Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 26 | 31.08.25
Estudando com Jesus | 31.08.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 26: No retoque da palavra Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Bom dia, meus irmãos. Como é que vocês estão neste domingo aqui em Goiânia? Um domingo ensolarado, um dia muito bom pra gente falar de Jesus, não é? Um dia alegre. Espero que vocês estejam todos bem, tá bom? Hoje mais um capítulo do livro Espírito da Verdade. Quem quiser nos acompanhar aí de casa, capítulo 26, no retoque da palavra. E para estar conosco aqui hoje, eu já quero chamar aqui o nosso irmão Marcos. Bom dia, meu irmão. >> Bom dia. Bom dia a todos. Um ótimo domingo. >> Muito bom. Nós já estamos com alguns comentários aqui. Olha, nossa irmã Teca já tava aqui conectada bem cedinho, viu? Bom dia, teca. Tá joia. E é isso. Lembrando a todos que o estudo ele é interativo, tá? Então, quem quiser deixar o comentário aí no chat, pode deixar. Quem tiver alguma pergunta pode fazer, que nós vamos tentar aqui atender aqui a demanda de todo mundo, né, Marcos? >> É verdade. >> Ó, nossa irmã Jorgia chegou aí também. Bom dia, Jorge. Para você também. >> Bom dia. >> Deixa eu passar o bom dia da tec aqui para todo mundo ver. Bom dia, Teca. Chegou cedinho. Menina 9:40 ela já tava comentando. Mas então é isso aí. Bom, Marcos, para dar o nosso pontapé inicial aqui, eu fiquei pensando o seguinte: você faz a prece, eu faço a leitura do texto e você faz os primeiros comentários que você acha. Depois a gente vai batendo essa bola. Pode ser. >> Tá ótimo. Pode. >> Então, tá bom. Então, então vou deixar a prece. >> Vamos abrir abrir então com uma prece. Ó pai amado, pai querido, mestre Jesus, irmão de todas as horas, estamos aqui reunidos, aqueles presentes e aqueles em pensamento desse grupo maravilhoso que nos une cada vez mais pela doutrina espírita. abençoai os convidados, que possamos estar receptivos para as palavras de hoje, palavras de reflexão, de pensamento, que elas possam mover nosso coração para mais próximo de ti, ó pai, e que possamos ser instrumentos úteis e dóceis nas mãos de nosso querido irmão Jesus. Graças a Deus. Amém. Bom, eu vou ler aqui a mensagem no retoque da palavra. Hoje essa
a mais próximo de ti, ó pai, e que possamos ser instrumentos úteis e dóceis nas mãos de nosso querido irmão Jesus. Graças a Deus. Amém. Bom, eu vou ler aqui a mensagem no retoque da palavra. Hoje essa mensagem foi psicografada pelo Valdo Vieira. Olha que beleza. Espírito de André Luiz. Seja onde for, não afirme detesto esse lugar. Cada criatura vive na terra dos seus credores. Ouvindo a frase infeliz, não grite, é um desaforo. Invigilância alheia pede a nossa vigilância maior. Atravessando a madureza, não se lamente, já estou cansado. Sintoma de exaustão, vontade enferma. Sentindo a mocidade, não assevere. Preciso gozar a vida. Romagem terrestre não é excursão turística. A frente do amigo endividado não ameace hoje ou nunca. Agora alguém se compromete. Amanhã seremos nós. Ao companheiro menos categorizado, não ordene. Faça isso. Indelicadeza no trabalho. Ditadura ridícula. Perante o doente. Não exclame, pobre coitado. Compaixão desatenta, crueldade indireta. Ao vizinho faltoso, nunca diga: "Dispenso-lhe a amizade". Todos somos interdependentes. So o clima da aprovação, não se queixe, não suporto mais. O fardo do espírito gravita na órbita das suas forças. No cumprimento do dever, não reclame, estou sozinho. Ninguém vive desamparado. Colhido pelo desapontamento, não reclame. Que azar. A lei divina não chancela imprevistos. A face do ideal não lastime. Ninguém me ajuda. No espiritismo temos responsabilidade pessoal com o Cristo. Belíssima mensagem, né? Mais uma mensagem daquelas mensagens fortes de Emanuel, né? >> É, eu chamo mensagens de decálogo. Apesar que aqui são 12, né? 12 mandamentozinhos. É isso mesmo, >> amigo. Eh, agradecer aos canais parceiros. Lembrando que nós temos uma dupla hoje que a Isabela é a Firlei, né? Mas assim, houve um eh uma situação de de doença, então uma delas ficou impossibilitada eh por uma situação séria. Nós estamos aqui para ajudá-las, né, da melhor forma. E assim comentando, além de agradecer aos canais parceiros, lembrando que ficará gravado, então vocês poderão ver
itada eh por uma situação séria. Nós estamos aqui para ajudá-las, né, da melhor forma. E assim comentando, além de agradecer aos canais parceiros, lembrando que ficará gravado, então vocês poderão ver de outros países, poderão ver à noite esse estudo. E o capítulo 26 ele completa o primeiro quarto, né, do do desse livro, dessa obra o Espírito da Verdade, que são 104 capítulos. Então, nós chegamos no primeiro quartel, né, o primeiro grupo de 25 26 capítulos. E percebemos, como o Juliano comentou, a mensagem de André Luiz. A maioria das mensagens dessa obra foram psicografadas eh pelo Valdo Vieira com relação ao André Luiz, mas algumas que são ímpares foram psicografadas pelo Chico Xavier. Os dois psicografaram porque essa obra, eu acho que é de 1961 e dois anos antes eles escreveram Evolução em Dois Mundos, o Chico Xavier com Valdo Vieira. E foi a primeira obra do nosso lar que o Valdo Vieira participou, porque o nosso lar é de 1944. Então, nessa ele trabalhou com Chico e depois vieram essas eh essas obras que trazem mensagens ou de espíritos diversos ou de dois espíritos, né, Emanuel quando é Luiz fazendo uma dobradinha. E essa obra que que nós comentamos aqui dos mandamentos, ela faz referência ao capítulo 11 do Evangelho, do Evangelho segundo o Espiritismo, que é amar o próximo a si mesmo e especificamente em relação à Daia César ou que é de César, que comenta sobre como é que fica a justiça divina. com a justiça do mundo, porque na época os judeus estavam muito revoltados com os impostos e transformar aquilo uma causa religiosa. Tavam sob o domínio romano e isso eh os sufocava, os revoltava. E o nosso capítulo de hoje, ele mostra que em tudo há um propósito, principalmente quando nós não conseguimos perceber que existe um objetivo. Esse alerta do André Luiz em várias 12 situações que ele traz aqui, situações desagradáveis. Tem uma que me chamou atenção que é uma situação agradável que ele comenta, né? aqui não é lugar para excursão, que essa maravilha de natureza. Então,
ações que ele traz aqui, situações desagradáveis. Tem uma que me chamou atenção que é uma situação agradável que ele comenta, né? aqui não é lugar para excursão, que essa maravilha de natureza. Então, ela vai eh nos embebedar com tanta beleza, né? Com tanta majestade, né? O planeta Terra é tão rico, tão maravilhoso. Eu tava até vendo um vídeo do do pessoal, né, que que faz seminário no interior. Aí eles tiram fotos em cachoeiras, em matas, né, belíssimas. Aqui o André Luiz, ele mostra pra gente que em tudo há um propósito, que em tudo há uma razão, até mesmo, infelizmente, ah, aconteceu um acidente da noite de ontem para hoje, um acidente estranho. Em tudo há um motivo, mas é muito estranho. Não consigo entender. Não, não, não foca no, nisso por enquanto. Foca. Se for um acidente, procura a sua recuperação, procura o socorro, procura a emergência. você foca no restabelecimento do seu equilíbrio, que que as que as forças retornem, que as inflamações cessem, né, que os machucados consigam cicatrizar. E basicamente a cada tópico que ele traz para nós, eh, tem essa ideia principal que que é trazida. Juliano, meu amigo, você quer fazer algum comentário? Vou, deixa eu eu também aqui e quando eu li essa mensagem a primeira vez, eu fiquei pensando assim, gente, o quanto que nós somos convidados pelo espiritismo a mudar não é apenas a postura moral, não apenas os hábitos, mas até a linguagem nossa, né, no sentido de que a linguagem ela interpreta a realidade das coisas, né, nos estudos antropológicos a gente tem muito esse estudo do que que a linguagem representa, né? Ou seja, primeiramente vem um pensamento, um sentimento, a gente quer expressar aquilo. E a linguagem ela tem essa função de traduzir o com mais exatidão possível o que se pensa, o que se acredita. Então, a gente percebe que eh que Emanuel te desce uma reflexão sobre isso aí, ou seja, o espírito tá sendo convidado a tratar das coisas até na maneira de se expressar usando a língua portuguesa, eh, de forma espiritualizada.
