De Moisés a Kardec - 6ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino
Série de estudos De Moisés a Kardec em sua sexta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚
เฮ >> Olá, olá, olá. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma live da série de Moisés a Kardec, sexta temporada. Hoje, dia 10 de fevereiro de 2026, nós estamos aqui para mais uma noite de estudos com eles, Jorgito Elarrá, professor Severino Celestino e, se Deus quiser, daqui a pouquinho Álvaro Mori. Boa noite, Jorgito Elarrá. Boa noite, professor Severino Celestino. Pera aí, >> aí, agora sim, >> agora sim, >> agora sim. Boa noite, Adriano. Boa noite, meu queridíssimo e extraordinário professor Severino Celestino e uma boa noite maravilhosa para os nossos companheiros que estão aí no chat nesse momento. Ah, mas eu quero saber, Adriana, você fez a barba, tem alguma coisa estranha? Eu tô achando, cortou o cabelinho, não sei. Tem alguma coisa estranha aí? Ele ele não fez ele não fez a barba não, Jorginho, que a barba dele já tá feita. Eu acho que ele tirou. >> Ele tirou. [risadas] >> É, ele tirou. Mas boa noite, Jorgito. Boa noite, Adriano. Boa noite, queridos internautas. Eu queria dizer da minha alegria de estar aqui hoje, mais uma vez lamentando a ausência do Álvaro que não chegou ainda, mas feliz por reencontrar o Jorgito. E eu queria eh depois da nossa prece que nós vamos ter que fazer, eh fazemos já avisar as pessoas que nós vamos estar no MIEP no próximo sábado em Campina Grande. o Jorito e o Álvaro Moder abrindo o MIEP às 16 horas lá em Campina Grande e dizer que há 15 dias passados, né, eu tive a felicidade de estar em Uberlândia num encontro maravilhoso com o Jorgito, com pessoas assim maravilhosas, o Simão Pedro, Aroldo Dutra, eh, sem falar na Divina, né, que é a esposa do, como é? Rúbio, né? Rúbio. Rub, o Rubinho é lá que nos recebeu assim com muito carinho. Tava Eu Lália Bueno, tava o Jorge Godinho da presidente da Federação Espírita Brasileira. Foi assim para mim um encontro assim muito, mas muito rico, rico em todos os sentidos. E daí nós vamos fazer a nossa prece, porque depois da prece, antes de começar o nosso estudo, eu queria fazer uma uma leitura para o grupo para poder a gente começar
o rico, rico em todos os sentidos. E daí nós vamos fazer a nossa prece, porque depois da prece, antes de começar o nosso estudo, eu queria fazer uma uma leitura para o grupo para poder a gente começar o estudo da noite. É com você, Adriano. Adriano, travou. >> Opa, >> você travou. Tá gelado, >> professor. Eh, então voltei. >> Voltou, voltou. >> Então, pronto. É, minha internet está oscilando, tá? Já vou deixar avisado. Tá meio complicado aqui hoje. Toda hora eu tô >> enfim. Eh, professor, eh, o senhor faz a prece para nós? Então, faço sim, faço sim. Mas antes eu queria registrar aqui a presença de Aparecida do Maredomos lá de Iracema, Jorginho conhece ela lá de Fortaleza. Ela estava conosco agora mesmo no nosso centro e eu cheguei aqui, ela já está aqui. Eu acho que ela ela é muito é muito caridosa. Ela ela eh já me aguentou agora de 7B até às 9 horas e aqui já tá de novo conosco, mostrando que ela além de ser tolerante, ela também deve gostar muito de Jorgite. Eu acho que ela tá aqui por causa de Jorgite. Não é por minha causa não, porque eu sou tão amigo dela que não justifica, que eu a obrigue a tá me escutando às 24 horas do dia. Mas vamos, além de mandar estender essa saudação a a ao Maredomos e a Aparecida e ao Jorgito, vamos fazer a nossa prece pedindo a Deus que nos assista, nos inspire, nos coloque na condição de humildade, de limites, que todos nós o temos, mas que também nos nos preencha assistência espiritual para que nós nós possamos estudar com esses irmãos e levar a eles aquilo que tanto é importante para a nossa libertação espiritual, que é o conhecimento que nos leva à verdade, que nos leva à vida, como diz Jesus em João 16. Vamos agradecer a ele. Vamos pedir aos espíritos amigos que nos inspirem, nos assiste e coloque nossas mentes, os nossos corações, a condição de com os nossos irmãos nos colocarmos a sermos estimulantes, despertadores, para que eles busquem, como sempre fazem conosco as terças-feiras, esse conhecimento inesgotado que veio de Moisés, de Jesus e do
os nossos irmãos nos colocarmos a sermos estimulantes, despertadores, para que eles busquem, como sempre fazem conosco as terças-feiras, esse conhecimento inesgotado que veio de Moisés, de Jesus e do Espírito da Verdade através de Allan Kardec. Te agradecemos, Senhor, por esta noite e te pedimos muita paz, muita luz e muita alegria entre todos nós. Que assim seja. Graças a Deus. Eu pediria pedir permissão antes de Jorgito tá com o microfone desligado, mas eu queria ler aqui o uma das alegrias que eu tive lá no encontro aí, >> aonde lançamos o nosso eh a nossa obra, A minha do Álvaro, eh as parábolas de Jesus na visão judaica, cristã, espírita. E ali eu conheci uma obra que ela começa mais ou menos assim. Nos bastidores da web Rádio Fraternidade, silenciosamente, uma numerosa equipe se movimenta recolhendo perguntas feitas pelo público através de e-mail, WhatsApp, Facebook, Instagram, telefone, conversas e demais meios de comunicação, a fim de atender a todos aqueles que trazem questionamentos para serem analisados à luz da literatura espírita. Poucos sabem da quantidade de colaboradores que atuam sem serem notados, garantindo com isso repercussão que o programa Pinga Fogo possui. Sim, a diversidade de temas abordados pela doutrina espírita resultou em uma literatura extremamente vasta, tratando dos diferentes temas do espiritismo aliados às análises dos mais diversos desdobramentos desse conteúdo diante da vida humana, criando um mar de conhecimentos. Esse ambiente formado por tantas obras e tantos sabores, saberes apoiados na lógica por tantos anseios e tantos questionamentos, por tantas dores e tantas dúvidas, por tantos textos sagrados e tantas perguntas, torna o ambiente espírita o local ideal para buscar resposta tanto para o cérebro quanto para o coração. Foi nesse cenário que a web Rádio Fraternidade, transmitindo ininterruptamente pelo YouTube, programação espírita em busca de consolar e esclarecer, começou a receber diversas perguntas de seus ouvintes que
sse cenário que a web Rádio Fraternidade, transmitindo ininterruptamente pelo YouTube, programação espírita em busca de consolar e esclarecer, começou a receber diversas perguntas de seus ouvintes que buscavam respostas para seus questionamentos, uma vez que o Espiritismo se propõe a oferecer tanto quanto possível esclarecimentos à criatura humana. Em 2019, várias perguntas já haviam chegado a Raid e Rubens de Castro, seu idealizador, estava interessado em algo que atendesse as expectativas do público. Quando surgiu então a pandemia da COVID-19, isolando as pessoas em seus lares, suspendendo as atividades profissionais fora de casa e abrigando o fechamento das diversas instituições espírita, surgiu um momento ideal para que os conteúdos das obras fossem oferecidos à aqueles que buscavam conhecimento. Rubens convidou-me para oferecer respostas às perguntas e eu aceitei. Seria única live com duração de uma hora. A web rádio fraternidade agentou para o dia 13 de abril de 2000 a live que responderia as perguntas já coletadas e as outras que poderiam sugerir ao vivo feitas pelo presente. O nome adotado para essa live foi pinga fogo pela temperatura que teria. O evento ocorreu e novas perguntas se juntaram, sendo necessário uma segunda live para solucionar dúvidas restantes. Pedi que Ruben não a designasse como pingafogo número dois para não sugerir que seria uma série. Ao final da segunda havia ainda mais perguntas, então ocorreu uma terceira live também não numerada e ao final desta, vimos que o número de perguntas só crescia. Decidimos então criar um programa permanente semanal que hoje quando escrevo esse tre esse texto se aproxima do número 300. A equipe de suporte cresceu significativamente ao longo desses 5 anos, espalhada por diversos locais do Brasil, recolhendo as perguntas. Outros se juntaram para organizar meticulosamente cada uma das lives, evidenciando os conteúdos tratados em cada minuto e buscando as palavras chave para cada pergunta e resposta. Nesse tempo, Divina se juntou ao trabalho,
a organizar meticulosamente cada uma das lives, evidenciando os conteúdos tratados em cada minuto e buscando as palavras chave para cada pergunta e resposta. Nesse tempo, Divina se juntou ao trabalho, alternando com Rubens na leitura das perguntas do público, ao mesmo tempo em que traz pertinentes contribuições, oferece receitas culinárias e fala de sua experiência como professora. Mais tarde, Sâmia também se juntou ao grupo, trazendo primeiramente poemas e depois integrando a equipe em definitivo, tratando das questões propostas de modo singular ao emprestar mais doçura e sensibilidade às análises. Na verdade, as respostas apresentadas não são inéditas, estão apoiadas nos ensinamentos de Jesus, contidos nos evangelhos e nos conteúdos oferecidos pelos espíritos e pelos encarnados nas incontáveis obras citadas durante as respostas oferecidas, demonstrando a excelência da mensagem espírita no papel de esclarecimento e consolo da criatura humana. E a leitura dessas obras é a leitura dessas obras que permite tal compreensão da vida. Após a constituição de considerava acevo de perguntas e respostas, surgiu a ideia de concretizar esse conteúdo em um texto escrito, de forma que estivessem sintetizados e sem repetições. Mas são tão diversos os temas tratados que seria inviável e desinteressante reunir todos os conteúdos em um único volume. Assim ficou decidido que seriam produzido tomos diferentes com temas específicos, tais como, por exemplo, saúde mental, luto, cristianismo, família, princípios espíritas, religiões, ciência, mediunidade e movimento espírita. Oferecemos aqui o primeiro desses volumes na expectativa de estarmos contribuindo com o movimento espírita pela oferta dos conteúdos organizados sobre este tema. ao tempo em que também intentamos colaborar com a web Rádio Fraternidade, a quem está doada a integralidade dos possíveis direitos autorais desta obra. Este é o primeiro volume de de outros da obra que está aqui. Saúde mental por Jorge Elarrá, coleção Pinga Fogo. Eu
