Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E23 – Cap. 12: Confronto de forças – Parte 1
No início do Capítulo 12 de Loucura e Obsessão, o estudo aborda o confronto de forças que se estabelece no campo mental e espiritual do ser humano, evidenciando o embate entre tendências inferiores e os impulsos renovadores do bem. A reflexão demonstra como o pensamento, quando não disciplinado, se torna espaço vulnerável às influências perturbadoras, ao passo que a lucidez moral, a oração e o esforço no bem fortalecem as defesas espirituais e favorecem o equilíbrio íntimo. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Ângela Matté Dutra da Silva 📝 Resumo: Vânia Maria de Souza 🔎 Aprofundamentos: Ângela Matté Dutra da Silva e Tânia Menezes 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #ConfrontoDeForcas #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #ObsessaoEspiritual #ReformaIntima #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, sejam bem-vindos a mais um encontro de estudos das obras do espírito Manuel Filomeno de Miranda, através da psicografia abençoada do nosso querido Divaldo Franco. Hoje, em realidade com o nosso primeiro estudo desse ano de 2026, um novo ano, mas com alegria de sempre, né, por podermos estar aqui reunidos com corações amigos, vinculados em torno dessa obra grandiosa que é loucura obsessão, a qual nós estamos estudando. Então, hoje nós estamos aqui acompanhadas pelas queridas amigas e irmãs, a nossa querida Vânia, a nossa querida Tânia, com a qual teremos alegria de compartilhar o trabalho da noite. Então, para que nós possamos dar início aí ao estudo, nós gostaríamos, antes de passar a palavra paraas nossas queridas amigas para que elas tragam aí o seu olá. Então, seja bem-vinda, Vânia. Boa noite, queridos amigos, irmãos que nos assistem. Boa noite, querida Ângela, querida Tânia, que eu amo tanto. Trazemos também o abraço fraterno de toda a equipe neste ano que se inicia para mais um estudo, continuando o estudo que esse livro deve terminar só em julho, né? Então, é um estudo assim que cada vez que a gente lê um capítulo, ele nos ensina, ele nos favorece. Então, meus irmãos, tenhamos todos um feliz 2026. >> Obrigada, Vânia, pelo seu olá. E agora vamos ouvir a nossa querida Tânia. >> Olá, queridas amigas coordenadoras Ângela Vânia. Que bom estar neste momento compartilhando a telinha com vocês. E também aos queridos participantes desse estudo, desta maravilhosa obra. Nós estamos iniciando 2026 com muita alegria de estar compartilhando com vocês deste momento. Estamos quase chegando à metade do livro. O livro tem 26 capítulos. Hoje nós estamos iniciando o capítulo 12º. que tenhamos assim muita disposição para o estudo, para a continuidade desta obra com Filomeno nos acompanhando, Sueli Caldas, que também eh está na direção deste trabalho, nos intuindo para que estas mensagens elas possam estar refletindo nos trabalhos que nós desenvolvemos ao longo da nossa existência. Um feliz ano novo para todos
bém eh está na direção deste trabalho, nos intuindo para que estas mensagens elas possam estar refletindo nos trabalhos que nós desenvolvemos ao longo da nossa existência. Um feliz ano novo para todos nós. >> Que alegria. Então, queridas amigas, então, convidamos todos para que possamos nos unir em prece e nos prepararmos para esse momento. Então vamos nos vincular através dos sutis fios que ligam os pensamentos, que conectam as intenções e nos fazem vibrar mais alto. Jesus, amigo, vós que nos oferecestes o consolo dessa doutrina bendita, elevamos a ti o nosso sentimento maior de gratidão por nos oferecer a oportunidade de avançarmos na compreensão, no entendimento da realidade profunda e essencial de todos nós. nós que possamos neste novo ciclo que se inicia envolvidos pelo propósito maior de nos esclarecermos, de juntos caminharmos na busca da luz, que possamos merecer o teu amparo hoje e sempre dos benfeitores espirituais e que nós tenhamos o bom ânimo de seguirmos sempre conectados à mensagem maior do amor. Em teu nome, em nome dos benfeitores espirituais, iniciamos o estudo da noite. Que assim seja. >> Que assim seja. Então, queridos amigos, hoje nós teremos, como disse a nossa Tânia, vamos iniciar o capítulo 12º e quem nos trará o resumo, esse o resumo tão bem feito como sempre, será a nossa querida Vânia, que vai nos falar sobre o capítulo 12, que o benfeitor intitulou Confronto de Forças. Então, Vânia, queremos muito ouvir o seu resumo. >> Vamos lá. Então esse nome é muito apropriado, meus queridos amigos, porque é um confronto de forças ainda sobre o nosso querido paciente, como eles chamam, o Carlos. Então, no capítulo anterior nós vimos que Filomeno de Miranda e o Dr. Bezerra de Menezes compareceram ao núcleo, só para nos recordarmos, né? E Felinto encaminhou-os à presença da irmã emerenciana, que explicou: "Dedicamos a noite de hoje a serviços especiais em favor dos consulentes da véspera, cujos compromissos no campo das obsessões são muito expressivos.
