Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E21 – Cap. 11: Técnicas de Libertação – Parte 1
Na primeira parte do Capítulo 11 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert examina os recursos espirituais e morais que favorecem a libertação dos processos obsessivos. O estudo aborda a força do pensamento disciplinado, o valor das atitudes renovadas e a importância da sintonia elevada como elementos fundamentais para romper influências perturbadoras. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host e resumo: Gisele Risso 🔎 Aprofundamentos: Lusiane Bahia e Tânia Menezes 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #TecnicasDeLibertacao #EstudoDaObra #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Desobsessão #ReformaÍntima #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite, queridos amigos e amigas. É com grande alegria que nós estamos aqui mais uma vez reunidos entre os corações das queridas irmãs Tânia e Luziane para estudarmos mais um capítulo desta obra incrível Loucura e Obsessão, psicografado pelo médium baiano Divaldo Franco, pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Hoje nós estudaremos o capítulo 11 intitulado Técnicas de libertação. Iremos até a metade do capítulo, apresentação do resumo, metade do capítulo nos aprofundamentos de Tân e Luziane e na semana seguinte nós então abordaremos os aprofundamentos da segunda parte. Mas antes de entrarmos no resumo e passarmos a palavra para as queridas amigas, irmãs, nós convidamos a todos para nos unirmos em oração. Amado mestre Jesus, queridos amigos e benfeitores que coordenam este trabalho já de longa data. A nossa gratidão pelo acompanhamento, pelas inspirações, pela condução que nos oportuniza a reunir entre corações tão amados para estudarmos essa doutrina libertadora. Ao nosso mestre Jesus, a nossa perene gratidão neste mês em especial que nos lembramos com mais intensidade da sua vinda à terra. desejos da sua paz, do seu amor, que possamos que fazer com que ele renasça nos nossos corações e nas nossas atitudes. Que os amigos espirituais estejam conosco em cada lar, em cada coração, para que possamos, através do conhecimento, despertar a nossa consciência para as realidades espirituais. Fica conosco, Senhor, hoje e sempre. Muito obrigada. Que assim seja. Então, nós apresentaremos o resumo. Era paraa nossa querida V estar conosco, mas por problemas técnicos não foi possível. Então, nós iremos apresentar o resumo que ela nos preparou do capítulo 11. Então nós vamos aprofundando, né, continuando na nos enrolar dessa dessa história em que Filomeno nos traz neste capítulo que na casa de Catarina Viana, mãe de Carlos, ela e o filho já se haviam recolhido e se encontravam ali velando pelo lar. Quando então o senhor Impédocles, pai desencarnado de de Carlos, um trabalho trabalhador
a de Catarina Viana, mãe de Carlos, ela e o filho já se haviam recolhido e se encontravam ali velando pelo lar. Quando então o senhor Impédocles, pai desencarnado de de Carlos, um trabalho trabalhador afeiçoado ao bem, se junta a eles. Dr. Bezerra de Menezes, também ali presente, deu curso a uma anamnese profunda no organismo físico do paciente, anotando as anomalias que o espírito plasmou no corpo. e depois de demorado exame, esclareceu que Carlos, embora submetido a uma dura expiação, talvez viesse a recuperar expressiva parcela de lucidez. Dr. Bezerra orientou o senhor em Pédocles para conduzir Carlos em desdobramento parcial ao trabalho estabelecido para aquela noite por emerenciana. A hora prasada, então, Miranda e Dr. Bezerra compareceram ao núcleo. Felinto encaminhou-os à presença de irmãenciana, que explicou: "Dedicamos a noite de hoje a serviços especiais em favor dos consulentes da véspera, cujos compromissos no campo das obsessões são muito expressivos. Aplicamos-lhes o choque anímico antes de serem tomadas outras providências. Ante a surpresa de Miranda, Emereciana esclareceu: "Não se surpreenda, amigo Miranda." Da mesma forma que na terapia do eletrochoque aplicada a pacientes mentais, os espíritos que se lhesimantam recebem a carga de eletricidade e deslocando-se dos seus hospedeiros. Aqui aplicamos a incorporação dos espíritos aos médiuns, que resulta no choque anímico, e colhemos resultados equivalentes. prossegue emerenciando, dizendo que trazido o espírito rebelde ou mal fazejo ao fenômeno da incorporação, o perespírito do médium transmite a falta, a alta carga fluídica animal que, bem comandada atúde-o e faz com que ele quebre as algemas e mude a maneira de pensar. Examinando ainda a questão do choque anímico, a mentora explica: "Consideremos o médium como sendo um imã e os os espíritos em determinada faixa vibratória, na condição de malhas de ferro que lhe sofrem a atração. Do mesmo modo, os sofredores, atraídos pela irradiação do médium, absorvem-lhe a
endo um imã e os os espíritos em determinada faixa vibratória, na condição de malhas de ferro que lhe sofrem a atração. Do mesmo modo, os sofredores, atraídos pela irradiação do médium, absorvem-lhe a energia fluídica com possibilidade de demorar-se impregnados por ela. Sob esta ação, a teimosia rebelde, a ostensiva maldade e o contínuo ódio diminuem, permitindo que os receios se lhe instalem no sentimento, tornando maleáveis as orientações e mais acessíveis à condução para o bem, despertando o infrator a fim de que se disponha a recuperação pro seu próprio benefício. As essas explicações, teve então início o culto. Emerenciana assumiu então as características de exescrava, saudou os membros do grupo e abriu a reunião, iniciando então o programa de atendimento mediúnico. Dentre os obsessores que seriam socorridos, alguns se mostravam deformados, revelando truculência, presunção, arengavam ameaças, muito embora se encontrassem retidos pelos auxiliares da tarefa socorrista, que se utilizavam de uma rede fluídica, impedindo que eles invadissem ali o local. Usando expressões vi, afirmavam que estavam ali constrangidos. Os obsessores mais perversos, que exibiam carantonhas apavorantes, atiravam dardos que se diluíam no ar. Era um campo de batalha onde as forças mentais se enfrentavam. Miranda percebeu no meio deles alguns exus que iriam experimentar o choque anímico, liberando-se das pesadas ideoplastias que os transformaram exteriormente em razão do cultivo mal das ideias extravagantes e ediondas. Emerenciana, postada no centro do círculo em movimento, chamou uma das médicos. Tratava-se de uma jovem de aparência frágil e pálida, porém dotada de grande sensibilidade. Miranda notou então que da rede de defesa saiu um exu, como se houvesse conseguido romper a defesa e, sem delongo, incorporou a médium de forma brusca, contorcendo-se com um olhar esgaziado, como se caísse numa armadilha. A união fluídica era de tal forma que parecia ter havido uma quase fusão ser a ser que se harmonizava.