nidade, a quem está doada a integralidade dos possíveis direitos autorais desta obra. Este é o primeiro volume de de outros da obra que está aqui. Saúde mental por Jorge Elarrá, coleção Pinga Fogo. Eu tive a Eu não quero despertar inveja em ninguém porque eu não gosto de fazer inveja, mas esse volume está autografado a mim e com algum algumas inverdades que eu perdoo por carinho, pela amizade que ele bota aqui. Extraordinário já começa me deixando com dificuldade e único professor civil extraordinário e único professor Silvino Celestino com gratidão e voto de paz. Uberlâ 23 de1 de 26 no céu, Congresso Espírita de Uberlândia. Então, e a obra já nasce, não é no terceiro céu, porque Paulo chegou até o terceiro, mas ela já está no né? Então, mostrando eh eu fiz questão de deixar isso para hoje, Adriana, porque semana passada Jorgito não estava presente, né, nem o Álvaro. Mas hoje eu eu ofereço aqui a vocês, adquiram a obra, é muito boa, perguntas assim bem interessantes, todas pertinentes, todas eh mais uma vez enriquecendo e para nós não é surpresa, né? Porque Jorito, para mim, eu considero uma das pessoas assim que mais domina os temas ligados à doutrina espírita. Com esse jeito dele, com essa didática, que ele tem uma didática realmente muito atraente e e que nos prende atenção. E eu aproveito, meu querido, que a gente não teve tempo no corre, para lhe parabenizar, né? Primeiro pela obra e segundo pela excelente palestra que você fez no encerramento do non céu, que foi assim um banho de história, cristianismo, personagem assim que eu acho que ele tirou de de todos os lugares que você possa imaginar e foi um show, foi aplaudido de pé, foi assim um momento de que eu fiquei, me senti muito feliz e honrado de fazer parte hoje da vida do Jogito com muita alegria e dizer que a gente comunga com esse esse pensamento de trabalhar em prol de Jesus, em prol da doutrina, em prol da verdade, em prol de Moisés e em prol de Kardec. Então eu queria, Jorgito, te parabenizar a você,
a gente comunga com esse esse pensamento de trabalhar em prol de Jesus, em prol da doutrina, em prol da verdade, em prol de Moisés e em prol de Kardec. Então eu queria, Jorgito, te parabenizar a você, logicamente, a sua esposa, né? Porque não é atrás de um grande homem que tem uma grande mulher, né? É ao lado de um grande homem que está uma grande mulher. e sua esposa. É isso também muito conhecimento. Tive mais uma vez prazer de de conviver com ela lá no nono céu e com outros amigos queridos que estavam conosco, né? O Lacodé, que é, eu acho que é de Mato Grosso, eu acho que ele é de Cuiabá, desculpe. Não é Mato Grosso Cuiabá, né? La Codec tava lá conosco também. muita gente boa. O o o esqueci o nome dele agora, mas eu vou pegar o livro dele que eu também trouxe da produção. >> Rafael Siqueira. Isso, isso, isso. O Rafael, a aquele aquela menina jovem, mas também deu um show lá com o seu livro sobre que tá aqui na minha, eu acho que é esse, não é? O >> jovem a Nina. >> É a Nina, né? a min >> 19 anos >> deu um show lá no no na apresentação dela e a gente vai para esses locais pensando que a gente vai levar alguma coisa e quando a gente vê a bagagem que a gente trouxe, a gente fica até envergonhado que levou muito pouco. Então foi para mim assim, eu não conhecia, eu nunca tinha ido nesse encontro lá em Uberlândia, mas achei, Jorge assim um negócio surpreendente. O Rubens é Divina, >> né? Olha, olha, olha, Adriano, você sabe que Goiânia é bem organizado, mas é assim, é o nível de Goiânia, eu não gosto de fazer comparação, mas eles são organizados, são o ambiente onde acontece o encontro de um uma infraestrutura assim impecável em todos os sentidos. >> Imparaos, >> não é? Tem é algo include, você tem café, almoço, jantar, você tá hospedado dentro do do movimento, o hotel fica dentro do do encontro e dentro de um shopping. Quer dizer, atende a gregos e troianos e o pessoal >> fiel, né, Jorgito? Olha, um auditório para quantas mil pessoas, Jorgito? Tu sabe? >> 2000. >> 2000 pessoas. Gente em pé, viu, Adriano?
m shopping. Quer dizer, atende a gregos e troianos e o pessoal >> fiel, né, Jorgito? Olha, um auditório para quantas mil pessoas, Jorgito? Tu sabe? >> 2000. >> 2000 pessoas. Gente em pé, viu, Adriano? Gente em pé. >> Não saía ninguém. O povo chegava quando abria e só saía quando fechava. Terminar. foi para mim uma uma experiência assim me deixou bem eh surpreendido e muito feliz de poder ter colaborado um pouco, né, para o, eu diria assim, o banho de Espiritíssimo, o banho de cultura que o Rubens e a Divina e toda a sua equipe, né, a Márcia que ficou cuidando da foi o meu anjo da guarda cuidando de restaurante, cuidando de de muita coisa, orientando muito. muito os as pessoas palestrantes e os e os congressistas, mas eu eu tenho mais uma vez que parabenizar a riqueza da organização e o produto final, que eu diria assim em termos de de crítica, fora de qualquer cogitação de de crítica negativa, energia espiritual. Afinal, eu eu precisei de alguns lenços, né? Porque eles fizeram um encerramento assim muito eh espiritual espiritualizado, não foi, Georgito? >> Distribuíram flores, rosas para todo mundo. Olha, foi para mim foi belíssimo >> muito muito bom. Bem, >> professor, o senhor falar isso do livro me deixa extremamente extremamente tocado, porque eh é um elogio que vem de uma pessoa quem eu admiro tanto, de quem eu reverencio tanto. Muito obrigado. Obrigado de verdade pelas suas palavras. Eu eu não estou lhe alugiando, eu estou sendo justo, honesto com o produto que você tá está entregando as pessoas. É só isso. É o mínimo que eu poderia dizer. O meu comentário é o mínimo que eu poderia dizer. Vale a pena. Quem quiser coleciona, eu mesmo vou quero todos os volumes, porque isso aqui é o primeiro. Não sei quantos virão, mas >> é, tem que v eu vou querer ter na minha instante a coleção toda, né? Porque são perguntas assim muito pertinentes, muito bem organizadas e a resposta que é o principal estão bem abalizada com bases na codificação da doutrina, além de conhecimentos gerais, história, tem tudo
e são perguntas assim muito pertinentes, muito bem organizadas e a resposta que é o principal estão bem abalizada com bases na codificação da doutrina, além de conhecimentos gerais, história, tem tudo nessa obra. Então a gente só só tem a ganhar adquirindo esse livro, Coleção Pingafogo com Jorge Elar. >> Ai, muito obrigado, professor. Muito obrigado mesmo. Mas realmente o céu é um é um evento singular. Eu diria que tem dois grandes eventos no Brasil. Um é o céu e o outro é a semana espírita de Vitória da Conquista. >> Ah, com Barreto. >> Você vai estar lá esse ano? >> Estou. Eu vou, eu vou, eu vou a, a, a conquista desde 2013. Tem 12, 13 anos que eu vou já. >> Muito bem. Eu >> estou lá >> ao congresso, a semana espírita. É a primeira vez que eu vou, esse será esse ano, mas eu já tive lá uma opção de ver fora do período da semana em conquista. Mas esse ano o senhor vai na semana? >> Vou, vou na semana. >> Meu Deus, vai ser maravilhoso. Então vamos nos encontrar então no MIEP e vamos nos encontrar em conquista. Ah, >> quiser. Deus quiser. Deus quiser. >> Maravilha. Eh, eu queria eu queria aproveitar enquanto o Álvaro não chega e permitir e dizer paraas pessoas que pra gente não avançar no conteúdo, se alguém tiver alguma dúvida de alguma coisa que ficou para trás, é hora de perguntar. Enquanto o Álvaro chega, a gente já vai debelando possíveis questões que tenham aqui, né? E aí tem uma já aqui da Maria Torres que não consegue mais achar os estudos do Afinal, somos escritos no tempo. Isso é verdade. Na última live que nós fizemos, nós decidimos que nós iríamos parar e iríamos retornar agora, só que eh o retorno na próxima semana eh vai cair no carnaval, né, próxima semana. Então a gente não vai poder voltar no na próxima, então a gente vai ter que ficar na outra quinzena, mas vai voltar. Tá parado, viu? Está parado. >> Qual é o dia, Jorgito? Desse, desse desses? >> É no nosso mesmo horário, só que na quinzena trocada. A gente fica eu, >> se quena que a gente não tem aqui Moisés
oltar. Tá parado, viu? Está parado. >> Qual é o dia, Jorgito? Desse, desse desses? >> É no nosso mesmo horário, só que na quinzena trocada. A gente fica eu, >> se quena que a gente não tem aqui Moisés Kardec, né? >> Isso. No mesmo horário, na mesma terça, só que na outra semana. Mas é naqueles naqueles moldes que você fez a palestra lá no no céu. Ah, a gente estuda, nós estudamos durante um ano a doutrina secreta. Navegamos pelos Vedas, pelo Maabbara, pela Índia, pelos gaules, pelos gregos, pelos egípcios, pelos hebreus. Passamos por todos os povos. Depois entramos no cristianismo, navegamos pelo cristianismo rápido, passamos pelo cristianismo rápido e entramos na no período das manifestações mediúnicas espíritas e terminamos o ano estudando os 117 pesquisadores que trabalharam no século XIX pensamento das mediúnicas de século século XX, né? E agora a gente vai retornar pro pro pra segunda temporada, né? Agora já discutindo já na dentro da doutrina espírita, n? A gente trabalha três obras juntos. Espírito e o tempo de Arculano Pires, afinal Quem Somos? de Pedro Granja e o depois da morte do Leão Deni. O depois da o afinal quem somos não está mais sendo publicado, tá esgotado. Então eu redigitei o livro todinho com o meu dedinho. Tec tec tec tec tec tec. >> São 20 capítulos, já digitei 19, converti para PDF. tá disponível aí quem quiser uma obra muito boa sobre essa história do pensamento religioso e a presença dos conteúdos espíritas nas diversas culturas do mundo. >> Mas qual é o qual é o o o local que você encontra? É afinal quem somos? É, >> afinal quem somos? Eu vou lhe mandar o PDF. Você me você me envia do do envia o PDF daquilo que eu já fiz, já tá todo arrumadinho. >> Certo. Eu agradeço. Você enviar, vou agradecer. Bom, ô, ô, >> ah, ele é muito bom. É uma obra muito boa, viu? Muito boa. >> Jorgito, o afinal eh eh somos espírito no tempo, vai retornar dia tr dia deixa eu ver aqui. Dia 3, não é isso? 3 de março. >> É, eu acho que é 3 de março, né? 3 de março. Então tenho novidade para você,
