Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E14 – Cap. 7: Fenômeno Auto-Obsessivo – Parte 2

Mansão do Caminho 26/10/2025 (há 5 meses) 1:05:51 962 visualizações

Na segunda parte do Capítulo 7 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert aprofunda o entendimento sobre a auto-obsessão, destacando como pensamentos recorrentes de culpa, pessimismo ou ressentimento podem aprisionar o ser em sofrimento contínuo. O estudo propõe a vigilância mental, a oração e o cultivo de novos hábitos morais como instrumentos de libertação. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Ângela Matté Dutra da Silva 🔎 Aprofundamentos: Ângela Matté Dutra da Silva e Vitor Silvestre 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #FenômenoAutoObsessivo #EstudoDaObra #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #AutoObsessão #ReformaÍntima #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, muito boa noite a todos os amigos que têm nos acompanhado ao longo desse estudo que viemos fazendo aqui com esse grupo tão querido, grupo Suelical da Schuber. É uma alegria renovada nos encontrarmos para darmos sequência ao estudo dessa noite. E hoje estamos aqui com alegria por dividirmos a tarefa com o nosso querido amigo Vítor, que logo mais dará o seu boa noite. Então, para que nós possamos inicialmente nos preparar para esse momento, convidamos todos a nos unirmos em prece. Então vamos elevar os nossos pensamentos agradecendo, sublime amigo Jesus, pela oportunidade que nos é dada de seguirmos no rumo por essa busca de entendimento sobre a vida verdadeira. Nós que ainda estamos mergulhados nas densas sombras da materialidade, já conseguimos ouvir o teu convite que nos é feito a muito, para que possamos encontrar, construir o reino dos céus na nossa intimidade. Por isso, Senhor Jesus, te agradecemos por essa oportunidade e te pedimos que do mais alto daqueles que orientam e tutelam os estudos sérios que nos conduzem ao encontro do espírito possam encontrar sintonia nos nossos corações, nas nossas mentes, nos inspirando a fim de que durante este percurso curso de estudo. Sejamos agraciados com um entendimento maior sobre a profundidade da mente humana. Assim, em teu nome, pedimos permissão e iniciamos o estudo da noite. Que assim seja. Então, como falamos, hoje vamos dividir a tarefa com o nosso querido amigo Víor e seguiremos então paraa segunda parte do do capítulo que foi iniciado na semana passada do livro Loucura e Obsessão, psicografia do nosso saudoso Divaldo, pela inspiração de Manuel Filomeno de Miranda e o capítulo é intitulado Fenômeno autoobsessivo. Antes de nós darmos seguimento aos aprofundamentos, queremos que o Víor chegue, nos dê o seu boa noite, o seu olá. >> Muito obrigado, Ângela. Boa noite a todos, um abraço carinhoso a todos aqueles companheiros que sempre participam conosco todas as quartas-feiras, que a gente possa ter um momento, né, desse desse estudo fabuloso

do, Ângela. Boa noite a todos, um abraço carinhoso a todos aqueles companheiros que sempre participam conosco todas as quartas-feiras, que a gente possa ter um momento, né, desse desse estudo fabuloso que a Ângela acabou de falar do capítulo que nós vamos abordar hoje. >> Isso mesmo, Vittor. Então, hoje nós estamos com essa incumbência e vamos trazer aqui como temos feito ao longo de toda essa obra. Essa obra, por ser terem capítulos mais extensos ou mais densos, tdo divididos. Então, primeira parte com o seu resumo. Aqueles que não leram o capítulo ou quiserem ter acesso no estudo da semana passada, a nossa querida Gisele trouxe o resumo, está lá, mas sempre o convite de que nós mergulhemos na obra, porque o capítulo é riquíssimo. E hoje nós vamos, então, a partir de um determinado eh ponto desse capítulo, nós vamos desenvolver aqui a os nossos aprofundamentos. E esse capítulo, aliás, como todos os outros que o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda registra nas suas obras, ele é um capítulo que é uma grande aula. E nesse capítulo nós vemos, no caso Aderson, que as orientações que o benfeitor eh que o Dr. Bezerra de Menezes dá ao benfeitor Manuel Filomendo de Miranda sobre o caso de pode ser pensado muitos aspectos. Então nós vamos aqui eleger alguns deles para que nós possamos olhar de uma forma um pouco mais detida. E para que nós possamos fazer esse aprofundamento inicial, vamos apenas relembrar que Aderson é aquele que está numa condição eh eh autoobcessiva que depois será aprofundada pelo Vítor, mas que ele se configura na condição daquilo que é conhecido como um autista. Então, nós sabemos que hoje, né, nos dias em que estamos vivendo, o conhecimento acerca desse transtorno do neurodesenvolvimento, do desenvolvimento humano, ele já tem algum, já deu alguns passos a mais. Mesmo dando alguns passos a mais, nós sabemos que ele está muito longe de ser compreendido na sua profundidade, porque nós sabemos exatamente por isso, por pelo que esse capítulo nos traz. que é um transtorno

ndo alguns passos a mais, nós sabemos que ele está muito longe de ser compreendido na sua profundidade, porque nós sabemos exatamente por isso, por pelo que esse capítulo nos traz. que é um transtorno que fala da realidade imortal, da realidade do espírito. Mas de em linhas gerais, como na semana passada nós vimos, as nossas amigas trouxeram essa abordagem, mas só para que nós possamos situar aqui, o que nós deduzimos daquilo que o benfeitor vai descrevendo no capítulo é que se tratava de um caso daquilo que outrora era conhecido como um autismo severo, mas que hoje é qualificado como um quadro de autismo de suporte alto. Então, hoje o autismo é conhecido como níveis de suporte. Então, níveis de suporte mais brandos, então um, dois ou três. E aqui nós vemos que o nível de suporte, provavelmente deste que está sendo avaliado era um nível de suporte alto, a ponto dele não ter contato e comunicação nenhuma com o meio. Então, as suas funções, eh, nós observamos que estavam bastante comprometidas. as funções da consciência, o que é próprio deste quadro. Mas um dos pontos que nós eh observamos que fica bem evidenciado nesse capítulo é quando o benfeitor diz que Aderson eh incorrera num deslize moral. E quando o benfeitor passa a descrever aquilo que ele houvera feito na última reencarnação, nós vamos observar que aqui está configurado um padrão de comportamento, uma conduta que fez com que ele, de retorno à pátria espiritual se deparasse com aqueles os quais havia prejudicado e que retorna nessa atual reencarnação carregando o produto produto dessas escolhas. Então, por se tratar de um deslize moral, vamos aqui eh nos eh vincularmos e voltarmos um pouquinho na parte terceira eh de da do capítulo primeiro da parte terceira da lei divina natural de o livro dos espíritos, na questão 629, quando Kardec vai indagar a respeito de que definição se pode se pode dar moral. Porque se há um deslize moral que Aderson cometeu, como é que nós podemos entender à luz daquilo que a revelação

