Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 45 | 22.02.26
Estudando com Jesus | 22.02.26 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 45: Cólera Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Bom dia, amigos. Bom dia, meus irmãos. Nós estamos aqui hoje no canal do Ig para estudarmos essa obra tão especial para nós que é o espírito da verdade pelas psicografias dos médiuns Francisco Cândido Xavier e Valdo Vieira. Hoje nós temos um convidado muito especial para estar aqui conosco. É o Marcos. Bom dia, Marcos. >> Bom dia. Bom dia a todos. Boa noite, boa madrugada, boa tarde para quem tá vendo com outro fuso horário ou assistirá essa ficará aqui gravado no YouTube. Bom dia, amiga. Bom dia. Nós queremos agradecer assim a presença do Marcos, esse apoio técnico também e para poder estar aqui conosco participando do nosso estudo. O Juliano hoje, né, teve aí um trabalho no movimento espírita também fazendo uma palestra. Vamos ver aí se ele consegue chegar a tempo para participar conosco. Mas é um prazer ter o Marcos. Nós trabalhamos no mesmo grupo, né? Nós somos parceiros aí do do IGES. Então hoje é um dia diferente, porém especial, né? Porque nós vamos ter aí essa interação, né, Marcos? uma oportunidade para nós. >> É verdade. A palestra dele é presencial, mas vai dar tempo durante o nosso estudo dele eh poder vir e participar conosco, >> tá certo? Então, para dar início ao nosso estudo, nós vamos então eh começar pela prece para que a gente possa então mentalizar coisas boas durante o nosso estudo. Nós sabemos que é um estudo sério que traz aqui a essência do evangelho e trazemos os estudos espíritas que nos consolam. E a gente vai ver que essa mensagem de hoje, que a cólera é muito atual. A gente observa, né, no capítulo 9 do Evangelho, a importância da gente entender o que que é esse sentimento tão, eh, como é que nós vamos dizer, tão delicado, né, e carece da nossa parte a prudência. Então, nós vamos começar pela prece, nós vamos pedir ao Marcos que faça para nós, tá bom, Marcos? Vamos lá juntos. Pai amado, pai amigo, nosso querido irmão e mestre Jesus, estamos aqui reunidos mais um domingo pela manhã, a fim de estudar o evangelho, a fim de estudar a doutrina
, tá bom, Marcos? Vamos lá juntos. Pai amado, pai amigo, nosso querido irmão e mestre Jesus, estamos aqui reunidos mais um domingo pela manhã, a fim de estudar o evangelho, a fim de estudar a doutrina espírita, para que possamos nos aperfeiçoar, conseguirmos uma reforma íntima que nos torne melhores, que nos torneerosos e dóceis. Cuidar de nossos lares, de nossas famílias, cuidar de nossos ambientes de trabalho, nossos ambientes de centro espírita, nossos ambientes sociais, cuidar daqueles que estão na nossa vizinhança, desamparados, que estão sem teto, sem abrigo, que não tem onde dormir, onde poder tomar um banho, se abrigar, preparar uma refeição digna, cuidar de todos aqueles que estão muito doentes, que estão acamados, que estão incapacitados até mesmo de exercer papéis simples como pegar um copo com água a fim de se hidratar. E que possamos aqui juntos estarmos receptivos a todas as ideias, aos pensamentos, principalmente a mensagem que que será tratada hoje, trazida pelo nosso amigo André Luiz. Graças a Deus. >> Que assim seja. Então, nós vamos ler aqui a mensagem de hoje e nós contamos com os comentários aqui no chat pra gente poder conversar, pra gente poder enriquecer o nosso estudo. Então, a mensagem a cólera. E essa mensagem ela faz referência lá no capítulo 9, como eu disse, né, o item 10 do capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo. A cólera apresenta A cólera apresenta 10 negativas complexas que induzem a melhor das criaturas, a pior das frustrações. Número um, ele enumera aqui 10 negativas, né, o André Luiz. Então ele começa a número um, não resolve, agrava. Dois, não resgata, complica. Três, não ilumina, escurece. Quatro, não reúne, separa. Cinco, não ajuda. Não ajuda, prejudica. Seis, não equilibra, desajusta. Sete, não reconforta, envenena. Número oito, não favorece, dificulta. Nove, não abençoa, maldiz. Número 10, não edifica, destrói. Evite a cólera, como quem foge ao contato destruidor de alta tensão. Mas se você amanhece de mau humor, antes
oito, não favorece, dificulta. Nove, não abençoa, maldiz. Número 10, não edifica, destrói. Evite a cólera, como quem foge ao contato destruidor de alta tensão. Mas se você amanhece de mau humor, antes que o flagelo se instale de todo na sua cabeça e na sua voz, comece o dia rogando à divina bondade o socorro providencial de uma laringite. André Luiza, olha que coisa, né, Marcos? A gente vai observando assim, tanto que que está atual, né, ainda nós carregamos essas características, né, essas esses sentimentos inferiores, né, que nós ainda ainda temos, né, muitas vezes primitivos. Quando a gente observa assim que a cólera, ela é uma reação, ela é uma reação emocional nossa, só que ela é de forma muito intensa. E de onde que vem essa cólera, né? De onde que vem esse sentimento de raiva, de ira, o furor, né? Assim, de muitas vezes da nossa parte é uma indignação muito descontrolada. Olha só, é o descontrole, porque até o sentimento, a gente poder julgar uma situação e sentir algo a partir disso é normal, é comum. Mas por que que a gente entra numa situação assim de revolta, né, a ponto de descontrolar tudo, de de prejudicar outras pessoas, né? Porque a gente ainda não tem ainda esse controle emocional que age por impulso. E aí o André Luiz quer dizer, né, que que não resolve a situação, né? Às vezes a gente se encontra numa situação assim que a gente acha que aquilo vai resolver, mas não vai. A gente vai só colocar para fora os nossos sentimentos. a gente não educa e não tem ali a condição de de sentir a raiva que a gente sente, né? E absor não absorver muitas vezes, né? Ou seja, e educar, deixar passar. a gente não tem total controle sobre isso. Ele fala assim, ó, bem no início, ele já fala assim: "A cólera apresenta 10 negativas complexas que induzem a melhor das criaturas, a pior das frustrações." Ou seja, às vezes pessoas boas, né? pessoas que não nem imagina. Ou seja, a gente não tem assim garantia como humanos falando, né? Nós não temos a garantia do que nós faremos a partir
as frustrações." Ou seja, às vezes pessoas boas, né? pessoas que não nem imagina. Ou seja, a gente não tem assim garantia como humanos falando, né? Nós não temos a garantia do que nós faremos a partir de uma situação. Isso nos torna humanos, mas ao mesmo tempo, conheça-te a ti mesmo, né? é o que vai nos blindar disso, >> essa essa mensagem, né? A mensagem de André Luiz desse nosso capítulo 45. Ela é bem curtinha, né? Ele tem aquele estilo direto, por exemplo, ele não usa conjunções, né? Que é a primeira negativa, não resolve, mas agrava, ou seja, não resolve. e apesar de não resolver, vai fazer é um agravamento bem direto. Eu eu fiz até lendo lendo essa mensagem, eu fiquei revendo lá atrás na minha vida coisas que eu teria evitado se eu tivesse já conhecido essa mensagem, né? e que eu me arrependo, porque a cólera eh, quando a gente vai pro evangelho, o evangelho deixa claro que a cólera ela consegue dominar o nosso corpo e nós estamos muito acostumados a aprimorar o corpo físico, o corpo orgânico, fazendo inclusive treinamento, fazendo, por exemplo, esportes maravilhosos. Nós tivemos agora os jogos de inverno, né, inclusive com medalha pro Brasil. Então, eh, quando a gente foca muito no corpo, até os gregos diziam, né, um corpo s significa uma mente sã, mas acontece que todos nós passamos por um momento de cólera. Eu eu lembrei de vários aqui muito tristes, né, em que eu era o ator, né, era o errante, o a pessoa errada, né, a pessoa encolerizada. E você vê que eh como ela mexe muito conosco e e acabamos vendo notícias nos jornais dos efeitos horríveis que a cólera causa, né, principalmente a violência, né, não só a violência física, violência emocional, violência patrimonial, violência social, que sabemos, né, que que que até as instituições podem causar não só as pessoas, porque quem comanda, quem dirige as instituições são pessoas, né? Nós temos agora a inteligência artificial entrando e pode surgir até outras coisas diferentes além do que vem de histórico. Então, eh, esses 10 mandamentos do do