rgito, o afinal eh eh somos espírito no tempo, vai retornar dia tr dia deixa eu ver aqui. Dia 3, não é isso? 3 de março. >> É, eu acho que é 3 de março, né? 3 de março. Então tenho novidade para você, tá? Que você não tá sabendo, acredito eu. Estarei substituindo, não com a mesma eficiência, não com o mesmo brilho, mas estarei substituindo Ivana Risk na apresentação. Ela que vai viajar para ver a filha, né? vai passar uma temporada com a filha >> e eu a estarei substituindo então nos dias 3 e 17 de março, estarei com vossas excelências Jorginho Cris Dru. Que bom, >> muito bom, >> Jorge. Aqui tem a a Maria Salete tá dizendo que encontrou dois volumes do livro do livro Afinal, quem somos na biblioteca da nossa sociedade espírita paz e amor. >> É, então ela preserve bem, porque no CEO está R$ 350 um volume. Então por isso que eu resolvi digitar. >> Nossa! Vou digitar e vou e disponibilizo o PDF para aqueles que quiserem. >> Quem quiser físico bate, quem quiser físico baixa e imprime. >> Quem quiser físico imprime. Eu já fiz para ficar em formato de livro bem bonitinho com e ISBN, tudo arrumadinho. Tá bem bem bem feitinho com nota de rodapé, padrão editora mesmo. É só imprimir. >> Trabalho de amor, né, Jorge? Um trabalho de amor e dedicação mesmo. >> É muito, muito, muito delicado o trabalho fazendo coisa, como fosse um trabalho artesanal. Eu estou há mais, tô há um ano e meio trabalhando, digitando esse livro. Aí digita, compara, vê o nome do livro, vai no original, vê se o nome do cara tá correto, não tem uma letra trocada, corrige a letra. Tudo isso eu tenho feito para ficar um trabalho de qualidade. Jorgito, o Luís da Rádio Portal da Luz tá perguntando aqui se é possível retransmitir o o afinal som dos espíritos no tempo. E não é o Iges que programa esse e eh eh essa série de estudos, né? Não sou eu que programo. Então aí eu até quem que tá programando você sabe? É a Ivana que tá programando? A Cris >> Conecta que tá fazendo, né? conecta, né? >> É. >> Ô Luís, eu vou eu vou passar o a questão
u eu que programo. Então aí eu até quem que tá programando você sabe? É a Ivana que tá programando? A Cris >> Conecta que tá fazendo, né? conecta, né? >> É. >> Ô Luís, eu vou eu vou passar o a questão para o pessoal do Conecta, então acredito que se for possível, lógico, eles vão inserir vocês, tá bom? >> Vou vou transmitir aí a >> a solicitação pro pessoal. Eu eu tenho um grupo aonde eu disponibilizo nesse grupo eh notícias, disponibilizo aniversários, disponibilizo palestras que foram feitas e quando eu termino algum capítulo, eu também posto lá, ó, terminei mais um capítulo. Então o pessoal que participa desse dessa comunidade, desse grupo, recebe isso, né? Se alguém tiver interesse, eu posso tentar ver como incluir as pessoas. A Maria Salete tá dizendo aqui, se a gente quiser, ela faz cópia encadernada e envia para nós. Eu eu agradeço, viu, Maria Sal? Não f dar muito trabalho porque eu já teria ele físico, né? É, quando a gente terminar, pode até pensar em imprimir, tá no capítulo 19, falta mais um pra gente imprimir, >> certo? É, quem sabe um dia a gente não imprime, arranja um canto de imprimir, nem que seja com espiral, né, para não dar trabalho. Mas >> isso aí é fácil, a gente arruma nas editoras, a gente tá na minha editora aqui eu arranjo. >> Ah, pronto. Aí vai, faz. Bom, aí vai todo mundo preso, né? Porque aí imprimi o livro [risadas] >> tudo pirataria, né, Jorgito? [risadas] >> Mas sabe que eu eu conversei com o pessoal, a gente estamos saindo do assunto, né? Mas é bom todo mundo saber. Eu conversei com alguns companheiros do movimento espírita disse: "Olha, eu não quero ser preso, mas eu tô digitando esse livro aqui e para não ser preso, eu tô fazendo capítulo a capítulo porque não é o livro inteiro e tal". Aí conversei com alguns companheiros, não, eu sei quem quem quem imprime, eu vou conversar com eles. E aí eles disseram o seguinte: "Ah, que bom que ele tá fazendo isso, porque a versão que nós temos aqui é muito antiga, teve revisões ortográficas, tem que revisar o
mprime, eu vou conversar com eles. E aí eles disseram o seguinte: "Ah, que bom que ele tá fazendo isso, porque a versão que nós temos aqui é muito antiga, teve revisões ortográficas, tem que revisar o texto, a parte ortográfica. Tem erros de digitação. Eu encontrei alguns erros. por exemplo, diz que Jesus entrou em Jerusalém montado num juramento e não é num jumento. Aí eu corrigi. Então tem algumas coisas assim que eu, ah, aqui tá errado, faltou um plural, aí eu coloco a letrinha que falta e tal, algumas coisinhas assim de correção ortográfica eu fiz. Aí o pessoal, ah, muito bom, muito bom. Diga para ele quando terminar para mandar para nós. Aí depois recebeu a notícia. Olha, diga para ele que nós perdemos o direito de autoral que o Pedro Gran já passou para nós. A gente não acha o papel. Então, então eu vou ver quando é que o Pedro Gran já faleceu, porque quando completar 70 anos, não é isso, doutor advogado, 70 anos cai em domínio público, né? >> Acho que é música é 50, né? Música é 50, parece. E e >> não é no quanto é, Adriano? Adriano é que sabe que é advogado. Eu sinceramente essa esse prazo, mas eu vejo aqui agora >> é acho que é 70 anos. Tem que ver quando é que o Pedro Gran já desencarnou e contar para ver se ele já tá em domínio público, né? >> Mas muito bem. >> 70 anos. 70 anos após a morte do autor. >> Então vamos descobrir quando foi que Pedro Granja no ano seguinte. É isso aí. >> E direito E direito autoral de música, quantos anos? 70 [risadas] também. 70 >> música também >> é tudo. Eu sei que eles mexeram no direito autoral do Walt Disney porque ele já tem 70 anos de desencarnado e aí ninguém queria perder os direitos autorais dos dos bonequinhos, né? Fizera uma mexida lá, não sei, para não ser de domínio público ainda. >> E parece que é a mesma >> É, mas >> Oi, >> a mesma regra, né? Veja uma regra, obra, regra literária. A mesma regra da obra literária. >> Isso. Muito bem. Então aí, >> Álvaro Mor, >> agora sim, começa a live [risadas] neste momento.
s >> Oi, >> a mesma regra, né? Veja uma regra, obra, regra literária. A mesma regra da obra literária. >> Isso. Muito bem. Então aí, >> Álvaro Mor, >> agora sim, começa a live [risadas] neste momento. >> Atenção, começa neste momento >> aí, não é? às 22:4. >> Nós estamos aqui esperando você chegar conversando. >> Eu eu não sei se eu choro, se eu canto ou acendo uma velinha dos três, eu não sei. [risadas] Alguma coisa tem que fazer. Boa noite Jorge Elará. Boa noite faz parecido comigo que fica um braço embaixo, outro em cima. Boa noite, professor Severino Celestino. Eu vejo uma luz em volta do senhor. >> Essa região >> é alguém que acendeu alguma vela aqui, viu, meu filho? Não é nada [risadas] além disso. É uma vela mesmo de cera de carnaúba que acenderam aqui. Mas já que você chegou, eu vou lhe mostrar o negócio. Fica aí, segura as pontas aí. Vamos lá. Vamos abrir. >> Oh, olha aí, rapaz. >> Olha só, rapaz. >> Achou. Professor, tem uma pergunta aqui pro senhor. Eh, quer que pergunte aí, Gustavo, Espiritismo. Olha só, >> estão perguntando se os seus livros têm versão digitalizada, porque as pessoas são deficientes visuais, não conseguem ouvir o livro, né? Exato. Eu já tentei como com com o meu editor fazer isso, tanto tanto digitalizada até mesmo como em braile para os deficientes visuais. >> Mas eh deixa eu te dizer uma coisa, eu conheço pessoas no movimento estrita que leem livros, não é prófissional, mas é pessoas de boa vontade que pegam o livro e fazem a leitura. >> Uhum. Se o senhor tiver interesse, eu posso conversar com eles para fazer a leitura. É uma leitura com uma voz que não é uma voz de artista, mas é uma voz boa que para quem tem essa situação pode até servir, né? O Jorge eu disponho porque eu não tenho nada para eu faço parodiando Jesus que colocar qualquer conhecimento debaixo da mesa, né? Eu quero colocar no velador dele. >> É >> que meu interesse é divulgar. >> É divulgar. Amanhã, amanhã mesmo eu vou colocar alguém em contato com o senhor para ver se começa esse trabalho de
mesa, né? Eu quero colocar no velador dele. >> É >> que meu interesse é divulgar. >> É divulgar. Amanhã, amanhã mesmo eu vou colocar alguém em contato com o senhor para ver se começa esse trabalho de leitura. Lá tem um pessoal que só faz isso, adora fazer. >> Eu criei um grupo chamado Espiritismo Inclusivo, >> que lê livros, que cuida exatamente dessas pessoas que t algum tipo de pessoal de Libras, pessoal que trabalha com os deficientes visuais. Eu juntei esse pessoal num grupo pra gente poder dinamizar algumas tarefas. Amanhã eu acho alguém lá no grupo para fazer essa tarefa. >> Se se entrar em contato, eu vou enviando a título por título com todo prazer, terminando um e eu enviando o outro. >> Maravilha. Maravilha. >> Ô Álvaro, para você >> não é aquela voz de artista, mas também não é aquela taquarachada, >> não. É uma voz boa, uma voz boa, não é profissional e tal. >> Audível, audível. Aí eles colocam no YouTube, colocam no YouTube, aí qualquer pessoa pode pegar, entendeu? >> Eu tenho um espírito amigo que quando encarnado tinha uma voz de radialista e ele fala assim: "Agora eu aqui falando pela voz desse médium de taquara rachada". >> Senhor já ouviu ele, professor. >> Ô Álvaro, deixa eu te dizer uma coisa. Lá lá em Uberlândia, eu autografei aproximadamente 1 hora30 no sábado e 2 horas no domingo. Foram 4 horas de autógrafo. Eu autografei do parábola 230 livros. Isso >> foi meu recorde até hoje. Foi assim de uma uma aceitação. A praça enchia, fazia fila de de de eu disse, eu não vou dar conta, >> hein? >> O senhor nunca tinha publicado um livro com judeu. [risadas] >> Olha aí, rádio Portal da Luz. Podemos rodar arquivos de áudio dos livros na RPL, na ráide portal da R portal da luz. É, >> olha que coisa maravilhosa. Um grava e o outro roda, né? >> Claro. >> É assim que as coisas acontecem. >> É, >> mas eu quero dizer a todos que a gente veio aqui para estudar o >> Isso. >> Ninguém fez pergunta nenhuma, então ninguém tem dúvida. A gente pode entrar. dando suporte para vossas excelências.
