo, espiga do milho, isso é a base alimentar. Então, o correto não seria escrever primeiro os grãos, depois a uva, mas aqui >> o que tá sendo dito, o que tá sendo trazido é sobre a uva em primeiro lugar, porque existe uma grande possibilidade de semeadura. Todos nós na condição dos trabalhadores de uma vinha. Tem uma parábola sobre a vinha que tem conexão com esse versículo. E aqui a os trabalhadores da vinha, eles recebem os seus salários a partir com a representatividade não do lógico, mas do ilógico. Ou seja, aquilo que Deus propõe e oferece para quem trabalha na sua vinha, tem a representação do júbilo. Não significa dizer que nós estamos diante da teologia da prosperidade, mas significa dizer que, por mais que seja árduo, aquele que trabalha na vinha recebe apenas o grão, o necessário para a subsistência, mas o júbilo do espírito, a felicidade maior representada aqui pela uva. Então tem um ponto aqui, professor, bastante importante na RACU, que a gente pode falar sobre
o necessário para a subsistência, mas o júbilo do espírito, a felicidade maior representada aqui pela uva. Então tem um ponto aqui, professor, bastante importante na RACU, que a gente pode falar sobre >> que a gente e que a gente vai utilizar na nossa parábola sobre os trabalhadores da vinha, né, que a gente tá agora na na parábola da figueira e será a próxima, se Deus quiser. Então, a gente já tem uma referência aqui para tratar e reforçar o significado da parábola, né, entre outros, né? >> Que bacana. Que bacana isso, professor. >> Maravilhoso. Boa ideia. >> E a uva é feita para queeduchar, né? Ela é o júbilo, mas ela é usada no quiduche. >> Ela é feita para santificar. Por isso que o padre com a herança do judaísmo e bebe o vinho, come o pão. Todo judeu em toda festa, festividade tem que fazer uma seudar, uma refeição. E a refeição tem que ter que duchar, tem que ter santidade. Para isso se usa faça o que duche com vinho. Então aqui esse momento de consagração da tarefa do homem é quando única e exclusivamente ele trabalha na vinha. Ou seja, não poderíamos dizer que aqui existe possibilidade de entendimento, com todo respeito aos que pensam dessa forma, pela fé, pela da fé pela graça, mas aqui é a fé pelas obras de alguém que opera na vinha, recebe, santifica-se, vive o júbilo e ainda consagra a isso diante de um de uma proposta aqui bastante judaica. Tem uma tem um detalhe aqui também que você falou em ordem, né, que deveria ser primeiro o pão e depois o vinho, não é isso? Mas em todas as cerimônias judaicas, primeiro é o vinho. >> Primeiro o vinho. >> Primeiro a bção do vinho. >> Só que só que na missa primeiro eles eles trazem o pão. Na consagração, primeiro é a hóstia, depois aqui vem o vinho. A igreja inverteu. >> A igreja inverteu, hein. E aí que se o vinho está relacionado com a celebração, o vinho está relacionado com a festa, está relacionado com a celebração da comunhão. Quando os espíritos desenham um símbolo para Kardec, eles desenham >> é uma vinha,
tá relacionado com a celebração, o vinho está relacionado com a festa, está relacionado com a celebração da comunhão. Quando os espíritos desenham um símbolo para Kardec, eles desenham >> é uma vinha, >> uma cepa da vinha. E tem um uma outra curiosidade, Alv, que a gente vai ter que usar também. é que o primeiro primeiro obra, o primeiro feito de Jesus foi transformar água em vinho. >> É verdade. >> Iniciar sua missão pública, né? E que ele fez para os discípulos, não foi para os convidados, porque os convidados não tomaram conhecimento da transformação. Só quem quem acusou foi o mestre sala, porque disse: "Ô, gente, porque é que vocês estão servindo agora o melhor vinho que é para servir