T4:E3 • Tramas do Destino • Gilberto, Lisandra e Hermelinda

Mansão do Caminho 17/09/2023 (há 2 anos) 1:09:37 2,885 visualizações

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 03: Gilberto, Lisandra e Hermelinda (capítulo 02) » Host/resumo: Angela Matté Dutra da Silva Comentários: Marcelo Netto e Vitor Silvestre

Transcrição

Olá, amigos dessa nossa caminhada nos estudos das obras do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia abençoada de Divaldo Franco. É com muita alegria que nós do grupo Suelicalda Schuber nos reunimos para mais uma vez adentrarmos aí a esta nova obra que agora eh iniciamos. Então, com alegria, nós vamos hoje dar prosseguimento ao estudo e trataremos nesse dia do capítulo segundo desta obra. Hoje estamos aqui acompanhados pelos coordenadores queridos que irão nos conduzir as reflexões. Marcelo Neto, o Víor Silvestre. Sejam bem-vindos, amigos queridos. E hoje nós vamos iniciar a prece convidando Marcelo para que nos eleve, nos conduza os pensamentos. Marcelo, por favor. Obrigado, Ângela. Obrigado, Vítor. Vamos orar. Abençoado amigo Jesus, mestre incomparável de nossas vidas. Aqui, Senhor, iniciamos mais uma reunião abençoada de forma virtual, mas com os laços sagrados do coração apertados com o teu Senhor. Por isso que te pedimos nos inspire, nos conduza, nos apoie nas reflexões necessárias para que aos poucos a tua mensagem luminífera possa nos penetrar as fibras mais íntimas dos do espírito e do coração. Pedimos as bênçãos necessárias para que todos que aqui se conectam nesta reia rede virtual possam da mesma forma receber o abraço fraterno dos benfeitores espirituais que coordenam este grupo e também aqueles que fazem parte das suas famílias, dos seus amigos, dos seus amores de alent, Senhor nesta Esta hora que iremos viver junto a mensagem de Jesus, a paz e a harmonia que o mundo ainda não conhece, mas que Tu, Senhor, tem nos repetido há mais de 2000 anos, para que um dia faça-se em verdade e em vida dentro dos nossos espíritos, a tua mensagem de luz e de amor. Que assim seja, Senhor. Muito obrigado. Que assim seja. Muito obrigada, Marcelo. Então, como nós vimos na semana anterior, nós já fomos introduzidos aí naquilo que o benfeitor eh Manuel Felmo de Miranda começou a trazer desde lá o início, quando ele trouxe a apresentação, depois no capítulo anterior em que ele inaugurou aí eh a

fomos introduzidos aí naquilo que o benfeitor eh Manuel Felmo de Miranda começou a trazer desde lá o início, quando ele trouxe a apresentação, depois no capítulo anterior em que ele inaugurou aí eh a costura dessas tramas para que nós pudéssemos efetivamente adentrar. E hoje nós vamos ser levados no capítulo segundo a identificarmos mais elementos para que nós possamos nos ambientar neste eh nesse grande enredo que nós vamos acompanhar ao longo do livro. Então, nós vamos trazer inicialmente aqui um resumo, uma síntese para que nós possamos eh nos conectar com aquilo que o benfeitor nos traz e depois será desenvolvido pelos nossos amigos. E o benfeitor intitulou esse capítulo são três nomes, Gilberto, Lisandra e Hermelinda. Então, nós vamos ver ao longo do capítulo, né, porque ele faz essa consideração e ele logo aponta, eh, ao iniciar o capítulo que o renascimento de Gilberto trouxe, então, ao genitor emoções que ele eram desconcertantes, em que ao mesmo tempo que se sentia eh um entranhado orgulho pela mirada daquele que era o primogênito, ele também sofria diante dele uma certa animosidade. que amargurava o seu íntimo. Ele traz a informação ao benfeitor que o pai parecia já conhecê-lo, né? Aí ele se permitia então nutrir essas essa forte antipatia e que ao mesmo tempo assomva a sua mente, surgia a sua mente ante aquele delicado corpo do do filhinho, o que ele trazia em muitos momentos algo bastante impactante que o benfeitor coloca numa que outra oportunidade ganas de trucidá-lo. Então, nós vemos a intensidade do sentimento e dessa dessa dualidade que o pai experimentava. Então, ele acreditava nesses momentos que ele estava possuído por um furor de natureza demoníaca. Porque ele ignorando as raízes anteriores da vida, nas quais nós sabemos que a vida se sustenta e que a realidade física se sustenta, eles ele pressupunha-se um endemoniado e considerava então que aquilo que ele passava no mundo no mundo interior provinha dessa influência. Então, desde essas primeiras manifestações da

a se sustenta, eles ele pressupunha-se um endemoniado e considerava então que aquilo que ele passava no mundo no mundo interior provinha dessa influência. Então, desde essas primeiras manifestações da companheira, quando em gestação, eh, o Senr. Rafael, ele passou dessa da animosidade antiga a um mórbido ciúme e um asco ao mesmo tempo. E ele menosprezava então a dignidade e os sentimentos nobres que aquela esposa, aquele ser que estava ao lado dela possuía. Ao mesmo tempo, a Consorte, ela se sustentava, a esposa se sustentava pela divina vigilância, né? Ela possuía títulos de elevação que em que ela se encontrava investida, né? Porque ela compreendia mesmo a a sofrida e a alucinada vida que o marido levava. Então, o esposo envolvido naquilo, ela tinha um grau de compreensão, embora muitas vezes ela eh o aconselhasse a procurar ajuda médica, um socorro espiritual no meio daquilo, no daquilo que eles eh tinham como religião. Então, procurar a assistência de um confessor, né, o qual deveria então confiar aqueles problemas íntimos. Mas Rafael, diz o benfeitor, rebelde, apesar dessa de extremamente filiado a uma denominação religiosa, ele não se permitia penetrar pelo conto sublime da mensagem do Cristo. É, então ele se encontrava vinculado, como o benfeitor diz, a mensagem do Cristo, que faz parte de todas as escolas de fé, mas em que, embora faça parte, eh, nem sempre nós nos vinculamos de fato a esse a essa mensagem. Então, diz o Benfeitor que ele era desarmado espiritual e emocionalmente para essas arremetidas do pensamento desalinhado que ele carregava. Então, eh esses pensamentos desalinhados em face então de inimigos pertineses do passado que tornavam mais fácil, então, por conta da sua rebeldia, aquelas influências, gerando aquelas distonias que se agravavam num doloroso processo de desequilíbrio obsessivo. Então ele sobrepôs a tudo isso, a essa antipatia que ele tinha pro filho, um sentimento da de vaidade masculina, diz o benfeitor, porque seria aquele que levaria adiante o nome da família.