>> É, >> mas eu quero dizer a todos que a gente veio aqui para estudar o >> Isso. >> Ninguém fez pergunta nenhuma, então ninguém tem dúvida. A gente pode entrar. dando suporte para vossas excelências. >> Eu e meu cabelinho cortado, >> meninos lindos. A gente tá apendando cabelinho. Cortou o cabelinho. >> Tá alimentando bem, hein, Álvaro? Não tá. [risadas] >> Não pode dormir, viu? >> Pode ficar nos bastidores. Pode ficar, só não pode dormir. É proibido cochilar. Aqui é igual a música do nordest. >> Não, não tem como dormir com esse conteúdo que vocês apresentam. Não tem como dormir não. >> Muito bem. Vamos lá. >> Qual capítulo estamos? >> Estamos no 23. Encerramos no versículo 19, porque a semana passada Jorgito não pode vir e você não apareceu, não teve condições também de rir. >> E eu rodei sozinho 23 até o item 19. Isso é no >> e a partir de hoje a gente começa no item 20, que nós terminamos no 19. Não trarás salários eh de rameira, nem preço de cão a casa do eterno teu Deus, nem paga qualquer voto, pois a abominação do eterno teu Deus são as coisas semelhantes. Aí agora a gente passa para o o 20. Não pagarás a teu irmão juro de dinheiro, nem juro de comida, nem juro de coisa alguma que se dá como juro. Ao estrangeiro poderás pagar juro e a teu irmão não pagarás para que o eterno teu Deus te abençoe em tudo que possui a tua mão na terra a qual estás indo para herdá-la. >> Olha só, isso é tão legal. contar uma história para vocês que aconteceu alguns dias atrás. Tem um amigo muito querido, se se formou rabina, a gente dividia apartamento, padrinho de casamento dele, do irmão, pessoa muito próxima, muito próxima por longos anos. e ele passou por uma dificuldade recente muito grande e ele me enviou um uma mensagem pedindo um auxílio e na hora, né, eu eu na hora eu respondi, aí que eu vi, eu falei: "Puxa, esse Pix não era dele". Aí eu escrevi para ele e falei: "Caí no golpe, né? Eu tinha certeza que a pessoa ia falar: "Caiu". [risadas] E aí ele me ligou, falou: "Não, sou eu
que eu vi, eu falei: "Puxa, esse Pix não era dele". Aí eu escrevi para ele e falei: "Caí no golpe, né? Eu tinha certeza que a pessoa ia falar: "Caiu". [risadas] E aí ele me ligou, falou: "Não, sou eu mesmo, tal, é porque não tô no Brasil, etc. Pá, eu falei, eu não tenho conta no Brasil mais". Aí eu falei, "Peguei esse Pix emprestado, tudo." Falei: "Não, tudo bem". Eu falei: "E como que tão as coisas?" Tal. Não, então eu tô passando por essa dificuldade, tô precisando de um valor aí, eh, tanto, pô, obrigado. Falei: "Não, cara, que é isso?" Eu falei como meu, um dos meus primeiros negócios na vida, assim, ele que me emprestou o dinheiro. E quanto ele me cobrou de juros? Zero. Não me cobrou nada. E eu falei: "Ah, é uma, imagina, né?" É, eu falei: "É, eu posso talvez hoje tá te ajudando porque um dia você me emprestou". E aí era uma era uma situação complicada. Ele precisava de um valor, vamos dizer assim, relativamente alto. E e ele me ligou uns dias depois, ele falou: "Mordi, Morder Moderai". Ele come o R de brincadeira, moderai. falou, eh, consegui um empréstimo na sinagoga tal. Eu falei: "Pô, que maravilha, quantas vezes pode pagar?" Eu falei: "Ah, vou, eu falei para eles para eu pagar em 10 vezes." Então, a gente chama isso de Guemar. >> Uhum. Hum. >> hebraico. Gemar é um fundo comunitário onde tem alguns, vamos assim dizer, administradores que fazem avaliação para que o recurso seja entregue em forma de empréstimo a juro zero. A juro zero. Isso é uma prática existente até hoje e que funciona aí. Interessante, né? Hoje me ligou, tava no carro viajando na estrada, tava com um amigo do centro comigo e me ligou um cliente e eu nunca tinha atendido esse cliente. Falou: "Não, eu tava precisando isso". Eu falei: "Olha, a regra da nossa empresa é diferente". Mas falei, como você é judeu, eu vou eu vou fazer o máximo aqui que eu puder para te ajudar. E eu falei na maior naturalidade e desliguei. E o meu amigo olhou e falou: "Puxa, Álvaro, você falou isso só porque a pessoa é
ê é judeu, eu vou eu vou fazer o máximo aqui que eu puder para te ajudar. E eu falei na maior naturalidade e desliguei. E o meu amigo olhou e falou: "Puxa, Álvaro, você falou isso só porque a pessoa é judia?" Falei: "É, eu conheço a família, conheço, eu não lembro quem eu estudei, mas algum parente deles eu estudei e ele falou: "Caramba, que coisa interessante, você não conhece a pessoa e você se predispõe em ajudar. E olha que, vamos assim dizer, eu não sou o cara mais bem visto. Eu acho que eu eu tô em primeiro, não bem visto, ela tá em terceiro. Deve ter mais alguém entre eu e ele. [risadas] Eu tô brincando. Na comunidade judá é uma brincadeira. Então assim, que que eu quero dizer? Isso é muito importante. E lá no capítulo 7 do livro Caminho da Luz, Emmanuel vai escrever sobre essa fraternidade, esse sentimento de auxílio que os judeus têm de um para com o outro. E isso é real, é verdadeiro, é efetivo, isso é parte do que eu vi muitas vezes. Então, só para como a gente tá assim nisso, eu vou trazer mais algumas questõezinhas. Por exemplo, existe um fundo para judeus para pagar a faculdade. Então você vai lá, estuda uma, duas horas por semana de Torá e um e tem um fundo que paga a sua faculdade, tem um fundo para você ir viajar e conhecer Israel. Então a gente tem isso de todos os lugares. Se a gente parar para se lembrar de um hospital aqui em São Paulo, Albert Einstein, é um hospital construído com capital unidade judaica. Se a gente parar para se lembrar do Ciro Libanês, uma das maiores comunidades, das maiores, alguns dos maiores doadores são judeus do Líbano e da Síria, que foram expulsos desse país na década de 60, 50, 60. Então, a gente encontra isso como com toda a naturalidade. E outro dia eu vi um rabino falando: "Fecharam as portas dos hospitais, nós fundamos os melhores hospitais do mundo, Monte Sinai, Nova York, Judaico, nos fecharam à porta dos nos impediram de ter propriedade. Nós criamos um sistema bancário. Todas as dificuldades que foram impostas
os os melhores hospitais do mundo, Monte Sinai, Nova York, Judaico, nos fecharam à porta dos nos impediram de ter propriedade. Nós criamos um sistema bancário. Todas as dificuldades que foram impostas fez com que de alguma forma nós pudéssemos nos aproximar uns dos outros. No primeiro dia que eu conheci o Ela, eu me senti amigo e próximo dele por ele ser judeu. E ele criou um sentimento de paternidade, de afetividade, de cuidado comigo. e que eu sabia que era genuíno desde o princípio e que às vezes é difícil, mas isso é cultural, isso tá nas nossas raízes, isso tá na nossa lei. Então aqui >> tá no Deuteronômio, né? noutor não me fala disso. Oi. Eh, eu Álvaro. Álvaro. >> Oi. >> Vamos lembrar todos os instrumentos que a gente puder, que existem relacionados com essa questão. Existe um que o judeu planta o campo, mas ele só colhe em redondo. Ele não colhe nos cantos, porque o que tá no canto é para o viajante. Tem o outro que o que ele coloca na carroça, tá? >> Esse ele não pode juntar. Tem assim, caiu da carroça, não junta. >> Não pode pegar. Não pode pegar que é do viajante. >> Isso >> tem, eu sei que são da colheita são três. É o >> aracha >> tem o da revra que é para cuidar dos mortos. Um fundo especificamente >> para cuidar dos que os do não vou falar do desencarnado, mas do corpo do morto, não é? e que é muito fácil prestar toda essa historia pra pessoa poder passar pelo luto de maneira mais leve, >> digna, >> digna. Imagina alguém faleceu, você tem que correr atrás caixão. Então o judeu só se preocupa em chorar, só isso. A a sinagoga cuida do resto. Inclusive, eu queria que você comentasse, Álvaro, sobre o óvulo da viúva, o quanto que isso era estranho na época, né, e até hoje. Sim, porque e se existe todo um cuidado fraternal com os mais necessitados, a gente fala dentro dessa comunidade, uma comunidade, vamos dizer assim, onde o homem vai ao trabalho, à rua, e a mulher tem a nobre missão da educação dos filhos. A viúva perdeu seu marido, ou seja, ela perdeu a
dentro dessa comunidade, uma comunidade, vamos dizer assim, onde o homem vai ao trabalho, à rua, e a mulher tem a nobre missão da educação dos filhos. A viúva perdeu seu marido, ou seja, ela perdeu a fonte de ainda. Como essa mulher vai se manter? Ela tem todo o direito de receber o amparo da comunidade. Então, a estranheza do texto em si, ela se dá por conta de que quem deveria estar recebendo se põe na posição de doador. Maravilhoso isso. Ô, ô, Álvaro, aqui tem uma pergunta. >> Os cristãos não enxergam. Os cristãos não enxergam, professor, o que é uma viúva numa comunidade judaica. Então eles acham que é uma só uma mulher que perdeu o marido e que de repente podia doar. A viúva ela é então cuidada pela coletividade, pela comunidade. >> E Jesus falava nisso muito, nas viúvas e nos órfãos. Pode ver no evangelho, ele era quanto mais ele repetia, repetia, repetia, porque até o o o dízimo, né, ele eles levavam para o templo, deixavam lá num local para os levitas, eles tiravam o que precisavam e o restante ficava para as viúvas e os ófos. Então, era uma coisa natural isso entre os judeus. >> Eu me lembro uma vez, viajava muito do Brasil para Israel e durante alguns poucos anos nós tivemos voo direto São Paulo Telaviv, mas antes disso não tinha e hoje não tem. Quer dizer, acho que hoje tem Latan. Não tenho certeza, >> mas eu acho que não é direto não. Não é direto porque se fosse direto a gente já tinha viajado por ela. Eu me lembro de uma época que era direto. Acho que era na sexta-feira >> pela Ilalula. É, é, exatamente. >> É, >> mas quando eu quando eu vou, eu quando eu fui pela Ilha, eu peguei uma conexão já em Zurik, na na Suíça. Eu fui para Portugal pela TAP, Lisboa, Zurik, aí Zurk, ela vive, eu fui para >> eu não, mas aí lá já teve São Paulo direto, >> tá? Eu me lembro que eu já vi direto. >> Meus irmãos trabalhavam lá. Então, ah, eu me lembro que eu fazia muita escala e assim naquele tempo, Santos Duminha nascido, que a gente pegava o avião. Era uma coisa a o Elará já era moço,
