De Moisés a Kardec - 5ª. temporada - com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino

Conecta Espiritismo TV 16/07/2025 (há 8 meses) 2:20:58 108 visualizações 29 curtidas

Série de estudos De Moisés a Kardec em sua quinta temporada, com Álvaro Mordechai, Jorge Elarrat e Severino Celestino e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não fique de fora!!! Acompanhe pelo canal de YouTube do IGESE ou por um dos canais parceiros!!! 😃🙏🏻📚

Transcrição

เฮ เ Olá, olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio da série de Moisés a Kardec, quinta temporada. Nós estamos aqui com ele, Jorgito Elarrá, e com ele, professor Severino Celestino. Sejam bem-vindo. Boa noite, Jorgito Elarrá. Boa noite, professor Severino Celestino. Boa noite, Álvaro Mori, que deve chegar daqui a pouquinho. Olá, olá, olá. Boa noite, professor Severino Celestino que caiu. Boa noite, Adriano. E boa noite para todos os companheiros do Brasil, do mundo e dos demais planetas do sistema solar que estão conosco na noite de hoje. Sejamos todos muito bem-vindos. Que prazer enorme estarmos todos aqui. >> É isso aí. Para mim é sempre uma alegria encontrar com vocês aqui nesse nesse programa, né, essa série de estudos de Moisés a Kardec, encontrar com Jorge, encontrar com o professor Severino Celestino, com Álvaro. Eh, eh, é, é falar sério, mas de uma forma leve, descontraída, né, Jorge? ser um momento, é um momento bacana, um momento de, de >> professor voltou, deixa eu colocar ele aqui. Pronto. Então é isso, é um momento, é um momento de falar sério, mas com alegria, com descontração, de uma forma leve, o que, acredito eu, seja um dos segredos do sucesso dessa série de Moisés a Kardec, viu, professor Severino? >> É, >> com certeza. Eh, eu, eu, ô, Jorgito, eu acho que o professor voltou fazer a nossa prece. >> Acredito que sim. >> Então é isso. >> Primeiramente, uma boa noite a todos. Jorge, promessa imagem que está virada o seu celular. Não sei se você mexeu em alguma coisa, mas a tua imagem aí deu deu uma parada, mas eu estou muito feliz. Boa noite, Adriano. Boa noite, Jorgito. Boa noite, Álvaro. Enquanto não entra, não é? Nós estamos muito felizes. Boa noite, queridos internautas. Realmente a gente agradece a Deus por esta oportunidade e pela felicidade de ter vocês todas as quinzenalmente, as terças-feiras, esse horário que é motivo, desculpem, de estímulo, de responsabilidade por esse trabalho tão libertador e tão importante. e que nós desejamos agora realmente uma

s as quinzenalmente, as terças-feiras, esse horário que é motivo, desculpem, de estímulo, de responsabilidade por esse trabalho tão libertador e tão importante. e que nós desejamos agora realmente uma boa noite ao nosso querido Jorgito que estará conosco no dia 19, né, próximo sábado de agora de julho em João Pessoa, na Federação Espírita Paraibana, onde estaremos fazendo um seminário. Foi muito divulgado hoje na nossa casa, viu, Jorginho? >> Ah, é? >> Eh, >> que inveja, viu, Jorgito? Que inveja, viu? Sábado 26. Sábado, dia 26 de julho, de 9 da manhã até às 15 horas da tarde, estaremos lá falando sobre as três parábolas da misericórdia. >> Teremos, >> nossa, >> é, teremos exposições pela manhã e depois do almoço, eh, vai ser, eh, como é que a gente, interação com o auditório, com os participantes, tá? sendo bem divulgado. Hoje surtamos da nossa casa >> é fazer um evento com o professor Severino. >> E tá todo mundo ansioso aqui, viu Jorge? Sem saber. >> É uma honra muito grande, né? Qual é o local que você entra, se é pela a BR230, BR101, aeroporto, tá assim, para poder haver aquelas multidões, batedores, essas coisas todas inerente às autoridades. Eh, só que você não é não é autoridade material, é autoridade espiritual. Então, estamos todos aqui vibrando com a sua presença. Não sei se você já teve alguma outra vez aqui na Paraíba. Não, não vai ser o estado da Paraíba é o único estado do Brasil que eu não conheço. Nunca foi >> Ah, então vou vou vou correr um risco. Vai aumentar a população com você, >> porque depois que você conhecer, você e a Samia vão se mudar para cá. >> Eita! >> É, >> já falei, já falei acerca disso em outros episódios. >> É aqui só >> é tentador, viu? Jorgeto, João, João Pessoa, vou te falar um negócio. E olha que eu estou em Goiânia, que eu considero a melhor cidade da galáxia. >> Meu Deus do céu. >> Mas João Pessoa não é brincadeira não, viu? >> Segundo o último senso, foi a cidade que mais cresceu no Nordeste pela preferência. São praias calientes, como

cidade da galáxia. >> Meu Deus do céu. >> Mas João Pessoa não é brincadeira não, viu? >> Segundo o último senso, foi a cidade que mais cresceu no Nordeste pela preferência. São praias calientes, como dizem os espanhóis. Meu Deus, água morna o dia todo, até meia-noite a gente tem água morna para pescar. Se gostar de pescar, é uma, as praias são belíssimas. Nossa praia, a praia de Camboinha, >> ela é considerada a quinta mais bela do Brasil. Não é porque eu moro nela, não, mas é o que diz. E você vai ser muito bem-vindo à nossa terra. Desde já receba as nossas saudações. Olha só, rapaz. >> Eu estou viajando depois de amanhã. Tô aqui com o olho direito, tá novo, mas o esquerdo vou operar quando voltar. Operei já o olho direito, graças a Deus estou bem. >> E a gente vai está pronto para lhe receber, para lhe ver assim. Agora eu quero ver até a sua aura, viu? que eu tava vendo só o só o corpo, agora eu vou ver até o perespírito, se Deus quiser. Tá muito >> Ai, não faça isso não, que eu não dou conta dessas coisas. Mas gente, vamos começar. Já vou fazer a prece já fui. >> Vamos >> eh democraticamente indicado aí por Adriano. >> Livre espontânea pressão, professor. >> Isso. Livre espontânea pressão. tem uma segunda opção, mas a gente vai com a graça de Deus pedir aos nossos irmãos que vibremos em unidade, em sintonia com o alto, pedindo aos espíritos amigos que estejam conosco e que todos aqueles que estarão conosco hoje ou entrarão em sintonia em outras ocasiões, possam receber as vibrações positivas do nosso estúdio da noite. as bênçãos do Cristo através de Moisés, dos profetas, através da espiritualidade, do espírito da verdade que norteia também esse trabalho junto com Kardec, que nós possamos oferecer o melhor a vocês dentro dos nossos limites, dentro das nossas possibilidades, que nós possamos ser um instrumento que venha trazer lenitivo, paz, luz, interior, para todos aqueles que estiverem sintonizando conosco esta noite. Abençoa, Senhor, este trabalho e dás-nos a a simplicidade,

possamos ser um instrumento que venha trazer lenitivo, paz, luz, interior, para todos aqueles que estiverem sintonizando conosco esta noite. Abençoa, Senhor, este trabalho e dás-nos a a simplicidade, a humildade e a sintonia do bem, para que possamos estar unidos e reunidos no amor do Cristo em busca da verdade que liberta. Que Jesus possa vir continuar conosco esta noite, amanhã e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Graças a Deus, pessoal. Então é isso. Eh, eu vou eu vou deixando vocês eh para ficar aqui na na retaguarda, né? Se precisarem do desse desse auxiliar, estarei aqui. >> Meu Deus. Tô, a minha internet tá oscilando, não tá? >> Não tá não, J. >> Não tá não. >> Tá tranquilo. >> Tá tranquilo. >> Então a bola está com vocês. Vou ficar aqui na retaguarda, tá bom? >> Não durma que qualquer hora a gente l chama, viu? Mas como é que eu vou, como é que eu vou dormir diante da aula que vocês apresentam para não? Não tem nem como dormir não, professor. Tô, tô, vou fica aqui aceso até agorinha. >> Tchau, Adriana. Você é apenas o máximo. Obrigado, >> professor Severino Celestino. O o destino nos reuniu de novo para estarmos juntos aqui. >> Graças a Deus, Jorg, >> eu quero lhe dizer que é uma honra muito grande poder dividir um espaço de estudo com o senhor, viu? Me honra muito poder estar hoje aqui nesse nesse nosso momento de estudo. É uma honra muito grande para mim. E muito obrigado pela >> Jorge, eu tenho eu tenho nas horas que eu posso, >> eu tenho lhe acompanhado e tenho ouv assistido com muita honra os conteúdos que você tem distribuído e acho que se a honra é sua, a minha é é um cavôde, como diz o hebreu, muito cavô de meode, né? muita honra de poder dividir com você, sentindo já a ausência do Álvaro, que já era para estar aqui conosco, mas com certeza ele entrará já, querido. Mas é uma alegria muito grande poder dividir com vocês todo esse estudo. Bom, nunca é demais repetir que o nosso objetivo aqui não é fazer uma validação integral dos textos que estão presentes

uerido. Mas é uma alegria muito grande poder dividir com vocês todo esse estudo. Bom, nunca é demais repetir que o nosso objetivo aqui não é fazer uma validação integral dos textos que estão presentes nos da Torá e nem em outro livro da Bíblia. Não é nosso objetivo validar todos os versículos, mas é buscarmos efetivamente a sabedoria que nós podemos encontrar nesses textos que trazem muitas informações preciosas. Questão 628 de O Livro dos Espíritos, no seu trecho final, fala que o homem estudioso pode encontrar em todos os estudos das doutrinas antigas preciosas lições que não podem ser desprezadas porque serão muito importantes na nossa formação e no nosso entendimento da vida. Por quê? Porque as verdades espirituais estiveram sempre a nosso dispor. E o nosso objetivo aqui é exatamente irmos buscar nessa fonte de conhecimento tão grande que é a Torá, as informações e leituras que possam nos ajudar ao entendimento mais específico, conforme a visão que a própria doutrina espírita nos apresenta sobre todas essas questões. Então, muito bem. Nós estamos já na nossa quinta temporada. Nós já passamos pelo primeiro livro que é o livro do Gênesis. Passamos pelo Êxodo. Estivemos um bom tempo em Levítico, atravessamos o livro de Números e agora nós estamos no último dos livros da Torá, o quinto livro chamado Deuteronômio. E é um livro singular porque ele retoma algumas coisas que já foram ditas no em outros quatro livros. ele também traz ensinamentos muito mais modernos que os anteriores. Ele é bem bem instigante seu estudo. E nós estivemos na semana passada eh trabalhando o capítulo 18 dessa obra. Estivemos vendo aqui alguns pontos muito importantes sobre o capítulo 18 e agora especificamente nós vamos começar no dia de hoje o capítulo 19, que é o que vai eh nos abrir a discussão sobre alguns aspectos que, de certa maneira já foram vistos em pontos anteriores, né, e outros pontos mais novos que a a gente traz. E é muito interessante que a gente já até comentou isso outras

ssão sobre alguns aspectos que, de certa maneira já foram vistos em pontos anteriores, né, e outros pontos mais novos que a a gente traz. E é muito interessante que a gente já até comentou isso outras vezes, mas os capítulos do livro de Deuteronômio, ele tem um uma tendência, não são todos, mas tem uma tendência de iniciar falando da terra que será dada quando chegares nessa terra, quando te apropriares na terra que o Senhor, teu Deus, te dará, quando estiveres na terra que o Senhor Deus te deu, quando sempre falando no início dos capítulos, quando vocês chegarem lá, quando estiverem na terra nova, quando vocês se apropriarem da terra que foi dada por promessa, isso sempre é comentado no início dos capítulos. E agora nós vamos abrir o capítulo 19, professor Severino. E o capítulo 19 começa mais uma vez com um versículo que leva mais ou menos na mesma direção. Porque este versículo começa dizendo: "Quando o Senhor teu Deus desarraigar as nações cuja terra te dará o Senhor teu Deus e tu as possuíres e morares nas suas cidades e nas suas casas". Ou seja, ele novamente inicia um capítulo falando de uma terra que esse povo que está voltando para esse lugar vai receber. não nega que a terra está ocupada, porque diz que existem nações que estão lá, mas que o Senhor, teu Deus, no na leitura que está colocada aqui na Torá, ele vai desarraigar, vai tirar as raízes, vai desarraigar as nações cuja terra te dará o Senhor teu Deus. Ou seja, quando tu entrares na terra que o Senhor Deus vai tirar as nações que estão nela para te dar, então aí entram os ensinamentos. Mas mais uma vez ele começa com essa discussão sobre a chegada na chamada terra prometida, não é? E aí vem em seguida disso as orientações para quando os hebreus chegarem na terra que fosse prometido, o que que eles deveriam fazer? Professor Severino Celestino, que deveriam eles fazer? >> Ah, sim. Aqui você leu até que versículo? >> O um. >> O um. Então aqui já no no no começo do versículo dois, eles deveriam eh construir

fazer? Professor Severino Celestino, que deveriam eles fazer? >> Ah, sim. Aqui você leu até que versículo? >> O um. >> O um. Então aqui já no no no começo do versículo dois, eles deveriam eh construir três cidades separadas no meio da tua terra que o eterno, teu Deus te dá para herdá-la. >> Muito interessante isso, né? Reparem bem que depois ele vai dizer para que que serão essas três cidades. >> Isso. Veja bem. E isso já tá sendo dito antes de entrarem, tá? >> Isso. Olha, olha, Jorgito, eu tive refletindo essa semana a respeito do Deuteronômio, como você bem colocou aí. >> Uhum. >> E antes da gente entrar nesse capítulo, eu queria fazer uma observação, algumas algumas observações, grandes, não, pequenas. Eh, Moisés, quando viu que não iria entrar na terra prometida, ele se preocupou em deixar toda essa revisão de tudo que tinha acontecido nos últimos 40 anos no deserto para prevenir, orientar, admoestar e aconselhar aquele povo como se comportar na terra que ele ia chegar. Inclusive o capítulo 19 já acrescenta essa preocupação. Ele, como bem você disse, ainda não estavam lá, >> não estavam lá. >> Não estavam lá. Jesus no capítulo 14 do livro de João lá no cenáculo, quando ele faz o seu famoso discurso, conhecido como discurso do do Senáculo 14, 15 e 16, eu achei uma semelhança tão grande, Jorgito e queridos internautas, >> do discurso de Moisés com o discurso de Jesus no cenáculo. >> Ó, que interessante, >> né? Observe que que paralelismo fantástico, porque Moisés estava preocupado que ele não iria estar com o povo. >> Sim. >> Não iria acompanhá-lo. A preocupação de Jesus no cenáculo é a mesma, porque ali última ceia, tá certo? o o lavapés, últimos acontecimentos, os discípulos já estavam se sentindo eh >> órfãos, >> órfãos, deprimidos, sorumbáticos, tá certo? E Jesus começa um novo discurso para ser vivido na ausência dele, porque ele diz assim: "Esta é a minha última refeição com vocês." Imagine o sentimento deles, hein? Porque é muito confortável você estar na presença do