u a médium de forma brusca, contorcendo-se com um olhar esgaziado, como se caísse numa armadilha. A união fluídica era de tal forma que parecia ter havido uma quase fusão ser a ser que se harmonizava. O rosto pálido da médium adquiriu um tom vermelho escuro, consequência da aceleração sanguínea, e uma transfiguração modelou-lhe um quase símbile do espírito comunicante. Merenciana, que prosseguia contendo a médium em transe, dialogou com et no mesmo dialeto, impondo-lhe sua vontade firme. Volte ao normal. Você é o espírito criado por Deus", ordenou-lhe a mentora. Desnude-se e saia dessa situação. José Manuel foi o seu nome quando esteve sob o comando doloroso do Senhor Branco. José Manuel é você. Ouça e acorde agora. Volte. Acorde, José Manuel, insistiu emerenciana. A face espiritual do obsessor do obsessor passou a sofrer uma metamorfose como se fosse plasmada em cera hora aquecida. começou a desfazer-se, permitindo que surgisse um homem de 30 anos, cansado prematuramente, com marcas de chicote no rosto e nas costas, recordando os suplíços que lhe foram infringidos. Despertando e desembaraçando-se da construição que prosseguia padecendo, ele pôs-se a chorar em desesperação, a todos confrangendo. A benfeitora abraçou-o, depois segurou pelas mãos e disse: "Lembre-se de Jesus, crucificado sem culpa. Ele voltou e jamais acusou. Sequer perguntou qualquer coisa ao negador ou referiu-se ao amigo traidor. Pense em Jesus e perdoe. Você será feliz e tudo ficará esquecido. Cante agora, cante a sua vitória. O espírito não entendia a ocorrência em toda sua extensão, mas sentia-se aliviado como se estivesse privado do oxigênio por algum tempo e voltasse a respirar. Subitamente, porém, desmaiou, provocando na média um vaga do simultâneo. Sem se perturbar, a mentora deslindou da médium e despertou-a. Prontamente, a moça acordou e foi devolvida ao círculo. Felinto, notando a perplexidade de Miranda, comentou: "Um tanto primitivo, sim, porém eficiente, talvez grotesco, no entanto portador de excelentes
ntamente, a moça acordou e foi devolvida ao círculo. Felinto, notando a perplexidade de Miranda, comentou: "Um tanto primitivo, sim, porém eficiente, talvez grotesco, no entanto portador de excelentes resultados. O tratamento para exoantropia foi demorado por causa da imposição da monoideia deformante e instilação exterior do ódio, além do que lhe jazia em germen no ser atordoado, logo que deixou o corpo pela morte infame na punição que lhe aplicaram por coisa de pequena monta. A desimantação teria que receber uma técnica de choque através de vibrações dissolventes que atuassem no paciente, de dentro para fora pelo despertar da consciência e de fora para dentro, desregulando a construção física da aparência que lhe foi colocada por modelagem do psiquismo do agente e pelo paciente aceito. Agora ele dormirá para o necessário reequilíbrio do perespírito, sendo recambiado pelos automatismos das leis à reencarnação que o reajustará plenamente. Os labores prosseguiam. Estava agora no centro da roda um homem robusto que passava por tratamento. No momento da incorporação foi trazido da área onde se encontravam os espíritos perversos uma entidade relutante e blasfema, que foi aproximada do sensitivo, produzindo o fenômeno com rapidez. Estoregando, o obsessor afirmava não abandonar os propósitos a que se aferrara. Espmejante de olhos que saltavam das órbitas, as narinas dilatadas, deformou a postura do homem que o incorporava mediúnicamente, erguendo os braços e desferindo golpes no ar. Quando emerenciano informou que ele iria sofrer já o efeito da prisão na qual se achava e cujo corpo não podia manipular, o espírito começou a sentir-se debilitado. Nesse momento, a ação do perespírito do encarnado sobre ele fez-se mais forte e começou a encharcá-lo do fluido animal. Essa energia de constituição mais densa produzia na entidade sensações que o angustiavam como se fosse uma asfixia contínua. As forças que lhe eram aplicadas pela benfeitora e a psicosfera geral incidiam sobre a entidade de forma desagradável,
duzia na entidade sensações que o angustiavam como se fosse uma asfixia contínua. As forças que lhe eram aplicadas pela benfeitora e a psicosfera geral incidiam sobre a entidade de forma desagradável, demonstrando-lhe o limite da própria vontade e a debilidade de meios para prosseguir no alucinado projeto do mal a que se apervorava. A entidade então pediu socorro de modo que se lhe diminuíssem a aflição a que se encontrava submetido. Emerenciana falou-lhe então com gravidade: "Por que reclamas se é o que fazes ao teu próximo? Sabes que o mal atrai o mal e, no entanto, prossegues exercendo. Não ignoras que és frágil, todavia impões a tua mentirosa força. Se não tens misericórdia, por que a pedes? Até quando ficareis na ação do mal? Está esta será a tua sombra e periodicamente serás alcançado pelo seu efeito danoso. Agora é o teu momento de decisão. Liberdade ou cárcere? Que preferes? O espírito vencido pelas circunstâncias suplicou: "Anjo da justiça, dá-me outra oportunidade. Não sei exatamente o que faço. Ajuda-me para liberdade e eu ajudarei também". Emerenciana disse-lhe: "Sou apenas tua irmã que te busca para a felicidade. Confia. Quase a tua vítima, conforme agora o Senhor te faz. segue em paz e medita. Chorando de sadia emoção, derivada do despertar da consciência, o espírito foi retirado e conduzido a uma sala contígua. Felindo explicou que ele iria ouvir uma ligeira palestra antes de ser conduzido a um instituto especializado para o tratamento das chagas morais refletidas no seu perespírito. E para encerrar, diz Felimpo, a sua resolução positiva ainda é débil e deve ser ajudada a fim de que não retroceda um capítulo intenso, né, que daria acho que umas quatro aulas de aprofundamento, mas nós vamos agora passar a a palavra pra querida Tânia, iniciar então os aprofundamentos. Seja bem-vinda, Tânia, querida. A palavra está contigo. >> Boa noite, Gisele. Boa noite, Lu. É uma alegria estarmos aqui reunidas para mais um encontro de estudos e a todos vocês que já se encontram conectados para mais