u-os à presença da irmã emerenciana, que explicou: "Dedicamos a noite de hoje a serviços especiais em favor dos consulentes da véspera, cujos compromissos no campo das obsessões são muito expressivos. Então, o capítulo se inicia dizendo que as operações prosseguiram com algumas variações dentro, porém, da mesma técnica, ensejando despertamento e renovação a diversos espíritos. Felinto explicou queerenciana avalia-se de vários dialetos para dialugar com os irmãos em tratamento, conforme a origem dos comunicantes ou a linha ancestral do culto que praticavam. Com ligeiras variações, o conceito sobre espírito Exu refere-se sempre à perversidade, à desobediência. Os orixás são representações do bem, da santidade. Razão porque Jesus é chamado orixalá, o maior dos orixás. Acima dele somente Deus ou zambi com variações de correntes, nas quais passa a ser chamado oloru ou zambiapongo. A complexidade do culto, diz Filomeno, deve-se às origens e sincretismo com a religião católica, a época dominante no Brasil, quando da chegada dos escravos. E em seguida, respondendo a uma pergunta de Miranda, Felinto concordou que é muito confundido o fenômeno momentâneo da incorporação com o do desenvolvimento mediúnico. O fenômeno momentâneo da incorporação irrompe nas obsessões e sob descontrole da personalidade. quando os espíritos se utilizam desses indivíduos em desequilíbrio. Já o desenvolvimento da faculdade mediúnica conduz a uma perfeita identificação entre o médium e os comunicantes, sendo o médium o controlador do fenômeno, ao invés de lhe ser vítima inconsequente. Miranda comenta que estavam chegando ao clímax em relação ao tratamento de Carlos. Naquele instante foram trazidos à roda pela irmã emerenciana dois médiuns em estado de receptividade. Enquanto do recinto em que se encontravam retidas as entidades, partiram de lá com agressividade uma jovem negra. e um ser Exu, incorporando-se de imediato nos dois sensitivos. A agressividade das duas entidades era incomum. A benfeitora segurava atenta a
tidades, partiram de lá com agressividade uma jovem negra. e um ser Exu, incorporando-se de imediato nos dois sensitivos. A agressividade das duas entidades era incomum. A benfeitora segurava atenta a cabeça dos dois médiuns, cujas feições se alteravam, completando a transfiguração horrenda. Quando a jovem, em dialeto banto, gritou de forma extentórica e cruel: "Eu sou uma pomba gira que o desventurado infelicitou. Venho atrás dos seus passos há mais de uma centena de anos. E agora que eu encontrei, não haverá misericórdia nem compaixão para com ele. Estacionando no mal que me fez, sou a representação feminina do mesmo mal, que cobra gota a gota o suor do sofrimento experimentado. Nenhum poder me deterá. Eu sou invencível e movimento as forças do ódio que me nutre. Como a jovem fizesse uma pausa, o Exu exclamou no mesmo dialeto: "Ele é meu, ninguém vai roubá-lo de mim". E e quem se atreve, diz ele, eu sou o diabo. E quando ele pronunciou esta última frase carregada pela força magnética, ele assumiu as características pelas quais o diabo se fez conhecido dos homens em razão da mitologia religiosa ancestral. Bastou emerenciana retirar as mãos de sobre os médiuns e viu-se um espetáculo deprimente, evocativos das pugnas terrestres. Recitando palavras cabalísticas, o dito Exu atirava dardos de tom vermelho forte e a jovem rechaçava com as mãos espalmadas como se fossem um escudo metálico. Por sua vez, ela irradiava da mente uma energia escura e pegajosa que o outro diluía com o tipo de fluido que ele usava. Filomeno de Miranda observava um tanto chocado e desconcentrado, desconcertado, melhor dizendo. E Filipino, então explicou a ele: "Assim agem os que se consideram fortes na sua terrível fraqueza. A barreira entre o mundo dos homens e o nosso dos espíritos é muito tênue. Para estes litigantes quase não existe, pois são mais físicos do que espirituais. Como seria de esperar-se? A pugna se prolongou por quase 10 minutos, durante as os as os quais ambos os combatentes se exauriram.
litigantes quase não existe, pois são mais físicos do que espirituais. Como seria de esperar-se? A pugna se prolongou por quase 10 minutos, durante as os as os quais ambos os combatentes se exauriram. Os médiuns que se desgastavam igualmente eram sustentados pela concentração das pessoas no círculo, fixadas mentalmente no ritual que lhe servia de apoio psíquico e emocional. Inesperadamente, a entidade feminina deu um grito e desmaiou, sendo a médium segurada por dois cooperadores da casa afeitos a essas operações espirituais. Estando a dormir e exteriorizando tremores das convulsões que a assaltavam, a obsessora foi conduzida a um outro recinto, onde eram recolhidos os recém-atendidos, e a médium foi retirada do círculo, sendo igualmente levada à parte posterior da sala para refazimento. que se considerava vitorioso, externava o seu júbilo entre gargalhadas e exibicionismo. Enciana, sem a menor preocupação, aplicou-lhe o tratamento já referido em caso semelhante, e viu-se o espírito extorsar-se e deblaterar inutilmente, até que se desfez a máscara ideoplástica sob a qual ocultava a própria desdita, entregando-se a esgares de alucinado. So forte indução hipnótica, a da benfeitora, o espírito rendeu-se ao sono e foi recambiado para o recinto, onde se encontravam os demais. O médium foi também atendido, como ocorreu com o primeiro. E ato contínuo, emerenciana convidou os protetores espirituais a trazerem sua palavra amiga através de cada sensitivo. É a operação limpeza! esclareceu Felinto e disse: "Após a absorção de fluidos de teor vibratório diferente, caracterizados pela densidade material que tipifica este gênero de trabalho, vem os espíritos protetores liberar os médiuns e renová-los sob a ação de diversa carga de energia, permitindo-lhe o bem-estar e a satisfação do serviço realizado. Em seguida, a benfeitura se comunicou, endereçando expressões de estímulo e de conforto a cada um dos participantes e logo depois a reunião se encerrou. Emerenciana, dirigindo-se a Miranda,