obsessivo. Então ele sobrepôs a tudo isso, a essa antipatia que ele tinha pro filho, um sentimento da de vaidade masculina, diz o benfeitor, porque seria aquele que levaria adiante o nome da família. Então, o sobrenome da família seria levado adiante. Então, de alguma forma existia uma luta entre ele. Ele procurava olhar para isso que ele considerava então positivo. E apesar de ser o benfeitor diz um sentimento infeliz, os benfeitores espirituais, eles de alguma maneira emulavam-no, sugerindo para que ele estreitasse os laços com aquele recém-chegado, né, nos braços fortes e protetores, dando com que vínculos de afeição ao longo do tempo fossem sendo construídos, né, num clima de elevação. Mas os dias transcorrem, diz o benfeitor, se sucediam naquele lar, que estava sempre sombreado pela instabilidade emocional da do chefe daquela família, né? E esse quando ele saía em viagem, como nós vimos no capítulo anterior, que era sua profissão, o seu trabalho, ele retornava e depois de cada retorno se convertia num doloroso instante de agressividade verbal e moral com que ele mais afligia a esposa, né, num demorado parecer. Mas dona Artemes, entretanto, num estreito conúbio de oração com o Senhor, ela grangeou títulos valiosos para sustentar-se naquela luta que, diz o benfeitor, uma luta desigual com o companheiro atribulado. E graças a esse concurso, a esse auxílio que ela fluía do alto, ela foi surpreendida no mês, no no segundo mês de nascimento do filho com a chegada de Hermelinda, que era a cunhada e a amiga que fora convidada pelo irmão para que auxiliasse dona Artemis naquele período então em que ela estava convalecendo, em que ela estava se eh reorganizando do processo então eh puerperal. E ali nós vemos que dona Armelinda, então diz o benfeitor, ela provinha, diz ele, do de círculo espiritual que era representativo. E ela participava desde vidas pregressas do agrupamento e que agora ela retornava, voltava a se ligar à aquele grupo, né? havendo mergulhado no corpo

, do de círculo espiritual que era representativo. E ela participava desde vidas pregressas do agrupamento e que agora ela retornava, voltava a se ligar à aquele grupo, né? havendo mergulhado no corpo numa tarefa de renúncia e sublimação, com que ela então se candidatava a grangear altos degraus de elevação junto àqueles que estavam ali, que ela viria ajudar naquelas circunstâncias atuais ásperas. Então esse espírito nobre, diz o benfeitor, ela Dermelinda, carregava eh eh na sua intimidade o desejo profundo de construir o próprio lar, mas ela também pressentia que eh sem saber porquê, sem que soubesse explicar, que ela não fruiria a aventura de ser mãe da própria carne. Mas intuitivamente, então, ela esperava desatar esse amor que ela carregava na sua na sua intimidade, na sublime tarefa então de se doar para a carne alheia. E ela então se torna ali facilmente um verdadeiro da cunhada junto ao sobrinho. Essa é a forma como o benfeitor descreve Hermelinda. E ela vai também contribuir pra recuperação da mãe ali. E ela passa então eh auxiliando Artemis e Artemis passa a bem dizer então a fortuna de concessão divina. Interessante como o benfeitor coloca essa expressão que a chegada de Artemis eh foi considerada por eh ou melhor a chegada de Ermelina foi considerada por Artemis um uma grande concessão divina. Então nós vemos que esse espírito de fato percebia e conseguia alcançar a a o trabalho da divindade na sua vida, né? E a sua presença, então, de certo modo, constituiu por algum tempo um impedimento para que aquela rebeldia, aquela revolta, aquela irracibilidade do irmão viesse à tona naquele lar, né? E isso modificou sensivelmente aquela aquele ambiente doméstico. Então, dois anos após essa primeira progenitura, dona Artemis voltou à maternidade e lá recebe agora então Lisandra, que eh ao inverso de Gilberto, contrariamente a ele, produz no pai profundos sentimentos de amor. Então, a filhinha o inunda de júbilos e consegue uma transformação do comportamento que é

ão Lisandra, que eh ao inverso de Gilberto, contrariamente a ele, produz no pai profundos sentimentos de amor. Então, a filhinha o inunda de júbilos e consegue uma transformação do comportamento que é daquilo que o pai tinha. Então, o pai muda significamente significativamente o seu comportamento. E daí por um processo de transferência, diz o benfeitor, inconsciente, experimentou uma forte atração pela filha que se vinculava pelas entranhas daquelas conjunturas. uma razão que lhe fez então eh impor um esforço para que ele se devotasse mais aquela família que que ele se que se encontrava então na trilha imposta pela lei para os futuros resgates. Então, com a chegada de Lisandra, o pai também denota uma mudança significativa no seu comportamento. E Gilberto, já o filho primogênito, possuía o benfeitor de escreve um temperamento muito parecido com o pai, introvertido, soturno, atormentado e raramente jovial, sempre disposto a um mutismo bastante demorado, em que ele amargurava a própria rebeldia, né, que o tornava muitas vezes rebel. E Lisandra, contrariamente, ela era portadora de radiosa beleza infantil. que refletia os traços joviais da mãe, bem como a alegria que a mãe tinha quando ainda longe daqueles tormentos que ela vinha sofrendo. Então, diz o benfeitor que Lisandra era meiga, ela era afável e ela era o encanto do lar. Não obstante ela eh conquistasse todos com muita facilidade, vez que outra narra o benfeitor que ela caía em crises de ausência que a distanciavam da realidade. E nesses momentos então ela fixava um olhar parado, como se estivesse vivendo cenas distantes. Eh, se demonstrava pálida, com sudorese abundante e fria e logo vertia lágrimas inexplicáveis. Mas aquelas eh ocorrências duravam pouco tempo, não produziam grandes danos na menina e passada faz ela voltava então aquele brilho, né, habitual que é caracterizado. Mas os pais preocupados procuram então um devotado esculápio, né, que receitou ali calmantes, alimentação, um sono reparador, conforme a terapia que

