De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚
เฮ Olá, olá. Sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio desse estudo maravilhoso da de Moisés a Kardec, quinta temporada. Essa série que está fazendo com que nós fiquemos aí a partir das 21:30 de eh na terça-feira de 15 em 15 dias, né? aqui grudados na tela ou da televisão ou do computador ou do celular, enfim, com esses personagens que são assim eh não não tem como não amá-los, né? Eu os conheço há pouco tempo, confesso. Eu caí de para-queda aqui no no de Moisés da Kardec, mas tem uma alegria muito grande, muito grande sempre estar aqui com esses parceiros maravilhosos aqui. Jorgito Elarrá, professor Severino Celestino, seja muito bem-vindo, Jorgito Elarrá. Boa noite, professor Severino Celestino. Boa noite, Álvaro Morderaio, onde quer que esteja o Álvaro, gente, ele via de regra, chega um pouquinho atrasado porque ele tem o compromisso na casa espírita, né, na no Cisco de Luz em São Paulo. Então ele, né, o horário para ele é bem apertadinho, via de regra, ele chega um pouquinho depois, mas sempre está conosco. Mas é isso, nesse momento, então estamos eu, Adriano Máximo, Jorgito Elarrá e professor Severino Celestino. Jorgito, boa noite, meu irmão. Tudo bem? Meu Deus do céu, parece que faz muito tempo que eu não vejo vocês. Boa noite, professor Severino Celestino. Meu Deus do céu, o homem, o homem responsável pela minha segunda pergunta após a morte. Primeira pergunta vai ser: Quem era Ciro? O grande, que espírito era esse que tinha toda essa grandeza naquela época. E a segunda é como pode caber tanta coisa dentro da cabeça do professor Severino Celestino? Meu Deus do céu. Professor Severino Celestino, >> pronto, agora sim. Microfone ligado. >> Agora estão me ouvindo? Estamos ouvindo boa noite, Jorgito. Você me deixa assim meio inibido porque você toma o boa noite logo de entrada, só fica assim o restinho do 45 do segundo tempo para mim. Mas mesmo assim eu me aproveito para dizer muitíssimo boa noite, querido irmão Adriano, que bom somos nós, ele é apenas o máximo.
de entrada, só fica assim o restinho do 45 do segundo tempo para mim. Mas mesmo assim eu me aproveito para dizer muitíssimo boa noite, querido irmão Adriano, que bom somos nós, ele é apenas o máximo. Então é uma figura assim que tem nos dado essa feito esse preâmblo ou preparado o caminho para nós com muita alegria, com muita satisfação, com muita receptividade. E não podemos esquecer esse grupo maravilhoso dos internautas, que tanta responsabilidade coloca sobre os nossos ombros e que sem eles, com certeza, nosso trabalho não teria o a exploração, o encanto, esse calor desse povo que se deve sofrer de insonha para ficar até meia-noite junto da gente. Isso só aumenta a nossa responsabilidade, porque mesmo desdobrado, né, Jorgeto, a gente tem a obrigação de oferecer tudo que a gente puder de melhor para esses irmãos queridos que tanta honra nos concedem. Eu tô achando que a TV aberta tá com uma programação muito ruim nas terças-feiras a nesse horário, porque ele vem para cá porque não deve ter nada passando, né? Não é possível. Não concordo. Não concordo. Não sei a qualidade de TV aberta, porque faz muito tempo que eu não sei o que que é TV aberta, mas a qualidade desse programa é sensacional. Então, enfim, pessoal, acho que tá aqui por isso. Vi lá, o pessoal tá aqui por isso, >> por causa do programa, >> por causa exatamente de trocar o programa aberto pelo programa fechado, né? Não é, Adriano? >> É isso aí. >> Antes de mais nada, vamos fazer a nossa prece, >> preste de abertura do programa. Professor Severino Celestino. Pode ser? >> Pode sim, meu filho. Vamos sim. Vamos orar Jesus pedindo a ele muita luz, muita paciência, muita resignação, muita busca da essência que nós possamos extrair desses versículos de uma obra tão maravilhosa que é a segunda, considerada segunda lei ou esse complemento maravilhoso da revelação de Moisés. Jesus amigo, nós te suplicamos a tua misericórdia em nosso favor, em favor desses irmãos que estão em busca da luz que destrói as trevas, da água que mata
mplemento maravilhoso da revelação de Moisés. Jesus amigo, nós te suplicamos a tua misericórdia em nosso favor, em favor desses irmãos que estão em busca da luz que destrói as trevas, da água que mata a sede daqueles que estão a caminho na estrada das dificuldades, mas buscando o teu reencontro. Abençoa, Senhor, esse nosso companheiro Jorge Larrá, o Adriano que nos coordena, ao nosso querido Álvaro Morterai, que pela tarefa ainda maior do que a nossa, ainda não está conosco, mas já está em espírito. que a tua luz venha cair sobre cada um de nós, abrindo as nossas mentes e os nossos corações, para buscarmos os ensinamentos éticos, morais e espirituais desses textos tão importantes para que nós possamos entender a mensagem de Jesus e também através do espírito da verdade do nosso grande mestre codificador Allan Kardec, possamos trazer toda a essência que necessitamos. dessa revelação maravilhosa que prepara os nossos caminhos ao e encontro com Jesus. Esteja conosco, Senhor. Ilumina nossas vidas e permite-nos dar início a esse trabalho de libertação, de fraternidade e de amor. Que Jesus permaneça entre nós, iluminando a cada um com aquilo que tenhamos de melhor para sintonizarmos com o teu evangelho libertador. Sede conosco, Jesus esta noite, amanhã e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Como é bom ombrear essa tarefa com vocês, viu? Maravilhoso. Deixa eu mandar um abraço aqui para Denise Balô. De vez em quando, né, o pessoal pergunta pela Denise, manda um grande abraço para ela. Ela apresentava aqui o programa, né, e tá resolvendo problemas pessoais aí, tá tá tá cuidando de uma tarefa extremamente importante, familiar. Por isso que eu estou substituindo a Denise aqui na apresentação do de Moisés Kardec, mas a gente espera que ela logo logo esteja conosco novamente aqui nesse estudo, tá bom? E onde ela estiver, Adriano, eu endosso suas palavras. Você tem sido realmente um grande companheiro, mas a Denise mora nos nossos corações. Sinto muita saudade da Denise. Onde você tiver, querida, saiba
nde ela estiver, Adriano, eu endosso suas palavras. Você tem sido realmente um grande companheiro, mas a Denise mora nos nossos corações. Sinto muita saudade da Denise. Onde você tiver, querida, saiba que você era quem quebrava o gênero aqui dos homens, da maioria masculina, né? Tá um clube do bolinha, né, professor? Exatamente. Nem tanto, nem quanto, né, Adriana? Nem luluzinha, nem bolinha, mas um um faz muita falta, né? E mulher que sabe mandar e comandar, né? E por isso que eu me lembro muito da Denise. Todas as vezes que eu venho para essa nessa terça-feira, eu eu gostaria que pelo menos oportunamente ela entrasse aí, entrasse no nosso link para a gente matar pelo menos a saudade daquela emoção que ela carrega tão forte com a sua sensibilidade, o seu sentimento feminino que engrandece qualquer ambiente onde ela esteja. Um abraço, Denis. receba nossas saudades e a certeza que ainda nos veremos, podemos abraçá-la, se Deus quiser. O Adriano, eu já abracei, mas você ainda mesmo convivendo conosco, né, Jorge? Eu não sei se você teve a felicidade, mas eu nunca tive a a felicidade de abraçar a Denise Balô. Balou, eu vou contar então antes da gente começar, nós fazíamos o Moisés a Kardec e veio um 7 de setembro e nós teríamos uma live no 7 de setembro. E aí eu disse para ela, Denise, vai ser feriado. Eu acho que como eu estou em Curitiba, eu vou fazer uma surpresa pro Álvaro. Eu vou paraa sua casa e a gente faz a live daí. Que que você acha? Quando abrir a live eu tô do seu lado. Disse: "Então vem". Aí eu comprei uma passagem, fui paraa cidade dela, passamos o dia juntos, eh, sem falar nada pro Álvaro, né? Aí quando foi na hora de começar a live, eu sentado do lado dela aí, cadê o Álvaro? Cadê o Álvaro? Cadê o Álvaro? Aí ele mandou mensagem, gente, eu não vou poder entrar, eu tô com problema, não vou poder. E aí ele não entrou. Aí disse: "Não, eu também não entro sozinho. Vamos suspender a live." Aí nós suspendemos e eu fui paraa casa dela e a live não aconteceu. >> Nossa,
tô com problema, não vou poder. E aí ele não entrou. Aí disse: "Não, eu também não entro sozinho. Vamos suspender a live." Aí nós suspendemos e eu fui paraa casa dela e a live não aconteceu. >> Nossa, >> mas foi exatamente pelo fato de não ter acontecido a live que eu entrei numa outra live. Eu disse: "Ah, já que eu tô aqui, vamos ver o que que tem aí paraa gente assistir." Aí eu entrei numa live com Cris Drux e da live que eu que eu participei com o Cris Drucks, tiramos a ideia de fazer eh Brasil, um coração para o mundo, estudar a história do livro Brasil, coração do mundo. E desse livro passamos para o segundo, que foi o a caminho da luz e agora estamos fazendo a final. Somos um espírito no tempo, que é a o trançar da obra de Leon Deni, de Herculano Pires e de Pedro Granja, estudando a história do pensamento religioso, então, e a doutrina secreta. Então, se desse dessa minha ida que eu poderei dizer que foi fracassada, surgiu todo esse trabalho que a gente vem fazendo com Cris Drux aí já tem alguns anos. Legal, né? Tudo tem uma razão de ser, né? Tudo tem quanto, quantos benefícios chegaram através desse abraço que você deu na Denise? Então, a minha sede de reencontrá-la e dar um abraço é grande. Talvez esteja alguma coisa aí enruscada que eu não posso ter colocado ainda no ar, porque eu não tive a felicidade de abraçar Denis. >> E se a gente chegar junto, aí sim, aí ninguém vai segurar. Olha, >> depois eu encontrei Denise uma segunda vez. Eu estava em Florianópolis e ela juntou um grupo e eles foram nos ver no shopping. Almoçamos juntos, vários companheiros. Estava com ela Serlei Marzani, Sheila Dutra, eu levei a Sâmia e aí nós almoçamos todos juntos. E depois encontrei com Denise no último episódio do Brasil, um coração para o Mundo em Goiânia, no encontro em Goiânia. E eu levei para cada uma delas uma peça feita em Ágatha do Mapa Brasil, um pingente forma do mapa do Brasil para celebrar um para Denise e um para a Cris Drux para celebrar o fechamento das nossas
ia. E eu levei para cada uma delas uma peça feita em Ágatha do Mapa Brasil, um pingente forma do mapa do Brasil para celebrar um para Denise e um para a Cris Drux para celebrar o fechamento das nossas atividades do livro. >> Jorginha, >> mas eu quero saber o seguinte, >> você conheceu Jaraguá do Sul, então você teve lá em Jaraguá do Sul? Eu estive lá, que cidade linda, tudo limpinho, cara. Tudo arrumado, tudo maravilhoso. Que >> inveja, viu Jorginho? Eu tenho vontade de lá fazer uma visita paraa Denise e conhecer Jaraguá do Sul. Parece ser uma cidade muito >> Pois é, mas eu tenho uma coisa para dizer para vocês. Hoje é um dia muito especial, né? que nós temos aniversariantes, né, hoje, pessoas que estão celebrando seu >> hoje >> aqui embaixo, >> professor Severino, >> não, meu aniversário foi antes de ontem, no dia 7 de setembro. >> E isso não para mim, >> minha novidade. Que isso? negócio verde. >> Que que é isso? Parabéns, professor. >> Foi eh eu costumo dizer que eu não nasci, eu fui inaugurado. Então então a minha inauguração se deu a a há exatamente 76 anos atrás, num lugar muito >> 73. >> É 7:30. Bem vivido, bem trabalhado. >> É, >> graças a Deus. Muito bem. >> Eu pensei que eu era mais velho. >> É, e sou eu. Acabei ganhando de você. Não, >> eu eu eu tenho 100, né? Mais >> agora meu nascimento foi curioso, Jorge, Jorgito e e Adriano, porque eu nasci no dia 7 de setembro às 11 horas da noite >> no interior de Alagoa Grande, num lugar sem água, sem luz, sem telefone, sem comunicação nenhuma. Foi uma parteira que realizou o meu parto. E meu irmão não teve condições de nascer no dia 7, nasceu no dia 8. Viemos, somos gêmeos nascidos em dias diferentes, porque minha mãe quase desencarna do parto dele. Foi preciso buscar em Alagoa Grande um médico, Dr. Baracui, famoso naquela época. E ele foi quem realizou o parto no dia 8 de setembro, às 11 da manhã, 12 horas de diferença. Só por curiosidade, meu irmão, continua. Uma distância tão grande entre dois gêmeos. É verdade. Placentas diferentes.