o 629, quando Kardec vai indagar a respeito de que definição se pode se pode dar moral. Porque se há um deslize moral que Aderson cometeu, como é que nós podemos entender à luz daquilo que a revelação espírita nos traz pela própria eh pergunta feita por Kardec? O que é entendido por moral? Então, a moral é a regra de bem proceder, respondem os espíritos. Isso é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus. Então aqui nós já vemos que esta regra de bem proceder, ela está diretamente ligada à conduta do indivíduo para com o outro. Então, se o homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, nós vemos na história pregressa de Aderson que ele houvera feito escolhas que o distanciaram justamente deste bem de todos, porque as suas escolhas culminaram, como nós vamos ver logo adiante no nosso raciocínio, culminaram num prejuízo severo para vários indivíduos, para vários espíritos. Mas na questão 630, que segue a que nós eh fizemos leitura, também Kardec pergunta: "Como se pode distinguir o bem do mal? Então, se a moral é a regra de bem proceder, de agir bem, como é que se distinguem o bem do mal?" E os espíritos respondem: "O bem é tudo o que é conforme a lei de Deus, o mal tudo o que lhe é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus, fazer o mal infringido." Nessa resposta, nós vemos que os benfeitores vão nos falar acerca daquilo que nós sabemos que é próprio da nossa natureza espiritual, que é a condição de criaturas que temos na nossa consciência inscritas às leis divinas. Então, se em toda a reencarnação, nós temos como propósito mergulharmos na matéria para que essas leis divinas possam se expressar na nosso, no nosso livre arbítrio, na nossa escolha, no exercício que nós vamos fazendo, de despertar a nossa consciência, fazer com que nós desenvolvamos o potencial que está lá na centelha divina. Então nós vamos concluindo que quando nós nos afastamos

o exercício que nós vamos fazendo, de despertar a nossa consciência, fazer com que nós desenvolvamos o potencial que está lá na centelha divina. Então nós vamos concluindo que quando nós nos afastamos disso que é próprio das leis divinas, nós vamos caminhando para aquilo que é configurado como mal. Ou seja, há aqui um deslize moral. E nessa conjuntura é que Aderson está configurado. Mas na parte terceira, e aí nós poderemos, nós vamos ver que pela história de Aderson, ele infringe algumas condutas e gera um mal, um sofrimento para aquelas pessoas. Mas lá no livro dos espíritos, na questão 895, quando os benfeitores, quando Allan Kardec, dirigindo aos benfeitores, a pergunta acerca de, uma vez que existem muitos defeitos e vícios acerca de dos quais nós não podemos nos equivocar porque sabemos que são erros, que são equívocos, que são vícios, qual seria o sinal mais característico de imperfeição? Essa é a pergunta que Kardec faz. E os espíritos respondem o interesse pessoal, porque frequentemente as qualidades morais, dizem os espíritos, são como num objeto de cobre, que é a douradura que não resiste à prova de toque. Pode um homem possuir então qualidades reais que levem o mundo a considerá-lo um homem de bem? como nós vemos Aderson que vestia aquela postura de um homem bom que ninguém conheceu enquanto ainda naquela reencarnação os seus equívocos. Mas que dizem os espíritos na sequência da resposta: "Mas essas qualidades, com quanto assinalem um progresso, nem sempre suportam certas provas. E às vezes basta que se fira a corda do interesse pessoal para que o fundo fique descoberto. O verdadeiro desinteresse, então, dizem os espíritos, é coisa ainda tão rara na Terra que quando se patenteia todos o admiram como se for um fenômeno. Essas perguntas que nós trouxemos inicialmente no nosso raciocínio servem para que nós possamos mergulhar lá naquilo que o Dr. Bezerra de Menezes vai falando sobre a condição de Aderson, que ao fazer as suas escolhas e a descrever a sua última reencarnação, vai

cínio servem para que nós possamos mergulhar lá naquilo que o Dr. Bezerra de Menezes vai falando sobre a condição de Aderson, que ao fazer as suas escolhas e a descrever a sua última reencarnação, vai contar que inicialmente ele houvera feito uma escolha que era de escrever cartas para pessoas. Inicialmente essas cartas eram escritas, endereçadas àquelas pessoas, como diz Dr. Bezerra, de início ela, ele desforçava-se daqueles com quem ele antipatizava. Então, escreviam cartas difamando, eram cartas anônimas, recheadas de acusações, vis, exorbitando na calúnia, espalhava a perfídia e gerava nessa sua conduta uma grande eh insegurança de sabor naquelas vítimas que eram o alvo dessas cartas. Isso de início, depois, dentre outras ações, diz o o Dr. Bezerra, esse infeliz picado pelo veneno da inveja, então inicialmente só não era mais aqueles que ele antipatizava. Já existia um segundo nível, o nível da inveja, fazia com que ele passasse a perturbar o lar honrado de um seu amigo, com cartas que eram repletas de misérias, nas quais ele plantava ali uma infâmia que passou a triturar esse casal com suspeitas enfundadas de um em relação ao outro. Depois, no terceiro nível, não ficou apenas naquilo. Ele apaixona-se por uma jovem que não lhe correspondia o sentimento, que, aliás, não escondia, que antipatizava muito em eh a eh a ele. E ele endereçou cartas infames ao homem que propôs casamento àquela moça, levando então a lama suspeita contra a honorabilidade e a compostura da moça. Então nós vemos aqui nessa descrição que Dr. vai falando sobre o comportamento de Aderson, que nesse caminhar de deslize moral que ele foi tendo, o benfeitor vai dizendo que o eu consciente vai sepultando nos depósitos da memória profunda sem que se aniquilem essas memórias naqueles subterrâneos da mente, no inconsciente nosso, nos arquivos perespirituais, aquelas condutas que reclamam por justiça, por reparação. Diz o Dr. Bezerra no capítulo que não há quem logre dilapidar o patrimônio de ordem e do bem sem incidir numa