ão aquele brilho, né, habitual que é caracterizado. Mas os pais preocupados procuram então um devotado esculápio, né, que receitou ali calmantes, alimentação, um sono reparador, conforme a terapia que existia época, né, e mas ele suspeitava de problemas eh defluentes de uma certa disretmia cerebral, né, com incidências primárias ali de epilepsia. Mas Lisandra, então, ela era dominada em tais ocasiões pela presença de o benfeitor Manuel Flumin de Miranda de clichês mentais que estavam gravados no seu inconsciente atual e ali arquivados pelos atos incorretos que foram esculpidos na existência anterior e que agora em virtude de rever aquilo para poder suportá-los, superá-los mediante então um resgate sacrificial. E naquele corpo pequenino, diz o benfeitor, gentil, risonho, rógio, diz ele se ergastulava um espírito endividado, né? a quem é muito belo, como o benfeitor coloca, a quem a soberana legislação facultava a sublimação, porquanto é da lei divina que todos podem semear o bem e o mal, até o prazer, onde, como e quando o desejem, porém serão impelidos a colher onde e como semearam pela compulsória da reabilitação impostergável. Então, Hermelinda ali adestrada pelos sentimentos de fidelidade fraternal, ela servindo ao bem transformou-se num anjo tutelar daquela família. Enquanto isso, dona Artemis, né, que fora vítima em mais de uma vez e problemas de saúde se recuperando sob o cuidado constante daquela cunhada. E apesar então da severidade, diz o benfeitor, finalizando o capítulo, e nós gostaríamos de trazer ipses líteres, como está aqui no que o benfeitor coloca, que apesar da severidade dos códigos da justiça superior da vida, o amor do Pai sempre enriquece os faltos com os dons essenciais, de modo que os possam aplicar nos celeiros de luz para a pomicultura da felicidade futura. e que nos interstícios dos padecimentos, então, os favores celestes transformam a justiça em misericórdia, com que os endividados têm diminuídas as penas graças aos meios que lhes chegam,

dade futura. e que nos interstícios dos padecimentos, então, os favores celestes transformam a justiça em misericórdia, com que os endividados têm diminuídas as penas graças aos meios que lhes chegam, objetivando suas reabilitações. E então, diz ele, acima de todos os débitos, porém, virem os tesouros da excelsa providência. Quais flores que desabrocham inesperadas e perfumosas na coroa de espinhos? Imposta à alma pelos resgates inadiáveis, diminuindo as dores produzidas pelos espículos ferreteantes da maceração libertadora. Então, nós vemos aqui uma forma poética que o benfeitor termina esse capítulo. E é desse capítulo, então, queridos amigos, que nós teremos a alegria de ouvir os nossos queridos coordenadores e que será iniciada então a reflexão pelo nosso querido Víor. Seja bem-vindo, Víor. Oi, Angelão. Muito obrigado. Eh, eu fico assim pensativo eh na possibilidade como que foi bastante cirúrgica a fala da nossa querida Ângela, eh, trazendo para nós essa possibilidade de ampliação de alguma coisa que o capítulo e em pauta sugere para nós. Agradeço muito, Ângela, foi excelente. e cumprimentando o nosso querido Marcelo, abraçando a todos aqueles que nos assistem nessa oportunidade, envolvendo com bastante carinho todos esses companheiros que já nos seguem há bastante tempo no grupo Sueli Calda Schubert. Então, eh, na fala da Ângela, ela faz, eh, umas observações e a respeito dos comentários psicológicos, né, de Gilberto, Lissandra e Hermelinda, dizendo da vinculação mais específica de uma forma eh mais rude com o nosso irmão Gilberto E com a Lissandra é totalmente o oposto, né? E isso o nosso querido Marcelo vai fazer alguma abordagem nesse sentido. Agora, com relação à Hermelinda, o que me chamou atenção, eh, foi uma frase, né, bastante interessante, que, segundo o Manuel Filomeno de Miranda, eh, ela provinha realmente de um círculo espiritual mais elevado, mais representativo e que estava num processo, eh, numa tarefa de renúncia, de sublimação na propositura de galgar situações

Miranda, eh, ela provinha realmente de um círculo espiritual mais elevado, mais representativo e que estava num processo, eh, numa tarefa de renúncia, de sublimação na propositura de galgar situações de elevação melhores do que ela se apresentava em função de um projeto que pudesse tanto ajudá-la, mas ao mesmo tempo ajudar aos outros que participavam da mesma família espiritual, porque conforme a nossa Ângela falou, eh ela participava desde vidas anteriores desse núcleo familiar vinculada principalmente ao casal Rafael e Artemis. Além disso, segundo ele, era realmente ela tinha a capacidade e a intenção de construir o seu próprio lar, mas ela também trazia na sua intimidade aquela situação de não fruir a possibilidade de ser mãe da própria carne. E por isso é que vai ser dito aqui que ela instintivamente ela esperava fruir ou desatar o amor que lhe adornava o ser, né? Na questão da maternidade sublime. E eu grifei aqui maternidade sublime, aquela que se desdobra em favor da carne alheia. E isso imediatamente me trouxe a lembrança a questão de Maria de Magdala. Eu fiz essa ligação, é baseado no livro Boa Nova, irmão X, em que tem um trecho, tem uma página específica sobre Maria de Magdala, em que a nossa irmã, eh, tendo ouvido algumas pregações do Evangelho de Jesus, ela se toma de uma admiração muito profunda pelo Mestre e fica analisando, né, que tipo de amor é aquele que era proposto para os pescadores assim mais singelos, eh, mais tacanhos e é que aqueles lábios divinos proferiam. E fazendo grandes meditações, ela se dispõe a ampliar aqueles conceitos que ela houvera eh presenciado e de se dispuser a procurar Jesus. E como isso lhe era possível, ela vai ao encontro do próprio mestre na residência humilde de Simon, né? Procura-o. Eh, mas ela ao mesmo tempo tinha uma ambiguidade de pensamento. Na esperança de ter uma oportunidade de conversar com Jesus, ela também se sentia eh naquela condição de mulher perdida. que necessariamente talvez merecesse uma lapidação na praça

dade de pensamento. Na esperança de ter uma oportunidade de conversar com Jesus, ela também se sentia eh naquela condição de mulher perdida. que necessariamente talvez merecesse uma lapidação na praça pública ou seria considerada dessa forma, como que Jesus iria recebê-lo, né? Então ela se apresenta dizendo que tinha ouvido falar da daquelas pregações e que queria ouvir o amoroso convite o evangelho. E e faz uma indagação. Desejava ser das vossas ovelhas, mas será que Deus me aceitaria? era a indagação dela. Então, várias considerações Jesus promove para ampliação do entendimento de Maria de Magdala, que em ouvindo eh aquelas situações, ela começa a chorar e sente no seu íntimo um deserto da mulher que não tem filhos. e fala desgraçada de mim, Senhor, que não podereis ser mãe. E o mestre fala uma coisa interessante. E qual das mães será maior aos olhos de Deus? A que se devotou somente aos filhos de sua carne? Ou aquela que se consagrou pelo espírito aos filhos de outras mães? Daí a conexão com a nossa querida Hermelinda no exercício da dessa maternidade sublime. E foi tão grande essa ampliação, se descontinou um panorama tão elevado, mas tão ben fazejo, pra Maria de Magdala, que ela fala que daquele dia em diante ela renunciaria todos os prazeres eh transitórios do mundo para adquirir o amor divino que me ensinaste, fora daquela conotação tão rasteira dos conúbios que aquela eh companheira eh era praticante com Tomás. Então, ela fala do coração o seguinte: Acolherei como filhas as minhas irmãs do no sofrimento e procurarei os infortunados para aliviar-lhes as feridas do coração. Estarei com os alejados e os leprosos. E assim o tempo passa. E quando Jesus desencarna, tem eh a aparição do mestre com Maria de Magidala, tem aquele reencontro dos dos apóstolos, mas logo depois cada um vai trilhando o seu caminho numa diáspora divina para id e pregai. E quando os dois últimos companheiros estavam partindo eh de Jerusalém para suas tarefas, ela, Maria de Magdala, temendo a solidão da