realizado. Em seguida, a benfeitura se comunicou, endereçando expressões de estímulo e de conforto a cada um dos participantes e logo depois a reunião se encerrou. Emerenciana, dirigindo-se a Miranda, comentou: "Este encontro dos trabalhadores após a sessão mediúnica é muito útil para eles mesmos, tanto quanto para as nossas atividades. Temulos estimulado a conversação, pois ainda sob a inspiração dos seus protetores, logram penetrar a pouco a e pouco no funcionamento das técnicas que de que nós utilizamos, bem como na razão que nos leva a aplicá-las, adquirindo consciência de si mesmos e da finalidade superior da vida, mantendo um laço de afeição que os une ao trabalho. Emerenciana afirmou conhecer instituições respeitáveis em que um outro tipo de ritual vai tomando o corpo e devorando a espontaneidade. É o formalismo, diz ela, que pode ser também chamado de indiferença ou desamor. outras casas. Mal terminam as reuniões, todos partem como se desejassem fugir do recinto e correm para programas antagônicos com os quais se encharcam antes de dormir. Não se comentam as ocorrências ou as instruções, perdendo-se a oportunidade de aprendizado valioso. Quase todos têm pressa, alguns porque firmaram compromissos posteriores, nos quais anulam o que grangearam na reunião. Após as considerações de emerenciana, ela propôs que ouvissem o que os trabalhadores da casa conversavam. O tema girava em torno dos trabalhos realizados naquela noite e como cada cooperador via o atendimento prestado. Uma senhora admitiu ter tido medo da luta entre os dois perseguidores de Carlos. Outra declarou não ter reciado nada, porque confiava em Deus e porque a casa que serviam estava edificada sobre os aliceces do amor e da caridade. Pois eu, disse outra jovem, vi logo que seria a vantagem para o doente. Ele estava com dois inimigos e agora ele iria ficar só com um. Bem, não é assim, esclareceu um outro senhor que estava lá. Pelo que conheço, a irmã, que aparentemente foi vencida, não está afastada do seu perseguido,
ois inimigos e agora ele iria ficar só com um. Bem, não é assim, esclareceu um outro senhor que estava lá. Pelo que conheço, a irmã, que aparentemente foi vencida, não está afastada do seu perseguido, porque ele lhe deve. E como a lei de Deus nos exige corrigir o que fizermos de errado, é justo que ele se reabilite perante a pobre ofendida. E se ela não perdoar? Indagou um jovem. O outro disse: "Nesse caso, o problema já não é dele. É necessário fazer a paz com o nosso adversário, buscando-o com humildade para esse fim e fazendo-lhe o bem possível. Se, no entanto, o adversário se recusar, passa de vítima a algóz. Crescendo um dia, poderá voltar a auxiliar o outro. A justiça é, acima de tudo, amor que corrige e sabedoria que educa. Então, enquanto o diálogo prosseguia, emerenciana pediu licença para dar instruções aos cooperadores sobre o prosseguimento do trabalho em curso, que se dará no capítulo 13. No recinto, indígenas e africanos desencarnados movimentavam-se em silêncio, desincumbindo-se dos mistérios especiais de acordo com a sua capacidade. E enquanto isso, mais criaturas chegavam à casa, sendo logo encaminhadas a uma saleta próxima à entrada. eram companheiros encarnados que logo que se desprendiam do corpo físico pelo sono, vinham pedir ajuda. Vinculados à casa para ali acorriam automaticamente ou eram trazidos pelos seus protetores para receberem auxílio. Os que buscavam a casa eram distribuídos conforme as questões que os afligiam, recebendo ali orientação e reconforto para poderem desincumbir-se das provas e compromissos a que se encontravam submetidos. Sem esse socorro, disse felinto, eles tombariam em outros círculos em que seriam submetidos a aflições e amarguras que refletiam sobre eles de forma e de pesadelos perturbadores, ficando-lhes matrizes mentais para o pessimismo, a revolta e outras mazelas, como é muito comum. O intercâmbio espiritual consciente ou não é resultado das afinidades morais e afetivas entre os espíritos em ambos os planos da vida, concluiu então o amigo
olta e outras mazelas, como é muito comum. O intercâmbio espiritual consciente ou não é resultado das afinidades morais e afetivas entre os espíritos em ambos os planos da vida, concluiu então o amigo espiritual. Seria isso, meus irmãos. >> Excelente como sempre, né, Van? no seu resumo, certamente acrescentou aí para todos a possibilidade de entender exatamente do que trata esse capítulo, né? Então, nessa nossa primeira parte, sempre quando há o resumo, eh, é importante que a gente se atenha e os resumos que a Vânia nos trazem tem essa característica de nos fazer mergulhar justamente no que tá lá. E para que a gente possa iniciar os aprofundamentos, a nossa querida Tânia vai nos falar, vai nos trazer as reflexões. Queremos ouvi-la, Tânia. Mais uma vez, boa noite a todos vocês. Agradeço muito a querida Vânia, que tem este jeito singelo de nos trazer um resumo em profundidade, porque de fato esse capítulo traz eh algumas situações que não são comuns eh no trabalho mediúnico. E eu queria eh estar fazendo a leitura de onde eu vou trazer os aprofundamentos que está no início deste capítulo, quando Filomeno vai dizer mesmo em nossas atividades, quando ocorrem as manifestações mediúnicas, desordenadas e violentas, submetemos os aparelhos que desejam realmente servir. a rígidos métodos de controle, educação da vontade e da moral, a fim de mais destramente se entregarem ao mister momentos próprios. Eu fiquei pensando na organização que o mundo espiritual apresenta para que a sala mediúnica ela esteja eh com todo o ambiente propício para as manifestações. E aí o nosso aprofundamento vai nesta direção destes equipamentos e aparelhos que são utilizados pelos espíritos nas reuniões mediúnicas. E o primeiro que nós vamos falar aqui é o aparelho de condensação do oxigênio. Que aparelho é este? Eh, nós sabemos que a condensação do oxigênio atmosférico, que também é conhecida como processo de ionização, ele é obtido pela ionização do oxigênio ambiental. E para que esse processo de