irige as instituições são pessoas, né? Nós temos agora a inteligência artificial entrando e pode surgir até outras coisas diferentes além do que vem de histórico. Então, eh, esses 10 mandamentos do do André Luiz e e eu sempre comento, né, para mim, se ele trouxesse três já teria sido suficiente, mas ele conseguiu assim eh me causar um espanto, porque não, mas não é só isso, também tem esse outro aspecto. mesmo, como é que ela é multifatorial, como é que ela eh se alarga, como é que ela consegue dominar tudo, controlar tudo momentaneamente. Às vezes por um átimo já é o suficiente para causar um dano eh para nós inestimável, um dano assim recuperável. E e nós temos o evangelho, que a a nossa base é o evangelho. Eu eu só acredito na doutrina espírita porque ela traz um evangelho com ela que é o coração da doutrina. E esse evangelho na no nesse item 10 do capítulo 9, nós temos a mensagem de Haneman, que é um espírito de muita luz, que ele ali vai calmamente e consegue mostrar para nós várias perguntas que fazemos silenciosamente e ele traz a resposta, ou seja, uma delas, a qual ela realmente controla a nós ou somos nós que deixamos de controlar a cólera? Sabe aquelas perguntas para você poder saber, se programar, saber como é que você vai se recuperar, como é que você vai evitar? Porque no começo nós falávamos muito em prevenção, mas a sociedade evoluiu e hoje nós fal falamos até na pósvenção, porque no evangelho fica claro que a cólera ela é o resultado de uma falta de cautela. E a cautela é algo anterior, é algo preparatório. Mas e quando a cólera já ocorreu, nós vivemos, né, numa sociedade ocidental, eh sabemos de feminicídio e geralmente o fundo foi a cólera. E antigamente nós falávamos: "Ah, mas é a minha personalidade". Outras vezes nós utilizávamos até uma palavra mais bonita, ah, são as idiossincrasias, como se houvessem forças nossas internas das emoções, dos sentimentos que pudessem nos dominar. E não é assim. É o espírito que controla os sentimentos e as emoções, assim como
são as idiossincrasias, como se houvessem forças nossas internas das emoções, dos sentimentos que pudessem nos dominar. E não é assim. É o espírito que controla os sentimentos e as emoções, assim como ele controla os pensamentos e as ideias. E não o contrário. Eu me formei em ciências jurídicas no século passado, quando eu era estudante. Eh, a paixão era uma causa excludente de de crime, a violenta paixão. Hoje em dia, graças a Deus, isso acabou. Tivemos até um caso recente em que a menina de 12 anos com homem de 35 no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em que eles o inocentaram falando que ela consentiu. E nós sabemos que uma menina de 12 anos, ela não tem maturidade psíquica, mental, emocional suficiente, por mais responsável que ela seja. E na proteção do mundo moderno, é absoluta, ou seja, ainda que ela seja rara e excepcional, nós não podemos aceitar o consentimento. Por quê? por causa da diferença muito grande de idade, falando assim numa situação diferente, se fosse um rapaz de 15 com essa menina de 12, mas não foi, foi um homem de 35 anos, mais velho que meus sobrinhos e eu já passei dos 50 anos. Então nós, essa mensagem ela traz muita coisa para nós refletirmos. Em cada negativa, você vê André Luiz aqui desenvolvendo, é uma riqueza que serve para um seminário, ó, 10 negativas complexas, ou seja, ele deixa claro que é um assunto difícil, inclusive difícil de ser tratado, né? Nem todo mundo tem condições de com segurança eh analisar, expor, caracterizar, trazer coisas aqui que ajudem a sociedade, ajudem a família, ajudem as instituições a se melhorarem, a verem o mundo com mais paz, com mais união, com mais harmonia, com mais colaboração. Eu não tô nem falando aqui em cooperação, basta a colaboração já um aprimoramento necessário. Então assim, eu trago essas palavras iniciais pro nosso estudo e quem quiser pode colaborar com mais simples que seja a pergunta, não existe pergunta errada. Nós estamos aqui para trocar essas ideias, né, refletirmos. saímos daqui hoje melhor do
pro nosso estudo e quem quiser pode colaborar com mais simples que seja a pergunta, não existe pergunta errada. Nós estamos aqui para trocar essas ideias, né, refletirmos. saímos daqui hoje melhor do que quando aqui começamos, né, amiga? Então, eh, Jesus, ele também teve, né, um momento de ira, né, dentro do que você nos trouxe. Jesus também observou, né, ele fez ali um um julgamento da da situação ali, né, no templo. E ele foi contra a atitude ali do dos vendedores, né, dos dos cambistas, né, lá em Mateus, né, que tem essa essa mensagem ali de que Jesus ficou irado, porque Jesus considerou assim a moral, né, a atitude deles dentro do templo, né? Então ele, o que que ele fez? Ele demonstrou que não estava bem, né, que a situação ali não estava correta. Então, muitas vezes a gente vai ser convidado a dar a nossa opinião, né, a lutar por algo que está, né, lutar pelo certo, né? Então, a gente encontra, por exemplo, a lei de Deus e encontra a lei dos homens, né? Então, a gente vai encontrar uma força é nisso. Então, tem coisa que nos deixa assim revoltados. Mas isso não tá certo, porque se a gente falasse, não, nós não vamos ir, nós não vamos ficar com raiva, nós não vamos brigar, mesmo que a gente veja que tem alguma coisa errada, né, nós vamos fazer o quê? Porque nós vamos ficar quieto se nós não falarmos nada, se nós não buscarmos dentro assim da constituição, né, da legislação, que você sabe muito mais que eu, né, pela sua profissão, aí a gente tá sendo omisso. Então é direito, é dever nosso, né, buscarmos então o que é certo. Isso é o discernimento que nós temos que fazer, né? Não é a questão de não julgar, é a questão de discernir. Porque o discernimento ele nos traz a capacidade de saber o que é certo, o que é errado, o que que pode, o que que não pode, né? Então, porque senão vira bagunça, senão a gente atrapalha o nosso progresso. Mas aí a gente tem que ter o quê? Cautela, sabedoria, buscando aí dentro desse capítulo nove, né? O que Jesus nos propõe, né? Bem-aventurados os brandos, né? os