quem realizou o parto no dia 8 de setembro, às 11 da manhã, 12 horas de diferença. Só por curiosidade, meu irmão, continua. Uma distância tão grande entre dois gêmeos. É verdade. Placentas diferentes. Ele é moreno. >> Abitalinos, né? >> É. É. Nós somos heterosigotos, como se se diz, né? Não fomos univitelinos, mas a gente agradece a Deus porque fomos inaugurados num lugar realmente muito, mas muito simples, mas isso foi tudo que a gente precisava para tocar o barco nessa encarnação, porque eu me separei do meus do meu irmão com 13 anos de idade. Foi assim a minha primeira grande perda na vida, porque nós éramos tudo fazíamos juntos. Então eu saí de casa e faz exatamente eh 62 anos que a gente se encontra muito pouco. Os primeiros 13 anos foram bem bem bem intensivos, mas 62 depois ele foi pro Rio, eu vim para João Pessoa e aí a gente se fala, se comunica. Mas foi para mim foi uma grande uma grande perda. Mas Deus sabe o que faz. importante é estar aqui agradecendo essa oportunidade, cada um do seu modo, realizando sua sua, eu não digo missão, sua expiação, mas graças a Deus, eh, com muita gente boa que Deus colocou de meu caminho, eu pude chegar onde cheguei. >> Que história, hein? Olha, olha >> e que coisa incrível. Deixa eu só responder a Flavinha Teodoro aqui que um dia ela colocou aqui, um dia também irei para Goiânia. Não venha, Flávia, porque se você vier para Goiânia você não vai querer voltar. Então não venha para Goian. Goiana é a melhor cidade do universo. Adri, >> apesar, professor Severino, de amar João Pessoa, viu? >> Deixa eu dizer uma coisa para você. >> É um lugar diferenciado também. Diga ela assim: "Não venha paraa Goiânia, se mude para Goiânia, né? Venha para Mala Grande." >> É. Aí eu tenho muito carinho pro Goiânia. Foi lá que eu fiz meu pós-doutorado, né, na PUC e devo muita coisa a essa cidade. Quero muito bem aos aos goianenses, porque são pessoas assim muito receptivas e hoje é meu meu amor aumentou mais ainda, porque hoje eu vou a Goiânia por
, né, na PUC e devo muita coisa a essa cidade. Quero muito bem aos aos goianenses, porque são pessoas assim muito receptivas e hoje é meu meu amor aumentou mais ainda, porque hoje eu vou a Goiânia por missões não acadêmicas, mas espirituais que realmente >> legal isso, >> não é? nos recebe a o calor espiritual dos goianenses, como de outras cidades que eu vou, são fantásticos, né? Muito boas pessoas. Eu não sei se é a água da cidade, o que é alguma coisa que as pessoas bebem e se tornam assim tão tão maravilhosas. Aqui também uma pessoa, eu digo igual Adriano, não venha visitar, traga uma mala grande porque senão você vai passar um tempo ou então vai que mudar o guarda-roupa todinho porque daqui você não volta mais. Se parino, eu fui a João Pessoa dezembro de 2023 a passeio e conversando com motorista de Uber, taxista. Eh, Flavinho, eu já fui paraa Vitória, viu? muito bacana também. Gostei demais, demais, demais mesmo. Eh, conversando com o pessoal, né, motorista de Uber, taxista, enfim, eles naquela época, né, aquela época, vírgula, agora dezembro de 2023, mas já falava assim que a quantidade de pessoas que estão indo para João Pessoa, mas muita gente, muita gente, >> o IBG confirma, >> não é? É, foi, a, foi a cidade que mais cresceu no último censo, no Nordeste foi João Pessoa. Explode, mas é um espetáculo, viu? >> É, >> é um espetáculo mesmo, porque uma semana em João Pessoa, deu para conhecer muita coisa. Olha, espetáculo. Bacana demais. Ó, antes de passar definitivamente a palavra aí para vocês, para o estudo, enfim, agradecer a todos que estão nos acompanhando, né, via chat, todos que estão se manifestando, todos que estão assistindo, né, como eu disse mais cedo, seja no celular, seja na televisão, eh no no laptop, enfim, todo mundo que está nos acompanhando. Valeu demais, muito obrigado. e pedir para que vocês prestigiem aí todos os canais que estão retransmitindo de Moisés da Kardec, o canal do Igésic, que é o Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o canal da
demais, muito obrigado. e pedir para que vocês prestigiem aí todos os canais que estão retransmitindo de Moisés da Kardec, o canal do Igésic, que é o Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o canal da TV Goiás Espírita, Web Rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita, TV Secal, Conecta Espiritismo, Grupo Espírita Fonte Viva, que vocês possam prestigiar todos os canais, né, e buscar aí a a as redes sociais de todos esses de todos esses canais. Eh, isso é muito importante para que vocês conheçam aí todas as programações. E não se esqueçam, inscrevam nos canais, ative as notificações, curtam e compartilhem os vídeos. Isso é muito importante para que esse conteúdo possa chegar a mais pessoas e consequentemente a mais lares. E o intuito aqui é divulgar o espiritismo, tá? Não é outro, é divulgar o espiritismo. Então, a maior caridade que a gente pode fazer pelo espiritismo é divulgá-lo, não é? Então essa é a intenção, né, desse pedido, que vocês possam dar aquela força a todos os canais, todas as plataformas aí que estão transmitindo, retransmitindo conteúdo do de Moisés a Kardec, quinta temporada. Fala, Jorgino. >> Não, >> tranquilo, >> não. Só arrumando a garganta, >> ó. Então é isso. E eh o o o Álvaro ainda não não tá aqui não. Daqui a pouquinho ele deve tá entrando. Então Jorginho Elará, professor Severino Celestino, a bola está com vocês e bom estudo para todos nós, tá bom? Estarei aqui nos bastidores. Se precisarem de mim, >> estarei aqui nos bastidores. >> Então tá bom. Vamos começar então, professor. Vamos. >> Como estão as coisas em João Pesso? Tá tudo bem? Tá tudo bem, graças a Deus. Eu >> bem, né? >> Abandonei os óculos mesmo depois de tudo, tá? Estou vendo melhor, graças a Deus agora. Então, tá tudo sob controle. E aqui, Jorge, eu queria só registrar, nós tivemos em Recife semana passada, eu e o Álvaro fizemos um estudo lá. E o pessoal assiste de Moisés a Kardec, gosta muito. Foi assim uma receptividade muito grande. Só faltava você lá para fazer a festa com todos juntos. Pessoal
sada, eu e o Álvaro fizemos um estudo lá. E o pessoal assiste de Moisés a Kardec, gosta muito. Foi assim uma receptividade muito grande. Só faltava você lá para fazer a festa com todos juntos. Pessoal de Recife é uma é um pessoal que eu é minha minha cidade vizinha. Eu fiz meus meu doutorado lá e tô sempre em Recife porque são 120 km de distância, apesar do trânsito, tudo, mas a gente chega em Recife com facilidade. >> 120 >> é >> é muito perto. >> É, é um pulo. É um pulo. A gente sai de manhã, toma café em casa, almoça em Recife e vem jantar em casa sem problema nenhum. resolve o que quer muito pertinho, >> é pertinho. Mas vamos lá, meu filho, a palavra é sua, viu? >> Vamos lá. Então, nós estamos estudando o capítulo 21 do Deuteronômio. >> Nós começamos este capítulo na última live, vimos alguns tópicos que são bem interessantes desse capítulo, mas nós ainda temos alguns assuntos para tratar dele que são extremamente impactantes. E a gente vai hoje dando continuidade para os nossos estudos, eh, vendo a sequência, nós paramos no item de 14. Eu óculos, tô precisando operar, professor. É, nós paramos no 14, agora nós vamos pro 15. Então, quem quiser acompanhar, nós vamos para o item 15 do capítulo 21 de Deuteronômio. E aqui quero fazer logo uma observação que nesse período ah não estava consagrado dentro do judaísmo a ideia da monogamia, tá? Então vocês vão ver assim com um pouco de estranheza, mas o texto vai falar de homens que têm mais de uma mulher, né? Mais de uma mulher. E os patriarcas eles tiveram, não é? Abraão era casado com Sara, mas também tinha a sua serva Agar. Jacó tinha era casado com Lia e Raquel, que eram duas irmãs, e também casou com as servas de cada uma delas, Zilpa e Bília, que tinha quatro esposas, portanto teve filho com as quatro mulheres. Aquela época, os filhos da serva eram tidos como sendo filhos da própria senhora. Então isso não era incomum nesse período e a gente vai tratar exatamente dessa questão. E aí eu quero logo fazer uma observação sobre um verbo que vai
eram tidos como sendo filhos da própria senhora. Então isso não era incomum nesse período e a gente vai tratar exatamente dessa questão. E aí eu quero logo fazer uma observação sobre um verbo que vai aparecer aqui, que é um problema de tradução, tá? Ninguém se espante com o verbo que vai aparecer. Mas eh aqui no item 15 eh já é dito assim: quando um homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem despreza, isso é problema de tradução, tá? Porque o texto no original não é amar uma e desprezar a outra, porque se você vai desprezar porque casou, né? O que o texto está dizendo é que você ama uma e ama menos a outra. E aí eles substituem por desprezar. Então, eh, existe inclusive na estranha moral que Kardec trata no Evangelho Segundo Espiritismo no capítulo 23, algumas observações nesse sentido, quando diz assim na tradução: "Aquele que não odiara seu pai e sua mãe, não é digno de mim. E esse odiar está nesse sentido aqui do amar menos. Só que como falta uma composição e apresente isso de uma maneira bastante clara, aí eles acabam usando o termo odiar, desprezar. Mas o objetivo, na verdade, era destacar o aspecto de uma ser preferida em detrimento da outra, né? Eh, então tem até um pessoal que brinca, é brincadeira, tá, professor, de que o o Jacó era analfabeto. Aí não é por quê? Que tá escrito na Bíblia que Jacó amava Raquel e não lia. Brincadeira. >> Não conseguia ler. >> É que ele não lia, né? Porque e não lia. Ele amava Raquel e não lia. Lia com letra maiúscula. >> É. E a Lia aí é mulher, não é? Lia do verbo. >> A Lia aí é uma mulher. >> A Leia, né? Olia, sei lá. >> Olia. É Leia. É Leia. Mas todo mundo traduz. Mauria traduzia. >> Agora jovem só dentro. >> Quando o homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem despreza, ou seja, uma que ele ama mais e a outra que ele ama menos. e a amada e a desprezada lhe derem filhos. Ele casou com duas, as duas deram filhos. E para piorar a situação, o primogênito é filho da desprezada. Imagina, eu tenho duas mulheres e
que ele ama menos. e a amada e a desprezada lhe derem filhos. Ele casou com duas, as duas deram filhos. E para piorar a situação, o primogênito é filho da desprezada. Imagina, eu tenho duas mulheres e exatamente aquela que me deu o meu primogênito é a que eu amo menos, não é a que eu amo mais. Neste caso, professor, que a gente vai fazer, segundo a lei de Moisés, já que eu amo mais uma, já que eu amo mais a uma, né? Mas a outra teve um filho e é mais velho, mas eu amo mais a outra. Como é que resolve essa questão? Segundo a lei de Moisés, já que eu amo a esta, mas ela não me deu o filho mais velho, mas a outra me deu, mas ela é desprezada. Qual é a solução para o problema? Olha, Jorgito, antes de você, antes de de eu dar fazer o meu comentário nessa sua pergunta, respondendo, eu queria lembrar que entre os patriarcas teve um que foi monogâmico. >> Exato. >> Ah, é? Foi o Isaac. E é curioso que é a primeira passagem entre os patriarcas que diz que alguém amou alguém. Porque >> isso >> não é o Gênesis não fala que Abraão amou eh eh Sara >> não fala. >> Mas com relação a Isaque, que era é considerado assim o mais submisso dos patriarcas, o mais humilde, o mais simples, que foi enganado pela esposa, não é? na questão da primogenitura, que ele não tinha o o Gênesis disse que ele amou a sua esposa Rebeca ou Rívica, né? Como é o termo hebraico da minha avó. >> É, é Rífica. É, >> eu acho muito bonito esse nome, >> mas eu acho que >> se eu tivesse uma filha, eu ia botar o nome de Rífica. >> Como é? Se eu tivesse tido uma filha, eu ia botar esse nome, Leal. >> Bonito. Eu gosto desse nome, Rívica. Sim. Agora, respondendo à sua pergunta, não importa se ele ama mais ou que ele ama menos, o primogênito vai ser aquele que nascer primeiro entre qualquer uma das duas. Se for na na queele ama menos, esse vai ser considerado o primogênito. Não importa. Eu acho isso espetacular, porque o que que o menino tem de culpa dee ser filho da que não é a predileta? Exato. Exatamente. Se ele não ama a não
s, esse vai ser considerado o primogênito. Não importa. Eu acho isso espetacular, porque o que que o menino tem de culpa dee ser filho da que não é a predileta? Exato. Exatamente. Se ele não ama a não ama tanto aquela que teve o primogênito, como ama que não teve, o problema é dele, a opção é dele. >> Problema é agora o direito de quem nasce primeiro. É curioso também isso. Eu vou voltar a Isaque. Eu vou voltar a Isaque porque Isaque não teve esse problema que ele era monogâmico, tá certo? Mas a primogênitura dele foi trocada segundo a história que devia ser de Esaú, não é? >> E ele perdeu, Esaú perdeu a primogenitura para Jacó. >> Foi trocado em cima e foi trocado embaixo, né? >> É. É. Agora, eu tive conversando com o rabino em certa ocasião e eu fiz essa pergunta a ele, como é que Deus tinha permitido que acontecesse isso na Torá? E ele deu uma resposta tão curiosa, Jorgito, ele disse assim: "Não, >> foi, Jacó >> é o primogênito e não Esaú". Eu disse: "Mas por quê?" Porque Jacó foi gerado primeiro, por isso que saiu depois. Se você coloca duas duas bolas num canudo, a que você botou primeiro a que sai por último. Então a nidação ou a fixação de Jacó no útero aconteceu antes da de Esaú. Então ele é o verdadeiro primogênito. Que é que você acha dessa resposta? Eu achei fantástica. >> É essa essa essa explicação eu ouço desde menino na minha casa, né? Porque essa essa era uma pergunta muito feita, né, em casa. Ah, >> poxa, mas o cara >> o cara fez isso? E aí a gente sempre ouvia de resposta, não. O filho mais velho se forma no fundo e o filho mais novo depois. Então, eh, do ponto de vista médico, um nasceu primeiro que o outro. >> É porque saiu primeiro, mas não foi o primeiro gerado, né? É, mas aí >> é o que eu acho interessante. >> Segundo o judaísmo, o primogênito para fins religiosos e é o que saiu depois, >> que é o Jacó. >> O senhor não é o o senhor não é o primeiro filho não, né? É, não, não sou, não sou o primogênito. O meu primogênito foi um irmão que também tem o meu nome, mesmo nome que