lho é este? Eh, nós sabemos que a condensação do oxigênio atmosférico, que também é conhecida como processo de ionização, ele é obtido pela ionização do oxigênio ambiental. E para que esse processo de ionização? Exatamente para poder remover as impurezas do ar. Imaginemos que nós encarnados, quando nós chegamos em um ambiente, aquele ambiente ele vai ficar impregnado das emanações mentais. Eu posso estar talvez em um dia não tão bom, onde os meus pensamentos não são tão otimistas. E quando eu saio do ambiente ou eu ainda estou naquele ambiente, essas vibrações elas ficarão impregnadas no ambiente. Então, a ionização, este aparelho que os benfeitores que conduzem os trabalhos mediúnicos vão utilizar, ele tem o objetivo de estar removendo as impurezas do ar, que são os gases, que são as partículas poluentes, e destruir estes microrganismos que são nocivos. Que microorganismos são esses? bactérias, vírus, fungos que são localizados não somente no plano físico, mas também no plano espiritual. E onde é que nós vamos encontrar referência a respeito disso? No livro Missionários da Luz, André Luiz, ele vai trazer um relato no capítulo 10º, que é intitulado materialização. fala que cooperadores, eles do plano espiritual vão preparar o ambiente onde acontecerá a materialização e o preparo vai levar em conta a ionização daquele ambiente onde vai haver a combinação de recursos para efeitos elétricos e magnéticos. E aí, André Luiz, ele vai estar trazendo o relato de que entra no ambiente cooperadores que vão estar preparando, levando a efeito a ionização da atmosfera, continuando combinando recursos para que, de fato, essa ionização do ambiente possa estar acontecendo. E aí na descrição de André Luiz, na visualização deste aparelho, ele via que emitia raios em diversas direções. Eh, havia uma movimentação. Então, os espíritos, eles tinham esta responsabilidade de operar a condensação do oxigênio naquele ambiente, exatamente para poder estar destruindo aqueles microrganismos que poderiam ser deletérios para o
, os espíritos, eles tinham esta responsabilidade de operar a condensação do oxigênio naquele ambiente, exatamente para poder estar destruindo aqueles microrganismos que poderiam ser deletérios para o processo da materialização que iria acontecer. E aí vai explicar o instrutor Alexandre que a materialização ela vai requerer um elevado teor de ozônio para que todas essas larvas microscópicas de atividade inferior elas possam ser eliminadas não comprometendo o processo do trabalho que de fato há uma exteriorização do ectoplasma do médium para a produção da materialização. Então, este é o primeiro, digamos assim, aparelho que nós trazemos aqui para pensarmos neste cuidado dos benfeitores para que a reunião atenda aos objetivos que foram estabelecidos. Mas tem um outro aparelho que ele é muito conhecido nosso, que é o psicoscópio. Nós vamos encontrar o relato a respeito dele no livro Nos domínios da mediunidade. E qual é a função deste aparelho? É fazer uma análise das vibrações de nós encarnados. Então vai afirmar André Luiz nos domínios da mediunidade que o psicoscópio ele consegue auscultar a nossa alma e tem este poder de estar dizendo: "A minha vibração não está tão boa, a minha vibração está boa, a vibração do meu companheiro está mais ou menos. E esses eh estes esse essa visão, percepção do de como está o ambiente psíquico do grupo, vai também determinar o o a condução daquelas comunicações. É claro que isso é estabelecido previamente, mas de acordo com a nossa vibração, saberá de que maneira será a orientação para o trabalho que será desenvolvido. tem um outro aparelho que é chamado de condensador ectoplasmático, também descrito por André Luiz láem nos domínios da mediunidade. Como é esse condensador? Eh, há uma descrição, né, de que se utiliza uma chave na nos ângulos deste aparelho e se abre como se fosse uma gase muito tênue que daria mais ou menos em torno de 1 m². E para que isso, né? para que eh através desta gase tênuine, quando ocorre a comunicação do espírito
ste aparelho e se abre como se fosse uma gase muito tênue que daria mais ou menos em torno de 1 m². E para que isso, né? para que eh através desta gase tênuine, quando ocorre a comunicação do espírito que está em sofrimento, vai haver nesta tela a projeção daquilo que foi a vivência do espírito em experiências pregressas, porque essas imagens elas vão ser projetadas provenientes da mente do desencarnado. E aí vai ter a projeção nessa tela do condensador ectoplasmático. E esse mecanismo ele vai estar funcionando à base da captação das emanações radiantes, que são físicas, que são perespirituais, que são psíquicas. E isso também proveniente dos trabalhadores de ambos os planos da vida, que tem o poder de estar reproduzindo sobre a forma de imagens todos esses acontecimentos. E para que isso? para que haja uma melhor condução na orientação daquele espírito que está trazendo as suas inquietações. E o dialogador, ele tem através da mediunidade intuitiva, essa capacidade de perceber. E André Luiz, ele ainda vai complementar que eh este esta gase, esta tela tênue, ela vai concentrar os raios de forças que são projetados pelos componentes da reunião. E aí a gente pensa na importância do nosso trabalho mental quando estamos na reunião mediúnica, digamos que nós tenhamos a função de ser o assistente que vai trabalhar na sustentação da vibração. Se a nossa mente ela sai da reunião, nós estaremos comprometendo o bom êxito do trabalho, porque estas vibrações, elas são canalizadas para poder serem auxiliadas no momento em que os espíritos eles apresentam as suas dores. Então, a reprodução destas imagens, ã, desculpem, elas vão estar de acordo com a emissão. Deixa eu só beber um pouco aqui de água. de acordo com a emissão do pensamento do espírito que está no processo de comunicação e também que vai eh se unir com as imagens, com os pensamentos que se projetam aqueles que estão em vibração para a análise do dialogador que recebe no seu campo intuitivo que vai ser auxiliado pelas energias do plano espiritual.