ia, querida. A palavra está contigo. >> Boa noite, Gisele. Boa noite, Lu. É uma alegria estarmos aqui reunidas para mais um encontro de estudos e a todos vocês que já se encontram conectados para mais este encontro. Eu queria iniciar refletindo sobre o próprio título, quando Miranda atribui técnica de libertação. e fiquei a pensar e levo esta reflexão para que vocês também possam pensar hoje, reconhecendo o que nós ainda carregamos de mazelas, o que é que nós apontaríamos como necessidades para a nossa libertação? Porque certamente nós, fazendo uma análise da nossa postura de como temos agido, encontraremos alguns pontos que seriam necessários o afastamento do nosso proceder, porque eles não estão de acordo, talvez, com as leis do nosso pai. Se tivéssemos em um outro patamar evolutivo, certamente estaríamos situados em um mundo mais avançado. Mas estamos no planeta Terra, mundo de provas e expiações, caminhando para o mundo regenerado. Então, a reflexão inicial, que cada um possa estar pensando naquilo que precisa libertar-se. E aí nós trazemos o que Miranda apresenta neste parágrafo inicial a respeito do pai de Carlos, o senhor em Pédoclis. Este é um indivíduo que na descrição de Miranda, quando esteve na sua última encarnação, caracterizava-se por ser aquela pessoa correta. que tentou deixar para o seu filho e quando a gente vai logo mais adiante, eh, tratando de dona Catarina, que também era uma mãe exemplar, podemos perceber que ambos, os pais, eles tinham características que era para deixar esse legado ao seu filho Carlos. o Pai na sua devoção para o bem. E aí pensamos no que Allan Kardec ele vai trazer para nós lá no livro O céu inferno, que todos nós somos livres para podermos fazer as nossas escolhas na direção do progresso. Quando Miranda fala desta devoção para o bem, nós podemos imaginar que a trajetória de um ser para chegar a este patamar de caminhada na direção do bem, ele transitou por muitos percalços, por desafios, por obstáculos e vai ao longo desta caminhada percebendo
maginar que a trajetória de um ser para chegar a este patamar de caminhada na direção do bem, ele transitou por muitos percalços, por desafios, por obstáculos e vai ao longo desta caminhada percebendo aquilo que de fato é relevante. Ninguém chega ao patamar de devoção do bem sem ter transitado pelas agruras, sem ter eh feito essas melhores escolhas para poder seguir na direção do bem. E o que ele percebe o senhor em Pédoclis quando ele vai observando o que poderia desencadear na atual encarnação do seu filho. Já foi estudado no capítulo 4, o drama de Carlos, onde nós sabemos que ele trazia a esquizofrenia como um diagnóstico e isso era fruto de ações que foram praticadas no passado. Nós sabemos que tudo quanto estamos a espiar, podemos dizer assim, pode ser fruto de ações atuais ou ações anteriores, conforme o próprio Allan Kardec vem nos apresentar no capítulo 5, bem-aventurados aflitos. E tem quatro causas atuais das aflições. E tem cinco, causas anteriores das aflições. Mas o pai de Carlos, eu vou sempre falar o pai de Carlos porque o nome é tão diferente em Pédoclis, né? E aí a gente fica às vezes até atrapalhando na pronúncia da palavra. O pai de Carlos, ele percebendo que eh Carlos poderia estar se afastando da sua daquele compromisso, então ele vai trabalhando no mundo espiritual. E aí nós destacamos somente esses espíritos já de uma envergadura espiritual mais elevada tem a percepção do trabalho que precisa desenvolver para atingir o seu objetivo. E o exemplo da irmã emerreciana, ele é muito forte nesse sentido, porque sabemos que ela começou os trabalhos na instituição de matrizes africanas para atender a uma demanda que era pessoal. E uma vez atendido o seu objetivo, ela poderia ter se afastado da tarefa. No entanto, ela percebendo que outras mães passavam por dificuldades que ela tinha atravessado, então ela fez a melhor escolha de continuar desenvolvendo essas atividades para poder atender as outras mães. E toda esta ação, ela vai gerar créditos espirituais. O que o pai de Carlos ele
ravessado, então ela fez a melhor escolha de continuar desenvolvendo essas atividades para poder atender as outras mães. E toda esta ação, ela vai gerar créditos espirituais. O que o pai de Carlos ele resolve fazer? Trabalhar auxiliando aqueles espíritos recém desencarnados e que estavam em situações mais difíceis. E esta ação estaria levando para ele esses créditos que poderiam ser utilizados em favor do seu filho e que foi exatamente o que aconteceu. É interessante quando nós acompanhamos as narrativas de Filomeno de Miranda, nós não sabemos dos bastidores, por exemplo, quanto tempo de trabalho o pai de Carlos já tinha no mundo espiritual para poder chegar até esta ação que culmina na assistência da equipe espiritual sobre o comando do Dr. Bezerra de Menezes. E é claro que fazermos uma análise deste tempo a nível espiritual é muito distante do que nós conhecemos com o eh em relação a este tempo físico. E aí a gente vai, é, percebendo que tudo isso está sobre o comando de uma lei maior, porque todos nós, independente da nossa condição, na percepção de que podemos auxiliar um ente querido, vamos fazendo um trabalho que vai nos conferindo esses créditos espirituais e no próprio planejamento da reencarnação. Esses créditos espirituais podem ser utilizados favorecendo a um ente querido para poder diminuir as suas dores, diminuir os seus sofrimentos. É claro que nós não podemos eh tomar todas as dores, por exemplo, de um nosso, de um ente querido, de um familiar, de um pai, de uma mãe, de um filho. Eu vou utilizar algo para amortizar uma dívida. E aí quando nós pensamos também nesta questão do exemplo, porque ele foi o exemplo quando esteve encarnado. E como Carlos é jovem, ele perdeu o seu pai cedo, então perde uma referência de alguém que já era um exemplo. que isso certamente juntando com aquilo que ele trazia como diagnóstico deve ter causado um impacto na vida dele. Mas pensar neste exemplo nos fez lembrar de um livro que eh o nosso querido Raul, ele escreveu sobre a psicografia de Camilo,