eh que Emanuel te desce uma reflexão sobre isso aí, ou seja, o espírito tá sendo convidado a tratar das coisas até na maneira de se expressar usando a língua portuguesa, eh, de forma espiritualizada. Então, olha o que ele fala assim. Bom, detesto esse lugar, né? Só trata no primeiro item, né? Seja onde for, não afirmo, detesto esse lugar. Quer dizer, que que tá falando? de um desgosto que a gente tá tendo em alguma situação da vida, não apenas local físico, né, mas situação da vida, né? Que que a Manda vem nos dizer? É como o Marcos falou aqui, existe um sentido nisso. Detestar o lugar é como se eu tivesse falando assim: "Tô detestando o plano divino. Tô detestando o que Deus preparou para mim. Tô detestando a minha programação reencarnatória. O que eu decidi para mim antes de reencarnar, eu tô detestando também. É com essa profundidade queem vai nos puxando. Vamos tratar uma, de repente a gente solta um verbete, soltamos uma frase assim de maneira impensada, intempestiva num impulso. Nossa, eu detesto isso aqui. Mas demanda dizer, é, tá expressando que o seu coração tá sentindo seu tesouro, você tá jogando ele para fora aí para todo mundo ver e aí você tá detestando. Não é isso, né? É a ponto do iceberg de uma situação gigante que tá em torno de toda essa situação, né? E e a reflexão de Emanuel, ela, o ponto de partida é esse. E aí a cada frase que ele vem aqui eh eh no nos convidando a essa reflexão, aí ele vem dizer uma situação difícil, uma pessoa às vezes ela ela vem nos confronta com alguma coisa, nos fala uma coisa que a gente não gosta e a gente vai dizer: "Mas que desaforo! Aí vai falar: "Opa, pera aí, desaforo ou em vigilância da sua parte? Será que você não deixou escapar alguma atitude sua que outra pessoa desgostou? De repente, não é isso você tá pensando. E outra, existem situações que nos unem, que nós às vezes desconhecemos a origem delas, né? Pessoas que às vezes nos confrontam nessa vida, você fica assim, gente, mas pessoa tá me perseguindo, o que que é isso? Nada mais do que um
nos unem, que nós às vezes desconhecemos a origem delas, né? Pessoas que às vezes nos confrontam nessa vida, você fica assim, gente, mas pessoa tá me perseguindo, o que que é isso? Nada mais do que um reencontro espiritual, às vezes menos feliz, né? No sentido de que é para harmonizar uma situação que tava desarmonizada. Então assim, é muito profundo esse esse esse esse capítulo desse livro, né? Muito profundo, né? Acho que o Marcos ele abriu com pé direito o nosso estudo aí hoje para falar justamente a quantidade de questões que são abordadas aqui eh por André Luiz aqui nesse nesse capítulo. Eu tô gostando demais, sabe, de desse estudo justamente por isso, porque realmente é muito difícil a gente trazer essa visão espiritualizada das coisas, né? E até em outros âmbitos, sabe? Quer ver um âmbito que é muito comum hoje, às vezes a nossa linguagem se perde quando a gente fala assim, ó, vou aprofundar para outro outro lado, mas é vinculado ainda a esse estudo, né? Por exemplo, quando a gente fala assim hoje, saúde mental, saúde mental, saúde mental, a gente sabe que a palavra mental é uma palavra materialista, significa que o nosso cérebro, os nossos neurônios estão trabalhando e isso gera uma consciência que pensa, que sente. Mas mental é uma palavra que quer dizer espiritual. saúde mental e saúde espiritual. Hoje o mundo materialista parece que quer nos dividir assim, não, na saúde mental eu cuido com psiquiatra e com psicólogo, mas a minha saúde espiritual, a minha eu busco na na religião, no templo. Mas na verdade é a mesma coisa. O que a gente busca no psicólogo, a gente pode encontrar no templo de uma outra forma. São aliados, são ciências aliadas. A ciência religiosa com a ciência, né, material, a psicologia, são as ciências aliadas. Elas vão trabalhar juntos, né? Mas é, mas é em prol do mesmo objetivo que é o espiritual. O espírita às vezes se confunde nessas palavras, tá vendo como são jogos de palavras, né? Os espíritos falam muito isso para lá em Kardec lá no livro dos
em prol do mesmo objetivo que é o espiritual. O espírita às vezes se confunde nessas palavras, tá vendo como são jogos de palavras, né? Os espíritos falam muito isso para lá em Kardec lá no livro dos espíritos. Cuidado com os jogos de palavras. Às vezes você tá Kardec às vezes faz perguntas pros espíritos e eles respondem assim: "Olha, você tá perguntando é a mesma coisa de um modo diferente. É a mesma coisa. Durante o o do livro dos espíritos, a gente vê muitos espíritos falando isso para Kardec. Ou então eles falam para Kardec assim: "Mudar as palavras não vai mudar o que se quer dizer. Ou fazer jogo de palavra não vai mudar o a intenção, >> né? Então quando a gente então esse exemplo que eu citei é um exemplo que foge do texto pra gente ver o quanto que às vezes a gente usa palavras que significa a mesma coisa, mas a ótica materialista parece que faz que se pareça diferente. Então, por exemplo, saúde mental e saúde espiritual é a mesma coisa. Então, esse linguajar espírita ou essa compreensão do que é a as questões espirituais é que André Luiz nos chama. Eu acho que ela uma boa lição que serve no ponto de partida pra gente reavaliar um monte de expressões que a gente usa no nosso dia a dia, um monte de palavras que a gente usa no dia a dia, né? Às vezes a gente acha, mas que absurdo isso que aconteceu, meu Deus, que azar. André Luiz fala do azar aí também, mas não é azar, não é azar, exatamente azar, não existe sorte, azar, né? Existem planos que vão se encadeando na nossa vida, né? É verdade. Esse exemplo que você deu da saúde mental, o o nosso pensamento, o meu, né, o ele é muito superficial e e e o pior pontual, eu vou dar um exemplo. Eu tenho um chefe que ele comentou que nós tivemos uma colega que saiu de licença médica por saúde mental, para tratar da saúde mental dela. E ele a encontrou no shopping da Tijuca sorrindo e ele falou que ele se inflamou, ele ficou com uma raiva, veio uma raiva, aí depois veio uma calmaria. a raiva, porque poxa, ela não vai trabalhar, mas
