Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E5 – Cap. 3: As Consultas – Parte 1

Mansão do Caminho 24/08/2025 (há 7 meses) 1:07:09 1,786 visualizações

No prosseguimento da sétima temporada do Estudo da Obra, iniciamos o estudo do Capítulo 3 da obra Loucura e Obsessão, ditada pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda e psicografada por Divaldo Franco. Nesta primeira parte, acompanhamos os atendimentos iniciais realizados pela equipe espiritual, revelando os bastidores das consultas mediúnicas voltadas ao diagnóstico de processos obsessivos e às orientações de amparo e esclarecimento aos necessitados. » Host e resumo: Gisele Risso » Aprofundamentos: Tânia Menezes e Lusiane Bahia 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo3 #AsConsultas #ObsessãoEspiritual #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #TVMansãoDoCaminho #GrupoSuelyCaldasSchubert *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Boa noite, queridos amigos, queridos irmãos que nos acompanham nesse estudo online do grupo Sueli Caldas Schuber. Nós hoje reunidas entre os corações das queridas irmãs baianas Tânia e Luziane, damos boas-vindas a todos. Iremos dar sequência ao estudo da obra Loucura e Obsessão Psicografia do querido médium baiano Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Hoje nós estudaremos o capítulo três, as consultas. Mas antes de entrarmos no resumo e após aprofundamentos, convidamos a todos para nos unirmos em oração. Amado Mestre Jesus, queridos amigos espirituais que coordenam este trabalho, o nosso carinho, a nossa gratidão por nos permitirem estarmos reunidos em nome de Jesus. Agora já com uma mente mais esclarecida, com a doutrina espírita que pode desvendar tantos mistérios, elucidar tantas questões que nos fazem despertar a consciência. Assim, Senhor Jesus, te rogamos que as suas bênçãos se estendam a todos nós reunidos nesta noite e aqueles que nos acompanharão para que, unidos por esses laços do seu amor, nos recordemos da nossa missão, da nossa tarefa enquanto cristãos na nesta nova era, neste mundo. que vem nascendo da regeneração. Fica conosco. Portanto, te rogamos, inspira as nossas expositoras desta noite e fica conosco hoje e sempre. Que assim seja. Então, nós vamos apresentar brevemente o resumo deste capítulo terceiro. É um capítulo muito emocionante, com bastante riqueza de detalhes e que nós convidamos, como sempre aquele que aqueles que nos acompanham a fazerem a leitura na íntegra deste capítulo. Então ele vai apresentar este capítulo um atendimento espiritual coletivo narrado pelo benfeitor Filomeno de Miranda sob orientação do benfeitor espiritual Dr. Bezerra de Benzes e com a colaboração da benfeitora Matilde, chamada de gentil mensageira. A primeira consulente, então, é uma mulher que estava obsidiada, tomada por uma paixão doentia por um homem casado, né? desesperada, ela se declara disposta ao suicídio ou ao crime para conquistar

ra. A primeira consulente, então, é uma mulher que estava obsidiada, tomada por uma paixão doentia por um homem casado, né? desesperada, ela se declara disposta ao suicídio ou ao crime para conquistar o homem amado, chegando até oferecer dinheiro em troca de um trabalho espiritual que afastasse a esposa rival. Matilde, com firmeza e amor esclarece o que ela chama, que o que ela chama de amor é apenas egoísmo e luxúria, advertindo que lares sustentados pela fé e pela honradezáveis a agressões espirituais. Ela recomenda então a prática do bem, a renovação moral e a um tratamento de desobsessão para que ela pudesse se libertar dos espíritos vampirizadores que a dominavam. Na sequência, Dr. Bezerra orienta Filomeno de Miranda comparando a Terra um campo de batalha de dores. Assim como na medicina terrena, onde se faz o possível diante da escassez de recursos, também no campo espiritual nem sempre se oferece o ideal, mas o atendimento possível para que ninguém fique sem amparo. Reforça que a verdadeira caridade vale mais que discussões estéreis. e esclarece sobre o valor relativo de práticas como banhos, beberagens e ervas encontrad naquela casa que está sendo estudada nestes capítulos e que podem trazer algum auxílio, mas cuja eficácia real vai depender da transformação interior. E outros consulentes, então, são atendidos na sequência dos trabalhos. um homem desempregado, em desespero, que vai pedir ajuda para sustentar sua família. Ele recebe palavras de encorajamento e a revelação de que de que sua mãe desencarnada o acompanha como anjo guardião e aí ele sai renovado e consolado. Outra jovem senhora casada, mãe de dois filhos, estava angustiada pela frigidez sexual que ameaçava destruir seu lar. Matilde então revela a ela que a raiz do problema está nas suas vidas passadas por ter praticado o aborto criminoso, seguido de uma vida religiosa marcada por ódio e repressão, culminando num escândalo com seu confessor. Hoje reencarnado como seu esposo, orientada a buscar oração, passes e

ticado o aborto criminoso, seguido de uma vida religiosa marcada por ódio e repressão, culminando num escândalo com seu confessor. Hoje reencarnado como seu esposo, orientada a buscar oração, passes e renovação mental, ela encontra esperança para recompor a sua vida conjugal. Por fim, é trazida a consulta, a mulher que os mentores vinham acompanhando desde o início. Já mais serena, após observar os atendimentos anteriores, ela se aproxima emocionada e saúda. A paz de Deus esteja nesta casa. Matilde recebe com ternura, iniciando o diálogo e dará sequência ao capítulo no capítulo 4. Então nós temos como essência do capítulo vai tratar retratar a gravidade da obsessão quando alimentada por paixões desequilibradas. mostra pela lição de Dr. Bezerra que o socorro espiritual é feito dentro das possibilidades, priorizando a caridade prática e nos exemplos trazidos por Matilde, que evidencia que todo sofrimento humano no amor, no lar, no trabalho, pode encontrar solução através do evangelho na reforma íntima e do esclarecimento espiritual. Então, agora nós passamos paraa nossa querida Tânia, que vai iniciar os aprofundamentos. Seja bem-vinda, querida amiga. A palavra está com você. Olá, queridas companheiras de trabalho, as coordenadoras da noite de hoje, Gisele, Luziane, os nossos cumprimentos iniciais e aos a todos os irmãos que nos acompanham, irmãs, nesse estudo desta maravilhosa obra Loucura e Obsessão nessa parte inicial, eh, que Gisele trouxe do capí capítulo como um todo e vamos nos determadas por atitudes para que cometam atos que sabemos que são equivocados, É preciso pensar o que motiva essas atitudes. Às vezes pensa-se que é somente na ideia que perpassa aquela mente que guarda o seu objeto de desejo. E neste primeiro parágrafo ficou assim muito claro que esta mulher ela tinha duas vertentes. Uma era as ideias que ela cultiva, a outra o intercâmbio psíquico com duas, particularmente duas entidades que foram eh mostradas pelo Dr. Bezerra de Menezes na análise eh no diálogo que ele