que ele trazia como diagnóstico deve ter causado um impacto na vida dele. Mas pensar neste exemplo nos fez lembrar de um livro que eh o nosso querido Raul, ele escreveu sobre a psicografia de Camilo, minha família, o mundo e eu. Tem um trechinho aqui que eh Raul vai trazer para nós, que se aproxima muito do que eh é este exemplo dos pais de Carlos. Jamais te esqueças de levar os teus filhos e netos, sejam sejam crianças ou jovens, a pensar em Deus e a respeitar as suas leis no exercício para amá-lo sem medos e nem pieguismos. Então, observemos que a dona Catarina, ela era católica, praticante e tomou o conhecimento que naquela instituição poderia trazer a cura para o seu filho. Então, ela tinha, ela professão. Então, este exemplo é algo que nós precisamos pensar do que estamos fazendo em termos de ser o exemplo para aqueles que estão ao nosso redor, sejam eles crianças, sejam eles jovens, porque estamos sendo observados por todos aqueles com os quais nós convivemos, seja na família, seja no mundo social, seja no mundo do trabalho. Então, é importante nós cuidarmos daquilo que estamos levando para que, de fato, a nossa fala ela seja representada pelo nosso exemplo. E aí segue também e nessa fase inicial do capítulo, a lembrança de Miranda, que não observou a presença dos obsessores naquele momento e destaca os dois espíritos que estavam cuidando daquele ambiente espiritual. E aí nós lembramos que lá em capítulos anteriores a irmã emereciana, ela destaca dois espíritos para cuidar de Carlos, mais dois para cuidar de Lício e mais dois para cuidar de Aderson. exatamente. Para que nessa proteção espiritual, os trabalhos que a equipe estava planejando, esses trabalhos eles pudessem ser desenvolvidos sem que esses impedimentos eles pudessem estar comprometendo aquilo que estava sendo planejado. E aí nós vamos imaginar o quanto todos nós aqui, nós estamos falando de uma narrativa, de um relato que nós sabemos que as obras de Filomeno de Miranda são obras que relatam experiências e fatos que aconteceram.
mos imaginar o quanto todos nós aqui, nós estamos falando de uma narrativa, de um relato que nós sabemos que as obras de Filomeno de Miranda são obras que relatam experiências e fatos que aconteceram. Mudam-se os nomes, mas os fatos são reais. E aí nós imaginamos, ai será que eu também tenho esta proteção? Todos nós temos. Agora precisamos estar fazendo para poder merecer mais a proteção. Deus não desampara a nenhum dos seus filhos. Agora, o amparo será maior conforme também seja a nossa dedicação, o nosso trabalho, o nosso esforço, que é algo que eh foi trazido aqui em relação a essa conduta moral apresentada por dona Catarina. E aí a gente lembra inclusive daquela questão que Kardec nos traz abrindo na primeira parte, na terceira parte de O livro dos Espíritos, que inicia com a lei divina ou natural, no tópico o bem e o mal. A questão que vai abrir este tópico, que é a 629, quando Kardec indaga que definição se pode dar de moral. A moral foi apresentada aqui por Miranda em relação à dona Catarina. A escala de valores morais aqui é muito considerada. Então, mostra que dona Catarina ela estava exatamente na condução da sua existência conforme a lei de Deus. Que definição se pode dar de moral? Respondem os benfeitores. A moral é a regra do bem proceder. Funda-se na observância da lei de Deus. Eu procedo bem quando eu estou na direção desta lei. Ou seja, a mãe de Carlos, ela tinha uma conduta, ela tinha uma vivência que traduzia esta integração com a lei de Deus. Não é fácil e é preciso o esforço. Aí este esforço ele vai muito de encontro ao que nós chamamos o nosso processo de evolução consciente, quando nós reconhecemos que precisamos vencer etapas, que é aquele reconhecimento quando nós lançamos a a questão inicial em relação a o que eu reconheço como necessidade de libertação. Não adianta eu só reconhecer. É claro que isso é um passo importante, mas eu posso ficar só no reconhecimento e não fazer o investimento para esta libertação. E para que eu avance, eu vou
libertação. Não adianta eu só reconhecer. É claro que isso é um passo importante, mas eu posso ficar só no reconhecimento e não fazer o investimento para esta libertação. E para que eu avance, eu vou precisar ter este esforço, que é justamente o que eu vou reunir para poder eh ultrapassar os obstáculos, vencer os desafios. E paralelo a esse esforço, eu tenho que mobilizar a vontade. A vontade de quê? De sair daquele lugar. Imaginemos uma mãe, dona Catarina, já viúva, ficou viúva cedo com filho jovem e que trazia um diagnóstico que para a época, se nós formos observar a época deste livro e a época que isso aconteceu, né, em décadas atrás, a esquizofrenia era muito mais difícil de se lidar. Então, esta mãe jovem que estava viúva e se deparando com uma condição de seu filho, filho único, que é um outro detalhe, né? E que ela precisava dar conta e fazer um investimento para poder alcançar aquilo que era a sua meta e que ela desejava. E aí vem a presença do Dr. Bezerra de Menezes, que vai estar sinalando uma anamnese física. É um detalhe que Filomeno destaca aqui a anamnese física, Carlos Encarnado. E esta visão que o benfeitor ele vai ter destas condições. Então o Dr. Bezerra de Menezes vai falar destas anomalias que foram registradas a nível perespiritual e as marcas que vão se traduzir através da expiação. Carlos espiava, espiava decorrente de experiências pregressas que foram vividas. E aí nós também vamos estar lembrando do que Allan Kardec nos apresenta lá no capítulo séo do livro Céu e Inferno, As Penas Futuras segundo o Espiritismo, no tópico Código Penal da Vida Futura, onde ele nos apresenta 33 artigos que vão estar eh trazendo dissertações a respeito daquilo que reconhecemos eh como as nossas falhas como os nossos equívocos. E aí ele vai dizer, por exemplo, no artigo 9o que toda falta que nós cometemos, ela vai exigir de nós o ressento. Ou seja, como é que eu vou ressarci uma falta, um equívoco que foi uma dívida que eu contraí? E aí vem a expiação. Mas a expiação