direto. >> Meus irmãos trabalhavam lá. Então, ah, eu me lembro que eu fazia muita escala e assim naquele tempo, Santos Duminha nascido, que a gente pegava o avião. Era uma coisa a o Elará já era moço, trabalhava, mas Santos Dom não tinha nem criado o avião. A gente perdia conexão com muita frequência porque os voos eram muito apertados. na Europa. Eu tava fazendo uma escala em Londres e eu perdi o avião. O avião demorou sair de Israel, perdi a conexão. Só que no meu bilhete eu só comia comida caché. Comida cacher é a comida que segue a lei judaica, os preceitos da lei judaica. >> Só que eu tava viajando de British, que é uma companhia inglesa, não tinha comida cacher para mim. Que que eu fiz? Fui sem comer. Eu tava com a minha mãe. Minha mãe também não comia comida que não fosse caché. E aí a gente a parou em Londres, falaram: "Olha, eh, perderam o avião, vocês vão ter que ficar aqui até amanhã". Falei: "Olha, eh, eu tenho um problema, a gente é judeu, tava de chapéu, né? Era nítido que era judeu, mas ah, falei, tem um problema, eu sou judeu. E como que eu posso eh ir para um hotel se eu não vou ter o que comer? Eu já tô há 8 horas, sei lá, 7 horas sem comer. Meu voo vai sair só amanhã à noite, ou seja, eu vou ter que ficar mais 24 horas. Falei, a gente não tem condições de ficar sem comer. Ah, não, mas a gente tá dando vch. Eu falei, eu sei, mas é que eu não tenho comida cacher em inglês. Não tenho comida cacher e aí ele falou, deixa eu ver o que eu posso fazer. Nesse inteirinho, eu falei pro rapaz da companhia, falei: "Você tem um telefone? Eu posso fazer uma ligação?" Ele falou: "Tenho." Falei: "Você pode digitar?" Eu digitei o nome de uma sinagoga, eh, vamos dizer um nome geral, tipo André Luiz, espírita André Luiz em Londres, tipo isso. E aí eu liguei e aí o Rabino atendeu, falei: "Ó, tudo bem, eu tô aqui no aeroporto, queria saber se vocês podiam me ajudar, não sei que tem". Ele falou: "Deixa eu conversar com o atendente". Aí ele conversou com o atendente e ele falou: "Olha, explicou
o bem, eu tô aqui no aeroporto, queria saber se vocês podiam me ajudar, não sei que tem". Ele falou: "Deixa eu conversar com o atendente". Aí ele conversou com o atendente e ele falou: "Olha, explicou toda a situação, tal e o rabino falou: "Alguém já vai ligar aí para vocês nesse número". Me ligou uma pessoa que era casada com brasileiro, com uma brasileira. E ele falou: "Minha esposa é brasileira, tal, a gente tá mandando um carro aí buscar vocês, vai levar você, vai trazer vocês aqui em casa para vocês fazerem uma refeição. Depois ele vai levar vocês no supermercado. Depois o supermercado vai deixar vocês no hotel, pode ficar tranquilo que tá tudo certo, resolvido." E eles foram lá buscar. Professor Severino Celestino aconteceu comigo por diversas vezes em viagem. Então, o que que eu posso dizer? Isso não é algo extraordinário, isso é algo tradicional e comum. >> Normal, normal, >> normal. Sabe a Ju Sara Corngold? >> Sei, conheço demais. Nossa amiga, >> eu fui com a Ju e o Jo e o João Córn, esposo dela, até uma sinagoga em Nova York. E eu falei, gente, a gente precisa de pensar se a gente vai comer na casa de alguém ou não falou: "Será?" Falou: "Eles não colocaram assim tanta fé". E o eles têm descendência judaica, né? O avô do João é sobrevivente do holocausto. E aí eu falei, falei: "Gente, é sério, não vão deixar a gente sair se a gente não tiver uma resposta certa". E e eles não colocaram tanta fé. Foram umas 10 pessoas diferentes vindo falar com a gente porque não conheciam. Vem jantar na minha casa, vem jantar na minha casa. E as pessoas insistiam no meio da reza, a pessoa ia lá e falava assim: "Viu você vai comer em casa, né?" É. E eles acharam isso, foi muito interessante. Então isso é fantástico, é maravilhoso. Isso faz parte desse versículo que para mim, professor, é parte da minha vida. É muito bonito isso. Ô, ô, tem uma pergunta aqui de uma pessoa que eu tava vendo aqui que ela diz assim: >> "Ah, sobre a usura, né?" >> É. Você viu essa pergunta? >> Eu não sei o que que ela quer dizer
muito bonito isso. Ô, ô, tem uma pergunta aqui de uma pessoa que eu tava vendo aqui que ela diz assim: >> "Ah, sobre a usura, né?" >> É. Você viu essa pergunta? >> Eu não sei o que que ela quer dizer comura exatamente usura é jura abusiva, geotagem. Ah, não. É proibido. Tá aqui. É proibido cobrar qualquer juros, >> mesmo que não seja judeu, se for um goim. >> Então, olha aqui. Não fará seu irmão pagar juros. O que que é, irmão? Cobrará juros de um gentil, mas seu irmão não pagará juros. Você pode cobrar juros de não judeu. >> Sim, mas aí a menina falando com existe isso com é excesso. >> Então usura é é o juros abusivo. >> É o que chama giotagem. Espécie de giotagem. >> Juros abusivos não, né? >> Aqui a é de Ana Lúcia Lessa. Aura não era praticada pelo povo judeu. >> Se você conversar, tem dois judeus na tela para falar. Cadê o o Ela? Caiu. >> Caiu, mas voltou e caiu de novo. >> Temos dois judeus, professor, aqui no programa. O meu juros é 10% ao mês, é barato. O delar é 12. E eu que não sou judeu também não tenho dinheiro para emprestar nem a 1%. >> Você ouviu? láo. >> Eu falei se pode cobrar juros abusivos. Eu falei claro que não. Comigo é 10%, com você é 12. Ela a gente divide. Você sabe que outro dia nós estávamos comentando sobre um assunto que não tinha nada a ver com isso em casa, falando de uma coisa muito longe de tudo isso. Aí de repente a Sâmia disse: "É, e os judeus dão um banho na gente nisso. Não tinha nada a ver com os judeus. Estava falando sobre não porque fulano tá passando por dificuldade. A gente tem que ver como é que faz para ajudar". Aí ela atalhou com esta frase: "Os judeus dão um banho na gente". E realmente eu já até comentei isso outras vezes aqui, vou me repetir, mas eu tive uma tia avó, irmã da minha avó, que ficou viúva e quem mantinha essa minha tia era a comunidade judaica de Belém. Ela morava numa casa, uma casa simples, não era nada luxuoso, uma casinha simples, mas ela tinha a dignidade dela, porque a sinagoga se reunia e eles mantinham, né?
era a comunidade judaica de Belém. Ela morava numa casa, uma casa simples, não era nada luxuoso, uma casinha simples, mas ela tinha a dignidade dela, porque a sinagoga se reunia e eles mantinham, né? E de ser da cá, eles iam lá uma vez se vá, né? Eles se se cotizavam e bancavam a minha tia. >> E isso era visto com muita naturalidade. Eu era garoto na época. Disse: "Ah, não, é a sinagoga que mantém a titia e tal". tal aquilo >> e e é natural mesmo, né? >> Ah, aquilo a sinagoga mantém. Ah, tá tudo bem. Ninguém diz assim: "Nossa, que incrível agora mantém". E e aqui eu vou fazer uma uma observação no que você disse ela, porque é o seguinte, a gente realmente quando você enxerga a comunidade cristã primitiva, ela carrega todos esses costumes. Isso >> que ela nasceu dentro da cultura. >> Exatamente. >> É, nasceu ali dentro. Então, eh, outro dia a gente teve um uma situação ou por, aliás, sempre tem situações como essa no centro espírita. E eu conversei com alguns amigos e eu falei: "Gente, a gente tem um uma amiga tá passando por um problema, a gente precisa de tanto para resolver o problema dela. Um problema tipo cartão de crédito. Passou por várias dificuldades, adoeceu, acidente, pá, pá, pá." E eu falei, vamos todo mundo se juntar, cada um que quiser contribuir quanto quiser. Se forem, por exemplo, 10 cotas, vamos supor, 10 cotas de 200, de R$ 100, de R$ 200, no caso era R$ 500. Ah, aí o pessoal falou: "Vamos, vamos, a gente pode fazer o empréstimo sem juros para pagar o quando der". E aí o pessoal, o pessoal falou, foi falando, vamos, eu topo, eu topo, eu topo, eu topo, eu topo, eu topo a gente juntou e a gente pode auxiliar essa pessoa para ela sair dessa situação difícil. E aqui ela, eu falei para as pessoas, eu falei, sabe, depois que ajudaram, eu falei, a gente se diz, o cristianismo é de vivo e é e é, mas a gente precisa de poder amar o outro quando a gente precisa de colocar a mão no bolso, porque às vezes a gente não quer se ajudar, porque sabe, o Ela foi responsável
istianismo é de vivo e é e é, mas a gente precisa de poder amar o outro quando a gente precisa de colocar a mão no bolso, porque às vezes a gente não quer se ajudar, porque sabe, o Ela foi responsável quando ele teve o acidente. que não cuidou da família. Aí deixa o Elarrá com o karma dele, entre aspas, karma, deixa o Elará com a expiação dele, deixa o Elar com a prova dele. E aqui é um para mim é muito natural. E eu eu faço questão Elará, quando procuram outras casas, outra causa espírita, eu faço questão de dentro da minha limitação poder ajudar. Nisso aí, eu acho que eh essa parte da caridade, a doutrina espírita é muito solidária com aqueles irmãos que são eh porque isso também está no na Torá, né? Está em Isaías. Lembra-se daquele que é mais pobre, não dê as costas aquele que que te procura. Não negues o que te pede prestado. Tudo isso é >> Jesus fala isso também no no evangelho. >> Tem uma outra também naquele elenco de coisas, tem uma também que eu gosto muito assim: "A paga do jornaleiro não dormirá convosco." Eu acho tão bonita essa. >> Nossa, essa é boa, né? Eu acho tá sensacional, porque o cara ele trabalha por jornada, ele trabalha por diária, o cara foi limpar teu terreno, olha, volta semana que vem que eu te pago. Ele não pode, gente. >> Não. Exato. Isso é bonito. >> Eh, a Exato. A paga do jornaleiro não dormirá convosco. Então, se você contratou um cara para o serviço que é diário, você tem que pagar o dele, porque ele ele come do dinheiro que ele ganha. Se ele for receber daqui uma semana, ele morreu de fome. Então não pode. O o jornaleiro não é o cara que vem de jornal. O jornaleiro é quem trabalha por jornada. Quem trabalha por diária, né? >> É por diária, né? Por diária. Então a a paga desse desse profissional não pode dormir com você. Você tem que dar um jeito de fazer chegar na mão dele. >> Mas ele não pode ficar, não pode ficar. Isso também era muito aplicado por Silvio Santos. Ele nunca deixava o salário que era para ser para se caísse o dia do pagamento. No domingo
gar na mão dele. >> Mas ele não pode ficar, não pode ficar. Isso também era muito aplicado por Silvio Santos. Ele nunca deixava o salário que era para ser para se caísse o dia do pagamento. No domingo ele pagava na sexta para que a pessoa não ficasse o final de semana sem o seu salário. >> Isso é isso é da lei judaica, professor. >> É, é, ele era judicante, né? Ele fractava sinagoga ali, né? Na na como é, meu Deus, >> abolição. >> Isso. >> É ali no Já fui várias vezes lá, esqueci. >> Fica ali a turma do Hienópolis. É Hienópolis, se não jardins ali. Eu esqueci o nome da rua. Eu já fui na Sinagoca que ele f e ele também ia por vezes na do Morumbi. >> Uhum. Mas olha, eu vi uma pergunta aí. Eu caí na hora aqui, né, pro Cotobroft, na hora que estavam tratando de daquela questão da usura. Eu gostaria que a gente lesse o versículo seguinte que resolve a questão, porque o versículo que lemos diz assim: "A teu irmão, eu disse irmão, irmão, entenda-se aqui, a pessoa que vive na mesma comunidade que você, tá? Então, a teu irmão não emprestarás com juros, nem dinheiro, nem comida, nem coisa alguma que se empregue com juros. emprestam juros. Ponto. Aí, versículo seguinte. Ao estranho, aí é outra conversa. Ao estranho emprestarás conjuros, porém a teu irmão não emprestarás conjuros para que o Senhor, teu Deus, te abençoe em tudo que puseres a mão na terra a qualir. Então, a prática de juros, ela é para não judeus, tá? E aí quero fazer um resgate histórico, que durante a Idade Média os judeus eles não poderiam ser donos de propriedade de terra. Não podiam terras. Entãoonde eles podiam colocar o dinheiro que eles ganhavam? Eles tinham que colocar em algum canto, gente. Eles não podiam eh eh eh ter ali. O amarelo é aquele lá tá aí dentro. É eles não podiam terras. Então, como é que eles iam guardar o dinheiro deles? Então, eles compravam aquilo que podia ser eh levado com eles. Então, eles faziam câmbio nas feiras e vendiam ouro joias. Porque quando chegava alguém para tomar os bens, o cara fechava um pano assim, ó,