so, nos arquivos perespirituais, aquelas condutas que reclamam por justiça, por reparação. Diz o Dr. Bezerra no capítulo que não há quem logre dilapidar o patrimônio de ordem e do bem sem incidir numa compulsória reabilitação que nem sempre, ou melhor, que sempre se apresenta no curso da evolução do ser. Porque uma vez que nós estamos fadados a essa perfeição relativa, que é para onde todos nós rumamos como espíritos imortais, nessa caminhada, por desenvolvermos os germ, as sementes divinas que estão na nossa consciência, no nosso ser espiritual, nós vamos fazendo essas escolhas no uso do nosso livre arbítrio, mas necessariamente quando nós nos desviamos daquilo para o que as leis servem nos dirigindo a essa plenitude, nós vamos fazendo esses registros nos arquivos, nos porões do inconsciente que vão necessitar do reajuste. E que diz o Dr. Bezerra que ninguém permanece aí indefinidamente no mal, porque há o automatismo que a própria lei impõe que vai proporcionar mecanismos de recuperação. E diz o Dr. que a queda no despenhadeiro do crime, do vício, ele pode se dar de um golpe, de um salto de uma vez só, ou por meio de sucessivos passos que nós vamos dando. Mas que a ascensão desses desvios morais, desses do crime, do vício, ele é sempre ela é sempre muito penosa, que requer um esforço continuado. Qual ocorre numa terapia, por exemplo, de uma doença grave? Esses apontamentos que nós trazemos desta parte que nós elegemos para refletirmos juntos, é porque se nós pensamos nas ulerações da alma que foram geradas por Aderson, né, suas escolhas, nós vamos ver que essas ulcerações elas têm gênese muito profunda. E nós vamos perceber que a busca por ele estar naquela instituição era daqueles que o levavam, buscando esta recuperação, buscando esse auxílio que, como nós vimos também no capítulo, já estava sendo recebido, inicialmente afastando ou diminuindo a influência daqueles espíritos que tinham sobre ele, uma vez que eram suas vítimas, um nível de interferência que agrada agravava o seu

já estava sendo recebido, inicialmente afastando ou diminuindo a influência daqueles espíritos que tinham sobre ele, uma vez que eram suas vítimas, um nível de interferência que agrada agravava o seu quadro. Mas diz o benfeitor que ele ali dedicou-se durante todo esse tempo na sua passada reencarnação a urdir planos escabrosos que tiveram efeitos nefastos contra todas essas pessoas. Então, colocados nesse ponto da narrativa, meus amigos, diz o Dr. Bezerra que essa que o missivista ele gozava um prazer funesto das ações de ondas que praticava. Também lhe dá uma informação de que ele vivia num parasitismo vergonhoso porque ele houvera herdado recursos que foram construindo uma aparência até de um cavalheiro nobre de instinto, mas que ele era carregado de egoísmo, de desconfiança, que fazia que inclusive fazia ele viver num celibato, mas explorando o sentimento de mulheres mais infelizes, pagando por aquelas companhias. E diz ele que nesse desvio moral que se iniciava ali, ele acreditava que as suas denúncias, que as denúncias que ele fazia naquelas missivas, naquelas cartas, embora fossem completamente destituídas de de fundamento, que não existiam aquelas situações, ele podia acreditar que eram legítimas, tal se lhe afiguravam na volúpia de inferioridade moral. Esse ponto do raciocínio faz com que nós identifiquemos aqui uma conduta humana que é própria do nosso processo de desenvolvimento como espíritos ainda muito no processo inicial da jornada evolutiva, quando a nossa relação com a nossa consciência ela se dá ainda muito por aquilo que superficialmente se conhece, aquilo que nós ao longo das nossas reencarnações, fomos tendo como os desafios próprios da nossa existência material. Então, todos nós sabemos que mergulhados na matéria, nós temos e é própria de uma lei divina, a lei de conservação. Essa lei de conservação visa nos trazer justamente a capacidade de preservarmos este patrimônio que é de estarmos na matéria, para que nós possamos no uso dessa, desses atributos, desenvolvermos

ação. Essa lei de conservação visa nos trazer justamente a capacidade de preservarmos este patrimônio que é de estarmos na matéria, para que nós possamos no uso dessa, desses atributos, desenvolvermos o potencial imortal, nos avançarmos na direção das leis divinas, ou seja, dentro da conceituação que a benfeitora Joana de Angeles traz na sua série psicológica, quando ela aborda a nossa constituição psíquica como esse estado e esse espaço que vai sendo desvendado à medida em que nós vamos evoluindo, mas que tem ali, usando uma referência que ela faz a Yung, falando dessa relação ego self, o self sendo essa nossa condição de ser, daquele potencial do por vir, do vir a ser que nós carregamos. que é um dia nós construirmos essa condição de plenitude, mas que o nosso ego nas experiências iniciais vai transitando por essas escolhas que constróem na nossa intimidade um prazer mórbido. que o ego, dominando essa consciência, não se colocando na sua condição de centro da consciência, mas sim confundindo-se com a própria a consciência, ele passa a usar os recursos que ele tem, que são recursos de defesas egóicas e não exatamente os recursos da consciência. E ele passa a fazer com que nós justifiquemos as nossas decisões, passando a ter uma sensação de poder. Então, imaginemos Aderson quando escrevia essas cartas endereçando essas pessoas, as quais inclusive ele privava da companhia. Ele acompanhou o sofrimento que se que decorreu ali, porque nós temos casos de suicídio que foram cometidos por essas cartas que ele escrevia, inclusive do esposo, inicialmente do casal, ao que ele construiu aquela aquela situação delicada entre o casal, depois da moça também que desiste de viver, a esposa daquele que ficara depois do suicídio. Então nós vemos todo esse conjunto, mas existia ali um prazer mórbido. Por quê? Porque o ego ali, naquela condição de poderoso que estava vendo, é como se ele estivesse vendo a manipulação acontecer. Esse ego vai se afastando e rompendo essa conexão então do o eixo ego self. E