9o que toda falta que nós cometemos, ela vai exigir de nós o ressento. Ou seja, como é que eu vou ressarci uma falta, um equívoco que foi uma dívida que eu contraí? E aí vem a expiação. Mas a expiação como segunda fase só acontecerá mediante o arrependimento, que é o primeiro passo. Enquanto eu não me arrepender daquilo que foi o meu equívoco, eu continuarei levando a minha as minhas existências e depois a expiação ela chegará de maneira mais intensa. Mas se esse arrependimento ele se der de maneira mais rápida, também vai aliviar esse processo da expiação. E aí pensemos uma mãe que era devotada ao bem também e que se utilizou da oração. Mais uma vez, Filomeno de Miranda vem falar deste poder da oração da mãe. Lembramos lá quando estudamos na nas fronteiras da loucura no primeiro capítulo que Filomeno intitula Recorre a oração, que é uma mãe orando pela sua filha Julinda. Que esta oração chega ao Dr. Bezerra de Menezes que está que é acionado no posto de socorro e ele vai eh diretamente fazer o atendimento ou ao apelo daquela mãe. Então é o poder da oração que ela também, uma pessoa devota, uma pessoa dedicada e integrada a essas leis, buscava para poder amenizar não somente aquilo que o seu filho estava atravessando, mas também as próprias dores que nós imaginamos que ela atravessava. E aí também, eh, ainda voltando ao capítulo séo, no artigo 10º do Código Penal da Vida Futura, eh Kardec vai dizer para nós que o espírito vai sofrer no mundo espiritual, no mundo corporal, as consequências das suas faltas. Aí é que entre a expiação. Qual é a definição que Kardec nos traz da expiação? os sofrimentos físicos e morais decorrentes de uma falta. E a gente vê claramente que Carlos passa pelos dois processos, físico e moral, porque esta consciência de culpa, ela tenta se esconder e aí vem todos esses processos de ordem mental que vão sendo desencadeados e que resulta no processo da expiação. Então, em síntese, são esses primeiros aprofundamentos que nós queríamos trazer. Lembrando que está a
esses processos de ordem mental que vão sendo desencadeados e que resulta no processo da expiação. Então, em síntese, são esses primeiros aprofundamentos que nós queríamos trazer. Lembrando que está a cargo de todos nós mudarmos o curso das nossas dores, procurarmos eh nos equivocar menos, fazer com que o dia de hoje seja melhor do que o dia de ontem. E de que maneira nós podemos fazer isso? buscando cada vez mais uma maior integração a essas leis, uma maior vivência do evangelho de Jesus. Talvez não seja tão fácil diante dos inúmeros desafios que estejamos a nos deparar. Mas o que é que nós estamos fazendo aqui neste momento no estudo, em outros estudos que nós buscamos, a renovação, a transformação e de fato poder eh perceber que em cada uma dessas experiências, que são mais desafiadoras, sempre podemos extrair as melhores lições, não atribuindo ao outro aquilo que é é uma responsabilidade nossa, porque às vezes diante das circunstâncias que estamos vivendo, ah, mas foi o outro, foi o outro em conjunto comigo, porque nada é do acaso, tudo tem um propósito. Então, temos a assistência, sim, desses benfeitores espirituais que estão atentos às nossas necessidades, mas precisamos tomar mais a direção das nossas existências e termos mais responsabilidade perante aquilo que nós assumimos, estabelecemos como metas antes de reencarnar. Um abraço a todos e que Jesus nos abençoe. >> Obrigada, Tânia. Excelentes contribuições, apontamentos para que a gente possa realmente tomar de vez as rédias da nossas pr da nossa própria vida. Luziane, querida, seja bem-vinda, bem-vinda. A palavra está contigo. >> Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Nós gostaríamos de agradecer imensamente por essa oportunidade de estarmos juntos aqui, estudando, refletindo, meditando. Agradeço imensamente a Gi por nos receber, por est aqui nos acolhendo, nos conduzindo na noite de hoje e também ter conduzido o resumo. Agradecer a Vânia por ter nos trazido um resumo tão lindo,
ando. Agradeço imensamente a Gi por nos receber, por est aqui nos acolhendo, nos conduzindo na noite de hoje e também ter conduzido o resumo. Agradecer a Vânia por ter nos trazido um resumo tão lindo, tão completo, como ela sempre nos traz, que nos envolve e a gente vai percebendo toda a descrição do benfeitor e toda a magia que esse livro nos concede. E agradecer também a nossa querida Tânia, nossa irmã, por nos trazer tão lúcidas palavras com didatismo. E olha o que que ela deixou pro nosso pensamento. Quais são essas técnicas de libertação? Mas do que que a gente precisa se libertar? do que que a gente precisa se desvencilhar para que daí a gente possa descobrir essas técnicas que devem ser eficazes para esse processo. E cumprimento a cada um de vocês que já estão chegando aqui, trazendo seus cumprimentos, acompanhando conosco, entrelaçando o coração, mas também aqueles que vão assistir posteriormente, porque esse é o momento em que nós separamos, assim, destacamos para estar estar nesse contexto de fraternidade, aprendendo juntos. A Tânia já trouxe um leque aprofundado de fatores tão significativos a nós observarmos nesse capítulo. E é um capítulo que quando a gente vê o título Técnicas de libertação ou libertadoras, que traz essa proposta de de nos desprendermos das amarras, à medida que a gente vai lendo o capítulo e a gente viu isso no resumo, vamos percebendo que essas técnicas estão de coração para coração. o quão é essencial ter nesse processo todo um ao outro. Como a gente não consegue se desvencilhar das nossas dores, das nossas amarras, das nossas dificuldades, do nosso primarismo, da nossa ignorância, sem que a gente tenha o outro. E aí é que vem o primeiro engano nosso. Quando a gente imagina que pode vivenciar a experiência da vida, encarnados ou desencarnados sozinhos. Isso não existe, minhas irmãs, meus irmãos. Estamos sempre vinculados e temos nessa vinculação a oportunidade também de libertação, porque um estamos aqui uns aos outros para nos sustentarmos mutuamente, para