do começo da festa? Estão servindo do meio para trás? Ninguém, nenhum dos convidados tomou conhecimento que faltou vinho. Só Maria, que foi avisar Jesus tava faltando. E ele fez a transformação. Quem tomou conhecimento realmente direto foram os discípulos. Quer dizer, ele estava >> passou despercebido, né? >> Hein? >> Passou despercebido. O milagre >> percebido pela maioria das das pessoas da festa. Só o mestre sala que notou que o vinho melhor chegou do meio pro fim da festa. Era o quarto dia que tinha acabado. Agora os discípulos viram toda manobra que assistiram, ela pedindo a Jesus. Então foi primeiro feito dele foi trazer o vinho paraa festa, né? Como se simbolicamente ele tivesse começando a grande festa da sua missão messiânica no planeta Terra. >> Que bacana, né? E você vê que é tudo tão interligado, né? O o judaísmo é tão sábio. A gente assim só arranha, a gente dá uma passeada no texto. >> Ah, a gente descobre depois que a gente descobre o que descobriu, é que a gente vê como nós somos pobres no nosso conhecimento. >> Exato. >> Não é >> bem colocado. É, gente, terminamos assim o capítulo 23. Ela não quer comentar nada, >> não. tava aqui, tava aqui refletindo, né, sobre a questão, puxar um pouquinho do simbolismo da do da pseepa que foi apresentado, porque eles podiam ter desenhado um pé
. Ela não quer comentar nada, >> não. tava aqui, tava aqui refletindo, né, sobre a questão, puxar um pouquinho do simbolismo da do da pseepa que foi apresentado, porque eles podiam ter desenhado um pé de Cupuaçu, podia ter desenhado um >> açaí, >> um pé de açaí, um Mas foi justamente uma um pé de uma uma parreira, uma cepa. >> É. E aí tem algumas coisas interessantes, não é? >> Um minutinho ainda só para fechar teu raciocínio. Continua. Ele colocou isso nos pregôminos do livro dos espíritos, hein? Iniciando a festa da revelação. >> Início da festa. Início da festa, >> não é? É que precede entrecede a terceira revelação. >> É. E aí tem uma coisa interessante, né? Porque assim, geralmente nós comemos as frutas individualmente. Você come um, você come uma uma banana, você come uma maçã, você come uma pera. A uva você só come em grupo, né? Uma uva sozinha, ela não faz nada. >> É >> assim também nós individualmente não somos capazes de produzir nada. A uva não é feita isoladamente, ela é feita em cacho. Ela não é jabuticava, que nasce cada uma separado da outra, né? Ela nasce tudo em grupo, dando aqui um simbolismo de que o nosso trabalho não é um trabalho de indivíduo, é um trabalho de grupo que a gente só consegue fazer o vinho quando tem muitas uvas. Uma uva, você faz no máximo uma salada de fruta com ela, mas não produz nada com uma uva, mas sim com o conjunto, mostrando >> um cacho, cacho, né? Pode >> ser cacho, a importância de estarmos reunidos. Além do que o formato de um cacho de uva é o formato de um coração. Então a gente se junta num formato que é o formato do coração, para que juntos a gente consiga realizar o que tem para fazer. E aí você vai ter uma compreensão do por que essa celebração, essa festa usa exatamente a uva para fazer a festa, né? Ser o elemento. >> E é interessante nessa nessa tua concepção de grupo, você vê que Moisés no deserto criou o grupo dos 70, né, para dirigir, eh, executar a sua tarefa. E Jesus criou um grupo de 12 para iniciar o seu projeto também e realizar