u depois, >> que é o Jacó. >> O senhor não é o o senhor não é o primeiro filho não, né? É, não, não sou, não sou o primogênito. O meu primogênito foi um irmão que também tem o meu nome, mesmo nome que eu. Severino. Severino. Mas eh entre Severino e eu teve uma mulher, uma uma irmã. Agora agora eu sou o primogênito da segunda família, tá certo? Ah, >> é porque meu pai não era polígamo, não, mas ele casou duas vezes na mesma família. Ele casou com a minha tia, que viveu com ela até 1944. E ela em 1944 morreu de parto do 17º filho. E aí ele casa com minha mãe que em 10, em 9 anos teve mais 10 filhos. Quer dizer, meu pai gerou 27 filhos e ainda criou um neto >> porque achou que foi pouco a família, né? Lá em casa era menino que eu dizia, eu custava brinqu brincar dizendo que 1 kg de menino na minha casa não valia nada porque eu tinha menino demais. Uma coisa que hoje não acontece na sociedade atual, né? Mas minha família tinha assim um caráter judaico, ninguém sabia o que era anticoncepcional, nem controle de família, nada. Verdade. >> É, era, era uma época e eu agradeço muito a Deus por isso, né? Porque meu pai permitiu que a gente viesse em abundância, né? E a minha primeira sociedade educativa realmente foi a minha família por causa da hierarquia, porque tínhamos o hierarquia mais velho, eram mandavam na gente na expressão, né? Eles tinham autoridade sobre nós que era meu pai que dava e aí daquele que desobedecesse. Então eu fico me lembrando que nada acontece na natureza que seja errado. Mas o que você tá me dizendo aí, Jorgito? eh demonstra mais uma vez o nosso desconhecimento, nós do ocidente, do que é judaísmo. Porque quando o rabino me deu essa resposta, eu vim ter essa resposta já depois de 50 anos, eh, em Jerusalém, já educado, já teólogo. E eu desconhecia isso. A a teologia que eu aprendi aqui no Ocidente é que houve um erro do próprio Deus de determinar essa questão da primogenitura quando a mãe de de de Jacó e A Esaú mudou, mas não foi. >> Uhum. >> Ela deu ela deu a a
que eu aprendi aqui no Ocidente é que houve um erro do próprio Deus de determinar essa questão da primogenitura quando a mãe de de de Jacó e A Esaú mudou, mas não foi. >> Uhum. >> Ela deu ela deu a a >> Ela corrigiu, né? >> Ela corrigiu. Exatamente. Mas tem uma coisa. >> Sim. Na minha casa, eu sempre ouvi isso para a resposta do da primogenitura, né, de Jacó. >> Mas eu nunca ouvi uma resposta para a primogenitura de Ismael, Ismael e Isaque, porque ali também >> primogênito seria Ismael, né? Não, Isaque foi o primeiro. E mesmo eles tendo sido expulsos, isso não tira dele a primogenitura que os árabes defendem com unhas e dentes. Porque eles dizem que os descendentes de Abraão, os legítimos, são a linhagem de Ismael. e que a Caba, né, segundo o conceito do islamismo, a Caba foi construída por eh Esaú, perdão, por Ismael e e Abraão, que teriam sido eles que edificaram a Caba. E ainda tem mais uma outra coisa que os árabes dizem. Dá licença, explica aí para as pessoas que estão nos assistindo o que é caba, porque pouca gente, né, conhece. Pode ser que eu dentro, pode ser que a maioria conheça, tudo bem. >> Uhum. >> Mas >> não é todo mundo que sabe o significado da Caba pro povo do islamismo, né? Então você deve, >> não é? Porque é um é um é algo realmente importante que seja explicado. >> É o os muçulmanos, quando eles estão fazendo orações, eles têm que se curvar para meca. >> Então o o muçulmano, >> ele tem que saber para onde fica a meca para que ele se curve de paraa meca. Mas se ele estiver em meca, ele se curva para onde? Que ele já tá em meca, ele se curva para cáaba. Na verdade, nenhum muçulmano se curva para Meca, eles se curvam para a Caaba. Então, a Caba é uma construção que é um cubo. Ele é um cubo feito de tijolos. >> Eh, muitas vezes as pessoas vêm a caba como uma pedra preta. Ela não é uma pedra e ela não é preta. Ela é uma construção de tijolos. Ela tem uma cor marrom, mas ela está sistematicamente vestida com um pano preto. >> Hum. >> Então, como a gente vê sempre ela
a. Ela não é uma pedra e ela não é preta. Ela é uma construção de tijolos. Ela tem uma cor marrom, mas ela está sistematicamente vestida com um pano preto. >> Hum. >> Então, como a gente vê sempre ela coberta pelo pano preto, o pano preto, as pessoas acham que ela é um imenso cubo preto, não é? São tijolos que foram assentados por alguém e construiu um ambiente, ele não é muito grande, acaba Eu vou chutar aqui, tá? anunci as medidas dela, ela deve ter uns uns 10 por 10 por 10 por 10. Ela é um cubo >> 100 m². >> É, ela deve ter mais ou menos isso, 10 por 10 por 10 de altura, algo do gênero, né? >> É grande. É, é grande, viu? >> É, ela é mais ou menos isso. E a Caba, ela foi edificada, segundo a tradição eh dos muçulmanos. Quem edificou a Caba foi Abraão junto com seu filho Ismael. E ela tem uma particularidade. Em um dos cantos da Caba, assim, uma das esquinas dela, foi colocada uma pedra que caiu do céu. Uma pedra que caiu do céu. Eles juntaram e edificaram. Ela é uma pedra que ela não ela não é certinha com os tijolos. Se você pegar o o desenho da Caba, eh, ô ô ô ô, Adriano, vê se você consegue achar aí uma imagem da Caba, >> deve ter caba com >> eh com o pano levantado, que aí você vê os tijolos e aí dá para ver num dos cantos dela que tem uma pedra, é uma pedra toda irregular que foi posta no na esquina, que foi uma pedra que caiu do céu, né? Então, o meteorito caiu e eles acharam bonito o meteorito e botaram no cantinho dessa caa. A ca ela era um objeto de muita reverência religiosa. Ali na caba ficavam os deuses, todos os deuses dos árabes, suas imagens ficavam guardados dentro da Kaaba. As pessoas ali iam adorar os vários deuses. E quando Mohammed, que a gente chama de Maomé, recebeu a revelação do Corão, ele recebeu a notícia de que ele deveria limpar a cá, que tinha todos os deus lá dentro. Evidentemente, ninguém gostou do que ele fez, né? Porque ele entrou lá e tirou tudo. Hoje a caba é absolutamente limpa, não tem nada lá dentro, mas ela já foi lugar aonde se guardou muitos
lá dentro. Evidentemente, ninguém gostou do que ele fez, né? Porque ele entrou lá e tirou tudo. Hoje a caba é absolutamente limpa, não tem nada lá dentro, mas ela já foi lugar aonde se guardou muitos deuses. Inclusive o sobrinho de Mohamed chamado Ali, ele, a mãe dele deu a luz dele dentro da ca. Ella Ela teve a criança lá dentro entre aquele monte de imagens que na época existia. Depois, Mohammed já adulto, inicia um trabalho de, vamos dizer assim, limpeza, né, espiritual da Caba. Todos os objetos estavam ali dentro de culto foram todos retirados. E aí nós vamos eh nós vamos vendo como é que ela ela tem essa importância. Então, quando você tem uma cerimônia e em meca em torno da caa, batido de cima, fica todo mundo de frente para ela, como se fosse um sol, todo mundo virado de frente para ela, para cá, para cá, para cá, para cá, todo mundo virado de frente para ela. E a maior mesquita do planeta, ela fica em Meca, lá onde ficava a ca. Ela foi construída porque a caaba já estava lá. A ca não foi construída na Mesquita. Oi. >> A mesquita é linda, imensa. Eu acho que tem mais de quatro minaretes, né? >> Ah, aquela tem minarete para todo canto. E ela ela foi construída porque a Caba a Caba já estava lá. Não é pra gente pensar que eh a Caba foi construída, perdão, que a Caba foi construída dentro da mesquita, ao contrário, a mesquita que foi para celebrar a Caba que era pré-existente, ela fent >> tem um grande pátio assim de adoração e ela tá bem no meio desse pátio colocada. Não sei se o Adriano conseguiu aí achar alguma imagem da da Caaba. Se ele tiver achado aí, ele joga pra gente aqui pra gente dar uma olhada. Olha aí. Esta é a caba. Olha aí, vocês estão vendo? Olha o tijolo. >> É, >> olha o tijolo >> embaixo, né, J? Embaixo pé, né? >> É porque é o É o pano tá um pouco levantado aí, né? >> É, >> mas ela é de tijolos, olha. E é um desses cantos dela que tem a a pedra caiu do céu. Se o se o o o Adriano caçar um pouquinho, ele vai achar uma foto de um zoom em cima dessa pedra que
í, né? >> É, >> mas ela é de tijolos, olha. E é um desses cantos dela que tem a a pedra caiu do céu. Se o se o o o Adriano caçar um pouquinho, ele vai achar uma foto de um zoom em cima dessa pedra que caiu do céu. E dá para ver claramente, ela tem mais de 10 m. Olha, pelo tamanho das pessoas aí, >> deve ter uns 15 m, hein? Então ela ela é ela é calculada em metros cúbicos, não é metros quadrados, né? >> Ela é um cubo. >> É >> largura, altura e e profundidade iguais. >> É, é. >> E foi aí dentro que se coloca era aí dentro que se colocava os deuses, né? Mas depois depois foi tudo limpo, não tem mais nada aí dentro dela. Ela é completamente vazia. E objeto de culto porque eles conseguiram limpar tudo que tinha. em volta dela. É, mas eh existem imagens até com mais gente, masé em volta da Caba, muito mais gente, todo mundo curvado, todo mundo assim ajoelhado orando com e ela batida a foto de cima e você parece um sol, todas as pessoas viradas para ela, quem tá em cima olha para cá, quem tá embaixo olha para lá. E assim todas as direções, a mesma coisa. uma foto muito bonita que tem eh desse desse processo todo. Muito bem. Então, a Caaba teria sido construída por eh Abraão e e e Ismael, né? >> Ismael. >> Ele não achou ainda, acho que a imagem da pedra do canto. A hora que você acha, ah, é só jogar. Mas eu queria fazer mais um comentário sobre Ismael, que quando acontece o sacrifício de Isaque, diz assim que Moisés, que Abraão foi até o monte com seus moços. Então, eh, entre os moços dizem que um dos moços era Ismael. dos monstros. É, >> Jorge, faltou uma acrescentar aí alguma coisa ainda. O muçulmano, o muçulmano tem obrigação de pelo menos uma vez na vida visitar Meca, não é isso? >> É, mas tem um detalhe nessa visita, hein? >> Hum. >> Tem um detalhe que é o seguinte. Olha, a a vovó fez uma pergunta, eu não sei qual foi. Daqui a pouco eu vejo a pergunta, vovó, só um instantinho. Mas eh só um detalhe, eles não simplesmente têm que ir a meca, não é uma coisa assim, não, você tem que
ez uma pergunta, eu não sei qual foi. Daqui a pouco eu vejo a pergunta, vovó, só um instantinho. Mas eh só um detalhe, eles não simplesmente têm que ir a meca, não é uma coisa assim, não, você tem que ir, você tem que ir, não é bem ir. A questão é que você precisa ir à Meca para fazer um curso de autoconhecimento. Não é para ir, é para ir para fazer o curso. Então você vai a Meca e aí você diz: "Eu estou vindo para participar da cerimônia e ao mesmo tempo fazer o meu curso de autoconhecimento." Aí você inscreve. Olha aí quem chegou. Meu Deus. Aí você olha aí a que eu falei, todo mundo virado. Isso aí é gente. Isso é gente virado para ela. Ó aí o pano desceu até lá embaixo. Parece que ela é preta, né? >> Todo esses negocinho aí que vocês estão vendo é gente >> em círculorno >> em torno da caba. >> Não é lindo? É linda essa imagem. Todos eles virados pro mesmo objeto. Uma coisa magnífica essa foto. E olha o alinhamento das dos círculos, o alinhamento que tem. Não tem ninguém fora da do alinhamento. >> É isso. >> O primeiro círculo, o segundo círculo. Prédenhado, né? >> É, parece que desenhou, né? É. >> É. Daqui a pouco Adrianda vai Adriana vai achar da pedra do canto da a pedra caiu do céu que tá no canto da Caba. Bota assim, meteorito Caaba que vai aparecer. Então e eles não simplesmente têm que ir à meca. Isso não é só assim, não. O cara tem que ir, ele tem que ir para fazer o seu curso de autoconhecimento. Então ele fica lá no tempo que ele estiver, ele vai fazer meditação, ele vai refletir quem sou eu, qual o propósito da minha vida, por que eu tô aqui, o valor das coisas. E ele vai se ter que se despir do orgulho, da vaidade, da prepotência e se aproximar dos valores espirituais que o Islã apresenta. Depois que ele fizer essa viagem e fizer esse esse esse trabalho de autoconhecimento, ele vai poder usar uma touquinha branca. Se você vê um muçulmano com aquela touquinha branca na cabeça, é porque ele já fez esse essa peregrinação e fez o curso de autoconhecimento. E aí, para que ele
ele vai poder usar uma touquinha branca. Se você vê um muçulmano com aquela touquinha branca na cabeça, é porque ele já fez esse essa peregrinação e fez o curso de autoconhecimento. E aí, para que ele seja reconhecido, ele recebe um título que chama-se Raje. O Álvaro indo à Meca e fazendo esse trabalho, ele não é mais Álvaro, ele é age Álvaro. Ele ganha, ele ganha um título de rage, um título a mais. >> É, então, todo mundo que tem o título de rage é uma pessoa que já mergulhou em si mesma e os demais reverenciam porque ele foi no fundo do seu eu buscar as suas verdades espirituais. >> Jorgita. É isso. >> Antes da gente saudar o Álvaro, eu quero concluir aí porque você falou que aonde eles estão, eles fazem oração voltado paraa Meca, para Caaba, não é isso? >> Isso. O muçulmano >> e o judeu. >> Aí >> essa é a pedra do canto, tá vendo? E o cara puxou um pouco do pano e tá mostrando essa pedra que tem no cantinho da ca. >> Quem é o meteorito? >> Essa pedra aí >> é tem o meteorito aí atrás. Essa peça protege o meteorito. Esse pe essa peça de de metal aí. >> Deixa eu ver. Tem uma, tem outras também que dá para ver um pouquinho mais de longe, aí você vê ela, ela é meio saliente assim no ponto final. >> Hum. Não sabia não. >> Ô, Jorginho, >> é, >> ela caiu do céu. >> É, eles fazem a sua peregrinação, a Meca. Eles oram sempre voltados para Meca. Caba e o judeu ora voltado para onde? Al é que sabe? >> Para Jerusalém. >> Aonde ele estiver voltado para Jerusalém. Todas em Jerusalém. >> Aí você vai se virar para o templo. >> Para o templo. >> Entendeu? E aonde você está no mundo, toda a sinagoga, a aonde fica o Aron Racodes, a arca sagrada, onde fica o rolo de Torá, ali todos voltados para eles estão voltados para Jerusalém. >> Se vocês perceberem o o Kodes Rakodashima, ele é um cubo também. Tem nove côvados assim, nove assim, nove assim, né? E aí acaba também um cubo, tá? Só para botar mais minhoca na cabeça de vocês. Os dois são cubos. Me me permita uma observação. Eu me lembrei de um detalhe aqui. Tem
assim, nove assim, nove assim, né? E aí acaba também um cubo, tá? Só para botar mais minhoca na cabeça de vocês. Os dois são cubos. Me me permita uma observação. Eu me lembrei de um detalhe aqui. Tem um, acho que ainda existe um frigorífico aqui em Goiás que exporta carne para o o no Oriente Médio. E um dos requisitos para que essa carne seja aceita é eh e que a construção que foi feita, ela é voltada paraa Meca. >> Exato. >> E tem todo um ritual que é feito em relação a lá o abate, enfim. eh para que essa carne seja aceita lá no Orient no Orientem Médio, viu? Tem essa essa situação aí. Eh, e alguns frigoríficos, eh, também tem carne cacher que segue a a lei de do livro de Levítico, né? E e é interessante que para o muçulmano, a carne halal, ela precisa ser abatida por um monoteísta. Então o muçulmano ele consome a carne caché, eh, mas o judeu não consome a carne ralala porque tem regras e leis muito específicas. Mas eu tenho muitos amigos que não ralaram, mas que trabalharam e trabalham em frigoríficos aqui no Brasil para carne e caché que sigam essas essas leis, né? Boa noite, Álvaro Morteri. Você estava fazendo muita falta a mim e ao e ao Jorgito. Nós começamos o estudo da noite falando da questão da primogenitura e aí entramos na questão de de de amor, né, que da bigamia, da poligamia que o Jorge Jorge explicou que foi a partir do versículo 15, né, que a gente começou a ler o 15, eu acho que foi o 15 e o 16, não foi, Jorge? e que mesmo se e o Jorget falou da questão da origem que não existe uma que o texto diz uma que ele ama outra que ele aborrece ou despreza, mas no original fala uma que ele ama mais, outra que ele ama menos. Então >> qual capítulo, professor 20 >> é o 21. >> 21 >> 21 versículo 15 >> 21 15 16 eh Adriano, eu mandei para você a imagem da Caba. Dá uma colocada aí para nós, pra gente poder se emocionar aí com a pedra pedra preta. >> Ah, é. >> Ele deve, será que ele recebeu? >> Ele dormiu. >> Ele dormiu. >> Ele não dorme não, meu filho. >> Será o bichinho?