E ele a encontrou no shopping da Tijuca sorrindo e ele falou que ele se inflamou, ele ficou com uma raiva, veio uma raiva, aí depois veio uma calmaria. a raiva, porque poxa, ela não vai trabalhar, mas tá aqui se divertindo. Ele desabafou conosco. Mas depois veio uma calmaria que ele pensou assim: "Pera aí, e se isso faz parte do tratamento que vai trazer-la pro reequilíbrio?" Aí ele se acerenou, se acalmou, aí continuou com a família dele, porque eles foram para se divertir também no shopping. E quando ele viu uma cena, uma cena, uma imagem, o transtornou, né? Como é que nós somos sensíveis, né? E uma coisa que me chama muita atenção desse capítulo é que é um capítulo que fala eh de muita situação ruim. Mas o ele no evangelho é amar ao próximo. É um capítulo que fala sobre amar ao próximo. Por quê? Porque nós começamos pelos instintos, depois pelas sensações. Esse chefe meu, ele teve aquela sensação, né? Sensação ruim que inflamou. E depois nós vamos passar pros sentimentos que é mais evoluído, que tem a compaixão, que tem a misericórdia, que tem o perdão. O perdão. Eh, ontem tava passando um filme, né? um filme baseado em fatos reais. E o marido se incomoda com a repórter porque ele achou que ela foi educada com com entrevistado e que aquilo ele o entrevistado queria porque foi uma demonstração de perdão dela. E ele perguntou ela: "Não, mas eu não perdoei". Aí ele explicou como é que ele interpretou aquela situação. Ou seja, até a o nosso não vou te dar o perdão, nós utilizamos como uma arma, uma arma em sociedade ou na vida política, que aquele filme que passou é um filme sobre política, né? Política nos Estados Unidos. Então, nós podemos perceber eh o que que o o André Luiz ele mostra que nós estamos nesse estágio em que as sensações elas nos confundem, nos iludem em alguns momentos, mas que há algo mais. Então, que nós busquemos os sentimentos, busquemos mais do que emoções, busquemos os sentimentos. Eh, será que eu vou ver no próximo aquilo que ele tá passando e amanhã eu
entos, mas que há algo mais. Então, que nós busquemos os sentimentos, busquemos mais do que emoções, busquemos os sentimentos. Eh, será que eu vou ver no próximo aquilo que ele tá passando e amanhã eu posso vir a passar? Porque aquilo não é exclusivo para aquela pessoa. Aquilo acontece com todos em algum momento, em algum lugar. Então, esse capítulo ele tem essa beleza. E por quê? Porque o André Luiz ele ele traz eh também situações de uma forma assim muito desdobrada, né? Porque isso acontece às vezes num átimo. Por exemplo, e esse ódio que ele sentiu foi uma coisa muito rápida. Às vezes o que a gente sente nem se transforma em palavras, né? Que o nosso amigo aqui focou na linguagem. Porque o André Luiz nos remete à linguagem, mas isso também passa a miúde de forma eh muito rápida, né? E e nem percebemos. Se nós não fizermos o estudo, nós não percebemos que às vezes é num átimo. A pessoa me fecha num cruzamento, eh, outro dia me fecharam na calçada, eu tive que aí eu não vou vou manter a calma, vamos manter a calma e vamos ver como é que eu vou agir aqui nessa situação. Por quê? Porque senão você pode uma coisa assim que nem é danosa, mas é arriscada. Ela pode se tornar em algo mais grave. Ela pode se tornar até em alguém se machucando, em alguém se cortando, se ferindo, caindo, batendo com a cabeça num numa no meio fio. Então, e é muito interessante, né, o esse capítulo, porque ele vai focar nisso. >> Exatamente. Inclusive esse exemplo que você deu, Marcos, aí dessa pessoa, né, que foi encontrou lá uma colaboradora que havia reclamado saúde, né, mental e tá no shopping do Gente, eu fiquei pensando quando eu relai com a com a mensagem de hoje, eu fiquei pensando, gente, tem um outro assunto que me que me veio, que é o que é o da das ideias préconcebidas, né? É muito isso, a gente tem na cabeça que uma coisa funciona dessa forma e que é isso mesmo. Então a gente imagina que uma pessoa que ela tá com depressão, ela vai est em casa o tempo inteiro deitada, tomando remédio, chorando,
na cabeça que uma coisa funciona dessa forma e que é isso mesmo. Então a gente imagina que uma pessoa que ela tá com depressão, ela vai est em casa o tempo inteiro deitada, tomando remédio, chorando, né? Então, e tipo depressão é isso aí. Ah, eu tô com estafa. Então, essa pessoa tá em casa dormindo o dia todo, né, para curar essa esse cansaço, né? Quer dizer, são as ideias préoncebidas, né? a gente pensa que é, ou seja, não é exatamente igual a pessoa que quebrou a perna, quebrei a perna. Então, é óbvio que você espera que essa pessoa esteja em casa inessada, né? Mas nas questões da saúde espiritual ou saúde mental, né? É um pouco diferente. Por quê? Porque o remédio, ele não é o remédio de comprimido que você vai tomar, não é só esse remédio que existe, não. Para quem tá com a perna quebrada e recomendo repouso. OK, vou lá visitar essa pessoa, né? que ela vai est lá mancando, já sei o que esperar. Agora, a pessoa que tá com saúde mental, agir ao contrário do que a do que a do que a situação exige é uma forma de você combatê-la. Vem a tristeza, preciso combater a tristeza com alegria. Me vem aquela aquele negativismo, aquele pessimismo, ter combater com fé. Vou pro louvor, vou cantar. É sim, vai se combatendo essas energias contrárias aqui, né, as disposições mentais nossas, as disposições espirituais. Vem o egoísmo. Com que eu combato o egoísmo? Com a caridade, com a gentileza, oferecendo a mão pro amigo. Você fala assim: "Ah, mas as pessoas é egoísta dando a mão pro outro". É, tá buscando se curar. Então, tá vendo como é interessante aí esse comentário, comentário do Marcos foi muito bom. Achei que foi foi preciso assim dessa situação. Então é isso que eu é justamente essa questão, né, de sair dessa superficialidade e a gente se aprofundar, que é algo quando eu li a primeira o primeiro item aqui da lição, depois eu fui eu fui vendo outros comentários que ele faz, por exemplo, o doente e a gente vai dizer pro doente, ai que pobre coitado. Aí o o André Luiz vai falar aqui, pô,
rimeiro item aqui da lição, depois eu fui eu fui vendo outros comentários que ele faz, por exemplo, o doente e a gente vai dizer pro doente, ai que pobre coitado. Aí o o André Luiz vai falar aqui, pô, pera aí, cuidado, compaixão. Não é exatamente isso. E a gente vai vendo as posições que as pessoas estão, a posição do azar, posição, ah, ninguém me ajuda, tal. Eu eu lembrei também de um outro de uma outra passagem do evangelho, além dessa que a lição indica, né, que é aquela lição do capítulo sétimo, aquele que se eleva será rebaixado. Que que que que acontece nessa nessa passagem do evangelho? Jesus, ele vai falar da parábola dos primeiros lugares. Então Jesus, ele vai contar o seguinte, que foi visitar, né, uma casa de um fariseu, Jesus tinha muitos amigos fariseus, né, que que o convidava para estar juntos. Nem todo fariseu era contra Jesus, mas pelo contrário, Jesus teve muitos amigos fariseus. Até aquela série deosen mostra muito isso lá, né? Alguns fariseus que tentaram ajudar Jesus de várias formas, né? Porque realmente se questionava, não era um pensamento unísono entre os fariseus que a doutrina dele seria idêntica, né, maneira de interpretar. E aí muita gente quis na casa desse fariseu ouvir Jesus também, né? E aí Jesus, né? Aí e na verdade quem é que que narra isso é Mateus. E aí Mateus ele vai narrar que Jesus ficou observando o pessoal, todo mundo querendo sentar pertinho de Jesus lá, né? queria chegando, queria já ficar lá no começo ali, né? Sentado. A gente sabe que nem sempre tinha cadeira para todo mundo. O pessoal ia sentando no chão, né? Ficando em pé ali perto da porta e tal, tá? Eí, foi se aglomerando, mas todo mundo queria se amontoar perto de Jesus. Aí Jesus vendo aquilo ali, ele solta uma parábola, né? Ele diz: "Olha, quando a gente é convidado a estar numa casa de uma pessoa, não vamos sentar na frente, não. Senta no fundo, porque é muito melhor quando o dono da casa te chama lá do fundo e vem aqui, ô fulano, senta aqui na frente. É muito melhor isso do que a