novo discurso para ser vivido na ausência dele, porque ele diz assim: "Esta é a minha última refeição com vocês." Imagine o sentimento deles, hein? Porque é muito confortável você estar na presença do Cristo, né? >> É. Agora, observe que coisa curiosa. Moisés falava para 12 tribos, Jesus para 12 discípulos. discípulos, >> não é? Quer dizer, é um novo êxodo que vai acontecer, tá certo? uma nova libertação agora num novo prisma, num novo parâmetro, numa nova situação e que Jesus estava mais ou menos repetindo diante da mesma preocupação que Moisés teve, ele estava tendo com seus discípulos que representava o quê? a nova aliança, a nova revelação, as novas situações e que ele de uma certa forma eh ele foi mais profético do que Moisés, que Moisés trabalhou com a questão da estabilidade material, física e certo, >> não é? E Jesus não, >> ele trabalhou com um discurso que teria que reavivar e sustentar a ausência dele. Veja que coisa semelhante, né? muito muito semelhante, né? É como se >> é como se esse momento de Moisés fosse o discurso do cenáculo dele, né? Ele, exatamente, exatamente. Só que as preocupações dele ali não era com estabelecer o povo na terra que era de Moisés, mas era de estabelecer o a sua mensagem universal no planeta, porque ele já estava agora acima da questão da conquista da terra prometida. Ele agora já estava na conquista do universo. Vocês vão sofrer, vocês vão passar por testes, vão ser martirizado, mas eu estarei convosco até a consumação dos séculos, porque eu deixei com vocês um consolador. Eu deixei com vocês um roteiro de conduta, um roteiro espiritual, porque mesmo eu não estando, porque ele diz assim: "O consolador que o meu pai enviou em meu nome". >> Só um instantinho. O Álvaro já chegou. O Álvaro >> põe aí ele na >> Eu não consigo, coitado. Eu sou muito pobre, professor. >> Então peço o Adrianção. >> Eu não dou, eu não dou conta nem de mim, coitado. >> Então >> dou conta. Enquanto o Álvaro não entra, a gente restabelece essa essa essa semelhança

uito pobre, professor. >> Então peço o Adrianção. >> Eu não dou, eu não dou conta nem de mim, coitado. >> Então >> dou conta. Enquanto o Álvaro não entra, a gente restabelece essa essa essa semelhança de que Jesus disse que Deus enviou um outro consolador em nome dele. Então ali, meu filho, estava ficando um legado que nós vivemos hoje desde o século XIX com a a renovação, com a revelação, com a renovação da promessa do Cristo. E a terceira revelação. Então, a gente tem aqui um paralelo muito importante a frisar. É exatamente essa conexão entre as três revelações feita por Jesus, não só na na didática de Kardec, lá no Evangelho Segundo Espiritismo, mas sobre os auspícios do próprio Jesus no cenáculo, no monte Sião, onde ele trouxe ali consolo, prometeu um outro consolador e deixou suporte espiritual para que fosse enfrentado em sua ausência. Eu acho isso magnífico pra gentear e deixar registrado que aí entra a culminância desse nosso estudo de Moisés a Kardec passando por Jesus no cenáculo. >> É muito interessante, realmente isso. Muito curioso, muito interessante. É realmente uma há uma similaridade muito grande entre essas duas histórias. Mas vamos para enquanto o Álvaro se prepara para entrar, vamos ver o que que era que era para fazer. Era três cidades. Era >> três cidades, meu filho. Tá aqui, capítulo versículo três cidades. >> Três cidades. >> Separarás no meio da tua terra que o eterno Deus te dá para herdá-la. Agora eles, ele diz ainda: "Prepararás o caminho e dividirás em três partes a área da tua terra que te fará herdar o eterno, né, teu Deus. E isso será para que todo homicida fuja para aquela cidade, aquele local." Tarã. Então, olha que interessante. Ele divide três cidades e coloca essas cidades razoavelmente aqui distantes porque ele vai Olha, o Álvaro entrou. Boa >> boa noite, Álvaro Mori. >> Boa noite técnicos. Eu tava aqui ouvindo vocês, mas o Adriano não tava conseguindo me colocar. >> Foi, né? >> Resolvido. >> Que bom. Eu já ia pedir ao Jorgito que

ou. Boa >> boa noite, Álvaro Mori. >> Boa noite técnicos. Eu tava aqui ouvindo vocês, mas o Adriano não tava conseguindo me colocar. >> Foi, né? >> Resolvido. >> Que bom. Eu já ia pedir ao Jorgito que acordasse o o Adriano, que eu acho que ele tava, apesar dele ser o máximo, ele tava com mínimo de sono que não tava permitindo que ele passasse você colocasse. >> Olha, eu quero fazer uma revelação, quero revelar um pouquinho para vocês. Seguinte, >> eu estou fazendo a minha a essa live hoje pelo meu celular. Acredita? Isso aqui é meu celular. >> Sério? É, diferente. É, >> está melhor. Está diferente, não. Está bem melhor. Imagens meu eh meu computador tava travando muito. Então hoje eu muito humildemente fui numa loja e comprei um tripé. Aí eu coloquei o meu computador em cima do tripé, meu meu celular em cima do tripé para ele ficar para não ficar aquela coisa assim, né? Ficar na altura. E ele tá na tá como se fosse um computador. Só que eu também entrei pelo meu computador que trava toda hora para eu poder ver que as pessoas escrevem, porque pelo celular não se vê nada, ninguém pode escrever, não pode ver, não pode fazer. Então eu resolvi, graça, Lazarini, eu resolvi então fazer o quê? Eu resolvi fazer isso e eu acompanho o que as pessoas estão escrevendo pelo meu computador que trava. e falo pelo meu celular que em princípio não trava. Vejamos se vai dar certo. Oremos ao Senhor. >> Surson corda. >> Nossa, falar uma coisa. A a Graça escreveu aí, o árvore tava jantando. Gente, eu eu nem tinha pensado que alguém poderia não compreender eh o atraso. A gente começa o trabalho lá no Cisco 5 horas da tarde hoje, nas terças-feiras e a gente vai até a hora que tem o último necessitado. A gente não vai embora enquanto todo mundo não for assistido. Perfeito. >> Algumas vezes acaba passando um pouquinho eh e essa razão de a gente se atrasar. Eh, não é não é por descuido, não é por por questões mesmo, porque eh procuro ser muito exigente comigo mesmo na disciplina em todos os sentidos,

do um pouquinho eh e essa razão de a gente se atrasar. Eh, não é não é por descuido, não é por por questões mesmo, porque eh procuro ser muito exigente comigo mesmo na disciplina em todos os sentidos, incluindo o horário. Mas eh eu sei que vocês não merecem eh o meu atraso, mas eu peço desculpas em função do trabalho espírita. O o você está perdoado. Vamos embora paraa frente. Eh, nós estamos nós estamos aqui falando sobre três cidades que eh o povo de Israel deveria edificar eh quando fosse para lá. Moisés já estava antevendo a necessidade de um sistema penal. Não é interessante isso? Antes de você chegar, eh, assim, vou fazer uma comparação grosseira, né? Quando você vai criar um município, quando vai criar um município, você tem que criar tanta lei, tem que criar lei orgânica, tem que criar o os estatutos das gente é tanta coisa fazer para criar um município, cria a câmara, cria os as secretarias, faz a lei desmembramento, inferno. Então, eh, muitas providências têm que ser tomadas antes de você, eh, criar um município. Agora, imagina você criar uma sociedade que vai abrigar, em princípio, 2 milhões de pessoas, né? É uma coisa muito complicada isso. Então, eh, a primeira providência é a instituição do sistema penal. E você vai ver aqui que no caso específico do judaísmo, existe um lugar para onde o homicida vai. homicida, ele tem um lugar de escape da sociedade para que ele vá, porque nem todo homicida obrigatoriamente assim agiu por um processo de ser um um quanto mais assassino. Pode ter acontecido alguma circunstância com ele que gerou até nós já conversamos sobre isso outro dia quando o professor Severino falava sobre essas cidades faz muito tempo. Minha barba ainda era negra nessa época. Então, nesse nesse período, professor Cebelino contava pra gente sobre essas cidades e falava da necessidade de ter esses essas válvulas de escape para que a sociedade bem funcionasse, né? Então, aí nós estamos eh vendo essa essa criação agora aqui. E aí, Álvaro, a gente tava falando exatamente disso, ó.

ade de ter esses essas válvulas de escape para que a sociedade bem funcionasse, né? Então, aí nós estamos eh vendo essa essa criação agora aqui. E aí, Álvaro, a gente tava falando exatamente disso, ó. Três cidades separarás no meio da terra que te dará o Senhor, teu Deus, para possuíres. Preparar-te há o caminho e os termos de tua terra, que te fará possuir o Senhor, teu Deus, dividirás em três, e isso será para que todo homicida se acolha ali. Então você vai ver que o o homicida ele vai poder se obrigar, divide em três, coloca essas cidades de fuga em lugares diferentes para acolher esses homicidas. E aí vai ter um detalhe, não é professor cederino a característica desse homicida que vai ter que ser eh beneficiado com essa possibilidade de fuga. não tem um negócio assim, >> tem no caso ele ele se preocupou não só de construir as três cidades, porque esse esse homicida eh da cer de uma certa forma ele ele foi homicida por um acidente. Ele >> aí que tá a questão, >> é ele não ele não premeditou, ele não se vingou. Eh, suponhamos que >> tinha ódio, >> é, não tinha ódio. Suponhamos que eu fosse caçar com você numa floresta. E acidentalmente, se eu ter localização, a gente se afastaria, eu atirasse numa avei lá, num num animal qualquer e atingisse você e ferisse você mortalmente. Eu ia soer horrores, >> mas eu não tinha culpa, não foi intencional, foi um acidente que aconteceu. >> Homicídio culposo. >> É, não é, foi doloso, foi culposo. E aí para esses casos, até mesmo para evitar uma vingança da família, porque >> da família, >> é, você sabe que não, eu não tive intenção, mas até eu provar que eu não tinha intenção, eu tinha que ter um momento de proteção. Eu tinha, é tanto que é recomendado que a os caminhos para esta cidade sejam curtos, que não precisa atravessar montanhas, rios, porque o fugitivo, vamos dizer assim, aquele que está indo para lá, pode ser pego durante o caminho se ele for muito longo por alguém que queira vingar a morte. >> Sim, claro. >> E acabar sendo vítima, aí sim seria

ivo, vamos dizer assim, aquele que está indo para lá, pode ser pego durante o caminho se ele for muito longo por alguém que queira vingar a morte. >> Sim, claro. >> E acabar sendo vítima, aí sim seria vítima de uma morte intencional, mesmo ele não tendo feito >> intencional, mas acidental. Então esse era o objetivo que pudesse ser a pessoa ser acolhido, fugisse para um outro local aonde ele teria eh uma proteção, no caso, da própria >> para que uma morte não se tornasse duas, né? >> Eu achei muito muito bonito isso, sabe? assim, muito moderno você ter essa percepção do homicídio culposo, doloso, para você eh >> já naquela época, né? Não é >> é proteger as pessoas, né? Proteger as pessoas. >> Vamos ouvir o Álvaro aí que ele chegou agora, ele deve ter alguma coisa. >> É, o Álvaro >> assim, só uma coisa, essa esse mesmo assunto nós tratamos lá no Números, no capítulo 35, tá? Está lá mais ou menos a mesma coisa. no capítulo 35 do livro de Números, já estudado por nós. Mas de Gálv, é com você a palavra. É, e é interessante que ali existe um propósito, como vocês falaram, de ele não ser perseguido, já que o homicídio não foi doloso, ele não foi infensivo, >> mas por sua vez a gente pode encontrar aquele ímpeto humano de algum parente que venha a querer se vingar. ali nessas cidades, ele está, vamos assim dizer, ao mesmo tempo preso com liberdade, né? >> Uhum. Com liberdade. Então, por exemplo, é interessante, né? A gente já conversou com alguns amigos que ficaram eh eh sem o vista, sem o visa, sem o visto eh nos Estados Unidos. E eles falam: "Nossa, eu sou um prisioneiro." Pessoa que morar 20 anos sem poder retornar pro Brasil, por exemplo, fala assim: "Eu sou um prisioneiro, entre aspas, no paraíso. Sou um prisioneiro onde tem tudo." Então, a gente percebe que o a o próprio acidente, ele vai revelar algum nível de responsabilidade. É óbvio que não foi a intenção, por isso será julgado e em julgamento isso será decidido. Olha, ele não teve a intenção. Em primeira instância ele é

e, ele vai revelar algum nível de responsabilidade. É óbvio que não foi a intenção, por isso será julgado e em julgamento isso será decidido. Olha, ele não teve a intenção. Em primeira instância ele é levado para um beitim, por um tribunal. Ali ele foi acusado então de não obter dolo, de ter sido sem querer a morte. Então ele vai responder por isso. Ele possui parcela de responsabilidade também. Mas existe algo interessante. O exemplo que ele usou aqui na Torá é de um lenhador que tá cortando a lenha e o machado quebra, voa. Aí vamos supor a certa cabeça da outra pessoa. Mas e se eu tiver um boi bravo? A redil, né? Um boi bravo, o que que o que que acontece nessa situação? Bom, eu sou responsável. Não por homem >> culposo, mas aí eu tive a intenção pela falta de cuidado com a cuidado >> que coloca o risco a outro. Ou seja, essa linha do homicídio culposo e doloso para Torá, ela é muito tênue. Ela é muito tênue. E aqui a gente vai trabalhar com testemunhas. Então aqui eh a gente vai perceber o valor valor da palavra humana. E para Torá, a testemunha não é simplesmente alguém que estava assistindo, mas é alguém que tem a preocupação, a preocupação de observar os valores da Torá. Ou seja, eu já fui testemunha em um B, em, vamos dizer, em em condições que necessita de tribunal. Então, por exemplo, quando para ser testemunha de casamento, você não pode ser simplesmente um judeu. Você precisa ser um judeu. Seja considerado um observante a lei. Você precisa de ter o respaldo, o respeito através dos frutos da sua árvore de comportamento. É claro que isso tá correlacionado à condição e a questão da lei judaica. Agora, quanto tempo essa pessoa fica lá? Ela não fica pro resto da vida, ela fica por um tempo determinado. Esse tempo determinado a gente vai encontrar quando morre o coengadolo, o sumo sacerdote, >> sumo sacerdote. >> A pessoa tá ali, tá liberto, pode retornar paraa sua vida normal. Agora é interessante que o Talmud Maia de Shabat, se eu não me enganou Maia de Shabat, se eu não tô enganado, ele vai