ão a gente atrapalha o nosso progresso. Mas aí a gente tem que ter o quê? Cautela, sabedoria, buscando aí dentro desse capítulo nove, né? O que Jesus nos propõe, né? Bem-aventurados os brandos, né? os mansos, os pacíficos. Então a gente pode sim lutar pelos direitos, né, da sociedade, os nossos, mas de forma o quê? Cautelosa. A gente não vai adoecer por conta disso, né? A gente não vai lá quebrar tudo, brigar. É isso que o evangelho nos propõe. Então Jesus já demonstra, olha aqui não tá certo. Você vê que ele teve a coragem, né, a fala, né, dele, né? E eu acho muito bonito quando Kardec na obra Viagem Espírita de 1862, olha que que ele fala. Ele fala que quando ele começou a visitar os centros espíritas, né, na França, ele começou a a ver o desenvolvimento da coragem da opinião dos espíritas. Olha que coisa mais interessante. Por quê? Porque a gente tem o conhecimento, aí a gente começa a discernir. É isso que a doutrina espírita quer que a gente faça, que a gente entenda, né? Porque Jesus fala assim, ó: "Conhecereis a verdade, ela vos libertará". Então, é através do conhecimento. Então, o doutrina espírita tá aqui para nos explicar por que a gente ainda tem esses esses nossos sentimentos, porque que a tem atitudes ruins, né? E é isso que é importante a gente entender onde a gente está e o que que a gente pode fazer determinadas situações da vida, porque a gente vive num mundo onde não tem garantia de nada. Hoje a gente vai fazer uma palestra amanhã, né? Às vezes dá um problema que não dá, não vai mais, né? Ou então a gente combina uma viagem, não dá certo aquela viagem. A gente a gente planeja, por exemplo, a gente vê assim, né, muita situação uma aposentadoria feliz, que é é uma busca nossa. de repente adoece e desencarna. Nós temos aí, sabe assim, eh, notícias de amigos nossos. Olha, mas eu tinha feito tanto plano e aí deu errado. É o que André Luiz fala aqui, ó. São as frustrações. Só que essa frustração não pode me consumir, porque a gente tem uma idealização, mas a nossa realidade é
u tinha feito tanto plano e aí deu errado. É o que André Luiz fala aqui, ó. São as frustrações. Só que essa frustração não pode me consumir, porque a gente tem uma idealização, mas a nossa realidade é outra, né? Então ele fala assim, né, que a ira ela vai nos consumindo, né, ela vai, a cólera, esse sentimento, ele vai, ela vai nos consumindo. É igual a cólera mesmo, a doença, né? Ela envenena, ela contamina e a gente vai, ó, prejudicando as relações que a gente tem, né? Então, ela não, ela não ajuda, ela vai prejudicar, porque a gente não tá racional ali na hora, né? A gente tá agindo só pela emoção, pelo pelo sentimento. Uma coisa que a gente tem visto demais também que no item quatro que ele traz é não reúne, separa. Quantas famílias estão separadas nesse momento? Família que eu falo é todo mundo, é mãe do filho e e, né, e sogra e nora e marido e esposa também, né? Tantos outros. Quantas situações, por quê? Aí a gente vai observar que muitas vezes é uma conduta nossa que a gente não soube ali, né, controlar, equilibrar uma fala, né, que a gente não conseguiu, né, eh, pontuar na hora certa, mas também que não quer dizer que a gente também não possa voltar atrás, pedir perdão. Aí entra o orgulho. Tá vendo como a a cólera ela é a ideia do orgulho em si? Porque no capítulo 9, a gente vai estar sempre falando nesse capítulo 9 aqui como referência, né? O espírito protetor, ele fala assim: "Olha, pesquisai a origem desses acessos de demência passageira que vos assemelham ao bruto, fazendo-vos perder o sangue frio e a razão. Pesquisai quase sempre deparareis com orgulho ferido." Olha que coisa interessante, Marcos, que a gente observa aqui. Olha, é um acesso de demência passageira. Meu Deus. Você vê, a gente perde a noção das coisas. Já viu quando a pessoa ela fala assim: "Eu nem vi, eu fiz na hora da raiva, eu nem vi, eu fiquei cego, eu perdi o controle, né, das coisas, né? É tão triste, né? Porque aí a gente, igual você falou, né? A gente vê crime, a gente vê separações, a gente vê
fiz na hora da raiva, eu nem vi, eu fiquei cego, eu perdi o controle, né, das coisas, né? É tão triste, né? Porque aí a gente, igual você falou, né? A gente vê crime, a gente vê separações, a gente vê mágoas, né, que que surgem. Então são muitas coisas que podem acontecer diante disso, mas nós estamos ainda lutando contra nós mesmos, né? Então não é o outro, somos nós, né? O André Luiz tem uma frase que eu gosto demais, que lá do Busque Charas, que ele fala assim, ó: "Qual é a nossa maior tarefa na terra? Qual que é a minha maior tarefa aqui? Ah, é cuidar do meu filho, é cuidar da minha família, é casar, é minha mediunidade, qual que é a minha maior tarefa? Aí ele fala assim: "É a corrigendo em nós". Olha só. Então o que que é que você precisa corrigir? Porque a vida todos os dias ela traz uma mensagem, né, para nós. Aí a gente respira fundo, acalma, observa. No dia que a gente conseguir fazer isso, a gente tá evoluindo, né? Será que a gente consegue pegar uma situação e consegue sangue frio? ele ter é assim, não f não esquentar o sangue, né? Ter sangue frio, racionalizar, falar pera aí, vamos ver o que que a gente vai fazer aqui, né? Contar até 10, né? Então é isso, é a gente não entrar na situação, mas a gente tentar resolver a situação, né? Eu quero dar um bom dia aqui paraa Rosália, nossa amiga, é uma amiga especial nossa da casa espírita. Um beijo grande. A gente sempre faz um convite para ela. Ela tá sempre aqui com a gente. Se ela não assiste agora ao vivo, ela assiste depois. E gosta muito de nós, né? Do nosso do nosso estudo aqui. Não é isso, Marcos? Então assim, a gente controlar não é a situação, mas é controlar a gente, né? Nos controlar, né? Às vezes sair de cena, né? Às vezes a gente quer brigar, quer mostrar que a gente não tá achando legal aquilo. Mas pera aí, deixa eu sair de cena, n? Deixa eu me recolher, né, um pouquinho, porque aí a gente vai evitar tanta coisa que eu já vou passar para você aqui a palavra, né? Mas é só para aproveitar aqui essa reflexão assim, ó,
ir de cena, n? Deixa eu me recolher, né, um pouquinho, porque aí a gente vai evitar tanta coisa que eu já vou passar para você aqui a palavra, né? Mas é só para aproveitar aqui essa reflexão assim, ó, que o espírito lá, né, no capítulo 9, ah, se nesses momentos pudesse ele, né, a pessoa ali que tá com raiva, né, o colérico, se nesse momento ele pudesse observar eh a sangue frio, ou teria medo de si próprio, ou bem ridículo se acharia. Nossa, que vergonha. Para que que eu fui fazer aquilo? É isso que ele quer dizer, né? Por que que eu fui fazer aquilo? Meu Deus, onde eu tava com a cabeça? >> Perdi a estribeira à toa, >> não é? Então, para que, né? Para que que eu fui fazer aquilo? Às vezes a situação não é tão grande, a gente faz ficar grande, né? A nossa ótica, né? É a nossa visão. Às vezes outra pessoa olha assim, fala assim: "Ah, eu não vejo tanta coisa assim". A gente fica com raiva, né? Como não? Como não? Como você não viu, né? E por que que eu vi você não, né? Isso é, isso é interessante a gente observar, né? A Lázara, um beijo grande, Lázaro. Essa mensagem do Haneman, ela para mim é muito importante. Por quê? Porque eh esse estudo que eu comentei, né, do da formação jurídica, a violenta paixão, ela é violenta para quem? Ela era violenta pro pra pessoa violenta. Ou seja, a paixão seria um ser que teria tomado aquela pessoa e aquela pessoa não era mais totalmente si mesma. Por quê? Porque a cultura ela nasceu da mitologia. Então, por exemplo, o trovão já foi um deus. O trovão, os rios, os lagos, os objetos, porque é mais fácil observar a natureza que não vai reagir do que uma pessoa. Eu posso querer observar uma pessoa caminhando na rua e ela virar para mim e falar assim: "Por que que você tá me olhando tanto?", né? Ela, se ela perceber que eu tô observando, ela certamente vai reagir. A natureza não. A natureza ela reage em cima dos nossos erros em relação a ela. Mas se eu for observar para tentar obter conhecimento, né, o os lá nos primórdios da ciência, você vai eh o a sociedade,