existe, minhas irmãs, meus irmãos. Estamos sempre vinculados e temos nessa vinculação a oportunidade também de libertação, porque um estamos aqui uns aos outros para nos sustentarmos mutuamente, para nos apoiarmos, para um servir de esteio para o outro e vice-versa, porque a vida ela é tão mágica na magia da fraternidade, na magia da solidariedade, da caridade, que aqui, principalmente aqui na vida material, Quantas vezes somos aqueles que auxiliam e que somos auxiliados para ou por aqueles que auxiliamos? Quantas vezes? E quanto isso é tão especial porque é múto e vai construindo essa tescitura do amor para a nossa convivência. Então esse é um capítulo que é de coração para coração. É verdade que é o livro todo, mas é porque como o benfeitor destaca essas técnicas, elas estão pautadas nessa entrega um para com o outro. E quando ele vai descrevendo, eu gostaria de destacar também um ponto que ele traz sobre a fluidoterapia. Ele fala: "Ah, o passe, a fluidoterapia quatro vezes no dia para desimantar, desencharcar daquelas vinculações tóxicas. Olha como é interessante que aqui quando a gente tá encarnado e a gente tá na casa espírita, quantas vezes a gente vai ao atendimento fraterno e diz assim: "Olha, é interessante você manter a rotina, a disciplina em relação às palestras doutrinárias, em relação ao passe, a frequência aos grupos de estudo, a frequência ao trabalho, a doação no bem". Então, vejamos que essas técnicas que nos são orientadas aqui são utilizadas pelos benfeitores espirituais. Não é algo que a gente visualiza só aqui como a prática material. É a prática para o espírito, para essa desimantação, esse desencharcar perespiritual, retirando mazelas e miasmas que nos intoxicam. E o quanto isso nos promove em nós uma psicosfera reiterada que faz com que respiremos aquele mesmo ar de melancolia, de tristeza, de depressão, de agonia, de ansiedade, de angústia, porque não estamos permitindo essa circulação energética e essa oportunidade de respirarmos ares novos. Então, olha como
de melancolia, de tristeza, de depressão, de agonia, de ansiedade, de angústia, porque não estamos permitindo essa circulação energética e essa oportunidade de respirarmos ares novos. Então, olha como o passe que está na nossa casa espírita, a gente sabe que ele é eficaz, mas não custa a gente reiterar isso, porque aqui ele é um método bem utilizado pelos benfeitores para promover a o objetivo, o alcance do objetivo, que é essa esse aspecto mais desimantado, como aqui nós expressamos. E isso vai trazendo a oportunidade para vislumbrarmos novos ares e novas perspectivas. Um outro ponto que a gente achou super interessante é que a dona Catarina, ela está lúcida, ela está no momento do sono do corpo físico, mas ela está lúcida para a vida espiritual. Tanto que ela visualiza os benfeitores, o Dr. Bezerr Menezes, Manuel Flamengo de Miranda, e ela diz que só podem ser anjos, porque ela traz aquela percepção para o seu conhecimento religioso, paraa sua crença. Mas há algo muito importante aí. Primeiro que, independente da crença, nós temos como estar lúcidos no plano espiritual. E ela nos demonstra isso, porque essa lucidez vai representar ou vai ter correspondência para estar lúcida e contribuindo. Vai ter muito a ver com o seu aspecto moral, com a sua bondade que é genuína. A Tânia colocou que o Dr. Bezerra destaca a questão das preces e é por isso que as suas preces são atendidas. Era um coração sincero. A sua vontade era genuína. a expressão de querer cuidar, ver melhor o seu filho. Tudo isso era real, era verdadeiro. Então, ela apresentava no seu mundo íntimo um caráter digno de poder no sono do corpo físico recepcionar os espíritos. E é tão interessante que o Dr. Bezerra responde que são todos irmãos e que buscam o processo da evolução, da transformação, onde todos estamos ainda muito distantes. A humildade desse servidor humilimo e paternal de sempre que sempre nos encanta. Mas esse essa condição lúcida também nos chamou atenção para um outro aspecto que é a escolha que
inda muito distantes. A humildade desse servidor humilimo e paternal de sempre que sempre nos encanta. Mas esse essa condição lúcida também nos chamou atenção para um outro aspecto que é a escolha que queremos para nós no plano espiritual. Nós queremos a lucidez, a consciência ou estarmos tateando, perdidos, meio que desencontrados. E não estamos falando a eh em relação à desencarnação, em relação à partida do corpo físico e a nossa nosso reencontro com a vida espiritual. Estamos expressando exatamente o que o benfeitor destaca, exatamente uma situação de sono. Como é que a gente tá se preparando pros nossos sonos? Qual o preparo que nós fazemos antes de depositarmos o corpo físico no leito? Estamos fazendo a nossa oração, fazendo a nossa leitura, buscando elevar o pensamento, conectar-se com o anjo da guarda, pedir ao anjo da guarda para que ele nos auxilie nesse processo, que ele nos oriente, que ele nos conduza. Por que, minhas irmãs, meus irmãos, no momento do sono, nós espíritos temos uma liberdade e nem sempre há conexão entre aquilo que aqui fazemos na vigília com o que guardamos no nosso mundo íntimo, os nossos anseios, os nossos desejos incontos e não saciados, as os nossos medos, tudo isso no momento que estamos no sono, em desdobramento, Nós temos a o eclodir desses fatores e isso pode nos direcionar para aquele ou aquele outro objetivo. Videra Manuel Filoso de Miranda, Sexo e Obsessão, onde a cidade sinistra era mantida psiquicamente por muitos encarnados. Muitas pessoas que estavam encarnadas, que no sono do corpo físico se deslocavam para aquela região de licenças morais. e mantinham psiquicamente aquele ambiente. Grande presença, grande contribuição dos encarnados. Então, olha o cuidado que a gente deve ter para a preparação do sono. E a gente se questionar o que que eu quero com esse esse sono? Eu vou contribuir, eu vou continuar estudando? Eu vou trabalhar? Eu vou colaborar? Eu quero estar lúcido, participar ou eu vou estar nessa perturbação, atendendo esses
que eu quero com esse esse sono? Eu vou contribuir, eu vou continuar estudando? Eu vou trabalhar? Eu vou colaborar? Eu quero estar lúcido, participar ou eu vou estar nessa perturbação, atendendo esses desejos incontos, a esses esses escaninhos da alma, esses sombreamentos que eu não conheço e que podem ser perniciosos, porque nós temos a história da nossa vida enquanto encarnados, desencarnados, mas também nas experiências de desdobramento. Mas aí o benfeitor vai trazendo outras lições e tem uma frase bem interessante que ele fala sobre a paciência. Eu só queria destacar o que que ele diz que é necessário conquistar a virtude da paciência, a vigilância moral e a disciplina mental. Olha que interessante, para que a gente conquiste a virtude da paciência, a vigilância moral, ou seja, de que forma eu tô me comportando, vigiar os meus comportamentos, vigiar as minhas atitudes, os meus pensamentos, as minhas palavras e os meus