om as imagens, com os pensamentos que se projetam aqueles que estão em vibração para a análise do dialogador que recebe no seu campo intuitivo que vai ser auxiliado pelas energias do plano espiritual. Um outro aparelho também que os benfeitores eles se utilizam é o aparelho magnético de contato mediúnico. Então nós sabemos que os médiuns, os médiuns ostensivos, eles têm um mandato mediúnico. O que seria isso? seria o compromisso que foi assumido para o exercício da mediunidade, um compromisso que vai ser conquistado à base de dedicação, a base de sacrifício, a base de amor ao próximo. que eles podem portar um pequeno aparelho que é instalado pelos benfeitores espirituais que os mantém sintonizados entre si. E nos domínios da mediunidade, nós temos o relato deste aparelho em ambrosina. Lembrando que Ambrosina já tem uma idade avançada e ela reflete uma paz íntima que é justamente aquilo que irradia do seu ser. E na sua cabeça, cabelos grisalhos, salientava na descrição de André Luiz, é como se fosse um pequeno funil que é semelhante a um delicado adorno e é justamente este aparelho magnético que é ultra sensível com que a médium ela mantém-se em constante contato com o responsável pela obra espiritual pela qual ela realiza. Então vejam que não são todos que vão ter este destaque, mas sim a médium, conforme destaca André Luiz, que vem palmilhando, né, a sua existência neste trabalho de dedicação, de sacrifício e de amor ao próximo, fazendo com que ela receba este aparelho para esta conexão constante. que vai estar sendo instalado, não em todos, mas em alguns. Temos também, isso também é mais conhecido nosso, o que a gente chama de amplificador de voz. E aonde nós vamos encontrar o relato deste amplificador lá no livro Obreiros da Vida eterna. Qual a função deste amplificador de voz? É para que espíritos que não estão naquele ambiente da reunião mediúnica, que se encontram mais distantes, eles possam estar ouvindo a leitura, ouvindo as orientações que o dialogador ele está
de voz? É para que espíritos que não estão naquele ambiente da reunião mediúnica, que se encontram mais distantes, eles possam estar ouvindo a leitura, ouvindo as orientações que o dialogador ele está apresentando. Então, lá tem este relato, né? Nós lembramos que a irmã Zenóbia, ela está e na função de coordenar a casa transitória e vai desenvolver uma série de atividades na zona abismal. E todo esse diálogo, a depender da necessidade, ele também é ouvido à distância. Esse é um recurso muito útil que pode ser instalado na sala mediúnica para poder atender não somente aqueles que ali se encontram no ambiente, mas todos outros em diferentes localizações, mas que tenham a necessidade por semelhança daquilo que acontecerá nas comunicações. Então, por semelhança, eles ao ouvir começar a ter o seu despertamento para que de fato eles saiam daquela condição aos quais estão a viver muitas vezes séculos, milênios em zona de sofrimento e vão aos poucos despertando através destas orientações. Também nós temos o aparelho de comunicação com os encarnados. E aí nós pensamos: "Ah, mas diante de tantos recursos que nós temos para esta comunicação?" E aí a descrição nós encontramos lá também em André Luiz, no livro Nosso Lar, que é um equipamento eh que é constituído de um grande globo cristalino que tem uma altura mais ou menos de 2 m e é envolvido na parte inferior por uma longa eh série de fios que são ligados ao pequeno a um pequeno aparelho que é idêntico aos alofalantes. E qual autofalantes e qual é a principal finalidade? É a comunicação com os encarnados. as pessoas, nós encarnados, nós podemos ter esse desprendimento momentaneamente do corpo e nos deslocarmos pelo at no momento do sono, esse desprendimento facial, para termos este contato, para estabelecermos uma eh conversação com os desencarnados. Então, por que, qual seria a finalidade? E aí, já que nós podemos ter essa emancipação quando estamos dormindo. E aí é Nicolas que vai trazer para nós em nosso lar, que é preciso lembrar que a nossa
. Então, por que, qual seria a finalidade? E aí, já que nós podemos ter essa emancipação quando estamos dormindo. E aí é Nicolas que vai trazer para nós em nosso lar, que é preciso lembrar que a nossa emotividade emite forças que são suscetíveis de trazer algum tipo de perturbação. Então essa pequena câmara cristalina, ela é constituída de material isolante. Então nossas energias mentais elas não poderão fazer a travessia por este por este globo. E por fim, nós queremos falar deste aparelho para emissão e recepção de mensagens. é um recurso tecnológico que é utilizado pelo plano espiritual quando ele deseja uma comunicação mais urgente. E onde nós encontramos isso? Lá no livro Sexo e Destino, André Luiz vai dizer que diante dos microaparelhos existentes no plano físico para emissão e recepção de mensagens a longas distâncias, é desnecessário comentar as facilidades que nós temos para este intercâmbio do plano espiritual. Mas em situação de emergência, nós temos lá sexo e destino, quando um encarnado ele é atendido e que ele estava eh com o processo em processo obsessivo e ele não conseguia auscultar as menudências do plano eh obscuro que se formava, que era o encarnado Cláudio. que estava em processo de auxílio e o seu vampirizador que estava nesta movimentação para poder tirá-lo do seu propósito. Então, foi feito a expedição de uma comunicação, como se fosse uma comunicação rápida para o irmão e que pudesse estar enviando reforços mais rapidamente para o atendimento. Então, eh, a resposta que foi dada que naquele momento não era possível prestar logo um atendimento, mas que no começo da noite o irmão estaria ali para poder auxiliar no que fosse preciso. Então, nós queríamos finalizar pensando nesses recursos tecnológicos que talvez eh eles tenham uma infinidade de aparelhos que, para a nossa compreensão, talvez ainda ficasse distante, distante, mas que eh são muitos os recursos para que de fato durante aquela hora da reunião mediúnica possa de fato atender as necessidades daqueles