A natureza não. A natureza ela reage em cima dos nossos erros em relação a ela. Mas se eu for observar para tentar obter conhecimento, né, o os lá nos primórdios da ciência, você vai eh o a sociedade, principalmente europeia eh ocidental, ela considerava como seres, inclusive até como demônios, né? Ah, os sete pecados capitais, pecados capitais, né? gula, cólera, ou seja, como se demônios te possuíssem e você não conseguisse mais se representar si mesmo. E Raneman, de uma forma muito madura, muito objetiva, direta, ele mostra que é algo dentro de mim, que eu é um é uma falha no meu funcionamento causada pelo orgulho. Ou seja, ele traz o verdadeiro agente que é de fundo de fundo emocional, de fundo de sentimentos. que é uma parte minha em que a lógica não regula. A lógica, ela regula o pensamento, o pensamento, as ideias e as emoções. É outrazinha da borboleta, mas que existe a vontade. E a vontade é que vai ser ali o volante, vai ser o freio, vai ser o instrumento que você vai ter em teu auxílio, em teu benefício para que você consiga sair da situação. >> Uhum. >> Então essa beleza de Haneman, ela faz uma mudança no nosso pensamento. Por quê? Porque ele traz, ah, eu posso ter uma cólera causada por vaidade, posso, mas geralmente é por orgulho. Pode ser por egoísmo, pode. Pode ser por egoísmo. Pode ser por ambição, que para mim é diferente de aspiração. Pode, pode sim. Ambição, ganância. Se eu se eu der muito valor ao dinheiro e o dinheiro passa a me dominar e eu achar que eu estou sendo prejudicado monetariamente, aquilo ali vai ser um interruptor paraa minha cólera. Aí Haneman deixa claro que não. Não, a cólera ela é consequência da minha falha, do meu ser, da minha essência, do meu espírito, da minha alma. Olá, >> bom dia, Marcos. Bom dia, Eliane. Tudo bem com vocês? >> Bom dia. Bom dia. >> Bom dia. >> Bom dia. >> Nós estamos aqui falando de um tema tão atual >> que é a cólera, né? esse sentimento aí que nos cega, um sentimento que que nós temos, né, muitas vezes na vida, né, que
dia. >> Bom dia. >> Bom dia. >> Nós estamos aqui falando de um tema tão atual >> que é a cólera, né? esse sentimento aí que nos cega, um sentimento que que nós temos, né, muitas vezes na vida, né, que a gente não precisa se envergonhar. Mas a ideia aqui é a gente tentar controlar, mas acima de tudo é tentar entender por que a gente tem isso, né, a gente não ter o julgamento, né, para com o outro e também o autojulgamento. Então, que que a gente pode fazer, né? Porque André Luiz, ele vai falar o seguinte, né? Não importa a frustração que a gente tenha, o interessante, o ideal é a gente entender que não resolve situação nenhuma. Olha só, ela tem causado aí tanta, tantos problemas nas nossas encarnações, né? E também os resgates que a gente tem hoje por conta de cólera, né? >> Que que a gente não causou por conta disso, dessa cegueira, né? que aqui no capítulo 9, né, Renan vai falar que é o quê? Que é a cegueira que a gente tem, a demência, né? A explosão que a gente tem, ela é passageira, ela é momentânea. Depois a gente vai pensar: "Meu Deus, por que que eu fui fazer aquilo?", né? Então, Juliana chegou aí bem na hora aí de que ela não edifica, ela destrói, ela não abençoa, ela maldiz, né? E é isso, né? Inclusive no caminho para cá, eh, eu estava ouvindo o Marcos e refletindo sobre essas questões que às vezes nos irritam, né, às vezes nos traz a questão da cola. Achei interessante, né, Marcos, porque a gente tem muito essa coisa de olhar para fora para dizer: "Não, isso me deixa colérico, né?" Você citou um exemplo muito bom que é o exemplo do dinheiro, né? Gente, tem coisa para deixar o povo mais nervoso que dinheiro. Achei que o Marcos foi super feliz na na no exemplo que ele deu, né? Foi muito bom porque é uma coisa que afeta todo mundo, né? É uma coisa que afeta todo mundo e a gente tem muito esse olhar para fora. Refletindo sobre a cólera aí, eh, até ontem mesmo lendo a lição, eu fiquei pensando, gente, existe um olhar antropológico sobre as coisas que a ciência traz, assim, que nos
muito esse olhar para fora. Refletindo sobre a cólera aí, eh, até ontem mesmo lendo a lição, eu fiquei pensando, gente, existe um olhar antropológico sobre as coisas que a ciência traz, assim, que nos coloca para pensar assim: "Olha, o que que é da essência? O que que é da existência mesmo do ser, né?" né? Quer dizer, o que que eu trago comigo de berço por eu ser um ser humano encarnado? E aí nós começamos pelos instintos, né? Então, instinto de sobrevivência, não é? A a essa essa essas necessidades básicas que nós temos, né? Como seres que t, tem que se alimentar, tem que descansar, né? Esses desejos que que nós trazemos de berço. E de repente a gente olha pra cólera e a gente tem muito esse hábito de olhar pra cólera como um instinto primário nosso, né? Eu já vi muito esse tipo de debate, né? Será que a cólera é um instinto básico? É um instinto primário? E a gente vê que, na verdade, não é um instinto muito natural, porque no reino, no reino animal a gente não vê o animal colérico, a gente vê o animal que precisa sobreviver e por isso ataca. Ou porque está com faminto ou porque às vezes ele é ele é acuado, né? Então ali parece uma cólera, né? Porque ele fica, o animal fica nervoso, né? Ele se irrita, né? e ataque e e é cruel às vezes com isso. Mas olhando pela por essa essência, a cólera não é isso. A cólera já é uma coisa que é que é algo que parte de um de uma espécie de maldade interna que eu tenho, um desequilíbrio muito grande interno que eu tenho, que não faz parte da minha natureza animal eh necessariamente. E é um desvio moral muito grande. Aí já não é aí já é um desvio moral muito próprio do humano e não tanto o instinto animal me dominando. É uma reflexão profunda essa, né? Eu tava pensando sobre isso ontem, pensando, gente, porque tem coisa, né, que é faz parte da nossa essência animal, né? Da nossa essência animal, né? Às vezes a gente vê, por exemplo, uma pessoa que é desequilibrada sexualmente, a gente sabe assim, bom, né? O instinto sexual ele faz parte da animalidade, né? N a gente
Da nossa essência animal, né? Às vezes a gente vê, por exemplo, uma pessoa que é desequilibrada sexualmente, a gente sabe assim, bom, né? O instinto sexual ele faz parte da animalidade, né? N a gente consegue encontrar a a raiz, a raiz da causa, né? Agora, quando a gente olha a cóler e fica assim, gente, a pessoa às vezes não tá precisando, não é uma necessidade, não é uma coisa que faz parte da existência dela ou que tá comprometendo a existência, mas no entanto a gente deixa a pessoa encolerizada, deixa a pessoa fora de si. Eliane usou muito bem o exemplo da loucura aí, né? Quer dizer, é um desequilíbrio, uma coisa que eu desejo e não quero ou uma coisa que alguém me fala e eu não consigo lidar com isso. Não existe nenhuma racionalidade para dizer o seguinte: "Não, isso aqui vai causar cólera sempre. Não tem nem isso, né? A gente não que a raiz, ela cada pessoa tem uma raiz de cólera que é diferente da outra. Para vocês verem tanto que esse negócio é enraizado na nossa personalidade, né? No nosso orgulho, na nossa vaidade, na nossa falta de humildade, né? É interessante esse raciocínio aí, viu? >> Eu acho interessante aqui quando André Luiz também fala que ela não equilibra, ela desajusta. Aí a gente vê também tantos casos de doenças, né? Você citou aí, Marcos, a mente sã, o corpo são, né? Então assim, quantas doenças são de origens eh emocionais? A gente tem a mania de falar que a minha gastrite é nervosa. É minha gastrite ou sou eu que sou nervosa, né? Põe a culpa na doença. >> Eu tenho gastrite nervosa. Não é você que é o nervoso, né? Então se a gente se conhecer, né, saber o que que é, onde é que ataca, né, o meu corpo, né? Então assim, às vezes se eu fico nervoso, às vezes ataca a cabeça da enchaqueca, né? Aí me dá insônia, aí tem outros que é o estômago, né? Aí a gastrite e aí pressão alta e a gente vai descobrindo ali a quantidade de de enfermidades que a gente cria, né? Agora, a gente tem que entender também que a gente vai ter que prestar conta disso, porque a seriedade que a gente