e uma pessoa, não vamos sentar na frente, não. Senta no fundo, porque é muito melhor quando o dono da casa te chama lá do fundo e vem aqui, ô fulano, senta aqui na frente. É muito melhor isso do que a pessoa dono da casa falar o seguinte: "Olha, você tá aqui na frente, você podia sentar atrás porque esse lugar aqui tá reservado pro para outra pessoa, né, e tal, tal. Aí a gente, ah, tá, desculpa aí". E vai para trás. Jesus fala: "Não, senta por te chamar". Mas em profundidade é uma parábola que diz o seguinte: "Olha, cada um Deus pôs no lugar, num lugar. Mas Deus pôs isso para que a gente pudesse refletir sobre a lição que vem nesse lugar, nessa situação que eu estou. Pera aí, tô nessa situação aqui. E Jesus diz, olha, nunca acreditar que você tá no lugar errado inicialmente. Primeiramente, pensa que está no lugar certo para que não saia dizendo assim: "Não, meu lugar não é aqui não. Meu lugar é lá na frente, né? Eu não quero esse lugar aqui não. Agora, o que que é esse lugar aqui que a parábola vem instigar? É mil coisas. Um, por exemplo, um lugar, primeiro lugar de todos, é o lugar que a gente nasce, nosso corpo físico. Tem gente que não gosta do corpo físico. Ah, meu corpo físico tá não tô de um jeito ou de outro. Queria ser assim, queria ser assado, tudo, né? E a gente tem essa revolta contra o corpo físico, primeira coisa, né? E a gente se mutila e faz dietas estranhas e quer fazer plástico e tal, aquela coisa. Jesus para, não, pera aí. Seu corpo físico tem uma lição para você. Ele tem uma lição para você. Qual que é a lição? Aí depois é a segunda lição, ó. Família. Ah, porque minha família é assim, assim, que família esquisita. Não me sinto pertencente a essa família. E tem gente vai embora de casa, né? E s perde contato com mãe, com pai, com irmão. Mas a lição é para que você tá nessa família? De onde é que vem a necessidade de estar nessa família? E mil situações, né? Aí vem o país que você mora, vem situação econômica, vem a saúde, vem mil situações que Deus pôs lá para você
essa família? De onde é que vem a necessidade de estar nessa família? E mil situações, né? Aí vem o país que você mora, vem situação econômica, vem a saúde, vem mil situações que Deus pôs lá para você refletir primeiro. Pera aí, mas mudar para onde daqui, né? antes de me revoltar com o meu lugar e falar assim: "Meu lugar não é aqui não, meu lugar é lá na frente, meu lugar é ali, ó, vou sair desse lugar aqui, que esse lugar aqui tá estranho, eu quero ir para lá", né? Então, é uma lição também nessas. Eu eu senti muito essa relação com eh a lição de hoje, justamente por isso aqui, né? A gente às vezes se sente muito mal por tantas situações, mas a gente deixa de olhar para a situação como um campo de aprendizado. Então mostra aqui, né, a quantidade de pessoas que estão destando as suas situações. Ai que desaforo, detesto isso aqui, tô cansado disso aqui. Não, não, eu tenho que gozar minha vida, né? Não, eu tenho que sair daqui e aproveitar outra coisa de outra maneira, né? E e a gente deixa de de de absorver a lição, né? Essa do pobre coitado aqui eu achei muito boa, porque a gente tem essa visão, né, de olhar para uma pessoa e falar assim: "Ah, que injustiça, que pena, que absurdo." E a gente esquece que tá todo mundo mesmo processo evolutivo, né? Uns, um sendo cobrado mais, outro sendo cobrado menos, um sendo desafiados mais, outro sendo desafiado menos. Tudo de acordo com o que nós plantamos, né? Aqui, quer dizer, que é a questão da da da sementeira, então vem a colheita e a gente acha um absurdo, né, quando a colheita vem, né, sendo que a gente plantou, plantou, plantou, né, de maneira abundante. Aí quando vem a colheita, vem a colheita abundante também e a gente fica assim, gente, não dá, tá errado isso aqui. Tá errado isso aqui, né? E é mais uma reflexão de André Luiz, eu acho que que vale para todo mundo, né? É verdade. Esse do pobre coitado, quando eu li, eu tomei um susto, né? Porque ele mostra eh a própria palavra crueldade quer dizer que você tá sendo muito cru,
u acho que que vale para todo mundo, né? É verdade. Esse do pobre coitado, quando eu li, eu tomei um susto, né? Porque ele mostra eh a própria palavra crueldade quer dizer que você tá sendo muito cru, né? Você tá rasteiro no se você tá usando a tua energia para lamentar, você tá deixando de fazer uma prece. Ah, Deus, só corre fulano. Por favor, Deus, por que que fulano tá passando tanto tempo por essa doença? Quando nós vamos nos centros espíritas, os centros espíritas eles comentam: "Você já se perguntou o que que essa doença tá querendo falar para você, né? Porque, por exemplo, o ano passado eu fui duas vezes pro CTI, a minha mente tava bem, a minha saúde mental tava ótima, mas o corpo não tava. O corpo não tava e eu não não estava percebendo. Por isso que que quem trabalha tem que fazer exames periódicos, porque os exames é que vão mostrar o estado de saúde do teu corpo. Eu tava com anemia e não e não sabia. Eh, eu não gosto de beber água e e isso faz mal. A pessoa tem que se hidratar. Eu não eu eu não sou uma pessoa que sinto sede. Aí não, você não pode eh ficar nessa onda não. Você se você tem essa tendência, você tem que lembrar que teu corpo precisa de água e você vai beber água, mesmo que você não sinta sede. Você vai estipular horários. Ai, faz tantas horas que eu bebi pela última vez. Então, eh, todos esses exemplos aqui do do André Luiz, eles lembram alguma coisa que nós nunca estamos totalmente sozinhos, mesmo que nós não estejamos vendo ninguém ou achando que todo mundo se afastou. Às vezes eu acho que a pessoa se afastou e a pessoa tá com pensamento só em mim. Por quê? Porque a minha percepção, a minha percepção não se coaduna com a realidade. Aquilo ali tá muito mais dentro dos meus pensamentos do que nas atitudes da pessoa. Eu não tenho domínio para poder eh uma onciência, uma onipresença para poder conferir, averiguar tudo. >> É, é, é bem por aí mesmo. Olha quem chegou aqui, Eliane, minha esposa querida, muito bom dia para você. Bom dia, bem-vinda.