a nossa compreensão, talvez ainda ficasse distante, distante, mas que eh são muitos os recursos para que de fato durante aquela hora da reunião mediúnica possa de fato atender as necessidades daqueles espíritos que foram programados, que eh são submetidos a um processo de aproximação 24 horas antes, 48 horas antes, até 72 horas, exatamente para que nesta aproximação a afinidade vá acontecendo e no processo da comunicação o médium possa ser o mais fidedigno. no possível. Então, lembrando, nós temos diferentes comunicações nas reuniões mediúnicas, muitas delas às vezes eh os espíritos muito atormentados, eles se sentem eh coagidos. Muitos até relatam: "Vocês estão me prendendo, tire isto da minha cabeça". São exatamente os recursos utilizados pelos nossos benfeitores para que não haja tumulto, para que todas aquelas impressões ela logo sejam desfeitas e não haja não só prejuízo para os encarnados, mas também para todos aqueles espíritos infelizes que trazem as suas inquietações e naquele momento eles vão receber eh talvez o começo de um alento para a modificação em suas existências. Então, estas seriam as nossas os esses seriam os nossos aprofundamentos para o começo deste capítulo. >> Excelentes como sempre também, Tânia. e você nos oferece a possibilidade de que agora nós busquemos também trazer algumas reflexões e da mesma maneira que você observou um aspecto que Filomeno ressalta, nós, à medida que nós vamos olhando o a forma como o benfeitor tem construído toda a sua narrativa dessa participação que ele tem junto aos benfeitores naquela instituição, eh, acredito que todos nós, mesmo aqueles que já em algum outro momento leram a obra, mas aqueles que estão estudando por primeira vez, nós somos levados a observar que Filomeno faz ao longo dos capítulos uma série de inserções que nos ajudam a compreender que a misericórdia divina ela atua em todas as circunstâncias. âncias em de todas as formas e que muitas vezes quando nós conhecemos o fenômeno mediúnico, aqueles que de sempre fomos
dam a compreender que a misericórdia divina ela atua em todas as circunstâncias. âncias em de todas as formas e que muitas vezes quando nós conhecemos o fenômeno mediúnico, aqueles que de sempre fomos levados, por exemplo, a conhecer o espiritismo, já nas bases doutrinárias, quando nós vamos estudar a mediunidade em o livro dos médiuns, muitas vezes nós vamos ter um estranhamento quando lemos uma série de questões que são colocadas desses atendimentos feitos, desses aparelhos que a Tânia descreve. Mas nós gostaríamos de trazer aqui uma observação, uma vez que Filomeno faz isso, quando ele vai indagar num certo ponto felinto, porque ao observar aquelas comunicações mediúnicas que tinham o objetivo a partir de métodos de reequilíbrio de auxiliar aqueles espíritos, Filomeno insere uma pergunta ali que nos chama muita atenção, porque fala exatamente daquilo que como espiritistas, quando nós Nós nos debruçamos sobre o estudo mais aprofundado da doutrina, quando nós mergulhamos nas obras básicas, principalmente, e que sabemos que de o livro dos espíritos, da sua eh da sua parte que Kardec dedica a estudar a realidade do mundo espiritual, se desdobra depois, no livro dos médiuns, uma concepção muito profunda daquilo que possa ser entendido por mediunidade. E quando a Filomeno pergunta a Felinto, porque ele dizia que estava ouvindo comentários com os quais ele não concordava. Então a gente vê que na pergunta que Filomeno faz, ele já diz: "Tenho ouvido comentários com os quais eu não concordo de que os médiuns que estão nesses núcleos de desenvolvimento que nós estamos acompanhando, que ali as suas faculdades elas seriam mais facilmente, mais rapidamente desenvolvidas do que se estivessem numa sociedade, numa num centro espírita. e que isso então causava para ele uma dúvida, uma vez que nas casas espíritas ali se torna uma condição essencial o estudo, a disciplina, as disciplinas morais e mentais em um justo processo de educação. Então ele formula a indagação. Qual seria então o fundamento que daria base a esta
orna uma condição essencial o estudo, a disciplina, as disciplinas morais e mentais em um justo processo de educação. Então ele formula a indagação. Qual seria então o fundamento que daria base a esta indagação? a essa ideia que tem se vulgarizado. Essa pergunta, quando nós fizemos a leitura do do capítulo, nos chamou atenção e nós fomos buscar eh desenvolver uma forma de entender a partir de uma perspectiva que nos ajuda a compreender a mediunidade a partir de um olhar mais amplo. Porque Flinto quando vai responder a essa indagação, ele vai dizer que existe sim uma confusão entre aquilo que é o fenômeno momentâneo da incorporação que ali estava sendo vista no atendimento que foi feito depois, mas também uma confusão em relação ao que é o desenvolvimento mediúnico, que no próprio capítulo o fenômeno momentâneo da daquilo que é no capítulo chamado chamado de incorporação, ou seja, da mediunidade ostensiva. Ele se dá esse fenômeno nas obsessões que estão eh o espírito ali, ele exerce uma influência muito grande na personalidade daquele daquele que é o alvo e de espíritos então se utilizando dessas faculdades de uma forma desequilibrada, mas também que há o desenvolvimento das faculdades mediúnicas que não podem ser confundidos com o fenômeno no momentâneo da incorporação, porque o desenvolvimento da faculdade mediúnica leva a uma perfeita identificação do médium com o comunicante. E aqui o médium, então, ele é o controlador do fenômeno. Isso está dito no capítulo, nessa resposta que Felinto traz. Mas nós podemos pensar aqui que nem sempre o portador da mediunidade ao entrar ao entrar em transe, ele categoria categoriza uma faculdade desenvolvida mediúnica, que aquelas duas entidades, como nós vimos nas lutas que elas travaram de forças, o que estava ali acontecendo era um um círculo de forças mentais, uma irradiação mental de energias que se propagavam de parte a parte. Então aqui nós somos levados a pensar que quando falamos ou quando do ponto de vista daquilo que a doutrina espírita nos