mo sacerdote. >> A pessoa tá ali, tá liberto, pode retornar paraa sua vida normal. Agora é interessante que o Talmud Maia de Shabat, se eu não me enganou Maia de Shabat, se eu não tô enganado, ele vai falar de uma situação interessante. Ele vai falar que e lê-la, se eu não tiver enganado com a história, tá está à beira de um lago e ele vê uma caveira, um rio, perdão, e ele vê uma caveira boiando. E ele disse: "Porque afogaste, foste afogado." >> Afogado, >> trazendo a ideia da lei de causa e efeito. >> Causa e efeito >> aqui, sem a gente querer que os que o judaísmo da época tenha perfeita compreensão que o espiritismo obtém hoje sobre causa eito. É claro que existe ação de misericórdia, é claro que a gente entende tudo isso que é uma boa ação, multidão de pecados, mas aqui traz o senso da responsabilidade sobre os seus atos. E o Talmud, se eu não me engano, aqui é o Talmud Macet, eh, Brahot. Eh, tem muitos anos que eu estudei isso, então às vezes eu posso estar confundindo o tratado, mas o tratado vai dizer que mesmo a morte acidental ela gera em algum nível a uma espécie, claro que a palavra que não tá lá não é essa, mas uma espécie de karma pela falta de cuidado que pode existir muitas vezes eh mediante essas questões. Outro ponto importante, o tribunal é necessário para que a pessoa não mate alguém e apresente a cena de um crime. Então a gente vai perceber que aqui tá se falando sobre o homicídio, só que logo na sequência a gente vai ter a fraude territorial e as leis respectivas relativas às testemunhas, porque isso tudo tá envolvendo de alguma forma a possibilidade de se eh refugiar em uma dessas três cidades. >> Sim. Perfeito. Então, seria uma circunstância para o homicídio dolor, para o homicídio culposo de forma de forma não perene, né? Agora você vê eh a preocupação de você estabelecer esse processo antes mesmo da chegada do povo a esse lugar. Muito interessante. E aí só, né, rádio do Jordão, >> é o quê? Amiclat, que é o nome da cidade refúgio. Ela tá ao leste do rio Jordão,

belecer esse processo antes mesmo da chegada do povo a esse lugar. Muito interessante. E aí só, né, rádio do Jordão, >> é o quê? Amiclat, que é o nome da cidade refúgio. Ela tá ao leste do rio Jordão, >> certo? Estaria ali em Decápolis, por exemplo. >> Isso. >> Pois é. E assim, não basta que o homicídio seja culposo, é necessário que também não haja ódio entre os envolvidos, porque eu posso, de repente simular bem, né, um homicídio culposo e de repente ter um ódio dessa pessoa. Eu lembro de um caso que tem numa obra do André Luiz, acho que é Missionários da Luz, em que tem um homem que ele ele matou o outro. Ah, é sim. É, no capítulo 11, o caso, o caso Raul, ele ele ele tem um amigo e ele esse amigo tem uma noiva e o Raul se apaixona pela noiva dele. A noiva se chamava É Esther. E ele então decide matar o amigo para poder casar com Éer. Aí ele faz isso, ele planeja a morte dele, ele mata o cara. Como é que ele mata? Ele mata de um jeito que ninguém sabe. Numa noite escura, ele pega o carro e atropela ele. Ninguém viu. E ficou por isso mesmo. Ninguém nunca descobriu o acontecido. E interessante é que Noé, ele matou o Noé. Aí o o Raul acaba casando com a moça que ficou sem ninguém, casa com ela, vive com ela, mas ele não se liberta da culpa. Ele vive num processo de culpa muito grande, né? E o alguém poderia dizer: "Ah, mas foi um acidente, tal". Mas no caso dele não foi. E havia ódio, né? E aí acontece que esse Raul, não suportando a culpa, depois ele se mata. Capítulo 11 do livro Missionários da Luz. Tá? Vamos lá. >> Lá. Ah, tem algo interessante que a gente poderia pensar assim: "Pô, mas quandoadol, o sumo sacerdote morre, tá todo mundo liberto. Para uns pode ser que demore 20 anos, 30 anos. Para outros pode ser >> um dia, um dia. >> E você pode pensar assim, pô, então pro cara que morreu, vamos dizer, pro cara que morreu, não, pro cara que matou sem querer, ele vai ficar agora querendo de propósito que alguém morra intencionalmente, porque pera aí, eu tô aqui preso, vamos

a que morreu, vamos dizer, pro cara que morreu, não, pro cara que matou sem querer, ele vai ficar agora querendo de propósito que alguém morra intencionalmente, porque pera aí, eu tô aqui preso, vamos dizer, ah, vamos torcer para morrer, sei lá. um o X que aí eu tô solto, eu vou torcer o máximo que eu puder. Então o que >> para que o para que o sumo sacerdote morra? >> Para que sou Exato. Então o que que acontece? Acontece o seguinte. O Coena, o sumo sacerdote Coen Gadono, ele fazia rondas nessas cidades e ele que levava os recursos da caridade. Então, ele levava alimentos, levava roupas, levava eh tudo que possuísse de melhor, vamos assim dizer, materialmente. Para quê? para que ele pudesse ser amado. Aqui, se a gente parar para pensar, parece que não tem muito sentido, mas a gente tem duas formas de passar por uma situação difícil de privação. Eh, momentos onde nós perdemos o livre arbítrio. Então, a cidade refúgio é uma espécie, se a gente puder analisar, de eh de suspensão do livre arbítrio momentâneo. você é livre, você poderia ter uma vida comum, mas você tem as restrições. Então, existem restrições de livre arbítrio de diversas formas para poupar a nós de vícios. Existem restrição de existe restrição de livre arbítrio para nos poupar eh, vamos assim dizer de excessos nas nossas paixões. Então, privando eh fisicamente, privando economicamente, privando intelectualmente, privando a nossa liberdade. Eu poderia passar através de um sentimento extremamente negativo, desejando mal. Ou seja, se eu, vamos supor, estou privado de recursos financeiros, eu olho para quem tem e eu sinto inveja e eu sinto dor e eu sinto rebeldia. Se eu olho para quem, por exemplo, é privado da beleza, imagina eu olhando para vocês dois, ambos a ah a belos e eu privado da beleza e eu fico, ah, por que que eles têm isso? Eu não. Agora veja bem, olha o que que está nos dizendo, que observar a quem está fora dessa condição e observar aqui na cidade de refúgio essa pessoa trazendo benefícios demonstra que

eles têm isso? Eu não. Agora veja bem, olha o que que está nos dizendo, que observar a quem está fora dessa condição e observar aqui na cidade de refúgio essa pessoa trazendo benefícios demonstra que a privação do livre arbítrio, ela tem um caráter essencialmente educativo e não expiatório. Então, ela tem o caráter essencialmente educativo e não expiatório. Não sei se me f claro >> quando você olha o benefício de um homem livre, que se no caso da lei judaica ele tivesse morto, me faria livre, nos faz, vamos assim dizer, amar aquele que poderia ser a chave do meu da minha libertação. Ao invés de querer-lo mal, eu quero que ele esteja bem. >> Interessante, né? Ô Álvaro, eu ainda vejo também aí um ponto que aquele que foi pra cidade refúgio, que tirou a vida de alguém acidentalmente, ele também nunca mais será o mesmo. Porque a consciência mesmo foi inconsciente, mas ele sempre quis se lembrar mesmo porque foi um amigo, foi alguém que ele nunca pensou que que pudesse acontecer >> ser mal. >> É, então ele vai sempre diante do seu refúgio lembrar a origem de tudo. >> Uhum. o que passa a ser de uma certa forma um alerta para que a pessoa reflita sobre o valor da vida, que deve sempre se respeitar de qualquer natureza que você mesmo inconscientemente você nunca vai tirar a vida de alguém. E se mesmo for acidental, como é o caso, também não vai ficar em paz. Você vai ficar sempre com uma dificuldade de dormir, de meditar, de até se perguntar porque eu fui esse instrumento, que eu nunca desejei isso. Então, realmente tem ensinamentos em todos os sentidos, em todas as direções. >> Bacana. Com certeza, professor. E o capítulo vai continuar, né, Elahrá? >> Uhum. >> Vai, claro que vai. Nós nós temos aí na sequência dessa dessa discussão depois das cidades, né, no item cinco diz assim: "Como aquele que entrar com o seu próximo no bosque, ah, é a história, né, que ele vai dar o exemplo, né, que corta aí o machado boa, tá? Então, para que o vingador de sangue não vá após o homicídio, ou seja, para que

entrar com o seu próximo no bosque, ah, é a história, né, que ele vai dar o exemplo, né, que corta aí o machado boa, tá? Então, para que o vingador de sangue não vá após o homicídio, ou seja, para que não haja vingança quando se enfurecer o seu coração. Então, essas três cidades serão aremiclate, né? >> Uhum. >> Serão separadas para isso. E aí, seguindo aqui, a gente segue para para o versículo oitavo, então, >> 14, né? Na oitavo, ainda tem alguma coisa aqui, porque ele diz no oitavo, quando aumentar o eterno teu Deus as tuas fronteiras, como jurou a teus pais, e te toda a terra que disse que daria a teus pais, quando guardar todos esses mandamentos que eu te ordeno hoje para cumpri-lo, amando ao eterno teu Deus e andando nos seus caminhos todos os dias, então acrescentará Mais mais trade tem mais três. Para que não seja derramado sangue inocente no meio da tua terra, que o eterno teu Deus te dá por herança e não haja sangue sobre ti. Então significa que são seis cidades, na verdade, tá certo? três do lado oriental leste e três do lado oeste. Concordo >> quando ele toma, quando ele tivesse a terra inteira e de e e exatamente >> aí serão 3 + 3. >> 3 + 3 são seis, tá certo? E quando o homem odiar seu companheiro, armar de cilada, levantasse contra ele o ferid e este morrer e fugir a uma dessa cidade, >> hum, >> os anciãos da sua cidade enviarão e o tirarão dali e o entregarão na mão do vingador do sangue e morrerá. Olha, é interessante. >> Se ele fugir, né? Se ele fugir da pena. >> Uhum. Se ele fugir da pena, é o pior para ele, né? >> É, >> é melhor ele ficar lá. >> Exato. Porque se ele sair, ele vai morrer, >> não é isso? >> É >> sim. >> Se ele sair, ele vai ser entregue à mão do vingador >> e do seu sangue e morrerá. Eu tô me lembrando aqui de Mateus 5:25. É isso mesmo. Tava pensando a mesma coisa. >> Tava, >> tava mesma coisa, professor. >> Eu acho que Jesus tirou essa frase dali. >> Foi >> daqui do Deuteronômo. Ele diz: "Olha, apressa-te, Maê, né? Apressa-te em

mo. Tava pensando a mesma coisa. >> Tava, >> tava mesma coisa, professor. >> Eu acho que Jesus tirou essa frase dali. >> Foi >> daqui do Deuteronômo. Ele diz: "Olha, apressa-te, Maê, né? Apressa-te em reconciliar-te com o teu irmão enquanto estás a caminha com ele, porque senão ele te entregará o juiz. O juiz é justiça, será colocado em prisão e dali não sairá. que tinha o último plago, o último sei que então é exatamente isso aqui de uma forma agora onde Jesus exalta o perdão, a reconciliação, a harmonia. Você observa que a gente não pode separar Jesus da primeira revelação. Não tem como. >> Exatamente. Então, para você procurar o caminho da justiça para que não seja agravado o propósito da pena. Exatamente. Eu tava, professora, eu tava com o 525 de Mateus pensando na, eu falei: "Nossa, eu acho que tem uma correlação." como o senhor falou. Fantástico, fantástico. E a gente falou, já a gente comentou quando comentamos, quando tivemos um pouquinho mais falar sobre esse versículo, que o dia do Yonkipur, ele serve para os pecados, o dia do perdão serve para que nós possamos pedir perdão e sermos perdoados pelos pecados que cometemos contra Deus, >> os outros. Não contra >> contra Deus. Sim. Sim. Contra Deus. >> Não contra o outro. Porque a a minha responsabilidade diante do outro é do exercício da humildade e do caminho da texuvinho do retorno através do pedido de de de perdão. Perdão, comentei isso, eu sinto falta disso, mas eh eu lembro que no acertiam meio de chuvar, nos 10 dias de de chuvar, né, antes que precedem o Ionipor, >> a gente nesses 10 dias tem o hábito de ligar para as pessoas, principalmente no era Yonk, antes do Yonk Pur e pedir desculpas. Então ligar pro Elará. Elará, queria te pedir desculpas. Se eu fiz alguma coisa, >> fiz alguma coisa? Me perdoa. Intencional. Você não foi intencional? Então vou pedir desculpa para vocês do meu coração. Professor Severen Celestino, ela me perdoem se intencionalmente ou de maneira desintencional eu fiz laxonará, eu falei

al. Você não foi intencional? Então vou pedir desculpa para vocês do meu coração. Professor Severen Celestino, ela me perdoem se intencionalmente ou de maneira desintencional eu fiz laxonará, eu falei mal de vocês, eu desejei o mal, eu tive qualquer sentimento de inveja, de dificuldade em relação a vocês. Então eu peço perdão a vocês se assim eu fiz intencionalmente ou sem querer nesse ano. E a gente cria esse hábito, é um hábito, na minha percepção, muito bonito, um hábito >> muito bonito, >> muito, muito bacana. Eu sinto falta disso, sabe? De você ter uma, uma data. Eu sei que se eu tivesse uma condição evolutiva maior, eu faria espontaneamente com todas as pessoas ao meu entorno, >> né? Sem marcada, mas ainda na minha condição, eu sinto um pouco de falta desse dia >> que nos encoraje, sabe? Onde que você se encoraja? Isso >> é interessante, Álvaro, que você tá colocando aí, porque eu tô me lembrando que por falta disso, na nossa, eu não chamo nem na nossa religião, na nossa cultura religiosa por falta de um dia, de uma época dessa, quantas pessoas ficam maluadas ou não perdoa para as vezes por uma vida inteira. >> Fica a vida inteira. É, não foi não não se lhe foi apresentado uma oportunidade dele fazer isso perante Deus. Daí você observa como Jesus mais uma vez foi primoroso em Mateus 5:25. Exatamente esse período de reflexão, de você procurar aquela pessoa que você magoou e pedir perdão, pedir desculpas, se colocar à disposição para que a o outro também o perdoe. Quer dizer, é um estímulo de um lado e do outro, porque tem gente que diz assim: "Eu perdoo, mas não esqueço." Então, ele fica para lá e eu fico para cá. Diga aí que eu perdoei, mas não quero nem vê-lo. Quer dizer, não resolveu absolutamente nada, pelo contrário, aumentou a >> a disência, né? >> Eu acho, eu acho isso do judaísmo muito bonito, >> muito bonito, >> não é? Isso é isso é é como se dissesse assim: "Olha, gente, você tem 10 dias para refletir". disse uma vez por ano, >> por ano. Poxa, eu >> já fiz atendimento fraterno e a pessoa