vai trilhando o seu caminho numa diáspora divina para id e pregai. E quando os dois últimos companheiros estavam partindo eh de Jerusalém para suas tarefas, ela, Maria de Magdala, temendo a solidão da saudade, ela roga aos companheiros que deixassem acompanhá-los a cidade dos profetas. E ambos se negaram porque temiam o seu passado, né, o seu pretério de pecadora e não confiavam no seu coração de mulher. Maria compreende, mas lembrou-se do mestre e se resignou. E tempos depois ela procura, para sua subsistência, ela procura famílias ricas e trabalhava como uma secretária e vai levando a vida até que certo dia um grupo de leprosos aparece, né? Ela estava já nessa ocasião na cidade de Dal Manuta. Então eles chegaram eh infelizes, sofredores, tristes, cansados, abandonados, perguntando por Jesus de Nazaré. E Maria de Magdala reuniu sobre as árvores da praia, né, e lhes transmitiu aquilo que ela ouvira de Jesus, enchendo aqueles corações sequiosos de amparo, de conforto, de carinho, eh, sobre aquilo que ela conseguiu reter das mensagens de Jesus. E dali em diante, toda a tarde ela faria isso. Até que tempos depois ela é notificada que ela não poderia ficar ali e foi expulsa eh por questões das autoridades locais em função da condição daqueles companheiros que ali se reuniu com ela e ela os adota como filhos do coração. que esses companheiros, trazendo a ranceníase na alma a se mostrarem no seu corpo físico, vinham próximo a ela, beijavam-lhe a túnica, eh tomavam os braços carinhosos e ela, com o passar do tempo, vai sentindo na sua carne as manchas violácias da doença que era comum nos outros. Aí sim passa a ser entender mais a condição de ser mãe daqueles que vivenciam as mesmas dificuldades. Então, compreendendo com o passar do tempo que aquilo iria se traduzir em sofrimentos maiores, ela faz a viagem até Éfeso, principalmente à noite, para que não pudessem sofrer situações embaraçosas durante o dia. Até que ela chegando nas circanias de Éfeso, ela bastante fragilizada, ela, né, se lança

z a viagem até Éfeso, principalmente à noite, para que não pudessem sofrer situações embaraçosas durante o dia. Até que ela chegando nas circanias de Éfeso, ela bastante fragilizada, ela, né, se lança ao solo, é levada à casa da mãe de Jesus, quando Jesus então a recebe em seus braços. E outro ponto que eu gostaria de falar é que a mãe de Jesus era uma outra mãe alimentando filhos de outras mães. Era a mãe do mestre, recebendo naquele casebre humilde daquele promotório de Éfeso, aquelas criaturas também desalentada, trazendoos dores e sofrimentos. E ela, em nome do seu filho, traduz magistralmente essa capacidade que as mulheres têm. da maternidade sublime. Enfim, ela reencontra Jesus. Uma página muito bela que eu recomendo a todos. E eu me lembro também, Madre Teresa de Calcutá, ela fora mãe, não mãe biológica, mas ela também de uma eh interessante conotação, ela também iria, principalmente aos deserdados, ela lepra também aos pobres, aos párias, né? Ela vai sendo aquela dama protetora, aquela mãe sublime, irmã Dulce, que a gente lembra aqui no nosso país. Eu queria trazer uma página interessante que do livro SOS, SOS Famílias, uma página de Joana de Angeles, em que ela vai falar alguma coisa agora, não só dessa mãe, de outras mães, como todos, mas, por exemplo, filhos alheios. São mães que adotam filhos alheios. E Joana de Angeles traz a as dores incomprensões, porque muitas delas passam quando tais filhos se mostram arredios, eh revoltados, insensíveis. E a nossa benfeitora vai falar de uma forma interessante. Ela vai dizer: "Eilo, aquele menino rute soberbo, que te afronta desse resespeitoso, ingrato e que vai te exaurindo o ânimo, deixando você num estado emocional lamentável, insensível aos teus apelos. Ele apresenta-se marcado por fundos traumas dos quais você não tem culpa, parecendo estar eles, estarem eles no caso, a um passo da loucura, amedrontando, inspirando-te a desistência do ideal que você acalentou. E muitas vezes torna-se vulgar esse menino. Suas palavras são chulas,

do estar eles, estarem eles no caso, a um passo da loucura, amedrontando, inspirando-te a desistência do ideal que você acalentou. E muitas vezes torna-se vulgar esse menino. Suas palavras são chulas, brutais, passando a desconsiderar-te como se você tivesse a simples tarefa de servi-lo e deixá-lo à vontade. Agora, ele é gentil quando você está de acordo com seus desejos absurdos, porque ele está anelando uma vida ociosa e desprezível, mas tão logo você o chama a correção, fala em dever, obrigação, ele rebela, ele se ele resmunga, ele desobedece, além do mais, ele ameaça. Você, mãe, muitas vezes está a ponto de abandoná-lo. E você pensa muitas vezes pela criança que você recebeu no braço, onde estará? Pois foi feito daquela criança que eu recebi nos braços, não propriamente da minha carne. E você revê aquela criatura enferma, frágil e que você pensava que estava preparando um cidadão para o mundo. Não pode ser o mesmo. E agora eu vejo na forma de um um adversário agressivo, não pode ser um mesmo. Ela Joana vai pro outro lado. Ali está aquela mocinha petulante, voluntariosa, exigente, inquieta, eh intoxicada pela necessidade de liberdade exagerada. Ela é amargura pura e face revoltada por depender das tuas mãos vigorosas que a impedem de realizar o que ela deseja. Então, que que vai acontecer? Ela é astuta. Ela pensa que te engana, traindo a sua confiança e fugindo ao seu apoio que lhe dispensas voluntariamente, desconectando as engrenagens dos do desequilíbrio, do equilíbrio. Então você observa aquela menina moça e você pergunta também: "Aonde está aquela criança fraca que me chegou à mãos, a quem eu amei com tanto devotamento e carinho? Parece que isso não pode acontecer comigo. Como é que eu recebo espinhos depois de haver semeado flores e sorver o fer na taça em que eu doei tanta água, tanta língua bem fazja? A realidade, porém, é que é mais forte que os planos que a gente acalenta e a gente não pode temer dispor de forças para continuar. Filhos alheios são também filhos de Deus. E você pergunta