a e a gente vai descobrindo ali a quantidade de de enfermidades que a gente cria, né? Agora, a gente tem que entender também que a gente vai ter que prestar conta disso, porque a seriedade que a gente tem que ter, né, a responsabilidade com o nosso corpo, que não precisava ser maltratado dessa forma, né? O corpo é o quê? É o veículo, né, da alma ali do espírito. A gente precisa dele para viver. Aí se a gente começa com nossas as nossas, como se diz, as nossas imperfeições, nossos vícios, começa a prejudicar esse corpo, a gente desencarna antes. E aí é é uma situação que a gente vai ter que enfrentar, né? Futuramente não tem que arcar com essa com essa conta aí alta, né? Então são situações que poderiam ser evitadas. E aí o que que a gente pode fazer, né? tentar dominar isso. Muitas vezes a gente vê situações assim de enfermidades na nossa vida. Às vezes a gente gripa, às vezes tem uma doença, alguma coisa, a gente vai deita, né, vai pra cama. E aí André Luiz fala assim que eh a doença, né, a solidão que seja, né, a é uma pausa de reajuste. Eu acho interessante isso, né? Toda vez que eu fico doente, eu fico pensando: "O que que será que eu tenho que reajustar aqui? Será que eu tenho que acalmar alguma coisa? Será que eu tenho que parar de pensar nisso?" Então assim, vamos equilibrar, vamos dar um tempo para nós, para nós, né? Tanto é que ele vai falar lá no finalzinho da mensagem, ele fala assim que é providencial ali que a gente tem, por exemplo, uma laringite pra gente parar de falar coisa, de ofender, de brigar, né? Então assim, né? E eh enfermidade no corpo, aulas na alma, aulas na própria alma, né? André Luiz tem essas coisas assim, né? Nessa área médica, né? Então, a doença ela vem trazer um uma um recadinho para nós, né? A vida não trabalha à toa. Deus não quer nos punir, mas ao mesmo tempo o nosso corpo fala, né? A gente tá se comunicando, né? Espírito com o corpo, a saúde, tem um recado pra gente, né? Que sinal que é esse que a gente tá tendo, né? É um alerta, né? Você vê um alerta que a
nosso corpo fala, né? A gente tá se comunicando, né? Espírito com o corpo, a saúde, tem um recado pra gente, né? Que sinal que é esse que a gente tá tendo, né? É um alerta, né? Você vê um alerta que a gente tá tendo. E, né, você lembrou bastante, doné Luiz, que nessa parte final da mensagem é muito importante, né, e e dá um plus pra mensagem, porque, poxa, se você tá assim tão sem saber como lidar com a cólera, então que vem uma doença, né, para para te reajustar. E e o Hanema, ele também comenta dentro do que o Juliano eh falou antes, que que não antigamente se pensava que era o fígado, né? o fígado, que era uma questão biliar e que se você tivesse com muita bilha no sangue que você iria ficar colérico. E a medicina evoluiu, descobriu que não e e rechaçou, mas já foi uma verdade científica ao longo da história, que a parte linfática é a parte que harmoniza e a parte biliar é a parte que atormenta, né? que desconfigura, consegue fazer os excessos e e tirar do do ponto ótimo o organismo. Eh, é agora dentro assim do do desse estudo de hoje e lembrando que eu lembrei muito do passado, não posso descartar o futuro, tem que continuar com disciplina. Se eu tô conseguindo evitar cólera que eu aprimore isso, eh, no não não me sinta autoconfiante demais, que é o que eu quero falar, mas também tem um aspecto menor que que é quase tão destruidor que é o queixume. O queixume, né? Aquela cólera mínima que ela vai ali, vai cutucando, vai conseguindo furar a represa, fazendo vários furinhos. sem você perceber, acorda, ih, o céu tá nublado, choveu a beça ontem, aí você começa a se queixar, né? Não, em vez de falar assim: "Ih, eu acordei com vida. Hoje é domingo, mais um domingo, daqui a pouco eu vou estar com um casal amigo." Que maravilha, né? E primeira vez do ano que eu tô aqui também no Iges, no no nesse estudo do domingo. Feliz ano novo a todos. Como é que há uma diferença sobre o mudando a ótica sobre as mesmas coisas? Como é que tudo muda? E você consegue ativar potências que são transformadoras
se estudo do domingo. Feliz ano novo a todos. Como é que há uma diferença sobre o mudando a ótica sobre as mesmas coisas? Como é que tudo muda? E você consegue ativar potências que são transformadoras pro bem, principalmente para o bem do próximo? Aí eu queria trazer essa contribuição de a gente também não esquecer de associar o queixum à cólera. É uma faísca, né? É faísca. É >> a faísca que não tá tudo bem, né? E a gente vai alimentando, né? E essa ideia. Isso é muito bom, né, Marcos? Você falou uma coisa boa assim, né? Vou passar aqui pro Juliano, mas só pra gente entender também assim, né? Existe remédio, existe remédio pros males, né? É isso que a gente quer dizer. Então, o que a doutrina espírita faz pra gente? O consolo tá aí, né? Não é só a gente reclamar e a gente ficar aqui falando só de coisas ruins. Não. Existe um um um antídoto, né, contra isso, que é o quê? Se eu não tô bem, eu silencio, afasto, né? Eu faço uma oração. Se eu não consigo, eu deito, eu A gente tem que buscar a nossa força, né? Nossa, a nossa válvula de escape. Que que é ouvir uma música, né? Tem gente que pratica esporte. >> Isso é, isso a gente a gente tem que buscar isso, né? São recursos que a gente tem. Então, quais são os recursos? Nós como religiosos, nós vamos falar: "É a prece, é a oração, é a busca de um tratamento espiritual para nos ajudar. Claro, tudo é importante, mas, por exemplo, ouvir uma música, né, nadar, que que é que você gosta de fazer? Tem tanto esporte que a gente, né, tira a nossa raiva ali, né, extravaza, né? Que que é que a gente pode fazer para ajudar, né? a gente nem vai para esse aspecto assim mais religioso, porque nem todo mundo tem essa alcança isso no momento. Mas se a gente pode fazer algo para nos ajudar na saúde também, isso é importante, né? O esporte, a meditação, a amizade, liga para um amigo, desabafa. Gente, hoje em dia desabafar é uma coisa que todo mundo precisa. Você vai ser uma pessoa muito calada, pessoa muito calada. É, é complicado, porque eu até quando eu era criança,