er eh uma onciência, uma onipresença para poder conferir, averiguar tudo. >> É, é, é bem por aí mesmo. Olha quem chegou aqui, Eliane, minha esposa querida, muito bom dia para você. Bom dia, bem-vinda. >> Muito bom isso. E de certa forma, né, a gente vive uma uma realidade e que a gente tem que ter muito muita cabeça, uma cabeça boa, uma cabeça firme no no que a gente no que a gente acredita mesmo, né? Porque o convite do mundo é um convite estranho ao mesmo tempo tentador, né? O Marcos, ele tocou num ponto crucial aí. Eu acho que a lição traz isso também, sabe? Por exemplo, eh, estou sozinho, né? O problema da solidão ou problema de dizer: "Não, eu só faço o que eu quero, quero tudo do meu jeito. Ah, eu acho difícil você se relacionar com a pessoa com outra. Ah, eu acho difícil o trabalho. É tão difícil. A pessoa quer ser empreendedor porque daí ela trabalha sozinha, porque ela tem dificuldade de trabalhar em conjunto e mil situações do dia a dia que nos leva a essa intolerância. essa situação, né? Eu tinha, eu trabalhava numa casa espírita que tinha um trabalho assistencial muito forte lá, sabe? Numa casa espírita belíssima. Até hoje eu, foi a primeira casa espírita que eu trabalhei, até hoje eu dou palestra lá, embora não esteja trabalhando lá ativamente mais. E o dirigente lá é um homem que tinha muita experiência com essas comunidades mais carentes, né, com gente com vários tipos de de problemas assim de drogadição, né, de vícios, de violência. Então ele tinha muito contato com essas comunidades, né? E ele tinha uma visão muito madura, espiritualmente falando, sabe? E ele era um homem que às vezes a gente falava, né, ah, da solidão, de pessoas estão sozinha. A gente conhecia muita gente que às vezes era idoso ou doente e vivia sozinho. E a gente ficava às vezes assim nessa imaturidade nossa, espiritual, ficava assim, gente, mas que horror, os filhos abandonaram, cadê o marido e a esposa? Mas não tem ninguém, essa pessoa tá sozinha nessa casa, nessa pobreza lá.
sim nessa imaturidade nossa, espiritual, ficava assim, gente, mas que horror, os filhos abandonaram, cadê o marido e a esposa? Mas não tem ninguém, essa pessoa tá sozinha nessa casa, nessa pobreza lá. Ele é, ele falava assim: "Solidão é falta de solidariedade. Você não conheceu essa pessoa quando ela tava bem de saúde? Eu conheci, eu conheci, eu sei porque que ela tá sozinha, eu sei." E a gente ficava assim: "Meu Deus, que situação, né? Triste, né?" Mas é mais umas questão da sementeira mais uma vez aqui que entra, né? Então, às vezes a gente olha essas situações da vida e a gente sente pena, realmente tem temos essa tendência a sentir pena das pessoas, né? A essa essa empatia que o que o cristão vai desenvolvendo leva a isso, né? Sente empatia, a gente se coloca no lugar e a gente começa a ficar preocupado, né? E vem aquela angústia nossa de ver a situação do outro, porque a empatia faz isso, né? A gente sente um pouco dessa angústia, porque nossa, imagina eu sozinho, que terrível. Mas é a lição que André Luiz quer nos quer nos convidar aqui. E o Marcos falou disso aqui mais cedo. Olha a situação para que você aprenda com ela e não precise viver viver a mesma coisa. Não necessariamente temos que passar pela mesma dor do outro para que o mesmo aprendizado venha. É uma questão que os espíritos vão abordar em um livro dos espíritos, né, quando vão falar, por exemplo, ali da das questões da hierarquia espiritual, da questão sendo do livro dos espíritos e outras, quer dizer, existe um aprendizado e uma sabedoria e não necessariamente ela é desenvolvida você sofrendo todas as dores do mundo, né? Então quer dizer que eu vou ter que passar por todas as situações que existem para que eu possa me tornar um espírito perfeito e saiba tudo. Não necessariamente, porque, né, ah, então eu vou ter que passar pelo câncer, vou ter que passar pela pobreza, vou ter que passar pela traição, vou ter que passar por isso, por aquilo, vou ter que aprender a perdoar mil vezes, tal. Não é essa a questão, né? Não é essa
o câncer, vou ter que passar pela pobreza, vou ter que passar pela traição, vou ter que passar por isso, por aquilo, vou ter que aprender a perdoar mil vezes, tal. Não é essa a questão, né? Não é essa carga que André Luiz quer pôr sobre nós, mas dizer o seguinte: "Olha, cada passo que a gente dá e cada situação que se apresenta é uma oportunidade da gente já amadurecer. Não necessariamente acontecendo conosco, pode tá acontecendo com a pessoa perto de nós. Isso nos ensina. Esses dias uma pessoa chegou para mim, eu tenho tem um tempo já mes falou assim: "Nossa, eu tô com tanto problema. Tô com tanto problema porque a minha filha tá passando por isso e a minha outra filha tá passando desse jeito e minha mãe tá passando por isso. Aí eu perguntei a pessoa, pera aí, mas e você tá passando pelo quê? Não, eu não, eu tô passando por nada, não. Mas então não é você que está com problema, são as pessoas que estão com problema, né? Você não é um parte do problema. O problema não é com você, mas são pessoas que você ama e que estão com problema e você tá absorvendo esses problemas para você. Então, olha, calma, né? Vamos ter calma para que você não se envolva nos problemas ali, de modo que esses problemas te consumam e você não viva a sua vida que você tem que viver, né? Você pode ser uma mão amiga ou pode ser uma lágrima a mais. O que que a gente quer ser, né? A gente quer ser uma mão amiga ou a gente quer ser mais uma lágrima? A gente quer ser, né, parte do transtorno? Então, eh, eu penso que o convite do André Luiz hoje com essa lição passa muito por isso, sabe? Olha, olha o que ele vem fazer, né? com calma, resolvendo as coisas. Ah, eu vou, não quero essa amizade, André Luiz diz aqui. Ah, tem gente que fala, não quero essa, não quero isso, não quero esse contato. And Luiz fala, não dá pra gente fazer isso, simplesmente nos isolar do mundo e dizer que a gente eh eh não quer se envolver com nada e a gente não se envolve. E aí a gente não trabalha em casa espírita porque ai porque é difícil as pessoas.