ão, eles compravam aquilo que podia ser eh levado com eles. Então, eles faziam câmbio nas feiras e vendiam ouro joias. Porque quando chegava alguém para tomar os bens, o cara fechava um pano assim, ó, plan, botava os diamantes dentro, botava num cavalo e embora. Acabou. encerrava a discussão >> e também como eles sempre foram muito eh como diz e a Abraão, a Noir, a Evri, como eles eram muito nômades, na época de para Israel se mudarem, já tava com tudo em mãos, que era sua sua riqueza era o ouro, né? O bem que ele tinha, já que não podia ter propriedades. Então eles estavam sempre prontos para se mudar ou sair de um lugar sem nenhum prejuízo, sem deixar nada. Eh, uma outra característica do povo judeu, para o povo judeu, o maior tesouro que um pai deixa para um filho é o conhecimento. >> Sim. é o conhecimento, é dar estudo. Então, os judeus desde épocas remotas eles eram alfabetizados e tinham que ter contato com o conhecimento. Então, assim, não tô querendo diminuir os cristãos da época da Idade Média, mas eles eles eram todos letrados, todos liam, todos tinham conhecimento. Então, automaticamente eram pessoas com mais acesso ao conhecimento do que os que não tinham, porque os cristãos não tinham essa obrigação de saber ler. O o judeu tinha que ele tem que ler a Torá, ele tem que se informar, ele tem que manusear o texto. Então eles eram ensinados a terem esse conhecimento. Isso dava um diferencial de inteligência, de perspicácia, que abria perspectivas novas para os judeus. Então tudo isso tem que ser contabilizado nessa leitura, tá? Do por que naquela época eles tinham todas essas características. >> Olha aqui o que que Emanuel diz. Somos obrigados a reconhecer que Israel com e maiúsculo, num paradoxo flagrante, antecipando-se as conquistas dos outros povos, ou seja, conquistando moralmente o que outros iriam conquistar no futuro, ensinou de todos os tempos a fraternidade. para ao lado de uma fé soberana e morredora, sem pátria, sem lar, esse povo heróico tem sabido viver em todos
lmente o que outros iriam conquistar no futuro, ensinou de todos os tempos a fraternidade. para ao lado de uma fé soberana e morredora, sem pátria, sem lar, esse povo heróico tem sabido viver em todos os climas sociais, políticos, exemplificando a solidariedade humana nas melhores tradições do do trabalho. É uma lição dolorosa para todos os povos do mundo. Que interessante que que Emanuel escreve Caminho da Luz. Eu peguei aqui. Então é, nossa, são muitas histórias assim que a gente que a gente encontra, viveu, vivia e vive, né? Masé Gerbas do Mato Grosso do Sul, eh, explica as mulheres também o quê? Que será que foi lá que ela perguntou? >> Mulheres judias também podiam estudar, ler, ter contato com a Torá? E acho que é isso, né? Eu tô falando de conhecimento, de estudo, de >> Ah, >> de acesso. >> É, mas confirma aí, mas é se é isso mesmo, o conhecimento. É, tá certo. >> Hoje em dia, sim. A, no passado encontrava-se de uma comunidade e uma estrutura de sociedade completamente diferente. >> Hoje em dia existem eh locais de estudo apenas para mulheres ortodoxas, mas eh no passado isso não foi assim, ó, naturalmente, né? pela estruturação da cultura judaica, a mulher tem uma tarefa de cuidar do lar, né? Então, a mulher tem essa essa função dentro da comunidade judaica >> que é fundamental e importante, >> que é entendida como sendo essencial. Então, por exemplo, >> o judeu, se ele casar com uma mulher não judia, seus filhos não são judeus. Pronto, acabou. Ele perdeu a condição de ter filhos judeus. Por quê? Porque só a mulher judia pode criar um menino judeu. >> Uhum. >> Então, os judeus eram obrigados, são, né? Obrigados a casar dentro da comunidade. Obrigados, não posso dizer, mas são estimulados a casar dentro da comunidade para manter a cultura. Porque se ele casar com uma outra, imagina um judeu casando com uma árabe, por exemplo, casou com uma árabe, o filho, por mais que ele seja judeu, o filho não é judeu. >> Uhum. >> Digamos, um judeu casou com uma libanza xíata. Se ele casar com uma libanesa
ndo com uma árabe, por exemplo, casou com uma árabe, o filho, por mais que ele seja judeu, o filho não é judeu. >> Uhum. >> Digamos, um judeu casou com uma libanza xíata. Se ele casar com uma libanesa xiata, o filho dele não é judeu. Ele é o filho dele é filho de judeu, mas não é mais judeu. >> Uhum. Ô, aí, >> então, >> mas para o estado de Israel é reconhecido direito, cidadania e etc. >> É, >> é pro estado de Israel, sim. Para o estado de Israel, sim. para o a, vamos dizer, paraa vida religiosa ortodoxa, não. >> Não, paraa vida religiosa não. >> Aí já era. >> Mas >> agora sim, ela nos Estados Unidos, principalmente que lá a cidade que mais tem judeus no mundo chama-se, é no Oriente Médio, é próximo até ela vive e chama-se Nova York. >> é a cidade que mais tem judeus no mundo. Então, a tenho muitos amigos da comunidade judaica eh americana e lá a coisa é um pouco mais flexível. Então, a comunidade, vamos dizer assim, conservadora ou que aqui a gente chama de reformista é muito forte. A lei judaica é o que é o o ortodoxo defende, isso é respeitável, mas outros grupos já não se incomodam muito com alguns desses elementos. Então, nos Estados Unidos, eu tenho várias amigas aqui. Eu lembro assim quando a gente tinha algum amigo que o pai não era judeu, quer dizer que a mãe, perdão, não era judia, a gente falava assim baixinho, sabe? Uma coisa feia de se fazer, né? Na verdade, é uma coisa feia se fazer. Mas a gente falava nos Estados Unidos, eu não vejo isso tanto. Claro que se for numa comunidade ortodoxa, sim haverá, mas a comunidade conservadora ou reformista é muito grande hoje lá. >> Ô, eu queria fazer uma observação ainda eh da mulher eh Jesus na parábola do do filho do filho pródigo, não, da ovelha perdida e da dracma. Ele coloca a mulher como a luz do lar. Ela pede a dracma e acende uma luz para procurar, >> certo? E ainda isso é uma referência também. >> É a mulher, a mulher também é importantíssima, ela que acende as velas do Shabat. O Madite Shabat é ela que
a dracma e acende uma luz para procurar, >> certo? E ainda isso é uma referência também. >> É a mulher, a mulher também é importantíssima, ela que acende as velas do Shabat. O Madite Shabat é ela que realiza. Então ela tem sua importância espiritual e ela é a luz no lar. simbolizado pelo os ensinos de Jesus em suas parábolas, em seus e ele falando para judeus, né, porque a maioria daquela época que a gente também se esquece que Jesus pregou para judeus, né, mais especificamente que Galileu era judeu, samaritano era judeu e judeu ou o ou hebreu, né, naquela época os hebreus era dividido em samaritano, galileu e e judeu. né? Então ele falava para esse povo e ele usava uma linguagem judaica. Você vê que ele não esquece da ovelha perdida, também não esquece do valor da mulher. Porque as parábolas chamadas três parábolas da misericórdia, que aliás saiu nosso volume dois, a gente mostra isso, eu e o Álvaro, né, que a a mulher Jesus mostra alguém perdido fora de casa, que é a ovelha do deserto, um andráculo perdido dentro de casa, que é a mulher que acende da luz e aquele que estava perdido dentro e fora com o filho pródigo que chegou e o que já estava em casa, né? E Jesus sempre mostra a importância da mulher. E você vê que na parábola do filho pródigo, quando está perdido dentro de casa, quem é que cuida? >> A mãe. >> Mãe, >> a mulher, >> não é? E tem uma curiosidade nessa parábola. >> É quando o filho volta, não é a mãe que vai receber, é o pai. >> É o pai. Não tem mulher, não tem mulher na parábola do filho pródigo. Se fosse no ocidente hoje ou sobre no Nordeste, a mãe saía correndo descabelada atrás do menino, que tava com fome, precisava tomar banho, o bichinho tava sujo, etc, etc. Mas como a mulher tinha sua seu papel interno, o marido gera e a mulher concebe e educa. Então esse é esse é o é o princípio forte do judaísmo. >> Olha, tem uma pergunta que apareceu aí se Maria de Mcdala sabia ler e escrever. Acho que o Álvaro respondeu quando comentou que no passado as coisas não
é esse é o é o princípio forte do judaísmo. >> Olha, tem uma pergunta que apareceu aí se Maria de Mcdala sabia ler e escrever. Acho que o Álvaro respondeu quando comentou que no passado as coisas não eram exatamente assim, não é? A cultura, ela era uma cultura muito mais centrada na figura do homem. a figura do a estrutura da sociedade judaica daquele período não é sociedade de hoje. Então, eh os homens eles eram os protagonistas dentro da sociedade e as mulheres o papel de serem as educadoras do lar. Então, repetindo essa imagem, a gente vai ver o quê? Que o papel das mulheres não era o acesso direto ao conhecimento. Tem até um filme chamado Iental. com a Bárbara Stra em que ela conta que ela conta a história de uma moça que tinha interesse de entrar numa yivá, mas a Yivá não aceitava mulheres, só aceitava homens. Então ela se veste de homem para poder ingressar nessa mostrando isso já numa época não tão remota aí que eh a visão de que as mulheres tinham uma função diferente dos homens era muito mais nítida. Hoje isso mudou, não é? Hoje a sociedade eh judaica é muito mais aberta a tudo isso. As mulheres estão fazendo muita coisa. Agora eu quero lembrar que na estrutura judaica, a figura da do do pai é uma figura diferente da figura da mãe, que a figura do homem é diferente da figura da mulher. Numa sinagoga, por mais adulta que uma mulher seja, ela fica sempre naquela posição, ou no alpendre em cima assistindo ou recolhido atrás de uma uma não é uma parrit, mas é um separação que tem eh dos homens para as mulheres até hoje. Então isso é assim, os meninos se tornarão adultos, mas as meninas continuarão mesmo adultas, não participando da do rito da cerimônia, né? Nós que temos uma visão diferente como cristãos ou como espíritas, achamos que homens e mulheres têm as mesmas prerrogativas, eh, dentro do judaísmo é diferente, tá? Então isso não pode ser esquecido. Tem uma pergunta aqui. Olha, ela >> da gente responder essa pergunta, eu vou contar uma história aqui interessante.