ertentes. Uma era as ideias que ela cultiva, a outra o intercâmbio psíquico com duas, particularmente duas entidades que foram eh mostradas pelo Dr. Bezerra de Menezes na análise eh no diálogo que ele estabelece com o Filomeno de Miranda. E aí quando nós pensamos na primeira vertente, que é a mente, é a mente que vai estar direcionando para que exista o intercâmbio psíquico. Porque para a obsessão nós sabemos que há necessidade de estar plugando uma tomada que se liga à outra. Então, nós vamos ter teoricamente, na maioria das vezes, duas pessoas ou mais envolvidas ou espíritos, porque a obsessão nós sabemos que pode existir também entre encarnados e na maioria das vezes o que se encontra é do desencarnado na direção do encarnado. Então, quando nós pensamos na mente que gera as ideias, sabemos que quem pensa é o espírito, é o ser inteligente, ele que formula e traz até o nosso corpo por meio do perespírito, todas essas ideias que perpassam na mente. E aí nós vamos perceber que esta conduta mental que vamos adotar ao longo da nossa existência, ela pode cultivar ideias boas e ideias que não são tão boas. E quando nós observamos o caso em tela, ele estava com as ideias elaboradas de destruir o matrimônio para poder atingir o seu objeto de desejo. Então, toda ideia que nós alimentamos de ciúme, de inveja, de irritabilidade, de raiva, essas ideias elas vão impregnar o nosso sistema nervoso. sistema nervoso com as vibrações deletéas vai bloquear as nossas energias e ficaremos impedidos de ter uma sintonia que possa permitir a onda de bem-estar, de alegria de viver, o bom ânimo. Então é preciso cuidar independente deste processo obsessivo, daquilo que paira em nossa mente. Mas Filomeno de Miranda fala que essas nuvens que perpassavam escuras na mente desta que buscava o atendimento na instituição de matrizes africanas, que é onde perpassa ao longo da história desta obra, também era motivada por um intercâmbio psíquico. E aí nós vamos pensar já em outros estudos. Trouxemos

imento na instituição de matrizes africanas, que é onde perpassa ao longo da história desta obra, também era motivada por um intercâmbio psíquico. E aí nós vamos pensar já em outros estudos. Trouxemos vários dos coordenadores, porque Filomeno de Miranda está a todo instante trabalhando sobre a questão da obsessão, da desobsessão e parece que estamos repetindo o conteúdo que já foi abordado anteriormente, mas eu sempre digo, nunca é demais voltar aos conceitos que Allan Kardec nos apresenta, apresenta relativo a esse estudo. E eu gosto muito do que ele traz em a Gênese lá no capítulo 14º, quando o capítulo é sobre os fluidos, mas ele vai ter um tópico que é intitulado das obsessões. E lá ele vai dizer que polulam em torno da Terra os maus espíritos em razão da inferioridade moral nossa. E aí nós pensamos: "Ah, mas eu já me situo em outro patamar. Será que nas 24 horas do nosso dia vamos desconsiderar esse as horas que estamos no desprendimento parcial do sono? Então, será que nas horas de vigília a nossa mente está todo a todo instante vibrando positivamente?" Nós sabemos que não conseguimos de fato manter a todo instante esta vibração positiva. Por quê? Lidamos com situações desafiadoras. Alguém chega e nos traz uma notícia que nos entristece. Então é impossível nesta condição humana que nós de humanidade que nós vivemos habitando este planeta. que tenhamos esta vigilância para mantermos este pensamento o tempo inteiro positivo. Mas como já estamos com a nossa consciência desperta, o que é que vai trazer enquanto recomendação para nós? Caiu a vibração, vamos torná-la mais elevada. E aí é onde vamos trabalhar com vontade, com esforço e perseverar para não permitir que esta vibração, que esta onda, que a nossa mente esteja sendo povoada pelas nuvens escuras, conforme foi a descrição desta pessoa que buscou este atendimento. Então, a obsessão Kardec também vai estar definindo como sendo essa ação persistente que um espírito vai considerando a obsessão de desencarnado

i a descrição desta pessoa que buscou este atendimento. Então, a obsessão Kardec também vai estar definindo como sendo essa ação persistente que um espírito vai considerando a obsessão de desencarnado para encarnado. Inclusive no capítulo que ele trata lá no livro dos médiuns também, o 23º das obsessões, é mais na vertente do desencarnado para o encarnado, mas temos que ampliar para os diferentes tipos que nós encontramos, inclusive bem descrito por Suelical Calda Schuber lá no livro Obsessão Desobsessão. Então, essa ação persistente deste espírito que vai exercer sobre o indivíduo. E aí vamos pensar na ação mental, como é que ela consegue de fato eh fazer com que o indivíduo ele fique envolto nessa vibração que vai que vai aumentando e ele de alguma maneira tenta controlar inicialmente, mas ele vai se deixando envolver exatamente por conta das suas vivências cotidianas, das suas suas dores, dos seus desafios, dos obstáculos que se deparam. Aí vemos que esta ação mental que vai eh chegar na direção do indivíduo, pensemos no psiquismo, neste psiquismo que é o que vai alimentar os seres, sejam eles encarnados ou não. Então esta ação mental na direção do indivíduo que não dispõe das defesas. Quais são essas defesas? é a nossa forma de agir, é a nossa forma de pensar, é tudo quanto nós estamos diariamente laborando em nosso cotidiano. Então, se chega uma ação mental para poder constranger numa forma de pensamento que encontra a sintonia conosco, eu estou sem as defesas, sem as resistências. Então, esta vibração, este psiquismo que vem na direção da minha mente, ele vai encontrar a brecha para poder atuar. E esta atuação pode desencadear um processo de adoecimento físico, um processo de adoecimento emocional, um processo de adoecimento espiritual, porque a obsessão é um adoecimento da alma que precisa de um tratamento. E nós vamos ver mais adiante nesta obra as diversas atuações do mundo espiritual para poder estar levando a estas pessoas acometidas pelas mais variadas circunstâncias.