so, simplesmente nos isolar do mundo e dizer que a gente eh eh não quer se envolver com nada e a gente não se envolve. E aí a gente não trabalha em casa espírita porque ai porque é difícil as pessoas. Aí a gente não quer relacionamento, ah porque as pessoas são difíceis, a gente não quer ter filho, ah, porque filho dá trabalho. Tá, a gente vai viver uma vida vai de tá tudo dentro da terra, vai assim se enterrar lá e deixar a vida rolar, né? Como se tudo fosse ligado à nossa satisfação pessoal, como a André Luiz diz aqui, né? Não, eu quero é gozar a vida, eu quero é aproveitar a vida. Mas como é que a gente vai aproveitar a vida, né? Essa essa ilusão de felicidade, ela é muito complexa. O que os espíritos nos dizem, e eu cito duas obras muito boas que tratam disso, que é a obra Renúncia com com a com a Oion, né, e a obra eh lá do Avisto com o Quinto Varro. São duas obras que eu amo, amo do Emanuel, que trata do cristianismo primitivo, né? Esses dois espíritos de uma elevação incalculável, a gente não consegue calcular o nível de elevação desses espíritos de luz. Uma lição que eles deixam nessa obra é o seguinte: não dá para ser feliz enquanto uma pessoa que a gente ama tá triste, tá infeliz. Não tem como. >> É isso, é fato. É, >> não é? Eu acho que uma lição belíssima desses livros é isso. Eles não sorriram novamente enquanto não viram as pessoas que eles amavam sorrindo também. Aú veio de outra galáxia para resgatar esse povo que é o povo dela, da família dela, os espíritos afins dela, né? Ela veio de outra galáxia para isso. Lutou a encarnação dela todinha. O quinto varro, enquanto o filho dele não orou um pai nosso, ele não sossegou. O livro mostra assim as algumas encarnações dele lá atrás desse do resgate desse filho dele. Uma obra linda, assim, eu acho que é uma obra boa do do para pai ler é o é o é o livrar de Cristo. Aquilo ali é o é o pai, viu? Pai. E e então a gente tem que sair dessa ilusão de achar assim que gozar a vida e ser feliz e a gente largar tudo
bra boa do do para pai ler é o é o é o livrar de Cristo. Aquilo ali é o é o pai, viu? Pai. E e então a gente tem que sair dessa ilusão de achar assim que gozar a vida e ser feliz e a gente largar tudo para trás e correr atrás dos nossos próprios interesses, né? Espíritos vem dizer que não, is é o contrário, é o caminho da infelicidade que eu acho tão bacana, já que, né, tanto eu quanto o Marcos tratamos de questões de saúde mental aqui, né, de maneira fortuita, mas o Jung já falava disso. Acho tão interessante o Car Gustavo Jung, depois de mais de 1000 entrevistas com pacientes e e terapias, né, e diagnósticos, né, e ouvir tanto tantas pessoas, ele chegou à conclusão de que, né, o outro espelha o que a gente tem, né, que é essa coisa aí de você representar o outro, né, eh, você expressar no outro aquilo que você sente. Então dizer que algo um que a gente vê no outro é o que a gente tem dentro de nós. O defeito que você vê no outro é um defeito que é chamava de projeção, né? Isso, né? O defeito que você vê no outro é o defeito que você tem dentro de você. Não significa que o outro tenha só esse defeito que você tá vendo, ele pode ter outros. Às vezes o defeito que você tá vendo é o o pior defeito dele, mas você vê aquilo que você tem experiência de de vida. Então é engraçado, né, o jeito que trata isso, né? De modo que sem o outro você não você tem muito menos chance de desenvolver uma autocrítica. Eu acho isso tão interessante quando estudo essas questões da projeção, né? Então quer dizer, ah, se eu sou egoísta ou se eu sou uma pessoa eh maledicente ou se eu sou uma pessoa, né, que tem outro outro defeito, a tendência de eu ver isso no outro, que também tenha é muito grande. Primeira coisa que eu vê é o defeito que eu tenho. Então, o Gustavo Jung, ele dizia: "Olha, sem o outro não tem como a gente evoluir. Tem como a gente evoluir". E é engraçado que Kardec e os espíritos superiores já trataram disso há muito tempo atrás, quando a gente vai ver na no livro dos espíritos,
ro não tem como a gente evoluir. Tem como a gente evoluir". E é engraçado que Kardec e os espíritos superiores já trataram disso há muito tempo atrás, quando a gente vai ver na no livro dos espíritos, lei de reprodução, lei de sociedade, tem tudo isso, né? Lei de sociedade mesmo é uma lei moral, é uma das leis morais que vai falar sobre isso aí. Quer dizer, a importância de ter as outras pessoas ao nosso redor, a importância de nós nós termos eh eh todo esse essa sociedade, entre aspas, né, que diz respeito a relacionamentos, famílias, os filhos, né, as pessoas que convivem conosco, que elas servem de espelho para nós. Quanto mais pessoas nós convivemos, mais nós temos a oportunidade de nos espelhar nelas, de projetar, como diz Hugo, mais a chance de nós projetarmos nos outros, o defeito nós temos. Quanto mais gente ao nosso redor, mais a gente tem essa possibilidade de projetar nele os defeitos nossos e a gente desenvolver uma autocrítica melhor. Que pensamento maluco, né? Mas eu acho isso tão tão bacana. São artifícios. São artifícios que a doutrina espírita já nos trouxe no século XIX. Aí vem esses cientistas comprovar grande parte disso que já foi dito, né? já já trouxe essa comprovação. Então, existem muitos caminhos que o espiritismo nos traz que são caminhos que já estão sendo comprovados aí, né, pelos vários cientistas do mundo. E esse é um, né, a gente nunca tratar nada, sempre ter esse cuidado e tratar tudo com muita com muito cuidado, parar com essas análises superficiais nossas, né, e começar a a tentar entender por que que eu tô sentindo isso, por que que eu tô pensando dessa forma, por que que eu tô me sentindo incomodado nessa situação, porque essa situação me deixa mais confortável, que que eu tenho, que que eu tenho que avaliar disso tudo, né? E a gente não não simplesmente fugir daquilo que nos causa dor ou nos causa desconforto, não vou fugir disso aqui, tô fora disso aqui, né? E deixar de vislumbrar as coisas como elas são. Às vezes nas casas espíritas a gente passa por isso, né?
o que nos causa dor ou nos causa desconforto, não vou fugir disso aqui, tô fora disso aqui, né? E deixar de vislumbrar as coisas como elas são. Às vezes nas casas espíritas a gente passa por isso, né? Conhecemos uma pessoa, a gente às vezes não combina muito bem, aí de repente começamos a trabalhar juntos, aí você fica assim: "Ah, mas essa pessoa não era que eu pensava, pessoa diferente, né? a pessoa começa a compreender a pessoa, começa a achar até achar o jeito dela que você achava terrível, começa a achar até agradável, porque você começa a entender porque que a pessoa é assim. Se pensando, não, ela fala desse jeito, mas não era por maldade ou mau humor, era o jeito dela. Você começa até a achar engraçado o jeito da pessoa mais, né, e deixa de fazer mal aquilo. Então é é esse essa questão de você ter um pouco mais de paciência, viver viver aquela situação um pouco mais, né? viver esse problema um pouco mais até você conseguir extrair dele uma uma lição, um alguma coisa que queira te contar, né? Igual o Marcos falou, né? A vida fala, a vida tá falando, né? Existe um recado aí de Deus que tá para toda parte, né? Acho que a o pensamento espírita ou pensamento mais espiritualizado, ele diz respeitar isso, né? a gente não tá vendo o que tá acontecendo. Marcos citou, por exemplo, aí na questão das companhias, que também podem ser companhias espirituais, não só as pessoas. A gente não tá sozinho. Ah, porque porque eu tô aqui sem ninguém aqui em casa, eu tô sozinho. Não, não necessariamente eu tô sozinho. Tem pessoas do meu lado também estão falando comigo. Posso não estar vendo elas, né? Po, posso não as estar ouvindo, né, claramente, mas eu capto essas intuições onde eu vou. Então isso isso faz parte desse movimento nosso, né? A gente tem que tomar esse cuidado, né? Ai quando eu me sentir sozinho, saiba que eu não estou sozinho. Então a prece é um caminho pra gente se aliar a essas amizades, eh esse convite mental que a gente pode fazer prosfeitores estar conosco, né?