ogativas, eh, dentro do judaísmo é diferente, tá? Então isso não pode ser esquecido. Tem uma pergunta aqui. Olha, ela >> da gente responder essa pergunta, eu vou contar uma história aqui interessante. >> Olha, você conta a história, mas a gente tem que acordar o o o o Cristian. Adriano. >> O Adriano é, tem que acordar ele. >> O vovô CC conhece a história, conhece o contador, mas não a história. Conta um amigo nosso, vovô CC, Severino Celestin, [risadas] >> lembro. >> Quem contou foi ele, Jacó. Foi jazzinho, gente boa. >> E ele me contou, ele nos contou o seguinte, ele contou que certa feita, lá na Caracóvia, onde ele vivia, ele ficava na casa do na fábrica, uma oficininha do vô dele, do avô, >> que não era vovô CC, >> que não era o vovô CC. Acho que não. >> Poderia até ser, né? Que ele disse que eu e você e ele éramos de lá, vivemos lá. [risadas] Eh, aí, aí ele tá lá na, vamos dizer, na fabriquinha de panelas de cílios de metal lá na Caracóvia e entra um senhor e ele conta que o senhor era distinto, assim, pobre e ele pergunta: "Tem uma panela?" Aí ele fala: "Olha, eu tenho essa panela". Ele traz uma panela. Só devia ter uma para vender. É durante a guerra. Então, vamos dizer, eh, vamos dizer, né, não tinha grandes grandes coisas. E ele pega aquela panela e e mostra pro rapaz, o avô, e ele fala: "Quanto é essa panela?" Ele fala: "Tipo R$ 100". Ele fala um valor lá. Aí o rapaz olha, fala: "É, essa panela tá um pouco cara. Você não tem uma mais barata?" E ele conta que o avô percebeu que o outro judeu não tinha dinheiro para comprar a panela. E aí ele fala o nome dele em em idh em polonês é Yankel Jacó. E ele falou Yankel vai lá buscar a panela que tá lá no fundo, a panela que tá em promoção. E ele falou que ele era criança, devia ter cinco aninhos. Saiu coino, foi pela loja e começa a procurar ali na fábrica e ele não acha panela. E ele grita: "Vovô, eu não achei a panela". Ele falou que o avô dele vem. Ele falou que ele finge que abre qualquer coisa e pega a mesma panela que
eça a procurar ali na fábrica e ele não acha panela. E ele grita: "Vovô, eu não achei a panela". Ele falou que o avô dele vem. Ele falou que ele finge que abre qualquer coisa e pega a mesma panela que tava na mão. Ele fala: "Olha aqui a panela que tava em promoção. Essa é a metade do preço". E ele falou que o rapaz comprou a panela. E ali ele falou que ele aprendeu com o avô. que um ato de bondade poderia ser feito sem que a pessoa percebesse que ela tava sendo beneficiada. Então é uma história bonita, né, que até emociona assim de >> essa essa questão de não perceber o benefício é uma mitsivá muito falada dentro do judaísmo. Fala que quando você faz algo, você tem que fazer tudo para que a pessoa não perceba que ela está sendo beneficiada. Mas e e mesmo os outros? É o Jesus fala isso lá, >> ninguém pode perceber, você tem que fazer. >> Mateus, Mateus capítulo 6 versículo 1. Quando fores praticar a vossa sedacar, faça com a mão direita e que a esquerda não veja, >> não saiba. Recomemendação de Jesus. Tá tudo dentro do judaísmo. >> Eu lembro que o meu irmão, quando eu era garoto assim mais novo, o meu irmão falava de um de uma de uma prática, né, que a gente deveria evitar, que não tem exatamente a ver com isso, tem a ver mais com a mentira, que era o seguinte, a seguinte situação que o meu irmão dizia: "A família tá reunida na mesa, vai almoçar, vai fazer uma refeição e aí diz: "Puxa, esse é um momento tão especial. A gente podia abrir aquela garrafa de vinho pra gente tomar, não é? Aí, ah, sim, tal, pega a garrafa de vinho lá, vamos tomar. Aí quando vai para buscar a garrafa, batem na porta, plom, mas ele vai abrir um amigo judeu. Bem na hora do almoço, quando eles iam comer e pegar a garrafa de vinho especial. Aí, opa, meu amigo, entra, almoça conosco. Aí ele entra, senta na mesa. Aí o dono da casa diz: "Como você está conosco, que é um dia muito especial, nós vamos abrir aquela garrafa de vinho porque você está aqui, entendeu?" >> Ótimo. >> Não pode, não pode. Você tem que dizer
o dono da casa diz: "Como você está conosco, que é um dia muito especial, nós vamos abrir aquela garrafa de vinho porque você está aqui, entendeu?" >> Ótimo. >> Não pode, não pode. Você tem que dizer que a garrafa não pode dizer que isso não é verdade. Você já ia abrir a garrafa mesmo. Ele não estando. >> Aí você não pode. >> Mas eu uma pergunta aqui que foi trazida, aquela que falei, vamos esperar. Havia um documentário que no bairro de Nova York, mulheres judias que divorciam seriam expulsas da comunidade, não poderiam voltar a residir no bairro, nem casar judeu. Isso seria verdade? Vamos lá. Eh, algumas coisas sim, algumas coisas não. Primeiro, eu acho que esse documentário é um documentário que mostra de mulheres que deixam de ser ortodoxas. Aí aqui tem uma lei específica dos Estados Unidos, daquele estado em Nova York. Qual é? Se, por exemplo, eu sou casado com a Júlia e aí a gente tem um filho, cinco filhos, oito filhos, né? Ela quer mais, uns 15 filhos, tem uns 15 filhos. E aí, vamos supor, a gente se divorcia. E aí eu vou seguir uma religião, qual? Eu não sou mais espírita, eu vou ser eh mórmon. Na lei americana diz que aquele pai ou no caso a mãe, que esse documentário é sobre isso, não pode conviver com os filhos, porque o combinado no casamento era diante daquela religião, era mediante aquela religião. Então a lei favorece a quem permanece na religião de origem. Então isso tem uma condição da lei lá no estado de Nova York, especificamente por essa razão, salvo engano, tá? Eu não sei, posso estar falando com algum nível de equívoco, mas é mais ou menos isso. Agora sim, tem comunidades que são muito fechadas, por exemplo, Congregação Cristã do Brasil, uma a comunidade muito honrável, uma vertente do protestantismo muito honrável. Eu tenho profunda admiração. Ah, eu tenho um amigo que ele sendo dessa região, nascido, ele falou: "Ah, aqui a gente quando sai do Jud, sai do da congregação, a gente se torna assim, nem os familiares, por exemplo, também honráveis testemunhas de Jeová também
sendo dessa região, nascido, ele falou: "Ah, aqui a gente quando sai do Jud, sai do da congregação, a gente se torna assim, nem os familiares, por exemplo, também honráveis testemunhas de Jeová também tem essa questão. Então, eu conheço uma pessoa que se descobriu homossexual e ele não pode nem receber nenhum auxílio da família. Agora, eh, o judaísmo recebeu uma transformação muito grande através de um homem chamado Rebe de Lubavet, Menael Mendel Schnerson, o nome dele, o Rebe de Lubav, conhecido assim. Ele mandou emissários para todos os lugares do mundo e ele milhares, milhares, tipo assim, ele fundou umas 5, 10.000 sinagogas, um número assim exorbitou. >> Isso que é isso >> é é impressionante. Ele mandou gente para mandou gente pro mundo inteiro. A gente fala assim, onde tem Coca-Cola tem Bait Rabad, que é o nome da sinagoga. Hoje a gente fala já que tem lugar que não tem Coca-Cola, mas tem bem trabado. Então essa é a piada judaica. Então ele fez um movimento de trazer os judeus de volta à religiosidade. Eu peguei parte desse movimento e vivi esse movimento. Então assim, não era tão tão assim, era difícil você se reconhecer judeu no pós Segunda Guerra. Ele vai trazer esse orgulho ao povo de Israel e vai trazer assim um o beitrabado é mais leve. Então, qual é o intuito? Buscar a sua alma [risadas] achuve. Então, para isso se usa de uma mansuetude. É claro que em alguns casos a gente vai encontrar as pessoas sendo expulsas, mas aí eu acho que a gente não pode transformar isso numa regra. regra, né? São 23 horas na capital do mundo. Vamos chamar >> acorda, Adriano, por favor. >> Acorda, Adriano, que a gente tem que fechar a live. Professor Severino, tem que dormir. >> Bora, vamos embora. Tá, vamos embora. Ué, mas mas já tem programa aqui que a gente fica até 2:30 da manhã, do outro dia. >> Pois é. >> Hoje Hoje vocês estão desanimados, cara. >> É, a gente a gente tem a gente a gente tem sempre lutado com esse problema de hoje e já sei amanhã. [risadas] >> Vamos embora que hoje já é amanhã. Daí