>> muito bonito, >> não é? Isso é isso é é como se dissesse assim: "Olha, gente, você tem 10 dias para refletir". disse uma vez por ano, >> por ano. Poxa, eu >> já fiz atendimento fraterno e a pessoa chegar dizer assim: "Olha, professor, faz 25 anos que isso aconteceu e quando eu me lembro, eu ainda sinto aqui no Nordeste um roy, alguma coisa me corroendo por dentro, porque eu não pude me vingar, porque eu não tive oportunidade de passar na cara, de dizer, aí vem, aí vem a maior heresia de dizer-lhe umas verdades." Olha, a palavra verdade não tem nem plural no idioma hebraico, porque ela é ela é verdades, >> né? E o cara vai hereticamente dizer que vai jogar verdades na pessoa. Então esse gesto, essa esse costume judaico, eu acho assim, >> é muito bonito, sim, >> né? E as pessoas dizem que o judaísmo, é, as pessoas comentam que o judaísmo é atrasado, é coisa do passado. Você que é coisa mais moderno do que isso. Por isso que Jesus levou lá em Mateus 5:25. >> É, a minha mãe, eu já até falei isso aqui outra vez, minha mãe pega muito no meu pé por causa disso, né? Toda vez que ela pode, ela fala disso. Porque vocês vocês quando fazem alguma coisa pros outros, vocês vão lá no no no padre e o padre diz: "Olha, você reza isso, reza aquilo, tá resolvido". Negativo, tem que ir lá na pessoa. >> É verdade. >> Pedir, pedir muito fácil. Você machuca, você machuca seu amigo e vai orar na sua casa. Vá lá com ele e pedir perdão. Deus não perdoa o que você faz pro seu próximo. Só seu próximo pode perdoar. E minha mãe pega no meu pé por conta disso, muitas vezes. >> E ela está c >> você vai lá no padre. >> É, >> é que eu vou lá no padre. No padre. >> E tem mais um detalhe. Eu tive a curiosidade de ver o texto e a palavra que tem lá é alá. Alá é subir. Dali não subirás, não é? não sairás. O que significa que quando você >> é a você está embaixo quando você ainda não se reconciliou com seu irmão. Quando você reconcilia, você se eleva, você sobe. >> Levantar-me ei, irei ter com meu pai.

O que significa que quando você >> é a você está embaixo quando você ainda não se reconciliou com seu irmão. Quando você reconcilia, você se eleva, você sobe. >> Levantar-me ei, irei ter com meu pai. >> Pronto. Filho pródigo. Filho pródigo tava embaixo, tava lá no fundo do poço, né? Eu vou contar para vocês uma história real, atígica e verídica. Aconteceu comigo. Eu tinha alguém na minha família que eu tinha muita dificuldade. Eu virava e mexia, a gente brigava e eu ficava, a gente ficava um tempo sem se falar. E um dia era onquipur e eu tinha ido rezar em outra sinagoga. E a pessoa tava em, né, em outra e me bateu um negócio que eu tinha que pedir perdão, ó. E eu fui até essa outra sinagoga, entrei, chamei a pessoa, pessoa branca, achou que tinha morrido alguém. E eu eh no melhor dos sentidos, né? Porque a gente quando pede desculpas, às vezes é difícil, né? No momento você é existe um, né? Um um orgulho e eu pedi desculpas e a pessoa chorou, me abraçou. E eu falei uma coisa para vocês, daquele dia em diante muitos dos problemas começaram a se resolver. demoraria mais alguns anos para que as coisas tivessem organizadas efetivamente. >> Mas aquele momento eu não consigo tirar da minha mente. O momento eu cheguei, eu tava com tal, a pessoa tava com tal, saiu assim com os olhos arregalados. Falei: "Eu vim aqui para te pedir perdão". E gente, foi o começo de uma reparação. Hoje espírita, eu tive a oportunidade de saber que houveram muitas brigas por terra, disputa e em comércio, em, né, inimigos do passado, vamos assim dizer. e que >> eu sinto que de ambos os lados isso foi isso foi, vamos dizer, reduzido e pelo incentivo desse ato extremamente importante. É porque você além de ir, você foi humilde e você desarmou qualquer coisa, quebrou qualquer sintonia negativa, surpreendeu a pessoa, né? Enquanto ela pensava que você viria para um outro tipo de situação, você foi lá exatamente tirar qualquer mancha, qualquer mágua, qualquer coisa que pudesse existir com seu pedido de

deu a pessoa, né? Enquanto ela pensava que você viria para um outro tipo de situação, você foi lá exatamente tirar qualquer mancha, qualquer mágua, qualquer coisa que pudesse existir com seu pedido de perdão. Por isso que é muito, muito, muito sábio quando Jesus dise que não seja nem sete vezes, mas 70 vezes, sete vezes. >> Uhum. É bonito demais o perdão, né? é um sentimento superior, nobre. Por isso que a palavra perdoar é através da doação. Você está doando o que você tem de melhor, que é a sua humildade, a sua compreensão, a sua paz. Você tá transmitindo paz pra pessoa, não se pede perdão. >> Hoje um espírito no trabalho, professor, disse algo interessante para nós. Ele falou assim: Paulo, quando se direcionava a Damasco, ele buscava vingança, perseguição. >> Sim. Mas o caminho que ele eh passa a fazer depois que ele encontra Jesus é o mesmo. Ele continua tendo que seguir para Damasco, mas o direcionamento do seu coração era completamente oposto. Ele não ocorria o mesmo caminho no intuito de vingar-se, mas agora no intuito de curar-se. E essa cura envolve o perdão. E aí esse espírito falou que dentro do núcleo familiar, muitas vezes nós reencontramos-nos. E dentro desses reencontros o caminho é o mesmo do passado, mas o que deve ser modificado é a intenção dos nossos corações naquela estrada. Eu achei bonito e eles me deixaram lembrar isso. >> Posso posso posso fazer uma contribuição nesse raciocínio? Claro, meu filho. >> Com certeza. >> Ele estava indo para onde? >> Damasco. >> E quando aconteceu o incidente dele enxergar Jesus, ele estava às portas de Damasco, nera. >> Uhum. >> E aí ele pergunta: "E agora o que é para fazer? O que é para fazer? Entra na cidade, termina o trabalho, não volta. Tem que continuar indo para Damasco. >> E aqui tá correlacionado com isso lá, porque olha só, se ele retornasse, se ele fugisse de Damasco, ele não iria ao encontro dessa reconciliação. Então Paulo tá comprendo exatamente isso aqui que a gente tá falando. >> Reconsideração com quem? Com Ananias.

ele retornasse, se ele fugisse de Damasco, ele não iria ao encontro dessa reconciliação. Então Paulo tá comprendo exatamente isso aqui que a gente tá falando. >> Reconsideração com quem? Com Ananias. >> Ananias queria aprender. >> Ele levava carta para prender Ananias. E o Emânuel diz que a ovelha foi ao encontro do lobo. >> É verdade. >> É, mas vamos lá, vamos paraa frente. Nós temos nós temos um versículo aí que fala sobre mudança de limite de propriedade, né? Né? Né, Álvaro? >> Temos. Você não removerá o marco de delimitação de seu vizinho. Os primeiros colonizadores determinaram como limite de sua terra herdada. Você herdará na terra de Deus, seu Deus. Ele está lhe dando uma propriedade. Ela Jorge Elará, pera aí, Jorge Elar. Eu tô levantando os braços aqui. >> Eu tô do meu limite. >> Já pensou se a gente tivesse ouvido só esse conselho? >> Cara, não mexe, não mexe no marco do teu terreno. Quantos problemas existem por mudança de marco? É, eu acho que a 90%, viu, da da da situação é o desrespeito ao direito, >> a propriedade. Propriedade. Direito de propriedade. >> Está lá no livro dos espíritos, né? Lei de propriedades. >> É, olha, eu quero >> eu quero contar para quero contar para vocês que o meu computador, não o celular aqui, mas o meu já travou mais de 20 vezes e agora ele travou completo que eu tive que recetar. Só para vocês entenderem o nível de sofrimento que nós estaríamos se eu estivesse humildemente usando essa tela. Mas agora tá tudo resolvido. Eu estou numa vida nova. Uma é uma >> é uma encarnação dentro da encarnação. Coisa espetacular. Eh, eu não vou lembrar exatamente qual é o conto. Eu tava, queria até tentar achar aqui. Se alguém souber, lembra para nós, tem um conto de Humber de Campos por Chico, que ele fala o seguinte, eh, ele fala de alguém que nasce uma família e muda a cerca de lugar da propriedade. aquele outro que teve a propriedade furtada, eles entram em guerra e ele um eles morrem, um deles morre. Esse que trocou a cerca de lugar, roubando o espaço do

e muda a cerca de lugar da propriedade. aquele outro que teve a propriedade furtada, eles entram em guerra e ele um eles morrem, um deles morre. Esse que trocou a cerca de lugar, roubando o espaço do outro, reencarna na outra família. >> Filha, filho da família roubada. >> Da família roubada. Aí ele lá >> e ele tem a obrigação de devolver >> aquele aquele lugar. Então ele devolve, ele muda a cerca agora, né, sem que com intuito mal. Ele fala: "Vou roubar a a terra daquele lá, foi eles que me roubaram." Ele muda a cerca de lugar e a cerca volta pro lugar certo, só que de novo ele morre. Aí ele retorna ao plano espiritual e e meio que os benfeitores dizem para ele: "Agora você vai reencarnar na família que você tava primeiro, mas pelo amor de Deus, não bota a mão na cerca". Eu não lembro como é. É, eu eu não lembro como que é o conto assim. Tá está perfeitamente dentro do que a gente tá conversando aqui. >> É >> a terceira revelação, ratificando e endossando a primeira. >> Meu Deus. >> Não é o Jorge, o Paulo, >> o Paulo Inter tá falando, tava pensando nesse conto. Você lembra qual conto é? E é, eu não lembro se é reencontro o nome dele. Eu, eu posso estar enganado, né? Pode ser que seja reencontro. >> É, vai para você volta paraa família original, mas não rela, né? Nem trisca. >> Só que aqui dentro dessa ideia de mudar a cerca, tem um outro ponto interessante, porque é a fraude territorial e, por outro lado, você tem a fraude moral. >> Stop. >> Stop. Momento. Boa noite, Dalva Bastos. Seja muito bem-vinda ao nosso estudo. A Dalva está dizendo que ela maratonou, tadinha, >> e chegou hoje. >> Chegou hoje aqui pela primeira vez. Seja muito bem-vinda aos nossos estudos. Uma honra ter você conosco. >> Pode continuar. Pode continuar. >> Que bacana, hein, D? Muito bom. Mas vai continuar o texto dizendo assim: uma pessoa não pode incriminar a outra >> de um pecado, porque a gente estava falando de alguém que matou acidentalmente. >> Uhum. Eu poderia virar e falar: "Eu tô com raiva do Elará mesmo. Ela

assim: uma pessoa não pode incriminar a outra >> de um pecado, porque a gente estava falando de alguém que matou acidentalmente. >> Uhum. Eu poderia virar e falar: "Eu tô com raiva do Elará mesmo. Ela matou acidentalmente, eu vou testemunhar que foi de propósito." >> Pronto. >> Pronto. O que que de certa forma a eu estou fazendo acusando ele um de um crime que não cometeu? Dois, a mesma coisa que quando eu mudo uma cerca, eu estou mentindo para o outro em favor de me favorecer. Então, da mesma forma que eu não posso roubar a cerca, eu não posso também eh dilacer a moral, >> a minha moral. Aqui, o falso testemunho, ele vai ser colocado, aquilo que tá nos 10 mandamentos, diante de um certo regimento. Então, por exemplo, para que alguém seja acusado, você precisa de três testemunhas que digam exatamente a mesma coisa. Como eu disse, essas testemunhas não são simplesmente testemunhas, mas pessoas que aparentemente sejam observantes à lei. E fala sobre esse falso testemunho e as consequências, as consequências a de caso você ser descoberto quando realizando o falso testemunho. Se você foi descoberto acusando, por exemplo, que o professor Celestino tirou um dente e eu vou acusar publicamente. O senhor já tirou vários dentes, professor. >> E vou te continuar tirando enquanto eu tiver por aqui ainda, quando for necessário, eu vou tirar diagnosticado cientificamente com raio X, com tomografia. Se não tiver função e não tiver outro jeito, eu tiro. Eu boto outro no lugar, mas antes eu tiro. >> Tira aquele. >> Meu pai, professor, tá pior que o senhor, porque ele tirou o olho, ele tirou, já tirou o olho de muita gente. >> Nossa, ele tá todo enrolado com a lei. >> Tá todo enrolado. Bom, tá certo, tá certo, professor, que tem gente que já tirou a vida. Então aqui ele vai falar, ele vai dizer: "Se você apresentar um falso testemunho, você pagará vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, diante de falso testemunho." Que que tá sendo dito aqui? O que que tá