a que precisa de um tratamento. E nós vamos ver mais adiante nesta obra as diversas atuações do mundo espiritual para poder estar levando a estas pessoas acometidas pelas mais variadas circunstâncias. um processo de tratamento que vai na gênese, que vai na sede, aonde a alma encarnada, conforme a concepção, a definição de Kardec, espírito que está em processo de amadurecimento. Sabemos conforme Kardec traz para nós aqui em a Gênese, lá em o livro dos médiuns, que toda obsessão tem como gênese a imperfeição moral. E há uma ligação desta vítima, porque chamamos de vítima aquele que sofre a constit. Ele hoje é a vítima, mas anteriormente ele foi o algós. E aí nós vamos ver o próprio Allan Kardec vai sinalizando que este perespírito, a ação é perespírito, a perespírito. Então é o perespírito do obsessor que vai na direção do perespírito do encarnado e vai formar como se fosse uma teia. Isso nos faz lembrar a própria capa do livro Grilhões Partidos, quando nós temos aqueles grilhões e que são difíceis de desfazer a depender do estado em que se encontre. E neste caso foi muito bem descrito pelo Dr. Bezerra as duas posições destes dois espíritos que estavam atuando na mente desta mulher. um deles. E aí nós vamos perceber que o grau desta obsessão já estava avançado, já era uma subjulação, porque um atuava na mente fazendo o quê? com que ela desejasse aquele que era o seu objeto, o homem casado. Então, ele levava a mente da mulher nos clichês, a ideia de que ela ia conseguir aquele homem. E ao mesmo tempo em que ela parecia que conseguiria estar com ele, aparecia a esposa. E aí é onde ela criava e alimentava esta vibração de ódio que permitia uma ação mais direta do espírito. O outro atuava no aparelho genésico. Então, aí é onde nós vemos, né, mais de perto a subjção. Quando nós falamos de subjgação, lembramos sempre que alguns têm a ideia de que o espírito toma conta do corpo daquele indivíduo e não é nada disso que acontece. Lembrando que o processo é aproximação perespírito a perespírito. E

ão, lembramos sempre que alguns têm a ideia de que o espírito toma conta do corpo daquele indivíduo e não é nada disso que acontece. Lembrando que o processo é aproximação perespírito a perespírito. E o indivíduo que está sendo obsidiado no processo da subjulgação, ele vai perder a vontade, ele não tem mais discernimento para poder fazer as escolhas, porque a sua mente ela está dominada pela mente do espírito que está eh envolvido nesse processo. Então, vejam que neste caso nós temos a atuação, pelo menos relatada pelo Dr. Bezerra de Menezes, de dois espíritos atuando, um no aparelho genésico, outro na mente. Então, vejam que não é um processo fácil de se trabalhar. Primeiro que existe uma vontade atuante e que nós não podemos desconsiderar as marcas do passado, porque essas duas entidades que passam a atuar na direção desta mulher tem uma vinculação do passado. E aí nós vemos nas obras do próprio espírito Manuel Filomeno de Miranda, pela psicografia do nosso querido tio Divaldo, que muitas destas condições que envolvem as os prazeres sexuais, os amores descontrolados, eles estão ligados a este processo obsessivo, porque nós manifestamos um desejo e que ele Eles vão através deste desejo manifesto plugar, sintonizar e começar a lançar as ideias. Não imaginemos que um processo de subjulgação ele começa lá na atuação direta. É um passo a passo. É diferente do que nós encontramos na obra Grilhões Partidos quando esté em sua festa de 15 anos o espírito que consegue encontrar aquele com o qual ele fez a promessa de atender a sua mãe e a sua irmã se de fato morresse na guerra. Então ele estava, a consciência de culpa permitiu a essa aproximação. Então naquele momento ele se vincula a Ester e tem todo esse processo, mas não é de imediato que acontece o processo da subjulação, porque toda obsessão ela começa com a simple sugestão. Então, os espíritos que vão estar a nos rodear para poder atuar e nos prejudicar, eles vão encontrar e buscar o momento propício para a sua atuação. Quantas

obsessão ela começa com a simple sugestão. Então, os espíritos que vão estar a nos rodear para poder atuar e nos prejudicar, eles vão encontrar e buscar o momento propício para a sua atuação. Quantas vezes no nosso dia a dia surgem ideias em nossa mente e quando você se dá conta, ah, mas isso não é uma coisa boa para mim, e aí você imediatamente refuta. No processo obsessivo, eles estão lançando as ideias. E aí, hoje? Não, eu não acolho. Amanhã não, eu não acolho. Na próxima semana chega a ideia, mas na próxima semana aconteceu algo que me deixou mais para baixo. E aí eles percebem e aí lançam, então vão penetrando sorrateiramente até o processo ir avançando. Por isso que quando Filomeno fala destas nuvens escuras e que um dos motivos são as ideias cultivadas por esta mulher, que nós precisamos de fato caminhar cuidando do que são as nossas vibrações. Então, esta ação mental que eu vou dirigir, nós estamos aqui somente falando do processo obsessivo. Quem de nós no dia a dia não já passou por uma circunstância que desejou estar no lugar que alguém estava, mas eu não conseguia alcançar e momentaneamente em sua cabeça, ah, eu queria tanto estar naquele lugar. Nós temos esses momentos porque não somos perfeitos. E reconhecer essa nossa condição de de humanidade, ela é muito importante, porque é ela que vai nos dar o impulso para que cada vez mais tenhamos a consciência do ser espiritual que somos e que na condição de humanidade habitando esse corpo físico, eu em algum momento não vou ser perfeita como eu gostaria de ser perfeito. Nós sabemos que é só o nosso pai, somos seres perfectíveis, mas que ainda também falimos. E é preciso que tenhamos compaixão com os nossos equívocos para que não permitamos esta sintonia, porque é isso que eles ficam a todo instante aguardando o momento. Então eu caí, vou me reerguer, vou tomar a condução do meu destino com esta certeza de que aquilo foi uma experiência transitória e que nós estamos certamente fadados à plenitude, porque essa esse é o nosso

eu caí, vou me reerguer, vou tomar a condução do meu destino com esta certeza de que aquilo foi uma experiência transitória e que nós estamos certamente fadados à plenitude, porque essa esse é o nosso destino final e estamos trabalhando para esta direção. Então, vejam que dois espíritos atuavam nesta direção, encontraram o plug, a sintonia para poder fazer esta eh estabelecer este campo de ação e que neste relato certamente já um relato mais aprofundado que perpassou por outras circunstâncias. E vejam, esta mulher, ela foi direcionada a este local e recebeu uma orientação que foi muito precisa, que será falada posteriormente. Então, ela teve a inspiração de buscar um local que poderia auxiliá-la a sair desta condição. E aí vamos pensar em quanto situações também vividas por nós, já fomos intuídos, já fomos eh direcionados para pessoas. Quantas vezes do nada nós estamos passando por momentos mais delicados? A gente recebe uma mensagem de alguém que talvez há muito tempo a gente não tenha nem tido contato com essa pessoa e ela passa lá uma mensagem: "Lembrei de você agora. Você sai deste psiquismo, desta zona que a vibração não estava muito boa e aí vai ser invadido por um bem-estar, por um bom ânimo. Olha, ela ele lembrou de mim e eu saindo desta vibração, eu posso estar permitindo naquele momento que haja uma atuação mais efetiva da dos nossos protetores, anjos guardiães, para que de fato não estabeleçamos um aprofundamento maior neste processo obsessivo. Então, muito cuidado com estes amores descontrolados, com estes prazeres, com estas sensações que movem a máquina humana, mas que também é um plug perfeito que vai permitir essa atuação com a espiritualidade inferior. A questão do poder, a questão do dinheiro, vaidade, orgulho, presunção, egoísmo, são as portas que se abrem a essas tomadas que vão estabelecer estas conexões. E aqui nós vemos que esta mulher, ela estava sendo orientada, mas não conseguia a sintonia porque tinha todo um amparo, uma proteção daquele larb.