bem fazja? A realidade, porém, é que é mais forte que os planos que a gente acalenta e a gente não pode temer dispor de forças para continuar. Filhos alheios são também filhos de Deus. E você pergunta por se valeu o investimento dos melhores anos da tua vida que você houver afertado e que em face dos resultados que v recolhe. Valeu. Aí ela mesma responde a nossa benfeitora. Toda aplicação do bem sempre retorna um dia. Não te assustes nem temas ante os precipitados momentos de alucinação que toma conta da atualidade histórica. Redobra a capacidade de amor e não te desapões. Se o rebelde fora teu filho ou tua filha, isto é, se fora nascido do teu corpo, como é que você procederia? Deixá-lo ir ao abandono, porque ele é doente moral e se encontra em crise emocional? Pergunta às mães sacrificadas que não desistem nem abandonam os filhos, e elas nublarão de lágrimas os olhos, informando-te que a si mesmo os amam e porfiarão até o fim. Eu fiz até uma observação aqui. Quantas vezes a gente lembra daquelas mães que aparecem nos noticiários, que são entrevistadas procurando seus filhos na nas cracolândias da vida. Ou então procurando aquele filho que desapareceu do do lar, levando na sua mão ou na sua bolsa aquela fotografia amarelecida pela saudade. Elas não desistem. Vão os necrotérios, vão aos hospitais, indagam aqui, dali, incessante romaria, vão nas nas delegacias. Então, essas mães que não desistem nunca. Então ela fala assim, a nossa benfeitura: "Pensas que ainda podes gozar uma vida melhor, livre de problemas e de tais inquietações? Mas onde que tem a terra local de lazer e de paz? Se não recebes o retributo do bem próximo daquilo que você fez, é porque estão chegando os efeitos do mal que você realizou antes. Chegará a vez da colheita. A criança risonha e a sua face às vezes se altere de e deforma. O futuro no entanto, vai trabalhá-la de modo a despertar para o certo. Nunca te arrependas do amor que doastes alguém, nem te aflijas em face da resposta que ainda não chegou a ser benéfica. Tem

orma. O futuro no entanto, vai trabalhá-la de modo a despertar para o certo. Nunca te arrependas do amor que doastes alguém, nem te aflijas em face da resposta que ainda não chegou a ser benéfica. Tem paciência, insiste mais, continua amparando. São doentes, sim, os filhos alheios a quem amas e que te não reconhece o carinho, como são também os filhos da própria que se debatem nas armadilhas das desdistas desditas, tornando-se arrogantes e perversos. Então, eh, eu queria ter trazido paraas reflexões nossas, queridos irmãos, essa proposta da maternidade sublime, que nem sempre é aquela questão de você adotar filhos alheios, mas você também ser muitas vezes eh uma mãe que exerce essa maternidade em horários, por exemplo, numa tarefa de voluntariado. As professoras eh eh que têm o ímpeto da da profissão da mãe ensinando o aluno, ela algumas vezes ela é mãe, ela é mãe daquelas crianças, ela tem a responsabilidade. E quem que não lembra da primeira professora? Eu tenho claramente a minha primeira professora que a gente segurava na saia qualquer coisa para ir o banheiro, a hora de do lanche e tal, qualquer coisa a gente fazia, mas a gente sempre puxava a saia para ficar perto dela quando ela reunia para contar história, contar. Então, a mãe tem essa capacidade de envolvimento e não precisa ser mãe biológica, é aquela afetividade, né? Maria até hoje é a nossa mãe. Maria é aquela que tomou sobre si a responsabilidade de nos amealhar, nos agasalhar, nos proteger, nos inspirar. Então, queridos irmãos, seriam essas as considerações em torno dessa pequena fala a maternidade sublim que a gente muitas vezes não pensa. Muito obrigado. Nós que agradecemos, Víor. nos eh emocionou trazendo aí Maria e Magdala, trazendo a mãe santíssima e trazendo aí a benfeitora que parece que escreveu esse esse capítulo fazendo uma referência ao que nós estamos estudando nessas tramas, né, e que em realidade são as tramas de todos nós, as tramas dos nossos destinos todos, não mesmo exato. Que ótimo, foi lindo. aqui eh todo mundo

referência ao que nós estamos estudando nessas tramas, né, e que em realidade são as tramas de todos nós, as tramas dos nossos destinos todos, não mesmo exato. Que ótimo, foi lindo. aqui eh todo mundo comentando do quanto foi eh ficou emocionado aí com a sua fala. Muito obrigada, Vittor. E então agora nós vamos dar seguimento pro nosso querido Marcelo. Seja bem-vindo aí para suas reflexões, Marcelo. Muito obrigado, Ângela, primeiramente pelo belíssimo resumo que nos trouxe mais uma vez a página, como se estivéssemos lendo-a aqui na nossa frente com muita emoção, com muito carinho. E o Vítor, a vontade era de ficar escutando ele até o final, porque ele foi realmente nos emocionando a todos, trazendo todas essas passagens tão belas. E eu vou aqui também trazer a nossa Gisele, que lembrou do nosso Divaldo adotando 685 crianças. Veja este pai, mãe, que abraçou a tantos também de uma forma como eu nem consigo imaginar. Então, Vítor, parabéns. Ótima lembrança que a nossa Gisele, coordenadora deste grupo, também nos trouxe e o resumo da nossa Ângela. A parte que resolvemos comentar é exatamente a parte que diz respeito a essa justiça da reencarnação, porque vemos aí a dinâmica do Gilberto, da Lisandra, volvendo ao cenário da carne através da dona Artemis e sem dúvida com ajuda o auxílio de Hermelinda, mas me lembro da pergunta 171. de O livro dos Espíritos, quando Kardec pergunta em que se baseia o dogma da reencarnação. E os benfeitores da humanidade nos falam na justiça de Deus, na justiça divina e na revelação, pois os espíritos repetem, um bom pai sempre deixa aos seus filhos uma porta aberta para que o arrependimento possa ocorrer, as novas oportunidades. Então a gente vê esse essa dinâmica muito bem explicada pela no resumo que a Ângela nos trouxe, Gilberto, o menino, causando um uma desconcertante emoção no pai, no Rafael. E ele naturalmente com aquela questão, né, o primogênito que nasceu, então eu tenho que me vencer. Ele vai ser o que vai dar sequência ao nome Ferguson, que era o sobrenome