ra um amigo, desabafa. Gente, hoje em dia desabafar é uma coisa que todo mundo precisa. Você vai ser uma pessoa muito calada, pessoa muito calada. É, é complicado, porque eu até quando eu era criança, minha tia falava uma frase assim: "Foge do burro manso, porque do burro bravo você já salvou". Eu nunca esqueci essa frase. >> Porque o burro bravo, você sabe o que que ele vai fazer? Ele vai brigar e vai xingar e vai gritar e você falar: "Agorinha, pássa, eu conheço esse burro bravo aí, não é? A gente conhece, a gente consegue identificar os nossos familiares, nossos amigos. A gente até imagina o que que ele vai fazer, mas o manso não. O manso você não sabe o que ele pensa. Tá rindo aí, Marcos? Então a gente não sabe o que que ele vai fazer. Ah, ele é calado. Fala: "Ai, ai, ai." Eu fico desconfiada dos calad. Eu falo demais, né? Então assim, eu fico desconfiada. Eu não confio muito não. Eu eu observo. A gente tem que ser prudente. Observa. Observo. >> É, mas é isso mesmo, né? Achei que o Marcos falou uma coisa interessante. Fiquei aqui ouvindo ele e pensando, né? Claro que é importante a gente rastrear, né? Per, por que que pode tá me causando essa cólera? Uma frustraçãozinha aqui. É isso mesmo. A ideia da represa foi muito boa. Uma pequena frustraçãozinha aqui. Vira, vira vira essa goteira, né? Aí uma frustração aqui que eu não consegui o que eu queria. Aqui tive um revés. Ah, e aqui alguém me tratou como uma maneira que eu não gostei, né? E tal e tal. Lá no Evangelho Segundo Espiritismo, lemb lembrei duas lições. Lembrei do Evangelho Segundo Espiritismo. Tem a lição lá do espírito amigo, né, da Jona de Angeles, que ela fala as milinetadas, né? 1000 alfinetadas. Você recebe um alfinetado, tudo bem, mas 1000, né? Aí já complica, né? Então a represa tá aí, mas você der 10 martelada, ela pode não ficar tão bem, né? Então é é o desafio nosso, né? E nós seremos testados nisso. E aí é um problema, a gente vai ser testado. Emanuel tem uma frase que eu que ela me impactou muito quando eu vi. E mamãe, eu
tão bem, né? Então é é o desafio nosso, né? E nós seremos testados nisso. E aí é um problema, a gente vai ser testado. Emanuel tem uma frase que eu que ela me impactou muito quando eu vi. E mamãe, eu falo assim, ó: "A vida quer te ver por dentro". É isso, né? É isso. A vida quer te ver por dentro. Ou seja, a vida vai te testar. Então, o Marcos falou uma coisa muito sábia, a vida vai lá e vai fazer uma goteirinha. E vamos ver, né, se você vai tapar essa goteira ou você vai valorizar ela, né? você vai aumentar esse buraco, né? Você vai tapar esse buraco, porque se você não tapa esse esse buraco moral, vão surgir outros e aí a represa vai desabar. É, é exatamente esse é o raciocínio que o Marcos trouxe, que eu que que que eu que eu compreendi dessa forma, né? Não é? Então, se você não cuidar de uma coisa, vai vir outra para juntar com essa e vai vir uma terceira e vai vir uma quarta. Então, se você for deixando esses esses vazios morais tomar conta de você e você não toma conta deles, daí eles vão se acumulando, vão se tornando essas essas 1000 alfinetadas, esses 1000 buracos na represa, uma hora isso vai desabar. E a cólera é um reflexo, né? A cólera é um reflexo disso, né? Ninguém nasceu colérico, foi desenvolvendo, foi desenvolvendo essa aptidão, entre aspas aí, né? até chegar o momento você consegue explodir facilmente. Não, você antes não explodia, mas de repente já tá explodindo. É uma coisa muito profunda pra gente analisar. Tem muita gente que às vezes fala sim concordar, tem dificuldade de falar ou não. Ela fala sim e se frustra, fala sim que eu sou ruiz amarelo. Fala assim reclamando, né? Ai, não devia ter falado, agora me enrolei aqui. Ou então não trata uma situação na hora que ela acontece, né? Não, não responde adequadamente uma situação. Alguém te fala assim: "Olha, de uma forma e você olha, calma, me respeita, fala comigo mais calma". Às vezes a gente não faz isso na hora e engole aquilo ali, leva leva aquela chateação. Pessoa nem a pessoa nem sabe que te falou alguma coisa que te fez
a, calma, me respeita, fala comigo mais calma". Às vezes a gente não faz isso na hora e engole aquilo ali, leva leva aquela chateação. Pessoa nem a pessoa nem sabe que te falou alguma coisa que te fez mal, que te que te causou algum tipo de ter transtorno, né? E a gente leva aquilo com a gente. Então, eh, são questões como essas que vão vão nos nos alfineto, né? que vão quebrando aí a nossa a nossa grande barreira aí, né, que segura toda essa água, né? Outro ponto também que eu achei bacana, né? Eu tô puxando as coisas que o Marcos falou, tô desse jeito aqui, né? Ele comentou, né? A gente levanta de manhã, nossa, tá nublado o céu, que horrível, né? Vai ser um dia chuvoso, não vou poder sair para tal lugar, tudo. Mas é o ponto de vista que o evangelho nos nos orienta. O evangelho tem uma lição chamou ponto de vista. Céu tá nublado. Que horrível isso, né? essa chuva, ou então a gente olha e fala assim: "Nossa, o tempo hoje vai tá mais fresco, vai tá um tempo melhor". O evangelho sempre nos coloca para olhar as coisas sobre outro ponto de vista. Aquilo que a gente acha que é injustiça, o evangelho fala: "Não, a justiça tá sendo feita." E aí? Tá achando que é injustiça? Não, é a justiça que tá sendo feita. Aí a justiça, ela vai te colocar às vezes um grilhão. Você não vai conseguir o que você quer, não vai realizar esse desejo, não vai poder atender a essa demanda, não. Porque você tá sendo avaliado, né? E tá tá provando e está às vezes espiando uma uma algo do passado. Muitas vezes a gente vê situações às vezes tristes, né, de de adoecimento, né, de alguma pessoa ou uma situação de escassez material. muitas vezes aquilo eh por termos empatia dentro de nós, achamos aquilo um absurdo, né? Nossa, como é que a situação chegou nesse ponto? Que que é isso? Que que tá acontecendo, né? E aí que a justiça de Deus se manifesta muitas vezes, né? Nessas situações que a gente pensa assim: "Nossa, é um revés, é uma dificuldade, uma coisa absurda. Isso é uma injustiça muito grande". E o
é? E aí que a justiça de Deus se manifesta muitas vezes, né? Nessas situações que a gente pensa assim: "Nossa, é um revés, é uma dificuldade, uma coisa absurda. Isso é uma injustiça muito grande". E o evangelho vai dizer: "Nem sempre, nem sempre, não se encolerize por isso." E quando você se encoleriza, você deixa de aprender com essa situação. Quando você se encoleriza, você se revolta. Você é como diz o André Luiz Quilanição, né? Quer dizer, a gente deixa de resgatar, deixa de se iluminar, como diz aqui os itens da lição, né? A gente não se ajuda e a gente deixa de compreender o motivo da da gente estar nessa situação, né? ou de outra pessoa estar nessa situação, né? Então, a cólera ela é uma forma de também nos atrapalha, né? Nos atrapalha muito a compreender os desígnios divinos na nossa vida, né? Eh, cria essa barreira para que a gente não consiga compreender o plano de Deus paraa nossa evolução. Também tem isso, né? É por isso que é sempre bom a gente manter a calma. Um um conselho que é muito bom, que até os psicólogos dão, né? Olha, tá com raiva, tá chateado, não toma decisões nesse nesse nesse momento. Até a ciência já entendeu isso aí que a André Luiz tá falando, né? Se bem que ele era um cientista, né? Era o médico, mas enfim, a própria ciência atualmente fala sobre isso, né? Cuidado, porque na hora que você tá possesso, seus hormônios não estão equilibrados. Você não está equilibrado moralmente, nem psicologicamente, sua saúde mental tá comprometida. Hoje os psicólogos já falam disso, nós já conseguimos compreender coisa que o evangelho falava no século XIX. Hoje a ciência já denominou de maneira um pouco mais exata isso, né? Não é a parte aliança entre a ciência e religião, né? A gente vê nesses nessas horas isso acontecer. Então não tome decisão, não fale, silencia, né? Não não aja nesse momento, espera passar essa profusão de hormônios controladas, né? Esse esse estado mental alterado, né? Controla primeiro e pensa melhor, como se diz Paulo de Tarso, né?