ê? Porque o ego ali, naquela condição de poderoso que estava vendo, é como se ele estivesse vendo a manipulação acontecer. Esse ego vai se afastando e rompendo essa conexão então do o eixo ego self. E esse ego passa necessariamente, uma vez que nós não fugimos das leis divinas, ele passa a construir o self como um próprio recurso da constituição imortal que nós temos de espíritos imortais, a consciência de culpa. E nesse ponto da consciência de culpa, nós vemos que naquele caso não era a obsessão, o que causava os fatores daquele estado de loucura, ou seja, daquela condição que ele vivia, mas sim a autopunição que gerava o quadro de resgate para aquele infrator da lei. Então, é assim que nós vemos que o recurso que Aderson utilizava é daquilo que a benfeitora Joana deângeles numa obra grandiosa também que merece o nosso estudo, a nossa dedicação, porque fala muito da nossa realidade nos dias de hoje, ainda mais. No livro intitulado Vitória sobre a Depressão, a benfeitora inaugura este livro no primeiro capítulo, escrevendo um texto brilhante sobre a mendacidade, ou seja, o ato de mentir. Diz ela que esse ato ele está arraigado no inconsciente humano porque ele é a decorrência dos hábitos doilos do passado. E ela foi sendo, eh, resultado de processos insalubres também dentro da própria realidade educacional doméstica daquela criatura em famílias, como ela diz, arbitrárias, que eram caracterizadas por desajustes de vária ordem e que, uma vez sendo a família, o laboratório, onde vão se forjar os valores morais edificantes, mediante contribuições valiosas de amor de disciplina, corrigindo condutas das crianças quando trazem ali eh posturas enfermistas que devem ser trabalhadas. Quando essa família não cumpre essa tarefa, esta tendência humana, ela se avoluma, ela passa a ser um recurso. É assim que nós vemos, por exemplo, quando a criança nos seus, na sua primeira infância, ainda não dotada dessa compreensão, dessa noção da dos conceitos mais abstratos, do certo, do errado, ela

urso. É assim que nós vemos, por exemplo, quando a criança nos seus, na sua primeira infância, ainda não dotada dessa compreensão, dessa noção da dos conceitos mais abstratos, do certo, do errado, ela precisa ser orientada pela via dessa família que vai dar nome. Por exemplo, se ela chega em casa com um lápis que não é seu, se ela chega em casa e conta uma inverdade e que depois é descoberto, é tarefa desses pais, desses educadores, fazer a correção, ou seja, trabalhar esse indivíduo, esse caráter, para que ele vá se ajustando cada vez mais a esse hábito salutar de ser fiel àquilo que acontece. Então ela diz que o que não se consegue corrigir na formação da personalidade nesses anos juvenis no no se doméstico vai ficando mais difícil depois com o passar do tempo e que por essa razão então é mais fácil e mais proveitoso que a família crie esses hábitos morigerados e saudáveis lá na infância quando vai se esculpindo esse aprendizado no cérebno do ser do que mais tarde e dizer ela que entre os vícios que florescem ali nos clãs desajustados, a méda cidade ocupa um papel de relevo em razão da falta de compostura dos seus membros em relação à verdade. e que o desrespeito ao correto, ao veraz, a desconsideração pela maneira como os fatos sucedem, né, as desordens que são produzidas, que são as adulterações em comentários, por exemplos, por exemplo, desairos que primam por um cinismo, vão gerando eh consequências danosas, vai se perdendo o parâmetro em torno dos acontecimentos. Então, a pessoa passa a mentir com muita naturalidade e ela vai se investindo de uma imaginação exacerbada e ela vai se tornando ali incapaz de proceder a qualquer narrativa conforme realmente a sucedeu. É como se é aquela coisa, quem conta um ponto aumenta um ponto, né? aquela aquela questão que nós vemos da pessoa criar a partir da sua imaginação, não uma fidelidade aos fatos, mas acrescentando coisa. E que ela diz, então, a benfeitora, que da mentira simples a aperfídia é somente um passo. Vejamos aqui o que a benfeitora vai

da sua imaginação, não uma fidelidade aos fatos, mas acrescentando coisa. E que ela diz, então, a benfeitora, que da mentira simples a aperfídia é somente um passo. Vejamos aqui o que a benfeitora vai dizer, que é assim como de permanente máscara de hipocrisia que fica afivelada face, ao fingimento sistemático, vai se tornar um costume habitual, banal. Não foi exatamente isso que aconteceu com Aderson. Ele foi se tornando cada vez melhor no pior. Ele foi treinando este hábito e que à medida em que isso foi se prolongando, e a benfeitora diz no capítulo que prolongado esse comportamento, as vítimas dele, as vítimas do comportamento da menor cidade vai se elas vão se desajustando e vão atormentando a razão por falta da dimensão da verdade que foi negligenciada. tanto vão se acostumando com a maneira incorreta de agir que se fazem depois incapazes de manter a serenidade, o equilíbrio, quando eles estão num grupo social em que se movimenta, porque no íntimo deles, diz a benfeitora, eles sabem discernir o certo do errado, compreender que eles estão atuando num campo de alto risco, qual seja, por exemplo, da mentira. E em razão de ser facilmente descobertos, eles usam depois da astúcia, que também é um remanescente ancestral que nós carregamos da evolução. E o próprio indivíduo vai se iludindo, vai se estimulando à utilização de novos argumentos totalmente injustificáveis, a ponto daquilo que nós vemos, que falamos há pouco, que o Dr. narra no capítulo de que ele mesmo, uma vez sabendo ele que não era verdade, ele acreditava que podia ser. E ele passa ali a construir uma verdadeira desordem psíquica. E diz a benfeitora que dessa forma então os indivíduos vivem conflitos emocionais que vão se agravando com a sucessão do tempo. E em razão do medo constante de serem desveladas as suas mazelas, eles vão sendo levados ao porque podem ser relevados ao ridículo, diz ela, que merecem, mas que se negam a reconhecer. Veja que quando Aderson retorna ao plano espiritual depois da sua desencarnação,