e emoção no pai, no Rafael. E ele naturalmente com aquela questão, né, o primogênito que nasceu, então eu tenho que me vencer. Ele vai ser o que vai dar sequência ao nome Ferguson, que era o sobrenome final, né? Então, aquela aquele drama e ao mesmo tempo esta antipatia gratuita e muitas vezes, como a gente vai ver ali no começo, a gana até de trucidar aquele menininho. Veja que drama muito grande. Logo na passagem evangélica, no evangelho de João, no capítulo 3, ali nos versículos de 1 a 6, quando ocorre a conversa entre Nicodemos, um doutor da lei e Jesus, e muito bem explicada também no Boa Nova. Vítor, eu vou pedir licença a você para trazer também o Boa Nova ali do irmão X Humberto de Campos, quando no capítulo 14 ele fala a lição de Nicodemos e faz referência a esta passagem evangélica de João no capítulo 3. E aí o mestre ali chega orientando, falando para Nicodemos e ele pergunta, né, mestre, né, o que que eu devo fazer para a herdar o reino dos céus? alguma coisa nesse sentido, naquele capítulo e Jesus vai, primeiro de tudo, Nicodemos, não basta que tenha simplesmente vivido, eh, interpretado a lei de uma forma muito intelectiva, eh não só do ponto de vista do raciocínio, mas é preciso vivê-la. algo nesse sentido. E aí, Nicodemos, né, mas e Jesus, perdão, vai e fala: "Para que herdar este reino de Deus é preciso eh nascer de novo". Aí Nicodemos fica tão confuso, né? Mas como é que pode um homem velho entrar no ventre de uma mulher? Como é que fica isso, né? Essa dinâmica, como é que ocorre? E Jesus fala, né? reafirma, em verdade, está ali no capítulo 14, eh, é preciso que ele nasça e rença. Humberto de Campos coloca isso de uma forma peremptória. Naiça e rença. Renasça para conhecer plenamente a luz do reino. Nicodemos não entendeu aquilo e Jesus traz algumas considerações. Um determinado momento, Nicodemos sai, mas ficam ali os dois apóstolos. André e Tiago. E eles também não entenderam e começam a trazer as os seus questionamentos, né? E Jesus então vê aqueles dois discípulos

rminado momento, Nicodemos sai, mas ficam ali os dois apóstolos. André e Tiago. E eles também não entenderam e começam a trazer as os seus questionamentos, né? E Jesus então vê aqueles dois discípulos ainda tão questionado, questionando realmente como é que funciona isso, mestre, né? E Jesus fala, explica toda a dinâmica e traz uma comparação bem interessante falando das árvores que são podadas. e elas renascem. Traz uma comparação trazendo mais ou menos a natureza. E num determinado momento Jesus fala: "Da mesma forma o homem, com respeito à humanidade, aos homens, o processo é diferente, mas o espírito de renovação é sempre o mesmo e ele traz: "O corpo é uma veste. O homem é o dono desta veste e toda roupagem material, num determinado momento acaba rota, acaba decomposta. Porém, um homem filho de Deus encontra sempre neste amor divino os elementos necessários, ou seja, no fazendo de novo um novo corpo no processo de ir e vir das reencarnações. E André e Thago ficam ali maravilhados e trazem as suas considerações depois. E a conversa se desenrola. Neste capítulo 14, Jesus trazendo as questões todas referentes à lei de reencarnação. E aí, num determinado momento, né, no final do capítulo, nós vamos ver eh Humberto de Campos trazendo que ali a lei da reencarnação estava proclamada para sempre, sempre no evangelho do reino de Deus. algo mais ou menos nesse sentido. E se a gente vai no Evangelho Segundo Espiritismo, mais especificamente no capítulo 4ro, quando ele traz que ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo, bem ali no item 17, onde vão ser tratadas e consideradas as questões relacionadas à ressurreição e reencarnação. Nesse, especificamente nesse item 17, nós vamos ver Kardec falando que sem o princípio da preexistência da alma e da pluralidade das existências, das existências, a maioria das máximas do evangelho, elas ficariam completamente sem ininteligíveis, é a expressão que Kardec usa, razão pela qual, quantas complicações e quantas contradições

tências, das existências, a maioria das máximas do evangelho, elas ficariam completamente sem ininteligíveis, é a expressão que Kardec usa, razão pela qual, quantas complicações e quantas contradições nas interpretações dos textos bíblicos eh, ocorreram. E aí a gente vê esta dinâmica. Por a repulsa por aquele menino Gilberto e porque a atração natural por aquela menina Alisandra, mostrando que claramente havia alguma encrenca, vou usar aqui a expressão do Alberto Almeida, alguma encrenca do passado com relação a Gilberto e alguma situação com relação a Lisandra. E aí a gente vai aprofundando um pouquinho mais e já que o consolador prometido e Jesus nos traz que as explicações necessárias para que o nosso entendimento destas questões pudesse se fazer muito mais ampla, vamos recorrer ao livro dos espíritos ali no capítulo simpatias e antipatias terrenas e mais especificamente nas perguntas 386 em diante, né? Quando Kardec fala, podem dois seres que se conheceram eh e estimaram encontrar-se numa outra existência corporal. Será que eles se reconhecem? E os espíritos respondem: "Reconhecer-se propriamente?" Não, mas eles podem se sentir atraídos ou repulsados um pelo outro. E aí vai a dinâmica toda. E num determinado momento Kardec insiste, mas não seria mais agradável que houvesse por parte dos dois um reconhecimento? E os espíritos respondem: nem sempre. Não nessa forma como a gente reconhece alguém que conhecemos anteontem, nem sempre. A recordação das questões do passado poderiam ter muitos inconvenientes e, principalmente na dinâmica que nós vamos perceber ao longo dos próximos capítulos, percebendo que havia as relações mais complicadas com Gilberto e também com Lisandra. Veja que essas situações todas vão ser esclarecidas nestas perguntas na 386 até a 391, se não me falha a memória, nos trazendo estas considerações. Por isso a importância da infância. E aí, dando um pulo no meio destas perguntas, quando Kardec pergunta qual seria então a utilidade de do espírito