lencia, né? Não não aja nesse momento, espera passar essa profusão de hormônios controladas, né? Esse esse estado mental alterado, né? Controla primeiro e pensa melhor, como se diz Paulo de Tarso, né? Paulo de T já falava disso, você vê, né? Paulo falava: "Irai-vos, irai-vos". Paulo de T fala, "Mas não deixe que o sol se ponha sobre a vossa ira". Ou seja, né? Calma, não vai, né? Deixa a coisa sentar, vai dormir para amanhã você toma uma decisão melhor, né? Vai, calma, calma, não sai fazendo tudo não, né? E mantendo isso, isso, esse fogo aceso não, não mantenha não. >> É, isso aí é interessante, né? O que Paulo fala, eu quero dizer o seguinte, é normal a gente ficar irado, né? Jesus irou, como eu tinha falado aqui antes, mas o a gente não pode alimentar a raiva e deixar ela persistir por muito tempo. Olha só. Então, quando a gente dorme, a gente acha, né, que pode acalmar a situação e acalma mesmo, né? É um novo dia. Agora, se a gente começa o nosso dia, como André Luiz fala aqui, né, já de mau humor, lembrando da raiva, lembrando dos motivos, aí a gente tem que ficar atento, né? Porque senão já começa a a virar o quê? Uma um ódio, né? Mágoa. E aí a gente vai precisar resolver isso aí com perdão. Não vai terminar tão simples, né? Eu, a gente já começa aqui se despedindo, né? Gente, eu já vou falar minhas palavras finais aqui por conta do horário, só lembrando assim, né, da de que a bem-aventurança aqui que Jesus nos coloca dos pacificadores, né, os brandos, os pacíficos. E é um, como se diz, né, é teste para nós, né? A gente tá sendo preparado para isso. Toda vez que a gente estuda o evangelho, toda vez que a gente recebe uma orientação, que a gente tem conhecimento de alguma coisa nobre nessa questão mais eh questão moral, a gente não pode alegar ignorância. Assim nos diz Allan Kardec lá no evangelho. Nenhuma pessoa pode se dizer ignorante quando tem alguma informação a respeito daquele assunto no lar, né, a família, uma avó que orientou, uma mãe, então nós não somos ignorantes mais, né? Então é
o. Nenhuma pessoa pode se dizer ignorante quando tem alguma informação a respeito daquele assunto no lar, né, a família, uma avó que orientou, uma mãe, então nós não somos ignorantes mais, né? Então é isso que ele quer dizer. Então, a gente tem ali eh informações suficiente e exemplos que Jesus trouxe aí para nós da brandura, da calma, né? Então, qualquer coisa, qualquer coisa que tirar a gente do céreo, a gente tem que já entender o que que é que provoca em mim. A opinião, ela hoje tira a gente do sério. A pessoa fala uma coisa, você não gosta, aí já fica com raiva, já briga, já discute. Porque tem essa guerra também, né? A gente vive na guerra aí para poder ter o nosso direito de fala, a nossa expressão. Mas o cristão, nós estamos falando como cristãos, ele não tem esse direito de ofender o outro. Ele não tem o direito. Saiu do trilho, saiu da do que ele esperava, mas ele não tem o direito de ser assim, né? Nós estamos lutando, nós estamos querendo entrar aí nessa turma aí dos bem-aventurados que são brandos e pacíficos. É isso que nós estamos tentando fazer, né? e pacificar também algum conflito. Se a gente vê uma situação complicada ali, a gente não vai falar uma coisa boa, então a gente fica calado, né? A gente a gente fica calado, a gente ora, a gente pede a Deus. Quantas situações exige isso de nós, né? Isso é racionalidade, mas também é sentimento. É sentimento pra gente entender que a gente pode abrandar também situações graves. A gente não vai lá no meio da guerra, mas a gente vai orar por aqueles que estão lá. Isso também é prudência para nós e é um dever nosso, né, como irmãos, né? >> Tá bom. Eu vou também falar aqui também meu último minha última reflexão antes de passar pro Marcos também fazer a dele, né? Eh, eu eu só quero finalizar assim pelo menos a minha fala aqui hoje, eh, lembrando o Pai Nosso. Lembrando o Pai Nosso. Eh, o Pai Nosso, ele é uma oração que eu acho muito importante, porque é são aqueles pontos que Jesus jogou mais importante quando a gente vai falar com
, lembrando o Pai Nosso. Lembrando o Pai Nosso. Eh, o Pai Nosso, ele é uma oração que eu acho muito importante, porque é são aqueles pontos que Jesus jogou mais importante quando a gente vai falar com Deus, vou chegar em Deus e eu o que que eu vou levar para Deus, né? Então, Jesus destacou, não leva isso aqui, ó. No Pai Nosso, ele destaca isso, né? E tem dois pontos no Pai Nosso que eu penso que estão muito relacionados com o que a gente conversou aqui hoje, né? Com tudo que a Eliane, o Marcos e eu falamos aqui hoje. Uma é a tentação, a outra é o perdão. Jesus traz isso no Pai Nosso, com muita intensidade pra gente trazer isso para Deus. Por quê? Jesus sabia que era difícil. Jesus sabia que era extremamente difícil a gente sozinho resistir a uma tentação e a gente sozinho resistir a, né, a uma ofensa, né? E Jesus sabia dessa dificuldade que a gente ia encontrar com o perdão e a resistir a tentação. E a cólera ela ela vem nesse trilho, né? A gente tem essa tentação de nos tornarmos coléricos. A gente se entrega, se entrega a esse desejo, né, intenso. Então a gente cai nessa tentação, cai nessa armadilha, né? E ao mesmo tempo também a cólera nos impede o perdão, né? Desdobra-se nisso, né? né? A gente fica com raiva, fica chateado, não perdoa e leva essa amargura pra frente. Então, quer dizer, Jesus sabia que essa era era essas eram questões muito difíceis de serem vencidas individualmente sozinhos e que eram pontos que era importante a gente levar para Deus. Então, eu acho que a cólera faz parte, é um reflexo disso, né? De da queda na tentação, reflexo do não perdão. Então, quer dizer, Jesus deixa para nós e eh esse consolo muito grande saber o seguinte: "Olha, é difícil, viu? Difícil mesmo, a gente já sabe. Leva isso para Deus, porque sozinho pode ser difícil. Pode ser que você não consiga controlar sua raiva, seu ódio, sua amargura, não é? O seu destempero. Pode ser que você não consiga resolver sozinho. Pede para Deus te ajudar, né, nas suas preces íntimas. Peça essa ajuda. Não é não é não é