dizer: "Se você apresentar um falso testemunho, você pagará vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, diante de falso testemunho." Que que tá sendo dito aqui? O que que tá sendo dito? Todas as vezes que eu quero imputar alguém de algo que a lei divina não considera favorável, pelo menos não naquele momento, porque senão teria acontecido de maneira natural. Eu estou criando uma acusação contra mim mesmo, >> contra mim mesmo, com o que você deseja para os outros >> no silêncio das do seu espírito, da sua mente. >> Olha, eu fui citado, eu tenho direito de resposta porque falaram aí de caveira, não sei o que que tem caveira que foi vista no rio, não sei o quê. Então eu vou falar, falaram de morto no Rio. É o seguinte, o o Álvaro tava lembrando um um uma história, né, que Hill vê uma caveira andando no rio, andando não, né, boiando, afogar-te e agora foste afogado. É muito importante observar que na lei de causa e efeito, pela leitura da doutrina espírita, eu não sou obrigado a passar pela mesma pena que a minha vítima passou. Por exemplo, eu matei alguém, eu posso ser bombeiro, eu posso ser um médico, eu posso ser o pai dele, eu tenho várias alternativas para que eu me recupere da minha falta. Mas se eu sou um espírito muito endurecido, que não sinto nada do que eu fiz, eu não percebo, eu não sinto, então as minhas provas precisam ser provas mais duras para quebrar a carapaça da qual eu tento me proteger para não acessar o meu eu profundo. Não é isso mesmo. Matei mesmo. Ele merecia morrer. Então eu preciso de uma experiência que não é a de ser bombeiro, que não é a de ser policial, que não é a de ser médico, preciso de alguma coisa mais grave. É nesses casos que a gente se defronta com determinadas experiências que parecem repetir em nós aquilo que fizemos no outro. Não que isso seja da lei, ou seja, ah, você feriu o cara, pois então você vai ter que ser ferido no mesmo lugar. Não, exatamente assim. Mas se o espírito não se emenda, se ele reiteradas vezes foge

o. Não que isso seja da lei, ou seja, ah, você feriu o cara, pois então você vai ter que ser ferido no mesmo lugar. Não, exatamente assim. Mas se o espírito não se emenda, se ele reiteradas vezes foge do processo de reflexão sobre os seus atos, ele pode, eu disse pode eu disse pode, Peopó Edé, ele pode de repente passar por uma circunstância tal na qual esse indivíduo vive uma experiência para que ele sinta um pouco daquilo que ele fez. Vou colocar uma situação mais grave. O cara eh queimou o outro, jogou gasolina e tocou fogo no outro. Poxa, ele pode ter mil pode ser médico dermatologista, ele pode mil formas, mas ele pode também passar por um processo de queimadura. Isso é uma possibilidade, porque ele não se educou por outra maneira. Então a lei diz: "Cara, você não tá conseguindo entender?" Então, nesta existência você vai passar por isso. Só que esse esse experimento não precisa da mão de alguém para acontecer. Pode virar um tonel em cima dele de azeite fervente. Ele pode inferno. >> Oi. >> Tá no livro céu e inferno. Isso >> é o do livro céu e inferno. Aquele judeu que tá lá, que tem um nome que eu não consigo pronunciar, não é? Um é o zigluit, não sei que é o nome desse também. Zigmon. É, é, tem. Mas eu acho que o do o do o da do caldeirão fervente é o que cai sobre ele e ele vai se arrastando até em casa e ele conta que ele não sofreu, apesar disso, porque ele tinha ondas, eh, ele tinha uma acusação consciencial, porque em outra encarnação ele havia decretado que algumas pessoas fossem mortas. Mas eu não preciso que alguém deliberadamente venha e derrame em cima de mim. Ou seja, é necessário que o escândalo venha, mas se alguém se colocar para ser o agente da lei, ai daquele porque o escândalo vier, >> né? Então, eh, naquele caso ali da caveira, eh, o cara afogou e agora ele foste afogado. Não necessariamente alguém chegou e afogou o cara, mas ele passa pelo afogamento como uma forma de dizer para ele, cara, isso é muito ruim e eu não devo fazer isso mais com as pessoas. Eu

ste afogado. Não necessariamente alguém chegou e afogou o cara, mas ele passa pelo afogamento como uma forma de dizer para ele, cara, isso é muito ruim e eu não devo fazer isso mais com as pessoas. Eu já contei muitas vezes, muitas vezes em live a história de um cara lá de Rondônia que que o que o rosto dele queimava. Já contei essa história? >> Eu acho que não. >> Não, >> não lembro não, Jorgita. >> Então eu vou contar essa história. Eu vou contar essa história. É uma história verídica. Como é que é o como é que é? Álvaro verídico e verdadeira. É >> fatídico. >> É verídico e fatídico. Isso aconteceu lá em Rondônia. Deu entrada no centro espírita, uma pessoa em processo de perturbação espiritual que ela sentiu um calor muito grande no rosto, mas ela não tinha nada. O rosto dela tava normal. O dermatologista dizia: "Não, não tem nada, mas a minha a pele arde, a minha pele arde". e sentia muito ardor. Chegou no centro espírita, começou a fazer um um atendimento espiritual e algumas entidades se manifestaram na reunião mediúnica dizendo que eram eles que produziam aquela sensação, porque ele ele ele havia queimado essas pessoas no passado e agora essas entidades se aproximavam dele para que ele sentisse um pouco daquilo que ele havia produzido. Tá clara a história? Claro, >> perfeitamente. >> Beleza. Fez fez o atendimento espiritual, tratamento, acolhido os obsessores, resolvido, resolveu, ele resolveu, ele passou a ser trabalhador da casa espírita. Problema obsessivo resolvido. Passam-se os anos, ele está dormindo na casa dele lá em Porto Velho, bem tranquilamente, e ele ouve um barulho na cozinha. Ele se levanta de madrugada, chega na cozinha, tem um ladrão querendo entrar na casa dele. O ladrão está metendo a mão pelo um buraco que tinha na parede, tentando mexer na maçaneta para abrir. Quando ele vê aquilo, ele pega uma panela, coloca a água e põe a panela no fogo para jogar a água, porque qualquer pessoa normal pegava uma vassoura, pegava uma um objeto, uma faca, né?

ta para abrir. Quando ele vê aquilo, ele pega uma panela, coloca a água e põe a panela no fogo para jogar a água, porque qualquer pessoa normal pegava uma vassoura, pegava uma um objeto, uma faca, né? >> Olha o que ele foi fazer. Ele botou uma panela no fogo e foi esquentar para jogar no cara que estava querendo entrar na casa dele. Quando ele botou a panela no fogo, começou a esquentar e ele tava esperando e o cara tentando e ele aqui esperando para jogar água, ele se deu conta e disse: "Não, de novo, não". É o atavismo, é o atavismo comportamental. Ele ia novamente >> adquer. É, é, é, é, é. Como é que eu agrido? Eu agrido queimando. Então ele vai e faz a mesma coisa. Aí ele para, ele para, não faz isso e começa a gritar e o cara vai embora, entendeu? >> Uhum. Fantástic. Eu quero dizer >> é e o que eu quero dizer é que o cara fica com um um vício de comportamento que Joana chama de atavismo. A maneira deun a minha maneira de funcionar é essa. E ele funciona desta forma. Assim como tem uma figura extremamente interessante ao movimento espírita, dona Aparecida Conceão >> de eu conheci demais no hospital do Pênfego em em em Uberaba >> Javier. Olha, é um espírito, dá para encontrar eh dá para se encontrar palestras, não, porque ela não é palestrante. A entrevistas com ela, conversas gravadas com ela, onde ela conta sobre o hospital do pênfogo. E o pênho tem duas, >> pêmfugo bolhoso e o pênfugo na gengiva, né? Nas nas mucosas, né, professor? É, é o foliácio que chama >> foliácio. E e interessante, professor, que eu tava ouvindo uma entrevista com ela essa semana passada e me recordou de uma pessoa que veio buscar assistência e na reunião mediúnica, eh, veio uma comunicação, não na nossa, veio uma comunicação, não, um médium disse que viu ela colocando alguma coisa na boca de um escravo, na boca de escravos. E ela tava >> quente, >> pego pfil na boca. >> Quente. Então quente, né? Coisa em brasa, né? >> É, era um, era alguma coisa assim, eu não sei, para, tipo, para tampar a boca

ravo, na boca de escravos. E ela tava >> quente, >> pego pfil na boca. >> Quente. Então quente, né? Coisa em brasa, né? >> É, era um, era alguma coisa assim, eu não sei, para, tipo, para tampar a boca do escravo. >> Ah, >> e quando eu eu conversando com ela, eu vi sendo jogado coisa quente. Ela isso daí. E e ouvindo a dona eh Aparecida na nessa entrevista, ela vai contar o seguinte, que o Chico disse que os pacientes que estavam com ela ali no hospital do Pênhfego eram pacientes que a medicina não encontrava razão para o pêfego e que queimaram, foram espíritos envolvidos com queima queimar os outros nas fogueiras da Inquisição. E aqueles que tinham o pênfego e folhácio na mucosa eram os responsáveis por ter feito essas pessoas beberem óleo quente, chumbo quente e óleo quente. É uma das penas de morte inclusive da Torá. e e a e uma pessoa maravilhosa, viu, que estava conosco. O senhor inclusive conhece, professor, o senhor inclusive conhece a pessoa, uma pessoa maravilhosa. E a gente viu isso agora. Elará trouxe uma coisa muito importante. Eu tenho falado isso e repetido por muitas vezes. A gente fala que cura é questão de merecimento. Quando não tivermos merecimento, lembramos, lembremo-nos que Deus é misericórdia. Deus é misericórdia. Então a gente pede por misericórdia quando nos falta merecimento. Senhor, eu não tenho condições, mas que nem disse o cego Bartimeu Sheer Remalai, que tenha misericórdia sobre mim, que merecimento talvez ele não tivesse. E a pergunta 1004 do livro dos espíritos, ela vai falar sobre a duração de uma dor, de uma expiação justa. Ou seja, eu feri na inquisição fogo. Eu tenho hoje o pênfego, por exemplo. E hoje eu preciso carregar até quando? Resposta pergunta quatro do livro dos espíritos. vai dizer até o momento que seja necessária aquela dor para o aprendizado e a transformação quem vive ela. Então, se eu não tenho mérito, que eu peça por misericórdia. E que todos esses elementos, como o Elará muito bem disse, como o Elará muito bem disse,

ara o aprendizado e a transformação quem vive ela. Então, se eu não tenho mérito, que eu peça por misericórdia. E que todos esses elementos, como o Elará muito bem disse, como o Elará muito bem disse, eles se dão quando eu tenho a necessidade consciencial da expiação. E por vezes eu vejo que o processo que os espíritos pedem para aqueles que procuram cura de suas dificuldades é no sentido oposto, no sentido oposto da sua transgressão. Ou seja, ou seja, se eu feri com fogo, como disse o Ela, eu posso me tornar alguém, quem sabe que venha a auxiliar aqueles que possuem epidermólidade, né? Eh, ou como a dona Aparecida que falou, eu preciso de um remédio para essas pessoas não sentirem tanta dor. Ela recebeu a receita em pensa em sonho completa de todos os elementos químicos. Ela só não só não veio no sonho as quantidades. Ela mandou isso para um farmacêutico, ele criou, ela cuidou dessas pessoas. Qual é a correlação desse espírito para com esses irmãos? E é interessante relar, o professor Sverino sabe disso, ele pode contar dela, de que vale a pena o seu testemunho, professor, sobre ela e sobre o trabalho dela. E ali junto dela tinha um espírito que sofria muito e ele andava de costas e ele gritava, ele ria e ele chorava. >> Andava de andava de costas. Só andava de costas, ele não andava de frente. Ela levou o Chico lá, falou: "Chico, olha o estado desse". Chico diz: "Ah, dona Aparecida, esse esta é a reencarnação de Benito Mussolini. Quando ele ri, ele se lembra do bem que ele fez. Quando ele chora, ele se lembra do mal que ele fez. E quando ele grita, ele recebe a acusação das testemunhas. Algo mais ou menos assim. E aí o Chico diz: "Serão necessários para esse espírito mais de 10 ou 11 reencarnações em estado de extrema dificuldade para que ele possa aliviar as dores que ele viveu. E dona Aparecida foi presa na cidade de São Paulo por estar pedindo esmolas para o hospital do Pêfego. Passou algumas pessoas, elas eram de Uberaba, falaram: "Ó, tá manchando a imagem da

ue ele viveu. E dona Aparecida foi presa na cidade de São Paulo por estar pedindo esmolas para o hospital do Pêfego. Passou algumas pessoas, elas eram de Uberaba, falaram: "Ó, tá manchando a imagem da nossa cidade pedindo esmola no centro de São Paulo. Levaram a polícia, ela foi presa. Quando ela é presa, ela foi a São Paulo sob a orientação do Chico. Chico falou: "Vai para São Paulo pedir esmola na rua que vai dar tudo certo." Ela é presa. Quando ela é presa, ela passa uns dias em cana. A, o repórter, a televisão, o jornal, né, na época, vai até ela e ela se torna famosa e aqui várias pessoas ricas tomam favor a ela e vão ajudar o hospital do Pf. >> Olha que cura maravilhosa. >> A a governadora, a esposa do governador na época, eu acho que era Laudo Natel. Isso mesmo. Foi esposa do governador. >> Deu na época ela fez uma doação de 20 contos de réis. Eu conheço a história de Aparecida Conceição toda porque eu tive visitei o hospital do Pêfego, o fogo selvagem porque dó >> fogo selvagem. Eh, desde o início ela era, segundo ela me falou, Emanuel falou na obra Ave Cristo, que ela era um daqueles dirigentes romano que mandava queimar os cristãos e que ela se ele sentiu o cheiro da carne queimada e a se aliviava, achava gostoso aspirar o cheiro daquela carne humana que ele determinava que fosse queimada e que ela estava recebendo de volta. volta todos para cuidar. Ela era enfermeira no hospital de Uberaba e tinha lá tinha esse serviço do fogo selvagem, mas a política tirou, mandou fechar todo o ambulatório que cuidava disso. Ela disse pro marido: "Eu vou trazer todos para minha casa". Ela, >> ela me disse, quando morria um político dentro de Uberaba, os céus de Uberaba se enchia de avião. Quando morri um pobre, não aparecia ninguém. E aquilo me revoltou. Falei com o meu marido, ele disse: "Eles entram e eu saio". Ela disse: "Pode sair". Trouxe 22 doentes da enfermaria do hospital que colocou dentro de casa. E foi aí que ela não era espírita. Ó, >> ela ela não era espírita, ela foi