da aí para nós, pra gente poder se emocionar aí com a pedra pedra preta. >> Ah, é. >> Ele deve, será que ele recebeu? >> Ele dormiu. >> Ele dormiu. >> Ele não dorme não, meu filho. >> Será o bichinho? Mandei aí no chat privado, >> Álvaro, já recebemos saudações de Recife aí, viu? Pessoal que assistiu nosso curso lá, mandaram as pessoas que nos assistiram, enviaram mensagens de agradecimento e estão marcando presença aí conosco. >> Oba! Que maravilha! Eu peço desculpas por chegar atrasado, trabalho pelo aniversário do professor Severino também. Aê, olha aí a caba como ela é por dentro, tá vendo? E olha a pedra aí no canto. >> E como vocês chegaram na ca? >> É, a gente chegou na Caba por causa da >> Nós chegamos na Caba por causa de Ismael. Que primogenitude? a primogenitude, porque nós estamos falando da primogenitude. O cara tem duas esposas e uma é desprezada, a outra é amada, mas a desprezada teve o primeiro filho. É ele que é o primogênito >> e não o filho da amada. É. Aí Jorgito falou que >> o filho da escrava de de Abraão, Ag ou Ága, é Ismael e que ele é o primogênito e que os árabes falam que Abraão junto com Ismael foi quem construiu a Caaba. Por isso que a CAB entrou no estudo da noite. >> É, é, é que a gente também tem que se lembrar que o Islã é muito mais recente que o próprio muito mais recente que o próprio cristianismo. Então o o Islã é uma religião bastante nova e e assim eu tenho algumas eu tenho alguns alertas feito por Emânuel sobre a psicografia e a e o equívoco mediúnico de Maomé escrito no livro A caminho da Luz, onde a Emanuel nos apresenta que Maomé foi um profeta que lamentavelmente, um médium que lamentavelmente falhou e se perdeu, por exemplo, na sexual sexualidade com a questão de eh >> poligamia, né? Também >> poligamia e casamentos com eh >> eh com mulheres e com garotas, né? E também se perde em poder. Então se a gente é rígido com a nossa com os nossos médiuns, muitas vezes eu só deixo um alerta sobre o Alcorão que é trazido por Emanuel. Eh, não tô dizendo, não estou
né? E também se perde em poder. Então se a gente é rígido com a nossa com os nossos médiuns, muitas vezes eu só deixo um alerta sobre o Alcorão que é trazido por Emanuel. Eh, não tô dizendo, não estou desprezando, mas estô colocando na luz da doutrina espírita. Vai ter corte, mas é Emmanuel que escreveu, >> certo? >> Muito bem. Muito bem. Então aí esse direito do >> Com todo respeito ao Islã, com todo respeito ao Islã, mas é uma informação trazida eh desse nessa proposta, né? >> Muito bem. Eh, nós temos aí então duas mulheres e não importa se ela era desprezada ou não, o filho mais velho será o filho de quem for. Quem tiver tido o primeiro filho será o primogênito. Ponto, acabou. Certo? Isso aí é fundamental. Eu achei tão bonito isso, porque é um sentido de justiça, né? que poxa você ser preterido porque a mulher mulher é uma é outra. Eu poderia advogar em favor de de Isaque que Agar não era esposa, né? Era uma serra que a senhora disse: "Deita com ela para ver se tens um filho". >> É. >> É. Ela não era uma esposa, ela foi foi uma circunstância lá da sede de ter um filho de Sara, né? Muito bem. Então, eh, seguindo aqui para o 17, diz assim: "Mas ao filho da desprezada reconhecerá por primogênito." O pai reconhecerá ele como primogênito, dando-lhe dobrada porção de tudo quanto tiver. Porquanto aquele é o princípio de sua força, o direito da primogenitura é dele. E aqui eu evoco uma outra coisa. Quando quando Jacó dividiu as terras, eh, ele tem um filho que pegou a porção dobrada, né? José pegou porção dobrada e José era o filho mais velho, mas da mulher que ele amava. Você tá vendo como é a este princípio aqui aponta que quem deveria receber seria Ruben que deveria receber a porção dobrada. Mas quem recebe é José, que fica com dois lotes, um para Efraim e outro para Manassés. Interessante. Como também a gente comentou, Álvaro, só um minutinho, Álvaro, a gente comentou também o o caso de Esaú e Jacó, que mesmo Esaú nascendo primeiro, ele não teve direito à primogenitura por
Interessante. Como também a gente comentou, Álvaro, só um minutinho, Álvaro, a gente comentou também o o caso de Esaú e Jacó, que mesmo Esaú nascendo primeiro, ele não teve direito à primogenitura por causa da do artifício, né, da de Rebeca ou Rívica, a mãe deles. Mas ao mesmo tempo a gente e eu e Jorgito, eu eu fui saber disso muito depois, já em Israel, agora depois de de 50 anos de de vida. >> Meu Deus. É, é que no ocidente eu nunca tinha tido informação nisso, na minha teologia, na minha na na minha preparação, vamos dizer assim, teológica ocidental, que Jacó realmente era o primogênito, segundo o rabino me falou, porque eu fui argumentar, como a gente fala, pela artimanha de de de >> de Rífica. Mas ele disse que sendo o útero um tubo, o primeiro que foi gerado foi Jacó. E como foi gerado depois, nasceu primeiro. Porque se você coloca duas bolas num tubo, a bola que você colocou primeiro sai por último. Então o verdadeiro herdeiro era Jacó e não Esaú. E aí eu fui falar para Jorgito, Jorgito disse: "Ah, isso a gente aqui aprendeu isso ainda na infância, quando era menino já se falava disso. Quando eu era garoto em casa, eu já ouvia isso. Mas eu só fui ouvir, mesmo com curso de teologia, estudando em seminário, estudando em no ambiente teológico cristão ocidental, eu desconheci essa observação que como da área biológica, da área humana, né, que eu fiz a minha preparação do meu curso todo universidade para medicina e eu nunca ouvi falar, eu hoje >> eu hoje sei disso, né, pela anidação pela fecundação. Gostei muito embriogênis, tudo isso, grandes obras de Junqueira Exago. Todo que toda pessoa da área de saúde conhece que essas obras são muito importantes na no estudo da embriologia, mas isso biologicamente, cientificamente é correto. Tá certo? O que é gerar? A primeiração, a primeira nidação foi de Jacó e não de Esaú que a gente aí foi, >> tem algumas tem algumas perguntas aqui. É bom a gente já ir resolvendo para ir andando de acordar, ministro, >> mas deixa o Álvaro fazer o comentário
o foi de Jacó e não de Esaú que a gente aí foi, >> tem algumas tem algumas perguntas aqui. É bom a gente já ir resolvendo para ir andando de acordar, ministro, >> mas deixa o Álvaro fazer o comentário dele. Faça, Álvaro. É, é que é que assim, esse conceito de esse conceito eh de toledot >> de gerações, família, >> é um conceito bastante semita, bastante judaico. E ele é tão importante que no judaísmo que Mateus começa o evangelho dessa forma, ex, >> trazendo soledot, né, no primeiro capítulo, trazendo as gerações ah de Jesus. Agora, o interessante é que, como o professor disse lá no caso de Essav e Jacó, >> Esaú >> e Jacó, eh, existe uma questão que a a vamos dizer a Eucha, a herança >> a deveria ser de Caim. Mas Caim, vamos assim dizer, ele estava no mundo, ele estava de maneira menos comprometida. Então os midrachinos >> também é primogênito, né? >> Oi? >> Caim é primogênito, >> então, mas não recebe a herança. Ele é primogênito, mas não recebe a herança. Por quê? Aí quem faz a leitura literal fala: "Ah, porque Jacó foi lá. Agora eu pergunto, vou fazer uma seguinte pergunta. Jerônimo Mendonça, que era cego dos dois olhos, entrava alguém, ele chamava a pessoa pelo nome, sem nunca ter visto a pessoa na vida por muitas vezes. Você imagina quando você tá falando de um espírito ao nível de Isaque, tá falando de um espírito que ali é intitulado todo um grande parábola sobre o sacrifício para demonstrar a grandiosidade desse espírito que trabalha com nós, que tem uma missão espiritual. Ah, agora quando ele vai receber, quando vai ser dada a hereditariedade, quando vai ser dada Ieruxá, ali nós vamos encontrar eh eh Jacó recebendo e Irifica e protegendo, defendendo esse processo. Então, a erá seria como se dissesse assim: "Uma pessoa tem três filhos e ele quer deixar uma empresa." Você tem um que é um bom vivã, que é o mais velho, e você tem um dedicado administrador. Para quem você deixa a sua hereditariedade? É nesse sentido essa hereditariedade. >> Aquele que recebe não necessariamente é o mais velho
ivã, que é o mais velho, e você tem um dedicado administrador. Para quem você deixa a sua hereditariedade? É nesse sentido essa hereditariedade. >> Aquele que recebe não necessariamente é o mais velho mesmo, porque no caso de eh Caim, ele vendeu a primogenitura por um prato de lentilha. >> Foi. >> Então ele isso também é um processo parabólico, mas quer dizer, ele não tava nem aí por isso, >> não dava importância. Ele tinha fome. Eu até entendo ele, só porque ele tinha fome, ele vendeu a primogenitura, ele desprezou as questões espirituais. Então, eh, eu acho que tem algo nesse sentido, porque Ismael, sem sombra de dúvidas, o governador do nosso Brasil, governador espiritual, alcança a sua condição e já deveria obter elevada condição espiritual, mas uma tarefa surge de antemão como o princípio como o princípio eh de tudo a como na história com Abraão, né? Então eu só assim ressaltaria isso. E o que eu comentei sobre o Islã é só porque é algo que Manuel efetivamente escreve. Eu tenho muitos amigos no Islã e tem profundo respeito por todas as religiosidades. A, por todas as religiosidades, mas eu trouxe aquilo não em tom de provocação a ninguém, mas apenas de conceitual o que Emanuel escreve. Então, eh, eu acredito que tem algumas coisas, assim como a igreja, a Igreja Católica, né, precisou de reformas, o cristianismo precisou de reformas, assim como a gente vê esses processos naturalmente ocorrendo como um do homem, o homem em si não é essência da religião, se desvia, porque a essência do islamismo, eu tenho certeza que é é pura. como a essência de todas as religiões, mas os excessos humanos necessitam de correções. Eh, quando isso atenta contra um atributo divino, é um dos é um dos conceitos utilizados por Kardec. Quando algo atenta sobre o conteúdo divino, sobre um atributo, uma qualidade de Deus, a gente precisa de refletir sobre isso. Então eu vou dizer da seguinte forma, eh, o conteúdo a equivocado, um conteúdo equivocado numa psicografia de qualquer médium, de absolutamente qualquer médium, deve
te precisa de refletir sobre isso. Então eu vou dizer da seguinte forma, eh, o conteúdo a equivocado, um conteúdo equivocado numa psicografia de qualquer médium, de absolutamente qualquer médium, deve ser eh verificado, não por condenação, mas apenas para apreciação, porque isso não significa que essa apreciação deve se desfazer ou colocar qualquer outra religiosidade em torno de superioridade, mas essa é uma instrução aos espíritas. Já falaram sobre o filho rebelde? >> Não, >> ainda não. Tem umas perguntas, Álvaro. Vamos debelar as perguntas que tem pra gente ir andando e queimando, que às vezes elas ficam fora de contexto >> e a gente aí a gente vai andando no texto no que que der. Uma estou ouvindo. >> Podem me ajudar em uma dúvida? Estamos estudando sobre o Egito e hoje no grupo surgiu o assunto sobre tatuagem nos tempos antigos. Foi perguntado o seguinte: Ismael tinha uma tatuagem de meia lua? Tatuagens são eh práticas muito antigas, mas muito antigas. marcar, marcar a pele muito antiga no pulso. Isso é verdade. Então, eh, independente de de Ismael, isso é muito muito muito muito remoto. Desde a pré-história a gente já tinha indivíduos que se marcavam, né, de várias formas, né, com tintas, outros com a chamada escarificação, que a pessoa fere a pele, a pele vai criando alguns tipos de de cicatrizes e isso identifica a tribo a qual você pertence. É um sinal de coragem. Você tem eh marcas que algumas etnias têm a formação de quelides, então eles provocam a escalificação para marcar os quelides, para identificar a qual tribo você pertence, né? Então isso é muito velho, tatuagem é muito antigo. Agora sobre Ismael, eu não conheço nenhuma citação sobre isso. Eu só sei que ele era arqueiro, que é o que tá no texto bíblico. Mas >> ele era o quê? Arqueiro. >> Arqueiro. >> Ele era arqueiro. Mas que que ele que ele seria um um personagem com tatuagem? Eu desconheço, né? >> É, eu também desconheço. E ela qualquer questão assim. >> É. E tem um detalhe, Álvaro, na lei de Moisés fala que não se deveria fazer
que ele seria um um personagem com tatuagem? Eu desconheço, né? >> É, eu também desconheço. E ela qualquer questão assim. >> É. E tem um detalhe, Álvaro, na lei de Moisés fala que não se deveria fazer tatuagem. Se Moisés tá dizendo que não é para fazer, é porque faziam, né? Se não existisse, é porque faziam, as pessoas faziam. Então, do do não conheço nada. Não sei se o professor Severino conhece, mas eu também >> não. Agora eu eu não conheço, eu também desconheço, mas aí é uma coisa interessante essa tatuagem de meia lua >> há uma uma >> um direcionamento com relação a ao a >> à bandeira de do do islã, né? É o do islã. Olha, esse negócio de tatuagem é muito engraçado. Eh, outro dia isso aqui, fechem os ouvidos de vocês. Eh, vou contar mais vocês fecham os ouvidos. Um amigo meu eh disse que o filho apareceu com uma tatuagem. Aí ele disse: "Rapaz, como é que você coloca uma tatuagem?" Foi brigar com o filho. Aí o filho disse: "Uh, você fica reclamando comigo. Jesus tinha uma tatuagem. Você tá ficando doido? Tinha tatuagem senhor, ele tinha uma tatuagem na coxa, inclusive. Que onde você arrumou isso? E não é que tem mesmo no livro do Apocalipse dizendo que na conxa dele está escrito rei dos reis. Rei dos reis. E tem uma contra duas classes se lá. Uma eu sei que é rei dos reis. Tem aí acho que é senhor dos senhores e rei dos reis. Ah, capítulo 19 do apocalipse, se eu não me engano, versículo 16. É o que aparece essa marcação de um professor sabe decor. >> Oi? >> Eu acho que é 19 mesmo, viu? >> É 19, se não me engano. É o 16. Aí tem uma assim que ele tinha uma uma marcação na coxa, coxa direita, se não me engano. >> É, mas não é nesse sentido. >> Então as pessoas ficam procurando essas coisas para >> para eh fazer uma conexão, né? Mas a imagem que a gente tem no Apocalipse é uma imagem de um Cristo deificado, né? O cordeiro ele é o o julgador, ele é uma um uma entidade metafísica, né? Que aparece ali. >> Ele não é o Jesus de Nazaré, o homem que nasceu em Belém, que andava