eles vão sendo levados ao porque podem ser relevados ao ridículo, diz ela, que merecem, mas que se negam a reconhecer. Veja que quando Aderson retorna ao plano espiritual depois da sua desencarnação, ele nega se reconhecer o equívoco, inclusive lá diante dos seus das suas vítimas. tamanha é a gravidade do seu quadro que ele passa depois a formar nos arquivos desse inconsciente profundo essas marcas completas de alienação da realidade que configura o quadro de autismo no qual ele estava incerto. Então diz a benfeitora que vive em consequência numa sociedade que se deslumbra com o Fausto, com a ilusão, com a mendacidade, como fenômenos perfeitamente naturais, mas felizmente insustentáveis e decepcionantes. Diz ela que o ser humano educado, ele é veraz em todos os momentos, assumindo as responsabilidades da sua conduta, mesmo quando experimenta de sabores e angústias, que o compromisso com a verdade não lhe permite negociá-la, aceitando, por exemplo, o suborno da fantasia, que se dilui com a névoa do sol da ao sol da realidade e que a instabilidade de conduta, no entanto, em relação aos acontecimentos do cotidiano ano, a falta de ponderação, de recato em referência aos fatos, vai dando lugar à perda da autoestima e consequentemente da saúde emocional e que em alguns quadros de depressão psicológica diz ela tem início na ausência do autoamor do paciente, que se não amado, não se sente, considera-se indigno também de ser amado por outras pessoas, porque ele reconhece que a objeção interna em que ele se encontra. Vejamos que nós vimos no capítulo que Aderson mergulha naquilo, naquele quadro de negação da sua conduta e que ali há um profundo desamor próprio do quanto do quão indigno ele se achava, dessa abjeção que a benfeitora diz que ele criou, que se cria internamente, quem passa a desenvolver essa menda cidade. e que diz a benfeitora que o desenvolvimento, então, intelecto, moral saudável, ele é estruturado nos alicerces da realidade, no convívio com pensamentos elevados e

sa a desenvolver essa menda cidade. e que diz a benfeitora que o desenvolvimento, então, intelecto, moral saudável, ele é estruturado nos alicerces da realidade, no convívio com pensamentos elevados e as programações edificantes da de contínua vigilância moral, que vai proporcionando renovação de atitudes que vão facultar estímulos salutares paraa renovação. Então, descobrindo que é o quanto é capaz, o indivíduo sai daquela névoa de desequilíbrio e enfrenta claridade. Ou seja, serverás, diz a benfeitora, desenha-se nessa mente como uma adequada condição da pessoa inteligente que opta pelo que é lícito e real em vez das tumultuadas fugas para a mentira e a hipocrisia. Então diz ela finalizando o capítulo, que é medida de bom tom o reconhecimento das possibilidades que se encontram ao alcance de todos os indivíduos, cada qual estabelecendo as suas metas e campos de trabalho sem apego ao passado e nem ansiedade ao futuro, delineando uma uma programação existencial que possa se expressar dentro dos limites que nós temos em cada etapa da nossa jornada evolutiva. Então diz ela que ninguém se subtrai à verdade, permanecendo indefinidamente mergulhado nos densos nevoeiros da menda cidade e do despaltério, que a marcha do progresso é inestancável, não permitindo a pessoa alguma permanecer por tempo indefinido na retaguarda e que quando ao viandante faltam as forças, a sua é uma opção por estacionamento. e as irrefreáveis leis da vida vão impor-lhe, arrastando a princípio, a fim de que prossiga com o próprio esforço depois. Então, é assim que a benfeitora conclui o capítulo. E quando nós trouxemos essa questão da menacidade, é porque isso nos serve de alerta nos dias em que não são mais necessariamente missivas que são escritas, né? Hoje as pessoas elas debruçam-se, por exemplo, numa tela de uma rede social e ali se comportam distorcendo fatos, construindo em verdades. Então o nosso compromisso como seres conhecedores da nossa realidade imortal é muito importante. Então deixamos essa reflexão e agora

ial e ali se comportam distorcendo fatos, construindo em verdades. Então o nosso compromisso como seres conhecedores da nossa realidade imortal é muito importante. Então deixamos essa reflexão e agora passamos a palavra ao nosso querido Víor para que ele siga os aprofundamentos. Por favor, Víor, queremos ouvi-lo. >> Muito obrigado, Ângela. excelente a sua abordagem, clarificando aspectos psicológicos da conduta do Aderson, né? E isso vai trazer para nós aqui uma eh continuação desse processo que tão brilhantemente a Ângela abordou. Quando o Dr. Bezerra fala a respeito desse caso do Aderson, que ele estava isso numa conversa explicativa com Manuel Filomeno de Miranda, ele estava falando que estava diante de um vigoroso processo de autoobsessão, eh, configurado por um abandono consciente da vida e dos próprios interesses objetivos. Então, quando a gente trabalha esse processo de autoobsessão, a literatura espírita eh nos informa que no capítulo referente às vinculações obsessivas, nós vamos encontrar a seguinte tipificação. Você tem de desencarnado para encarnado, de desencarnado para desencarnado, de encarnado para desencarnado, de encarnado para encarnado e a autoobsessão. Essas seriam as tipificações eh de vinculações obsessivas, sendo que na última, né, referentemente à autoobsessão, é o próprio espírito que se coloca numa posição de perseguição, né? Isso eh quando no livro Obras Póstumas, e foi até abordado na semana passada, que na parte de manifestação dos espíritos, Allan Kardec vai dizer realmente essa possibilidade. ele vai dizer que muitas vezes a gente atribui maldades, né, aos espíritos que eles se dizem inocentes, vamos dizer assim. Eh, alguns estados doentios e certas aberrações que a gente lança a conta dos obsessores derivam do próprio indivíduo, do espírito do próprio indivíduo. Então ele vai falar que essas contrariedades que se concentram em nós mesmos, principalmente relativamente aos desgostos amorosos, com frequências dão oportunidade a atos excêntricos, né, que seria