m a essas tomadas que vão estabelecer estas conexões. E aqui nós vemos que esta mulher, ela estava sendo orientada, mas não conseguia a sintonia porque tinha todo um amparo, uma proteção daquele larb. Se o homem vibrasse, sintonizasse com ela, aí seria o conúbelio perfeito. Então, o quanto nós precisamos cuidar de nós mesmos e do ambiente familiar para que esta proteção ela se torne mais efetiva. Porque no nosso lar, geralmente, na maioria das vezes, nós não estamos sozinhos. Nós compartilhamos a convivência com outras pessoas, seja com pais, mães, irmãos, companheiros, filhos, filhas. Então, cada um carrega sua história espiritual, mas um processo obsessivo de um membro da nossa família diz respeito a nós. O conjunto ele é responsável. Quando nós vamos lá, inclusive para grilhões partidos, no prefácio, nós temos obsessor, obsidiado e grupo familiar. Ou seja, há um conjunto, mas o trabalho ele é íntimo, ele precisa ser visto, cuidado. E com o nosso pensamento, nós temos a chave, a chave para poder não permitir ação. Uma vez acontecendo a ação obsessiva, nós precisamos trabalhar na direção do tratamento das obsessões, que não é o foco agora do nosso aprofundamento. Mas não nos esqueçamos que essas brechas que nós podemos estar oferecendo nas mais diferentes circunstâncias da nossa existência vai fazer com que este campo perespiritual ele esteja aberto a esta intervenção. Quando esta mulher começa a sentir este desejo, se o outro atende psiquicamente, ela começa a explorá-lo, explorar as suas energias e isso vai fazendo com que estes espíritos que mandam essas ideias ou agem diretamente nos órgãos, como era, como foi destacado, do aparelho genésico. Então, tudo isso vai sendo eh aprofundado na medida que um e outro entra também no mesmo campo vibratório, que não foi o caso apresentado aqui. Há uma proteção deste núcleo familiar que Luziane tratará um pouco disso, né, nos seus aprofundamentos. Então, o que é que nós precisamos sair daqui nesta parte inicial, entendendo do processo obsessivo.

uma proteção deste núcleo familiar que Luziane tratará um pouco disso, né, nos seus aprofundamentos. Então, o que é que nós precisamos sair daqui nesta parte inicial, entendendo do processo obsessivo. Todos nós estamos sujeitos e vamos lembrar, gostamos também de trazer sempre a informação que parece que a obsessão vai acontecer porque é um desafeto que vem cobrar, não necessariamente. Allan Kardec e Manuel Filomeno de Miranda nos assinala isso. Existem espíritos que estão infelizes e que por conta deste campo vibratório por onde eles transitam, eles vão querer também a nossa infelicidade. Não tem uma ligação direta. Ah, foi alguém do passado que eu eh machuquei, que eu magoei, que eu roubei? Não necessariamente. Uma parte do processo obsessivo está relacionado sim aos nossos desafetos, que convivemos em outras experiências ou até na própria experiência atual, como a gente vê no caso de grilhões partidos. Porém, nós também temos esta horda de espíritos que são infelizes, que eh vivenciam as suas dores. E quando estão em nosso entorno, que encontram a oportunidade de estar levando a nós a infelicidade, eles também irão atuar sobre o nosso psiquismo. Então eu finalizaria esta abordagem trazendo para nós a importância deste cuidado que precisamos estar trazendo aos nossos dias com o que nós pensamos, com o que nós alimentamos de ideias, porque às vezes a gente pensa e logo deixamos o pensar. A benfeitora Joana de Angeles no livro Plenitude diz que por dia transitam em nossa mente cerca de 60.000 pensamentos. E aí vamos pensar assim de uma maneira geral, nós não conseguimos ter o registro de tantos pensamentos no nosso dia, mas aquilo que nós conseguimos trazer à nossa consciência, se fôssemos fazer eh colocar na balança, estamos mais alimentando e cultivando as ideias nobres, os pensamentos otimistas ou não? O que pesa mais? O que pesar mais é aquilo que nós vamos estar sintonizando, vibrando. Então, que possamos cuidar deste nosso psiquismo, destas nossas ideias, porque todas as nossas ações

stas ou não? O que pesa mais? O que pesar mais é aquilo que nós vamos estar sintonizando, vibrando. Então, que possamos cuidar deste nosso psiquismo, destas nossas ideias, porque todas as nossas ações elas têm início com aquilo que nós vibramos. Então, estas são as nossas considerações. Agradecemos mais uma vez a Deus a oportunidade de estar aqui compartilhando com vocês deste momento. >> Nós que agradecemos, Tânia. É sempre uma alegria e um prazer te ouvir. Eh, eu digo, você é uma professora nata. Obrigada pelos esclarecimentos. Agora nós passamos a palavra paraa nossa querida Luziane, que vai continuar os aprofundamentos. Bem-vinda, querida amiga. A palavra está com você. >> Muito obrigada. Nós cumprimentamos você, Gi. Querida Tânia, você é muito especial estar aqui com vocês nessa noite de aprendizado. Cumprimentamos a todos que estão aqui no chat já trazendo as suas mensagens, que estão aqui acompanhando nesse momento, mas que também vão acompanhar posteriormente. Que essas reflexões possam tocar o nosso coração, porque essa é uma obra primacial. O livro espírita, ele tem a funcionalidade de nos esclarecer, de nos consolar, de ser um amigo que está ao nosso lado para aproveitando ou esperando a oportunidade para que possa nos atender diante das nossas necessidades. Então esse livro do Manuel Flamengo de Miranda, pela mediunidade abençoada do nosso tio Divaldo, tem muitas lições e a gente ouviu a Tânia falar com propriedade, trazendo no didatismo essa explicação da obsessão. Me recordei muito do tio Divaldo, porque ele dizia que nós falamos pouco sobre obsessão e que precisamos falar mais. Por quê? Para que a gente conheça esses meandros dessas influências, para que a gente possa diante de fatores tão firmes, tão incisivos, que influenciam a nossa capacidade de pensar, a nossa vontade, aquilo que vem de dentro de nós, o que é a nossa essência. Então, nós temos de conhecer para que tenhamos instrumentos também para conseguirmos lidar com tudo isso. E a fala da Tânia foi nos trazendo a