sse: "Eles entram e eu saio". Ela disse: "Pode sair". Trouxe 22 doentes da enfermaria do hospital que colocou dentro de casa. E foi aí que ela não era espírita. Ó, >> ela ela não era espírita, ela foi procurar porque disseram a ela que fosse falar com o Chico Xavier. Ela saiu nas ruas de Uberaba pedindo ajuda para construir o hospital para aqueles doentes não ficaram esse atendimento. E ninguém, alguém disse assim: "Vai falar com o Chico". E ela disse que tinha andado até 2 horas da tarde, não tinha conseguido nada, praticamente nada para o povo. Ela disse: "Eu estava suada, cansada. E quando eu quando eu cheguei para falar com o Chico, eu olhei para o Chico, não vi o Chico, eu vi Castro Alves, era a figura que tava Chico Xavier transfigurado em Castro Alves. E ela disse que chegou che, quebrou um vídeo de perfume no salão para tirar todo o mau cheiro que ela trazia daquele dia. E Chico disse a ela: "Minha filha, aqui você não vai arrumar nada. Vá, vá a São Paulo que lá você vai encontrar condições de construir seu hospital. Ela disse que a coisa melhor do mundo que aconteceu ela em São Paulo foi ser presa, porque quando ela abriu a boca, se encheu de pessoa e ela voltar >> ajudar, >> voltou com dinheiro e bateu na, ela conversando que bateu na parede do do hospital e disse assim: "Aqui não tem um um tijolo dado por político que eu não quero porque ele só quer tirar fotografia com as crianças". Mas ela ela ela ela me levou de uma enfermaria que eu sou da área de saúde, mas eu não consegui, não suportei ficar no ambiente. Quando eu vi crianças, pessoas com rosto totalmente deformado pelo pênfego, com aquela destruição que aquela doença ela arde, dói, coça e queima. >> Ô, meu Deus. É como se você tivesse com uma queimadura o no corpo inteiro, né? corpo inteiro sem carne viva. >> É. E ela tinha, ela tinha uma uma moça que ela cuidava lá que ela tinha eh deformidade facial e o nosso ônibus tava cheio de gente e chamaram ela para oferecer umas flores pra gente. Essa menina entrou dentro do

nha, ela tinha uma uma moça que ela cuidava lá que ela tinha eh deformidade facial e o nosso ônibus tava cheio de gente e chamaram ela para oferecer umas flores pra gente. Essa menina entrou dentro do ônibus, ela falou 10 minutos, chorava do motorista que não era espírita, que não era nada. Todos choravam com a mensagem que ela deu. Aquela voz firme. Você olhava, não via um rosto humano, mas a mensagem era espiritual, era de ânimo, de amor, de gratidão, trazendo flores pra gente. Eu nunca esqueço aquela tarde. Foi em 1986, quando eu estive em Uberaba, a primeira vez que eu conheci Chico Xavier. E ele, muitas coisas que chegavam para ele, doações, caminhões, ele te leva lá pro hospital da Cida, mas ela era ainda um general. Eu cheguei no no no refeitório, as bandejas estavam todas todo mundo tinha almoçado e as bandejas ainda estavam na mesa, ninguém tinha recolhido nada. Ela deu um grito, em 5 minutos não tinha uma bandeja em cima da mesa. >> Ela era brava, né? era braba, braba. Era um general mesmo. Ela não deixou por seu aspecto de de comandante romano, mas ela tinha plena consciência de que ela estava ali para cuidar daquele pessoal. >> É, é o que, hein, professor? É espírito, >> que espírito, espírito, que alma fantástica, que espírita, que coisa mais maravilhosa. >> Ela chegou para mim, ela chegou para mim e disse assim: "Aqui o sei lá, >> o que é isso?" Ela >> sinal vermelho, sinal sinal amarelo. Samos potes da Sâmia. Adorei. >> É sinal vermelho, sinal verde. >> Isso. >> Adorei. >> Mas agora sinal vermelho, nós temos que chamar o Adriano. >> Só fechar, só fechar uma observação que ela me fez, duas que eu quero fazer rapidinho. Primeiro, eh, que ela disse para mim, disse aqui, olha, todo final de ano o Chico vem aqui e me visita quase sempre, mas o Natal ele passa sempre aqui com minhas crianças, >> como devido as deformidades, devido aos aspectos físicos, ninguém tinha coragem de chegar perto daqueles doentes. Ela disse: "Chico beijava um por um, todos independente de qual estado

as crianças, >> como devido as deformidades, devido aos aspectos físicos, ninguém tinha coragem de chegar perto daqueles doentes. Ela disse: "Chico beijava um por um, todos independente de qual estado físico, e que quando o Chico saía, a maioria vinha para cima dela. Mãe, seião, Chico me beijou em lágrimas, porque todos que os viam fugiam. O aspecto físico deles era horripilante. Eu, particularmente, não suportei dois que ela me levou para visitar. Eu passei mal na hora. Eu achei que eu ia, porque eles não tinham rosto totalmente destruído pela doença, parecia uma lepra. E muitos se curaram. Ela uma médium de cura fantástica. E ela conta que ela passa acreditar no espiritismo quando ela tá sozinha em São Paulo conversando com a esposa do governador e começou aquele cheiro de rosas. E ela falou: "Eu sabia que era Sheila, porque eu ouvia quando sentia aquele cheiro que era Sheila". E eu, a pessoa que tava comigo, olhava para mim e falava: "Mas espera lá, como assim? O Chico não tá aqui para fazer o perfume e ela uma médium de cura fantástica, curou muitos desses espíritos. Trouxe aí a a Lumi esse remédio através da sua mediunidade onírica, onde ela sonhou. E sabe quem se tornou espírita por conta dela, professor? >> Hum. >> O Gláuscio. O o Elará também conhece o Gláuscio Cordeiro aqui do Cisco de Luz. Ah, o Glácio daí >> é quando ele conheceu ela, ele puf. E eu cheguei no no hospital dela e tinha uma fotografia de Silvio Santos. Aí eu disse assim: "Ô, gente, a fotografia do Silvio Santos, ele faz doação mensal aqui paraa minha instituição". >> Ah, que legal. Que bacana. E a manobre também, né? >> É. É, eu admirei muito a figura de Sil Santos. Outra coisa, para pra gente fechar o nosso estudo do capítulo 19, eu queria pedir às pessoas, os internautas que não deixassem de ler o capítulo oito do Evangelho de João, quando fala da da mulher adúltera, porque Jesus utilizou exatamente esse princípio da desorganização, quais eram as testemunhas que estavam ali para validar

e ler o capítulo oito do Evangelho de João, quando fala da da mulher adúltera, porque Jesus utilizou exatamente esse princípio da desorganização, quais eram as testemunhas que estavam ali para validar a a morte daquela mulher. E Jesus usou mais uma vez a misericórdia e o perdão. Ele não levou, não quis nem levar pra questão jurídica, porque se fosse analisar com relação ao sined tava tudo errado. Cadê as testemunhas? Cadê o homem? >> Cadê o processo? >> É, cadê o processo? Cadê o homem que adulterou por ela? Com ela porque a a Torá manda que apedejasse os dois, porque só veio uma mulher. Jesus do tanto erro que apelou exatamente para o o lado pessoal. Quem não tiver erro que atire a primeira pedra. >> É o mesmo caso de Estevão, do apredejamento de Estevão, professor, que é totalmente equivocado contra a lei judaica, quanto a lei judaica. >> Exatamente. Tá fora dos padrões da lei judaica. É, mas se Jesus foi preso na foi preso e o Sinedro se reuniu de noite no período da dali da pensa. >> É, mas >> à noite >> é uma pergunta que eu faço. Nunca se reuniu Sinedra à noite? >> Então, como é que o Red? Ainda mais na casa de de Caifarde, né? Se reuniu na casa de Caifar. >> Vamos lá. Chama, chama o Adriano que já tá no no mínimo dormindo para se tornar o máximo depois. Ó, vamos de trás para frente. Vamos, vamos nessa aqui para aproveitar o embalo. Aí, ó, >> pergunta da Fabíula Oliveira. Nesse caso, poderia ser uma expiação para ele e para a mãe dele? Eu quero falar por que que a gente tem esse mau vezo de achar que tudo que é sofrimento obrigatoriamente é expiação? Por acaso o fato de Lívia ter um filho sequestrado era espiação? Por acaso ter uma filha com problema grave de pele era expiação? Os espíritos que amam muito, eles também se submetem a determinadas experiências na Terra sem que isso seja a expiação. O que pode, de alguma forma apontar para um processo expiatório não é a natureza do sofrimento, mas é como o espírito lida com a dor. Se eu me revolto, se eu blasfemo, se eu

que isso seja a expiação. O que pode, de alguma forma apontar para um processo expiatório não é a natureza do sofrimento, mas é como o espírito lida com a dor. Se eu me revolto, se eu blasfemo, se eu não aceito, se eu me desespero, é bem típico que eu seja um espírito em condição expiatória. Mas as mães, ah, as mães, as mães que amam tanto não é graça a Lazarini, as mães amam tanto, cuidam tanto de seus filhos, dão a vida por eles. Muitos desses espíritos vivem em condições familiares dificíimas e são espíritos que se predispuseram a esse tipo de experiência, não necessariamente por expiação, mas pela necessidade de resgastar resgatar os seus filhos dos braços dos equívocos que o mundo tem. Então elas se submetem a serem mães em condições bastante difíceis de pobreza, de desassistência, para que elas estejam junto com eles, visitando-os na cadeia, visitando-os nos lugares mais difíceis, sem abandoná-los, por entender que, na verdade, o amor possui muitas formas de se expressar em nossa vida. Portanto, a gente não pode restringir o raciocínio de que se há uma doença, existe uma expiação. Pode ter sim expiação é possível, mas nos corações que amam é muito mais razoável que nós tenhamos almas divinas mergulhadas na carne para salvar os seus entes queridos. Jorge, eu acrescento as suas palavras, concordo plenamente. E acrescento ainda João 9, onde Jesus disse que o cego de nascença nem errou ele, nem seus pais. Então não podia ser expiação, era missão espiritual, né? O que nele se procede é para que o filho do homem seja identificado entre o mundo. Então o o o a missão daquele jovem, daquele cego, foi exatamente identificar Jesus como o Messias. Todo o capítulo 9 de João tá assim. >> Sinal verde para o professor Severino. >> Ó, observação aqui da Dalva. Achei bacana, né, para passar para vocês. Professor Severino, Jorgito e Álvaro, recebam a minha infinita gratidão pela oportunidade de tanto aprendizado. Sou judia de coração, maratonei, cheguei até aqui, pretendo começar tudo de novo.

vocês. Professor Severino, Jorgito e Álvaro, recebam a minha infinita gratidão pela oportunidade de tanto aprendizado. Sou judia de coração, maratonei, cheguei até aqui, pretendo começar tudo de novo. Olha que bacana. Achei bacana para mostrar para vocês aí o quanto é importante essa >> gatinha. Bem-vindo tudo. >> Bem-vinda. >> Vai começar tudo de novo. Dalva, seja muito bem-vinda. Dalva, seja muito bem-vinda. >> Pergunta da Sara. Seria correto dizer que entre as referências de Jesus ao Antigo Testamento, a maioria foi do livro Deuteronômio, nos ensinos morais? Acho que tem muito do Levítico também, né? >> Tem. >> E êxodo, né? Todos, né? >> Todos os livros tem referência a Jesus, referência de Jesus e referência a Jesus. Porque Jesus está no primeiro versículo do Gênesis lá no no texto original quando fala da criação do planeta. É que aqui talvez dê essa impressão. Eu entendo a pergunta dela que talvez dê essa impressão porque você tá sem a narrativa, então você tá de uma maneira mais sintetizada, né? As as mites vot, os mandamentos, os ensinamentos. Então dar essa impressão, né? >> Eu quero falar uma coisa para vocês. Eu tenho até medo de falar e vocês não dormirem nunca mais. Como que eu vou dizer? >> Nossa. Então, fala só a metade, fala só a metade que eu durmo pelo menos meia-noite todo dia. >> Ah, eu tava fazendo umas leituras sobre Cabala e o cara disse um negócio muito doido. Olha, ela disse o seguinte, a frase Beresit Bará, Elohimet, no princípio criou Deus o céu e a terra. O cara diz o seguinte, que Berichit no princípio é o sujeito da frase. Berishit é o sujeito. Ou seja, no princípio foi quem criou Deus o céu e a terra. Então, no princípio criou Deus o céu e a terra. Deus que ele criou, que é Eloim, na verdade não é o criador, foi do princípio. Ou seja, o criador é o no princípio, é o nome do criador de affre. Ele chama a Sofred no princípio. >> Ah, >> aí no princípio criou Deus, o céu e a terra. Louco demais. Fecha parênteses. >> Muito bom. Eu não, eu não, eu não, eu

rincípio, é o nome do criador de affre. Ele chama a Sofred no princípio. >> Ah, >> aí no princípio criou Deus, o céu e a terra. Louco demais. Fecha parênteses. >> Muito bom. Eu não, eu não, eu não, eu não acho incoerente a observação não, como também >> legal. E na verdade essa fase não pode ser escrita no princípio, mas em porque B em hebraico bait é em um princípio, porque a Terra não foi o único planeta criado no universo. >> É, >> é o primeiro princípio. Ou ou ou houveram aconteceram outros princípios. Em um deles criou-se a terra. >> É, então >> ol Ednei, que canal maravilhoso. Sou batizado na igreja batista e é riquíssimo e é riquíssimo que os estudos da Bíblia dos mais diversos livros de conhecimento da nossa existência. Esses estudos possibilitam crescer e ter qualidade de pensamento e de escolhas. Viver é tão bom, mas viver leve é na alma divina. Que legal, Ednei. Seja bem-vindo. Muito respeito à Igreja Batista, a dedicação de tantos estudiosos, pastores, que se dedicam de maneira tão coerente ao bacana. Isso. >> Eh, muito legal. bem-vindo e tenha completo respeito à sua religiosidade. Obrigado pela mensagem carinhosa. Você, sem sombra de dúvidas, já demonstra ser um cristão que reconhece o amor ao próximo e o respeito a todas as religiosidades. Obrigado pela sua presença. >> Eu endoço suas palavras, Álvar >> e eu dou o sinal verde para ele. Ó, vamos nessa. Ah, aqui, ó, pergunta da Sandra. Boa noite, Dr. Severino. Explique-nos o que quer dizer o texto bíblico. Não comereis da árvore do conhecimento do bem e do mal. Sandra, eh, eu não sei se Álvaro tem alguma coisa para acrescentar, ô, Jorgito, mas você para entender o livro do Gênesis, nunca podemos ler o sentido literal, nem muito menos interpretar no sentido literal. A não comer, não comer da árvore, do conhecimento do bem e do mal seria exatamente dizer que nós continuaríamos sem entendimento para sempre. Sim, a >> essa frase tem um efeito psicológico. Essa se Deus se Deus quisesse que a gente não comesse do fruto do