o. Então ele vai falar que essas contrariedades que se concentram em nós mesmos, principalmente relativamente aos desgostos amorosos, com frequências dão oportunidade a atos excêntricos, né, que seria errôneo a gente falar que é um processo obsessivo, porque nesse caso o homem é obsessor de si mesmo nessas condições. Então, autoobsessão significa o quê? É um tormento, é uma dificuldade em que uma pessoa inflinge a si mesma por meio de quê? de pensamentos, ideias fixas, negativas, como culpa, remorço, medo, que criam no interior da criatura, no psiquismo, um campo de batalha que torna a criatura a sua própria opressora. E por isso que Dr. Bezerra, fala que nesse caso Aderson, essa imensa vida mental eh das ações infelizes que foram ocultadas habilidosamente na vida cotidiana, mas que é conhecida da própria pessoa, engendra um um comportamento ambíguo eh em que o no seu íntimo ele sabe que está errado, mas na vida ele põe uma máscara. É como se fosse que a máscara ocultando para a sociedade o que a pessoa é verdadeiramente por dentro. E dá essa condição que a própria eh eh Ângela tava falando brilhantemente sobre os critérios, né, dificuldades que a pessoa enfrenta quando tenta dissimular uma situação pro mundo exterior, eh quando na realidade internamente ela é outra. uma espécie de de pugna interna em que o a pessoa tenta se justificar eh internamente, mas por fora aparenta ser alguma coisa, né? Então, o que que acontece aí na quando a Ângela aborda a questão do do ego, do self, né? Ele fala que o Dr. o eu consciente, que é a parte da nossa personalidade, né, que lida com o mundo real. Eh, esse eu consciente em função dessa distonia interna entre o interno e o externo, sepulta lá nos depósitos da memória profunda esse conflito que ele, apesar dessas situações eh vivenciadas, esse conflito eles assomam a a consciência na vida de de vigília. eh com processos depressivos graves, complexos de culpa, processos persecutórios e outros processos psicogênicos, né? Então ele vai dizer nessa situação aqui

mam a a consciência na vida de de vigília. eh com processos depressivos graves, complexos de culpa, processos persecutórios e outros processos psicogênicos, né? Então ele vai dizer nessa situação aqui que isso aflora eh de uma situação eh em que basta que a gente tenha algum tipo de gatilho e aquilo emerge, né? Então o que que acontece? a constância do pensamento naquilo que foi realizado, eh, eh, e, e, e, e que não percebido, não percebido, torna-se uma fixação contínua, eh, numa monoideia em que vai isolar ou emparedar a criatura em si mesma, porque quando ela está no processo da culpa, ela vai conversando, ela vai dialogando com si mesma. E nesse sentido ele eh o Dr. Bezerra vai falar aqui que isso e e rompe de uma forma eh tão vigorosa que pode levar esses problemas físicos, emocionais, mentais de depressão, a apatia. Nessas nesse sentido, né? Se a gente for resumir a autoobsessão, então seria três alguns pontos assim, ó, ideias fixas e negativas, que seria esses pensamentos recorrentes da culpa, do remorço, da raiva ou medo, que são as sementes que vão germinar na mente da criatura, criando um círculo vicioso de negatividade. a pessoa fica num looping, ela fica na monoideia, eh, e com isso se aleia ou se aliena da situação do dia a dia. Então, a pessoa vive mais para dentro, para consigo mesmo. E esse e esse desequilíbrio interior ah vai tornar a pessoa a opressora de si mesma, com verdadeiro conflito interno que vai afetar a sua vida. E e com isso vão aparecer agora a mente não encontrando a paz em função desses processos que ela vivencia. Essa pessoa não encontra paz. E que que acontece? Ela se sente presa num passado de erros e de falhes que vai impedir a sua própria cura e a sua libertação num contexto de autocondenação e autopunição. Por isso que o espírito Emanuel no livro Consolador, na questão 182, ele vai perguntar assim, ele vai responder uma seguinte indagação: remorço é uma punição? E aqui ele magistralmente vai falar: "Olha, o remorço é a força que prepara o

ivro Consolador, na questão 182, ele vai perguntar assim, ele vai responder uma seguinte indagação: remorço é uma punição? E aqui ele magistralmente vai falar: "Olha, o remorço é a força que prepara o arrependimento. A pessoa não arrepende de uma hora para outra. antecipando ao arrependimento, tem um remorço, que é uma força que prepara pro arrependimento. Como o arrependimento é a energia que precede o esforço regenerador. Aí a gente vai ver lá mais depois a questão do Código Penal, né? Então o o arrependimento ele vai possibilitar a energia que precede esse esforço regenerador. O Sérgio Biage Gregório na homepage dele amplia um pouco essa conceituação do Emmanuel e mostrando a diferença então do remorço e arrependimento. Diz ele que, embora estejam associados entre si, eh, o remorço e arrependimento tem significados diferentes. E ele vai dizer que o remorço é um sentimento e o arrependimento é uma vontade. que o remorço é a consciência dolorosa de uma falta passada que somada agora à vontade, ou seja, ao processo regenerador, né, que a vontade de evitá-la daí em diante e, se possível repará-la vai dar seguimento a esse processo que precede o esforço regenerador. Por isso que eh a nossa benfeitora Joana deângeles vai trabalhar com o contexto da culpa, porque o remorço, ela vai dizer aqui de uma forma bastante interessante e muito didática, ela vai falar que as criaturas, eh, de uma forma geral, quando se incorrem nesses processos de relembrança da dos atos feitos, ela fala que o remorço gera um fenômeno da identificação do erro, ou seja, é a consciência dolorosa, conforme o Biag estava falando, de uma falta. Então, esse remorço gera uma identificação do erro. algo tá tá diferente. Mas se essa identificação do erro, ela não se faz acompanhar da coragem, ou seja, do arrependimento para conveniente reparação, essa criatura, não atendendo a essa sequência, ela vai transferir para os arquivos do espírito o conflito em que ela está vivenciando sob a forma de culpa. Culpa é essa o quê? Que facilmente ela