falha a memória, nos trazendo estas considerações. Por isso a importância da infância. E aí, dando um pulo no meio destas perguntas, quando Kardec pergunta qual seria então a utilidade de do espírito passar pela fase infantil, e é exatamente para isso. Os espíritos passam por esta fase infantil. E a resposta eu tenho aqui na minha frente, estou com o livro dos espíritos, nos traz a seguinte informação: encarnado com objetivo de se aperfeiçoar, o espírito durante esse período da fase infantil é mais acessível às impressões que recebe, capazes de lhe auxiliarem o adiantamento para o que devem contribuir os incumpos de educá-lo. como é que será esse processo de educação? E aí vemos a grande responsabilidade que está ali para cada um de nós. Há um livrinho muito interessante, uma psicografia de Francisco Cândido Xavier, ditado pelo espírito Emmanuel. O livro se chama eh Inspiração. E há uma mensagem chamada antipatia. E a mensagem nos traz algo bem interessante. Ela fala o seguinte, eu tenho ela aqui na minha frente. Não ouvideis que o passado revive no presente. Quando a aversão te visite o mundo íntimo, a maneira de nuvem, subtraindo-te à paz, lembra-te de que a divina misericórdia situou à frente de tua alma a bendita oportunidade de reconciliação, da reconciliação ainda hoje com os desafetos de ontem. Qual acontece com o tesouro do carinho amealhado pelo amor no escrínio do coração, de existência a existência. O espinheiro da antipatia é veneno acumulado pelo ódio, no vaso de nossa mente, de século a século, conturbando-nos o caminho. Acorda que se o amor nos eleva aos simos estelares, o ódio nos impele aos vales da sombra e atende a própria libertação, procurando renovar a fonte de teus desejos em benefício da própria felicidade. E a mensagem segue em frente. Eu me lembro também de uma parte muito interessante que merece ser estudada no livro Missionários da Luz. psicografia também de eh Francisco Cândido Xavier, editado pelo espírito André Luiz no capítulo 13, que se

também de uma parte muito interessante que merece ser estudada no livro Missionários da Luz. psicografia também de eh Francisco Cândido Xavier, editado pelo espírito André Luiz no capítulo 13, que se intitula Reencarnação. Nós vamos ver ali num determinado trecho a reencarnação de Segismundo. Quem é que lembra disso? Quem não lembra? É bom pegar. Capítulo 13, Missionários da Luz, ditado por André Luiz. E vamos ver ali a dinâmica daquele casal Adelino e Raquel após uma paixão desvairada numa vida anterior. Segismundo com outro nome assassinou Adelino e Raquel acabou parando num prostíbulo por uma situação muito dramática. desencarnaram cada um, por sua vez, sobre intensa vibração de ódio. Mas os tempos depois, no plano espiritual, o casal prometeu receber seismundo como filho. Então, para ajudar esse resolver este conflito, vamos ver ali o instrutor Alexandre junto com o André Luiz, que foi como uma espécie de um um observador, repórter, até para que ele pudesse compreender um pouquinho mais. vão à casa de Adelino, Raquel e seriam os futuros pais de Segismundo. E toda a trama se desenvolve no momento inicial, veja que Adelino prometeu no mundo espiritual, a gente promete tudo. E o começo foi bem dramático quando eu trouxe. foi o seismundo assassinou Adelino e meio que roubou Raquel e ele era um um aventureiro e ela terminou depois num prostíbulo. Todo esse drama, esses ódios ficaram ali como cristalizados, mas nos processos de reajuste no mundo espiritual decidiram volver e escolheram receber seismundo agora como filho. Vamos ver neste capítulo inicialmente o rechaço até nos sonhos perturbadores que Adelino tem e ele não identifica. E tudo aquilo é esclarecido. Eu não vou contar aqui porque senão vocês não vão ler o capítulo, mas existem situações muito interessantes. Vamos aqui tentar fazer um gancho em alguns casos talvez de da maternidade. muitas das vezes e eh este esta situação do filhinho ou da filhinha se desenvolvendo no ventre materno, muitas vezes provoca já nos primeiros dias, nos

gancho em alguns casos talvez de da maternidade. muitas das vezes e eh este esta situação do filhinho ou da filhinha se desenvolvendo no ventre materno, muitas vezes provoca já nos primeiros dias, nos primeiros meses, uma aversão natural do pai ou uma atração natural do pai para com a mãe. Às vezes o pai era aquele neutro, sabe? Olhar de mormaço que não tá assim, nem chove, nem faz sol. O pai era meio neutro, mas de repente vem ali uma alma muito querida do passado. Como que um prêmio. Aquele pai passa de um momento para outro dispender grande carinho pela mulher. A mulher até estranha porque ele fica assim excessivamente amoroso e os maridos deveriam ser excessivamente amorosos para suas esposas. Mas ali parece que o negócio fica superlativo. A criança nasce o carinho pelo pai, por aquela criança e dá uma esfriada com a mãe. Ou seja, a mãe quando eu tava grávida, você era assim fantástico comigo. E às vezes acontece o contrário, um espírito antagônico e o pai ali reencarnado e o pai passa automaticamente, que era tão amoroso com a mãe, com a esposa, passa a criar algum tipo de repulsa. E a esposa grávida não entende esta dinâmica se a questão da do espiritismo não estiver em pauta e estudado. Exatamente as questões das reencarnações. Então, toda esta dinâmica pode ocorrer, como nós vemos aí no caso de Rafael com Gilberto, ele já tinha um uma situação diferente, ele já não era fácil, mas toda essa situação, essa dinâmica relacional já começou a ocorrer, acredito, logo no começo, nos primeiros meses ali da mãe da da da dona Artemis grávida. Então, tudo isso passa a acontecer. E as luzes do Espiritismo nos trazem grandes esclarecimentos a respeito de tudo isso. Por isso a importância, e vamos relembrar aqui, ler este capítulo número 13 desta obra tão especial, trazendo o caso da reencarnação de Segismundo, no capítulo 13 da obra Missionários da Luz. Vamos vão nós vamos trazer vamos perceber grandes eh informações ali que vão fundamentar bastante a nossa esse nosso capítulo dois.

ncarnação de Segismundo, no capítulo 13 da obra Missionários da Luz. Vamos vão nós vamos trazer vamos perceber grandes eh informações ali que vão fundamentar bastante a nossa esse nosso capítulo dois. Voltando à questão do renascimento, da importância desta, particularmente desta passagem evangélica, onde João no capítulo 3, nos traz esta importância de nascer de novo para encontrar o reino de Deus, como foi posto por Jesus a Nicodemos. Emuel traz no capítulo 56 a mensagem: "Renasce agora". E ele fala que a própria natureza apresenta preciosas lições, especificamente nesta questão que Emanu traz. Succedem-se os anos com matemática, matemática precisão, algo assim, mas os dias são sempre novos. E Em Emanu traz que nós temos 365 ocasiões de aprendizado e de recomeço todos os anos e nos fala de quantas oportunidades de renovação moral vamos encontrar nestes abençoado, neste abençoado período que é estar encarnado. Por isso fala: "Conserva do passado o que for bom e justo, belo e nobre. Mas não guardes do pretérito as questões relacionadas aos detritos e às sombras, ainda mesmo quando mascaradas de encantador revestimento. Algo nesse sentido. Então, mais uma vez, a importância do estudo desta doutrina, porque nós vamos sendo convidados mais uma vez a ingressarmos no campo da carne, na escola da carne, melhor dizendo, para que e diz no final desta mensagem, Emanuel falando, mas vale auxiliar ainda hoje que ser auxiliado amanhã. E aos poucos nós nos encaixamos numa nova dinâmica de vida e percebendo a verdadeira importância. E voltando ao nosso a nossa historinha do livrinho Inspiração, onde Emanuel nos fala de antipatia, logo no finalzinho, lendo aqui a mensagem no final, ele nos fala, Emanuel, alça a própria fé nas asas boa vontade e ajuda-os quanto possas, aqueles que estão volvendo a carne como filhos, com filhas, de vez que a antipatia superada é a anexação de mais amor ao campo de nossa vida. E mais amor em nossa vida significa mais ampla ascensão de nosso próprio espírito no