atos para que eles não sejam perniciosos, nem sejam prejudiciais. Porque se eu prejudico alguém, não há paciência. Paciência é a ciência da paz. Não há conceito de paz, de tranquilidade, de harmonia. De outro lado, disciplina mental. Se eu permito qualquer tipo de pensamento, qualquer tipo de influência e um descalabro total da minha percepção de pensamentos, como é que eu vou ficar? Como é que eu vou conquistar essa virtude da paciência? Eu vou estar acelerada no pensamento, vou estar incontida nesse comportamento moral de defecções, de faltas e não vou ter a harmonia, o equilíbrio. Então, a gente achou bem interessante esse destaque dessa frase, porque nos convida a buscarmos essa virtude no dia a dia, mas não imaginando que ela é fruto de um processo exterior, que é de algo que eu vou construir no meu mundo exterior, adornando o ambiente para que ele me provou, me promova essa tranquilidade, essa paciência, essa paz, uma vez que é um cultivo interior. Mas Manuel Filamento de Miranda também chama atenção quando ele vai conversar a respeito dessas técnicas e de como elas
essa tranquilidade, essa paciência, essa paz, uma vez que é um cultivo interior. Mas Manuel Filamento de Miranda também chama atenção quando ele vai conversar a respeito dessas técnicas e de como elas vão se desenvolver. Ele chama atenção de que nada adianta a gente estudar, observar, imitar e pensar e sem pensar, fazendo um esforço que é como se fosse um esforço sem rumo. Eu achei isso tão interessante, estudar, observar, imitar, mas sem pensar. Veja que se a gente imitar pensando, tá tudo certo. Por quê? Porque Jesus é o modelo e guia da humanidade. Imitá-lo pensando, refletindo, querendo, logicando, percebendo o ato consciente, o ato advindo da vontade, tá tudo certo. Mas quando eu faço isso sem pensar, eu não tô fazendo processo de sabedoria. E aí ele vem dizer, ele vem admitir que ele não sabe o a consecução daquela técnica, mas ele diz o quão é valioso que nós admitamos, que nós, ou seja, que nós saibamos que não sabemos. É meio que Sócrates propõe para que a gente reflita que a gente, em termos de percepção, de conteúdo, o quão é interessante pro nosso aprendizado nós sabermos o que não sabemos. Porque se a gente sabe o que a gente não sabe, a gente vai buscar saber e vai buscar encontrar esse conhecimento, ao invés de ficar enganando a si mesmo. Porque quando a gente imita sem pensar, nós estamos tendo atos exteriores. É o que a Joana de Angeles no livro Homem Integral chama de Homem Aparência. Estamos tendo comportamentos aparentes, comportamentos superficiais e que não tocam o nosso mundo íntimo, que não tem correspondência com o nosso mundo íntimo. Então, estudarmos sim, observarmos sim, imitarmos também, obviamente que o que é bom imitarmos, mas pensando, porque aí o nosso esforço vai ter uma direção, vai ter um rumo seguro, porque eu estou sabendo porque eu estou buscando aquele conteúdo. ao invés da gente se iludir, imaginando que esses fatores que nós exteriorizamos representam o nosso mundo íntimo, porque nem sempre é assim, o quão nós somos incoerentes, o quão nós sabemos dos
eúdo. ao invés da gente se iludir, imaginando que esses fatores que nós exteriorizamos representam o nosso mundo íntimo, porque nem sempre é assim, o quão nós somos incoerentes, o quão nós sabemos dos conceitos, das teorias, das orientações, falamos, pensamos, mas não agimos em muitos contextos. E essa é a incoerência. E essa incoerência que precisa de ajuste para que nós consigamos nos harmonizar. essa coerência entre o externo e o interno, essa busca pela equalização. A Joana buscando lá da psicologia transpessoal, buscando de Yung, chama de individuação, essa percepção nossa, identificando quem nós somos, entendendo quais são as nossas conquistas, mas também aquilo que a gente ainda não conquistou e que a gente precisa buscar. Mas para finalizar as nossas palavras e também vai finalizando as reflexões dessa primeira parte que nós estamos aqui conversando, eh Manuel Flâ de Miranda, ele fica eh curioso em relação ao choque anímico. E eu queria trazer uma curiosidade a respeito disso, porque nesse livro aqui, ó, que é o Espiritismo de A a Z, ele é um livro da Federação Espírita Brasileira, é organizada por um querido irmão que é o Geraldo Campete Sobrinho. Ele é um livro que compila, ele compila conceitos doutrinários de 353 livros publicados pela Federação Espírita Brasileira. Aí quando a gente vai aqui, ele é tipo um glossário, né? Então, a gente procura a palavra que tá em ordem alfabética e aqui a gente procurou a palavra choque anímico. Quando a gente acha, vê se vocês reconhecem esses textos, presta atenção. Da mesma forma que na terapia do eletrochoque aplicada a pacientes mentais, os espíritos que se lizem e mantam recebem a carga de eletricidade, deslocando-se com certa violência dos seus hospedeiros. Aqui o aplicamos através da psicofonia atormentada, que preferimos utilizar com o nome de incorporação, por parecer-nos mais compatível com o tipo de tratamento empregado e colhimos resultados equivalentes. Aí bota um colchete assim com as eticências e vem um outro
s utilizar com o nome de incorporação, por parecer-nos mais compatível com o tipo de tratamento empregado e colhimos resultados equivalentes. Aí bota um colchete assim com as eticências e vem um outro trechinho. Trazido o espírito rebelde o mafzejo ao fenômeno da incorporação, o perespírito do médium transmite-lhe alta carga fluídica animal. Chamemo-la assim que bem comandada a Túdio, palo quebrar algemas e mudar a maneira de pensar. Reconheceram o texto? Pois bem, é do livro Loucura e Obsessão. Mas olha que interessante, em choque anímico a gente só tem esses dois trechinhos. Olha a importância desse livro que a gente tá estudando, de 356 livros publicados pela Federação Espírita Brasileira. Esse aqui, não é que os outros livros não falem sobre choque anímico, mas esse aqui tem o conceito, tem o destaque que fez com que fosse colocado nessa obra organizada a partir de várias obras para que a gente pudesse ter uma orientação acerca do choque animo, que nada mais é do que esse impacto, esse essa contribuição do médium, essa contribuição animal, esse fluido animal, a contribuição para esse irmão que vai chegar e comunicar-se, porque esse choque Porque a necessidade desse choque, porque vai promover um despertamento. O espírito no mundo espiritual às vezes está sem reconhecer espaço e tempo. tá fixado nas mesmas emoções, nos mesmos sentimentos de há séculos, parado no tempo, parado na situação, parado naquele foco, naquela monoideia, sem perceber que está perdendo um grande tempo, que está adiando sua felicidade, que está se apartando da do que é bom, do que é belo, e que está lhe acarretando dor. Então, quando há esse choque anímico e as comunicações mediúnicas, elas promovem isso, traz para o espírito essa sacude dela como se fosse um acorda, é um despertar. Esse choque permite uma reorganização até mesmo e a própria comunicação mediúnica, o próprio veículo mediúnico permite essa organização mental do pensamento, dos objetivos, para que aquele espírito possa perceber