quilo que vem de dentro de nós, o que é a nossa essência. Então, nós temos de conhecer para que tenhamos instrumentos também para conseguirmos lidar com tudo isso. E a fala da Tânia foi nos trazendo a lembrança de vários fatores, dentre eles um momento muito emblemático de Jesus com seus discípulos, em que o mestre questionou para os apóstolos o que que achavam, o que que diziam a respeito dele. E muitas foram as palavras, dizendo até mesmo que talvez ele fosse Elias, que fosse, enfim, foram muitas palavras para tentar descrever Jesus, mas é Pedro que toma da palavra e fala com segurança que Jesus seria o Messias, o Salvador, o filho de Deus e que ali estava obviamente para trazer a mensagem redentora grandiosa. Nesse momento Jesus diz que quem falou não foi Pedro, mas foi o verbo divino através dele, porque ele expressava o maior dos conhecimentos ou a maior expressão acerca do próprio Jesus. Mas no ato seguinte, Jesus vai começar a compartilhar com os discípulos os desafios naturais do cordeiro a caminho do Calvário. E as coisas naturais que iriam acontecer por conta dessa vinda do mestre e por conta da conjuntura mesmo bárbara e como uma consequência natural. Nesse instante, Pedro, ele já modifica o seu padrão vibratório. Ele é tomado por algumas emoções e ele volta-se para Jesus e diz que não vai permitir que isso aconteça. É o momento então que Jesus, que tinha acabado de dizer que Pedro tinha sido o instrumento do verbo divino, é Jesus que diz ao próprio Pedro: "Afasta-te de mim, Satanás". O espírito Amélia Rodrigues, pela psicografia do nosso querido tio Divaldo, traz-nos no livro Até o fim dos tempos, uma mensagem intitulada Mediunidade, vínculo de luz. E nessa mensagem ela reflete sobre essa passagem, diz assim: "Olha, Pedro, naquele momento anterior estaria envolvido por uma energia de esperança, numa condição salutar, numa condição propícia para que ele pudesse estabelecer uma conexão e dali verter informações fortes e firmes em relação a Jesus, de forma condigna e que pudesse

a de esperança, numa condição salutar, numa condição propícia para que ele pudesse estabelecer uma conexão e dali verter informações fortes e firmes em relação a Jesus, de forma condigna e que pudesse ter uma correspondência em relação ao pensamento de Deus. Mas no instante posterior ele é invadido por uma emoção. E essa emoção, minhas irmãs, meus irmãos, é o medo. Invado. Pelo medo, medo, essa esse padrão vibratório já sofre uma oscilação. E sofrendo uma oscilação, ele se abre, ele permite que seja influenciado também por aqueles que estavam ali no entorno, que não eram, que não apresentavam condições de atacar ou de tentar Jesus, mas que buscavam naqueles que estavam no entorno, que possuíam as fragilidades emocionais e características naturais, como a Tânia muito bem disse, da humanidade, da nossa humanidade. E Jesus traz a lição nesse momento pra Pedro de que quando a gente se conecta, a gente estabelece uma ponte entre nós e a espiritualidade. E nessa ponte, da mesma forma que a gente emana aquelas emoções, aqueles sentimentos, aqueles pensamentos, por essa mesma ponte verte a influência. Se nós estamos emanando pensamentos bons, é obviamente que vai adivir, que vai nos nós seremos invadidos através desta ponte pelos pensamentos balsamizantes que trazem refrigérios, que trazem possibilidades criativas. Mas se de outro lado vinculamos o padrão vibratório com as emoções de medo, de raiva, de angústia e nos deixamos tomar, invadir e passar a desproporção, a condições desproporcionais, nós ficamos suscetíveis a esses processos de influência. Aí nós nos lembramos de Emanuel no livro Roteiro, em que ele tem duas mensagens bem interessantes. Uma ele intitula sintonia, outra ele intitula afinidade, a psicografia do nosso querido Francisco Cândido Xavier. E ele mostra assim, em breves palavras que a sintonia seria algo que se circunscreve ao momento, bem como aconteceu com Pedro e que a Tânia também trouxe. Não significa que aqueles que estavam influenciando Pedro eram

m, em breves palavras que a sintonia seria algo que se circunscreve ao momento, bem como aconteceu com Pedro e que a Tânia também trouxe. Não significa que aqueles que estavam influenciando Pedro eram inimigos do passado, que tinham uma obstinação ferrenha e obsidiar Pedro. Mas naquele momento a sintonia foi estabelecida pelo padrão vibratório que adequou-se à aquelas mentes que ali buscavam uma influência, buscavam influenciar. A sintonia estabelecida, a conexão foi feita e a consequência resultou naquele momento. De outro lado, Emmanuel descreve que existem outras situações onde a afinidade é que vai ditar esses vínculos. A afinidade já é algo mais laborado, já é algo da convivência. Nós temos afinidades construídas nessa existência, as pessoas que nós vamos construindo e naturalmente aquilo vai se tornando cada vez mais afim, com mesmos propósitos, mesmos pensamentos, ideais, vontades. Nós temos afinidades. Nós aqui estamos unidos por uma afinidade crística, afinidade que nos traz a possibilidade de todos nós que já pensamos assim, nos encontramos aqui nas quartas-feiras, que nos vinculamos através desse estudo, possuímos essa afinidade que vai sendo construída e obviamente é algo mais permanente onde a influência consegue ser alcançada com mais eficácia. Isso que Emuel fala e que traz do mundo espiritual para nós aqui encarnados, serve também para nós que estamos aqui entre encarnados e encarnados. Existem situações que nos sintonizam. Então, quando a gente entra para buscar uma notícia, a gente tá buscando alguma coisa na internet, de repente aparece uma notícia. Aquela notícia nos foi ofertada. Se nós buscamos aquela notícia, sintonizamos com ela. Buscamos no sentido de lemos o título, mas vamos clicar na mensagem, porque o título já é suficiente para eu dizer eu quero sintonizar ou não. Mas aí eu vou lá e clico naquela mensagem. Quando eu clico, eu busco o interior e o aprofundamento daquele conteúdo. Ali eu sintonizei. Não significa que com aquele escritor eu