a carne como filhos, com filhas, de vez que a antipatia superada é a anexação de mais amor ao campo de nossa vida. E mais amor em nossa vida significa mais ampla ascensão de nosso próprio espírito no rumo da luz eterna. Que bênção é a reencarnação na oportunidade de refazermos esta rota. E lembro da mensagem de Joana que eu tenho repetido com muita frequência e aí a gente até decora, né, quando mostra a unisciência divina que nos programa o espírito para uma possibilidade de amar um pouco mais. E me lembrando da mensagem que o nosso Divaldo trouxe, na verdade, o nosso Bezerra de Menezes trouxe agora em Vitória da Vitória da Conquista através da mediunidade do nosso Divaldo. Estamos num momento crucial porque não dá mais pra gente dizer que não sabia. E eu tô aqui copiando um pouco o que o Víor trouxe pra gente. É tempo de amar um pouco mais, nos esforçarmos um pouco mais. nessas situações que muitas vezes vão se mostrar inóspitas, ser observadas sob a ótica de uma única existência. E a pergunta 799 do livro dos espíritos é peremptória, ela é cabal. Quando Kardec pergunta de que maneira pode esta doutrina luminosa, ele não fala assim, ele fala o espiritismo, ajuda, pode ajudar ao progresso da humanidade destruindo o materialismo, porque aí o ser humano, o homem vai entender onde estão os seus verdadeiros interesses e perceber que a vida quando analisada do ponto de vista de uma única única existência, Ela perde o sentido. Eu estou aqui com um livrinho novo que chegou chamado Jesus e nós. Vou fazer propaganda aqui de nosso Bezerra de Menezes e ditado por Bezerra de Menezes e psicografado pelo nosso Divaldo, que fala logo no final na última mensagem, paz no coração. E Bezerra nos diz: "Quando o evangelho é muito discutido, a sua vivência faz-se tarde demais. Agora, hoje é o momento exato de nossa rendição. Não há mais tempo solar para elegermos condutas que a doutrina da verdade já nos delineou há mais de um século. Jesus espera-nos pacientemente, paciente, misericordiosamente.

exato de nossa rendição. Não há mais tempo solar para elegermos condutas que a doutrina da verdade já nos delineou há mais de um século. Jesus espera-nos pacientemente, paciente, misericordiosamente. A humanidade, nossa família, por extensão do amor de nosso pai, necessita de nosso carinho neste momento e não depois. Não nos permitamos arrepender pelas ações de abnegação e renúncia. Olha a nossa hermelinda que o Vítor trouxe também em favor da iluminação terrestre, em assumindo um compromisso conosco nesse trabalho de luta e transformação, de modo a apressar-lhe o conteúdo vibratório. Então, no futuro, cada qual ofereça o que estiver ao seu alcance. E se a sua fora dádiva do tamanho do grão de mostarda, com certeza reverde reverdecerá o deserto nos corações humanos. Nunca deixemos de perseverar nos objetivos elevados. O fruto que não se apresenta hoje surgirá no momento oportuno para a ceifa de luz. Desta forma, alegrai-vos mesmo dentro dos limites e possibilidades da evolução. O Senhor está conosco e marcha à frente. Carinho especial do servidor de sempre Bezerra. Eu me emociono com estas mensagens e imagino um dia quando nós pudermos nos declarar com o coração cheio de júbilo de que somos verdadeiramente espíritas cristãos. E seguindo este homem tão incompreendido e percebendo que através destas disciplinas íntimas, sem os relaxamentos e as licenças que tantas vezes nos permitimos, vamos encontrar um dia a felicidade real. "Soai hoje para não sofrer amanhã", disse um dia André Luiz lá na obra Nosso Lar. Soai hoje, ou seja, se esforça hoje para que amanhã a felicidade te bata a porta, nos bata a porta. Tô me incluindo também. Estas eram as nossas considerações nesta neste capítulo número do número dois. Muito obrigado a todos. Que Jesus nos abençoe, querido Marcelo. Você também igualmente, né? você e o Vítor hoje eh fizeram um dueto da emoção aí para nos eh envolver nesse sentimentos tão nobres. E falando dessa temática que o Bitor nos traz nesse capítulo, como nós poderíamos eh

lmente, né? você e o Vítor hoje eh fizeram um dueto da emoção aí para nos eh envolver nesse sentimentos tão nobres. E falando dessa temática que o Bitor nos traz nesse capítulo, como nós poderíamos eh levar em consideração tudo que vocês nos trouxeram, que os benfeitores que vocês lembraram nos trazem. E aí nós nos eh indagamos, né, enquanto aqueles que nos vinculamos a essa doutrina consoladora, essa doutrina esclarecedora, do quanto ainda nós precisamos eh destruir esse materialismo que reside nas nossas concepções de vida, eh que fazem, por exemplo, como num capítulo desse, nós vemos a bênção da reencarnação reunindo naquela família aqueles espíritos todos que precisam se reajustar para caminhar nação do amor. E aí nós lembramos sempre que a doutrina bendita nos esclarece que no mundo existem injustos e injustiça, mas jamais injustiçados. Então, que aí nós possamos lembrar nesses dias em que ainda as mentes brilhantes intelectualmente tentam utilizar os mais diversos nomes para defender ainda condutas tão ignóbeis quanto o aborto. Nós olhamos para um capítulo como esse e vemos o quanto a misericórdia divina nos oportuniza condições para que nós possamos nos encaminhar na direção do amor todos. e que então jamais existirá falha quando existir um espírito vinculado no processo de reencarnação num ventre materno. Então, que nós possamos pensar nisso, meus amigos, e agradecemos imensamente os coordenadores da noite que nos trouxeram de forma tão brilhante os aprofundamentos e todos os amigos que têm estado conosco nessa caminhada. Jesus nos envolva a todos e até a próxima semana. Um grande abraço a todos.

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