ação, essa criatura, não atendendo a essa sequência, ela vai transferir para os arquivos do espírito o conflito em que ela está vivenciando sob a forma de culpa. Culpa é essa o quê? Que facilmente ela flora e a zona consciencial ante o desencadear de qualquer ocorrência produzida por uma associação de ideias, né, eh que conduzem uma lembrança inconsciente, que seriam os gatilhos. Naturalmente, aquela situação em que o remorço não gera eh acompanhamento do arrependimento e depois da reparação, isso vai ocorrer sempre. Então, continuando, ela vai falar que o indivíduo experimentando essa angústia procura em si um recurso de autopunição como mecanismo que possa libertar essa criatura nesse processo para a consciência responsável por uma coisa que ninguém conhece, um delito que ninguém conhece, mas que está íncito no mapa das reencarnações, das realizações pessoais daquela criatura. E nesse caso, ela não pode transferir isso. Então, o que que ela faz? ela vive nessa autopissão, nessa eh nesse looping interior, nesse conflito. Eh, eu me lembro muito de um filme em nome da Rosa, em que tinha um padre, né, naquele convento, em que ele, não conseguindo conter seus impulsos da sexualidade, ele procurava os noviços para atender essas necessidades. Então, todas as vezes que ele fazia isso, ele ia pro quarto dele, na cela dele, e se autoflagela, chicoteava o seu corpo naquela ilusão de que a culpa que ele sentia por não ter conseguido eh anteporta eh necessariamente vinculada ao sacerdote, ele se culpava tanto de não ter conseguido superar aquilo que ele chicoteava, achando que o culpado era o corpo. Então ele se autoflagela, né, nessa situação. É um filme interessante em nome da Rosa. Então, o que que acontece? Eh, continuando aqui, tenho uma companheira lá do site, o Consolador, eh, Cláudia, se não me engano, Cláudia Gallenter, ela faz uma abordagem muito boa a respeito que o remorço, né, que que não evoluiu para o arrependimento, ou seja, a culpa de erro cometido, ela provoca um prejuízo, material moral

, Cláudia Gallenter, ela faz uma abordagem muito boa a respeito que o remorço, né, que que não evoluiu para o arrependimento, ou seja, a culpa de erro cometido, ela provoca um prejuízo, material moral na própria criatura ou quem convive com aquela criatura. E essa consciência do erro, ela pode ser vivenciada de duas formas, no caso, né, esse remorço, essa consciência do erro, de duas formas, uma forma saudável ou uma forma patológica. E ela vai dizer aqui que o remorço saudável, ou seja, a culpa, né, eh, não vou chamar de culpa ainda porque tá na fase do remorço, ela leva ao arrependimento sincero e que, embora a criatura sofrendo pela lembrança do que havia sido feito e mesmo sofrendo com esse processo da angústia da alma, ela impulsiona a criatura para o processo da reparação é a é a culpa saudável, é o remorço que dá encaminhamento aos processos da melhoria espiritual. Já no remorço patológico, ou seja, na culpa que o remorço quando não é trabalhado nas questões da reparação, ele se torna aquela coisa vinculada a si mesmo, a criatura se oprime. Então o que que vai acontecer na culpa patológica? O remorço é um resultado de um pensamento em circuito fechado e que a criatura acredita que o sofrimento que ela tá eh passando em função daquele pensamento que não tem eh punição e condenação, ela acredita que essa dor já é uma situação em que ela se encontra imersa agora num processo de de cura. E nada mais errôneo, né? Então, que nesse sentido é que a gente vai entender eh que se a criatura eh ela tem possibilidades de em reconhecendo o erro eh eh sair dessa zona conflituosa da autobsessão, ela possibilit eh possivelmente entraria num campo de amadurecimento psicológico. Ela avançaria para o auto perdão e seguiria em direção à reparação, porque o remorço faz o homem sofrer, mas o remorço não liberta o homem. Então, aí que a gente vai lembrar no Código Penal da Vida Futura o que que Kardec dizia lá no capítulo s do livro Céu Inferno, que o arrependimento é o primeiro passo para

remorço não liberta o homem. Então, aí que a gente vai lembrar no Código Penal da Vida Futura o que que Kardec dizia lá no capítulo s do livro Céu Inferno, que o arrependimento é o primeiro passo para o aperfeiçoamento, mas sozinho não basta. São precisas ainda a expiação e a reparação. Então, arrependimento, expiação e reparação são as condições, né? Eh, eu colocaria, como estamos conversando aqui, que antecedendo o arrependimento, você tem o remorço, no caso do remorço patológico e no a culpa, né, no caso patológico e o remor quando dá seguimento ao processo evolutivo. Então ele vai dizer aqui, Kardecimento suaviza as dores da expiação, dando esperança e preparando para a reabilitação, mas somente a reparação pode anular o efeito, destruindo a casa, porque se não fosse assim, o perdão seria uma graça e não uma anulação. É o que a Ângela tava falando com relação a Aderson. ele eh devido às consequências dos seus atos, ele tem diversos processos aí eh que foram consequências da ação criminosa dele, vamos dizer assim, de escrever missivas a respeito da calúnia, da difamação, inclusive induzindo criaturas ao sofrimento, ao suicídio. E essa situação da reparação, o Aderson, em determinado período da sua recuperação espiritual, ele vai ter que percorrer esse caminho, né, do arrependimento, do remorço, da expiação. E a expiação ele já tá começando, né, que é esse processo que Dr. dizer e comenta a respeito da da vinculação dele e ele não consegue se exprimir. Ele tem uma vida que é novelada em si mesmo e isso ao longo do tempo e isso vai diluindo conforme ele fala, né? Eh, não sei, acho que o foi o Manuel Filomeno pergunta: "E quanto tempo isso vai durar?" Isso Bahia. Depende das situações que cada caso é um caso, depende da vivência dele de percorrer esses caminhos, né? Então eu acrescentaria o remorço patológico ou saudável, arrependimento, expiação e reparação. E Dr. Bezerra vai falar no próprio capítulo que espiar o mal que se fez para logo depois repará-lo é impositivo da justiça divina, eh, que