. >> Hoje Hoje vocês estão desanimados, cara. >> É, a gente a gente tem a gente a gente tem sempre lutado com esse problema de hoje e já sei amanhã. [risadas] >> Vamos embora que hoje já é amanhã. Daí >> é hoje já é já é quase amanhã. É a rata tá a rata tá preocupado com isso. Ali hoje é quase amanhã, [risadas] >> menino. Sem sem assim sem outros questionamentos aqui no chat, viu? >> É porque a gente já foi tratando as questões por dentro, né? >> É, já fomos tratando as questões. Eh, então já estamos no na reta final mesmo? >> Acredito que sim, porque a gente tem que é, temos que fechar >> aqui. Tem, deixa eu ver, Márcia Pedrini. Boa noite. Tava vendo em outro canal e sentindo falta de vocês no chat. Essa, eu não sei se essa Márcia é uma que eu encontrei com ela lá em Uberlândia e ela se emocionou muito. >> Claro, é ela mesma. >> É, né? >> Márcia Pedrinha de Vitória da Conquista. >> Que bom, Márcia. >> Essa menina me emocionou. Eu a ela e ela a mim. Foi assim muito bacana o nosso encontro. E vocês estão de parabéns. Fizemos dois versículos. >> Olha, vou te falar. Olha, eu eu vou eu vou Não é possível isso. Vou caçar a carteira de todo mundo. Não tem problema nenhum. Até 288 nós terminamos todo o nosso estudo. Sem problema. [risadas] Se se marcar para isso, eu quero estar aqui. Eu vou eu vou volto duas vezes, viu? Viu, Adri? Eu vou [risadas] volto duas vezes. >> Eu vou dizer, >> eu vou falar porque nós estamos no ar e eu não guardo segredo de ninguém. Existe o Nep, existe o NEP. E este aqui é o Nepu. Porque Neps gente. Ai, ai. [risadas] Essa foi boa demais, viu, Elar? Nepô. Ô, ô Álvaro, você chegou depois, eu não sei se você chegou a conhecer essa obra. Chegou não. >> Não. >> Lançada lá no >> no céu, >> no nono céu. Saúde mental. Jorge Elarrá lançou uma obra maravilhosa com as perguntas do programa que ele faz lá na web Fraternidade. Ele, o Rub e a e a Divina. E tá assim, um livro muito gostoso se ler, >> viu? Muito gostoso mesmo. Eu tenho foliado bastante ele, cheio de perguntas
tas do programa que ele faz lá na web Fraternidade. Ele, o Rub e a e a Divina. E tá assim, um livro muito gostoso se ler, >> viu? Muito gostoso mesmo. Eu tenho foliado bastante ele, cheio de perguntas e é vai ser uma coletânea para quem tá chegando agora. A questão é assim, Álvaro. Durante esses 300 pingafogos, tiveram várias perguntas sobre ansiedade, várias perguntas sobre esquizofrenia, várias perguntas sobre eh TDAH, várias perguntas sobre mediunidade e esquizofrenia. Bom, então vamos pegar as perguntas mais recorrentes, fazer a pergunta de maneira mais completa e uma resposta que seja o apanhado das várias de maneira que ela fique mais completa e reúne tudo numa só. Então é o que a gente fez e aí ficou esse livro aí. Só que esse volume só trata das só trata das questões >> eh sobre saúde mental. Aí vai ter outro de luto, vai ter um do evangelho, vai ter outro de princípios espíritas e aí vai embora. >> Que legal, hein, >> se Deus permitir, né, que eu já tô muito velhinho. Obras póstulas. >> É o volume dois finalmente, né, professor do nosso, a editora liberou o lançamento, né? >> É, não, a gente, eu já estou revisando, eu já estou com a boneca comigo, né? Eu já tentei entrar em contato com você, mas você para falar com você é melhor você ir atrás do Trump que talvez você consiga. [risadas] >> Essa conversa eu tô ouvindo já faz não sei quanto tempo que >> eu era criança pequena. Fale lá. >> Eu era criança pequena, eu já ouvia isso. Procurei pelo Álvaro, não consegui falar com ele. >> Se alguém quiser falar com Árvore, primeiro fale com o Trump. Depois fala com Trump, aí você fala com >> Ô gente, não é assim, ó. Vocês estão procurando meio errado. Pensa assim, ó. Faz uma prece e pensa. Entrega uma mensagem para esse menino. [risadas] O WhatsApp tá com problema. >> Mas a gente vai, eu preciso conversar com você. Eu acho que só em em Campina Grande na carreira, porque eu já de lá já vou, tô indo paraa Goiânia, né? >> Então, estaremos juntos de Moisés a Kardec. Você não vai dar sexta-feira,
conversar com você. Eu acho que só em em Campina Grande na carreira, porque eu já de lá já vou, tô indo paraa Goiânia, né? >> Então, estaremos juntos de Moisés a Kardec. Você não vai dar sexta-feira, Jorgeá, professor Severino Celestino. >> É sábado, juntos. >> Estaremos juntos no sábado às 16 horas abrindo, >> se Deus permitir, professor, não garanto nada. >> É, >> tô velhinho. >> Estaremos ao vivo lá em Campina Grande, Adriana. >> Ó, isso é bom. Aí lá a gente afina essa essas questões, lá você resolve isso tudo. [risadas] Se >> isso tudo mais. >> É muito bem. >> Prece de encerramento. Quem vai fazer a nossa prece de encerramento hoje? >> Vamos faço. >> Opa. >> Eu faço. Então vamos orar. >> Professor, só pra gente dar a risadinha. A Dolores escreveu obras póstumas. Maravilhoso. >> Obras, >> eu não tenho obras por eu vou e volto tão ligeiro que não dá tempo de ter obras por [risadas] >> Aí a a Maé falou: "Senti sua falta no céu. Vocês estavam no céu superior, eu tava no centro espírito umbralino. >> Vamos lá. Desculpa. Vamos. >> Vamos para a prece. Querido Senhor das nossas vidas, o quanto nós te somos gratos por nos ofertares tanto conhecimento e tanta oportunidade de nos dar, de nos dares a chance de conhecermos desdobramentos extraordinários para as nossas vidas. Ilumina, Senhor, os nossos corações para que te sejamos gratos, que saibamos viver de maneira a corresponder a tudo que fazes por nós. Abençoa desse modo as tarefas do nosso querido professor Severino na casa que ele hoje é tua. Protege o Álvaro no trabalho que ele faz, na casa espírita onde ele protege, Senhor, o Adriano na casa espírita onde ele atua. as minhas atividades na casa espírita onde eu atuo, nos trabalhos singelos que fazemos em cada uma das nossas instituições. Que nunca percamos a referência da âncora que significa uma instituição onde possamos trabalhar. Nós te rendemos graças por essas portas que se abrem para que nós possamos agir em teu nome como um trabalhador da tua seara. junto com os nossos
que significa uma instituição onde possamos trabalhar. Nós te rendemos graças por essas portas que se abrem para que nós possamos agir em teu nome como um trabalhador da tua seara. junto com os nossos companheiros de equipe, realizando trabalho que nos é possível fazer em teu nome. Por isso, nós te agradecemos, Senhor da vida, e te pedimos que protejas a todos nós que aqui estamos abençoando as nossas vidas e nos iluminando para que saibamos lançar mão de tudo que aqui discutimos para inaugurarmos uma nova era dentro de cada um dos nossos corações. Muito obrigado, Senhor. >> Que assim seja. >> Que assim seja. Próximo, próximo encontro, Adriano, qual é a data e a gente começa 24, não é isso? Deixa eu confirmar aqui, mas se não me engano 24, deixa eu ver aqui. >> Depois >> de sexta-feira, Campina Grande, Adriana. >> E aí nós vamos continuar para quem quiser entrar para saber o versículo, a partir do versículo 22 do capítulo 23. OK. >> É isso aí. É isso aí. >> Muito bom. É uma coisa para vocês que me veio na mente e eu vou repetir lá em Campina Grande, se eu lembrar >> há muitos anos atrás, quando eu fiz as primeiras palestras, o Ela já era nosso amigo, conversando com um outro amigo em comum, André Siqueira, muito querido lá de Brasília, da FEB, ele era de Natal. Eu conheço André da Juventude Espírita. Ele era da juventude do Espírito, >> o próprio ele falou: "Álvaro, o dia que a gente conseguir subir para fazer uma palestra e conversar como se estivéssemos no sofá de casa entre amigos falando com naturalidade, a gente vai ter dado um grande passo na oratória. E eu me sinto, eu me sinto aqui nesse momento me recordando das palavras que eu já havia esquecido, mas que a minha memória buscou. Porque o que a gente faz aqui é isso, né? É brincar, é sorrir, é >> fazer uma conversa construtiva, um estudo agradável, >> fraterno, né? Fraterno, >> livre, como diz a música, livre, leve e solto, né? a gente se sente realmente bem à vontade para expul, >> com todo respeito à casa, ao templo do
va, um estudo agradável, >> fraterno, né? Fraterno, >> livre, como diz a música, livre, leve e solto, né? a gente se sente realmente bem à vontade para expul, >> com todo respeito à casa, ao templo do lar e ao altar onde nós chamamos os amigos, né, na nossa casa. Então aqui eu me sinto assim com vocês. >> Que bom, que bacana. meu abraço fraterno nesses nesses irmãos e irmãs queridas que nos dão apoio através da internet com esse carinho que só dá só dá a nós uma responsabilidade bem maior do que a gente abraçou em nome de Jesus, né? É muito bom estar com esse pessoal. Nós já nos sentimos assim, realmente, Álvaro, só falta a gente combinar o cafezinho no horário para que a coisa fique realmente >> Mas sábado vai dar, >> se Deus quiser. Sábado a gente vai fazer tudo que tem direito, se Deus quiser. >> É sábado, achando que era sexta. >> Ah, sexta, sábado, a hora que chegar começa. É sábado. É sábado. Abertura. Tô sabendo que é sábado ou à tarde. >> Ah, mas aí nos bastidores tem muita coisa até chegar no sábado. Iu. >> Tá bom, gente. Olha, abraço. Tur um abraço nessa turma aí boa que esteve conosco, na Márcia, na Aparecida, em toda Masé, turma boa aí. Que Jesus abençoe a todos vocês. Obrigado pela colaboração. >> É isso aí, pessoal. Então, nós vamos ficando por aqui. Eh, próximo programa, dia 24 de fevereiro, se Deus assim permitir, então estaremos juntos novamente para mais um episódio da série de Moisés a Kardec, tá bom? Beijo nos corações. Beijo, professor Severino. >> Abraço. >> Beijo, Jorgito. Beijo, Álvaro. >> Valeu. >> Deus. >> Tá, tá tendo, tá tendo um, uma um esqueminho, uma uma comunicação interna aqui que os ministros, [risadas] mas já pode encerrar, né? >> Pode, >> já podemos. >> Não, então tá bom. [risadas] Então tá, moçada, beijo nos corações. >> Tchau para todos. >> Dia 24 de fevereiro com o próximo programa da série de Moisés a Kardec, sexta temporada. Fiquem todos com Deus. Tchau. Tchau.
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