permite uma reorganização até mesmo e a própria comunicação mediúnica, o próprio veículo mediúnico permite essa organização mental do pensamento, dos objetivos, para que aquele espírito possa perceber e participar ativamente. Quando a gente tá aqui no mundo material, que a gente ouve os médicos, os terapeutas, o que que eles falam a respeito da necessidade do tratamento? Ah, como é bom que o paciente participe desse processo, que a gente participe, seja a gente desse processo da nossa própria cura, da nossa própria transformação, do nosso processo de despertar o choque anímico. Se predispõe a trazer o espírito para esse campo, para essa percepção de o quão é importante tudo aquilo que ele tá atravessando, porque ele precisa perceber que ele tá cansado. E a gente vai ver isso ao longo do capítulo, já foi mostrado aqui no resumo, o quanto ele tá cansado, o quanto aquilo não deve mais perdurar. Ele vai tendo a consciência para que ele possa até mesmo rogar, orar, pedir intercessão, ser auxiliado nesse processo com a sua própria participação. E esse choque anímico que vai ser desenvolvido ao longo do capítulo, e a gente vai ver isso com mais evidência que só estão, só estão as ideias iniciais, ele também traz algo pra gente, porque eu fiquei meditando esse choque no espírito, despertar para que ele possa estar consciente e participar desse processo de tratamento de si mesmo. A gente pode adotar isso pro comportamento nosso aqui na sociedade, aqui no contexto da convivência. Nós vivemos um painel de valores que às vezes estão invertidos, às vezes estão perturbados, valores que vão sendo estremecidos no contexto social. E não estou falando de cultura, nada disso. Trazendo sobre o parâmetro às leis divinas. exatamente a lei divina que é que está inscrita na nossa consciência. E aí quando nós começamos a agir em consonância com essa lei, adequando os nossos pensamentos, palavras e atos no respeito a essa lei, nós vamos provocando choques anímicos. Choque, estremecimento, anímico, ânima,
ós começamos a agir em consonância com essa lei, adequando os nossos pensamentos, palavras e atos no respeito a essa lei, nós vamos provocando choques anímicos. Choque, estremecimento, anímico, ânima, vida. Nós vamos promovendo esses choques anímicos no contexto social, porque saímos de uma normose, saímos do ah, todo mundo faz isso, então também posso fazer. Quando nós começamos a adequar as nossas ações às leis divinas, promovemos esses choques na sociedade. E são esses choques que vão nos auxiliar em mantermo-nos despertos e não sermos confundidos nem conduzidos na ilusão a que a nossa sociedade materialista ainda se impõe, mas também iremos auxiliar o despertamento nesses choques que são choques sociais, choques morais e que vão trazendo a oportunidade para que haja um despertamento do outro através desses choques da convivência, desse esses choques espirituais que nada mais são do que trazermos para a vida prática as leis de Deus que Jesus nos ensinou através do evangelho. São esses pontos que a gente gostaria de destacar. Agradeço imensamente por essa oportunidade. Acredito que essa seja a minha última participação nesse ano de 2025. Então, aproveito para desejar a todos um feliz Natal, um Natal de Jesus no coração, como sempre, e um ano novo, um ano de 2026, de muitas bênçãos, de muitas conquistas e que os desafios nós possamos superá-los com a vivência e com o acolhimento do evangelho de Jesus no nosso coração. Beijo grande a todos e a nossa imensa gratidão. >> Obrigada, Luziane, pelas suas palavras. Acredito que é um tema extremamente interessante e até me lembro quando eu li o livro pela primeira vez, o Divaldo veio pro interior do Paraná fazer uma palestra e eu fiquei curiosíssima. A primeira coisa que eu perguntei para ele, por que esse choque anímico? porque embora eu tivesse lido, não tinha entendido. E aí com os constantes aprofundamentos, né, os estudos, a gente vai conseguindo entender um pouquinho mais, porque realmente, como diz pelo várias vezes,
e embora eu tivesse lido, não tinha entendido. E aí com os constantes aprofundamentos, né, os estudos, a gente vai conseguindo entender um pouquinho mais, porque realmente, como diz pelo várias vezes, né, os intrincados mecanismos da mediunidade, realmente a gente precisa se aprofundar. Então, obrigada pela sua contribuição. Obrigada mais uma vez, querida Tânia. Um grande abraço a todos. Um excelente finalzinho de ano, ainda temos mais um encontro, né? Mas já recebendo também os nossos votos de muita paz e até semana que vem.
Vídeos relacionados
Como identificar espíritos nobres e evitar mensagens negativas na terapia do passe espírita #shorts
Mansão do Caminho
Mário Sérgio e Gustavo Silveira • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho
A vida no Além - Raul Teixeira
Mansão do Caminho
Mário Sérgio, Solange Seixas e Marcel Mariano • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Jamile Lima
Mansão do Caminho · Mário Sérgio, Solange Seixas, Jamile Lima
Conversando Sobre Espiritismo | Lusiane Bahia, Solange Seixas e Danilo Cruz
Mansão do Caminho · Lusiane Bahia, Solange Seixas, Danilo Cruz
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Gustavo Silveira
Mansão do Caminho · Mário Sérgio, Solange Seixas, Gustavo Silveira
Influência dos Espíritos em nossos pensamentos • Lacordaire Faiad
Mansão do Caminho