uero sintonizar ou não. Mas aí eu vou lá e clico naquela mensagem. Quando eu clico, eu busco o interior e o aprofundamento daquele conteúdo. Ali eu sintonizei. Não significa que com aquele escritor eu tenho afinidade, com aquele assunto eu tenho afinidade. Eu sintonizei e eu posso dessintonizar, eu posso sair e seguir em frente. Mas existem também há situações que a gente diz assim: "Meu Deus, eu conheço essa pessoa de há tanto tempo que quando a gente encontra, diz assim: "Eu gostei de você de graça, você mora aqui no meu coração de graça". são as afinidades e são verdadeiros reencontros que nós temos a oportunidade de aqui no contexto da Terra experimentarmos novamente, encontrarmos-nos com essas pessoas com quem nós, em outras existências, estabelecemos conexões. E aí é que está o chamado do Cristo quando ele fala sobre a oração e a vigilância. Aí é que a gente tem que ter bastante cuidado. Por quê? Porque é natural que quando a gente encontre um espírito com o qual a gente tem afinidade, a gente chega a sobressaltar-se de emoção. É aquela vontade, é aquela pessoa que a gente quer, o tempo todo tá perto, que nos faz bem, nos alegra. Sabe aquelas pessoas que a gente não tem nada, ou aparentemente não tem nada com de atritos? É tudo tão fácil. A gente fala, o outro entende, o outro fala, a gente entende, a gente se comunica muito facilmente. Há um desembaraço muito grande para tudo isso. Que bom, quando o propósito é bom. Mas existem também pautados nessas afinidades e nesses reencontros aqueles com os quais nós vivimos experiências afetivas, amorosas, sexuais em outros contextos, em outras existências. Imaginemos que aqui nós estamos e quantas experiências afetivas a dois nós não tivemos nas existências pregressas. Quantas pessoas nós não nos apaixonamos, não amamos, não tivemos encontros e desencontros, não tivemos oportunidades de construções e também de destruições. Quantas pessoas, quantos espíritos e que chegam nesse contexto agora e nos aparecem em diferentes fases da vida.

ntros e desencontros, não tivemos oportunidades de construções e também de destruições. Quantas pessoas, quantos espíritos e que chegam nesse contexto agora e nos aparecem em diferentes fases da vida. às vezes estão com diferentes idades também, idades muito diferentes. Às vezes um filho com uma filha, um filho com uma mãe, às vezes parentes, às vezes amigos em idades muito distantes, mas às vezes em idades muito próximas ou de convivência muito próxima, ou muitas vezes onde essas condições de idade, condição social, de pensamento, nada disso significa barreira. E as afinidades conseguem quebrar tudo isso e fazer com que essas pessoas queiram estar cada vez mais próximas. Acontece que aí vem uma coisa que eu falo muito pra juventude, porque a juventude não é só da juventude, isso não é uma característica muito presente. A liquidez nas relações, a forma líquida de se observar o outro, de lidar com o outro. Agora eu quero, agora eu não quero mais não. Agora eu tô com vontade, agora eu não tô mais não. Eu empreendo todos os esforços para buscar o objeto do meu desejo. Eu quero aquela pessoa e eu empreendo todos os esforços para conquistar aquela pessoa. E depois que aquilo acontece já não quero mais, não era isso, não quero mais. enquanto que as consequências advém de muitas vezes interferir como nesse caso do texto, caso verídico, interferir numa estrutura familiar organizada, projetada, que já traz a o aprendizado, as consequências de um lar seguro e equilibrado por um simples desejo, mas que na hora que se está desejando, imagina-se que é a principal coisa da existência que nada mais vai fazer sentido. E aí é que os espíritos, ou por sintonia ou por afinidade, eles encontram ensejo e começam a nos sugerir: será que essa pessoa não é a pessoa que você viveu um grande uma grande história de amor no passado? Será que essa pessoa não é a pessoa que você tá esperando? Não é a pessoa que você tá buscando? começam a mexer com as nossas carências, com as nossas fragilidades e vão

e história de amor no passado? Será que essa pessoa não é a pessoa que você tá esperando? Não é a pessoa que você tá buscando? começam a mexer com as nossas carências, com as nossas fragilidades e vão incutindo em nós ideiações e nós vamos acreditando. Não é que, minhas irmãs, meus irmãos, aquilo que está dentro de nós não seja verdadeiro. Por isso que a gente começou falando de afinidade. Não quer dizer que aquilo que a gente nutra pelo outro que está ali diante de nós, que tá sendo objeto do nosso desejo, não significa que não tenhamos uma afinidade verdadeira com aquela pessoa. Mas é algo que eu digo pra juventude. Vocês já pensaram se todo mundo que a gente tiver afinidade e todo mundo que a gente reencontrar das outras existências, nós nos relacionarmos afetivamente e sexualmente e mais intimamente, onde é que isso vai resultar? É onde a humanidade caminha nesse momento de escândalo, de transição planetária, de valores que se entendem que podem ser estremecidos, trazendo para si cada vez mais inseguranças, trazendo para si cada vez mais fragilidades, porque como diz a benfeitora Joana de Angeles, a busca por uma satisfação, por um desejo e por uma satisfação sexual é igualzinho a estarmos com muita sede e buscarmos a água do mar para saciar a sede, uma água salgada. Nós vamos beber a água salgada, vai passar a sede? não vai aumentar a sede. E se tivéssemos condições de abrigar o mar todo dentro de nós, nós iríamos consumir o mar inteiro, iríamos continuar com sede. Acontece que quando vamos enveredando nesses processos de dominação, de aspectos que vão atendendo aos desejos, perdemos o discernimento e ficamos livres no sentido do pensamento. ficamos entregues, melhor dizendo, ficamos completamente entregues a essas influências. Então, não são todas as pessoas com as quais nós temos afinidades que vamos nos relacionar afetivamente e para tanto precisamos ter responsabilidade. A benfeitora no livro Adolescência e Vida, mas também no livro Constelação Familiar, ambos pela psicografia do

dades que vamos nos relacionar afetivamente e para tanto precisamos ter responsabilidade. A benfeitora no livro Adolescência e Vida, mas também no livro Constelação Familiar, ambos pela psicografia do nosso querido Tio Divaldo, nos alerta acerca da oportunidade da construção da família desde o momento do namoro, desde o instante que estamos nos encantando pelo outro. e o cuidado e o respeito que temos de ter nesses aspectos, de termos a sinceridade de identificarmos, de não lançarmos para o outro aqueles que são os nossos conflitos e nem o outro lançar para nós os seus conflitos, mas buscando ambos naquela relação que tende ao amadurecimento a equalização das emoções, a tranquilidade, a harmonia dos dois não estarem buscando uma outra metade, mas os dois estarem estarem inteiros buscando o compartilhamento das suas experiências. Então, esse texto de hoje nos traz a sinalização da seriedade das relações afetivas e também que o fato de estarmos sentindo afinidade não significa que aquilo seja mentira e que foi criado pelos espíritos. É real, é nosso, mas não significa que tudo aquilo que desperta em nós um desejo, uma vontade, nós temos de ir ao encontro. E nós vemos isso nos aspectos materiais. Quantas vezes nós desejamos alerir coisas materiais e naquele instante não estamos com as condições financeiras para fazer. Aí eu gostaria muito de adquirir determinada coleção de livro, determinado carro, determinada circunstância. E nesse momento eu não tenho condições. Ah, mas eu quero mesmo assim. E aí empreende fatores que vão ser de dívidas, de débitos, de condições que vão nos fragmentar, vão nos fragilizar e vão nos o quê? Escravizar. Assim é com a ausência de oração e de vigilância, quando não percebemos a importância desses fatores. A benfeitora diz que todas as vezes que formos tomar uma decisão, precisamos orar. Então, quando estivermos imbuídos, principalmente dessas coisas assim que vem do nada e que tem que ter ser feito naquela hora. E a sociedade tá muito assim, né? O imediatismo é agora ou