nessa tua concepção de grupo, você vê que Moisés no deserto criou o grupo dos 70, né, para dirigir, eh, executar a sua tarefa. E Jesus criou um grupo de 12 para iniciar o seu projeto também e realizar a sua tarefa. >> Não, ele podia ter também tinha um grupo de 70, >> hein? >> Jesus também tinha um grupo de 70. >> Depois que realizou com os 12, aí ele criou para enviar em missão. Aí ele criou o grupo dos 70 dois a dois. um grupo, ele ele tinha um grupo de três que era Pedro, Tiago e João, que era a essência do colégio apostólico. Aí tinha um grupo de 12, tinha um grupo de 70 e tem também aquele grupo que é comentado, que tal os famosos 500 da Galileia, né? >> Da Galileia. Exato. Que só consta nas obras de, eu acho que é Humberto de Campo que traz isso. Humberto de Campo. Não tem no evangelho. Esses 500 >> não tem não. Eu já procurei de cansar, não achei >> não. Também já procurei e não achei. >> Não tem. >> Bacana, né? Bom, se vocês quiserem começar o capítulo 24, eu tô à disposição, mas se tiver algum outro bochechudo por aí querendo vir pra tela, acho que ele pode vir, não pode? Já são 11:30. Vamos usar a >> Mas o Alvinho aí não. Álvaro magrinho. Olha que rostinho [risadas] tá fininho. >> Ô Álvaro, vamos usar, vamos usar aqui a a Ana Maria Braga, com todo respeito, a Corda, menino, né? Que ele tava dormindo. [risadas] >> Mas é isso aí. >> Bem, moçada, finalizado 24, não é isso? >> É >> 23. Opa, desculpa. 23. 23 vai >> eh vai entrar no 24 no próximo estudo. >> E é um capítulo muito bom, viu? >> Muito bom, porque vai começar com o divórcio acerca. >> Éata. Muito >> muito bem. Gilberto Afonso tá dizendo assim: "Boa noite aos três mosqueteiros cardequianos". >> Mosqueteiro, Gilberto, já tomei banho, já não tô mais mosquitado não. Ele é lá, Gilberto é lá dos disco. >> Ah. >> Ah, é. Então eles, Gilberto tá tá familiarizado com o grupo mesmo, né, Gilberto? Boa noite. Boa noite. Tá Gilberto. >> É, fala. Onde eu fui encontrar esses doidos? A Selma é a esposa dele, ó, que
. >> Ah, é. Então eles, Gilberto tá tá familiarizado com o grupo mesmo, né, Gilberto? Boa noite. Boa noite. Tá Gilberto. >> É, fala. Onde eu fui encontrar esses doidos? A Selma é a esposa dele, ó, que escreveu. Ela falei muito muito bom, >> meninos. Encerrando. >> Acho que podemos encerrar. >> Vocês estão cansadinhos? Vocês estão trabalhando muito, >> não. A gente a gente vai começar agora a segunda etapa que é popular. Você já vocês já tem carteirinha pro céu, viu? Vocês estão trabalhando muito. >> Centro espírito umbralino. Vou direto >> direto pro céu, né? Não é a você ser o céu do berte. [risadas] >> Mas agora falando sério, eu conheci um centro espírita na cidade de São Joaquim da Barra. interior de São Paulo. O nome dele é Centro Espírita do Além. >> Ah, que legal. >> Ô, gente, é a terra de é a tarde de Rolando Bodrinho, né? São Joaquim da Barra, né? >> Eu não sei. >> Eu acho que é de pertinho. Ele falava muito São João da Boa Vista, o Marquinho da Barra. Eu acho que é que sabe >> aí. Aí eu perguntei para presidente assim, escuta, o nome do centro é esse mesmo, Centro Espírita do Além. Era isso não é nada. Pior é o nome do grupo do WhatsApp dos trabalhadores de lá. Aí eu disse, >> como é que chama? Amigos do além. >> Professor Severino Rolando Boldrinha de São Joaquim da Barra. >> É >> o grupo de oradores da casa é Vozes do Além. Eita! [risadas] Ai! Ai! Cuidado para você não queimar seu crédito, viu, Alvinho? [risadas] Ai, ai, meninos, >> eu se seguro, viu? Eu se [risadas] Álvaro, muito obrigado pelo peixe. Chegou intacto. Perfeito. O >> o seu docinho, docinho do seu filho, ficou aqui. Eu vou mandar pela G, >> tá bom? >> Final de semana >> eu vou lá buscar >> o peixe. Foi todos, >> todos. Foi tudo certinho. >> Tá bom. >> O doce, você vai mandar só o vasilhame, né? pelo sua cara. [risadas] Você vai socorrer a vítima do esquecimento e mandar a caixa para ele, né? Senão, senão a Sâmbia fica nunca mais me perdoa pegar [risadas] a vasiliha e não devolver. >> Como tá, dona Ana? Tá bem.