uma imagem de um Cristo deificado, né? O cordeiro ele é o o julgador, ele é uma um uma entidade metafísica, né? Que aparece ali. >> Ele não é o Jesus de Nazaré, o homem que nasceu em Belém, que andava nas estradas de Israel. É o cordeiro é o Cristo planetário. >> É totalmente simbólico, né? Ela >> é totalmente simbólico. Totalmente simbólico. O apocalipse em si já é uma grande parábola, né? Achou, professor? >> Achei. É isso mesmo. 19 16. Eh, >> e não tá boa. >> É um nome está escrito sobre seu manto e sua coxa. Não diz se é direita ou esquerda. Rei dos reis e senhor dos senhores. >> Senhor dos senhores. Tem que ter uma tatuagem, tá? Jesus tem uma tatuagem na coxa. Vamos lá. Aqui diz assim, ó. Boa noite. Entendo a análise feita por Emanuel sobre o número 666 feito a caminho no caminho da luz. Mas João sendo judeu e o apocalipse é baseado em símbolos hebraicos. Como seria lido 666 em hebraico? A forma curta do 666, a gematria curta é 18. 18 é vida. É, mas o >> 666 é o número da besta e 666 é um número que vai muito bem com César Nero. >> Se você somar letras hebraicas, não latinas nem gregas, mas no hebraico, >> César Nero da 666, eu já fiz, já confirmei. E o que meu coloca em a caminho da luz, ele fez uma metáfora com relação ao nome latino dos títulos do papa vicário filidei, que se você somar essas letras latinas são letras que dão número, né? >> Exato. Mas o nome 666, calcule quem quem puder, como diz lá no apocalipse, é o nome deer em hebraico, né? Neron. que dá exatamente 66. Eu já fiz várias vezes. >> Agora sim, professor tem a guatria curta, que é a soma de todos os números. >> É, conheço. >> Então vai dar 6 6 dá 18. >> 18 dá d na nove. >> 18 é rai, né? Rud >> é o r, né? >> Mas o que que significa isso? Não significa nada porque eh e pode significar muito. Por quê? Porque a guematria ela só tem sentido se ela tiver um valor intrínseco espiritual conectado. Então os números por números não dizem muito. Agora os números quando conectados a uma essência espiritual no judaísmo, no judaísmo tem
m sentido se ela tiver um valor intrínseco espiritual conectado. Então os números por números não dizem muito. Agora os números quando conectados a uma essência espiritual no judaísmo, no judaísmo tem algum sentido. A gente não tá aqui endolçando eh numerologia e etc. Ah, nós estamos dizendo que no judaísmo isso é importante. Por que no judaísmo isso é importante? Porque os números que a gente usa são indoarábicos, ou seja, no hebraico você escreve com letras. Então, quando você acha um valor numérico que condiz com a essência do texto, ali existe um sentido. Então, o que o professor tá dizendo é que quando ele coloca como o número da besta, o 18 realmente não vai ter sentido para a interpretação do texto bíblico, apesar de ser ter uma significação, porque o texto ele tá falando ali de um processo que eh vida eh até teria sentido no sentido da revelação da vida espiritual e que para isso nós talvez tenhamos que passar por algumas convulsões. Então, seria talvez nesse sentido, professor, mas realmente eh quando o senhor coloca Nero e César faz completo e total sentido e tem muito mais conexão com a essência do texto ao tempo que ele é escrito, né? >> Olha, eu li uma vez mais terrível dos imperadores, né? Eh, eu li uma vez um texto que dizia quea em hebraico era romit r o m i t h e que isso posto na guematria daria 666. Uma coisa importante para todo mundo entender é que existem infinitas formas de você escrever não infinita não, né, mas um uma quantidade muito grande de forma de você compor 666. Não tem. Eu posso fazer 500 + 100 + 40 + 20 + 3 + 3. Eu posso fazer + 4 + 2. Meu Deus, quantas combinações tem para dar 666? >> Então, quantas palavras podem representar 666 Deus? Uma quantidade incontável. Aí >> agora João colocou uma coisa, viu, Jorgito? Ele disse que era um número de homem. o nome do homem. >> É, então, Inero era um homem, foi o mais terrível, mais tirando dos imperadores e foi quem mais perseguiu os cristãos. E foi exatamente na época que ele estava escrevendo isso. O que significa, como
> É, então, Inero era um homem, foi o mais terrível, mais tirando dos imperadores e foi quem mais perseguiu os cristãos. E foi exatamente na época que ele estava escrevendo isso. O que significa, como disse Ávo, a gente tem que procurar o sentido espiritual, porque aí tem a ciência, tem a história, tem o que João colocou, né? A gente não podia, né? Exato. Como professor, >> diga, querido. >> E a gente tem que entender uma coisa que nós vivemos aí 1 e 700, vou arredondar anos com a Igreja Católica Apostólica Romana, que também devemos a nosso respeito, como todas as outras religiões. Então, não é em sentido de crítica, mas é em sentido de que a própria igreja leva Roma no nome romana. Então, nós passamos séculos eh lendo o texto bíblico como se não houvesse uma crítica a Roma. E do mesmo jeito que eu trouxe uma crítica ao médium ali, eh, que se equivoca, é nós termos uma crítica a Roma no Evangelho. Então, a gente traz diversas passagens que não nos habituamos a ler dessa forma, mas Jesus critica a alguns comportamentos dos fariseus e critica o comportamento romano. Por quê? Porque o, apesar de ter o seu espaço e o seu lugar, ambos os comportamentos, nós vamos encontrar Roma como trazendo, vamos assim dizer, desvalores. E isso a gente e traz um progresso, traz uma série de elementos, mas traz uma série de desvalores, como, por exemplo, eh um império excessivamente eh excessivamente belicoso, um império onde os valores morais e a família eles são dissolutos em em quando comparados aos valores ah de poder. Então, nós vamos encontrar uma série de elementos que dentro da cultura eh judaica a gente tem valores fixos importantes. E quando a gente vê, por exemplo, costumo dizer, né, Tito da igreja de Corinto, não >> assim que >> esse que era o general, >> não é? A a mas quando a gente pega Tito eh da igreja de Corinto, que é descrito no livro Paulo Estevon, é um romano dentro de uma sinagoga. >> Por que que ele tava ali ouvindo? Porque eh conquistar, eh ter os maiores poderes, ter os
ga Tito eh da igreja de Corinto, que é descrito no livro Paulo Estevon, é um romano dentro de uma sinagoga. >> Por que que ele tava ali ouvindo? Porque eh conquistar, eh ter os maiores poderes, ter os maiores cargos, as condições de aristocracia não são coisas que preenchem ao espírito. Então é natural que no evangelho nós venhamos a encontrar críticas do mesmo jeito que são tecidas a determinados aspectos do farisaísmo. >> Uhum. Olha, o Vittor tá trazendo uma outra interpretação aqui que meia é o número seis se repetindo e o número seis é o número relativo ao homem porque o homem foi criado no sexto dia. Então é o número do homem. Então é o número do homem se repetindo. Representa a raça adâmica. É este salto paraa raça adâmica aqui tá faltando a gente ver melhor, mas seria realmente um seria realmente um número que se repete aí, né? É uma outra interpretação. Vejam, os textos religiosos, eles não têm gabarito. Não existe uma única interpretação correta e as outras são falsas. Várias interpretações podem ser tomadas diante de cada um desses. Agora, o mais importante é que essas interpretações nos levem a um processo de mudança interior para que a gente não caia nos excessos das gerações antigas que mergulharam profundamente nos estudos eh esotéricos ou esotéricos das coisas na busca do santo graal de conhecimentos misteriosos. se esqueceram de fazer o que era mais importante. A gente não pode se perder nesse caminho. Nós vamos procurar o conhecimento, mas nós temos que ter um olho sempre olhando para o processo da transformação. Se as nossas buscas elas não nos levarem a uma reflexão comportamental, a gente precisa dar uma revisada nos nossos objetivos, tá bom? Eh, acho que o que vale dizer, ela uma experiência pessoal com esse número, eh, eu comprei sapatos para um tripé e eu precisei de me 66. >> Desculpa, gente. O Chaves passou por aqui rapidamente >> e o Kiko atrás dele, viu? >> Não, o Kiko ficou, né? Porque a buche do Kiko ficou. Que ficou, você transfigurou
tripé e eu precisei de me 66. >> Desculpa, gente. O Chaves passou por aqui rapidamente >> e o Kiko atrás dele, viu? >> Não, o Kiko ficou, né? Porque a buche do Kiko ficou. Que ficou, você transfigurou aqui. >> É, transfigurou-se do que ó, você me deixa louco. Olhe, >> tem uma pergunta aqui da Eliete. >> Quando acontece o Congresso Espírita de Curitiba? Aqui não é congresso, aqui é conferência estadual. Ah, tá até aí, ó. Ela fica exatamente no finalzinho da primeira quinzena de março. No próximo ano vai ser 13, 14 e 15, tá? >> Bacana. Então, eh, antigamente acontecia em outros lugares, agora teve anos depois da pandemia que foi na própria federação, agora está no Teatro Positivo que fica ali no Parque Baribi. >> Eh, eu ia eu ia fazendo uma observação com relação à genealogia, o Toledut de Jesus, >> vai em Mateus, né? E quando você chega em Belém, tem uma estrela aonde Jesus nasceu de 14 pontas. E Mateus divide as gerações de Abraão a Jesus em três gerações de 14, >> porque ele toma como eixo David, que o nome David dá exatamente o número 14 na guematria. Então aí tem um um significado, porque quando ele diz três gerações de 14, ele dizia 6 de 7, 7 de 6, 2 de 21, 21 x 2. que na verdade ele usou exatamente de Abraão a Davi 14, de Davi é o cativeiro da Babilônia mais 14, do cativeiro da Babilônia Jesus mais 14. Então há uma sequência da presença de Davi como ser espiritual na tribo de Judá, da qual segundo o próprio prof a profecia viria o Messias. Então tem muitas informações que Mateus traz aí, porque quem lê aquele número, um judeu, vai entender a mensagem. O ocidental não, porque o ocidental começa a estrela de cinco ou seis ponta, como se fosse, nunca viu, >> né? Nunca viram. Então aí eu fiz 14 viagens a Israel até agora, por coincidência 14, né, Davi. E nessas 14 viagens, >> isso é um sinal 14 viagens, é, >> pode ser um sinal importante, >> pode ser. Eu não sei, né? Pode >> que a próxima será que 15ª e >> então é sinal de que a próxima ser 15ª. É. Aí eu não vi ninguém do grupo
é um sinal 14 viagens, é, >> pode ser um sinal importante, >> pode ser. Eu não sei, né? Pode >> que a próxima será que 15ª e >> então é sinal de que a próxima ser 15ª. É. Aí eu não vi ninguém do grupo ocidental saber porque 14 pontas naquela estrela. >> E o judeu sabe com a maior facilidade, né, que se trata de David. >> Eu queria >> muito natural, né, esse conhecimento no judaísmo, professor. >> Muito. É uma coisa banal. Não é banal, é corriqueira, né? É corriqueira. >> É isso. É informação >> importante, né? É importantíssimo para eles. Como eu falei a história lá que Jorge do nascimento de Jacó, Jorgito sabe desde menino que eu escuto isso. Eu digo, eu vi escutar com 50 anos. Eu aqui novo também ouviu isso quando garoto? Não. >> Qual? >> A história de >> Jacó. >> Jacó foi o primeiro. >> Jacó se formou primeiro. >> Ah, eu não lembro. Já não lembro. Tô ficando velho, né? Jacó se formou no fundo do útero e e Esaú depois quando saiu, saiu primeiro o que se formou por último. Eu queria aproveitar por falar assim em Israel, tanto para comunicar a todos o o desencarne da nossa querida Márcia Valente, Valente, diretora da Turismo, né, que desencarnou agora recentemente, na qu na quinta-feira passada, o velório foi na sexta, eu fui em regime de urgência São Paulo, participei do velório e tudo. E eu queria aqui apresentar as minhas homenagens pessoais, que é uma irmã querida e que deixou mesmo como espírita e acreditando na imortalidade da alma, ela deixou um vazio físico muito grande na minha vida e na vida de Vanda, que era nós formávamos, eu brincava que nós éramos o trio esperança. Eh, Vanda, a razão, Márcio o coração e eu a esperança do evangelho de Jesus. E na verdade foi para mim uma uma perda física muito forte, embora eu saiba que ela está bem na espiritualidade, porque ela trabalhou até na quinta-feira, da quarta para quinta, ela trabalhou na quarta-feira até depois de meia-noite e às 4 horas da manhã desencarnou. Então ela, então ela >> ela foi realmente uma pessoa que
trabalhou até na quinta-feira, da quarta para quinta, ela trabalhou na quarta-feira até depois de meia-noite e às 4 horas da manhã desencarnou. Então ela, então ela >> ela foi realmente uma pessoa que trabalhou os mos os últimos minutos da sua vida. E eu acho que nós, eu particularmente o Álvore que desfrutou da convivência delas na viagem, sabe o quanto ela era delicada. E >> sim, com certeza. Uma querida, né, professor? Eu tava viajando, não pude. Eh, >> é, mas as pessoas da da do grupo lá cobraram assim, perguntaram a mim: "O Álvaro vem?" Eu disse: "Eu não sei, o Álvaro anda muito ocupado, não sei se eles não tive nem falei". São Paulo. >> É, mas eu tive em São Paulo na quinta-feira eu estava chegando lá no final, no começo da noite e deu tudo para mim. Foi até porque como ela desencarnou e ninguém sabia especificamente o motivo, foi feito autópsia e por causa da autóps atrasou um dia. Então eu tive condições de chegar em São Paulo na quinta e participar do velório e do enterro na sexta-feira. Tava ela, família, muita gente da RW da da nossa >> Imagina, né, Márcia? Muito querida, né, professor? Nossos >> muito. Hoje eu fiz até o nosso evangelho da nossa casa. Hoje foi uma homenagem que eu prestei a ela pelo carinho que eu tive que tenho por ela, por tudo que ela proporcionou na minha vida, me aproximando da dos caminhos de Jesus, de Paulo e de todos os seus sucessores. Eu devo muito isso a ela. Queria mostrar aqui a minha gratidão de público e pedir vibrações dos nossos irmãos, porque de qualquer forma a gente sabe que no momento que alguém entra na na pátria espiritual, ela precisa de orações, porque é um momento de transição. Como é de lá para cá, mesma coisa acontece daqui para lá. É, com certeza, professor. Eu não, infelizmente não pude ir, mas eh sentimos muito, né? uma pessoa trabalhou muito, >> muito, muito, muito por Jesus, pela doutrina, uma grande médium, conhecia muito bem a doutrina, foi foi eh professora da de de espiritismo na Federação Espírita do Estado de São
oa trabalhou muito, >> muito, muito, muito por Jesus, pela doutrina, uma grande médium, conhecia muito bem a doutrina, foi foi eh professora da de de espiritismo na Federação Espírita do Estado de São Paulo muitos anos e tinha muito, muito conhecimento da doutrina e era uma médio assim que eu achava ela muito, com muita sensibilidade espiritual. É >> uma pergunta para você, Elá. Flávia Teodório. >> Quem é a mãe? >> Quem é? >> Quem é a mãe filha de Jacó? >> Da filha de Jacó. Da mãe, a mãe de de Diná. É. >> Ah, eu eu não tinha entendido >> quem é a mãe filha. >> Mã dela agora tem um detalhe, tá? pessoal fala dela como filha de Jacó. Certamente ele teve outras, né? Por uma questão de probabilidade, se o cara teve 12 filhos homens, estatisticamente ele deveria ter tido umas 12 mulheres. Mas eh, vamos admitir, quem não tenha tido 12, ele deve ter tido um bocado. E a gente só fala de diná pela história que teve dela. Se ela tivesse uma outra história, a gente nem >> nem saberia que ela existiu. >> É verdade. Palavra cacher é com é com s e >> cacher >> é é um k início >> e sh >> sh >> e se lê caeiraica é caeira ela pergunta o que significa >> caeira >> significa eh alimento apropriado para o uso eh humano. Os alimentos que são considerados cachê no judaísmo são e passa por um selo rabínico, por um estudo. E eu me lembro quando eu viajei a primeira vez para Israel que eu recebi a bandeja da Lal, que eu fui para Elal de de da Suíça, de Zurique até Telavive. E a bandeja que a gente recebia com a alimentação do avião dizia: "Esta comida é com a comida cachê. passou pela supervisão rabínica e você se alimente dela sem nenhuma preocupação, porque ela não lhe fará mal algum. Isso me chamou muita atenção. E a partir daí eu comecei, realmente foi minha primeira informação do que era cachê ou não cachê dentro do meu conhecimento. Quando a primeira vez que eu fui >> a gente fala cacher ou coacher coacher em ah em em inglês >> ou do leste. >> Como é? Não entendi. Eu vi, eu olhei a pergunta da Jose aqui.