ando eu me sentir sozinho, saiba que eu não estou sozinho. Então a prece é um caminho pra gente se aliar a essas amizades, eh esse convite mental que a gente pode fazer prosfeitores estar conosco, né? Tudo é chance pra gente se refazer. Nossa, todo mundo me abandonou e agora tô sozinha aqui. E às vezes fica triste. Mas André Luiz fala: "Não, você não tá sozinho. Convida os amigos para estar com você. Pelo menos os invisíveis vão ser um sustentáculo paraa sua vida, né? Nunca se sinta sozinho." >> É verdade. E jamais perder a fé do outro, né? Bom, e também lembrando que esse decálogo de 12 ele pode aumentar. Vou vou dar um exemplo aqui com o item oito. Ao vizinho faltoso, nunca diga: "Dispenso-lhe a amizade, todos somos interdependentes." Você pode transformar, trazer uma outra situação. Por exemplo, ao vizinho prodigioso, nunca diga: "Jamais dispensarhei a amizade dele". Por quê? Porque todos nós somos interdependentes. Então, no vizinho faltoso, o que que eu tenho que eu já ofereci para ele? Eu tô tão preocupado no que ele nunca me ofereceu, mas o que que eu já ofereci para ele? E no prodigioso que tudo me abastece, o que que eu tenho que eu já ofereci para ele? Reparou que que não mudou a pergunta? E e as situações são contrárias porque é interdependência. Eu eu não posso querer as pessoas só porque elas me dizem sim, me satisfazem, afagam o meu ego, eh falam palavras doces, falam aquilo que eu quero ouvir, tudo aceitam, tudo admitem de mim, jamais fazem críticas. Então, e fala o seguinte, se eu vou dispensar a amizade de alguém, aquela pessoa vai ser o quão minha? Adversário, inimigo? Ou seja, eu tô dando causa para uma situação que eu ainda não tinha. Eu tô deflagando, eu tô dando o início, o start daquilo. Por quê? Porque eu tô frustrado, porque eu tô decepcionado, porque eu tô irritado. Eh, eu eu fiz eh eu fiz imagem sobre aquela pessoa que aquela pessoa nem nunca soube, né? Nem nem nunca comuniquei a ela. Ah, eu espero que você faça isso para mim, que você seja assim, que quando você chegue
u fiz eh eu fiz imagem sobre aquela pessoa que aquela pessoa nem nunca soube, né? Nem nem nunca comuniquei a ela. Ah, eu espero que você faça isso para mim, que você seja assim, que quando você chegue no prédio, não me atrapalhe quando eu quiser de manhã, no dia seguinte sair com carro. Eu nunca cheguei para conversar, digamos, entendeu? Que um amigo faltoso pode ser aquele amigo que que te chateia. Eu chego antes do trabalho, boto numa vaga, né? E e depois que ele chega, ele bota numa situação que me atrapalha. Mas eu já cheguei a comentar com ele, eu já cheguei: "Poxa, fulano, você gosta, né, de botar naquele local. Ah, mas aí você já percebeu que às vezes o os carros que estão no nos outros locais vão ter dificuldade? Você nem nunca chegou a conversar. Você já faz o julgamento, você faz a você faz a investigação, você arruma a lei que que vai trazer a punição, você aplica a lei, às vezes até executa a pena que vai lá e risca o carro da pessoa, que é o mais grave de tudo, né? Eu tô falando aqui em tese, né? Jamais façamos isso, porque você tá extremamente chateado, você perde os limites, perde as estribeiras e vai fazer algo depois que você vai se arrepender. Então esse decálogo aqui, ele traz vários pontos, né? Vários pontos. Eu gostei muito de ter tido aquele que ele fala: "Ah, se você tá na mocidade cheio de energia, né? Eu quando era mais jovem, eu comia de tudo, até pedra". Hoje em dia já é diferente. Outro dia eu mordi, tinha uma uma areiazinha no sal. A hoje em dia essa areiazinha já vai. Aí eu sinto uma dorzinha no rim. Por quê? Porque ele que vai espelir aquilo sem querer eu introduzir, né? Então, se você tá na mocidade com todo o vigor, acha que, ah, nada me derrota, eu posso vencer tudo, tudo eu supero, eu sou inabalável. Calma, calma, que a gente não tá numa excursão, a gente não tá numa olimpíada, a gente não tá num campeonato, tudo você tem que ter o quê? um comedimento, você tem uma moderação, você tem que trazer as coisas, lembrando que sempre existe um centro e que se
não tá numa olimpíada, a gente não tá num campeonato, tudo você tem que ter o quê? um comedimento, você tem uma moderação, você tem que trazer as coisas, lembrando que sempre existe um centro e que se você se afasta muito, aí você perde o controle. E o a falta de controle, ela nos incomoda quando nós somos os atingidos. Porque quando a outra pessoa é atingida, às vezes, na maioria das vezes, ficamos até sem saber que a pessoa eh sem querer foi um alvo nosso. Então, ainda tem isso, né? E eh a a pessoa que que tá sem paciência, você vai fazer o quê? Você vai buscar a paciência por ela e aumentar sua paciência. para não entrar naquela mesma onda, senão o negócio vai virar um mar, vai virar um oceano e você passa a ser um joguete. A a gravidade é que te comanda, é que te dirige. E você poderia ter evitado isso simplesmente não deixando aquilo te abalar, te atingir tanto. ou se te atingiu, você procurar se recuperar e buscar encontrar formas de que não te atinja novamente, que é a fortaleza, a vigilância, a disciplina, como se cuidar para evitar eh eventos ruinosos no futuro. >> É exatamente isso. É, tem uma frase de Emmanuel que ele fala assim: "A vida quer ver-te por dentro". Eu acho interessa. A ideia do é uma frase do livro busca e acharás. Tem um capítulo lá que chama se procuras a paz. Aí fala: "A fim de melhorar-te com as promoções que desejas, a vida quer ver-te por dentro, né?" Ou seja, a vida quer te ver por dentro. Eu eu acho eu acho essa frase assim tão dolorosa, tão dolorosa, porque justamente eu acho que também é uma maneira de enxergar essa leção de André Luiz de hoje, porque ah, a gente quer um monte de coisa nessa vida. Ah, eu quero o dinheiro, eu quero a paz de espírito, quero a paz de consciência, quero felicidade, eu quero tanta coisa, né? A gente quer, quer, quer. Então, quer dizer, aí o que que vai dizer? A vida quer te ver por dentro. você quer? Então vamos lá, vamos conseguir. E a e o caminho para conseguir às vezes é um caminho que ele não é fácil, né?
uer. Então, quer dizer, aí o que que vai dizer? A vida quer te ver por dentro. você quer? Então vamos lá, vamos conseguir. E a e o caminho para conseguir às vezes é um caminho que ele não é fácil, né? Então para cada situação, a vida vai te colocar esse panorama para você vencê-lo. Ah, eu quero aprender, eu quero. Sabe, nós tínhamos uma amiga na na casa espírita, eu vi contando essa história em palestra aqui em Goiânia, porque foi uma história que marcou muito, sabe? Ela dizia assim: "Não, eu não tenho raiva de ninguém. Eu não tenho mágoa de ninguém. Eu sou uma pessoa que eu não tenho raiva no coração, não tenho ódio. Não sei o que que é ódio. Eu não sei o que que é. E ela às vezes eu havia falando dessa forma, né? Ela tinha, acho que ela tinha um orgulho, né, de falar dessa forma, né? Mas realmente. E aí um dia ela disse que sonhou, sonhou com com um alguém que dizia para ela assim: "Ah, você não odeia, né? Porque nunca te aconteceu nada que te levasse a um extremo, porque nunca aconteceu nada. Diz ela que sonhou com isso uma vez. E foi pouco tempo, gente, é verdade essa história. Não, não, não tô brincando. Eliane sabe dessa história também. E passou pouco tempo, aconteceu uma situação na casa espírita, mas uma situação tão grave assim e essa mulher ela desenvolveu um ódio no coração tão grande, mas tão grande. E hoje, hoje é uma pessoa que ela tem desafetos assim que ela não chega nem perto. Ah, meu pai, >> em pouco tempo assim, sabe, de de ao longo de um ano, dois anos, desenvolveu uma situação tão grave assim que ela era uma situação de uma pessoa que tinha uma consciência tranquila, que não tinha raiva nem de ninguém, tinha perposto que odeia muito. E eu fico assim, gente, assustado, porque eu vejo que isso é uma coisa tão espiritual que parece foi um teste que se mostrou insuperável até hoje, né, para pr para essa pessoa, mas que eu fico, mas que me dá um tremor quando eu vejo esse tipo de situação, porque nós seremos, né, em algum momento convidados a passar a atravessar essa barreira, né,