patológico ou saudável, arrependimento, expiação e reparação. E Dr. Bezerra vai falar no próprio capítulo que espiar o mal que se fez para logo depois repará-lo é impositivo da justiça divina, eh, que está ao alcance de todos nós. Nesse contexto do remorço, culpa, etc., eu me lembrei de um livro Crônicas de Além Túmulo do irmão X, em que o irmão X ele encontra com o espírito Judas eh numa visita que ele estava fazendo a Jerusalém na época da Semana Santa, o irmão X, né? Então ele fala que estava chegando assim num promontório e que via cidade lá embaixo e que ele viu um espírito eh olhando para aquela cidade lá embaixo. E ele, ao se aproximar desse espírito, ele sentiu uma energia tão boa assim, algo eh ele não sabia explicar. E ele vai chegando perto e ele vai reconhecendo. Aí ele era Judas. Então ele começa uma entrevista que eu vou me ater aqui só ao tópico do capítulo e que a gente tá estudando a respeito do remorço, em que vale a pena vocês lerem. Então ele fala assim: "Mas você chegou a salvar-se pelo arrependimento?" Falou com Judas, né? quando narra aquela dificuldade que ele teve, que ele trai, etc. E o repórter ele vai perguntando, né? O irmão Silva, ele não passa pana, ele fala: "Você conseguiu salvar-se pelo arrependimento?" Ele falou: "Não, não consegui". Aí ele vai falar: "O remorço é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. Depois da minha morte trágica, submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus. E as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde imitando o mestre, fui traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e da traição, deixei na terra os derradeiros resquícios do meu crime na Europa do século XV. Desde esse dia em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnação à terra, sentindo na fronte o ósculo do

r amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnação à terra, sentindo na fronte o ósculo do perdão da minha própria consciência. E ele continua: "Sobre meu nome pesa a maldição milenária como sobre esses sítios cheios de miséria e de infortúnio. Porém, pessoalmente estou saciado de justiça porque já fui absolvido pela minha consciência no tribunal dos suplícios redentores." Quando eh fala aqui, eu me lembrei de uma outra coisa, de uma palestra do Divaldo falando sobre Judas e ele fala assim: "Assim, Divald falando, né? Retorna Judas Iscariotes ao colégio galileu, de onde se apartaram um dia, estava restaurado o colégio daqueles que seguiam Jesus". Eu sempre acho essa essa passagem aqui coisa fabulosa, né? Eh, a gente vê o o Aderson, né, naquela situação, eh, provocando aquilo tudo e, e ele está nesse processo de autoburilamento agora em função do que agora se a gente imaginar o peso, o remorço de Judas que o levou imediatamente ao suicídio e depois além disso tudo, ele engendrar esforços a partir do remorço para se submeter a essas reencarnações dolorosíssimas. Eh, porque no caso ele não reparou isso com Jesus, porque quem ele ofendeu foi Jesus e Jesus não foi cobrar dele. Então ele reparou a consciência cósmica, a uma situação tão dolorosa que ele, né, desencarna como Jonas Dark, no sentido de reparar aquela situação poupando a França de uma guerra infeliz contra a Inglaterra, onde muita gente ia morrer. Então ela com a situação, né, no caso Judas, ela promove um uma reparação com a respeito do equilíbrio cósmico, né? Então, por isso que ele se sente saciado, porque tudo que ele eh houvera feito a respeito daquele drama lá do Calvário, ele procura vivenciar não com sentido de coitadinho, tal, porque ele fala, né, que ele fecha o ciclo com resignação e piedade pelos verdugos. É, é, é interessante. Então, lidar com a culpa, lidar com a culpa é necessário transformação,

do de coitadinho, tal, porque ele fala, né, que ele fecha o ciclo com resignação e piedade pelos verdugos. É, é, é interessante. Então, lidar com a culpa, lidar com a culpa é necessário transformação, perdão, autoamor. gente pensar no alto amor, que agora a gente não é mais aquela criatura de outrora, que a gente tem propósitos, né, que a gente tem eh possibilidade de evoluir a busca pelo bem, focar em situações que eh dizem respeito à paz, a tolerância, e isso é fruto de uma busca contínua. Isso não tem situação de parar um tempo essa transformação mental, as práticas morais que a própria Angela tava falando do bem e do mal, das questões que a gente deve perseguir, porque o bem é tudo aquilo que tá vinculado à divindade, né? E tem tanta coisa, tem um auxílio externo no referente a uma casa espírita, atendimento fraterno, ao estudo da doutrina. Então, todo, evidentemente que a criatura num processo de autoobsessão, ela tem que ser trabalhada por alguém e e à medida que ela vai frequentando, ela vai tendo oportunidades de ampliar, porque a grande jogada da autoobsessão é você cortar esse circuito fechado, é você abrir um nó ali em que ela possa perceber a vida externa, ela possa receber eh construções mentais, ideias que possam ela refletir dentro dela, saindo daquela mesmice em si mesmamento, aquela roda, aquele looping que não sai, né? Não acaba. Então, o que que eu gostaria de ter trazido para os amigos de hoje, eh, seriam essas considerações. E vamos aproveitar, vou passar a palavra à Angela para as nossas eh considerações e despedidas. Ô, meu amigo, muito obrigada por nos trazer esse valioso aprofundamento, né, que mescla aí certamente seu conhecimento profundo, sua vivência na doutrina. E aí, ao concluirmos esse trabalho de hoje, nós podemos dizer: "Bendita doutrina espírita nas nossas vidas", não é mesmo, Vittor? Exatamente. >> Que seríamos nós sem esses esclarecimentos, sem essa fé raciocinada. Então, que nós possamos, né, ao finalizar o nosso estudo, eh, trazermos

rita nas nossas vidas", não é mesmo, Vittor? Exatamente. >> Que seríamos nós sem esses esclarecimentos, sem essa fé raciocinada. Então, que nós possamos, né, ao finalizar o nosso estudo, eh, trazermos o nosso sentimento de mais profunda gratidão ao Mestre Jesus, ao Mestre Leonês e a todos esses apóstolos do bem que nos trazem. Dentre eles Manuel Filomeno, Dr. Bezerra, Edivaldo e tantos outros. e a nossa querida Sueli. Então, que nós possamos encerrar nosso estudo agradecendo a companhia dos nossos amigos por podermos privar desse momento aqui envolvidos por essas vibrações que certamente do alto nos alcançam. Então, um grande abraço a todos e na próxima semana seguimos com as bênçãos divinas aí no aprofundamento dos próximos capítulos. Até lá, até a próxima semana. Abraço.

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