mentais, uma irradiação mental de energias que se propagavam de parte a parte. Então aqui nós somos levados a pensar que quando falamos ou quando do ponto de vista daquilo que a doutrina espírita nos oferece como concepção mais minuciosa do que é a faculdade mediúnica, nós estamos falando de um aparato todo que se desenvolve em torno do próprio espírito, que somos todos nós, espíritos que estamos mergulhados nesse mar de vibrações. aonde a nossa condição primeira, que é de seres inteligentes da criação, dotados da capacidade da do pensamento, nós atuamos sobre esse mar de fluidos e nós passamos a desenvolver, então, nessa interação fluídica as construções próprias daquilo que exala de nós. Então, como nós temos acompanhado ao longo desse estudo, eh, Manuel Filomeno, ele traz conhecimentos muito profundos sobre a natureza humana, sobre as leis que regem esse mundo psíquico, a nossa realidade como espíritos. E aí nós vamos pensando alguns aspectos para que nós possamos ampliar esse olhar, porque não é muito incomum nas casas espíritas, talvez eh aí ao longo desse nosso vasto território brasileiro e em outros em outras paragens, cada um com a sua peculiaridade, mas não é muito raro nós observarmos pessoas que dizem assim: "Ah, eu não estudo o livro dos médiuns Porque eu não sou médium, né? Eu não sou médium ostensivo. Então, a mediunidade não é um tema, não é um assunto que me causa interesse. E aí nós vamos pensar que o fenômeno mediúnico ele é uma condição própria da nossa realidade como espíritos imortais. Porque a faculdade mediúnica ou a mediunidade, ela é essa faculdade que se encontra íncita na criatura humana. A semelhança, por exemplo, da nossa inteligência, da nossa razão. O que diferencia é que existe assim, como nós conhecemos lá na obra de André Luiz, quando ele no livro Os Mensageiros, quando ele vai falar sobre o centro de mensageiros, ali há uma descrição daqueles espíritos que são preparados ainda enquanto programação reencarnatória para esse desiderato, ou
livro Os Mensageiros, quando ele vai falar sobre o centro de mensageiros, ali há uma descrição daqueles espíritos que são preparados ainda enquanto programação reencarnatória para esse desiderato, ou seja, para a finalidade maior da mediunidade ostensiva. Então, que há toda uma preparação para que esse equipamento biológico, fisiológico, perespiritual, ele seja estruturado para que a mediunidade vá ecludir, para que ela vá se manifestar nessa faculdade de mediunidade ostensiva. Mas enquanto faculdade íncita da criatura humana, nós podemos pensar que todos nós somos no sentido amplo, como diz Kardec, não no sentido restrito, nós somos médiuns. E é dessa perspectiva que nós gostaríamos de trazer, porque caracterizando uma função que está sempre presente no homem, ao longo de todas as épocas, se nós observarmos os mais diferentes períodos históricos, eh as mais diferentes comunidades ao longo da história, em todas as épocas, nós vamos observar que o fenômeno da interação com os espíritos desencarnados, ele sempre fez parte da nossa realidade evolutiva humana. A ponto de Allan Kardec vai eh na questão 459 indagar os espíritos acerca de que se os espíritos influenciam nos nossos pensamentos e ações, eles ele recebe dos benfeitores a resposta de que não só nos influenciam, mas que de ordinário nos dirigem. Então, a mediunidade está falando dessa nossa interação mente a mente, espírito a espírito, como seres que estamos jornaleando, caminhando num processo evolutivo e que estamos todos vinculados por uma lei de solidariedade que nos vincula, que é a própria lei, que é o próprio amor do criador que nos liga. Mas à medida em que nós vamos fazendo uso do nosso livre arbítrio, em que nós vamos nos comprometendo perante as leis divinas, nós também nos comprometemos perante o outro. E esse outro sendo nosso irmão na trajetória evolutiva, faz com que essas conexões que nós tenhamos, essas expressões próprias do nosso pensamento, exerçam de parte a parte essas influências espirituais.
sse outro sendo nosso irmão na trajetória evolutiva, faz com que essas conexões que nós tenhamos, essas expressões próprias do nosso pensamento, exerçam de parte a parte essas influências espirituais. Por isso que se nós não nos debruçarmos sobre um estudo mais criterioso, e é o que Felinto fala ao responder a Manuel Filomeno sobre a pergunta que ele fez de que não há essa ideia do desenvolvimento mediúnico mais rápido em lugares em que aparentemente em instituições dedicadas, talvez ao fenômeno que impacta, como nós vimos ao longo desse capítulo, mas que a ideia do desenvolvimento mediúnico É, aqueles espíritos, aqueles que estão vinculados por um compromisso reencarnatório com o desenvolvimento da mediunidade ostensiva, recebem sim deste grande compêndio sobre o psiquismo humano, que é o livro dos médiuns, os equipamentos, as orientações seguras para que possa se dar uma forma a que não sejam envolvidos numa numa espécie de condição a qual eles não sabem como lidar, porque aqui é preciso que nós diferen diferenciemos então o fenômeno da faculdade mediúnica. E aqui quando nós pensamos nisso, só foi a partir de Allan Kardec que passou a receber esse estudo aprofundado e essa consideração que vinha então a ocupar um lugar que lhe é devido, porque ao longo da trajetória humana a mediunidade, esse intercâmbio entre as mentes sempre existiu. Mas é a partir de Kardec que este tema ocupa o lugar que lhe é devido, como uma ponte de intercâmbio entre os espíritos de ambos os lados da vida. Então, estudar a mediunidade é, acima de tudo, ampliar a nossa consciência reencarnatória na condição de espíritos imortais, que nós compreendamos aquilo que é a faculdade mediúnica, ou seja, essa nossa conexão o tempo todo de espírito a espírito. E é num livro chamado Médiuns e Mediunidades, em que Viana de Carvalho, pela inspiração de Viana à mediunidade de Divaldo, ele vai dizer que assim como o mergulhador educação para descer nas águas profundas, onde ele espera encontrar ostras raras,