é, para pr para essa pessoa, mas que eu fico, mas que me dá um tremor quando eu vejo esse tipo de situação, porque nós seremos, né, em algum momento convidados a passar a atravessar essa barreira, né, e a gente dizer, sabe, daquela pessoa que fica enchupeta fala assim, eu sou uma pessoa muito saudável, eu sou uma pessoa que eu não adoeço, que e a gente tem esse orgulho de falar, né, dessa suposta superioridade nossa e aí de repente você tropeça e quebra o pé, né, e fica assim, ai eu só agora sou uma pessoa que tem o pé machucado, eu nunca vou poder correr igual eu corri, sabe assim? É, é, é, é diz que manufala quando a vida quer te ver por dentro, né? Porque em algum momento você será confrontado com aquilo que você tem mais orgulho de ser, com aquilo que você mais ama. Nossa, eu amo tanto essa pessoa, essa pessoa tão boa e de repente a pessoa te causa uma frustração, né, por algum motivo da vida, né, ou pode ser até um filho, uma filha, né, você tem aquele orgulho, de repente a pessoa ela vai viver uma vida que às vezes não era que você esperava, você fala assim: "Nossa, e agora, hein? O amor vai acabar?" Não, tem que superar as diferenças para continuar amando e por aí vai, né? A gente só cita assim por alto, né? Já no finalzinho do nosso programa de hoje, né? Só para ficar essa reflexão, eu eu citei Emmanuel aqui porque eh é algo que a gente tem que se atentar porque a gente tem muitos orgulhos na vida, né? Às vezes a gente tem orgulho do nosso diploma, às vezes temos orgulho da nossa situação, nosso sucesso financeiro, às vezes temos orgulho do trabalho que a gente desenvolve na casa espírita, né? Às vezes a gente tem orgulho de tanta coisa na nossa vida que a gente não que conquista, né? Eu sou muito bom e a gente faz a não pode dizer isso, né? A gente tem sempre que ter essa humildade de reconhecer quando o problema, ele pode vir. E quando ele vier, como é que eu vou responder a essa questão, né? N quer dizer, talvez eu esteja convidado a a a passar por por uma dificuldade que
dade de reconhecer quando o problema, ele pode vir. E quando ele vier, como é que eu vou responder a essa questão, né? N quer dizer, talvez eu esteja convidado a a a passar por por uma dificuldade que eu nunca vivi, né? Achei que tava blindado dessa situação, né? Achei que eu já tinha adquirido esse valor. De repente a gente não adquiriu. Então sempre o Espiritismo vai nos convidar essa humildade, né? Hoje foi um convite, a gente repensa nossos valores, né? >> A repensar o modo como a gente vê a vida, né? Em outros momentos, a vida vai nos convidar a viver momentos diferentes, né, pra gente absorver pontos de vistas diferentes, desenvolver pontos de vistas diferentes, né? >> É verdade. >> É, é isso. >> Você lembrou bem, porque eh basicamente o espírito quis dizer que ela ainda não tinha sido desafiada, né? Aí ela foi e aí como é que ela reagiu? Como é que aí o orgulho, a vaidade? Ah, pode me trazer qualquer problema que eu resolvo. Eu eu sei resolver todos os problemas. Essa altivez, essa falta de humildade também, né? E às vezes é o que você falou, a vida quer te ver por dentro, ela quer ver como é que você vai tatear. Igual quando você tava saindo da barriga da tua mãe nascendo, que todo mundo dá o primeiro choro, né? Todo mundo dá o primeiro choro, que aí as equipes ficam tranquilas. Enquanto não tem o primeiro choro, todo mundo ansioso, angustiado. Aí, ué, ué. Aí, ufa. Uh, nasceu, graças a Deus. Bem-vindo. Até fala bem-vindo. É >> isso mesmo. >> E lembrando que domingo que vem nós vamos ter mais uma dupla que aí vai trazer o capítulo 27 que vai ser uma psicografia de Chico Xavier. E podem participar, podem trazer as suas ideias, suas reflexões, né? são sempre muito valiosas para nós, elas contribuem de forma abundante, tá? É isso. E antes de encerrar aqui, eu quero só passar aqui o o banner dos das nossas próximas atrações aí, né? Então, a gente tá tendo a sexta-feira aí o programa do Dr. Professor Otaciro. Estamos tendo aí Moisés a Kardec, que é um programa quinzenal que acontece às
ner dos das nossas próximas atrações aí, né? Então, a gente tá tendo a sexta-feira aí o programa do Dr. Professor Otaciro. Estamos tendo aí Moisés a Kardec, que é um programa quinzenal que acontece às terças. Temos nosso espírito da verdade aí, que é o estudo de hoje, que acontece todos os domingos sem falta. Ainda tem ainda, não é, o estudo que nós temos a a na segunda-feira à noite com o Adriano, né? Depois vocês entram nas nossas rides aí estudando espiritismo. Então é isso aí, Marcos. Eu já dei por encerrado minha fala de hoje, cara. Tô bem satisfeito. Acho que o estudo foi bem bacana. Pena que o tempo é tão curto, né? Porque o assunto tão profundo, eu acho que para cada, imagina para cada frase dessa que de André Luiz daria para fazer um estudo, né? >> É, é. O bom é que ele trouxe bastante situação, né? Então ali é é o que você falou aí até te convida mais a estudar porque você trouxe uma que não tá elencada aqui agora no final e ela poderia estar, né? Que é e e é e é fato, né? É uma situação verídica. que que tá aí na na tua memória, na tua lembrança e você trouxe paraa nossa contribuição para para somar aqui, porque eh no direito a gente diz que é uma coisa não exaustiva, né? Aqui não tem todas as 12, aqui tem 12 muito interessantes, são interessantes que que e cada uma vendo um aspecto, um fator, uma preponderância de algo, né? Então é isso sempre muito bom. agradecer aqueles que estiveram aqui conosco, que sentimos daqui a energia boa, positiva de vocês, o ambiente ficou mais agradável, apesar de estar estarmos em estados até diferentes, né? Eu tô no estado do Rio de Janeiro, o nosso irmão tá no estado de Goiás, mas eu sinto aqui a energia chega até nós, uma energia muito boa e gratidão também por essa colaboração de amparo energético que vocês nos oferecem. Muito bom. B, então vou fazer a prece de encerramento, né? >> Vamos lá >> então. Tá. Vou convidar então a todos. que estão conectados a nós aí, mentalizar muita luz nesse momento. Não é uma despedida, é simplesmente um
o vou fazer a prece de encerramento, né? >> Vamos lá >> então. Tá. Vou convidar então a todos. que estão conectados a nós aí, mentalizar muita luz nesse momento. Não é uma despedida, é simplesmente um até logo. Vamos então agradecer muito a Jesus, o nosso mestre amado, pela oportunidade que ele nos deu, essa oportunidade de estar na seara dele mais uma manhã de domingo, iniciando bem a nossa semana, iniciando bem o nosso dia com esse estudo evangélico, com essa proposta de André Luiz de refletir sobre a nossa maneira de pensar, sobre refletir sobre os nossos hábitos adquiridos, sobre as nossas ideias pré-concebidas. Muito obrigado, André Luiz. Muito obrigado, Senhor, por essa lição que nos traz. Nós gostaríamos de rogar, mestre, que abençoe os nossos lares, que o Senhor purifique os nossos lares nesse momento, Senhor. Transforma nossos lares em templo, Senhor, de paz, de amor, de alegria. Esse estudo, Senhor, que para nós é como um culto do evangelho no lar, onde refletimos sobre a nossa fé, sobre a nossa vida, Senhor, sobre o nosso futuro, em busca dessa felicidade, Senhor, em busca desses mundos felizes. Muito obrigado, Senhor Jesus. Rogamos por nós e também por aqueles, Senhor, que no sofrimento dessa encarnação miram ao céu na busca de consolo. Senhor, ajuda esses espíritos, ajuda essas almas todas, Senhor. Nós rogamos que o Senhor possa abençoar a vida de cada um aqui presente nessa live, a vida de cada uma dessas famílias, Senhor. E que o Senhor nos auxilie a continuar com esse trabalho, Senhor, a esse empenho aí semanal. Muito obrigado, Jesus. Que assim seja. >> Que assim seja. Graças a Deus. >> É isso, gente. Boa semana. >> Boa semana a todos.
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