ntro do meu conhecimento. Quando a primeira vez que eu fui >> a gente fala cacher ou coacher coacher em ah em em inglês >> ou do leste. >> Como é? Não entendi. Eu vi, eu olhei a pergunta da Jose aqui. >> Cacher, >> antes da pergunta dela, eu queria só dizer o seguinte, é comidas e bebidas, tá? >> É vinho cacher. É. >> Seja verídico que 10 dos 12 discípulos de Jesus teriam eh menos de 20 anos? Sim, é muito provável porque a gente vai encontrar no livro de Êxodos, capítulo 30, salvo engano, versículo 13, aonde é descrito a onde é colocado o tributo pros homens acima de 20 anos. E no capítulo 17 do livro de Mateus, nós vamos encontrar nos versículos 24 aos versículos 27, dizendo que quando chegaram ao a a Cafarnaum, aproximaram-se de Pedros que cobravam draquas, que as que cobravam uma moeda, que é é esse imposto do livro de Êxodos. E aí perguntaram: "Mas vosso mestre não paga as dracmas?" E ele e ele diz ali para apenas a dois pagarem, ou seja, provavelmente >> ele pesca um peixe que vem com duas moedas dentro da boca do peixe. Aí ele tira e diz: "Paga por mim e por ti." >> É, >> os outros discípulos não e teriam menos de 20 anos. Mas tem uma coisa, sabe? Porque Natanael, segundo se crê, era velho. Natanael. >> Natanael ou Bartolomeu. >> É Bartolomeu também, né? >> Não, mas o mesmo Lará, você não sabe que que que eu passei >> não? Lá em Recife tava eu, o Vitor Hugo e o professor. Eu falei, lembrei da da sua piada, do velho, do menino e do burro. Eu fiquei no lugar do burro. >> Velho menino e o burro. É, >> lembrei da sua piada lá. É que eu digo que nós nós vamos ter que que >> Olha só que nós temos aqui uma surpresa. CL tá aqui com a gente. >> Boa noite, tudo bem? >> Boa noite, Clícia. Para quem não conhece a Clícia, a Clícia é uma trabalhadora do grupo espírita Francisco de Assis, Centro Espírita Francisco de Assis, lá em São José do Rio Preto, eh junto com uma equipe maravilhosa, tá coordenando um trabalho eh assim incrível com jovens, um trabalho que precisa de ser
de Assis, Centro Espírita Francisco de Assis, lá em São José do Rio Preto, eh junto com uma equipe maravilhosa, tá coordenando um trabalho eh assim incrível com jovens, um trabalho que precisa de ser repetido quantas vezes pudermos em todos os estados da do Brasil. E e eu fiz essa surpresa, professor, de trazê-la para estar conosco para contar sobre o último acampamento. Ah, eu já conheço ela que ela apresentou aqui, né, C? >> Verdade, professor. Um prazer táar aqui mais uma vez. >> Ah, minha filha, seja muito bem-vinda. Sinta-se em casa, >> viu? na cozinha da nossa casa tomando um cafezinho. Fique à vontade. >> Que delícia. Obrigada. >> Acapamento é esse que eu não sei de nada. Não sabe de nada, coitadinho. >> Não sei nada. >> É o a gente sentiu no ano passado eh uma necessidade muito grande de atrair mais os jovens paraa casa espírita, né? E a gente se inspirando muito aí nos nossos irmãos evangélicos, católicos, que têm feito esse movimento de acampamento, que tem uma repercussão tão grande junto à juventude, a gente juntou uma turma de voluntários que foram os enviados de Deus que apareceram e eu acho que reencontro de almas porque a gente se ama demais e a gente se uniu com esse propósito. Em setembro do ano passado, a gente fez esse primeiro acampamento para 50 adolescentes e foi uma bênção, assim, a gente nunca imaginou que a gente ia ter a repercussão que a gente teve, a transformação na vida de alguns deles ali muito profundas. Só adolescente. >> Adolescente 12 a 17 anos. >> É, tinha tinha uma criança também nesses dois últimos. E aí a gente fez o segundo acampamento em abril, o Álvaro veio, participou com a gente, conheceu e aí agora que a gente acabou de fazer o terceiro, que foi um grande sucesso, o Álvaro veio como nosso padrinho, a gente teve 90 adolescentes e e a gente faz uma divisão, né, deles ali em equipes. Então, cada equipe tem dois padrinhos, né, um padrinho e uma madrinha. E o Álvaro e a Júlia vieram, foram padrinhos da equipe, participaram
entes e e a gente faz uma divisão, né, deles ali em equipes. Então, cada equipe tem dois padrinhos, né, um padrinho e uma madrinha. E o Álvaro e a Júlia vieram, foram padrinhos da equipe, participaram com a gente do início ao fim. E foi incrível. Assim, a gente quando a gente planeja, a gente acha que vai ser muito bom, mas a gente não calcula. Quando a gente chega lá, acho que é o momento que a espiritualidade atua e a gente só sendo instrumento até ali. E aí as coisas acontecem e é muito transformador para eles, para nós. E e é realmente um projeto que a gente quer muito replicar, né? No primeiro que a gente fez foi a maior dificuldade para ter inscrição. Aí a gente começou a fazer uns vídeos, umas palhaçadas para chamar a atenção deles. O vídeo viralizou, aí eles se inscreveram, lotou 50 vagas. Nesse a gente abriu as inscrições, em 38 minutos esgotaram as 90 vagas que a gente tinha colocado. E foi assim, foi uma bção, né, Álvaro? Foi, foi maravilhoso. Eh, o movimento espírita procura respostas para o trabalho com os jovens e muitos trabalhos ocorrendo. Eh, mas a gente precisa de experiências de imersão, porque o, para todos nós, a experiência vale muito mais do que a retórica. Então, viver experiências junto à espiritualidade e com outros processos de afinidade e de amor, eh, marca as nossas vidas e traz o verdadeiro sentido, internaliza o espiritismo e o evangelho nos nossos corações. Então, eh, me tornei um apoiador do trabalho de vocês, meninas. Padrinho. >> Oi. >> Um padrinho. >> Padrinho. A nossa equipe era a equipe Mercúrio. Nossa, ganhamos muitos pontos. Nossa, quase ganhamos. Tava lá, era o Aton Sena. >> É, mas Mercúrio era muito veloz, né? Mercúrio era o deus, Deus da velocidade. Ficamos na lanterninha lá. Aí quase. >> Ah, foi >> eles deram. Foi, mas assim, é indiferente. A gente cria um amor. >> Mas você sabe que vocês quase ganharam a brincadeira noturna porque as equipes precisavam em algum momento do desafio doar ponto para outra equipe e todo mundo doou pra equipe do Álvaro porque
mor. >> Mas você sabe que vocês quase ganharam a brincadeira noturna porque as equipes precisavam em algum momento do desafio doar ponto para outra equipe e todo mundo doou pra equipe do Álvaro porque ela tava na lanterninha. Quem que não ganha ponto? Então foi o que predominou, Clí foi a caridade mesmo, não foi? >> Foi. E ele falava isso, nós somos caridosos pra equipe dele o tempo inteiro, a gente deixa os outros ganhar. A gente a gente trabalhou o tema pluralidade dos mundos, por isso que a equipe do Álvaro era eh Mercúrio, né, Álvaro? >> Mercúrio. >> Cada um era um planeta. Então, a gente falou muito de pluralidade dos mundos, de transição planetária, >> do que a gente precisa fazer pra gente acompanhar o progresso do planeta. e eles fizeram teatros, que é um momento que emociona muito, porque é a hora que a gente vê que eles entenderam a mensagem, né? E uma coisa que mexe muito com a gente, assim, eh eu sei que Kardec tem, eh, obra publicada antes até do trabalho dele na doutrina espírita, aos 24 anos de idade sobre educação na França. E nessa obra ele traz conceito de educação moral e ele fala muito da das impressões que a gente causa em quem tá do nosso lado, ainda que nenhuma palavra seja dita. E ele fala muito da importância do ambiente estar propício e com uma vibração elevada para que aqueles corações se sintam sensibilizados e internalizem mais do que tá sendo colocado ali. Então é muito diferente de uma aula de evangelização a gente levar eles para um ambiente que a cada segundo que passa a vibração vai ficando mais elevada. A gente começa na sexta à noite, no domingo a gente acorda chorando. Eu acordei, sentei num sofá e eu já eu vendo todos os voluntários que estavam deitados ali na sala comigo, dormindo de qualquer jeito, o corpo meio para fora do colchão, o pé maior que a cama, o dormindo no sofá. Eu olhei e falei: "Meu Deus, da onde essas pessoas vieram?" E eu fiquei muito emocionada. Então assim, o dia já amanhece numa vibração muito elevada e isso faz com
aior que a cama, o dormindo no sofá. Eu olhei e falei: "Meu Deus, da onde essas pessoas vieram?" E eu fiquei muito emocionada. Então assim, o dia já amanhece numa vibração muito elevada e isso faz com que eles sejam mais tocados no coração, né? e faça, façam amizades. Eles é tão importante pra juventude sentir que ela pertence a um grupo. Para eles isso é muito importante, é muito intenso. E ali as amizades que criam, a confiança que eles criam entre eles e entre nós >> é muito forte. Hoje o centro estava, gente, bombando, assim, o pessoal tava entrando dentro do centro falando que que tá acontecendo aqui? Foi todo mundo com a camiseta, a gente subiu lá na frente para agradecer todo mundo que ajudou, quem patrocinou o evento. Tava uma energia elevadíssima, assim, uma bção. >> Quantos jovens tinha hoje no centro? >> Nossa, eu nem sei de falar. Mais de 50, com certeza. >> Olha que olha como isso traz respostas, né? >> Muitas. >> Excelente a ideia. Excelente ideia. E e assim as crianças se inspiram, os jovens se inspiram em todos nós e eles passam a querer ser trabalhadores espíritas, não necessariamente eh palestrantes, não necessariamente eh médiuns. Alguns olham: "Nossa, tio, você é médium". Que legal. Outros falavam: "Nossa, eu quero fazer todo o conceito, todo o contexto do trabalho espírita é valorizada. eh as tias da cozinha, o pessoal da limpeza, todo mundo com a gente descobre ali, né, faz, ajuda, auxilia os jovens a viverem a experiência de que todos os trabalhos são importantes. Então, é verdadeiramente o conceito mais belo que eu vi de evangelização de jovens. Eu participei de muita marrané. O o el deve saber o que é. São acampamentos judaicos e e eu participei de muitas e eu tenho a dizer que tudo que a gente viveu ali, Clícia, foi maravilhoso, único e indescritível. >> É isso. Definiu muito bem. E a evolução que a gente viu de jovens que participaram do primeiro até o terceiro um ano. Vocês não têm ideia da evolução. Quando a gente fez o primeiro, eu olhei
tível. >> É isso. Definiu muito bem. E a evolução que a gente viu de jovens que participaram do primeiro até o terceiro um ano. Vocês não têm ideia da evolução. Quando a gente fez o primeiro, eu olhei o cronograma, eu falei: "Tá lindo, vai ser ótimo, mas isso aqui não vai transformar a vida de ninguém. Ninguém vai mudar da água do da água pro vinho por causa disso. >> E eu nunca podia imaginar a evolução e a transformação que a gente ia ver ali. São tantas histórias, as mensagens que os pais têm mandado pra gente são tão fortes e e é tão gratificante para nós. Essa turma que tá com a gente trabalhando nisso, a gente fala que a gente teve um despertar assim, logo que a gente fez o primeiro, todo mundo ficou muito mexido com tudo que aconteceu e a gente sente que é um compromisso espiritual mesmo. E o Álvaro desde o de quando ele veio, ele falou: "A gente tem que fazer um sistema de franquia para replicar isso". E a gente já tá com um documento pronto. Assim, >> nós fizemos um documento que tem o passo a passo, quanto a gente gastou, o que a gente comprou, que tinha para detalhes das dinâmicas, só enviar e as pessoas unirem pessoas com essa disposição e fazer acontecer. Cia, quem é que que projetou essas dinâmicas? Ah, >> eu gostei da ideia. >> A gente tem uma equipe muito maravilhosa, mas quem fica mais à frente da criação das dinâmicas é a Nicole, que é assim, ó, meu braço direito, eu e ela. >> É, ela não conseguiu entrar, mas ela viu, >> ela mandou para vocês também. Ela tem assim uma inspiração muito profunda. Aí a gente conversa com com as outras pessoas, a equipe também dá vem com pontua alguma coisa e se a gente incluir mais isso? Então a gente vê que todo mundo vai colocando alguma ideia. A gente tem usado muito a inteligência artificial, então a gente coloca no chat deptâmica que envolva os jovens, que seja atrativa, que e e vem pronto para nós algumas coisas. Então assim, a gente tem usado muito isso a nosso favor. e nossa, tem sido muito, muito, muito legal.