m e do mal seria exatamente dizer que nós continuaríamos sem entendimento para sempre. Sim, a >> essa frase tem um efeito psicológico. Essa se Deus se Deus quisesse que a gente não comesse do fruto do conhecimento do bem e do mal dessa árvore, ele tinha feito uma árvore com 50 m de altura. A gente nunca alcançaria lá e ninguém comia. Tava o problema resolvido. E porque ele permitiu, mesmo com a sua ordem, que comessem? Porque essa frase é uma frase que psicologicamente ela influencia você ao a desobediência. Estava no projeto. Você sabe que a obra de Dambra eh eh aquele aquela obra foi vendida aí muitos e muitos exemplares, o código da 20. Aquele livro, o Papa caiu na besteira de proibir a leitura dele. >> Foi, eu acho que Dambral ainda hoje agradece porque foi a obra mais vendida na sua época. Todo mundo >> qu da 20. >> É porque é que o Papa tinha proibido tudo que é proibido é é tendencioso de que você vá saber o porquê. O seminário corria de travesseiro em travesseiro os livros que a gente não podia ler. Porque quando o reitor dizia assim: "Não leia, não se pode ler tal obra, tal obra". Aí todo mundo di quem é que vai descobrir essa obra para distribuir entre o grupo? Aí caía em campo pra gente descobrir a obra que a gente precisava ler. Então tudo que é proibido é tendencioso, é é intencional. Se a se se Adão e Eva e não tivesse, se Eva não tivesse comido do fruto da árvore, que não é maçã, coisísima para nenhum, nenhum nenhum local que tá escrito isso. É, é, é uma, é uma, é um capítulo que fala de uma lenda da criação do planeta, uma, de uma metáfora, porque a árvore do conhecimento do bem e do mal nada mais é do que a consciência na menina. >> Todos nós tínhamos que receber. A serpente, a palavra masar em hebraico, nahas que é serpente, e a palavra machia tem o mesmo valor numérico no quarto nível de interpretação da Cabalá. Então significa que a serpente é a consciência mesiânica entrando em nossas vidas, é o conhecimento e o uso do livre arbítrio que todos nós temos que ter. Ali nasceu

nível de interpretação da Cabalá. Então significa que a serpente é a consciência mesiânica entrando em nossas vidas, é o conhecimento e o uso do livre arbítrio que todos nós temos que ter. Ali nasceu tudo na história da humanidade. em cima daquilo ali, os estudiosos, os cabalistas e muitos rabindos, David Cooper, que eu gosto muito das suas interpretações, ele traz exatamente esses conceitos, que aquilo que é proibido desperta e aquilo foi a forma que de que a narrativa de Moisés encontrou de levar o homem a descobrir o certo e o errado. Porque a do conhecimento do bem e do mal. Se a gente não soubesse separar o bem e o mal, que seria um nós, >> então nada mais é. A serpente é símbolo de sabedoria em todas as civilizações. Não poderia ser de perdição na criação do planeta Terra e nem no paraíso, nem no Adão. Então tem tanta coisa que a gente discutir sobre isso, Sandra, que eu te pergunto se o paraíso era um local de paz, de tranquilidade, porque Deus permitiu queente entrasse nele, que provocasse o estrago que provocou. Então, já não era mais um lugar de paz. Então, é preciso que a gente analise as coisas dentro do seu conteúdo, analisando no quarto nível de interpretação, que é exatamente onde está a essência. Então, a consciência da do amor do Cristo, do conhecimento do que é certo e que é errado, foi essa a lenda, vamos dizer assim, da serpente que trouxe. Porque Jesus é a nossa luz que está desde o primeiro capítulo, desde o primeiro cinco versículo do Gênesis. E a luz do conhecimento é que vai a gente fazer com que a gente entenda exatamente o porquê não comereis da árvore do conhecimento do mal, que se comeres morreris. Eles comeram e não morreram com nenhuma. E muito menos ele proibiu ele. Eh, como ele falou de morrer se ninguém conhecia a morte? A gente não pode ter consciência de que não pode fazer uma coisa que a gente não conhece. Então, se ele disse assim: "Você vai comer e vai morrer". Eles comeram e não morreram. Então, Deus não sabia. Então é preciso a gente ir mais além

que não pode fazer uma coisa que a gente não conhece. Então, se ele disse assim: "Você vai comer e vai morrer". Eles comeram e não morreram. Então, Deus não sabia. Então é preciso a gente ir mais além para entender o significado dessa frase. Sandra, aqui a tua pergunta pra gente explicar isso aí. Eu tenho certeza que Álv tem alguma coisa a acrescentar e o e e o Jorge também, mas nós teríamos que fazer um programa só sobre isso. Cap, >> olha, eu posso até falar, mas antes eu quero dar um boa noite para Clau Haguel Tostines. A mulher que consome tostines porque não sabe se tostinhas vende mais porque é fresquinho ou se é fresquinho porque vende mais. Boa noite, cla, seja muito bem-vinda. Rapaz, ela aparece no final da live, eu acho que ela dorme. Aí quando chega no final, ela ela vem botar só uma carinha aqui, né? Aqui eu não entendi porque Deus ordenou para não comer dessa árvore do bem e do mal. Eh, o que nós temos de informação sobre isso? A gente tem que considerar que são aspectos mitológicos. Ning quem pode pegar esse texto e tentar encaixá-lo de maneira absoluta dentro da visão espírita que se tem. Mas o que a gente encontra sobre a análise dessa questão, inclusive no livro A Gênese de Allan Kardec, no capítulo 11, quando ele fala das raças adâmicas e do paraíso perdido, é porque na verdade ali no chamado Éden, e isso tudo são símbolos, a gente não pode tomar literalmente, havia duas árvores, a árvore do conhecimento do bem e do mal e a árvore da vida. E aí Adão e Eva comem da árvore do conhecimento. Ou seja, se eles comeram porque não tinham conhecimento antes, o espírito é criado simples e ignorante evolui pela experiência. >> Então a partir >> 115, 121, 133, 534 e questão 100. cinco vezes no livro dos espíritos isso é repetido. Então, essas questões elas nos remetem a esse pensamento. O homem, o espírito é criado simples e ignorante, evolui pela experiência. Então, é necessário experimentar. Enquanto eu sou o espírito eh desconhecedor do bem e do mal, eu sou um ingênuo. Eh, eu sou um um

em, o espírito é criado simples e ignorante, evolui pela experiência. Então, é necessário experimentar. Enquanto eu sou o espírito eh desconhecedor do bem e do mal, eu sou um ingênuo. Eh, eu sou um um um ignorante feliz, porque como eu ignoro tudo, para mim tá tudo bem, né? Tem uma frase de um pensador eh alemão do século XIX que dizia feliz: "É a cadela que não sabe contar". Então, a cadela tem oito filhotes, morre dois, ela não sabe contar. Tá tudo bem. A hora que ela souber contar, ela já não é mais feliz. Então feliz é a cadela que não sabe contar. Então o conhecimento ele automaticamente nos conduz aos atritos naturais da vida. Na medida em que o espírito se arvora para o conhecimento, ele automaticamente vai lidar com as naturais consequências da lei de causa e efeito. Antes de consumir a lei, a a árvore do bem e do mal, eu estou na condição da animalidade. O animal não tem karma. O leão não vai pro mundo espiritual chorar porque ele comeu uma zebra, porque ele não tem compreensão moral do que ele faz. Boa noite, Jusara Corn Gold, seja muito bem-vinda. Sim, continuando aí. >> Boa noite, Ju. Um beijo no seu coração. >> Ô tio Sara, nós tivemos junto há pouco tempo, eu e ela. Nós tivemos no encontro aí com eh entre Divaldo, entre amigos. >> Foi. Eu vi um um um vídeo que ela fez muito bonito. Então, olha só. Eh, esse esse comer da árvore do bem e do mal é apropriar-se da lei de causa e efeito. É sair da condição de ignorância e se arvorar na senda da vida. Porque o paraíso que foi oferecido é o paraíso do não erro. É um paraíso do que desconhece. Não adianta. Essa felicidade é uma felicidade ingênua. Na medida que eu entro na história da evolução, consumo dessa árvore, eu vou lidar com as naturais consequências dos meus á. E a outra árvore é a árvore da vida, que depois a gente iria ver na cabala o que que ela é, né? as 10 tefirot que formam o caminho da árvore da vida para chegar até o criador. Então, tudo isso eh são umas leituras que a doutrina espírita faz, mas a gente não deve se preocupar

que que ela é, né? as 10 tefirot que formam o caminho da árvore da vida para chegar até o criador. Então, tudo isso eh são umas leituras que a doutrina espírita faz, mas a gente não deve se preocupar tanto com isso, sabe? Porque esses são conceitos mitológicos que estão ligados ao a à visão que as religiões antigas têm. A gente não pode querer fazer uma tradução absoluta de todas as vírgulas, parágrafos, palavras do texto antigo, como se eles combessem dentro eh do pensamento espírita. Muita coisa vai dar, mas tem muita coisa que não vai dar. E a gente vai dizer: "Ué, mas como é que pode? Ué, mas se foi Adão que pecou e o homem passou a morrer por conta disso, que culpa tem os animais que também morrem? E se foi Adão que pecou? deveria morrer só o ser humano, os animais não. E se quando Deus destruiu o mundo com o dilúvio, por que que os animais também foram destruídos se se eles não pecaram? Salvou-se um casal, mas e o resto que se afogou? E por que que os peixes foram poupados e os outros não? Porque o peixe nenhum peixe se afogou, né? Né? Bom, pelo menos, pelo menos que se saiba, né? Lá, >> ó, o, aliás, fazer um comentário aqui que quando vocês fal, o professor Severino Celestines estava falando da questão da curiosidade, eu me lembrei imediatamente do Altfé de Barcelona e o Paulo também, né, ele fez o comentário aqui. >> Eh, só colocar aqui que a Sandra >> fez um comentário aqui, mas então ele deveria dizer comam da árvore. >> É. Mas aí você fala comão da árvore, eu vou dizer vai e não peques mais. Me dis >> E aí o Paulo, Paulo faz a pergunta aqui. Comer do fruto da árvore e eh do conhecimento representaria a entrega do ser na fase comal passando a ter líder >> a entrada. A entrada, né? Deve ser. >> É, >> é a entrada. >> Isso deve ser a entrada. Isso é o mais certo. >> Exatamente. É, é o abandono da condição de animalidade para o ingresso efetivo na condição da huminianidade que tem eh que absorve as consequências do que faz, né? É porque o animal ele tem um instinto e

tamente. É, é o abandono da condição de animalidade para o ingresso efetivo na condição da huminianidade que tem eh que absorve as consequências do que faz, né? É porque o animal ele tem um instinto e o instinto ele não é ele não tá correlacionado ao livre arbítrio. O instinto ele age de maneira perfeita, mas é a mínima interação de Deus no ser. Diz André Luiz. mínima é o mínimo para que ele possa constituir o estado de sobrevivência e a perpetuação da vida a partir do homem. Se você já passa a ter a possibilidade do livre arbítrio em manifestar de maneira superior ou ausentar-se da presença, afastar-se da presença divina. Então acho que tem sentido sim, Paulo. Acho que tem sentido que você >> pergunta do Cosm Cosm Ferreira. Dos 12 discípulos, um se perde, embora depois outro seja escolhido para su aconteceu isso também com as 12 tribos? Algumas se desviou? >> Acho que 10 se desviaram. Fala-se de não de uma, mas de 10 que se perderam, né? As 10 tribos do reino do norte até hoje são consideradas perdidas, né? >> Se perderam. É >> por causa da disensão entre o reino do sul e o reino do norte, >> né? A visão é que eles se corromperam com os assírios, se misturaram e se perderam como tribos definidas que eram até então e não uma. Mais as 10, no caso, só ficou a de Judá e Benjamim no reino do Sul. As outras conclutteras 10 tribos perdidas. >> Uhum. >> Tá. A Simone faz uma pergunta aqui. Simone Soledade. Professor e Jorge, uma dúvida no nosso grupo de evangelização. Quando Jesus fala: "E eu enviarei o consolador", ou seria outro consolador? E se fosse o consolador, seria Jesus ou outro? Seria quem? Depois ela coloca que professor, o consolador ele fala um outro consolador. >> Um outro consolador. >> É um outro consolador que o meu pai enviará em meu nome. Está lá em João 14 na revelação. Ele não fala em um, o outro consolador. Eh, o consolador, o consolador é alguma coisa que consola, tá certo? E consolador é um conhecimento espiritual, saber que você é uma alma imortal, saber que existe a