cisamos orar. Então, quando estivermos imbuídos, principalmente dessas coisas assim que vem do nada e que tem que ter ser feito naquela hora. E a sociedade tá muito assim, né? O imediatismo é agora ou nunca mais? E parece que o mundo vai se acabar se a gente não conseguir esperar um pouquinho, se a gente não conseguir lidar com aquilo com mais tranquilidade, se a gente não tiver mais previdência. Não é tudo imediato. É pro agora, até pro antes de ontem. é uma ansiedade que nos consome e aí a gente abre as portas tranquilamente para essas influências. Então o que que a benfeitora diz? Principalmente diante desses momentos mais de efusividade, quando formos tomados por essa energia assim que parece que não vai esperar, qualquer que seja, tá? Principalmente esses aspectos da sexualidade, porque eles trazem, segundo Emanuel, gravames nas consequências espirituais. Isso está lá em vida e sexo, onde Emanuel descreve que nós somos responsáveis por aquilo que fazemos no santuário da intimidade do outro. Olha que lindo isso. A vida íntima, a sexualidade, o sexo, a vida nesse aspecto dessa energia criadora é um santuário e nós temos de respeitar e somos responsáveis por aquilo que fazemos. E diz Emano, ainda mais muitas vezes encontramos aqueles que são agora nossos companheiros, que estão trilhando a jornada duradoura conosco. Ah, são aqueles que deixamos lá atrás e encontramos exatamente da forma que deixamos, porque provocamos algumas inseguranças, provocamos alguns fatores que não foram positivos e que agora juntos vamos buscar engrandecer faculdades para que a luz interior possa brilhar de forma efetiva. Então diz Joana, nesses momentos de efusividade, intempestividade, nesse momento que o pensamento tá todo assim bagunçado, ora, nada de agir de impulso. Ah, mas tem que ser agora. Não, eu eu não consigo agora. Eu preciso assentar minha mente. Não tô bem. Eu preciso ear minha mente. Porque quando a gente faz isso, quando a gente tá com a mente toda embaralhada, a gente não sabe nem mais o

não consigo agora. Eu preciso assentar minha mente. Não tô bem. Eu preciso ear minha mente. Porque quando a gente faz isso, quando a gente tá com a mente toda embaralhada, a gente não sabe nem mais o que que a gente pensa a respeito daquele assunto. Os nossos valores, as nossas firmezas, elas nem estão mais ali. E aí abre campo para esses pensamentos outros que só vão aumentar a perturbação, só vão aumentar a desarmonia. Então, se a gente para e diz assim: "Eu vou orar". diz a benfeitura no livro Momentos de Consciência e de Saúde, orar, porque a oração é a antissala da decisão. Para que eu tenha uma decisão acertada, eu preciso orar. E quando a gente ora, não necessariamente vem logo a postura perfeita que a gente deve adotar. Mas a oração traz tanta calma. A oração naturalmente nos coloca num patamar de começar a reorganizar as ideias. E quando a gente começa a reorganizar as ideias e a gente começa a assumir a nossa própria identidade, a nossa vontade de dizer e eh esse corpo aqui é instrumento meu. Eu espírito, quem instrumentaliza esse corpo sou eu. Eu não vou ficar brigando essas coisas não. Não quero isso aqui no meu pensamento agora, não. Eu não penso assim. Eu não sou assim. Eu sou uma pessoa honesta, sou uma pessoa proba, eu sou uma pessoa correta. Porque esses pensamentos estão vindo? E aí eu começo através da oração, ter essa harmonia de organizar os pensamentos e fazer com que eu possa ter uma decisão acertada. E aí aos poucos, justamente por por eu me predispor agora com a mente organizada, mais equilibrada, mais harmonia, eu me predisponho. E aí a influência, aquela ponte que Jesus fala para Pedro, a ponte vai escoar através dela, porque eu busquei, eu erigi a ponte, eu ergui a ponte e despenfeitores espirituais me ajudem a me equilibrar. Eu não tenho condições de tomar uma decisão. Eu estou diante do abismo. Eu estou diante do abismo e eu não quero pular e eu não vou pular. E aí, tranquilizando a partir da oração, verte sobre esta mesma ponte, a partir

ções de tomar uma decisão. Eu estou diante do abismo. Eu estou diante do abismo e eu não quero pular e eu não vou pular. E aí, tranquilizando a partir da oração, verte sobre esta mesma ponte, a partir desta mesma ponte, pensamentos que vão nos auxiliar a decidirmos. E aí diz a benfeitura, ok, vai chegar uma decisão pra gente, uma sugestão positiva de decisão, mas diante daquela decisão que eu possa ter assertividade. Mas como é que eu vou ter assertividade? O que é ter assertividade? É eu falar paraa pessoa certa o que precisa ser falado para aquela pessoa. Então, por exemplo, eu não posso falar para Gi alguma coisa que eu preciso falar pra Tânia. Eu tenho que falar com a Tânia o que eu preciso falar com a Tânia. Porque se eu falar para Gi, o que eu preciso falar com a Tânia é maledicência. é fofoca. Eu tô desrespeitando as emoções e os sentimentos da Tânia. A assertividade, a gente vai escolher a pessoa acertada para falar, o momento adequado pra gente falar para essa pessoa e as melhores condições de palavras, de sentimento. Para isso, diz a benfeitura, é necessário meditar. Meditemos para que a nossa decisão possa ser assertiva e para que a gente não ouça. Tudo bem, Luziane, você tava com a razão, mas você perdeu a razão porque você falou com outra pessoa ou você falou no lugar que não era devido, você falou na frente de todo mundo, você perdeu a razão. Então, olha como é interessante. E aí a gente começa a perceber que uma situação como esta que está no livro, se o benfeitor colocou, está suscetível de acontecer com todos nós. Se não fosse exemplo, é o que tá lá à frente, tem mais dois ainda, tem vários no livro. alguns desses exemplos que aconteceram com eles e nós estamos suscetíveis também que nos aconteçam, porque também nós temos emoções, fragilidades, carências que podem ser lidadas com esse aspecto, mas ainda desse aspecto de afinidade, de sintonia, de outro lado, a família estava lá estruturada, mulher, esposo, filhos sintonizados na prece. E aí a gente lembra da importância do