m que Viana de Carvalho, pela inspiração de Viana à mediunidade de Divaldo, ele vai dizer que assim como o mergulhador educação para descer nas águas profundas, onde ele espera encontrar ostras raras, portadoras de pérolas incomuns, O médium tem o dever de disciplinar a mente, a fim de aprofundar-se no oceano íntimo e dali arrancar as preciosidades que se encontram engastadas na concha bivalve das aspirações morais e espirituais. Vejamos que Viana nos fala dessa forma que nós, eu achei belíssimo a maneira como ele coloca que a medianidade tem essa finalidade. Então, que a educação ou o desdobramento mediúnico, ele objetiva ampliar o nosso campo de realização dentro dessa esfera, porque é através desses recursos próprios da faculdade mediúnica que vai ter a finalidade especial de instruir os homens, de realizar a iluminação de consciências, de facultar esse ministério da caridade pelas possibilidades que vão sendo propor proporcionadas e que nós temos visto ao longo desses vários atendimentos nessa instituição e que a mediunidade funciona como um refletor de imagens da vida espiritual e que quanto melhores forem as condições desse aparelho, então tanto mais fiéis serão essas impressões transmitidas. E o oposto igualmente ocorre porque proporciona distorções e incorreções que também são correspondentes. Então, as comunicações espirituais, elas não são uma ocorrência fácil, como pode parecer talvez a um observador mais descuidado, excesso nos casos, como nós vimos, obsessivos, né, em que na razão da predominância da mente perturbadora sobre a mente vencida, existe ali um efeito de sintonia natural e cina cármica entre esses afins, mas que o fenômeno mediúnico, qual ocorre com os demais da do da nossa condição espiritual, eles são regidos por leis bastante severas que se elas não se submetem essas leis aos caprichos ou à circunstâncias vigentes, nos lugares, por exemplo, onde a as pessoas desejam obter. Então, no que diz Viana de Carvalho, né, eh, para um correto estudo da mediunidade dos
essas leis aos caprichos ou à circunstâncias vigentes, nos lugares, por exemplo, onde a as pessoas desejam obter. Então, no que diz Viana de Carvalho, né, eh, para um correto estudo da mediunidade dos médiuns, não se pode deixar em plano secundário a doutrina espírita, que é a luz capaz de penetrar-lhe os escaninhos mais esconsos, liberando-os dos mitos e atualizando-os de conformidade com as leis naturais que regem a vida. Particularmente, diz ele, o livro dos médiuns, que é o compêndio insuperável para o entendimento da grave percepção mediúnica e de como se devem comportar aqueles que lhes são portadores. Então, que os médiuns foram concitados a abandonar os falsos adornos que os fantasiaram através da história, sugerindo que como fossem personalidades eh humanas incomuns, sem eh equivocadas figurações que tipificaram ao longo do tempo, no passado, os médiuns como eh seres à parte da criação, que a mediunidade ela é sempre uma percepção são moralmente neutra, que os efeitos do seu exercício são compatíveis com os valores éticos e morais daqueles que a detém e que não são os médiuns, então, santos, apóstolos ou missionários. Diz Viana, são homens sujeitos a grandezas e misérias, qual ocorre com todos os demais indivíduos. e que a mediunidade ostensiva, então, ela constitui apenas um meio de entrar em contato com as almas que viveram na Terra, sendo os médiuns, por isso mesmo, mais responsáveis do que as demais pessoas, porque eles possuem a prova da sobrevivência que chega a todos pelo seu intermédio. E então o livro dos médiuns é um dos estudos mais profundos que nós temos sobre a psiquana, porque ele nos fala sobre a atuação do pensamento sobre os fluidos. E Kardec buscou como ninguém entender o mecanismo desse fenômeno mediúnico, mas no sentido restrito, estrito de médiuns, aqueles médiuns ostensivos, mas como médiuns, todos nós que temos essa comunicação constante, essa influenciação permanente de mente a mente, como todos nós temos, de espírito a espírito.
de médiuns, aqueles médiuns ostensivos, mas como médiuns, todos nós que temos essa comunicação constante, essa influenciação permanente de mente a mente, como todos nós temos, de espírito a espírito. Então, que à medida em que nós compreendemos e quando nós adentramos a esse estudo mais aprofundado da mediunidade a respeito da nossa realidade espiritual, nós vamos mudando a concepção que se tem sobre isso. E por isso talvez Manuel Filomeno tenha trazido essa pergunta nesse nesse capítulo, nesse momento, para que nós possamos entender que as bênçãos divinas elas chegam, alcançam os corações em todas as circunstâncias, mas que enquanto medianeiros, ou seja, enquanto aqueles que estamos vinculados a uma tarefa da mediunidade ostensiva, nós temos um compromisso e uma responsabilidade com isso tudo. E diante do manancial que a doutrina espírita nos oferece, nos cabe nos debruçarmos sobre esse manancial e construirmos cada vez mais destreza, habilidades mais aprimoradas para que nós sejamos intermediários, mais capacitados desse socorro, desse amparo e da caridade. sejam seja em qual instituição for, mas nós espiritistas que temos esse manancial temos uma responsabilidade ainda muito maior. Então essa reflexão que nós gostaríamos de trazer aos amigos vem a partir dessa pergunta que Filomeno nos traz. Então, queridos amigos, é assim que nós hoje concluímos esse estudo aqui. Agradecemos as nossas queridas Tânia, Vânia por termos compartilhado essas horas e todos que estão aqui conosco. Já os convidamos para a segunda parte dos aprofundamentos na próxima semana e para o capítulo 13º que é riquíssimo. Então, que nós possamos nos preparar para os próximos capítulos. Um grande abraço e nos vemos mais adiante.
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