at deptâmica que envolva os jovens, que seja atrativa, que e e vem pronto para nós algumas coisas. Então assim, a gente tem usado muito isso a nosso favor. e nossa, tem sido muito, muito, muito legal. >> É, >> é verdadeiramente fantástico. >> Clícia, me faz um favor, dizer, você passa pro Álvaro esse material e o Álvaro vai mandar para mim, eu vou disparar pra minha rede de contato. >> Ai, eu tenho alguns contatos no Brasil. >> Eu tenho alguns contatos no Brasil. Eu vou disparar isso pros contatos que eu tenho. >> Isso. Esse que eu que eu tenho pronto, ele é o primeiro tema aqui também, viu? >> Esse que eu fiz, que que a gente fez, né? É, ele é do primeiro acampamento, então ele é o tema autoconhecimento. Então ali ele tem o passo a passo de tudo que foi feito no primeiro. Agora a gente vai fazer o segundo, a gente vai fazer o do terceiro. Então toda vez que a gente fizer um novo, a gente vai tá atualizando o documento para as pessoas também conseguirem ir ir fazendo. E assim eu me coloco à disposição de quem tiver dúvida sobre isso, eh, vocês podem passar o meu contato, meu Instagram, eh, para eu conversar, pra gente auxiliar, porque a gente quer realmente apoiar. Eu acho que no início, né, a gente tá com uma pequena experiência, nós estamos engatinhando, a gente tá aprendendo, mas a gente pode auxiliar, né, quem precisar de alguma forma, mas tendo uma equipe engajada que se ame, porque isso faz toda a diferença. >> A gente se ama muito e a gente vibra esse amor e eles sentem isso. Isso faz muita diferença. Então, os voluntários têm que estar num envolvimento muito profundo. Não tem como dar errado. Não tem. Olha, olha, Clícia, qualquer roupa serve aos nuis. E como a gente está com uma situação na doutrina de uma carência de jovem muito grande, um projeto como esse, um acontecimento como esse, é tudo que a doutrina precisa para preparar sucessores da casa espírita. No momento que a juventude tá assim muito solta, né? Eu acho que a a minha a nossa casa, nós temos uma uma secretária da
esse, é tudo que a doutrina precisa para preparar sucessores da casa espírita. No momento que a juventude tá assim muito solta, né? Eu acho que a a minha a nossa casa, nós temos uma uma secretária da diretoria que ficou apaixonada, assistiu aquele primeiro. E eu acho que um documento desse eu gostaria de passar para ela, porque ela tem muito interesse de eh entrar em contato com vocês, conversar >> para poder adquirir, porque aqui João Pessoa, nós não temos nada nesse sentido, >> vai ser a maior alegria do mundo. É, a gente, >> eu tô, eu recebi uma mensagem aqui no meu ponto que tem um vídeo, >> tem. Vamos passar o vídeo, Adriano. Quem espera que a vida seja feita de ilusão. Pode até ficar maluco ou morrer na solidão. É preciso ter cuidado para mais tarde não sofrer. É preciso saber viver. Toda a pedra no caminho. Você pode retirar. Numa flor que tem espinho. Você pode se arranhar. Se o bem e o mal existem, você pode escolher. É preciso saber viver. É preciso saber viver. É preciso saber viver. É preciso saber viver. Saber viver. Corre espiritual. Que coisa linda. Nossa, emocionante. >> E tinha um gordinho aí no meio distribuindo flores. Se ele quiser dar um autógrafo, a gente aceita. Olha, eu já contei. Eu vou, olha, eu vou, eu já contei isso e vou contar de novo, porque eu contei ontem, contei hoje no centro quando a gente falou do acampamento. E vou contar para vocês o acampamento. Bom, um uma boa ação cobre uma multidão de pecados, uma boa ação com amor eh suficiente para mudar a nossa >> a nossa vida. Então, foram milhares de boas ações com muito amor ofertado, multiplicado por todas as vibrações ali presentes. Então, assim, eu tirei umas 1000 toneladas da minha da minha consciência que me pesavam e descobri novos caminhos e novas formas de amar, de evangelizar. E nós fomos o o acampamento passado, falamos sobre mediunidade. Então, muitos dos jovens nos procuraram nesse acampamento e falavam, conversavam sobre muitos jovens médiuns. Difícil achar hoje algum que não seja, mas muitos
ento passado, falamos sobre mediunidade. Então, muitos dos jovens nos procuraram nesse acampamento e falavam, conversavam sobre muitos jovens médiuns. Difícil achar hoje algum que não seja, mas muitos jovens médiuns. Mas serviu para mim assim para eu descobrir. Eu comentei isso lá no final do acampamento. Nós a no Cisco de Luz convivemos muito próximo dos espíritos. Então a gente vai pras reuniões. O professor já teve lá, a Clícia já teve lá. É muito próximo, né, professor? mesmo mesmo eh pode contar, quem sabe vocês. Os espíritos conversam com a gente, falam das nossas questões do dia a dia, não é porque eh são espíritos inferiores, muito pelo contrário, são espíritos de alta nobreza. Quando aquelas crianças vinham falar sobre as questões da juventude, que já são temas ultrapassados para nós, a gente presta toda atenção com todo o amor. E eu entendi que eles fazem isso conosco e nos acompanham no dia a dia, os bons espíritos, os benfeitores espirituais, pelo mesmo respeito que eu pude ter para cada uma das questões dos jovens. E eu falei no ao final, eu disse: "Olha, talvez a uma vez o tio Álvaro sou eu, a tia Crist, a tia Júlia, a tia Nicole, eh, os tios, esses tios não estarão aqui, mas nós gostaríamos de acompanhar cada um desses jovens para sempre pro resto da vida. e tá ali à disposição. Eu falei, olha, por mais que mais >> da mesma forma que a gente vá para uma reunião e talvez o espírito A ou B não vai estar, estará outro nos esperando. Eles estão aqui por nós, por amor. >> E e assim, por amor, Cícia voltaria 1000 vezes, 100 e uma se tivesse que viajar 5.000 km, tivesse que atravessar o mundo, tivesse que caminhar como Paulo, sabe? Para est aí com vocês, eh, contem comigo, porque que trabalho mais lindo, Elah, professor, e todos ouvindos. >> Pois é, mandem para mim isso que eu eu tento ver se eu disponibilizo esse material, tá bom? >> A gente vai te mandar, >> pode deixar, >> viu, Álvaro? pra nossa casa aqui. Eu vou mexer no que eu puder aqui em João Pessoa. O presidente da federação também
u disponibilizo esse material, tá bom? >> A gente vai te mandar, >> pode deixar, >> viu, Álvaro? pra nossa casa aqui. Eu vou mexer no que eu puder aqui em João Pessoa. O presidente da federação também é uma pessoa jovem ainda. Poderia ser um divulgador. Gente boa demais. >> É, eu ráo conhece ele. Inclusive, o pai dele foi meu colega de seminário. Ele hoje é presidente da federação e eu tô lá fazendo palestra e seminário com Jorge, nós dois, né, Jorge? Sim, >> né? Então a gente tem como enorme seminário, >> inclusive esse filmezinho vocês devem mandar também. >> Isso, >> né? Ter uma noção de como funciona o trabalho. >> Uhum. >> Muito legal. >> É muito especial, gente. Muito especial. Eu me lembro no primeiro, acho que foi no primeiro que vocês fizeram o filme que você tá anunciando o acampamento, tem uma criança passando e passa alguém, bota um saco plástico e leva criança, vai se pro acampamento, vai cima pro acampamento. >> A gente sempre faz uns vídeos, umas chamadas assim para chamar a atenção deles. Então, hora que a gente foi anunciar que as inscrições estavam abertas, eu chegava assim paraa jovenzinha no centro, eu falava: "Que você tem compromisso dia 5, 6, 7 de setembro?" Ela: "Não, eu falei: "Agora você tem". Aí vinha dois punhela, um saco preto, sequestrado, já levava. E eles adoram, eles morrem de rir. >> Olha, nos anos, >> um trabalho aos jovens feito por jovens. >> Eu nos anos, nos anos 80, >> nos anos 80 nós fizemos aqui em João Pessoa aquele que nós chamávamos de COJEP. Confederação dos Jovens Espíritas da Paraíba. Antes utilizar, chamava os jovens no carnaval e levávamos para quartéis, para auditórios de de faculdade e ali a gente fazia um encontro muito bom, dirigido pro idósio, chamava pessoas e a tinha dinâmica também parecida, mas não igual, tá entendendo? Então, a, eu gostaria de reforçar, porque eu já tenho também uma certa experiência nisso, tem ainda pessoas que fizeram isso conosco aqui e a gente pode reacender isso com um formato novo, que é esse que vocês estão
staria de reforçar, porque eu já tenho também uma certa experiência nisso, tem ainda pessoas que fizeram isso conosco aqui e a gente pode reacender isso com um formato novo, que é esse que vocês estão fazendo aí, >> que é muito agradável. A gente vê uma energia assim contagiante, >> não é? E a gente precisa deixar olhando aí, >> né? >> Só vivendo para falar. OK. Tô pedindo para você repetir o nome da casa. >> É Centro Espírita Francisco de Assis. É conhecido como centro do Dr. Agnaldo, >> que é um um querido também, né? >> É maravilhoso. >> É uma pessoa maravilhosa, >> que nos dá toda a liberdade para trabalhar, para colocar nossas ideias em práticas. A diretoria do centro, eles são assim, sempre foram muito abertos. Não, a gente fez uma chácara. >> Ah, >> a gente alogou uma chácara, mas a gente não conseguiria fazer nada se a gente não tivesse o apoio dos diretores da nossa casa. E eles nos abraçam com carinho, eles deixam a gente fazer tudo, eles adoram nossas ideias e isso pra gente é muito importante. Éí, é o que faz acontecer mesmo. >> Muito bem. >> Foi feito em São José do Rio Preto. Ana Paula fez essa pergunta. >> É isso. Foi em São José do Rio Preto. Foi numa chácara pertinho de Cedral. uma chácara muito linda que coincidentemente chama São Francisco de Assis também. Muito >> bícia. Eu vou contar mais uma coisa assim, sem contar detalhes, porque senão eu sou serei tido como mais obsediado do que já sou. Conta sim, Álvaro, conta tudo. >> Mas em dado momento eu vou contar partes, vou contar partes, não vou contar tudo porque senão realmente o Ela me atende mais, o professor me bloqueia, o o desconvida. Então nós estávamos em determinado, chegou uma uma moça, uma menina e falou assim: "Álvaro, você viu Sheila aqui?" Eu não vi. Eu sei que está, mas eu não vi. Vou falar que vi se eu não vi, né? E eu falei, mas naturalmente ela vai se encontrar por aqui. Sheila tem um trabalho com crianças e jovens no plano espiritual, eh, no na colônia Nosso Lar. Ela tem uma responsabilidade com jovens, então, e
falei, mas naturalmente ela vai se encontrar por aqui. Sheila tem um trabalho com crianças e jovens no plano espiritual, eh, no na colônia Nosso Lar. Ela tem uma responsabilidade com jovens, então, e crianças, espíritos que desencarnam crianças explica muita coisa. professor Severin se tal de Jacózinho, essas crianças que desencarnaram na Segunda Guerra e e eu falei: "Olha, eu não a vi". E nós estávamos numa estação da prece, que a gente tem as estações da prece, onde a gente para para fazer evangelho com as crianças, com os jovens. E eu vejo primeiro Jerônimo se aproximando. E eu falei: "Nossa, vocês conhecem Jerônimo Mendonça? Ele tá aqui do meu ladinho, tá tá aqui com vocês?" E aí as crianças não conheciam. Falei: "Não, contei muito rapidamente, dá uns minutinhos, vem Sheila andando assim, se aproximando pelo outro lado." Eu falo: "Gente, olha que coisa linda, a Sheilinha tá aqui. Já tava todo mundo chorando, que a vibração não tem como dizer, né? Eu já tava chorando, já tava." E a gente foi andando, fizemos uma dinâmica, foi maravilhosa, as meninas criaram essa dinâmica e era uma dinâmica onde se entra em contato eh com pessoas que nós tínhamos saudades. E foi um momento onde nesse a partir daí, a quantidade de espíritos benfeitores como Meimei, como Dr. Bezerra, todos ali caminhando junto no faló, porque senão já sai o que acontece. todos ali caminhando entre aqueles jovens e eles andavam, os jovens estavam vendados, era colocado então aquela rosa, a rosa foi imantada de fluidos por esses espíritos. E nesse momento, então, os parentes desencarnados desses jovens e etra trabalhadores, eu não preciso dizer nada, aquele você sabe, tem coisa que a gente não fala porque não precisa ser dito, né? Eh, e todos os muitos parentes, não um, às vezes dois, três, foram levados, abriu-se uma escada descendo de um ambiente e eles passaram a caminhar entre os jovens. O acampamento foi tocado por uma emoção com a vibração desses benfeitores e com a presença desses parentes ali que ali
se uma escada descendo de um ambiente e eles passaram a caminhar entre os jovens. O acampamento foi tocado por uma emoção com a vibração desses benfeitores e com a presença desses parentes ali que ali se encontravam. E foi assim as crianças, é aquele momento que tá todas as crianças chorando, né, C? >> Todas, todas, todas. >> Nossa, a gente desabando, a gente foi entrando e e se ajoelhando e abraçando um por um dos que a gente via que estavam mais emocionados. E alguns deram relatos eh muito profundos assim de ah no momento da dinâmica que eu tava imaginando tais coisas, eu vi a minha avó, mas eh eu vi a minha avó de um jeito diferente do que ela tinha desencarnado. E assim, o jovem sem entender muito o que tava acontecendo ali depois falando para nós. Então foi uma coisa muito profunda, foi uma emoção muito grande naquele momento. Foi muito bonito. >> Eu não sabia disso. Então, alguns vieram relatar que vi, que viram. >> Sim, teve eh um que tava muito confuso, ele falou que quando na dinâmica ele tinha que abrir uma porta, né, na hora que ela falava, ele falou: "Eu entrei na casa da minha avó e a minha avó ela desencarnou de câncer e ela tava muito magra, mas eu vi ela um pouquinho mais gordinha, com cabelo um pouco mais curto e ela falou para mim que não tinha mais doença no corpo dela, que ela tinha parado de fumar e que ela tava muito bem. Mas eu não, eu não consigo entender, não é ela, porque minha avó era Teia, ele ainda falou assim. E e aí a madrinha dele, né, que tava colhendo ele nesse momento, foi explicar para ele, né, porque ele tava muito confuso e ele foi um dos que ficou mais emocionados, assim, quando eu me aproximei dele, ele ele já falou: "Eu eu preciso ir na salinha do acolhimento, que a gente tem a salinha do acolhimento, que ele queria conversar, entender o que tava acontecendo." Então, foi um momento muito forte, assim, muito muito forte para todos nós. Foi muito lindo. E foi o domingo é todo voltado paraa família, né? a gente traz o tema que a gente tá trabalhando, mas daí a