com esse aspecto, mas ainda desse aspecto de afinidade, de sintonia, de outro lado, a família estava lá estruturada, mulher, esposo, filhos sintonizados na prece. E aí a gente lembra da importância do evangelho no lar. A Tânia disse assim: "Ah, parece que quando a gente tá falando aqui dos livros do Manuel Flamengo de Miranda, a gente precisa sempre ficar voltando a falar de obsessão e como é importante voltar a falar de obsessão e como é importante trazer os conceitos." Da mesma forma o evangelho no lar. Como é importante a gente reiterar, é importante o evangelho no lar. O evangelho no lar, Jesus está na nossa casa. E ele não está na nossa casa somente naquele contexto. Eu abri as portas da minha casa para Jesus. Então, no casal, entre o casal, na relação afetiva, aqueles pontos que poderiam vir de fora como provocações, não vão encontrar espaços. Ah, seja o ciúme, seja a inveja, seja a provocação, aquelas coisas que vêm de fora para trazer discórdia ao relacionamento, principalmente ao relacionamento duradouro, principalmente ao relacionamento estável, onde os dois estão buscando ali a partir de esforços, ninguém vem com toda a facilidade para viver uma relação a dois. Relação a dois tem as suas dificuldades, sim. São duas realidades, duas individualidades que precisam aprender o que é renúncia, o que é abnegação, o que é amor, o que é compreensão para lidar um com o outro, saber a hora de silenciar, mas não pode silenciar para sempre, não pode dizer sempre: "Ah, deixa para lá". Não pode, porque quando existe, não existe o diálogo, não existe confiança, não existe compartilhamento. E se não existe o diálogo, o que está de fora ganha proeminência. E quando eu digo de fora, não é somente dos encarnados, como exemplo do livro, são os espíritos desencarnados que não querem aquela união, que são inimigos dos dois, que são inimigos dos filhos ou que simplesmente são inimigos do bem. Porque aquele casal ali, aquela família professa, busca na sua vida. Quando a gente diz

em aquela união, que são inimigos dos dois, que são inimigos dos filhos ou que simplesmente são inimigos do bem. Porque aquele casal ali, aquela família professa, busca na sua vida. Quando a gente diz professar, é praticar. Pratica na sua vida os bons costumes, as coisas certas, o bem, eles se ocupam do bem. Então, tem ataques que são naturais. Mas se os elementos da família estão fortalecidos por Jesus, pela presença de Jesus, pode até as coisas estremecerem, porque é natural. Por exemplo, se essa esposa nesse exemplo, ela fica sabendo dessa investida, claro que ela vai se incomodar, claro que ela não vai gostar, mas como é que ela vai lidar a partir disso, a partir dessas investidas? Como é que ela vai olhar para essa pessoa? Ela vai trazer isso para dentro do seu lar? Ela vai incrementar uma discórdia? Ela vai ser a ponte que vai estabelecer dela que está lá fora, para quem está dentro essa confusão? ou ela vai ter serenidade e pensar como Bezerra de Menezes convida o o Manuel Filomeno, porque Manuel Filomeno tava começando a julgar, né, começando a criar ali uma animosidade e o benfeitor diz: "Olha, olha estas duas identidades, ela tá sendo influenciada." E a gente começa a se compadecer. Então essa mulher ela vai com esse, com a oração, com a presença de Jesus, ela vai pensar o quê? Olha, muitos de nós vivemos experiências, nós somos espíritos milenares e vivemos muitas experiências. Será que essa senhora não tem uma afinidade com meu marido? Mas nesse contexto aqui, sou eu que estou casada com meu marido. Eu vou me permitir influenciar, me fragilizar, me sensibilizar por esse ponto ou eu vou orar por ela e desejar e ter a vontade de que ela encontre, como depois vai ser esclarecido, que ela encontre alguém que lhe faça bem, que traga para ela o atendimento dos seus sonhos, mas que não é o meu esposo no pensamento desta mulher. De outro lado, o esposo, o que que ele vai fazer? Ele vai se fragilizar no sentido de pensar: "Ah, que interessante, alguém tá interessado em

os, mas que não é o meu esposo no pensamento desta mulher. De outro lado, o esposo, o que que ele vai fazer? Ele vai se fragilizar no sentido de pensar: "Ah, que interessante, alguém tá interessado em mim, que boa! Aí vem todo o orgulho, a vaidade, o a questão garbosa de alguém estar interessado. É por aí que ele vai se investir. Se ele é um homem sério, se ele está pautado na oração, ele pode até se estremecer, porque isso da condição humana, ele pode até encontrar mecanismos ali de um certo envaidecimento, mas o discernimento que a prece nos traz da vigilância, da oração, vai trazer ele ao prumo. Ele vai dizer: "Não, aqui que está a seriedade. aqui que está o meu compromisso e vou orar por ela. Então, olha como a prece, como oração, como a união, o diálogo. Então, construamos dentro do nosso lar as fortalezas do evangelho. Dialoguemos com os nossos companheiros, companheiras, nossos filhos, conversemos, esclareçamos. Mesmo que o diálogo seja difícil, conversemos. Mesmo que aquela conversa seja difícil, o assunto seja nebuloso, mas enfrentemos, porque sempre depois ficamos melhores, ficamos fortalecidos e todos com a transparência do que cada um tá sentindo, do que cada um tá vivendo, vai encontrando a transparência na verdade. E essa ponte que Jesus disse a Pedro vai sendo fortalecida não somente dos indivíduos, mas do grupo familiar, que vai tendo essa pedra angular, onde pode se depositar todos os demais processos que vão ser da lida e do enfrentamento daquele núcleo núcleo familiar. Então, essa página tão linda do benfeitor sobre essa mediunidade entregue, essa mediunidade linda do nosso tio Divaldo, são sinalizações importantes paraa nossa vigilância, pra gente cuidar do nosso dia a dia, cuidar da nossa família, cuidar do nosso pensamento, porque nós temos o amparo de Jesus se abrirmos o coração e a mente para que ele sempre tenha guarida. Olha, nós só temos a agradecer as duas queridas, Tânia e Luziane, pela excelente explanação, pelos aprofundamentos evangélicos,

Jesus se abrirmos o coração e a mente para que ele sempre tenha guarida. Olha, nós só temos a agradecer as duas queridas, Tânia e Luziane, pela excelente explanação, pelos aprofundamentos evangélicos, doutrinários. Como é bom ter oradoras, expositoras como vocês. Eu concordo com a Sônia que coloca que é muito bom ouvir as duas e que Filomeno de Miranda estará muito feliz com a beleza dessas explicações, não só Filomeno, mas todos nós que acompanhamos nesta noite as inspirações, as reflexões que vocês nos trouxeram. Então, mais uma vez, obrigada a todos aqueles que estiveram conosco. Desejamos muita paz e que possamos nos reencontrar semana que vem para darmos seguimento aos aprofundamentos ainda do capítulo terceiro. Até lá.

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