adas] Você vai socorrer a vítima do esquecimento e mandar a caixa para ele, né? Senão, senão a Sâmbia fica nunca mais me perdoa pegar [risadas] a vasiliha e não devolver. >> Como tá, dona Ana? Tá bem. >> Tá bem. E a Jul foi por conta do vasiliame que o senhor não devolveu e se ela não esqueceu ela. Diga ela que eu tô guardando para botar alguma jaca dentro para levar para ela. >> Ela falou para não devolver vazio. >> Botar uma fruta para ela, põe uma jaca, ela vai adorar. >> E preste de encerramento já. >> Sim. Quem vai fazerando? >> Você. Você de >> parou ímpar para o ímpar Alvinho e o Jorgeto. >> Tem que ser um dos dois. >> Eu faço que eu falei menos. >> Então, pronto. >> Então, vamos orar. >> Vamos. >> Vamos orar. Querido Senhor, quantas graças te damos pelas tuas bênçãos. Quanto te agradecemos por tudo que tu nos tens oferecido, pela força, pela coragem e pela luz depositada nos nossos caminhos, aclarando os nossos passos, a fim de que possamos andar com mais firmeza. Nós te agradecemos do fundo das nossas almas, os teus esforços e dos nossos mentores em nos despertar para a vida espiritual. Recebe assim a nossa profunda gratidão, Senhor, e o desejo de que tu nos abençoes para que possamos corresponder a esse maravilhoso trabalho que tens tentado produzir em apresentar tantas luzes nas nossas estradas. Obrigado por tudo, Senhor, e abençoa os nossos corações sobre as tuas bênçãos de paz e de infinito amor. >> Que assim seja, linda prece, ó, me permitam mandar um grande beijo pro meu filhote mais novo, vai completar seis aninhos agora, dia 16. Mandar um beijão no coração. Eu dei muita responsabilidade para eles vi mais velho se chama Mateus, o mais novo se chama Lucas. É só nome pesado. [risadas] Você é humilde. Esse pai é muito humilde, viu? >> Não, mas esse nome deles é o Máximo. Não, agora fechou o trio, viu Álvaro? Porque o pai Má os filhos Mateus e Lucas. Nossa, é uma trindade aí braba essa. Não tem que trindade não é brinquedo não, viu? E o nosso próximo programa, deixa eu abrir aqui, 24, né?
trio, viu Álvaro? Porque o pai Má os filhos Mateus e Lucas. Nossa, é uma trindade aí braba essa. Não tem que trindade não é brinquedo não, viu? E o nosso próximo programa, deixa eu abrir aqui, 24, né? >> Hoje é >> 24 de março, o nosso próximo programa. >> Não, não, 24. É 24 >> é 24 de 24. >> 24 de março. >> 24 de março. >> Não são 10 estações, Suel da Silva. São 14 estações na Via Sacra. >> Isso >> e algumas delas não estão no evangelho, como as quedas de Jesus, elas não existem. faz parte da tradição. A Verônica que enxuga o rosto dele também é tradição, não tá no evangelho. Não quer dizer que não existiu, não tá no evangelho. É outra história. >> Uma curiosidade disse que a Verônica que enxugou o rosto de Jesus foi aquela mulher que lá na Galileia tinha um fluxo de sangue e ele a curou. >> É. >> E ela e ela estava em Jerusalém no dia que ele estava >> com sangue, >> hein? Sangue com sangue, porque foi com sangue que o rosto se escondia. >> É exato, Verônica. É isso aí. Vamos lá, gente. Então, nós estamos finalizando por aqui a live de hoje, né, dessa série de estudos de Moisés da Kardec, sexta temporada. Que bom que todo mundo conseguiu entrar. Ah, tô felicíssimo, irmão. Estou felicíssimo. Comecei e isolado assim, triste, mas eu tô irradiante. [risadas] E quando porque chegou depois chegou o árvore inesperadamente assim com menos de meia hora e quando ele começou a dizer e disse Deus faça-se a luz, aí entrou ela raia e fechou. >> É aí >> acabou todas as trevas. Acabaram trevas. Que bom. Foi muito bom. É isso aí, pessoal. Ó, lembrando que esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijo nos corações, meninos. Beijos a vocês aí. Beijos a todos que estiveram nos acompanhando. Muitíssimo obrigado. Façam sempre assim. E o nosso próximo encontro, então, será no dia 24 de março, se Deus quiser. >> O capítulo 24, viu? >> Capítulo 24. É isso. Dia 24. >> Pessoal, então é isso. Fiquem com todos. >> Obrigado aí, Al pela presença, pelo apoio. Você dormiu, mas dormiu pouco,
e março, se Deus quiser. >> O capítulo 24, viu? >> Capítulo 24. É isso. Dia 24. >> Pessoal, então é isso. Fiquem com todos. >> Obrigado aí, Al pela presença, pelo apoio. Você dormiu, mas dormiu pouco, viu? Não chegou. >> Eu não cheguei nem a ouvir você roncando. Eu não cheguei já ouvina. Não, não durmo não. [risadas] Beijos nos corações. Com Deus. Ciao. Ciao.
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