ar sua raiva, seu ódio, sua amargura, não é? O seu destempero. Pode ser que você não consiga resolver sozinho. Pede para Deus te ajudar, né, nas suas preces íntimas. Peça essa ajuda. Não é não é não é errado, não. É normal você não conseguir. É normal, né? É um recado de Jesus para nós aí refletir, né, sobre o quanto que a gente tá tendo dificuldade, né, em lidar com essas questões, né, que nos destróem aí as relações, né, nos destróem a paz. É humildade, né? >> Exatamente. E essa mensagem dentro do que André Luiz nos ofereceu, né, muito rica, apesar de concisa, ela também pode ser aplicada para outras coisas que nós chamamos de vícios e fazendo as devidas adaptações, né? E paraa palavra final aqui, eu vou trazer o seguinte. A doutrina neste estudo de hoje tá nos oferecendo mudanças, remédios, antídotos, vacinas, soluções, partindo de nós. Mas às vezes se nós estamos numa caminhada com uma marcha mais lenta, em que alguns já conseguiram avançar bem mais do que eu, a solução paraa cólera pode vio, por exemplo, por meio de um perdão que ele me oferece, me passa essa bola e se eu conseguir, no momento que eu vejo a bola se aproximando, utilizar os pés para controlá-la. Ou seja, eu vejo que aquele perdão destaca que algo estava ruim em mim, que às vezes é consciente, né? Porque no mundo do entretenimento da luta, você vê lá antes do início, aí dá uma cabeçada no outro, aí o pessoal vibra. Porque o Haneman, ele usou uma palavra aqui que me chamou muita atenção. Tem pessoas coléricas que se comprazem com a cólera. E essa palavra compraz, ela é dita em Mateus, se eu não me engano, no capítulo 3, que Jesus é o filho que compraz a Deus. Ou seja, essa palavra é uma palavra muito forte, né? Ou seja, a pessoa tem plena consciência, intencionalidade da cólera dela, mas ela acha que aquilo ali é um fator de força. Então, as palavras da Liana me chamaram muita atenção porque ela deixou claro que a gente nunca pode escolher a cólera como fator. Ela pode surgir como instrumento. Lembrando que quando a espiritualidade a
, as palavras da Liana me chamaram muita atenção porque ela deixou claro que a gente nunca pode escolher a cólera como fator. Ela pode surgir como instrumento. Lembrando que quando a espiritualidade a utiliza como instrumento, eles têm muito mais recursos do que nós. Tem toda uma programação, tem todo um acordo, uma combinação entre as pessoas que serão vítimas e algzes e os envolvidos, que que nós não temos esse conhecimento desse projeto maior. E e é assim, aí eu com essas palavras que eu concluo o nosso estudo de hoje, tá? Porque Haneman ele ele se preocupou com as pessoas que sentem prazer pela cólera. E ele tocou nesse assunto, ele se abriu, eu achei isso de uma maturidade incrível e de uma consciência, né? Porque ele quer alcançar a todas as pessoas. Ele quer a a sem ninguém escape, né? e que todos consigam caminhar com alegrias, com tranquilidade, com segurança ao longo da lei de progresso. >> É isso aí, meus amigos. >> É isso mesmo, né? E para encerrar mesmo agora, né, para encerrar de verdade, eh, finalzinho lá dessa mensagem, né, de de Renman que você falou tanto, né, ele fala assim que sempre que o homem quiser se corrigir, ele pode. Olha só que coisa mais boa, né, gente? Toda vez que o homem quiser corrigir um vício dele, ele pode. Então, a gente finaliza assim, né, nosso estudo de hoje. E assim, não é penalizar, tá? Mas a prece do Juliano porque chegou atrasado. Não é porque a gente tá tá descontando nele não. Brincadeira, gente, só pra gente descontrair, porque um tema tão pesado, né, mas tão importante para nós, porque a gente vai falando, vai ouvindo, vai internalizando, vai pensando o que que eu vou fazer agora com tudo isso que eu aprendi, né? Então assim, a gente fica muito feliz aí pela oportunidade do estudo. Agradecendo demais o Marcos. Marcos, ó, nossos estudos tá convidado aqui. Teve gente que gostou do nosso trio, né? A Rosáliia falou que o trio foi bom demais. Olha, deu certinho. A gente conseguiu conversar, colocar aqui, né, as ideias e a gente ficou muito
convidado aqui. Teve gente que gostou do nosso trio, né? A Rosáliia falou que o trio foi bom demais. Olha, deu certinho. A gente conseguiu conversar, colocar aqui, né, as ideias e a gente ficou muito feliz aqui, viu, com todo mundo. A gente deixa um grande abraço, uma ótima semana e preparando nossos corações aí pra semana que se inicia, né, pedindo a Deus que nos ajude, nos ajude assim a cuidar de nós, né, dos nossos pensamentos. educando os nossos sentimentos, né, que é isso que a gente tem, né, para fazer aqui nessa terra, né, educar os nossos sentimentos. Eu vou passar pro Juliana, então que Jesus nos abençoe, um grande abraço a todos. >> É isso, né? Com muita gratidão aqui que nós realizamos esse estudo, né? A presença enriquecedora aí do Marcos, né, Deliane foi muito boa para nós, né? E cheguei atrasado, mas foi enriquecedor, né? Então vamos elevando os pensamentos, então, né? né? Nossa casa foi palco nessa manhã desse estudo grandioso, dessa luz que desce do alto e esse estudo que para nós nós temos aqui como um culto do evangelho no lar, né? Um estudo que vem nos alimentar desse alimento espiritual. Hoje nossos lares receberam a visita de amigos preciosos, amigos do mundo invisível, que também querem aprender conosco, que também querem nos auxiliar, que também querem nos inspirar. Muito obrigado, Jesus, nosso mestre querido, por essas lições encaminhadas aí pela tua sabedoria através da doutrina espírita, Senhor, através desses autores que vem tanto contribuir conosco. Muito obrigado, mestre. Gostaríamos, Senhor, que mantenha essa paz na nossos lares. Mantenha a paz, mantenha a relevação, mantenha a segurança, Senhor. Que o Senhor possa nos abençoar, nos abraçar. com esse abraço carinhoso, eterno sempre, Senhor, para que nós possamos atravessar essa existência com um pouco mais de tranquilidade, um pouco mais de alegria, Senhor. Muito obrigado por isso. E a Deus, nosso Pai Maior. Obrigado, Pai, pela vida. Obrigado por tudo que o Senhor tem nos oferecido,
ia com um pouco mais de tranquilidade, um pouco mais de alegria, Senhor. Muito obrigado por isso. E a Deus, nosso Pai Maior. Obrigado, Pai, pela vida. Obrigado por tudo que o Senhor tem nos oferecido, Senhor. Obrigado pelas provações. Obrigado pelas bênçãos de todas as formas. Deus, nós rogamos pela vida de cada um aqui presente. Rogo pela vida do Marcos, pelo seu lar, pela sua família. Rogo pela vida da Eliane também, o lar e a família. Rogo, Senhor, por todos nós que estamos aqui também e os irmãos que nos assistem e nos assistirão, Senhor, que esse nosso encontro de hoje possa reverberar aí e vibrar de forma positiva na vida de cada um, Senhor. Muito obrigado. Que assim seja. >> Que assim seja. >> Assim seja. Um bom domingo a todos. Próxima semana tem mais uma dupla >> que estudará o capítulo 46. Isso mesmo. Um grande abraço. Tchau. Tchau. >> Tchau. เฮ
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