ão fala em um, o outro consolador. Eh, o consolador, o consolador é alguma coisa que consola, tá certo? E consolador é um conhecimento espiritual, saber que você é uma alma imortal, saber que existe a reencarnação, que tem a lei de causa efeito, que seu destino é a felicidade. Isso é o aspecto consolador. O consolador prometido é, na verdade, o conhecimento das verdades espirituais que você encontra na Cabala, que você encontra em Krishna, em Buda, em Sócrates, Platão, Hermesos, Vedas, Barrabara, Bagavadita, onde você bater Pitágoras no mundo Orfeu, no mundo antigo, você vai encontrar as mesmas verdades espirituais. É extremamente consolador saber que eu vou viver para sempre, que meu filho que se suicidou não estará condenado ao inferno, mas que ele tem uma perspectiva futura que também terá acesso à felicidade através das múltiplas encarnações. Então é essa é essa doutrina que é na verdade o consolador prometido. Se você consultar o livro dos espíritos, no primeiro parágrafo, no item 2 2, você vai encontrar Kardec dizendo que o Espiritismo existe desde o princípio dos tempos. >> Uhum. >> E que essas verdades vêm junto com a humanidade. Se você for na conclusão de O livro dos Espíritos, na parte seis, no primeiro e no terceiro parágrafo, também vai encontrar a informação de que o espiritismo existe desde o começo dos tempos. De que espiritismo está falando ele? Das verdades espirituais. É desse conhecimento. O consolador prometido é, portanto, as verdades consoladoras, das quais a doutrina espírita também é portadora. Entre as várias doutrinas que trazem esse conjunto de ensinamentos, o espiritismo é uma más que também fala dessas verdades, mas ele tem um diferencial em relação a todas as demais. Todas as outras, e não estou falando mal dela, mas todas as outras foram objeto da revelação de um homem. Um é Krishna, um é Buda, um é Sócrates, um é Platão, um é Orfeu. Cada um é um. E quando você tem um homem, ele pode, evidentemente, falar uma coisa que não seja exatamente

to da revelação de um homem. Um é Krishna, um é Buda, um é Sócrates, um é Platão, um é Orfeu. Cada um é um. E quando você tem um homem, ele pode, evidentemente, falar uma coisa que não seja exatamente o que deva ser e também as pessoas entenderem aquilo que eles dizem sem que aquilo que ele fala seja exatamente o que se o que deveria ser feito, né? Você vê que, por exemplo, essas doutrinas antigas, elas não eram escritas, elas eram passadas de boca em boca para que se tivesse efetivamente eh uma seleção de quem receberia essa mensagem. >> Krishna não escreveu nada, Buda não escreveu nada, Jesus não escreveu nada, Sócrates não escreveu nada, eles não escreviam. Agora, seus discípulos pegavam seus ensinamentos e depois diziam o que é que eles tinham dito. A gente não tem certeza se o que eles disseram é exatamente aquilo que seus discípulos registraram, não é? Mas o que dá pra gente perceber é que por qualquer porta que seja que você chegar a essas verdades consoladoras, vai ser muito bom. O espiritismo, diferente dessas outras, é uma doutrina coletiva, ou seja, foi recebida de vários lugares, confrontada, analisada, filtrada para compor um um arcabolso de verdades que pudessem ser confrontad pela universalidade dos ensinos dos espíritos. Isso dá a doutrina espiritual um diferencial em relação às outras, mas a grande questão, na verdade é imortalidade da alma, mundo espiritual, lei de causa efeito, reencarnação, evolução. E isso é que é o negócio e fundamentalmente o amor regra de conduta para as criaturas. >> Pergunta da Jusara. Como está escrito em hebraico, >> qual >> é difícil saber, Jara, porque o Novo Testamento, a parte que foi escrita em hebraico, se perdeu. Geralmente as raízes que nós temos são gregas, aí fica mais difícil. É >> verdade. Mas mesmo assim eu aconselho a tradução da Bíblia de Jerusalém, no capítulo 14, versículo 26 do Evangelho de João, porque ele tá resumindo a origem de tudo que o Jorge falou, acabou de falar. Jorge explicou exatamente o que diz o

a tradução da Bíblia de Jerusalém, no capítulo 14, versículo 26 do Evangelho de João, porque ele tá resumindo a origem de tudo que o Jorge falou, acabou de falar. Jorge explicou exatamente o que diz o capítulo 14, versículo 26, que ele fala de o outro consolador que Deus enviará em meu nome. Jesus foi o portador lá no no cenáculo de trazer essa notícia, porque ele já foi o grande, o maior e o principal consolador. Mas já que ele ia embora, ele deixou um outro que hoje é representado pela doutrina espírita. É. Ah, Maria Olívia pergunta: "Boa noite, amigos. Não lembro se foi mencionado nas lives anteriores, se existe alguma ligação da nação Israel com a mudança de nome de Jacó para Israel. Tirem minha dúvida, por favor. Obrigado. >> Ah, isso aí eu posso esclarecer lá no no na Jordânia hoje tem ela as chamadas montanhas de Gileade. Lá tem um rio chamado rio Jaboque. Quando Jacó foi encontrar com o seu irmão Esaú, >> Esaú, >> ele deitou lá no no daquele leito do rio e aí chegou um um espírito materializado que lutou com Jacó a noite inteira até o amcer. E quando ele foi embora, que ele não quis deixar, ele o feriu na coxa e disse: "A partir de hoje te chamarás Israel. que está, isso está na história do está no Gênesis. Eu não sei agora vai precisar o capítulo, >> mas você vai encontrar no livro do Gênesis, no encontro de Esaú e Jacó, no próximo ao encontro, já depois do casamento de Jacó com Raquel e com Lia ou Léa, como se diz em hebraico. E essa luta e a palavra Israel que significa lutei com Deus. Por isso Jacó mudou de nome. E eu acho que eu até sinto muito que essa parte não pertence hoje ao território de Israel, porque é o lugar de uma energia e além da importância histórica e espiritual para o povo de Israel, porque ali nasceu exatamente o nome hoje do estado de Israel nesse encontro espiritual maravilhoso entre Jacó e o enviado de Deus, o mensageiro, o malarco, que é o anjo, né, o que foi que lutou com ele e foi que transformou o nome de Jacó para Israel. E daí

ael nesse encontro espiritual maravilhoso entre Jacó e o enviado de Deus, o mensageiro, o malarco, que é o anjo, né, o que foi que lutou com ele e foi que transformou o nome de Jacó para Israel. E daí surgiu, já sabe, 12 tribos de Israel e hoje o estado de Israel. >> Eu queria voltar uma pergunta que ficou lá para trás, uma pergunta que a não sei quem fez assim, mas por que que Deus disse que não podia comer da árvore do que tava lá, né? Porque Gênesis e tem essa parte, né, quando tem um diálogo da serpente com com a mulher, em que ali naquele diálogo, não, mas Deus disse que não é para comer da árvore que tá lá, porque a o ele comer do fruto seria uma desobediência, né? Mas se o fruto estava lá, era porque deveria ser comido. Como é que o fruto está lá para ser comido? e não pode comer. Certamente haveria um momento específico para que se comesse disso. O Senhor ofereceria e não você tomar. Porque se houver um período no qual o homem aprende, compreende as leis, domina o que é para fazer, ele pode comer do fruto sem que ele necessariamente se comprometa. Mas todas as vezes que eu lanço mão do meu livre arbítrio e avanço o sinal vermelho e eu vou cometendo um ato e me comprometo com a lei. Questão 120 de O livro dos espíritos pergunta Kardec aos espíritos: "É necessário passar pela vieira do mal para chegar ao bem?" Espíritos respondem: "Pela vieira do mal, não, mas pela vieira da ignorância." Então, certamente os espíritos podem evoluir sem a necessidade de errar. Não é necessário errar para crescer, mas quando eu desobedeço, eu automaticamente encontro as consequências da minha desobediência. Quando Deus oferece ao espírito a possibilidade dele crescer, tem a árvore do conhecimento do bem e do mal e possa ir orientando para que você saiba por onde você vai, você caminha sem errar. Na questão 614 é dito que o homem só é infeliz quando se afasta da lei de Deus. A lei de Deus indica-lhe o que ele deve ou não deve fazer. Na medida em que existe uma orientação, uma lei e eu

m errar. Na questão 614 é dito que o homem só é infeliz quando se afasta da lei de Deus. A lei de Deus indica-lhe o que ele deve ou não deve fazer. Na medida em que existe uma orientação, uma lei e eu transgrido essa lei, eu experimento automaticamente a infelicidade. Presumível é que essas essa árvore estava para a alimentação do homem na medida em que ele tivesse a condição de aprender pelo caminho natural da vida, que é o não sofrimento. O caminho natural do sofrimento não é a dor. O caminho natural do sofrimento é o amor. Caminho natural da da evolução é o amor, não é a dor. E nós temos três formas de aprender. Uma, pelo nosso próprio erro. Dois, olhando o erro do outro. E três, aprendendo com alguém que nos ensina e diz: "Não vai por aí, que por aí não é bom. Eu obedeço, aprendo sem precisar obrigatoriamente passar pelo mal." Adão e Eva seriam espíritos que poderiam ter evoluído, se apropriado desse fruto no momento propício. Mas o que fazem? Lançando mão de seu livreabito, transgridem a lei e se alimentam antes da hora. Bom, então vocês quando se eh se apropriam do livre arbítrio do conhecimento do bem e do mal, cometem um equívoco, automaticamente se inscreve na lei de causa e efeito pelos processos expiatórios. Professor Nmatiemad pode ser consolador. Eh, Isaías 54:11. >> Ah, >> salmo 119. Não tô fechando o diagnóstico não, mas eh eu acho que tá acho que pode ser aí a Ju perguntou acho que pode ser alguma coisa nesse sentido. É possível. Tudo tá na primeira revelação. A gente é que falta descobrir ainda muita coisa. >> É, >> né? Só para esclarecer, eh, Ju, o, a passagem que fala da luta de Isa de Jacó com Israel, com o anjo, é o capítulo 32, versículo 23 até o versículo 33, tá? E toda a luta você vai encontrar do Gênesis da mudança do nome de Jacó para Israel. Gênesis 32, versículos 23 a 33. E para finalizar, uma amenidade aqui pro Elará responder aqui paraa Flavinha Teodoro. >> Ah, >> Ela, você é canhoto? >> Depende do ponto de vista. É lado de óleo, né? Não é?

is 32, versículos 23 a 33. E para finalizar, uma amenidade aqui pro Elará responder aqui paraa Flavinha Teodoro. >> Ah, >> Ela, você é canhoto? >> Depende do ponto de vista. É lado de óleo, né? Não é? >> Eu sou canhotos. Ah, é >> só que assim, é, eu sou canhoto, só que eu sou um canhoto esquisito, porque eu faço muita coisa com a mão direita, eu chuto com a mão direita, com o pé direito, eu abro lata de sardinha com a mão direita. Eh, eu abro lata, né, >> com a mão direita. Tem gente canoto que abre a lata para trás, tem outro que não consegue abrir. Eu abro normal, eu toco o violão com a mão normal, né? Direita. Ô, ô, ô. Você é da turma, você é da turma do Rafael Nadal, dos maiores tenistas da história. Ele é destro, faz tudo com a mão direita, mas jogar tênis, ele joga com com a esquerda. >> Olha só. >> Pois, >> pois é. com a mão direita e faço quase tudo com a mão esquerda. Não, assim, eh, as coisas que eu aprendi, a minha mãe tinha muita preocupação, porque a minha mãe achava, coitada, que eu ia ser, podia ser uma pessoa importante no mundo. Então, ela dizia: "Não, você tem que comer com o talher e o garfo, certo, porque um dia você pode ser um diplomata, vai sentar numa mesa, não pode pegar, trocado garfo e faca". E eu tive que aprender a cortar com a faca na mão direita. Ela não deixava, né? Eu tinha que cortar com a mão direita. Então, quando eu vou cortar uma coisa, eu corto com a mão esquerda, mas quando eu tô na mesa comendo, eu corto com a mão direita. É uma coisa meio doida, né? Mas tudo bem. Que que em mim é normal também tem nada. É, >> é isso aí. >> Pouca coisa. É muito pouca. Muito obrigada. Nosso próximo programa, dia 29 de julho. Já agendem aí, por favor, tá? >> Dia 29 de julho, o nosso >> capítulo 20. >> Capítulo 20. >> Capítulo 20. Aí encerrou o 19 hoje. Tô tão per se eu tô chateado. Eu tô é de farol baixo. O o Elará tem os três faróis. Eu tenho o meu baixo. >> O D então, sinal amarelo para você. Ai v vamos pedir vou pedir pro Elará então a nossa prece de encerramento. Ela

ateado. Eu tô é de farol baixo. O o Elará tem os três faróis. Eu tenho o meu baixo. >> O D então, sinal amarelo para você. Ai v vamos pedir vou pedir pro Elará então a nossa prece de encerramento. Ela >> vamos orar então. Vamos orar então. Querido Senhor, amor das nossas vidas, muito obrigado por tudo que tu nos concedes aprender, pela chance, Senhor, de termos esta búsola maravilhosa nas nossas vidas, orientando os nossos passos e nos despertando para que não voltemos a pisar nas trilhas cansadas do passado. Deixa que as nossas almas se inundem do conhecimento espiritual, para que sejamos dignos de todo o teu investimento em nós e para que possamos efetivamente ser contados entre aqueles que de alguma forma contribuem para o teu desejo da implantação do mundo novo no mundo em que vivemos. Ajuda-nos assim neste propósito e que a graça da tua misericórdia esteja derramada sobre as nossas vidas, enchendo de paz os nossos corações pelo conhecimento e vivência de tudo aquilo que nos dás a conta de conhecer. Muito, muito obrigado, Senhor nosso Deus. >> Que assim seja. Que assim seja. Graças a Deus. Pessoal, eh, fazer um pedido encarecido aí a todos vocês, né, que estão nos acompanhando, por favor, eh, se inscrevam aí nos canais, né? Eh, eh, nós estamos aqui pelo canal do Gés, Instituto Goian dos Espíritas, pela TV SEAL, Conecta Espiritismo, Rede Amigo Espírita, Web Rádio Fraternidade, Grupo Espírita Fonte Viva, TV Goiás Espírita. Então, por favor, se inscrevam aí nos canais. Eh, deem o like, curtam, né, e compartilhem todos os vídeos. Isso é importante para que esse conteúdo possa chegar a mais lares e consequentemente atingir a mais pessoas. Ontem eu estava conversando com o pessoal do do IGz, né, a gente falando, o IGZ é um canal pequeno ainda, são mais de quase 400.000 visualizações dos vídeos, quase 3.000 vídeos. Eu a gente tava falando, se uma aula, uma for tocada pelo trabalho, tudo já vai ter valido a pena. Uma tudo já vai, >> certeza. >> E esse é o intuito desse trabalho, né? A

vídeos, quase 3.000 vídeos. Eu a gente tava falando, se uma aula, uma for tocada pelo trabalho, tudo já vai ter valido a pena. Uma tudo já vai, >> certeza. >> E esse é o intuito desse trabalho, né? A gente pede a a a curtida, não é por outro motivo que não aumentar o engajamento e para que esse conteúdo possa chegar a mais pessoas. E se uma for tocada por esse trabalho, já vai ter valido a pena. Então é por isso que a gente pede a todos vocês aí a inscrição nos canais, os likes, enfim. Beijos nos corações a todos vocês que estiveram nos acompanhando, todos vocês que mandaram mensagem aí através dos chats, né, que participaram. Jorgito, beijo no coração. Professor Severino Celestino, beijo no coração. Alvinho, beijo no coração. Até o dia 29 de julho. E vamos encerrando então mais um episódio desta quinta temporada da série de Moisés a Kardec, tá? Até o dia 29 de julho, se Deus quiser. Lembrando que esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Fiquem todos com Deus. Até a próxima. Ciao. Ciao >> ciao ciao ciao ciao.

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