Então, foi um momento muito forte, assim, muito muito forte para todos nós. Foi muito lindo. E foi o domingo é todo voltado paraa família, né? a gente traz o tema que a gente tá trabalhando, mas daí a gente envolve a família o dia inteiro. Então nós começamos com essa dinâmica de manhã e depois eles passaram por várias estações e cada uma tinha alguma coisa específica da família, né? Foi muito bonito e eu imagino que esses parentes todos ficaram acompanhando durante o tempo todo, se não nos dias que se seguiram, porque eu falei, foi feita uma excursão pra terra para encontrar a família, acho que aproveitaram para ficar mais um pouquinho, né? De repente ali >> até os processos de desobsessão que são impressionantes, impressionantes para naturalmente na juventude muitas das que as nossas questões emocionais se manifestando, outras já adivindas de outros momentos da nossa vida espiritual. Então nós trazendo os conflitos e as dificuldades, naturalmente processos obsessivos e assim a o maior trabalho de desobsessão que eu pude ver assim de longe para jovens. Impressionante, impressionante, impressionante a transformação dos jovens. O o o o forte aí é eles terem essa reconexão com o sagrado, né? Que a juventude hoje ela perdeu um pouco essa conexão com o divino. >> E é uma coisa aí universal, Jorito, é que não há não há uma questão de posição religiosa, >> não é restaural que une todo mundo, né, independente da crença, da coalquer coisa, né? É exatamente a fraternidade que explode, digamos assim. num sentimento superior a qualquer preconceito de qualquer natureza. É isso que a gente vê também. >> Muito bacana. >> Parabéns. Coisa linda. >> Quero trazer vamos levar pro Brasil inteiro. >> Então assim, você manda isso pro Álvar, eu vou ver, vou mandar para meus contatos que eu tenho. Nós >> eu vou, >> são só uns 10.500. A Estela pediu o nosso contato. A gente tem um Instagram, Estela, que é o @esiritizando. Com dois, eu e as meninas, a Nicole, a Tamires. A gente cuida desse Instagram
>> eu vou, >> são só uns 10.500. A Estela pediu o nosso contato. A gente tem um Instagram, Estela, que é o @esiritizando. Com dois, eu e as meninas, a Nicole, a Tamires. A gente cuida desse Instagram que foi feito, voltado para jovem do início, mas os adultos começaram a gostar também muito. A gente tenta trazer ali eh a doutrina espírita de uma forma bem leve, a gente faz muitas brincadeiras e a gente posta tudo sobre o acampamento ali. Então ali você pode também mandar mensagem pra gente, pedir o arquivo que se vocês quiserem que a gente encaminha para vocês também. Eu coloquei, vê se tá certo, Adriano. Eu eu mandei uma mensagem aí escrita aí, espiritizando, se você quiser colocar pro pessoal >> para ver o Instagram, se alguém tiver dificuldade, quiser me chamar, eu passo o contato da Clícia eh para vocês. Esse é o o Vale a pena. Vale a pena, professor, né? Os espíritos falaram: "Ah, eu assisto." >> É verdade. Ai, meu Deus. Na reunião, ai, posso contar, Álvaro? >> É na reunião que eu tive o imenso prazer de estar com o Álvaro lá na quinta-feira. Jazinho conversou muito comigo e falou do acampamento e e aí eu quando eu contei, ele perguntou o que que eu fazia no espiritismo. Eu falei que eu era evangelizador e que eu ajudava a organizar um acampamento. E aí ele deu um grito, ele falou: "Eu já fui". Eu falei: "Não acredito." Fui o médium, foi. Eu fui com ele, eu amei. E aí depois ele falou: "Eu também vejo os vídeos e eu adoro." O médium assiste, eu também. Que lindo, que lindo. Foi, nossa, foi muito legal. Foi muito bonito. >> Você não sabe, você não sabe que Jazinho me disse, ele me aprontou lá no centro do Álvaro também e disse: "Eu, ele e o Álvaro fomos companheiros na antiga Crac, na Cracóvia, antes de de de vir para cá, nós todos nos encontramos lá e que eu >> e que eu era a primeira vez que eu vinha pro acidente era para trazer uma mensagem. eh universal, sem nenhum processo de de de fechamento ou enclausuramento. >> Nossa, >> é, eu me emocionei muito com as coisas
era a primeira vez que eu vinha pro acidente era para trazer uma mensagem. eh universal, sem nenhum processo de de de fechamento ou enclausuramento. >> Nossa, >> é, eu me emocionei muito com as coisas que ele me disse. >> Nossa, nossa senhora. >> É, ele primeiro me pegou algumas peças, né? Ele é é um menino, >> ele é sapeta mesmo que ele chegou a disse assim primeiro ele disse assim: "Vou você ser". Eu digo, aí chegou me chamando de vovô CC. Aí alguém disse no grupo por vovô CC de Svirino de ou de Celestino? Dis os dois. É C de Sivirino e e C de Celestrino. Então é vovô CC. As duas coisas são aí começou começou a partir daí. Aí começou a dizer essas coisas e daqui a pouco disse assim: "Eu eu sei eu sei quem a gente foi." >> Hum. Hum. >> Aí eu aí eu disse assim: "Não, vou você o senhor sabe de onde o senhor veio, quem é que o senhor foi?" Aí eu disse: "Jacinha, eu não tenho interesse de saber quem eu fui não, porque jáou essas coisas boa hoje aqui presente, quanto mais no meu passado eu eu quero tocar o barco daqui paraa frente." Ele disse, >> ele falou, >> aí disse: "Mas eu sei uma coisa da gente muito interessante". Aí eu disse assim, aí eu disse assim, aí eu disse assim: "Quer saber? Aí eu disse assim: "Ah, já que você tá insistindo, eu quero saber." Aí ele disse assim: "Vocês estão vendo? Ninguém quer saber de nada, mas quando a gente fala da curiosidade, todo mundo se entrega. Aí ele é, ele é fantástico, maravilhoso, >> muito demais. Só para, só para explicar, ele mesmo explica isso muitas vezes. É um espírito que desencarnou com 7 anos de idade num campo de concentração, provavelmente Auschwitz ou Treblinca. Eh, eh, e nesse momento ele se manifesta como é usual nas reuniões de efeito físico. Então, a Ana Prado manifestava um espírito chamado Marujinho. O Peixotinho manifestava-se um espírito. >> Oi. >> A na Prado tinha um outro que chamava João. >> João, que aqui esse não era como >> Ah, mas ah, o João era adulto. Marujinho era >> OK. Tá, >> era criança. É o Fidelinho que era um
espírito. >> Oi. >> A na Prado tinha um outro que chamava João. >> João, que aqui esse não era como >> Ah, mas ah, o João era adulto. Marujinho era >> OK. Tá, >> era criança. É o Fidelinho que era um garoto carioca, é filho de uma escrava, eh, se eu não tô enganando aqui, ou ele foi escravo também, ou ele foi filho de uma escrava, ele se manifestava como fidelinha. Ele fala: "Não, eu posso me manifestar como adulto, mas". Ele falou: "Eu tenho uma função nessa roupagem para trazer a a pureza, a doçura. eh para liberar, para as pessoas liberarem oscina, altas concentrações de oscitocina durante a fala desse espírito para que depois da ocitocina tudo se torne mais eh os as formas pensamentos >> se tornem menos agressivas ao ectoplasma que é sensível ao pensamento. Então fica doce o os fluidos liberados por todos ali na sala e ali é onde o processo ocorre. >> Perfeito. Perfeito. Em qual centro? >> Qual o centro que ocorreu que organiza? É o Sente espírita Francisco de Assis na cidade de Rio São José do Rio Preto. >> São José do Rio Preto. >> Gente, vale a pena, vale muito a pena. A gente levou oito para estagiar Ela lá do nosso centro com >> com a tia Clícia. >> Trabalharam muito. >> Nós muito serviço neles. >> Muito bom. >> Foi muito bom. >> Crianças, eu entrei para alertar. Não temos mais, >> por mim, por mim nós >> não temos mais nenhuma pergunta, né? Ó, por >> por mim a gente fica aqui até 3 horas da manhã, mas porém contudo, todavia, entretanto, eh, faltam 12 minutos para o dia 10 de setembro, tá? Encerrado. >> Da daqui a pouco, hoje será ontem, né? Daqui paraa frente é cada vez mais cedo. Não temos mais nenhuma, >> é, se nós não temos mais nenhuma pergunta, a gente pode encerrar, né? Ô, Elará, me permita só um comentário em relação a um a uma situação que a Clícia colocou pra gente. >> Eu acho que esse é um caminho muito bacana nessa interação entre a parte mais experiente da casa espírita, >> o pessoal que já tem mais primaveras e a e essa parte da juventude, porque muitas
ente. >> Eu acho que esse é um caminho muito bacana nessa interação entre a parte mais experiente da casa espírita, >> o pessoal que já tem mais primaveras e a e essa parte da juventude, porque muitas das vezes a gente vê um abismo, né, da dentro ali do trabalho espírita entre os mais experientes e os mais jovens. Então, às vezes o o grupo mais experiente não tem a paciência de lidar com os mais jovens, não acreditam eh que os mais jovens, né, possam realiz eh eh fazer realizações ali no trabalho. É, e por outro lado, muitas vezes o jovem também, a gente já foi jovem, a gente sabe como é que é, né? Dentro daquela visão meio rebelde da da da do momento da da encarnação, acha que o mais experiente tá ultrapassado, que já, né, já ficou aquela visão já ficou para trás, enfim. Eh, e quando você consegue conectar isso é muito bacana, isso é muito importante, né? Então, eh, Clícia, parabéns para vocês, né? Vocês tiveram aí o suporte da da parte mais experiente do trabalho e nunca jamais desprezem >> essa experiência porque ela é fundamental, né? >> E o que nos trouxe até aqui e justamente essa experiência, né? a a essa essa experiência eh eh que a gente vai acumulando é que nos trouxe até aqui. Então, a gente nunca pode se prezar isso. Parabéns aí para vocês, paraa equipe jovem de vocês que teve essa visão, viu? Isso é muito bacana. >> Obrigada. Obrigado. >> Gente, que maravilha. >> E aí, meninos? Reta final. >> Reta final. Quem faz a do encerramento? Jorge ou Álvaro? >> Po, >> eu abri e vocês encerram. Eu eu faço >> foi não, querido. >> Então tá contigo, Jorgito. >> Vamos orar então. Querido Senhor, diante das oportunidades de esclarecimento que tu nos concedeste na noite de hoje, de podermos revisitar textos tão antigos, mas que nos trouxeram tantas reflexões sobre as nossas condutas. Nós queremos te render graças e te pedir que tu nos protejas, a fim de que saibamos fazer o melhor uso possível dos saberes aqui colocados. E te rogar, Senhor, que tu ilumines as nossas almas para que saibamos
mos te render graças e te pedir que tu nos protejas, a fim de que saibamos fazer o melhor uso possível dos saberes aqui colocados. E te rogar, Senhor, que tu ilumines as nossas almas para que saibamos aproveitar todas as oportunidades de sermos úteis que nos surgem. Dá-nos a lucidez para aproveitarmos todas as ideias que nos surgem para a divulgação da mensagem espírita e para o fortalecimento das atividades da casa espírita. Protege, Senhor, a juventude espírita de todo o Brasil. Ilumina o coração de todos aqueles que estão envolvidos nesta tarefa e acolhe particularmente os jovens não espíritas que precisam tanto de paz. Senhor, que o teu coração derramado sobre todos nós inspire as nossas almas a estarmos sempre atentos para o trabalho de socorro daqueles que te buscam. Envolve-nos assim a todos. Derrama tuas bênçã sobre as nossas almas que nos guarda em tua paz. Que assim seja. Alguém tem algum recadinho final? >> Prazer, revê-la, Crista. Parabéns. Lá em frente. >> Prazer meu. Meu prazer é enorme de estar aqui com vocês. Sou grande admiradora de todos vocês. Obrigada por me receberem com tanto carinho. >> Nada, minha filha. Parabéns aí. que vocês consigam multiplicar mesmo, >> trabalho nosso Brasil todo. >> A gente precisa preparar o grupo que vai nos suceder, né? >> Verdade. >> E trabalhadores. >> Vamos fazer isso. >> A nossa próxima live então será no dia 23 de setembro, tá? Então já agende aí, por favor. 23 de setembro estaremos juntos para continuidade da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Eh, e colocar que com todas as forças dos nossos corações, né, essa prece do Ela e também está atingindo aí, conforme pedido da Sandra Maria, a Ana Sato e o Isaac Sato, tá? Que possam ser beneficiados aí com as nossas melhores vibrações e tudo vai dar certo, tá bom? Viu, Sandra? Beijo no seu coração. Transmite o nosso recado para eles. Sim, Álvaro. Manda uma mensagem para nós no Instagram, Grupo Cisco de Luz. Passa se você puder, eh um contato, a gente entra em contato com você e a gente coloca nas
ransmite o nosso recado para eles. Sim, Álvaro. Manda uma mensagem para nós no Instagram, Grupo Cisco de Luz. Passa se você puder, eh um contato, a gente entra em contato com você e a gente coloca nas nossas preces vibrações. Pode mandar pra gente @ eh Cisco Grupo Ciscodeluz. Grupo Cisco de Luz. manda pra gente lá que a gente vai entrar em contato com você para colocar as nossas preces na nas nossas vibrações. É isso aí, pessoal. Então, nós vamos encerrando. Clícia, obrigado, viu? Obrigado pela presença. >> Obrigado a vocês. >> Eh, faça aí sempre está sempre convidada aí a estar conosco, viu? >> Obrigado. >> Ah, obrigado, meu irmão. Valeu demais. >> Show de bola essa iniciativa. Show de bola. Professor Severino Celestino, >> meu abraço para todos. Parabéns mais uma vez, Clícia. Estamos a serviço do Cristo e quanto mais trabalhadores se dispuser, melhor. É disso que o planeta precisa. >> Jorgi Tuelarra, boa noite. >> Tem que fazer assim, ó. Boa, pessoal, beijo nos corações a todos vocês que estiveram nos acompanhando, todos vocês que mandaram mensagem aí através do chat. Muito, muito, muito obrigado. Então, até o dia 23 de setembro nós estaremos novamente aqui, né, pra live eh do de Moisés a Kardec, quinta temporada. Então, nós vamos ficar aguardando todos vocês, tá bom? Beijo nos corações. E como a gente sempre disse para vocês, esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. >> Tchau. >> Até o dia 23, se Deus quiser. Ciao. Ciao.
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